Ready, bitch. Ready, bitch. Podia ser o seu nickname do Counter-Strike, né? Ready, bitch. A biscate está sempre pronta para tomar balaço na cara do Counter... Nas tech. What the hell is even that? Você acha que não combinaria com você? Sabe o caramelo? Fox rap, não sei o que lá. O Wolf. O Wolf. O Wolf. O Lobão. É o Derivado Cast, começando com vocês!
Derivado começou! Muito bem-vindos ao último podcast sem Alexandre Bonfá. Mas não se preocupe, porque eu ainda estou aqui com o meu melhor amiguinho, que vocês já o conhecem, mas eu vou apresentá-lo mesmo assim. Bruno Clemente! What's up, little boo-boo? É triste sem o Alexandre Bonfá, mas ainda assim é um podcast, o melhor podcast do Brasil. Ainda é o melhor. É bom não ter o Alexandre Bonfá de vez em quando aqui? É verdade. Não acho. Quer dizer, às vezes não. Pra vocês.
Não, você vai entender o meu objetivo. Pra valorizar o nosso bebê. Não valorizar. Pra dar saudade. Gostinho de quero mais. A audiência caiu. Não, mas assim, gostinho de quero mais. E saudade sempre tem. Sempre tem. Essa uma semaninha que é na janelinha derivada do cast, a galera já fica com saudade do nosso bebezinho. Beijo pra Lesão e sua família que estão viajando aí pela Europa. Em breve estarão de volta ao lar.
Estamos com saudades. A Lesão não está postando muito nas redes sociais da viagem dele, mas ele manda pra gente, nosso grupo. E olha... Que viagem chique. Ô, a lesão. Puta, não sei porque ele não postou isso. Ele esteve lá na locação de Pedra do Dragão, na Espanha. Que lugar incrível, cara. Lugar lindo. Ali você ficou com invejinha. Fiquei demais invejado. Aquela passarela de pedra que a Renita chega e pousa ali com o dragão na primeira temporada de House of the Dragon.
Ele usou como exemplo mais... Acho que ele cagou. Ele deu mais exemplo lá de Game of Thrones. Mas é um exemplo mais recente. Aquela passarela existe de verdade. Ele caminhou. Lá em cima, onde é pra ser o castelo de Pedra do Dragão, é uma igrejinha velha que tá fechada. Mas é lindo a montanha. Cara, que lugar maravilhoso. Ele não postou nada. Ele mandou pra gente no grupo. Tem a atmosfera, né? Tinha que fazer. Tinha que fazer. Lindo, lindo, lindo.
As comidas. Ele tá em um restaurante bom, hein? Eu achei que o Alesão, no começo da viagem, ele tava numa vibe meio muquirana. Porque eu tô aqui no restaurante inédito em Paris, tava no McDonald's. É, a primeira janta do Alesão foi no Mac, no MC Donald's. Eu falei, caralho, Mac de quinhentos reais ali. Mas eu falei, será que ele tá na
vibe de economia? Mas não, logo mais o capitão assumiu ali, o Nubank começou a estalar de novo e foi dos restaurantes bons lá, era só lagosta, ovo poché e a vida boa
dele. o gerente do banco está feliz demais beijo para o nosso bebê, estamos com saudade na semana que vem a lesão está de volta e no derivado do cast de hoje você vai saber o que achamos do retorno de Yellowstone revelado o destino de John Dutton o que aconteceu com o personagem do Kevin Costner assistimos também ao novo episódio de Lioness já que estamos nessa pegada aqui de Taylor Sheridan o season finale de pinguim, pingola, como foi, o que achamos, o que não achamos.
Arkane. Arkane está de volta para a sua segunda e última temporada. E você vai saber, em primeira mão, um relato honesto e real sobre como foi a primeira D-XXIII Brasil, o grande evento da Disney, que pela primeira vez foi fora de Anaheim, nos Estados Unidos, e aterrissou em São Paulo. Será que valeu? Será que não valeu? Será que era pegadinha? Polêmica, hein? Polêmica. Tudo isso, apenas no melhor podcast do Brasil, que começa... Super lixo. Está começando, o derivado já
chegou. Boazinho, e no Arovengers, né? Eu explico aqui que no Arovengers tem muitas pessoas que chegam do nada, não sabem. Arovengers é aquele momento do podcast que a gente começa lá contando das peripécias. A vida pessoal, eventinhos, o que fizemos. E nós vamos dedicar ao Arovengers de hoje, em especial, a D-Vint-Três Brasil. Isso. Primeira edição. Olha que bonitinho. Ó, eu confesso... A gente quase não foi na D-Vinte e Três. Eu tive dificuldade em nos
credenciar como imprensa. É, tivemos isso. Tivemos essa dificuldade, mas ali rolou uma troca de e-mail e eu consegui credenciar nós dois para os três dias da D-Vinte e Três. Isso me pegou um pouco de surpresa, porque a gente sempre credencia... O nosso time de CCXP, por exemplo, são quatro dias, quatro pessoas. Sim. É você, a Lesão, Pedrinho e eu. Por quê? Porque a Lesão é o cara que cobre os painéis, então ele tá a falar, faz cita pros cerimônicos.
Faz textinhos. O Bubu é nosso movemaker, tá lá fazendo a captura de imagem. Eu sou a pessoa que está ali na frente das câmeras, conversando, explicando, mostrando. E o Pedrinho tá lá editando em tempo real, que nem um doido, todo o material que a gente tem pra gente soltar o quanto antes. Então, assim, é um time relativamente... Não é grande, mas também não é enxuto, mas assim, é o que precisa pra uma boa cobertura. Lógico. E a gente tava com dificuldade de credenciar uma pessoa pra
três dias, né? Quando eu expliquei, gente, mas peraí, deixa eu falar um negócio pra vocês. Aí eu mandei um e-mail, ó, no nosso time de CCXP, então pelo menos dá duas credenciais, tá, blá, blá. Aí rolou, deu tudo certo. E, cara... A D-Vinte e Três Brasil é um evento muito diferente de CCXP. Embora tenha um ar parecido, porque você vai lá, faz experiências. Então você pode ir no stand do Urso e brincar de fazer uma comidinha ali, uma gincana. Você pode ir no stand do Star Wars.
Com brindes no final. Com brindes, é. Você vai lá no Star Wars, aí tem um negócio de laser pra você brincar. Tem umas experiências, tem um monte de lugar pra você tirar foto, tem uns painéis com os artistas. Só que ao contrário de outros eventos, esse aqui é muito focado apenas na marca Disney. Só a Disney. E assim, então não tem tanta variedade quanto uma CXP. Essa CXP vai estar lá. Vai ter Disney, vai ter Netflix, vai ter Prime Video, vai ter Paramount+, vai ter Paramount Studios.
Vai ter Apple, vai ter Sony, tem tudo lá. Warner, está tudo lá. Então assim, quem vai nesse evento da Disney é uma galera muito fã. E eu notei isso quando eu vi um... Foi um negócio interessante, né? Tinha um tiozinho, um cara de gringo, passando ali pelos corredores. Ele estava com uma entourage dele, tinha uma galera em volta. E um monte de gente tirando foto com o cara. De repente, começou uma muvuca em volta do cara. A gente, quem que é? Não tô reconhecendo.
Não tô reconhecendo quem é famoso. O Michel vai saber, né? Eu olhei, não sei, não tenho a menor ideia. Aí eu fui perguntar pra um cara, eu vi um cara tirando foto. Com esse cara de pau. Quem, quem, quem é esse cara? Oi, amigo. Quem que é esse? O cara falou, não, esse aí é o presidente da divisão de parques da Disney. Eu falei, caralho? Como assim? O cara da divisão de parques da Disney, um rockstar assim, entre os fãs. Influenciador.
Inclusive, depois nós tivemos uma informação ali de bastidores, que esse brother aí dos parques tá no top três, ali no short list, pra ser o sucessor do Bob Iger, né? O presidente da Disney. Então, o cara realmente muito importante. Ele tava ali caminhando como se fosse um popular no meio do evento, né? Da hora, né? Mas eu quero começar, Bubu, contando como foi a minha experiência na sexta-feira. O evento foi sexta, sábado e domingo.
Porque na sexta-feira, a Disney fez uma parada muito especial para alguns membros da imprensa local. Ah, é verdade. Você começou mais cedo. Cheguei bem mais cedo. A Disney me mandou um e-mail e falou, Michel, é o seguinte, nós vamos ter um transfer. O evento, acho que abriu às dez da manhã para o público, né? Aí eu recebi um e-mail e falei, nós vamos ter um transfer que sai do escritório da Disney para o Transamérica. Transamérica, né? Sim, Expo Transamérica.
Expo Transamérica, onde vai ser o evento. E vocês vão poder entrar na feira antes de todo mundo pra ver as coisas, pra poder fazer os registros de vocês e tal. Vai ter o presidente da Disney Brasil lá também inaugurando, não sei o quê. Se você quiser ir, tem que estar às sete horas da manhã ali no escritório da Disney. Eu falei, puta, eu vou. Então, assim, o escritório da Disney é na Zona Sul. Eu moro na Zona Leste. Então, pra eu chegar às sete, eu tinha que sair às seis.
Então, pra eu chegar às seis, tinha que acordar às cinco, cinco e meia. Então, meu dia começou muito cedo na sexta. Acordei cinco de madrugada e tal. Peguei lá o transporte, encontrei a galera lá no escritório da Disney. Então, assim, imagina que foi a quantidade de imprensa que cabia numa van. Então, sei lá, dez pessoas, onze pessoas cabiam numa van, né? Uma vanzinha grande, mas era na verdade uma van. Então, assim, foi um grupinho muito pequeno que teve essa oportunidade.
Foi uma baita oportunidade. Então, chegamos lá e, assim, eu vi de perto os primórdios ali de como seria a logística da D-XXIII. Então, nós fomos os primeiros a passar ali pelo detector de metais. Isso é uma coisa que não tem na CXXP. Os caras tinham um detector de metal igual o de aeroporto, Você tem que passar. Tinha uma revista pesada, onde os caras tiravam todos os itens da sua mochila. Olhava tudo. Tirava todos os itens do seu bolso, olhava tudo. Não podia entrar...
Basicamente, era o porto. Não podia entrar com líquido, não podia entrar com um monte de coisa lá. Jogava fora que não podia entrar e você passava. É. Eu acho isso bom. É um negócio que realmente deixa a feira muito mais segura, né? O único problema é que a fila fica mais embaçada, né? Porque demora pra fazer a revista, mas assim, tinha um monte de revista. Eu não soube de filas quilométricas ali na hora da revista. Pra entrar, né? É, mas é isso.
Também peguei nem um dia problema pra entrar. Isso, mas como eu entrei... É, a gente entrou outros dias depois. Eu tive esse dia que eu entrei cedo, mas no sábado e no domingo a gente entrou normal. E foi tranquilo. Tranquilo. Pegar credencial, tudo tranquilo. Então a gente chegou lá, recebeu as credenciais já de imprensa, a gente coloca no peitinho e entramos. Aí entramos, tudo vazio ainda, por volta das oito da manhã,
entramos lá no evento. E foi muito legal, porque aí o presidente da Disney Brasil inaugurou, cortou aquela clássica de cortar fitinha com tesoura, junto com o Zé Carioca. Caraca, que da hora. Então o Zé Carioca foi lá dançando sambinha, ele cortou, então foi uma coisa bem brasileira, foi bem bonitinha. Ah, e mais, eles deram um fone pra cada um de nós, um fonezinho, e aí tinha uma pessoa fazendo um tour guiado pela feira. Caraca, bem Disney. É, bem Disney.
Isso aqui é isso, isso aqui é aquilo. Foi muito legal, foi uma baita atenção. Então a gente pôde andar na feira inteira e é um evento grande. O evento grande. A Disney, se não me engano, tem sete marcas. Entre Star, Disney Plus, Disney Studio, ESPN. Acho que a FX entra no Como Star. Mas tem National Geo. Tem muita marca. Eu mencionei seis aqui. Está faltando uma, talvez. Enfim, e cada espaço, cada território ali do Transamerica Expo era dedicado a essas marcas.
Então você começa ali pela parte de Disney+, você vê ali as séries, aí tinha lá o Urso, tinha o Percy Jackson, aí depois você entra na parte de Pixar, tem a área de ESPN, tudo bem divididinho. Star Wars. A parte de Star Wars, a parte de Marvel, a parte de animação, Pixar, Disney. Filmes, né? Tem Tron. Isso, tem... E assim, é aquele clássico esqueminha pra você tirar fotinha e fazer experiência, né? Tem quatro coisas pra fazer na DVT-III. Você tira foto, né?
Com os painéis pintadinhos ali, com as estátuas dos personagens. Você faz as experiências que eles têm ali, as ativações, as gincaninhas, as brincadeiras. Você faz compras, que foi um baita sucesso. A lojinha da Disney, cara, teve um dia que você precisava de duas horas pra entrar na lojinha. Uma baita fila e quarenta minutos pra pagar, cara. Foi assim... Essa lojinha pode ser três vezes maior no ano que vem. Facilmente. Inclusive, nós estamos usando camisetinhas da lojinha. Eu vi.
O Bubu está com a dele do Urso de Axé, que é branquinha, bem lisa. E eu estou com a minha do Homem-Aranha. Então, assim, a lojinha foi um tremendo sucesso. E a quarta coisa que tem para fazer é você ir nos painéis, que é um auditório grandão lá, e ver os artistas que vieram para o evento. E teve também um palco com música. Teve DJ ao vivo, teve músico, teve cantor. Ah, tinha um palco de performance.
Teve um palco de performance. Então, assim, a minha experiência, a nossa experiência como imprensa... Cara, não tem o que falar. Ela foi redondinha. Foi cem por cento positiva. A Disney colocou muita gente trabalhando ali como assessoria de imprensa. Eu estava em contato no WhatsApp com pelo menos três, quatro assessores diferentes. Então... Consegui entrar nos painéis que eu me inscrevi.
Consegui fazer a entrevista dos sonhos, que foi com a duplinha de Grey's Anatomy. Entrevistei a Bayley e o Tiff Webber. Então, imagina meu sonho. Assim, óbvio, eu gostaria de ter entrevistado o Charlie Cox, Demolidor. Gostaria. Mas, cara, se eu tivesse que escolher uma entrevista, foi a de Grey's Anatomy. Então, eu fiz a minha prioridade, sabe? Então, pra mim, tá excelente. Eles tinham uma sala de imprensa ali com frutinha, com café, com água, com Wi-Fi. Que era atrás do palco,
inclusive, né? Era atrás do palco. Não, a sala de imprensa não era atrás do palco. Ah, você está falando da sala de imprensa. Estou falando da entrevista. As entrevistas eram ali atrás do palco. Então, assim, foi muito bom. Só que é isso, né? Nós temos a nossa experiência como imprensa e temos a experiência da galera que paga, que é outra coisa. Então, a gente não pode falar pela pessoa que foi lá, pagou quatrocentos pilas, estava esperando chegar em Orlando, né? Porque eu vi isso.
Ah, não teve a experiência Disney. Falei, gente, mas peraí, se você estava esperando... Orlando, Transamérica S, mas aí também é uma expectativa equivocada. E pra mim, o tesão desse tipo de evento, tanto o D-XXIII como o CCXP, são os painéis. Os painéis... Fala um pouquinho pra galera. Os painéis. Como é que era? Como é que estava a estrutura? Quem estava lá?
O que você achou? Porque como você manja mais de equipamento, você é nosso diretor, nosso filmmaker, você tem uma visão mais aguçada sobre a técnica usada lá. Cara, primeiro assim, antes de entrar no painel, tinha aquelas filas estilo CCXP, que dá a volta no quarteirão ali, né? Então ela ficava aquele caminhozinho de rato. Mas ao contrário do CCXP, eu acho que não era só entrar na
fila, você tinha que agendar. que agendar, então isso é uma coisa que eu ia elogiar porque da nossa parte como imprensa, a gente recebia um calendário onde você demonstraria interesse em estar nesse painel com antecedência, duas semanas antes com antecedência, deixou pra cima da hora, ferrou e a gente com antecedência respondeu queremos ir nesse, nesse, nesse E, cara, zero problema. Chegamos lá, tinha a pulseirinha, a gente consegue entrar.
Tem que pegar uma filazinha de imprensa também, que não se compara à fila de civil ali, que foi normal. Mas o que eu percebi, independente do tamanho, tirando a loja, é que a fila andava. Parecia andar mesmo. É. Então, assim, era uma fila enorme, mas na hora que abria, ela ia, que era uma beleza. A imprensa também foi redondinha.
Muito legal, cara, porque você entrava num espaço, um espaço praticamente como na CCXP, não sei se tinham três mil pessoas, mas aparenta ser próximo do que era na CCXP, acho que a CCXP é maior. Eu acho que a CCXP é mais profundo e lá na Disney é mais largo. É, não sei, eu acho que na CCXP tem mais gente. Eu acho que sim, acho que tem mais gente. A impressão não é que lá é gigantesco de maior, né?
O da Disney tava muito parelho. Não tem como não fazer comparação, são dois eventos que a gente ama aqui. E daí, na espera, tinha uma banda tocando músicas que são músicas, temas de filmes, de séries, de Star Wars. Uma banda de rock. Uma banda de rock, mas assim, muito boa. Muito boa. Mas assim, fazia o tempo passar gostoso, porque puta, tocava Queen, tocava Ozzy, tocava não sei o que. Então você tava lá de purple, aí você fala, meu Deus, Madonna tocava muito. Que da hora, cara.
É, arrato. Então, assim, você ficava todo mundo ali empolgado, dançando, cantando. Então, porra, essa espera também não era ruim. Um ponto fraco do painel é não ter uma área de abastecimento. Então, não tinha banheiro e não tinha uma aguinha. Ah, é, né? Eu acho que um banheiro e uma água é muito importante, porque o painel é longo, se você tiver apertado pra sair é complicado, você não quer perder tempo. Mas sabe por que não tem? Eu acho que lá não podia ficar... Tem estrutura, né?
Não, mas além disso, eu acho que você não pode ficar de um painel pro outro. Eles esvaziavam no final de todo o painel. Ah, tirava, limpava. Na CCXP, se você sentou a bunda ali... Ficou. Você pode ficar o quanto você quiser. Sim. Então ter uma bomboniera e um banheirinho ali é essencial. Ali, os painéis duravam no máximo duas horas e esvaziavam, né? Sim, em gira. Tá, então... Entendi. É, faz sentido. Mas, mesmo assim, gostaria de pelo menos ter um carinha meio campo de futebol.
Um carinha com uma aguinha, com um refri ali, com alguma coisinha pra você bliscar. Só pra você não ficar morrendo ali. E um banheirinho pra fazer aquele pipizinho. Mas, cara, tirando isso, tinham três telões de LED em alta definição. Não era projeção, era LED mesmo. Então, deixa eu te falar. Você acha que aquele telão de LED é melhor que a projeção da CCXP? Então, se não me engano, a última vez já foi LED, não foi? Não, foi projeção. Era projeção? LED era embaixo, né?
O telão principal é projeção. E eles falam muito daquela projeção, que é a melhor qualidade possível. Mas, velho, aquele telão de LED estava incrível. Não, assim, o telão nunca é igual, a projeção nunca é igual à transmissão em LED ali, em Full HD, Full HD, Full HD. Porque era realmente um negócio que brilhava os olhos, cara. E eles fizeram uma coisa inteligente e interessante, que na CCXP a gente tem aquele super telão largo, De onde você
sentar, você vê um telão. Na Mulher Maravilha fizeram aqueles telões laterais. Não lembro se manteve isso. Mas você tem aquele telão principal ali. Eu acho que tinha uns laterais de LED. No da Disney, eles tinham três e eles dividiam. Então tinha coisa que ficava no central e nos laterais era focado ali nas pessoas que estavam no palco falando e tal. Então essa distribuição de como assistir ficou muito boa. Além de que na hora que passava o trailer, um teco de alguma
coisa, um episódio... Eles dividiam nos três, então independente do canto que você tava no palco, na plateia ali, você conseguia ver muito bem a sua tela. Não interessa que não era full screen, mas é uma puta tela gigantesca, com uma definição ridícula de absurdo. Então, cara, ficou muito prazeroso de assistir. E outra coisa que, assim, isso eu vou falar. Na CCXP já é muito bom, mas os caras atropelaram foi o áudio. É, a qualidade de áudio tava inacreditável.
O áudio tava um absurdo, cara. Tremia tudo, assim. Tremia a unha. Você olhava pra tua mão e a unha tava assim, ó. Era um negócio, cara, que você sentia na pele ali. Tipo, caralho, eu tô vendo o cara sair da terra e tá saindo mesmo, sabe? Eu posso estar equivocado, mas eu acho que na CCXP só tem áudio lá na frente. Não tem nas laterais. Não, acho que tem nas laterais também. Porque o que pegou a gente foram os áudios da lateral. Aquilo ajudou muito. É, cara.
Assim, o grave, né? O áudio tava... O som tava muito alto. E o grave tava muito potente, assim. Realmente impressionava. Límpido. Não era aquele alto doído. Era um alto... Vibração, assim. Então se sentia a vibração... do peso que tinha tal cena. Você transmitia o peso da cena pra dentro de você. Então era muito legal de ver esse palco. Aí acho que se equivale a mesma sensação de você estar ali com duas, três mil pessoas nerds vendo aquele painel.
É uma sensação indescritível. Realmente tem que estar lá pra entender. E aí, Michel, acho que entra nessa coisa que você estava falando da D-XXIII como um todo, que dentro do painel a gente via, fora do painel a gente via. que são pessoas apaixonadas pelo mundo Disney. Independente o quão... O cara é um tarado pela marca. Porque eu comecei a ver esse chapéuzinho da orelhinha, eu via lá o fantasia. Esse aqui a gente ganhou, que tá ali atrás, que eu vou pegar daqui a pouco.
Mas a galera com fantasia, a galera com orelhinha, a galera com uma camiseta... Eu falei, cara, a lojinha vai ser muito legal de entrar. E eu entrei e não vi. Aí eu falei com uma pessoa, ela falou, não, é a galera fã que foi lá e veio com os acessórios de lá.
A gente encontrou uma pessoa que a gente sempre encontra no CXP, cheia dos pinzinhos e tudo, e ela mostrando, não, porque aí tá rolando troca, aí o cara falou pra mim, não, esse daqui é o gringo, esse daqui não é. Então, assim, muito legal. Pra quem é fã, pra quem é tarado por Disney, é caro, não é que você vai chegar lá e vai ter a sua Disneylandia no Brasil, mas, cara, foi uma experiência positiva. Eu acho que foi uma experiência positiva.
A pessoa que pagou seus quatrocentos reais e achou que ia ter montanha-russa, que ia ter... Aí foi uma decepção, porque realmente era muita coisa pra fã. Pra você tirar foto com a Moana, pra você tirar foto com os Avatar, pra você tirar foto lá com a máquina do Tom... Do Tron, você ganhava pins, você ganhava o avental do The Bear, você tinha essa ativação de The Bear, onde era um quebra-cabeças que você tinha que montar um prato. Então assim, tiveram muitas
coisas legais. Nos painéis tiveram brindes, todos os brindes muito legais. Meu, esse boné aqui, ele é a mesma cor do Kevin Feige. Eu acho que o Kevin Feige falou que era um boné que seja da mesma cor do que eu uso. Eu acho que ele usou esse boné, inclusive. Ele usou, ele usou. Exato boné. Ele usou. Esse é um boné de cem reais na lojinha. Então, o boné da D-Vinte e Três na lojinha era cento e dez pila. Eu quase comprei. Essa camiseta que a gente tá usando, ela custa noventa reais.
Noventa reais. Tá bem pago. É caro, mas não é insano. Não é, não é. É o preço. E o Victor descobriu uma coisa. O chapéuzinho aqui, ele brilha no escuro. Então o Disney, as estrelinhas, brilha no escuro. Só fica bonitinho com esse chapéuzinho. Ih! Ah, você acha que eu não pus lá no D-Vinte e Três? Pois. Eu tirei várias fotinhos. Olha aí, que bonitinho que fica. Muito bonitinho. Não é legal?
Cara, mas é isso, eu acho que se você vai nesse evento e você não foca, você não coloca como prioridade assistir os painéis, você tá perdendo, acho que o melhor que o evento proporciona. Porque assim, o nível de conteúdo dos painéis, pelo menos em minha opinião, foi muito bom, foi muito rico, sabe? A gente viu coisas inéditas, a gente viu um monte de artista
gringo lá dando depoimento. Pô, você vê no palco... O Anthony Mack, a duplinha de Grey's Anatomy, a duplinha de Urso. O Kevin Feige, cara, o presidente da Marvel, ele sentou ali no meio da plateia no primeiro dia. No meio da plateia. Com os populares, sentou ali com a galera. Foi um negócio muito legal. E a Carol Moreira apresentando estava maravilhosa, muito bom. Muito bom. A Mari Palma com ela fez uma duplinha muito boa. O Otaviano, eu achei ele meio... Ele é muito performático.
Eu acho que ele mandou bem. Acho que o público gostou. Mas ele é muito performático e cansa um pouco. Mas ele mandou bem, mandou bem. Eu acho que ele tem uma mistura de supla com Faustão, sabe? Vem aí! Ô Simpsons! Ladies and gentlemen, boys and girls! Eu acho que ele quer roubar muita atenção. É muito performático. É muito performático. É. Mas eu acho que quando teve o painel com a Carol e com a Mari Palmer, eu acho que foi redondinho. Não, foi o painel mais bonito, né?
Inclusive, as duas estavam lindas. E a Carol não só apresenta, como ela escreve também os roteiros do painel. Ah, é? Ela escreveu também? É, muito a voz. Curiosidades, olha. Fica bem legal. Eu encontrei com o Beto, o marido dela, lá nos bastidores, quando eu fazia a entrevista de Grey's Anatomy. E ele me contou isso. Falei, puta cara, você sabe o que eu pensei nisso? Tá bem a voz dela mesmo. Tá bem a vontade. E assim, não é que a galera tá
falando ali também tudo de cor. Tem um monte, tem uns teleprompters. Não, tinha uns TPs nas costas, né? Dá pra ver. Tem que ter a habilidade de ler o teleprompter e soar natural. Eu acho que a Carol faz isso muito bem. Teve entrevista com o James Cameron lá do outro lado do mundo. Teve entrevista com o elenco de Percy Jackson do outro lado do mundo também. Então você tem que dar um sambarilove ali, né? Tem as perguntinhas prontas. Ah, e uma coisa que você
elogiou, né? A entrevista de Percy Jackson... O link estava ali muito bom, em tempo real. Cara, o James Cameron, a mesma coisa. Porque estavam lá na Nova Zelândia. Os dois estavam lá. Cara, todo mundo filmando a Nova Zelândia agora. Mas é isso. Eu comecei a pensar, essa porra é gravada, velho. O Bubu chegou a agitar. Essa porra é gravada. Porque a Carol termina a pergunta e o cara já está respondendo. Que porra é essa? Só que eles reagiam com o público.
Então, assim, não era, era uma reação, não era uma reação esperada que tava rolando ali, era uma coisa de o público gritando tio, não sei o que lá, e eles, caralho, tio, e tal. Então eles tinham essa interação muito rápida mesmo, sem delay. Então, meu, impressionante. Mas é muito louco, né, cara, porque a duplinha de Grey's Anatomy, quando entrou no palco, eu acho que eles foram um dos mais ovacionados. É, né? A galera pirou, porque eles não
foram anunciados. Eu acho que foi uma surpresa. Eu sabia que eles estão lá, porque eu fui convidado pra fazer entrevista, eu já sabia com antecedência. Cheguei um e-mail falando, sigiloso, não é pra falar pra ninguém que eles vêm. Nossa, meu coração até cedou. Falei, que puta, não acredito que eu vou entrevistar eles, que alegria. Então eu já sabia que eles vinham. Mas, cara, eu não me lembro de
ter visto nenhum anúncio disso. Eu sabia da maioria dos artistas que iam vir, mas, cara, como vendeu tudo, eu acho que eles falavam, vamos fazer surpresa pra quem estiver lá. Porque os anúncios de artistas servem pra você vender ingresso. Inclusive, nós estamos em novembro, CCXP falta menos de um mês. Acho que pela primeira vez os ingressos ainda não esgotaram. Nessa altura do ano. Ainda tem ingresso pra vender. E olha que interessante. A Disney tá na CCXP? Não.
Essa é uma questão. Eles já apresentaram tudo, né? A Disney já tem o evento dela. Pra que ela estaria na CCXP? Ah, eu acho que tem ali uma experiênciazinha. A presença eu acho que se faz necessária. Eu não acho que é ruim. Mas eu não acho que eles vão ter... Por exemplo, eles já tiveram ali, lembra, as ativações lá no chão mesmo de Disney, Star Plus, Pixar. Não vão ter tudo aquilo, mas aquele monte de estande. Ah, não, não vai ter. Não vai ter aquele monte de estande, né?
Ah, leva lá o The Bear montar o quebra-cabeça lá com o ator de novo. Não, acho que não vai ter nenhum estande. Não vai ter nada. Acho que não. Talvez tenha alguma coisa de painel, mas acho que estande não vai ter nenhum. Caraca, velho. E olha que louco, né? O Anthony Mack, que vai estar no Capitão América IV, estava na D-XXIII, ele chegou no Brasil, acho que na sexta. Então ele fez lá o painel dele no sábado, chegou na sexta. Na segunda-feira, ele estava regravando o filme.
Caraca. O filme extrai em fevereiro. Mentira. O homem ontem estava gravando, nós estávamos gravando ele na terça. Na segunda-feira, ele estava fazendo regravação. Não é bom sinal. Esse filme vai ser a maior colcha de retalho do mundo. Só que o trailer que eles lançaram é muito bom. Você gostou? Eu gostei muito do trailer. Você não ficou empolgado com o trailer? É. Cara, fiquei... Aquela ceninha dele cortando o Humvee com a asa. Ah, isso é legal.
Porra, cara, achei... O Hulk vermelho joga nele e ele fatia. Pô, achei muita coisa boa ali. Eu também. O trailer é empolgante, mas ao mesmo tempo, eu falo, puta, cara, esses caras estão regravando, faltando três meses para esse filme estrear. Quatro meses para o filme estrear. Difícil, hein? Cara, quatro meses para o filme estrear, esse filme já tem que estar ali na finaleira da pós. Pois é. Não pode dar gravando cena ainda. É muito louco, isso é muito louco. Gravando cena?
Ô cena. É... Turete, foi mal. Mas, cara, eu adorei o painel da Pixar. Cara, o painel da Pixar foi muito bom, porque... Foi muito emocionante. O executivo, o presidente da Pixar que apresentou o painel, o cara é muito bom, velho. Ele tinha cara de Pixar, né? Cara, mano... Ele tinha cara de desenho, né? Inclusive, de animação. Ele é um executivo, presidente de estúdio, e o cara tem uma desenvoltura pra apresentar o painel inacreditável. Muito boa.
E eles passaram um primeiro episódio, era... Fábrica de Sonhos? Fábrica de Sonhos. Não, Produções de Sonhos. Produção de Sonhos. Produção de Sonhos, Produções de Sonhos, que é uma minissérie de quatro episódios que vai ser entre os dois filmes. Onde... No Divertidamente. No Divertidamente. Onde quando a menina dorme... Tem toda uma estrutura de produtora de vídeo, de Hollywood, pra produzir os sonhos dela. Então, assim, tem os talentos, né?
Então tem a diretora que produz o sonho mais lúdico, tem o diretor que produz o sonho mais esportista, tem o outro que é mais aventureiro, tem o de comédia. Então é como se fosse realmente a indústria ali do cinema. E não são humanos, são aquelas criaturinhas divertidamente. É, só aqueles bichinhos lá do divertida... Ixi! Sanduíche, isso! Do divertidamente. Mas, cara, passou o primeiro episódio, muito legal. Isso é uma coisa legal. Muito legal. Essa minissérie vai estrear só
no ano que vem. Eles passaram o primeiro dos quatro episódios na íntegra pra gente assistir. E o mais louco é uma animação, cara, é estilo mockumentary. Isso. Falso documentário, estilo The Office. A galera dando depoimento pra câmera, olhando pra câmera. É muito legal. Muito legal, cara. Cara, que produto... A Pixar, os caras botaram a Pixar pra trabalhar pra caramba. Então, cara. Porque a Pixar tá fazendo...
Lançamento atrás de lançamento. Eles mostraram ali pra gente o que eles querem fazer, o título dele principal pra dois mil e vinte e cinco, pra dois mil e vinte e seis. Acho que o Hélio é o grande filme de vinte e cinco. Sim. Aí aquela menina lá que bota a mente dela num castor, vai ser de vinte e seis. Um castor, vinte e seis. Eles estão fazendo pela primeira vez coisa pro Disney+, então vai ter essa minissérie. Vai ter uma outra animação também, episódica, pro Disney+.
A Pixar tá trabalhando para um cacete. E os caras anunciaram ali, entre Pixar e Disney Animation, um monte de continuação. Um monte. Um monte. O Arif, né, também. Era de Gelo Cinco. Era do Gelo Seis. Seis. Cinco é o Toy Story. É o Toy Story Cinco. Os Invencíveis, os Incríveis. Os Incríveis. Três. Três, eu concordo. Zootopia II. Zootopia II. Vai ser demais. Cara, Zootopia, velho. Eles passaram uma cena também. Que engraçado que foi aquela cena.
E o mais interessante, quase todo o conteúdo que passou ali foi dublado. Dublado. Ou seja, foi um conteúdo pensado para o público brasileiro. Sim. Quase tudo, seja animação, live action, dublado. Porque eles sabem que a gente prefere agendado, mas a grande maioria prefere dublado. Então houve realmente o cuidado para o público brasileiro. Não foi material reaproveitado de New York Comic Con, de outros
lugares. Os caras realmente trouxeram coisa ali pensando para aquela galera que estava lá. Fizeram até uma homenagem aos dubladores brasileiros ali, divertidamente, né? Então até o Taviano Costa aparece ali, eles com a voz dos personagens ali, com as características dos personagens. Foi muito bonito, cara. É isso, Michel. Eu acho que, assim, o saldo pra uma primeira D-XXIII brasileira aqui, com todo esse empenho e tudo, eu sei que rolaram alguns papos de desorganização.
Cara, eu não vi nada disso. Também não. Assim, bastidores, não sei... Público, nós ali, imprensa, zero desorganizado, cara. Tudo eu achei que estava muito redondinho. A parte de alimentação, eu não gosto desse esquema meio Fórmula One também, que você precisa ter um cartão e no final você devolve o cartão, porque não sei o que lá. Eu acho isso ruim, porque eu sei que melhora a dinâmica ali de tudo, quem está lá vendendo. Você usou o exemplo muito de rico, é um esquema de show, né?
É. Esquema de show. Esquema de show. É. No cartãozinho. Isso. Porra, na Fórmula Um, cara, você tinha esse cartão que você pagava cinco pilas. Esquema de kermesse, vai, pronto. Esquema de kermesse. Você ia lá, porra, aí pra tomar água você precisava comprar... Isso não tinha na D-XXIII. Você pegava o teu produto, consumia e jogava o lixo fora. Mas na Fórmula Um você tinha que comprar um copo pra consumir a bebida. Aí a água tinha quinhentos ML, o copo era trezentos e cinquenta.
E ele não podia te dar a garrafa. Então você precisava pegar o copo, dar um goleto assim e falar, ó, completa aí. Nossa, que dica. Senão você perdia a água que estava na caixinha. Então, assim, é um negócio que... E isso eu achei bizarro da Fórmula. É, mas a gente encontrou uns loop holes lá. Teve uns caras vendendo direto no crédito ali. Aí eu falei pro parceiro. Falei, ó, acho que você está... A gente comprou uma aguinha lá direto com o cara.
Falei, ó, tá bom. O cara, não, é porque a maquininha está aceitando. Eu falei, eu acho que você não deveria estar fazendo isso. Porque até onde eu entendo, a feira, né? A Disney, a D-XXIII ali... Tem uma administração de quem está vendendo, quando está vendendo. Eu acho que... Não sei se a pessoa paga o espaço e tem uma comissão. Então é como se ele estivesse vendendo por baixo dos panos ali. Ah, deve ser. Deve ter comissão e não pegou dinheiro.
É, a maquinha está passando, não sei o que aconteceu. E sendo bem sincero, fica aquela galera... É para você comprar crédito com eles, com aqueles topizinhos lá do cifrão. Essa galera estava sobrando o dia inteiro em todos os lugares onde olhava. Tinha um exagero de... Eu acho que tá todo mundo comprando direto com a galerinha que vem de rango. Não, onde eu só consegui comprar direto nesse lugar. Os outros todos com um cartãozinho.
Ah, mas rapidinho, antes de acabar, você falou que ficou um pouco decepcionado com o painel de Star Wars, né? É, não é que eu fiquei... É, fiquei. Tá, vamos lá. Não é que eu fiquei. Star Wars, painel de Star Wars, foi um tesão. Mas eu queria um pouquinho mais. É, eles tinham anunciado poucos dias antes, vazou, na verdade, a nova trilogia de Star Wars. Isso. Então, pô, se eles vão fazer... Eu tinha certeza que eles iam falar sobre isso.
Sabe, se eles vão fazer lá o episódio dez, onze, doze... Eles podiam falar mais. A pincelada. Cara, tem muita coisa que eles podem falar. Vai ser continuação da saga Skywalker? Serão três filmes protagonizados pela Rey? Serão três filmes nada a ver? Não vai ser X, XI, XII? Vai ser uma outra trilogia solta? Pô, essas informações que a gente gostaria de saber não foi dada. Vai ter uma nova trilogia, mas
não sabe nada. Aí falaram um pouco do filme lá do Grogui e do Mandalorian. Eu acho que vai ser bom. Eu tenho muita dúvida se esse filme vai fazer sucesso. Não sei se vai fazer sucesso, mas assim... Pra gente que gosta de Mandalorian, beleza. Não, eu acho que vai ser bom. Vai ser na pega que a gente sabe. É, um filme nos cinemas do Mandalorian e do Grogu, personagens que são muito nichados só pra quem acompanha Disney+, ele não tem o apelo de
um filme... Não dá pra esperar o sucesso de um Star Wars. Não, não dá. Aí teve também teaser de Andor, segunda temporada. Cara, eu queria falar de Andor de novo aqui nesse podcast. Porque o Alesão, ele começou a maratonar e veio aqui nos abençoar falando, olha, vocês têm razão, me desculpe, Andor é foda pra um caralho. Aliás, um segredinho de bastidores. Diego Luna, de Andor, era pra ter vindo e não veio. Era pra ter vindo.
Pegou. Não, então, aconteceu algum problema de última hora que ele não veio. Mas ele estaria no painel do Star Wars. Ficou um cozinho mole de última hora que atrasou a vida dele. Aí veio o robozinho no final lá. Puta, veio o robozinho. Foi divertido. Foi divertido. Divertido. Divertido. Cara, Andor, primeira temporada sensacional. Série adulta de Star Wars com uma pegada Blade Runner. Segunda temporada. vai ser, pelo que eu entendi, com jumps de anos. Não vai ser uma coisa linear.
Ele vai dar uns pulos, assim, o tempo vai passando rápido, até chegar em Rogue One, onde ele morre. Puta que pariu, que filha da puta. Foi spoiler, aí você acabou vacilando e teve o Sr. Gruban até agora. Eu, pelo que eu senti, cara... Mema pega adulta, violenta, muita coisa rolando. Vai ser foda, Michel. Com certeza vai. Vai ser foda, cara. A mesma coisa, Demolidor. Tô pulando aqui os painéis. Mas, cara, Demolidor... O Charlie Cox brincou. Ah, o que podemos esperar desse
filme? Ah, não vai ter violência. Na hora que terminou essa frase dele... que veio o teaser da temporada, o bagulho vai ser treta, cara. É porque assim, o demolidor da Netflix era uma série violenta. E agora nós estamos indo pra Disney+. Então é o demolidor renascido. Eu ainda não sei se vai ser uma continuação. Tem que ser continuação, né? Não tem como ignorar a temporada da Netflix. Eu acho que vai, é. Você acha que vai ignorar? Não, acho que vai ser uma continuação.
É o momento de a Disney realmente abraçar conteúdo adulto. Eu sinto isso. Demolidor deu um flip. O que eu não gostava em Demolidor, que você e eu ali adoram Demolidor, eu não gosto. Exatamente porque ele é um pouco infantil. Não é infantil, cara. Puta, eu acho, cara. Aquele amiguinho dele, lá pro Tapastelão, com a outra secretária. O Pastel, o Pastel. Eu acho que aí a gente tem a mudança que eu pedi. Fui lá no Zé Boné, falei, cara, vamos deixar essa porra adulta.
Beleza, vamos testar aqui. E, mano, o teaser é isso. É porradaria, é sangue, é violento. Ele mata, sabe? Ele mata? Ah, não sei. Sabe quem aparece? Quem? Punisher. Ah, sim. Eu já sabia. O Justiceiro aparece também. O Justiceiro aparece com aquela carinha de The Bear ali. Tá foda, cara. Tá foda. Eu não estava ansioso para a série e estou ansioso para a série.
Não sei como você não estava. E assim, eu espero que isso realmente desencadeie novamente esse universo urbano ali da Marvel. Pô, vamos fazer uma série do Justiceiro. Cara, traz a Jessica Jones de volta. Ela é muito boa. Sim, adulto também. Pô, Jessica Jones é bom demais. Porra. Acho que assim, acho que punho de ferro não precisa. Não precisa. Não precisa. Pode passar. O outro lá era bom. Eu gostava do outro também, o namorado da Jessica Jones. Era legal.
O namorado da Jessica, o grandão lá? Isso, eu gosto dele também. É o... Pode ser ele também. Tipo, o cara que, né? Isso, que é um socão. Como é que é? O metal... Não vou lembrar o nome. Enfim, eu espero que desencadeie esse universo. É. E, ah, só pra acabar, um teaser que a gente gostou muito, Tron. Cara, não. O novo filme do Tron. Isso eu não gostei. Isso daí eu falei, cara, primeiro assim, Michel, Tron, um filme velho, Eu era muito fã desse filme, quando eu era
criança. Eu era muito fã, eu adorava, eu adorava. Eu sonhava em estar no Jogo de Tron, cara. Puta, esse filme pra mim é a minha infância, velho. Aí vem o segundo filme, eu gosto pra caralho. Eu não sei como é que é a crítica desse filme, essa galera. Eu odeio esse filme. Eu gosto, eu gosto, eu gosto. Eu gosto porque eu gosto de Tron, cara. Eu gosto de Tron. Agora, quando vem lá o rapaz, o Third Section from Mars lá. Third Sex. Third Sex. Gerard Leto apareceu no hotel.
Gerard Leto. Pior Coringa. Pior Coringa que já tivemos. Ele vem e fala, é, o bicho vai ser da hora, vocês vão curtir, vamos ver o que vem, eu não podia vir aqui e não deixar vocês no vazio, tem um teaserzinho. Caralho, velho. A hora que começa o teaser, com aquele som da D-XXIII. Eu olhei pro Michel, o Michel olhou pra mim, cara. A gente era duas crianças realizadas, cara. Porque o teaser é legal pra caralho. A história, pelo que eu entendi, é...
Os caras vazaram lá do software e estão aqui dentro do nosso... Estão na terra. Estão na terra. Então aquele rastro... Imagina aquele rastro das motocas rasgando as coisas na vida real. Então tem uma cena lá do rastrinho rasgando um carro de polícia. Nossa! No meio. Cara, assim, muito, muito emocionante, assim, o filme, cara. E termina com o Jeff Bridges aparecendo. O Jeff Bridges, como aquele deus, né? Porra, cara, se não tivesse o Jeff Bridges nesse filme, não ia
dar. Ei, programa, vamos conversar. Vocês estão prontos? Muito bom. Cara, legal demais. A duplinha de O Urso também foi bonitinho, né? Foi bonitinho. O Marcos e a Tina, que interpretam o Marcos e a Tina, não trouxeram os principais, mas tá todo mundo muito ocupado. Bom, o Jeremy Allen White tá fazendo o filme lá do... Como é que é? Ele vai ser um cantor. Esqueci agora qual cantor que é. É. O Ebon Moss Baccarat, que é o primo, tá fazendo Quarteto Fantástico. Quarteto.
Inclusive, o Kevin Feige falou que Quarteto Fantástico tá nas últimas semanas de gravação. Também vai ser foda, hein? Parece que vai ser legal. Foi lindo o teaser. E a... Ah, e o Edebili, não sei o que ela tá fazendo, mas ela tava sendo cogitada pra fazer Piratas do Caribe. Ela tava fazendo Escondido e não pôde anunciar ainda. Caralho. Então, os três principais não puderam ir, mas, pô, legal. Tino e o Marcos estavam lá, estavam solitos. Johnny Depp volta pra Piratas do Caribe?
Difícil, hein? Né? Difícil. Por quê? Ah, não sei, né, velho. Acho que aquela treta lá com a Amber Heard deu uma melada nele em Hollywood. Ah, passou já. Puta. Um pirata sem caribe, sem journey depth, não é pirata dos caribes, né? Você acha que eu falei uma piada no Pirata dos Caribes e alguém cagando na cama dele? Caralho, velho. Mas também aí você foi pro lugar errado, né? Eu trouxe uma conversa aqui de, ah, esquecemos o que aconteceu. Joga uma garrafa na Iodibiri.
Drink up, me heart's a hole. Sua p... Caralho. Sei lá. Como é que era a dinâmica desses caras. Não era boa, mas tudo bem. Eu acho que eles estavam conversando com o Johnny Depp, só que, pelo que eu entendi, já tem alguns meses que eu li sobre isso, a intenção da Disney era fazer um filme com a Ayo Debiri e o Johnny Depp, com o Johnny Depp passando o bastão pra ela, pra ela ser o protagonista. E ele meio que não quer. Falou, não, peraí, o Jack Sparrow é só eu, irmão. Lógico.
Se você quer me cair no filme, eu tenho que ser o número um aí na... Na chamada. O Jack Sparrow é o Jack Sparrow. Não vem querer trocar o negócio. Então eles estavam nesse impasse aí de ego, mas é que é um ego. É explicar. Tá certo. Arrancaram ele, aí agora... Cara, ele não trabalha há muitos anos. Ele tá queimadaço em Hollywood. Tá queimadaço. Então se ele volta no grande blockbuster da Disney, Piratas do Caribe... A Mel Gibson tá aí pra provar que é possível.
Ah, mas ele tá cancelado também, né? Ah, mas tá fazendo as coisinhas aí. A gente viu ele lá no Continental, lá, bonitão. Tá fazendo série, né? Tá fazendo série. Mas parece que ele vai filmar a continuação lá do Jesus. Filma o Jesus dele. Porra, filmaço, né? Então, mas parece que vai ter a continuação. Continuação? Que continuação? Pô, o cara volta à vida, você esqueceu? Não. Não lê a Bíblia não, viado?
Tem continuação. Eu queria ver Mad Max com o Mel Gibson. Descancela o cara e faz o filme. Se vocês querem fazer um bilhão, bota o Mel Gibson no Mad Max. Aí faz um bilhão. Não deu ruim Furiosa? Traz o homem e faz um bilhão. Certo. Mas eu achei injusto Furiosa ter flopado. Eu gostei do filme. Você não assistiu ainda, né? Tá no Max, assiste. Outro filme que você não assistiu e que tá no Max também é o Twisters. Esse eu quero ver. É legal pra caramba, cara.
Esse eu ia ver no final de semana e eu tava cansado. Tô curioso pra saber o que você acha. Eu vou gostar. Muito bem, vamos agora falar de Nerdice. Está de volta Yellowstone depois de anos em hiato. Um baita impasse aí entre Kevin Costner e o criador da série Taylor Sheridan. A série teve oito episódios na sua quinta temporada e agora eles voltaram pra continuação da quinta. Não é uma nova temporada. Não. É o nono episódio da quinta temporada que está em hiato há
mais de dois anos. Eu estava preocupado com a retomada de Yellowstone pra entender como que eles iam proceder. Porque assim, foi anunciado que Kevin Costner não voltava pra esses novos episódios. Isso, que ele porou fora, brigaram lá. Imagina o protagonista da série não voltar na metade de uma temporada. O Costão virou as costas. Foi. Costão virou as costas, virou pra eles e falou, ó, tô fora, não tá do meu jeito, então,
beleza. Você me falou que o Kevin Costner tinha aquele alvará de ele decidir como o personagem dele, se fosse morrer, morreria. Tinha essa cláusula no contrato dele, mas eles podem ter chegado a um acordo e pagaram ele pra fazer o que eles quisessem. Pra fazer o que quisessem. É, porque eu duvido que ele aceita isso. Quando começa-se o primeiro episódio dessa segunda parte... Mas vamos revelar o que acontece com o John Dutton em Yellowstone. Ah, a gente vai revelar.
Mas assim, antes de revelar, você tava ali naquela situação. Começa com uma cena, pôr do sol, ou nascer do sol ali do cowboy dele, o bigodinho. Ele tá com aquele semblante de morte, né? Só que o dia tava começando, eu não entendi. Ele já sabia? Que porra é essa? Mas ele tá envolvido? Mas achei estranho. Eu acho que aquilo lá é pra frente. Enfim, achei esquisito. Então já deu aquele clima meio de morte. Aí, na sequência, já vai pra filha dele tentando falar com
ele. O irmão, ela chegando lá onde ele mora. Chegando lá também com o outro filho. E, cara, começou uma atmosfera de crime. Mataram o velho. Isso. Chegando mais próximo lá, o filho dele é delegado lá da polícia dos negócios. Falou, quero ver, sai da frente, porra, que é nóis. Deu a carteirada. Mostrou aquele carinha tirando foto ali do cara no chão. Falei, puta que pariu. Mataram o homem mesmo. E como é que vai ser essa cena?
Tinha uma arma no chão. O carinha chega lá e fala, não acho que você tem que ver essa cena. Ele, não, quero ver. Ele chega lá, aí tem aquela clássica cena da arminha do lado e o cara caído. No banheiro. Falei, porra, vamos meter essa, velho. Suicídio, não. Ah, não. Não tá puta, velho. Não, pera aí. Vamos meter o suicídio. Não, ele não tem essa parada de se matar. Só que daí, irmão, o cara vira pra ele e fala Eu já sei, foi a porra do Jamie, filha da puta E o irmão dela fala, não vamos
falar aqui? Peraí, calma, se segura, porra E aí, saindo de lá, eles começam essa dinâmica Até então, eu tava na dúvida, cara Eles seguraram, eles não bateram o martelo que era suicídio Até determinado momento ali do episódio É A grande pista vem quando o Jamie recebe ali a ligação da polícia e eles falam, ó, tá confirmado a morte. É um... É um dez cinquenta e seis. É um dez cinquenta e seis. Na hora, eu fui lá no Google. O Bubu e eu tivemos uma mesma... Opa, pausamos, vamos pesquisar.
O que que é o dez cinquenta e seis no código de polícia? É. O Bubu achou uma coisa e eu achei outra. Na minha pesquisa eu já vi ali, puta, dez cinquenta e seis é suicídio. É. Você viu que era outra coisa. Puta, mas na minha era pedestre embriagado. É. Tipo, um negócio assim, entorpecido. Talvez varie pra cada estado nos Estados Unidos os códigos de polícia. É, pode ser, pode ser. Mas ali no comecinho do episódio, quando o cara fala código dez cinquenta e seis e eu
pesquisei, Não acredito, cara. Isso aqui é um tapa na cara do Kevin Costner. É o Taylor Sheridan dando um tapa na cara. Vou matar seu personagem da forma mais bosta. Ele vai se suicidar. Seu bosta. Se ele fosse assassinado, pra ter uma investigação... É suicídio. Olha o Taylor Sheridan. Cara, eu tava morrendo de raiva. Eu tava com raiva, cara. Morrendo de raiva. E quando toca o telefone, o Jay me atende. Tem esse dez e cinquenta e seis. Você procura suicídio.
Porra, só que essa cena como um todo, você vê a cara dele, você vê um mix feeling ali. Gostou? Mix feeling. Você vê aquela mistura de sentimentos, porque ele faz assim, ó. Ele começa a sorrir, começa a chorar, você fala, caralho, eu não entendi. Eu não notei isso. Cara, ele começa, ele dá um microframe de sorriso com o choro. E eu falei, não entendi, cara. Ele curtiu ou ele realmente tá sentindo? E dali pra frente a gente tem ele sentindo. E você fala, porra, cara. Tô na dúvida.
Filha da puta, se matou ou não? E eis que, na próxima cena, já de cara, tá lá a minazinha falando com uma galera esquisita de cometer assassinato e ela não quer que seja assim. O cara explicando como vai ser. Eu não tava entendendo direito aquilo, né? Ela tava ali numa sala que parecia uma salinha de investigação da polícia. É, eu achei que ela tinha sido presa. É, parecia que ela tava sendo interrogada.
É. Aí depois você fala, peraí, nossa, isso aqui é uma puta de uma agência que os caras encomendam assassinato de forma profissional pra caramba. Exato. Onde os caras estudam. Não, não pode ser ataque do coração. Chegou o Sr. Smith lá. É, não pode ser ataque do coração porque a gente tem que contratar um médico, não sei o quê. A gente, pela nossa pesquisa, a melhor forma é se ele for... Suicídio não depende de ninguém. De suicídio. É uma forma mais limpa. É.
Nossa, que louco isso, cara. E daí rolou. Aí a gente entendeu que realmente foi suicídio. E porra, aí eu aplaudi. Falei, porra, legal. Foi um assassinato fingindo que é suicídio. Gostei. Eu também. Porra, legal, é isso. Gostei, gostei. Tomei o balão do terrorzão. Tomamos o balão nesse começo. Mas o que é legal é isso. Ele não enrolou a gente. Ele não fez oito episódios pra gente descobrir que no fim foi o Jamie. Cara, você sabe que eu jurava...
Um episódio já toma essa. Eu jurava que eles iam começar com aqueles flashbacks, mostrar o John Donta no passado pra ganhar tempo. Ah, já cancelou o cara. Sai fora da minha série. O primeiro frame já sabe que ele morreu. Não tem nem foto. Na metade do episódio já sabe que é suicídio. No terceiro ato você já sabe que é a tramóia. Pô... Excelente. Excelente, cara. E agora a gente tem a dinâmica lá. A Betty já sabe, né? Porque pela intuição dela que foi culpa do Jamie.
E ela quer matar o Jamie. O Jamie realmente é responsável. No final sobrou no toba dele a morte do John Dutton, né? Porque a mulher falou, ah, você não falou o que queria. Eu fui lá e resolvi. É. Ela botou a culpa nele. Eu falei em voz alta, mas não era bem isso. Mas... Aí ela fez o discurso de um leão não vive até a idade velha. Cara, eu não sei se essa frase é real, mas eu achei muito boa. Muito boa, né? Ela falou, um leão não morre de velhice, o leão morre na boca do leão mais jovem.
É. Porra! Eu não sei se é assim que funciona na selva, mas que frase bonita. Gostei, eu gostei também. Faz poderosa. Achei poderosa. Achei poderosa. O John Dutton era um leão, realmente, ele não ia morrer de velhice. Ele morreu ali na boca do leão mais novo, né? Exato. Agora, teve uma cena que eu dei muita risada. Cara, o Rip é um personagem tão bom. Eu adoro aquele ator que faz o Rip. Eu também. E eu quase entrevistei ele essa semana.
Puta que pariu. Eu recebi o e-mail da Paramount Plus Brasil. Michel, você quer entrevistar ele? Tinha que entrevistar ele. É o Colton. Ô, Paramount. Conta o Krause, o nome dele. Colton. Eu falei, caralho, Rip. Falei, quero muito. Faltando dois dias antes pra entrevistar. Ah, Michel, tivemos um problema, não vai rolar. Isso acontece bastante, né? A agenda dessa galera é lotada.
Ele tava ali na Premiere de Yellowstone, fora dos Estados Unidos. Mas enfim, tem uma cena muito boa que ele tá ali no postinho de gasolina com os cavalos. Aí ele desce os cavalos e tem umas crianças ali andando. Ele tem aquela parada, ele quer ser pai desde a temporada passada. Aí ele... Vocês querem afagar o cavalo? Vem cá, eu pego o tio, pega você no colo. Aí pega o cavalo. Achei muito legal essa cena, que essa cena é rica em detalhes.
Primeiro vem uma família tradicional, os filhos e tal. Olha, filho, que bonito. Nossa, pai, são cowboys mesmo. Você disse que não existem e tal. Pau, não sei o quê. Aí ele olha aquela cena e fala... Você quer vir mexer no cavalo? Quero. Aí ele olha pros pais. Eu posso pegar ele no colo? Caralho, achei muito bom. Porque, pô, é isso. Tem que ter esse passo a passo. Rico em detalhes. Aí ele pega, vai lá... Dá uma dica de cowboy ali, ó. Você sabe que confia quando se
faz aqui. Você sabe que ele confia em você e você pode confiar nele. Pô, que legal não saber disso, não. Também não. Aí termina a cena. Cara, vem aqueles dois. Casalzinho de NZ Hipster. Casalzinho de NZ Hipster da Califórnia. Já com a maquininha na mão. A gente pode tirar uma foto? Não. Caralho, mas você acabou de tirar uma foto com as crianças. Um, beleza. Dois, vira zoológico. Isso aqui não é uma porra de um zoológico, filho da puta. Você vai comprar seu próprio cavalo, seu lixo.
Caralho, velho. Mano, o cheiradão tá... Ele tá arrepiando, cara. Tem outra cena também, que eles estão ali num jantar, meio que fazendo um negócio ali e tal. Aí eles têm que... Isso daí é de Lioness, né? Tô me esquecendo da série. O Taylor Sheridan, ele tá com uma parada de criar conversa sobre o politicamente correto. Isso, é. Então ele tá num momento onde a dinâmica... Imagina cowboy. Cowboy é tudo desbocado, só fala groselha o dia inteiro.
Só fala bosta, é. Mas assim, tem homem e mulher, não é só homem e cowboy. Tem homem e mulher. Aí tem um cara que ele tá falando, as novas políticas, eu não sei se ele tá falando aquilo de zoeira, ou se ele é muito, ó, não pode mais falar retardado, é mentalmente desafiador e tal, não pode falar isso, não pode fazer aquilo. Aí em algum momento chama, ah, isso é muito gay, ô, não pode falar que é gay. É, a menina fala lá.
Aí a menina fala, cala a boca, se tivesse aqui um cabeleireiro da Califórnia com pudo, ele falaria o quão gay você é. Você é mais gay que ele, né? Aí chega outro cara, o Weep, olha pra ela, vamos fazer um joguinho de cala a boca por um mês. Para de falar merda. Mas ele trouxe essa parada do politicamente correto, a zoeira, a galera que fica... Enfim, ele trouxe... E a gente tá trazendo isso porque em Lioness também aconteceu isso. Lioness também aconteceu isso,
cara. Mas a gente vai chegar em Lioness. Mas enfim, cara, eu acho que essa retomada de Yellowstone é muito importante porque eles precisam agora encerrar a série o que acontece. E uma carta de amor. aos cowboys, né, eu acho que... Ah, o Taylor Sherda aparece nesse episódio. O Taylor Sherda aparece, ele tem que encerrar a história, por
isso que eu peguei esse gancho. Ele conta a história, a gente começa ali com a dinâmica de tudo que tá acontecendo, volta pra dois meses antes ali, e ele faz essa carta de amor ao cowboy, a esse lance do... Olha, pai, ainda existem cowboys. Aí eles vão num cara ali, que esse cara é um cara da vida real. Eu pago pau pra isso, cara. Eu tenho um vídeo, depois eu te mostro. Que é um cara que tem uma oficina de motos e ele conserta as motos com a mão dele.
Ele faz as peças, tudo. E é esse cara que mostra na série. É um cara que fazia as ferramentas dos cowboys. Então, o bagulho de colocar no calçado, o negócio de colocar na boca do cavalo e tal. Então ele tem todas essas peças feitas à mão, então ele vai lá, o Rip conversa com ele. Acho que o cara tava ali já, tipo, ó, vai morrer daqui uma semana. Não, eu preciso gravar esse cara. Com certeza aquele cara faz aquilo na vida real, também pensei a mesma coisa. Não, ele é, eu busquei.
Eu busquei, aquele cara é da vida real, ele faleceu, no fim aparece uma homenagem, é ele, é o nome dele. Que o Rip ainda fala, ó, quanto você quer isso aqui? Não, pode pegar, isso é seu, tal, não sei o que lá. E tem aquela conversa de, é, não tem mais who's the next me, né? Quem que vai ser o meu próximo? Ah, Não existe, acabou. Esse tipo de figura não existe mais. Eles chegam à conclusão que o cowboy é uma espécie em extinção. É, isso.
E até mete o Brasil na história. Nós não vamos precisar mais de pecuária aqui, vamos comprar o nosso bife do Brasil. Quando eles tacam fogo na Amazônia lá, não sei o que lá. Caralho, velho. Puta crítica, né? Enfim, mas é... Eu pago o papo, Alex Stone. Tá muito bom. Então, assim, agora eles precisam encerrar Yellowstone. O que acontece? A série vai continuar com... Porque... É interessante falar sobre bastidores também de Hollywood. A série vai continuar, só que com outro subtítulo.
Tá ocorrendo aí que o Matthew McConaughey vai ser o próximo protagonista e tal. Surgiu a possibilidade de ter um spin-off da Bats e do Rip também, não sei o quê. Mas a série vai... Por quê? O Rip é muito bom. O Kevin Costner, ele saiu da série, mas ele continua tendo crédito de produtor executivo. Ou seja, ele vai ganhar dinheiro até... Até o fim de Yellowstone. Só que se Yellowstone tiver um subtítulo e começar do zero, é outra série.
É tecnicamente outra série. Mesmo que você use o mesmo elenco. Yellowstone da Shopee, pronto. Já é outro produto. Vamos chamar Yellowstone Nova Era. Aí temporada um. Ele não tem mais direito a essa série. Pô, New Era Y. Acabou, velho. Acabou. Então entra uma... Começa do zero, bota o Matthew McConaughey. Todos os personagens, Rip, Bat, todo mundo lá continua.
E eles conseguem continuar a saga Yellowstone sem o Kevin Costner, tecnicamente numa outra série, sem precisar pagar o Kevin Costner. Então a série não fica tão cara. Então a intenção de zerar tudo é exatamente pra ela ser mais barata... E também porque os caras devem estar putos com o Kevin Costner, não quer ficar dando dinheiro pra ele. Mas sim, o Kevin Costner vai ganhar dinheiro sempre que um episódio de Yellowstone for exibido, ele vai ganhar dinheiro até ele morrer.
Ele faz parte, ele é produtor executivo da parada. Ele merece, tá bom pra caralho. A jornada toda é maravilhosa. Aliás, eu vi pro comercial de Horizon, o filme dele, na Max. Tava assistindo Max ontem, esse mês entrou Horizon. Eu quero ver esse filme, cara. Filme polêmico. Que é o filme que ele deixou Yellowstone pra fazer. Eu quero assistir. É longo, né? Duas partes de três horas. Então vai entrar parte um só agora. Quero ver.
Então, assim, esse nono episódio da quinta temporada termina com a Beth querendo matar o Jamie, o Jamie querendo ali as ambições dele de ser governador e o cacete, com uma puta empresa bilionária por trás, encomendando a morte do próprio pai dele. E agora a gente vai ver como é que vai terminar aí essa saga dessa geração do Yellowstone. E tá muito bom. Eu gosto. Esse retorno foi excelente. Foi excelente, cara. Nota dez de dez. Assim, não tive nada que eu
falei... Pô, gostei de tudo como foi conduzido. E daí? Tivemos o terceiro episódio. De Lioness, né? Já que a gente tá aqui falando cheiradão, né? Vamos falar de Lioness, que Lioness também acompanha. A galera não sabe, cheiradão, como o Augusto se refere, é o Sheridan. É o tênis do Sheridan. Então, Sheridan, no aumentativo, é cheiradão. É porque ele é cheiradão também, ele é muito doidão, né? Ele tá fazendo esses oito projetos ao mesmo tempo.
Eu tô assistindo três séries dele simultaneamente. Agora fica a volta de Yellowstone, então tem Yellowstone, Lioness e o Tulsa King. Tulsa King. Se você não assiste, deveria, você ia gostar. É, a segunda temporada eu tô com um pôr de preguiça. Tá boa, tá legal. Mas eu vou, em algum momento. Eu vejo. Cara, Lioness também. Eu acho que o Taylor Sheridan, ele decidiu seguir um novo rumo pros produtos dele, assim. Ele tá mais violento, ele tá mais direto e reto no assunto.
Então, me lembra muito os filmes de Sicário, cara. Me lembra, velho. Eles trazem ali toda essa dinâmica do... da ação, da missão, de como vai ser, tem o lado político que precisa manobrar, tem a crítica, né, o presidencial ali que, porra, a gente precisa fazer tal ação, é, mas você viu, não pegou muito bem, o cara não tá muito bem pra se reeleger, então a gente tem que falar lá com os democratas pra tentar liberar essa ação, que senão não vai rolar.
Ninguém ficou muito sentido que foi a família de uma republicana que morreu, se fosse uma democrata a gente conseguiria. Isso, cara. Então ele tá que tá. Tá que tá. Tanto é que a gente entra nessa história aí desses assuntos onde ninguém quer falar e ele traz pra série, né? Então a gente tem até uma cena que eles estão num jantar ali, que eles precisam converter dois democratas pra essa missão. E eles estão, acho que, numa meio que uma churrascaria ali, servindo um steakhouse.
Aí o cara fala, ah, você não, né? Não, não. Eu sou democrata, mas eu não sou democrata da Califórnia. Traz o bife, traz a carne. Quer dizer, é uma atrás da outra, né, cara? É só cutucada. É só cutucada. Mas, cara, a Lioness, assim, eu admiro o trabalho que a nossa vingadora lá, como é o nome dela? A Zoe. A Zoe. Puta, eu admiro o trabalho dela, cara. Eu acho que ela traz... A potência da missão, a potência
de liderança, sabe? Eu acho que ela consegue, quando ela bate na mesa, quando ela fala ali peitando... E ela é pequenininha, mirradinha, mas ela tem essa imponência mesmo. Ela é foda, cara. Ela é foda. Tanto é que em Vingadores ela é maravilhosa, né, cara? Guardiões da Galáxia. Guardiões, é. Sabe uma coisa interessante? No time ali dos militares dela, é muito engraçado, né? Como amigo do Taylor Sheridan, ele é muito discrepante, porque ele é o único barrigudinho nanico.
Ele tá lá porque ele é brother, né? Exatamente. Todos os militares trincados, fortão, tanto homem como mulher, ele é o único barrigudinho calvo nanico, mas ele tá lá porque ele é amigo do Taylor Sheridan. Ele podia ser tipo o Sniper. Pra zoar o Sniper ainda, sabe? Tipo, ah, o cara que fica longe. Não, mas botaram ele agora pra competir. Você acha que ele corre mais que aquela galera? Mas é engraçado. Pelo menos botaram ele como o cara que caga fedido, né?
Isso, ele é o cara que destruiu o banheiro e todo mundo teve que sair correndo do banheiro. Red Alert! Ai, cara, mas assim, Lioness acho que tá também numa operação subida. É uma série que a cada episódio eu gosto mais, cara. Tá muito bom. A primeira temporada eu tive altos e baixos, a segunda temporada eu tô só na subidinha. Essa operação Lioness acho que virou a prioridade do Taylor Sheridan. Se você comparar com as outras, ela é facilmente a série mais
cara. Tussa King é uma série barata.
pra caramba, o que é caro ali é pagar o Stallone é o Stallone e o bando de ninguém se importa, a gente que a turma dele ali, não tem ninguém famoso e é uma série simples do Tulsa King, é uma série de ação e consequência, alguém fez isso, vamos lá responder isso, ah você fez, vamos responder isso então é um negócio simples, não tem profundidade no roteiro de Tulsa King, você assiste pra ver o Stallone mafioso Operação Lioness, cara, é uma treta ali pra envolver politicagem,
manobra militar muito rica. China. Difícil pra caramba. Os caras tão querendo invadir México por causa da China que tá entrando lá pra testar a reação do americano contra... Incrível. Caralho, velho. É outro nível. Jogo de xadrez, é. E também as coisas grandiosas, as manobras militares que eles fazem. Gostou do CQB? Você deve ter adorado o CQB. Adorei o CQB. Mas você sabia da manhã lá do Knuckle apontar pra baixo é onde a bala voa? Cara, eu achei que eu tava assistindo o filme lá que a
Jolyne Jolie faz o tiro. Não, não foi isso. Não, tô zoando. Eu sabia que a arma de fogo faz isso. Só que como eu era jogador de airsoft, se você fizer isso, a bola vai pra baixo. Ah, tá. Então, no airsoft não funciona essa manobra de entrada no tiro com a arma pra baixo. O John Wick atira assim direto nos filmes. Sim. Toda vez que ele vai atirar pra trás, ele sempre faz isso. Ah, ele sempre faz isso. Ele faz aqui, tal, tal, né? Ele tem essa manobra.
Então é real, os caras ali tem uma consultoria real John Wick, cara, você procurar Não, o Lioness tem também Mas é isso, você procurar O pessoal treinando é muito bonito de ver Inclusive ontem tava no Twitter um videozinho Do Zack Snyder treinando no mesmo lugar que o Keanu Reeves treina pra John Wick com o mesmo time ele deve estar fazendo algum filme de ação que talvez ele mesmo participe porque ele está felizão dando tiro no stand na mesma equipe do Keanu Reeves do
John Wick não vem enganar a gente ele é biscoiteiro quase o primo do Ale gosta de biscoito igual o Ale Ale Snyder faz um mix aí, o corpo e a cabeça Inclusive, me mandaram a mensagem. Michel, eu tô adorando a Operação Lioness. Que outras séries de... Não, os comentários do Derivado, cara, estão muito positivos com Lioness. A galera pediu dica. Cara, série militar legal tem no Prime Vídeo. Tem Jackie Ryan, tem Richard, tem A Lista Terminal. Essas três. A Lista Terminal é uma série
muito boa, cara. Vai ter segunda temporada? Vai. Mas vai ser antes. A lista terminal, ela tem o mesmo nível técnico de Lioness. É o mesmo esquema de militar, de operação. Chris Pratt, né, cara? Chris Pratt na sua melhor forma. Então, brilha. E o Rich? Caralho, o elenco de Rich vem pro Brasil, velho. Fiquei tão feliz. Rich é mais zoeiro, né? Mas é da hora também. Se eu puder entrevistar o Alan
Richson, eu vou ficar tão feliz. Porque eu acompanho esse desgraçado desde uma série chamada Blue Mountain State, que ninguém viu, nem veio pro Brasil. Eu amava ele já, antes de ele ser famoso, antes de ser Rich. Então eu queria muito entrevistar ele. E o elenco de Ruptura também veio pro Brasil, cara. É, foda, hein? Puta, imagina se eu pudesse... Essas são duas entrevistas que eu queria muito fazer. Três, tem três. O elenco de Dexter e Pecado
Original também vem. Dexter e Pecado Original tem a Sarah Michelle Gellar. Cara, a minha buff vem pro Brasil. E o Patrick Dempsey. Olha que interessante. Na CCXP vem o Patrick Dempsey, que é o Mac Dream, de Grey's Anatomy. E vem a Sandra Oh também pro painel de Invencível. Se eu conseguir entrevistar o Patrick Dempsey e a Sandra Oh... E os outros dois que você entrevistou agora? Eu tô montando meu álbum do elenco original de Grey's Anatomy, velho. Porra, eu vou ficar muito feliz.
Caralho, velho. Muito bom. Bom, é isso. Lioness temos, né, Michel? Acho que é a recomendação máxima nossa aqui. E falando de coisa boa, falando de coisa boa, antes de falar de coisa boa, vamos ler aquele comentário? Eu falei comentário, lembrei dele. Acho que vale a pena trazer aqui. Recebemos um comentário muito bonitinho de um ouvinte do Derivado Cast, que ela me mandou aqui a DM. Qual o nome dela? Está ali embaixo o nome dela. A gente tem também a Camila Vaz de Souza.
A gente tem também uma outra pessoa que me procurou, ela quer mandar um pix da alegria pra gente, que ela quer fazer isso quando o Ale estiver de volta. Justíssimo. Ó, Alezinho, você que guarda um biscoito? Pode mandar, semana que vem o Alezão tá de volta. Semana que vem a gente já tá de volta, eu vou avisar ela. Então vamos lá, aqui com a mensagem da Camila, tá? Michel, Bubu, Alezão, eu e meu esposo amamos muito o podcast de
vocês. Ele que me apresentou o Derivado Cast. E toda quinta já se tornou nosso programinha de casal. Mandem um beijo para o meu esposo. O nome dele é Cláudio. Somos de Uberlândia, Minas Gerais. E moramos em Bambuí, Minas Gerais. Beijo, meu querido Cláudio. Beijo para o Cláudio. Muito obrigado. Beijo para a Camila. Por ter apresentado o Derivado Cast para a sua digníssima, para a Camila. E vocês sabem que casal que assiste o Derivado Cast dura mais tempo.
Dura mais. Então, parabéns aí para vocês. Casal Nerd está aqui com a gente. Beijão pra vocês. Quem sabe a gente se conhece pessoalmente lá na CCXP. Quem sabe vocês não vêm no Dairy Fest. Inclusive, eu conheci na D-Vinte e Três o casal que comprou os primeiros ingressos pro Dairy Fest. Olha aí, enxerou. Eu entrei com eles ali na rua, no estacionamento, indo embora. Acho que também vale mandar um beijo pra todas as pessoas que cruzaram com a gente na D-Vinte e Três.
Vieram falar com a gente, dar foto. Foi muito bonitinho. A galera é sempre muito carinhosa com a gente. Sempre muito legal. A gente tá muito empolgado com o Dairy Fest e com o nosso meet and greet na CCXP. Vai ser legal pra caramba. Eu quero ver o Alesão como é que vai ser nesse Daily Fest. Ele vai estar no céu, velho. Ele vai estar. Ele vai estar mesmo. Será que o Alesão vai abrir uma exceção e ele vai beber no Daily Fest? Claro. Ele não vai entornar, mas ele
vai beber. Mas então, o Alesão, será que ele consegue? Ele consegue beber pouquinho, né? Consegue. Aquele dia que a gente saiu, ele tomou seis. Seis é pouco, né? Não, três. Três? Três. Três chupes. Três chupes. Não foi três? Três chupinhas. Três chupinhas. Não, o Alesão vai estar entorpecido sem beber. Ele vai estar entorpecido pela alegria de estar todo mundo reunido. Alegria da biscoitagem. Exatamente.
Alesão, melhor pessoa, cara. Enfim, Minha Aroca, temos então aqui um beijo para todos vocês que nos seguem. E já fica também o recado de dar like, se inscrever no canal, bora crescer, vinte mil é o final do ano. Aquela conversa toda que vocês conhecem. Vamos falar da coisa mais deliciosa. Cara, eu vi muitas coisas deliciosas, eu estou satisfarto. Porque é só delícia realmente que foi Arkane. Arkane, três episódios, chegou na Netflix.
E que bom que chegou assim. Eu tô puto, mas eu tô feliz. Eu gostei desse formato. Eu já teria assistido tudo. Mas eu gostei desse formato. Então serão três semanas, três episódios por semana, né? Três episódios por semana. E que três episódios que foram esses entregues pra essa primeira leva da segunda temporada. Segunda e última temporada. Ai, cara. O Tarquini, cara. Que produto... apaixonante,
cara. Saiu uma notícia aí na semana passada, no Retrasada, falando que Arkane é a animação mais cara da história. Ah, dá pra ver, né? Foram duzentos e cinquenta milhões pra dezoito episódios. Eu leio isso, eu fico zero chocado. É, dá pra ver. Faz sentido, faz sentido. Faz todo sentido. Dá pra ver esse dinheiro investido, cara. E tomara que dê um retorno, né? Tomara que dê retorno esse investimento, porque é um
produto de alto nível, cara. Alto nível de roteiro, alto nível de animação, alto nível de tudo, cara. Você termina todo episódio falando, puta que eu pariu. É muito arte. Que bom, cara. É um negócio artístico lindíssimo. A textura que eles conseguem pra essa animação não dá pra descrever, não tem nada parecido. A Pixar é muito foda, tá? Mas, cara, esse traço que eles conseguiram pra Arkane é único e é muito lindo. Então, a primeira temporada tinha um papo que demorou nove
anos, sete anos pra fazer, né? Eu acho que esse tempo todo que eles desenvolveram essa técnica, saiu a segunda temporada rápida, porque ele já tem a técnica. Não saiu rápido não, Bobo, faz uns três anos. Ah, mas porra, uma série que demorou sete, oito anos pra fazer a primeira temporada, demorou dois, três pra ser a segunda, foi rápido, vai. Mas, né, mas, que delícia. Eu não tenho o que falar, cara. Não, cara. É um negócio assim.
Quem não tá vendo Arkane tá perdendo realmente um dos melhores produtos da história da Netflix. Não é que é uma animação boa, não é que é uma animação legal. É uma das melhores coisas que já pingaram no catálogo da Netflix de todos os tempos. Comparado com qualquer série, qualquer filme, Arkane é pura arte. É pura arte. É uma história muito boa. Ela é baseada no livro Leagues of Legends. A gente não... É Lawzinho. A gente nunca jogou Lawzinho. Cagão pro Lawzinho.
A gente assiste pela história, pelos personagens e pela qualidade cinematográfica dessa animação. É isso. Incrível. Tudo é muito bonito. Desde a parte dramática, o que tá acontecendo. Mas quando chega na ação, a parada é especial. É, cara. A Jinx, cara. Pra mim, a louquinha mais deliciosa do mundo, cara. Como eu amo a Jinx, cara. É muito incrível. Ela é maravilhosa.
Muito, muito boa. E tem toda essa história aí da... da divisão entre uma galera que mora na parte de baixo de um reino, o Piltover, Zal tá lá embaixo, o Piltover, tem até a galera privilegiada, a galera que foi meio que relegada, e agora a Jinx quer meio que fazer uma vingança, porque a família... E ela tá perseguida por todos os lados, ela não tá lá com o pessoal de baixo, ela tá...
Todo mundo querendo pegar ela. Quando chega no final do segundo episódio, os caras montam aquela força tarefa lá. Vamos usar aqui o Hextech, então. Vamos usar. Aí arruma lá a manopla, faz o rifle pra ela, fodão, com o Hextech. Vamos caçar a Jinx, faz o escudo do mano, faz a pistolinha da outra lá. E a Vaia aparece de fundo, né? Com as manoplas, assim. A última, né? Que chega ali e aproxima. Você fala, porra, mano. Que entrega, mano. Que entrega.
E o Victor, né? Ele parece que virou uma figura meio que messiânica, né, cara? Ele botou ali a capinha dele, foi explorar, encontrou uns seguidores, está curando pessoas. Ele ficou num cocum ali, o Tech Hacks meio que se apoderou dele ali, ele ficou incubado por algum tempo enquanto o corpo dele passava por essa transformação e agora ele é um ser muito poderoso. O que dá para entender é que ele tem poderes especiais e
milagrosos. Exato, acho que quem conhece os jogos vai ter um conhecimento melhor Muito melhor, lógico Mas a gente assistindo como leigo, como é gostoso É bom também não entender quem que é, mas vamos descobrir A série vai nos mostrar, a animação vai nos mostrar A gente tá com paciência O jogo político também, quando termina o terceiro episódio, tá ali uma traição Uma manipulação Cara, é muito bom É um Game of Thrones meio mágico Eu tô ansioso, cara Pra mim é assim,
tá na mesma vibe de Vox Machina Com esses três episódios semanais, é uma entrega muito grande, né? Um episódio por semana, você tem uma entreguinha aqui e fica desesperado pra semana que vem. Com três, você já tem muita coisa. Dá aquela saciada, né? Você vê muita informação. E delícia, cara. Delícia de formato. Parabéns, Netflix, por trazer esse formato pra dentro do seu cartão. Pode dar parabéns pra Riot Games, que eles que fazem isso aí. A Netflix só licencia, só.
A Riot que falou, faz de três em três, caralho. Não, a Riot, entendi, não sei, a Riot que fez a Kenny. Não, a Riot, parabéns por tudo, mas tô falando, parabéns a Netflix pelo formato de trazer de três em três, porque, porra, dura aí um mês agora, a gente tem aí, né, quatro semanas pra terminar. E já que estamos na Netflix, Bubu, a gente tem que falar aqui que nessa sexta-feira agora, sexta-feira agora que é o dia quinze, do mês que...
Dá uma olhada. Dia quinze, é. Acontece aquele que pode ser o maior evento esportivo ao vivo de todos os tempos. Aí você gosta, né? Por quê? Ah, porque você gosta de uns carinhas se batendo, né? Eu gosto de MMA, eu assisto UFC. Eu não sou muito fã de boxe, não. Quando eu era criança eu assistia, mas nunca fui muito fã de boxe. Mas, cara, ver o Jake Paul versus Mike Tyson ao vivo na Netflix, essa luta, ela poderia ser o maior pay-per-view da história.
Quanto tempo tá de preparação? Um ano? É que o Mike Tyson foi adiado. Já apareceu em outubro, se não me engano. Mas o Mike Tyson se machucou, eles tiveram que dar uma adiadinha e tal. Ele tá se preparando, velho. Não, ele machucou. Ele tava de redeira de roda. Não, tudo bem. Mas eu acho que o Mike Tyson vai vir... Ele vem pronto pra dar uma. Eu acho que o Mike Tyson não tem chance. Por quê? Não acredito. Você acha que não tem chance o Mikezão? Eu acho que não.
Vamos fechar a cinquentinha? Vamos. Cinquentinha. Só pra ver o que acontece. Você fica com o Logan Paul, eu fico com o Mikezão. Isso, é o Jake Paul. Jake Paul, é. Desculpa. É quase a mesma coisa. A banca de apostas tá comigo. O Jake Paul é o favoritaço. É favoritaço? É de cinquenta? Não, é banca de apostas. Cara, eu acho que o Mike vai vir com uma direita ali, vai dar um... Se você colocar cem dólares no... É cinquenta reais, tá? Não, não, tô falando aqui a
banca de apostas. Se você botar cem dólares no Jake Paul... Aliás, você tem que botar duzentos e quarenta e cinco dólares pra ganhar cem. Porque como ele é favorito, você tem que botar muito dinheiro pra ganhar pouco. Então você tem que botar duzentos e quarenta e cinco pra ganhar cem. Ou seja, não é uma boa aposta. Você vai arriscar duzentos e quarenta e cinco pra ganhar cem. É ruim. Agora, se você bota cenzinha no Mike Tyson e ele ganha, você
ganha cento e noventa e seis. Você quase dobra. É ruim as duas apostas. Não, quase dobrar é bom. É bom. Se você botar cem e ganha quase duzentos, é bom. É o que a gente fez aqui. Casamos cinquenta e quem levar, leva o dobro. Não, leva cinquenta do amiguinho só. Então, mas dobrou o capital. Tá, ok. É, tá bom. Enfim, o que me deixa muito
chocado é isso. É uma parada que poderia ser o maior pay-per-view de todos os tempos, mas vai estar de graça para os assinantes da Netflix. Isso é muito incrível. A Netflix está se posicionando de uma forma com eventos ao vivo. E eu acho que isso assim, eles vão começar agora no final de dois mil e vinte e quatro, começo de dois mil e vinte e cinco, a investir muito em conteúdo ao vivo. Eu acompanho muito o cenário da
comédia americana. Eu acho que eles estão para fazer muita coisa envolvendo comédia ao vivo. É, eu tenho uma opinião que eu queria trocar uma figurinha. O Whindersson Nunes vai lutar nesse card também. Ah, é? Aí, ó. É um papo meu falando de nada agora. Porque a Netflix gosta de testar muitas coisas. Eu vi que eles pararam com o negócio de games. der uma freada nos games. Estão tirando do catálogo todos os filmes e séries que têm interação, as coisas
interativas. Sobre games, essa semana saiu uma notícia que eles vão investir em games por inteligência artificial. É, então, mas é joguinho mais simples. Não é AAA, exato. É joguinho que o Alizão gosta. Pay to Win, essas merdas. Eu já vi algumas coisas ao vivo da Netflix. E eu tenho uma reclamação. Manda. Eu acho que a Netflix no ao vivo é muito brega. Eu vi um negócio dos pilotos de Fórmula Um lá em Las Vegas. Brega, mas brega num nível, assim. Como era brega aquele ao vivo deles?
Eu vi uma partida de tênis do Nadal com o... não, não é o Djokovic, é o mais novo é um espanhol também que tá substituindo ele Alcaraz, o Nadal e o Alcaraz fizeram um jogo lá deles cara, muito brega uma falação interminável aquele de comer hot dog também tava uma coisa, nível luta Pra tênis. Isso, isso. Não tava casando.
Tênis não é essa coisa que fala com os caras lá, e os caras especialistas falando e falando e falando, aí leva pra quadra, aí na quadra falando com o torcedor, aí volta pra não sei o que lá, aí falando, falando e terminava. Não, cara, tênis não tem essa pegada. Mas não é porque, ai, eu tenho gosto de tênis. Não é a parada do tênis. É o formato brega. Sabe quando a Globo, você vai assistir um negócio da Globo, você fala, ai, que brega? Puta, que brega.
Já vai na família, na casa da família, fala, ai, como é que você tá? Tô ansioso pro seu filho jogar, ai, tô... Mas é legal você falar isso, porque ano que vem, o maior acordo da Netflix para ano que vem é transmitir ao vivo o WWE. Então, quero que a Netflix entre nesse formato, porque a gente consome e gosta, mas dá uma caprichada para o público, sabe? Acho que cada coisa tem um... Copia. Olha a ESPN como ela faz com o tênis. Traz coisas que funcionam.
Traz o temperinho, mas sem pesar demais. Você está presumindo porque brega não funciona. Às vezes o brega funciona. Ah, eu não vi funcionar essas transmissões não, cara. Por exemplo, o roast do Giselo estourou. Mas é diferente. Mas é uma parada ao vivo e rolou super bem. Não, mas aí o formato é outro. Sim, eles seguiram o formato do roast do Comedy Central. Aí o formato, beleza. Mas aí seguiram o formato existente. Fora, seguiram. Entendeu?
Beleza. Mas eu acho que o da luta dessa sexta-feira vai ser brega também, vai ser meio WWE. Mas tudo bem, tudo bem. Aí eu acho que combina com a luta. Vai ter lá o Logan Paul na plateia, com a garrafinha dele lá de Prime, o que é essa, e tal, causando. Os caras fazendo entrevista com um monte de famoso. Eu acho que vai ser breguinho também. Mas eu tô curioso, eu quero muito ver a transmissão dessa luta de boxe. Ah, sim. Vai bombar.
O que eu tô achando que eles vão pegar, ano que vem, eles vão pegar podcast de comédia famoso nos Estados Unidos, e vão fazer eles ao vivo na Netflix. Os caras vão tirar do YouTube e vão botar na Netflix. Eu acho que é isso que eles vão fazer. Você acha que vai ter, tipo, um canal ao vivo na Netflix? Não, acho que na mesma forma que vai ter lá o evento da luta, vai ter o evento do podcast.
Então toda segunda-feira, às sete da noite, se você quiser ver o podcast de comédia lá, você não vai estar mais no YouTube, vai estar na Netflix. É, vai ter uma programação ao vivo. Eles vão investir cada vez mais. E eu acho que o grande foco deles é um dia ter a Fórmula. Eu acho que eles sonham em ter a Fórmula. Mas vai sonhar, não vai ter. O investimento que eles fazem com o Drive to Survive. A aposta é que eles estão tendo com a série do Senna. Mas não vai ter.
Por que você acha que não vai ter? Porque a Fórmula tem o aplicativo dela. E é um aplicativo que todo mundo gosta. Mas da mesma forma que eles vendem os direitos autorais pro canal de TV, eles podem vender pro streaming? É, verdade. Eles podem ter... A Fórmula não tem um aplicativo, não vai deixar de ter, e a Netflix traz. O problema é que dependendo do território que exibir, eles brigam com a licença da TV.
Não, vai brigar. A gente tem que comprar a licença mundial e quem quiser ver vai ter que ver na Netflix. Ou no aplicativo deles. Imagina quanto custa a licença global de Fórmula. Pois é. Deve ser inviável. Ah, mas a Netflix não tá aí toda caixa positiva? Não, mas imagina só. Ah, torra essa porra aí. Quanto que a Band falou que tá pagando pra FIA? Duzentos e quinta milhões? Não lembro. Eu vi inclusive no Instagram que eles já tão vendendo a cota pra dois mil e vinte e cinco.
Corre, vende essa porra aí, que agora tem um Bortoleto brasileiro aí. E pra encerrar o Derivado Cast de hoje, precisamos falar do season final e daquela que pode ser a melhor, ou pelo menos uma das melhores séries de dois mil e vinte e quatro, que é O Pinguim, da HBO, depois de oito episódios. Que semana boa, hein, Michel? Porra, semana boa, né, cara? Nossa, só coisa boa, cara. Se a lesão tivesse aqui... Ah, eu vi uma série! Ia trazer alguma... Ia balancear o canal.
Eu tenho duas merdas que eu assisti, mas eu tô evitando. Se quiser, eu trago. Não, deixa. Vamos falar só de coisa boa. Dois reality shows da Discovery. Não. No Alasca. Tô adorando. Coisa mais linda do mundo. Então, tudo bem. Vamos falar de coisa boa. Deixa o Alasca pra lá. Não esquece essa merda aí, pô.
Cubuzinho, quando a HBO decidiu apostar em uma série que expande o universo cinematográfico do Batman, criado pelo Matthew Reeves ali no primeiro filme do Robert Pattinson, e você focar no vilão, porque o ator é muito foda, né? Temos o Colin Farrell como Coringa e você mostra ali...
Cara, vamos fazer o seguinte, vamos pegar Sopranos, vamos pegar as histórias de máfia, vamos pegar o submundo do crime de Gotham City e vamos envelopar tudo isso aqui numa grande história, é... que a gente pode entender melhor o nível de ambição desse personagem muito icônico, o pinguim mas ele não é o pinguim, ele é o Oz ele é o Oswald ele teve uma infância, ele teve uma mãe quem chama de pinguim é tipo um bullying pra você estar xingando o cara, não é uma parada que ele assume é
uma ofensa o que dá pra explorar aqui? E eu acho que o roteiro dessa série foi muito inteligente. Encontrar tantos ângulos muito legais pra você explorar sobre a origem, sobre as ambições desse cara. E, velho, eu fiquei muito surpreso. Quando você viu... Vou chamar spoiler. Spoiler! Quando você viu o destino da mãe e do Vic... Cruel. Porra, eu não esperava aquilo. Cruel e egoísta. Você sabe que tá rolando uma teoria de que o Vic não morreu, né? Morreu.
Tá falando uma teoria de que o Vic não morreu, ele esganou ali, deixou solto. Ah, morreu. Aí o Batman vai lá, vai salvar ele e vai virar o Robin. Ah, morreu. Eu acho difícil. Morreu. O Vic morreu. Você não aceitaria se ele voltasse? Ah, aceito. Se for bom, aceito. Bom não vai ser, vai ser piruetado. Barrel of inconvenience, né? Mas, porra, o cara estrangulou, ele até parar de tremer, até parar de respirar, o Batman tem que vir já... Instacall, porque cinco minutos
de brain freeze lá já fudeu, né? Mas você sabe que tem uma técnica que eles usam no cinema pra mostrar que esse estrangulamento é realmente final e não tem volta, e que eles não fizeram. Que é aquele barulhinho do quebrado de pescoço. Ah, sim. Quando quer o pescoço, não tem mais volta. No caso, ele só esganou. Só deu um apertol. Só deu um apertol. Ele pode não ter apertado até o final. O ar dele pode voltar. Alguém bate no peito do menino e volta.
É, puta que pariu. Você tá me fazendo criar teoria aqui. Eu não queria. Pois é. Porque daí ele foi estrangulado. Ele ficou lá cinco, seis minutos sem respirar. O cérebro dele ficou parado. Ele não teve problema cerebral, mas ele perdeu a memória. Puta, ele tá sem identidade. O Batman vai achar ele, vai dar o nome dele de Robin. Ele não sabe identidade, não vai lembrar de porra nenhuma. Pode ser. Pode ser. Gostei. É uma merda, mas gostei. Tudo bem. E olha que legal, né?
Hoje o João Jedi postou uma entrevista... Ele entrevistou o elenco de Pinguim lá no começo da temporada. E o menino deu spoiler. Ele falou sem querer. Cara, é muito bom esse vídeo. Botou o João Jedi e o Omelete lá no Instagram. Perguntou, quem é o personagem mais cruel? O Pinguim ou a Sofia? Aí o menino responde, o ator que faz o Vic. Não, com certeza o Pinguim, porque eu senti na pele... Ele começa a dar uma gaguejada e todo mundo... Gaguejou real, né?
Tipo, ele deu uma de Tom Holland, ele é a galera do elenco, ele... Não, não... Eu acho que é o que o pinguim, ele tentou dar uma consertada, mas agora que você sabe o final, você fala, putz, o cara entregou ali, meses atrás. Quase que ele entregou cem por cento. Eu vou te mostrar aqui, isso aqui é muito bom, a gente pode botar como insert aqui. Who is more dangerous, Sofia or us? I have first hand, I got the wrath.
Oh, shit. General, you know, so I'm gonna guess, you know, so I'm gonna guess, I'm gonna guess, I'm gonna get penguin. This is for my people who just lost somebody. Quase escorregou. É, eu senti na pele a fúria dele. Oh, shit! Ei! Todo mundo, ei! Cara, porra, pinguim, eu acho que... Não sei, cara, não sei se eu que sou velho, mas o meu sentimento é, todos esses conteúdos que estão entendendo que se faz a versão adulta, madura, é muito mais legal. É muito mais foda.
Tirando a Agatha, que foi um sucesso agora, que todo mundo tá... Ah, que é infantil... Mas assim, se você olhar um histórico de coisas que estão conseguindo flipar, estão dando uma volta por cima, são todas as produções mais adultas. Então você acha que Skeleton Crew não vai dar certo? Esse eu acho que vai dar certo. Porque tem uma diferença do que você falou. É legal o que você falou, trouxe um bom ponto.
Eu acho que quando a série nasce pra tal coisa, e ela não te engana, você não tem a frustração. Então assim, Skeleton Crew, já de cara você sabe que é uma série pra você ver com seu filho.
E eu vou adorar assistir com meu filho. eu tenho eu tenho cem por cento de certeza assiste com teu sobrinho com alguém pega uma criança assiste com uma criança então você já vai assistir a série sabendo que você vai assistir com a tua cabeça de michelzinho de oito anos é melhor a experiência e aí parece que é meio que uns goonies no espaço Exato.
Agatha, porra, eu vou dar o exemplo de Agatha aqui, que tá trazendo bastante comentário polêmico aí, que a galera acha que eu não gostei de Agatha, por isso, por aquilo. Mas, na verdade, é isso. Agatha é a grande vilã de Wandavision. É a bruxona, é o capeta ali em pessoa. Ela é foda pra caralho. Quando a gente tá esse personagem, que, né, era o Mephisto, não sei o quê, no fim era ela, tal, poderosíssima, e vem essa coisa meio mágico de Oz, andando, fazendo...
Porra, não me comprou, entendeu? Eu fiquei decepcionado. Não era isso que eu queria e eu não vi. Tô feliz de não ter visto, vocês viram. Me deram uma resenha. Em algum momento eu vou ter que ver, porque em algum lugar vai ter que puxar essa história pra outra série, pra outro filme. Teve um comentário não falando de nada. Nossa, o Michel assistiu Ágata com a bunda. Pô, mas você gostou. O finaleira você não curtiu. Mas você fala que o sétimo
episódio foi um puta episódio? Cara, a galera é muito intolerante. A galera é chata pra caralho. Não dá pra ser intolerante. Se você não ama do começo ao fim, você é um escroto. Não pode criticar o mínimo que for. Mas é tudo bem. Eu leio isso, eu tô risado. Nem apago os comentários. É isso. Mas, então, eu vejo Gotham, o pinguim, a série, cara, como uma aula de cinema. Porque é cinema. Absolute Cinema. É assim, a fotografia é muito bela, você vem ali criando esse
apego aos personagens. Eles dão esse balão, já chamamos spoiler aqui, eles dão esse balão que eles fazem de se apegar ao pinguim. A gente gosta da história dele. A gente acompanha essa história. Até o último minuto, Michel, eu tava assim, porra, eu entendo o que ele fez com os irmãos. Como é que é o negócio? Eu entendo o que ele fez com os irmãos. Espera um minuto. Alguém está errado. no sentido de os irmãos estavam fazendo bullying, a mãe não dava atenção pra ele, não era o filho
favorito na cara. Ah, bom, então assim sim. Eu não achei que era bullying. Era bullying, eles zoavam, davam risada. Era bullyingzinho de irmão. É, dessa aí. Mas pro menino lá que é a manqueta lá, ele ficava, ele sentia, sentia mais, quem toma, apanha, sente. Eu sou o irmão mais novo, eu sei como é que é. A gente quando apanha, a gente
sente mais. Ele tinha esse sentimento de, puta, cara, eu quero a minha mãe, eu queria curtir meus irmãos, mas eles brincam em outro ritmo, ele não consegue acompanhar no mesmo ritmo os irmãos. Ele curtiu o cara da mãe. Então, assim, na hora que rola... Mas não foi por isso. Ele matou o moleque porque ele queria a atenção da mãe só pra ele. Isso, mas eu tava querendo acreditar que foi uma fatalidade.
Ele travou as crianças lá sem planejar daquela forma que ia subir a maré, eles iam se afogar e tal. Mas no fim, quando você chega lá no fim... Que ele tá ali com a mãe, com o dedinho, com tudo, ele não assume e você vê as decisões finais dele, você entende que sim, temos aqui um psicopata, temos aqui um cara do crime real, um cara maldoso, um assassino, um cara que planeja suas atitudes. E eu tava com muito medo de eles transformarem ele num anti-herói.
Sabe? Puts, eles vão fazer o que fizeram com Venom, o que fizeram com Morbius. Vai ver a putaria do anti-herói aqui. Eles ficaram pegando um vilão e transformando em anti-herói. Porque problematizou. Não pode ser a porra do vilão. Então levantava-se a provocação. Será? Nas revistas dos cerimoníacos. Será que ele vai ser o anti-herói? Eu tô sentindo que o roteiro tá apontando isso. Mas realmente, quando chega no season final, ele vai não ter o que falar.
É um vilão filho da puta, psicopata, desgraçado, maldoso e cruel. E a gente segue na mesma toada do filme do Batman, né? Com o Matt Reeves aí. Segue nessa mesma toada de um filme adulto, de uma série adulta, de, porra, você vê um Batman ali meio emo e tal, mas ele é violento, ele bate quase até matar uma pessoa e daí ele sente essa coisa. No fim, a vingança dele gerou um sentimento de vingança no outro cara e ele percebe a cagada que ele tava fazendo. Então, porra, é foda, cara.
É uma construção muito foda desses personagens. E Pinguim, cara, puta, já quero ele em todos os filmes. O Colin Firth ficou meio de saco cheio de usar a porra da maquiagem dele lá. É, mas daqui a pouco a gente tem saudade, né? É, daqui a pouco chega o extrato bancário e fala, ah, é verdade, né? Vamos fazer mais. É, e o que ele fez com a mãe dele, né? De cumprir uma promessa e quebrar outra. Porra!
Quando ele era criança, ele prometeu, vou te colocar no topo de uma cobertura com vista pra Gotham City. Aí ele faz isso, mas ela pediu, ó, se eu ficar vegetal, você não me deixa sofrer. Acaba com a minha vida. Então ele aprisionou a mãe dele lá naquele sótão. Ainda pagou a prostituta pra ficar fingindo que é a mãe dele. Pra ficar falando, eu te amo, eu tenho orgulho de você. É um cara doentio, é um cara cruel.
Ele jogou a identidade do Vic no Rio, ele não dava nem pra identificar o menino, o corpo dele virou indigente. A cena dele, quando a mãe dele stab ele, né? Tipo, dá aquela enfiada, dá uma facada, mas ele dá uma garrafada ali, cortou ele na barriga. E ela fala que ela odeia ele. A gente sempre fala que facada na barriga não mata ninguém na cena. Não mata ninguém, é. Essa cena traz pra ele um sentimento que ele não tinha da
mãe. Então a mãe dele tem a mãe dele dali pra trás e tem a mãe dele dali pra frente. Então quando ele pega a prostituta e fala, eu quero que você seja minha mãe daqui pra trás, é isso que ele projeta ali. A mãe dali pra frente é a tortura. É a tortura. Ela tá vegetando. E a que sabe que ele matou os filhos, os irmãos. Eu vou levar você lá pra cobertura que você tanto sonhou. Mamãe, olha aí a cobertura que você tanto sonhou. Mas fica na cama aí com tudo te
mantendo viva. E aquela lágrima de me fudir. E, cara, que família cruel, porque assim, a mãe nitidamente não gostava dele, a mãe nitidamente queria matar ele, a mãe nitidamente entendeu o plano do mafioso que era de confiança, que você acha que é o pai dele, que tem aí... O ex-calabrese. O ex-calabrese tem ali umas dicas ali que pode ser... Até a cor de cabelo, né, são parecidas, tudo. Que, porra, então se você não matar ele, por que você não usa ele como seu fiel escudeiro?
Tem até um comentário quinta série, falou Rex Calabresa e meteu a calabresa na mãe do pinguim. Mandou calabrolha pra dentro e... PEM! Saiu o pinguizinho. Cara, do caralho. Dez de dez, Michel. Eu sei que no nosso vídeo aqui do Série Maníaco você deu cinco estrelas e a gente aqui no Derivado, cem. Nota cem. E termina também com a Sofia recebendo lá a cartinha da Celina Caio, que é a mulher gato. É aquele cena pós-crédito para a
próxima temporada. Dizem que pode ter uma série solo da Mulher Gato, do mesmo estilo do Pinguim. Se o Pinguim for super bem nas premiações ano que vem, eles vão fazer a segunda temporada do Pinguim, com certeza. O Matt Reeves já desmentiu uma série solo do Coringa. Não falou que não vai ter, mas eu acho que a série... Então, se tiver uma série da Mulher Gato, e a Sofia participa como personagem recorrente, e o Pinguim faz participação especial, caralho, tem uma puta série aqui também.
É. Tem uma baita série. A última pérola de Pinguim, Michel, foi pra nós lembrarmos que aquela série era uma série do universo de Batman, que foi a última cena com o Bate-Sinal. A gente previu que ia acontecer isso. A gente previu, mas que lindo, né, cara? Que lindo você terminar a série e falar, caralho, que série foda. De repente, o Batman, é verdade, ele mora aqui, ele está entre nós. A galera está muito incomodada. Porra, por que o Batman não apareceu ainda?
Como é que os vilões nem mencionam ele? Você quer mesmo que eu responda? Tem que lembrar que é o primeiro ano dele, ele não é uma lenda ainda. Os vilões não estão pensando nele porque ele é novato. É uma minissérie do Pinguim, não é do Batman. Então eles trouxeram a porra da história da máfia do Pinguim, ele se tornando o cara que é. Acabou, é isso. E é isso, Joãozinho? O Derivado Cast Semana tá por aqui? Gostoso, hein? Uma hora e vinte e cinco aqui de bruto.
O Joãozinho vai brilhar. Espero que vocês tenham gostado, porque, nossa, eu me diverti bastante sem o Alesão, esses dois derivados. A gente sente muito falta do nosso amiguinho. O Alesão é nossa alma gêmea. Faz muita falta. Ele fortalece. Esse Derivado Cast não é a mesma coisa sem uma das peças. Nosso dia não é o mesmo sem ele aqui. É isso. Cara, eu me identifiquei na Disney, você me deu um pin do Pato Donald. E eu me identifiquei com o Pato Donald, cara.
Eu nunca tinha feito essa conexão. Eu sou o Pato Donald. Eu sou o Pato Donald. Dá like aí no Derivado Cast e se inscreve. Beijo. Semana que vem a lesão tá com o agente.
