FALLOUT NO PRIME VIDEO | A ANÁLISE DEFINITIVA! | DERIVADOCAST #369 - podcast episode cover

FALLOUT NO PRIME VIDEO | A ANÁLISE DEFINITIVA! | DERIVADOCAST #369

Apr 18, 202457 min
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Episode description

Hoje o Derivado é pequeno mas a qualidade das séries são gigantes. Com a falta do Alezão essa semana e a volta do Xexéu, nossos amiguinhos contam como foram sua semana (e a Lua de Mel do Xexéu). ainda falamos de 2 novas séries MUITO BOAS do momento, Ripley (Netflix) e Fallout (Prime Video). Tudo isso e muito mais no DerivadoCast que chegou para você!!! ***** 00:00 - Abertura 05:52 - Arouvengers 34:32 - Ripley (Netflix) 43:45 - Update das séries boas 45:41 - Fallout (Prime Video) - Sem Spoiler 49:34 - Fallout (Prime Video) - Com Spoiler 53:37 - Fim dos Spoilers

Transcript

Abre a chane, monstro! E no danel, Sou Michelouca! Está começando o derivado e já chegou! É o derivado do Casting, começando pra vocês! Muito bem -vindos! Eu sou o Michelouca e hoje... Ué? Eu tô sozinho, a Lesão está viajando. A Lesão obviamente inventou mais um evento pra poder trabalhar no Rio de Janeiro. Bubu não pôde vir, mas eu não queria fazer o derivado do

cast sozinho, então, e não queria que faltasse. Então eu convidei uma pessoa diferente que vocês não conhecem, vou apresentá -los mesmo assim, começando com ele. Senhores e recenhores, recebam o novo integrante do derivado do cast... Eu, Bruno Clemente! Bubuzinho sem barba, você que está vendo isso em vídeo. Que deselegancia, que tristeza é bubuzinho sem barba, né, bubuzinho? É!

Então você se sente muito diferente? Eu me sinto bem diferente, é esquisito olhar no espelho, né? Porque a barba, ela dá a quechada, né? Então você perdeu aí os três pontos de beleza, mano. Deu aquela diminuída. Eu estava contando em casa como é que foi, porque perguntaram como é que o Michel, quando ele chegou na produtora, como é que foi? Primeiro, ele se assustou, e segundo, ele fingiu que estava tendo

ansia de vó mito. Não foi fingimento, porque você tem que ir passeando mal na hora, viu? E voltou, né Michel? O que é isso? É um gorfo na garganta. Aqui é o seguinte, tirou a barba, cara. Parece que eu tenho 32 anos agora. Parece pra caralho. Aham, Cláudia, senta lá. Fiquei muito novinho. Sabe aquela coisa? Novinho, filé. Você acha que está com um cara de mais novo que eu agora? Tá, com um barba eu já fico

com um cara de mais novo. Aqui você é. Você acha que não? Você acha que sim? Eu acho que sim. Você acha que tem mais novo que eu de barba grisalha pensado de painel? Eu acho que dos três, eu que estou melhor. Imagina, vó, a galera vai ter que comentar aqui agora. Vai ter que comentar. Vocês acham que o bobo parece mais novo que eu? Não que o Michel é mais bonito. Não

estou falando isso. Não estamos aqui colocando nota. Por que você quiser dar nota? Pode colocar. Você sabe que... Alebo, bobo e Michel, sua nota para cada um na escala de zero a dez de gostosura. Não de gostosura, ele com a língua ganha. É, muita gente tem ganha, meu. É lindo. Eu estou com barba, né? Mas quem parece mais novo? Quem parece mais novo e quem você pegaria? Que papo é esse, Willys? Acho que seria uma... O

que é esse que eu boto aí? Se eu estou casado, irmão. Ah, eu sou pela graça. Cabe de casar, aliás. Então, eu também, mas a gente não faz nada. Queria agradecer todos os votos de felicidade da audiência do DerivadoCast. Muito obrigado para todo mundo. E a gravata, hein? Gravata, bom, bava. Que isso? Se a galera zoou, tá bom, mano. Não, tá 5 % só. Não, acabou, gente. Sama, já foi a festa, já casou, já acabou. A

boa de mel mesmo é outubro. Nossa. Temos alguns meses aí para preencher a vaquinha. Muito obrigado a todo mundo. E queria agradecer Dinho Lima do X Mantegra, que serviu na semana passada. Dr. Gu... Dr. Gu. Você esqueceu? Não, é que você fez um... Parecia que vim um Gu, um Gu, não sei por que, me deu um bug aqui. DerivadoCast é real. O DerivadoCast é tudo, Dr. Gu, na verdade. Ele virou o produtor Gu, né?

Adorei. Porque ele já fechou, já está oficializado o local. Sensacional, mano. Já estamos definindo várias coisas em relação à comanda, se vai ter uma tarifa fechada ou não. Estamos decidindo um monte de coisas. A gente tem bastante tempo até dezembro, mas o que a gente tem que falar é isso. Acho que a gente quer antecipar bastante como as pessoas podem adquirir a entrada neste evento exclusivo para

você ter tempo de se organizar. Não sei que coisa assim. Puts, já gastei o CXP, vai ter o DerivadoFest, tudo em cima da hora, o cartão já está... Não, vai dar tempo de parcelar, de deixar bonitinho. E todo mundo poder ir lá,

ver a gente, curtir com a gente. E a nossa intenção em fazer em dezembro, exatamente para a galera que vem de fora de São Paulo, colocar oportunidade de participar, você vem para CXP em dezembro, vem um pouquinho antes, vem um dia antes para participar do DerivadoFest, e esse ano, para vir no CXP, está fácil. Os caras já anunciaram o Matt Smith e Giancarlo Esposito. Sim. Pelo amor de Deus, nunca

anunciaram nomes tão grandes, tão cedos. O Matt Smith teve uma especulação que ele viria. Já teve. Aí ele cancelou, né? Acho que no passado, no passado, eu não retrasado. Eu acho que foi o pós -pandemia. É, foi no retrasado. Foi logo quando está sendo a pandemia, todo mundo de máscara ainda, ele vinha, acho que ele deu para trás. Isso acho que era uma informação sigelosa, inclusive, o que você está falando, mas

aconteceu assim. Então vamos desabaço! Ah, é? É, mas foi uma coisa que a gente ficou sabendo ali na Rádio Pião, da HBO. Ui! Não é tudo bem, já passou dois anos, já venceu. Mas esse ano está confirmando, é? Olha, dei uma notícia quente aqui. Que bom. Então, cara, quem gosta de Caso Dragão, Dr. Roo… Giancarlo Esposito fez tudo, fez Breaking Bad, fez agora o Magnetas do Crime, Mandalorian. Dois artes, artistas nerdassos

que a galera ama. Então aproveita assim, são só dois, até chegar lá o final do ano, sempre tem um painel só, Donald Warner, da Netflix, do Prime Video, vai lá pra carada. A CSXP é uma delícia, sempre uma delícia. E eu estou achando que isso não vai ser especial. Você está achando que isso não vai dar uma reventada? Eu acho que sim. Eu também, eu vou te falar,

vamos ver se a gente concorda por quê. Acho que o Omelette, o CSXP, o evento, sofreu com a pandemia como todo mundo sofre. Então eles vinham numa retomada de business de CSXP, e o ano passado foi um ano desafiador de tipo, o que

será da CSXP? E foi bem. Então acho que eles conseguiram recuperar, eu acho que eles viram que, todos os players aí do mercado viram que, porra, a CSXP é relevante pra caralho, não tem como ficar de fora, quem ficou de fora no passado perdeu. Então acho que esse ano eles estão com mais fôlego. Acho que eles vão ter mais lastro. E com a adição do DerivadoFest, porra? Ah, com a galera vem, vem,

vem. DerivadoFest é isso, quem estava na dúvida se não vinha, se não vinha agora vai ter que vir. É, exato. E já vai estar aqui pro DerivadoFest, já vai pra CSXP. E a gente se encontra na CSXP também, então, é assim, quase uma semana juntos aqui, com a galera, não vale a pena pra crana. E esse é um programa que

começa com... Haru Venders! Haru Venders, essa semana também, empolgante, maravilhoso, porque temos muitas coisas pra falar, você tem só sua lua de mel eterna, porque tá parecendo a lesão, tem um esquenta da lua de mel, pra depois ter a lua de mel oficial, e eu também esse final de semana, teve aí na auguração do... É um museu de automóveis antigos, clássicos, que tem em São Roque, que o meu

irmão, a nossa família, Clemente, foi convidada lá, tem um carro histórico lá, que é o Gordínica, a gente andou em interlagos lá, aquele vídeo com isso. Eu não sabia que rolou isso. É, então rolou. Você não tem semana? É, e eles inauguraram a pista de Carte, que tem lá,

então teve corrida de Carte, A Ceu Aberto? A Ceu Aberto, teve corrida de Carte, teve Drift, carro BMW, lá fazendo Drift. Então, o meu irmão correu, e ele virou pra mim e falou, Puts, desculpa, devia ter te convidado, né, pra correr também, isso que ele dava até pra eu dar uma miguel lá e... No Carte ou no Drift? Não, Drift, não. Drift é o carro dos caras lá, pra valer. Carte... Mete o japonês no Drift

lá, pô. Não, o Carte, o que acontece? Eles tem 20 cartas prontos lá, pra você alugar, e você poder fazer a corrida entre amigos. O seu irmão te tesourou, porque ele sabia que você ia correr melhor aquele. Não, ele me tesourou, ele não me tesourou, ele na verdade, ele foi convidado pra correr, junto com a família lá do cara que fundou esse museu. Se lembrar o nome do museu, porque é um nome internacional, museu, não

sei o que lá, alguma coisa assim, já. Starway to have a Museum of Cards e Cards, Modafuckers of the World. Só pra dar os serviços direitinho, porque é um lugar... Dream Car Museum. Dream Car Museum. Fica lá, na Estrada do Vinho, em São Roque. Vende os bichões frisei da lesão aí. Vende bichões frisei lá. Cara, é assim, é um parque. Praticamente é um parque, porque sempre

lá tem o museu dos carros. Muitos carros clássicos, antigos, caríssimos, carros de 2, 3 milhões. Cara, tem Lamborghini Diablo, tem um GT40, um Ford GT40 2006, tem um carro com uma turbina de avião, que é um Dragster, né, aqueles carros com 25 mil cavalos. Então é uma turbina de avião, é um desses no Veloce Furioso já. É, eu te vou te mostrar, tem foto aqui. Meu filho pegou meu celular e tirou foto eternas. Vou

biar o mando, mas aí pro João colocar. É claro. Vários carros clássicos, antigos. Rolls Royce da Rainha Elizabeth. Tem esse carro do meu pai, que é um carro histórico, o Gordini, que era da equipe Willis. Então assim, um museu é muito bonito. Muito bem cuidado, muito bem feito. Além do museu, tem um parque para as crianças ali, carrinho de batibate, tiro ao alvo, aqueles bagulhos que faz todo mundo vomitar,

as coisinhas lá legal. Tem a pista de cartas agora, que você pode alugar a pista ali com seus amigos, 15 pessoas ali, fazer uma corrida bem organizadinha, com treino, com quale, com corrida. Tem uma praça de alimentação, com vários tipos de restaurantes, com pizza, hambúrguer, sushi, temak,

tudo, tudo. É um bagulho assim, muito legal, a estrada do vinho, é um roteiro clássico aqui, de São Paulo, que tem restaurantes muito bons,

tudo. Então assim, se você quiser conhecer um lugar diferente, ir com a sua família, eu acho que vale muito a pena, porque além do caminho ser bonito, essa estrada de São Roca, estrada do vinho, tem vários pontinhos para você ir parando, conhecendo e você pode aligar, estar uma boa parte do seu tempo nesse museu, que vai valer

muito a pena. Então, esse é o maior vende, a gente foi lá, passou o final de semana, o sábado lá em família, vendo todas essas coisas que

aconteceram. Cara, tem uma loja de carrinhos antigos, hot wheels, tudo, e o Victor, ele adora os roteiros, é o cara falou, você pode comprar, porque tinham os caros, temos de coleção, você pode comprar esse aqui, que não é caro, que é um roteiro tradicional, e você pode comprar as rodinhas de borracha, você pode desmontar e colocar as

rodinhas, você pode fazer uma customização. E no domingo, ia ter um cara lá ensinando a customizar os carrinhos. Nossa, eu não sabia que isso era isso. Se você entrar na programação desse museu, provavelmente todo o final de semana deve ter alguma coisa diferente. Em São Roque. Em São Roque, é. Por quanto tempo que de São Paulo, em São Roque? Mais duas horas? Não, um morinha. Um

morinha, é, né? É, um morinha. Eu saindo aqui de São Paulo, indo pra lá, deu um morinha, mais ou menos. É. Mas vale muito a pena, assim, tipo, acho que é isso, você quer fazer uma coisa diferente que a sua família é um baita programa bem divertido. Meu sonho era ver você e o alesão na mesma disputa de Carte. Ah, mas aí não é questão de ser mais habilidoso, não, óbvio. O peso influencia muito, você.

Óbvio que habilidade eu ia dar um banho, né? Trinta voltas em cima da alesão, né? Com a alesão, é. Não, mas o peso, eu também, também não tem como competir com o peso. Exato, ia ser, o meu irmão falou aí, ele falou, cara, porque ele falou, você não quer correr e tal, e eu falei, abri, eu não vim com isso. Você, Miguelô, o Corrida de Carte, não é? Não, é que eu Miguelê. Não, não, vai competir, correm bem. Eu

não gosto, eu não gosto. Era um evento grande, é muita gente. Eu não gosto daquela coisa do pedinte, sabe como é que é? Ia ter que pedir pra me encaixar, e eu com aquela carinha de pescoço em um mole, meu irmão pedindo para os caras lá, então assim, eu tenho um preguiça. Se eu fosse convidado junto com ele, ó, vem você e seu irmão andar. Era um evento fechado, não era

só pagar e entrar, né? Ah, era um evento fechado. Esse final de semana que eu fui, era um evento para convidados. Óbvio, você podia chegar lá e entrar, hoje que o museu, você paga, a entrada no museu é paga, né? Você pode ir no lugar conhecer, comer lá na praça alimentação grátis. No estacionamento, acho que é 20 reais, estacionamento

organizadinho, bonitinho. É, mas para a entrada no museu, você paga, para correr de cátice, paga, tudo isso daí. E estava tendo esse evento para influenciadores, imprensa, tal. E a família do fundador lá, foi quem fez a primeira bateria, e o meu irmão correu essa primeira bateria. Ele foi bem? Cara, não, porque ele deu azar, ele pegou um cátice, cátice, todos os cátices, eles têm regulagem e tal,

então o cátice dele estava fogando. Então ele, na classificação, ele não conseguiu... É, ele estava parando. Na classificação, parou, ele teve que voltar correndo, pegar outro, pegou outro, saiu, acabou a classificação. Aí falaram, volta pro teu, né? Porque estava o número lá, sei lá. O cara falou, regulei, só que se era na corrida, da fogo de novo, teve que voltar, pegar outro, então assim. Mas ele... Ele

estava dando volta em todo mundo lá, tava tipo... Ele tomou voltas, mas ele começou a passar todo mundo. O cara que estava ganhando era muito bom, ele corria bem também, você entendia, então ele estava indo embora, tipo, não tinha chance. Eu vou ser o alesão. Ah, eu, o Milho, não tem jeito. Caralho,

mano, que brabo. É, porque o Carte é foda, o peso... O Carte é muito leve, aí você tem aquela coisa de peso e potência, então... Mas entrei o alesão, quem ganha? Ah, você é. Não, o alesão, qualquer um ganha do alesão. Não, o alesão, a gente... O cara está vendo isso, ele está chateado. Eu adoro o alesão, não está aqui para se defendendo. Então a gente pode falar o que a gente quiser e o Aleno

vai ficar me cortando aqui. Sem corte. Cara, foi muito bom. Não. Corte no bubo, muito bom. Eu já falei para o João para fazer o placar, né? Quantas vezes eu corto e quantas vezes ele corta. Porque a gente se corta, não é? Que o Ale me corta. A gente se corta. Mas aqui ficou engraçado esse personagem criado, por causa de um ouvinte aí nosso, que veio me defender, que

o alesão não me deixa falar. Mas a gente também, teve uma época que falava que eu cortava ele muito e tal, e tudo bem. Mas é isso, acho que o alesão, a gente sempre tem nossa rotina, porque eu poderia levar vocês para o alesão no shopping, né? Quando a gente vai almoçar aqui, quando a gente termina a gravação, a gente sempre faz questão do Ale dirigindo. Porque é muito mais legal. Eu vou buzinando o carro dele,

ele fica com vergonha de estar buzinando o carro. A gente vai salvando um monte de gente no caminho, é motoboy, é colisão, é pedestre. Então a gente vai se divertir. Boa gente já executou algumas colisões já. E ele vai negar, ele vai falar que magina. O bobo você vai na frente, ele sempre ocupa o outro, né? Isso, o Michel ele faz questão de atrás. Eu vou de atrás. É, você está acostumado, né? No

banco de trás. Eu prefiro. Então até falar agora da nossa Lua de Mel lá no Vale dos Vinheiros. Nós somos para ali na região de Bento -Gonzalves, que fica ali por volta de uma hora e meia de Porto Alegre, então você voa até Porto Alegre ou Caxias do Sul. Tem os dois aeroportes, Caxias é mais perto, mas a gente só conseguiu voar para Porto Alegre, que é

tranquilo. Aí é o seguinte, qual é a opção que você faria se você fizer essa viagem? Você lugaria um carro. Se você haja algum carro ali em Porto Alegre e vai de carro até Bento -Gonzalves, a gente fica ali na... Felice, né? Estradas gostosas. Tem o Vale dos Vinheiros, tem um caminho de pedras, tem a própria Bento -Gonzalves,

você pode ficar. A gente havia ficado ali próximo do Vale dos Vinheiros quando a gente foi dois anos atrás, e dessa vez a gente ficou no caminho de pedras, que são duas estradinhas que são famosas pelos restaurantes, pelas vinícolas e tudo mais. O Vale dos Vinheiros mais, né? O Vale dos Vinheiros, obviamente, tem mais vinícolas, mais famosos. Mas o caminho de pedras também é gostosinho, a gente pegou

uma pousada lá, só que isso, sabe? Eu não gosto de dirigir, alunão dirige, lá nem tem carteira de motorista, e como a gente ia fazer praticamente degustações de vinheiros todos os dias, eu falei, galera, não quero arriscar, não quero arriscar alugar um carro, porque degustação é isso, né? Você toma ali um dedinho, mas é um dedinho de cinco taças. Eu sofro a sua vida, no final

de cinco taças, já tô meu, tio. Então, eu não quero sair dirigindo para uma estradinha coitada, eu não conheço. Então, a gente faz esqueminha lá, já conhecemos várias pessoas que trabalham com aplicativo, tá? O Uber, os aplicativos não funcionam muito bem lá, galera. Eles tem um aplicativo deles lá no Rio Grande do Sul, que é o Garupa. Quando eu fui dois anos atrás,

ele pegava mais corrida que o Uber. Esse ano, acho que o Uber deu uma dominada, mas mesmo assim, é ruim, é ruim e tá acercado. Então, assim, a gente já conhecia uns motoristas lá, a gente fechava uns pacotinhos e tava tudo certo. Perfeito, né? Então, o cara vai buscar gente no aeroporto, levou o hotel, já fechamos com ele de fazer os passeios, deu tudo tranquilo. E o legal é isso, cara, é um passeio muito gostoso

para casar. É um passeio para você ir lá, conhecer restaurantes, conhecer vinícolas para quem gosta desse tipo de rolê maravilhoso. E ainda mais, porque tem uma fama equivocada do Brasil, que Brasil não tem vinho bom. É. Eu tenho família, a minha que fala isso, que eu gosto de vinho, mas o Brasil não gosta de vinho brasileiro. Famoso vinho da dor de cabeça. Falou Grozella, falou Grozella. Cara, você vai conhecer inúmeras

vinícolas gostosas. A gente tem uma que a gente gosta muito, que é Lígio Carraro. Lígio Carraro é uma vinícola pequena de família, que os caras produzem rótulos limitados. A gente foi numa destilaria de whisky brasileiro. É, e se eu te vi em vejo. Porra, isso foi muito legal, cara. O legal da visitação é que você conhece as instalações, você entende como é feito. Cara,

você começa a ficar chato do vinho. Você fala, porque era a garrafa, você precisa colocar no seu onde, precisa ficar guardada de ponta cabeça, e você tem um processo químico. Quando você entende a trabalheira que é fazer um bom rótulo de vinho, você fala, porra, por isso que é caro. Assim, nem todos são caros, e o vinho não precisa ser caro para ser bom. Não

tem nada, uma coisa ou nada é ver com outra. Mas existem processos artesanais que dificultam muito, muito, muito ficar prontinho em uma garrafa de vinho. Você sabe que quando eu... Eu hoje gosto muito de uísque, tomo uísque, tudo por quê? Porque vinho me faz mal. Eu tomo o vinho e me dá de arré. Ah, ok. Tomou o vinho, desandou, estômago do bubo, o intestini do bubo. Vai que vai. Vai

que vai, dá aquela deslizura. Intestino? É, intestino. É um intestino combinado, um intestino. É isso aí, vou... É isso, é. Então, o que acontece? Eu, quando estava nos Estados Unidos, eu entrei nessa de, vou tomar vinho. Porque o vinho, ele tem todo esse processo, ele tem toda essa frescura. Eu queria virar o chatão do vinho. E aí, eu comecei a comprar umas vinhotas, puta. Não

é como de arré, é passando mal. Mas você comprou as cegas, ninguém te indicou nem nada. Puts, aqui lá em Los Angeles tinha muito rótulo de vinho, barato e vinho bom, né? Você com 15 dólares compra uma garrafa da hora. Você sabe que 90 % dos vinhos americanos, eles são vendidos abaixo dos 29 ,90 reais, dólares. Então. Os vinhos mais baratos que vêm demais, muito mais. Então,

então, lá tem muito vinho, muita opção. E eu comecei, e daí tinha uns mais caros, mas sim. Você compra um super caro lá, é 40 dólares, sabe? Você já compra um vinho excelente. E daí eu tentei, não deu certo, comecei a passar mal, tal. Eu entre no Whisky. Porque o Whisky também tem as chatices, né? De tipo, processos para a maturação, o carvalho, o barril, o single barrel. Você ia adorar o bolino da

chave de Whisky. O cara é muito legal. A gente viu lá eles, eles tocarem os barris de Whisky. E o Whisky, ele tem uma parada aqui, mesmo no barril, ele evapora. Eles se perdem com os anos, vai guardando. E eles sempre vazam um pouquinho. Então, quando você passa a mão no carvalho ali que tá vazado. E você, cara, tem um cheirinho de caramelo. Ah, é. Caramelo. É inacreditável. E o próprio lugar é onde

armazena, como evapora muito álcool. Você já fica meio alto. E carai. Sempre um fóssil explode, né? Mas é muito legal. Chama a União Destilaria, o nome do lugar. Legal. E eles engarrarram apenas 1 % do que eles produzem da marca própria deles. E eles exportam 80 % e 19 fica aqui no Brasil. E pra que marca que eles exportam? Cara, eles falaram que é segredo.

Mas eles falaram que tem muita marca famosa que pega o Whisky deles e bota o rótulo da marca famosa e vende pra galera. Eles mandam pra Irlanda, a parada. Eles mandam de volta pro Brasil com a marca deles cobrando 7 vezes mais. Sim, caraca. Então os cara produz o single barrel. Produs os melhores que tem. A Lu comprou um single barrel. Pra mim, obrigado. Não,

pra você não, pra gente. Mas a gente pode convidar pra fazer uma provinha lá em casa um dia. Muita. Aí eu fiz até a igustação de whisky. Já fez até a igustação de whisky? Já, cara. Eu nunca tinha feito. Eu fiz uma vez uma degustação de whisky com Rodrigo Notário, nossa amiguinho. Que a gente foi na... É aqui em Porta, o Johnny Walker. E daí eles estavam trazendo dois rótulos novos. E

é isso. A gente fez uma degustação, sei lá, de uns 5 rótulos. E o cara vem com o copinho, faz o trick -lick. Ah lá, ele já fez errado. Então o cara falou que o trick -lick, assim, não se faz pra whisky. Que o... Dao esse rodol aqui é pra vinho. Porque assim, quando você dá o girolzinho, igual você faz no vinho, o álcool sobe. Eu vaporo. Não, não é que isso vapora, o álcool sobe. E esse não é o ideal pra

whisky. Então ele explicou lá no nosso... Você tem que pegar a taça, deitar e rodar na mão. Aí você rola na mão. Só pra ela circular na taça, aí você bota em pé. Aí você fica de olho nas lágrimas do whisky. Porque aí vai cair a primeira gota, que é a primeira lágrima. A segunda gotinha, que é chamada segunda gota, o quanto mais ela fica presa

lá em cima, melhora o whisky. Se cair duas gotinhas rápido, tipo um red label da vida, pô, pô, pô. Porque tem a ver com o que? Com o licorado do whisky, sabe? Então essa segunda lágrima é o que diz. Então você roda de mancinha assim na mão, não faz igual vinho. E você consegue identificar um... Fica pro alto, né? Não, era uma tacinha bem pequenininha igual essa. Ah tá, mas é porque é da degustação. A

degustação. Inclusive, você ganha a tacinha no final, é bem gostoso. E a degustação é barata, acho que é R $80. Você faz a visita, faz a degusta 5, rola e você não ganha a taça. Caraca, eu acho que o que eu gosto é excelente. Não, teve uma outra também viníquota. Mas 5 golinhos, você sai doida ou não, né? Mas aí, como eu já tinha feito esse rolê de vale dos vinhedos dois anos atrás, eu já aprendi que você não

precisa ser garancioso e beber tudo. Eu tava no esquema de ficar descartando, né? No vinho, eles colocam o baldinho do lado. Mesmo que seja pouquinho, bem pouquinho, descarta o resto. Teve um whisky lá que a tia colocou pra gente, ó gente, a gente tava em três casais, dois casais. Vocês parecem gostando, vocês são legais. Vou servir pra vocês aqui uma que não tá, uma degustação, que é um single bare,

fodão. Mas não descartem isso, porque ele é muito caro. A parefica que vão descartar quando a gente tá bebado. Eu falei, Lu, bebe ou não? Eu falei, bebe, bebe você. Puts, aqui parei, eu tive que forçar e beber. E tem hora o qual eu ia falar? A gente fala, isso aqui é 40, esse aqui é 50. Falam tudo, eu não me lembro todos, mas era não. Tudo cima de 50. Ah, é? O louco. Eu

acho que sim. É, porque o whisky normalmente é 40%. Eu acho que era mais 40, que eu bebi lá. Mas o single bare do Jack Daniels, que eu curto pra caralho, ele é 50%. É, pois é, irmão. É uma paulada no meu da testa. É, de lá, deliciosamente, deliciosa, redondida na mão do palhaço. Uuuhu. Bem gostoso. E nós somos, a gente foi em vários restaurantes, obviamente, restaurantes caseiros. Existe uma comunidade italiana

muito forte lá. Então tem muito restaurante italiano, eles são muito... No primeiro dia, a gente almoçou num rodízio de italiano. É. Quer um... A gente não sabia que tinha isso, mas o restaurante mais pertinho era da nossa pousada. E é uma delícia, é assim, é um preço relativamente caro, mas cara, como você come a vontade? E tem cinco tipos de massa, cinco tipos de carnes, incluindo o cordeiro, frango e uma capeletinha de

entrada salada. Acabou olhando a peça. Ah, é boa comida lá. É, você paga 119 reais por pessoa. Tem a polentinha? Tem a polentinha. Nossa senhora. Então isso, você paga 119 reais, senhora. Quando você chegou com um crime. É bom demais. Então tem mais quatro... Como é que eu ganhei a sobremesa dessa aqui em São Paulo? Inacreditável, velho. É do caralho esse saguco creminho, né cara? O

saguco creminho é bom, foi uma espécie. Então, é estourado. Então você senta no restaurante, o cara já começa trazendo um capeletinho delícia, aí coloca pãozinho, pate, dois tipos de salada, aí você come o capeletinho delícia, aí eles querem como é trazer massa. Então tem massa alióleo, massa recheada de moranga, massa recheada de queijo, aí tem vitela, tem frango, tem cordeiro, depois tem quatro

tipos de sobremesa. Se come mal, né, nesses lugares. E assim, como é rodízio, ele coloca porçãozinho para se mentar. Então a hora que vai chegar lá o macarrão alióleo, a mulher não dá, panelada. É um pinceladinho assim, se você quiser mais, você pede. Bem legal, esquema, bem legal. Então, nós comemos lá no primeiro dia, mas eu trouxe para você a foto do menu. Porra, achei que você tirou um presente do bolso agora.

Não, não, eu quero ser o reé, porque assim, quando nós somos lá no Vale dos Vinhedos dois anos atrás, o que mais chamou a atenção a gente foi um restaurante chamado Guri. Esse restaurante, a gente fez uma degustação de oito etapas lá, que foi a nossa melhor refeição da vida. A gente já teve oportunidade de comer em vários

restaurantes, em Brasil e fora do Brasil. Guri, no Vale dos Vinhedos, é o Nani, me entreia Lu e eu, é o melhor restaurante que já foi na nossa vida. Então a gente estava muito empolgado em voltar lá esse ano novamente, e esse ano eles estão com uma novidade, eles estavam com menu de 14 etapas. Carai. 14 pratos, obviamente quando é 14, não é 14 pratos, é 14 pratadas, né? A

lesão já está achando que é... 14 experimentações. Pouquinho, mas mesmo assim, relativamente generosas porções dos 14 pratos. Aí eu tirei uma foto do menu. O Michel está falando dos pratos e dando água na boca. Cara, não, esse restaurante é um absurdo. E olha que louco, esse restaurante, ele não é bem avaliado assim nos rankings, se você entrar no TripAdvisor, se você procurar melhores restaurantes de Bento com

Salves, você não acha Guri lá no topo. E é disparado, o melhor restaurante do Vale dos Vinheiros. Cara, a gente foi em 10 restaurantes. Eu não sei qual é o segundo, sei que o Guri é o melhor disparado, eu não conheço, não sei nem dizer qual é o segundo, de tão superior que é. Então eu quero o seu react aos 14 pratos, ver se você concorda ou não. Quer

que eu leia? Eu quero que você leia. Até por lesão, a lesão vai estar empolgada, ele quer saber os 14 pratos. Vou começar bem aqui para a lesão, vegetais... É o primeiro prato, vegetais. Não, eu estou usando vegetais tostados no forno, a lenha, azeite do pâmpago ucho e nozes. Então assim, o... E o lance desse restaurante é o menu confiança que eles falam, você não sabe o que vem no menu. Você

não sabe quais são os pratos, tem que... Eles perguntem alguma energia, se tem alguma restrição, não tem tão beleza. Então o que a gente gostava de brincar? O método... Ah, e olha que louco, dois anos atrás quando a gente foi nesse Guri, só estava aluíando o restaurante. O restaurante vazio, porque como a gente vai nesse período do ano, não é inverno ainda, não está lotado, vale dos vinhetas, está bem vazio. E

de novo nos anos, os únicos no jantar lá. Então a gente foi muito bem atendido novamente, abrirmos só para a gente. Então qualquer graça, o cara traz o prato, você come, conversa, fica aluío, eu debatendo. Aí o Métri Vim, o que vocês acham que era o prato? A gente conversava com o cara para ver se a gente adivinhava ou não. É,

que legal, é muito bom. Então vegetais tostados no forno, a lenha, noze, bêterraba, brócolis tostado, pêche rei, criola, purê de couve e flor. Cara, esse peixinho, ele veio em uma postinha bem compridinha, não é um pedaço pequena, uma postinha bem bonita, eu não consegui identificar o peixe obviamente. Eu até pensei, por que você sabe que o bobo identificaria esse peixe? Não

sei se você conhece esse. Uma delícia, assim, macio, obviamente sem espinho nenhum, vem um purêzinho junto, o que quer? É, purê de couve e flor. Ah, alu identificou o purê de couve e flor, não identifiquei. Sabe aquele gostinho familiar, ela falou, couve e flor, nossa, é isso. Carane. Ravioli de lagosta. Ai. Velaut de lagosta, pickles de funcho, camarão e úmita. Calma, calma lá, mas você misturou

as coisas, são duas coisas diferentes, não? Ah, não, o camarão úmita é o próximo, foi mal. Então primeiro teve ravioli de lagosta. Eu obviamente não identifiquei a lagosta. Eu não contei porque ela estava dentro do ravioli. É, não, é difícil. Eu abri o ravioli, eu identifiquei a riquotinha que vinha junto, mas se eu mentir alguma proteína ali, eu até achei que na verdade era um ravioli

vegetariano. É. Pô, porque como eu sou ruim de frutos do mar, não identifiquei o gosto da lagosta, nem a look, que ela gosta pra caramba, não identifiquei o gosto de carne, talvez isso seja um prato vegetariano. Aí quando eu quero ver falar ravioli de lagosta, eu falei, caralho, vocês mandaram muito bem, eu não, uma delícia, não identifiquei nada. Esse camarãozinho, vocês iam morrer, velho. Vem um camarãozinho assim,

gigantesco, como é o nome do prato? Camarão úmita. Úmita, úmita, úmita aquele recheio de milho, muito famoso que vem nas empanadas argentinas. Que a maioria das pessoas, quem vai na Argentina, gosta muito das empanadas de úmita, dizem que é melhor. Então vem esse camarão ali tostadinho na brasa, que assim, não dá nem pra descrever, eu não sou fã de camarão, e assim, o negócio explode na sua

boca. E a úmita ali, um negócio de milho, cara, inacreditável essa combinação. Prudo de cordeiro, galeto no forno, a lenha, creme de cebola, tomate fermentado. É, cara, quando vem o cordeiro, o cordeiro vem tipo... Aí fudeu, né? Uma postinha assim, um filezinho dele redondinho, como se fosse um filezinho mion, assim, baixinho, lindíssimo,

coisa mais... Ah, esse eu identifiquei, né? E assim, esse era um cordeiro tão leve, que o cordeiro tem que lhe gostar meio forte. Muitas pessoas nem gostam. Gosto de bicho. Cara, ele tava... O lance desse restaurante, eles pegam tudo localmente. Então eles tentam fazer aquela parada do gado, que é alimentado de forma ética, que é tratado de forma ética. Sei lá qual é que desse

cordeiro, o quão bem tratado ele era. Mas ele era o cordeiro mais leve que eu já senti na minha vida, que eu fiquei na dúvida se era cordeiro. Você ficou cara endiveado? Sabe? Alesão. Alesão. Não, de verdade, eu falei, putz, aqui pode ser aquele vênice, que é cara endiveado. Mas não, era um cordeirinho delícia. Boa. Eu queria só fazer uma observação aqui que é o seguinte. Ravioli

de lagosta, voltando aqui. Eu sou uma pessoa chata com lagosta de creminho de lagosta, eu acho que lagostam um negócio tão gostoso que eu desperdice fazer isso. Por que que eu estou falando isso? Porque agora vem empanada. Pra mim, empanada também é uma comida superestimada. Não, depende. Eu empanada pra mim, eu acho bem sem graça. Mas você já comeu... Comem tudo que é lugar, comem na Argentina, a puta que pariu. Pra

mim, a Argentina é um absurdo. É bem minha bomba. Empanada mendocina. Lhajawá. Não me lembro que eu quero recheio disso aí. Mas tá muito bom. Tonodelkyanthi. O que eu couve na parrilha. Cara, esse arroz de pato foi muito louco. Delícia. Porque o pato estava bem pequenininho assim, como se fosse uns baconzinhos. E eu não identifiquei. Não identifiquei o pato também. Mas era um negócio absurdamente delicioso. Torteline

de sangue. Esse aqui é o que tem a mursigia. Esse é o torteline de mursigia. Quando eu peguei o torteline, a primeira coisa que eu faço é eu abrir pra ver o recheio. Aí ele vazou o negócio vermelho numa textura de geleia. Inclusive, achei que era uma geleia. Nunca passou pela minha cabeça que seria mursigia. Eu não gosto de mursigia. Só que estava doce. É, por isso que eu achei que era geleia. Tem

textura de geleia, vermelhinho, é docinho. Deve ser um torteline de, sei lá, de morango. Sei lá o que que era. Quando o cara falou que era um torteline de mursigia, foi cara pela primeira vez na vida comi um negócio de mursigia que não era nojento. Eu posso usar mursigia pra você? Não, eu preciso, obrigado. Eu gosto. Porque eu tenho a mursigia doce, eu posso comprar a mursigia doce. Ele

falou que eles entucham açúcar na mursigia. Mas tem a doce tradicional. Cordeiro criado a pasto. Cabotia mostarda. Pipoca de arroz. Ah não, esse que era o filézinho de cordeiro. Esse que era o que era o que era o que era uma delícia. Bife ancho de angus criado a pasto. Cara, esse foi o último prato salgado. Quando chegou o ancho. A gente identificou o ancho, obviamente. Aí vem dois filetão de ancho,

cara. Mas aí, até então, você tá comendo postãozinhos pequenos, mas beleza, são 14 pratos. Quando chegou no ancho foi, uff! Agora eu senti. Agora fiquei bem satisfeito. Bem satisfeito. E ainda acho que tem duas ou três sobremesas, né? É, tem a torta rogél, massacinas no forno de barro, doce de leite e merengue. Esse do doce de leite, você ia morrer, velho. Aí tem na maleca de camomila, maçã, cuques e abacaxi.

Carai, hein, velho? E aí, a chefe, no final, trouxe uma sobremesa extra, porque ela ficou sabendo, cara, a nossa lua de mel, ela trouxe um bolinho essa lá pra gente de sobremesa. Aí que dá hora. O Guri, é um projeto que busca resgatar receitas e ingredientes e técnicas de coxão tradicionais dos pampas gauchos. Valoriza e defende a gastronomia deste povo aguerrido, bravo e cheio de virtudes. O

gaúcho é orgulhoso, né? Nossos pratos são feitos no instalar da lenha e no calor da brasa. Isso que é legal. Tudo beijo fogo. Seja na panilha, diretamente no fogo ou no forno na lenha. Aqui bem gaúcho, ó. Tu comeste uma comida artesanal, sem nenhum condimento industrializado. Possuímos uma horta em constante ampliação. Queremos ingredientes cada vez mais frescos, livres de venenos e químicos. E

assim, valor. Melhor nem falar valor. É caro pra caralho. Acho que assim, existem coisas. Existem coisas. Mas você que é no site, assim, e no site isso, você pode pagar mais barato, pegando... E eles têm algumas opções. Coupon. Não. Você pode fazer o de 8 passos, é mais barato. Ah, sim. E você pode fazer o menu degustação armonizado com vinho, que é mais caro. A gente não fez. A

gente pegou 2 tassinhos de vinho pra economizar. Não, mas isso aí é o que eu ia falar. Acho que é experiência. Isso. Existem experiência. Uma coisa aí, comendo em um restaurante, é nós. Outra coisa, você se propôra pro sul, fazer um passeio com a sua esposa, marido, qualquer coisa aí, tipo, puta, vamos comer e fazer uma experiência de degustativa, tá? Não tem preço. Não tem preço. É o negócio também, que a

gente tá se programando há muito tempo. É, claro. Como eu disse, é o melhor restaurante que já foi na nossa vida, e essa refeição se superou, aqui a gente achava que era melhor, então essa agora foi ainda melhor que a primeira vez. Então, assim, por mais ser um absurdo de cara, no final das contas, você não fica aquele puta peso na consciência, porque é o que

você tá falando. Você tá falando de Lua de Mel, é um lugar longe de São Paulo, longe de casa, que eu provavelmente nunca mais vou voltar na minha vida, não sei quando vou voltar lá de novo. É uma memória que não se apagará da sua mente. Jamais, jamais. Então

não valeu a pena demais, cara. Então quem for ao Vale dos Vinheiros, eu recomendo, aí salva um dinheirinho, pesquisa o Guri restaurante, vai lá que você não vai se arrepender, é maravilhoso. Não conheço o chefe, não tem nada a ver, não tem absolutamente nenhum interesse próprio em divulgar esse restaurante, apenas o fato de ele ter sido o melhor restaurante na minha vida. Só por isso que eu tô falando

dele. Muito bom, parabéns, meixarocas. Se você seja muito feliz. Muito obrigado. Você e a Lua, todos nós que estamos agora vendo, escutando, desejamos muitas felicidades, muitas energias boas. E que venha aquele pequeno Michelzinho. Não virar. É oco, Michel é oco, gente. Inclusive, isso foi um assunto que é contra também em uma das degustações divinhas que a gente fez. Ah, sempre, né? Casou tem que ter filho. Nessa

nós estávamos em três casais, né? Aí o cara, vocês queriam que eu casar? Que bonitinho. Olha que vai ter filho. Espera até ter filho. Não vai ter filho. Ah, mas é que vocês estão falando isso agora. Não, não se preocupa. Não vai ter filho. Não é questão do momento. A gente não tem plano de ser. Você explicou que você é oco? Eu não precisei explicar, mas assim, é legal ver a reação das pessoas, as

pessoas ficam chocadas. Como assim mesmo? Mas é um paradigma, né? A pessoa, o casal que opta em não ter filhos, né? Mas eu acho que isso é importante, cara. Se você, eu sempre falo isso para o Michel. Se você é uma pessoa que tem na sua cabeça, eu não quero ter filho, eu sou esposa, não quero ter filho, não tenho filho. Porque aí você tem filho e vai odiar seu filho. Não tem filho. Não,

não, não. Não acho que isso seria uma situação de pateira. Ah, mas eu acho que existem muitas pessoas que têm filho e não nasceu para isso. Mas muito merda. Não tem vocação, entendeu? E tipo, não quis ter, teve, aí é isso. E essa foi uma conversa que a Luí eu tivemos muito cedo no nosso

relacionamento, que partiu dela na verdade. Eu não queria ter filho, mas eu não trouxe esse assunto tão cedo, porque eu falei, porque eu aguanto de delicado. Então quando ela falou que ela não queria ter filho, eu falei, puta, que bom, estamos 100 % de sintonia, eu também não quero. Aí ela, nossa, que bom, porque assim, ela nunca tinha encontrado também alguém que não queria, e eu nunca

tinha encontrado alguém que não queria. Então, a primeira vez isso acontece na minha vida. Mas, porém, entretanto, você seria uns bons pais. Eu falo isso para ela, a gente... Você fala isso para ela? Eu falo isso para ela, eu falo isso para ela. Daqui a um ano a gente volta a falar. Vamos de nerdice agora? Cara, vamos de nerdice, porque semana passada eu fiz um breve testemunhau aqui de

replay. Um testemunhau muito equivocado. Então, eu queria... Eu queria... Eu queria... Eu queria voltar a esse assunto, porque replay, ele, eu acho que traz aquela coisa que você precisa da tempo a série. Você não pode... É que nem Breaking Bad, você não pode... Todo mundo fala bem e tal, tal, tal, tal. Aí você vê o primeiro segundo, você fala... Replay

para mim, para mim, para mim. Quando eu comecei a assistir, toda aquela primeira parte ali de mostrar... Contestualizando quem que é o replay, né? Que ele é um cara que mora mal, que é meio fudido, que é golpista, que engana as pessoas ali com um esqueminha de ligar, fala que o cara não pagou o negócio, manda o cheque para... Toda essa primeira parte ali me deu muito sono e as duas

vezes que eu fui assistir, eu dormi. Mas aí, eu continuei assistindo e eu fui sendo surpreendido pela história. E, no paralelo a isso, eu fui influenciado pelo nosso influenciador, Michel Arouca, porque ele começou a trazer... A gente gravou o vídeo de replay e ele começou a trazer pontos de vídeos interessantes ali do cara

que escreveu, que dirigiu e tudo. E eu comecei a dar muito mais... Não é valor para a série, porque a série de cara você já dá valor para ela. Você vê que tem um puta cuidado, que ela é muito bonita, fotografia e tudo mais. Mas acho que a principal coisa é que o diretor falou. Essa não é uma série que eu quero fazer com pressa. É para ser uma coisa bem

lenta mesmo e tudo. Você sabendo disso, desse ponto de vista do diretor, você já vai também ver com um pouco mais de paciência. Porque é isso, ela é uma excelente série. Eu estava com a Sabrina e falei, vamos assistir uma coisa que eu queria dormir? Eu falei, tem uma excelente série para você dormir. Soninho gostoso. Coloquei ela dormir gostosinha e depois ela falou, realmente,

a série é bem boa, mas eu dormi gostosinha. Então, assim, eu acho que é uma série muito linda. A gente sempre fala que quem estuda cinema, quem gosta é uma série prato cheio. Porque o Michel trouxe esse negócio também de, olha quantos takes tem aqui. E assim, quando eu estava

assistindo, eu assisti sem esse olhar e olhando. Eu falei, caralho, Michel, realmente tem, tipo, em 40 segundos ali um clipe que ele selecionou, não sei quantos cortes de cena, e corta para cá e vai para lá e vem para cá. Eu falei, caralho, velho, que absurdo. Tipo, é muito absurdo. Porque o Michel estava falando, cara, o quão complicado é fazer isso? Eu falei, é complicado para caralho. Porque a gente vai fazer um

trabalhinho qualquer. Que a gente está com a câmera apontada para cá. Demora lá uma hora e meia, duas horas para montar esse cenário. Aí o cara fala, puta, agora eu quero um shot com a câmera para lá. Você tem que mudar tudo, tem que mudar a luz, tem que mudar o posicionamento das coisas, você tem que ver como é que fica, botar torre, tirar torre. Faz de novo, muda, a luz do

sol já mudou, já mudou tudo de novo. Então, assim, é uma logística absurda, cara. E a série se propõe a ter todos esses enquadramentos. Eu estava falando para você, né? Eu falei para a Sal, falei, meu, essa é uma série que se você pausar, em qualquer momento, você pausa, é uma fotografia. É lindíssima. Você pode tirar um print em

quadrar. Porque é lindo, cara. O Bobu está falando do vídeo que a gente soltou no Serimaníacos na segunda -feira, que tem essa análise mais completa. Você assistiu o filme de 99 com o Mademon? Cara, eu assisti, mas eu não lembro. Você não lembra de nada. Para quem não sabe, é Tom Ripley, é a história desse golpista, que ele é contratado pelo pai de um amigo dele, para ir até Itália e trazer o filho de

volta ao Itália. O filho está lá, ele tem aquela mesada, é o filho Henrico, o Tom Ripley é o menino fudido, golpista de Nova Iorque, e ele tem essa oportunidade de ir para Itália, para trazer um rapaz que ele conheceu, ele nem é tão próximo do rapaz assim, de volta para os Estados Unidos, porque a família dele tem essa estaleira de construção de barco, é uma família muito rica, e o menino está lá

na Itália, no Bembão, tirando um ano sabate, querendo ser pintor, vindo picaço, namorando, e não quer nada com a vida, e o pai falou, preciso que o Dick, que é meu filho, volte para cuidar dos negócios da família. Então, vá lá você, já aquele novo meu pai, ela vai você que é amigo dele, de faculdade,

e convence -lhe a voltar. Só que o pai do menino mal sabia que estava contratando o Tom Ripley, que é um puta do tipo pata do Pará. Só que ele é um cara muito sofisticado, é um cara muito charmoso. É

muito sinistro, né? É muito legal, então, o filme de 99 com Mademois, eu amo esse filme, eu adoro, eu acho que o Joe de Loth é lindíssimo, como Dick, eu acho que é Gwyneth Paltrow, com uma margem está muito bem, o Felipe Seymour Hofferman como Freddy está muito bom, e essa minissérie da Netflix de 8 episódios, ela reconta a mesma história baseada no

livro original, que lançado nos anos 50. Só que é isso, a diferença é que agora você tem 8 horas para contar a mesma história, com uma visão muito diferenciada do diretor, e tem um ângulo, que eu nem mencionei no vídeo, para não dar muito spoiler, que é o ângulo do Caravaggio. Ah, então, eu vi isso. Isso é o de cabeça do Steven Zaylian, que é o diretor roteirista da minissar da

Netflix. Pô, é um cara que ganhou Oscar por a lista de Schingler, ele fez The Night Off, The HBO, um cara muito tão... É um tesão, cara, sériezinha escondida na HBO Max. The Night Off. Puta série da O, minissérie, né? Assim, foda. Demais, demais. E aí ele trouxe todo esse ângulo, essa comparação que ele fez, e cara, essa

minissérie, ela é uma propaganda da Itália. Eu queria até ver uma coisa, como é o nome do artista? Caravaggio, deixa eu ver. Você fica babando em ver cada cantinho que eles visitam

na Itália, a fotografia que é usada... Então, o fato de ser preto e branco, que é um negócio que eu sei que afugenta muitas pessoas, assusta, dá preguiça, é um negócio que quando você assiste, e você conhece as intenções do diretor, você fala, cara,

faz todo sentido ser preto e branco. E a série é tão linda, é tão maravilhosa, o trabalho de fotografia que eles fazem, como é preto e branco, eles precisam brincar muito com o negócio

de sombra. Luz isso. Tem uma cena, acho que, no último episódio, no período último episódio, que o próprio Ripley, ele dá uma fastada assim no abajur, para ficar mais sombra no rosto dele, que ele quer dar mais escondido, ele precisa ficar estrategicamente meio

escondido, da pessoa que ele vai conversar. Só que, assim, é muito louco porque ele não está se vendo, ele não consegue ver que a sombra está ficando no rosto dele, não tem um espelho ali na frente. Então, ele está fazendo para a gente, é como se fosse o fotógrafo da série, ele fala, deixa mais para cá o abajur, porque vai marcar melhor o... Cara, é maravilhoso. Você vai pidar quando chegar nesse vídeo. É

maravilhoso, cara, é isso aí. Porque não é só um filme, uma série preto e branco, tem um trabalho de contraste, de... dessas sombras ao tempo inteiro, cara. Eu estava falando com Michel, outra coisa que eu percebi, que eu estou no quarto episódio. Ele tem alguma... tem alguma parada com escada. Eu quero pesquisar depois... Depois você falou isso, homem.

Depois eu quero pesquisar qual que é a da escada, porque toda hora mostra escada, toda hora ele está subindo a escada, então eu queria entender qual que é a relação dessa escada com o personagem, com a minissérie. Mas é isso, cara, é uma aula de tudo ali, de interpretação, de fotografia, de contar história. Então, ele, cara... Assim, eu acho esse personagem muito bem representado por ele, porque em vários

momentos, ele não fala. É, é bem interpretativo. Ele apenas olha, ele apenas para, a câmera para nele, e ele dá um texto, ele dá alguma coisa ali, tipo... Você precisa ir em tal lugar, e para e fica olhando. Com aquela cara blazer, com aquela cara de assassino, de psicopata, que você fica incomodado, cara, você fica caralho, esse cara é muito

louco, velho. E eu estava falando com Michel, eu ainda tenho essa sensação da série, de que toda hora ele se coloca em situações, a série te põe em elementos, ele vai ser pego, ele está se colocando... Ele está sem... A série não tem pressa, então ele também não tem pressa. Dando ele está ali fazendo uma coisa, ele está ali experimentando a roupa do Dick. Caralho, ele já põe a roupa, tira,

guarda, você já experimentou? Não, ele põe, ele começa a interpretar, aí ele põe outra coisa, aí ele vai mexer na gaveta. Caralho, o tempo passando, você é meu Deus, velho, você vai ser pego, é óbvio. Então, assim, toda hora a série tem esses elementos, de tipo, meu Deus, acelera, né, cara? É muito... Realmente, assim, não se deixe levar pelo não ritmo da série,

não se deixe... Eu fui influenciado e ver essa série, tipo, vou ver a série naquele estado rápido, essa coisa imediativa que a gente está acostumado, celular... Cara, não é... A série não é isso, cara. A série realmente é pra você sentar com a topoa quinha ali, e cara, degusta, com

calma, assiste com calma, você tem que... Você tem que se preparar pra ver os episódios da série, porque ela é uma série pra ver devagar, não é uma série pra... Não devia estar na Netflix, né? De ver se é Daydream, ou, por exemplo, um, por semana, sei lá, por um lado ela só existe porque está na Netflix. Então

aí essa... Essa é uma curiosidade que você trouxe no vídeo do Serimaníaca, que é muito legal, que era uma série que tava morta, e a Netflix, graças a Deus, ressuscitou ela. E queria mandar um recado para a Lesão, que tá falando que tá escasso de séries, a gente tem série boa, hein, Alesinha? É, cara... Caraca, eu comecei a assistir o nome episódio de showroom, pah, tá aqui, eu pariu, me chorou, e Invinci, pô, que

vocês não viram ainda. Eu tô indignado com o Invinci. E o quinto episódio de X -Men 97. Pelo amor de Deus, cara. Vai tomar no cu, Michel. O que que foi esse quinto episódio de X -Men 97, cara? Vai

tomar no cu, cara. Eu terminei o episódio, cara, eu não queria dar spoiler emocional pra vocês, mas eu... eu liguei o caps -lock, falei, vai tomar no cu esse quinto episódio de X -Men 97, e eu esperava uma reação igual de vocês, quando vocês assistiam, e ninguém me respondeu, fiquei carente de amiguinhos pra conversar de tipo, what the fuck, cara? Que coisa maravilhosa, velho, o

que que estão fazendo? A Disney, a Marvel, está fazendo o melhor produto delas em muito tempo, cara. Muito tempo. Puta que pariu, cara. X -Men 97 é a melhor coisa de Marvel em algum tempo, cara. Muito tempo, cara. Pelo menos dois anos, também. Nossa. Teve Guardiões 3, que é muito bom. Guardiões 3 é o... Desde Guardiões 3, tá, vai. Desde Guardiões 3. Teve nada também, né? X -Men 97. É bom, mas não tiro mérido, tá? É

a animação brilhante. Brilhante, cara. Brilhante. E eu não consigo pular abertura. Imagina, nisso não se faz. Eu não consigo pular abertura. Não pode, não pode pular abertura. É absurdo. Não, e toda vez tem que cantar, tem que se poupar, arrepiar. É muito demais, tá louco. Puta que pariu, cara. Exelente, Michel. Você sabe que eu tava lendo um artigo também, que as vozes da terceira temporada de Invincible já tá completo

já. Já fizeram toda a dublagem. Puta. Só sincronizar com a animação agora, tá lançando que vem. Invincible, Michel. Olha, animações assim imperdíveis, cara. O X -Men 97, Invincible, por que que você não assistiu ainda, cara? Eu tô trazado, neném. Vou assistir. Não, tô falando pra todo mundo, né? É só pra você. O X -Men 97 você viu, mas Invincible você tá errando o rude. Errando o rude. E você que não assistiu

ainda. Tá trazado que sou um também. Ah, não. É piada, né? Mas eu tava no Ludmelf. Ah, assistiu o Auzilador lá com a lesão também. Ah, é, Maratone. Eu tô nervosa, é bom demais. Porém, a série do momento, a série mais aclamada, Unânime, que todo mundo gostou, que foi uma grande surpresa e pegou a galera assim com... Pô, outra cabeça, foi Fallout. Falaut, tava esquecendo de Fallout.

Fallout chegou no Prime Video com todos os episódios disponíveis, todos os oito. Eu acho um erro, um ensano estratégico disponibilizado a temporada inteira. Essa era uma série perfeita pra gente ficar babando nela por dois meses e meio. Tem gancho todo o final de episódio, a gente ia ficar fazendo teoria e pirando. E

eu tô muito impressionado. Quando a gente recebeu os episódios com antecedência, e eu fiquei... e a gente notou que era muito boa. Só que muitas vezes a gente acha que é bom, e o nosso gosto não bate com o povo e foda. Se a gente faz o nosso vídeo,

nossa crítica é baseada no que a gente acha. Eu fiquei muito surpreso que Fallout não só agradou todos os fãs que não jogaram o jogo, mas os gamers da galera que gosta do jogo pirou também com a série. Você agradar fãs de videogame não existe. É chato. Não existe. É difícil. É difícil. E essa talvez seja a melhor adaptação de videogame de todos os tempos. Silêncio! Eu concordo! É muito foda, cara. Eu

concordo. Eu acho que ela supera The Last of Us. É que The Last of Us também. É muito poesia, é muito drama. É outro tipo de história. É outro tipo. Mas a gente não tem como não comparar porque a gente tá falando de dois universos apocalípticos. Claro, não tem como comparar, tá certo? Mas Fallout, Michel, acho que é

o que você tá falando. Cara, primeiro assim, acho que a Amazon Prime Video, Errofe, Errohude, poderia ter lançado dois episódios de uma vez, três episódios de uma vez, mas não tudo de uma vez. Porque isso é um erro estratégico, cara, de divulgação, de papo, de bus. Absurdo, cara. Esse é jornal de ontem. A gente fala isso aqui há anos. Desde que o derivado começou, essa coisa de solta tudo

de uma vez. Fallout, cara, era um oito semanas falando sobre essa série com o pau no teto, né? Você entendeu, né? Aí, o que acontece? Solta tudo, tem dois vídeos aí agora que vai bombar a semana e acabou. Já vamos pra próxima. Quando que vamos ter a próxima temporada? Quando o derivado saiu, o pau já tá velho. Já tá velho, exato. Poderia durar oito semanas aí tranquilamente, porque é uma

série, é a escaladinha, cara. É a escaladinha. A gente tá com uma sequência de séries aí, que é isso. Você assiste um, assiste dois, vai melhorando, vai melhorando, vai melhorando, você termina. Meu Deus, quero fazer uma tatuagem de Fallout, sabe? Tinha uma puta série da hora, cara. É uma série muito grandiosa, que ela foi filmada em várias locações do mundo. Os caras foram pro deserto, não sei da onde, grava isso. Eles

construíram cenários lindíssimos. Aqueles cenários dos Volts de Fili, né? Eles fizeram uma cidade cenográfica lá também. É maravilhoso. Aquela é uma fortuna inimaginável. Não tem assim. Tem bastante efeitos visuais, tem bastante croma que tem. Mas o que eles fizeram com os cenários físicos é um absurdo. Eu acho que finalmente, o Jonathan Nolan e Elisa Joy vão ter uma vitória. É. Eles estão usando uma

vitória, sabe? Eles não conseguiram terminar o final do mundo. Já tem. Eles tiveram o... Preféricos cancelados na primeira temporada. E com Fallout, o Prime Video tem nas mãos, cara. Uma franquia assim de puro ouro. É. Porque isso aqui dá pra durar muito tempo. Essa é uma série... Esse universo é muito rico. O que tem de pergunta que a gente nem foi respondida ainda nesses oito episódios,

dá pra explorar, é inacreditável. É um universo riquíssimo. A narrativa que eles construíram, pra onde a gente vai agora, cara. Faz o resumido que está até a história pra quem não viu. É, então. Eu queria dividir aqui em duas partes, até pedir pro Joãozinho colocar aqui a minutagem com e sem spoilers. Porque eu acho que daqui pra frente a gente pode trazer os spoilers, né? O

que você tá falando? Que a gente tá espolando em tudo até agora? Não deu nada. A gente falou só por cima. É? Eu tô acostumado a não me preocupar com spoilers. Não. É porque assim, eu queria falar do... Legal você fez. É, eu queria falar do último episódio agora. Tá. Porque eu achei muito legal como a série teve um talento em nos apresentar personagens. O primeiro episódio deixa

muito claro, né? Porque ele primeiro coloca o personagem da menina, depois do cara lá que ele tá treinando pra ser vassá -lo do robôzão, lá e tudo mais. Então ele vai apresentando os caras, né? Toma esse aqui, toma esse aqui, toma esse aqui, o Gu, né? Depois pra no final a gente ter esses personagens reunidos. E a gente entender pra onde vai cada um. Porque a menina, esqueci os nomes já. Tá. A menina? Lucy.

A Lucy. Ficou com o Gu. Né? Tipo, ficou com o Gu assim. Eles vão juntos na jornada de tipo, ali entender o que o pai dela é um filho da puta. Ela vai entender todo o contexto da empresa e tal agora nesse... Gu, o melhor personagem? É claro. Melhor personagem. O Alton Goggins, cara, nasceu fazer esse cara. Nasceu. Nasceu. Centenário do Apocalipse, né? Nasceu. Esse mano, eu conheci ele em The Shield. Primeira

série que eu vi com ele foi The Shield. Ele era muito bom em The Shield, depois ele fez Justify. E esse cara, ele sempre, ele tá nessa pegada também de fazer coisinhas de Velho Oeste. A gente falou isso no vídeo, né? Ele fez dois filmes do Tarantino de Velho Oeste, agora ele é um pistoleiro do Apocalipse. Ele é perfeito nesse papel. Eu ia amar entrevistar esse cara. Que

cara maravilhoso, que bom ator, cara. Bom ator, ele traz esse peso do faroeste, a minha voz dele. A maquiagem tá muito boa também. A maquiagem tá perfeita, cara. Então assim, a gente tem os dois se unindo ali pra em busca do pai dela lá e... fazer o que tem que fazer, porque também que a família dele que tá lá, Bernardo e tudo mais. E

é legal porque a gente tem o Titan, né? O cara lá que vestiu o Robozão lá, tudo com a Lucy. E no fim eles viraram meio que um casal. Eles se apaixonaram, eles criaram. Só que agora tem um dilema. Porque ele vai se tornar um líder, entendeu? Em busca. Então eles vão se tornar pessoas opostas. Então eles se amam, mas eles vão ter que ser inimigos. É verdade. Ele vai escolher o lado do

poder, das coisas que ele buscou a vida inteira. Mas ele tem esse conflito porque ele também ama ela. Ele gosta dela, ele se apegou a ela, tudo. Mas eles vão ter que ser inimigos. Caralho, velho. Olha que construção foda, porque ele apresentou todas os personagens. Fez a gente se apegar a esses três personagens. E criou esse conflito agora.

E aproveitando a parte de spoilers, uma das respostas que não foi dada no final do episódio é como a Moldover tava viva até hoje. A gente entende como o pai da Luz tava vivo. Ele tava lá, ficou naquelas câmaras de resfriamento, congelado por muito tempo. Ela, eu acho que é clone. Inclusive eu acho que a Moldover volta pra segunda temporada. Acho

que ele é uma parada de clone. Olha, ela tem uma tecnologia ali, uma tecnologia científica, né? Alguma coisa que ela consegue... Você consegue se manter por tantos anos. E vou falar um negócio pra você, cara. O que essa série me lembrou de Westworld é inacreditável. Cara, e você falou... A corrida pela imortalidade, a trilha sonora do mesmo compositor, a litença... O personagem do pistoleiro, ele e o Willian são muito

parecidos. Os caras que sabem como é que joga o jogo ali naquele mundo devastador. É verdade. É um tesão os paralelos com Westworld, cara. Eu não consegui fazer essa leitura, mas agora você tá falando do Willian, do Google ali, faz sentido. Cara, é assim, fantástico, cara. Fantástico série maravilhosa, nota dez de dez, assim. O segundo episódio eu fiquei na dúvida se ia gostar. Tive uma na cena do urso lá,

né? Não, do urso, mas teve algumas coisas. Qual urso que te incomodou? Você gostou do... Quando eu vi que era o Michael Rappaport, naquele segundo episódio, e o Jonathan Nolan deixou ele falar igual a Rappaport fala na material. Sim, sim. E o foco, e o foco. Eu falei pra você, eu falei, ó, tem uma participação no segundo, você vai adorar, cara. E é louco, né? Porque você tem a critar, então, né? Ponto

do negócio, taus, o que é lá. E o cara falando, dando risada, e aquela voz erona, cara, na hora que tirou o capacete, cara, bom bostão lá dentro, não, você ri mim no segundo, você foi, claro, um bosta dentro da merda robô, cara, é um lixo de pessoa ali dentro, que bosta, né, que decepção. Caralho, muito bom, cara. Vai ter a série pra mim vídeo, muito obrigado, vocês

arrasaram. Eu até tava fazendo uma análise que talvez Fallout seja uma franquia mais valiosa pra mim vídeo do que a Nerd Poder, cara. Quando você começou falar desse frisson que virou o Fallout, onde você tem uma mid -spontane, um boca a boca absurdo rolando, porque todas as pessoas que eu escuto falando de Fallout é positiva, não tem ninguém. Eu acho que esse era os... esse, isso era o que eles queriam e esperavam do A

Nerd Poder, cara. Sem dúvida. E acho que todo investimento, toda energia que foi gasta, que aconteceu com The Boys também. Que aconteceu com The Boys também, né, cara. E por isso que eu acho que foi um pecado, assim, talvez eles tenham soltado os 8 episódios, eles não esperavam que essa série ia ser tudo isso. Não sei, não sei qual que foi a estratégia. Uma série bem cara. Mas, é, eu acho que a série

não custou menos que 300 milhões. Cara, ela é... a gente volta a comparação. Pra mim, ela é muito mais grandiosa que The Last of Us. Eu acho que The Last of Us tem um carinha muito bem feita, foda. Mas Fallout é maior. É maior, mas grandioso. Você olha pra Fallout, você fala, caralho, é... tem muito mais. Outra coisa que o prêmio vídeo não fez que eu senti falta é entrevistas. É verdade. Como

é que não tem entrevista? Porque não tem entrevista com o Elenco, com o Jonathan Nolan, nem que seja por Zoom, sabe? Eu vi que eles levaram pessoas pra premiere do... no Texas, que eles exibiram lá no SXSW. Ninguém entrevistou. Levaram pessoas pra premiere em Londres, ninguém entrevistou. Não tem entrevista de Zoom. Porque não tem entrevista nesse povo, velho. E a gente ajudava pra caramba divulgar a organização. Eu

ajudava pra caramba. Eu ajudava pra caramba. Eu entendia uma pena, cara. Mas se fizeram uma campanha bem boa na TV, né? Que tinha o Life, ficou... Enveloparam o Metróleo de São Paulo. Pegaram vários influenciadores também, pegaram a Nicole Bols pra fazer propaganda. Vou mostrar a casa dela como se fosse um volte. A Nive, que é gamer famosa. Que mais fez? O Load, né? O

Load, Samir do Vanda fez também. Então assim, eles pegaram uma galera boa pra divulgar. Faltou nós, né? Não, mas aí eles pegaram gente muito com milhões de subversos. Não tem problema. Não é sobre isso, me chorou. Mas eu diria que o vídeo no YouTube, com mais views, um dos com mais views, outro ser maníaco. É, eu tô falando. Isso aí. E aí, mais alguma coisinha? Vai ser o derivado do Pocket mesmo? Cara,

eu acho que pode ser o Pocket. Eu só... Eu tô satisfeito, como gosto de falar no restaurante. Quando o Garçon vem, estou satisfeito. Eu falo, estou satisfeito. Eu acho que a gente tem bons pratos aqui, já que o Beto gosta de falar que a gente tá copiando o dono da verdade com umas coisas aqui. Então eu estou satisfeito com nossos pratos de hoje. Tá? Queria mandar um beijo. Grande beijo pro nosso amigo Ale

Bonfa. A Lezinha e Bonfa faz muita falta. Desanima fazer o derivado do Caste. Não, mas hoje eu tô animado. Eu gosto com a Lezinha. Quando termina o derivado, ele vem, cara, sabe uma coisa que é muito boa. E ele adora que faça a voz do Mickey quando eu mito ele. Uma coisa que eu acho muito bom é ver o derivado do Caste como uma pessoa da audiência. Ele sempre fala isso. Ele

vai ficar triste que é curtinho só, né? Não, fica não. É gostoso. Assim, fica aquele gostinho de que é o mais pra ser marquisei. Desan, Desan e Marcelão lá no Rio de Janeiro. Trabalhando. Então, em evento. Trabalho da Leva, de falar. Só a esposa dele acredita nesses papo dele. Trabalho. Beijo.

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