Senhoras e senhores, começando o derivado cash dessa semana. É aqui a gente começando para vocês! Eu sou Alexandre Bofá, estou aqui com meus amiguinhos que vocês já conheçam. Eu falo isso. Eu estou começando por ele. O Ale, o Ale tem um peleio. É que assim, quando o Michel não vem, o Ale fica de noite pensando como é que vai ser, como é que ele vai abrir. Ele queria me passar o texto,
ele queria jogar a responsabilidade de mim. Eu falei, não, já é um peso muito grande se está sentado nessa cadeira. Eu comecei querendo trazer aqui aquela coisa de começando, o Din, ele já atropelou falando mais alto, você viu? Não, não, eu gosto de rotina. Eu adoro começar do mesmo jeito. Se nós pessoas não achar que tão não pode que isso é
errado. Então a gente não tem que fazer essa semana, Michel não está aqui, não vai ser do mesmo jeito. Então obrigado, gente, até a próxima. Todo jeito igual. Senhoras e senhores, com vocês, Din e o Lima do Chico. Ah, yeah! Vubu Weber, Weber não, Heather, não, Elder. Nossa, cara, agora você revelou meu nome, que só meu pai fala, vocês e Michel ficam
me chamando assim. A gente tem o Din aqui no Derivado Cast já pela vigésima vez, né, Din? Muitos anos, são muito anos. Só que a gente está numa reenvenção do Din, ele vem se reinventando, a gente está sempre vendo o Din trazendo assim, uma nova roupagem. É mesmo, cara, você me acompanha, que legal. É,
eu, eu acompanho os anéis. Eu queria, inclusive, Vubu, antes de mais nada, trazer uma curiosidade que eu descobri do Din recentemente. Ô, cara, ele está insistindo nesse texto aí faz uma semana. O placar, o placara, que já está tipo, a lesão, cortou o Vubu 10, o Vubu cortou 1, né, olha. Essa semana eu não teve o Josinho com a faca, mano. Eu pedi licença, se você me permisse, Vubu, eu gostaria de contar uma história do
Din, antes que eu descobri. E todo mundo poderia ter percebido isso, porque ele colocou nas redes dele. O Din. O programa do Faustão agora, fazer o Din chorar, que é o Vivo. O Vivo Confidencial. Ah, na verdade, eu vou tirar um salro dele. Descobrimos que o Din é um vampiro. De energia? Ou a Ui do Indoché, não.
TGIF? Cara, o Din botou uma foto, ele com os primos dele, tipo, assim, nos 25 anos atrás, ele está exatamente igual, ele está hoje, e os primos com os 15 anos de idade. Ah, beleza. E agora o Din está ele com os primos junto, que está exatamente do mesmo jeito. Então, eu acho que o Din, ou ele nasceu velho, ou é tipo, um beijo à mim banta, que está voltando, ou ele é um vampiro. Cara,
sabe como é que... É só porque você está... Ele está querendo dizer que eu tenho uma pele boa. É isso que ele está querendo dizer. Não sei se é isso que ele está querendo dizer. Isso é... Chama isso quem quer. Pela risada do Ali, eu não acho que é o que ele está querendo dizer, não. Mas você entendeu isso, que bom para você. Não, mas eu sou uma pessoa
jovem. Eu sei. Quando eu falo à minha idade, as pessoas falam, não parece que você tem essa idade. Ou eu vou dizer que você não tem nem 40? Calma, falta pouco, falta um mês. Falta um mês? Que dia você faz aniversário, Din? Dia 6 de maio, sou um bom taurino, que sempre está com fome e sempre tem razão. Você gosta de energético? Eu gosto. Você não dá tauros? Ah,
paga a nois. Não é bom? É, eu também sou taurino, então... São as melhores pessoas. Vamos tomar uma taurina junto. Exatamente. Gente, é um prazer estar aqui, antes de falar qualquer coisa. Primeiro, eu agradecer pelo convite. Vocês são muito importantes na minha vida. Eu sempre falo isso porque é de coração mesmo. Eu tenho poucos amigos na internet e esses dois caras
fazem parte desse rol seleto. Muito feliz também por estar no lugar de Michel Arouca hoje aqui. No caso, apenas nesse programa, o Mimmy, a gente pode falar que é onde está o Mimmy? Pode, claro. Vamos falar o Vendil de Póco. Aliás, esse é um programa que começa com... O Ralezão, ele me cortou. Eu não consegui falar. Agora ele me cortou porque eu estava aqui agradecendo. Eu
não consegui falar só na mamorra o Pagem. Você não conseguiu terminar o seu e ele já quis puxar o Vendil. Caralho, o alê está em uma ansiedade. Mas está em uma ansiedade. Caralho, caralho. O lance é o seguinte, o programa começa com o Vendil. Ah, mas eu estou entrandozinho ainda. Eu também quero fazer meu meninagem ao Michel, que é uma responsabilidade muito grande. Você está acertando esse lugar
aqui. Eu faço uma dajeira. Eu quero fazer o meu jabai, caralho. É, o jabado do Dinho. Porque o Dinho, agora você vê, trouxe o ovo dele para a gente poder... O ovo da Dreamfire. O Dinho se tornou o maior especialista do Brasil em Game of Thrones. Qual que é isso? Estou tentando. É isso, Alexandre Mofa. Eu acho que é o maior especialista. Vou tentar falando que é isso. Eu ainda acho que é Carol
More... Não, não, estou brincando. Eu também acho. Eu também. Carol, Mikão, um beijo para vocês. Inclusive, comecei a muito falar. Eu acho que nunca falei isso na internet. Comecei muito a falar de Game of Thrones na época lá em 2016. Inspirado nelas, é claro, porque elas trouxeram... Muita gente já tem uma geração, fãs de Carol e de Mikão falando de Game of Thrones. Mas
eu estou aí, já faz... Especificamente eu tenho um projeto que ele está no ar quando a temporada de House of the Dragon está disponível todos os episódios, semanalmente, que é o Domingote. Então, o Domingote está no ar todo domingo com os episódios. Acho legal nosso. Que é isso, cara. Gostou? Não fui o que inventei, não. Eu sei, já existiu. Eu aproprei. E aí virou um programa que é
a cobertura da temporada de House of the Dragon. Mas aí eu resolvi, acho que era sobre isso que você ia falar, que o X Mantega, o canal no YouTube, ele ganhou um subtítulo e virou o X Mantega para lá da muralha. O que isso significa? Que o canal no YouTube virou um canal só do mundo de
gelo e fogo criado por George Armart. Então lá tem Game of Thrones, House of the Dragon, Cavaleiro do Sete Reinos, eu falo um pouco dos livros também, tem várias dicas e ele é semanal. Então já faz um ano que todo domingo tem vídeo lá no canal só sobre o mundo de gelo e fogo. Então é por isso que eles estão falando... A já criatividade, endine. Cara, é... É um burro de Deus. Mas tem livro que não acaba,
né? Dá para ficar falando. Sim. Inclusive no casamento do Michel, na festinha lá, eu chamei o Jabá, grande Jabá, eu sou o vinte amigo, irmão. Foi um prazer conhecer ele também, Jabá, um grande abraço. Eu falei, Jabá, vem cá porque tem como estar acudinho, que o Jabá também é um grande Ele falou que me conhece, ele já falou nos vídeos. Grande entusiasta de Game of Thrones, de House of the
Dragon, tudo mais. Então hoje nós teremos aqui Dinho também para dar uma palhinha do que ele acha desses trailers que saíram, que a HBO acha muito legal esse negócio que eles fizeram, que foi o trailer dos negros e o trailer dos verdes, né? Então você tem que escutar o lado. Acho que a temporada vem muito nessa conversa de que lado
você vai escolher. Eu acho que eles vão meio que absorver esse lance hoje que a gente respira no nosso mundo de oposições e vão tentar fazer uma temporada com esse formato? É, na verdade eles estão deixando bem claro ali que você precisa fazer a sua escolha. É. Então isso foi genial. Inclusive me manda um abraço para o Rafa Espineli, que é nosso
amigo aqui. O Rafa que me mandou os trailers e ele já falou, cara, quero muito saber sua opinião, o que você achou. Tá me mandando, Vim. É porque ele sabe. Valeu, Vim, o Rafa. É porque você não falou. Eu não vou te falar com o especialista, sou eu. Ele mandou para mim. Humildade. Tá vendo? Jamais. Eu tô quieto aqui, depois você me cortou. Eu
tô bem quietinho aqui, deixa eu te falar, né? Que acabou de levar, você acabou de levar uma esprega aí, né? A Carol me cortou de um jeito, viu? Que nem a me canta. É. Talvez você merecesse, mas... Ooooooo! Derivado o cast, gente, começando para você. Agora chegamos. Olha aí. Fala aí, Chani Monf. O rô do Cameu se enxerou. Está começando, o derivadio já chegou. Agora sim. Tava tímido, tava tímido. Agora sim. Parece
que eu não venho. Depois a gente abria essa garrafa de Jack Daniels aqui, tomou esse golote... Não, foi antes, né? Tomou esse golote, deixou o alco bater. Bater. Já viu que o Alesinho tá meio pra lá do que pra cá? Vamos começar então com o nosso querido... Aruvêndias! Aruvêndias! Aruvêndias! Alexandre Bumpa. Vai, bubú. Isso, vai, bubú. Acho que nós temos que fazer um Aruvêndias especial, Michel
Aruca. Michel Aruca Venders. Porque nós tivemos eventos todos relacionados ao casamento do Chechel semana passada. E que todo mundo quer saber. Você sabe que o nome Aruvêndias inclusive vende Aruca Venders, né? A gente tinha o Aventures aí nessas... Deberia ser Aruca Adventures, né? Não
sei porque o bubú já emendou Aventures aí. Isso, de Arrêas Mentais que eu tenho, veio aí essa Aruvêndias que Aruca com Aventures, Aruvêndias que as aventuras. Aquela época que eu e bubú tínhamos ainda menos espaço no derivado, né? Exato. Era tipo assim. Michel Venders. O bloco de vidas pessoais era só do Chechel. Era só Michel Aruca. Eu fui agora indo pro Aruca Venders. Ele tem muito isso. Ele
estava vendo as locações de Game of Thrones. Toda semana ele tem um Aventura. Eu fui ver as gravações do Titanic. Eu fui no México. Eu estava lá no estúdio aquático. Aspargos. Aspargos não são bubú. Ah, não vendo? Aspargos sempre foram certas. Nossa, eles não esquecem além do aspargos. Jamais. Mas então nesta semana tivemos o update do
software de Michel Aruca. O que ele passou de solteiro para casado está com sua não mais noiva, mas sua esposa Lua em Lua de Mel. E mandando pauta pra gente. Não tá se mandou mesmo. Não, cara, o negócio é absurdo. Chegei lá primeiro dia lá no hotel, cinco estrelas, lá brilhando, comendo, como é que é? Ostras. Menú degustação de catorze passos e tá lá. Olha, alesão, bubo. Pauta relevante são essas aqui, viu. Eu
vou fumando as minhas. Olha, alesão. Eu não deveria estar travescerando aí, em vez de estar aqui mandando pauta pra gente. Travescerando ao chogo. Isso é muito orca -rólico, né? Vai fazer filho, né, no lauzarem. Ah, casou, pô, vai, vai aproveitar. Vamos pela ordem, bubo. Antes de casar, tem uma tradição secular que se chama despedida de solteiro. Você vai contar despedida. Você fizeram isso? Você
tá de sacanagem? Não tô sabendo não. Eu tenho um zero problema em falar sobre despedida de solteiro. Se você quiser falar sobre despedida de solteiro. Eu acho que não tem problema nenhum, porque mesmo porque a gente falou que ia ter. Cara, eu posso falar pra você? A gente tava na tal despedida de solteiro do Michel. A tal despedida. Que só... Não, porque assim, né? Michel criou grupo com os amigos
ali pra fazer a tal despedida. Você não é amigo, você é amigo. É, percebi, o que eu não fui chamado, valeu. Mas eu entendo, eu não ia também. Ah, não ia. Eu tô antisocial. Aí ele combinou lá, vamos lá, não sei o que, beleza. Cara, a hora que eu cheguei no lugar, parecia realmente que eu tinha entrado no Titanic, tá ligado? Assim, a menina mais jovem, acho que tinha uns 67. 69, quer dizer. Você
tá falando. Você tá falando sério? Sério? Sério. Isso não é fake, não? Não, cara. A banda era muito boa. A banda, o machista era um orque. E de verdade. Era um orque, de verdade. Eu vou te mostrar o... Isso era uma banda temática. É um orque. A banda, a banda temática. Era uma banda, não? Era uma banda tipo de Glen Rock, né, galera? Tudo que aquelas calças apertadas pra aparecer o saco, mesmo,
sabe? A gente teve uma foto lá com o Dario, que tá, ele com o saco do cara assim, postado. Mas tinha aqueles ventiladores que jogavam o cabelo do cara pra cima. Mas a banda era rock, e a gente curte, sabe? Grum, né? Rock é clássico. Rock é clássico. A cara é full fighters, cara. É coisa boa. Eu adoro full fighters, não toco full fighters. Lógico toco. Ah, eu fui embora. Ah,
buboa vergonha. Dá uma palinha aí, dá uma palinha daqui do... Não, eu tinha uma vez que a palina semana passada... Você sabe dessa? Semana passada é pra todo mundo. Não sei o que, eu toquei o Guaracosta. Bom de ove, eu toquei o Guaracosta. O Boa Leia falando que agora é bom de ove, o Michel virou pra ele e fala, canta ele. Andá, mandou o Guaracosta. Já ia mandar mais sacrifice. Mas eu já sei que não é. Também,
essa Creed. É Creed, pronto. É que toco isso aí, esse tipo de rock aí que vocês entendam. Você entendeu o que é full fighters, brincando nisso. Não, eu tendo que o Boa Leia não sabe nada de música, porque ele falou que era Glen, aí ele falou de full fighters. Não é Glen? Agora ele falou de Creed. Mas é Glen, os caras se falam de Javo. Glen Rock é aquele cara que se fantasia que nem o quis. Não,
é Glen Rock. Não tinha ninguém fantasiado que nem o quis. Twisted sister. Isso, Twisted sister. Poison, Motley Crew. Ela lembra o Jorvin no início de Jorvin. A calça tava de um jeito. Tava de um jeito. Entende. Lávamos no microfone. É, mas cara, vou te mandar as fotos, você vai ver. Você vai entender. Mas o som era diferente do que eles estavam fantasiados. Era
Creed. Era, mais ou menos Creed. O dono do Bar Lado, na forma do Charles Edward, para quem conhece, São Paulo. E o Bobo está tirando sarro, mas realmente é para um público mais maduro. Bem mais maduro. Eu me senti adolescente. Quem inventou essa? Chechel? Chechel tem um gosto musical bom. Ele é meio hemo, às vezes. Eu tinha falado da gente ir no Omalice. Que é um pub que não é hemo lá. Mas
não ia ter banda. Chechel falou que não ia ter banda, depois que trocou. Ele virou para mim, o que aconteceu? Chechel virou para mim e falou, cara, eu olhei o Omalice, a programação. Foi quinta -feira, sei lá. É DJ. Eu falei DJ no Omalice. Que coisa! Só faz muito tempo que eu não vou lá, cara. Cagar ou Omalice? Mas eu falei, cara, não é possível. Porque lá tem tipo três andares. Então
deve ser DJ no andar, banda no outro. Porque tem uma outra andar com sinuca, com pinball, com os negócios lá, com um dardo. Aí eu entrei no site e vi a programação. Ia ter uma banda. Só que essa banda parecia ser uma banda mais autoral, assim, de músicas próprias. Em vez de ser uma banda toda. Legal! Ah, legal! Mas assim, o Michel ficou meio assim, aí como eu tinha falado do Omalice, eu falei, ó cara, fica à
vontade. Eu falei do Omalice, mas eu tô sentindo uma vibe ruim. Não tô achando que... E outra, né, bubo? Se fosse ruim, eu compia a censura, né? Exato! Então, é pronto. Então, é por isso. Eu já tirei o meu corpo fora, falei ficar à vontade. Aí ele viu que a hora, eu falei, ó, que a hora é da hora. É da hora mesmo. É, já ouvi falar, famozinho, tal, podemos. E daí ele procurou esse e pela banda, ele chegou à
conclusão que ela seria legal. Pelas fotos, parecia ser um lugar muito bem ambientado ali pro negócio. E realmente, quando a gente chegou lá, o barar era muito bonito. A Lesão já deu aquela rasgada, já pegou o camarote, já comprou bebida pra comer. Adinha, deixa eu te explicar. Aí chega uma, ali a mulher falou, não, tem um lugar lá em cima, são os
melhores lugares, no corredor. Era tipo assim, duas mesinhas que dava o tamanho dessa bancada aqui, pra dez pessoas. Eu falei, cara, não vai dar, vai ficar ruim, mas já falou, não, vocês ficam de pé, a dinâmica do bar é diferente. Eu falei, e lá, pô, tinha um lugarzinho no final ali, poutronona, sofazão, sabe? Ah, não era ali? Cara, não, no começo não era. A gente ia ficar no corredor,
bubo. Sabe aquele corredor que tinha ali? Tá falando da escada? Era ali que a gente ia ficar. Meu Deus. Muito ruim, cara, tá louco. É horroroso. Não, eu falei, não, quero lá, mas lá tem uma consumação. Eu falei, mas quanto que é essa consumação? Eu falei, não, porra, é mil reais. Mentira. Por pessoa? Ela falou, não, mil reais de todo mundo. Eu falei, caralho, velho, é lógico, eu quero. Nossa, a mulher ficou trimpolgada,
já lançou. Eu sei que só quando o Dalio chegou, ela já mandou a garrafona de whisky, já foi quase os mil. Cara, eu vou falar, cara, foi um negócio muito legal. E aquele espaço, ele fez uma diferença enorme no evento da noite. E é, cara, a gente ia pra bagunça e depois voltava pro camarote. E o camarote era um espaço, cara, era um espaço gigante no camarote, que a gente podia ficar ali com o menor... O
rei do camarote. O rei do camarote. A lesão é o rei do camarote. E vou falar, meu bobo, é que você foi embora cedo, né? Era vergonhoso, o senhor, né? O seu primeiro é embora. Em uma meia noite. Na meia noite, tá louco. Mas você é um milagre, né? Você meia noite na rua? Então, obrigado. Por outro lado, eu fico feliz que depois de dez anos de amizade, é a primeira vez que saiu numa balada aí, o bobo, né? Sério?
Foi a primeira vez que a gente foi? Cara, a gente já foi numa balada antes? Não me recordo. Então, é tão louco. Começa a ser que isso tem uma balada, né? Ah, não, não. É uma balada mesmo. A balada de adulto. Então, a gente pegou, aí a gente... A balada de adulto. Cara, e a gente pegou, aí tava lá, e tava caro. Gostou, os bebemos, damos risada, fizemos uma piada ruim, essas coisas, tudo o que a gente faz. E
se tiver... Mas quando o bobo falou que ia embora, realmente deu aquele aperto no coração. Ah, foi assim? Já chorava? É, já tô chorando, por dentro. Só que eu vou ter que confessar uma coisa, quando deu ali mais... Eu tinha acordado três horas da manhã esse dia. Quando deu meia noite e meia? Quando deu duas e meia, duas e meia, quinze para as três, a lesão sentou naquele sofá e dormiu. Eu via sofá. Você
viu minha forma? Eu dormia ali, acho que uma meia hora, às quinze minuto, meia hora ali, cara, porque realmente eu tava no... Eu tava no bagaço. Mas cara, foi muito divertido, a gente deu muita risada, né, a lesão. Porque é isso, cara, a banda era muito boa, aí tinha um personagem na banda que a gente ficou falando que parecia um or, que parecia mesmo. Aquele ambiente ali, né, das pessoas bem velhas ali, se
divertindo e tal. As pessoas bem velhas. A gente rindo, se divertindo. Foi,
foi muito gostoso assim, tá, todo mundo feliz. E eu acho que o saldo é esse, tanto nessa despedida, nesse encontro de amigos do Michel, enquanto no encontro depois pós casado do Michel, eu senti, eu falei isso pra ele, eu falei, porra, eu senti uma coisa muito legal assim, de um círculo de amizade mesmo assim, uma energia boa dos amigos em volta, sabe, não é? É, porque o que o bolo tá
falando é que depois veio, né, boboa? Aí veio a festa no casamento, vamos dizer assim. Que foi no sábado, né? É, foi uma festa de casamento, mas não é que eles casaram, fizeram uma festa para mil pessoas. Na verdade, eles casaram no civil e fizeram só um encontrinho de amigos. Pô cara, mas é... Com os convidados. Eu gosto de chegar primeiro, porque as pessoas vão chegando e me comprimentando. Essa
eu cheguei por último. Nossa, mas viu isso. Aí eu já tava indo embora e ele aí ainda ficou bravo, tipo, mas eu já tava indo embora e falei, pô, mas você demorou quatro horas pra chegar, cara. É, pera lá, eu cheguei lá, eu cheguei três horas atrás. Eu abri o lugar, eu fui tipo assim, eu e Mariana chegamos e uns amigos da... É,
os familiares da luz. Da luz chegaram também. Aí depois eu cheguei e eu cheguei lá, era uma hora. A hora que eu falei que ia chegar para você, eu cheguei. Olha, chegou três horas depois. Porque tem os compromissos familiares no sábado e de manhã, né? Vocês comprem. Sim, não, tudo bem. Mas eu achei que o negócio ia realmente ir até de noite. E foi, né? Foi até de noite. Aí eu já não sei. É, foi embora mais cedo
também. Vocês foram embora mais cedo. Cara, mas é gostoso, a gente tava ali, teve uma puta numa cervejada. Bebemos, drink, gostoso, tava... O bar, inclusive, tá participando do concurso do Conquistro de Boteco. Sim, a gente experimentou o prato, inclusive. Mena, né? O nome lá do bar. Mena Gastrobar. Mena Gastrobar. Eu pedi o prato ali do... Mendu da Gustação aí do negócio, aí do alesão. Gostoso.
Tá, muito bom. Mas se eu fosse jurado, eu já tinha uma crítica. Porque veio um prato muito agradável, muito gostoso, para você comeceia pegando assim, era tipo um purezinho, com uma carne desfiada de panela, com um tempero, no seu... Puta, bem saboroso. Só que veio uma quantidade de pão que você comeia metade de tecma de pão. É,
é, no meu já mandaram dois. É que depois que você falou, eu pedi também, depois que você pediu, no meu já mandaram dois de um com um cilipão. Já chegou dois para o Alei, porque o bubu, o bubu ficou insatisfeito ali na hora, e ele mesmo já se manifestou. Então assim, ela trouxe... Você só o viu e já trouxe
dois. Ela trouxe, exato, antes do Ale chegar, ela já tinha trazido mais uma porção, porque a gente comeu junto ali o prato, então eu vi que chegou mais um pouco de pão. Mas tava muito bom, tava muito bom. A minha crítica nesse prato vai para outra pessoa, né? Meu filho Henrique. Por que? Ele comeu todo o miolo dos pães e largou sua casa. Ah, mas aí, né? O problema não é o Henrique.
O Henrique é uns pais. O Henrique chegou, aí a gente tinha pedido esse primeiro prato, a gente pediu uma porção de nachos com guacamole, e aí o Gil, Gil Gui, era o amigo do... O advogado, amigo do... O Guito? O Guito. O Guito. Guito, Guito. Guito, que isso, Ale? Desculpe, esse é o Gui. Sei lá, ele falou Gigi. Não, o Dr. Jorge. Dr. Jorge. O Dr. Jorge. Ele pediu uma porção de
faláfio. Aí o Henrique chegou, chegou com fome, porque o pai dele chegou às 4 da tarde. 3. Aí 3. Aí a criança já chegou com fome, aí a gente tinha ali uma porção de faláfio, ele pegou e ficou assim, no faláfio. Aí eu acho que ele ficou pensando que ou se era um quibe, ou se era um brigadeiro. Eu como, e mato minha fome, Exatamente. Aí, eu cometi o erro de falar
para a criança o que era. Aí ele já tava colocando na boca, e eu falei, Henrique, é faláfio. Ele fez assim, uoh, botou de volta. Ah, mas ele comeu, no final das contas. Ele comeu, eu falei, come que é bom. Aí ele foi na dica do tio e comeu. Faláfio é bom, você fez isso. Você tem um dia de papagaio, né? Como se fosse comer uma opissa e mais gostosa. Um dia de papagaio. É maravilhoso falar, fio. Adoro falar. Mas
foi muito bom. Eu tive também, lógico, né? Tipo, os grandes amigos do Michel tava ali. Foi muito bom rever a galera. Sim. Foi muito bom, tá? Tá com o pessoal. Não fui na despedida de solteiro, até porque esse Michel convidasse a eu não iria, porque Michel não convida porque ele sabe que eu não gosto dessas coisas. É só pra disso. Então, exato. Encontro
dos amigos. Não tem, o Michel também não gosta, eu não gosto, o Alessão já não sei, mas assim é. Não, o Alessão, você não sabe. A palavra despedida de solteiro. Mas que tipo de, mas eu não entendi. É que quando fala despedida de solteiro, tem uma conotação de... Putaria, putaria. Mas você tá falando isso não. Por que que vocês tão pensando isso? Ah, você tá pensando o quê? 2024, que pensamento é esse? Você
não gosta do quê, então? Não, eu não gosto de sair esse horário, não gosto de parar ambientes assim apertados, não gosto de ficar muito próximo de vocês nesse sentido. Convidado vai embora agora. Ele foi ficando sem graça. É, ele viu que falando em voz alto não deu certo. É,
não ficou certo. Tem coisa que a gente pensa, é engraçado isso, tem coisa que a gente pensa, que na hora que a gente fala em voz alto, pro mundo escutar, a gente vê o quão ridículo a gente tá falando. Mas tudo bem, eu te entendi, eu acho que é importante a gente respeitar. Eu queria mandar um abraço para uma pessoa que eu conheci na festa do Chechel e da Lua, que é o Caelão
Sogro do Chechel. Caralhão, figura cara. Vou falar, cara, é a mesma vibe de quando eu conheci o Guingão. Cara, é mesmo. Pô, eu vi o cara, puta alegria, aquele abraço. Já cheguei cumprimentando um cara que eu nunca vi com beijo no rosto. Mas ele tava muito gente boa, pode falar, ele tava ansioso para te conhecer.
Na hora, eu fui o primeiro cara que eu subi, já vi. Quando eu falei, chegou o Alesão, ele já movimentou dali e ele já se preparou para te dar um abraço. Era sensacional, já organizamos inclusive uma bebedeira de cachaça lá em Susano, que era vai ser um negócio espetacular, hein. Eu já fiz uma intimação para ele, para ele vir gravar um derivado com a gente. Porra, podia ter vindo hoje
também, né? Podia, mas é moldinho, né? Caralhão, vem aí, Caralhão. Alesão, né, você é convidando todo mundo na festa, e agora é uma recudinha aqui gravando. Para você que tá chegando aqui pela primeira vez, é sempre essa palhaçada, quando eu venho aqui. Faz muitos anos que é assim, eu venho aqui para ser humilhado. Exatamente. Faz parte da atmosfera. Faz parte. Inclusive, tem uma live que a gente
fez com você, que foi ridícula, né, cara? Foi. Eu tava todo sério no assunto, tentando fazer os vagos escala. E a gente não tava caliaçando, nossa. Eu tava na praia, não, é pelo pouquinho, gente. Essa live eu tava na praia, com a minha família eu saí da praia, fui até o hotel só para fazer a live, fudinho. Mas você fez com aquela boa vontade. Não tava caliaçando. Era melhor não ter fé, é melhor não ter ido. Caralho,
é assim, ah, bom. Não, isso é uma coisa que é para falar, porque a gente tem toda essa intimidade, intimidade e tudo, mas assim, esses caras, todo o projeto que eu tô, eles sempre me ajudam bastante, sempre já teve... O cara tava na praia, apareceu na live, mano. Michel, várias vezes também, o Bobu, já os caras deixaram de fazer outras coisas para tarem nos projetos, então assim, aqui é uma amizade verdadeira. É,
isso aí. Exatamente, tira, tira, tira, tira. Eu gostava muito. Cara, e o negócio aí, esse cara, a Lu ficou assim, dia, consternada, né? Você vai sair da praia para gravar uma live de Instagram, é isso mesmo. Foi, mas é o dinho, né, mano, ela foi. Obrigado, Lu, pela compreensão. Isso. Bom, vamos lá, vamos começar esse programa agora, com o Dinho Lima falando as expectativas das novas séries de Casa do Dragão.
Cara, novas... É interessante você falar no plural, porque eu escutei o que eu estou falando com o Jabá, e eu acho que isso é uma coisa legal mesmo. A gente tem House of the Dragon, vindo com a segunda temporada, já tem perspectiva para ter quatro temporadas, você tá falando,
né? Isso, na verdade, esse é um rumor, mas... é um rumor que tem um pouco de certeza, porque uma da CEO da... uma CEO do Max, da HBO na época, disse que teria no mínimo quatro temporadas, e o próprio George R. R.
Martin disse também que seria o suficiente. Eu não sei se vocês sabem, ó, até uma curiosidade do universo de Game of Thrones, mas o George R. R. R. Martin, ele queria dez temporadas em Game of Thrones, quem não quis foi HBO e os D &D. Quem não quis foi os atores, que levaram o salário... coisas estratosféricas, não teve como fazer, né? O que me preocupa em Game of
Thrones era a preocupação de todo mundo. Era que as últimas temporadas não tinham os livros para serem adaptados e encerrar a história. E foi a cagada que foi. Em House of the Dragon, eu acho que a delícia cremosa é que nós temos uma história fechada dos livros ali, então, se for quatro, se for cinco, a gente tem material base para ter começo, meio e fim, na cabeça do cara que inventou
essa merda. Tem. O problema de Game of Thrones é, vamos até aqui com o Gênio, aqui até o final a gente pega o estagiário e ele faz os rascunhos, vamos ver o que acontece. Dá até para fazer um enchimento, né, bubo? Um enchimento dá para fazer, um dá para fazer outra.
Acho que aquilo que Michel sempre fala, adaptar é mudar, você muda bastante coisa, você acaba, mas você tem material base, você tem onde vai começar, onde vai chegar e onde vai terminar, você tem todo o caminho. Nesse caminho, você pode fazer coisas diferentes como o The Last of Us, que a gente viu a série da HBO também, a gente vê diferenças dos jogos, que
você fala, porra, legal, né? É uma adaptação, está muito bem coerente com algumas coisas e com outras dentanto, mas gosto, né? Gosto. Muito bom. Acho que na sua grande maioria todo mundo aprovou The Last
of Us. No caso de Game of Thrones, tem muitas histórias que dariam um outro derivado, mas vamos focar em House of the Dragon, porque realmente o que o bubo falou existe um material base que é o primeiro volume de fogue e sangue. Fogue e sangue começa com a queda de Valíria, os primeiros targuerans saindo de Valíria, indo para Westeros, aí a gente tem o Aegon Conquistador, a sosseção com os filhos dele
já estou trazendo um resumão, né? Os filhos do Aegon Conquistador, depois a gente tem o Renado do Rei Jarheres, que a gente viu no flashback lá no primeiro episódio de House of the Dragon, no Conselho 101, aí vem a história da Duvisseres, da Heneera e aí a Dança dos Dragões. O livro, exatamente, Fogue e Sangue termina, eu não vou falar onde termina, especificamente porque é um
grande spoiler para quem vai pegar. Fiquem tranquilos que é como o bubo falou, House of the Dragon tem fim, porque House of the Dragon vai terminar na Dança dos Dragões, porém, a gente já tem mais uma série que está em desenvolvimento, inclusive essa semana, o escritor, que agora não me lembro o nome, esse pessoal pode me ajudar na edição, na semana passada o roteirista... Vou para finalização, é. Brilha, após resolve. Por
favor. O roteirista da nova série, que vai ser a série do Aegon Conquistador, na verdade a gente ainda não sabe se vai ser uma série, uma minissérie ou um filme, mas está em desenvolvimento, um trabalho, um live action sobre a conquista, e o roteirista já postou uma foto com o caderninho de anotações, o Macbook ali e Fogue e Sangue. Então
já estão desenvolvendo isso. E existe uma teoria de que essa adaptação vai estar dentro de House of the Dragon, House of the Dragon vai se tornar uma antologia, porque vai acabar a Dança dos Dragões e vai ter uma outra história Targaryen, entendeu? Então assim, tem esse rumor também, mas responder só a pergunta de início, que eu dei uma baita volta para responder, aparentemente
teremos quatro temporadas. E a série do Jon Snow? Então, a série do Jon Snow... Ah, eu detendo as personagens do Anda Mora. A Aegon aí, o Conquistador, vai ser mais da hora, o Jon Snow a gente pode cancela, mas nem começa. A série do Jon Snow, o Jon Snow é isso. Eu não fico assistindo os treines, nada. Eu também acho. Puta pau no cu, matou a Danerys. Não, falando que ele vai pegar. Puta pau no cu. Não,
vamos se emocionar. Calma. Pelo amor de Deus. Mas quem fez isso foi o roteiro. Não foi personagem. Foi o roteiro. Ele está mal, o roteiro destruiu a personagem. Não, ele devia ter morrido lá no negócio, lá na muralha, lá e ter ficado por lá. Fraqueceram muito o Jon Snow. Isso é uma discussão que a
gente já teve várias vezes. E fraqueceram demais os personagens, porque já que ele matou a Danerys, ele poderia pelo menos assumir o trono, porque ele era o legítimo herdeiro. Nossa, é botar o outro lá. Não, mas ele vai preso e fica de boa. Ele fica quieto. Ele podia ter a trajetória do Anakim. E o Andi Chouzinhoã! Ele virou o Dragão de Gelo. Ele era o Dragão do Mal, o Fodão. Não, virou o Dragão de Gelo. O
que é? O que é? O que é? O que é? O que é? O que é? O que é? O que é? O que é? O que é? O homem do Gelo lá, fez ele virar o Fantasminha lá. O Jon Snow por ser Fantasminha, porque ele é um cara que voltou da... Da morte. ...do dinagre. Então ele, como sangue e dragão e ex morto, ele podia dominar aquele bichinho. Mas não dominou. Fazia um pinguetezinho de tido, sancodragão. Você estava do dragão e lambia
saca, é assim né, boboe? Lambia saca é um clássico. Esse corte está lá no Twitter. É assim, é o melhor momento do Game of Thrones para mim. Que droga. Você lembra disso ou não? Cara, não lembro disso. Agora, falar que o Jon Snow vai vir montado no dragão da dinérgica e tal, você está
acompanhado. Cara, eu tenho várias teorias sobre isso lá no canal, vários vídeos, mas da onde que surge essa loucura, talvez para alguns, de que o Jon Snow terá uma série própria. O Jon Snow ele é tipo Los Hermanos, ou você ama ou você odeia. Então, Jon Snow... Eu acho médio. Mas fala que odeia ele, fala que é um merda. Não, Los Hermanos, Los Hermanos. Ah, tá. Não, é porque tem essa bressada de cadeira, né? Você
gosta de Los Hermanos? Eu gosto, pede para ele cantar aí. Cantar aí. O Ana Jean -Marie. Ah, vem. Essa não, até eles expulsaram essa música. Mas voltando para o seguinte, o George R. Martin tem um blog chamado Nora Blog, e ele escreve lá atrás de atualizações. E nesse blog, o ano passado... Você já escreveu o livro e fica escrevendo um blog. É, não, o vento de inverno também... Vento de inverno. Na
curva da história, lá. Ah, vamos fazer o meu blog. Hoje eu tomei café da manhã, com bericano. É chato de repetei, escreve um artigo sobre Jon Snow para mim aqui. Lá ele publica. O vento de inverno também é outra história, que é o próximo livro. Mas o George comentou no Nora Blog de que a equipe do Keith Hilton chegou, conversou, trocou uma ideia
e fez uma proposta que ele gostou muito. Que aí seria esse spin -off que ia mostrar o Jon Snow depois. Então fala -se até do Rei da Noite voltar. É, porque ele realmente era o... Mas isso não ia descer agora. Isso é uma verdade. Por mais que seja muito legal a área matando o Rei da Noite, era legal embate com o Jon Snow. Porque ele bate, praticamente, os dois são rivais ali. Então existe uma esperança no fandom. Como
eu disse, é bem dividido. De que vai rolar essa série. Mas o George deixou bem claro, no Nora Blog, que não receberam sinal verde da HBO. Ou seja, a série não está em desenvolvimento. Só existe uma proposta. A HBO tem que focar no material que existe, está bonitinho. Não começa a querer inventar, fazer coisa que... Porque o Rei da Noite cagaram com o Rei da Noite. O Rei da Noite me faz lembrar aquela piada do
Chu. Exatamente. Chu, é legal. A gente ficou lá 8 temporadas, 20 temporadas esperando o Rei da Noite com aquela torra da tocha do Chu lá chegar. A hora que chegou, Chu pagou a foda. A gente ficou lá. Ah, os zumbis, os mortos vivos, o Rei da Noite. Não só o Chu, o Rei da Noite. O poder, o dragão. Caralho, na hora que ele chega lá, vocês querem ver o Chu, queremos. Chu, é legal. Vem lá. Acabou.
Agora a gente vai contar origem. Foi bem frustrante. Não quero mais saber. É muito legal a cena em si, é muito bem filmada. Tem todo um clímax, mas depois você fica refletindo. Você fala, putz, cara. Não precisava. O Rei da Noite fez tudo aqui para nada. Mas eu acho que principalmente o George aprendeu bastante. Com essa saída dele. Não deixa fazer a série, você tem apagado o livro. Não
só isso. A gente precisa lembrar que em Game of Thrones, ele era apenas um consultor. Consultor premium. Ah, mas se os caras pegaram o livro, porra. Consulta, beleza. Agora de sem livro, vai consultar o cara, vocês estão me pagando. Mas ele falou algumas coisas. Mas ele falou algumas coisas, buboa. A gente acredita muito que o destino do Bran vai ser esse nos livros e tal. Algumas
coisas com relação a Daenerys também. Mas agora eles aprenderam e o George está muito dentro de House of the Dragon, tanto que ele é um dos produtores. E a gente tem mais uma série chegando o ano que vem, que essa talvez seja uma das grandes novidades para você que não está sabendo. Vai ter uma nova série chamado Cavaleiro dos Sete Reinos, que é esse é o nome provisório. E essa primeira temporada vai
ganhar o subtítulo de O Cavaleiro Andante. Nos livros a gente conhece como as aventuras de Duncan e Negg. Para quem não sabe o Duncan, ele é um cavaleiro pobre, porque ele é uma grande casa. Ele acha divertido. Ou ele está me admirando. O meu conhecimento. Não, eu não conheço nada desses negócios. O Duncan é um cavaleiro, ele é condecorado cavaleiro e tal, mas ele não é de uma casa nobre. Então
tem uma história muito interessante. E ele encontra o Eg. O Eg é um pequeno spoiler, mas é um menino Targaryen, que raspa a cabeça para não ser reconhecido. E esse Eg, olha o plot twist, é o irmão do Maestri Eamon, que é o Maestri Lá da Muralha, que é um Targaryen que é tipo tio avô da Daenerys e do Jon Snow. Então
vai ter uma série dos dois. Agora essa série começa a ser gravada agora em junho, dizem que está quase confirmado, vai ser em Belfast, onde foi gravada muita coisa de Game of Thrones na Irlanda, e a série já confirmada pelo
CEO da HBO estreia o ano que vem. Então teremos um ano House of the Dragon, outro ano as aventuras de Duckin 'egg, e assim vai alternando como fizeram o Crystal Wars. Então basicamente são as novidades fora série do Egum, o conquistador que está vindo aí. Também está vindo. Cara, a Game of Thrones, essa franquia, essa história, é apaixonante, é viciante, a
gente ama, a gente quer mais conteúdos. Eu achei uma coisa muito legal que você falou nesse encontro do Michel, que você está com o Jabá, porque a série do Aegum, é essa, se não me engano, que não tem dragão, então essa é uma série mais fácil de fazer. O Cavaleiro de Sete Reinos agora, Duckin 'egg. É um momento que não tem mais dragões, então é uma série fácil de gravar.
Porra, acho que isso também traz um alívio, porque a gente quando vai ver House of the Dragon, as pessoas ficam muito preocupadas em ver o detalhe do bicho, montando, voando. Então, é uma série que a gente não vai ter esse tipo de preocupação, vai focar mais na história e não na
finalização da porra da série. E essa série, até então, existe três contos escritos pelo George, George diz que vai escrever mais, mas tecnicamente a gente teria dentro de um material base três temporadas. Quando ele terminar Game of Thrones, ele termina... Cara, mas tem muita coisa para sair dele. Fog e Sangue vai sair o volume 2 também, porque conta toda a dinastia Targaryen, afinal, o slogan da casa.
E a gente tem mais uma série que está vindo aí também, que não teve a confirmação do sinal verde de Date Bell, que é a Nimera e os 10 mil navios. Que conta a história também da Nimera, que é uma das personagens mais incríveis do George R. Martin, inclusive a Renira e a Allison, no primeiro episódio estão estudando sobre ela. Então, é muito bacana isso. Isso também não teve o sinal verde, mas está em
desenvolvimento e tem as animações. Inclusive, vai ter uma série do Corleus Velaryon em animação, que é sobre o Serpente Marinha. E aí, putos, tem tudo a ver, porque a gente estava falando de samurai dos olhos azuis, o George adorou essa série animada e provavelmente ele vai se inspirar ali, junto que aí te vi eu, para fazer as coisas animadas de Game of Thrones. E House of the Duel. Porra, aí resolveria um monte de
problema. Mas, Dinho, a Lesinho está triste, porque começou a entrar no assunto muito cabeçudo, e ele quer falar de sugar, ele quer falar de açúcar, ele quer falar de Colin Farrell na Apple TV+. Caraca, cara, eu vou falar. Seri confusa, hein. Você achou? O que se trata sugar? Cara, sugar se trata de um detetive particular apaixonado por cinema. Detetive cinéfilo. Detetive cinéfilo. E um cara que poderia também
se enquadrar no The Gentleman. Porque, além de tudo, ele é um gentleman. Ele é. Ele é um cara que ele tem toda uma... Não gosta de ferir as pessoas. Uma preocupação em... Com o próximo. Praticar o bem. É, exato. Cara, primeiro episódio, segundo episódio, já estão disponíveis na Apple TV+. Na sexta -feira, entre o
terceiro episódio, eu vi os dois e adorei, cara. É, o plot inicial é sobre uma menina desaparecida, e ele é um detetive que a especialidade dele é encontrar pessoas desaparecidas. Ele é foda. Ele deixa de cara, claro, que ele é foda. Ele é foda, ele briga bem, ele fala de língua, fala um monte de língua. Vai ter um background militar aí. Não gosta de armas, ele vai... Ele
vai ter um background militar. Eu estou achando que ele tem um treinamento militar, ele tem esse trauma do braço, a gente ainda não entendeu qual que é. É uma doença, né? Deve ser uma doença que ele tem. Eu acho que é um trauma. Um trauma? Trauminha aí, é uma coisa que, dependendo do gatilho que ele tem, você achou... Não, pera aí, eu senti que tem duas coisas ali. Primeiro que realmente ele está com
algum problema de saúde. É, agora a saúde é nervoso, olhe. Tanto que a mina fala na praia. O Ruby. O Ruby fala bastante. A Ruby inclusive deve ser alguém de forças especiais, ou alguém que participou de algum grupo super secreto com ele no passado. Militar. E ela continua ajudando. É exatamente isso que você falou. Eu acho, acho que eles são. É isso mesmo. Já
tiveram algum envolvimento nesse sentido. E aí ela fala dessa possibilidade, quando ele está chegando ali na casa dela, que ele dá aquela joelhada, passa meio mal e tal. Mas tem a parada do braço aqui também, que ele costurou bagulhar com o que ele passa ali. Super bonder. Aí abriu a ferida. Então, acho que são duas coisas. Não, não, não. Espera um pouquinho. Então, o lance, essa que é a parte que você achou
confusa. Essa que é a parte que confusa, porque ele chega na casa, depois ele tem umas tonturas, quando ele vê, está caindo sangue, aí ele está no banho, entra no banho de roupa e tudo ali. Aí ele já está com um negócio tampado de novo. Então ele tem umas alucinações também. A doença dele não é uma doença só física, parece uma doença mental. O
que eu estou achando, pode ser. É que ele tem um gatilho de algum trauma militar, alguma coisa aí. Então o braço dele começa a dar uma tremendeira. Ele meio que pega. Diz que ele, é, não é que nem aquele cara não tinha... Ele tem aquela tremendeira, né? O que é que a piruaca voadora é? Ele tem aquela tremendeirinha e tal. Eu acho que é um gatilho. Ele, quando tem o braço, ele é atingido lá, corta e tal. Ele
prende com o super bonder e tudo. Aí quando ele está lá no quarto dele, lá fazendo as coisas, e o braço começa a sangrar, da linha diante, ele está viajando. E isso? Ele está tendo momento ali meio de... Depois que ele descobre as fotos, as polaroides lá da... Então é meio um gatilho. Da mina que morreu. É meio um gatilho. Mas você viu que ele fala que lembra muito a irmã dele. A irmã dele, né? Então
eu não sei... É irmã? Acho que é no segundo episódio. Ah, então eu não vi o segundo, sabe o primeiro? Ele fala, puto, ela me lembra muito, porque ele começa. Ela me lembra muito tal pessoa. Aí no segundo episódio, acho que revela que é a irmã dele. É irmã dele. Então tem algum trauma? Tem alguma coisa que é o gatilho? Então quando ele vê essas fotos, dá o gatilho nele, tal.
Ele acha que está sangrando, ele vai para o banheiro e na verdade foi só uma alucinação. Ele meio que volta ali desse... Esse momento, esse blackout que ele teve. Inclusive quando eu falei que era confuso, é confuso por causa dessas coisas, mas eu não acho ruim, tá? Eu acho legal. Porque aí você pega numa cena e pega trechos de filmes antigos e coloca no enxertado ali no meio da
cena também. Mas esses em shirts, em shirts, ó. Enxerto? Enxerto com insert. Esses inserts? Esses inserts de filmes é muito relacionado ao lado sinéfilo dele. Isso. Porque ele vai citando e vai aparecendo. Mas, já que a gente está falando de ser sinéfilo, uma das pessoas mais incríveis é produtora executiva dessa série e também dirigiu o primeiro episódio, que é o nosso brasileiríssimo Fernando
Meirelles, entendeu? Dizem os dois episódios. Os dois, o segundo aí dele também. O segundo também é dele. Ele é produtora executiva junto com Colin Farrow. Colin Farrow, para quem não sabe, eu tava tipo, ah, quem é Colin Farrow? Porque tem uma geração que não conhece o áudio da Colin Farrow. Pois é, ele é o Pinguim agora, né? O Debatman, que ganhou uma
série também no HBO agora no segundo semestre. Nossa, mas assim, você falar de Colin Farrow, Pinguim, né, e ele é irreconhecível em Pinguim, deve dar uma... É, o Jive está trincado. Deve dar uma bugada. É, a shirts, né? O Colin Farrow, cara, ele sempre foi um cara muito charmoso, bonitão, sempre, sempre foi. E nessa série, ele não está diferente. Mas já acabou a carreira dele
em True Detective de temporada, né? Não, tudo bem, mas é que o Colin Farrow é da nossa época. Ele é um cara que muita gente não conhece. Porra. Tem uma geração que não conhece o Colin Farrow. Até porque com Pinguim fica difícil. Ah, mas tem animais fantásticos aí que ele fez também. Animais fantásticos. Ele é o... Como é que ele é um daquele filme que ele não faz? Ah, é o só primeiro que ele fez. É,
é por um fio, né, Din? Por um fio. Olha, esse filme é bom pra caralho. Cara, é muito bom esse filme. É muito bom, esse filme, caralho. Ele fica uma hora e meia, não telefone, é muito bom. Bom pra caralho. Eu adoro, por um fio. Outra outra coisa que ele fez também que muita gente esquece, ele fez o mercenário. Mercenário? O demolidor da Marvel, que era o Ben Affleck. Ah, verdade. Ele é um mercenário, escadrinho.
Mas esse filme melhor, ele esquece. Ele fez coisa ruim, não estamos chegando à conclusão que ele pega péssimos papéis, é isso? Tem uma versão de Miami Vice, que é com ele, não é? Sim. Inclusive lembra muito o papel dele em sugar. Então, sugar, eu senti uma pegada meio sinciri, não diz. No início. Mas essa coisa dele, inarrando, descrevendo. É meio no A. No
A, lembra -me. Começa no A, alcoas. Detetive das antigas, aquela coisa de inarrando, a história. Não, eu estava uma, eu assisti sugar depois de ter assistido o replay, que também está aqui na pauta. Nossa. E aí, tipo, o replay é todo em PB, né? E sugar começa. Começa e PB, aí eu saí de um replay e fui pra sugar, eu falei, não, não aguento mais. Ah, isso, tipo, no filme PB,
não. Eu acho lindo, mas é que eu estava, na minha vista, já estava saturado e eu queria pro colorido. E eu vi na teva... Eu vi o material que era tudo colorido, aí eu falei, ué. Bom, mas ó, sugar, baita recomendação, pode assistir série redondinha, dois episódios, acho que tá bom. Já que vocês puxaram o replay, eu queria começar falando de replay. Vai. Porque temos lá o Padre
Gato, né, de Fleabag. Ah, eu não gosto de lembrar dele disso. Porque eu não. A gente vai lembrar mesmo assim. Você não gostou, não? Você é apaixonado na Fleabag, é isso? Eu adoro ele em Band of Brothers. Não, não. Você prefere ele como Sherlock? Eu gosto dele em Sherlock como Moriart. É um dos melhores vilões, é um dos melhores papéis da vida dele, é isso. Aí todo mundo fica, Fleabag,
Fleabag. Fleabag, porque eu não vi o Sherlock. É verdade. É verdade. Mas é que ele sai incrível em Sherlock. É verdade. Mas ele tá incrível como o Padre Gato também. Exato. Nós temos o Padre Gato, então, em replay. Com o Córdo Cundinho? Com o Córdo Cundinho, então, o Padre Gato em replay. Começa
assim, então, esse episódio. Cara, eu vou dizer para vocês assim, a primeira puxada ali da série, a primeira introdução da série, é uma série muito bonita, muito bem filmada assim, técnicas e nossa senhora, que coisa. Mas eu tive que dormir umas duas vezes para conseguir passar... Caralho! Passada essa... A hora que a gente chega da Itália, dali para frente é o creme, mas até chega na Itália, deu um sono... Eu
tive também essa impressão. Posso falar que para mim foi o contrário? Eu não dormi muito. Isso tem mais, porque imagina o seguinte, a gente conhece, todo mundo já assistiu o talentoso Mr. Heap. Acho que sim, né? Todo mundo deveria... Devagar gente. Tá bom, quem não assistiu... Fala para o público mais jovem do derivado que te assiste. Quem não assistiu o Mr. Heap, o filme do Matt Damon, por favor, coloque nos
comentários aqui. E se não assistiu, vai lá e assiste, que é bom pra caramba o filme, né? É a história que quem não sabe, é de um cara que... Pobretão, que se envolve aí com um amigo da infância e mata o cara e toma o lugar dele. Caralho! Ah! Puta spoiler! Foda -se! Ele é um vicarista, vou amenizar. Ele é um vicarista, um cara que ganha a vida enganando
pessoas. Isso, só que no filme, eu não lembro se mostrava ele antes do golpe principal. Eu acho que, inclusive, a gente vai descobrindo que ele é um golpista, depois que ele conhece o amigo, porque realmente, ele é um cara muito encantador no filme. O padre gato, ele não é encantador. Cara, ele tem uma cara de golpista que você fala assim, não, pelo amor de Deus, que você vai botar esse cara na minha casa? Você
não quer, cara. Ele é um cara que tá ali. Não sei se é porque já mostrou ele fazendo os golpes com os cheques e cobrando as pessoas e chantagiando. E eu adorei esse pedaço, porque eu disse, você entende quem que era ele antes. Eu não lembro se você notia isso, tinha no filme, entendeu? No filme dá pra... Eu também não lembro. Tanto que o filme, você não sabe do que se trata, até você entender que, porra, o cara
é um golpista e realmente vai tomar um lugar. Ele não é um golpista, ele é um serial killer também, não é? Não, ele só matou uma pessoa. Não é um serial, é um killer. Não, uma pessoa que tem outros contos também, né? Ah, tá, né? Ele mata uma galera. Eu não conheço, o que é que eu tenho a ver com isso? Eu acho que ele é um serial killer. É
porque no primeiro livro... Me corrigam os comentários se não, mas eu acho que ele é. É que nesse aqui... Ah, talvez ele mate a menina depois, né? Pode ser. Porque a menina depois vai atrás dele pra descobrir... Mas essa parte que eu contei, isso é falando da série da Netflix, do... É um original... Não é original Netflix, né? Ela é de um canal, a do Showtime. É? É, Netflix pegou o delete. Ah,
do Showtime? É. E por que que não tá no par, mano? Talvez Michel me corrijam isso aí no futuro, mas acho que é isso mesmo. Mas o que o Bubu falou é certo. Eu não dormi igual a Bubu, mas... Eu senti uma grande monotonia nessa parte que você gostou também. Pra mim, o negócio só começa a pegar quando ele chega na Itálica. Mas o ritmo não é o mesmo, cara. Sou um menino escada, desenho escada, entra no lugar e
vai, cara, ele tem esse... Talvez seja o cenário que... Mas é que... Eu acho que é uma coisa que fica bem assim na nossa cara. Nos Estados Unidos, ele é um cara mestre em Dargops. Quando ele chega na Itália, ele é um cara que não sabe nem falar, ele não consegue fazer as artimanhas dele ali. Você tá vulnerável. A primeira vez que ele vai tentar falar com um cara, cara, foda -se ali. É, é, é, é. Não
é nem isso aí antes. Quando ele chega na Itália de fato, ele tenta lá sorrir pra pessoa, a pessoa, ah, foda -se, carimba o passaporte dele. E tipo, não tem conversa, nenhum conversinha. É, olha que ele chega lá em Monte Carlo, né? Onde que ele tá? É uma cidadezinha da Itália, é próximo de Nápoles. A Malfe, né? Sei lá. Cara,
olha que ele chega lá, ele pergunta onde que... Ah, topo, e o cara começa, sui, sui, sui, sui, sobe, sobe, sobe, e aí é sui, sui, sui, cara, é muito... Aí ele vai até o topo do lugar, várias escadas, aí chega lá, mina fala, na praia. Ele tá lá na praia, ele.
Obrigado, ele desce. Mas é muito legal disso, porque eu acho que, talvez essa parte desperta mais a gente, porque é o que o Bubu falou, ele tá numa língua que ele não domina, ele não tá no terreno dele, eu acho que ele fica vulnerável. E ali, a gente fica no... mano, o que vai acontecer? Eu já fiquei assim, ele vai voltar essas malas, não vão estar mais ali. É? Eu achei que ele ia perder
as malas, entendeu? Na hora que ele volta de novo pro cara... Você fica estigado. Na hora que ele volta de novo pro cara, para pegar as malas dele, e onde que fica o lugar? E sui, sui, sui, sui, sui. É muito bom, cara. Cara, o que é o que, tá avançoso, para entender? É como ele, assim, filtrar na família ali, lá do cara.
Aí já chegou, né? Aí já chegou lá, o caramba, vamos ver comer comigo... Não, já entrou no mar, os dois... Vai ficar um rei plantar a vida e vai roubar todas as coisas. Ela vai roubar todas as coisas, tá vendo? Ah, vamos lá, Dinho, gravar o derivado. Que isso, cara. Aonde vai matar nós aqui? Olha o derivado que acho que começou! A muda me me charou, cara. Caramba, velho. Olha, deu -me confiança. É,
cara. Vai muito bom, boa. Vocês vão assistir tudo, né, imagina? Ah, eu não sei não. Vamos ver, depende do meu sono. Não sei não, cara. O roteirista... O roteirista dessa versão é o roteirista da lista de Tinder, cara. É de uma outra série bem conhecida na HBO chamada The Night Of. Forra, menina. Eu
adoro. Quem sabe? Eu queria fazer agora aqui um momento especial onde eu chamo a atenção de vocês dois e das pessoas que nos assistem que não estão em dia com uma das melhores animações do catálogo do Prime Video, que se chama... Essa série assim... Sem spoiler, tá, bubo? Sem spoiler. É, né? Porque a gente não tá em dia que a gente não gosta. Não, não tô falando que vocês não gostam. Você falou tudo dia e eu me
dito muito obrigada por falar isso. Eu gosto, adoro e me visto. Eu queria manifestar que essa temporada começou... Excelente. Em pouco... Eu senti um pouco de prenguícia geral das pessoas. Não essa segunda perna da temporada. Quando a temporada nova começou... O um da segunda. Teve uma coisa meio... Puta, multiverso. As pessoas que eram meio preguiça. Mas posso falar... Esquece o negócio de multiverso,
assiste. Porque eles não vão ficar batendo a tecla nesse assunto de multiverso. E a temporada é redonda, perfeita, cara. Invincible. Tipo, as vozes, como todos os episódios. E o último episódio, cara. Puta que maravilha. Tem um cliffhanger animal, né, cara? Puta que maravilha. A primeira temporada já termina muito bem, né? Pô, eu queria muito. Eu queria muito poder conversar
com você, Alessão. Bubo, semana... Não semana que vem que eu não estaria aqui, mas da outra semana. Vamos marcar uma especial, chulo em vinte. Eu queria muito falar sobre invinsos. Porque, caralho, velho. Vamos marcar um clubhouse, que vocês acham? Inclusive, esse último episódio teve aí uma questão. Porque eles trouxeram um homem -aranha para invinsos. Vocês têm ideia. Parem de contar, bubo. Você
vai começar os spoilers, né? Não, não é spoiler. Isso é uma coisa... Está na internet aí. Não está na internet. Você não vinha a spoiler. Está na contívio, também a spoiler de novela. Não quero ver. Mas segundo você, o spoiler ainda existe. Não sei. Bom, é isso. Só queria fazer esse... Agora vamos falar agora então. Vamos para a animação que a gente já assiste. A melhor animação. Tenho um ano. Tenho um ano. Invencimento
é melhor. Tenho um ano. Mas o axemé é muito bom. Cara, quarta episódio, Dinho. Eu quero que você traga todas as referências da nossa querida Júlio. Episódio filler. Episódio filler, certo? Não, cara. Eu não achei filler. Não é. São dois episódios, na verdade. A parte 1 da história da Aurora com o Forge. E tem um pedacinho ali. Que introduz o mundo de mojo. Você sabe que sempre que... O
início do mojo. Sempre que apare... Então, o início da Jubileu. Entrando no vídeo de alguém... O versário da Jubileu. Aliás, você é um motendo. Motendo. O mojo é o do Lídian, né? É o do Lídian. Cara, e é do Longshot. Quando eu vejo o mojo, é da Iliana, as Putins. Esse mundo infernal. A Aspiral está lá. Inclusive, a Aspiral, ela é nos quadrinhos. Aspiral, é a Espiral? Espiral, desculpa. Aspiral. Quem gresa é a Espiral,
né? A Espiral. Não sei, velho. Eu acho que é. A Espiral, ela faz totalmente parte do modo -overso, né? Mas a Espiral não é a Iliana Aspirilha? Não. Não? Agora me confundam porque... Aliás, é o seguinte. Eu vou falar uma coisa para você, eu falo coisas assim. Afirmando como se eu sou o best X -Men. Mas eu não sei, tá? O negócio é... Para mim, a Espiral era a Iliana. A Iliana... A Iliana... O
pessoal até julga, mas... Eu achei esse episódio o filler, sim. Tá falando com Pedrinho, inclusive, a gente tá conversando. Mas o que eu gostei e o que eu tô gostando muito de X -Men 97, é que ele traz essa nostalgia de quadrinhos, de desenhos,
quando a gente via, quando era criança. Então, assim, a gente tá vindo numa sequência de três episódios de uma historinha linear e, de repente, a gente tem ali duas coisas que acontecem, que tem Pestade ali, né? Tem todo o contexto ali, perdidos os poderes, tal. Mas essa historinha paralela do Moldy Hall, do videogame, dessa coisa do beat, 16 beats... Eu achei tão legal e tão descomprometida com a série,
que eu sinto falta disso também, sabe? De poder assistir um negócio assim, tipo... Apesar de eu não ter achado o melhor episódio, eu gostei de ser um episódio mais solto. E daí eles fazem essa graça desse episódio solto. Mas no finalzinho do episódio, aí, beleza. Vamos voltar aqui, botar o pé no chão, Tempestade. Vai, como é que você vai recuperar esses poderes? E não mostra mais da tua pitadinha pro próximo.
Gostei, cara. É que a parte 1, provavelmente o próximo episódio, ele é inteirinho do fórgico, a Tempestade. Eu tô sendo surpreendido por essa animação. Eu tava esperando a Disney, Marvel, assim. Tão entregando os últimos trabalhos e a gente não tá muito feliz, né? Então, eu não tava assim com uma expectativa alta. Só que X -Men, cara, pra mim, assim, tá surpreendendo a cada episódio, cara. Tô adorando, né? Ali
não tem como errar, né? Porque já é um... Não, tá? Galera tá errando umas coisas. Não, bobo, calma. Que é fácil errar, não errado. Espera aí, é que X -Men 97 não é uma coisa nova. Sim. A Marvel tem errado em coisas novas. Ah, mas os caras inventam. Entendeu? Só que você tá complementando aí uma temporada, já em cima de uma série que já deu certo lá atrás. E ela desde sempre... Aí deu certo nos quadrinhos,
porque é tudo adaptação. Tudo adaptação. Entende? Não tem nenhum outro. Esse plot aí que a gente tá vendo do Forge, a Tempestade, cara, isso é quadrinho, entendeu? Quando ela perde os poderes e ele vai ali tentar ajudar ela atrás os poderes de volta. E no final do episódio, inclusive, já chega mais um vilão que é o adversário. Que tem tudo a ver com o Forge nos quadrinhos. Então... Você tá rindo, Le. O
Eldinho fala, Le, rica! Eu não sei o que tá acontecendo. Você tá com um ali falhaço, o Le, olha, tá vendo? Uma coisa está no óculos aí do Alê, que tá... Olha, ele tá vendo a gente pelado. Alguma coisa tá passando essa cabecinha aí da Le. Sempre passa, cara. É que eu acho que eu deixo o assunto mais sério aí, Le. É, não, é o Eldinho, né, que
é o Eldinho. Realmente traz uma carga de seriedade, poderes... É, é, é. Traz um adversário ou um inimigo novo. Oh, adversário. O adversário. Caraca! É, porque ele apareceu no final do episódio. Às vezes a pessoa não sabe quem que é e o que tá trazendo informação. Mas o adversário, quem sabe? É, cara, o adversário, ele é um inimigo não muito
conhecido na Marvel, mas ele... Nesse arco específico dos poderes aí da tempestade, ele tem uma história muito nos quadrinhos com o Forge. Porque o Forge, ele é de uma tribo indígena, que esse adversário, ele é tipo uma lenda dentro dessa tribo, e aí o Forge, ele é treinado
por essa tribo para enfrentar essa entidade. Só que na hora que chega essa grande preparação, o Forge abandona tudo e vai para o serviço militar americano. Que ele fala, pra tempestade, nesse episódio, ele fala, eu perdi na guerra, então não sei o que, não sei o que lá. Ele ajudou a fazer a máquina que tira o negócio lá, que tira os poderes dela. Então é muito parecido com isso
nos quadrinhos. Então, tecnicamente o adversário, ele é o, como chama, um herói assim, tem um inimigo, é agonista. Names, exatamente. Do Forge, eles estão adaptando de uma outra forma aqui, mas com uma certa essência. Então por isso que não é uma pessoa, não é um demônio que veio e abraçou a tempestade. Não, tem toda uma ideia por trás disso, da mesma forma que o Módio não é jogado lá no aniversário da
Jubileu, entendeu? Então, tudo isso está nos quadrinhos. Tudo isso faz parte do cano neoficial da Marvel. Porra, sensacional, Dinho. Não tem como errar. Não, não, sensacional, Dinho. É, realmente, não tem como errar. Não tem como errar. Não tem como ser um contexto aqui que nós não trariam. Agora, eu estou falando sério, que nós não traríamos.
Aproveitando que o Dinho trouxe todo esse jurídico, aqui para a nossa mesa, eu queria pedir licença para o Dinho, que a gente tem aqui um cara de compliance enviado. Cara, que está enviado. É enviado para o Michelin, para ver se hoje o compliance aqui do derivado quer se está certo. Então, vai lá, Dinho, dá um espaço para nós aí, rápido. Some e apareça. Bom, meus amiguinhos, olha, eu trouxe agora um convidado
extremamente especial aqui. E eu poderia dizer que ele está aqui porque ele é um dos maiores advogados do Brasil. Vem perto, Dinho. Top 1 advogado de compliance do Brasil. Top 5 advogados do Brasil, entre eles, está o Dr. Jorge, né? A Lilith. Lá -se o cor dessa. A Lilith, o Ivan. E a Mira, que são, coincidentemente, todos advogados, os meus amigos. Mas o Gu não está aqui para falar direito nem dia de
vocação. Ainda bem. Poderia dizer que o Gu é meu amigo de infância, ele me conhece desde que a gente tem seis anos de idade. É a minha maior credencial. Fazemos judô no Picapau, temos fotos para provar isso. Mas também não é por isso. O que o Gu está fazendo aqui, bubo? Cara, o Gu veio aqui, o Dr. Gustavo. Dr. Gustavo. Vê se a gente falou alguma grosele, para ver se não
vamos ser na mentira. O Dr. Gustavo, o Gu, como o Alessandro apresentou, ele vai ser o nosso produtor. É isso, Alessandro? Exatamente. Do gerente. Delivado feste. Gerente produtor. Gerente produtor. Delivado feste. Possivelmente o baterista também da banda. Possivelmente o baterista da banda. Você já vem vindo ao Delivado feste? É isso aí, meu irmão. A parada vai ser real. Com
licidade estar aqui com vocês. Eu vou contar para vocês, antes de você se apresentar para a galera, o que a gente falou do Delivado feste. Na semana passada teve assim, um milhão de comentários ali, milhões de comentários, realmente de pessoas muito interessadas em participar.
E o Gu estava escutando o Delivado no meio da madrugada e mandou para mim, Lezinho, é o seguinte, a gente podia fazer no mesmo lugar que a gente foi na festa no ano passado do jurídico sem gravata, porque lá cabe ali mais de 200 pessoas, e lá tem banda, em Pernilí, Pornonodo, você que é lá, Gu, e aí? Você quer participar? Lógico que eu quero. E agora eu falo aqui. Eu falei que foi um baita
sucesso, né, Lezinho? Então eu lembrei disso, eu falei e você estava lá, você pode comprovar o sucesso que foi a festa, então me veio realmente esse incite. Eu falei, eu vou falar já, porque se eu não vou esque... amanhã eu já esqueci. Olha aí, ó. Então eu falei, eu vou levar um áudio polizinho agora, senão
eu vou esquecer. Garaca, e foi muito bom. E para quem não está lembrando, no meio da CCXP, quando nós contamos as histórias aqui, teve um dia que eu saí mais cedo para ir na festa do jurídico sem gravata, encontrei o Gu, inclusive bebemos, comemos, até não poder mais, até sair um pouco antes, antes de perder a linha, e fui encontrar com o Bubu e com o Xaxé lá na Bela Paulista. É
isso aí, Lezinho. Eu queria que você explicasse para a galera, então, o que vocês estão planejando, porque pelo que eles estão visualizando, vislumbrando, vai ser uma parada meio pacote fechada. Explica aí, Gu, o que nós queremos fazer é um derivado festo no mesmo dos moldes do jurídico sem gravata. Cara, então, qual que é a ideia inicial? Quais que são as atrações? Comida, bebida e música. E música. É
isso. Eu acho que tem que ser, Le, tem que ser um pacote que a pessoa vá lá com esse propósito de confraternizar com vocês, confraternizar com a turma do derivado cast, só que vocês sabem, são milhares e milhares de pessoas por esse Brasil. Exatamente, não dá para gente... Centenas de milhares. Exatamente. Não dá para gente fazer num estádio ainda, ainda.
Agora tem projetos. Então, a ideia, realmente, é fazer um pacote fechado para aquele first come, first serve, tipo, vai ser disputado o negócio, mas quem conseguir já bloquear o seu lugar, de alguma forma, já estará incluído no seletíssimo rol de pessoas que terão a... Gostei, hein? Cara, o Chechel, ele trouxe na semana passada uma ideia de trazer uma banda que tocasse só músicas de
séries. E o Gu, também, por coincidência, ele faz parte de uma banda, né? Informalmente eu faço parte de uma banda, eu sou um baterista iniciante. Aqui é o derivado da seguinte, a gente não tem faxcheck, então você pode falar que faz parte. Pessoal, tranquilamente, muitos fãs, muitos show, muitos
incojetais. Exatamente, não, beleza. Mas é isso, eu tenho amigos que tocam muito bem, e que são bacanas o suficiente para me permitir tocar junto com eles, de vez em quando. E é isso, e é uma banda que, por favor, a Leitebe oportunidade de ouvir. Pô, boa pra caralho. Também, a banda que toca oficialmente nos eventos dos Júlio Sem Gravata, por senhores não estou nem sabendo, então... Olha lá, estou falando isso.
Oficialmente. Então, a gente está fazendo um spoiler, aqui, já, da... Que é a Orange Six. Orange Six, maravilhosa. Orange Six. A banda formada por advogados. Olha, já. A gente já é laranja mecânica, ou a filhação da Engladal. Na verdade, o nome surgiu pelo fato de eles trabalharem na época, no Departamento Jurídico da Nextel. Olha, que horas. Então
era laranja, então era virou Orange Six. E aí, enfim, a Nexel foi vendida e tal, aquele... A gente saiu, a gente entrou, e a banda acabou hoje, está cada um em um lugar. Já tem membros, inclusive, que nem advogados são, ainda bem, estamos purificando a banda aos poucos. Mas... Ninguém aguenta muito advogado. Ninguém
aguenta, por muito tempo. Então hoje eles estão, assim, seguiram a carreira, obviamente, cada um tem as suas carreiras, né, devido aí, as que pagam os boletos. Mas eles têm um amor muito grande pela música, é uma banda que está muito requisitada, está tocando em vários pubs e tal, e festas. Caraca,
olha que hora. Então, cara, e são amigos, né, estão ali, e eles me convidaram, tive a honra de subir ao palco com eles e fazer a minha estreia na bateria, nessa festa do Jurídico sem gravata. Legal demais, cara. Pô, eu fiquei muito emocionado.
Acho que vale falar, não sei se vocês me permitirem, porque a gente fala Jurídico sem gravata, Jurídico sem gravata, mas o espaço... O microfone assim, ó, não é um jabá, porque também não ganha dinheiro com isso, então, realmente, é só pelo amor a causa, mano. Só o alí que está ganhando aqui, né? Só o alí que está ganhando,
evidentemente, né, que segua -se. Mas é o que eu queria falar pros nossos, né, ou vintes aqui, os nossos telespectadores, que o Jurídico sem gravata é um movimento que começou justamente para desengravatar a advocacia, ou seja, tirar o jurídico de Cays, que o Google brincou aqui, falou que estava em casa. Doutor, Jô! O doutor, né? Vocês podem perceber, né, a gravata... Eu não tenho nada contra o
acessório, tá? Quem gosta, gosta. Pra mim, me enforca, eu não gosto de jeito nenhum, mas quem gosta, zero problema, é a gravata daqui que a gente fala. É um movimento que nasceu lá atrás, com meninos e meninas, também não clube do bolinha, não é um negócio feito só para advogados, né? Já nasceu com todo mundo junto. E a ideia era justamente
essa, né? Gestores jurídicos alí executivos que, no seu dia a dia, estavam desesperados com essa coisa, de cara, eu preciso falar uma outra língua que não seja o jurídico de Cays, na minha empresa, porque o meu... cara do financeiro, preciso entender o que eu falo, o presidente, preciso entender o que eu falo, os caras me cobram para entender mais do negócio e não do
código civil. Então é essa coisa toda, a gente acabou criando um movimento, a coisa ficou grande, hoje já virou um instituto, já tem ali centenas de advogados ali pelo Brasil, adoro o som do Aline. O Aline tem uma oportunidade de já conhecer vários dele, né? E quando a gente faz... Só galera, um beijo para a Mira. Beijo para a Mira, a Mira maravilhosa, te amamos, a Mira. É uma das fundadoras também
maravilhosas do Rio de Janeiro. Um beijo para a Tati também. Tati, cara, sem a Tati, para você ver como um não -advogado faz toda a diferença. Isso. A Tati é a nossa membro fundadora, não -advogada, e é a que mais faz as coisas. Mais manda. Mais manda. A
gente só obedece a orientação da Tati. Você que está se formando em direito, coisa assim, está no último ano, ou acabou de se formar, pode mandar uma mensagem para o Gu, vou deixar os contatos aqui, não é? Pode mandar. Que ele contrata todo mundo. Ele se comprometeu, ele se comprometeu comigo, com o búbú, de contratar todas as pessoas. É isso. Feito. Não tem fact check mesmo. Então está tudo certo. Está
tudo certo. Eu quero saber como é... O que a galera quer entender é, derivado o FESTE, vai ser uma esquenta para a CCXP, beleza? Terça -feira. Terça -feira. Vai ser um valor único, que a pessoa paga, entra e vai ter bebida, comida, vai... como é que é? Tudo à vontade? É, isso a ideia é essa. Porque a pessoa botou o pé lá dentro, ela já não paga mais nada. Já só a diversão. Só a diversão. Eu vou falar da minha
experiência, quando eu fui lá no pub Sampol. Isso que também não está sabendo. Que também não está sabendo, mas vai ser lá. É legal que a gente já está meio que antecipando as coisas. É bom que não tenha nada reservado no Sampol, até terça -feira. A gente não sabe nem se tem agenda, porque toda essa ideia aconteceu no último dia. Mas tudo bem. A minha experiência foi essa,
cara, é muita bebedeira. Cara, tinha lá... tinha bebida, tinha cerveja, tinha caipirinha, tinha drink, tinha mais não sei o que. Mas todo mundo se comportou agora, a gente já foi lá. Peticinho. Parece aquela coisa, que estava... Parecia até que teve gente que sei lá, que vomitou. Ninguém passou mal, ninguém vomitou. Não tem uns registros de ocorrências naquela noite. Peticaria. Cara, mas apetiscaria, cara.
É legal, porque você não precisa pedir. Os petis que foram chegando, cara. É tipo um casamento. É tipo um casamento. A tia só vai trocando na sua frente. Fim de futebebite. Cara, é pastelzinho, límite, batatinha. Coxolas, a gata bora, eu já chego no logo de cuchinhas. Olha aí, olha. É muito bom. E
a gente está planejando aqui, o quê? Porque eu vi que logo depois que a banda saiu, vocês tiveram vários eventos ali, premiações e coisa e tal. A mira subiu no palco. A
gente sobe sempre no palco para fazer barulho. A ideia, quando estava conversando com o bobo, conversando com o xexéu também no casamento, era a gente criar quadros com nós três, ou o cadão de nós, talvez até gravar um derivado, se o bobo conseguir lá, ajeitar lá as câmeras, o microfone e coisa e tal. Estava muito fácil, né, bobo? O que se falou para mim, é. Ele
vai só distribuir. O invés de ser um negócio para lá, ficar ficando, ele vai ter que levar estrutura, a câmera, a minha amiga Vão. Vai ser bem divertido. Vai ser bem divertido a noite, né, bobo? Que par de. Maravilhoso. Sem nada, né. E a ideia é isso, tentar pegar quadros temáticos de cada um de nós. Por
exemplo, vivendo a quinta série com a lesão. Então sentar eu, aí vou assistir um convidado qualquer que você tenha lá embaixo, que queira participar desse evento, piadas do tipo que a gente faz aqui. Obviamente não pode ser pessoa muito sensível, né, porque vai acabar levando o fio terra e... É cancelamento na certa, né. É cancelamento na certa. E todo mundo vai estar assistindo, óbvio que tem
que ser um concurso da melhor quinta série. E tá ali, a gente vai bolando algumas coisas aí no decorrer do ano. Ó, eu queria dar uma sugestão para vocês estão produzindo, então. Você está produzindo também, viu, bobo? Eu sei, que eu estou jogando a bola para vocês só para fazer o papel aqui da galera, que eu estou pensando com a galera. Porque
assim, a CCXP não é barata. Então eu acho que o Dairy Fest já tem que ter uma forma da pessoa meio que pagando a inscrição dela nessa festa. Eu tenho uma ideia para isso. O que é que eu quero? A gente, para conseguir fazer um evento desses, a gente tem que ter a garantia que vai ter as pessoas ali, né. É isso. Porque fecha um pacote de pessoas. Não são muitas pessoas, é, sei lá, de 150, 200 pessoas
para acomodar, para não ficar muito abarrotado. É limitado. A minha ideia é criar uma land -in -page do projeto e os primeiros 200 que comprarem, comprar não, que reservarem o espaço pagando, tipo, sei lá, 50 % já tem o ingresso garantido. Você vai fazer uma página. Vou fazer uma land -in -page. Acho que essa página a gente pode primeiro fazer a página de lista de interesse. Interesse para mim é dinheiro na
mão, calcinha no chão, não tem conversa. É isso, já começou, da quinta série, começou agora. Já pega, porque o que acontece? Você compra o ingresso, paga 50 % do ingresso? Também não é, cara, não é a fortuna impagável, né. Não é uma motinho. É carne. É um carne para ficar pagando o negócio, que tá louco, né. Eu tô falando porque eu conheço, né, galera. Obo. Dá uma parceladinha. Isso.
Sei lá, a minha cartão paga em dez vezes, tá tranquilo também. Ah, tá. Aí o que acontece? Você pega faz a reserva daqui, você tem, sei lá, até três vezes para desistir, vai que acontece alguma coisa. Depois paga os outros 50%. É normal, cara, coisa de evento normal. É o acho do caralho, é o acho do caralho. É legal que o Ochecheal não tá aqui, né, então... A gente decide tudo, estou aqui na cadeira dele, né. Você
tá aí, você tá falando. Ochecheal, um beijão para você. Queria muito hoje para entrar pessoalmente contigo, rapaz. Eu vou falar isso ontem mesmo, falou, puta, a perga não vou encontrar o Checheal. Semana que vem, semana que vem. Semana que vem, semana que vem. Seu Manequim, seu substituiu, olha. Isso. E é verdade que se você ver aqui, vê no toro. Rezão, riu muito, ficou Open to Work. É. Maravilha, então o Delly
Fest é real. É, não é brincadeira. Não é brincadeira. Vai acontecer, a gente já tá, então, envia as D e assim tiver mais informações, a gente vai divulgar aí para todo mundo poder se inscrever nessa lista de interesse pagante do alesão. Boa. Gugui, você tá em dia com Shogun? Eu tô em dia com Shogun, para mim uma das melhores. Olha, tirou o time, né, eu tinha brigado. Se quiser ir embora. A
mim uma das melhores, cedinho. Beijão para você. Já, eu, eu, doutora, que já mandou um beijo. Fica aí. Eu venho ter que estar gostoso de falar, aí, cara. Fica aí, fica aí, dinho. Eu vi a primeira gravação, você sabe, né, a gente falou aqui dos idosos, né, eu sou da época da primeira versão, esse livro do James Clavel, né, de 1975, quando que eu nasci por sinal, e a primeira adaptação foi feita, 775,
claro, não é? Verdade. Você também é, Bubu? Oitenta. Oitentinha. Ele parece ter, assim, o banheiro também não tem. O Bubu só, só fazendo um adendo, ele tava um gato na despedida de solteiro. É mesmo? Eu vou falar para você, cara, eu pegava, se eu fosse morir. A gente tinha que ter acesso a esses vídeos. Depois te mostra, eu tenho vários.
Vamos fechar. E a primeira adaptação, cara, foi feita com Richard Chamberlain, você sabe, ele aqui na época era Itoshiro Mifume. Juro por Deus, eram dois atores, dinho, estou falando bobadinho, está aqui para que que entende tudo. Itoshiro Mifume? É, cara. Ele só explica a palavra. Eu acho que é fume. Tem fume? Fudeu? Ele já ia fazer uns 15. Ah, fude. Trocadilho
com a palavra do Doné Corpo. Trocadilho com o nome do Doné Corpo. Mas é famoso, Itoshiro Mifume. Ele na época era um ator japonês famoso e tal. Então, assim, era uma série super festejada, eu me lembro, eu achei assisti -a em casas, ali com a família, com a minha mãe. Então, assim, eu estava numa ansiedade quando eu via a ideia ali, a ideia da refilmagem do Shogun. E, cara, eles estão entregando... Nossa,
senhora. Estão entregando o... Essa temporada, né, essa série, que o Star Plaza, Disney, está nos entregando, entrega tudo e mais, né? Porque, assim, eu vi os 7 episódios que vocês... E enquanto eu aguardava, eu já assisti oitavo. Eu acho que é muito cozão. Então, não sei saber. A cena não dá, né, véi? A gente combina, mas não é, cara, porque é preso. Eu vi hoje à noite. O que que eu ia falar desse
7 episódio agora? Eu falei, meu, eu não consigo nem imaginar como é que o Torunaga vai sair agora desse mar de trairagem que ele se meteu. Pô, o cara está fodido. É o irmão que trai, é o brother que trai, é o primo que trai, é o filho que é um puta num... E o único cara que ele pode confiar é, justo, a última pessoa que ele esperava confiar no mundo. É o Jinho. Exatamente.
Que é com o Bárbaro. É muito louco isso. O Bárbaro, que até dois episódios atrás estava louco para pegar o navio e que fica em pica -mula. Quer dizer, que era? Cara, é surpreendente, ali. É surpreendente. O oitavo episódio é muito bom também. A série vão ter... Não, o 7, mano, é uma pensão, né, cara. É uma tensão, o 7. Muito, muito. Porque, assim, quando você... aquele jantar, é uma das melhores
cenas de série que eu vi esse ano. Que tal caralho e eu vou, não, vamos discutir essa manhã, não, não, não, vamos discutir isso agora. Eu já estou louco. Eu já me planejei aqui para discutir isso agora. Olha, eu sou regente, você se fudeu, então está aqui, assina, e você vai fazer sua rendição, vai se matar, assim, tudo muito. Você
quer, tinha para se matar, tá aqui. Tinha para se matar, ser puco, não sei o que é lá e está aqui. Cara, foi muito foda essa cena. E eu, de novo, peço desculpas a nossa audiência para dizer que não teve nenhuma série memorável em 2024. Chogum é uma série memorável. Eu me lembro muito, quando vocês falaram isso, você falou, eu não estou muito empolgado. É, de cortar fora. É,
de cortar fora. O búbul falou, matou na charada, ele falou, meu, você falou, você não entendeu, não sei o que aconteceu. É que o primeiro episódio é meio esquisito, aquela cena lá do abismo, eu achei meio... enfim, melhorou muito. E eu estou adorando, e eu estou esperando, e realmente, é aquele lance
da série que está todo mundo assistindo. Cara, eu fui no churrasco para o aniversário do parceiro, aliás, beijão para o parceiro, grande parceiro. Cara, era o assunto do churrasco. Todo mundo está assistindo a série, todo mundo está em dia. É difícil acontecer isso com qualquer série hoje em dia. Bittenka, mandando super bem ali, inclusive Bittenka está fazendo o japonês no Duolingo. O negócio. Mas
cara, porque assisti sem legenda. Assiste sem legenda. Não, ele falou que ele pesca uma palavra cada 4, 5 minutos. Ali, porra. Uma coisa que eu estou gostando muito em Chogum, é que é uma adaptação que não tenta modernizar essa história. Eu acho que eles são bem fiéis ao que é a história, ao que era a cultura naquela época. Então, a gente está bem focado em
ter essa história bem contadinha ali. Quando a gente assiste essa série, e a gente tem esses atores japoneses, com aquele japonês casca, com aquela tradição, com aquela tradição. Porra, esse irmão dele, na hora que ele se encontra, os dois exércitos, um de cada lado. Vamos
beber hoje, porque a gente vai sangrar junto depois. E nesse jantar que ele está ali, com o irmão e contando a história, o episódio ele abre com essa história, com essa lenda, que ele foi um guerreiro muito novo, que ele captou, ajudou ao cara que se entrega, o cara que foi derrotada, compreteu o
sepulco e... Porque quando o cara comete, quando ele faz o Araquiri ali, ele abre a barriga dele, é uma dor muito forte, eles falam que ele está lavando a alma dele, porque ele está desonrado, está comendo esse negócio, e ele tem um assistente que é para acabar com o sofrimento. Ele deu 10 pauladas. Então, a gente fica sabendo... A gente vê esse começo, é contada a lenda, e depois
ele vai contar para o fiel escudeiro dele. Que realmente aconteceu. Mas uma coisa que eu não entendo, eu concordo com tudo que você está falando, está respeitando as tradições e coisas e tal, mas os japonês eram tão traídos assim mesmo, que é a honra dos japonês. Porque uma coisa é o seguinte, o irmão poderia até mandar uma carta, o seguinte, eu agora sou regente, agora sou seu inimigo, vou pegar
e tacar você aí. O cara se infiltra na casa do cara, como convidado para dizer, olha, eu vim aqui na verdade, TCHANAN, TOKI, Eu sou regente. Existe honra e existe política. Eu acho que tem coisas ali que são... O outro cara veio aí assassinado lá, cara. A gente fizer um paralelo com o que estava acontecendo na Europa, nessa mesma época. Era tudo primo nessa época. Foi falar do Dindinovic, é
mesmo Game of Thrones. É, a ponta estava rolando. Na verdade, sua muda de endereço, essa traidade toda. É fato que os caras usam muito lance da tradição, dos rituais, que é uma cultura com muitos rituais, para justificar, é ter umas coisas que... É uma tensão que você nunca sabe, realmente. Você recebe a pessoa, você não sabe se ela vai te dar um abraço ou uma facada. Você
tem 50 % de chance. A lesão é ser decapitado, é uma primeira... Mas na primeira! Primeira risada, né? O Shogun ia estar lá, o Valeja... Você para. O cara que é o mais alesão, sério, é o senhor da vila. Cara, eu queria... Mas ele não sabe direito o jogo que ele joga. Não, ele não sabe o que ele vai fazer. Mas ele fica, vou para cá. E eles colocaram um ator muito bom, ele tem uma cara que... Ele
olha a ironia das coisas. Ele olha aquela cena, ele tem uma cara meio de debochado, do que está acontecendo. E ele sabe que ela vai dar merda, que ele não está traindo outra, não sei o que... E ele olha com aquele olhar, e eu falo que é o mais alesão, não pela traidade. Mas pela ironia, pela coisa dele enxergar mesmo o engraçado daquele negócio da patragéria. O grande lance desse cara é
isso, né? Ele quer se dar bem no final, mas ele não... Ele não tem o controle de todos os fatos. Ele não quer ser trair aqui, ele acha que a maior vantagem está com os regentes de lá. Mas de repente, o cara agora vai juntar com os primos dele, vou falar, então, pelo boquinho, vou ficar aqui, porque agora o céu vermelho... O céu vermelho... O
céu carmezinho, não, agora vai dar bom para mim. Mas de repente, trair aqui, opa, pelo boquinho, agora volta para lá, e agora vai ser interessante. Então, não é que o cara, ele só quer estar vivo no final, né? É o mundo muito cachorro, né, cara? Mas é que ele em toda parte,
né? É em toda parte. Uma coisa que eu acho curiosa, eu acho que para o público brasileiro que eu acho que sou engraçado, é que eles teoricamente estão se comunicando em português. Sim, essa é a parte ruim da série. Já ficou para trás, eu nem penso. Já ficou para trás, mas é uma coisa curiosa, porque eles começam a falar, falam, e
você fala português, né? E tudo em inglês, né? Eu aprendi português com o padre que me ensinou no seu canal. É que eu não era realmente falo alguma coisa de português. No começo era mais complicado, que tinha pessoas que estavam falando inglês, outros que estavam falando espanhol, e todo mundo falava inglês, e estava com
uma puta mistureba. Agora que é só dois, o japonês fala realmente japonês, e o português fala inglês, agora já deu para entender o que está acontecendo. Mas cara, eu acho que é uma série que tem um elenco maravilhoso. É, até agora, em 24 para mim, é a minha série favorita, assim, de entrega de... É, mas é disparada, né? Jornada, cara, Magnatas do crime eu adorei. Adorei,
eu acho que é uma baita série. Mais Shogun, ela se destaca por conta dessa tradição que ela traz, esse peso, essa coisa bem cinematográfica, né? É uma série tipo Game of Thrones, ela é grandiosa. Magnatas é mais simples, mais brincalhona, mais kafajestona, lírusa, inglês, etc. Essa
daí, ela tem um peso muito forte, cara. E a expectativa é se ela vai realmente... que essa, pelo menos, é a minha expectativa, se tem um nível de informação melhor do que eu, nesse sentido, mas se eles realmente vão respeitar, ela será realmente uma mini série. Mini série. É mini série. Vai fechar. Porque ela tem potencial, e isso, né? Eu falo isso até com um certo medo, né? Porque você pode facilmente
escambar para uma queda de qualidade terrível. Mas ela teria um potencial para virar um Game of Thrones, para virar uma coisa de muitas temporadas. Eu espero que isso não aconteça por mais que vadoe na hora que acaba. Eu acho que não. Acho que vamos concluir com os 10 episódios. E inclusive, tanto a Lú, quanto o Biten, que eles conhecem muito essa história. E no furrasco, eles estavam ali contando muitas coisas
que acontecem depois e coisas e tal, já. Então, cara, o que você fala tem muito sentido. É uma mini série, mas cara, de repente, se for um sucesso absurdo, nada impede de falar, oh, era uma mini série. E por que não fazer mais uma temporada? É, contou a história ali do cara, do Shogun, de não sei o que, desce, mas são milhares de anos que tem pela frente ainda de
samurai, até eles acabarem. Então, assim, dá para explorar muito mais essa chegada dos... Eu prefiro que não, né? Ocidentais ali na mundo asiático. A gente tem um filme que é o último samurai. Tom Cruise que é maravilhoso. Então, é um universo. Vocês não gostam de último samurai? Pelo amor de Deus. Não, não. A Ginho também não. Também não gosta de último samurai? Fica assim, é um bom filme. É um bom entretenho. É
o filme da Lasanha, interessante. Caralho, eu adoro isso. Você imagina um filme da Lasanha? É aquele filme que você come no domingo, depois do almoço, comeu a Lasanha, depois se você perdeu os pedaços, não tem problema. Esse é tipo de filme. Sério, cara, aqui tem gente que... Eu adoro o filme samurai, para mim é um filmaz. Mas enfim. Zemfim. Eu estou muito satisfeito, muito satisfeito com Shogun. Oito
episódios entregues. Não vou dar nenhum spoiler desse oitavo episódio, que vocês não viram. Mas, cara, está entregando tudo. Oitavo é o último, bobo? Não, tem dez. Eu sou dez. Era muito bom. Nós temos mais alguma coisa na porta? Eu posso dar uma dica de um documentário aqui? Fala, pode falar. O dia aí, volta mais? Volta,
acho que volta. É que é um pouco sumido. É que o Gugu, ele tem aí na carteira dele, a toda parte de legaltech, e deve ser um assunto que ele manja. Que é o... sobre redes sociais, que está muito em vó. Inclusive agora, até o Maí, Elon Musk, Alexandre Morais, todo brigando com o outro. Essa parada toda. O Alexandre Morais, vamos derrubar o derivado. A oportunidade de você cancelar. Não
vamos falar sobre esse assunto. Mas, cara, mas a Netflix acabou de colocar um documentário chamado da rede antisocial, que fala sobre a história do Fort Jane. Eu fiquei impressionado de saber que eu não sabia nada sobre o Fort Jane. E eu quando comentei com as pessoas, as pessoas não sabiam nem o que era o Fort Jane. O Fort Jane é o Reddit. É um Reddit mais... mais
dentro do buraco ali. E eu descobri que o Fort Jane nasceu de um site que era o Chuchain, que era um site japonês, que tinha a mesma função. Fazer fóruns e discussões para pessoas anônimas. Esse que é o grande diferencial, né? Até do Reddit, porque o Reddit hoje você acaba sabendo quem são as pessoas. Aí um programador americano falou o seguinte, roubou o código do Chuchain e fez o
Fort Jane. E o Fort Jane, cara, é o pai da maioria das ações de teorias e conspirações e tudo mais que aconteceram no mundo. Se você pegar aquele caso lá da Haber Hotel, mano, aquele caso que o pessoal fez um ataque coordenado fazer o personagem negros porque a Haber estava expulsando personagens negros tipo um Second Life de hotel. Házbro. Házbro. Fábrica, marquilibunex, lá de... Eu acho que é a H. A
Haber, eu acho. Não tem certeza, mas pode ser que... Acho que não é a marca também. Házbro me parece mais correto. É, Házbro faz os bonequinhos, lá. É, ainda não. O Házbro eu sei que sim, mas eu acho que esse caso específico acho que é Hábro Hotel. É aquela coisa sem fact check, né? Mas começa com isso. Depois eles passam pelos ataques coordenados contra a sintologia. Cara, que achavam absurdo, coisa
que tava... Cara, você falou mais 10 mil pessoas que estavam lá dentro. Depois, o OcuPai Wall Street também surgiu no Fort Jane. O grupo Anônimo surgiu no... dentro do Fort Jane e mostra, cara, galera, quem são os Anônimos? Cara, é uns nerdão magrela, comedor de... de pão com mortadela. Desculpa aí. Sei que é uma só advogada aqui. Segura ele. Vou ter trabalho, né? Seu som advogado aqui. É
um bom advogado. Cara, é sério. Aí os catéis, os caras vão presos e coisas. Mas de repente você pensa que é uma puta organização raca? Cara, não, cara. É aquela galerinha que tava ali desde o começo. Mas essa é um dos grandes desafios do mundo, né? Que você faz coisas coordenadas de forma descoordenada. Exatamente. Você não precisa se quer conhecer pra você induzir a pessoa a fazer aquilo que
você quer que ela faça, né? Cara, isso foi muito foda, cara. Porque você pegar qualquer coisinha e você pegar uma rede desconhecida. Porque hoje a gente é óbvio, a gente fala de grandes redes aí, Twitter, Instagram, essas coisas todas. Que tem milhões de pessoas e são conhecidas. E essas redes menos conhecidas. É. Você pegar o caso do Reddit que pegou naquela... aquele movimento de ação lá do GameStop. Cara,
coisa única no mundo, por quase que é bró. Que por ser um filme também deliciosa de assistir. Porra, é um puta documentário foda. Mas eu fiquei embasbacado da quantidade de movimentos que estava no Fortein até que a galera mesmo, os próprios criadores do Fortein, né? O cara falou assim, ó, galera quer saber de uma coisa, vou acabar com isso aqui porque tá ficando meio
perigoso. Aí criaram o 8 -Hain. Que era uma... aí copiaram e fizeram e aí realmente criaram todos os movimentos que acabaram eleger no Trump. Tem todas essas teorias aí, coisa e tal. Então, vou falar pra você, é um documentário muito bom de assistir. É, curtinho, uma hora e vinte, já pega e já vai lá na
mata. Eu acho que vale a pena se informar do que acontece aí nesse mundo de fake news e redes sociais e o quanto que a gente tá suscetível a fazer bosta em prol do comportamento de manada. Acho que é isso que fica. Exatamente, esse é o grande desafio, né? É, com certeza, cara. Eu vejo que House of Cards mostrou muito bem isso. Mostrou. O Frank Underwood começa
lá. A gente precisa criar uma... uma palavra pra colocar na boca do povo do que tá rolando ali. Vamos falar que eles são um movimento desorganizado e dele começa a repetir em todo lugar e daí todo mundo começa a repetir e de repente tá na boca do povo todo mundo é e o movimento virou um movimento desorganizado. Então é bem o reflexo do que a gente vê na política em redes sociais, em efeito de
manada como a gente está fazendo. É, porra. Então o negócio recepensa no que você tá fazendo hoje se não é alguém que tá te manipulando lá em cima. Só isso. 90 % de início. Nossa, na Guardia estamos sendo manipulados. O monte de gente tá falando aqui, a gente tá sendo manipulado. Ele nem sabe. Esse documentário foi feito pra nós manipular, pra gente ir aqui na derivada e indicar
pra vocês. Vocês assistam tudo que a gente tá dizendo pra vocês. Exatamente. Esse é o looping da vida. Boa, onde que o pessoal te encontra nas redes sociais? É, não me encontra. Não me procurem. Não me procurem. Eu sou um parha das redes sociais. O Tati, o Tati, eu tentei, tá? Eu tentei, não deu certo. Vários movimentos descoordenados anônimos que formaram pra criar perfis pra mim. Mas eu insisto em manter meu
linkedin que é uma rede... Linkedin, linkedin. Proficional. E eu tenho um esgotamento muito grande com outras redes de maior interação. Certíssimo você, cara. Tá certíssimo você. Como é que te acha no linkedin? O linkedin é só procurar lá, Gustavo Biajiolli com um G só, um L só, um O só. Mas de preferência não procure, né, Boa? Mas, exato. Se não tiver nada de interesse pra mim, não procure, não
precisa. Tá tudo certo. Procuro a lesão que... Vai ser mais divertido. Eu quero mandar um beijão você. Que isso, cara. Beijão você, cara. Que prazer tê -lo aqui no Derivado Castle. Vamos fazer a conta dos festivos. Valeu, galera. Derivado Feste. Aguardem. Voltou, Dinho. Voltou, Dinho. Voltou, Dinho. Voltou, Dinho. Voltou, Dinho. Voltou, Dinho. Voltou, Dinho. Voltou, Dinho. Você quis deixar na corda da
Bama, que advogada é isso, velho. Nem assistiu, nem assistiu um episódio. Na verdade nem assistiu. Não viu nada, parece que ele viu tudo. Essa é a grande característica do Boa de Vogada. O que nós vamos falar com o Dinho agora, Lezinho? Já que você tirou da falta. Não entendi. Ah, é assim? Trouxe só pra mandar embora, então. Madinho, obrigado por tê vindo aqui. Representar o Michel Rauk. Você está sentando a mão dele. É
uma responsabilidade muito grande. Queria mandar um beijo pro Mimi e pra Lu, que nesse momento estão aí, curtindo seu recém casado. Travescerando. Travescerando. Travescerando. Fabricando Michelzinho, Zarucas, para o mundo. Olha, muitas felicidades pra vocês. Você sabe que eu amo vocês e é muito legal fazer parte dessa família derivada do cast. Aí, Dinho. Muito bacana mesmo. Fico
muito feliz, cara. Sempre quando eu venho aqui, é um prazer muito grande. Eu já amamos você, Dinho. Gosto de fazer essa zoeira com você. Você é nossa vítima. Você que se entra na cadeira aqui, você é nossa vítima. Eu sei disso. Mas é por causa do nosso amor. É a linguagem do amor de vocês, é a misó. É exato. Quinta série. Quinta série que não sai de dente de nós. É isso, amiguinhos. Temos? Temos. Não
se esqueça de se inscrever no canal. Que a gente está com a meta dos 20 mil inscritos para o Alessandro Vim gravar sem camisa. Porque eu não esqueci dessa promessa. Nós três, né? Não, é só você, Alessinho. Você falou eu venho sem camisa. Então você pode vir sem camisa. Participe do clube do derivado cast. Quem sabe no clube do derivado cast vai ter surpresas por derivado fest. Quem sabe não vai ter um
sorteio de um ingresso. Dessa vaga premium. A gente podia liberar... Vamos liberar a landing page primeiro para o Galera do Board. Lógico, prioridade. E o derivado fest vai ter uma banda só? O Dinho já canta. Lógico. Você sabe disso. A Liga, eu já vi o Dinho cantar. Você toca, Dinho. Não entra nessa, mano. Eu gosto muito... Eu acho que um cantor... Você nunca me viu cantar. Onde você me viu cantando? No
Instagram. Você tinha um podcast, um som que a gente sabe de... Você publicava lá, você com violão lá. Não... Desafinado lá. Desafinado é a sua vida. Fica ver o Michel, puta vergonha. Que isso, que isso. Vamos para o derivado fest. Derivado fest, Dinho Lima vai dar uma canja lá, voz e violão. Vou, vou. Vou mostrar para esses caras como é que se faz uma música. O Dinho vai cantar aquela música que é só
instrumentar. Valeu, galera. Fala, Besó. Tchau, tchau.
