¶ Introdução ao Mundo BDSM Profissional
Olá, fetistas e simpatizantes! Bem-vindos a mais um episódio das confissões de uma domina. Eu sou a Mistress Kaizen, dominadora profissional, mentora, educadora fetichista e... Apresentadora desse podcast. Uma das perguntas que eu mais recebo é: como é que funciona uma sessão de dominação profissional? E eu consigo compreender que grande parte de vocês. Essa mesma questão, e portanto, hoje eu vou não só explicar como funciona uma sessão desde o primeiro converso.
until the end, but also for example my favorite session of this last session.
¶ Entendendo o BDSM e Seus Limites
Um disclaimer importante antes de começarmos a navegar mais a fundo nesse assunto. As minhas sessões são construídas com base no meu estilo de dominação. Nas minhas práticas, dos meus interesses. A cada dominora tem uma estrutura diferente e uma forma que gosta. De conduzir o sua. Por isso, somos todas diferentes. Assim como ser. Submissas, escravos que nos servem. Por isso, cada uma das minhas ações é construída com base nos nossos fetiches em comum, sempre levando em consideração os limites.
Todas as sessões de BDSM, que, para quem se encaixa nos curiosos que estão me assistindo, as sessões de BDSM englobam uma série de fetiches. incluindo bondade, que é a restrição parcial ou fatal dos movimentos. Disciplina, que é o ato de treinar alguém exatamente como. Tendo suas punições e as suas recompensas. O ato de dominar alguém. Submissão, o ato de ser dominado por alguém com uma troca parcial ou total.
Assim como sadismo, que é o fetiche onde você sente prazer em causar dor, sofrimento, seja físico ou mental. Assim como também masoquismo, que é o ato de receber essa. И, поэтому... Cada pessoa pode se encaixar em uma letra, como pode não se encaixar em outra, como pode se encaixar em todas. Depende muito dos seus fetiches, das suas práticas, dos seus interesses.
Nem toda pessoa submissa é masoquista, nem toda pessoa dominante é sádica. Portanto, tenham em mente que cada sessão é completamente diferente. E não é porque eu gosto de uma prática que necessariamente vamos praticar. Os limites são importantes, e para ser BDSM é necessário ser são, seguro e confiado. E também é necessário que você esteja a par de todos os riscos envolvidos.
¶ O Início da Sessão: Contato e Expectativas
Uma sessão de dominação começa logo no contato. you are a person submissive. Um escravo ou apenas um fetista em busca de uma prática específica é importante descobrir quem você quer. quem que você quer entrar nesse caminho No meu caso, você entra no meu site, lê sobre as minhas práticas, sobre os meus equipos. Sobre os meus limites. E se achar que nós somos compatíveis, em menor ou maior grau? Vai seguir todas as instruções que estão no meu site acerca de como me contactar.
E foi exatamente isso que esse escravo fez.
Hmm.
Vamos chamar ele de Hum. Cinco então que começou a viver vídeo. De uma forma genuína agora.
Uh
E, portanto, ele se apresentou de seu nome. Então, Gê. Experiência passada que soube uma. Disse também que estava aberto a explorar tudo aquilo que não fosse um limite. E também. Já disse logo a sua disponibilidade, o que é algo que eu aprecio sempre. E encerrou a mensagem. Dizendo que queria saber qual é o tributo de forma a prosseguirmos com a marcação imediata. Ao ler a sua mensagem, palavra por palavra foram despertando a minha criatividade. A minha dominância e meu satismo estavam vinda.
Tem entro pra fora. Já criando ideias de como eu iria domar, usar e abusar aquele. Como se suas palavras equassem dentro da minha cabeça. E dessem início a um processo. Para mim... Exatamente fantástico.
¶ Desejos do Submisso e Preparação
Nele tem uma abertura e uma predisposição à preferência. Um feitiço, um king. Em estar sendo completamente restringido dos seus movimentos. Não estar sendo humilhado. Estar levando com Bellod um treinamento anal. Tudo isso enquanto serve sua deusa. Está disposto a fazer tudo aquilo que eu preciso para me agradar, para o meu prazer, pelo meu entretenimento. E eu já percebi naquele momento que eu iria me divertir mesmo, imensamente.
Mm.
Respondi a mensagem, logo contribuí. Dei a minha disponibilidade, se encaixava com a T. Ele, logo de seguida, enviou metade do tributo como depósito, que é uma prática extremamente comum entre nós, dominadores profissionais. E garante que, caso o nosso submisso Fale e falte exceção. Pelo menos o meu tempo é recompensado por essa falha. Assim que eu recebi o depósito, eu enviei a lista de instruções de preparo para garantir que o meu escravo viesse pronto.
fisicamente quanto Así que él leó todas mis instrucciones iniciais. Ele ficou tão animado que decidiu prolongar a sessão logo ali por mais uma hora, tendo a duração de duas horas e meia, duas horas e meia em que estaria sendo torturado por mim. Usado, abusado, tendo seus limites, levados ao extremo. Servindo como um objeto para o meu prazer. Exatamente como eu gosto. E não só decidiu prolongar o seu tempo comigo.
Sua servidão, mas também implorou para que, por favor, se existisse possibilidade, adiantar a sessão de amanhã para hoje. E por sorte dele, eu tinha disponibilidade exatamente para duas horas e meia, tendo o dia e a hora definidas. Depósito adicional já enviado. Agora era só esperar que em tuas horas estivessem cá para me servir.
¶ Estrutura de Uma Sessão BDSM
As minhas sessões são divididas em três águas. As regras onde os meus submissos aprendem exatamente como me servir dentro dos meus parâmetros. Aprendem que não podem se comportar de tal maneira. Cada um dos meus submissos recebem regras personalizadas. Para o meu objetivo com seção, entretanto, algumas delas se aplicam a cada um. Segundo ato é onde nós nos divertimos.
Mm.
Eu, garantidamente, sempre. Os meus submissos depende. se responderem bem. A todas as minhas ordens, e se comportarem exatamente como eu quero. No final, nós temos o que chamamos de Aftercare. Ou um cuidado final, onde nós conversamos sobre tudo o que aconteceu na sessão. E algumas mudanças, como todas essas sonhos, podem ser apertadas. Eu encerro cada uma das minhas sessões de acordo com aquilo que eu sinto, com a minha intuição. E com as minhas vontades, mas sempre conversamos sobre. Pontosão.
Comentos favoritos.
¶ O Ritual de Humilhação Inicial
Tem alguma coisa que não repetiria? Assim que o meu novo escravo chegou ao estudo. O Atenem que se ajoelhasse, que beijasse as minhas bordas. Que se pusesse de quatro e que me seguisse aqui pra dentro. Já aqui dentro, entregou-me o tributo, agradeceu pela oportunidade de me. E eu perguntei se existia alguma coisa que ele quisesse falar antes de iniciar-me. E aí começaram as suas súplicas absolutamente patéticas e humilhantes: para ir à casa de banho, fazer um xixizinho.
Eu disse que ele poderia, sob uma condição. Que se humilhasse para mim. Que aumentasse suas súplicas e que me mostrasse logo o quão ridículo é. E foi assim que ele fez suplica por suplica, do rio, do compatético, aquele.
Okay.
Não dá nem para chamar idioma. Aquele servo estava cuspi na boca dele, dei um tapa no seu rosto. E mandei que fosse pra casa de banho, de quatro, andando igual um cãozinho, igual um capacho, porque é exatamente isso que ele é. pode nem que fizesse xixi sentado em seguida que lavasse as mãos
¶ Regras da Dungeon e Primeiras Punições
Se pusesse de quatro novamente e viesse para Dungeon. Aí expliquei as regras. Não poderia falar nada sem colocar a mão pra cima. Só abri a boca quando eu ordenasse, quando eu perguntasse alguma coisa, ou então para falar as suas palavras de ser. Amarelo para diminuir a intensidade vermelho para parar com. Disse: se comportasse mal que, se não estivesse à altura de me servir, com certeza seria punido. Mas que se fizesse um bom trabalho.
Se cumprisse todas as minhas ordens, exatamente como eu quero. Se a gizesse, seria compensado por bom comportamento. Eu não consigo me lembrar exatamente o porquê de eu ter punido ele, mas logo em por alguma insolência ou desobediência da sua parte. Eu também que ficar assim, com a cabeça no chão e o cuzão todo pra cima.
Mm-hmm.
E usei a minha ferramenta de tortura favorita. ...na minna mão... ...i ordena em que contasse... ...cada om dos... A sua pele foi ficando cada vez mais vermelha. E foi aí que eu peguei o meu chicote. três de cada lado. The shears were pale and Em seguida. E ele agradeceu pela oportunidade de estar sendo um servo melhor para mim. Cada uma das punições. São sempre divertidos.
Uh
Mas punições não são divertidas. Para quem a recebe, punições têm um tweet. De educar, de disciplinar.
¶ Exploração Anal e Tortura de Mamilos
Quão dilatado, quão arrombado ele já. E pra minha surpresa, tava tão apertadinho que nem parecia que já tinha entrado alguma coisa lá. Eu tenho alguns submissos escravos. Cisis, que chegam e dizem que nunca tiveram nenhuma experiência. E assim, estão mais abertas do que um túnel de passagem de carro. E por isso que eu chamo essas pessoas, coisas, especificamente de viaduto. Via tantos vídeos.
Ai, mas claramente não era o caso. Ele já havia tido uma experiência dois anos atrás, como ele havia me relacionado. A qual ele tinha adorado. Yeah, seeing Comecei. Ordenei que ele implorasse por mais. E ele implorou, implorou, implorou, implorou. Não estava tão apertadinho que nem. Por isso eu fui buscar. Um plugzinho bem pequenininho da Larry. Equal a Kate. Enquanto ele estava sendo alargado. Eu decidi que era a hora de me divertir mais. Que você estava ali na minha frente para me entretener.
Comecei por torturar os seus mamilos. Chegando quase lá perto e parou. frustrando cada vez mais o meu escravo. Onde ele implorava, gritava, implorava, gritava, por favor, mistress, o que é que?
Yeah.
Coloquei uma trela na sua... Esse beijão. Para provar que mesmo. Tira as minhas unhas, tocando seu mamilo. Hum, e ele assim me fez completamente atrapalhado, sem conseguir seguir o meu ritmo de caminhada, sendo puxado quase que enforcado pela sua coleira. E assim ele foi provando. Beijo após beijo no chão que eu piro. Mas não era bom o suficiente. Pim no chão e ordenei que ele lambesse. Deixasse tudo limpinho com o olho. Andei que seja elhasse de volta pra. E dar umas boas chapadas, né?
E disse mais uma vez. Permissão, óbvio. For me.
Ha Mmm.
¶ Privação Sensorial e Imobilização Total
Aí já estava farsa de ouvir ele suplicando. Suas súplicas já estavam repetitivas, sem criatividade. E por isso peguei uma mordaça, coloquei na sua boca. É assim. Se colocou os meus pés. Ficando com as mãos aos peitos, sem poder dizer nada. implorando De uma forma não vocal. Absolutamente bará. Como punição por ter levado as mãos ao teu peito para suplicar sem autorização. Eu busquei as minhas alginas. E deixei as suas mãos imobilizadas. Ниса. Amor da Sado é o gemado. De olhar para mí.
Субтитры создавал DimaTorzok Foi nesse momento que sem autorização para olhar. Eu tirei o privilégio da visão. Cool okay. com duas aberturas nas narinas. Amarrei bem apertada. E agora? Sem poder falar. Com as mãos presas. E vendado com uma máscara que não permitia nada além de uma respiração restringida.
Mm-hmm.
Onde a qualquer momento eu poderia só tapar os burequinhos. E ele não receberia o privilégio que é poder respirar na mão. E foi assim? Que eu puxei pela coleira. She forget it seemed. Bom dia, eu prendi.
E com seus pés.
Mm-hmm.
E lá estava um escravo, preso. Ojimando minha cruz, amor doçado. Sem conseguir ver. E respirando por causa da minha boa vontade. E ai iniciei, finalmente, a tortura dos seus mamilos. Usei as minhas unhas que ele tanto implorou. Os meus dedos. Várias das minhas ferramentas. Dessas minhas rodas de picos. Até às minhas últimas. Elizemia por detrás da morte. E assim eu me diverti. Tartura apă-tartura, até que ele sinalizasse a sua palavra.
¶ Aftercare I: Reações e Percepções
de gesto de segurança. E aí, parei completamente que eu estava... IMEDIATAMENTE TIREI A MÁSKARA TIREI MURDACE DESATEI-O COMPLETAMENTE Me perguntei o que se passava, se ele estava bem. Ele disse que estava muito quente. E, sendo assim, ordenei que ele sentasse que bebesse água, e nisso conversamos um pouco sobre tudo o que havia acontecido até aquele momento na sessão. Ele disse que tinha adorado absolutamente. Em especial, não conseguir ver, nem adivinhar o que iria acontecer com ele de seguida.
Peace.
¶ Intensificando o Play: Fisting e Oral
Depois que meu escravo já estava hidratado. y recuperar. ordenei novamente que juntasse o seu... E mais uma vez foi restringida, dessa vez de quatro com uma corrente, ligando os seus tornozeus. Sem conseguir se mexer, sem opção nenhuma, se não ficar com o rabo completamente exposto pra mim. Foi assim que eu retirei o policinho. Muito mais arrumado do que estava anteriormente. E foi aí que deu início.
Uh
Alargação ou continuar o arrombamento. Do meu servo. Fui buscar uma das minhas réplicas. Que coube com perfeição dentro dele. Enquanto ele gemia, implorava por mais e me agradecia em simultânea. Eu ia cada vez mais rápido e cada vez mais fundo. Até chegar o momento onde ele já estava preparado para receber uma réplica maior. Mas pra provar que era digna de receber tal réplica. Ele ia ter que estar engolindo até o fundo da garganta.
Eu olhando que se ajoelhasse. E ele, com os movimentos todos restringidos e com muita dificuldade, conseguiu se ajoelhar mais ou menos. Para não é que abrisse a boca. Que mostrasse o que estava disposto a fazer para receber tudo aquilo lá dentro. E nesse momento eu fiquei completamente... Chocada com a sua habilidade. Claramente não era a primeira vez que ele estava fazendo aquilo. E eu perguntei, ele disse. Já havia acontecido uma outra vez. Não sei se acreditei.
Que tenha sido apenas uma vez, mas definitivamente ele tinha. E sabia exatamente o que eu estava falando. E foi por isso... A minha réplica é de três.
¶ Clímax e Liberação Controlada
Coloquei na frente dele e ordenei em que ocupasse as suas mãos enquanto ocupava sua boca, e com a boca preenchida que implorasse para levar aquela réplica já toda molhar. Dentro. Alguma dificuldade, mas ele, como um bom esquema, Aguentou tudo pela sua dança? Lenda, abafada. Tentando fazer um multitask. Com quatro réplicas, uma em cada mão. Em uma em cada abertura. Depois de me divertir, mas. Que tirasse uma mão, colocasse... Shown. de uma minhoquinha que ele tem entre as suas perninhas.
O quão patético ele era assim. Quem está numa posição tão degradante? He de seguido ordenado en que la va. Suco de perdedor. E ordenei que levasse mais uma vez e que começasse. Como quem faz uma pinça com os dedos. A mexer pra cima e pra baixo e pra cima. Enquanto ele levava o mar. Quatro vezes maior do que a minha quinha dele. Foi assim.
Que ele tivesse.
What a gas mum. Indo cada vez mais rápido em dentro de cinco segundos.
Mm.
E gemendo da forma mais patética que eu já ouvi enquanto ele explodia. com o que ele disse mais tarde que foi. O melhor momento de prazer da vida dele. Eu ordenei que ele se limpasse com a boca. E ele assim. Entreguei um guardanapo imebido em álcool. Guardanei que limpa se as mãos e ele assim o fez. Chocou o papel no lixo, voltou engatinhando, e ordenei que então se deitasse, e assim o gui de volta para o seu corpo no que eu chamo de.
¶ Aftercare II: Retorno à Realidade e Reflexões
...um ritual pós-senservitude... ...com o meu submisso deitado... ...ainda em... Volta ao seu corpo Pouco a pouco meu escravo foi voltando para o seu corpo Entrando em contato mais uma vez com a sua personalidade cotidiana. Voltando para a personalidade que conhece. Apresentando para o seu novo eu. Completamente rendido, usado e abusado durante duas horas. satisfação, meu prazer. E o meu entretenimento. Fiz algumas perguntas habituais para saber como Como ele se sentiu durante essas.
Com ponto baixo. O que se passou pelo que eu vou fazer? Enquanto estávamos em Em novos, inférios.
Uh
Conversamos também sobre como a experiência foi para mim. E foi muito interessante as considerações finais. E ele disse que o que ele mais. Foi estar preso à cruz, amorgaçado com uma máscara que permitia um fluxo bem pequenininho de ar. Nesse momento, ele sentiu. Foi o momento onde ele percebeu que ele é um escravo que não tem decisão sobre o que acontece com ele. Ele percebeu que ele era mesmo. E que dependendo das minhas vontades, sendo eu extremamente sádica.
Ele estava completamente à minha mercê.
¶ Jornada de Autodescoberta e Aceitação
Tomar qual quer dizer? Como eu disse em alguma altura desse episódio, ele está em um momento da vida onde... Começou a aproveitar todos os teus desejos e impulsos que foram reprimidos durante. Teve uma experiência pela primeira vez há dois anos atrás, mas essa experiência não chegou sem.
🔇 Silence
Depois disso, depois dessas considerações finais. E eu estava muito curiosa para conseguir perceber melhor como foi. ele iniciou no meu mundo Ou o que fez ele, depois de tanto tempo, vir para uma segunda sessão? Sendo que a primeira Ele disse que aquela sessão não foi tão profissional, tão estruturada, tão hierárquica quanto a minha. E por isso não tinha sido tão intensa, não tinha levado ele de uma forma tão. Pra dentro do seu espaço mental, com escrava.
O meu escravo contou mais uma vez que estava num momento da vida dele. Queria ter novas experiências e que seu foco era ter novas experiências. Tinha sido absolutamente. E que ele estava triste por não viver em Lisboa, caso com ele. Nós conversamos também, porque eu fico muito curiosa em saber da onde. Субтитры сделал DimaTorzok E também saber um pouco mais do histórico dos meus cérebros. Interemption to me. E ele disse que durante muitos anos ele esteve infeliz.
Tomando escolhas que não eram genuínas e autênticas. Escolhas essas que estavam sendo completamente. Instigadas e criadas por uma pressão social que nós vivemos, quase que como expectativas compulsórias social. Onde nós todos somos afetados em maior ou menor nível, onde nós temos toda uma linha do tempo para cumprir. Estudar, entrar na universidade, encontrar alguém, graduar. trabalhar, câncer carreira, ter filhos e morrer. Para ele, assim como para mim, e acredito que para ti também.
Uma vida conformando com as expectativas ali. Ao meu ver, felicidade está ligada com a nossa austividade. E a menos que você viva a tua verdade. Faça tudo aquilo e tome decisões baseadas nas tuas vontades, nos teus desejos. Para ti, e não baseado naquilo que é esperado de. Que às vezes nós demoramos tanto tempo para perceber isso e continuamos nessa roda e os anos vão passando. E eu disse pra ele que
Pior do que uma década, duas décadas, três décadas. É isso mais um dia. E que ele havia encerrado esse. And he deveria being orguloso delivery to tomorrow decisions based in aquatic. E todos nós temos nosso próprio tempo. Às vezes demora mais tempo, menos tempo para sair dessa roda de compulsividade social que nós nos é impor. E eu acredito que.
Por mais que às vezes a gente tenha compulsões, desejos e vontade, Algumas coisas que às vezes não tem um lugar seguro para discutir com as pessoas mais próximas, as vezes não existe uma abertura de. A vontades, a desejos que fogem da norma. Eu acredito que, mesmo que você não tenha um espaço seguro, Num relacionamento interpessoal, seja romântico, amizade, familiar, por mais que você não tenha esse espaço seguro com outras pessoas.
É importante, em primeiro lugar, antes de procurar construir isso com outras pessoas, construir isso contigo. É importante você se aceitar, não ter mais vergonha. De tudo isso que foge à norma, mas constitui a pessoa que você. Porque não tem como ignorar. Pode estar jogando mais pra dentro, em esperança que um dia essa vontade já não vai mais estar ali. Mas isso só vai te jogar mais pra baixo. Tá na hora de você criar um espaço seguro pra você próprio. Onde você se aceita.
Onde você se ama. Porque, como diz um amigo muito querido meu. Amor é ouvir e amor é compreender. Começa a se amar completamente. Porque se você ama todas as partes de você, por mais que algumas fujam da norma ou não sejam necessariamente aceitas nos seus meios sociais. Você aceitar isso dentro de você, às vezes já basta. Porque primeiro você aceita ir dentro. E depois você vem até mim, para o meu espaço seguro, onde nós podemos. Explorando. Sem vergonha nenhuma. A menos é claro.
Mm.
¶ Indicação de Filme e Mensagem Final
Eu tenho uma indicação de um filme sobre uma sessão. Que ao meu ver, ele deu muito errado. O filme se chama Sanctuary. É um filme de 2023 ou 2024. mas que tra... Uma dominadora que vai ter com o seu submissão. No a telling Eles fazem uma sessão, e no início do filme eu tava julgando tanto, porque era uma sessão tão roteirizada, e assim eu gosto de ter. Um cenário, mas sessões roteirizadas.
Completamente esmagam a minha criatividade. E eu não gosto mesmo de nada. Então eu tava julgando, especialmente. O roteiro quem tinha escrito era o submisso escravo em questão. Entretanto, a sessão vai acontecendo e eu vou mudando a minha opinião. Majorque ok, ela não é tão ruim assim como dominadora Até que no final da sessão, eles já estão no Aftercare conversando sobre tudo o que aconteceu. Или, да, Porque ele não quer mais engajar nisso.
Tá na hora dele ser um adulto responsável e assumir os negócios que o seu falecido pai... E o film todo é sobre ser surta, e ela surta, e ele surta, e ela fica maluca, e ele fica pior ainda. E a certa altura eu pensei que o filme foi escrito como uma fantasia e um sonho molhado de um escravo. Mas. Terminou de uma forma muito interessante.
🔊 Babbling
Que vai numa direção sempre vai ter alguma. Tem a mesma ideia, que é compatível e que vai na mesma direção. Compatibilidade é algo muito interessante. Tem tantas pessoas no mundo, não é porque você vive um meio tão pequenininho onde às vezes. falar sobre Não significa que não tenha outra. Que tenham lados que se E eu tenho que dizer que esse filme, Sanctuary, é um romance entre uma donadora e um escravo. Um romance muito fora do comum, com várias reviravoltas.
Eu vou abrir uma caixinha de perguntas no Instagram do podcast, que é Confissões de Huma. E se a tua pergunta for boa o suficiente? Seja um bom telespectador e vá me seguir em todas as minhas redes. Elas estão listadas. E por hoje é isso. Agora vai. Cumpre com as tuas tarefas. Dá like, comenta, compartilha.
