Afonso Reis Cabral conversa com Abdul Ibrahimkhel
Com apenas 14 anos, fugiu a pé de Cabul, ocupada pelo regime talibã. Deixou a família para trás e teve um ano e meio de um percurso duríssimo, que terminaria em Portugal, onde hoje vive e é feliz.

Com apenas 14 anos, fugiu a pé de Cabul, ocupada pelo regime talibã. Deixou a família para trás e teve um ano e meio de um percurso duríssimo, que terminaria em Portugal, onde hoje vive e é feliz.
Sororidade, arte e comunidade são as palavras mote, em que uma artista multifacetada da música, dança ou poesia, e uma artista audiovisual se juntam para falar de feminismo e avaliar a força das artes no mundo atual.
É um projeto artístico e social vocacionado para as pessoas mais velhas, que depois da reforma tendem a isolar-se. Lá, encontram o essencial: atividades, capacitação e muita interação.
É madeirense, tem 27 anos e traz o fado na voz. A ele, junta outros estilos, com o objetivo de o levar mais longe, de mostrar à sua geração e às que se seguem que a tradição é para manter.
"Morramos ao menos no Porto" deu-lhe o Prémio Saramago, em 2024. Mas foi com o seu primeiro romance, "Aqui onde canto e ardo", Prémio Literário Revelação Agustina Bessa-Luís, que começou o seu caminho de escritor.
Foi jornalista durante duas décadas, em Portugal, até descobrir o encanto das auroras boreais. Hoje, vive no frio de Yellowknife, no Canadá, onde é guia e caçador de auroras.
Atriz, ativista, feminista. É do Porto, cidade onde vive e onde abriu uma livraria. Confessa que a maternidade lhe trouxe grandes mudanças, mas está à procura do equilíbrio entre a vida pessoal e o seu ativismo.
Viveu num ambiente de violência interracial, em Angola, e por isso via o Direito como uma forma de alcançar a Justiça, tendo-se formado nessa área. Tem uma incrível história pessoal, que aqui deixa testemunhada.
Conhecemo-la das canções, mas foi o seu primeiro romance, "Nem todas as árvores morrem de pé", e o seu fascinante processo de criação o mote para esta conversa.
É através da sua arte que tem feito a luta pela liberdade. A sua carreira tem sido uma busca constante por novos caminhos para nos mostrar o que precisamos de mudar enquanto sociedade, enquanto pessoas.
Aprendeu a fotografar com o pai, que era fotógrafo. Cresceu na Casa de Mateus, em Vila Real, rodeada de cultura e de arte e isso revela-se nos seus interesses e projetos muito diversos.
Entre a tradição e o futuro, nasceu uma artista chamada Emmy Curl, o heterónimo de Catarina Miranda. Neste Cinco à Quinta, Capicua entra no mundo desta mulher multifacetada.
Não são "humoristas encartados", mas o humor é-lhes natural e usam-no antes de qualquer outra coisa nas suas várias ocupações.
Nesta conversa sobre a essência e os direitos do ser humano, Margarida Pinto Correia explora as convicções e crenças de Cláudia Semedo.
De uma ilha chamada Lanzarote para o mundo, esta é a conversa que junta Pilar del Río a Rafael Gallo. Uma viagem pela obra de José Saramago e pel'A Intuição da Ilha, o livro de Pilar.
O 5 à 5ª desta semana é uma verdadeira viagem pelos mistérios do universo. Afonso Reis Cabral convidou a Astrobióloga Zita Martins para explorar o espaço: o seu e aquele que nos rodeia.
Num mundo que pode ser, cada vez, mais angustiante, onde fica o encantamento? Esta semana, Capicua conversa com Manuela Pimentel e João Alexandrino Silva sobre um possível manual de sobrevivência através das artes.
No rescaldo do Dia Mundial da Rádio, Selma Uamusse explora a paixão pela caixinha mágica dos sons e das vozes com Fernanda Almeida, da RDP África e Henrique Amaro, da Antena 3.
Entre Lisboa e Nova Iorque, o 5 à 5ª de hoje é guiado por Margarida Pinto Correia. Acompanhada de Catarina Portas, leva-nos numa viagem sobre os projetos, paixões e convicções da jornalista e empresária lisboeta.
A prosa e a poesia (e não só) de Adriana Lisboa são o mote para uma conversa literária com a vencedora do Prémio Literário José Saramago 2003.
Nuno Pinto e Paula Almeida são um conceituado casal de detectives. Neste episódio, Afonso Reis Cabral quer saber como se conheceram, como deram os primeiros passos, e como é trabalhar com a verdade.
Regina Guimarães é poeta, pensadora, mulher das letras e das artes. Esta é uma conversa que procura respostas para a questão: como está o mundo?
Uma conversa intimista entre três mulheres unidas na arte, no amor à música e com a maternidade como elo de ligação.
Empreendedor, comentador, investigador e professor, ele tem muitas paixões, mas há uma que o move especialmente: a política. Francisco Araújo é o Fundador do projeto "Os 230" e Presidente da Associação Democracia 2.3.
O músico brasileiro veio de uma família humilde de vários irmãos e desde cedo, quando lia para eles a seu pedido, percebeu a ligação entre a música e a literatura.
A história desta semana tem tanto de triste como de bela; uma história de amor, que passa pelas Filipinas e que demonstra como a resiliência e a esperança moveram a vida de Fernanda e Aristides.
Cândida Pinto, jornalista e repórter em territórios de conflito, Pedro Matos, Coordenador de Emergência do Programa Alimentar Mundial da ONU, falam sobre como é trabalhar em cenários de guerra e campos de refugiados.
Talvez pela herança familiar, os seus 20 anos revelam ideais maduras e ideias vincadas. Diz que vive apaixonado pela música, e prova disso é o seu projeto Miss Universo. Mas esta conversa não vive só da sua arte...
Esta semana, juntámos dois Cincos no estúdio de rádio e, nessa conversa, deram-nos a conhecer um pouco mais do mundo de cada um.
A Cegueira do Rio é o novo romance de Mia Couto e o pretexto para esta conversa com Rafael Gallo, onde a ciência, as culturas e as tradições ancestrais africanas também têm lugar.