Passava o dia inteiro no quarto desenho do mapa labirinto, armadilha, ficha de personagem, ficha de monstro. E a minha mãe lá achando que eu tava estudando. Eu sempre curti a função de mestre, que era o que cabia para mim, porque eu que tinha os livros, eu que gostava de ler aqueles livros, de tentar desvendar, né? Pelo menos o que eu entendia daquele inglês lá, que para mim ainda era uma língua ainda meio desconhecida. E eu queria trabalhar aquilo para desafiar a galera, né?
E eu gostava do trabalho envolvido nisso. E por mais que eu tenha falado para você queimar a sua preparação aqui no café com dângel, eu amo esse trabalho de preparar a sessão. Eu não posso dizer que eu nunca trabalhei com RPG valendo dinheiro ou não. A maioria dos projetos envolveram só prazer mesmo, né? Eu tava trabalhando porque eu gostava, mas o fato. É que nunca eu me imaginei trabalhando com RPG, ganhando
dinheiro com isso. Enfim, mesmo quando eu idealizo os meus sonhos profissionais mais molhados. Até hoje eu tento me imaginar como um designer fodão, entregando projetos fodões muito mais do que um puta criador de RPGE tudo mais. Sei lá, foi como eu desenvolvi a minha vida no sentido da carreira, mas o fato é que nunca tive uma proposta de trabalho formal dentro do RPG.
Grande parte da grana que eu recebi foi de apoio dos assinantes, inclusive muito obrigado a galera que torna possível essa aventura e principalmente permuta por produto para mim e para sorteio. Já ganhei dinheiro com o livro do mestre cafeinado, mas foi pouquinho. Já ganhei também dinheiro com o pug, o Thiago rosa a medir, o Rafa Cruz, a galera do RPG. Notícias organizando campanhas muito bem sucedidas no catarse de RPG, né? Porque a gente batia recorde lá com Shadow demo, Lord, sétimo
mar, BCC. E a gente tirava 11 porcentagem, né? Do que a gente conseguia levantar ali e foi legal. Deu uma graninha também pequena, mas foi uma grana legal, né? Não, nunca próximo que eu tive profissionalmente como designer, mas sempre foi um orgulho pra mim falar, nossa, nunca imaginei que eu ganhar essa grana aqui com RPG, né? É, já ganhei também algum dinheirinho ali muito pequeno, como o jurado do golin de ouro e outros prêmios de RPG que contribui de alguma forma, né?
Tem ali uma contrapartida pra você, mas não chega a ser, obviamente, um salário, nada assim é, de qualquer forma, é aquela contraprestação, dá pra chegar no bar EEE, esbanjar um pouquinho na cerveja, né, comer 11, coisa legal, é, mas o fato é que o RPG vem mudando, né? A gente. A gente de forma geral, vai vendo que esse mercado está ficando mais Maduro. As pessoas, conforme vão amadurecendo as as editoras, pessoal que produz, vão buscando
trabalhar com contratos. É uma coisa pra mim muito nova dentro do RPG, né? Sei lá, foi trabalhar com o Bruno da tri. Ele mandou um contrato, petroca mandou um contrato. Eu falei, nossa, olha só, um contrato. Né? E pra mim, até 111, coisa que eu preciso mudar. Eu preciso me habituar com a ideia de assinar contratos, né? Se eu for trabalhar pelo menos nesse meio, e eu sinto que o mercado ficou mais Maduro do que eu esperava, até eu acho que é isso. Essa é a essa é a é o recado que
fica, né? O mercado está mais Maduro, né? Se você quiser, você precisa acompanhar. E quando a gente vai falar no diversão offline, você vê como cresceu o mercado de RPG, né? Você começa a ver que tem muita gente trabalhando com RPG que você nunca viu na vida, né? Que você pode conhecer, que você pode entender. Você vai vendo que a coisa meio que saiu daquele quartinho ali da casa da mãe, né? Tá ganhando o mundo, tá virando uma carreira. Inclusive.
Hoje a gente vai trocar ideia com quem trabalha no mercado formal, com carteira assinada. Com RPG. E a gente vai ver se é possível fazer hoje em dia uma carreira nessa área que a gente tanto ama, né? E de repente, olhar pra trás e entender que aquilo que eu fazia o dia inteiro lá no meu quarto, desenhando o mapa, labirinto, armadilha, no fundo, aquilo de fato era estudo. E a minha mãe tava certa. Vamos lá. Hoje o episódio é sobre trabalho formal no mercado de RPG.
Só de pensar, fico cansado. Bom dia amigos do café com dânjão. Estamos aqui para mais um episódio do seu podcast matinal favorito, trazendo sempre muito RPG. Meu nome é Rafael balbi e hoje meu café é um café especial, delicioso. Que eu comprei aqui com o dinheiro, com o suor do meu trabalho no RPG, então é bom. Você pode aí conseguir 11 café delicioso também para você amanhecer o dia com um aroma desse café delicioso também sem impurezas da indústria, né?
Sem as impurezas que a indústria permite que fiquem no meio do seu café. É, você pode também chegar lá no ovelha, ponto café da internet, e usar o cupom CCD. Pra conseguir comprar o café ovelha negra com desconto é o mesmo café que eu bebo aqui. Eu recomendo inclusive o sabor
magenta. Mas bom, se você quiser ainda um desconto melhor do que o desconto que eu tenho pros ouvintes, você pode se tornar um assinante do café com dângel lá e apoia ponto SA barra café com dângel eu consigo um desconto ainda melhor de acordo com seu nível de apoio. Fora isso, você recebe conteúdo extra, participa do nosso grupo de Telegram com discussões muito legais. Recebe cupom de outros parceiros, participam dos sorteios, inclusive de ovelha negra.
Então cola com a gente aí, apoia.se barra café com danjo bom, vamos começar, mas antes do episódio vamos para leitura de enquete, né? O episódio passado número 81 sobre mecânicas no RPG que eu trago uma definição sintética e de certa forma política, né? É antimecanicismo, por assim dizer. Eu perguntei para galera, você gosta da definição? E pra minha surpresa, a galera que um público que tá acostumado a discordar de mim 80,4%, aliás, 84,6% das pessoas disseram que gostaram da definição.
Então, pô, fico muito feliz, né? De saber que é uma definição que fez sentido pra galera. É, ainda que seja bem sintética, que seja, enfim, 11. Discrição bem concreta, né? E que tenha toda essa verve política antimecanicismo. Que é um pouco hegemônica no mundo. Eu fico feliz que a galera tenha visto valor na definição e isso é um estímulo pra que eu consigo é continue trabalhando essas
ideias, né? Então muito obrigado é pela participação e também agradecer a galera que participou escrevendo nos comentários que eu vou ler aqui. É primeiro o tom, grande tom, como é que você tá cara? O tom falou que esse episódio sobre mecânicas foi top 5 melhores episódios da temporada 2. É, falou que não precisa publicar, mas tá aí publicado. Oo Leon capovilla falou mais um episódio denso, dessa vez meu cérebro cozinhou ao ponto perfeito para degustação de
mindflyers. Muito bom, né, cara? E é fácil que vai escorrendo pelo ouvido, ele só, ele só dá aquela lambida no ouvido que já vem do cérebro junto, né? Muito bom, cara legal que você curte. Os episódios também, que são mais densos, eu gosto muito, eu acho que é um dos diferenciais do café a gente poder fazer esse tipo de mergulho, né? É pra mim muito legal ter um público que que dá vazão, né, a esse tipo de de construção que não é lá muito popular, mas que quando a gente gosta, a gente
gosta mesmo, né? Então vamos lá, é o Leonardo seni zunin falou que a mecânica dita todo o eixo jogo do RPG, por exemplo, é, tenho refletido sobre como a decisão de design, de ganho de pontos de vida. Por nível do DED antigo, ajudou a ditar o caminho da evolução. Pro tom heroico que vem que vemos hoje na terceira edição e na quinta edição, aumentar o ponto de vida diminui o risco de inimigos menores. Uma facada de um goblin que antes era a morte, vira um
arranhão. É comum que um aventureiro seja aposentado após atingir certo nível. Isso alimenta uma ficção de poder, um aventureiro morre ou se torna poderoso demais pra se aventurar? É, o Léo tem muito a ver isso sim, cara. Isso é a ideia de que essas mecânicas assim, elas imprimem um funcionamento realmente mais duro, mas que ao mesmo tempo garantem uma experiência que desenham, né?
Como você falou, como você colocou aí o eixo do jogo é muita gente pode chamar de da estética ou de outras coisas, mas de forma geral a gente desenha a experiência, né? E isso é um dos pontos básicos de desenho da experiência do DED, com toda a certeza, né? Essa coisa do ponto de vida diminuindo de acordo com os ataques. O cool, né? E o de de. De pontos de vida que cada personagem tem, variando de edição pra edição pra uma, pra um recorte mais heroico, né?
Certamente é uma coisa que a gente garante bem mais quando a gente alcança isso na mecânica. Por outro lado, tem muitas outras normatividades e influências, né? Do jogo que são mais leves do que isso que trazem também é. 11. A possibilidade de uma curadoria experiência é dentro de uma sintonia fina de mesa, que é muito importante também e é bastante.
É bastante essa intenção, né? Com a definição que eu trouxe de mecânica, de coroar essa principal utilidade das mecânicas, mas sem soterrar e sem eclipsar a importância e a utilidade de outras formas de influenciar a dinâmica de jogo e até. As estéticas possíveis, né? Dentro aí do que a gente lê dentro do do MDA, né, fazendo uma pequena adaptação aqui, valeu a participação.
O Leonardo venetaz falou, que excelente episódio, gostei muito da reflexão, fico feliz, cara, fico feliz que você curtiu aí. Vamos continuar nessa nessa trilha aí, é, valeu galera, vamos lá, vamos pro episódio, ô curte, meu velho. Você tem companhia? OKOK? Já ouvi. Alguém atravessou o meu perímetro de segurança. Calma, garota, eles nunca vão nos achar. Meu nome é Cássia Nando, bem-vindo à rebelião. Precisamos da sua ajuda para achar um fugitivo dos confins da galáxia.
Eu sou o comandante. Valeu, resque da frota imperial. Essa missão é nossa última chance de Redenção aos olhos do Império. E eu sou crie marlx, líder do grupo da fação de mercenários bem-vindo a meu planeta. Chatus. Star Wars, sombras inchadun é uma minissérie de mesas de RPG online criada pelos mestres da RPG do Jô, Daniel da rosa, Lucas Maia, Bruno cov este que nos fala, você pode jogar de rebelião, Império ou sindicato e vai jogar um lanchote focada no seu lado da história.
Suas decisões vão influenciar a segunda parte, que vai ser um épico PVP entre todas as facções. A jornada começa dia 15 de abril, com sessões gratuitas todas as terças às 19 e 30 online, transmitidas no canal do café com danjo. Escolhe aí seu lado, entra no nosso grupo do Telegram e mude o destino da galáxia. Não existe trabalho ruim, minha senhora, ruim é ter que trabalhar bom. E para falar de trabalho formal
no mercado de RPG, então? Eu tô aqui com ele de novo no café com dânjo agora falei que IA trazer de novo. Tá aí Thiago rosa, bem-vindo de novo, cara. E aí, Barbie, um abraço pra galera do café, sempre um prazer, tá aqui. Vamos lá, vamos lá, vamos falar de trabalhar com RPG, né? No caso, especificamente o mercado formal. O que que eu pensei essa, esse essa pauta, cara? Porque a gente já trouxe a gente pra falar de mestrar, recebendo dinheiro, a gente já trouxe
muita gente do mercado indi. Né? Muita, muita gente no mercado índio, a gente já trouxe gente de editora, mas normalmente editora menor, que não tem. Enfim, que era outro momento também, né? Do Oo café, veio acompanhando essa, essa trajetória da UFG, mas eu nunca trouxe. Ninguém para falar de 1/01/1 trabalho numa editora estabelecida ou junto de uma game House ou de alguém que já tem uma experiência de trabalhar
no mercado já consolidado. É sempre essa coisa meio independente que a gente trabalhou. E eu acho que é legal falar um pouco desse desse outro olhar aí é, e aí para começar, cara, eu quero te fazer uma pergunta, uma pergunta meio meio de provocação assim. Como é trabalhar CLT com RPG? Em uma frase assim, você pudesse botar em uma frasezinha assim, só pra começar? Né? É bizarro, porque eu tenho eu. Eu levei isso para terapia já. Até é pra trabalhar. Eu? Eu gostei.
Pra mim essa frase está muito boa. Eu levei para terapia até. É não porque. É quando quando eu era moleque, eu tipo, quando quando eu era muito, muito novo, né? Eu sempre pensava, Ah, não, eu quero, eu quero o que eu quero fazer da da minha vida, eu quero ser escritor, quero escrever. E sempre parecia um negócio muito distante, nunca foi uma coisa que tipo era, era um desejo, mas não era nada que eu fazia, tipo, ativamente, nada pra fazer, né? Tanto que eu não, eu nem pensava
em tipo. Desenvolver coisas de RPG quando fazia, quando era moleque e tal, como uma coisa que pudesse estar relacionada a minha carreira. Eu só fazia isso porque eu gostava. E aí quando eu acabei contratado CLT pra pra trabalhar com RPG, eu pensei, tipo, tá, o que que eu o que que eu faço agora, sabe? Tipo, quais são os meus objetivos de vida daqui pra frente? Agora que eu alcancei uma coisa que eu queria, que eu queria fazer, tipo um sonho de infância assim. Então é é um negócio meio
complicado, né? A gente tipo essa, essa relação que a gente tem com com esse tipo de emprego. As pessoas falam do falam muito do mercado de videogame disso, né, que é tipo o emprego dos sonhos e tal, não sei o que aí. Por causa disso, você se doa demais, você é gasta seu tempo, prejudica sua saúde, você acaba aceitando propostas que não não valem o seu, o seu tempo e tal, e você, e pode ser muito, muito
prejudicial isso, né? Eu eu acho que eu dei muita sorte nesse nesse sentido, porque eu estou eu estou bem feliz No No meu trabalho assim, No No geral, tipo é. Eu sei que outros lugares eu não teria AA Liberdade de trabalho que eu tenho ou tipo de montar o de trabalhar do da forma que eu trabalho em home Office, numa empresa que está em Porto Alegre, que tem um escritório enorme, que eles reformaram 50 vezes pra caber mais gente lá dentro.
Eles continuam me deixando trabalhar aqui, sabe que é? Pô, é, é um luxo muito grande, eu sei que eu sei que eu tenho muita, muita sorte disso, né? E ainda, pô, trabalho com gente que eu admiro desde criança e tal, então. É um. Ainda tem isso, né? Ainda tem isso, né? Tipo, eu demorei. Tipo, eu tenho um pouco de sorte nesse sentido que eu comecei a fazer fila para dragão em 2016, né? E aí eu tinha alguma interação. Eu comecei a fazer OOA Cido
bardo. Aí eu fui começando a ter mais contato com o Trevisan e pô, é as coisas. Aí quando eu eu lembro dele na faculdade, eu fazer, é. Tinha a matéria de clínica criativa, tinha estilo, havia conto. Eu copiava o estilo do transmissor, sabe? E. Também é um cara que começou moleque, né, cara? Ele começou com 19 anos. É, pois é, começou novinho também, né? Já direto no RPG, né?
É, foi que trabalhava em gráfico, é um negócio assim EE aí acho que era estágio que ele fazia em gráfica e aí entrou direto na. Na dragão, ficou. Né? Uhum? É, então essas são suas origens, né? Você começou já antes mesmo de ter uma profissão. Você já começou a namorar um trabalhar com com RPG através de dragão, né? É eu, tipo, eu eu sei 11 coisa que eu acho que marca muito. Como não? Não tinha nem noção que isso era, era uma carreira.
É que quando eu eu fiz a primeira matéria, ninguém falou com tempo pagar. Eu não perguntei, eu só fiz. E passou um tempo e ligaram pro telefone fixo da minha casa pra dizer que tinha um cheque me esperando em São Paulo eu não tinha conta em banco. Eu tinha 14 anos, né? Foi, foi todo um, foi todo um rolê, mas só não não tinha essa essa noção que eu acho muito, muito surreal chegar no ponto
que tá que tá hoje, né? Que tipo, pô, e de um jeito de outro, aqui em casa, acho que é tudo sustentado pra RPJ, porque eu trabalho Na Na jambô e a Clarice trabalha na lute. Que também me pensei, RPG. Então é, é, é muito bizarro. Nós somos nós 2 trabalhando CLT com RPGE, tipo pagando uma casa com isso, sabe? É muito. É isso é doideira. Merda. O negócio não IA entrar na minha cabeça, tipo, não.
Você nem é muito longe, sabe? Tipo, alguma antes de acontecer comigo eu não IA acreditar que me falasse. Aham, sim. E, cara, como é que foi essa essa parada de você crescer, né? Você cresceu a Patrícia já você fez o teu trabalho com 14 anos. Teu primeiro ganhou o seu primeiro dinheirinho ali. E você cresceu, então, com essa ideia de cara eu consigo produzir material de RPG, né? De alguma forma isso você sente que isso direcionou? AA tua vida você é, é, se capacitou para isso?
Você buscou se capacitar para isso? Você tipo por acaso o teu teu teu caminho de estudos na vida acabou é é se se direcionando, né, nesse caminho ou você em algum momento falou, não vou seguir, eu vou fazer, sei lá, engenharia, eu vou fazer direito, vou fazer, sei lá, você chegou, como é que foi essa tua formação a partir do momento que você descobriu, cara, eu produzo coisas de RPG.
É, foi meio que uma coisa puxando a outra, eu acho, porque eu quando eu quando eu comecei na faculdade, né, eu fui fazer direito. Aí eu vi que não, não, não era pra mim, não era o meu rolê. E eu fui fazer letras pelo que eu sempre quis fazer. Meu minha mãe fez letras, meu pai fez letras e sabe, os meus professores da escola falaram que eu tinha que fazer letras e eu só. Eu só não fiz primeira na real, porque minha mãe falou, não chega de professor nessa casa, quero mais.
Mas aí eu fui fazer e aí lá, tipo, pô, eu fiz na fiz na uerj, né? A uerj na época, mas vou mostrar idade, né? Eu entrei, entrei na faculdade com 2 em 2006, então, tipo, na época a eu não sei como está agora, mas na época a uerj só estava atrás da UFMG em termos de de cursos de letras, né? A gente tinha os professores que estavam mais dentro da coisa, os gramáticos ativos fecharam, eu dava aula lá e tal. Então era uma coisa muito, muito
forte, né? Tipo, a produção de dólar, a parte de linguística era muito forte lá. Então eu fui tendo muito isso. E tinha uma parte de é literatura insólita, o departamento de literatura insólita lá. Que maeiro? Que aí eles começaram a desenvolver muita coisa e chamavam, tinham os cursos que que eles faziam, tipo AA uerj. Até hoje não tem 11 curso, nem nenhuma, nem nem graduação e nem pós graduação de. É escrita criativa. Mas tinha sempre teve essa sementinha com essa galera do
insólito, né? Então, tipo, eu participava um Monte de palestra com eles e IA Lena estudando e tal e escrevia muito. Comecei a escrever muito nessa nessa época e também surgiu isso por causa de coisas que eu fazia na época, de jogar mesmo, tipo, nem nem de produzir pros outros. Surgiu a necessidade de eu fazer Oo cario da aceitos para eu poder jogar aí com os meus amigos. E aí eu comecei a estudar game design mesmo e tal, fiz um.
Um curso no curso cera com Oo Alan Silva, ele que não ele que foi visor do curso. A gente foi. Foi fazendo é do cachorro e Samurai e tal. E foi fazendo ele. É, é. Eu tava contando outro dia, não lembra quem que eu tava contando do daquele do jogo, do viridiana dele, que é um jogo que te engana, né? Que você? Ah, que. Você acha que é fofinho? E ele é mó desgraça. Ih, acha que é graça? Maneiro. Eu vou deixar linkado aí no ticket do episódio pra galera. Pra galera que não conhece por
acaso. Conhecer o trabalho dele é maneiro, né? É? É maneiro, é maneiro. Daí a gente fez esse esse curso e era um curso robusto, cara, esse curso do do corcera, ele é tipo, é é responsável por boa parte da da minha, da base, que eu tenho de de lidar com com o jogo.
Porque ele não é tipo, hoje em dia aqui no Brasil, pessoalmente, você vai achar um Monte de curso de jogos digitais, né, que vão te ensinar coisa de programação, ferramenta que se usa uma coisa e voltava para o mercado de trabalho. Esse era um curso de games design mesmo, uhum, sabe? E era e era um curso em mais de ano, tipo Oo começo do curso era foi um negócio muito louco, porque o curso era oferecia esses cursos de graça. Você só pagava se você quisesse
pegar OOO certificado, né? Então era tipo, é uma quantidade de conhecimento que você que estava ali entregue para você de graça, né? É porque hoje em dia não, não existe, simplesmente não existe, porque eu acho que essas pessoas entenderam assim, tipo, é tipo, eu sou muito grato pelo que eu, Sério, foi isso, eu não não conseguiria ter feito um curso desse, não fazia direito, mas eu entendo e eu acho que é assim que tem que se fazer mesmo, sabe?
Tipo, conhecimento é um negócio que tipo, ainda mais passar dessa forma, né? Tá passando online, você tem curso, você tem gasto, você vai ter que cobrar, não, não tem muito como como você fazer pra pra fazer isso, né? Pra passar adiante nesse nesse grau assim, então isso isso me ajudou um Monte. Depois daí eu comecei a ler e tal, fui fui lendo muita coisa e mas o que eu acho que mais me ajudou de de carreira mesmo foi em networking, em evento, tipo de Ah sim e em todos os eventos de RPG.
E, tipo, conversar com todo mundo, procurar saber o que todo mundo estava lançando e sabe? Tipo, e partiu por causa do RPG notícias. Tinha muito isso, né? Que a gente fazia RPG notícias, se aquela coisa toda de cobrir o que todo mundo estava fazendo, tipo, dar uma atenção e procurar saber, mesmo que não fosse uma coisa que interessasse pessoalmente, né? Dar uma atenção genuína para tudo que estava que estava rolando. Aí nisso, tipo, eu tinha contato com todo mundo, acabei fazendo
fila para. Pra mim, o mundo e aí quando apareceu 11 vaga Na Na jamburgo conseguir conseguir ir pra lá? Uhum, e antes disso, você teve. Você teve momentos aí, por exemplo, você trabalhou embarcado, não tinha um lance desse. Sim, sim, antes disso foi. Eu trabalhei 4 anos embarcado com ação de petróleo. E aí boa parte da da leitura que eu fiz pra nessa época, eu estava fazendo o curso. Eu estava trabalhando embarcado
nessa de petróleo. E o meu trabalho era stand binner, então a gente há muito tempo livre, então podia estudar, eu podia ler, eu podia, eu ganhava bem, então podia comprar um Monte de é, eu era. Eu comecei como tradutor quando entrei, mas aí depois eu virei rádio operador, eu só ficava do lado do rádio, esperava Oo rádio não era não era só o rádio, tinha, tinha outras funções, mas o principal, né? A coisa que era a função de verdade era operar a estação de
MDSS. Que é de comunicação com outras, com outras outras embarcações e tal, que é uma coisa que toda embarcação tem que ter. Tem que ter um rádio, chame DSSA partir de determinado. Você tem que ter um rádio, né? Mas tem que ter uma estação de chame DSSA, partir de um determinado tamanho e é tudo, é tudo. 11 Monte de protocolo de comunicação que vieram por causa de Titanic. Caraca, eu não sabia. É aí, tipo, eles variam um pouco de país para país. Como você lida, né?
O. E na maior parte dos países, tem que ter alguém parado do lado do rádio o tempo inteiro para não correr o risco de tipo chegar uma mensagem de pedir pro Socorro e ninguém ouvir aham. Mas no aqui no Brasil, você tem que ter um rádio operador designado, alguém que vai ficar só, só que vai ficar o tempo inteiro do lado do rádio. Aí você faz as coisas, vou fazer a tradução, vou fazer a folha de ponto, atendia telefone, mas Oo meu trabalho. Era ficar do lado do rádio, porque isso foi.
Foi, foi, foi muito, foi muito. É tipo aleatório assim? Ou por acaso você estava pensando em fazer uma carreira, alguma coisa nesse sentido ou tipo isso foi só um intervalo no meio da tua carreira de RPG ou ou tipo chegou a ser um plano? Não chegou. Chegou a ser um plano, sim. Na real. Eu eu caí nessa meio por acidente. Assim eu estava eu, eu estava no
na faculdade ainda. E eu IA, eu queria, eu, eu tinha um estágio bem bem fraquinho numa num, num lugar que dava aula particular e tal negócio assim, e aí eu tô, pretendo ganhar mais. Aí eu fui procurar emprego. Na época tava o Cato tinha acabado de começar, não sei se tinha acabado de começar, eu tinha acabado de conhecer e aí eu queria usar. E na EE era bem mais fácil de usar essas ferramentas gratuitas na época também. Uhum, e aí na época, tipo, por causa, teve um negócio de uma
tem um, sabe? Nossa, isso vai ser uma viagem muito longa. Mas você lembra que tinha um programa American stop model? Sim, sim, então nossa desse programa, né? Tinha esse programa e teve uma época que teve uma mina que ela ela era tipo toda alternativa geek e tal, e ela estava nesse programa, ela tinha um olhão e tal. E aí as pessoas no Twitter começaram a promover voto nela porque tinha um negócio que o público votava tipo, não vou manter lá no programa e tal.
E aí é um cara falou, ó, vou fazer um tutorial aqui. E como você configura uma macro no Firefox para votar nela durante o dia inteiro? Cara. E aí eu aprendi a fazer macro No No Firefox por causa disso, cara, tipo, eu não sei nada de de programar e tal, mas eu segui o passo a passo dele. E aí eu fui olhar no Cato, eu tava procurando minhas vagas, tava demorando muito. Eu falei, por que eu não faço uma macro no meu pai no Firefox encontrar as vagas pra mim? E aí eu fiz, só que eu não sei
programar, aí eu fiz errado. Em vez de mandar para as coisas que eu queria, ele mandou pra tipo todas as vagas que ele podia mandar. Nossa, cara. E aí a vaga que que mandou foi uma pra tipo dar aula de inglês numa ação, Luís petróleo. Tanto que quando me ligaram pra falar Ah, que a gente queria te chamar pra minha entrevista, eu fiquei assim, sou um dos petróleo, pô, obrigado, mas não quero não, eu te liguei, sabe? E aí depois eu falei assim, não,
espera aí, quanto paga? Aí eu liguei de volta e perguntei e falaram e eu fiquei tipo, pô, isso era tipo, era, sei lá, o triplo do que eu ganhava nossa estágio. Aí eu fui lá, conversei com eles, no final de contas, eles quiseram me contratar, não pro cargo de professor que eu não tinha experiência em sala de aula. Uhum, mas pra 11, função nova que eles nem tinham colocado vaga ainda, que era pra pra tradutor. Aí eu já eu saí dali já me fazendo curso.
Eu fiz um Monte de curso de sabatagem fazendo os cursos ali pra pra começar a pra começar lá. E eu pretendia ficar por lá mesmo, tipo quando eu vi tanto que eu comecei como tradutor, fiz curso pra rádio operador e tal. Estava pensando em fazer um eu eu estava indo fazendo uma capacitação pra ser controlador de Lastro. Ou com segurança de trabalho
para esse técnico de segurança. E eu pretendia ficar lá, só que aí teve o colapso da Petrobras e aí os os as sondas foram embora a minha, a sonda onde eu trabalhava foi foi embora AA Bras drill, que era a empresa que eu trabalhava, ela tinha tipo 11 sondas no Brasil, ficou com 2 e. Eu tentei conseguir outros emprego, mas não tinha tipo, só não tinha mais emprego. É, eu lembro dessa época, né? A gente teve um Bum danado. O Rio de Janeiro estava cheio de
dinheiro de petróleo. De repente, viu? Terminou, né? Acabou secou. Secou? É agora, cara. Isso é muito interessante porque é puxa até para um, para um outro ponto que é essa questão de carreira, né? No No petróleo, por exemplo, né? Mexe com engenharia, com certeza existe muito essa coisa do plano de carreira, né? Você fala, pô, eu vou começar aqui, vou pegar tais funções dentro dessa função, eu posso virar, é, é Júnior, pleno, pleno, sênior, líder, não sei o que, né?
Você tem ali 11, progressão de carreira clara, né, esse tipo de coisa. Então eu imagino até que isso tenha sido muito sedutor, né, pra você jovenzinho ali, começando a trabalhar e falar, pô, aqui eu tenho um futuro, né? Como é que é entrar no mercado de RPG que eu imagino que não tivesse, né? Essa ideia de futuro, dessa forma, como é que foi essa, essa coisa de de você enveredar pelo meio do RPGE, se ver dentro de 1/01/1 ambiente que
provavelmente era tudo Mato, né? É quando eu comecei na AE, foi, tem um. Eu entrei Na Na jambona numa situação meio meio inesperada assim, né? Porque eu tava. Eu trabalhava No No curso de inglês. E estava inferno. Uma coisa em inglês tipo é, foi durante a pandemia, eu estava com outra. Eu estava é coordenando. Eu era coordenador pedagógico em 2 escolas, cada uma ficava numa outra cidade. Você passou um tempão fora da RPG mesmo? Sim, sim, sim, pelo menos sem
ser. É tipo, como é que é o nome formal, né? Formal. É, aí eu estava. Isso foi durante a pandemia, aí eu estava. Eu tava com esse, com essas escolas e tal, e tava tipo muito difícil, Oo trabalho, muita responsabilidade, muita cobrança. E o um dia o tipo AA relação com o chefe sempre foi meio meio complicada, né? Era uma galera que não não tinha muita noção nem de de nem domínio de língua inglesa, nem da área pedagógica, mas queria muito meter o meter o bedelho do
que a gente tava fazendo. E aí um dia ele foi muito grosso comigo. Eu falei, pô, beleza, tira. Escrevi uma carta de demissão ali na hora, mandei a foto Pra Ele no grupo do WhatsApp. Chamei 11 táxi, fui pra casa. Cara. Assim, ó, agora se vira. E aí na época eu tava comprando apartamento no Rio e eu pensei, pô, Mano, tem que pagar essa prestação, né? No No táxi, voltando pensando, o que que eu vou fazer? Eu consigo falar, já conhecia muito a gente da RPG.
Falei, Ah, vamos, vamos ver como é que tá, né? Eu fui mandando mensagem pra todo mundo perguntando se tinha um emprego, achando que iam iam me oferecer algum freel, alguma coisa assim, Ah, eu segurar a barra até eu conseguir outro trabalho como controlador pedagógico, tipo, esse era o plano da minha cabeça, só que aí uma das 3 pessoas que eu falei foi, Oo Guilherme da jambua. Eu falei assim, Ah, vocês tem 11 trampo aí e tal, não sei o que, é um espaço pra mim.
Ele falou, cara, na real tem sim, você pode começar mês que vem. E aí eu fiquei. Então tá, né, aí uma situação, eu não comecei no mês seguinte, tipo, o cara do curso veio falar comigo e implorou para ficar mais um tempo para conseguir fazer uma transição e tal. E aí teve, teve todo esse negócio, mas quando eu cheguei na jambô, foi tipo meio assim, ninguém tava muito pronto para
para chegar lá, né? Então eu tinha, tinha muitas, foi logo depois do estavam completamente, tinha desenvolvimento determinado, já tinha sido entregue algumas coisas, eu lembro que. Eu já tinha. Eu já tinha feito como frila OA aventura do do coração de rubi e ajudado a editar. Teve 2 tipo esse livro, né?
O coração de rubi, uma jorna deroica teve uma aventura que eu fiz junto com a Nina, que a gente escreveu junto e tem 2 aventuras que eu editei e eu tipo já tinha, já tinha feito essas coisas antes de de entrar com funcionário, aí eu entrei como funcionário na. Mas já boa. E eu comecei, eu fazia. Eu fazia de um pouco tudo, né? Eu tipo, eu comecei a preparar Oo fast play, que a gente só foi
lançar o fast play anos depois. Uhum depois desse desse começo que eu fiz, eu testei Oo aplicativo do do financiamento do planeta 20. Eu eu dei um Monte de feedback de de algumas coisas que estavam em estágios iniciais de desenvolvimento, então alguma coisa tentar entender o que que eu IA, o que que eu IA fazer no começo aí. Você chegou lá assim 11 papel definido assim, então. É, não. Eu tinha uma proposta para ser contratado como assistência editorial.
E aí tinha todo uma lista de tipo. Era uma lista bem extensa de coisas que eu poderia fazer. Então, tipo. Dentre aquelas, ali a gente estava decidindo, descobrindo o que que eu IA fazer de fato, né? Aí depois de um tempo comecei a trabalhar muito com o com o dela, que ele era o editor de RPG da da jambô na época. E aí a gente começou a organizar Oo que a gente IA fazer, até porque estava todo mundo muito perdido, porque por ser pandemia, né? Tipo, pra que lado IA, que tipo?
Cara, é que doideira. Porque na minha isso é 11 coisa engraçada. As memórias que a gente inventa na minha cabeça. Você já estava na jambua há bem mais tempo, inclusive, do que isso. Nada, não. É, eu achava que você estava há mais tempo. EE, então quando você chegou, já tinha uma estrutura ali, já, já existia uma estrutura, você chegou, já tinha, já tinha um diretor de RPG, já tinha uma linha de enfim, já, já já estava um rolê bem bem funcional assim.
Sim, sim. Já estava bem bem organizado, sabe? Não era tipo. 2 caras numa sala, já tinha, já tinha equipe, já tinha, já tinha. Eu não sei o quão quão grande era o escritório lá, porque o escritório do jambu foi foi mudando e crescendo ao longo, ao longo dos anos desse meio tempo. A equipe cresceu muito nesse nesse meio tempo também. Eu acho que quando eu entrei, tinha umas 15 pessoas, mas jambu talvez menos, agora tem mais que o dobro. Caceta. Tem muito mais gente. EE hoje em dia, né?
Tipo, comparando quando você chegou e como você está hoje, como é que é o teu jobs? E scription assim galera, fala né No No brinquedinho, Ah, o jobs e script, qual é a descrição do teu trabalho? Que que você, que que você botaria, que é o que você faz hoje em dia e as suas atribuições assim? É o meu. O meu título hoje é editor de aquisição.
De aquisição? É. Eu pego, eu, eu vou pegar a licença fora basicamente, mas acho que tipo entra isso porque por uma questão hierárquica, sei lá porque o que eu mais faço é escrever, mas porque dator é um cargo abaixo, né? Tipo, eu tenho essas 2 funções basicamente, eu escrevo pra principalmente pra pra pra dragão e pra revista atormenta 20 que faz aventura pros livros também, né? Pros revistas está sendo agora o deuses e heróis. Tem tem bastante coisa que eu
fiz. É algumas que tinham saído no dragão antes, outras que eu fiz direto pro livro e volta e meia tem uma coisa ou outra assim, tipo 11 orelha, precisa fazer pra 111 livro. Umas coisas assim eu já, eu já fui, é, eles estão de publicação também, eu já e tipo assim, Oo dela saiu, né? Um pouco depois que eu que eu entrei. Aí eu eu assumi OA editoria de RPG No No lugar dele, então, tipo, alguns livros que eu trouxe. Uma editoria de RPG foi go Rose o. Eu lembro.
Puta agora eu não, não tô achando o Reino de ferro. Tiago, olha, entrou na estante assim, pra tentar lembrar, vou. Passar um negócio passando, então lembrando aqui. Passando o passe um. Foi uma licença dessa, dessa época. Mas eu não sabia que você estava correndo atrás de licenças e negociando as coisas, não. Sabia? É. Então aí ficou tipo no a gente foi a medida que eu tinha, fui pegando mais, mais atribuição de de redação.
Não dava para eu continuar como editor de publicação, mas essa parte de aquisição sempre foi uma parte que era mais tranquila para mim, porque porque eu fiz bastante freela Na Na gringa, eu conheço as pessoas, né? Então volta e meia, tipo. Por exemplo, a gente tem tem uma licença grande que a gente está indo atrás agora que na hora que me falaram, Ah, tenho que pegar essa licença, eu falei, não tem como, não vou conseguir essa
aqui, não tem como. Aí, tipo, na mesma semana eu falei com 11, cara que tinha trabalhado comigo e conseguiu, e-mail, onde que eu precisava falar? Então, às vezes é às vezes você conhecer a pessoa certa, às vezes você nem sabe você conhecer a pessoa certa. EEE agora que você citou o frila, né? Como é que foi em paralelo essa coisa de trabalhar com frila lá? Você você fez uns trabalhos maneiros lá fora.
Não sei se você ainda ainda está em algum em algum projeto, mas você tinha uns projetos legais que era até 11 lance paralelo com DID, né? Com enfim, com outro desenho em cima do DID. Como é que é esse rolê de trabalhar na gringa como frila? É o é. Outro mundo mesmo assim? Mais ou menos. Oo level up. Quando eu fui fazer com eles foi tipo, é, eu já fazia fazia um tempinho, né? A gente fazia umas coisas menores, faz o level up.
Foi foi durante a pandemia que a gente fez e antes, acho, desde os 2015 e 2016 eu já fazia uns uns outros. Antes, até 2014, eu fazia uns trampos de de escrita pra uns projetos menores na. Mas gente que vai falar, porque foi um negócio bem grande, tem o financiamento coletivo, juntou 111, dinheiro grande mudou como AA editora funcionava, né? Uma editora pequena deixou de ser uma história pra pequena assim. Caraca.
Aí eu fazia, eu eu fiz umas coisa, eu fiz um, fiz uma pesquisa, a parte de artes marciais, de um cenário de steampunk pra salvas Word. Acho que esse foi o primeiro que eu fiz. Aí depois eu fiz várias coisas pra pra fininber tipo. É, era essa cena de coisa para Pathy, era muito, muito vívida, né?
Então. EE, na época, eu eu estava trabalhando, trabalhando na sonda, eu tinha muito tempo livre, então eu só IA tipo, IA conversando com as pessoas nos fóruns, IA perguntando quem estava, quem tinha um projeto, quem precisava de ajuda, então eu acabei entrando em um Monte de projeto. Aí às vezes era tipo, o cara me conhecia de um forma, me chamava, hoje eu tinha lido algum negócio que eu fiz e me chamava.
Nessa época eu fiz muita coisa de arte marcial e de cutulo, que é muito engraçado porque eu não gosto de cutulo, mas meio que pegou o negócio, eu não sei o que que foi. Teve um negócio que eu fiz com tudo, que o pessoal gostou muito e me chamaram pra vários projetos por um atrás do outro aí, mas é isso, é bem informal, é tipo, é, você conhece um cara,
conhece um cara, vai te chama. Algumas coisas que eu fiz, nem tinha contrato EOO level up foi o que foi o level up foi quase um emprego assim, era quase um segundo emprego que eu tinha. Era um freela fixo. Era um fila fixo e eles, tipo, eles vão pagando a gente em em pedaços, né? Eles davam lá saimens, você completava. E eles pagavam. Tinha um diretor de de de RPG de
de linha editorial. É, a gente tinha um editor de projeto que era o Mike Miller. Inclusive depois do level up, eu fiz vários trabalhos com o com o Mike só tipo, ele tem ali. Independente dele, ele chamou pra fazer umas coisas com ele também. A gente fez uns uns negócios legais. EE depois pela pela IE mesmo depois do level up a gente teve tem uma revista a game passgazzet onde sai esse conteúdo.
Eu fiz uns 2 ou 3 artigos pra eles porque continuar dentro do loop é tava difícil pra mim com o trabalho aqui até até levei gente pra lá Oo Pedro fez os arquivos, o pedroca, Ah maneiro é do gazette também é e a gente fez Oo bodyvouner codex que é tipo Oo level up, só que sai fi. E aí, OOO, Wanderson, foi a última coisa que eu fiz lá. Eu quero trabalhar com ele de novo, mas atualmente eu não estou com tempo, tipo, eu mal estou com tempo pra fazer pra fazer em português, quanto mais
fazer pra fazer pra gringa, né? É muito a frente de trabalho, né? Eu imagino assim. Muita coisa pra a ser feita, né? É? É, nossa, tem, tem, tem sempre suas coisas, né? E na AA agora aí é mesmo, eles vão lançar, vão voltar pra uma revista que eles tinham parado, que era uma revista de quinta edição e tal. Agora você impressa um negócio louco, tipo, agora o print on demand permite você fazer uma revista de RPGE mandar para a casa de de alguém. Eu estava vendo os os custos, né?
Eu acho que aqui eu não está, está longe de ser prático como como eles fazem, mas é Lara EE ainda ainda é mais fácil o que é. Que é Reino Unido, né? Que tem uma facilidade de de envio em relação a outros lugares. A revista tipo 20 USD pelo digital, então você pegar o impresso, você paga tipo 3 USD. Caceta, nossa, não, não tem porque você não pegar o impresso? É tipo, é muita vantagem, sabe? Então é, vai ser um negócio legal? É, vai ser um negócio legal. Não começou ainda.
Então, de repente não dá certo, mas me pareceu bem. Bem bacana, né? E eles são bem sérios lá Na Na hiena. Assim, eles têm muita noção de ir até onde a perna ou até onde a perna alcança. Tanto que quando começaram os programas do GLEO void wonner coalida, se não estava pronto, eles pararam tudo. Cacete eles. Falaram, ó, não vamos é não vamos investir mais aqui, porque se for pra perder dinheiro, a gente perdeu só até aqui. E aí depois resolveu, eles
lançaram. Mais de 1000 episódios na primeira temporada, um podcast premiado por suas reflexões sobre o jogo, entrevistas e convidados em uma nova temporada com muito a oferecer a comunidade do RPG. Aventureiros? Numa busca por mais episódios na semana, te convidam a fazer parte do grupo de Telegram, participar de sorteios e enriquecer seu jogo. Esquente a água, moa os grãos e pegue os dados. Apoia.se barra café com Dancing. Contamos com você. Não existe trabalho ruim, minha senhora.
Ruim é ter que trabalhar. Agora, voltando a jambu, cara, como é que é tua rotina na jambu? Como é que é trabalhar com um time, né, com com uma galera? Como é que é isso? É, eu tenho. Atualmente, tipo esses, esses últimas semanas, eu tô fazendo 11 trampo bem solitário. Tô escrevendo a parte final da da, da aventura, do Belo, de dragões, e eu tô meio que só
fazendo isso. Então eu, eu acordo, eu fico trabalhando até a hora do almoço, eu paro, eu volto do almoço e continuo trabalhando a terminar o expediente. Focadão focadão. Porque a gente tá muito na reta final e precisa entregar, deixar isso pronto logo. Pra poder pegar uns outros projetos que vão ser mais complicados mais pra frente. Já tipo em num, num mês normal,
né? Quando não tá nessa nessa Vibe eu costumo ter 11 reunião na segunda com Oo Trevisan, que é editor da dragão, e o zec, o editor da revista neta 20, pra gente ver Oo tipo o que dá pra encaixar na minha semana pra fazer entre entre as 2 revistas? EE alguma outra coisa? Tem alguma outra demanda que que apareça aí?
Em média eu divido o meu tempo mais ou menos entre tipo 3 semanas pra revista 9021, semana pra dragão na no mês, porque AA dragão tipo eu faço, eu faço mais de uma coluna, eu tenho mais alguma coisa lá, mas a revista 9020 eu escrevo inteira sozinho, então tem que ter muito mais. Sim. E cara, é é é uma rotina que é tranquilo falando, parece ser bem tranquilo. É uma rotina tranquila, estruturada, bem racional.
Ou é uma coisa que de vez em quando dá umas pauladas de Deadline EE, tipo muita desalina, uma coisa que às vezes puxa pra um, pra uma, pro pra um, como é que é pra uma agência de publicidade? Ou é sempre essa tranquilidade, sempre uma coisa bem. É assim, quando é só isso, quando é só só só 2 revistas, é suave.
Só que aí quando tem outros outros lançamentos no meio e outras demandas, aí começa a apertar, porque o meu tempo dá para fazer as 2 revistas paralelamente em 1 mês, sem problema, mas quando surgem outras coisas junto, aí fica fica mais complicado, né? Normalmente é um lançamentão, é um é um título pesadão que vocês estão trazendo. Isso é pros deuses e heróis, por exemplo, a gente campanha tem 25 anos, os livros estão estão terminando agora.
Mas pra essa teve coisa, falou, ó, a gente precisa fazer isso e isso e isso tem que escrever tantas distinções pro pro elogio arton. Aí a gente falava, Ah, então pô, não vai dar fazer tudo da revista esse mês, essa semana vai sobrar um pouco pra outra, tipo, a gente IA tentando organizar assim, eu tenho tipo, no vindo do petróleo, né? No petróleo não, não tem isso de Ah, acabou, acabou o seu tempo.
Sabe, tipo, precisa ficar pronto no dia tal, tem que estar pronto no dia tal, e se você não tiver pronto, e se não ficar pronto, vai parar a sonda e são milhões de pernas e tal, então eu tenho 11, costume muito grande de quadro, o prazo é esse, vai estar pronto nesse dia, não importa o quanto você tiver que trabalhar mais, se tiver que virar a noite e tal, eu vou fazer é não, essa não é a cultura da jumbo, né? Não é isso que mandam a gente fazer.
Então, frequentemente eu já tipo, já brigaram comigo, falou, pô, você fez esse fim de semana, não é para você trabalhar, tem seu esse aqui é o seu horário de trabalho, sabe? Faz as coisas aqui nesse horário não sai. Se precisar falar, avisa pra gente ajeitar as coisas do do cronograma, tipo, não sacrifica, né? Que é um negócio que eu tenho, tenho tentado incorporar na minha ética de trabalho, mas é ATV se tem difícil, que é muito
internalizado, que é assim que. Funciona porque eu fiquei só 4 anos lá. Eu estou tipo, já estou há esse tempo na já estou esse no jambu. Não vou completar esse ano 4 anos. Né? Olha. Na jambu, mas é era. Era um negócio muito cobrado o tempo inteiro, sabe? Eu era muito martelado, muito condicionado. Então até conseguir largar isso de mão é é difícil, é um hábito difícil de. De ter. É isso. Isso é uma coisa que é é uma coisa que é normal, né, cara? Pra muito, pra muitos setores.
Então quando você entra num numa empresa que precisa, né, ter esse esses esquemas de gestão, às vezes tem um Trello, tem às vezes um sei lá, 111, lance desse de de organizar as demandas certinho tarefa, tarefa é, é sempre uma adaptação, né, cara? É, é muito EE. É isso de de de trabalhar mais em equipe também. É uma coisa que fica me adaptando mais Na Na João bobo, que é quando eu era. Tipo, eu.
Quando eu trabalhava como coordenador, eu tinha os meus professores, mas a gente não trabalhava junto, né? Eu eu coordenava o trabalho deles. Eu olhava as coisas e eu direcionava o que eles faziam. Quando eu era é tradutor, eu trabalhava sozinho.
Quando eu era AD operador, no máximo eu eu direcionava o que os tradutores iam fazer no. No dia e agora, tipo, trabalhar com uma equipe mesmo, ter que ter essa tropa, você vai e volta tipo tempo, conversar com alguém antes de fazer as coisas e tal, é é bem diferente do que do que eu fazia. Foi um aprendizado muito, muito bom assim.
E apesar de que teve muita coisa que eu aprendi No No CNA, né, tipo de liderança e tal que dá para levar pra pra quando eu fui, quando eu trabalhei com meus estudantes de publicação. Então, tipo, você aprende várias coisas, tipo, inclusive várias coisas que eu não via, que eu não usava tanto assim. Porque apesar de ser um carro de liderança, meu contato com a equipe não era o mesmo, né? Quando eu fui, quando eu comecei a gerir a equipe como editora, eu falei, nossa, é pra isso que
serve? Ensinava pra gente no feriado. EE cara, como é que é a equipe típica que você trabalha, né? Jambu é uma equipe fixa. Fixa é sempre a mesma. Tem um ou é uma coisa fixa que tem um corpo de terceiros que de vez em quando vocês chamam. Como é que é esse esquema? É, então a gente tem os os fixos, né? São os funcionários de jambor, que eu acho que são as 30 pessoas, e contando os freelancers são mais sempre muito freelancer, mas o na revista 9020 mesmo, que é o que
eu mais. Então assim, não, eu IA falar que eu trabalho com o mesmo sistema, mas não é porque na dragão eu trabalho muito com com os outros autores e vários deles são só freelancer, né? Tipo eles não, eles não são, porque tem muita gente que é é funcionário da DB. E também é freelancer tipo Oo. Thiago Ribeiro do do 3 DT é assim, ele é ele é de gravador da da dragão e faz a de gravador da da jambô e faz o Dragão e escreve para dragão como
filanza. Então com com eles é mais fácil a gente ter esse esse meio de campo qualquer horário que eu mandar mensagem pro cara e pra poder responder e tal, mas pro pessoal que não é. Então tipo o Daniel Duran, o Daniel Duran não é funcionário da. Da jambô, mas ele é, pô, um dos nossos freelers mais frequentes. Ele tá da equipe de regras que faz os os livros da 20, ele tem uma coluna dragão, a gente volta e meia faz capa junto e é por causa disso, tem que ficar coordenando, né?
Então geralmente ele faz o pedaço dele, eu faço o meu, depois eu junto tudo, dou uma ajeitada antes de mandar pro editor, então, mas de de a gente tem muito ilustrador também Na Na dragão. Eu, eu faço um Monster chef, a gente faz um monstro no chat, né? A gente faz uma live, monta um monstro junto com o chat, e depois esse monstro é no dragão e ele é ilustrado.
Então eu mando Oo conceito do monstro para o nosso ilustrador, para o Henrique. E o Henrique é fina e ele vai, vai, vai trocando mensagem até afinar direitinho o. O Monte geralmente é rápido, tipo, a gente já está muito acostumado de trabalhar junto também. Oo Enrico sabe Oo que eu quero dizer com as coisas de diferentes que eu dou, então é bem tranquilo. EE Na Na revista 9020 também é, a gente tem o os nossos artistas são os mesmos desde o começo, né?
A gente está é terminando agora, a gente está tipo trabalhando nas nas edições de 17 a 20 nesse nesse período. Então, pô, o pessoal que está com a gente já há mais de 1 ano fazendo esse esse trabalho. Que é Oo maristani, que faz AA capa, o Felipe Mourinho, que faz os mapas, e o Edmir forte, que faz ilustrações internas. O odmir é muito, é o oDI. É muito fácil de trabalhar, porque, pô, o oDI é meu amigo. A gente. Ele fez ilustrações internas, do, do cariú e tal. Então a gente está sempre.
Trocando ideia, falando as vezes é muito teimoso e você fala, ô admin, não faz isso desse jeito ele vai. E do jeito que você falou para ele não fazer não, ele ficou legal. Eu falei, mas não é fazer. Mas faz parte, né? Faz parte. E aí sim tem. Tem muito lustrador No No deuses jarton, acho que tem mais de 15 lustrador. É isso, é um corpo, é um, é um corpo fixo, o fixo acaba. OOO, corpo fixo da jambô acaba sendo gente que trabalha também,
imagino com outras áreas, né? Tipo, tem financeiro, tem AA, Dani né, que é, até que foi pra pra trabalhar com vocês, AA Dani, Dani Marques, né? É, mas se tem um corpo fixo de enfim, tem que ter o pessoa do financeiro, o contador, o advogado, sei lá, existe um corpo fixo que é de gente que trabalha. Com com outras coisas que não são necessariamente de RPG ou de enfim, é de quadrinho, enfim, mas que são profissões que precisam, né?
Que dentro de uma, de uma. Editora é, tem, tem tipo, são 3 ou 4. São 4 setores principais que tem na jambur, que é a produção, que é Oo. Meu setor onde está é AA, Karen e a chefe, e aí a gente tem os editores sêniors abaixo dela, a gente vai dividindo pela. Pela, pelas obras, né? Aí tem o marketing, que é Oo outro Tiago, que é Oo chefe de lá, e eles também.
Tem várias divisões dentro do do marketing, do pessoal que faz rede social, tem pessoal que faz gestão de comunidade, tudo isso é o saque também é dentro do marketing. Tudo isso é dentro desse setor. Tem o administrativo, que é o do. O do Gui, que é o que menos tem gente, no final das contas, é, é o Gui, é que é o dono, é a Dani e tem tipo pessoal de serviços gerais.
Tudo isso é parte, fica no administrativo, item de logística, que é do do Maurício, que é o cara que sempre está nos estandes, da da jamboneus, nos eventos abração com o Maurício, que não está bom, gente boa. E aí a logística também está muito grande, tipo, a logística está pegando muito, muito funcionário temporário também. A gente estava fazendo agora as
entregas do Tesouro gigano. OE durante uma reunião até OOO que comentou aqui a logística nesse no momento que ele estava fazendo reunião, era o maior setor da jambô em quantidade de pessoas trabalhando, porque eles fizeram pegar um Monte de extra pra conseguir fazer as as entregas. Funciona em tiros, né, cara? Deve deve funcionar em tiros. Tem um lançamento, então você tem que fazer muita entrega. Então tem uma logística muito grande. Aí você tem que chamar gente temporária.
Depois ele dá uma mansada novamente, né? Isso, isso, isso mesmo. Uhum só que tipo é como, como às vezes tem um e depois tem outro. Então fica emenda, né? Tem 1000 tesouros agora e agora vai ter tormenta 25. Então eu nem sei quantos desses desses temporários vão parar. Acho. Que eles vão só esticar aí e ficar há mais tempo? E me diz uma coisa curiosidade sobre isso aí, cara, é tipo, sei lá, todo mundo do da logística, todo mundo do marketing. É uma galera que é apaixonada
por RPGE, por cultura pop e por. Enfim, por tudo isso que vocês lançam, que vocês trabalham, é todo mundo conhece a cultura da né? Do do, do material, da sei lá de tormenta. Ou é uma coisa que tem gente que não é? É só um trabalho para mim. Tem gente que é assim. Eu não vi ninguém que seja só, é só um trabalho assim, mas tem graus e graus de ser, sabe o. Cara é o cara gosta de música clássica, nem curte cultura pop, o cara fica dando sei lá, minutos de rolês assim e fala,
pô, aqui pra mim é? É tipo você que trabalha aí no só numa empresa de contabilidade que você nem liga pra pro pro que a empresa? Faz é alguém que tá nessa Vibe do eu não ligo, eu acho que não tem, só não tem graus e graus, né? Tipo, tem 111, rapaz, que eu acho que é da logística que a gente, que eu, eu, eu encontro todo mundo muito raramente, né? Eu só nos tenho uma reunião, tipo, é meio que uma festa de fim do ano, que não era o fim do
ano todo ano da literatura. E aí na desse ano, eu eu conheci o pessoal que tinha acabado de entrar e tinha um rapaz que é tipo muito fã de ordem paranormal. E aí quando ele soube que o Miguel tinha escrito sobrevivendo ao orgulho, ele grudou no Miguel o dia inteiro e ficou perguntando um Monte de coisa e sabe, tipo, você vê que o cara é muito, muito fã. E o pessoal, o pessoal da logística. O pessoal do logística é muito no Magic, porque Na Na loja tem o sempre busca para vender.
Em todos os eventos. A gente tem uma coisa que sai muito, a busca de Magic, né? Então o ele sempre ele joga um comander lá, tipo, teve uma bienal que OA bienal estava acabando o dia. O Murilo falou, não vamos, vamos jogar um comander aqui. Tirou os tempos também. A gente vai jogar um comander ali mesmo. É maneiro, cara e cara. Você estava falando aí, né? De que tipo, sei lá, tem AAO, setor de marketing, esses setores, eles têm carreiras estruturadas.
Assim você entra e existe 111 falando ó, você vai entrar assim daqui a um tempo, se você. É, se tiver boas entregas, você vai virar sênior. Depois você vai ter um plano de liderança. Ou ainda é uma coisa que ainda não, não, não chega nesse. Não tem tantos funcionários a ponto de ter uma carreira estruturada assim? Não. Assim, eu não achei que fosse ter, porque é uma editora pequena, mas tem um plano de
carreira na mas é um bom. Ele não é tão estruturado assim num sentido de pessoa, vai passando por várias. Eu não vou dizer que é um plano de de carreira, é um plano de salário. Acho que é mais um plano de salário, é outra coisa. Que tem tem níveis. E à medida que você tipo, quando você sabe, tipo, quando você é promovido, você vai para esse outro nível. Aí nesse nível, esse é o salário que você vai receber.
Então você tipo sabe já como negociar e falar tipo, Ah, eu, eu posso adquirir tal função e fazer isso e fazendo dessa. São faixas. Salariais, de coisa, com algumas funções, né? Isso interessante, maneiro, cara, e você acha que isso é uma realidade no mercado nacional? Uma coisa que você acha que a jambu realmente está fora da curva? Como é que você entende OA maturidade do mercado nacional é em em relação AA Jean gou. É, então eu eu não sei isso com com certeza absoluta, né?
Eu só sei por tipo, sei lá, proposta que vieram pra mim e coisas assim. Mas o que me parece é que não se contrata muito CLT No No mercado nacional, o que eu entendo porque OA maior parte das das empresas são empresas muito pequenas. Tem editora rolando com MEI. Uhum, você nem pode contratar 11, sabe ficar contratando funcionários, pô, você está trabalhando com jeito, né?
Porque contratar outros, pjs e tal, e é o que dá pra é o que dá pra fazer, mas é tipo dentro do do mercado editorial, como como um todo, né? Tô vendo, tipo coisas como funcionam Na Na Panini, por exemplo, eu estava vendo, simplesmente eles trocaram o vão trocar, né? O editor lá de um dos editores de publicação dele. E a estrutura é mais ou menos a mesma tipo entre entre como eles fazem assim. Então eu diria que AA jambô tá num ponto em que vai comparar ela estruturalmente com outras
editoras nesse nesse formato. Mas comparar com outras editoras de RPG é difícil, porque ou elas são novas ou elas são tipo. Às vezes elas até tem um tempo de de existência já, mas não tão tipo consolidadas como o mercado como a. Como a gente vamos botar? Então? Tipo, eu acho que A Exceção principal é a galápagos, porque AA galápagos já tem essa base, é uma, é uma empresa muito grande, né? Tem essa base do do board
também, mas eu também. Eu fico receoso de dizer, Ah, a galápagos é uma história de RPG, não. A galápagos traz algumas coisas localizadas de RPG que não são nem feitas dentro de casa, né? É tudo, é tudo feito por fora. É licença, né? Tem. Traz licença. Não é nem só trazer licença, né, porque tipo, a maior parte das editoras de de IFG do Brasil trabalha ali dando com licença, né?
Jambua trabalha com licença também é, mas Na Na galápagos a gente não tem uma equipe interna para fazer Oo trabalho editorial atualmente, né? Ah, entendi, então entendi, é tudo. Eu não quero dizer outsourcing porque eu tenho uma palavra para esse português, mas é, é tudo assim, é tudo feito fora, tudo feito com terceirizado, um terceirizado. Né? É então o trabalho da galápagos é mais de distribuição, né? Do que de distribuição e de de gestão de comunidades, né?
De de de desenvolver Oo produto mesmo. Tipo o trabalho, o trabalho criativo não tá acontecendo lá, lá dentro da editora aí, tipo, esse esse tipo de carro, por exemplo, não tem lá. É, são outras carreiras que você vai ter ali no máximo, né? Você não vai ter carreiras envolvidas com a criação de RPG em si, né? É legal e cara, você acha que em algum nível é. Você vê que essa coisa de é isso, né? Trabalhar com RPG é trabalhar com paixão pra grande parte das
pessoas, né? Até até a gente falou ali do cara, que só aquilo pra mim é só um trabalho muito difícil acontecer isso. Normalmente o cara cai num num estouro de RPG, provavelmente ele ele ele vai trabalhar com paixão, isso já te atrapalhou, ou ou você vê atrapalhar as pessoas em algum nível pra fazer 111 visão por outro ou por outro prisma, né? A pessoa chega lá e cara, pelo fato dela estar trabalhando. Com com o que ela sonhava trabalhar. Existe muito romantismo.
Existe muita coisa de falar, cara, é, é não venha dizer que tem que ser assim ou tem que ser assado, porque isso aqui é minha criação, né? Essa dificuldade de ter feedback. Existe essa, esse lado ruim da paixão ou você de forma geral, um cara que vem para bem, de forma geral, só. Ah, esse esse lado mais do o cara que é mais primadível e tal, não sei o que existe. Acontece la Donna, né? De uma de Madonna, mas esse isso existe. Mas eu eu vejo muito pouco
assim. Tipo, eu já tive 111 trabalho de anos, que era um autor muito difícil, que me deu muito trabalho porque ele só se recusava a seguir opinião de de edição, que queria fazer tudo do jeito dele. Não sabia várias coisas básicas que ele tinha que saber de sabe? Tipo de para fazer um produto comercial e tal.
E acho que não, sei lá, acho que faltava o entendimento também de que ele não estava mais fazendo 11 jogo, independente, que ele IA tipo imprimir em casa e distribuir na esquina, sabe? Uhum que tipo é um, é um produto maior, mais caro que as pessoas vão ter um escrutínio maior em cima daquilo que eles estão fazendo. Esse é um entendimento que às vezes é difícil a gente passar de uma de uma coisa pra outra, né? Então, tipo, é uma coisa que eu
tive que passar. Quando com o cario decetson, ele chegou no cario decetson, Na Na região boa, e falaram, Ah, tudo bem, mas o título não pode ser cario decetso sabe mostrar isso, então tipo, mudou o título e tal, então então não me lembro do dragão de fogo não chegou é lembra do dragão de fogo? Então tinha que tinha que fazer isso, né?
Mas Oo que eu o que eu acho que é o maior lance é o lance, tipo, é aquela grande armadilha que eu tinha falado no começo, você tipo emprego nos sonhos e tal, não sei o que, e você acabar.
Tipo, se doando demais. Uma coisa que eu já fiz, já fiz muito, hoje em dia eu tento não fazer porque, tipo, o meu tempo tá muito escasso, então, tipo, no na época que eu que eu não trabalhava CLT com RPG, era comum, tipo ver alguém que tá precisando de alguma alguma ajuda pra fazer alguma coisa de RPGE falar, pô Brother, eu faço pra você de graça, sabe? Vamos, sabe, vamos, vamos nos ajudar. Hoje em dia eu não posso fazer isso porque o tempo que eu tô
fazendo de graça com esse cara. Eu preciso fazer um freela que vai me pagar e eu preciso desse freela para pagar a prestação do meu apartamento, sabe? Não, não tem como fazer uma coisa ou outra, tipo. Teve 11 caso que exemplifica muito isso no foi bem recente isso que me fizeram uma proposta de escrever 11 aventura para 111, jogo que estava para sair e o pagamento que me ofereceram era tipo muito abaixo do que eu costumo cobrar assim, tipo, sei lá, 1/5, 1/6.
Do que eu costumo cobrar. Aí eu falei, ó, eu, eu gosto desse jogo, eu, eu quero ajudar vocês, mas por esse valor é simplesmente impossível. Aí eu fiz uma conta proposta lá, tipo de pagar com produto em parte, além do do pagamento Pra Ela, é tipo, me ajuda que eu te ajudo, sabe? E aí o cara falou, não vai ficar muito fora da minha realidade, não. Sei que ele falou, pô, beleza,
então, amigo, só não vou fazer. E aí depois eu vi tipo 2 autores bem estabelecidos que aceitaram a mesma proposta. E eu fui falar com com um deles, um cara que eu conheço mais, tem mais intimidade, e falei, meu amigo, não faz isso, não aceito trabalhar um pouco, porque você prejudica absolutamente todo mundo. E tipo é, tem casa que você pensa, pô, o cara tá precisando, vou ajudar e tal.
Não sei o que. Esse não era um caso desse, era um caso tipo, estava bem evidente que o dinheiro não está faltando, então. Você tipo pra você conscientizar OA as pessoas, os editores e sabe OOA parte PJ, a parte tem CNPJ, pra você conscientizar todo esse povo de que o seu trabalho tem valor. Você não pode trabalhar por migalha? Isso eu acho que isso é uma situação que a gente vai precisar começar a conversar entre quem tá fazendo coisa de RPG.
Porque enquanto não existiam possibilidades, tipo reais, das pessoas pagarem um valor justo pelo seu trabalho e todo mundo trabalhando por migalha, aí eu acho tudo bem, né? É isso que tem hoje em dia. A realidade não é essa, sabe? Tá rolando um dinheiro. Né? É, os produtos vendem, os produtos dão lucro e as editoras, sabe, podem pagar para você trabalhar para elas. Então eu acho que nada mais justo que você cobrar.
Sim. E acho que tá tipo quando é quando é um cara que tá tipo, entrando, o cara tá começando e não tem portfólio, não é isso, né? Fazer o quê? Em qualquer, em qualquer ramo é assim, né? Em qualquer ramo é assim, você vai correr lá e torcer para qualquer coisa servir para você usar aquilo como base para depois você não ter que trabalhar com migalha? Sim, mas não funciona. Não é só esse tipo de profissional que faz isso em RPG. Eu acho que é isso que sim,
mudar. É, é cara, eu, eu falando pelo meu lado, né? É eu, eu, eu tenho essa coisa de, pô, eu tenho uma profissão que não é de RPG, suga pra caramba, né? Tipo, porra, é, é bastante trabalho que eu tenho no fora do RPG, ainda tem um podcast e tal, então muitas vezes é e é isso é, é uma coisa que é é contra evolutiva nesse ponto de RPG, porque acaba que eu quando eu escrevo uma aventura, eu escrevo no lugar do rubista, isso é muito doido. Isso eu já mais de uma vez eu
escrevi, aventura é? E aí eu preferia até não falar, cara, não, eu prefiro não ganhar nada e ter tipo, sei lá, ter mais prazo ou sei lá, às vezes poder, não sei lá, não conseguir a tempo entregar o negócio, sabe porque é isso pra mim, eu não, não, eu não consigo ter a dedicação profissional em determinados âmbitos dentro do RPG, dentro do RPG, e aí agora é depois de algumas de algumas falhas, críticas, né, de falar, caraca, eu não vou conseguir entregar isso aqui e tal.
É eu, eu eu percebi que é isso, né? Vale a pena, vale a pena se posicionar. Então é, eu cheguei à conclusão de que cada tem certos trabalhos que eu não melhor não topar, que vai ter gente que é profissional, que que está dentro desse desse ramo com esse intuito, né, que vai ganhar dinheiro com isso e que assim a editora quer alguém assim hoje em dia, né?
Dá pra ver, as editoras estão mandando contrato, mas tem expectativa, eu que estou errado, eu que sou o hobista que estava metendo ali naquele meio, então deixa a galera profissional trabalhar, né? É assim, eu vou te falar que é ter essa divisão, acho acho boa a divisão de pensamento, é bom até pra você conseguir ver como como liga suas coisas, mas esse é um lado que a gente não pode perder também, o lado do do robista quando a gente está fazendo as coisas, porque esse é
o lado da paixão, né? E é isso que faz a tipo sabe as coisas funcionarem e da liga, né? Tipo, a gente tem OA equipe de de regras do do t 20, né? É um pessoal que tava começou muito assim, ninguém tinha experiência. Escrevendo, escrevendo o jogo ou escrevendo, sabe? Só escrever. E eles, só que eles manjavam muito de tormentability, porque eles jogavam numa guilda, juntos e tal, e aí foram tipo, primeiro, foram pegando e foram moldando e tal até chegar agora,
que tipo? Os caras são uma equipe certinha assim, então a gente fala, ele precisa disso, disso, disso, disso, no dia tal, eles se organizam ali, no dia tal, tá tudo pronto. Caraca. É tipo, é. É um negócio assim. Os caras estão muito. Eles são muito bons, são muito bons. E você acha que eles evoluíram do robista para o profissional em algum nível, então? Nesse caso, acho que eles, tipo, eles estão num caso.
Acho que uma coisa que não não é PGA, gente consegue, tipo, ter essa situação em que porque eles não são é, não trabalham nisso o tempo inteiro, né? Uhum acho. Acho. Não sei se todos eles, mas acho que quase todos eles. Tem empregos tipo normais, assim, por assim dizer, e depois pegam isso como? Como freela. Mas eles levam muito a Sério, porque eles têm essa. Eles seriam muito apaixonados e tal, uhum. E pô, estão ganhando 11 graninha aí, não é? Não é uma graninha ruim.
Não é elevrar? Para poder fazer Oo negócio e ainda assim, tipo a gente já teve, teve casos, tipo de quando apertou para o lado deles, alguns deles falarem, Ah, cara, eu não vou conseguir continuar nesse projeto agora. Porque aconteceram coisas na minha, na minha vida e tal. Preciso concentrar aqui, se não, não vou dar conta. Mas, pô, a gente também deu muita sorte nesse sentido de ser. A gente consegue fazer esse esse equilíbrio, né? Dá essa previsão também, né?
É porque você ter essa essas 2 coisas, você lidar como com o hobby, uma coisa que você é muito apaixonado e que requer muito tempo para você desenvolver, fazer é é fácil de atrapalhar outras coisas na. Na sua vida hoje você acabar negligenciando quando OOO esforço fica maior do que você, do que você consegue fazer, né? Mas Na Na de um bom, eles dão muita sorte. Esse pessoal é muito é muito bom
o pessoal da dragão, né? Todos os colaboradores do dragão no dragão é o pessoal mais antigo, né? O pessoal tá no dragão há muito tempo, então o Dragão vai fazer dragão digital, vai fazer 10 anos agora. Caraca, digital, né a. Digital, então tem, tem muita gente que tá, tá aí, faz. Faz muito tempo já. Então, tipo, o pessoal tá tá acostumado, tá cachocudo, sabe, sabe aonde aperta, sabe pra onde correr, convidar. E aí. É por isso.
A dragão nunca atrasou. Tipo todos esses anos, nunca teve uma única edição que saiu atrasada. Então é isso, é a constância, realmente faz muita diferença, cara. É. Maneiro. E cara, agora uma pergunta puxando um pouco mais pra game design, pra pra game design pra gente finalizar, é? Cara, a gente no café anterior aqui, até falei não fiz uma análise sobre o mercado botando
indie contra ORODID quinta, né? E uma conclusão que eu cheguei é que de que muitas vezes você tá como você é, é é indie e tal. Você tá dialogando com o teu nicho, que é muito diferente do DID, né? Às vezes é essa noção de que você tá batalhando com DID, é tipo, você tá batalhando com material de RPG, enquanto ODID tá batalhando com você com um plush com. Com sabe, com, com um bonequinho, enfim, o negócio deles é outro, né?
EE, só que existe também, né? Obviamente o jogo em si, né, da do quando você tá, sei lá, se a gente pega no Brasil, tem um tormenta, o tormenta tem um público gigantesco, né? Quando você desenha pro pro tormenta, você tá construindo um jogo que o tormenta, você tá construindo um jogo que muita, muita gente vai ver, uma base de jogadores muito grande, que não é a mesma coisa que você tem o seu nicho, você pode simplesmente mandar uma mensagem no WhatsApp.
E falar com uns 30 se muitos jogadores que jogam efetivamente seu jogo, né? Como é que é essa diferença? EE, você acha que existe uma diferença no jeito de abordar o game design? É, existe uma diferença na produção ou você acha que no fundo é mais ou menos a mesma coisa? Como é que você enxerga isso em termos de game design, essa diferença de de de produção na matéria mesmo com número? De. Para muita diferença, porque você tem que levar é, é é muito
assim. Oo público é, é o cliente, né? Do seu jogo. Então EE, nem sempre o público sabe. E aquilo que o público precisa, geralmente o público não sabe, o público precisa. Então ainda mais um jogo como tormenta, que é cheio de nuance, cheio de combinações e tal. Muitas vezes AA ideia que OOOO público pega e reproduz sobre uma coisa, não é a intenção
original. Uhum, e aí se você tem uma alguma modificação depois pra voltar aquilo pra intenção original, você tem, você gerou um ruído porque vocês gostavam daquela forma como elas viam, né? É uma coisa, isso acontece com todo jogo, né? Sempre perceber, às vezes você só percebe que não transmitiu a ideia que você queria, às vezes realmente cometeu um erro, aí
você tem que corrigir, né? Eu, eu, eu tenho 22 situações que eu lembro que eu comparo bem com isso, que é no. Na Na edição atual do do carioca, além do dragão de fogo, a gente mudou, tem um tem um poder que era tipo uma técnica melhor poder, poder extremamente tem uma técnica No No dragão de fogo que ela era tipo, Ah, mais apelativa, todo mundo sabia que é, todos os bombeiros sabiam que tinham que ter essa técnica, não conseguiu jogar, que é o bloqueio agressivo.
Bloqueio agressivo, quando o cara te bate, você consegue dar dano nele, aham, e aí eu eu vendo, meu senhora, e eu falei, bom, eu vou ter que nefar um pouco, bloqueio agressivo, ele está desequilibrado em relação as outras. A ideia não é que você tenha mais técnica, seja obrigatória, né? Se você tem uma coisa que é obrigatória, você na verdade tem um slot a menos de técnica, tipo, você tem que pegar. Ótimo aqui e mais uma, né? É, então é só ruim quando tem alguma coisa, está acima das
outras assim. Então a gente aumentou o custo dela. O que aconteceu depois do lançamento? As pessoas perguntaram, olha só, aumentou o custo de porque agressivo foi isso? Uhum no em tormenta tem um poder do guerreiro. Que é um poder muito bom, o poder automático e o guerreiro ganho não é uma escolha, não é tão tão problemático assim, IA ser tão bom que se chama durão, durão.
Você acha um livro com as PM só agora, mas você gasta uma quantidade PME, você corta o dano ou qualquer instância de dano pela metade, então dependendo do golpe que você tomar, vai te dar uma vantagem muito, cortar as coisas pela metade é uma coisa muito grande, né? É uma vantagem muito grande, você dá, então os jogadores adoram o durão. E na versão jogo do ano, o custo de durão aumentou uhum e as pessoas ficaram furiosas.
Sabe quando teve ninguém falando Ah nossa, aumentou um pouquinho o vocês destruíram o meu build, o cara vai gente xingando e tal, não sei o que gente falando, quem foi que eu tinha um programa com o dela? Na época? A gente falava das regras e tal, não sei o que era regra da casa ou casa da regra era a casa da regra, a regra da casa era o seu canal. A gente tinha esse programa, a gente ficava discutindo reggae e estava com o chat e eu lembro que teve uma que falaram, não, não.
Eu vi a gente discutiram lá no caso da regra que IA mudar, aquela regra foi o Tiago dela e eu tipo, caraca, então aqui quer mudar, sabe? Caralho. Então foi foi toda uma situação. É muito diferente, né? Porque é muito mais gente e tipo. É, é uma coisa que eu falo muito sobre, porque esse tipo de jogo é, é, é bem, sugiro comercialmente. Até porque você gera conversa, né? Qualquer coisa que acontece é um motivo pra comunidade interagir entre si, EE falar sobre o jogo e mantém nos falando.
E enquanto você tem pessoas falando sobre o seu jogo, sempre vai ter alguém ouvindo esse cara, ouvindo. Se ele ele não joga ainda, ele pode começar a jogar porque ele está ouvindo as pessoas. Caraca, é verdade, cara. EEE. Agora só o chorinho. Então, existe uma coisa, tipo, who s marketing? Existe alguma coisa como regras, como marketing? Existe 11 dimensão de marketing na decisão de regras, às vezes. Eu, cara, eu nunca tinha pensado nisso, dessa, dessa forma.
Mas sim, sim, com certeza. Tem coisas tipo coisas até pro pro deuses, heróis, que são coisas que a gente fala, Ah, não, isso aqui. Isso tem que entrar, independente. De sabe interesses internos porque o público quer. É questão de marca. É, está muito claro que eles querem esse, essa coisa aqui. Então vai, vai ter que ter, sabe? Então tem o negócio, tem 11 poder, 4 braços.
Que as pessoas têm é um meme numa morte de valcália que tinha um poder antigo, mais 4 braços, aí o atormenta, 20 básicos não teve, vocês estão reclamando que não tinha. As pessoas vão defender e dizer não, mas também No No atormento RPG não era no livro básico, era um suplemento e agora teve 4. Nossa, a coisa que mais falaram tem, tem, sei lá, 400 poderes, tem, tem muitos poderes nos livros novos. E esse poder foi. Todo mundo falou, meu Deus, finalmente, 4 braços e tal, sabe?
Tipo, era um negócio que as pessoas realmente, realmente queriam. Então isso às vezes vem de um livro por isso, sabe? O cara fala, vou comprar porque tem 4 braços, vou comprar uma coisa. De um poder é cara. Assim, eu, eu posso dizer com tranquilidade que grande parte das pessoas que que eu conheço, que amam, atormenta e jogam constantemente. Quando você quando você fala o que que você gosta mais batata que a pessoa fala, dá pra fazer qualquer coisa.
E qualquer coisa, você acaba tendo previsão, você acaba tendo opção mecânica. Ele não é tipo simplesmente os que você resolveu ter, não é? Tem. Tem como você montar o negócio, né? Né? A gente tem, pô. Nesses livros agora dá pra você fazer um cozinheiro de Batalha? Dá pra fazer uma polidência pacifista que emite uma aura de êxtase pra todo mundo? Tem. Você pode fazer? Tem moto? Tem uma moto? É o birrotorra e Shin. É uma moto motorizada que você pode ter agora, então tem de
tudo informando. É muito foda. Maneiro, cara, maneiro. Então, bom, obrigado, cara, eu acho que foi um foi um papo legal pra galera ver mais ou menos como como são os bastidores, né? Daí de trabalhar CLT com RPG é uma coisa que é, ainda não é possível no mercado todo, mas já é possível, né? Isso é uma, é uma coisa que você contasse pra. Pra quando eu era criança, provavelmente eu IA falar é Sério, tem mesmo como, né? E hoje provavelmente brilhar em
algum nível ali. Então muito interessante, cara, obrigado por trazer mais essa aí. Quer deixar algum recado pra galera? Dá um dá um tchau pra galera falar alguma coisa. Pô, eu vou dizer pra vocês assinarem a dragão Brasil, a maior revista brasileira de RPGE cultura pop. Ela tá lá em dragaobrasil.com.br e tem revista tormenta 20.
Se você assinar dragão no nível mais alto de apoio, você leva as 2. Se você ensinar qualquer uma das 2 nível mais aula de apoio, que é tipo 20 BRL, você leva as 2 e é, é assim, é. É muita vantagem, tipo por 20 conto, você tá levando eu não sei quantas pastas, muitas pastas. É coisa pra caramba, gente, é maneiro. Eu vou deixar o link pra galera aí, então, então é isso aí, corram com a dragão, que cara assim é, além de tudo, né? Dragão realmente é.
É o grande legado, né? Cara de de RPG nacional, então, enfim. Realmente AA ter até a história se desenvolvendo na tua frente, aí não tem o que falar a respeito. Maneiro. Parabéns pelo trabalho e valeu, cara, vamos para o encerramento. Simbora que livro bonito é esse aí? O Leopoldo, esse é o livro do DMQ, não o levintage, que legal. É essas coisas de joguinho, né, que você rola os dados tudo e os dados age, é isso? É, acho que é isso também. Mas é esse lance do vintage, jogo antigo, né?
Porque quem e quem agia era o jogador e não os dava em si. E esse jogo joga como é. É é tipo RPG, é diz aqui que é recriação, com os personagens gerados, que ele chama. Tu gera o personagem EE, joga com ele, mas que que é vintage? O Leopoldo é essas coisas aí que tem 20 anos, já coisas das antigas que vai que volta, o pessoal traz de volta e depois deixa +20. É isso aí. Ah, é que nem eu. Então que eu sou 2 vintage de
idade, né? Coroa já é, só que no caso do livro é 11 de 20 só porque é de vintage, né? E tu tem esses dados aí, o Leopoldo. Mas. Mas, claro, eu ando sempre aqui com meu saquinho com 2 kits de dados de RPG. Olha, então Bora jogar, porque eu fiquei me coçando de vontade de aprender a jogar isso aí, como os antigos faziam. Só que hoje em dia, né? Vamos embora? Saiu pela caramelo jogos OD vintage RPG do DM kirau.
Edição impressa completa, bonita com as mexidas do quiral em cima do DID zero do DIDBXDID clássico de forma geral, explorando uma jogabilidade ferramental osr bastante influenciada pelo café condanjo inclusive. Então você vai estar mais do que familiarizado com essa jogabilidade que você é nosso ouvinte é excelente para aplicar com a elfenters e os seus truques preferidos aí da blobosfera osr.
Desde que você não se esqueça de antecipar os perigos, relógio da dângeo, relógio dos erros e muitas outras ferramentas com a famosa didática do quiral. Quem quer dar uma chance pro RPG do School não pode perder. Essa é uma excelente pedida. Ou agora? Se você já é Cascudo, mas quer evoluir ainda mais a sua jogabilidade com Liberdade e um pacote robusto de ferramentas, esse é o teu jogo. Confere lá no site da caramelo jogos no ticket do episódio para
esse e outro lançamento. De RPG um aqui no Brasil não existe trabalho ruim, minha senhora. Ruim é ter que trabalhar. Então é isso encerrando aqui o episódio, queria é trabalhar com vocês aqui os links, né? Trazer pra vocês os links é primeiro a gente, a gente dá uma olhada aqui na. Dragão Brasil pra você se tornar um assinante da dragão Brasil, trazer também o link do veridiana do Alan Silva, citado pelo Thiago rosa. Trazer o link da lenda do dragão de fogo também do Thiago rosa.
Oo material do level up advanced Fifth Edition, né? Que ele participou da construção como game designer é freeller, né? E também o link pra jambô editora e trouxe todas essas oportunidades de mercado aí que foram comentadas pelo Thiago rosa. Então é isso. E também lembrando a galera aí que a gente que a gente tem 11 programa de apoio, se você quiser é que o café com dângel volte a ter 5 episódios
semanais. Você pode considerar apoiar o projeto na sua expansão lá em apoia.se barra café com dângel se você gosta especialmente do café. Com Dungeon de hoje, né? Você pode deixar uma gorjeta pra gente mandando um Pix em qualquer valor.
Pracafecomdangeon@gmail.com a gente conta com você, tem uma empresa ou uma marca e de repente quer ter um dia na semana no café com dângeo você pode financiar mais um episódio semanal extra no podcast e fazer Alegria da massa rpgista consulta a gente em café comdangeo@gmail.com que a gente tem uma proposta especial pra você. Você pode também consultar agente sobre parcerias e
anúncios. A gente trabalha com marcas de RPG e também de outros ramos, como café, tecnologia, jogos, educação, mídia, alimentos de forma geral. Então fala aí com a gente e vamos, vamos fazer um trabalho juntos, é? Por fim, se você é produtor de conteúdo, game designer independente, acadêmico ou fã mesmo, quer participar do nosso projeto contacta a gente lá no café comdanjo@gmail.com beleza. É encerrando aqui também dando o nosso nossos agradecimentos. Obrigado galera, que torna
possível essa aventura. Então valeu o pessoal que apoiou para o nível incentivo, incluindo aí Oo Jefferson Antunes, valeu professor, então valeu demais ao pessoal do nível de apoio comunidade, incluindo aí o Gustavo muradi, o lianker Lopes e o Renan cliteller. Um Salto especial para os assinantes do nível RPG do Jô, dentre eles o Luiz Guilherme dias de Souza, o Pedro Borges, o Leo paixão. Rodrigo Lopes e o Philippe scortech é um abraço aos membros
do treinamento ao el fantasy. Então eles são abídio Júnior César Machado, Daniel Haidar, Diego sistito, Léo gasparuto, Marcos Gonçalves e o Pablo Rodrigues. Muito obrigado pela coisa de vocês. E por fim aqui, mas não menos importante, o imenso agradecimento ao nosso membro café com balbi, o Thiago Augusto. Valeu, cara, obrigado aí pela tua pela tua assinatura no nível mais alto. Valeu. E bom, por fim lembrar que vocês têm aí esses links todos aí para seguirem.
Valeu? Um abraço e até a próxima.
