Todo mundo que me conhece minimamente sabe que eu curto discutir. Eu gosto de levar as ideias pra arena, deixar elas se digladiarem ali e eventualmente saírem mais Fortes, ou eventualmente morrerem ali ou de repente saírem feridas. Mas com a possibilidade ali de uma reforma, de alguma coisa assim, eu acho que as ideias elas elas saem melhor. Do processo dialético. E bom, no RPG eu acho que isso acontece o tempo todo, né?
É fácil a gente discutir com gente que é apaixonada pelo hobby e também pela teoria, pela filosofia e por tudo mais que envolve o RPG, pela prática, pela experimentação. E a gente acaba, obviamente, levando as coisas ali pra pra nossa paixão, né? E aquilo ali deixa todo mundo, muitas vezes um pouquinho além do tom, é normal. Eu discuto muito e passo muitas vezes do ponto. Tenho que admitir, às vezes muito mais do que eu gostaria.
Então, muitas vezes eu fico com uma certa ressaca moral ali, né? Principalmente quando eu sei que a pessoa tem um ponto interessante e que, por muitas vezes, ali, por teimosia ou por ter me inflamado de alguma forma, eu me fecho aos argumentos que essa pessoa traz. E isso não me ajuda em nada, né? E aí sim me dá uma ressaca moral real. Porque o importante é a gente aprender com a discussão.
Se você entra numa discussão e não está disposto a rever o seu ponto eventualmente ou a tentar entender o ponto do outro, você está nessa discussão de uma forma ilegítima, por assim dizer. Você está ali, mas você não devia estar. Mas se você está disposto a aprender alguma coisa, se você está disposto a evoluir alguma coisa a partir da da discussão, aí sim. Eu acho que você tá certo ali, você tem proveito a tirar. Eu particularmente, aprendo bem discutindo.
Eu gosto desse caminho. É muitas vezes porque as pessoas provocam alguns pensamentos, algumas reflexões ou simples fato de eu ter que explicar a coisa pra alguém, às vezes mais de uma vez, faz com que eu busque caminhos diferentes pra explicar isso. E a minha didática sobre a ideia melhora e até a própria, e é a própria noção do que eu tô dizendo. Eu não posso negar que é o ofendas. E muitas vezes melhorou a partir do debate, né? As pessoas provocam aqui,
provocam ali. Eu vou tentando defender. Às vezes eu reformo ou às vezes a ideia evolui ali e fica mais clara. Então é muito importante a gente, a gente manter um ambiente de discussão, mesmo que às vezes ele não seja exatamente saudável, às vezes me parece que num ambiente cheio de paixões, isso é normal. Mas a gente tem que aprender a partir disso. É, às vezes eu aprendo lendo, às vezes eu aprendo ouvindo alguém falar. Às vezes eu aprendo com exemplos
e com experimentação. Mas o debate certamente é uma forma importante de aprendizado para mim. E acho que para muitas pessoas do grupo de assinantes do café com dânjão também e fora dele também, pessoas que discutem porque gostam. Gostam desse dessa atividade, de colocar as ideias na arena e tudo mais. Mas não necessariamente a gente treta porque gosta.
Eu particularmente não gosto de tretar, apesar de eu ter fama de treteiro e de fato eu dar vazão nessa fama, muitas vezes eu trato mesmo, eu não trato como bullying, eu não tô ali pra tretar, pra fazer mal pra alguém ou pra enervar alguém ou pra levar pessoas, últimas consequências e. Enfim, não é meu barato mesmo, eu também num trato pra divulgar o meu material e as minhas ideias também não é por aí, por mais que a galera lá do D30, por exemplo, uma galera, inclusive
com quem eu já discuti, né? A galera do podcast D30 lá de Brasília é eles. Eles fizeram um episódio No No podcast deles sobre o café com dângeno. Quando eu encerrei o meu episódio, eu me senti extremamente. É homenageado com isso, né? E lá no podcast eles falaram, Ah, mas ele treta muito pra divulgar, né? Ele assim, ele acaba divulgando
o podcast dele. Eu juro pra todo mundo que não foi muito por aí. Eu eu treto na verdade, porque acaba que eu também sou apaixonado pelo hobby, eu sou apaixonado pelas ideias que a gente constrói em cima disso. Acaba que eu aprendo muito discutindo e a gente tá muito próximo de tretar quando a gente tá discutindo ali com a com as paixões, a flor da pele, então. Acaba sendo um colateral que eu aceito e acho que principalmente, né.
O motivo do da treta é porque muitas vezes a gente é teimoso, né? Eu sou um cara muito teimoso, confesso que acredito que já fui mais hoje eu acho que eu continuo sendo muito teimoso, mas já estou mais tranquilo do que quando eu era moleque, eu quando estava estudando direito e antes de largar tudo, né? Eu acho que eu era muito menos é, eu acho que era muito mais teimoso. Naquela época, mas ainda sou e eu não vendo bem, é o meu
aceite, né? Eu não vendo bem a minha concordância, eu não vendo bem a reforma da minha ideia. Eu gosto de vender caro, eu gosto de de instigar, eu gosto de perguntar, eu gosto de debater antes de aceitar. Eu só aceito quando realmente eu estou muito convencido daquilo. Eu sou bastante cético e acho que essa postura é uma postura comum no café com dângelo e de quem assina e de quem. É, está envolvido, né? Tanto que é grande parte das enquetes que eu faço aqui com os ouvintes do podcast.
É muitas das enquetes ali. As pessoas discordam de mim e continuam ouvindo, né? Porque eu dificilmente eu vou ter um público tão rotativo que que a quantidade de votos assim varie tanto. É, e as opiniões se mantenham, né? Então, de forma geral, eu posso dizer que. Eu acabo tretando porque eu sou apaixonado por aquilo e porque eu sou teimoso e vendo caro, né? É o debate. Porém, eu acho que isso é interessante, que assim eu reformo o meu pensamento.
Eu estou disposto a isso? É e acho que as pessoas também que debatem de forma geral no café estão dispostas a isso, ainda que essa reforma não venha às vezes durante o próprio debate. Eu adoro como isso acontece durante o debate. Eu falo para pessoa de coração, falou cara. Concordo contigo. Eu acho que eu estava errado. Eu tenho real apreço por falar isso. Eu gosto quando quando isso ocorre, mas não é sempre que ocorre e eu não vendo barato
isso. E acho que as pessoas também, de forma geral, que discutem comigo, muitas vezes vem com essa ideia, né? Difícil ali a pessoa que vem com a intenção de fazer bullying ou de sei lá com alguma outra coisa assim, mas tem, eu sei que tem, mas não é bem assim. Agora, eu acho que isso é uma coisa interessante porque. Porque de forma geral, eu trago alguma ideia e as pessoas muitas vezes discordam. E a gente engaja numa discussão e vai trocando ideia, vai trocando ideia e eu falo o que
eu penso. Muitas vezes as pessoas ficam chateadas com isso, né? E não é aqui no o caso de confundir com discortesia ou algo assim. Muitas vezes as pessoas ficam chateadas mesmo porque eu discordei, né? Ou porque eu falei alguma coisa. Olha, eu acho que não procede, né? EE explica o porquê, às vezes a pessoa não, não rebate, não consegue rebater ou sei lá, por algum motivo. Ali meio que é, não sei se sente de alguma forma diminuída pelo argumento. Não é minha intenção de diminuir
ninguém. Como eu falei, né? Muito menos é fazer bullying, nem nada assim. Mas eventualmente você tem uma ideia, é melhor organizada e a pessoa traz alguma coisa perguntando a sua opinião, você dá opinião, a pessoa fica chateada, né? E por mais que não seja o melhor, a melhor pessoa para escolher o tom, quando eu, quando eu, quando eu faço críticas, né, e por isso, né, pela forma, muitas vezes as pessoas ficam chateadas comigo para além da minha intenção.
Eu entendo que muitas vezes a pessoa não está preparada, né? Pra ouvir a sua opinião, mas ainda assim pede a sua opinião. E eu parto do princípio, né? Do voto de confiança para as pessoas é que se elas pedem a minha opinião, elas querem ouvir a minha opinião de fato e não somente um tapinha nas costas.
É como produtor de conteúdo. Eu acho isso inclusive uma postura que eu tomo pra mim quase como sagrada, porque se uma pessoa traz pra mim alguma coisa pedindo a minha opinião e eu respondo Pra Ela, Ah, tá legal. Sem ter prestado atenção naquilo, eu me sinto quase como dizendo um Ah, foda se tá tudo bem, EE, não ligo, né? É quase como um dane se não me importo com isso, mas eu me
importo, né? Se eu parei, se eu li, se eu entendi o que a pessoa tá falando, eu dou minha opinião porque eu me importo se não me importasse eu falava que cada um joga como quiser. Eu falava, que bom, você tá num caminho. Eu falava, que bom. Sei lá, cada um vai evoluir a sua maneira e tudo bem, né? É isso, é esses lugares comuns que muito produtor de conteúdo costuma dar, né? Ah, cada um faz o que o que quiser. Isso é uma obviedade, né?
Se se cada um fizesse como quiser e não importasse a sua opinião, a pessoa não teria pedido e talvez ela nem tivesse, porque perguntar pra ninguém, né? Era só seguir, como diz o kirau aí, né, é? Ele fala, Ah, quem? Quem troca uma ideia não perde. Nenhuma fica com 2. No final das contas, eu concordo, de forma geral acontece isso, mas a gente sabe,
né? Muitas vezes a pessoa não está afim de voltar com 2, está afim de voltar com uma só, só cria validação daquela ideia ou de repente é uma das ideias. Morrem no processo, né? O quiral costuma falar, Ah, Ah, tudo é XPE tudo mais. Mas eu discordo de certa forma. Eu acho que nem tudo XP, nem tudo, nem toda ideia que trazem é válida, né? Algumas delas são, são tem defeitos, né? Na própria formulação da ideia e
não se sustenta com o tempo. E eu acho interessante que essas ideias não não se sustentem, mesmo que a gente possa olhar e falar, bom, não era uma boa ideia e eu mesmo enterro várias ideias minhas assim, mas nunca 7 palmos eu deixo ali. Um cova rasa, porque eventualmente elas voltam, né?
É sempre bom a gente poder revisitar, e assim é. Eu acho que de certa forma, né, a gente tem aí grupos e grupos e grupos infinitos, grupos tanto no Facebook quanto no WhatsApp e outras redes sociais, esses grupos, muitas vezes eles são, eles são difíceis, né? São grupos difíceis, principalmente os grupos abertos, acho que grupos de
assinantes ou grupos. Mais segregados, assim acabam sendo grupos mais interessantes, porque as pessoas ali, elas não sei, não sei dizer, eu tô, tô talvez romantizando quem apoia, quem faz apoio a projetos como o meu, como o meu podcast, mas eu acho que as pessoas ali acabam sendo mais interessadas. EE congregando a mesma cultura, até por estarem investindo naquilo, né? Se sentem mais responsáveis pelo espaço. Talvez esses grupos livres, né, que tem muitos da usr, por exemplo.
Acaba virando uma Várzea assim, a galera, a galera discute de um jeito que assim é, a gente discute duro no grupo do café, né? A gente briga e tudo mais. Mas nos grupos da OSR eu acho que o número de pessoas que estão ali pra fazer bullying ou que não estão dispostos a sair, né, reformando a sua ideia, ou não estão a fim de aprender nada. Então só ali é por sei lá, por motivos que não parecem legítimos pra se discutir, né, que só são perdas de tempo, se proliferam muito.
Já tive muita experiência nesse ponto e uma das pessoas nesse grupo, que era 11, pessoa recorrente, que discutia muito. Eu achava essa pessoa muito chata, muito chata. Eu falava, nossa, mas que maluco, chato, cara. Ainda mais nesse lugar infértil aqui que é esse grupo, né? Ou esses grupos de de de WhatsApp da usr. Eu falava, putz, muito chato. Mas eu ouvia, eu ouvia os áudios desse cara, esse cara mandava áudios imensos. Mas eu ouvia os áudios dele, eu achava ele chato, mas eu ouvia
tudo. E por mais que eu discordasse, eu já tenha inclusive não só debatido com ele, mas já já tenha tretado com ele pelo menos uma vez. Eu posso dizer uma coisa que muitas amizades vem daí. E apesar desse cara ser chato, eu acho que de algum modo ele é meu amigo e eu trouxe ele aqui pra gente trocar uma ideia no café com danjon de hoje. Meu Deus, muito chato. Bom dia amigos do café com danjo. Estamos aqui para mais um episódio do seu podcast matinal favorito, trazendo sempre muito RPG.
Meu nome é Rafael balbi. E hoje eu tô aqui bebendo um café com um gostinho de caramelo no fundo, ainda que um assinante do café aqui tenha tenha teimado comigo dizendo que o gosto é de mel e pô, não é de mel, velho. Eu tô falando, mel, tem esse retrogosto de própolis. Caramelo é aquela coisa meio top. Vai por mim, pô. E que é? Tá achando que eu não tenho noção do gosto das coisas, que eu não manjo nada de café?
Bom, tira isso suas próprias conclusões, vai lá em ovelha, ponto café na internet, usa o cupom CCD que você vai comprar dos melhores cafés artesanais, que são os cafés da ovelha negra que eu tomo sempre aqui. Então, ovelha negra cafés chega lá e usa o cupom do ouvinte, que é o ccd, tudo minúsculo que você consegue um desconto. Se você quiser um desconto ainda melhor, pode se tornar um assinante que a gente tem cupons progressivos de acordo com o seu nível de apoio.
Além disso, você participa de um grupo de Telegram que tem muita, muita discussão, tem algumas tretas, mas a galera é amiga, a galera é tranquila e a galera tá afim de evoluir, então cola com a gente fora isso é sempre conteúdo extra, sorteios, cupons de outros parceiros e muito mais. Então cola aí com a gente, é bom. Fora isso aí, queria bom é lembrar vocês que a gente tem aí o nosso, o nosso, o nossoapoia.se.
Barra café com Dancing, onde você consegue se tornar um assinante, né, que eu não dei o endereço ainda, então o endereço é esse cola lá e ajuda a gente a voltar a ter 5 episódios semanais. Já pensou? É bom, mas é isso, vamos para o episódio, mas antes deixa eu fazer a leitura da enquete, né? O episódio anterior aí foi o de sexta-feira extra e saiu é com oráculo e arbitrariedade.
Eu não fiz uma enquete quantitativa ali, mas eu abri o espaço pra galera comentar, obviamente, né, como sempre. E a galera trouxe comentários aí a respeito do tema, né? Que é oráculos, EE arbitrariedade, mas que tem a ver com o MIT, que né, que foi, que foi Oo material da retropan que lançado agora para jogo solo EE para ferramentas de oráculo,
né? Então a galera comentou, aí o Túlio serkize, grande Túlio, designer de mão cheia, falou aí o melhor exemplo de game play com o MIT, que que eu já vi é o my selfie and die, que é um podcast, né? O cara joga solo e vai narrando cada temporada um sistema diferente usando Mitch, que me ajudou bastante a conhecer o laracus melhor. Boa indicação conheci já e achei, acho muito legal. Túlio, boa indicação mesmo é boa é para quem manja de inglês, tá, gente?
O tom falou que a consequência é a melhor granualidade também concordo. Eu acho que quando você negocia a consequência, o resultado é mais interessante do que você ter que. Colocar ela numa granularidade que você não negociou ainda, né? O sentimento de Copa do Mundo, de pênalti na final da Copa do Mundo é muito maior. Quando você já sabe a consequência negativa e já tá temendo aquilo, é é grandemente, né?
E o Auro inflamado, o grande aure falou que se se optou por rolar dados, lide com o resultado. Ou seja, tu mestre ou jogador muito bom, cara, acho que é isso aí, é também lendo aqui Oo. A enquete, né? A respeito do episódio Dungeon trash e dungeons e dados, né? E foram foram 21 votos aí falando que consomem é. Aliás, desculpa. Foram 76,2% dos votos dizendo que consomem material do utilself, como o próprio, o próprio Dungeon trash. Muito legal, material muito
legal. O episódio foi incrível e é bom saber que a galera curte esse tipo de de de material do utilself que é, eu acho que é. Realmente onde ORPG brilha, né? Que é esse material feito de coração pela comunidade bastante indie. Assim é. Tem comentários interessantes aqui.
O Cabral falou que Dungeon trach é foda e que ele não teve a oportunidade de jogar, mas quando ele conheceu e inspirou vários elementos do cenário que ele já tem, que é pós apocalíptico e soube do yourself, ele começou a coleção de zines que ele tem na cena punk de skate, posteriormente no picho grafite. Ele ficou surpreso com a cena
zines de RPG quando conheceu. Vinda vida longa, é o RPG punk, é isso aí, é Cabral, é, eu concordo contigo, é. A cena do RPG é muito rickinzine e rivaliza mesmo com a punk, com a skate, com outras que são mais tradicionais, né? De ter o du show selfie aí muito legal. O Rafael Ribas falou que gosta muito de um trash muito foda, um RPG de campo de Batalha, muito punk é punk aí já apareceu em 2 comentários, então parece ser uma. Uma palavra importante aí pro dangeontres.
Valeu, Rafa. O Thiago Soares falou que RPG ele consome de tudo, dos lançamentos das editoras grandes a materiais que o povo faz de forma caseira, e ele viaja na criatividade de comunidade e ele pergunta quando vai ter o guia do mestre cafeinado, ó eu fantasy cara, o eu fantasy não vai sair no guia, no guia cafeinado, mas vai sair 11 manual, né? Já tá aí Na Na Na página 60 mais ou menos é a galera que é assinante do nível. O treinamento ao ofenter tem acesso, né?
Ao ao processo e tá andando, tá andando, tá legal, tá legal de fazer e vamos andando sem pressa, né? Para sair em 2077 ou antes, quem sabe? O Márcio Gonçalves falou que ele pegou o primeiro península ancestral e tá ansioso pela versão final do segundo. Fora ele, ele acompanha bastante o conteúdo do Reddit da OCR, desde Mini dângers e imagens até links do it eu. Pô, cara bem lembrado. Reddit e tia IO. Esses materiais são muito legais, né?
Na comunidade tem muita gente produzindo e colocando lá, inclusive o península ancestral, que é cria aqui da comunidade do café, né? Com gente muito legal e que tem um material incrível aí, do do Ícaro, do providélo também e que recomenda todo mundo procurar aí península ancestral, lá no ITA,
IO, gente. E por último, Rafael barcelar aí falando que a ideia do cenário da Angel trech lembrou a ele muito a música bichos escrotos, dos dos Titãs, o álbum todo é o álbum todo cabeça dinossauro combina na real cara, cabeça de dinossauro é um é um álbumzaço. Eu adoro cabeça de dinossauro e realmente combina cara bom trazer então recomendação aí para galera jogar Dungeon trash ouvindo cabeça de dinossauro, muito bom é isso, pessoal, vamos para o episódio.
Sempre que víamos outros nas terras de meu pai, terminávamos por mandar as nossas guardas que chacoalhando suas lanças, os afugentavam. Pena que dessa vez eu me perdi na mata das seringuetas em uma lança para chacoalhar para William. William, você me pergunta? Sim. William foi o ogro que me sequestrou. Eu estava me levando lá pro lar da Serra, pelbina o pico mais alto da Serra da luneta, escalando os Morros no dente. Me amordaçou ainda, mas
obviamente fugi. Como estaria então escrevendo isso aqui se não tivesse fugido, não é mesmo? Bom, nunca se deixa uma bruxa prisioneira sem mordaça. William agora é meu melhor amigo, um bom garoto. Me disse para visitar sua casa e sua família lá na ravina do menester, que fica no vale entre o pico mais alto da Serra da luneta e a muralha, eu obviamente vou, cedo ou tarde.
Meu maior defeito, como podem perceber pelas minhas histórias, é a curiosidade diário da bruxa Elsa de rosa e Cruz, esse tantos outros. São rumores vindos do jogo do mundo aberto de beergoten. Se você quiser explorar aventuras como essa, pode entrar inteiramente de graça no nosso grupo. Siga o link lá no escritivo do episódio e jogue beergoten com a gente e vamos explorar beergoten. Me vejo obrigado a concordar com palestrinha, então vamos pro episódio.
Hoje eu tô aqui com um cara que fala mais que eu, com um cara que tem fama, né? Já falei um pouco dele, mas é um cara que tem fama aí no meio do RP, a gente tem de ser palestrinha e o cara aproveitou dessa fama pra botar o nome do podcast dele assim. E bom cara, eu vou assim, eu normalmente começo já. Com algum tema pra depois a gente falar sobre você, você está pra quem não sabe, eu estou
aqui frente a frente. A gente está gravando vídeo também estou frente a frente com com o dono da voz. E AI? AI, AI é. Me diga uma coisa éclisson fala uma coisa pra mim. A única influência, então, quer dizer do clérigo do DED clássico foi o cruzado e o papa. Velho assim, se não foi a única é 88%. Oo papa e o cavaleiro cruzado e
o arcebispo turping, né? No caso, são os caras do clérigo, do do DED, do ADED, do ADED segunda edição, falando mais precisamente, é tem as histórias também de de 11 Santo irlandesa agora que eu esqueci o nome quando tem a festa irlandesa, qual que é o Santo? A cobra, né? É cobra, tem o. Manto da coragem e Saint Patrick. Ele também é uma grande influência para várias magias do do DED.
É, mas a influência central do clérigo do DED é o arcebispo turppin, que era 11, sacerdote e basicamente um cavaleiro cruzado. Era um cara que não tinha dó de ninguém e esmagava crânios com com um bordão, uma massa 11, arma de concussão que espalhava muito sangue, vamos dizer assim, ele é influência central. Do clériico do ADID, 88%, 89% mais ou menos aí de conteúdo saiu dele, entendeu?
E eu acho engraçado. Tem um detalhe disso aí que é o seguinte, o cara aí a galera costuma falar que não. O clérigo só não pode usar nenhuma arma que tire sangue velho. Fala, velho, você amassa a cabeça de alguém? Não existe. Uma arma que não tire sangue. A função da arma é tirar sangue. Senão eu chamava carinho, chamava carinho, se chamava cafuné, entendeu? A intenção da arma é tirar sangue. Não tem essa arma que não tira
sangue, não. Cara, eu não sei se você lembra, porque você fala com muita gente no WhatsApp, mas você sabe que eu eu te perguntei isso em primeiro lugar? Quê eu te perguntei isso em primeiro lugar? É, não sei se você sabe, mas eu te perguntei isso em primeiro lugar, porque a gente já teve uma discussão gigantesca num grupo desses aleatórios de USR. Eu lembro de um papo desses. Eu mandei fotos do livro do jogador. Nessa conversa eu lembro, era você. Era Eu, pô. Era Eu, cara.
A gente. Eu fiquei teimando com você e você teimando comigo. Eu falei, pera aí, mas tem todo uma. Pedi que seja de de referência também, não sei o que, mas é isso. Você estava errado, é isso, você estava errado. Eu sinto muito e olha, eu vou te falar, eu sou é Sério, eu sou teimoso mesmo, é uma isso é um defeito, então depende da da condição, né? Tudo depende do contexto, né?
No fim das contas, o resultado lá na frente é que vai dizer se você se você ser teimoso foi uma virtude ou se foi um defeito, um vício, né? É eu. Geralmente eu sou teimoso, muito teimoso mesmo. É. E o clérigo, cara, é, especialmente depois daquela coisa do setenic penic que eles tinham que cristianizar o jogo inteiro ali.
O clérigo da segunda edição, ele é o copia e cola dos sacerdotes cruzados, que eram pessoas as mais ilibadas possíveis na historiografia até meados dos anos 90, começo dos anos 2000. Então o clérigo foi copia e cola mesmo, sabe? É, é, enfim, eu acho que eu comecei assim, só pra só pra só pra lembrar, porque é uma curiosidade que eu guardei, mas resultado a minha é a minha referência.
A minha referência era não era, não era muito desse, desse clérigo, era de outro clérigo, de day day, do day, day day, tipo, sei lá, daquela, daquela, daquela fantasia mais mais conna, né? Então eu estava com isso na cabeça, mas foi legal, foi o seguinte, somos somos 2 teimosos a 200 km por hora, né, cara? É tipo isso? Agora, esse clérigo que você tá falando, se eu não me engano, eu, eu eu sei isso mais por informação de segunda mão do que
de coisa que eu li de fato. Mas parece que o clérigo do do, do zero e da primeira edição caixa azul aqui, esse trem antigo, antes do do BX, ele era a questão de um Caçador de vampiros ou de um Caçador de mortos vivos que o pessoal queria fazer. Era meio Van Helsing mesmo. Exato, era meio Van Helsing. E aí é por isso que ele tem uma habilidade que é tipo um teste de moral pra morto vivo,
entendeu? Que é o expulsar mortos vivo que funciona na camisa mecânica, ele joga 2 D6 e tirar o mesmo valor ou mais, né? É, você conseguiu expulsar o morto vivo? É a mecânica de moral aplicada ao morto vivo. Exato, é. E tinha também essa coisa de tacar água benta, né? Essas paradas, enfim, exato símbolo. Sagrado. São essas tretas que tem comunidade, né, cara? E você é 11 figura mitológica das comunidades da OSR de forma geral.
Assim é, acho que você, você, por acaso, o ouvinte, já esteve numa comunidade da OSR. Se em algum momento alguém mandou um áudio gigantesco, isso é, espera aí, quando você percebeu se você estava ouvindo esse cara, provavelmente era o acerson. Então, assim, foi muito natural esse movimento de existir um podcast. Que antigamente o pessoal chamava de éclisson kest e era um podcast descentralizado, ele tinha um filho espalhado pela USR nacional, né? Toda, todos os grupos.
Isso é uma constante. Eu faço isso até no grupo da família, é no grupo dos amigos. Futebol, a galera da empresa também até reclama, pô, cara, a gente está num grupo com 88 pessoas. Você fica mandando áudio. Eu falo, cara, mas se eu fosse escrever isso aí e tudo que eu estou falando, vocês iam ler o quê? 8 páginas. Então é mais fácil ouvir um
áudio de 5 minutos, entendeu? Você vai, você leva menos de 5 minutos para ler 8 páginas, eu acho que não, então é mais fácil, inclusive na no áudio tem entonação, você sabe se eu estou sendo irônico ou não, né? Oo texto tem essa dubiedade ele, ele não te dá realmente ele de fato AA medida exata do que que está sendo dito, mas o fato é que eu sempre, sempre mandei áudio e. E às vezes eu mandei alguns assim, homéricos, era 20 minutos de áudio, 30 minutos de áudio,
entende? Aí aí, tipo, todo mundo falava, é crisson cast, tem figurinha minha tipo périca, eu vou mandar um áudio, né? É, e todo mundo sempre falou, cara, cria um podcast, cria um podcast, cria um podcast, faz isso, faz aquilo, é, mas eu já vamos dizer, eu meio que estava contemplado, né, na, na, na, nos áudios que eu que eu mandava, só que o que que foi acontecendo? Eu fui sendo expulso de todos os grupos dos quais eu participava. Aí eu não tinha como mandar
áudio pra ninguém. Aí eu tô assim, como é que eu vou levar minha vida pra frente sem mandar meus áudios? Não tem jeito. Aí eu fui e mandei, criei um podcast pra poder mandar os áudios pra todo mundo ouvir. E como e cara, e como é que é essa parada dessa dessa relação com a comunidade? Porque assim me parece que você é uma figura muito querida na comunidade. E não, não, não, não. Pelo menos as pessoas que eu conheço. Todo mundo fala, pô, o exterson.
Eu, eu confesso que eu já falo assim, pô, o exterson é chato pra caramba, mas é porque estava mais próximo da nossa, das nossas discussões. São infinitas. Eu também sou. Chato, pô. A questão é a seguinte. A questão é a seguinte é, é igual caju, caju. Ele pode ser gostoso, tanto que ele for. Você vai dar uma mordida de vez em quando e ele vai travar sua boca inteira. Entendeu? Hoje? Hoje em dia não tem mais tanto espaço para isso na sociedade, né? As pessoas hoje, ou elas amam ou
elas odeiam. Não tem um meio, ainda mais nesse Brasil deflagrado que a gente tá vivendo aí, que tem uma turma de um lado e outra turma do outro, e no meio do caminho não tem ninguém, absolutamente ninguém. Então, determinados atributos que uma pessoa tem, a gente que a pessoa tem já coloca aquela pessoa no campo dos inimigos, né? Dos detestados. E eu sempre tive muito poucos amigos, muito poucos amigos.
E a razão disso é muito simples, eu sou uma pessoa muito crítica, sou uma pessoa muito ácida, eu sou muito firme nas coisas que eu falo. Assim, é beira a intransigência mesmo. E eu não falo por maldade, eu não falo por maldade, eu não falo porque, Ah, eu quero ter razão. Ah, porque eu estou coberto de razão, porque vocês tem que me ouvir e calar a boca.
Não, não é. É só porque eu quero assim do que eu já percebi quando eu me me expresso da maneira mais direta possível, maior é a chance das pessoas entenderem o que eu tô falando. Só que não é quase quase ninguém lida bem com isso, quase ninguém lida bem com isso, as pessoas personalizam. Eu estava tendo uma conversa esses dias, é num grupo E o tema que apareceu foi exatamente esse. A impressão que eu tive é que as pessoas estavam usando uma palavra e não sabiam.
O que que essa palavra significava? E no meio e no meio da conversa, ficou evidente que elas de fato não sabiam o que que a palavra significava. Aí era um conceito, inclusive, que nem era uma coisa brasileira, era uma coisa estrangeira. Aí eu falei que a pessoa tinha escrevido uma coisa usando uma palavra, sem saber o que tava falando. Aí o pessoal na conversa entendeu que era com eles e não era, mas até você explicar, entendeu?
Então, assim. Em determinado aspecto, as pessoas gostam de mim, mas no cômputo geral, mesmo assim, aquela coisa de vale a pena conversar com esse cara. A maior parte das vezes a resposta é não, porque eu sou uma pessoa difícil, eu não sou uma pessoa. É por isso que eu, inclusive, eu não tenho rede social, eu não
tenho traquejo, sabe? Eu não faço, eu não faço muito meio de campo, eu não, não, não levo, não enrolo muito, eu não fico muito botando pano quente e isso hoje em dia é meio caminho andado pra você tomar um processo da cara, né, hoje em dia. Gente, eu vivo, eu vivo na berlinda, cara, eu vivo na berlinda, eu, eu vivo assim, ó, eu tô, eu tô, eu sempre não tem o lance do do xadrez que você joga o xadrez antevendo 5 movimentos aham, entendeu?
Eu eu tô sempre conversando e pensando, é isso aqui que eu tô falando, tá me deixando mais perto ou mais longe de tomar um xeque mate, entendeu porque é, é, é difícil, não é, não é tão fácil, então eu tenho. São poucos amigos, poucos e muito querida. As pessoas que gostam de mim genuinamente gostam de mim. Ninguém vai mentir para você e dizer que Ah, esse cara aí é, é, é legal. E se se não achar que é, entendeu? Porque eu realmente eu não sou uma pessoa fácil.
É, mas assim, uma coisa que eu acho que é importante, né? É, você falou da a pessoa, não sei o que. Mas assim, cara, é o lance da teimosia que eu também sou teimoso. É muito, é uma coisa interessante, muito, muitos pontos, porque a gente num
primeiro lugar, né? A gente tá num meio que as pessoas pedem opinião, opiniões umas das outras e me parece que é é muito pior eu chegar, dar um tapinha nas costas da pessoa e falar, é isso aí, vai lá falando do que eu falar, cara, eu discordo de você, eu acho que é isso aqui e até vender caro isso. Por quê? Porque eu tô estimulando que essa pessoa profunde também pra me convencer o suficiente pra gente. É é chegar mais, mais longe dentro dessa, dessa, dessa arena. Né?
Um pouco antes de gravar o podcast, eu gravei alguns áudios num num dos grupos que eu ainda participo, que era comentando a respeito disso, de como que a crítica é importante, porque no fim das contas só vai te criticar quem se importa. A pessoa que não se importa, ela vai ouvir e vai falar, não é legal isso aqui não, cara, ficou bacana, o teu trabalho ficou bacana, e aí a pessoa vai fazer esse elogio genérico? Não vai te falar mais nada, entende?
E você vai ficar naquele vazio. A pessoa nunca mais vai te perguntar daquilo, entende? E vai ficar como se nunca tivesse acontecido nada. Vai cair num vazio, né? Então, a maneira mais rápida de você se livrar do de uma coisa que você não quer saber é você elogiar, você elogia, dar um tapinha nas costas do cara. Não, beleza, bacana, vai fundo. Então fala uma coisa bem genérica, assim, massa legal, vai fundo, é isso mesmo, sabe? Continua, é isso aí depois você
me conta mais, né? E aí você, você se livra daquilo assim, sem muito problema. É ao passo que a crítica, a pessoa que crítica é a pessoa que leu, se interessou e teve um pedaço que ela não gostou e ela queria ter gostado, ela quer gostar. Só que aquele pedaço ali tá assim, ó, esse aqui não tá legal, aí essa pessoa tá assim,
pô, mas o resto tá tão legal. Tem tem tipo 10 coisas, teve umazinha que eu não gostei, as outras 10 são, as outras novas, são fabulosas, mas esse, esse mindinho aqui tá me incomodando. Aí a pessoa vai naquele mindinho porque ela quer que aquilo seja corrigido, porque ela quer gostar, porque ela se importa. Aquela pessoa foi cativada pelo trabalho, sabe? Então a crítica, ela é super importante nesse sentido. É total, total. E outra e outra outro âmbito
também, que eu conheci você. A gente chegou a jogar, a gente chegou a jogar. Caia junto, né? São as mesas. Abertas. Não, não era. Eu acho que foi o mestrando mesmo. Eu eu cheguei mestrando numa sessão, é, eu não cheguei a jogar com você. Eu cheguei a mestrar numa sessão que você tava e enfim. Mas a gente não teve grandes contatos não. Mas a gente teve contato na comunidade do arcaia, né? Foi uma sessão daquelas, daquelas que acabaram logo. Ah, eu IA perguntar. Era isso?
Eu IA perguntar assim, quanto tempo meu personagem durou nessa sessão? Porque eu eu perdi mais de 20 personagens no arkai. Era duro, né? Assim era muito. Duro era, era, era o arkai. Mas o arkai é um moedor de carne, né? O arkai é feito mesmo, né? De morrer mesmo não tem. Jeito é, ele tem literalmente, meteoro que cai na cabeça da especial. Eu IA contar esse? Eu IA contar. Você está lendo minha mente, cara. Eu IA contar. Esse teve uma vez que eu estava jogando com um anão.
E já tinha rolado uma conversa, não lembro exatamente o que. E eu fui jogar essa mesa com a galera que era iniciante, que não tinha muito traquejo da coisa e começou uma erupção vulcânica no meio da da, da, da sessão de jogo e tal, e O Mestre descrevendo, eu não lembro quem era O Mestre de coração, não lembro. E aí é, Ah, não tá caindo, tá? Vocês estão vendo a explosão de chamas lá na frente, lá no Horizonte, e tá chegando cada vez mais perto de vocês.
Eu falei com todo mundo, gente, todo mundo se proteja, todo mundo procura um lugar atrás de uma Pedra, não atrás de uma árvore e tal, porque nós estamos num num lugar que tem umas ruínas, uns blocos de Pedra, todo mundo se proteja e tal e tipo orienta no grupo E todo mundo fez. Aí o que que aconteceu? O Mestre pediu um teste, pediu um teste de resistência à morte, sei lá o que e tal.
Todo mundo passou menos eu. Então o personagem e o personagem que defendeu todo mundo, que orientou e et cetera e tal, estava tão ocupado. A interpretação que se dá é essa, né? A explicação que que que emergiu foi essa, Ah, cara, você estava tão preocupado de manter todo mundo a salvo que você mesmo não cuidou de si. E aí o seu personagem foi atingido por 11 fragmento aí de de Lava, né? De de uma bomba vulcânica e tomou aí, sei lá, 1416 de dano, né, que.
Era, era pesado. Era, pois é. Aí aí, esse personagem morreu e tudo. É, mas tem uma coisa interessante que é o seguinte, é do que eu, do que eu vi você atuando na comunidade de arcaia, né? E do que eu, enfim, do que eu ouvi você falando. EE, do que eu vejo, né? De de comunidade de mesa aberta. Você tem um perfil muito legal de jogador de mesa aberta, que é um perfil parecido com o do Gui providélo, de outros jogadores que você vê que edificam o jogo, né? De que eles?
Eles não vão ficar só naquele loop do jogo necessário, eles ficam em torno, quer fazer um posto avançado, quer saber Quem É Aquele cara da igreja lá que tá falando merda, EEE, né? Ou fica ali, naquele, naquela, naquela, enfim, fica nutrindo a ficção, né? Em volta da própria da própria aventura, o que é muito interessante. Eu imagino que a tua experiência deve ter sido muito legal nas nas mesas abertas, de forma geral, claro, algumas melhor do que outras por conta desse teu perfil, né?
Isso edifica. O jogo como um todo, né, cara? Isso, isso, isso é vício de rpgista que gosta de criar as coisas, né? Porque tem tem gente que só quer saber do combate, de acumular Tesouro e tem mágico. E vamos dizer assim, eu tive essa fase pra mim foi uma fase pra mim. Não quer dizer que pra todas as pessoas sejam pra mim foi uma fase e depois eu passei pra essa outra fase. E aí eu estou nela até hoje, que
talvez não seja uma fase. Está vendo que é a fase de querer ver a coisa expandir, de querer ver a coisa crescer. Então eu não quero saber. Eu não quero saber de fato, mais é a respeito de quanto ouro meu personagem tem guardado. Ah, 5000 moedas de ouro, pô. Eu não lembro da última vez que eu joguei e não quis fazer alguma coisa para ajudar a crescer o jogo, ajudar a crescer o. O ambiente, a cidade é, Ah, vamos fazer uma caravana. Teve uma mesmo um tempo atrás que eu joguei, que o pessoal
quis fazer uma cervejaria, sabe? E tinha 11 Porto abandonado na beira do Rio e tinha uma nascente de água e a água era muito boa, eu não sei quem falou, a gente podia fazer uma cervejaria, a água a gente já tem. Eu, uai, vamos fazer. E aí a gente começou a organizar um negócio meio que era uma coisa meio. É forte é nas na OA, tal da. Das terras marginais, né forte? Nas terras marginais é forte nas terras marginais. Mas não era a aventura original, não era uma dessas adaptações.
E assim, Ah, vamos fazer uma guilda, vamos fazer uma guilda. Ah, vamos fazer um brechó pra galera, comprar equipamento a preço barato, vamos fazer um brechó.
Ah, vamos fazer um orfanato, vamos fazer um orfanato, vamos fazer um celeiro, um negócio para poder ter mantimento na época do inverno, vamos, Ah, vamos distribuir um sopão no inverno que a galera não tem, vamos, eu já fiz, já participei disso tudo em mesa aberta e para mim é enriquecedor, sabe, para mim é, é, eu acho massa, dá um trabalho danado para O Mestre. Samuca, por exemplo, passou raiva comigo nesse sentido, é muita raiva, muita raiva, sabe? É.
Mas pra mim vale a pena. Eu acho que Pra Ele também valeu a pena, porque encorpa o jogo. Sabe uma coisa mais mais é saborosa mesmo, uma coisa mais cativante, mais fácil de você até ter 11 imersão. É, eu notei. Por exemplo, eu notei em arcaia aqui. Você tinha outros jogadores também com esse perfil lá, mas que tentaram até de ficar em volta. E foi e era duro. O arcaia era muito duro pra isso. E eu peguei isso como lição para as vezes. Acho que eu é impossível, né?
E eu eu peguei, é. Impossível o lakai é ver o pterodáctilo, cara. O lakai é ver o pterodáctilo de 2 cabeças para poder atacar o pessoal no lugar onde a gente estava tentando construir. Eu não sei nem o que mais entendeu eu tudo que eu tentei fazer foi apagado pela imagem mental do pterodáctilo de 2 cabeças atacando, entendeu? Então assim, eu nem nem nem importa o que que é, o que que você queria fazer? Quem, quem liga para o que que era, o que importa que baixou a desgrama do Peter?
Ela dá aquilo de 2 cabeças, sabe? EEEE matou todo mundo, entendeu? É? Né? É, mas é isso, cara. Eu acho que ficou uma Bela lição assim, né? Porque eu vi uma iniciativa dos jogadores, eles não conseguiam fazer aquilo. Então eu senti que uma mesa aberta maneira, para crescer isso tem que ter esse espaço um pouco, né? Sim. De da coisa crescer organicamente e tal. Então eu vi que em beergoten que eu comecei a mestrar eu trouxe um pouco. Eu trouxe bem mais espaço para
isso. Eu, eu, eu não castrei, né? OA estrutura do jogo por si só, não é não era castradora dessas iniciativas e é a campanha muda. Então foi uma lição importante que teve participação sua da minha memória, ó. Sempre um prazer ajudar. Agora, cara, diz aí a gente, a gente passou aí nas tretas das comunidades, as mesas abertas. Mas qual o seu barato no RPG? Assim você fala, cara, você falou agora desse lance de edificar, de construir, mas qual
o teu barato no RPG? Tipo, você falou que teve uma evolução, mas o que que você gosta? O que que você gosta de jogar? Você falou da segunda edição, tu tu é um cara mais da segunda edição do ADED, outro curte outros sistemas fora dessas coisas de mesa aberta e usr, qual o teu rolê? Pois é, é RPG pra mim. Ele, primeiro de tudo, tem que ser imersivo e divertido. Se ele não tiver isso, não adianta ele ter o resto.
Não adianta ter uma trilha sonora bacana, não adianta ter as miniaturas, o Tabuleiro e o e o Modelo 3D. Não adianta ter uma mesa online que você consegue pontuar tudo, que você consegue ilustrar tudo, as fichas. Não adianta ter mapas maravilhosos, entendeu? Se você não se você não tem um personagem que encaixa no mundo de fantasia. Qualquer que seja temática, você não, eu acho que você não está nem jogando RPG, se você não tem isso, você está fazendo alguma outra coisa, sabe?
Então é, então para mim, a parada é essa, tem que ter isso, sabe? E apesar de jogar muito mais fantasia medieval que qualquer outra coisa, não é que eu tenha uma preferência, sabe? É o que é, porque é o que aparece lá quando eu comecei, né, lá na idade média, em 1995, é já tem bastante tempo, era outro mundo, inclusive.
Aparecia de tudo, aí eu joguei 11 gurps, aí eu joguei um cyberpunk, joguei tum defensores de Tóquio, aí eu joguei é World of darkness, é, aparecia de tudo, tudo, tudo, tudo aparecia e alguns jogos eram divertidos e outros simplesmente eu joguei muita mesa, já dei, dei segunda edição, que era um horror que eu queria, eu queria evaporar, eu queria. Sabe aquele jogo do Castlevania de super Nintendo, que o cara virava uma névoa e IA embora? Sim, IA ter poder.
Eu queria virar uma névoa e sumir, entendeu? E o que que eu fui percebendo? Tinha umas coisas que me atraíam muito no RPG. Primeiro de tudo, quando eu percebia que as ações do do personagem impactavam no mundo de jogo, eu me sentia muito mais engajado. É assim, ó, quando o seu personagem faz diferença, não é que ele vai dominar o mundo, não é que ele, Ah, agora quem manda no rei sou eu. Não, não, não, pouca coisa.
Pouca coisa eu fui na Taverna, é, teve uma briga na Taverna, personagem participou da briga e daí a pouco apaziguou e foi para aventura. Quando voltou para Taverna, os móveis estavam remendados do como resultado da briga. Isso O Mestre ter descrito isso para mim me mostrou uma noção de consequência, sabe? E foi interessante, e aí, Oo pessoal que tinha brigado é tinha contribuído não sei quanto, para para poder consertar a Taverna e faltava o
meu personagem contribuir. Aí o personagem tinha chegado da aventura, chegou no taveneiro, entregou as moedas de ouro para ele, aquilo. Eu pensei, pô, velho, tem consequência, cara, as coisas que você faz tem consequência. E o taveneiro agradeceu e tudo e disse que era o dinheiro que tava faltando, que ele IA arrumar o telhado e tal. Então assim, isso para mim tem que ter um jogo, sabe?
Não é só você a sair da cidade agora que o jogo começa, agora que eu tô indo matar a orca, eu tô indo, sei lá, matar o troglodita, matar a Pantera deslocadora. Ou enfrentar o que quer que seja o Dragão e tal? Não, não. O jogo começa quando você se propõe a interpretar um personagem. E na hora que esse personagem interage com o mundo de jogo, aí tá valendo a pena. Aí a coisa fica maneira, né?
É, e aí o que aconteceu foi que eu comecei a mestrar, vamos dizer assim, muito cedo, porque eu comecei a jogar em 95 e em 97 eu já tava mestrando. E os os jogos que o pessoal que eu conhecia na época gostava de jogar era exatamente ADED segunda edição e gunps gunps. Eu nunca tentei nem mestrar porque eu fui jogar gunps e eu sejei de tédio na sessão de gunps. Na das primeiras sessões de gunps eu joguei gunps umas, sei lá, menos de 10 vezes. E eu bocejei assim e foi, foi, foi ruim.
E eu eu tenho um amigo que até hoje ele gosta muito de gurps, hoje ele tá. Mestrando, a day Ed, quinta edição pra ó day Ed, quinta edição pra gente tive até jogo esse esse final de semana eu tô jogando de clérigo na mesa dele que ninguém queria jogar de clérigo, e assim isso. Isso é o embarco, cara, isso é o embarco aí pode ser qualquer sistema, a gente não joga sistema, a gente joga o RPG, o sistema não é o jogo, o jogo está acontecendo enquanto o
sistema não está interferindo. Na hora que o sistema aparece, o jogo para é igual um jogo de futebol. Na hora que o juiz apita o jogo para resolve, o sistema resolve a regra e depois Ah, agora resolveu? Agora o jogo continua, aí reinicia, ele apita, a bola continua a rolar e tal. Então eu não sou muito fã de sistema, eu não sou muito fã. Ah, porque eu não gosto das regras não. Se você não gosta das regras, é porque as regras não estão resolvendo o trem do jeito que
você acha que deveria resolver. Né? Sem, sem, cara comum, mal necessário assim. O sistema é de todo o sistema de regras de toda RPG. É mal necessário todos eles, alguns, alguns são mais atravancados que outros, mas mas o que que acontece? Tudo depende da proposta do jogo. Eu fui jogar role master, por exemplo. Role master é gurps elevado ao quadrado, na, na, na, na, na, na ambientação do do DED ou do ADED. Então, cara, é muita tabela, é muito percentual, muita rolagem
pra pra resolver um ataque. Você dependendo de ter um acerto crítico e tudo, você vai rolar tipo 56 coisas diferentes pra um ataque, um ataque pra saber quanto que foi o dano, se pra saber se foi um crítico, que tipo de crítico que foi, o que que aconteceu, EEE, etcetera e tal. E eu entendi a proposta do jogo e eu entendi que aquele conjunto de regras era o necessário. Então era divertido, sabe?
Porque de novo, de novo, o sistema de regras só aparecia na hora que você tinha que resolver alguma coisa da mecânica, né? Então, AA narração, a narrativa não dá conta de resolver isso aqui, beleza? Então quem que vai resolver vai ser as regras, né? Vamos resolver pelo sistema de regras e como que é o sistema de regras, o percentual disso, tabela daquilo, essa habilidade, aquela outra e tal, e tal, e
tal, e tal, e aí resolve. A mesma coisa, o vampiro, o World of darkness que eu joguei, o vampiro só e o lobisomem e mago. Oo jogo é uma maravilha, aí na hora que cai no sistema de regras você tem vontade de chorar porque você está assim, gente, como que a narrativa de um jogo pode ser tão boa e o sistema de regras pode ser tão ruim, né? É, mas era divertido também, só que aconteceu o que o pessoal sumiu, aí você não tem com quem jogar, aí não adianta. Aí eu fui ficando muito mais No
No DED, na DED. É, é, cara, eu acho que essa, essa, essa fase assim nos anos 90 e tudo mais, a gente tinha essa essa necessidade, né? Da gente ter esses sistemas que tinham até o próprio botão de de auto anulação, né? Que aí o negócio de ignora aqui porque, velho, eu de fato, em último momentos ele deixava de funcionar, ele virava 11 coisa inconveniente mesmo, então. É sim OOADED tem problemas em
vários lugares do sistema de regras OADED, tem assim. 1000 coisas, metade do ADED deve funcionar relativamente bem, a outra metade definitivamente não funciona. Vai na banguela, né? É, vai na banguela. Qual que é a diferença? No meu modo de ver, a diferença é que OADED, especialmente no livro do mestre, ele te diz explicitamente que tipo de jogo que ele quer emular, ó a gente. Essa regra é assim porque a gente pensa isso. E se você discorda, você tem mais é que mudar a regra.
Sabe? Quer dizer, é assim, o sistema, o sistema de regras, ele é feito para funcionar num contexto, ele não é feito para funcionar em todos os contextos. E aí quando você entende isso, aí você vai entender, não. Então todo sistema tem limitação. Então todo sistema vai dar uma derrapada numa numa condição na outra, e aí você tem que se adaptar ali e tudo sem, sem maiores traumas, né? É assim, Ah, mas eu tô.
Eu tô violando o sistema de regras, ou ou Ah, isso não tá nas regras ou não importa se isso não tá nas regras, tá no jogo. Seu jogo chegou nesse ponto, seu jogo chegou nesse ponto e ele precisa que você resolva essa questão pra poder continuar evoluindo. Então o sistema de regras não é o importante, o importante é o jogo continuar sendo, continuar acontecendo, né? Eu lembro também. 11 outra questão que eu queria perguntar pra você aí também da esfera mais pessoal um pouco, né?
Não necessariamente do. É tipo, eu lembro que em archite Oo negócio das dos canions, né? De tudo, aquela construção geológica ali e tudo mais aquilo faz sentido. Geologicamente que você trabalha com Geografia, essas coisas, né? Quanto é? Aquilo faz sentido? Tu é geólogo. Então, com aquilo, aquilo não faz sentido, cara. Aquilo ali é 11 viagem muito doida. Ó tem. Tem basicamente 2 respostas pra isso, tá? A resposta curta e a resposta longa.
Eu vou te dar a resposta curta, porque eu acho que a resposta longa não dá pra poder falar nesse podcast, tá? Você vê que a curta já não é tão tão simples. Não, não. Não dá pra dizer que uma determinada feição geológica não faça sentido em um mundo de fantasia, porque a gente não sabe de fato quais são as regras, quais são os processos físicos que ocorrem nesse mundo de fantasia. Eu vou te dar um exemplo do mundo real, vou te dar um exemplo do mundo real.
AA maior Montanha do Sistema Solar fica em Marte é o Monte olimpos, tem 30 km de altura, 30000 m de altura. O Monte olimpos é um vulcão extinto, né? Então ele ele é expurgou, Lava pelo tempo que deu e foi ficando daquele tamanho. E por que que ele conseguiu ficar daquele tamanho? Porque as condições em Marte permitem que uma Montanha fique daquele tamanho. Porque, por exemplo, na Terra que também é real, tão real quanto Marte, é impossível uma Montanha chegar a ter essa
altura. A maior Montanha que dá pra ter é tipo Everest mesmo, é coisa de 10 km. Por quê? Por causa da quantidade de água tem na nossa atmosfera, por causa da espessura das Placas tectônicas que tem No No nosso planeta. Aí não tem lá em Marte, lá é muito mais espesso que aqui, então lá consegue suportar um peso maior, vamos dizer assim. E portanto, e tantos e tantos outros fatores que tornam com que Oo Monte Olimpo seja possível em Marte e seja
impossível na Terra, né? Então aquelas cavernas são possíveis. Talvez na Terra elas não fossem possíveis. Talvez eu não tenho certeza. Eu não não estudei assim tão a. Fundo e não teria que ser 11 mundo completamente diferente do que a gente não precisaria ser tão diferente assim para ter aquilo. Não, não, não, não. Você vai precisar de coisas. Muito diferentes quando você está falando, por exemplo, de uma Montanha que é impossível de ter igual Marte. Marte é muito diferente da Terra.
A presença da água. A presença da água no nosso planeta, basicamente é um motor que propiciou a tectônica de Placas, que é basicamente o que manteve o planeta vivo em termos geológicos e até biológicos, né? Não, não. Não tem jeito de ter uma conformação natural como a gente tem na Terra. Se não tem a água, Marte não tem a água. E justamente por isso, Marte não tem tectônica mais. Então, não, não tem jeito.
Agora, por exemplo, Júpiter tem uma tempestade em Júpiter, que é aquele olhão que tem em Júpiter, que é do tamanho da Terra, entendeu? Sim, sim, então aí você passou por uma outra escala, você tá vendo, você passou, a gente tá falando de uma Montanha que é 3 vezes mais alta do que a Montanha que a gente tem, então ela não é tão impossível assim, vamos dizer, ela é improvável. EEA, gente, consegue conceber as
razões. Agora, você consegue conceber uma tempestade do tamanho do planeta Terra, eu não consigo. Júpiter tem. Júpiter tem tá lá girando lá uma esfera, um redemoinho, um ciclone, um tornado. Eu não sei nem que nome que dá pra um tornado que tá lá. Acho que é 280 km por hora. Os os, os, os ventos e os gases dentro dessa tormenta. E é do tamanho da Terra, velho. Dentre as tantas outras coisas que Júpiter tem, Júpiter tem uma tempestade do tamanho do nosso planeta, entende?
É só mais um elemento ali, né? É, pois é. Então, então, Oo que que é impossível nessa hora? É difícil. É bem difícil. É, é eu. Inicialmente, quando eu vi o pra quem não sabe, né, o ouvinte aí que tá meio perdido, de arkai arkai, ele é um complexo de cavernas, é 1 MB danjo gigantesca EE essa mega danjo, ela está dentro do complexo de cavernas, essas cavernas, elas estão.
Num Canyon. Então você primeiro tem que descer pro pra base do Canyon, depois subir pra algum desses pedaços do Canyon e acessar uma dessas cavernas. Só que é extremamente difícil descrever esse ambiente, né? Quando você chega, um jogador chega e fala, o que que eu tô vendo? É difícil. Pois é, o que que você tá vendo? Pois é, é. E o? Difícil é construir aquela interatividade Pra Ele imaginar onde tem as entradas de cavernas, porque são muitas, né? E aí não?
Acaba. Não acaba no problema do mundo natural, não acaba nisso. Para piorar, tem um vulcão ativo que explode e expele, é bombas vulcânicas e tudo aleatoriamente. Como todo vulcão é bem conceituado, há de fazer, né? É. E tem 11 coisa que é a estrutura. Eu vou chamar de tecnológica, mas não é de, de, de, de. Não é rede Wi-Fi, não é espaçonave, não é isso, mas você? Tem, as você tem?
Você tem as construções porque tinha túnel, tinha, tinha, tinha cano de esgoto grande, Galeria de esgoto grande em arcaia, então aquele terreno, ele não é simplesmente um terreno, ele é alguma coisa que em algum momento foi alterada por por, né? Fatores antrópicos, fatores antrópicos relativos aos seres humanos, aos elfos. Ah, uma coisa que uma vez eu tentei fazer em arcaia, usando conhecimento do mundo real. EE meio que deu, deu tilt, essa
coisa da bomba vulcânica. O que que é a bomba vulcânica? É 11 esfera de de de de Lava, de magma que é expelido pelo vulcão numa explosão. No planeta Terra, esse tipo de erupção vulcânica com o magma explosivo é só quando o magma é muito viscoso, quando ele tá muito rico em sílica. E o que que é muito comum de aparecer nessas bombas vulcânicas? É muito comum aparecerem geodos, que dentro deles tem tipo uma ágata, sabe? E aí quando tava acontecendo isso era o Samuca, mestrando.
Falei com ele, Samuca, eu vou esperar essa parada aí cair no Canyon e eu vou Catar isso tudo, porque vai ter muita ágata no meio disso. Vai ser um Tesouro danado esse negócio, entendeu? Da da da dá pra encher um caminhão, porque o vulcão tá vamos lá 10 km, lá pra frente ele tá explodindo e tá chegando até aqui. Na gente aqui, então, é muita coisa, cara. Eu vou pelo Canyon, eu vou passar. Eu vou pegar essas bombas vulcânicas que caíram na
explosão do do do vulcão. É 2 dias antes, 3 dias antes, né, que estão lá no deserto lá e estão esfriando. Ele olhou e falou assim, ó, eu não tenho nem ideia de como que eu vou calcular isso aí que você tá pegando, então eu vou simplesmente dizer que não dá para você fazer. Entendeu? E pronto e pronto. E eu também. Eu também não, não cismei não, porque eu pensei, eu tô dando muito trabalho para o cara e não é o objetivo do jogo, não é o objetivo do jogo.
Então vamos seguir em frente, entendeu? Focalizado na parada de verdade. E é isso. É interessante, é maneiro, cara. Eu fiquei é eu. Quando eu comecei a mostrar essa parada ali, eu olhei e falei, velho, isso aqui é difícil de descrever. Não sei o que, talvez isso não faça sentido, mas faz. Então, pelo visto geológico, então não faz. Mas mas, cara, não é tudo que faz sentido que você consegue explicar tranquilamente? Não é isso é verdade?
Não dá, não dá para você. Ah, isso aqui está muito lógico, isso aqui está muito fácil. Não, não, não é assim, sabe? É, e a gente é bem limitado, a gente é bem limitado, a gente acha que a gente não é limitado, mas a gente é bem limitado. A gente vive no nosso cotidiano uma rotina, é bem bem plasta,
entendeu? A gente vive uma vida toda pasteurizada e aí você vai começar a mestrar um RPG, aí você tem que descrever 11, ambiente fantástico, uma coisa que que tá. Sabe o ar que você respira é diferente, o mundo que você vive é diferente, o cotidiano das pessoas é outro. É lá No No, no pseudo medieval que você nem sabe como que é, na verdade, entende? Você nunca descreveu isso em situação nenhuma pra ninguém.
E aí você acha que porque você tá ali atrás, por exemplo, de uma divisória de mestre ou de uns caderno ali com anotação, aí você acha que por causa daquilo que você agora está apto a descrever isso não está, não está? Ele vai ter que. Se esforçar? Vai, vai. Serão 1000 descobertas, serão 10000 descobertas, inclusive isso também. Encantador também. É verdade, cara. Isso aí, isso é é é muito a minha cachaça no RPG, é essa aí, é esse desafio da coisa, né, cara?
Sim, sim. É a melhor para mim. É a melhor parte, a melhor parte. Se tem uma coisa que eu sei é que subestimal desconhecido pode ser fatal. A tempestade que vínhamos investigar no litoral de Santa Catarina não é nada do que eu imaginava. Naufragamos logo na primeira noite, minha garganta queimava, o sal correndo. Cada gota de ar que eu tentava respirar, eu tragava uma dor cruel. A cada afogamento um desespero esmagador. Eu quase apaguei, quase não sai
dessa. Acordei na Costa de um cemitério de naufrágios, debaixo de uma chuva torrencial, com a minha visão embaçada pela Areia e pelo sal. O som do máximo, misturando aos ecos e estralos dos destroços, fantasmacóricos um aviso das profundezas que tentamos desafiar. Cada pedaço de fuselagem é uma história de desespero nesse lugar.
Essa ilha perdida guarda mistérios que podem ser mais sombrios que qualquer coisa que eu já enfrentei aqui é a Laura Muniz de Moura, e esse é o relato do início da minha investigação dos mitos de Atlântida. E aí, sobrevivente, tá preparado para o maior desafio de RPG que você já enfrentou na sua vida? Boas vindas aí, a temporada aberta de mitos de Atlântica, um jogo experimental de horror em sobrevivência em sessões episódicas, onde o foco aqui é o
desafio e a imersão total. Então você busca desafios intensos, né? Você acabou de encontrar o Everest do RPG e a temporada aberta chega com mudanças incríveis para gente aí, regras mais simples e ao mesmo tempo, mais sofisticadas. Estudar mais Liberdade para ficção, sem se preocupar tanto com mecânica, aplicação de arquétipos, né? Que seriam as cartilhas de jogo, aí os playbooks e a evolução dos personagens sem uso de nível de personagem, né? A gente tava fazendo evolução
por fato ficcional. Pela primeira vez, a gente vai ter mits of the Atlantic da primeira campanha de how fentis, inteiramente mestrado e jogada em inglês. Um Marco aí para expandir a nossa comunidade, a forma de jogar e para quem não tem tempo para sessões de voz, né? Não se preocupa não, porque a gente está implementando um sistema síncrono de jogo aí de Telegram. Você pode investigar os mitos a aventura está sempre ao seu
alcance. A temporada aberta de mitos de Atlântica já começou e eu quero saber se você está pronta, se você está pronto para enfrentar o desconhecido. Junte se a nós aí e prove que você é capaz de sobreviver ao maior desafio. Aí ofertas de todos. Investigue os mitos. Venha para mitos de Atlântico. Me vejo obrigado a concordar com palestrinha. Agora, cara, vamos cair no RP de da palestrinha aí, cara, como é
que aconteceu o podcast? Porque assim a galera já pirou, o público já, já pedia isso há muito tempo, mas quando eu falei rolei, como é que você decidiu? Falou foda. Se eu vou fazer isso aqui, andando na rua mesmo, passando o carro, falando o moto, aí de repente passa o carro cantando, você tá cara assim, só para o público entender. Tem coisas mágicas, é quase o realismo mágico que acontece
ali. O cara tá andando falando de magia e de repente passa um carro tocando Raul Seixas e ele fala, Raul Seixas, aí não sei o que é isso. Esse é o podcast do équemson, cara, conta aí, como é que rolou? Esse bagulho? Eu falei. Deixa, deixa eu. Deixa eu contar isso. Um pouco mais de detalhe.
Primeira coisa. Na internet, não, mas ao vivo, andando na rua, eu sou o tipo de pessoa para qual as pessoas é, se sentem à vontade de entrar em contato com a qual as pessoas se sentem à vontade de fazer uma pergunta de vim apertar a mão. Você não tem noção do tanto de gente estranha que eu nunca vi, mas nunca vi lugares nos quais eu passei. Pela primeira vez, as pessoas vem conversar comigo, isso me acontece, sabe? Assim, isso já aconteceu em em
1000, situações diferentes. Assim de cotidiano mesmo, né? Porque não tô falando do Carnaval, por exemplo, que é normal todo mundo pirar e sair perguntando e conversando, mas as pessoas vem pra cima de mim. EEEEE, por exemplo, de Raul Seixas. Eu fui professor uma época e há um tempo atrás, 15 anos atrás, e um aluno me reconheceu outro dia que eu tava fazendo aqui uma caminhada e ele veio cantando Raul Seixas, justamente. E eu comecei a cantar com ele.
EEE, todo mundo em volta tá assim, esses 2 se conhecem, nunca vi eles juntos, eu sempre vejo esse cara aqui, nunca vi esse outro cabeludo que tá vindo andando e eles se conhecem, como que é isso, de onde eles se conhecem e tal? E a gente trocou um, rolou uma conversa ali, um bate-papo, 3 minutos, 5 minutos, aí cada um seguiu seu caminho EE de boas, então eu já tenho essa faceta, né? Eu já tenho essa coisa do do das pessoas, sabe?
Fulano às vezes está de carro, EEE está perdido, eu estou andando do outro lado da rua, ele para o carro, ô moço, me ajuda, como é que é tal lugar para chegar? Nunca me viu, não sabe quem eu sou, não sabe se eu moro ali nem nada, mas né, está perdido para quem está, para quem está na enxurrada, jacaré é tronco, aí faz a pergunta e tal. Então as pessoas interagem, vamos dizer assim, o mundo interage, né, com comigo e aí eu. Eu já tinha essa coisa de mandar os áudios de falar EE, já tem
bastante tempo. Isso é diante da pandemia. As pessoas falam eklson, fazem um podcast, éklson, podcast, podcast, podcast, podcast. E a vida foi andando, andando, andando e eu não sei exatamente é o porquê. Eu acho que o que aconteceu é que eu fui vendo 1000 coisas diferentes assim, 1000 conversas diferentes sobre RPGE, eu nunca via ninguém anão ser eu mesmo. Falar as coisas que eu tava pensando, eu tô assim, será que essa minha ideia não tem
projeção em lugar nenhum? Será que sou eu mesmo? Será possível? EE, será que todo mundo realmente discorda e eu tô todo errado o tempo todo? Não é que isso seja impossível, mas é uma perspectiva. Bem, né, bem triste da vida, né? É uma perspectiva. É uma perspectiva cruel. É uma perspectiva assim, poxa, o que que eu fiz que de repente aconteceu isso? Eu fiquei assim, tão, tão só, né? Nas coisas todas. E aí eu pensei, eu digo talvez,
né? Porque eu, modéstia à parte, eu sou bem articulado, eu falo bem de improviso, Ah, cara, vamos tentar colocar isso nos áudios maiores.
E aí aí eu comecei, aí eu comecei a fazer isso de verdade, eu comecei a fazer de propósito, eu comecei a entrar nas conversas e toda vez que eu vi uma brecha, tomo 8 minutos de áudio, 9 me toma, toma, você não queria uma resposta, você não queria, você pedia uma resposta, você não queria uma resposta, toma essa resposta, 9 minutos de áudio, mandava pro fulano, perguntava, Ah, porque sei lá. Por que que o bardo chama bardo?
8 minutos de áudio, entendeu? 10 minutos de áudio, Ah, por que que a espada longa chama espada longa, 10 minutos de áudio, entendeu? E pai, pai, pai. E ali eu fui vendo que que que dava resultado. Tem gente que não gostava, tem grupo que o pessoal fala, cara, não manda áudio, tá, eu não beleza, não vou mandar e tinha grupo que não, que o pessoal, pô, obrigado, não sei o quê.
E aí eu fui pensando, cara, eu vou organizar um podcast, eu vou organizar um podcast, vou organizar um podcast, beleza? Como que eu organizo um podcast? Eu passei uma situação há mais ou menos um ano atrás, um ano e pouco, que ficou muito claro para mim que o meu problema na vida, dentre outras coisas assim de de organização, é que eu não tenho 1 hora no dia para nada. Sabe que eu precisei? Eu tava numa situação que eu precisava fazer uma coisa durante 4 horas contínuas e em 3
meses, quase 3 meses, 80 dias, eu consegui. 10 dias em que eu podia fazer isso, incluindo horário, incluindo horário de serviço, que era uma coisa do trabalho que eu estava fazendo. Então nem no trabalho eu tinha condições. Eu falei assim, cara, não tem jeito. E aí você vai, você vai ficando, entendeu? Você está com aquela ideia, aquela coisa boa que você quer fazer, que você sabe que dá para fazer e tudo, e aquilo não anda.
E aí, cara, teve um dia que assim que eu pensei, vou fazer o podcast aí, Ah, vou gravar esse final de semana. Zuado final de semana, Ah, vou gravar tal dia. Zuado tal dia. Não, não vai, não vai, não vai. Aí teve esse dia que eu saí de casa assim, estou indo trabalhar e é uma caminhada que eu faço de 2 km, mais ou menos 1 km e pouco 2. Eu falei, cara, eu vou gravar
aqui, vai ser aqui. E aí com o telefone na mão, inclusive, você vai andando com o fone, batendo esse fone, inclusive esse fone é esse fone que eu vou andando e vai batendo aqui assim. Né? EE tal e vá uma caminhada de 2535 minutos, dependendo da minha raiva, vamos falar assim, e aí eu eu gravei o primeiro episódio, zero 10 minutos, para me apresentar, gravei dentro do
meu quarto, né? Quietinho, a esposa abriu a porta, quase interrompeu a gravação, justamente me demonstrando que não tem sossego, entendeu? Não tem jeito, eu não tenho tempo realmente para editar, para fazer nada. E eu pensei, cara, vai ser isso aqui. Vai ser isso aqui, eu vou andando e vou gravando, eu sai na rua, fui andando e fui falando, e especialmente depois da COVID, eu tenho tido até mais dificuldade de falar assim enquanto estou andando e tal.
Mas funcionou, funcionou o primeiro, aí eu gravei o primeiro, gravei o segundo, gravei, o terceiro, fui gravando e eu faço mais ou menos a mesma rota, é, mas não é sempre no mesmo horário, então não são as mesmas pessoas, não são as mesmas coisas. EEO mundo vai acontecendo e eu vou falando, cara, eu passo perto de gente que fica me olhando torto, eu passo perto de gente que fica curioso, querendo saber o que que é e eu segui em frente, sabe? Falando de gente e vivendo cotidiano, né?
É tipo isso, EE ficando atento para não ser atropelado na rua E passando do lado de obra. E aí às vezes o cara tá com a britadeira no asfalto. EE, não tem jeito. E você até eu faço isso. Eu falo, olha, gente, espera um pouquinho que eu vou esperar passar isso aqui, porque senão não tem jeito. É, teve um dia que um caminhão tava andando atrás de mim devagarzinho, 5 km por hora eu tô assim, esse cara tá de. Sacanagem comigo. É esse cara EEO, caminhão assim um.
Vai ser um problema no motor, o barulho bruto que sabe ruim assim. Espera aí, gente. É que isso, de alguma forma cria um ELO. Não sei dizer, né? Mas você sentir no teu público, isso deve criar um ELO muito próximo, né? Porque é como se você tivesse trocando mensagem WhatsApp com a pessoa. Né, mas a minha ideia é essa. A minha ideia é essa, não, não dá. É porque a palestrinha eu sempre fiz, a minha esposa me chama de
palestrinha, sabe? Eu não, eu sou mesmo, eu sou mesmo, é verdade, eu entendo, entende? oOoOO podcast agora tem um e-mail palestrarpg@gmail.com, entendeu? É, e o nome é, é, foi, caiu, cara, o nome caiu bem, é de verdade, a gente, a gente tem que saber é o que eu estou dizendo, a gente tem que saber abraçar a crítica, a gente tem que saber olhar pra pra quem crítica a gente, pra quem comenta e entender esse cara sabe o que ele está falando porque ele me escuta, ele está
me dando ouvido. Então se ele está dizendo que eu sou uma palestrinha, provavelmente eu sou mesmo, entendeu? E é isso, e siga em frente, aceita sua limitação, aceita sua condição e segue em frente com ela, não fica. E digladiando contra si mesmo, né? Isso foi uma coisa No No episódio que o seu pai já era palestrinha, você falou, meu pai já era palestrinha tudo isso. Meu pai, bicho, meu Deus é de família. É, é de família?
De verdade? Porque a minha mãe era diferente, a minha mãe, ela era curta e grossa. Mãe faleceu 2016. A minha mãe, ela, ela não falava. A gente é daquela geração, né, bicho? A mãe da gente só olhava pra gente assim, era só isso. Quando ela falava, ela fazia assim, ó, e era, ela tinha dito nesse ela tinha dito tudo que você precisa saber. Ela tinha a frase que ela tinha dito nesse é a seguinte, não estou gostando do que você está fazendo, para de fazer o que você está fazendo.
Se você parar agora, seu castigo vai ser pequeno. Se você não parar agora, você vai apanhar muito mais quando chegar em casa. Era isso tudo que ela estava dizendo nesse, entendeu? Pra minha mãe era muito assim, mas o meu pai, misericórdia, pai, e a palestrinha pra não poder mais, é? Engraçado, porque eu achei então esse tipo de detalhe. Eu acho muito maneiro agora esse tema, né? Esse esse recorte que você faz.
Você fala de RPG, mas você você vai falando isso dentro de uma de uma, sei lá, de um fio, né, cara? Aparentemente você fala muito do da tua história, mas ao mesmo tempo você começa a transversar e aí você traz coisas que você gosta, que você não gosta. Você vai chegando no caminho, muito fluido, mas assim, ao mesmo tempo é muito coerente do que você vai falando. Você constrói, legal o negócio, como é que você faz esse recorte?
É uma coisa que é você, você meio que que recebe ali, cria um canal cósmico ali e sai largando aço, ou é uma coisa que você para tá tomando banho, pensa qual vai ser? Quando sai pro trabalho? Aí você executa aquilo, como é que é esse essa construção? Cara, eu não penso nada. Eu não penso nada, é, abre. A. Torneira é, no fim das contas, quando a gente, quando, quando, quando, porque eu sou uma pessoa muito crítica e eu sou muito
crítico de mim mesmo, sabe? Então, se eu achar que eu tô enganando alguém, que eu tô falsificando alguma coisa, que eu tô fazendo 11111 episódio, sem ser alguma coisa que eu queira falar, eu não vou conseguir fazer. Porque tem essa voz da minha cabeça que vai falar, você tá trapaceando todo mundo, você não tem vergonha não, né? Eu vou ter essa voz, vai me dizer assim, ó, tá feio isso aí que você tá fazendo, tá? Não é você. E aí é, o fato é que eu gosto muito de RPG.
O fato é que as coisas que eu falo, a maioria delas eu tava lá quando aconteceu, se eu não estava lá quando aconteceu, eu estava lá quando eu aprendi a respeito, né? Então eu tô eu. Eu geralmente tento falar da minha experiência e da minha perspectiva.
Inclusive eu coloco muito isso, olha a minha opinião, não, isso aqui não é necessariamente verdade, verdadeiro, você vai ouvir e 10 pessoas diferentes, elas vão falar 10 coisas diferentes e talvez nenhuma delas concorde comigo, então ouça, sabendo disso, ouça, ouça nesse sentido.
E teve episódio que eu fechei o portão de casa, atravessei a rua pra poder ir pra outra calçada, e eu falei assim, eu vou gravar de que hoje eu Ah, podia falar disso aqui, Ah, é verdade, isso é um assunto interessante, pá, eu começo. Eu vou, eu vou concatenando. Porque o meu, vamos dizer assim, o meu segredo nessa hora é concatenar a minha experiência pessoal com a perspectiva de outras pessoas que já conversaram comigo a respeito daquele assunto.
E como eu converso com todo tipo de gente, eu não tenho sabe problema nenhum com isso. Quando, como eu, converso com todo mundo, sempre tem argumento contra, sempre tem argumento a favor, sempre tem outra perspectiva. E é, isso é conteúdo, isso de fato é conteúdo, é quando você consegue é enxergar os prós e os contra, o melhor e o pior, o ótimo e o não tão bom assim, entendeu? EE colocar isso é pra pessoa que tá ouvindo, né?
Então tem uma, tem um, tinha um escritor no Brasil chamado Ariano Suassuna, ele já faleceu e ele comentava que tem uma outra coisa aqui também, que ele ele fala, ele falava em rodeios, ele falava em voltas. E uma coisa que ele ele comentou uma vez é que a esposa, ele conversando com a esposa dele e ele começava a falar de uma coisa que emendava com outra, que emendava com outra e com outra.
E no fim ele tinha que voltar. Na primeira EE, ele comentou que a esposa dele tinha 11 dificuldade porque de vez em quando ela ficava com a cara meio apreensiva na conversa. E ele começou a perceber que o que estava acontecendo é que ela não tinha certeza. Se ele ainda lembrava onde é que ele tinha começado pra poder voltar, porque ela mesmo já tinha esquecido, entendeu? De tão grande que era a volta
que ele tava dando. Eu, eu, nessa hora, especificamente falando disso, eu me identifico. Acho que eu me pareço um pouco com Ariano Suassuna, mas é só nisso também. No restante, não, no restante não. É, e eu tava vendo assim, tipo, de forma geral, os episódios, eles eles passaram muito pra história do DED, né? Pela história do RPG, por assim dizer, é e por uma questão de construção de cenário que passa muito por por expressão, né? De de entender como expressão e
tal. Então essa me parece que isso conduz muito assim, né? A tua é o teu fio condutor é meio que essa, essa coisa do da história do RPGEE, de como as pessoas constroem RPG, né? EEO tempo todo você fala que você tem material teu, coisa tua. Tem que que. Você tem que que você tá aprontando que o teu podcast anuncia? Ele não anuncia, mas é. Mas ele comenta, né? Ele ele introduz, vai. Bom, um que eu tenho tá aqui atrás de mim, é, mas não é sobre RPG, né?
É um livro de introdução ao método científico para crianças. Esse aí tá, tá? PDF tá de download gratuito Na Na internet, no site do serviço geológico do Brasil é mas de RPG que eu tenho. Meu Deus, tem bastante coisa até aqui, ó, você tá vendo essa pilha ingrata de papéis aqui, ó, deixa eu ver aqui, tá vendo essa pilha ingrata de papéis? Ela tem alguns conteúdos, por exemplo, de RPG que eu que eu tenho que passar a limpo e a minha proposta pra mim mesmo.
Isso é produto do podcast, tá? Isso é produto do podcast. A minha proposta, a minha proposta para mim mesmo esse ano é publicar minhas coisas, pelo menos a maior parte, ou pelo menos o que eu acho que é o mais importante, é aproveitando que esse ano eu vou fazer 30 anos, né? Eu tô tô nessa vida de RPG você tem desde 95, né? 30 anos de RPG, né? De RPG é Ah, tem 90. E 5 porra é? Eu falei, pô, tá me dizendo que tem 30 anos, pô? O cara tem.
O cara bate comigo de idade, pô, eu, eu tenho. 45 eu tenho 45, eu tenho por aí. Pois é, não sem essa, eu tenho 30 anos de RPG, eu comecei com 15 anos de idade, em 95, e esse ano de 2025, então era 30 anos. E aí a ideia é publicar, a ideia
é escrever e publicar. Eu quero escrever, escrever pelo menos um sistema de regras, um cenário, uma aventura e um mundo de campanha, não é isso, essas coisas tem que sair esse ano, é. E o podcast me empurrou pra isso, porque é isso, cara, você vai colocando sua perspectiva, ela vai crescendo no seu imaginário, você começa a falar das suas coisas. Aí OA sua cabeça quer falar das suas coisas, né? É. E eu tenho esse produto escrito, só que ele está um caos. Ele é todo ele é todo feito à
mão, são cadernos mesmo. Sabe, é, é isso que eu IA perguntar, porque eu, assim que vocês não estão vendo, vocês estão ouvindo. Mas o Edson mostrou ali uma pilha e eu olhei e falei, cara, eu pensei comigo, isso é manuscrito? Velho é manuscrito, é manuscrito mesmo, é manuscrito de verdade. Eu, eu, mas sujeito que tu saiu das cavernas mesmo. Eu preciso de um pedaço de carvão para escrever nas paredes, porque se não eu não
não elaboro, sabe? Eu estou, eu estou, eu estou, cara, eu estou, me estou fazendo um esforço danado, inclusive. No trabalho, para poder trabalhar só em computador, para não precisar de caderno, de lápis, lapiseira, nem nada, porque tá ficando uma parada muito, muito mesmo na informática, entendeu? E o manual tá tá decadente. Mas com relação ao RPG, eu não adianta, eu sou eu, eu sou dessa geração que eu pego um lápis assim, ó, e eu olho para a ponta
dele. Eu começo a passar ele no papel e eu sinto a conexão ali e para mim funciona, entende? E eu começo a pensar que, sei lá, todo artista que já ilustrou alguma coisa assim é ele dos dos clássicos, né? Antes do computador, esse cara pegou um pedacinho de carvão, foi numa numa tela, foi num papel EE, rabiscou aquilo. E ali ele expressou um conteúdo e a partir daquilo ele desenvolveu uma visão. Sabe a mesma coisa?
Para quem escreve, para quem escreve literatura, o cara não vai, não IA na máquina de escrever. E datilografava o trem todo. Então como é que eu vou entrar no computador? EEE tal. Então eu me sinto conectado com o meu trabalho quando eu estou com lápis, escrevendo num num, num papel, seja um desenho de um mapa, seja um texto, o que quer que seja é e a segunda temporada do podcast agora entrou numas férias, né?
Que eu estou precisando e merecido e precisado de férias é. Mas a segunda temporada é basicamente eu falando do do meu cenário aí, do meu conjunto de regras. Ele começará No No dia 2 de primeiro domingo de março, acho que é dia 2 de março, não tenho certeza. Eu já gravei o primeiro episódio, vou gravar os os próximos e já é basicamente eu dando Oo alô a respeito das coisas que eu que eu já escrevi, porque falar delas para mim é fácil, né? Saiu da minha cabeça, eu tenho as anotações.
Falar é tranquilo, editar e organizar num texto é inteligível. Isso aí é a parada. Mais difícil, né? Que vai ser o trabalho, na verdade, que vai ter que ser feito. É que é meio que pegar, tipo a gente falar a respeito das coisas, né, que a gente pensa e tal. Quando a gente tem certa facilidade assim a gente expressa, mas você pega, é agora você pegar e pegar aquele, aquele, aquele trovão e botar, né? EE, aterrar ele é meio é mais difícil, né?
Então escrever a coisa é mais. Mais complexo, né? Deixa eu te contar o que que para mim está sendo mais difícil. O fato final é que tudo que eu escrevi de RPG, tudo assim, 80%, 85% do que eu escrevi de RPG na minha vida eu escrevi pra mim. Então eu sei o que que eu quis dizer pra mim. Agora qualquer outra pessoa é, eu tava lá quando eu escrevi, eu tava lá quando eu tive a ideia, eu me lembro de quando eu escrevi, então quando eu releio, eu Ah, é verdade, aconteceu isso, isso e isso.
E tava nessa, nessa época e tem essa, essa é outra referência. Então eu continuo sendo mais ou menos a mesma pessoa, né? A gente muda, mas não muda tanto assim. E então é acessível para mim, é acessível para mim agora. Quando eu vou escrever o meu cenário, as minhas regras, os meus personagens pra outras pessoas, é uma outra escrita, é totalmente diferente. Aí você tem de se fazer
entender. E isso não é fácil, especialmente quando o material original não foi pensado pra ser compreendido por outras pessoas, entendeu? E esse material é difícil. Ele vem de uma campanha pessoal tua, ele vem de um ou é uma coisa que você vem construindo fora de campanha, fora do jogo mesmo, mas você vem tentando construir aquilo assim, separado? Para como é que é? Como é que é o rolê? De onde vem? Cara, é tudo basicamente assim,
é? Eu já mestrei em evento, já organizei evento de RPG lá para os idos de 2000, EE 7 até 2013, eu organizei os alguns eventos de RPG em BH ou quero jogar RPG, por exemplo. É um que eu. Eu sou um dos idealizadores com a galera aqui que nossa, com a galera mágica da da época que eu acho que tá até hoje. Aí na ativa eu mestrei ADED mestrei ADED terceira edição, mestrei quarta edição é, joguei muita coisa também e frequentemente eu planejei aventuras que não foram para
frente. Eu tenho certeza que todo mestre já passou por isso sim, sim, e aí muito, né? Ah, vou criar uma aventura de primeiro nível, beleza, porque o grupo vai começar no primeiro nível, óbvio, né? Beleza, ok, aí a primeira sessão, beleza, segunda sessão, beleza, e isso foi ficando isso foi se repetindo cada vez mais, conforme eu fui ficando mais velho.
Daí a pouco, ó, galera, não posso ir não, porque deu isso aqui, Ah, não sei o que do trabalho, tá lá, lá, Ah, não sei o que da esposa, da minha mãe, da família, do filho, do não sei o que, Tam. Né? As jogadoras também, as poucas jogadoras para as quais eu mostrei também a marido, a irmão, a família, trabalho, casa e etcetera. Não dá. E aí você vai acumulando aqueles, aqueles projetos que você iniciou e você não deu sequência.
Mas aí você tem a semente ali. E o mais difícil para mim é ter uma semente já já pronta para florir. Não ter a ideia, ter a ideia é fácil, ter a ideia, a parte mais fácil de tudo, isolado, ter a ideia, a parte mais fácil. Agora escrever aquela ideia. Cultivar aquela semente, transformar aquilo num, num num, num início em potencial viável é precioso. Não é difícil, mas é um trem precioso. E eu tenho muito isso.
E então tem muita coisa que eu joguei, tem muita coisa que eu planejei é, e o que bem tem é material descritivo, isso é o que mais tem. E isso, no meu modo de ver, é o que é o que faz mais falta, porque. É, é o tal do Lori, né? É o conhecimento, é a história, né? Isso aí não tem tanto assim. E a gente tendo mais o jogo fica mais rico porque, por exemplo, a pessoa que pega meu cenário, pegue minhas regras e tudo.
Se ela lê o Lori e não gostar do resto, ela pode jogar o resto fora e usar o Lori como ela bem entender. E não tem um problema nisso, não tem um problema nisso, né? E a gente, nos nossos cenários nacionais, o Lori é uma coisa, o conhecimento do do cenário é, é meio fraco, né? É um negócio que fica meio assim a quem fica a desejar.
Então é é uma questão de conseguir organizar EE, publicar e é basicamente material de experiência pessoal, é uma boa parte, eu mestrei um pouco, mais da metade eu mestrei é, eu diria que 40% eu mestrei uns. 30% eu joguei na mesa de outra pessoa ou eu não tava mestrando e os outros 30% foi coisas que eu quis mestrar e não deu, não deu, não deu, não foi pra frente, infelizmente, né? Sim, sim, é EE, cara, como é que você tá muito no contexto de se fala bastante de old School, né?
E tudo mais. Como é que você vê essa, essa, essas mudanças, né? A gente tinha essa coisa do do DED quando ele começou a entrar na segunda edição ali. Trazer os grandes cenários, trazer essas coisas. Aí depois a gente tem a terceira ali, que tenta fazer o produto melhor em cima desse cenário, já tenta, enfim, já não, já não é aquela enxurrada gigantesca como a gente tinha pelo menos nada da da própria, da da própria wizards, né? Já não era aquele, aquela aquela torrente infinita de.
Materiais, mas ainda tinha bastante coisa, mas era mais produto. A quarta edição, enfim, e quinta edição r, trabalharam aquilo como kit, né? Até aí a gente tem essa modernidade do RPG que pensa o cenário como ou uma, ele vai vir através de uma aventura que a gente vai botar aventura e as pessoas vão de alguma forma experienciar o cenário um pouquinho. E a gente tem no Na Na nsr né? A nova, a nova OSR de forma geral trazendo esse ideia dos kits, né, com muitas tabelas e
tal, mas que. Permitem com que cada pessoa faça o seu cenário. Você parece estar mais no ADID segunda edição ali em relação a grandes cenários ou qual o teu barato? Onde é que você situaria na história do DID ou dos RP? GS, onde é que você situaria OA tua produção? É em paralelo? A minha produção é hoje a minha, a minha produção. Quando? Quando eu comecei a escrever, em 9899. Eu comecei a escrever justamente porque o que eu tinha não tinha em nenhum outro lugar.
E o que eu queria que eu achava importante, não tinha em nenhum cenário, não tinha nos nos cenários do ADED, não tinha no nos cenários do World of darkness, não, não aparecia, sabe? Não aparecia. É essa coisa do mundo de fantasia, não tem no tormenta também que eu já procurei é não tem no tagmar também, que eu já já procurei. E não tendo legião do do do tio Nitro, gente fina aqui de Belo Horizonte, inclusive pessoa,
pessoa, massa. Sim, sim, ele não, ele é um cara massa, ele é um cara, meu Deus, minha referência maravilhosa no RPG é, enfim, não, não existia. E eu durante muito tempo também deixei engavetado porque é. Eu via que não tinha repercussão, que era uma parada que meio que era só eu mesmo, sabe? E então não dá pra eu pegar o meu material e dizer, ó, isso aqui é uma parada que seria massa se tivesse surgido em 1995.
Não, não seria, não seria taria, totalmente anacrônico, taria aquela tristeza que o João Cabral de Melo Neto fala da poesia dele, que uma pessoa, uma pessoa leu a poesia e falou que. Ele estava há 40 anos no futuro, né? E a poesia dele era era pra 40 anos no futuro. Ele falou que agora ele IA escrever com a tristeza de quem vivia 40 anos no passado. Muito bom. O cara, o pobre do cara só queria se fazer entender com os textos e a pro pessoal ou você está muito, muito adiante?
Tipo, puxa o freio aí, entendeu? Não, não dá não, como é que você vai fazer, não dá. E aí eu deixei amadurecendo, né? Oo meu material eu deixei amadurecendo. Nas vezes em que eu, mestre, eu obtive muito, muito boas reflexões a respeito de quem jogou é, então se eu pudesse mestrar para todo mundo, né? Acho que todo, pelo menos a metade, IA IA concordar e IA achar. IA pensar assim, puxa vida, eu sempre joguei esse jogo, nunca
refleti a respeito disso, né? Essa coisa do movimento, por exemplo, da da usr, da new a usr, né? Ela tem muito a ver também com a repetição da história do RPG, porque ODED, ele surge com uma galera que escreve sobre RPGE, entende muito pouco de negócios e ao longo do tempo o jogo foi passando para as mãos de quem entende muito de negócios e não sabe nada de RPG. É. Enpetizou muito bem. É, não é isso.
E de e de 2025 e de 2025 anos para cá, o que tem Aparecido é uma galera que entende de RPG, acha que entende de negócios e tá tentando ir para frente com isso, né? Especialmente no Brasil, infelizmente a gente tem esse problema. A gente é muito apaixonado, a gente gosta muito de RPGEA gente não sabe nada de negócios e aí a gente começa a fazer as coisas, a gente não sabe de fato onde a
gente está se metendo. E aí quando a cobra começa a fumar, todo mundo debanda, e aí nossos projetos infelizmente ficam pela metade. Isso é um grande medo também, não é? Não é bem um medo, né? Isso é uma constatação que me fez pensar assim, cara, você não tem cabedal para poder fazer isso, você não conhece o suficiente, isso sou eu comigo mesmo, né?
Você é klison, você é klison, você não conhece o suficiente para produzir um material de RPG porque você não sabe por onde passa a editoração desse tipo de coisa. Você sempre escreveu para você, você escreve bem, você fala bem, tem imaginação boa, mas isso não é nada na hora de você criar um produto viável, que contemple as pessoas e que atrai a atenção, entendeu? Então foi ao longo do tempo, ao longo de 20 e tantos anos, que eu tô aí, 30 anos já, quase, né?
Completos que eu tô aprendendo isso tudo. E agora, pelo menos eu acho que eu conheço o mínimo, o mínimo mesmo, para poder colocar isso para todo mundo ver. Antes eu não teria condições, eu teria fracassado. É em todas as frentes. Agora, talvez eu fracasse só na metade das frentes ao invés de fracassar, né? É então eu, eu, eu, o meu sistema favorito é ADED, mas o meu sistema favorito é ADED. Por quê? Porque eu conheço todos os defeitos dele, entendi.
Você lida bem com eles, né? É igual aquele cara que bebe cachaça, porque ele sabe exatamente qual vai ser a ressaca que eu espero no dia seguinte. Sabe? Sim. É por isso que ele bebe cachaça, porque ele sabe como é que vai ser. Já já é familiarizado. Não, não tem surpresa, né? Não é porque é perfeito ou melhor, que nada. É simplesmente porque eu conheço ele um pouco melhor do que os outros. E que nem o pessoal fala, às vezes você escolhe sua namorada pelos defeitos dela, é? Tipo.
É esses são os defeitos que você sabe lidar, que você consegue lidar, que você. É exato, exato, isso. Isso é verdadeiro demais, cara. Porque. O convívio ele revela quem são as pessoas que tem uma frase que eu ouvi recentemente, que eu de vez em quando eu tô lembrando dela, eu tô rindo que é assim, ó, Jesus te ama, porque ele não convive com você, entendeu? Porque o convívio não é
respeito. O convívio com um sistema de regras, com um movimento cultural, com uma pessoa com uma ideologia, não é necessariamente a respeito das vantagens, é a respeito de como você lida com as desvantagens. É na hora que a toalha tá em cima do colchão, da cama, a maneira como você reage aquilo, entendeu? É na hora que não, não lavou os pratos, é, não desligou a TV, não fechou a janela, é na hora do não, né?
Que você descobre. E a minha criação, ela do herpegística, ela passa muito a respeito das coisas que eu queria que existisse em outros cenários, em outras regras, e não existe. E para mim, e assim eu não sou tão conectado assim com 1000 sistemas diferentes, provavelmente a parada que eu estou fazendo já exista em outros sistemas mais modernos, especialmente se foi criado de 10 anos para cá, que eu realmente eu não, eu não tenho
tido realmente tempo, né? Falta hora no meu dia para poder acompanhar todas as coisas que eu gostaria. Então talvez já exista, talvez não seja novidade, né? Talvez já exista publicado bonitinho, não seja realmente novidade, mas eu não sei, então eu vou tentar colocar. Para que pelo menos mal escrito, que seja mal exposto, limitado que seja, estará exposto, estará visível e as pessoas poderão meter o ferro, né, conforme elas acharem melhor. Maneiro é cara. E assim, de um jeito de outro,
você falando a respeito disso. O podcast alimenta, né? Também a tua, a tua vontade retroalimento a tua parada. Tem aquela coisa do bom agora que eu falei que eu vou fazer, agora tem que fazer, né? Exato, é vamos tocar esse barco para frente. Ele tem que chegar no próximo Porto. Ele já sacou desse aqui. Ele tem que chegar lá, né? Com a carta intacta no porão. E é isso mesmo. Que livro bonito. É esse aí, o Leopoldo? Que legal.
É essas coisas de joguinho, né, que você rola os dados tudo e os dados age, é isso? É, acho que é isso também. Mas é esse lance do vintage. Jogo antigo, né? Porque quem e quem agia era o jogador e não os dava em si. E esse jogo joga como é, é é tipo RPG. É diz aqui que é recriação com os personagens gerado, que eles chama, então gera o personagem EE, joga com ele. Mas que que é vintage o Leopoldo?
É essas coisas aí que tem 20 anos já, coisas das antigas que vai que volta, o pessoal traz de volta e depois deixa +20, é isso aí. Ah, é que nem eu então que eu sou 2 vintage de idade, né coroa já? É só que no caso do livro, é um Devinho, um Devinho só, porque é Devinho dagem, né? E tu tem esses dados aí, o Leopoldo. Mas, mas, claro, eu ando sempre aqui com meu saquinho com 2 kits de dados de RPG, olha.
Então Bora jogar, porque eu fiquei me coçando de vontade de aprender a jogar isso aí, como os antigos faziam, só que hoje em dia, né? Vamos embora?
Saiu pela caramelo. Jogos OD vintage RPG do DM kirau edição impressa completa bonita com as mexidas do kirau em cima do did zero do didbx DD clássico de forma geral, explorando uma jogabilidade ferramental usr bastante influenciada pelo café condanjo inclusive, então você vai estar mais do que familiarizado com essa jogabilidade, você é nosso ouvinte, é excelente para aplicar.
Como é o fentés e bolso é os truques preferidos aí da blobosfera osr, desde que você não se esqueça de antecipar os perigos. Relógio da dângeo, relógio dos ermos e muitas outras ferramentas com a famosa didática do quiral, quem quer dar uma chance para o RPG do scu não pode perder. Essa é uma excelente pedida o agora. Se você já é Cascudo, mas quer evoluir ainda mais a sua jogabilidade com Liberdade e um pacote robusto de ferramentas, esse é o que é o jogo.
Confere lá no site da caramelo os jogos no ticativo do episódio. Para esse e outros lançamento de RPG School aqui no Brasil, me vejo obrigado a concordar com palestrinha fora, fora esse esse rolê do dos lançamentos de de cenário de sistema e tal, o podcast em si. Como é que você vê ele no futuro? Você vê, como é que você vê AAO podcast evoluindo, você quer
manter ele assim? Você quer manter ele na tua rotina ou você quer de repente é você enxerga no futuro ali, virando um mesa Cash cheio de estrutura ou não. Onde é que você vê ele? Onde é que você os temas AA produção, onde é que você vê o podcast chegando? Pois é, o problema é o tempo. Basicamente, o problema é o tempo. Sabe, e a estrutura, né, porque AA saúde eu tô tendo para poder gravar. A saúde é a coisa mais importante na vida, se você não tem saúde, você nunca vai ter nada.
Os recursos também eu tive, eu tenho um telefone, tem meu fone de ouvido, tem uma distância a ser percorrida, uma condição de estar relativamente seguro com o telefone na mão, de não ser assaltado, nem nada. Então também também tem os recursos, o financeiro, né, o dinheiro, essas 2 partes eu já resolvi nesse sentido, a saúde e o dinheiro. O tempo é o tempo da caminhada, vamos dizer, são uns 30 minutos arredondando da minha casa até o metrô.
Então essas 3 coisas são os sustentáculos da parada inteira. É a saúde, o tempo e o dinheiro, né? Eu agreguei, peguei o mexi no, aprendi a mexer um pouco No No no Spotify, peguei o encor e distribuí nos agregadores lá da Amazon EE, outros que eu não Deezer e outros que eu YouTube também. E mais alguns que eu não vou lembrar agora é agora com relação a criar uma estrutura igual. Você está confortável aí na sua sala de boas eu não me vejo fazendo, porque eu, eu, eu, da
minha perspectiva de futuro. Eu casei pela segunda vez, né? E eu e a esposa queremos ter filhos, por exemplo, e isso toma tempo, isso toma tempo, né, e dinheiro também. Então eu teria de e eu já tenho, vamos dizer, meu emprego em atividade. Isso ainda tinha um mortinho, não tinha? Você falava que plantava. Eu tenho, eu tenho, ainda tenho, ainda tenho, eu tenho, tem minha Parreira de uva, tem meu maracujá, tem cereja do Rio Grande, tem meus limoeiros, tem, tem 11, tem 2 cajueiros que não
dá caju. Na verdade que aqui em Belo Horizonte chove demais, eles não dão caju. Tem meu urucum, tem meu araçá, meu Romano. Velho. Tem mais coisas? Tem, tem, tem cana de açúcar que eu cortei inclusive pro meu filho, Pra Ele chupar cana. Ele gostou demais. Às vezes eu planto uns girassóis, que eu acho acho
muito massa. Mamoeiro tem 2 também tem, tem acerola, tem pitanga, alma, pitanga, minha fruta favorita, e o maracujá, que não sei se eu falei no começo, o maracujá, isso tudo toma tempo, isso tudo toma tempo.
Né, isso tudo demanda cuidados por por menos que seja, especialmente nessa época de chuvas que você não tem que regar nada, ainda assim você tem que estar atento com Praga, com bicho, com Mato, EE etc. Então assim o dia só tem 24 horas, então eu já tenho minha profissão, já tenho minha carreira, vamos chamar assim, já tenho meu ganha pão, né? Já estou bem posicionado nesse sentido. Eu planejo família, eu quero ter filhos, né? EE, mais filhos, eu tenho um menino.
E aí eu quero ter meus filhos, eu quero ter mais coisas e eu quero fazer determinadas coisas. Então, para eu ter um podcast estruturado, com estúdio, equipe, uma coisa genuinamente profissional, uma coisa bem feita, Eu Acredito, pelo menos atualmente, que eu precisaria de uma estrutura, de um dinheiro e de um tempo que eu simplesmente não tenho para poder dispor nesse sentido. Então, meu podcast muito provavelmente vai continuar sendo eu caminhando daqui para
ali, entendeu? E gravando na, na, na, na correria, o primeiro episódio da segunda temporada que eu gravei esses dias, um bom pedaço dele, eu gravei dentro do metrô, no meio da galera e tentando falar um pouco baixo para não incomodar ninguém que estava do meu lado, e tentando também não falar tão baixo assim a ponto de ninguém me ouvir, entende?
É, é, é. Então eu estou lhe dando, eu lido, eu lido com isso, é, em princípio, vai ser um fone de ouvido de 20 BRL feito esse aqui, que é o que eu uso. Esse telefone, que é tipo uns 1000 BRL, é e a caminhada até o metrô com a saúde, que a saúde não tem preço. E provavelmente vai continuar assim. Provavelmente vai continuar assim.
As palestrinhas vão ser cada vez mais intimistas, vai ser cada vez mais a respeito do que eu penso EEA respeito do meu ponto de vista e das coisas que eu estou criando. E o modelão de andar pela cidade. Talvez OOO trecho mude se eu e minha esposa mudarmos para outro lugar, por exemplo. O lugar da caminhada mude, mas, em princípio, o formato é esse. Não. Não tem muito nem condições de mudar, nem se eu quiser, sabe? Não, fatalmente continuará o mesmo.
Maneiro, cara legal, é legal o episódio, gente. Assim, eu vou deixar o os links aí. Esse tipo de episódio, né? Primeiro vou deixar o link do próprio podcast, né? Do RPG que está palestrinho. Tem aí 20. Fechou o que é 23 episódios no total, né? Mais o zero, mas. Acho que 22 é 23, e aí eu comecei com o 23º, que é o 20º, quarto episódio na segunda temporada. Boa. E aí começa dali daqui a pouco,
então vocês podem. Vocês tem tempo aí de de ouvir a primeira temporada para pegar a segunda fresquinha. E também o link do livro, né? Que você falou que tá tá gratuito lá no. Sim, no serviço. Geológico do Brasil. Sim, sim, eu vou deixar os links. Mais alguma outra coisa que você queira deixar ele em casa, cara pra galera? Não acho que não. Acho que basicamente é isso. E eu só queria agradecer o convite mesmo, de verdade.
A oportunidade de falar, de conversar, é o último recado com relação a discordâncias e desavenças. É, especialmente para quem é bem mais novo. EE tá entrando muito na era da da conversa por aplicativos e não tá convivendo tanto ao vivo. É o recado, é o seguinte, é muito comum as pessoas discordarem, é muito comum, é muito comum uma pessoa gostar mais de azul claro e a outra
gostar de verde claro. Não, não tem nenhum problema, isso não tem é porque uma pessoa concordar com você em 100%, uma parte das pessoas não concorda 100% elas concordam, 5%, 7%, 10%. O problema tá enquanto você transforma em ódio aquilo que você sente por quem discorda de você. E as pessoas que discordam de você? Elas geralmente querem chegar no mesmo lugar. Então, se elas discordam genuinamente de você, elas simplesmente estão pensando no caminho alternativo para chegar naquele lugar.
E esse caminho talvez seja o que te falta na sua criação, na sua vida, nas suas relações. Então é, tente afastar o ódio. Tente simplesmente entender que aquela outra pessoa tá tentando se comunicar com você da melhor maneira que ela consegue, na limitação dela, não é nada pessoal. Não é. Não é uma briga, não é uma disputa de quem está mais certo ou menos errado.
É simplesmente um conjunto de pessoas tentando caminhar juntos, cada um lidando primeiramente com as suas próprias limitações e, em segundo lugar, com as limitações de entender o outro. Não é necessariamente uma briga de quem está certo ou de quem está errado. É muito mais uma questão de quem está mais junto e de quem está menos junto. É só isso? Obrigado. Porra, muito bom.
Valeu cara, obrigado Edson, valeu pela tua participação, vida longa aí ORPA gente está palestrinha e eu vou deixar uma pergunta a todos nós, eu vou deixar uma pergunta pra vocês aí é, e aí, você já pensou em ter um podcast sim ou não? Responde pra gente e indica um podcast qualquer que você curta pra gente, não precisa ser de RPG, pode ser de qualquer coisa.
Dificilmente se for de um cara tipo Epson aí andando por aí falando as coisas, um RPG desses, desses que a gente pode chamar de de repente lowfire, né? Uma coisa mais, uma coisa mais espontânea, autêntica assim. Então manda pra gente o link. Valeu galera. Então é isso, muito obrigado. Vamos para o encerramento, me veja. Obrigado a concordar com palestrinha. Bom, então é isso pessoal, eu vou deixar aqui a enquete pra vocês, né?
Querendo saber se você já pensou em ter um podcast, pode ser de RPG ou não, né? Mas conta aí pra gente, já pensou em ter um podcast? Sim ou não indica pra gente um podcast aí que você curta também não precisa ser de RPG, mas pode ser também. No mais, deixar os links citados no episódio aí não só os dos anúncios. O livro que o éclisson citou aí que é o quem é mais velho que o mundo? E obviamente o link pro podcast dele rpgista palestrinha. Então bom, é isso.
Espero que tenha curtido. Lembrando que você pode se tornar um assinante do café com dângeno, né? Lá no apoia.se barra, café com dângeno. Então, se você quer que a gente volte a ter vários episódios por semana e não somente um, considera. Dá um apoio pra gente aí. Se você curtiu especialmente o café de hojevocepodedeixarpragente1gorjetaaimandando1pixpracafecomdangio@gmail.com, a gente conta com você. Você tem uma marca ou uma empresa e quer ter de repente um dia na semana?
É dentro do café com dângel financia aí um episódio semanal do podcast e faça a Alegria da massa RPG. Está associando é a sua marca ao nosso conteúdo? É, pode consultar a gente em café comdangelo@gmail.com que a gente tem uma proposta especial para você. Você pode também consultar a gente sobre parcerias e anúncios, né? A gente trabalha não somente com marca de RPG, mas também de outros ramos, como cafés, alimentos, jogos, ensino, tecnologia, mídia, tanto faz.
A gente trabalha com qualquer marca que a gente acredite e que tenha a ver com o nosso, com o nosso conteúdo. É se você de repente é um produto de conteúdo game designer independente, acadêmico ou fã e quer participar do nosso projeto de alguma forma ou colaborar, manda um e-mail pra gente aí também no mesmo e-mail que a gente troca uma ideia, beleza? É por último fazer um agradecimento aqui aos nossos assinantes, a galera que torna
possível essa aventura. Então agradecer aí ao Jefferson Antunes, ao Gustavo muradi, ao lian, quer gopes Lopes e Renan creteli, né? É o Jefferson no nível de apoio e incentivo, e o Gustavo Lean queria o Renan no nível de apoio à comunidade. Um salvo especial para os assinantes do nível RPG do Jô, dentre eles, o Luiz Guilherme dias de Souza, o Pedro Borges, o Vitor Hugo Martins e o Vinícius Caldas, e o Leonardo dos Santos Ferreira. Um abraço aos membros do treinamento holofentes.
Então. São eles o Abílio Júnior, o César Machado, o Daniel Haidar, Diego cestito, o Douglas bahense, o Leo gasparotto. O Marcos Gonçalves, o Mateus piqueira, o Rafael bardau, Bruno Kobe, João burromak e Gui providelo. E o imenso agradecimento ao nosso membro. Café com balbi, o grande Thiago Augusto. Simbora. É isso aí, um abraço e até a próxima, gente.
