O que você acha de pegar esse serviço aqui, Hein? Investigar o paradeiro de 3 galinha Carijó, a Matilda, a Matilde e a belzethan, as 3 sumiram misteriosamente da fazenda do senhor zoroastro tá valendo aí pelo serviço, 50 moedas por uma notícia que leva as galinhas ao vivo e 300 moedas aí, caso a gente consiga, elas viva.
Dá para também limpar se externa da casa dos irmãos ukov depois das depois da 31ª festa do assado suíno, que receberá 30 pessoas por um banquete inê esquecível, sem moeda para os serviços a ser dividido pelos bravos aventureiros que toparam a emissão. Hum. Dá também para pegar aqui, ó, criar 50 nomes. E fazer 50 camisa pros 50. Esqueleto animado na azenha do doutor criamon zaracho, o necromante, ele quer discutir jogos analógicos de 50 anos atrás numa conferência.
Tá pagando 100 moedas aí pelo serviço. Também tem essa outra aqui, ó. Eu fico mais animado salvar a realidade do ataque do senhor Aristides cutuleira. Que, por tédio, resolveu invadir nossa realidade, acordar 50 dragões ancestrais, adormecidos desde a era primordial, e controlar a mente de todos os senhores feudais de todos os reinos do mundo, exceto do dom Piá da canela velha, que é o Lorde da nossa Vila, o mundo inteiro promete aí um Reino, uma
diocese. 200000 peças de ouro e o espólio mágico da maior escola de magia que já existiu nesse planeta é essa aí. Eu tô topando, Hein, ó. Eita, cara, mas essa aí precisa ter nível 20 para pegar a gente. Só tem nível um. Zé tá lascado, pô, é verdade, Tonico, então vamos para as galinhas mesmo. Cadê a porra do meu café, viu, leita? Sabe dizer uma coisa, eu já. Estou irritado já nessa porra morô. Bom dia amigos do café com danjo.
Estamos aqui para mais um episódio do seu podcast matinal favorito, trazendo sempre muito RPG. Meu nome é Rafael balbi e hoje o meu café eu fiz em baldes porque eu não fiz só para mim, eu fiz com uma guilda inteira. Bom, se você quer amanhecer ouvindo um café 11 café com dângio e tomando um café especial, você pode tomar aí um ovelha negra, né? Que apoia o café com dângio.
Então você pode ler em ovelha, ponto café e utilizar o cupom CCD tudo minúsculo que é o cupom pros ouvintes do café com dângio pra você beber um café delicioso e poder fazer um balde pra sua guilda. Se você quiser cupons melhores ainda, você tem aí os cupons progressivos de acordo com o seu apoio dos assinantes do café com dângel, você pode ir lá em apoia ponto AC barra, café com dângel e se tornar um assinante. E aí você ainda concorre a concorre é o ao sorteio, né?
De café especial e também de outros itens dos nossos parceiros, livros, jogos, et cetera. Então apoia ponto AC barra café com dângel bom. Vamos para o tema de hoje, mas antes vamos dar uma passadinha na enquete do último episódio. Queria agradecer ao RPG dojô que está financiando esses episódios, que tem saído às terças. Valeu COB, valeu Nina, valeu a galera toda aí que está no dojô dando esse incentivo aí pro café, pra comunidade, pra gente trazer mais conteúdo.
Então queria lembrar todo mundo, né? De que cara, se você quer um lugar que te acolhe? Que compra a tua briga ali pra treinar RPG, pegar algumas práticas isoladas e entender melhor, né? Fazer uma prática comunitária mesmo, bem dojô, né? Um lugar onde a gente aprende em conjunto. Cara, vale muito a pena considerar entrar no dojô o tema o ciclo que o dojô está trabalhando atualmente é o de mistério, né? A galera entendendo como botar mesa de mistério dos mais diferentes tipos, tem muitas
influências ali. Eu levo bastante do all fantasy pra lá, mas tem pessoas de outras Vertentes do RPG que curtem. Então lá participando. Tem um material aberto, né, que você consegue no WhatsApp, aberto do dojô, mas tem também a parte de membros, né, que aí é mais profundo. A galera faz outros eventos especiais ali pra galera que é. Membro do do Jô? Então considere se tornar membro também do RPG do Jô, beleza?
Lembrando que eu tô lá também trocando ideia de RPG, trocando ideia de eufendese, trocando ideia de tudo, né? E participando de algumas práticas também. Então é isso. Valeu aí, galera do RPG do Jô lendo a enquete do episódio mais fritado da história do café com dângel, né? Ou simulação emulação e Philip kic. Todo uma, todo um surto aqui em cima da da loucura do Philip kazick no discurso do Mats para poder debater simulação e emulação.
E é essa questão do jogador que faz é o que sua personagem faria e de como isso não é suficiente, né? Eu perguntei se eu fui longe demais dessa viagem. Infelizmente uma maioria apertada aí 64,7% das pessoas falam que não, que eu não fui. Longe demais. Então quer dizer que dá para aproveitar um pouquinho essa viagem ainda, né? Dá para gastar essa onda. Valeu galera, aí eu deixei aí o espaço para comentários, né?
E aí tivemos vários comentários aqui que eu vou dar uma lida para vocês, é primeiro o vou ler aqui o tom que falou muito massa, não entendi nada, sim, eu vou ouvir de novo, fico feliz, tom, é às vezes também, eu nem, eu mesmo. Me entendo, né? Mas é isso. Acho que a gente a gente chegou numa linha de pensamento interessante a partir da loucura do Philip K. Dick, e, bom, se a loucura é difícil de entender às vezes,
né? Normal, que bom que você vai ouvir de novo depois disso, você finalmente entendeu aí o que eu quis dizer, né? É, mas vários insights interessantes, né, cara? O Carlos rentes aí falou que a partir de agora ele vai complementar todo mundo com um olá npc e espero ser tratado da mesma forma. Muito bom. É cara, somos todos npc, tem que comprar uma camisa escrito npc e andar com ela por aí. Ó o Caio Miranda aí falando. Vale a pena ler simulacros e
simulações do bodrilar. A diferença entre simulação e emulação não está em perfeição. Verossimilhança, emular é imitar algo. Seu PC imita um PS um e engana o crash, por isso roda o seu roda no seu PC. A simulação manipula o objetivo simulado aviadora estudante faz simulação porque ele não está lá para fingir ser um piloto. Ele vai de fato aprender aquela simulação altera ele o mesmo para as eleições. As simulações informam Oo eleitor que pode até mesmo mudar o seu voto.
É cara, isso conflui bastante com o que com o que a gente trouxe no episódio, né? É, não é questão de ser, de de ser uma perfeição, né? A verissão milência é um sentimento de realidade. E aí nesse caso, a gente não tá nem dizendo que isso é o fiel da balança, né? Até porque isso você vai ter, até na própria vida real você tem. A verossimilhança, né? Tem momentos que você duvida da própria realidade das coisas,
eSIM, é isso, né? A gente tem ali OOA, emulação imitando o funcionamento da coisa, enquanto AA toda toda simulação, ela é uma, ela é uma representação, e como toda representação, ela passa por uma abstração, ela passa por um recorte, uma intencionalidade, né? Isso é que você falou do, do, do simulacro, né, do boldre, lar é um, é um, é um, é um rolê que eu gosto muito, inclusive.
E já trouxe o buldllar em outro episódio aqui, ainda que muito rápido, mas certamente vale a pena dar um mergulho aí no buldllar também. Cara, é, e uma coisa que você falou que eu que eu gosto muito, é de que a simulação altera, né? Altera também a pessoa e de fato, né? A simulação atrás de uma intencionalidade e em cima dessa intencionalidade também, a gente reflete, né? Então a gente não só reflete. Na cabeça, mas a gente acaba também seguindo esse repertório selecionado, né?
Por assim dizer, muito interessante. Valeu, Caio. O Fábio Rodrigues Vieira falou que ele ele tem receio que pra essas questões precisamos recorrer novamente a uma lenda do passado, O Mestre dos mestres DNA Arts, o autor do grande best seller se. Enquanto tons de magia, brincadeiras a parte dessa temporada tá perfeita, a única coisa que falta de verdade são os próximos episódios. Parabéns balp, o melhor podcast de RPG e um dos melhores. Podcasts em geral.
Pô, muito obrigado, Fábio. E bom, vamos ver qualquer hora. Aí OM artas aparece na área para falar das suas campanhas perfeitas. Aí ó, o Rafael aí, grande, grande Rafael. Falou que todo esse papo me lembrou 2 álbuns do projeto ireon, principalmente universal, my greator, party one the Dream seconcer. Neste, o personagem principal usa uma máquina que lhe leva a vivenciar ou quem sabe simular suas vidas passadas e futuras. Olha, eu não conhecia, vou dar uma checada aí, bardal.
Um abraço, cara. O Eric nust falou, caramba, descobri o podcast nesse segundo através de uma propaganda no Instagram e eu estou feliz demais com achado, vou maratonar o conteúdo aqui com certeza, obrigado, pô, estamos junto. Eric, eu não sei que propaganda é essa porque eu não botei, aí não botei, é grana pra veicular anúncio do do café com danjo? Não, de repente tem uma boa alma aí fazendo isso a revelia.
Agradeço se tiver, eu estou brincando, mas não, não fiz nenhum anúncio, senão você deve ter cruzado com algum post. Que eu fiz lá do do recentemente, né? Falando do Philip K. Dick, e que legal que deu algum resultado que puxou a gente para o podcast cara feliz demais. Espero que você curta aí o resto do tanto dessa temporada quanto a primeira, que tem também no Spotify. Valeu o Henrique. Ranieri falou que ele achou o podcast pesquisando por Felipe k Dick e meu, que trabalho
excelente. Obrigado pela partilha Walber, pô, Ranieri, tamo junto, cara junto taço, feliz demais que você chegou. Através do Felipe keidic e suas loucuras aqui no café com dângio e que bom que você tenha achado excelente aí o trabalho tem achado a altura do material do Felipe keidic aí que não foi em vão. É esse paralelo que eu fiz. Obrigadaço. Valeu galera, vamos pro episódio, ô linguiça, sabe o que
que eu andei ouvindo aí? Saca aquela torre do bacharel, pô, parece que tem goblin lá, tem gente matando os goblin, tudo tocando magia, destruindo a torre. Pô, fala com o pessoal de tetris aí, porque eu acho que nós vamos ter que reconstruir aquele lugar. Talvez seja oportunidade de dinheiro para nós, mas acho que nós vamos ter que acabar com os goblin antes, Hein? Que tu acha? Olha, deveras interessante.
Porém, eu não sei se ficaste sabendo que na floresta do cazula as árvores continuam sendo engolidas, adianta o dinheiro perante a finitude da vida, meu amigo, eis a questão. Esse e tantos outros são rumores vindos do jogo do mundo aberto de Beer goten, se você quiser explorar aventuras como essa. Pode entrar inteiramente de graça no nosso grupo. Siga o link lá no descritivo do episódio e jogue Beer goden com a gente. RPG de guilda. Como funciona? RPG de guilda?
E eu tô trazendo aqui a Maia pra explicar pra gente como é esse rolê de RPG de guilda. É lembrando que eu participei recentemente aí de um papo no servidor de Discord da da Maia, que foi uma experiência incrível com muita gente que. Eu não tinha travado contato ainda. E aí eu vi como como é grande o rolê, o rolê da Maia e o entre mundos do canal dela. Essa comunidade aí, então, bem-vinda Maia. Que isso é. Olá, pessoas, não é? Maia? É. Eu tô tomando meu café.
É que foi. Eu só posso tomar ele exatamente porque ele foi feito em conjunto com muita gente, passou por várias etapas e até chegar aqui é. Pô, eu eu estou muito feliz de estar aqui. Como é que é ORPG de guilda? É esse que eu falo, essa. É como é que é ORPG de guilda? Ah, então eu costumo dizer que RPG de guilda. Eu gosto de brincar que RPG de guilda é ORPG ranqueado, sabe? Porque é, geralmente é. Você faz parte de uma organização. Isso aqui todos os RPG de guilda têm em comum, né?
Uhum que alguns deles têm algumas diferenciações e tudo mais, é. Então, em geral é você faz parte de uma organização que é uma guilda, e essa guilda recebe missões, que são as wan shots que vão ser narradas pelos narradores que fazem parte ali, da comunidade e tudo mais. Só que essas missões, elas têm os níveis, né? Tipo nível um, nível 2, nível 3, nível 4 e você interpreta o seu personagem e tá dentro do seu nível. Você se candidata para ir em uma dessas missões?
Porque você faz parte dessa guilda se ela estiver dentro do teu ranking. Né? E aí você vai sempre estar jogando com pessoas diferentes e completando aquela missão que faz parte daquela história. Isso é a base do que é um RPG de guilda, né? Ele funciona desse sistema, mas aí a comunidades de guilda, né, que fazem esse RPG de guilda, cada um ao meio que agrega o seu estilo, né? É, colocam as suas coisas e tudo mais a sua forma de jogar e tal. E a gente do entre mundos foca
muito em low, né? A gente foca muito em história, em narrativa e nessa construção de um cenário junto com a comunidade. Então esse acho que é o grande diferencial da gente. É isso. Foi uma coisa que eu percebi no papo que eu tive com vocês no servidor. É, deu pra ver que tem uma preocupação das pessoas de forma. É de forma geral, com. Com a interpretação do
personagem, né? Ou seja, isso sendo 11 questão prioritária, muitas vezes deu para sentir um pouco, talvez eu esteja enganado, mas deu para sentir uma importância muito grande a representar esse personagem nesse contexto e também Na Na questão narrativa que você trouxe, né? Que você falou que é uma coisa particular do do seu servidor. Então a RPG de guilda, de forma geral, tem essa estrutura de nével e de requisição de pedidos, e a isso eu queria saber, isso ajuda? Né?
É, de alguma forma você organizar e botar em perspectiva as diferentes one shots num contexto narrativo, é isso? Isso isso é. É principalmente porque acho que o grande rolé é que todas essas missões, essas a gente chama de missões, né? Essas one shots, elas fazem parte é do mesmo mundo, é dentro daquele cenário e elas estão dentro de um contexto, né? É alguns, algumas comunidades.
Elas fazem uma coisa que a gente também gosta muito de fazer, mas a gente tem as nossas peculiaridades, que era a questão dos de de colocar o que eu chamo de eventos, né, que é você chegar aí como tá tudo tudo acontecendo ao mesmo tempo e tudo é canônico, né? É. Então tá rolando aquelas missões e aí de repente a organização da comunidade chega e fala, ó, vou dar um exemplo aqui. A gente chegou, daqui a uma semana, a gente vai estar no
inverno. Então, com o inverno, a 11 dragão de gelo, vamos dizer que é 11 guilda medieval, né? Um dragão de gelo vai ser desperto e ele vai começar a atacar cidades. Então, todas essas missões que vão ser narradas agora, que são por diferentes pessoas, né? É a partir desse período do inverno, elas têm que estar dentro desse contexto aí, das consequências desse dragão.
E aí todas essas missões vem de tipo chamadas para a guilda para ir ajudar a reconstruir casas ou a procurar uma solução para destruir o Dragão, ou para colocar o Dragão para dormir, ou para buscar informações de quem é esse dragão. Então, cada missão meio que completa essa história nessa questão de é encontrar soluções também, sabe? E tem esse fio narrativo de uma única coisa, entende? E eu acho que isso aqui tem sido atrativo para as pessoas.
É que fazem que que conheceram o sistema de guilda e que curtem participar. Como você viu lá Na Na conversa, que essa sensação de, de fato agregar dentro dessa história e ver isso crescendo, sabe? Tipo assim, por exemplo, uma se chega numa última emissão de alguém que derrotou o Dragão, você sabe, EEE não é conversa fiada.
Tipo, você sabe que aquele cara só conseguiu derrotar o Dragão, aquele grupo só conseguiu derrotar o Dragão porque teve toda aquela história antes e você fez parte daquilo. Sabe porque a gente vai meio que amarrando e tal. Então é, é é AA sensação satisfatória. É muito gostosa assim, No No. Muito maneiro. Eu fiquei curioso, agora que você falou de eu aí eu vou até fazer a pergunta, mas vou salvar a pergunta. Eu vou fazer um parênteses antes.
A pergunta é, como que você decide dentro de um povo tão grande, de jogadores que estão colaborando pro pra queda desse dragão? Quem de fato vai participar da sessão em que pretensamente ele vai cair?
Mas segura essa pergunta aí. 500 eu quero fazer um parêntese, que é o seguinte, Maia, fala sobre você pra galera, fala pra fala do teu canal, fala da tua experiência com RPGE1 pergunta específica quando você terminar de se apresentar, que é o seguinte, qual é esse rolê de RPGE arte que você fala com todo vídeo que você faz praticamente fala aí sim. A gente tem uma frase, é. Todo, todo, OOO trampo da gente na internet, né? Eu falo da gente porque não sou
só eu, é o entre mundos. Ele é formado por por mim, pela Isla, é que é a minha esposa, é o Adriano, que também faz alguns vídeos, né, lá no TikTok, no Instagram, e a minha xará Maia, que ela trabalha mais nessa parte do design e tal, e o nome do projeto como um todo. Entre mundos, né? Tanto o canal da gente no TikTok no Instagram, como a comunidade. É No No Discord, como o nome do nosso cenário também é entre mundos, tudo uma coisa só é e todo o vídeo da gente.
Assim a gente termina sempre com a mesma frase que é aqui no entre mundos, a gente pensa, RPG como arte e com foco na experiência que a gente quer colocar na mesa, né? É, e assim, acho que eu já falei isso, né? A gente tem um canal do TikTok, a gente começou meio que com
pequenas pílulas de podcasts. É o canal da gente, a gente chamava de sobremesa, que era um trocadilho, que eu adorava sobremesa, mas a medida em que a gente chegou e a gente teve essa ideia, né, do do, do projeto, do entre mundos, e a gente falou, Ah, vamos fazer como é que a gente é? Acho que mais pra frente eu acho que eu posso falar mais sobre ele. A gente teve a ideia do projeto, a gente falou como é que a gente faz?
A gente falou, a gente vamos usar o sistema de guilda e que uma coisa casou com a outra, só que quando a gente lançou a. Foi muito mais gente do que a gente estava esperando, sinceramente. E a parada cresceu muito assim de 1 hora para outra. E como tomou uma proporção muito grande, a gente falou, velho é? Algumas pessoas não estavam achando a gente no TikTok ou No No Instagram, porque eu procurava entre mundos, não tinha a sobremesa.
Então a gente falou, vé, tá na hora da gente mudar Oo nome da marca da gente, né? E aí a gente mudou o nome da marca para entre mundos para ficar uma coisa só. Mas como o que você estava falando, né? Sobre RPG e arte? Quem, quem, quem abriu os meus olhos para isso foi a Rai, que eu sei que ela do Farol do Léo córnio, ela já já teve aqui e você teve uma grande parcela disso no na questão de pensar RPG mais profundamente. Acho que você foi a primeira pessoa a me trazer isso, né?
De de. Quem é repetir um hobby? A gente se diverte, é verdade, é verdade, é, não é porque eu estou aqui, eu falei isso literalmente lá, mas é, é, é o quem é repetir um hobby. A gente gosta muito de RPGE tudo mais, mas a gente pode discutir um pouco mais sobre isso, né? Acho que o café com Dungeon foi quem começou a me trazer essas
reflexões e tudo mais. EEA partir disso eu eu comecei AAAA testar coisas dentro da RPG, o que acabou depois de consumir o conteúdo da Rai e pensar na RPG como arte, né? É, eu acabo pensando muito que RPG é experiência, sabe? Acho que, no fim das contas, todo mundo que está fazendo a sessão de RPG é está querendo gerar um sentimento na outra pessoa. Não importa se você tá jogando no modo School, se você tá jogando a no formato de guilda
ou se você tá jogando um xote. O que eu, eu, eu geralmente tem um vídeo quando eu falo sobre a RPG com o Martin que eu eu proponho uma pergunta que é, o que é para você uma boa seção de RPG? Como é que você define uma boa seção de RPG? E se a gente parar para pensar um pouco nisso, você vai ver que os requisitos que a gente usa para dizer que essa seção foi muito boa ou essa seção foi uma
merda. É, geralmente não se diferenciam muito daquilo que a gente fala de esse filme é muito bom, ou esse filme é uma merda ou esse jogo de videogame é muito bom, e esse jogo de videogame é uma merda. E tá aí uma outra discussão, videogame é arte ou não é? Sabe? Quadrinhos é arte ou não é, sabe? Então eu acho que é, é, é meio que esse. O ponto é sobre a experiência,
da sensação que a gente tem. E a minha visão de RPG é muito sobre isso, é muito sobre quando eu estou planejando, entre muitas aspas, porque o meu planejamento de sessão é ridículo, é um conjunto de frases soltas ali, sei lá, um interações, é isso, mas é eu estou. Quando eu faço um o mínimo de planejamento que eu faço, é muito focado em que tipo de sentimento eu gostaria que os players estivessem nessa sessão, sabe? Eu quero que eles tenham uma sensação de tensão.
Eu quero que eles tenham. Eu quero que eles se reflitam. Eu quero trazer essa sensação de, ok, estamos nas áreas cinzas, sabe? E eu acho que é o mesmo processo de quando você escreve uma música e de que tipo de sensação você quer. Por que que você bota um lá menor numa música e não um dó? Às vezes é só porque soa muito bonito, mas às vezes é a escolha meio que de forma inconsciente.
É porque você quer dar um tom melancólico, porque você quer dar um tom melancólico porque você quer que quando a pessoa escute aquela música, ela tem aquela sensação. Então, ORPG, para mim é sobre isso, é sobre sensações e experiência e arte. Para mim é sobre isso, é sobre essa comunicação de uma proposta de experiência que você está dando para o outro. EE, é assim que a gente faz, então por isso que pra mim ARPG é arte.
E aí todas as minhas experiências dentro da RPG, elas evocam isso, o foco dentro da experiência uhum. Eu tive uma discussão lá no grupo do café que teve um dia que eu acordei e falei, não ARPG, não é arte não. E aí comecei a discutir Na Na discussão. Eu mudei de ideia, né? Isso acontecer, mas porque eu estava pensando alto com a galera e falando não, o que?
O que que é arte, né? Se tem tipo, eu estou correndo no parque da aclimação e dá uma zikizira, eu resolvo cagar no meio da pista de corrida, porque não deu para segurar. Aí eu fui lá e soltei, isso é arte? Aí eu fiquei pensando, não, isso não é arte, pô, eu só fui lá e, né, e fiz e por necessidade, mas se vem alguém correndo, de repente essa pessoa pisa e impressionou, aquela, aquele aquele escramento lá, esse cara é artista, será que ele fez arte
aí? Beleza, fui investigando, aí de repente foi alguém tira uma foto daquilo, quem é o artista na situação? Será que fui eu que fiz o será que foi o cara que pisou ou será que foi a pessoa que tirou uma foto do da Nike impressa ali na bosta, né? E aí eu fiquei pensando, não foi a pessoa que tirou a foto, provavelmente porque ela teve intencionalidade de se expressar
através daquilo, né? E aí eu cheguei a conclusão que se no RPG a gente trabalha estética de alguma forma, em algum nível a gente está se expressando e levando. A expressão que é justamente comunicar a outra, né? A outra pessoa. Aí eu mudei de ideia. Eu falei, é exato. RP de arte, sim.
Exato, é eu, eu, eu também no nesse mesmo roteiro que eu escrevi é pro TikTok. Eu falo também sobre isso, de que quando eu digo que a RPG é a RPG, é arte, a intenção não é gourmetizar o RPG ou qualquer coisa do tipo. Tem gente que de fato só se reúne com os amigos para jogar RPG, muito mais pela reunião da galera para rolar uns dadinhos. Por, por, por pretensão, beber uma cerveja. E está todo mundo muito mais focado na bobagem da parada
uhum. Ninguém está muito interessado nem na mecânica, nem no desafio, nem na Lori, tá? Só dar umas risadas? Exato, mas. Um filme do Adam sancler é muito diferente disso, entende? Um filme dos Trapalhões, a gente que pra galera que é aqui dos anos 90 estamos junto, é, é muito diferente disso, sabe? Tipo, um filme pra ser arte não precisa ser um Scorsese sempre,
entende? Então um filme da dançandler deixa de ser arte, porque ele é uma completa bobagem, mas existe intenção naquela intenção, é exatamente essa a intenção, é a bobagem, sabe? Então eu acho que. Eu quando eu digo que é RPG arte, eu não estou, pelo menos na minha perspectiva, né? Eu não quero cravar nada longe de mim, estou propondo as reflexões, mas Eu Acredito muito
em RPG como arte. Eu não acho que todo mundo deve fazer uma RP, você deve fazer um RPG mega Sério e reflexivo ou ok, vamos fazer uma comédia aqui, uma comédia arte, sabe, eu acho que tem a sessão que é boba mesmo e tudo bem, mas nem por isso é menos arte, da mesma forma que.
Sei lá, você pega uma revista, mede, sabe que é só loucura, da mesma forma que sei lá o desenho Oo Ricky more, que é uma maluquice do caralho, eu nem sei se eu podia xingar aqui, mas pode, pode, se ela é menos arte, entende? Tipo é um desenho animado, é, é, é arte pra mim, desenho animado é arte, enfim, eu acho que é meio que isso, sabe? Packman é arte. Sabe, eu eu acho que é muito mais sobre essa. Eu acho que a reflexão é muito mais interessante às vezes do que a resposta.
É, é, sem dúvida. EE essa coisa, né? De que ORPG ele tem essa essa natureza artesanal. Não adianta você pegar um livro de RPGE, achar que ele vai se jogar sozinho e não vai. Ele precisa desse espaço da. Da mesa, né? Aí precisa desse espaço de atuação. Até com uma coisa que eu falei lá no lá No No papo, lá No No entre mundos. O RPG é lacuna, né? Ele acontece na lacuna e isso é uma expressão necessariamente passa por um canal de expressão, né? Sim, exatamente, é, exatamente.
Então eu acho que eu acho que é. É como você disse, é, a arte precisa de intenção, né? EE, Eu Acredito muito em de AA. Arte precisa de intencionalidade. E a comunicação. Obviamente, eu estou falando aqui de mim, eu sou eu não sou nenhuma especialista em arte. Acho que tem pessoas muito mais capacitadas do que eu para falar sobre isso, mas Eu Acredito muito em arte com isso, com intencionalidade de quem produziu e com comunicação.
Muitas vezes a comunicação que acontece não é a que foi intencionada inicialmente pelo criador, mas ainda assim existe uma comunicação, entende? E ainda assim existiu uma intencionalidade na produção daquilo. Então o no RPG, por mais bobo que seja, AAA proposta da sessão, existe uma intencionalidade de bobagem e existe uma comunicação do riso. Então existe arte feita aí dentro? É, Eu Acredito muito nisso, mas se você não acredita. Tudo bem, tudo bem, eu?
Acredito no fim, é todo mundo. Todo mundo jogar esse feliz agora. No No teu background, assim como é que você começou? Quais os sistemas que você começou a jogar? Como é que foi? Tipo, já tem bastante tempo ou uma coisa mais recente na tua vida? Como é que é isso? Sim, sim, eu eu tenho 34 anos. Eu comecei a jogar RPG aos 16, né? É na verdade assim eu o primeiro contato de verdade que eu tive com ARPG. Não foi jogando, foi eu. Eu, sinceramente, não sei como chegou na minha mão. É 11.
Enfim, não dá pra dizer que é uma revista, é, mas assim, os mais velhos que vão lembrar do que eu estou falando, assim que eu dizer que é. Acho que é um pequeno encadernado de Street Fighter, é. Assim. Que que foi feito pelo pelo 3 DEP, né? E eu peguei aquilo e comecei a ler. Eu achei uma doideira assim e fiquei fascinada, mas eu não tinha com quem jogar. E passou alguns anos assim até eu eu ter uns 15 a 16 anos de idade. E eu conheci também o tormenta
antes, mas também nunca joguei. É em banca até eu chegar na banca e encontrar uma edição do primeira aventura. Foi da editora mantícora, se eu não me engano. E só muitos anos depois, muitos e muitos anos depois eu descobri que foi escrito pelo Marcelo cassado, que também foi quem escreveu o Street Fighter EE. Aí eu falei, nossa, e aí eu juntei com meus amigos e assim também alguns anos, acho que uns
23 anos depois. Só que eu descobri que o primeiro aventura era uma adaptação da edição 3.5 do day day day, né? É, ele era uma versão assim, mais simplificada e tal. Foi muito divertido, sabe? E. Eu gostei demais assim e. AA gente, a gente tem que prestar homenagem sempre ao cassaro, né, cara? Esse cara tem um dedo aí muito importante na história da RPG nacional. Não tem jeito que a gente cada vez descobre mais dedos, sim. É verdade, é verdade, mas é. E aí eu comecei a jogar com o
primeira aventura. Foi muito divertido e a daí em diante eu nunca mais parei assim. Mas eu considero que é só em 2019. Foi quando eu comecei a ter é experiências mais, mais intensas com a RPG. Sabe? Que eu comecei a pensar na RPG de forma mais profunda e propor coisas é diferentes com com a mesa, sabe? Com essa muito mais. Quando digo profundo, é muito mais com intencionalidade dentro da construção narrativa, sabe? É EE propor experiências, essas experiências serem alcançadas.
Mas consciência, né, sobre o que você está fazendo? Assim, exato, exato. Autoconsciência. Exato. Até então, dos 16 aí até é essa época. Foi muito mais focado em diversão mesmo. E estar com os amigos, tudo bem, ótimo. Fez tudo muito lindo. É várias experiências frustradas aí de montar o próprio é e até chegar em 2019 e ter esse essa questão de OK. O que que eu quero com essa campanha? O que que eu tô tentando dizer com essa campanha, sabe?
E uma outra coisa também que eu eu gosto de de propor qual é a discussão dessa campanha e colocar isso dentro da mesa. EE, fazer experimentos. EEE ver a reação das pessoas e a gente criar essa comunicação e trazerem ideias e começar a misturar coisas de sistemas. EE, aí chegou no entre mundos.
Essa é a cachacinha do RPG, né? Não tem jeito, quando você começa a perceber o que você tá fazendo, o que que você tá atingindo aí, cara, aí tudo bom, maneiro e bom, agora voltando né, pra essa, pra esse esquema da guilda é, vocês jogam, então é 1 MB, campanha, por assim dizer, né, é qual sistema que vocês estão usando? É tormenta, né? A gente está usando a gente está usando o tormenta 20 por 2
motivos. Primeiro, porque eu gosto muito do tormenta, é eu, eu, eu comecei, eu, eu comecei a jogar o tormenta muito tarde. Assim, sinceramente, eu comecei um tormenta pelo tormenta 20. Não minto, foi TRPG alguns meses antes de lançarem a campanha, anunciarem o tormenta 20. Então eu comecei de repente. Depois eles anunciaram que IA ter um novo. Eu falei, nossa, tipo. Você jogou o tormenta 19, então? Exatamente.
E eu gostei. Eu gosto muito do tormenta, mas ele também encaixou muito com a proposta da gente, da da campanha, que é os números altos, sabe? Eu acho que OOT 20 ele é muito bom para passar essa sensação, né? Como eu tava falando de de a sensação que que se tem. Então OT 20, ele trabalha com números muito altos, com muitos dados a partir do do nível 10
pra cima. Assim você tem muitos dados pra rolar e eu acho que isso é muito bom pra passar essa sensação de que estamos enfrentando algo maior que a vida, sabe? Então eu acho que pra esse tipo específico de de história, ele funciona muito bem assim. Essa proposta de experiência funciona muito bem. Com licença, meus caros, terei ouvido direito. Vocês estão em busca de ouro e Glória, pois eu posso lhes ajudar.
Meu nome é Almir cego e eu estou nessa Taverna há algum tempo, ouvindo histórias de bravura e coragem de aventureiros que passam por aqui. Eu posso lhes falar sobre o que está para além da gaiola, as ruínas deixadas pelos antigos, as planícies de nuvens negras, a floresta do vento infinito, além da do Messias élfico ou até mesmo o que está aqui dentro. Os mistérios sobre as sombras das Torres douradas sobre as nossas cabeças. Meu preço?
Ora, eu só peço para que ao retornarem, vocês contem suas histórias. Para mim, é a forma que eu tenho de ver o mundo novamente pelas histórias de aventureiros valorosos como? Vocês trema. A gaiola dourada é um jogo de RPG de mesa aberta no sistema caves and rexis, usando o estilo Oil fantasy e o modelo arslud. Vem explorar os ermos corrompidos pela estranheza, cheios de tesouros e oportunidades. Ou venha caminhar pelas ruas de trema cheias de perigos e de
segredos. Os habitantes da última cidade do mundo aguardam por você. Que tal ver o que tem para além da gaiola? Então vocês têm ali várias mesas que estão conectadas, então num num num cenário de aventura que potencialmente chega a salvar o mundo, então é uma coisa que começa pequeno e vai pra pra megalomania, assim como é que é essa conexão entre mesas e a construção desse? Dessa, desse, desse épico, né? Dessa. Desse sentimento do épico. Como é que você tem trabalhado
isso? A gente, na verdade, é um. A escala é um pouco maior do que essa. Na verdade é é porque a questão é entre mundos, né? É literalmente vários mundos. E a gente ainda está trabalhando um mundo só. É que é Oo mundo de yezode é que é um mundo. Eu, eu agora estou comparando com era muito difícil antes explicar para as pessoas o que que era yezode, porque eu sei que as pessoas vêm com fantasia medieval na cabeça, mas agora é, tem arkane para eu para eu
comparar. Então você me falou, olha, é arkane, sabe? Você sabe arkane? Então sim, é esse tipo de tecnologia, tem um, tem um que de medieval, tem pessoas de armadura, mas ao mesmo tempo tem carro. Sabe, ele tem telefone, então tem essa, essa, essa parada aí é, então a gente está nesse mundo de mas yesod dentro da nossa love, é um mundo que sabe que existem em outros mundos. EE.
Às vezes, quando tem eventos muito grandes, né, é alguma coisa de algum outro mundo esbarra em esode e vice versa. A gente tem que ir para um outro mundo para resolver alguma outra coisa e tudo mais. Mas tem todas as questões políticas. A questão de êxod é que o esod é uma realidade onde. Os deuses existem fisicamente em Terra e eles governam os reinos como reis.
Então, diferente de pegando tormenta, por exemplo, né, que é o sistema que a gente usa em arton, os deuses ficam em outro plano e por mais que eles influenciem em arton, eles não estão diretamente ligados à política, né? E êxod, não êxod e exiginidades elas. Tem um. Eu costumo dizer que em êxod seu Deus tem CEP e CPF, então você sabe. Quem tomou aquela decisão? Você sabe a quem culpar, por exemplo, então sangram a nossa lore.
Começa exatamente aí. Ela começa na segunda era do mundo, porque os deuses criadores de êxod, a grande parte deles foi destruída. Existe essa lenda por um humano, e que é que se autodenominou o carrasco dos deuses. E aí a história é meio que OK, surgiram novas divindades. O mundo continuou é e essas novas divindades governam seus reinos e tudo mais. Mas a questão agora é, na temporada que a gente está agora, né?
É, a guilda tá tendo que lidar com o testemunho, que é um grupo terrorista que é devoto do carrasco dos deuses. Eles acreditam que as divindades precisam ser subjugadas. Se as divindades foram destruídas em algum momento, elas podem sangrar de novo. E é melhor o vazio do que ser escravo eternamente. Então, e. Uma coisa muito legal, eu, eu, eu, eu. Eu não posso falar muito da lora porque sou apaixonada pela lora.
É e não é porque eu faço, é porque a gente faz em conjunto EE as ideias que todo mundo traz é muito legal. E uma coisa muito legal que acontece com o testemunho, por exemplo, dessa experiência coletiva, é que em dado momento tem uma missão contra o testemunho e eles de repente o grupo vai meio que OKA gente tem que impedir o testemunho de fazer alguma coisa. E aí as exigências do cara do testemunho são muito coerentes. E aí, o que que você faz, sabe? Tipo, OK, você não tá tão errado assim.
A gente gosta muito de brincar nas áreas de cinza com a política, então no nosso RPG tem política assim, então tem, tem muito dessa questão de em exas, tem muitos, tem muito disso, é, mas só concluindo que você falou sobre a escala, é, é meio que isso. Então a gente lida com essa questão do do multiverso com. Eu não gosto de usar essa palavra porque ela tá meio batida e ela passa uma ideia errada de que vai existir uma versão alternativa de você.
E não é assim que a gente trabalha, a gente trabalha com o motiverso muito mais próximo do Magic the gethering, por exemplo, né? De que os mundos são muito diferentes entre si. É, e eu acho que é isso. Assim, cada mundo tem sua peculiaridade. EEA proposta é meio que é essa de viajar entre mundos e conhecê Los explorá Los, porque a gente não sabe exatamente o que tem lá. E narrativamente é, construí Los, né? Essa é a é a nossa proposta. Muito legal. EE, como é que é essa essa
construção, né? Entre mesas assim, vocês tem um é quando você pensa numa temporada, sei lá da não sei se funciona em temporada, mas consigo que sim, né? Você tem ali uma temporada, são você planeja, sei lá, 10 sessões. Nessas 10 sessões, você planeja sessões de acordo com o nível, né, como você falou. E dentro disso, você bota um tema para cada 11, acontecimento ideal para cada uma delas para poder entrar nessa narrativa. Como é que essa construção é da narrativa em relação ao
planejamento das sessões? Então é a gente, eu, eu posso pegar como exemplo a temporada anterior. A gente funciona assim, temporadas. E a gente coloca temporadas, porque geralmente é. Qual é o norte do desafio dessa temporada? Qual o desafio maior dessa temporada? E a gente coloca a temporada meio que por isso, tipo assim, durante esse período aqui de meses, é qual vai ser o nosso maior desafio nesse período. E a gente coloca um temporada
anterior. Ela se chamou Crepúsculo dos Deuses, que ela era meio que uma parada de que, ok, de repente apareciam criaturas sombrias é em e êxod e que elas tinham características muito peculiares. Assim, elas eram diferentes de qualquer outra coisa. Você, elas, elas meio que que dominavam o ambiente que tá ali, elas. Só que ao mesmo tempo, elas são
muito inteligentes. E se você mata uma sombra que a gente já passou a chamar elas de sombras, se você mata uma sombra, cerca de uma semana depois ela aparece de novo. E aí a questão é tipo, ok, o que é isso? E como eu lido com isso? É, e Ah, só que aí tinha o ponto, e aí como é que a gente faz para elaborar a temporada? Eu venho com a ideia. Eu reúno os narradores, a equipe de narradores, e eu falo, ó, galera, eu tô com essa ideia
aqui, né? A minha ideia era, eu já chego logo com o plantwich, falo, ó, se você não quer plantwich, você quer viver isso como jogador, não participa da reunião, tá? Porque tem narradores que também jogam. Eu falo, ó, se você quer todas as revelações da campanha da dessa temporada, não participa da reunião.
E aí uma galera sai que aí tem uma galera que quer narrar outras coisas ali dentro que não estão necessariamente ligados a temporada, inclusive as pessoas podem fazer isso, é. E quer viver essas revelações com o player, mas tem outros que querem participar realmente da construção e ele fala, OK, beleza, e aí, no caso desse das sombras, eu falei, ó, qual é o
qual é a parada? A parada é os deuses criadores morreram, lembra o carrasco dos deuses matou os deuses criadores, só que os corpos deles ainda estão espalhados aí pelo mundo. A questão é que as pessoas ainda continuam venerando. Existem devotos desses deuses que morreram. E as preces desses devotos, os deuses que morreram, estão indo direcionadas para esses cadáveres. O poder dessas preces vai para
esses cadáveres. E aí, quando o poder dessa prece alcança o cadáver, eles geram uma sombra dessa divindade criadora. E aí é por isso que é é impossível você matar ela, porque assim que você mata ela, as pessoas não param de orar. E essa elas continuam gerando
novas sombras. A questão é a gente primeiro, como é que a gente vai construir isso para simplesmente não chegar aí, ok, descobrirmos isso, vamos destruir os corpos e acabou, então como é que a gente monta esse clímax e aí, ok, Ah, vamos fazer a sombra, tá catalogar a sombra, tá catalogar, e aí tem que buscar tal informação e a gente começa a montar é quais vão ser os os pontos de revelação, ok, onde eles vão encontrar essa informação?
Ah, na, no, no, tem uma coisa que foi muito legal que foi Ah, OA irmandade, que é a máfia do mundo de Enzo. A irmandade tem essa informação, então a guilda vai ter que fazer 111 Aliança com os vilões em dado momento, ok, vamos fazer isso e tudo mais. A gente não tem um conjunto de de uma quantidade de de de wan shots que vão acontecer. A gente meio que vai sentindo, sabe?
Tipo, ok, passou. É geralmente uma temporada dura a entre 4 a 5 meses e mais ou menos uma temporada é que aí dá tempo de. Todo mundo jogar, todo mundo participar e tudo mais. E em dado momento a gente chega e faz uma nova reunião, que é a virada da temporada. A gente fala, ok, é, a gente fica se reunindo assim periodicamente para entender o que é que aconteceu, o que é que se descobriu, tem relatórios, a galera escreve, ver o que é que
aconteceu na missão e tudo mais. A gente meio que vai acompanhando até o momento que falou, ok, vamos pegar as missões finais agora. Agora a gente vai fazer um evento onde eles vão descobrir que as sombras vieram dos corpos dos deuses, beleza? E aí a gente tem essa. Essa missão que revela que veio dos corpos, às vezes OKO, que que a gente faz agora, agora eles vão ter que encontrar uma forma de destruir. E aí a gente foi nessa busca pelos corpos para destruir eles e o opó.
E aí faz um evento 6 meses. Evento geralmente a gente faz isso 6 meses durante o dia, que é tipo uma de manhã é 2 de manhã, 2 de tarde, 2 de noite e aí pra e tem gente que fica conectada assim no servidor, tipo o dia todo, acompanhando a história. É dá pra ver que a atividade é intensa. Ali, né?
É muito, muito. E aí chega no final assim, no. No final dessa temporada mesmo, foi muito emocionante, assim é, e de verdade assim, papo furado, teve gente chorando tal, foi muito bonito assim, tipo, a gente fez uma cena, é que a gente trabalha como eu falo, a gente se propõe a experiência, né? Senão a gente bota a trilha sonora, imagem e tal, aquela coisa para gerar essa sensação.
E a gente fez uma cena com todos os personagens, é, é, é, é, é pra lutar contra as sombras gigante que estava meio que formando a divindade de novo. Então foi aquela coisa, megaépica, EEA, gente, eles conseguiram. EE outra coisa também, que assim a gente tá. Ainda assim, mesmo que a gente tenha 11 ideia, a gente se propõe a RPG e o que que eu quero dizer com isso? A gente se propõe a falha, ok, e se o grupo falhar?
E se a sombra, se eles não tivessem destruído aquela sombra gigante, a gente faz essa e faz literalmente isso. Na reunião a gente coloquei se eles não destruirem, aí a gente faz a nova temporada com esse vídeo solo, entendeu? Tem que ter esse impacto, né? Exato, então, tipo assim, a gente tá? Eu acho que tem que ter a honestidade de um RPG básico, que é não saber o que vai acontecer, entende? Não tem roteiro, então ainda tem que não ter roteiro. E só que felizmente eles
conseguiram. Eles mataram o monstro e foi muito bonito. Então todo mundo tem até a galera, porque tem um grupo que vai, né, para a missão. Então teve esse grupo de 6 players que foram jogar essa missão especificamente contra o monstro.
Mas na cena final a gente colocou todo mundo lá, então tem às vezes tem 50 pessoas no chat assistindo, e aí ok, essas 50 pessoas, esses 50 personagens que estão lá no chat assistindo também estavam lá. E aí a galera começa a interpretar no chat, digitando texto e tal, tipo mostrando o que que seu personagem está fazendo. EE aí as pessoas sentem que estão participando também, sabe? Elas fazem suas cenas e aí quem está narrando às vezes lê o chat
e joga essa cena lá e tal. Então viram 11 experiência, realmente muito. Coletiva sabe que que não tem como acontecer numa mesa padrão. E tudo bem, porque são experiências diferentes, exatamente porque são propostas diferentes. E aí essa sensação coletiva, tanto de construção narrativa quanto de vivência. É, ela é muito única, sabe? Dessa, desse sistema e pelo
menos da forma como a gente faz. E eu estou pontuando isso, pelo menos da forma como a gente faz, não para cravar uma coisa de olha só, nós somos diferentões e tal, não é isso é mais porque eu tive, honestamente, eu tive poucas experiências com RPG de guilda em outros lugares, e nas poucas experiências que eu tive, eram lugares muito mais focados em.
Em sessões isoladas, sabe? Tipo, tinha se a ideia de que OK, é, é, a gente está no mesmo cenário, mas era muito focado em vamos fazer uma chatezinha e é isso. E quando a gente teve a ideia do projeto entre mundos, é, a gente sempre teve essa ideia de, ok, a gente vai criar essa narrativa coletiva e tudo é canônico mesmo, mas tudo também é relevante e. E 11 coisa pra eu.
Eu me estendo muito, mas é, eu acho que tem um exemplo muito bom que foi ontem e eu queria falar exatamente o que aconteceu ontem, que pra além da guilda a gente tem mesas comissionadas, né? E as mesas comissionadas se passam no mesmo universo. Então, por exemplo, eu estou narrando agora uma comissionada que é a irmandade, que é AA máfia de êxod. É, e os os jogadores dessa mesa, eles estão jogando com a máfia, né?
Que em teoria eram os vilões. Então a gente está vendo como é que é a perspectiva deles, como é que é a perspectiva deles, das coisas e tal. E aí tive uma ideia para um para 111 dos playzer, ele me mandou background do personagem dele, e aí eu li uma parada. Eu falei, pô, é se pá, eu consigo pegar isso aqui e fazer isso aqui, eu não posso falar, porque ele pode ser que ele escute. E aí eu lembrei que tem 111 personagem dentro da guilda.
De um cara que não está na minha mesa convencionada, mas que tem um personagem que tem um plot que tenha. Tinha a ver com isso, sabe? Aí eu mandei mensagem para ele. Eu falei, ô fulano, falei tipo, tem um plot. Luto que IA ver com isso aqui, isso aqui, isso aqui. Ele falou, tem, eu falei, me fala aí, informação desse npc aqui e tal, tal, tal, que tem a ver com a tua história.
Ele me passou a história da Olimpíada, eu falei, pô, na minha mesa começou nada, tem um personagem que tem a ver com isso aqui, eu posso conectar as histórias aí com esse experimento que tem a ver aí com outra história. Ele falou, pode tal qualquer coisa, eu faço a participação especial na mesa. Falei, beleza, então tem essa questão de fazer participações, de lincar uma coisa na outra e tal, e é muito gratificante assim.
É legal. Eu sou de uma generosidade de maneira com o espaço criativo de todo mundo, né? Isso é interessante maneira. É agora, então. E eu fico, eu fiquei viajando aqui, né? Você tem missões, tipo, sei lá, uma missão de nível um. Quando você pensa assim, às vezes a missão de nível um é aquela informação que, enfim, que é uma missão de fato menos perigosa, e aí que de repente são informações mais periféricas, mas que vão construindo uma base de
conhecimento. E aí, missões mais graúdas são as missões que sei lá que é mais difícil. É, vai vão ter mais impacto, né? E eventualmente as missões mais, que é quando o bicho tá pegando seriamente, né? E aí eu volto com aquela pergunta lá atrás. Como é que decide quem vai participar da sessão filé assim que é quando vai cair o Dragão? Quando AO portal vai ser fechado, aham? Quando a sombra vai ser, sei lá. Destruída. Destruída. Como é que decide isso? Assim como é que é a escalação
da dos participantes? Tem 3 formas, depende de qual dessas 3 formas essa missão vai acontecer, né? É a gente, pelo menos lá dentro a gente tem essas 3 maneiras, né? A gente tem as missões, que a gente chama de missões do quadro, que é quando alguém contrata a guilda para alguma coisa. Então a gente tem um canal que a gente chama que está lá o quadro que é. Os narradores vão e colocam as missões lá e é por ordem de chegada, quando a gente coloca
posta a missão. Mais ou menos 4 horas da tarde lá. E aí quando dá 7 horas da noite, as pessoas podem botar, eu quero mandar ali o textinho e a gente coloca isso porque dá tempo de todo mundo ler o quadro e ver, ó, essa menção faz sentido pra mim, ou não faz ou tudo mais tá dentro do meu ranking e tal. E aí, quando dá umas 7 horas, as pessoas botam lá, a gente coloca, tem 5 vagas, né, pra
essa missão. E aí, por ordem de chegada, quem, quem mandou a mensagem ali dentro do horário, por ordem de chegada, é selecionado. Então, é meio que democrático nesse sentido. Outra possibilidade é por missão solicitada, que é o que é tipo. É um jogador que ele tem 11, coisa que às vezes tem a ver com a Lori dele. É uma coisa que às vezes é importante para a Lori dele, que a gente também. É se importa em desenvolver as lores dos personagens e tudo mais.
Às vezes você está meio que focado nisso, né? Você não não está focado na temporada, mas está focado Na Na Na tua história, né? E às vezes, a história desse personagem fica tão legal para todo mundo acompanhar, porque todo mundo pode assistir. E fica e gera aquele burburinho, sabe, tipo, putz, eu quero, eu quero participar, é para matar, sei lá, 11 dragão que é muito escroto, pô, esse dragão matou um grupo ali semana passada, sabe?
Tô falando isso, inclusive, tá rolando essa história, teve um dragão que matou um grupo na semana passada e a galera vai voltar com o Dragão, então também que tá todo mundo, tipo assim, e aí, como é que tá bem a solicitada pra gente matar esse dragão? E aí meio que é isso, como a solicitada é diferente da do quadro, no quadro, é por ambiente, chegada na solicitada, é. O player que solicitou a missão, né? Ele escolhe a equipe que vai com ele, então geralmente ele pode
ir por ou por afeto, né? Tipo assim, Ah, eu gosto mais de jogar pulando sicrano, é porque tem a ver com ele, com a Lori dele e tudo mais, ou ele pode ser mais estratégico? Na maioria das vezes as pessoas são mais estratégicas e tem quando é um evento assim. Como você tá falando de tipo a sombra, por exemplo, a última sombra, como é que a gente faz, a gente faz sorteio, a gente tem um chatbot.
Que as pessoas se inscrevem para participar do evento e no caso, a gente faz 11 vídeo chamada ali, né? E faz a seleção por sorteio de das pessoas que se inscreveram é, sei lá, 6 vagas para participar dessa última mesa, que é a última mesa da temporada, por exemplo, né? Nível, sei lá, nível 12. E aí quando é nível 12, aí a gente deixa participar, é nível 1312 e 11. E aí a gente pra gente também dar mais espaço para mais gente.
A gente, ok, beleza. E aí todo mundo aqui, a nível 1112 e 13, se inscreve nessa para participar dessa mesa e a gente faz um sorteio, ok, 6 vagas, e essas 6 vagas são preenchidas, as pessoas vão, então assim a gente dá chance meio que igual para todo mundo poder participar, se está dentro daquela possibilidade de ramo. Quem é sorteado deve ficar muito feliz, ao mesmo tempo falar, caraca, fodeu, agora agora a bicho pegou. Mas é isso, se você se inscreveu, você sabe da possibilidade.
Porque a gente quer dizer, nem se inscreve porque fala assim, velho, não, não vai dar pra mim, não. Eu eu estou preocupado com outras coisas. Sabe o que acontece? É, e assim você veio falando, eu vim pensando, né? A gente tem aí. Então, 1111, contexto de muitas mesas, né? Mesa pra caramba. Pra falar a verdade, sim, muitos
personagens, né? Com muitas histórias diferentes, muitas narrativas diferentes de cada um deles, background e lore pessoal, né, que é tudo canônico, sim, é, e em contexto de multimestres, né? Como é que é feito o alinhamento, a documentação disso? Como é que vocês alinham? Pra que isso não? Não fique uma coisa que tenha, sei lá, muitas discrepâncias ou incongruências entre o que vem se menstrando.
A gente tem 11, na verdade. Assim, tudo isso funciona por 2 motivos, porque a gente tem, primeiro, uma comunidade muito saudável é e todo mundo é muito, muito solícito e porque todo mundo é muito apaixonado pela parada, sabe? EEEE com isso. A gente tem uma equipe que é muito, muito dedicada AA fazer isso funcionar e simplesmente por paixão mesmo, pela pela parada toda, sabe?
Inclusive, um abraço a equipe de narração e as outras equipes que fazem essa parada funcionar, porque vocês são fora. É. E aí, o que que como é que a gente faz para funcionar a equipe de narração, por exemplo, quando a gente, as pessoas se inscrevem para semestres, né? A gente geralmente tem 11. Primeira reunião com com quem está disposto a semestre é lá dentro e meio que para alinhar já de cara as coisas mais importantes. É tipo, ó, tu tem muito espaço para criar, muito espaço para
criar, dedicar. Tem um mundo aí tem a gente tem um guia introdutório. A gente tem 1111 documentinho, né? De PDF. Com as bases de cada coisa, as bases de cada Reino das ameaças e tal. É um documento muito grande, porque a gente sabe que coisa muito grande as pessoas não leem. A gente faz um documento ali com com o mais importante. E nesse documento a gente tem tipo assim, ó, o que que a gente te estimula e o que que a gente
não te estimula? Então, quando o que a gente não estimula é tipo, a gente vai deixar logo de cara assim? Lá no primeiro documento que é espera aí, não tenta fazer. É 11 Lori muito grande que envolva deuses EE destruição de um país, sabe? Eu, eu, 11, ameaça a nível 20, sabe, não tenta fazer nada disso, porque a gente quer fazer isso em conjunto. Se você fizer, só sabe, tipo. Qual a graça da parada? Assim, desde o início, AA
proposta coletiva. Então, No No documento inicial que a pessoa lê, já tá isso logo de cara. É, outra coisa que a gente estimula muito é falar pera aí, em vez de você fazer uma parada só se tu quer que teu plot seja seja abraçado pela comunidade, em vez de você fazer uma parada sozinho, tipo assim, Ah. E tive uma ideia de, sei lá, uma organização, um balão, uma coisa aqui que a gente não tinha inventado ainda, uma organização que tá fazendo os experimentos
especificamente com elfos, né? E tudo mais. Eles estão sequestrando elfos e fazendo experimentos com eles, e eles são mega perigosos. Só que você não não divide isso com ninguém e você se propõe a fazer isso, só sabe tipo, a chance da de só quem vai saber desse plot é as 5 pessoas que
jogaram com você, é enorme. Mas se você chega na no grupo dos narradores e falar, gente, estou com a ideia de uma organização que está sequestrando do welfans e tal e tal, quem quer fazer isso comigo é certeza que assim, no mínimo, sabe, umas 4 pessoas vão chegar lá e fazer, pô, Bora, sabe? E aí de repente essa organização começa a virar uma parada, sabe?
E aí quando a gente faz reunião de narradores, aquela fala, ô, tem uma organização aí que a gente criou aí nessa temporada, como é que a gente amarra isso quando a gente faz uma reunião com todo mundo? Pô, beleza, aí no caso, sei lá, tá rolando, se ainda tivesse rolando as sombras, né? Pô, o que que eles estão fazendo? Experimento com elfo, né? Tipo, sei lá se pá, porque os elfos vivem muito, então a devoção dos elfos aos deuses
antigos pode ser mais potente. Então eles estão querendo, sei lá, capturar esse poder de devoção para fazer uma arma para destruir as sombras. Então a intenção deles é boa, mas o método é ruim. Pô, vamos, vamos amarrar isso no evento e a gente faz um evento sobre essa organização. Então a coisa vai, vai, vai AAA crescendo, porque é coletivo. E aí a gente tem todo final de sessão de lição. No caso, a pessoa escreve um relatoriozinho e a gente tem uma
equipe que lê os relatórios. Então, se tem alguma coisa que soa meio estranho, né? Alguém faz alguma parada? Sei lá que. É uma coisa também que o esod tem, né? A gente fala que o esod não tem nenhum tipo de preconceito, então LGBTfobia, eu não sei se está óbvio para as pessoas que estão ouvindo. Eu sou uma pessoa trans, é, não tem nenhum tipo de preconceito e
tudo mais. Então, se a gente vê algo, por exemplo, do tipo, a gente chama o Narrador, troca ideia, nada demais, só falar véi, não é assim que funciona e você já sabe disso, porque a gente já aborda isso desde o começo. Então, se algo de estoa, se algo de estoa, a gente chega então com a ideia e fala, véi, você, você está ciente assim que não tem esse tipo de coisa? Tipo o que que aconteceu, né? Aí pode falar, mas eu achei que seria mais interessante botar.
É um preconceito, ok? Você, você acha que é legal e os seus players estão cientes. Aí a gente tem uma outra proposta também para você fazer narrativas que não funcionam em êxod que é. Outro mundo, sabe? Por isso que é entre mundos. A gente tem literalmente a possibilidade de você falar AA guilda. Esse grupo de aventuras foi para um outro mundo e lá eles lidam, precisam lidar com esse tipo de preconceito.
Show perfeito, sabe? Mas em peso disso não existe, então vamos manter assim e aí a gente vai construindo isso. Então, bem que tem reuniões tem, é. Quando eu falo reuniões, não são reuniões toda semana, não. Gente, pelo amor de Deus, que a gente tem vida, mas é é tipo, a gente faz reunião ali, tipo a cada 2 meses. E aí tem meio que esse alinhamento. Tem equipes que podem tirar dúvidas, tem canais de dúvidas literalmente que você pode diariamente.
Lá as pessoas mandam dúvidas de low EE ou dúvida de sistema e a galera própria. Também, né? Como? E fazem row play também. Né? Sim. RP, todo dia tem row todo de texto. Tem as áreas da guilda lá, tem o Jardim, tem a Taverna, então as pessoas vão fazendo o RP de texto nos canais ali. E aí é muito legal, porque quando chega na missão, tem essa bagagem também do que que aconteceu ao longo do dia com aquela pessoa, né? Então, às vezes tem coisas já que aconteceram que é muito legal de.
Os 2 personagens estarem meio que tretados no RP de texto. Só os personagens, né? Não os playtos, mas tem alguma treta, aconteceu alguma coisa e aí esses 2 personagens vão ter que sair em missão naquele dia. Então aquela missão que que é poderia ser só uma missão, por ter esses 2 personagens juntos, que tem essa bagagem da RP de texto, acaba ganhando essa camada, sabe? De, de, de por causa da relação deles, os 2 naquele dia é bem, bem gostoso.
Muito legal. E bom é a gente, então tem essa, esse esquema, né, a comunidade ali atuando forte, né, pra poder organizar isso tudo. E como é que é essa comunidade, né? É quem é no o público que está ali. É uma galera de que mais ou menos que idade tem algum, sei lá, uma galera que curte, você pode conseguir falar a galera que curte. É, as referências são muito de anime ou são de sei lá, existe existe uma cara essa comunidade. Quem é que faz parte dessa
comunidade normalmente? Olha, é, a gente fez uma pesquisa há alguns meses atrás. É. Mas eu acho que se a gente fizer agora, ela vai. Ela pode dar alguns dados um pouco diferentes. A gente fez uns. 4 meses atrás, essa pesquisa, então agora entrou muito mais gente nos últimos 4 meses ainda. Então acho que eu não posso dizer com precisão, mas é. Foi com base nessa pesquisa que a gente fez? É, é um público muito. A gente tem pessoas de 15 anos também, mas a maior parte do nosso público tá.
Na Na faixa dos 20 a 32 anos por aí, a gente tem pessoas de 34 mais ou menos. A minha idade eu eu acho. Eu não cheguei a ver gente mais velha do que eu lá dentro. É já vi gente da minha idade lá que joga e tudo mais e é bem ativa. Mas a maior parte do nosso público está nessa parte de idade, de 20 a 32 anos é a é AA maior parte. Universitários assim?
Universitários e tudo, galera que está na faculdade e tal é. E a gente tem também 1111, grande público LGBTO, que é honestamente um grande orgulho para mim, porque a nossa comunidade, ela não foi divulgada como uma comunidade LGBT. É não que fosse um problema, se fosse. Mas não foi, a gente foi divulgado primeiro como a é isso?
Essa é a nossa proposta, construir um cenário junto com todo mundo e meio que no boca a boca chegou na galera LGBT, que era uma comunidade feita por por pessoas trans, pessoas LGBTE, tudo mais é, e a galera foi chegando, é e também tem muita pessoa neuro divergente. A gente percebeu isso na pesquisa também que a gente fez é o que são, é ser na época
quando a gente fez a pesquisa. É 60% da comunidade era LGBTE, 60% da comunidade era neuro divergente também na nossa pesquisa a gente viu que AA maior parte das pessoas são de São Paulo e Rio de Janeiro. Mas aí eu acho que também se reflete muito com com o próprio cenário da RPG No No Brasil, né? Tipo aquela que é mais ativa na internet, especificamente é de São Paulo e Rio de Janeiro, depois vem ali o Rio Grande do Sul e depois. É se divide ali Na Na, nos
outros estados e tudo mais. Então a gente foi mais ou menos o que a gente mapeou aí na maneira de pesquisa. E a gente pra caramba então, né? É atualmente é dentro do do servidor. Tem mais de 2000 pessoas. Eu não, não sei assim se está 2000 EE 600 2002 1002. 2000 acho que estava 2060 pessoas, mais ou menos. Quando a gente está gravando esse episódio, é ativamente assim. É, a gente tem ali é acho que 300 a 400 pessoas por dia assim, mais ou menos.
É muito ativa, né, cara? É, então, é, é, é muito, é, é, é um, é um, é um trabalhinho. Mas é muito gostoso, é muito gostoso, muito maneiro. E assim, tem alguma identidade disso com o público do TikTok, né, que não não imagina, não sei, porque TikTok é um é um, é um meio que que tem essas viralizações muito forte, né? E o canal é bem grande. Então como é que é a relação do da produção de conteúdo? Até porque se chama parceiros que produzem conteúdo, né?
Como é que esse? Da produção de conteúdo com essa comunidade? Então, assim, acho que dá para dividir essa resposta em 2 partes.
A primeira é que sim. No primeiro momento, grande parte, para grande maioria das pessoas que veio foi por causa do TikTok. É, e eu digo isso porque eu passei por essa surpresa assim, tipo, IA chegava novata, a gente IA lá receber e tal e falava, Ah, eu sei que você IA pelo TikTok e tudo mais, de meio que tinha partido do pressuposto que a pessoa tinha vindo pelo TikTok. Até que a gente começou a perceber que eu comecei a passar umas vergonha, sabe, de conversar com o novalá tem
quando vai ser? Ah, porque como você sabe, no TikTok, a pessoa você tem que TikTok, tipo, olha, não sei. Ele falou, Ah, eu vim porque meu amigo me chamou, sabe? Eu nem sei que você tem TikTok. E aí começou a acontecer isso e hoje, assim, o público é muito heterogêneo. Sabe, é hoje, tipo, tem muita gente de, de, de amigos. Tanto que já teve gente que veio pelo catarse, que a gente tem um
financiamento recorrente, né? É com com que a gente coloca conteúdos mais aprofundados da lor EE, com contos, com podcast, com artes, do do que a gente paga um artista, né? O não Mark gênio. É com artes da da Lauren e tudo mais. É. E teve gente que entrou No No, no, na comunidade, porque tava lá no catarse procurando coisas de RPG, leu o projeto e falou, caramba, tipo, é isso? E a pessoa entrou, sabe? Então, tipo, a pessoa nem veio pelo TikTok, nem veio por amigo,
mas veio pelo catarse. Então, tipo assim, é uma doideira. As pessoas, elas vêm de vários lugares hoje, mas inicialmente veio realmente pelo pelo, pelo TikTok. É a relação da produção de conteúdo. É, eu acho que ela é meio simbiótica, sabe? É porque inicialmente a gente começou no TikTok, porque era meio que das conversas que eu tenho com com o Adriano, né? Tipo, a gente fala muito de RPGA gente joga RPG junto desde o início.
Assim, desde os 16 anos a gente começou jogando a primeira aventura juntos, literalmente é. Então a gente meio que conversava de RPG. Ah, vamos fazer um vídeo sobre isso. E nesse sentido, hoje é meio que o que acontece na guilda se reflete no que eu eu eu vou falar, né? EE? Aí às vezes acaba que eu não tenho como não falar da guilda no final do vídeo, então ela acaba que tipo o vídeo, até pouco mais da metade do vídeo é sobre a discussão, e aí eu acabo
falando da guilda no final. E assim, sinceramente, muito sinceramente, nem é para divulgar o projeto. É mais porque por meio de lá, eu acho que a galera é é é justo eu falar? Porque eu sei que a galera que acompanha o conteúdo tá lá dentro. Eu quero deixar claro, galera, assim é mérito de vocês. Tá tipo então. Participar galera disso. Exato, exato. Então, recentemente, por exemplo, eu fiz 111 vídeo no TikTok e também foi para o Instagram que a gente começou no Instagram.
Agora é sobre os memes que a galera tá fazendo. A galera tá criando contas no Instagram dos próprios personagens. Sabe? EE meio que mostrando tipo, a gente teve um evento que foi é eles indo para uma outra realidade que é tipo o abismo entre mundos e tal é te deu o nome de da arte.
E aí a galera começou a postar, tipo assim, nas contas dos personagens, tipo, fotos dos personagens indo para o abismo e tal, fotos dos personagens na nave e coisas desse tipo assim se despedindo e coisas do tipo então. Ou então memes assim muito. Idiotas assim, de pega faz um desenho, aí bota naiada, o personagem dançando e o abismo
assim no fundo? EE aí eu fiz o vídeo sobre isso porque eu achei muito legal, nunca tinha visto algo do tipo, e aí eu falei, pô, eu não sei se isso acontece em outras mesas também, né? Já tive mesas pessoais, memes, mas é não de fazer conta na rede social dos personagens. Eu nunca tinha feito isso, então é, eu acho interessante esse movimento, porque assim, acho que eu não, não, não, eu sou da
velha guarda do RPG. É, é não velha guarda assim do ADED, apesar de ter jogado ADED, é, mas eu sou ali da geração do do codiz, né? Primeira aventura, tormenta e tudo mais. Vampiro, eu peguei essa época aí, é. Então pra mim, certos movimentos também são novos. EE meio que me surpreendem também certas coisas. Então é é uma experiência bem, bem interessante. Também legal, e como é que é essa parceria com com outros produtores de conteúdo?
Por exemplo, você, você chegou até mim e falou, pô, Paulo, quer participar lá, falar na comunidade. Aí quando eu fui ver a Bela, já tinha participado, a Bela teve aqui no café. Tem outros produtores de conteúdo que estão participando disso. Como é que é esse engajamento com a comunidade produtora de conteúdo e os parceiros que vocês têm? É, então a gente geralmente é eu, eu, eu, eu.
Como eu penso em RPG como arte e a proposta da gir dessa construção coletiva, eu sempre eu acho que é muito interessante trazer uma pessoa de fora e chegar para essa pessoa e falar, ó, a gente tem isso aqui, quando a pessoa vai narrar lá dentro, né? A gente tem isso aqui, você narra ET 20. Aí a pessoa fala, Ah, narro. Aí eu falo, ó, a gente tem isso aqui. O que que você quer fazer? Geralmente é isso, tipo. EE tem criador que propõe coisa grande assim.
Por exemplo, temos dias de Tonho, a gente chamou ele. EE aí ele meio que gostou do testemunho. Ele falou, a gente falou, ó, você pode narrar uma separada ou fora, você pode fazer o que você quiser. Testemunho é maneiro mesmo, é. Ele olhou o testemunho e falou, pô, o cara IA fazer esse rolê aí do testemunho. Aí falou, tem alguma coisa? Alguma. Qual o próximo passo deles? Aí eu falei, ó, a gente estava pensando em algum momento lá na frente.
E eles fazerem um ataque para matar uma divindade que é máquina, uma divindade que eu particularmente gosto muito, que é literalmente um robô que acendeu a divindade, ele é EEE. Aí, inclusive nesse evento eu estou com uma revelação de que máquina foi 11 robô que se tornou Deus sem querer ser Deus. É então as pessoas, as pessoas o admiraram tanto EE se devotaram tanto a ele que ele ascendeu contra a própria vontade e a diretriz dele impede ele de não ser um Deus.
Então tem toda essa questão aí de trazer as reflexões das divindades e tal. Enfim, GG trouxe essa ideia. Eu falei com ele, ó, a gente estava pensando lá na frente, lá na frente fazer um ataque contra a máquina e aí, se pá, ele morre. Aí ele falou, pô, vamos fazer isso, não é vento, vamos aí, o que que acontece, essa máquina morrer? Eu falei, a gente simplesmente vai ter que apagar um Reino em peso da Lori. Aí eles vamos embora. Eu falei, vamos embora, é isso?
E a gente fez um evento que. Foi da muito gente o Tonho AO DAE. E aí, tipo, foi um evento que todo mundo ficou engajado. Até uma e meia da manhã. Assim tipo, ele narrou até uma e meia da manhã, de 9 horas da noite até uma e meia da manhã nossa. E a galera mega engajada assim teve quem não participou das mesas. A gente fez várias, várias a. Vários prompts de pistas que o testemunho estava dando entre si e a guilda conseguiu intercetar e a galera tinha que decifrar.
Então a comunidade inteira estava engajada assim para ajudar as equipes das mesas a conseguir chegar onde precisava chegar. E a gente realmente elaborou, tipo assim, e se os players não conseguirem máquina morrer, o que que acontece? A gente bolou umas coisas em loja, o que que IA acontecer, como é que IA mudar o cenário, mas felizmente não aconteceu. Também deu menos trabalho, mas é o movimento que a gente faz com os criadores de conteúdo.
É meio que isso. Assim, eu, eu chego, eu, eu, eu penso em criadores que podem narrar lá dentro e criadores que podem agregar, como você, né? De trazer uma discussão, trazer reflexões, ajudar a galera a tirar dúvidas, porque tem muita gente lá dentro que essa é a primeira experiência de repetir que as pessoas estão tendo, sabe? Tem gente que nunca jogou RPG em outro formato que não esse formato, e essa sendo a primeira vez que as pessoas estão
jogando. Tem muita gente lá que está narrando ARPG pela primeira vez lá dentro, que já jogou antes, mas nunca narrou. E aí começa a jogar lá dentro, começa a se apaixonar pela parada. Aí fala, pô, eu quero criar também. E aí começa a narrar também. Então essas pessoas aí eu penso, pô, vamos trazer alguém para cá, para dentro, para. Pra essa galera fazer perguntas, porque a galera me vê lá todo dia, né? Então eu falo, pô, vamos trazer
uma outra perspectiva e tal. E você viu quando você foi lá, tipo, teve muita pergunta, tipo, Ah, como é que eu lido com isso, né? E aí, tipo, você trouxe da perspectiva e tal. E aí a gente vai costurando essa conversa é, e tem os narradores que quando vão narrar lá dentro é, eu sempre comissiono a narração. Então eu convido Oo Narrador e a gente paga esse Narrador, porque, como eu disse, se Eu Acredito que a RPG é arte, eu acho que nada mais justo do que pagar o artista, né?
Então, e essa pessoa está se propondo a construir algo ali dentro e propor aquela experiência, então, beleza, vamos, vamos fazer uma comissão? Nada. Então é geralmente o valor do livro da pessoa. Aí a pessoa responde, a gente faz uma reunião. É quando o Narrador vai narrar lá dentro. A gente tem geralmente é 2 reuniões, a gente tem a reunião em que eu apresento para pessoa AA lo, né?
E aí AA gente marca o dia do evento dentro da agenda do do Narrador, ele fala, ó, eu posso, é esse mês, eu posso, tipo, sei lá, dia 29 é, eu falo, beleza, vamos fazer dia 29, explica mais ou menos como é que é esse AA proposta? Ele fala, ó, a gente vai fazer é. 4 mesas, então eu vou narrar uma, Adriano vai narrar outra, a Maia, minha xará, vai narrar outra. E tudo comendo na tua mesa.
Geralmente é assim que a gente a gente propõe, a Narrador fala, beleza, a gente tem a segunda reunião, que é quando o Narrador traz a ideia dele. O que que ele decidiu criar é, ele falou, ó, eu quero vamos pegar pra negociar do GG, né? Tipo, a gente vai fazer esse rolê de matar a máquina tal. E aí eu falo, OK, é. E aí, na verdade, antes dessa segunda reunião, ele já manda mensagem para gente falando com a ideia e a gente elabora como vai ser as nossas mesas.
A gente tem que chegar nisso, ok? Eles vão tentar matar a máquina. Como é que a gente chega lá e a gente começa a elaborar como as outras mesas vão acontecer. E aí a gente tem essa segunda reunião, que é tipo ó, a gente explica para ele e tudo fala, ó, beleza, a primeira mesa do dia vai ser assim, assim, assim, assim. A segunda mesa do dia vai ser assim, assim, assim, a gente vai vendo, tem alguma lacuna aí e quem não está jogando vai fazer o quê? A quem não tá jogando pode
participar assim, assim, assado. Então a gente constrói e aí chega no dia. O evento acontece geralmente é o dia inteiro lá nessa, nessa experiência. Muito bom, muito bom. Maneiro agora, bom, chegando agora num nos finalmente, né? Do Pablo, que tá muito bom. Mas queria perguntar para você o seguinte, 2 coisas, a primeira, qual desafio que você passou? Na nesse rolê tudo aí vale comunidade jogo sobre qualquer qualquer espectro foi o
principal desafio. É como dona dessa comunidade, como uma pessoa que organizou junto com outras dessa comunidade e como você superou esse desafio e um desafio que ainda não está superado. O que você está vivendo? Conta para gente. Acho que Oo primeiro desafio é, eu acho que é lidar com as pessoas. De uma forma que, como eu posso dizer que você entenda quem AAAA como dizer não sabe? Acho que esse é o maior desafio, principalmente porque todo mundo está querendo trazer alguma
coisa, sabe? E aí, como é que você? Como é que você diz não? E aí tem, eu acho que tem uma outra parada também que acaba, que acaba se conectando também que as relações interpessoais, que é quando entra na parte social, sabe? E aí quando começa a ter uma treta entre uma pessoa e outra, sabe? E aí entra naquele rolê de Ah, por que que fulano é, é, é. Fez isso e não recebeu um strike, sabe? E aí você tem que chegar. E eu acho que para mim é muito, muito mais lidar com essas questões.
Interpessoais do que lidar com literalmente a parte de RPGA, parte de RPG, ela É Ela é. Como eu falei, todo mundo é tão apaixonado pela parada que é muito fácil de lidar, porque está todo mundo querendo o melhor disso. Então a parte da RPG é muito tranquila, mas é quando a gente entra nessa questão de equipe e tal. E são pessoas, todo mundo que se conheceu ali dentro, sabe? É porque é a minha equipe de que que a gente está criando isso.
A gente se conhece. Mas aí tem todo uma equipe que está chegando para trabalhar ali junto, essa experiência interna que está todo mundo se conhecendo ali dentro, então acaba tendo umas rusgas. E aí, como é que você lida com essa parte? Então isso para mim foi o primeiro maior desafio assim de de chegar EE conseguir controlar com a com a galera e falar gente assim na moral. Vamos ser honesta aqui. Foi conversa, então, tipo, se ele o jeito de lidar com isso é conversa, é social.
Também, exato, exato. A gente teve que criar umas regrinhas, sabe? É, é isso foi uma coisa que a gente foi vendo ao longo dos meses, a gente foi aprendendo ao longo dos meses, é, no primeiro momento, acho que foi esse, esse foi o maior desafio, foi tipo assim, a gente não estava esperando lidar com isso, né? É ter que lidar com a parte interpessoal, né, porque no fim são pessoas, né? É, e aí a gente teve que criar regras. A gente teve que criar regras no sentido de e assim,
honestamente, é o básico, sabe? Mas é aquele Rolo de tipo assim, ainda assim como são pessoas, é, tem gente que passa do ponto, sabe? E aí como é que você chega para conversar com essa pessoa e falar, AI, sabe, tipo? Por favor, sabe, você sabe como são as regras aí, entende? E criar 111 sistema de strike, né?
De tipo assim, ó, você falhou uma vez, um strike, perdeu na segunda vez, aí você fica, sei lá, uma semana sem poder, uma semana, não é 3 dias sem poder interagir dentro do servidor, aí se você falhar de novo, aí a gente vai ter que te banir amigo e tal. Então tem essas questões assim de de ter que lidar com essa parte. Foi o primeiro desafio. Que hoje assim, felizmente tá, tá, tá superado, mas não por mérito meu, porque eu não IA conseguir lidar com isso só porque é muita gente, mas por
conta da equipe também, sabe? Tipo a equipe inteira, assim, da moderação e tudo mais. A galera conseguiu assim, consegue lidar, estabeleceu grupos e tal, então tem o grupo que lida com isso, o grupo que lida com aquilo e tal, e aí faz funcionar. Então é, esse foi um desafio que realmente não estava prevendo. Eu falei, Ah, vamos lidar, vou fazer uma comunidade de RPG. Eu vou lidar só com RPG estilo, não é, gente, sabe? Chamem os psicólogos. É psicólogo lá dentro também, sabe?
É muito bem, é. E aí tem que lidar com essa parada, por exemplo, porque são pessoas de mundos muito diferentes, sabe? Então é exemplo, tem uma. Galera, né? É você? Tem uma galera LGBT lá. Como eu disse, tem muita gente LGBT lá dentro. Exemplo, como eu sou a pessoa que mais aparece com o rosto, né? O Adriano geralmente faz só vídeo de ensaio, eu também faço vídeo de ensaio, mas às vezes eu tô sem tempo, eu pego o celular, gravo e faço e mostro minha cara.
Então acaba que por as pessoas verem que eu sou a pessoa trans, muita gente trans vai lá para dentro e aí às vezes acontecem, sei lá, tipo, tem gente que não, que que tem transfóbico, que entra lá dentro, a gente não sabe. E aí a gente só sabe quando o cara vai narrar, por exemplo, sabe? E aí o cara chega e fala, Ah, é EEE. Começa a errar os pronomes da pessoa. A gente meio que dá um direcionamento, mas às vezes você percebe que a pessoa está
fazendo de propósito, sabe? Existe um rolê entre errado pro nome e errar de sacanagem, sabe? Então, e aí, como é que a gente faz? Sabe lidar com essas coisas? Ou então é nos canais de áudio, alguém fala umas coisas muito problemáticas e aí a nossa comunidade, ela meio que se auto regula. Né? Primeiro, chama a atenção do cara, às vezes nem chega na gente assim, só chegando a gente como fofoca, tá ligado? Assim, ó, fulano falou o bagulho problemático.
A gente falava, beleza, então assim, hoje a comunidade se auto regula, então é são pouquíssimos casos que acabam precisando meio que chegar em mim assim, de lidar com essa questão de gente e tudo mais. É porque a comunidade meio que vai se ordenando, porque a gente já tem, vai, já tem, vai fazer um ano já de projeto. Então é, é. Tem gente que tá no projeto desde o começo e aí já já consegue, já sabe lidar já. Então é bem tranquilo.
É agora o que eu tô lidando hoje é uma coisa que acho que a gente não chegou a comentar aqui, que é o cerne do projeto, que é o desenvolvimento do livro, porque Oo cerne do projeto é sempre foi esse assim de AA gente em si. Um cenário de RPG. Ao invés dele sair o livro EE tentar formar uma comunidade. E se o projeto for ao contrário, e se o livro surgir com a comunidade, sabe? Então essa foi a nossa ideia de de formar ou entre mundos, o livro de entre mundos junto com
a comunidade. Então vamos descobrir esse cenário junto com a comunidade. Então a gente tinha a ideia, né? E a gente trabalha de uma forma muito honesta com a comunidade em relação a isso. A gente sofreu muito sincero com eles e ó, a gente tem isso aqui, a gente sabe que a gente quer fazer isso aqui e mas vamos começar em êxod, vamos começar primeiro e não vamos fazer o todos os mundos, meu Deus, vamos começar aqui, sabe? EEE, vamos descobrir esses mundos juntos. EEEE meio que a gente vai
construindo. A gente foi descobrindo muita coisa, tipo quais são as raças, quais são, é, é, é, é as classes que a galera mais curte esse OKE, esse é um mundo onde. Divindades existem junto com com todo mundo da lei, ok, qual é a divindade que as pessoas lidam? Bem, que as pessoas não lidam, e como é que é isso, sabe? Ou algum player traz uma ideia para essa divindade, pô, e se essa divindade for assim, tipo,
pô, massa. Isso tudo foi moldando a nossa percepção do próprio conteúdo que a gente estava se propondo a criar. E aí hoje a gente começou OA escrever o livro. É porque a gente primeiro teve esse momento de. No mapeamento, né?
De de entender tipo ok, como são, o que é o entre mundos EE ver isso junto com a comunidade EE, por exemplo, a gente eu gosto muito de RPGs, que tem uma mecânica motor, só que eu não tinha ido a ideia da mecânica motor porque eu falei vou descobrir isso junto com a comunidade e ver como é, o que é
que está faltando, sabe? Na experiência do RPG da galera e ao longo dos meses, a gente foi jogando e eu fui meio que percebendo o que poderia ser interessante para essa proposta de experiência que a gente está fazendo. E aí agora a gente tem uma mecânica motor, com base na experiência da comunidade, sabe? Para essa experiência que a gente está se propondo a criar, então. Que mecânica é essa? Eu não sei se eu posso voltar ainda. Eu não sei se eu posso voltar
ainda. Mas assim, ela, o que eu posso falar dela de cara é que ela tem a ver com. Como eu falei, o entre mundos é sobre múltiplas realidades, que não são necessariamente, como eu disse, um multiverso que tem uma outra versão de você e tudo mais, mas mundos diferentes, né? E eu gosto muito do rolê. De que? O multiverso, ele se regula, sabe? Então, se existe 11 energia muito forte em um mundo e o outro mundo, você vai ter um efeito inverso aquilo, né? Eu, eu tem um. Carma geral assim?
Tipo isso, sabe? É que se reflete em outra realidade. Então, no sistema, como é que eu estou propondo isso? É uma experiência dinâmica entre mestre e jogador. Em um ponto que se você usa esse ponto, ele é muito bom para você. O player, você tem esse ponto. Então você pode fazer algumas coisas com esse ponto. É tanto narrativamente quanto mecanicamente. Mas se você usar esse ponto, O Mestre também ganha um desses pontos.
E aí esse mestre, ele pode fazer coisas específicas com esse ponto também é, seja em um combate, ou seja, narrativamente de alguma outra forma. Que seria essa mecânica do universo se regulando. Então é mais ou menos essa a ideia. Você faz uma coisa, você está em um mundo e você afetou isso, beleza? Como é que o mundo vai te responder e essa forma do mundo responder ao mestre meio que com esse ponto. Então a ideia é criar essa dinâmica de vale a pena eu
afetar essa realidade aqui? O player é pensar nisso, eu preciso mesmo fazer isso? EOK, eu preciso. E O Mestre ganha esse ponto e você vai ter que lidar com as consequências disso. E aí, eis que a borboleta bate essas aqui e lá no outro mundo, em outra sessão, com alguém que às vezes a gente nem sabe o que que tá acontecendo. Um Tufão, um ciclone subtropical. É meio que essa proposta do efeito borboleta, mas ele pode
acontecer. Inclusive ali, naquele momento, você está dentro daquela realidade. Se O Mestre acha que é mais vantagem de usar aquele ponto naquele mesmo momento. Ele vai usar? Entende? Então é, mas essa questão de é uma ação e consequência, sabe? Então essa é a mecânica motor do do é assim, explicando de um modo geral, não entrando em muitos detalhes, essa vai ser a mecânica motor do livro. É, e também porque assim, eu acho muito divertido.
Eu acho que, para além do, eu quero traduzir isso da lore ou traduzir essa experiência. Nas experiências que a gente teve, tipo, para mim foi uma experiência muito gostosa de se jogar, de de ficar com aquela sensação de, nossa, eu, eu posso ter esse bônus, eu posso fazer isso. Mas se eu fizer, tipo, a gente ainda tem o que mais 4 cenas, sabe? Para quem narra, você consegue meio que fazer essa conta, né? Tipo, o que que pode acontecer
nessas 4 cenas? Se quem tá narrando tiver essa possibilidade de usar isso contra mim, sabe? Então esse gerenciamento de recurso para mim é muito divertido também. Muito maneiro, muito maneiro. E dizer não, você aprendeu uma forma de dizer não, afinal? Sim, sim, sim. Socialmente, né?
Socialmente é. Eu acho que entra naquela questão de quando você lida com a comunidade de muita gente, por mais legal que seja a tua ideia, acho que no fim a gente tem que pensar, isso vai ser legal para a maioria, sabe? E acho que ainda não rolê de você dizer não para você também, sabe? Então, às vezes eu tenho uma ideia que eu que eu julgo muito legal, mas é se ali no todo é, é, é. Por exemplo, às vezes teve plote, às vezes falando especificamente da guilda, que
eu já, já, já criei a solução. E aí eu vou na reunião dos narradores e falo, ó, a gente tem esse problema. Só que às vezes, pô, se eu falar AAA minha ideia, às vezes os narradores não vão trazer as ideias deles. Então eu prefiro não falar a minha ideia e deixar que a comunidade cria a solução para aquilo. Sabe, tipo assim, a solução do plote, Ah, a solução do plote. Quando eu digo solução, não é como os plays vão resolver esse problema, é tipo, qual é a razão desse problema?
É tipo, Ah, o razão. A gente teve agora uma questão de o forço se abriu um forço gigantesco, se abriu, que na verdade é uma abertura para uma outra realidade. É, eu tinha uma explicação de porquê isso que estava acontecendo, e aí na reunião eu falei, pô, acho, eu preferi não falar porque vamos ver o que que a galera traz. Lançou um não para você mesma, né? É você dizer não pra você, EEE. Aí a galera trouxe ideias muito mais incríveis do que eu tava pensando.
Os narradores trouxeram ideias muito melhores, então dizer não às vezes é, acho que isso isso pra sessão de RPG também é dizer não pra pra tua solução e deixar aqui as 5 cabeças que estão jogando. Criem as soluções deles, sabe? Confiar na criatividade do outro. Olha, terminamos. Terminamos então aqui com 11 dica de ouro aqui da maneira legal, ó, agora assim. Como é que a galera agora falando aí, tanto dos teus canais quanto da guilda, como é que a galera faz participar do
teu mundo e do entre mundos? Pra acompanhar o trabalho da gente nas redes sociais é entre mundos quanto RPG. Tanto no TikTok quanto no Instagram, né? É, no Instagram. A gente começou agora, então tem pouquíssimos vídeos lá no Instagram, é, mas no TikTok você já vai encontrar nossa, tem. Dá para maratonar, assim os conteúdos da gente do TikTok. Mas no Instagram eu estou. Eu estou aprendendo a usar o Instagram. É e se você quiser fazer parte da nossa comunidade, né?
Ou entre mundos. No Discord, é só você achar a gente lá. Tanto no TikTok ou quanto no Instagram, tem o link na bio. Sabe, aí você clica lá no link da bio e aí você vai ver lá guilda de RPGE tal, e aí você clica e ele vai te direcionar para o Discord. Tem uma parada que às vezes acontece que não é culpa minha gente, é que às vezes acontece nos nos comentários, as pessoas falarem, Ah, eu cliquei no link da bio, mas o Discord não está me direcionando para lá e tal, está dando que o link é
inválido. Enfim, eu não sei o que é isso, mas aí o que que você faz? Você comenta No No vídeo mais recente lá, manda mensagem na DM. Pode mandar mensagem que eu te encaminho, um novo convite ou qualquer coisa do tipo, e aí você vai direto para a nossa comunidade, mas acho que é isso. E. O não tem um catarse. Ah, tem, tem também. Olha aí, a galera da Guida fica revoltada que eu não sei fazer
propaganda do catarse. A gente tem um financiamento recorrente é que você recebe AA partir de 10 BRL você recebe. Vários conteúdos exclusivos, tem arquivos secretos da lar, é, tem mapas oficiais, tem nossas artes, tem contos, tem podcast, tem nossa, tem muita coisa, tem. Tem ameaças que você pode anotar as mesas adaptadas para qualquer sistema de 20 tem itens também? Bom, tem bastante coisa. E a partir de 10 BRL você, você tem, recebe parte desses itens. E acaba ajudando também o
projeto. A gente poder trazer novos narradores e a gente poder se planejar para fazer o livro eventualmente, né? Porque a gente quer fazer um livro legal. Então a gente sabe que a gente vai ter que pagar o editor. A gente quer fazer um negócio bem feito, profissional, a gente vai ter que pagar o editor, a gente vai ter que pagar o revisor. Então a gente está juntando essa grana com o financiamento recorrente, e isso acho que é isso.
É muito bom. Agradeço demais aqui a tua participação, mais foi um prazer conhecer teu projeto, conhecer você, conhecer a tua galera lá inclusive é um abraço pra todo mundo, se tiver alguém do servidor ouvindo um abraço. Foi muito legal participar e é isso. Vamos vou deixar uma pergunta na enquete aqui, já participou de um RPG de guilda? Responde pra gente sim ou não e pode botar aí, qual sua opinião sobre jogo organizado? Né, versus o jogo doméstico, o que que você acha sobre isso?
É, então deixa aí seu, seu, sua interação com a gente no Spotify, se você estiver ouvindo pelo mobile, né? Se não vai lá no celular, vai lá no teu mobile e usa Oo aplicativo que você consegue interagir com a gente por lá. Então é isso, vamos para o encerramento. Aí, muito obrigado. Você que fica ouvindo a gente até agora, vou deixar os links mencionados no episódio tanto dos anúncios, né? O RPG do Jô, que é responsável aí por esses episódios de terça que vem, agora em janeiro, né?
Então agradecer aí pelo financiamento do RPG do Jô. Você não tá ligado no RPG do Jô, fica ligado no anúncio, né? É isso aí. É uma comunidade muito maneira que troca ideia junto, joga junto. E que cara é muito diversa em seus gostos, em suas origens, e é muito legal trocar ideia com essa galera. Muito legal mesmo. E as práticas que essa galera conduz é, então vou deixar o link aí para o RPG do jogo. Vou deixar o link também para você jogar birgotem e o link
para você jogar trema. Por último, deixar os links mencionados no episódio, então, o TikTok do entre mundos, o Discord do entre mundos com a guilda, o catarse do entre mundos, para você financiar. A empreitada aí deles e participar do projeto e também um o link pra um pra um vídeo, né? Da Maia falando como você define uma boa sessão de RPG? É, no mais, apoia o café com
dângel? Se você quer que o café com dângel volte a ter 5 episódios semanais, considere apoiar o projeto e a sua expansão no nosso apoia você apoiaapoia.se barra café com dângel você gostou especialmente do café de hoje? Você pode deixar uma gorjeta mandando um Pix de qualquervaloraiprapracafecomdangel@gmail.com a gente conta é com você. Você tem uma empresa ou uma marca que quer ter um dia na semana no café com dângel?
Você pode financiar mais um episódio semanal no podcast e fazer a Alegria da massa rpgista consulta a gente lá em café comdanjo@gmail.com que a gente tem uma proposta especial para você. Você pode também consultar a gente para parcerias e anúncios. Aí a gente trabalha não só com marcas de RPG, mas também de outros ramos, de outros ramos como café e jogos, tecnologia, mídia e et cetera. Se você quer colaborar, isso se é produto de conteúdo, game designer independente, acadêmico, fã.
Que quer participar do projeto manda um e-mail pra gente, beleza? No mais, agradecer a galera que torna possível essa aventura. Então obrigado demais aí ao a galera do apoio incentivo, incluindo enéia, jusa, pur Suzuki, obviamente mais ao pessoal do nível de apoio à comunidade, incluindo aí o Evaldo pontual, Rogério Paiva, Diniz Júnior e Rodrigo gesta Figueiredo. Um salve especial para os assinantes do nível RPG do Jô
entre eles. O Leonardo dos Santos Ferreira, o Luiz Guilherme de Souza, o Pedro erly, o Vitor Hugo Martins e o Vinícius Caldas. E um abraço aos membros do treinamento howfenntas e são eles, Abílio Júnior, César Machado, Daniel Haidar, Diego cestito é Douglas bayense, Léo gasparuto, menini, Matheus piqueira. O Marcos Gonçalves, o Rafael bardal, o Bruno Kobe, o João bulamaki e o Gui providelo. No mais, um imenso agradecimento
ao membro. Café com balbi, o grande Thiago Augusto, valeuzaço caro, um abraço e até a próxima.
