Esse é mais um proibidão do Café com Dungeon. Depois de uma semana difícil, com game designers e produtores de conteúdo e jogando pedra no podcast, eu estou aqui de volta fazendo algo que eu não devia fazer, mas eu estou fazendo, segundo algumas pessoas. A gente vai aqui investigar regras, continuar nessa tarefa e algo que a comunidade nacional só permite a gente investigar e criticar se a gente
estiver falando mal de D &D ou de GURPS. Então eu peço já desculpa aqui pros doutores e pra academia e pros entendidos, mas aqui quem não tem diploma de doutorado convive com quem tem e vice -versa. E a gente pensa em regras em nível abstrato também, não somente a partir do D &D aqui em edição e do GURPS, do que tiver na moda
criticar. E a gente, se for preciso, vai criticar e questionar sua utilidade ou até aprofundar pra entender melhor como ela funciona ou como elas funcionam. A gente fez a leitura aqui do excelente artigo do Jared Sinkler, o chamado Regres Elidem, há um tempo atrás, então tem um episódio aqui sobre ele e esse texto do Jared deu
muito que falar. Na época que ele lançou mesmo, ele estuda um fenômeno sobre as regras que eu também identifiquei e eu falei a respeito com o Café com Dungeon lá na primeira temporada no episódio sobre a alienação. As mecânicas, às vezes, elas nos alienam das interações narrativas em seus detalhes dentro da ficção, ou elesão
nas palavras do Jared. E é resumindo, o papo todo chama atenção por fato de que você pode evitar rodar toda uma interação demorada, por exemplo, de Dungeon Crawl, se você achar que pro teu jogo faz mais sentido você trocar todos esses detalhes por uma rolagem de perícia chamada Dungeon Nearing, por
exemplo. E aí você resolve aquela interação em uma rolagem, você elidiu aquele detalhe da ficção, deixando de lado tudo mais que você podia abordar de detalhe mesmo, e que para algumas pessoas podem ser relevantes, mas para outras não. Para outras pessoas esses detalhes são justamente o pôr suco do jogar RPG. Eu não sei se o Jared é
acadêmico, se ele é doutor. Eu sei que ele escreveu alguns jogos, inclusive um que ficou famoso rapidamente na cena OSR Nacional aí, mas sumiu rapidamente também, que é o Vanilla Game, apresentado num website simplíssimo, minimalista, mas mesmo sem ostentar em um título da academia que eu ou o Saiba, o Jared pode perceber um fenômeno que parece muito fácil de ser lido no contexto dos jogos
de RPG especificamente, pela forma com que os RPG se relacionam dentro de ficção e regras. Existe de fato uma tensão. E veja só com uma comunidade sadia fez, né? Ela engajou. Mesmo quando o discordou, ela discutiu. Eu tenho certeza que no Twitter teve gente treta fazendo bravata com o Jared. E isso eu me lembro bem, eu conheci até o finado perfil dele no Twitter, no meio de uma treta dessa, então
talvez desse artigo mesmo. Mas o fato é que você consegue achar pelo menos meia dúzia de artigos em resposta ao regras ele que lhe dsem. Alguns artigos são de blogueiros, de robistas entusiasmados, outros de game designers, outros ainda acadêmicos que colocam seus blogs na roda
para discussão. Alguns concordando, outros discordando, mas todo mundo aprofundando de alguma forma essa percepção do Jared, trazendo outro ponto de vista e sobretudo empilhando conhecimento, empilhando
impressões, empilhando reflexões. E depois de tanta pedrada no Twitter que eu tomei essa semana que passou, eu só tenho forças para continuar pensando em regras, em nível abstrato e criticando e pensando a respeito disso por conta da força que eu recebo diariamente na comunidade do Café com Dungeon. Esse episódio é fruto dessa galera. Eu fui chamado de Terra Planista pelo chess no Twitter. Um
abraço do chefe para você. Mas eu acho que você poderia ler o Inchins, por exemplo, ver como ele aborda jogos, como ele investiga jogos, ele considera também que jogos podem não ter regras. Olha que curioso. E talvez ele não seja Terra Planista, né cara? Que a postura dogmática de repente está muito mais próxima do Terra Planismo do que a gente investigar
os assuntos que outras pessoas têm como dogma. O grande Thiago Rosa sugeriu no Twitter que podcast não é o lugar de trocar ruizinga nesse papo de que não necessariamente a gente precisa de regra para jogar, né? Que isso é coisa para academia. Veja bem, eu acho que eu sou sujeito também de conhecimento e a academia
deve dialogar com o povo, ou seja, comigo também. Se eu faço parte desse diálogo, se eu faço parte dessa comunidade, se eu atuo aqui dentro, eu posso investigar qualquer assunto em relativo a ela. Não é questão de trocar ruizinga, é a partir dele. Eu li o zinga, eu gosto de ruizinga, eu provoco também a partir disso, eu investigo. Eu me permito não ser dogmático, mesmo que seja para quebrar a cara se for
o caso. Acadêmicos a gente sabe, eles têm método, eles têm prestígio também. Mas nada disso impede ou invalida o que eu penso, o que eu sinto, o que eu reflito, o que eu vejo em mesa quando eu jogo RPG. Isso pode ser diferente. Felizmente eu tenho um público com título ou sem título que se permite, assim como eu, imaginar e estudar. Beleza, vocês leram ruizinga, mas vocês podem ler também
Wintz, quem sabe? Eu pretendo ler. Vocês leram Sulps, Zygotsky, isso é a galera citada lá na comunidade. Vamos ler então, pô. Vamos ler ruizinga, salem zimmerma, vamos ler Janet Murray, mas vamos ler também o Bernard Sults, vamos ler o Tino Gaines, vamos ler o McConegal, Shell, Gary Allen, Kohl's. E se quiser dividir seus questionamentos, contem
comigo. Você não precisa aceitar tudo como verdade, e acredito que estudando, você vai ver que as próprias pessoas da academia se contradizem, pensam diferentes umas das outras, investindo nas coisas por ângulos e perspectivas diferentes entre si. É dessa dialética, dessa arena de descas, coisas evoluem. Até porque o conceito de regra ele é e sempre será arbitrário. Eu me dei a nossa, um olhar
nosso sobre as coisas. Jogos não são um fenômeno na natureza como a gravidade, ou genoma humano. Além disso, os jogos são um conceito extremamente mutante e variado, que se torna quase útil determinar ele. Esse é o papo aí, inclusive do Winterstein. E a gente sabe que isso é um cobertor curto, o
próprio conceito de jogo. Assim como o arte, jogo também necessita de um conceito em constante atualização e provocação, porque se nós não mudamos, nossos olhares também deveriam mudar. O dogmatismo nesse ponto está serviço de quê? É o que eu me pergunto por meus amigos da comunidade. E é por isso que a gente joga, por exemplo, jogos old school a nossa maneira.
E a gente critica o SCR quando a idealiza uma forma de jogar, porque as coisas se atualizam. A gente se atualiza natural, porque as coisas se atualizam também as visões
com a gente. A gente vem investigando junto, muita coisa lá no grupo do Café com o Dungeon, e por acaso, da leitura do new simulationismo, vieram outras leituras organizadas, por exemplo, pelo Guy, que a partir disso aí construiu um fio de respostas e provocações em cima do texto do Jared e que desembocou nessa discussão
toda que ele trouxe aqui pro café. Nesse episódio de hoje eu recebo mais aqui um amigo pra gente continuar na leitura comentada dessa interessante discussão que a gente viu lá fora agora com respostas ao artigo do Jared Sinkler que a gente leu e comentou aqui alguns episódios atrás. Isso tudo é debate, apaixonado, comprometido e interessado. É assim que a gente faz
aqui. A gente tem de tudo, a gente tem doutor, tem robista, entusiasmado, tem game designer, tem profissional de várias áreas e gente que estabelece paralelos com RPG a partir de suas perspectivas em suas áreas, em suas disciplinas e gente que se permite principalmente se provocar muito a mente. Um abraço então à comunidade
do café, o meu ele serve. Bom dia amigos do café com dungeon estamos aqui pra mais um episódio do seu podcast matinal favorito
trazendo sempre muito RPG. Meu nome é Rafael Balbi e hoje eu ia gastar 1d6 peças de ouro aqui no meu café da manhã mas eu preferi não perder os detalhes desse café delicioso da ovelha negra e esses detalhes seriam elididos por essa rolagem de custa a gente passaria o jogo em frente mas eu quis absorver um pouquinho desse detalhe
gostoso do café. Então se você quiser beber um café e deixar de lidir essa parte da sua manhã
pode lá no ovelha negracafés .com e usar o cupom CCD tudo minúsculo que você vai ter assim a sua café especial um café diferente muito bom e cara tem várias qualidades lá mas todos eles são excelentes é assim é outro papo a qualidade de vida em relação ao café tradicional da indústria então dá uma chance aí do café ver a negra que vai valer a pena com o pão CCD se você quiser um
desconto melhor ainda mas você tem descontos progressivos para os assinantes do café com dungeon lá em apoia .se barca com dungeon além disso você participa de um sorteio de quase 2 quilos mensais que a gente que a gente sorteia nos nossos assinantes e também de material dos nossos
parceiros então cola com a gente apoia .se barra com dungeon bom a gente chamar o gui aqui e da gente cair no episódio de hoje eu quero fazer uma leitura da enquete do último episódio né que é o regras não importam eu perguntei só a jogo se houver regra e bom 67 % das pessoas estavam dizendo que sim só jogo souver regra e dá uma desgemonia do pensamento de que sim jogos são feitos de regra isso aqui me
surpreende bastante até mas ainda assim estamos na minoria aqui com nosso pensamento de que talvez as regras não sejam tão importantes assim quanto as pessoas pregam né vamos lá baixa o positivismo é peixe mas estou brincando gente vamos lá o Arthur Electro disse que quando criança jogávamos uma bola de futebol de campo e uma quadra cercada por mundos e grades e coberta em cima por uma rede entre outras
ludicidades surgiu chutar a bola no teto nesse caso a rede logo estávamos jogando paredão aéreo existiam turnos e na sua vez você tinha que chutar a bola e acertar o teto antes dela que cada duas vezes o ciclo mágico surgiu antes das regras a partir dos passos em que estávamos e da bola que tínhamos se consolidou se consolidou melhor quando consentimos as regras depois de um mês muito interessante Arthur
essa a provocação que eu fiz foi se resumir o episódio anterior foi basicamente isso mesmo cara talvez as regras elas possam aparecer em determinados jogos depois do próprio surgimento do círculo mágico né no conceito do rozinga depois de a gente já está engajado na atividade lúdica e aí a gente utiliza a regra como qualidade né e isso é a minha é foi a minha defesa ali que eu
não tô tão certo de que é verdade ou não mas a tua provocação é justamente a que eu tive muito obrigado pela participação e pela assinatura e do café o Arthur o Rafael Bardau também do lado da câmbio da comunidade falou que será que um jogo sem
regras não passa a ser uma brincadeira? Vemos de brincar de pisceladrão havia uma mídia um espaço simulado e muita diversão com o tempo começamos a colocar regras naquilo em pôr limitações controlar dificultadas ações ou tinha certeza fica dez segundos parado tinha certeza cinco vezes você morreu será que brincadeira com regras não passou a ser um jogo?
Parabéns pelo episódio autorizarem filósofa sobre a RPG não é pra qualquer um e você faz
muito bem. O maneiro Bardau é outro ponto de partida também mas que é a mesma ideia né de que a gente tá jogando às vezes antes mesmo de se dar conta das regras então se as regras são acordadas e consentidas a gente não pode consentir sobre o que a gente não conhece exatamente né então me parece que há um indício de que é possível jogar sem sem regras exatamente e acho interessante mas sem
dúvida que a qualidade da coisa né e essa atividade lúdica ganha qualidade quando entram as regras e talvez não haja muito porque a gente separar
brincadeira de jogo nesse ponto valeu cara. Guilherme West falou que creia que o jogo que jogo pode não ter regras mas terá princípios que orientem os anos conceitos de dorking um jogo pode não ter regras conjuntos norma o conjunto normativo que usa do critério de subsunção aplicado no tudo ou nada em contra partida princípios usam critérios de conderação permitem interpretações mesmo que subjetiva é sobre fator
limitador tornando os maleáveis notando comportamento ou ação o caso tratado indicaria o que seria o jogo mesmo que tastamente de forma implícita e lúdica muito legal cara é assisto aí um jurista né o dorking e o dorking e os juristas eles têm minúcias para falar de regras e se regras são tão importantes para jogos porque a gente não tem tanta tecnologia conceitual assim né uma pergunta que
eu me faço e trago também somando é o que você trouxe e eu por exemplo trabalho tenho trabalhado bastante oil fantasy ou a gente não trabalha com regras e trabalha com princípios com posturas e outras coisas que eu entendi que não são regras mas que informam muito e modificam muito o jogo que a gente joga que é a d &d clássico olha que curioso né o Thiago abriu trouxe que ele entende que o
combinado não sai caro e as regras vem para evitar ruídos durante o percurso pois ele entende como verdade ou logicamente certo não pode ter a mesma interpretação do que o colega dele e compartilha aquele momento lúdico quando desprezer gerando desprezer de gacha ou eventual ruptura esse é o meu primeiro comentário depois de descobrir o canal esse ano e conseguir maratonar e acompanhar os episódios
enfim participar é bom encontrar uma comunidade para reviver essa vontade de jogar e me extraar muito bom cara as regras certamente tem esse essa qualidade né eles evitam ruído e tudo mais e o combinado vem a partir delas com certeza cara isso aí é um parado que eu concordo muito gente é isso esses foram os comentários aqui teve mais comentários de marcos martins o rico ardo martin marcos bon
salvos muito obrigado pelo pelos comentários de vocês e bom vamos lá pro episódio de hoje né vamos começar abordando alguns textos aqui que foi que entraram nessa discussão a respeito de regras e lidem que é o texto original do jazz cícola que a gente fez um episódio aqui no café com danjão já na segunda temporada então vou deixar linkado caso você não tem ouvido ainda acho que vale a pena voltar e
ouvir primeiro esse episódio depois voltar aqui nessa discussão que a gente vai ler o texto que é o você não pode lidir o que não existe o texto resposta ao regras e lidem do chan roller e o texto quais regras e lidem do sam sorris sem para fazer uma leitura comentada aqui comigo eu tô com grande gui providelo e aí bala gui obrigado bem -vindo no novo hoje eu tô aqui tomando um outro líquido
preto ele é a abstração a elisão de tudo que é errado no capitalismo não sou nem dizer mais mas caindo nois é delicioso né é o maneiro cara só para contextualizar a galera né a gente tem esse papo do cinclar né do jazz cícola que é o regras e lidem é se você puder resumir em uma linha assim como é que se resumiria a ideia dele que é que vai ser criticada agora pelos autores é que tá presente
lá nesse episódio que a gente analisou do regras e lidem como é que você resumiria o regras e lidem na verdade ele fala duas coisas né ele fala o que ele quer falar mas antes ele fala o argumento para chocar o argumento para chocar é que as regras elas sempre ocultam o mundo imaginário coletivo né o imaginário coletivo é aquilo que acontece quando a gente senta para jogar fg só que as regras servem para
ocultar escondem isso é o que dá a entender que ele tá dizendo mas na verdade o que ele tá dizendo é que é ao fazer uma regra a gente escolhe o que que a gente quer que apareça do mundo ficcional que a gente não quer que apareça do mundo ficcional então a elisão de regras é um trabalho de curadoria que é o que eu falei no primeiro episódio é um trabalho de escolher que que vai ser possível ver o que não vai
ser possível o que vai acontecer atrás do pano o que acontece atrás do pano a gente faz uma rolagem o que acontece em cima do pano a gente joga é essa é a provocação que ele faz né e de fato acho que acho que você resumiu muito bem agora a partir disso a comunidade toda reagiu né a gente pode ver que não são só esses que a gente tá fazendo tem mais eu vi que tem um monte de discussão na verdade eu selecionei
até a marcia ver ela faz uma comentário só que daí ela vai para uns lugares nada a ver assim começa falar de laca eu sou psicólogo eu fiz doutorado psicologia social estudei laca não recomendo sabe não recomendo negócio muito difícil ele junto pós -estruturalismo com o rolê de linguagem assim negócio muito difícil então que eu fiz eu escolhi fiz uma curadoria escolhi textos que eles conversavam que eles
conseguiam uma linha lógica né e aí eu separei em ordem né inclusive até no merei né são cinco textos né hoje a gente vai ler o dois três e quatro né o primeiro a gente já leu o quinto virar né mas assim que tentam que tentam em alguma direção né a gente pensar as coisas numa linha argumentativa uma linha de raciôni é de raciocínio que faz sentido né assim é o que acontece é que parece que foi um bapha faja
gantesco é por exemplo a gente descobriu que a gente foi pedir a autorização dos autores todos né a gente publicar em português a gente descobriu que o que o que já é de Sinclair sumiu da internet provavelmente nessa época provavelmente por causa do tanto de hate que ele recebeu por causa daquele primeiro texto assim deve ter virado uma gigantesca discussão né assim eu selecionei ali coisas que
parecem é esses que parecem é construir um sobre o outro né é ele mesmo quando contactei ele me passou um texto outro que a gente não abordou e que eu achei que era um texto até um pouco pesados contra o texto dele assim que às vezes até descarrilhava um pouco então acho que a sua seleção foi muito boa assim né mas você vê como não vem de graça né cara uma coisa que foi dura assim eu lembro do de Jair de
um twitter que quando eu fui no blog dele lá na way back machine a gente foi pesquisar onde é que tava esse texto dele eu via a fotinha que ele usava em sepe eu falei caceta eu lembro desse maluco esse cara era treteiro não é isso né tipo a gente teve que ir na way back machine para achar o texto original porque ele tirou da internet o texto original né esse é o nível da
doideira que deve ter virado aí o bapha que é isso tipo muita gente comendo é uma pena que as pessoas não consigam compor né não conseguem respeitar própria dialética da comunidade assim que eu acho muito importante mas vamos lá eu vou ler mas vou fazer a leitura desses textos né eu vou começar por esse a gente ler ele comenta em seguida beleza e aí depois a gente pula pro segundo depois pula pro
terceiro acho que isso dá uma uma dá um tempo bom pra gente meditar um pouquinho respeito de cada um eles não são tão cumpridos tá gente são textos cortinhos uma página cada uma página e a gente dá uma lida rápida depois a gente aborda os temas principais aqui bom vou começar então pelo texto aqui é do blog draw the rest of the old bear né desenho resto do urso cruja que o texto se chama você
não pode omitir o que não existe né e ele começa dizendo assim jared cincler diz as regras ocultam em geral o concordo para aqueles que ainda não estão familiarizados e não querem ler o texto completo vou resumir brevemente junto com um dos próprios exercícios do jared pense em abrir uma fechadura em um jogo de rpg se você quiser e todos na mesa soubessem o suficiente sobre como funciona a abertura de
fechaduras na vida real você poderia resolver todo esse processo apenas descrevendo detalhadamente o narrador poderia decidir que tipo de fechadura é e como o mecanismo funciona o jogador por sua vez poderia descrever exatamente como usa suas ferramentas para examiná -lo como trabalha com ele quais movimentos faz e o narrador em resposta e descreveria como cada movimento mexe cada uma dos cada um dos pinos
ou qualquer outra parte do mecanismo como resultado se você sabe o suficiente nem precisa rolar nenhum dado ou você vai depender de qualquer mecânica definida além do que todos sabem sobre como abrir uma fechadura claro a maioria de nós não sabe o suficiente sobre como funciona a fecha a abertura de fechaduras para fazer isso eu certamente não sei felizmente não precisamos saber porque em vez de
passar por todo o processo de descrever cada detalhe podemos simplesmente dizer roli um d6 some o bônus de habilidade de abrir fechadura se você tirar cinco ou mais você consegue essa regra omite o verdadeiro processo de abrir a fechadura ela retira a complexidade detalhada de abrir a fechadura e a substitui por algo mais simples mais rápido e mais fácil para a maioria de nós entender dependendo dos
desejos do seu grupo e do seu jogo isso pode ou não ser algo bom dos jogos osr valorizamos muito mais habilidade do jogador do que a do personagem a usar regras para ocultar o que acontece na ficção tiramos parte desse peso dos jogadores saberem como as coisas funcionam no mundo fictício e aplicar esse conhecimento e transferirmos mais desse peso dos jogadores cada jogo e grupo terá seu próprio equilíbrio
ideal sobre o que ele dir e o que jogar em detalhes o argumento de jared na forma mais incisiva é que isso tudo que é que isso é tudo que as regras podem fazer elas não podem criar inspirar ou evocar apenas ocultar de modo geral eu concordo toda regra que estabelecemos para o nosso jogo simplifica alguma parte da ficção no entanto acredito que jared comete uma missão importante a forma incisiva de regras
ele tem presume que tudo na ficção do jogo tem um referencial no mundo real abrir uma fechadura é algo que pode acontecer tanto na ficção quanto na nossa vida podemos presumir a princípio que abrir uma fechadura na ficção funciona da mesma forma que na vida real quando aplicamos uma regra para abrirmos fechaduras o mitismo o mitimos esse processo e impristamente é o processo real de abrir uma fechadura que nossas
regras estão emitindo não o processo fictício mas nossa ficção nem sempre precisa se referir à vida real a ficção pode criar coisas novas totalmente na imaginação regras não podem omitir a magia a magia não tem um referencial na realidade quando dizemos o meu mago lança um míssil mágico e ele não está fazendo algo que uma pessoa pode fazer na vida real a interação não pode acontecer se não houver uma regra
que diga um mago pode lançar um míssil mágico agora tecnicamente podemos assumir que há uma ocultação da ficção acontecendo provavelmente imaginamos que na ficção há muita coisa acontecendo quando dizemos meu mago lança um míssil mágico e que não estamos nos preocupando em detalhar podemos ter uma ideia de como alguns desses detalhes são ou realmente podemos não nos importar com isso
mas argumento que quando falamos sobre elisão de regras essa omissão da ficção não é o que realmente nos importa é a omissão do referencial do mundo real a razão pela qual nos importamos com as regras que ocultam é porque quando fazem estão mudando o equilíbrio de habilidade e conhecimento dos jogadores para os personagens queremos ser cuidadosos e ponderados sobre o que ele dimos porque queremos ter certeza
de deixar nas mãos dos jogadores as coisas que queremos que estejam lá se queremos administrar um jogo que desafia a habilidade dos jogadores em logística criativa não queremos uma regra que diga roli um DCS para descobrir como você leva o carregamento de tesouros montanha abaixo até a cidade queremos que eles resolvam essa coisa e a expliquem quando se trata de magia porém estamos falando de interações que
existem apenas na ficção coisas que os personagens não podem fazer de forma alguma a menos que algo na ficção os estabeleças como possíveis quando isso ocorre acredito que o argumento falha você não pode omitir algo que não existe não de uma maneira que importe bom esse foi o texto aí do draw the rest of the old bear né e que trata de que você não poderia omitir uma coisa que não existe ou seja se você está
trabalhando em cima da ficção né e você admite que nem toda ficção tem seu paralelo no mundo real tem certas coisas que você não vai conseguir emitir eu omitir você vai conseguir ele de né e que você acha dessa presumção que falando especificamente dessa presumção de que as regras ele tem o que a gente espera o que a gente observa do mundo real como é que você enxerga isso eu acho muito louco assim que
na verdade o que ele está tentando dizer é que existe uma alternação entre o que é real e o que é verossímulo eu sinto isso né eu sinto que ele está querendo dizer no mundo do jogo o que importa é o verossímulo não é o real então assim as regras ela servem para estabelecer um verossímulo não para repetir o real então assim é uma é uma é uma ideia interessante porque é uma ideia que tipo é a
construção do simuláculo né platônico cadê o jãozinho a construção de uma ilusão né a construção de uma ilusão não no sentido do mestre ilusionista mas no sentido do que as coisas que são fazer sentido para quem tá ali né aquela história que eu acho que você que fala é a não sei que tem um engenheiro de foguetes jogando na mesa a gente não tem que se preocupar se a regra que a gente elaborou para fazer um
foguete no nosso mesa de gherpes faz sentido pro mundo real a gente precisa se preocupar para que essa regra faça sentido para as pessoas que estão jogando né então assim a gente tá a gente tá substituindo o mundo real pelo mundo ficcional né é nesse sentido é uma ideia interessante que ele traz né eu imagino que seja uma das ideias interessantes que ele traz né eu acho interessante porque eu
entendo que ele que a gente use o mundo real como como parâmetro né tanto pro realismo mas até para ver o similâncio ele também de alguma forma informa esse parâmetro mas ao mesmo tempo né quando a gente pensa em ele de a regra ele dindo alguma coisa da ficção é não parece ser tão certo assim dizer que a gente ele de essa expectativa de do real né da realidade a gente ele de a gente ele de uma
os processos que fazem a gente sentir ver o similâncio não sei se você sente isso também né mas quando a gente diz ver o similâncio do jogo é que a gente tá sentindo aquilo é real né e o que que é sentir que o jogo é real aquele espaço simulado que o jogo traz é real a gente sentir que ele segue certas estruturas que ele segue certas regras que ele segue certas constâncias né a gente enxerga também na
realidade então se a gente segue a gente enxerga a realidade a gente sente a realidade por meio desses essas repetições desses padrões etc quando a gente vê isso no outro espaço ainda que imaginário a gente sente ele real também eu acho que a ver o similâncio em jogos se imprime dessa forma e aí talvez nisso acho que se perca um pouco do argumento dele porque você tá trabalhando na elisão
justamente de algumas coisas que construiriam talvez um pouco dessa ver o similâncio né não sei se você concorda concordo eu acho inclusive uma coisa interessante você pensar que na verdade é uma é o que dá ver o similâncio na verdade é a sensação de que as suas ações importam que existem regras justificando as consequências das suas ações muito menos é muito mais isso do que as regras são próximas das
reais tem menos a é interessante pensar que a ver o similâncio tem menos a ver com o hícaro estuda simulação e emulação lá e ele saberia dizer a diferença de uma coisa pra outra eu não sei mas é a ideia de ver o similâncio que é tão importante pro jogo ela tem mais a ver com a coisa ser crivel coisa ser real porque às vezes as coisas reais não são críveis né então por exemplo esses dias pra trás
esses meses atrás apareceu no grupo do café lá um espelhologista né pessoal que explora caverna que tipo ele mostra que tem um um gas invisível e se um ser vivo e na lá morre e é comum encontrar isso em cavernas e assim você vira uma pessoa na rua e fala assim viu você sabe que tem um gás em cavernas em que se você ir na lá pô ficar duro morto o cara fala assim que e onde você tá inventando essa história
rapá não é verdade então sim às vezes o mundo real não é crivel e não é beijar então procurando o crivel né mas assim a gente tá um pouco desviando também do assunto porque a outra questão que ele traz uma questão interessante também que é a questão de que tipo é às vezes na construção do mundo crivel a gente precisa construir de uma forma crivel algo que os jogadores não tem nenhuma noção por exemplo
tipo uma criação de foguetes geografia né eu quando vou desenhar as coisas de penínsulas eu não sei o que eu posso botar uma montanha aqui será será que eu posso botar um rio ali será que uns diógrafos não vão ficar enlouquecidos de raiva quando olhar esse mapa porque eu não sei né eu tô indo pelo pelo que eu acho que faz sentido né então assim as regras elas servem pra também é gerar um semblante de é
racionalidade em coisas que a gente tá a gás sem né a gente tá achando é e aí tem uma coisa a respeito disso que é o exemplo que ele traz né que eu acho que consegue ilustrar um pouco essa situação que ele fala de magia né ele fala bom magia não existe na vida real que já é uma bom é aquela coisa né magia basta ser eu acho que não vai saber né acho que não vai saber é vai saber então tipo aquela
coisa né o essa coisa do conhecimento real sobre a rouba sobre sobre arrumar uma fechadura né é isso em teoria a gente sabe tem a fechadura agora magia em teoria não existiria e ele aborda isso né de que você como magia não existe você não tem como elidir a magia porque o referencial que ele dá pra gente é o referencial do real e não do verocímio né eu acho que nesse ponto que ele patina um pouco apesar de
ter realmente o que o todo essa questão né que eu acho que é importante de eu acho que essa era a questão que a gente tava conversando até agora inclusive né a questão que tipo é o real é repetir o mundo ficcional imaginado ele é o real repetido olha a projeção do real é uma falsificação do real é assim a gente entende que é uma falsificação do real ele entende que é uma repetição do real sim e
tem uma coisa importante é para respeito disso é o seguinte dentro da nossa própria realidade a gente constrói certas realidades entre aspas né então tipo se eu sou um cara que eu me proponho ser um mago na vida real e a gente sabe que tem gente que se diz mago na vida real o que que esse cara faz esse cara pega faz simpatias esse cara ele observa os astros e vê os signos e vê o enfim as conjunções a
estrais e o momento certo para fazer uma oferenda para uma entidade que ele faz o seu que ele tem sua ele tem a sua se ele constrói a verossimilhança de que ele é o mago exatamente no próprio mundo né ele transforma o mundo dele forma verossimil e o que é ser um mago se não isso exatamente né o mago do taru é o cara que faz a própria história né então se ele está construindo isso de certa forma é uma
verossimilhança que a gente constrói a própria realidade ou seja nossa própria realidade é não vou dizer que existe a verossimilhança nossa realidade né porque afinal de contato não precisa disso ela existe independente da nossa mais pro outro lado o nosso sentimento de real existe o nosso sentimento de verossimilhança sobre a realidade existe né tipo se eu estou andando na rua e eu vejo um alien eu posso
não acreditar no meus próprios olhos né e isso é uma coisa que ele a gente levando para o mundo ficcional no mundo ficcional eu posso elidir uma coisa que não existe que é justamente o efeito que a gente vai garantir que no mundo ficcional pode existir salá porque nesse mundo tem magia que é o efeito da mandilha lá que o cara fez do do salado mandiga até a palavra errada né mas o simpatia que o cara fez
daquilo funcionar ou não de verdade uma coisa que bom se no jogo a gente está fazendo um mundo que tem magia isso vai funcionar e a única diferença do funcional não é em relação à realidade se a gente pegar o salado o mago da vida real que faz aquela simpatia e botou no no internet é um livro de simpatias a gente vai lidir né a gente vai lidir então tipo no fim das contas o que eu acho que isso
comprova que apesar dele ter algum é desse argumento dele até certo ponto faz esse sentido poder a gente ver esses atributos do ver o símbolo e se passa não fazer né isso aí a gente vê que a gente na verdade não tá ir lidindo isso que eu falei agora pouco que foi a construção de uma linha de raciocínio lógica né tem o texto original e aí ele vem com argumento que na hora que você lê ele faz sentido só que na
hora que você para para pensar o argumento dele te faz dar o passo seguinte o passo seguinte ao segundo é o terceiro texto quer dizer o segundo que a gente vai falar hoje né e todo esse papo ele leva justamente a esse ponto né de que no final das contas a gente tá jogando um jogo de faz de contas né e nesse jogo de faz de contas a gente sempre é cabelidindo alguma
coisa que não existe né é de uma certa forma então é sei lá eu o próximo texto inclusive vem muito daí né eu acho que essa questão de que se a gente não tem os parâmetros da realidade nem sempre a gente precisa deles em detalhes a gente pode ter o parâmetro do próprio faz de conta todos já ouviram as lendas do norte mas ninguém sabe o certo que tem lá maldições criaturas terríveis de os ouro mágicos e que as as
esquecidas é o que as histórias contam depois da grande muralha nas tavernas dizem que a companhia dos biutres se instalam nos limites do mundo está financiando aventureiros para explorar essa terra maldita já vai fazer um ano malakias que muitos partiram para o norte deixando valetim e viajando sete dias por esses gamos bom morraiado também tô partindo eu cansei dessa vida de merda meu amigo mas então
malakias me fala você vai também eu vou passar o resto dessa tua vida patética batendo carteiras eu não sei você mas eu quero morrer rico meu amigo fala galera do café aqui é o hícaro eu queria fazer um convite para vocês finis terra é uma mesa de hex crawl que usa o caveman hex pirado no bestia 81 que todo mundo ama e é uma campanha que acontece no estilo mesaberto é o que se inferir qualquer um
pode colar jogar com a gente são sessões ebsórdicas quem pode jogar no dia a gente monta um time esse time sair para explorar então queria fazer esse convite para vocês virem explorar esses irmãos malditos descobrir os segredos de cartelos abandonados atravessar espelhos mágicos em caras brumas prateadas tomar o chá da minha estrela e vir buscar esses tesouros que foram esquecidos pelo tempo
enfim isterra essa mesa também galera usa o estilo de jogo eu fantasia quem é o vinte do café tá ligado que eu sei então espero vocês lá e valeu balbi vamos para o próximo texto então que é o regras e líder e suas consequências que é o texto do murphy né do blog dele lá murphy games ponto blots ponto a em e o texto dele é simples resposta o regras ele tem suas consequências ele diz assim tenho
assistido ao excelente vídeo art agency e alienation de vir huntsman ultimamente aos poucos pois é longo isso me fez pensar novamente sobre a ilisão das regras já ali regras e líder e suas consequências várias vezes e acho que é um texto bastante provocativo de uma boa maneira e cada vez que leio sinto vontade de escrever algo a respeito para mim parece incompleto como uma teoria de regras mas sempre tive dificuldade
em articular porque depois de assistir ao referido vídeo acho que finalmente consegui organizar alguns meus pensamentos sobre o que eu acho que está faltando não vou resumir o regras ele tem nesse post mas vou fazer muitas referências a ele e acho que você deveria dar uma lida no material antes essa resposta é mais um trabalho aditivo do que uma refutação um adendo ao texto regras ele tem suas
consequências o principal problema do texto regras ele tem é que a função das regras do jogo é suprimir as partes da narrativa que decidimos serem irrelevantes ou que não nos interessa quando fazemos isso liberamos o espaço mental para nos preocuparmos com as coisas que realmente importam para nós o exemplo principal dado para isso é uma situação é uma situação em que um personagem está
abrindo uma fechadura poderíamos discutir os formatos internos e mecânicos da fechadura e os vários métodos que o personagem usa para violá -la mas é provável que em primeiro lugar talvez não nos importemos muito com o processo de abrir fechadura tanto quanto nos importamos com a excitação do que está do outro lado da porta trancada e as potenciais consequências do fracasso e em segundo lugar
que todos os outros poderiam se levantar e arranjar outra coisa para fazer se gastássemos uma hora descrevendo uma atividade tão anteiante o que não é apontado é que o processo de elisão da ficção está realmente fazendo uma terceira coisa uma coisa secreta vou ser completamente honesto com você eu não sei absolutamente nada sobre fechaduras ou sobre o processo de abrilas já segurei fechaduras já segurei chave de fenda sem
vagamente como é ação de abrir uma fechadura por fora só de só de observar outros fazendo o método real por qualquer um é um mistério para mim no entanto eu esperaria que meu ladino de nível 5 ou qualquer outro mané que eu esteja jogando tenha este conhecimento quando ele dimos o processo de abertura de fechaduras ou qualquer outra ação baseada em conhecimento nos preenchemos a lacuna entre
o que os personagens podem fazer e o que os jogadores sabem regras como criadores de padrão eu estou disposto a concordar que a função principal das regras dentro de um ambiente de jogo de RPG é ir e dir pelo menos na maioria das vezes no entanto não estou tão convencido de que isso é a única coisa que elas fazem como o Jared Sinclair prece acreditar quando ele alega que dizer que as regras eleitem é dizer que elas
não fazem mais nada um dos atativos dos jogos de mesa para mim em esse elemento de tomada de decisões com consequências a ideia de que as escolhas que faço terão consequências tangíveis na ficção imaginada e compartilhada parece que não estou sozinho nisso pois em vários momentos da minha vida eu testei uma RPG apresentados como jogos onde você pode fazer qualquer coisa obviamente isso é uma coisa de marketing um pouco
tolo você não precisa de um livro de regras para jogar um jogo no qual você pode fazer qualquer coisa mas essa ideia nos mostra que esses jogos são atraentes por sua liberdade chegamos então a um problema para tomar decisões significativas precisamos de informações igualmente significativas como podemos decidir por uma ação se não podemos prever pelo menos em algum nível as consequências de fazê -lo
deixar tudo nas mãos do mestre nos coloca no que o vi uma pessoa chamarem de zona do mamãe eu posso se voltarmos ao exemplo principal de abrir fechadura em detalhes podemos imaginar que é qualquer momento do processo mas que pode jogar as mãos pro alto declarar a não ao puxar o pino para trás o seu granco de fechadura quebra isso é uma consequência razoável por não abrir a fechadura muito bem mas o momento em que
isso ocorre é completamente arbitrário provavelmente levará a frustração e desilusão se deve ficar nas mãos do mestre decidir quando temos sucesso e quando falhamos qual é o sentido dessa liberdade de agir não podemos negligenciar o fato de que todo o jogo é arbitrário mas a aparência de não selo é útil então como resolvemos isso usamos regras para estabelecer padrões que são como linhas
guias aceitas e limitações negociadas que criam uma estrutura pro jogo se todos nós concordamos impicitamente que quando me aproxima de uma fechadura comum e tento abri -la tenho uma chance de dois em seis de ter sucesso e uma chance de um em seis de quebrar muitas chaves aliás de quebrar minhas chaves posso a partir de agora usar a informação essa informação ao tomar decisões devol não abrir a fechadura a regra
real é arbitrária mas sua presença remove a arbitraridade dos jogos espere um minuto talvez as regras possam criar agência acho que essa pode ser a parte mais discordante da minha posição aqui mas me acompanha muitos dos defensores a hardcore da elisão parecem ver as regras como coisas que por necessidade só podem tirar a gente como espécie de mau necessário para permitir um jogo mais suave isso
pode ser verdade mas negligencia mencionar de quem é essa agência retirada em uma configuração clássica de RPG a agência é realmente repouso quase que inteiramente com o facilitador ou mestre sim os jogadores decidem as ações que tomam mas ele decide sobre as consequências dessas ações talvez estejamos entrando em terreno filosófico mas eu é risco de dizer que se as consequências das nossas
ações são completamente arbitrárias e não estão vinculadas a nenhuma linha guia nós realmente não temos agência com isso em mente propõe que a criação dos padrões criam que com isso em mente propõe que a criação de padrões cria agência para os jogadores ao remover a agência do gm respostas antecipadas dito isso eu estrei de responder antecipadamente algumas perguntas e ideias que acho que esse artigo pode
provocar perguntam essas regras não poderiam existir fora de um livro de regras a resposta é sim um livro de regras não é necessário para criar padrões acordados pergunta dois a ideia de que a agência precisa ser retirada do gm para ser criada para os jogadores para esses jogar nas trincheiras cansadas dos tropos de gm versus player correto bom a resposta é posso ver como isso pode ser interpretado dessa forma
acho importante lembrar no entanto essa linha de pensamento não é exclusiva dos rpg muita filosofia lida com a ideia de que as pessoas podem não ter agência alguma quando existem forças deus ou fatores determinísticos que controlem as decisões que podem tomar os resultados de suas decisões pergunta três as regras não são a única maneira pela qual poderemos chegar a uma linha guia e se apenas
recorrer se a decisões e situações anteriores a resposta é ao recorrer a decisões anteriores você está apenas criando um padrão implícito existem muitos desses estou disposto a admitir que as regras não são a única maneira de criar de criar padrões porém e é isso esse foi o texto é bom é ele é um texto que acho que ele ele vem muito para essa linha né que a gente terminou dos comentários do texto
anterior né de que a elisão de regras ela traz ali uma utilidade em conjunto com ela quando ele lide de certa forma ela as regras habilitam e habilitam o quê habilita um jogador através do personagem fazer coisas que o jogador não conhece então o jogador não poderia escrever como arrumar uma fechadura né porque ele não sabe logo personagem dele sabendo ele utiliza as regras que ele lida em aquela ficção e
ele consegue fazer sem precisar passar pelos detalhes né é mas aí diz uma coisa você só pode jogar em detalhes dentro da ficção se você conhece a fundo aquilo que você está mexendo na ficção não necessariamente porque se a gente abstraiu a gente pode estabelecer como é a minha decisão a partir do que eu abstrair por exemplo eu não conheço bosta nenhum de dragão mas se na terceira edição na quinta edição meu
personagem tem lá conhecimento os dragões eu posso para tomar decisão informado para o mestre assim viu é qual o bapho do dragão vermelho o personagem saber e aí eu consigo tomar decisão eu abstraio conhecimento que o cara precisou ler quantos livros para saber qual o bapho do dragão vermelho o personagem não sei né mas vamos com esse vamos considerar que deve ter estudado muito para chegar
nesse dado né mas assim a gente consegue abstrair porque a regra ela serve para criar essa abstração onde é possível jogar alguma coisa que não seria jogado é o exemplo do cestito que ele sempre fala né vamos jogar um combate não abstraído um bate não abstráído é rola não você e o mestre levanta e saiu soco a mesa e aí eu vou falar pô meu personagem é um combatente e eu guilherme não sei socar
ninguém cara então assim como que eu faço com o meu personagem ser um combatente tem as regras de combate para dizer do como ele é melhor do que um normal human enquanto combatente é mas tem uma coisa que eu queria trazer dentro disso que é até uma uma coisa que a gente vem trabalhando bastante com o partido com batifu né dentro do dd clássico mas mas que se exprime também em outras acho que uma
forma mais estressada né dentro do i fantasy que é como a gente tem jogado o rpg o school né e uma coisa que eu vejo o seguinte no fim das contas a própria o próprio jogo de rpg a própria ficção que a gente trabalha no rpg já é uma abstração né ela é abstrata ela não é concreta a gente não joga num pra um né escala um pra um da vida né a gente joga numa abstração já então quando a gente fala
que a gente tá arrombando uma porta e que a gente quer saber como é esse cadeado a gente tá trabalhando um cadeado abstrato a gente não tá tratando jamais a gente não tem como tratar esse cadeado de uma forma absolutamente concreta né então já que a gente tá dentro dessa abstração a gente consegue trabalhar né essa realidade do cadeado como faz de conta também né faz de conta que eu
sou um cara habilidoso em arrebentar cadeados e você mestre vai fazer de conta que você sabe também como é engrenagem ali dentro mas você vai entender dentro daquela engrenagem você jogador vocês vão dialogar é colocando em jogo o que é importante né dentro desse faz de conta ali então você vai dizer que salá você pode até usar um beblen um beblen ali tipo tem um tendão assim assado tem uma coisa que se você
romper vai ser um perigo pra você mas se você conseguir romper esse agora nesse ponto aqui pode ser bom ou você descobriu que tem esse você pergunta pô tem eu posso substituir esse tendão por outra coisa eu tenho aqui um grampo será que esse grampo serve só bom beleza então vai servir se consegue substituir aquilo ali e segurar ainda depois de quebrar e tal então você vai negociando dentro dessa
ficção é estabelecendo um jogo a partir desse diálogo né cara então tipo antes mesmo até de você estabelecer regras você entende que pode estar em jogo ali o que que você pode explorar com jogador vocês conseguem é jogar dentro do faz de conta sendo que se faz de conta não corresponde necessariamente a realidade a realidade de uma chave e de um de uma fechado aquele tem um programa na
TV a cabo que é tipo um desafio de ferreiros vocês devem ter visto isso alguém os ouvintes também descobri que é meu sabe e assim os caras eles fazem espadas e eles testam espadas e quando você vai ver aqui vai ver que meu a física do combate com espada não tem nada a ver porque a gente fantasia quando joga e sabe o que vai rolar o combate fui rolar por entre as pernas do cara eu vou cortar o tornozelo do cara
com a minha espada curta aí você vai assistir esse programa você vê que mano espada curta não corta carno corta tornozelo não corta tendão quebra o osso você não ia conseguir fazer mas no contexto do faz de conta faz de conta que você consegue mesmo porque é o jogo o jogo tem a ver com que é verossímil não que é real porque se não talvez o jogo ficar chato é isso tem muito do jogão das pessoas em ouvida
depende muito do do sim é assim é interessante que isso parece até uma coisa uma falha do jogo não gente isso é um cinto de segurança contra a falta de player skill se você não sabe lutar você consegue lutar abstrutamente é um cinto de segurança não tem problema que você não sabe lutar você consegue lutar no combate fui porque você tá jogando com a tua imaginação você viu no filme chacoalha não não não
candelava essas coisas tão válidas porque a gente tá jogando com esse mundo imaginário coletivamente é interessante esse termo porque isso é um mundo que é imaginado coletivamente você só pode imaginar alguma coisa a partir da experiência que você tem você consegue imaginar o inimaginável tá no nome é inimaginável sim e assim o grupo ali que tá fazendo o jogo rodar ele só vai conseguir imaginar coisas
que eles já convém que passaram pela experiência deles né então por exemplo se eu virar pra você e fazer assim dá pra você catar um tronco cortar ele é e aí botar uma fogueira em cima de uma das faces do tronco e deixar ela queimando o tempo suficiente para formar uma canua e aí você vai ver a família não dá e aí eu vou fazer não dá os índios de uma tribo americana faziam isso era assim que eles faziam canua
se eu tô na mesa eu posso propor isso é meu player skill eu aprendi isso no largado pela ades tá ligado isso é verdade agora o cara não tem esse player skill ele pode simplesmente virar para o mestre posso cortar essa árvore aqui tentar fazer uma canua e aí o mestre também não sabe fazer uma dugout canua ele vira assim pode vamos estabelecer aqui uma rola de dados para ver quanto tempo você vai demorar e
pronto tá resolvendo vocês não precisam saber do processo igual você fala é por é ou fala você cara vamos botar aqui que tipo você vai fazer uma canua mas você nunca testou você não sabe né na história do personagem você nunca posso por isso pode ser que derruinhe quando você tiver lá no meio da água né então tipo você aproveita para trazer jogo em alguma das coisas mas não precisa necessariamente que você
realmente saiba né isso uma é uma coisa que eu acho que durante muitos anos assim é esmagadora a maioria dos anos que eu joguei RPG para mim isso era uma coisa que era real assim do tipo não a regra ela me permite fazer coisas como o pessoal não permite é eu ter essa regra ele dindo né e a gente dentro do do school né e investigando o fim de aprofundando o fim de gente vê que esse faz de conta
ele é muito real ele é muito ele é muito rico né esse faz de contas eu consigo fazer de conta que eu sou um herbalista medivócio nada de botânica nada mas dentro da ficção a gente dialoga a gente constrói aquilo gera uma estrutura naquele mundo que a gente começa a ter vários alquimistas que trabalham a mesma alquimia porque se fez de conta igual essa que eu acho que a questão você consegue
construir uma fantasia coletiva em que o que você acha que é ser um alquimista efetivamente é ser um alquimista o que você acha que é ser um bom gay é efetivamente é um bom gay é ser um bom gay não precisa ter nada a ver com a realidade e você dentro disso você vai usar isso de combustível pro jogo né tipo beleza aqui é uma erva extremamente rara cara isso tá lá dentro do vulcão como você vai pegar
aquilo dentro do vulcão sabe ela nasce dentro do vulcão que pode estar fazendo o jogo como você vai fazer isso e outra coisa também que é outro texto também né que assim é ao mesmo tempo que o mundo o mundo de fantasia criado coletivamente está se estabelecendo durante o diálogo as regras elas servem para ajudar esse diálogo a criar um mundo incrível que aquilo que eu estava falando agora pouco
é a segurança né eu estava falando agora pouco que a questão assim a gente sente o mundo como real porque a gente vê que nossas ações tem consequências e a gente por mais que a gente não saiba quais são os motivos exatos físicos das consequências a gente sabe que existem motivos e aí qual que é a questão né as regras do RPG elas podem servir como isso é a minha forma de conseguir é antecipar qual vai ser a
resposta para a minha ação e eu posso tomar decisões informadas só assim só se eu tenho como antecipar qual vai ser a resposta da minha ação eu posso virar assim um porta da esperança ceda essa época provavelmente os outros os pessoas que vão ouvir não você quer aporta a porta bem aporta c tem uma tem o monstro matem um tesouro que você faz não faz nenhuma diferença porque você não tem informação
você não sabe não tem como um chute a lá ajudada mas existissem regras tipo a porta com tesouro está do lado direito da porta do monstro você opa é você já começa a fazer conta na cabeça né nas áreas confusa né então não pode ser aquela ele tem que ser aquela lasca né então você já vai melhorando a regra te permite é qualificar sua escolha né então assim ele vai dizer o que a regra serve como uma proteção
para que a sua escolha seja qualificado para que não exista é para que a arbitrariedade arbitrariedade continua existindo no jogo claro mas que a arbitrariedade do dos outros jogadores não te filha nessa sua escolha o que ele coloca uma frase muito boa né que é você a gente não pode negenciar o fato de que todo o jogo é arbitrario mas a aparência de não ser o é útil né é eu acho emblemática essa
frase porque eu até reformularia ela de outra forma eu diria que todo jogo é arbitrario mas os jogar não né regra são arbitraria a gente constrói regras de forma bitrária mas uma vez que a gente acorda com elas ela o jogar que vem disso não é arbitrario né relação lúdica ela é legítima ela não passa a ser porque assim você pode ter uma chance em seis de abrir uma porta mas você pode abrir seis
portas e todas elas serão abertas na rola de tudo dado por mais que a regra disse que você só ia ter conseguido abrir uma dessas seis portas você abriu a seis assim é justo não é completamente arbitrario a regra ela dá a impressão de que é justo e isso isso nos dá conforto na hora da decidir talvez seja por isso que a gente gosta de RPG lá a gente sabe que as nossas decisões são informadas e qualificadas e
a gente consegue estimar o que vai acontecer no mundo real você pode ter derrapado quantas vezes você quiser na ansiedade você não sabe o que vai vir das suas ações você não tem controle no RPG você tem mais controle do que sim é porque é o é o é o resguardo da relação lúdica mesmo né é ele precisa desse sentimento né agora é agora uma coisa interessante que ele fala das regras costumbram essas
estruturas né até na resposta ele fala que não seramente as regras vão ser o que vão gerar essas estruturas e nesse caso a gente vê justamente se essa possibilidade acho que isso que eu queria frisar inclusive desse texto é que ele mostra que essa ilisão e reforça que você trouxe lá no primeiro episódio e no início desse a ilisão ela vai acontecer a gente só vai ter que entender exatamente dentro de cada
estilo de jogo que a gente tem o que a gente quer ele de não somente em termos da matéria da ficção mas em termos de sintáxia do jogo né ou seja em termos de como esse jogo roda né porque no final das contas quando a gente está dizendo que é o que era o LED né o arrebentar a viagem é uma viagem para ele dia a viagem inteira né o que você tá botando ali né você tá escolhendo ali não somente você tá
escolhendo que você vai ele de a ficção da viagem né mas você também de certa forma tá dizendo que o seu personagem ali ele não precisa que você não precisa engajar né é lúdicamente com os detalhes né a sua famosa isso não importa isso não importa é isso não importa o detalhe nesse ponto ele não vai ser elemento de jogo né o que é o que outros estilos fazem ao não ele diz que é justo também que é
justamente você transformar esses detalhes esse diálogo em termos detalhes em jogo exatamente né é o rexcrawl é um jogo sobre viagem mas principalmente sobre explorar o espaço e a quinta edição praticamente não se leva a isso em consideração são estilos de jogo diferente curadoria diferentes da experiência de jogar né é esse ponto tem o que eu talvez é traga aqui nessa coisa do mestre que vai fazer a marmelada etc etc
de que existem formas de amarra isso e essa atuação do mestre que de fato né a regra até ele cita né que a regra ela ela tira a agência do mestre isso permite que o jogador tenha agência esse fenômeno pra mim foi exatamente o fenômeno que eu li quando o dbx em 80 e pouco sugeriu como o ruling o teste atributo né o que acontece ali ele praticamente dá um direito até o texto passa isso ele
dá um direito pro jogador pedir um teste porque sempre ele sempre tem que ter uma chance de ser bem sucedido numa ação que ele vai fazer então olha o teste isso é uma proteção contra o mestre que vai falar não não não tem chance de você perceber que tem como fazer isso não mas se eu tirar um 20 no dado eu consigo é a mais você é verdade se você tirar um 20 no dado você consegue aí você sei lá
desce de skate no escudo do or que tá tirando flechas nos outros orques lá na batalha dos dos anos e eu me senti bem bastante contemplado quando ele admite que as estruturas e essas estruturas são parte do que vão limitar o mestre né nesse ponto que não são o de um das das regras mas que contemplam isso que fazem tem essa função e aí eu me sinto contemplado enquanto é promotor do alfantes né
porque no fim das contas o alfantes ele vem de estruturas que não são necessariamente regras né mas vem de princípios posturas e outras coisas então acho bem completo assim pensamento dele nesse ponto lá no grupo do do café estavam falando esses dias para trás mas o que impede o jogador de poker de levantar e socar o outro jogador de poker não tem nenhuma regra dizendo que ele não pode levantar
e socar o outro jogador de poker não só as regras da convivência entre seres humanos exatamente né só só o acordo de humanidade entre os pócara é que te impede de socar outra pessoa você não precisa escrever que no poker você não pode socar outra pessoa porque no mundo real você não pode ser essa regra tá implícita é socar amiguinhos é proibido não pode gritar chorar e morder tipo no pezinho tem a plaquinha não
pode gritar chorar e morder é fé pley né se tem muitas coisas que não é fé não tem coisas que não precisa estar escritas né tem coisas que são subentendidas é exatamente mais de mil episódios na primeira temporada um podcast premiado por suas reflexões sobre o jogo entrevistas e convidados em uma nova temporada com muito a oferecer a comunidade do rpg aventureiros numa busca por
mais episódios na semana te convidam a fazer parte do grupo de telegram participar de sorteios e enriquecer seu jogo esquente a água mola os grãos e pegue os dados apóia ponto se barca fé condom jão contamos com você e aí a gente parte então pro terceiro texto né que eu acho que a gente tá num ponto interessante disso porque o terceiro texto do do sorenson que é o mesmo autor do new simulation
mesmo que a gente já estudou aqui no café com danjou o sorenson ele vem agora utilizando já uma uma herança acadêmica maior né ele faz o estudo dele a partir de a partir do do fain do montola é e ele consegue desenhar três dimensões de regras aqui que eu acho que é ilucidam bastante a questão né e eu vou participar de para a leitura agora do quais regras ele tem né do original o it rules elide
por som sorenson em resposta ao post você não pode ele dir o que não existe do blog de o resto do appear né e aí ele ele pergunta as regras podem ele dir o que não existe em uma palavra não mas não pelo motivo que você pensa quando jared fala sobre ele de regras no post original regras ele tem que a gente traduziu ainda café com danjou ele se refere a regras indógenas ou seja regras internas do jogo
regras mecanicistas computacionais espadas longas causam um DC de dano por exemplo em 1983 Gary Allen Allen fine publicou um excelente livro chamado shared fantasy que entre outras coisas escreveu que ele chama de teoria das estruturas 25 anos depois marcos montola escreveu um artigo incrível chamado de invisible rules of flow plane as regras invisíveis do jogo é que expandiu e esclareceu as estruturas de
feina juntos eles dois descrevem três quadros de jogo em RPG entre os quais os jogadores transitam com frequência e sem problemas o primeiro é o quadro primário exógeno o mundo real físico é onde somos pessoas sentadas ao redor de uma mesa jogando dados e comandos títulos as regras exógenas são coisas como tenta chegar na hora certa e não joga dados uns nos outros o segundo quadro é o quadro de jogo
endógeno o quadro mecânico sistêmico todos os números e cálculos em que somos feixes de estatísticas as regras endógenas são como rolim de 20 com ST para evitar a bola de fogo e são necessários 3 mil xp para atingir o nível 3 por exemplo o terceiro terceiro quadro é o fictício diagético o mundo imaginário fictício onde somos aventureiros matando dragões invadindo tumbas as regras diagéticas são coisas como
a gravidade ou se você não comer ficará sem fome e acabará morrendo mas também regras como se ficar sob a luz da lua cheia você se transformar em um lobo e também coisas como armas são proibidas dentro dos muros da cidade mas isso fica para outra ocasião jogadores alternam entre esses 3 quadros o tempo todo observe a sua mesa e você verá eles e você mesmo fazendo isso 3 quadros 3 tipo de regra na
linguagem comum quando falamos sobre regras do jogo geralmente nos referimos as regras endógenas aquelas que determinam o dano da espada longa e as chances de abrir fechaduras e assim por diante são essas que gerry descreve como regras que lidem quando você arromba uma fechadura sem jogar dados descrevendo a descrevendo apenas os tambores pinos varitas e outras coisas para ver se
funciona você está mais ou menos eliminando totalmente as regras endógenas nota na verdade defendo que as três regras de montola para interpretação de papéis mundo poder e personagem são endógenas em si mesmas o jogo de interpretação de papéis defendem delas como meio de proporcionar ineficiência ao próprio jogo segundo as definições sulcianas aqui referência a burners uns essas regras não escapam ao contrário de
todas as outras regras regras endógenas porque não são porque são não simulativas e não representativas mas elas também são fundamentais para a interpretação de papéis e não são ele didas em igual medida em mais ou menos todos os jogos de interpretação de papéis o que é estourna e relevante como se examina a diferença entre conjuntos de regras endógenas um dia escreverei um artigo falando mais
sobre isso voltando na verdade você pode jogar uma sessão o companhia inteira dessa forma essa é uma premissa do fascinante 3 fulmãs não mas quando você rola um dc para arrumar uma fechadura uma regra endógena você está ignorando o mundo fictício a regra diagética as regras endógenas são resumos visões gerais passagens rápidas de regras ficcionais mais complicadas na maioria das vezes isso é bom e
agradável brincar com os tambores e valer e vareta é complicado e irritante assim como por exemplo tentar descobrir exatamente quantos cravas de ferro cabem em uma mochila ou o tamanho da laceração com uma chá de guerra causa no tecido mole do bíceps tudo isso é chato e tedioso mas também muito importante para o mundo fictício em que estamos jogando e por isso escrevemos algumas algumas regras para passar
rapidamente por elas e voltar às coisas que realmente nos interessa cada vez que você escreve uma regra endógena você faz uma representação resumida de um mundo fictício mais complexo você elimina o mundo fictício da interação então o que dizer de coisas que não existem no nosso mundo machados mochilas e cadeados existem no nosso mundo mas e a magia o argumento é que como magia não existe no nosso mundo precisamos
escrever regras endógenas sobre como ela funciona pois após caso contrário ela não existiria no mundo fictício certo errado veja como seriam as regras diagéticas para magia e uma cor malina com pelo menos a largura de uma unha e tritura até virar pó e um alma o faris e pilão fica em pé em um circo de giz rosa com não mais de 10 passos de largura como o coração cozido de uma salamandra morta antes da
última lua cheia e recite a frase lã bêre flã bêre flã bêre em voz alta e sopre a cor malina em pó para fora quando você inspirar novamente a cor malina em pó explodirá em fogo como uma árvore atingida por um raio somente as pessoas dentro do circo de giz rosa permanece em segura ou ainda mais simples depois de memorizar profundamente as palavras arcanas do veitiço passe cinco segundos
com olhos fechados em concentração profunda murmurando as palavras e estendendo a mão em um globo de fogo sairá das pontas dos seus dedos bola de fogo sem dados sem níveis de mago sem espaços para feitiço penas magia bruta obviamente essa regra não é verdadeira em nosso mundo mas ao escrever isso em nosso mundo fictício imaginário nós a tornamos parte do jogo isso poderia ser adaptado a qualquer
conjunto de regras e endógenos e faz e funcionaria de forma idêntica suponho supondo que o mundo fictício tenha cor malinas giz fogo etc. Luke garrin faz algo semelhante com a magia em o oves a ponder close e isso muda completamente a sensação e a operação da magia em comparação com os jogos de alfa padrão quando os criadores de jogos escrevem uma descrição de feitiço endógeno para bola de fogo
por exemplo 6 d6 de dano 120 pés de distância 20 pés de raio eles usam essas regras endógenas como uma breviação para dizer ei sim você é um mago e memoriza esse feitiço ou qualquer outra coisa para poder criar uma bola de fogo com a ponta dos dedos ou algo assim de qualquer forma aqui está a matemática da coisa toda essas regras endógenas da bola de fogo escondem a complicada realidade
ficcional do que significa lançar a bola de fogo feitiço mágico o sistema de magia do dd provoca tantas discussões ou discussões online porque se desvinculou de sua realidade ficcional costumava se basear na literatura de Jack Vance mas isso saiu de moda um tempo e agora os nerds discutem constantemente nos fóruns sobre a melhor forma de adaptar seus mundos de jogo para que se encaixem nessas regras mágicas
isoladas as regras endógenas se esquiva quando parecer que estão criando alguma coisa aprofunde isso um pouco mas para descobrir quais complexidades ficcionales estão sendo cobertas e da próxima vez que você criar um cenário muito diferente do nosso se pergunte as regras endógenas do jogo são realmente a melhor maneira de com de comunicar esse mundo e esse foi o texto aí do sorenson é e aí que comenta aí
sobre essa tríplice é classificação que ele dá das regras de um primária é endógena e diagética né exógena endógena e diagética que você acha isso eu acho que isso serve muito para a gente estabelecer é e termos adequados para discutir as coisas que não sejam ambivalentes e ambigos quando a gente desregra em dogma a gente está dizendo das mecânicas do jogo quando a gente desregra exógena a gente está
dizendo das regras de convivência em seres humanos quando a gente diz regras ficcional a gente está dizendo das regras que fazem o mundo acontecer dentro do mundo assim a gente consegue estabelecer três formas de olhar três coisas diferentes que usam mesma palavra para serem refílidas ou seja a gente está quebrando uma ambiguidade fazendo uma coisa ambíguia de regras regras ele tem ambigo pra
caralho amigo que regras né quais regras tem vários tipos de regras que é o que ele traz do montóleo e do faim né assim é uma é uma ferramenta muito interessante para pensar é inclusive o jogo a ferramenta muito interessante para pensar o jogo tipo regras exógenas o papel do mestre jogador eu acho que é por aí que corre o alfantes o grosso do alfantes corre por aí quem faz o que quais são as
coisas que são da atribuição de cada um tá ali para fora do jogo tá para fora da mecânica quer dizer tá para fora da mecânica não chegamos na mecânica ainda a mecânica é coisa a mecânica aí é o sistema que você escolheu né que é o que as pessoas costumam chamar de régua né tem algumas coisas interessantes sobre isso aí é que de forma geral ele consegue eu acho que ele consegue aqui trabalhar as
regras é realmente em três dimensões que fazem muito sentido acho que isso constrói uma lente de análise a respeito de regras inclusive muito ajustada pro RPG né para jogos de representação para a rolplay assim como Montola coloca né depois a gente vai ler o texto do Montola com uma tradução do Dani mas realmente ele coloca ali três dimensões muito interessantes da gente olhar e que são muito
observáveis na RPG a mesma coisa não faz sentido você olhar no war ou num jogo de videogame o jogo de videogame é mas em RPG isso faz muito sentido e explica né ele ele ele elimina muita discussão a respeito dessa dessa coisa da elisão e do que porque ele traz aqui três dimensões diferentes de regra eu tenho uma crítica a respeito disso de certa forma que é o seguinte é isso tem que ser visto
como uma lente né eu acho que se a gente tentar entender isso como uma coisa que não pode ser a única ferramenta sendo na sua caixa você tem que usar essa também mas às vezes você vai precisar no martelo e ser uma chave de fenda exatamente exatamente porque porque até que eu vejo que muitas vezes a gente vai pegar nas regras exógenas nas regras que não tem a mesma natureza por assim dizer das regras
endógenas e aí nesse caso a gente tá chamando tudo de regra né é eu entendo que em certos momentos se a gente analisar alguma por algum outro prisma a gente vai ver que essa lente vai derrapar mas pro que ela serve especificamente que a gente é justamente entender o lugar da regra no jogo nessa ela tá tipo dentro do jogo se ela tá fora e vai permitir que a gente entenda melhor que ela é lidi e que realmente a
regra que ele de regra endógena então ele meio que eu não vou dizer que ele refuta a discussão não vou dizer também que ele pode ficar exatamente ele localiza melhor né localiza melhor essa discussão então me parece que dá asas assim a discussão da erisão né cara nada assim e assim o exemplo é muito bom porque o exemplo muito bom que é uma resposta direta aos textos que a gente levou anteriormente mas é
porque é uma resposta que inclusive tem um detalhe histórico assim é nos ads lá do gai gax a bola de fogo tinha como um componente é material quando de morcego e e todo mundo se questionava qualquer brincadeira uma brincadeira do gai gax que brincadeira durante muito tempo gente é a única forma você conseguiu salitre em grandes quantidades era era a partir de de quando de morcego esse faz assim
nossa mas porque que salitre tem a ver com um bola de fogo salitre é um dos ingredientes da pólvora meus amigos então assim era quando de morcego era usado para fazer pólvora uma brincadeira do gai gax né então assim olha só uma brincadeira dentro do mundo do jogo é uma brincadeira é fictícia no mundo mimético de agética e não é a toa que é guano para fazer bola de fogo porque guano é um componente para
fazer pólvora bola de fogo tem a ver com pólvora entendeu é toda uma construção de sentido que é hoje em dia abstráída hoje em dia abstráída como componentes veja e vermalha nível de seis é nível de seis agora você vê né a gente se citou gai gax aqui eu acho que é uma situação muito justa porque é claro eu sou o crítico do gax também mas o gax tem esses momentos de genialidade ele não sei se
exatamente é do gax ou do arnsom é o fato é que o dd clássico esse ciclo básico de dd ele tem esses momentos geniais e olha só a gente está falando de um jogo em que muitas vezes jogadores vão entrar em cavernas e que muitas vezes a gente tem uma classe ali que é o mago que é quem faz magia que ele fica meio sem função a cavernas mas a gente sabe que a veragem tem morcegos morcegos vão cagar no chão
esse cocô do chão dá aquela aquela cena maravilhosa do mago fala peraí espera aí tem uma coisa que começa a catar a merda de ser em volta que coisa absurda é essa cara isso é jogo isso é lindo olha coisa legal de jogar o mago parando em cursão para poder juntar merda de morcego das paredes né coisa da hora não tem nada a ver com ré não tem nada é exatamente assim quando as regras são ficcionais
elas produzem jogo e quando elas são resumidas para as abstrações mecânicas elas escondem jogo se a gente tiver a descrição da bola de fogo como componentes vgm e nenhuma descrição de quais são os componentes essa cena nunca aconteceria assim e aí eu acho que eu assim pelo menos eu queria finalizar aqui essa essa análise desse texto pelo menos da minha parte né trazendo que quando ele diz que quando ele categoriza
né a partir desses três pontos aí trazendo montola e ele coloca justamente nas regras do meio ali né as endógenas que são em grande parte mecânicas né ele a gente acaba percebendo que as críticas de regras ele tem elas dizem muito respeito às mecânicas mas nem toda regra mecânica mas as regras que mais ele tem são as mecânicas então talvez o gerryd se tivesse abordado no início do texto ele tivesse focado um pouco
mais em mecânica talvez ele tivesse do talvez até melhor interpretado né se tivesse usado outra palavra em vez dele falasse regras ele tem um pouquinho eles que falasse mecânicas ele é pronto a questão da palavra mecânica né aí um debater e um trazer três classificações mecânicas é o que eu falo no grupo do café inclusive muitas vezes as discussões de internet na verdade são duas pessoas falando coisas parecidas só
que usando termos com compreensões diferentes assim as duas pessoas estão falando regra isso regra é aquilo só que cada um tem uma definição diferente do que regra é óbvio que elas não vão se entender porque elas não estão usando as palavras da mesma forma entendeu é um problema de comunicação não um problema de diálogo né o que a gente vê nesses textos é uma coisa muito interessante porque é isso é o que o
que o que gosta de usar essa situação muito boa do Isaac Newton eu acho né seu verde tão longe é porque eu estou em cima dos ombros dos gigantes né assim a construção que a gente faz a partir da onde a gente tá a gente chegou assim o primeiro texto me colocou pra pensar isso aí a outra pessoa leu o meu texto e se colocou a pensar outra coisa e uma quarta pessoa e uma quinta pessoa e uma sexta pessoa
é só assim que o mundo vai pra frente gente né leite do lavozier né na natureza nada se repete tudo se transforma nada se cria tudo se transforma você precisa de matéria prima para transformar as coisas matéria prima do pensamento é pensamento é exatamente e é legal né porque quando a gente tá falando de jogos e regras e tudo mas a gente tá falando de coisas muito abstractas né coisas que a
gente meio que arbitrariamente pensa a respeito delas então acho muito legal isso é uma coisa que a gente vai viver muito discutindo regra do salário no café ou em espaços que a gente tem outros game design e tal de que a gente utiliza muita coisa das lentes né justamente a gente vai pegar abordagens específicas entender a arbitrariedade dessa análise né e dialogar em cima dessa arbitrariedade
isso é uma coisa que essa essa corrente de texto que esse fio né que se trouxe eu acho que faz sintetiza muito bem um diálogo né e que eventualmente chega numa lente ideal né pra discutir esse esse assunto é muito interessante cara e assim o próximo texto inclusive é o mais complexo de todos que é inclusive artigo científico mas assim é o cume de toda essa discussão
né porque é o texto citado aqui do montolo a hora que ele vai pegar e falar assim tá não peraí mas que que é um jogo de interpretação de papéis e aí aí aí aí aí a fogueira pega fogo mesmo é queima cabaré porque daí essa é só um bom e aí ele vai na edição que são tutores sociais o que é muito interessante é e aí as coisas começam a ficar qualificadas né o interessante dessa ordem
dessa sequência de textos é isso é que as coisas vão se qualificando à medida que os textos vão respondendo porque diálogo é isso o diálogo é você falar sua opinião e ouvir a do outro e no final chegar a uma síntese mais qualificada do que a minha opinião e a opinião do outro que tava dialogando comigo é eu juntar com você e fazer um terceiro melhor né a dialética regalia nessa né até a
séries antítese síntese síntese assombrar as coisas assim um diálogo é isso diálogo é construir junto assim esses textos ele mostram muito o quanto a gente consegue longe né discutindo com licença meus caros terei ouvido direito vocês estão em busca de ouro e glória pois eu posso lhes ajudar meu nome é almeer cego e eu estou nessa taverna há algum tempo ouvindo histórias de bravura e coragem de
aventureiros que passam por aqui eu posso lhes falar sobre que está para além da gaiola as ruínas deixadas pelos antigos as planícies de nuvens negras a floresta do vento infinito a lenda do messias elf ou até mesmo o que está aqui dentro os mistérios sobre as sombras das torres douradas sobre as nossas cabeças o meu preço ora eu só peço para que ao retornarem vocês contem suas histórias para
mim é a forma que eu tenho de ver o mundo novamente pelas histórias de aventureiros valorosos como vocês e aí trema a gaiola dourada é um jogo de RPG de mesa aberta no sistema caves and rexes usando o estilo oil fantasy o modelo arzlut vem explorar os hermos corrompidos pela estranheza cheios de tesouros e oportunidades ou vem a caminhar pelas ruas de trema cheias de perigos e de segredos os habitantes
da última cidade do mundo aguardam por você que tal ver o que tem para além da gaiola e aí e aí e isso e para quem acha que isso não tem em relação prática quem está viajando não tem muita em relação prática nesse ver que os textos eles trazem exemplo prático eu posso dizer que isso dialoga demais com a minha pesquisa com eu fantasy com a pesquisa que a galha que a comunidade vem fazendo
também é indifintemente e isso imprime jogo no fim das contas você fica com mais clareza para perceber os fenômenos da sua mesa né então discutir ainda tem esse aspecto prático muito interessante mas é isso aqui algum recado para a galera cara conta aí para a gente da península dos rolê que estão rolando aí conta aí para a gente novidades península ancestral número dois está sendo escrita e lá vai ter um
sistema de herbalismo totalmente digético totalmente dentro do jogo e não fora do jogo e não na mecânica mas também a península ancestral número um foi convidada sem pressa pela caramelo jogos e não só isso como ela vai sair semana que vem não sei quando você está ouvindo isso mas a última semana do mês de agosto de 2024 ela vai estar disponível no site da caramelo junto com a outra meu outro zine que
é o vencedor do gaiques 2023 vão sair juntos se da dela do luar é apenas ancestral é vai lá dá uma força compra se não quiser comprar também pode entrar no itil e baixar de graça pague o que você quiser mas aí você só fica com pdf né cara a gente é a gente é a gente é feteista a gente gosta não gosta físico na mão cheirinho de impresso né cheirinho de boa cara galera vou deixar esses links aí do material
da caramelo que o que desenvolveu aí junto com o ica também junto com o geraldinho vocês fiquem de olho é um material muito bom se vocês não conhecerem quiserem conhecer tem um episódio de hex scroll em que participam aqui e o hícaro então eles falaram inclusive do do material mas tá aí os links recomendo muito que vocês conheçam é material é compatível com o escuo e com sr de forma geral o
material inspirado é o fentes então tá tudo em casa dá uma olhada que é de primeira qualidade do gui um cara que tá aí é o rook of the year estreando aí já com dois com dois materiais pedradas já de cara só para mostrar que veio isso aí parabéns cara obrigado isso aí galera vou bom do meu lado aqui eu vou pedir que você chegue lá no spotify se você ainda não avaliou o café com danjum dessa moral
pra gente tem 200 e poucas avaliações eu sei que publica muito maior do que isso então avalia gente um spotify no app chega lá dá o número de estrelinhas que você acha que a gente merece de um a cinco um beijo no seu coração se você der cinco estrelas pra gente é no mais eu vou pedir também que você já vai lá das estrelinhas participa da nossa enquete a gente sempre faz uma pergunta pra galera no
final é a pergunta que eu vou deixar pra você aqui é a seguinte você quer que a gente continue é debatendo sobre regras depois do regras e dessa discussão do regras ele aí conta pra gente ou é melhor a gente pular para outra coisa já já já foi demais exagerando quanto é pra gente exagerando e bom no comentário você pode comentar qualquer coisa se você quiser comentar e um autor um teórico conteúdo
que gosta de discutir essas coisas que tem pontos interessantes sobre essa discussão indica que a gente entra em contato a gente de repente é junta para para debater mais profundamente também então muito obrigado pela participação beleza gente
queria também deixar o link né do nosso apoia apoia .se bar café com danjou você entra lá e se torna um assinante né você apoia o café com danjou em algum dos planos lá e quanto maior o seu plano né maior o desconto que você vai ter não só no café no café ou velha negra mas também no material dos nossos parceiros inclusive aí a gente consegue ir com pons com caramelo jogos a gente consegue com a retro
punk então cola com a gente é além disso você ajuda a gente a ter cinco episódios semanais porque nossas metas estão lá e uma da próxima meta inclusive é para voltar até mais um dia na semana então imagina aí você ter se quinta café com danjou beleza é bom que você não fica refém quando a gente entra nesses buracos de coelho e começa a aprofundar em piração de regra é bom que você não
fica refém da gente então apoia .se bar café com danjou tá e ainda recebe conteúdo extra porque a gente tem lá estudos e ofentes a gente faz leitura coletiva a gente faz um monte de coisa interessante aí então a gente não cola com a gente se você gostou especialmente do café de hoje deixa uma gorjeta para a gente manda lá um pix de qualquer valor lá no
café com danjou a roba gmail .com a gente conta com o teu apoio se você tem uma empresa ou uma marca e que é de repente tem um dia da semana no café com danjou e não se um episódio semanal para a gente do seu podcast matinal favorito e faça alegria da massa arrepegista consulta a gente lá no
café com danjou roba gmail .com que a gente tem uma proposta especial para você você pode também consultar a gente sobre parcerias de anúncios aí a gente trabalha com marca de RPG mas também com outros ramos como cafés jogos tecnologia mídia etc. Você quer que eu alô a borar manda o email para a gente
também café com danjou roba gmail .com se você é um game designer independente um acadêmico produtor de conteúdo manda o email para a gente agradecendo aí também os nossos assinantes a galera que torna possível essa aventura. Então valeu aí o pessoal do nível incentivo incluindo o Enes, o Zapuro Suzuki muito obrigado Enes. Valeu demais o pessoal do nível de apoio comunidade incluindo o Samuel
Hernandez, o Caio Palma e o Gustavo Morade. Valeu os assos. Um salvo especial para os assinantes do RPG Dojo entre eles o Denys Oliveiro, o Mateus Coleto, o Leo Monteiro, o Pedro Borges e o Pedro Obisinha. Um abraço aos membros do treinamento Oil Fantasy. Então Abiru Junior, César Machado, Daniel Aidar, Diego Cestito, Douglas Baien, Siléu Gasparoto, Mateus Pequera, Rafael Bardal, Bruno Coby,
João Mourlamac e Gui Providello. Muito obrigado pelo apoio e também um imenso agradecimento ao membro do café com balbi o Thiago Augusto. Um abraço Thiagão até sexta meu cara. Então é isso aí galera, um abraço e até a próxima.
