Proposta estética no RPG #0026 - podcast episode cover

Proposta estética no RPG #0026

Jun 27, 20241 hr 35 minSeason 2Ep. 26
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Balbi recebe Guiliano Roverato e Silva João, autores do Brave Zenith, para trocarem ideia sobre como passar uma proposta estética em seu RPG, tanto do lado do game design, quanto das ilustrações e design do produto.

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Um abraço pra galera do Treinamento Oil Fantasu

  • Abilio Jr
  • Bruno Cobbi
  • Cesar Machado
  • Daniel Aidar
  • Diego Sestito
  • Douglas Baiense
  • Leo Gasparotto Menini
  • Maheus Piqueira
  • Rafael Machado Bardal

Um imenso obrigado pro assinante Café com Balbi

  • Thiago Augusto

Transcript

Estética tem a ver com a percepção que a gente tem do mundo, do nosso ambiente, de onde a gente vive e do que a gente experiencia. Seja um mundo real ou um mundo simulado, um mundo criado de um jogo, uma ficção. Então passa muito por a gente se sentir, a gente sentir os

outros, a nossa visão de mundo. Estética tem a ver com essa capacidade de entrar em contato com o ambiente, esse ambiente não só talhado pelos nossos sentimentos, mas também pelo que a gente raciocina a partir das nossas sensações e da nossas experiências. Essas

discussões aí tomam bastante os filósofos. Aí, sei lá, desde o salado Nietzsche, Adorno, Brecht, tem muita gente que vem trabalhando que é estética, uma discussão muito profunda, eu não sou um décimo gabaritado para falar sobre isso. Mas dentro de jogos, a gente pode puxar um pouco para

jogos essa ideia de estética. Segundo o framework MDA que a gente já trabalhou aqui no Café com o Dungeon no episódio que a gente investiga se todo mestre de jogo é um game designer, nessa investigação a gente puxou a lente desse modelo MDA, que é um modelo que analisa produção de jogos

através de mecânicas dinâmicas e estéticas. Tem muito enraizado nos videogames esse modelo, mas a teoria é que os game designers propõem estéticas através de suas mecânicas, eles usam mecânicas para propor estéticas, essas estéticas são experienciadas, elas vendem experiências que os jogadores têm ao engajarem com essas mecânicas no espaço dinâmico de jogo, onde eles exercem o seu espaço de agência,

onde eles tomam decisões. Então é justamente nesse espaço de decisões dentro do jogo onde você sente a estética a partir das mecânicas que

o game designer trouxe. Bom, isso é uma teoria muito ligada ao videogame, dentro do RPG há muitas nuances que a gente trabalha no episódio que eu citei, mas se a gente analisar o jogo como estética a gente pode ver que é o próprio MDA atrás, algumas estéticas que a gente pode sentir enquanto o jogo, tem o jogo como prazer e sensação, o jogo como fantasia, o jogo como drama, o jogo como desafio, o jogo como engajamento

social, o jogo como descoberta, como expressão e

auto descoberta e também como passatempo. Isso é algumas coisas que a gente pode sentir a partir dos jogos, na teoria de RPG especificamente também, a gente vê a percepção que deriva dessa ideia de estética, do que a gente vê em sentido a partir do jogo, então trazem também a ideia de instâncias e agendas de jogo também que se relacionam com esses sentimentos provocados pelo jogar e esse jogo que

acaba compondo um mundo de aventuras, eventualmente uma construção narrativa e o próprio jogo que é o RPG, o que faz o RPG. Aí se a gente pegar por exemplo a GNS, que é a teoria do Ron Edwards, o game -ismo, o narrativismo, o simulacionismo, ele coloca que as agendas que a gente tem contra o jogador é que a gente pode jogar pra se sentir na pele do personagem em alguns momentos, ver o mundo como

ele vê, isso seria um motivador. A gente jogaria, por outro lado, se a gente vai falando de uma agenda narrativista e não game -ista, a gente joga pra contar uma história, se colocando como um autor, um escritor ou um showrunner de série frustrado aí construindo uma obra, a gente pode ser um jogador que joga pra superar obstáculos, como um atleta focado em vencer, em

performance, em conquistas. Bom, isso aí seria algumas agendas do que a gente buscaria ali como elemento decisório, o que motivaria a gente a tomar decisões dentro do jogo. Mas também a própria GNS traz algumas posturas que seriam mais fluidas, seriam posições que a gente adota

dentro do jogo. Então a gente pode atuar como ator, que a gente faz o que o personagem faria, a gente pode atuar como autor, a instância de pião, em que a gente não é exatamente limitado ali ao personagem, mas a gente toma algumas decisões entendendo ele ali quase como uma terceira pessoa, quase um ente a parte, mas que a gente toma as decisões dele dentro do ambiente, em que ele vive

entendendo ele naquele contexto. Ou uma postura de diretorem, em que a gente tem uma liberdade maior do que o espaço pertinente àquele personagem, a gente acaba decidindo de forma separada dele possivelmente, não dependendo dos seus conhecimentos dentro da ficção para decidir influenciar eventos, então seria aquela postura em que o jogador decide sobre cenários, sobre acontecimentos alheios a ele até de uma forma mais

distanciada desse próprio personagem. Enfim, são algumas percepções que derivam dessas estéticas do jogador, que também constroem essas estéticas, você jogar para se sentir um showrunner ou você jogar para se sentir o próprio Rambo naquele mundo de

ficção, tem diferenças. A gente tem a teoria também do manifold, do RPG mesmo, a teoria de Game Zandere RPG do Cornelson, e ele também fala em instâncias e também fala de algumas estéticas, de alguns sentimentos de jogar, mas quando fala de instâncias ele fala da instância do espectador, do autor, do personagem, do jogador, de atuação, então seria o espectador, aquele jogador mais passivo, mais

audiência, que está mais ligado com aquela audiência do cinema talvez, ou jogador autor, em que ele considera o material ficcional que resulta no jogo e impacta, busca impactar esse material ficcional, esse material narrativo, essa construção narrativa. Já a instância do personagem, a postura do personagem, seria quando o jogador entra na pele mesmo do personagem e vê o mundo

como ele vê. Já a postura do jogador é quando ele encara o RPG como um jogo mesmo e pensa táticamente, engajando prioritariamente com as mecânicas para tomar essas decisões, e finalmente ali a postura da atuação, em que o jogador tenta agir por a teatralidade no jogo, ele quer retratar, ele quer mimetizar o comportamento ali, levando para a sua

atuação mesmo, sua dramaticidade. A gente tem estética para a galera do GURPS aí, que é a vida e míto GURPS, e a galera do GURPS que gosta de sentir esses deus aí forjando as leis da probabilidade, da entropia nas realidades que eles

propõem. A gente viu também, não, não é sem sacanagem com GURPS, a gente viu também como pode ser perigoso a gente vivenciar essa fantasia de poder dele promover e como essas fantasias de poder e outras fantasias dentro do RPG podem ser ideologicamente perigosas e trazerem paralelos com tropos colonizadores, de missão civilizatória, de destino manifesto, isso tudo traz uma estética que de

certa forma é negativa, uma estética que é indesejável para quem tem uma consciência a respeito disso, para quem quer trabalhar politicamente também, os aspectos do seu jogo, para além do próprio

círculo mágico. A gente tem aí, notavelmente, no RPG, mas em todos os jogos, a gente vivencia sentimentos que eles provocam na gente, e a gente tem a oportunidade de sintetizar essas emoções, de pensar a respeito dessas emoções, e ser o conteúdo estético em trabalho dentro do espaço simulado, mais seguro, que não é o espaço da realidade, então de certa forma a gente tem até um pouco mais de

segurança para explorar outras estéticas mesmo que sejam estéticas mais problemáticas, então os jogos aí como cult ou jogos mais dark, ou jogos mais que abordam termos mais problemáticos, assim como o espaço de arte, é um espaço em que a gente tem esse círculo mágico, que permite que a gente experiencie outras coisas ali e produz até outras estéticas dentro de intencionalidades, se a

gente faz isso de uma forma consciente, acaba que a gente toma nossas precauções para evitar sangramentos desejados, e tudo mais a gente pode experienciar algumas coisas assim, mas como percebe o Tino Guien, que é um game designer que eu tenho falado bastante aqui no café, eu livro agency sArts, ele diz que a matéria do game designer é justamente trabalhar com a agência do jogador, esse

espaço desses horas dos jogadores é justamente a matéria que o game designer vai trabalhar, então no RPG esse espaço é dinâmico, esse espaço onde os jogadores vão tomar decisões, ele é muito curto em comparação com as liberdades que esses mesmos jogadores têm, que eles podem imprimir partir das suas próprias percepções ali e confluir com essa construção lúdica proposta pelo game designer, no RPG

é muito difícil você constranger os seus caminhos idealizados, as ações dos jogadores, porque eles estão interagindo muito mais com o mundo de aventuras do que necessariamente com as suas mecânicas, então qualquer discrepância ou qualquer coisa que não foi planejado ali no seu espaço mecânico facilmente vai sair disso e vai confluir de outras formas, então não seramente isso vai ser negativo, não seramente isso

vai dar em em alguma dissonância ludo -narrativa alguma alguma coisa assim pode dar na verdade uma grande grande contribuição da mesa para aquele jogo proposto pelo game designer, então a gente vai ver que essa confluência essa pororoca de sentimentos e de ideias possíveis vai trazer estéticas variadas ali muitas vezes inesperadas que a gente vai gostar de ver emergir do RPG talvez seja uma das coisas mais

interessantes que o RPG traz inclusive em termos visuais o livro muitas vezes vai trazer ilustrações o livro vai trazer tom de voz na escrita o livro vai trazer algumas formas de marcar algumas estéticas mas muitas vezes no RPG é quase certo a gente falar que vai necessariamente precisar de um trabalho de quem joga, quem joga que vai preencher o que faltar, quem joga vai pegar e moldar o que tem ali vai

mexer nas artes vai trazer suas próprias referências visuais, suas próprias referências estéticas para ter jogo e vai complementar então nesse momento a gente começa a ver que o próprio game designer o artista gráfico designer do jogo do produto começam a poder contar com essa lacunalidade do jogo e explorar esse espaço de confluência com a mesa e o jogo que é muito rico é um espaço muito rico e que o RPG talvez

tenha se divorciado né em suas teorias aí durante tanto tempo durante a forge né que trabalhava isso em silos muito específicos dentro dos jogos que propunha então a gente vai ver que tem muitas possibilidades interessantes de se explodir isso de confluir isso dentro do game design moderno né hoje por conta desses assuntos né hoje eu resolvi falar sobre estética a partir de um jogo com as

apocalípticas brasileiro lançado primeiro lá fora mas que trabalha a partir de uma estética nossa muito forte muito bem trabalhada traz um respiro né até de resistência aqui por nosso jogo né essa coisa de mesa da brama na calçada da lucadora de videogame do rancho da pamonha da dungeon que pode ser o sistema de transporte que a gente tem ali um colapso né e que chama o jogador para trazer a sua bagagem

para esse jogo porque ele é muito familiar e vai falar hoje sobre o brave zenith né que é um jogo aí do juliano roverato e do silvan joão que é o rostrador que a gente vai trocar uma ideia com eles a respeito de construção estética na RPG a partir desse jogo do brave zenith então é isso vamos lá e o café com danjo bom dia amigos do café com danjo estamos aqui para mais um episódio do seu podcast

matinal favorito trazendo sempre muito RPG meu nome é Rafael Balbi eu estou aqui bebendo meu delicioso café ou ver a negra como i na hora qualidade de vida recomendo e estou aqui tomando meu café enquanto eu estudo aqui a entrada para misteriosa tumba de loren y dollar city amete com um sektor a dissiping ele de sede dois mod tempo incidindo um de ultra bóret do loren magna eliqua bom enquanto eu faço isso eu

tomo o meu café e fico numa tranquila se você quiser acordar eu vi o podcast tomando um café delicioso como esse também eu sugiro que você vá lá em o vela negreta feste com e utilize o pão pro resolvente do café com danja por pão ccd tudo minúsculo e aí você consegue ir em um desconto para beber esse café ainda mais acessível e cara se você de repente quiser participar de sorteios a

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conhecendo aí ao longo dos episódios então é isso apoia ponto s barca foi com danja o torno ensinante vamos lá para o episódio de hoje mas antes queria passar aqui na leitura da enquete do último episódio vamos lá bom o episódio que a gente teve na quinta passada foi com o demiquiral então a gente apresentou aí o devintage rpg o feste play é o jogo rápido do sistema dele lançado pela caramelo jogos

e as perguntas que eu fiz para a galera foi foi um é seguinte qual o melhor retro clone para você e por que a gente teve várias respostas interessantes aí teve o davi ribeiro que falou que foi o primeiro né falou que é só jogou o golden glory do adi desse muda deção e achou melhor que os livros originais a exceção é o livro dos monstros é porque os monstros não são só um

capítulo no d no adi é um livrão o matheus piquera falou geralmente ele acaba por utilizar o caves e rexes pela coragem e mudar alguns pequenos fatores nas classes que ele acha que estavam defasados nas nas edições originais como o taco do guerreiro por exemplo é realmente foi uma coisa que a gente buscou com o caves e rexes da uma atualizada quando a gente fez esse retro clone aí o providelo grande

providelo falou praticamente só joga caves mas consideram se consideram o somelhê de retro clones acha que tem um empate bom entre o caves o devinto de lamentations que clonam mas oferecem ferramentas novas de qualidade o ronestércio alegrand ronest falou que gosta muito do devinto de rpg é não só para ele ter sido iniciado pelos vídeos do quiral mas também por entender as críticas dele e os pensamentos embora não

concorde com os gnomos e com os détalos é esse lance de dédalo e a vida do quiral carlos gente falou que ia dizer que abriu mas que ainda não recebeu o material para para jogar então deu uma reclamada e o rafael falou devinto pela sua adaptabilidade e o caves e rexes pela simplicidade e o lamentations de flim príncios pela sua esquisitice estou contigo rafa o evan falou que o

favorito dele é o oise apesar de ser literalmente o bx a organização dele facilita muito no hora do jogo é isso gente retrocônis são cada um tem um motivo né de ser um retrocônimo e fica aí a nota de que a galera não citou o lebernes lord que é um tempo atrás era sempre citado mas interessante obrigado pela participação aí galera vamos para o episódio quando estiver viajando a passeio

não deixa de fazer uma doce parada no rancho da pamonha vamos cair aqui para o episódio começar a falar sobre proposta estética no rpg só para introduzir o assunto né é quando a gente fala em estética de forma geral a gente tá falando ali de como a gente quer pautar um pouco a gente quer interferir no sentimento das pessoas em relação a alguma algum algum produto alguma proposta de arte alguma

coisa assim em jogos a gente fala de estética nesse espaço interno do jogo né a estética vindo desse espaço dinâmico onde jogadores exercem sua agência logo tem a ver com tipos de escolha e decisões que eles devem tomar então as regras né vindo ali não só das mecânicas mas cenário personagem dinâmica pautando que os jogadores vão escolher as decisões que eles vão tomar mas também a estética vem a

gente refrenses culturais né dos jogadores em associação ao que eles estão jogando e aí nisso influenciar -se do jogo as cores escolhidas o design do manual o texto o tom de voz com o manual usa e bom a gente analisar isso eu tô com aqui com duas figuras que estão lançando um brave zenith e aí para falar desse rolê eu tô aqui com o silva jão fala aí uma noite galera bom dia boa tarde eu não sei que horas você

vai ouvir mas estamos junto então obrigado daí pelo convite balvin estamos juntos para falar de você rapidinho para a galera te conhecer é claro eu sou um ilustrador quadrínista é roteirista de são paulo é eu tenho 33 anos eu gosto muito de rpg e de desenhar e de estudar em certeza que 90 % do público se identificou aí cara agora espero que sim espero que sim e tamo também com o juliano fala e juliano bem

-vindo cara tudo bem pra prazer tá aqui finalmente você apresenta e logo a data de longa data é uma tentão quanto é para galera sobre você eu sou juliano sou designer trabalho com o consultor em jogos para a gente se for cidade com frila também e de design e isso é um santo aqui né você vê de santo o lord secreto é maneiro bom é falando agora um pouquinho do do brave zenith né é por ele já tá rolando aí

né o previso já é um velho conhecido e de quem apita os os menos da RPG aí não mainstream né já já ouviu falar do prazer e aqui no café inclusive é mas o clica vocês de repente de repente apresentar sem ir para galera o brave zenith porque ele vai dialogar bastante agora com esse tema que a gente vai puxar que é destética no no rpg né como é que vocês apresentariam o brave zenith

pra galera eu gosto de pensar nele como se fosse a e se o rpg ele tivesse referências né tanto culturais quanto visuais do brasil em vez de fora né se ele já se nasceu no brasil e veja lá na né o rpg que a gente tá falando que eu mais conhecido assim né o dd né se não tivesse nascido lá no santo linda nasceu aqui no brasil né como é que seria aí foi meio que foi o que foi seguindo suas ideias né e

também tornando um pouco mais acessível no sentido da gente a gente gosta muito de fantasia gosto muito dessa coisa só que às vezes acessível no sentido de a galera não entende a linguagem né o que a gente tá falando que são clérigos né são magos é as coisas assim as pessoas vão jogar e não conhecem tanto assim tem meio desconfortável a falar porque não sei como é que é isso uma coisa medinair

aí ainda é de nerd tá claro mas é a gente tem que pegar o post apocalipse vem daí né tem no jogo que tentar pegar os objetos do dia a dia pessoal em coisa de fantasia para que você possa falar as coisas que você conhece você conhece tudo já você não precisa ficar a meu os romanos em mil antes de triste inventaram isso aqui sei lá e aí a gente tá usando um portcule sabe sim essas coisas assim é evitar

esse tipo de coisa para que a gente possa trazer mais gente né pro hobby eu espero meu sonho inicial maneiro e você o silva como é que é pra você o que que é pra você o bray vizante o bray vizante pra mim é quando eu falo pras pessoas eu falo cara é um RPG aí cheio de cheio de comida cheio de desenho bonitinho que eu fiz eu fico muito eu gosto muito falar desse projeto se eu tenho muito orgulho sempre

sempre que pinta essa conversa de ilustração assim falo porra mas eu tenho um santo de que o mergulho mesmo assim eu gosto pra caramba do breves zênite e eu acho que ele é perfeito pra quem tem curiosidade para jogar RPG mas não tem o hábito não costuma porque eu acho que ele é mais planificado assim é uma coisa que dá pra pegar e começar logo que eu acho que uma coisa que afasta muita gente me afasta o

RPG por muito tempo é essa esse prep time assim que você tem que ter pra tipo é toda vez que a gente sentava a primeira vez o primeiro primeiro rodado ali pra jogar RPG nunca saia jogo nenhum ela só os cara explicando coisa e aí você monta uma ficha que você perde e mano e o breves zênite ele chegou pra mim numa época que eu já tava me ligando em sistemas alternativos eu tinha encontrado alguns de várias

de uma página só na internet e eu tava apaixonado pela ideia de essa estética de um RPG microscópico assim e aí o Juliano chegou falou pô tô com isso aqui tal eu falei cara exatamente que eu ando focado mais assim eu ando indo atrás de referências então foi porra um trampo que caiu numa época que eu tava mesmo querendo desenvolver esse tipo de linguagem que é copiar esses é justamente como que

um sistema se manifesta visualmente né e eu sei que os sistemas independentes eles são muito legais assim eu acho que eles dão show de design que você não vê mais nos grandes até tipo de antigamente era muito lindo também eu pego pdf antigões de livros deles e eu acho muito foda era autêntico né cara era autêntico é isso eu acho que falta uma honestidade realmente uma coisa que olha que legal é

isso aqui não é você compara tipo com o de antigo e aí na década de 90 ali os primeiros RPGs indies né entre aspas é que eles tinham toda uma estética transgressora para época né pô vampira máscara olha isso aqui era totalmente diferente de ID assim visualmente também né era modo pegada os amigos eu conheci a gente por causa do meu irmão né meu irmão bem mais velho que eu as amigos deles odiavam

deles achar um tos que eles falam olha isso aqui cara isso que é muito mais foley jogava vampira máscara né aí tinha as ilustração a tudo de visão assim anos 90 né a galera tava curtindo um tarantino é exatamente uma coisa que começou a mudar minha cabeça porque assim como eu cresci já pra mim RPG era essas impressões de 2005 assim de dd é um dia na internet de coisa que já era um artista tal né já

tava no meio eu achei muitas e muitas imagens do dd japonês né como eles imprimiram lá super lindo mangasão assim eu falei caralho que foda e eu lembrei que aqui no brasil tem a Erika o ano né que fazia as ilustrações por meita e assim eu sempre fui muito fã do trampo dela assim e foi uma coisa que eu falei caralho dá pra você se divertir pra caralho desenho da RPG essa então sim eu lembrei desse

amorzinho que eu tinha pelos livros do tormenta e aí eu fui descobrindo os RPGs alternativas os homebrew RPGs assim é um buraco de coelho cara é totalmente mas assim é ótimo que isso é uma coisa encantadora do RPG né de forma geral no RPG a gente é cada jogador ele tá construindo uma estética daquele jogo na sua cabeça até visualmente mesmo né é cada jogador cada jogador tá pensando numa coisa eu

falo vocês estão chegando na portaria e tem um por ter olhei tem uma cara de de otar é cada um tem sua referência do que é uma pessoa idiota ali que vai associar né é e aí cara nesse ponto eu posso estar imaginando isso como estética mangá eu posso estar pensando aquilo como estética sei lá zoeira assim de cartum eu posso estar pensando enfim cada um vai trazer sua própria estética ali no momento que

imagina mas ao mesmo tempo existe essa essa construção né de uma estética quando você tá no seu processo criativo de um jogo né e aí eu fico pensando de onde veio esse exemplo a gente pegar o exemplo do brave zanite de onde veio isso é o juliano salá você tava aí julhando acordando um sonho para isso que eu quero de onde veio esse rolê e também pro silva como é que vocês sonharam junto junto zcrpg agora

como é que vocês chegaram desse produto bom a o silva fala um negócio que eu não estava esperando mas um dos primeiros estopinhos assim foi ver esse dd japurez aí é porque eu achei legal era que o mesmo jogo é igual só que eles adaptaram a estética cultural local e o Japão transforma muito legal com a gente é quando você vai ver o que que é fantasia né medieval entre aspas no Japão tem um estilo muito

específico que é lá o do lodo lá naqueles animes tal o tanto tornei assim bebeu demais isso aí mas que é a estética de fantasia que o wizardry todos os jogos tem esse visual é tipo e tudo dele só que eu achei legal de eles pegarem e olharem os olhos deles né e foi porque é por isso que eu falei como é que seria se a mesma coisa no brasil e só importar assim meu cavaleiros e tudo isso aí visual clássico aí e

mecanicamente eu queria também emular um pouco esses temas porque eu tô usando muito muito inspirador e agora o sentido um deles foi mecanicamente o sentido de que lá eles não tenho 20 tão não é inaccessível, sei lá. Aí não tinha os dados diferentes. Então eles ainda faziam sistemas adaptados com D6. Por isso que o Brazenic é D6. É

só por causa disso. É porque eu achava legal e porque eu lembro quando era criança que eu tentava ver a IPG. Não, eu não tinha dado de 20 lados. Nevermong tinha. Tinha de 10 lados que eu jogava com piramánsico. Mas eu queria o de 20, porque era da ideia, era porque tinha visto. E mas aí a gente tinha que pegar lá na caixa do War, sei lá, porque a gente tinha tabuleiro e era D6 que tinha. Então

a gente jogava assim. Então eu via muito disso, assim, de pegar essas experiências de jogando e de adaptando para a sua ótica, reinterpretando, né? Prazer em que eu sei a sua cultura, né? Eu acho que esse é um traço mega democrático do Braves Ennity. Faz muito sentido no Brasil você fazer um RPG de 2 dados de 6 lados, assim. Porque todo mundo tem um pouquinho

de mobiliário em casa, sabe? E então você vai ter um sete de dados para jogar isso aí. E eu lembro quando era criança que jogava RPG na escola, assim, no intervalo com o Edda, né? Jogando o cara ou coroa. E tipo, era isso. Eu jogava 3D e T com o relógio, porque era o que dava. Caralho. O mestre ele dava o relógio. Ah, o relógio... Não, ele tipo de ponteiro, né? Ah, de ponteiro. Aí

o mestre falava, não, fala quando você quer parar. Aí quando parava o relógio ali, o segundo era o número que tinha dado no dado, sei lá, mas olha assim, era o meu biarra. Porque não tinha nada, a gente não tinha nada. Pô, cara, eu alcancei de ver quando era um moleque, assim, até uma lembrança, assim, de pensar o tanto de mesa que eu via. Ah, vem jogar RPG na minha casa. Alguém que eu nunca tinha jogado.

Eu chegava e ela tinha, sei lá, gherps e dados do or. O amarelinho e o ermelhinho, né? Tipo sempre assim, cara. Exatamente. Era tão tímido. É maravilhoso. Você já sabia de onde veio, né? Era engraçado. Quando eu era muito criancinha, eu tinha os livrinhos introdutórios do gherps, que tinha aqueles com momentos da história do Brasil, tá ligado? Que tinha um aventurinho do indígena, aventurinha do escravo fugido, tá ligado?

E esse foi o meu primeiro contato com RPG. E eu falei, caralho, isso aqui parece um livro de história, moleque. Igualzinho da escola, mas eu pensava, mas tem uns dados, né? Falar um jogo. E assim... Foi tipo, caralho, que foda que dá pra você fazer um negócio desse. Gherps é muito bom, mano. É, é o gherps. Você marcou uma época, né, velho? Não tem jeito. Eu devo muito a Gherps. Não

esteticamente, assim. De jeito nenhum. Não, não. Mas com certeza, Gherps molhou minha ideia, assim. Não, e é tipo, é isso que a gente fala quando a gente fala, porque a identidade da RPG do Brasil, por incrível que pareça não é ideia, é tipo, a gente sempre teve, né? Era incolhível, nem lembrei de que estava antigamente, na época de 90, 80. Mas, pô, a gente teve uma piramáscara muito forte aqui, a gente tormenta, né?

A gente viu gherps, que até hoje as pessoas falam, não sabe como, até hoje jogam, não acredito. É... É muito... Não, mas é muito louco. Isso aí, gente, você vai jogar com um dado, que você tem outro jogo de tabuleiro, que estava perdido lá. Isso tudo faz parte dessa ideia, né? Tem um exemplo máximo, assim, que foi quando... No Gerás, quando eu era adolescente, a minha irmã era jogar muito uma

piramáscara. Então, ele tinha todos os livros do André Vianco. Tem um livro do André Vianco que os caras, eles estão, sei lá, posam a Pucalípte, e eles param no Rancho da Pamonha, que tem, entre São Paulo e Santos. E eu passava sempre na frente dele. E quando eu li aquilo, eu falei, porra, eu sei onde é isso aqui. Isso

foi a coisa mais legal do mundo pra mim. Foi tipo, calho, muito foda, porque era um livro de vampiro e era tipo... Não era em qualquer lugar do Brasil, era onde eu passava, sabia onde era. Você já pisou ali, né? Então, é muito louco. Eu falei, deve ser assim que americano se sente vendo esses filmes, que, ah, meu, Times Square, man. É isso, né? E

foi uma sensação muito louca. Aí eu falei, por isso que eu falei, quando eu vou escrever também, a gente está usando muito isso aí. Imagina, um RPG que se passa no Rancho da Pamonha, pelo lado. Porque é bem disso, né? Então, uma referência e de pegar essas coisas assim, uma asmorra pode ser qualquer coisa, né? Qualquer lugar é uma asmorra, você

pode pensar. E na capa do Brevisente, eu fiz questão de deixar um milhão de, tipo, um milhão de fazendo joias de Rancho da Pamonha, assim, na frente do lugar. É muito foda que tem um lore em Y, assim. Tem que ter uma apichação do lore. É, um lore em Y. Um lore em Y. Um lore em Y, um futuro apocalíptico. Certamente, a galera vai achar que é um mago, cara. Sim, é, tipo, um bagulho, né?

Tipo, nossa, que são realmente um relato muito foda. Eu tenho um amigo que ele sabe recitar muito, o vírgula, né? Que também é um RPG, se ele sabe recitar muitos e muitas palavras do lore. Caras. E isso, isso é tipo, é tipo, o recital pi, do nerdão, o guia. O recital pi, exatamente.

Tanto que a primeira vez que ele falou, ele falou assim, ''Pô, eu sei recitar o lore em Y.'' Eu falei, ''Pô, quantos dígitos?'' Porque pra mim era a mesma coisa, sabe? Os preçajos na exploração da região que leva o mesmo nome. Birgoth. Que guardem os jazigos dos titãos, seres primordiais anteriores aos próprios deuses. Por eles, sepultados com seus tesouros, segredos arcâneos e metaphísicas. Gearbotham

é uma campanha de Hexcrawl, aperta e gratuita. De RPG, o discurso no estilo Oil Fantasy. Com sessões episódicas em um mundo permanente. Com centenas de jogadores e quatro testemidos mestres. Balbicob, João Bulamac e Márcio Loureiro. Além dos ermos, repletos de monstros e tesouros, a comunidade explora um estilo de jogo forjado a partir das reflexões dos mil episódios. A primeira temporada do Café

com Dungeon. E outros experimentos como O Ligória, D .D. Moleque e outros. Descubra o paradeiro do mago que ficou louco ao ouvir os impropérios de uma cabeça falante espetada na ponta de uma lança. Entenda como derrotar a Salamanda de Fogo, que toma conta da Chapada dos Queimados em seu covil, cheio de rubis do tamanho de um crânio

humano. Enfrentes bandidos da unha de navalhas, especialistas em geometria sagrada, que apavoram a vila da fresqueta e escoam os seus tesouros do jazibo do titã caverna, aprisionado pelo deus Tetris em sua, entre em cada estrutura de cordas nois e tendões, que sustentam o monte -quip. Tomar da biergotem e sair alucinado pelos ermos parece arriscado, mas a cerveja

abre um canal direto com os titãs. E com seus poderes primordiais podem imbuir os aventureiros de asas, de vigor incansável, no dialeto das plantas, ou mesmo com a força perpétua de um rio. A esperança de serem libertados pelos bravos inconsequentes caçadores de ouro. Dém XP com ouro resgatado, mas também com descobertas nos ermos e com rumores compartilhados com os demais aventureiros. E

aí, topo de desafio? Um monta o seu grupo e procura um dos mestres em nosso grupo de telegram, que a gente tenta atender os seus horários. Se você não tiver grupo, você pode sempre chegar e conhecer outros aventureiros precisando de companheiros por uma incursão. Então segue o link aí na descrição do episódio e vamos explorar biergotem! Quando estiver viajando, a passeira não deixa de fazer uma doce parada no rancho da

Pamoia. Assim, uma pergunta agora sobre o processo criativo de vocês. Deve algum momento que vocês pararam, sentaram, fizeram um espécie de coletânea de referência, assim, fora obviamente essa questão do... que eu acho que é uma visão estética muito foda. O rancho da Pamoia. Eu acho o Juliano, cara, de longe um dos melhores clientes que eu já tive,

assim. Porque ele chegou com... Ele vem sempre com a apresentaçãozinha, dá pra ver que o cara é um vendedor, um cara que tem que explicar o que os outros. Ele vem com um PDF, assim, e fala, porra, é isso aqui, e aí ele bota todas as diferenças visuais bonitinhos. E aí eu... Ele fala assim, pô, que ele é muito... que fosse uma parada meio Dragon Quest. Eu falei, puta, aí fodeu, porque... Eu

amo muito... Dragon Quest, assim, cara, na real não to ler o jogar Dragon Quest, mas a estética... Aí é o contrário do Gertz. O contrário do Gertz e Dragon Quest, geneticamente eu devo muito, mas mecânicamente nem um pouco. E sempre foi uma coisa que eu colecionei no Pinterest, assim, páginas e páginas de designs do Toriyama. E aí eu ficava viajando muito

naquilo, aquele universo bem coloridinho. Aliás, Dragon Quest é uma... acho que é uma fronteira entre esse RPG épico e esse RPG indie. Não é nem uma fronteira, é realmente um marco que fala, porra, que um cara teve uma liberdade artística sem precedentes pra fazer um bagulho comercialzão. Até hoje é mega comercialzão. E com a mesma estética, desde o 1, assim, eu acho muito foda. É verdade. Tem um Toriyama fazendo, né?

Não, o mais louco que ele faz, tipo, tudo do Dragon Quest, do primeiro, principalmente, são monstros de ideia. Slime é o Green Slime. Tipo tudo, era, tipo, o cara... O game designer que se chamou dele agora, do Dragon Quest, ele desenhava no papel, tipo, eu quero que você faça, tipo, um slime, assim, esse golem, todos os inimigos clássicos, assim, e aí o Toriyama fez, o que ele fez, aí, e ficou

cônico. Tudo e cônico. E o Juliano também, ele é um bom cliente por causa disso, mas ele também é um ótimo cliente, porque eu mando as coisas, ele fala, tá bom. E assim, é muito pouco, tipo, ah, não gostei, ele fala, não, tá bom, segue aí. E aí eu fui fazendo o que

eu queria, sabe? Ficou, mano, eu quero botar esse negócio físico, o traço que eu gosto de fazer, as cores que eu gosto de fazer, as palhaçadas que eu gosto de fazer, essa vontade de participar desse universo do RPG Indie, que foi me despertando, né, navegar pela internet e... frequentar esses ambientes do independente, eu consegui suprir tudo ali, assim. E foi até antes do Brave

Zenit, que foi o Bacto. É verdade, né, tem um pouquinho mais. Tem a cozinha do Bacto, que foi o primeiro RPG que eu realmente ilustrei pro RPG. Era Aventura. E aí, eu fui... Fica aí e fala você, descer aí agora. Não, é, sobre isso aí do cliente, pra mim é muito... Eu gosto de falar isso, porque toda vez que eu trabalho com alguém, eu falo, mano, eu tô... pagando alguém, e eu confio que essa pessoa é melhor que

eu. Então, tipo, eu vou falar, mano. E aí, era, tipo, era muito bom tudo que vinha, e eu falava, na verdade, isso tá melhor do que qualquer coisa que eu imaginei, eu vou até mudar o que tá escrito no livro. Que aconteceu muito. Muita coisa eu coloquei e adicionei no livro, porque a arte... Eu fiquei aí, não tinha nem pensado nisso. É...

Mas aí do... do trabalho, assim, que a gente começou, eu tava com Aventura do Bacto, né, e talvez vinha aí no Finançamento Coletivo, aí, né, junto do Brave Zenit, e aí, se todo mundo apoiar, ajuda nós. Eu tinha feito um panfleto, hein, em 2019, aí eu queria dar uma repaginada, né, relançar, fazer, porque eu fiz muito nas pressas, assim, só tinha... era um panfleto, e eu achava legal, o pessoal curtiu bastante, né. Aí

eu falei, ah, quero fazer. Aí eu lembro, eu lembro que eu tinha, né, já tinha visto a estirinha do Silvio, eu tinha comprado o HQ de briga, né, que eu sempre falava de vídeo de luto, sem querer, por alguma razão. É, é normal, tá específico. Nossa, eu suprim falava assim, todo mundo, não, mas é o HQ de briga. Vem vários nomes pra mim, cara, mas pra mim, eu aceito todos, tá. Aí

eu pensei, po, acho muito... Gosto muito da arte dele, porque aí, né, eu pagando palmas, tipo, pra mim, eu vejo muito do Toriyama, assim, no sentido de... no Silvio, no sentido de querer ser super sintética, assim, as ideias, as ideias, as noias, são muito claras e muito icônicas, né. É, eu gosto muito. E aí, eu falei, po, e é um estilo que... não

tem, não, na RPG, né. A RPG é sempre, né, no 99%, ou é... esse bagulho realista, renascentista, ou arever, assim, meio fantasiante, anos 80, ou é anime. Não tem outro... Não tem o meio termo ali. Aí foi esse primeiro contato, assim, aí já tinha... já tava fazendo Bravesian, né, já tava ponejando, e aí, quando... quando eu comecei a receber as artes do Bac, eu falei, poops, eu preciso... Acho que eu já sei que eu vou

chamar. Eu lembro que o que me pegou muito foi o... foram duas coisas, foi o... que é o Chef de Ferro, lá, que é um... sapinho com acendedor de... Ah, é. Acendedor de forno gigante, que é tipo armadelho, que eu tinha falado, não, bota um utensílio de cozinha gigante, meio de, ó, tá aí, o Silva botou um acendedor de... de fogão, eu falei, puta

merda, isso é meio... isso é meio genial. Aí começou a vim essas coisas, aí, tipo, golem de manteiga também, que eu acho que, caralho, tem uma faca de manteiga presa nele. Foi o... Foi uma dessas ideias, ah, e o... o

Rock 'n 'Bollie de Briga. Eu tinha... Uma das ideias dessa... dessa aventura, essa versão nova, eu tinha visto alguém postou, assim, no Twitter, foi comprar um Rock 'n 'Bollie de Brigadeira, tá cortada aí, Rock 'n 'Bollie de Briga, aí o Silva desenhou. Fui o que postei, cara. Eu lembro que se alguém postou, se desenhou. O cara mandou pra mim, ele falou assim, ''Ah, Silva, tô aí, eu postei o Rock 'n 'Bollie de Briga, desenhou

um Rock 'n 'Bollie Puto.'' É genial. Rock 'n 'Bollie Puto. E todo mundo acha que é um tronco até hoje, né? No desenho, né? É muito parecido. Mas eu fiquei, tipo, porra, genial, Rock 'n 'Bollie de Briga. Tenses nossa comida muito forte, né? O Rock 'n 'Bollie é um tronco mole, né? É, ele é um tronco. Até vontade agora, saudade do Rock 'n 'Bollie, vinha com a faca. A espada dele é a facinha do Rock 'n 'Bollie também. É,

sim. A facinha de Flávio que vinha. Acho que a gente conversou até mais, e eu sei que tinham essa, tipo... Ah, o que ele come? Ele tá comendo, tipo, bola, ele tá comendo doce pra... O que o Rock 'n 'Bollie de Briga come? Então, é que ele tá assando os pedaços de bolo na arte. E uma coisa muito louca é que vocês estão falando desse tipo de coisa, e aí tem essa lá, se a gente pegar o livro, tem um

golem de manteiga, sabe? Tem um golem muito louco, um construco de manteiga, um goble por tinho. É, o golem cogumelo, eu adoro ele. É, os caras estavam virados na Larica, fazendo bagulho. Eu tava fome, tava fome. E é muito doido pensar esse partido estético misturando com... Até você parecia trecho, que eu acho que diz muito sobre a proposta de vocês, né? Que

é assim... Você também vai perceber que esse jogo foi criado tendo em mente uma visão de mundo muito específica. Uma em que o capitalismo é uma merda nazista, bom, é nazista morto. Todos os policiais são horríveis e qualquer tipo de preconceito é proibido. Se isso te incomoda, tem uma má notícia, esse jogo não é pra você. Eu acho que diz muito sobre o jogo também, né? E pensar que ele tem esse lado também, que é um

lado... Se você pegar aqui tem um frila, que é um aspecto de personagem que você joga. Tem essa construção de mundo através e de proposta estética, através dos personagens, da construção de personagens dos jogadores, dos monstros, do tipo de ambiente que se encontra, isso que é um mundo apocalíptico, tudo mais, onde você tem ali uma dívida que todo mundo

começa, né? Como é que é conjugar e até como são as mudanças que vieram a partir desse conjugar, né? Da parte estética visual e da parte estética de jogo. Como é que... Como é que foram essas mudanças e como é que foi essa confluência de visões aí, Juliano? Agora falando em termos de jogo mesmo, de ficha, de mecânica. Foi muito assim... A minha ideia, né? Visualmente. O Braves vinha e financeu,

eu tinha uma mesa, né? Fomos sempre, tinha uma mesa na faculdade aberta, todo mundo podia jogar, tá? Aí eu jogava, a gente jogava TID, tal, antigão. E... Só que o galera tinha essa dificuldade, que eu falei, tipo, ah, putz, que caralho é um clare, o que que é um Portcullis, né? Que

você fez também uns grandes episódios aí, né? Falar que era Portcullis, a pessoa achou que ela entendeu que era Portcullis, e depois a gente falou, espera, o que tá acontecendo? Caralho, isso aí, isso é uma porta, um portão. Aí eu percebi que, tipo, putz, é um cu, né? Não,

é um cu. Aí eu comecei, tipo... ver o que o pessoal queria mais, eu mudei, tipo, o cenário, era meio o lance assim, era meio que o Brasil pôs a coca ali, fica assim, mas só que era mais fantasia tradicional mesmo, assim. Só que eu colocava tudo no nome em português, né? Não tinha ninguém com o nome de fantasia, né? E aí começou a galera vim com o personagem, tipo, bizarro, assim, o cara falou que eu sou o Gaston,

mas quem que não? Eu sou o Gaston do Dela Fera, literalmente. Aí tinha um amigo meu que até um... uma das primeiras coisas que ele era... ah, eu sou um monge copista de uma ilha onde a gente transcreve caixa de cereal. E aí a gente venera o Tony, o grande tigre, e uma as idiotícias assim, sabe? Caralho, isso é muito bom. Não, esse é genial, cara. Esse filho da mãe, eu rio até hoje. Ele sabe brincar. Ele

sabe, porque eu tinha um estomador também. A Igreja de Quebra. Não, era o grande Tony, assim, ele queria ser da Maromba, ele queria tinha um lance também, assim, enfim. E aí foi na saída disso aí, né? Aí eu comecei a pensar nessa ideia de misturar, tipo, anacronismo e tal, né? De fazer, tipo, uma coisa de fantasia, que de repente tinha um... um bagulho fora de época ali, né? Uma bicicleta, né? Sei

lá, uma coisa... nada a ver. Aí tem um jogo que eu gosto muito do videogame, que era o Breath of Fire 4, Dragon Quarter. Super, ele tinha uma estética muito legal que ele pegava... meu, era... um dia moderno, né? Tipo, o pessoal com PC, Windows 98, só que andava com espalho também. Ele pegava essa estética meio escritório, meio... anos 2000 ali, e botava fantasias. Uma das Dungeons é um shopping alagado, né? É...

Eu achei isso... nossa... mexeu muito comigo, que era, tipo, mano, isso aqui é fantasia. E a Maguinha, né? Tanto que é a referência comandante Psylvia, o cajado dela é uma torneira. Uma torneira que ela arrancou assim, tem, tipo, um pedaço do reboco e o cano. E aí, tipo, é isso aí, isso é o cajado de água, né? De gelo. Aí eu, de raio, era, tipo,

uma terna parabólica. Aí foi, e aí quando eu me mandei pro Silva, e ele trouxe de volta o Tazard, eu falei, fodeu, porque tá muito mais legal do que eu imaginei. Que aí eu comecei... Que tinha uma coisa muito, na minha cabeça assim, pelo menos, era muito menos essa coisa do Posa, porque ele era tão forte, mas aí quando eu volto, mano, eu nem lembro qual que foi a primeira de seus, tão, acho

que foi a Frila, provavelmente. Foi. Que era o escudo, que era a terna parabólica. E a faca, que é a espada, que é uma facinha de pão, mano, é uma faca que todo mundo tem. É. Eu falei, isso é muito legal. E aí foi isso de abraçar mesmo essa doideira aí, essa coisa de olhar os objetos, né? Eu

veio disso aí, né? De olhar as coisas e reinterpretar, veio de ouvir a arte e falar, putz, isso aqui é uma mecânica, cara, a gente tem que aproveitar isso aqui. Era muito mais simples. Tematicamente, o jogo, antes disso, né? Foi, aí eu fiquei, mano, tinha que correr atrás, porque aí eu falei, nossa, você vai dar pra... Eu não sei, lembra essa história da atora, mas quando eu lancei, na

primeira vez, tinha algumas artes só prontas. E o ladrão, né? O Datu, lá, não tinha arte. E a galera achou que era de propósito, tipo invisible stalker do... Que tava em branco. Aí quando eu coloquei arte, a galera falou, ah, achei que era de propósito, que era uma piada, tal. Eu falei, ah, não, putz. Agora, cara, essa coisa de você, por exemplo, é... escolher com quem que os jogadores

vão jogar, né? Isso é uma coisa que influencia bastante, né? Como eles vão imaginar o jogo e como que eles vão acessar esse espaço estético, assim. Como é que... Como é que essa questão de você construir esses arquétipos, né? Decidir frila, biliteira, larápia, magiqueira, caçadora, dançarino. Como é que essa coisa de decidir quem serão os jogadores, os personagens dos jogadores, né? E

como isso dialoga com essa proposta estética. É, pra mim foi muito simples, que era... Tava muito inspirado Dragon Quest, né? Que tem as vocações, né? Você chama vocações por causa do Dragon Quest, os jobs, né? Você chama vocações nas classes. E elas sem todas as visões muito psicólicas, muito arquétipicos, né? E... Tem um jogo que é o... e

acusa, né? E hoje em dia ele, tipo, é um RPG por turno inspirado no Dragon Quest, que eles pegaram isso, e aí, tipo, só que as profissões são, tipo, dançarino, cozinheiro, pião de obra. Só que são classes de arpejenta, tipo, o pião de obra é o guerreiro, o rooche, né? Que é o cara lá o sequenço traduz isso pra realidade do Brasil. É o garçom, sei lá. Ah,

o garçom, ele é, tipo, um mago. Ele é, tipo... E aí eu peguei essa ideia e aí o Abrazeev, apesar de, né, de todas as visões, olha, ele é bem simples, bem traducional, algumas coisas. Aí eu queria ter um guerreiro, um ladrão, um mago e um clério. E o clério é o brilheteiro, né? Todo lance de curar, é com... só quer que o cachaça. Eu gosto muito desse ideia de, tipo, você tem uma garrafa de cachaça que é sua arma

também, que veio de acusa, né? Que você bate com... que a garrafa não quebra. Então, foi, você vai bater com a garrafa. E veio meio assim, bem arquétipo, mesmo os clássicos, e tentar dar um visual icônico, né? Pra cada um. É, tipo, o lance era assim, tipo, você olhar, que nem você olha o mago do Final Fantasy, o Black Maid lá, que ele tem aqui chapéuzinha, roupinha azul. Tem que ser uma coisa assim

que você olha e pá, bate. E o brilheteiro é também... A galera pira muito, até hoje porque ele tem a bota Bung, né? A bota dele são dois Bungs. Aí é, todo mundo fica, caraca! Você mudou o nome dele pra brilheteiro? Não, é que... É... Como é que era? Era mixologista. Era mixologista. É mixologista. Não, é, não, sobre o português, é muito bom isso, que eu... Muito

bom falar, que a tradução não foi o que fiz, né? Eu escrevi o original em inglês, aí eu tava com muito preguiça de traduzir, e aí eu chamei uma menina que eu gosto muito de trabalhar Janna, né? É, que ela faz autostrâmpano de tradução, ela traduziu alguns livros do D &D aqui no Brasil, e ela que trouxe isso, inspirar na estética que o senhor fez, então meu, em português, na real, tá muito melhor

porque do inglês é umas coisas. Foi a Janna Bianchi que trabalhou? Isso, Janna Bianchi, é isso. Ah, maneiro. É ótima, cara. Ela já passou aqui. Tá, acho que todo mundo conhece ela, todo um D &PG conhece. Essa coisa dos itens aí, né? Eu tô vendo que tem uma lojinha, né? Então

tem o escudo ali, é isso, né? Se você tomar só pelo texto, tem já que é até de couro, escudo, elmo, mas se você olhando, né, e distração da coisa, aí o elmo ali é uma panelão, né? E é o elmo que também foi, né, uma pirô, que é isso aí do cara, esqueceu, esqueceu meu Lucas, acho que é o nome dele. É, deixa eu até pegar aqui o artista que tem as artes do Silva e os itens e alguns monstros foram por

esse outro menino aqui. Era o Lucas. O nome dele, isso. Lucas Guarote. Guarote. Isso, Lucas Guarote. Isso, perfeito. É, que esse chapéu aí, o elmo, o galera pirou muito. E, e também foi meio assim, eu passei o brilho pra ele, ele não tinha visto, tipo, as artes do Silva. Aí quando ele viu as artes do Silva, ele falou, Puts,

pera aí, eu entendi agora, qualquer pegada. Aí ele refeiz algumas e uma que saiu disso aí foi esse chapéu. Porque ele viu frio e falou, Puts, pera aí, entendi. E tem outros equipamentos aqui que já têm até no nome uma cara do que quer, né? Então, tipo, arma de pinball, então é um, um arma tudo, deixa de mola, né, daquele,

tipo, você pegar a bolinha do pinball, flow! Essa foi muito legal, essa que o Juliano mandou direto na referência, eu falei, Puts, isso aqui é muito, muito legal, cara. Maneiro. E, bom, você falou que tudo que você mandou, né, o Silva, o João, o o

Juliano tava aceitando. Mas teve algum momento que vocês falavam, pera aí, pera aí, isso aqui, a gente tá divergindo um pouco, aqui a proposta não tá confluindo, a gente precisa parar pra ver melhor. Teve algum momento assim? Não. A gente devia ter feito isso em algum momento, né? Não. Mas não fizemos, cara. Ai,

que pra mim foi assim. Toda vez que ele mandava, eu falava, cara, isso aqui, eu não, assim, não sei como, da minhas mensagens, mas pra mim tava tipo, porra aí, isso, porra aí, e aí, eu só ia. Às vezes era um pouco diferente, mas eu falou, Puts, na real, isso aqui

tá melhor. Eu vou, e isso que eu, que eu gosto muito assim, toda pessoa que eu tenho de trabalhar, eu quero que a pessoa seja melhor que eu, no sentido, tipo, meu, ela vai pensar também, ela vai quider em cima, e aí, e aí isso, ele puxou muito, né? Tipo, quando eu via algumas das suas pessoas, eu falava, não, pera aí. Uma daquelegal também, tem o Alex, ele fez alguns mapas, né? E o mapa da aventura foi ele

que fez. E rolou um lance meio tipo, eu escrevi um negócio, que eu achei que tava claro, ele entendeu outro completamente diferente, e eu só fui ver depois que ele já tinha entregado o artifinal, eu falei, Puts, que tem umas abelhas, na aventura, que eram, na verdade, um enxame de abelhas. Só que ele fez, tipo, abelhas bipedias humanoides de tamanho real, assim, eu falei, ah, isso muda completamente. Virou

uma ilustração de texto medieval, né? Eu lembro daquele, eu dei uma referência que é um episódio do roteiro, do episódio do Invasor Zim, que os caras falaram, não, as crianças saltaram nas cadeiras, em inglês, só que eles animaram como, eles decolam como fugues. É o, é a galera take off, né? E eles falaram, crowd takes

off, é do Dexter. É isso, isso, isso. Tipo, eles mandaram o briefing, isso, a plateia vai embora, mas aí eles traduziram na Coreia, que era o estúdio que estava animando, como o Decola. E aí a cena, eu tipo, os caras, uuuuuh, e ficou, e ficou, o cara, ele falou que, riram tanto quando eu vi aquilo, que falou, deixa aí, que tá muito melhor do

que qualquer coisa. Tem um rolê desse, numa tradução do do Monte Paetão no Brasil, na dublagem do Monte Paetão no Brasil, no filme do, da vida de Brian. E, olha, a vida de Brian foi do Carlos Sagrado. Tem um momento que aparece um cara que faz moitas. Ah, nossa! É,

o Shubberer, né? Ele quer um Shubberer. Isso aqui na tradução, cara, eu não sei por que cargas d 'água, eu acho que foi o estúdio marshmallow, etc. E eles não traduziram, então o cara falou assim, eu sou um Shuberero! Eu quero um Shuberi! Pãããã! E ficou, velho, então eu, com um moleque, quando eu vi essa parada, pra mim era um bagulho só não -sense, assim, não tinha uma, não sabia que Shuber

era muito. Tinha uma história que foi atrás, né? É, pra mim era piada, era um não -sense do negócio. Eu tinha lá, tinha lá, tinha Shuberi, cara. E ficou, tá ligado? E assim, isso é um staple da dublagem brasileira, né? Tem muitas coisas que eles resolviam tacando foda assim, não, não. Não vai ser nada, sabe? Não acaba sendo nada, e a gente repete pra caralho. Porque acaba sendo muito engraçado,

né? E eu acho que esse tipo de acidente feliz permeia muito o Brave Zenite, assim. A fara de comunicação, às vezes faz parte do RPG, não tem como. Porque o que você falou, cada um vem com a sua cabeça, formulando a cena. Uma hora você não vai entender o que o mestre falou, o mestre não vai entender o que você quis dizer, mas a aventura continua, porque a gente tá fazendo junto,

entendendo ou não, né? É, e todo, todo, várias lanças do sistema veio disso, tipo, meu. É mais fácil deixar você falar o que é do que eu tenta falar pra você o que era, no sentido, tipo, eu preciso que você interprete o que eu escrevi. E você pode interpretar errado. E na verdade, você tá, né? É meio que um Miguel, né? Como game designer, eu vou falar que, pô, não. Que você estiver interpretando

tá certo. Mas também é, acaba sendo um lance interessante, que nem o... os próprios perícias, né? Elas são genéricas, elas têm um nome, como é que eu vou dizer? Nome imprespecífico, assim. Mas ao mesmo tempo elas são super abrangentes, então a aplicação delas é mais importante do que o que tá escrito, né? E... E jogando, assim, tinha experiências muito boas, assim, da galera... Quero o que eu esperava, né?

Tipo, o cara tem uma... a perícia maior dele é empatia, só que a gente tá brigando. Ah, ele falou, mano, vou... kill the move kindness, sabe? Negócio assim. É uma... mas eu justiça assim, e aí vai indo. É a construção do caô, né? Ali. Cara, você tem ali também, tipo, sei lá, porradaria, um... vigarice, né? Então, tipo, são os nomes que também trazem, eu acho, um partido estético forte, né?

É isso, né? Muito brasileiro, também, no caso, e eu queria saber, como é que é essa coisa de você levar primeiro lugar lá pra fora, uma coisa que é uma referência estética tão clara para um brasileiro? Como é que foi isso lá fora? Como é que você sentiu esse impacto lá fora do Brave Zenit? Cara, eu acho que claramente algumas coisas eles não pegam, né? Tipo, não tem como. Mas pra eles viram um negócio

meio exótico, assim, né? O exemplo mais bobo é isso que eu falo. Tipo, como é que é o RPG do Japão pra gente? É a mesma coisa, né? A gente tem várias coisas que a gente não entende, referências visuais, de linguagem também. E... mas eu fiz questão de algumas coisas no... no inglês, não tão traduzidas, né? Tipo, são... são coisas diretas, em referências diretas. É... rola uma tradução, às vezes, meio chubereiro, assim. Eu

falei, ah, quer saber... eles que lutem, assim, eles que entendam, né? O que a gente quer dizer. Tem uma piada do óleo de macaco. Eu coloquei, eu deixei ele, mano. Não tem isso lá fora, né? Mal tem isso no Brasil, gente. Mas, olha... Me morreu. O Twitter total, assim. Mas é engraçado que isso que você falou é o que eu

senti, assim, quando a gente tava na... Me ajudou, Gil, como é que chamava o... o projeto que você participou lá, dos latino -americanos. Ata, breakout! É isso aí. Aí eu entrei no... no discord dos caras e a gente podia ver todos os livros lá e eu senti que era meio isso. Era uma galera que, obviamente, não tem as referências latino -americanas, que a gente meio que compartilha, né? Em alguma... escala.

Mas eles respeitam, é tipo, pô, isso aqui é uma coisa que eu tenho certeza que eles estão falando do negócio muito foda. Então, eles resolveram realmente deixar a gente vozear essas paradas, sabe? Hum -hum. Eles não... Quem abraçou comprou sabendo disso e, com certeza, acha muito legal que seja um livro tão específico, tão voltado pra cá e deve achar que... que realmente apoiou uma parada que... que

merece, sabe? Que faz sentido? Sim. Mas aí, na minha... na minha mídia opinião, quando a gente compara a produção daqui e com a lá de fora, a gente... muita gente aqui dá paula fora. É assim, de... de criatividade mesmo, assim. Tanto visualmente quanto de... de ideias, é... assim...

Não dá pra comparar. Tanto que... o que eu vejo assim, daquilo que a pessoa que a galera fala lá fora do bem -visente, é muito mais, tipo, lembra muito esse lance... eles falam muito mais do lance do... ah, meio Dragon Quest, meio jogo japonês, assim, eles pegam muito mais essas referências do que... o lance brasileiro, mas às vezes eu não tenho por isso ir com tipo, nossa, né? Tipo...

porra é essa. O... o que eu gosto, Marte, que eu gosto muito, que ninguém... acho que ninguém espera, né? É o... a gente tem a aventura que é numa lâmpada mágica, né? Aquela coisa que lhe cheia. Se entrega a lâmpada, tem o Gênero. Só que a lâmpada e o Gênero são completamente assim

bizarros. A lâmpada é um esqueleto dorado com... uma lâmpada roxa e o Gênero é um... é um... fogo que sai de um esqueiro, que tem, tipo, uma mão bizarro. Esses são alguns dos designers mais bizarros que eu já fiz na vida, com certeza. E toda vez que eu... toda vez que eu mostro essa arte do... do Gênero, eu digo pra cara, porra, o que tá acontecendo? Porra é essa, né? Muito louco. Fala, galera do Café, Bruno! Cob

na área! Tô passando aqui pra te convidar pro Festival do Dragão! Vão ser 10 dias de celebrações aí que a gente vai começar agora, né? Do dia 28, agora sexta -feira até domingo, dia 7 de julho. A gente vai encerrar o primeiro círculo do dia, né? A gente vai encerrar o círculo de admissões aí do RPG do Ojo. A gente vai encerrar, vai fechar o formulário pra

entrada de novas pessoas, né? Essa pausa é importante pra gente poder se concentrar em quem já tá com a gente, um abraço pra todo mundo que tá com a gente, aí já praticando do Ojo, pra gente se concentrar em quem já tá com a gente, rever e aprimorar a nossa quantidade de treinamento e prática de RPG. Nesse festival a gente vai curtir as lembranças, os bons momentos que a gente

dividiu ao longo desses primeiros meses. E vamos analisar a nossa trajetória pra decidir os próximos passos do Ojo junto com a comunidade. O bate -papo de abertura do festival vai ser aberto a algumas comunidades convidadas aí com a mesma entoria pra mestrar, o perdiz no play, o brainstorming do RPG e aqui o café com danjo também. Então se você é o 20, deixa pra você o convite aí pra participar conosco da

cerimônia de abertura do festival do dragão. O link tá aqui nas notas do episódio o Balbi vai deixar pra vocês aí e deixar mais uma vez aí o meu convite a todo mundo pra conhecer essa comunidade tão legal que tá sendo tão bacana a gente poder viver ali as práticas que a gente discute aqui no café e em outro fórus também. Valeu galera! Quando estiver viajando a passeira não deixa de fazer uma

doce parada no rancho da Pamonha. Cara, agora uma pergunta sobre essa questão da dívida no jogo, né? Eu acho que a gente pode pegar por exemplo no vampiro a máscara a gente tem aquela pretensamente né? Eu acho que na prática ninguém jogou isso aí mas tem aquela coisa de querer se tornar um fudida besta né? Cara fudida besta, não quero

virar tipo um... Tem a máscara É, acho que talvez não tenha uma pessoa que tenha jogado isso dessa forma, mas enfim, tinha isso você tem que deider a busca lá, por você se tornar um mago que vai erguer uma toa e eu se tornar um deus Tem um super herói né? Um guerreiro universal super herói. E como é que essa coisa dá

dívida né? E essa coisa de você se tornar ou de você ir buscando ali se libertar dessa dívida Onde é que você alcança com o Braves Drainage e a estética que vem disso aí? O nosso dá dívida é bem recente na verdade, é um antossama essa versão, não tem na original, porque eu não acho que eu senti quando tava fazendo a versão inglesa né? O sistema de o Pa, de guerreiro níveis, né? Eu achei que tinha muita ver

e ficou ficando confuso visualmente né? Quando a galera ia o Pa, isso que era tipo, mas pera aí, eu já opei eu ganho isso aqui, enfim, não ficou muito claro, aí eu tentei pensar e eu tinha, eu

citava a dívida como uma coisa né? Tipo, ah pô, os avê inteiras são endividados só que eu meio que falei, ah, foda se não vou ficar explicando isso, não vou ficar quantificando isso, mas aí eu percebi que na verdade, fazer a falta a galera queria isso né? Queria entender mais isso sim, profundamente aí eu, né, eu tinha essa quem já jogou comigo nas campanhas de jogou, já tinha uma coisa

assim né? A gente tinha esse valor que ia acumulando e tem os princípios do comércio, whatever, aí eu tentei trazer isso né? Tentei sintetizar o conceitualmente do cenário que é o fato da dívida ela tá correndo a sua ela é uma força

metafísica que corroia as suas memórias né? Então quanto mais dívida você tem, menos você você, então você tem que tirar sua dívida pra lembrar quem você era, e aí você vai, você não tá opando, você tá voltando a ser quem você era que é uma, não muda nada assim, no final do dia você tá, é um sistema de níveis, mas tem esse lance de tipo, eu queria também não ter níveis no ano sem que do

tipo como é que eu vou explicar eu queria que seu personagem fosse basicamente pronto no nível 1, assim, você não ganha muita vida, você não ganha muito mais poder do que você já tem todos os ataques dão o mesmo dano, sempre eu peri muito do ODD mesmo assim né, tipo, original, todas as armas da ODD ser ajudando, acabou, não tem a história, e de fazer isso assim de você não vai upar muito né, eu queria né, eu

vou aí citando coisas polêmicas né, mas eu tava lendo muito o lance do Luke Gearing né, que ele fala de não vamos, sem incentivo né queria não incentivar as pessoas a tentar upar, vamos dizer é, deixar uma coisa mais natural é, no sentido que você pode upar né, no brasil, mas estatisticamente não vai fazer muito diferente, todo mundo tá no mesmo nível, e o lance é que você tentar jogar pelo

sistema né, até falo isso no livro você tentar jogar pelas regras, você vai se fear, você sempre vai estar em desvantagem você sempre vai estar abaixo, você nunca vai trans passar essa dívida né, que eu coloco nisso do jogo aí, se você tentar acumular dinheiro de uma maneira normal ou tentar jogar o jogo, e aí tipo, eu não tenho como te dar essa resposta, essa resposta é a campanha se você jogar, a ventura se

jogar, é como você vai fazer isso vai ser vai ficar seu critério e o nome da mecânica é o D -Racial né, que é D -Rasho eu copei do Braffle Fire, Dragon Quarter, que também era o lance que você fazia, só que não era sua dívida, era tipo um lance assim de casta e tal, mas eu achava legal que era tipo era uma fração por alguma razão e eu ia falar, legal, fração e cara, outra pergunta também

mais ou menos sobre isso, né, a coisa dos atributos você separou os atributos em Aço, Surdina e Pastão, se a gente parar para pensar assim, sei lá, D &D classicamente, o RPG mais clássico de todos, né, ele tem ali 6 atributos e meio que quando você começa a encarar um mundo de jogo, você começa a engajar com o mundo, e começa a enfrentar problemas, e de repente você vê que esses atributos são o quem vai

determinar mais ou menos as interações que você vai ter meio que principalmente depois de D &D começa a ter teste de atributos, começa a centralizar em torno disso, o jogo passa a ter, é, a passar sempre pelos conflitos por uma ótica de qual minha capacidade em relação a esses 6 atributos de superar esses desafios como é que você trabalhou seus atributos e por que são esses 3 assim e obviamente

eu acho que isso diz muito esteticamente sobre o que você quer, porque aço surdina e paixão ah, ou, duas inspirações muito fortes, nisso foi o discrelizio, né que eu acho que todo mundo que joga RPG recentemente jogou isso aí e o Falling London, que é um jogo de browser que o lance é, mecanicamente eles são muito simples, e eles estão fazendo sepuloto, tipo, é, é atributos de AD, força, destreza carisma,

não importa o lance é que e como, o que você escolhe como nome, como você nomeia as coisas, diz muito, né, esteticamente e é isso, exatamente isso é, o que que a gente passa esteticamente com os atributos que falam, que eles são muito mais do que só força, destreza e carisma, né e aí que vem, aço, né que é tanta descrição, eu gosto muito, né porque eu, tudo que aço é tudo que você faz,

porque você precisa de uma espada fiada, né surdina é tudo que você faz na surdina coração é tudo que você precisa de um coração bom, né é, então eles são específicos, você entende que eles são, né, genericamente mas eles também são mais abrangentes, você pode interpretar eles de muitas maneiras é, tanto que eu dou esse exemplo, né os atributos de aço, né os periças, elas não necessariamente são só sobre

violência, né elas são sobre entender o corpo, né entender o funcionamento do corpo então você, não é só porrada, pode ser medicina, pode ser culinária, tem todas essas questões e eu pensei muito e disse assim, ele seria abrangente do suficiente para você ficar tentando dar migué, né, tentando ficar, não putz, eu tenho esse stat maior, eu quero ficar usando esse, né então vou interpretar ele do jeito que eu quiser

para poder tirar uma vantagem e todo todo jogo é assim, né, tipo você sempre tem uma oportunidade de tentar tirar vantagem, não migué, tentar enrolar o mestre, assim, entre aspas é, porque o livro L é propositamente, o que é que fala ele aberta muitas interpretações, porque o texto é um pouco vago propósito né, você não acha que isso tem mais a ver com, porque assim é, eu não pulei no bonde na

nossa um tanto anterior, mas acho que faz mais pontos, né que é essa supervalorização de atributos e números no RPG, que é uma coisa que também afasta muita gente, que eu acho que o Brave Zenit me faz direito que é que assim, eu acho que os sistemas os números nasceram de um jeito que você vai ter pouca discussão na hora de decidir por sua personagem pode ou não pode, e eu acho que os videogames

transformaram em lei de repente os números, porque no videogame você não tem escolha, sabe você não consegue, então você não tem vai bater com mestre e não se sidal não e eu acho que uma pena que os RPGs de mesa tem parado tanto de ser um desempenho de papel e se tornado pra muita gente assim, de novo, não sou um RPG zero pra caralho assim, mas as poucas mesas que eu participei era uma coisa

muito números, ai, ai, eu vou eu quero matar, eu quero combate eu quero... o combo que você faz é, é, é, e você pensa porra, um desempenho de papel um teatro, sabe o protagonista não vai vencer o vilão porque ele tem mais x de força, sabe é porque chegou a hora dele, sabe ele tá ali numa conversa, tá num jogo é coletivo, sabe, eu acho que isso é muito bonito, e faz falta faz falta você interpretar, sabe

você entrar numa luta e fala, porra, adonsoco na cabeça do troll porra, muito engraçado, sabe, você não precisa é, boa, tem essa fireball aqui, não sei o que tem um lance até no combate, né que é tipo, porra, é o já é um clichê nos jogos indies, né tipo, você, quando você ataca, se acerta você está rodando direto só que o lance é que matematicamente todos os inimigos que você tem que fazer isso, você morre

primeiro, então assim não adianta só bater de frente, se você falar é um ataco, porque meu sotaque é muito bom, não faz diferença então você nem rola, né, se não você usa tributo não faz nada disso, então toda vez que você quer fazer uma coisa assim, a mais você tem que interagir, né, acaba tendo que interagir com o sistema e o sistema muitas vezes ele é falho, e aí você tem que interpretar ele

para você conseguir tirar o que você quer, né essa foi toda a ideia da construção então tem como escreva as aventuras, né não só esse do Grey Zeef mas tipo, no Bacto, tem gente que vem perguntar mesmo, mas não tem como aventureiro nível 1 ganhar desse combate mas não é para você lutar, né, tipo, não está falando nenhum moralista falando que você tem que lutar com essa galera, os goblins eu coloco, tem 160 goblins em

uma sala eles não querem matar um filho sim sim isso que o Silva trouxe tem até a ver com um episódio lá do Regres and Leading que a gente fez, né, em cima do texto de Jards, que é teu amigo, né cara não sabia disso a gente sofreu para falar com o Jards eu falei com ele aqui polêmico de Jards então cara, mas esse texto eu acho que é muito bom eu tenho que ver com o Silva trouxe, né, que é

justamente a gente às vezes cria regras e estabelece o jogo numa esfera mecânica e a gente esconde algumas decisões importantes, por exemplo você tem que falar o ataco porque é a única opção mecânica que você tem mas seria legal você falar o ataco a rótula do joelho, do trol para ver se ele não persegue a gente, né então esses coisas muitas vezes se some do RPG e é legal a gente ter esse espaço justamente

lacunar dentro das mecânicas, mas porque ele permite que a gente explore esses espaços, né agora sobre essa uma coisa que eu falo muito no Café Pundanjo é dessa natureza artesanal do RPG, né o mais que a gente male male male tenta buscar uma experiência de jogo e até estética que vem da mecânica até o jeito de aplicar a mecânica ele vai necessariamente variar de grupo para grupo porque as

pessoas interpretam de forma diferente a mesma coisa muitas vezes, né então se você tiver cinco grupos jogando mesmo no sistema possivelmente vão ser cinco formas diferentes de aplicar muitas daquelas regras agora para além dessas lacunas que a gente admite no RPG às vezes intencionalmente, às vezes não como é que é para vocês trabalhar com essa lacunaridade estética, né em algum momento vocês falam cara isso aqui eu

vou deixar lacunar mesmo para que os grupos insiram ali as suas próprias referências para que eles insiram suas próprias vivências em que nível consciente vocês trabalham com isso ou passa mais uma coisa de vou trabalhar, vou largar a minha proposta estética e já sei que eles vão trabalhar de outra forma no grupo deles lá e deixa aqui roli como é que isso bate para vocês assim esse aspecto lacunar em

relação estética tipo quando você vai falando imagina que muito é muito game designer é o maior pesadelo deles isso aí cinco grupos diferentes e eu garanto cinco projetos diferentes tipo porra, para mim acho isso super normal super, é o esperado assim quando eu faço um jogo desejável até né e para mim é, tanto que aí game designer prepotente eu supostamente desenhei o jogo para ser assim para incentivar isso,

eu incentivei supostamente a fazer isso mas eu não pensei propostamente mas uma coisa que me pegou muito surpresa foi falando assim da arte, né do jogo as classes a galera olha a arte e eles sacam assim, eles falam, ah tá então por exemplo o que eu gosto muito é uma água, assim, a galera foi olha o rodo ali e vê que é tipo o cajado e fala, beleza, o meu cajado é assim eu não preciso falar que o cara

tem que escolher o cajado velho, o cajado é assim, é assim, é assado ele já olha e a arte já entende de qualquer pegada o mixonogista, né, que a galera vê o tem um tonelzinho de de monster de manga, né aí a galera beleza, beleza eu adorei escrever é muito bom, e tem várias coisas da arte assim que a galera olha e fala, ah tá, tá e eles vão indo, e as vezes vão para lugares que eu falo,

porra, não estava esperando isso aí 90 % das vezes, né tem muita coisa que a galera tá no livro e ninguém não causou e ficou tipo, ah tá, beleza acho que ninguém nunca comprou uma armadura até hoje quando eu joguei, eu joguei um campeão de dois anos e ninguém nunca comprou olha, uma armadura, não foi preciso mas tá lá então pra mim é muito legal e eu gosto muito né, do disso assim de, cara, eu

escrevi, mas assim foda se eu escrevi agora é com vocês e é, e assim esteticamente uma coisa que eu acho que, né, aí eu já estou sendo mais viciado a RPG de twitter assim, mas tem muito muitos RPGs índios, né, eles tentam muito emular uma estética específica hiper específica assim, né vou fazer esse jogo inspirado neste anime específico e eu acho que isso acaba sendo um pouco limitante e pra mim é

limitante no sentido de quando eu vou me extra um jogo assim, é muito mais difícil porque tem uma estética esperada, que tá todo mundo trabalhando em cima e é tipo, não é ah, é tipo isso, não, não, é literalmente esse filme, é literalmente esse tipo de história, né e aí eu acho por isso que eu me atraio mais pra esse jogo assim que nem eu vou dizer, não queria ficar mais em graças genéricos, né, tipo, é uma

fantasia e aventura, não falei qual tipo, né, uma fantasia épica e tal por isso que eu gosto de lacunas e tipo, não tá ali presente como designer deixar as pessoas fazer o que quiser, interpretado de que quiser e pra você, Silvio, trabalhando com a parte gráfica assim, com desenho, como é que é tu

expectativa em relação a isso? Você você meio que na tua cabeça, você imagina que todo mundo joga dando vida os bonequinhos que você desenha e tal ou você acha que a galera pira pra

caralho, quanta impressão sobre isso? Eu não sei, eu queria muito ver pessoas jogando, eu não tive o prazer assim mas eu acho que não deve não deve ser fácil você disso, de social o meu desenho do jogo, quando enfim, é um sistema pequeno, ele não tem esse universo compartilhado nessa impressão geral que as pessoas têm num D &D assim é aquele livro que tá saindo então eu acho que o pessoal bate

olhando aquilo e fica, vou jogar com essas cores na minha cabeça talvez isso já guide mais o humor da galera que tá jogando assim, as escolhas deles, o jeito que eles vão lidar um com o outro eu desenho meu palhaço, eu desenhei com o traço que eu faço em quadrinhos meus praticamente, então é uma coisa bem eu tento fazer um charme minimalista, assim coloridão, traço grosso é meio cartoon quase então eu

imagino que isso ajude a tirar camadas de solididade da RPG também espero que isso ajude eles a mergulhar numa vibe mais, ai, vão brincar então se eu puder ver o que já joguei um pouco mais já vi, e a ação sempre isso que acontece pra galera, olha, bate olhando na arte e fala, ah, beleza, então a gente vai ser um bogulho mais zoeira uma coisa mais descontraída e eu acho que eu gosto muito da arte que

ajuda muito o senhor falou assim, não se minimalista mas a arte tem poucos elementos são poucos elementos super bem definidos, que tipo quando você tá mestrando, você olha assim e fala puta, eu sei o que eu vou descrever já é muito simples, muito direto e ajuda também as pessoas a interpretarem e uma coisa, muita gente fala que é uma coisa que eu não esperava é que muita gente acho que jogou pra

criança o BraveZ ele não é é muito importante deixar os claros mas, tipo, ele tem esse visual o cara, e a galera fala é pra criança, pronto e é muito interessante isso pra mim, assim porque também era uma coisa que eu queria, né a gente tem esse contraste da arte com todo outro arte que tem de RPG geralmente muito sério, é muito eu não sei se que fala o Solene e a gente tem esse negócio que não na verdade

é uma brincadeira mesmo assim a conversa de Barra é que eu acho que se você vai pro que nem como eu disse, eu tava acabando de vim dessa época de pesquisa do RPG Indy principalmente americano se você for lá, eles adoram esse tipo de estética bem quadrinho assim a galera que faz é artista de história do quadrinho, que nem eu então acho que eu só pensei então dá pra fazer assim e assim pra mim, ter feito um quadrinho

de porrada e depois fazer um RPG, eu me senti um profitoriano assim, foi caralho fazendo meu Dragon Ball aqui fazendo meu Dragon Quest aqui e eu falei caralho, que da hora uma coisa que eu acho muito doido é que às vezes a gente tem uma expectativa até calada assim, não é que eu é dividido ou que eu tenha construído conscientemente uma expectativa mas eu lembro que eu tava me estrando na

eu acho que foi na Perifa Con eu tava me estrando Maze Rats só que eu tava me estrando Maze Rats e ninguém conhecia o jogo era todo mundo iniciante em RPG e eu resolvi que eu tava dando um ponto todo Dark assim pra... porque rolou né, o rolê na estradarça ali, isso é uma parada que eu imaginei tudo Dark e na minha cabeça eu tava imaginando forte uma

coisa meio 7º Celo assim, super... Cisuda é uma parada super cisuda porque o tema era meio pesado era de previsão de morte de alguém, tipo, era meio que, cara como é que você vai agir agora que você sabe como você vai morrer sabe, e... enfim, foi uma loucura que deu ali, tinha uma velha fazendo previsão do futuro e tal mas o fato é que quando terminou a sessão todo mundo adorou não sei

o que eu vi falar mas, cara, foi muito louco porque eles tiveram iniciativas desenhar o próprio personagem, que é aquela coisa que tem no GURPS né, a ficha lá com bonequinho pra desenhar e essa coisa de trazer o jogador a desenhar o seu próprio personagem mesmo que não saiba, não seja um desenhista necessariamente, alguém que seja versado em ilustração que tem acostumado a ilustrar né tá

muito doido porque quando eu olhei a ficha deles todos eles tinham um desenho de um mangá, sacou e do mangá bem bem... não vou dizer infantil, sabe, mas do mangá bem cartuneisco assim, sabe, eu olhei e falei, velho olha que loucura, né, o que saiu daqui o caudo final eu dando um tom do meu lado, dando um tom super dark, super filme preto e branco cizudão e eles trazendo uma estética

completamente diferente no imaginário deles, assim, eles viverem o Death Note ali, né, você em 7º cilo sou em Gorberg, mano, os caras tipo caralho, Toriano, é muito louco essa sopária, mano, chegueame, velho é, isso dá uma sopa muito louca, né, cara, de a gente pensar que o produto final disso é uma coisa completamente diferente então é interessante mesmo numa experiência jogando, mestrando no Brasil, tem

gente que, mano, também é como sempre, é a experiência do RPG assim, você pode tentar o quanto você quiser para o estilo de arte mais e cônico, assim, o mundo vai ter sempre o cara que vai estar o filme do Berg, uma vai ter o cara que é o anime vai ter o cara que tá nem aí, tipo, ele acha que a gente tá, tipo, em São Paulo ainda, se ela dá alguma razão então esse meu amigo que fez um monte de

copista que copia caixa de cereal é, tipo, eu falei, pera, pera eu não tava esperando isso aí o meu outro amigo jogando essa mesma campanha e fez o bogo não, eu sou uma fada de um reino de fantasia eu falei, puta que pariu tipo, não era minha expectativa, não era imaginável, mas aí eu falei, vambora e pelo menos assim, né, se eu defender meu produto, né, mas aí, tipo o Braz, ele ficou um porta porque é

uma loucura, né um poxa, eu fico ouvindo esses podcast maneiros e toda essa garotada legal falando de jogos adcais e seus isários incríveis, mas eu nunca sei de encontrar hei, ps que é um joguinho diferente não quero, mas não é pirata fica tranquilo, os tiras não querem nada com a gente, nós somos independentes cola com a gente que eu te mostro as novidades vem aqui no Daily Indie, RPG

News que uma vez por dia tem uma notícia sobre jogos indie já mencionamos o Against the Wind os mortos estão chegando do Diogo Nogueira o nome primordial do Marcelo Colar e claro, um Skyfall do mestre Pedroca que beleza mas agora trata de falar mal de D &D em toda a conversa compram um Star Verde e conseguem logo sua carteirinha da igreja mecanicista da experiência sagrada beleza o Daily

Indie RPG News é um grupo no Telegram que você pode entrar pelo link que vai ter na descrição do episódio e acompanhar os lançamentos indie sempre um por dia explicado lá e cheio de links então é só seguir que você vai chegar nesses jogos radicais e seus designos incrível vamos chegando no fim do episódio e eu vou deixar uma pergunta para você ouvinte aí, responder na enquete aqui do Spotify eu queria

saber se você se preocupa em modular as referências estéticas em sua mesa ou seja, se você usa a handout se você quer me extra uma pegada berga ou se você bota ali uns print do 7º Cêlo ou se você deixa a cor mais solto então se você se preocupa em modelar as referências estéticas e depois eu vou deixar uma pergunta para você escrever o seguinte, como você faz esse trabalho estético na sua mesa com

seus jogadores beleza? e bom, gente falando agora para encerrar sobre o Brave Zenit fala aí do que está rolando aí da campanha, financiamento a editora, conta aí para a gente Silva e Juliano conta aí para a gente como é que está esse rolê faz uns anos que eu estou tentando trazer para o Brasil e agora a gente finalmente está fazendo chegando no Catarse com a editora Draco eles estão começando agora

a entrar no Mercado de RPG eles lançaram um livro muito legal que você encontra no Dragão e agora que é um livro só de dicas de como mestrar RPG e tal muito focado e isso aí o Brave Zenit vai ser o primeiro RPG que eles estão lançando está no financiamento coletivo vai até o início de agosto e tem vários outros livros da Draco que fazem muito

insumo mas não somente são livros de RPG, né? que acho uma coisa muito legal assim, a gente buscar inspiração em não em RPG em teatro no geral e eu estou muito feliz de estar trabalhando com eles especialmente também porque a Draco tem um lance que eu gosto muito que eles só publicam autores brasileiros, eles não trazem nada de fora não tem tipo ficar fazendo tradução, comprando direitos não é só autores

brasileiros, né? isso é muito legal, muita gente muita gente foda passou por lá eu fico muito muito feliz, né? ele está fazendo isso e a gente está aí tentando bater umas metas Essos agora nesse outro momento e seria muito legal uma treza vamos lá, vamos de metas, galera é, é isso aí é sempre bom, né? primeiro lugar que eu acho bem legal eu trouxe o Ponte Nerve pra falar do livro

das dicas de mestre, né? e pra mim um de motivos que ele me contactou pra falar no Café Sobrinho mas eu fiquei muito empolgado de ver a Draco entrando nesse rolê do RPG então muito maneiro isso e bom, eu acho que o projeto do Brave Zenit já já ouviu falar aqui no Café, então é sempre bom ter aí essa encarnação brasileira no projeto o trabalho Juliano do Silvep exemplar eu acho assim pra galera que quer

inclusive se inspirar pra fazer o próprio material assim, acho que é uma voz muito autoral e muito interessante então participem do ofensão aí, eu vou deixar todos os links aí no digitivo do episódio e valeu gente, eu queria só abrir agora um espaço pra

vocês falar de outras coisas, de repente, né? o Silve falar do trabalho dele aí com ilustração, com padrinho o Juliano aí falar de outras coisas que outros projetos caso esteja envolvido querem trazer

alguma coisa pra galera? me segue nas redes aí galera, rouba Silvas Luão eu posto Tiringa, eu tô voltei a fazer meu quadrinho aqui de briga há uns dois meses e fiz um, tava fazendo postagem de páginas semanais e vou continuar a história partir do futuro próximo não vou botar data pra perceber o que eu faço está muita merda, eu fiquei quatro anos sem postar quase postando data e aí agora tá rolando porque eu

só falei ah, quer saber, vou fazer mais chega mais que vai ter daqui de briga e valeu um beijo aí, um vinte vocês são muito foda e obrigado pelo convite também já tô adiantando foi uma conversa muito, muito divertida estamos juntos cara e você Juliano, manda aí cara, tem um projeto muito legal que tá rolando agora chama Brave Zen e fala no Catarse põe, apoi, lá galera põe, não, mas assim não tô com muita

coisa rolando além disso, obviamente, tem várias coisas mas nada assim, no momento é mais o Brave Zen é um projeto que eu tô muito empolgado e e agora tá dando muito certo, né, felizmente e... teu

canal principal Twitter mesmo? é assim, mal uso mais e deu uma brochada depois do Elon Musk aí, mas não tem o que fazer, mas é o meu Twitter tem o nome horrível, né, que é o Night Raman então cavaleira de Laman eu posso lá, eu posso geralmente eu faço um retweet e eu só escrevo Brave Zen, e fica um meme uma coisa idiota que eu vi na internet, e eu falo isso é muito Brave Zen

então gente, obrigado pela participação vamos pro encerramento muito obrigado você que ficou vindo aí a gente até agora vamos encerrando aqui o podcast e eu vou deixar os links pra vocês no discreetivo então os links dos anúncios do episódio então o Birgoten e o Daily Engine News tanto no Telegram quanto no WhatsApp também deixar os links dos convidados o Twitter do Juliano, o link Triddo Silva -Zuão, Rolf

Fortahasque coletivo aí do Juliano de Game Design e o HQ de Briga que é a HQ citada aí pelo Silva também vou deixar os links aí pra teoria GNS na parte que fala sobre stances sobre posturas um link pro Manifold Theory que eu deixei citado também o modelo MDA traduzido aí pela galera da USP e também um link pro Kickstarter que já aconteceu há bastante tempo mas que vou deixar pra vocês aí

por curiosidade o link pro Latin Breakouts pra vocês conhecerem esse projeto que foi quem lançou o Brave Zenit pela primeira vez lá na Gringa então é isso muito obrigado e considere apoiar o Café com Daniel se você quer o Café com Daniel de repente voltando a ter cinco episódios na semana considere se tornar um assinante e garanta pra você aí participar de sorteios de itens dos nossos parceiros aí de

café, jogos então cola aí com a gente e além disso recebe conteúdo extra ainda ganha cupons progressivos de desconto pros nossos parceiros tem bastante vantagem ainda faz parte de uma comunidade muito maneira que discute a RPG profundamente que é apaixonada pelo tema então cola aí apoia .se barra café com Daniel se você gostou especialmente do café de hoje considere deixar uma porjeta pra gente lá

no nosso PIX no café com Daniel, roubajameo .com a gente conta com o teu apoio é o mesmo e -mail que você vai utilizar caso você tenha uma empresa, uma marca que queira ter um dia da semana todinho seu aí no café com Daniel então você pode financiar um episódio a mais pro podcast fazendo alegria da massa RPGista consulta a gente lá no café com

Daniel roubajameo .com que a gente tem uma proposta especial pra você e a gente tá disponível também aí pra fazer anúncios né, spots aí e parcerias tá, então a gente trabalha não só com marca de RPG mas também com marcas de outros ramos aí como café, jogos, tecnologia mídia e etc. se você quiser colaborar com a gente de repente ser um game designer, produtor de conteúdo produtor de conteúdo, acadêmico fã que

é participado do projeto conta aí sobre você e sobre suas ideias aí no café com Daniel roubajameo

.com, beleza? no mais queria agradecer a galera que torna possível os aventuros assinantes do café com Daniel então quero agradecer aí obrigado pessoal que apoiu com incentivo incluindo aí o marcos prate vai eu demais o pessoal do nível de apoio comunidade incluindo aí o Caio Palma Fernandes, o Camilo Suzuk e o Carlos Castilo que fez uma upgrade aí valeu o Zaço Castilo grande ilustrador aí da

UECR nacional um salve especial também para os assinantes do nível RPG dojo né, então Rafael Garote Germano Assis, Rudolf Helm multivenícios Carlos e Pedro Borges dentre outros e também um abraço para a galera do treinamento EuFantasy aí o Abil Jr o Bruno Cobb e o César Machado Daniel Aidar Diego Cistito Douglas Baiense, Lelgas Paruto Menini Matheus Piqueira e Rafael Machado Bardal por último um imenso

obrigado para o nosso assinante café com Balbi o Tiago Augusto valeu o Zaço um abraço e até a próxima Legendas por Paulo Montenegro Legendas por Paulo Montenegro Legendas por Paulo Montenegro Legendas por Paulo Montenegro Legendas por Paulo Montenegro Legendas por Paulo Montenegro Legendas por Paulo Montenegro Legendas por Paulo Montenegro

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