Premiação de RPG, DOFF e Goblin de Ouro #0079 - podcast episode cover

Premiação de RPG, DOFF e Goblin de Ouro #0079

Apr 10, 20251 hr 50 minSeason 2Ep. 79
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Balbi recebe Vinzaum e Fernanda Sereno, para falarem sobre como se monta uma premiação de RPG, a experiência com o Goblin de Ouro, a importância do Diversão Offline e de reconhecimento da comunidade.

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Agradecimentos

Obrigado aos pessoal que apoiou com incentivo, incluindo:

  • Lucio Pimentel

Valeu demais ao pessoal do nível de apoio Comunidade, incluindo aí:

  • Leonardo Monteiro de Morais
  • Gabriel Gomes Junger Lumbreras
  • Eduardo hallak

Um salve especial pros assinantes nível RPG Dojo, dentre eles:

  • Caio Palma Fernandes
  • Leonardo Paixão
  • Mateus Colletto Vieira Silva
  • Pedro Borges
  • Pedro Oliveira Obliziner

Um abraço aos membros do Treinamento Oilf:

  • Abilio Jr
  • Cesar Machado
  • Daniel Aidar
  • Diego Sestito
  • Leo Gasparotto
  • Marcos Gonçalves
  • Pablo Rodrigues Lima

Imenso agradecimento aos membros do Cafe com Balbi

  • Thiago augusto


Transcript

Participar de uma premiação eu confesso que nunca foi muito meu barato. Fala um pouco aquela idiotice do grosho Marx de falar que eu jamais vou fazer parte de um clube que me aceite como sócio. Fala também essa ideia de que pô, que que eu vou entrar numa competição, uma coisa desnecessária. Meu objetivo com produção de conteúdo, com game design, com escrever aventura de RPG, não é ganhar prêmio. Né? E no fundo, esses prêmios devem ser uma panela se dando tapinha

nas costas. Ali, as pessoas somente vão ganhar prêmio quando forem amiguinhas de quem tá fazendo a premiação. E não é nada disso. No fundo, eu participei do goblin de ouro pela primeira vez lá atrás, com salada de ratos, uma aventura fast play pro dcc, né? No lançamento do djon krall Classics aqui no Brasil. Que eu produzi em conjunto com Diogo Nogueira, né? E que foi feita num esquema benzine, né? Pra New Order, né?

Que IA lançar o jogo e a gente resolveu promover com esse fast play, que gera uma tradição aí, né? Todo o jogo que lança faz um play, um fast play, uma aventura pra galera experimentar. E a gente imprimiu ali, naquela tiragem limitada, uma coisa bem. Papel sulfite impresso em preto e branco, dobrado ao meio, com grampo, né? Fazendo um formato a 5 ali. Benzinho mesmo. E essa aventura ganhou o goblin de ouro. E deu pra sentir ali que aquilo ali mexeu muito comigo, né?

Eu acho que mexeu muito com todo mundo, na verdade. O salada de ratos virou uma aventura icônica de alguma forma, muita gente jogando o salada de ratos, muita gente dando feedback de como achou a aventura, de como gostou da aventura ou do que do que aconteceu quando menstrô, né? É muita gente baixando. Teve até petição para New Order fazer uma nova tiragem. É e tá aí, né? Online hoje em dia para galera ver como é que é. Eu vou dizer que mudei muito minha cabeça depois.

Dessa aventura, né? Provavelmente tenho vontade de reescrever ela, mas o fato é que Ela Foi muito Importante Pra Mim naquela época e pra comunidade, eu acho. Acabou sendo importante também. E muito por conta do do acesso, né, que a premiação deu na divulgação que o goblin de ouro deu. E com o tempo eu vim percebendo a importância dos prêmios, né? E que ao contrário, por exemplo, do Oscar, né? Nos cinemas. Nem todo prêmio tem esse compromisso comercial, né?

Nem ele, nem todo prêmio está ali disposto a premiar uma atriz novinha, porque isso é um grande investimento no fim das contas, né? Na carreira dessa pessoa. Não é assim que toca, né? É, a gente tem aí é o aqueles prêmios em especial, assim como o goblin de ouro, que estão em outro momento, né? Estão ali ajudando a construir um mercado, a construir uma comunidade. E a propagar, né? Esse essa produção dessa comunidade. Participar de uma premiação muda

um pouco a sua cabeça, né? Como eu falei, e o café com dângeno, inclusive, eu pensei que nunca fosse ganhar nenhuma premiação dessa. Mas ele é é que é um podcast de garagem, né? Que principalmente na da primeira vez que ganhou o goblins de ouro, era um podcast feito ali, na correria, sem monetização nem nada. E bom, no fim das contas, a gente acabou ganhando 2 vezes,

né? Oo goblin de ouro e você acaba se sentindo querido, validado, você vai pra debaixo do tapete aquela síndrome do impostor que bate e bate mesmo, e a gente supera um pouco aquilo, né? E sendo que bem sincero, acabou, né? Os goblins de ouro acabaram sendo um fator relevante pra eu ter fôlego pra chegar aos 1000 episódios, mas o valor? De mercado, né? É muito grande também, não somente de comunidade.

Você tem mais acesso a parcerias, a convidados que passam a conhecer mais você e dar mais bola para você. O público também e todo mundo passa a te ver contra os olhos. Principalmente porque quem premia, quem faz essa premiação, tá fazendo história. Quem faz o goblin de ouro é o diversão offline e é um evento de RPGE board game para todos dominar. E chegou muito forte, né? Ele já apareceu muito forte. Esse evento ele passou a ser a data mais importante do ano no ramo de RPG.

Sem sombra de dúvidas, ele é um propulsor do um propulsor do mercado. Quando eu fiz o episódio de agendas criativas aqui com Thiago rosa, um dos insights que a gente teve foi que, se antes não tinha muito o que se discutir na produção de RPG nacional, né? Agora a gente tem. Que entender categorias melhor. A gente tem que entender é classificações, né? A gente vai entendendo tendências, porque isso faz cada vez mais sentido nesse mercado, né?

E principalmente, porque o mercado nacional agora tá muito mais diverso, muito mais, muito mais movimentado, né? E o nosso contraste para perceber isso, que foi a evolução. Do diversão offline e dos seus participantes, né? As editoras, os índios e tudo mais. Cada vez em maior número, cada vez com mais diversidade, né? E isso é muito legal de ver.

E aí a gente pode agora, nesse episódio do café com danjo, conhecer um pouquinho melhor o goblin de ouro, esse simpático prêmio e todo esse contexto dele no diversão offline, entendendo melhor também um pouco a importância das premiações de RPG. Vamos lá? Sai dessa internet, vamos tomar um café. É café com dângio. Bom dia amigos do café com dângio. Estamos aqui para mais um episódio do seu podcast matinal favorito, trazendo sempre muito RPG. Meu nome é Rafael balbi.

Hoje o meu café tá com cheiro engraçado, eu deixei ele aqui na xícara no quarto. Servido e fui no banheiro. Quando eu voltei eu me espantei porque tinham 3 golpes, golpes Dourados aqui se banhando nele que saíram fugindo, né? Estavam se banhando, se banhando aqui no meu café ovelha negra. Mas eu estou bebendo mesmo assim e eu vou dizer que apesar do cheiro estranho e dessa camadinha dourada ali por cima do café, o posto continua delicioso, porque afinal de

contas é um café ovelha negra. Se você quiser beber um café ovelha negra gostoso como esse sem. Esse essa camadinha de goblin por cima pode ir lá no site pra beber um café puro, realmente não tem impurezas, tá? O café especial, o café ovelha negra não tem impurezas, é qualidade de vida e é outro lance. Você mói, você pede muito. Quando você abre o pacote, vem aquele cheiro diferenciado, é simplesmente uma coisa de outro

mundo. Então vai lá em ovelha, ponto café, vai no site, lá compra o seu ovelha negra. Se você tiver começando esse rolê, eu eu recomendo aí Oo café ovelha negra do tipo magenta. Eu acho que é uma boa porta de entrada e o meu escolhido pro dia a dia é e você utiliza Oo cupom CCD tudo minúsculo. Esse cupom vai te dar um desconto para você, para você beber ovelha negra aí sendo ouvinte do café com dânjon, se você for um assinante do café

com dânjon. Aí a gente tem cupons especiais e progressivos de acordo com teu nível de apoio. Então chega lá e apoia ponto AC barra, café com dângela e torna se um assinante aí você participa do grupo de Telegram e debate ARPG de uma forma muito maneira, vai ter acesso aí a conteúdo extra, participa de sorteios dos nossos parceiros, inclusive da ovelha negra. É ganha cupons também de outros de outros parceiros, né? Inclusive de editoras de RPG,

então? Cola aí que é sucesso, apoia ponto SA barra café com dânjão vamos pro episódio, mas antes vamos dar uma olhada na enquete, né? E o último episódio aqui que a gente fez no café foi o seu personagem, não importa episódio 78. E bom, a gente a gente fez uma pergunta pra galera aí, né? De forma geral, a gente faz uma enquete e a enquete foi a

seguinte. É se o personagem importa, diz pra gente, a galera 71,4% maioria aqui da galera diz que não importa coadunando 11 pouco com a com a Bravata que eu trouxe no episódio, né? Acho que a galera já tá entendendo a dinâmica da Bravata, tá entendendo? Ori que tem uma função, né? Argumentação em torno dessa, dessa Bravata, e de certa forma, acho que veio também um pouco trabalhado do episódio do seu mundo de jogo não existe.

Que acho que preparou o terreno para esse episódio do do personagem também, mas é isso, que bom que vocês que vocês é concordaram dessa vez comigo e vou trazer os comentários aqui. O Pedro Borges aí, ilustre autor do cordel do Reino do Sol Encantado, comentou aí, quanto mais elaborada a criação do personagem, maior o protagonismo presumido dele na história. Isso é um problema nos jogos com alto nível de mortalidade. Hoje em dia, eu prefiro que esse protagonismo surja aí dentro da

sessão e não fora dela. É, cara, esse lance do protagonismo na história, né? E tudo mais é não é todo o jogo que precisa gerar esse protagonismo, né, cara? Então acaba que às vezes o jogo ele tá ali pra realmente pra gente ver os personagens. É arriscando a ponto de arriscarem a própria vida, né? E no caso de da gente ter ali um protagonismo associado. Com mortalidade, acho que realmente, às vezes isso é uma é um problema, né? A gente vê que a história do RPG demonstra como isso foi

problemático, né? Essa é essa tensão entre protagonismo e mortalidade. Foi uma foi uma tensão que pautou muito as mudanças, né? Do hobby, aí a gente pode ver no mentser lá no Beck me recomendando que a gente faça mudança no resultado dos dados, né? O days fuding para poder contemplar protagonismo. Isso é um problema que caminha até hoje. Junto com DED, né? É, e aí eu concordo contigo plenamente que é importante que essa esse desenvolvimento do

personagem aconteça em jogo, né? Não previamente, que é muito o papo que a gente trouxe aqui vale Osasco, cara, pela tua participação, aí sabendo que Pedro Borges aí é um cara que é um rapelão de goblins de ouro, aí ganhou vários aí com com seu jogo, né bordel? E certamente ganhará outros no

futuro. Valeu, Pedro. Abraço. O Lucas Cabrera falou o seguinte, é quando eu vi o episódio 35, a lei da mesa parecia algo até meio óbvio, eu pensando agora, as bravatas do não existe, fizeram mais sentido conduzir um jogo a partir do diálogo ficcional. Na verdade, existe exige decisão, intencionalidade um leal e bom na ficha. Não reabilita o personagem que foi caótico e mal na campanha toda, mas isso deve ser uma escolha consciente na mesa.

A agência foi exercida, a construção ficcional foi feita, a ficha revogada, então a lei da mesa foi observada, é isso, Lucas? É a lei da mesa. Quando a gente fala, né, ela é uma coisa que parece às vezes óbvia, mas que foi difícil até colocar isso no papel, né? A gente perceber esse tipo de coisa. Eu vim do lample princepo que me me me trouxe uma fagulha. Eu desenvolvi isso, desenvolvi isso pra ofentes pensando em em

day clássico. Mas acaba que traz uns princípios interessantes pra gente trabalhar e que muitas vezes, por serem coisas que em teoria são óbvias, né, mas que ninguém falava, às vezes causam ruído, né? E a gente vai vendo que os desdobramentos da gente verbalizar esses pensamentos são muito interessantes. Esse episódio eu acho que é um é um desse, uma dessas investigações. Valeu aí pela tua participação e o tom só comentou em maiúsculas, fenomenal, ô, que bom que tu

curtiu o tom. Estamos junto, cara. Valeu para por mais uma vez participar aí da nossa, dos nossos comentários. E é isso. Vamos lá para o episódio, acorde, meu velho. Você tem companhia? OKOK? Já ouvi alguém atravessou o meu perímetro de segurança. Calma, garota, eles nunca vão nos achar. Meu nome é Cássia. Nando, bem-vindo à rebelião. Precisamos da sua ajuda pra achar o fugitivo dos confins da galáxia. Eu sou o comandante. Valeu, reske da frota. Imperial.

Essa missão é nossa última chance de Redenção aos olhos. E eu sou o crie malaxy, líder do grupo da fação de mercenários bem-vindo a meu planeta. Star Wars, sombras inchadun é uma minissérie de mesas de RPG online criada pelos mestres da RPG do Jô, Daniel da rosa, Lucas Maia, Bruno cov este o que nos fala, você pode jogar de rebelião, Império ou sindicato e vai jogar um enxote focada no seu lado da história.

Suas decisões vão influenciar a segunda parte, que vai ser um épico PVP entre todas as facções. A jornada começa dia 15 de abril, com sessões gratuitas todas as terças às 19 e 30 online, transmitidas no canal do café com dângeno. Escolhe aí seu lado, entra no nosso grupo do Telegram e mude o destino da. Galáxia. Então vamos falar de premiação de RPG do goblin de ouro e do diversão offline.

E pra falar desse desse assunto, eu tô recebendo 2 pessoas muito especiais aqui do relativas ao diversão offline, né? A Fernanda sereno pela primeira vez aqui no café. bem-vinda, Fernanda. Ah, muito obrigada. Tô muito feliz. A gente tava relembrando aqui pouco antes de começar a gravar. Das vezes que o balbi ganhou o goblin de ouro com o café, eu estava lá numa delas assim, dentro da sala vendo. E é muito bom estar aqui num num podcast premiado. Maravilhoso, muito.

Bom, obrigado por vir. É a gente. Sei que está correria. Então pô, valiosíssima. Participação, obrigado. E o vinzão também, que é figura carimbada e já repetido algumas vezes aqui no café. bem-vindo vinzão. Falei, Ah, é sempre um prazer estar aqui. É uma honra ser chamado para um dos podcasts que eu mais admiro de efg no Brasil. É, você sabe que eu vivo te mandando mensagem aí comentando sobre os os episódios que eu mexem com a minha cabeça. Assim, de forma geral, eu. Objetivo é isso.

Mexe com a cabeça da galera. Bom, mas bom, a gente está aqui com com 2 pessoas que estão ligadas, né? Ao goblin de formas diferentes, né? Primeiro. A Fernanda que é CEO do de versão offline, que tá enfim próximo aí do do evento, é e o visão que trabalha na organização aqui do goblin, né? Que que trabalha a premiação como um todo. E tem várias coisas a respeito disso que eu quero investigar

com vocês. Mas a primeira coisa que eu vou pedir é que cada um traga uma palavra para definir ou enfim, para relacionar ao goblin de ouro. Que que é o goblin de ouro para você, Fernanda, em uma palavra? Estamos. Muito sincera a ele. Pra mim é um desafio manter ele vivo. Na verdade, assim, o vinzão hoje é o papai oficial do do goblin de ouro. Ele coordena o prêmio é toda a pré produção, toda a parte burocrática da coisa, né? A revisão de toda documentação que a gente criou.

De 2022 pra cá, né? Na época, também com a colaboração do pedroca, em 2022, ele foi fundamental nesse processo. Depois ele saiu de cena, se dedicou aos jobs, a capcat, né? Tudo que a gente sabe é, mas o vinzão, ele coordena todo esse processo, né? Documentação AA, escolha do júri e ajudar, enfim, nossa, é uma loucura. E assim, cara, manter ele, manter OA premiação viva é um desafio.

Porque na verdade, o nosso desafio, meu e do vinzão, é fazer ela ser cada vez mais profissional, cada vez mais é. É dentro de regras muito claras e muito bem estabelecidas, muito transparentes, muito justas. Então, todo ano. A gente tá fazendo um ajustezinho aqui, um ajustezinho ali esse ano, contando com uma colaboração deliciosa do Fernando que trabalhava na retropunk, um querido que agora tá colaborando conosco nesse processo. É ajudou demais demais na revisão dos documentos.

Então, assim, manter essa premiação viva crescendo e fazer ela ser cada vez mais técnica e profissional é muito desafiador. Mas assim, tranzão é o melhor papai que esse prêmio poderia ter. E sem ele o prêmio nem tava aqui mais. Meu filho nem tava aqui. Ainda assim, ele é mais que fundamental. Bom, e você? Visão, qual a palavra que você usa para sintetizar o goblin de ouro? Esse seu filho tão bonito e Dourado? Para mim é, é. Carinho é carinho, porque eu

acho que é uma iniciativa. E Visa trazer uma visibilidade, oportunidades pra é pro cenário brasileiro, pra criadores de conteúdo, pra pessoas que fazem livros indie que Oo mojubá que levou 3 prêmios do golben lá é pra mim essa o golben trazer essa visibilidade pra criadores indie é e pessoal que tá não são grandes editoras, não estão trazendo obras. É de fora que já são consolidadas.

EE estão criando um burburinho, né, no mercado, tipo, teve teve essa AO Jorge Val passos também há um tempo atrás teve o do Sertão é que foi sensacional, que ganhou, acho que 3 anos, 3 anos atrás também do do Sertão, que é todo feito em em cordel, cordel, só em minha. Instante aqui é o do Pedro Borges, né? Nossa, é uma obra prima, esse esse livro, sei que eu tenho ele assinado também. Então pra mim é esse trabalho de de carinho do golin.

Eu até arrepio de lembrar assim, porque a energia quando está lá no palco e você trocando com as pessoas e conhecendo, é tudo que está acontecendo no cenário ali, as pessoas falando, eu vou inscrever o meu ano que vem. Ah, eu vou fazer assim, vou fazer pra mim é esse negócio meio família, sabe? Do do RPG nacional. É, e ele foi criado exatamente

com esse objetivo, na verdade. É não só de unir a própria comunidade em si, mas na verdade é é mostrar pra comunidade a importância que o evento dá pra pro hobby, né, pra pra todo o mercado de RPG e fazer de alguma forma ele ter 11 visibilidade maior pro restante do público do próprio evento. Então assim é, é. Mostrar, né, para dentro e para fora da da comunidade, a relevância que o trabalho tem, né, que as obras tem. Eu vou pedir para você aproveitar o embalo, se apresentar para galera.

Fala de você, fala um pouco, é do do do teu histórico aí, do tudo que veio até aqui na tua construção aí fala aí da da sua obra, fala aí. Meu histórico é que eu não jogava, eu não era do rolê, eu não assim. Nem do RPG, nem do board game. Não, nada, nada, nada, nada, nada versus nada pra dizer que nada. Zero balinha. Eu tenho aquele histórico clássico de todo mundo que nasceu nos anos 80, que quando criança jogou jogo da vida, banco imobiliário, stop de

papel, né? Na casa de praia, nas férias, com a família, assim, essas coisas e assim cresci. Fui a vida trabalhar. E aí trabalhei a vida inteira assim, por coincidências ou não, sempre meio que voltada para a produção de eventos, mas em mercados totalmente aleatórios. Assim, nada a ver com entretenimento e cultura pop. Eu trabalhei em em rádio, mercado de moda e de beleza. Então assim eu lidava com outras coisas. Eu produzia eventos, sim, mas assim eu produzi de show de de

rádio. Até desfile de moda para franqueado de marketing. Caraca, então assim coisas? Você é do marketing? Eu sou jornalista por formação, mas aí fiz pós graduação, cursos e tudo na área de marketing. Acabei sempre trabalhando com marketing, atuei muito, muito pouco com jornalismo em si. E aí a vida fluiu, a vida seguiu e por coincidências da vida pessoal. Eu tinha uma relação familiar com um dos criadores do diversão, falar que era um antigo sócio meu.

E aí numa festa de família ele me trouxe a ideia. AI tive ideia de um evento com meu irmão, a lan que trabalha comigo até hoje, e um amigo que se chama Lucas também trabalha comigo até hoje. Dentro do DOF é tivemos uma ideia de um evento assim, assim, assim, Nã Nã Nã Nã nã. Nossa, que incrível, que ideia maravilhosa. E aí dei várias sugestões de marketing, assessoria de

imprensa. Ele falou assim, cara, pois é, o problema é que a gente tem a ideia, tem o nome, tem um lugar, tem tudo, mas assim, desse ponto para frente, a gente não sabe o que fazer. Aí, bom, o papo fluiu, vamos embora. E ele me mandou uma mensagem, cara, você não quer fazer um freela para gente nessa primeira edição, porque você tem muito mais experiência.

E tal, não sei o que eu falei, faço claro, problema nenhum, tranquilo, tudo bem, só que aí a gente se reuniu pra conversar sobre esse frila e o irmão dele, que é o Alan, você sabe do que a gente tá falando? Eu falei, nem um pouco, mas assim, produzir evento e produzir evento a gente tá aí, estamos aí pra qualquer negócio, ele não, então fim de semana vou na sua casa, tá bom? Ok, tudo bem.

Só que fim de semana ele chega na minha casa com uma sacola gigantesca, que eu nunca tinha visto uma sacola tão grande na minha vida, lotada de jogo. E aí ficamos o fim de semana inteiro jogando tipo, é, foi um sábado, né? E aí varamos a madrugada jogando. Aí eu falei assim, Ah, entendi, e isso board game aí depois eu ainda fui, tinha inteirado o rolê do RPG. E arrepende, eu não joguei com eles, eu acabei jogando em outro momento, com outras pessoas. Aí eu falei assim, Ah, tá.

E eu mergulhei, fui de fato estudar sobre. Comecei assim, podcast, YouTube assim, devorar loucamente. Tanto que mestre pedroca é um dos primeiros conteúdos que eu assisti na vida. Quando ele estava saindo da primeira fase do formação firebol e abrindo vertente geek com o roxo, eu comecei a segui Los e assim tudo que eu sei OOO básico, assim que eu que eu aprendi de RPG eu devo a ele. Eu aprendi muito com ele até hoje.

Nossa, muito, muito ele, eu falo, brincou com ele, que ele é meu guru, então se ele fala aqui, tá certo, tá certo, tá errado, tá errado, eu concordo e confio nele. E aí aí fui jogar e aí me tornei sócia do DOF na segunda edição. Na primeira eu realmente fiz o freela para galera, e aí deu muito certo. Eles me convidaram para ser sócia, aí hoje eu sou a única sócia. Uhum e foi um foi um bom bom freela, né? Porque você vocês começaram lá, EE, realmente já a coisa já

mudou o patamar, né? Deu para sentir que aquilo ali ele cresceu muito mais. Enfim, eu vou puxar esse assunto do do toff em si, mas eu queria falar visão, manda um papo aí e fala do teu caminho, como é que foi o seu caminho até o dopf até Oo álbum de ouro? Conta aí pra gente. A minha, a minha jornada, ela começa lá no comecinho do ensino médio. Que foi uma perceção que eu tive. Assim, eu era péssimo em matemática no ensino fundamental.

E aí quando eu entro no ensino médio No No ano 2000, na verdade na minha sexta série, foi quando eu é. Comecei a jogar RPG de mesa e aí jogava RPG de mesa e jogava com os com os amigos assim e tal, meio de qualquer jeito ali. Só que eu era péssimo matemática quando entrou no ensino médio que eu comecei, que virou probabilidade estatística, que tem tudo a ver com RPG. Eu gabaritei tudo de matemática no ensino médio inteiro, primeiro e segundo e terceiro

ano. E aí eu achei aquilo esquisito porque, tipo, pra mim, matemática era a pior coisa do universo e de repente, eu eu amava aquilo ali. Essa foi a primeira pista. Aí a segunda foi quando eu entrei na ciência política, Na Na Universidade de Brasília. Eu fiz o curso de ciência política, mas as únicas matérias que eu que eu aprendi e que eu consigo lembrar até hoje foram as matérias que eu consegui utilizar no RPG de mesa.

Então. Formas de governo, coisas assim mais estratégicas para você montar uma sociedade, antropologia, etcetera. Aí quando eu estava terminando a ciência política, eu comecei a cair a ficha, cara, eu só aprendo coisas de RPG, coisas que eu consigo aplicar na RPG, matemática, ciência política. Depois eu fiz curso de gestão de projetos para para gerenciar projetos, não para planejar a sessão de RPG. Então, assim, tudo que eu aprendi no curso de gestão de projetos era só para arrumar a

sessão de RPG. Aí depois que caiu a terceira, quarta ficha dessa assim, eu falei, cara, não adianta, não adianta. Eu tenho que fazer alguma coisa com ARPG, porque se eu ficar insistindo em trabalhar em escritório, em fazer isso, fazer aquilo não vai funcionar. É a minha parte, é o meu coração está na RPGE. Aí o conversei com os amigos aqui de Brasília, num churrasco

na época a gente também. O primeiro contato que a gente teve com é canal de YouTube. De RPG foi formação firebol do pedroca também, a gente fala isso, que ele foi a inspiração pro game. Seminal. ESIM, e gente? Pedroca, né? A gente tem que fazer um busto do pedroca pra colocar No No na entrada do goblin de ouro. Assim que eu quero influenciar. 11. Geração, né uma. Geração EEE é uma cascata. Várias gerações, né, galera?

E aí o que aconteceu foi que a gente via no YouTube, na Twitch, aquele formato de RPG de 4 horas, e falava assim, nossa, eu acho isso péssimo, isso é chato e tal. Vamos fazer o nossa um RPG curtinho de 20 minutos, editado que o pessoal vê só o só o fino do RPG. Bora aí com esse projeto a gente criou jogando RPG, juntamos ali uma equipe maluca, fizemos aquilo com a cara e com a coragem. É, e aí cresceu, cresceu,

cresceu, cresceu, cresceu. O canal game chinchila, começamos também AAA fazer um Monte de coisa. E acho que de 8 anos pra cá que eu tenho a Felicidade de dizer que eu vivo exclusivamente de RPG, né? Então tem sido, tem sido ao mesmo tempo 11 sonho uma grande Felicidade. Tem lágrimas, sangue, suor e sabe, mas mas assim é ao mesmo tempo, é muito bom. Estar conectado com o que a gente ama, sabe?

Com todas as dificuldades, também tive que abrir mão de salários excelentes para poder trabalhar com o que eu amo. Mas está tudo bem. É bom, aproveitando esse gancho, né? Você falou aí de viver de RPG. Isso a gente ter gente vivendo de RPG, eu sei que eu sei que está ouvindo, aí deve estar falando, pô, mas é exceção que eu confio uma regra, certamente. Mas a gente tem cada vez mais exceções, né? E isso quer dizer que o mercado está cada vez mais Maduro. Né?

E a gente pode dizer com toda certeza que o diversão offline é um grande, é um é um dos grandes responsáveis, né? É por essa maturidade do mercado nacional. E não só isso. Ele serve de de contraste, né? A gente consegue ver um ano e outro ano e outro ano e vê ao longo de 3 anos, por exemplo, a evolução do próprio mercado no número de pessoas que estão ali trabalhando. Número de expositores é volume, né? De, de, de enfim. De negócios provavelmente sendo

feitos ali. E aí eu queria perguntar, Oo filho, como é que é? Como é que tá o diversão offline hoje? Como é que fazendo essa radiografia do evento, né? Como é que tá o diversão offline? Como é que é essa comunidade que foi criada em torno do evento desde lá do primeiro, né? Mas como é que tá hoje o diversão offline? Cara, é é o que você falou assim, realmente é. É notório a gente perceber, é. Claro, o crescimento do evento em si, fisicamente, mas é no comportamento das marcas perante

o público. E aí a gente vê isso refletido depois no crescimento desse público que se interessa, que consome e que vai fazendo o mercado se desenvolver. E aí meio que isso Retro se retroalimenta, né? E aí, nossa, a gente tem uma quantidade de novas marcas a cada ano, que é uma coisa absurda. Assim, a gente fechou o ano passado com, acho que 85 marcas,

se eu não me engano. E esse ano a gente já está com mais de 100 marcas presentes no evento, porque claro, isso, considerando inclusive as marcas menores e independentes que estão dentro do indie. A lei conosco, por exemplo, que é uma área que a gente tem um carinho muito grande, porque ali a gente vê muito de produção de RPG, por exemplo, né?

Eu acho que Oo nosso indialei assim é é um é um dos principais espaços no evento que eu acho que você vê a maior concentração de produção de RPG por metro quadrado assim. E tem muita coisa boa. É assim como a gente vê as editoras maiores também de RPG, pegando espaços ainda maiores de 1 ano para o outro e participando e inscrevendo cada vez mais obras também. De uma premiação para outra? É, é, é é notório, não só fisicamente, como eu disse, mas

em números, em em tudo. A gente consegue ver o reflexo desse, desse resultado. Mas eu acho que de todo Oo ganho maior que a gente tem, foi o que eu citei do comportamento das marcas perante o público. E isso é uma evolução que a gente vê ao longo dos anos é dentro da feira. Quando eu digo isso, é em relação à marca, entender que o cliente vai ali muito mais do que para comprar 11 lançamento ou um livro que ele tentou comprar numa loja e não conseguiu. E sabe que ali vai ter.

Ele vai ali para ter uma experiência com aquela marca. Então é muito mais legal que a marca tenha um espaço gamificado, tem atividades, tem a brindes, tenha. Interações com esse visitante do que só talvez o produto que ele tava buscando. Claro que se só tiver o produto e ele quiser, ele vai ali e vai comprar, mas ele tá querendo muito mais que isso. Então assim é, a gente tá vendo essa evolução. Isso ainda não é uma totalidade no evento, isso ainda não é 11. Verdade absoluta.

Mas fica aqui até o meu registro, inclusive para marcas que ouçam esse podcast, por favor, que eu sei que ouvem. É assim, invistam. Isso porque as que fazem elas me reportam depois. Um resultado muito bacana. E ainda falando comercialmente, tem marcas de RPG inclusive que que já me disseram que elas não medem o resultado. Financeiro mesmo, do diversão offline só ali pelas vendas

daquele fim de semana. Elas medem em até 2 meses depois, porque elas têm venda ainda acontecendo, fruto do diversão offline em até 2 meses depois. A marca é fortalecida também, né? Fica no coração da galera. Exatamente por isso que eu estou falando da experiência. O cliente vai sim para jogar, ele vai sim para comprar. A gente sabe, a gente cada vez mais investe em guarda volumes, EEE lockers, porque cada vez mais as pessoas vão com bolsa e mala para comprar jogo.

Então, assim, a gente sabe que eles vão para comprar, mas eles vão muito mais. Eles vão sair dali muito mais preenchidos e apaixonados pela sua marca. Se você fez uma atividade. Experiência assim, experimental ali, sabe se ele teve 11 experiência com você? Então assim está crescendo. Mas, por favor, marcas, invistam cada vez mais nisso. Boa EE uma pergunta a respeito do do do tipo de de marca que. E se associa ao evento, né? A gente tem ali OA ideia de ser board game, né?

EE, enfim, similares ali, card game, essas coisas assim. ERPG, mas tem um espaço, é para outras coisas além de jogos. É tipo publicações, quadrinhos, como é, como é que funciona, a delimitação desse espaço? É voltado a quem? A única delimitação, assim é, é, é. Absoluta que a gente tem hoje é que a gente não, a gente não recebe, né? Não vende espaço no evento pra lojas, revendedoras de jogos, sabe?

É, é assim, loja que revende RPG, board game e etcetera, porque isso foi uma decisão estratégica, comercial que a gente teve que tomar uns anos atrás. Porque assim, o evento hoje ele é muito grande. Nós somos o maior da América Latina no nosso mercado. Mas a gente ainda está falando de o nicho do nicho.

Então, se perante eventos de cultura pop, como massacxp, a gente é 0,1 da CCXP em tudo, em tamanho, em receita, em público e etcetera, então a gente também sabe que existe uma limitação de venda. De verdade, assim, literalmente. E não é compensatório para ninguém, nem para editora e nem para o lojista revendedor que os 2 estejam presentes no mesmo metro quadrado, porque eles só estão dividindo o mesmo cliente.

A gente não tá agregando. Então, a única verdade absoluta que existe é que a gente não abre espaço para loja de revendedoras, mas para outras categorias de produto. A gente abre isso. Inclusive hoje, atualmente a gente tem. A gente já tem a big head, que é uma loja de colecionáveis já desde 2022. Eles continuam conosco. Esse ano também vamos ter mais uma, que é a explosão criativa bem conhecida no mercado de eventos. É de cultura pop, multitemáticos. Eles estão quase em todos.

É também de colecionáveis. E teremos uma surpresa de action figures esse ano, mas que eu ainda não posso te olha, mas fica aí a dica. Uma marca tipo jogos eletrônicos? Isso não, isso não, não. É o offline. Offline, isso já está no nosso nome, então é mais consagrado do que qualquer outra coisa, apesar de que nós. Fazemos as ativações da diversão offline dentro de eventos de games online e de cultura pop,

como fizemos ano passado. Vamos fazer esse ano de novo games com ibgf em Brasília e tudo mais. E geralmente somos um dos espaços mais movimentados dos eventos de game online. Viu que é o nosso espaço, que é 100% desconectado. Muito bom. Muito bom e bom. É sobre é sobre público e números, né? Tipo qual? Qual Oo número, né? De público, de pessoas circulando ali que a gente teve é no último, no último, na última edição, mais ou menos. Se você tem, você lembra mais ou

menos. Sim, na última edição a gente teve cerca de mais de 10800 e alguma coisa, então a gente divulga que foi próximo de 11000. Visitas totais, né, Hum? Então, assim, no início era quanto? Ah, ó, na primeira edição a gente teve 698. Olha só, é, é um. É um crescimento absurdo, absurdo. E quem é o público assim tem uma cara, porque eu assim. A minha experiência no verso ofline, de fato é de ver de criança até velho, né? Até a gente mais velha mesmo.

Existe um público? Vocês delimita de alguma forma ou não? É muito variado mesmo. Delimitar jamais. Mas a gente tem um perfil traçado, como é que é notório, né? A gente tem assim. O perfil é, é. É a galera ali de 3045 anos massivamente e assim mais de 85% desse público geral que a gente recebe. É heavy game. Então tá ali mesmo assim, com sangue nos olhos, assim babando pelos lançamentos, pelas

novidades. É aquela galera que pega a lista no na ludopédia, no BGG pra saber que que eu vou comprar e vai ticando e já chega assim no grau de manhã pra pra pra pra ir no nos estandes assim pra garantir aquela edição limitada ou aquele jogo que vai ser entregue ali de um FC, de um. É isso, mais de 85% desse, dessa galera que vai é é essa, esse tipo de de visitante. Mas assim, a gente ainda tem uma maioria masculina no evento, mas isso está se equilibrando cada

vez mais. Tem que tá tá essa essa diferença tá diminuindo. A gente desafio, né? A gente tem pouco mais de 60% do público masculino já e o restante feminino, então a gente já tá ali quase no 5050. Olha. E de 2022 pra cá, ou seja, pós pandemia, a gente percebeu um crescimento assim exponencial de famílias completas assim, pessoas com casal com criança pequena. É EE. Às vezes o casal com com. Um primo e com outro casal e com um sobrinho e com sabe assim famílias.

E a gente viu esse crescimento, tanto que já desde 2023 a gente começou a fazer um espaço 23 ou 24. Agora eu fiquei na dúvida, mas acho que foi de 23. A gente começou a fazer na entrada 11, hall de entrada

prioritária, né? Pra. Idosos, grávidas, crianças de colo, cadeirantes, PCD e etc. Porque a gente viu um crescimento muito grande de famílias e de é é pessoas de atendimento prioritário nesses anos todos e tanto que pra 25 agora a gente tem uma área família no evento, pela primeira vez a gente vai ter o feudo família, Pais e filhos, que é um espaço feudo da família é. Que é um espaço dedicado justamente assim pra pra famílias com crianças menos 6 anos assim, tipo abaixo de 6

anos, pra poder sentar, descansar, sala de amamentação, trocador, porque assim a quantidade de crianças pequenas e bebês assim é absurda. Cresceu em progressão geométrica. Assim, foi um negócio louco. Muito bom e bom sobre os os eventos que acontecem dentro do evento, né? A gente tem ali sempre é coisas que, por exemplo, Oo Globo nem de ouro, né? A gente sabe que tem coisas que acontecem ali.

É o que, o que que você botaria que seriam os carros chefes assim, que seriam os eventos que atraem mais pessoas ou que as pessoas sempre lembram que é onde vocês apostam mais fichas assim? Quais são os principais eventos para quem por acaso nunca foi em diversão offline? Cara, eu acho que sem dúvida. Número 1, área de protótipos. Que é a nossa queridinha. Assim é a paixão da minha vida. E ali tem assim o puro sul da criação nacional de jogos.

É área essa que há 3 anos recebe protótipos de RPG também. Então, por favor, RPG estas visitem a área de protótipos, porque lá não tem seu board game, tem muito projeto legal, é assinada. Pelo Catar. Sim, então exato, é o meu top 3. Assim é primeiro protótipo e segundo a arena RPG, que dobrou de tamanho para esse ano de 25. Tá com várias atividades novas. Tem tá um deleite também.

Por favor, visitem a arena RPG. Vai ter uma programação super extensa de atividade, sorteio, premiação, brinde. Assim uma loucura. E acho que em terceiro lugar, AO pentinha a lei da área de pintura de miniaturas, porque assim e que também é tomada pelas famílias, é um negócio assim. Incrível como as crianças se apaixonam, adoram sentar ali e daqui a pouco você vê pai, mãe e filho, sobrinho, todo mundo sentado, pintando e assim uma loucura. Não esvazia, não tem um momento

de evento. Que você chegue ali na free play, né? Na área, na free painting, na verdade, né? E tem mesa vazia. É muito difícil. É muito difícil, muito difícil. É muito legal isso, um mercado muito grande. É uma imensa porta de entrada para ORPG, né? Visão isso aí. Muita gente que entra em contato com miniatura e com pintura de Mini acaba entrando no mundo do RPG, né? Sim, sem dúvida. Eu acho que uma da um dos principais atrativos do RPG que sempre foi. A parte física dele, né?

A fisicalidade do tanto você é pegar nos dados quanto você vê OOO, campo de Batalha, o grid, as miniaturas. Então, às vezes a pessoa, eu conheço amigos meus que foram para o University offline, sentaram para para fazer AAAA miniatura ali, pintar Na Na ali, no paintinhelli, e aí depois ele falava, agora eu preciso jogar no RPG, porque eu fiz um personagem aqui e eu já estou imaginando a história dele. Saca? E aí, como é que vai ser e tal? E eles coordenando para poder jogar.

Então é sem dúvida, é uma coisa que fomenta, sabe esse os periféricos do RPG, eles fomentam a cultura do RPG. E não à toa, esse ano, estrategicamente, colocamos uma área do lado da outra, a área do RPG está exatamente ao lado da área de pintura. Ó, então para a galera que está criando aí o face, uma experiência, né?

Tipo ó, mas é só RPG de mesa, olha aí, já tem uma possibilidade, já mistura Mini, já mistura jogo com pro teu protótipo já começa a agitar aí gente, a gente, a gente não é criativo, então vamos lá, vamos mostrar criatividade no evento. É isso, exatamente. Maneiro mais de 1000 episódios

na primeira temporada. Um podcast premiado por suas reflexões sobre o jogo, entrevistas e convidados em uma nova temporada com muito a oferecer, a comunidade do RPG aventureiros, numa busca por mais episódios na semana, te convidam a fazer parte do grupo de Telegram, participar de sorteios e enriquecer seu jogo. Esquente a água, moa os grãos e pegue os dados. Apoia.se barra café com Dancing, contamos com você. E as premiações?

Vamos cair agora na questão da premiação, a gente tem o goblin de ouro, né? Como é que funciona essa coisa de premiação dentro do diversão offline? Como é que surgiu isso? É conta pra gente. Então a gente de de início, né? Antes do surgimento do goblin de ouro, a gente já tinha uma parceria com o pessoal da ludopedia. Que é, já conversava conosco sobre fazer A Entrega da da, do prêmio no evento e tudo mais. Mas aí com a nossa mudança para São Paulo, né?

Com com é a vinda para São Paulo. Foi quando isso se concretizou de fato, essa cerimônia da entrega dentro do evento. E aí, como com essa vinda da premiação, ludopédia para dentro do diversão, offline, fisicamente. Pra que ela se tornasse tangível e não mais fosse. Só é uma coisa ali no site, né? Pra galera ver e tudo mais é, a gente sentiu a necessidade de poxa, por que que não existe também um portal, um algum lugar, um alguém que ranqueia os produtos do ano, né?

O que foi lançado, valida isso, abre uma votação e faz uma premiação também. E aí quando a gente realmente até pesquisou pela internet, viu que não tinha ninguém, fazia, não se falava. Canais faziam seus rankings e sugeriam, falavam que gostou, que não gostou. Aí a gente falou, caraca, aí, porque que a gente não cria o nosso? Então, já que o nosso negócio é criar as paradas do zero, é, vamos criar um prêmio também,

porque não? E aí assim, a gente decidiu criar quando, em 2018. Na edição aqui de São Paulo, também teve a primeira vez do do goblin de ouro no diversão offline de São Paulo. E foi e foi um prêmio assim pra galera, que quando a gente fala de prêmio, né, parece que é uma coisa que só os blockbusters, a galera com grande císsimo

investimento ganhar. EE, pô, OA minha experiência com o goblin de ouro é que eu participei com o salário de ratos, que foi 11 Fest play, uma aventura que foi impressa Na Na Na xerox. Né? Distribuída na xerox, que mesmo assim a galera viu o valor, gostou da aventura e eu ganho o prêmio. Então é uma. É uma coisa que valoriza muito a produção, a produção indie também, né?

Exato. A ideia, justamente é dar luz a toda a produção nacional, não interessa se de uma grande marca ou de uma pessoa independente sozinha. Assim que criou, publicou na xerox, como você tá falando, né? Do salada eu lembro muito bem disso, inclusive. É e, cara, se é bom, vai ser selecionado, se é maneiro, vai ser selecionado, vai para votação. Antes a gente começou com votação popular, né? A gente tinha a votação do público.

Hoje a gente tem o júri técnico avaliando, então assim, se for maneiro, se é bom, EEE, se topou ali com a categoria, vai entrar, vai ser selecionado, vai ser analisado pelo júri e vai pelo otário. Não importa se é de um grande selo ou se de uma pessoa sozinha fazendo em casa. É agora até ficou meio estranho eu falando que foi foi Na Na Sharon, foi um produto da New Order OBCC, mas eu, eu, eu fiz Oo produto, realmente era era encadernado de xerox.

Assim ele surgiu assim, depois a New Order botou só pra galera não ficar. Ah, mas o Mauro está falando que foi, é, foi. Ele foi handmade, depois foi aprimorado pela New Order. Exatamente, exatamente. Você vai, porque não sempre tem alguém pra falar. Mas o gabo está falando, não é isso o que aconteceu. Olha sobre comentários e hate que está sendo a nossa vida atual hoje em dia a gente está aprendendo a lidar.

É isso? É isso, isso é uma é uma questão que eu tinha até anotado aqui pra pra falar com vocês, vocês têm assim. E eu ele começou, né? É é Oo golin de ouro. Ele começou. As pessoas foram entrando em contato com com a ideia de de que ele existe e de que ele está premiando pessoas de diferentes origens ali. Tanto gente que tem uma produção que começa a indie ou gente que está numa editora grande, é jambô. Por exemplo, sempre levou muito prêmio, né? Então, tipo, o pessoal falou,

Ah, mas é jambô, leva tudo. Ou então falava, Ah, mas isso sempre tem alguém querendo falar alguma coisa, querendo saber quais são os critérios, como é que foi essa coisa de lidar com o feedback da comunidade? Como é que o prêmio evoluiu ao ao longo do tempo? A gente sempre visou da fazer um prêmio que prezasse pela qualidade do que está sendo avaliado e não só. Popularidade é quantidade de seguidores e et cetera, é, então a gente criou um júri bem

diverso todos os anos. Eu acho que foi um júri que que teve bastante diversidade, olhares específicos para poder avaliar essas obras. É sempre fica 11 alguém, né? Ah, como é que foi? Ah, por que que selecionaram isso? Como que vocês julgaram isso, quem foi, como foi esse? Como que pode? Esse livro é tão melhor do que o outro, como é que o outro

ganhou? EE, assim, todas essas críticas são válidas, eu não, eu não, eu tento olhar a elas assim, por mais que as vezes eu penso em eu queria que a pessoa soubesse e o que eu tenho para mostrar que que foi justo e que tá Na Na, né? Mas o que essas críticas elas nos ajudaram a transformar o processo cada vez mais é transparente. Então, ano passado foi 11, eu eu fiz questão de falar a um portal da transparência. Aqui estão as notas de todos que foram avaliados.

É, obviamente a gente não, não expõe os nossos jurados. Então a gente não fala, Ah, o jurado tal voltou assim, jurado assado. Não existe a volta que os jurados como 11 corpo técnico deu para aquela obra e você consegue abrir aqui no portal da transparência. Né? E também sempre coloco AAA disposição. O pessoal vim perguntar uma mensagem é particular de ABCA, porque minha obra é isso, minha obra é aquilo e tal. A gente tá sempre tentando

orientar. É aí 2 coisas interessantes sobre esse processo é que é cada ano que passa a gente dá um passinho a mais. Então esse ano com o auxílio do do Fernando, é que entrou pra pra me ajudar Na Na condução do do da coordenação do golpe de ouro. É. O Fernando del Angeles, né? O cara é incrível, maravilhoso assim, está sendo uma excelente mão de obra assim, de força para um. Abraço, meu caro Fernando, um abraço para você, meu caro.

Eu não teria como algumas ideias assim que foi ele que que trouxe assim para melhorar o processo, sabe? É então, por exemplo, ele ele veio com. A ideia da gente abrir um espaço pós inscrição esse ano é a primeira vez que a gente está tendo isso para poder deferir obras, sabe? Falar é mandar uma mensagem fulaninho, você mandou o arquivo errado na categoria errada, então a gente ainda tem, mesmo que a pessoa erre na inscrição, a gente ainda tem aqui. Agora eu IA me reunir com ele

hoje, não consegui, vou me reunir com ele. quarta-feira é a gente ainda tem um espaço para poder remandobrar ali as coisas e deixar o mais claro possível. Sem contar os os manuais que a gente tá disponibilizando, né, como um edital de inscrição. O que que o goblin de ouro costuma avaliar, então? Qual é a qual é a persona do goblin, qual é o olhar do goblin, né? Porque aí você vem e fala, Ah, mas a minha obra deveria ser melhor.

Ah, mas o goblin ele, ele tem este olhar crítico específico, se você acha que que a sua obra seria melhor avaliada, tem outros prêmios já que estão fazendo isso, né? EE, tá tudo bem, eu acho que o importante é ter a diversidade. E eu gosto de bater nessa tecla do ano passado especificamente. Eu fiquei muito feliz com alguns resultados no ano passado, porque o Matheus herbisch, que atualmente trabalha como tradutor da retropunk, foi O Vencedor de melhor produtor de

conteúdo. E o canal dele tem tinha quando ele venceu isso, acho que tipo 1500 inscritos. Isso é pra galera falar assim, Ah, só ganha gente gigante, não, cara, ganha quem tem o melhor conteúdo. Tá, o júri inteiro entrou lá, o júri inteiro deu notas incríveis para ele e ele ganhou em primeiro lugar, sabe? Isso é para validar que e aí, Ah, mas então a gente tá validando só as pessoas, Índia, as pessoas que não a jambô fez um trabalho sensacional, era jambô.

Todo ano leva algum algum prêmio a retropan, que todo ano leva o de localização e tradução, justamente porque eles são excelentes nisso. Então, assim, não é que a gente está premiando só gigante ou só pequeno? A gente está premiando qualidade exatamente, sabe? Eu gosto de de de frisar isso, que cada vez com mais transparência e cada vez com um olhar mais crítico. Exatamente. É, é OOO. Essa coisa do do prêmio, da da evolução do prêmio. É, eu sei que bom, eu participei, né?

Eu fiz, eu fui júri em em uma numa edição, né? É mais de uma edição, é verdade. E é isso, agora eu vou, não vou ser pra poder concorrer, né? E a gente tem uma questão aí que é que é complicada, né, você é, é júri, você, enfim, é uma coisa delicada. A gente tem um mercado pequeno, né? E a gente tem pessoas ali que de certa forma estão se sobrepondo, né? Eu, olha, olha eu, esse essa pessoa pode ser um bom jurado, mas ao mesmo tempo ele tem um produto, né?

A gente não tem 11 mercado ainda tão amplo assim com pessoas com, sei lá com. Com grande notoriedade. AA ponto da gente ter uma gama de pessoas que não produzem, mas que que podem ser só avaliadores, né? Normalmente Oo avaliador, ele produz alguma coisa, né? É, ele é um grande nome, porque porque produz alguma coisa. E como é que essa essa coisa de achar os jurados? Como é que é esse processo? Esse é um desafio. É um desafio muito grande. É inicialmente assim, acho que

eu e o pedroca a gente. A gente vem do lado do da. Do influencer, produção de conteúdo. Então, os nomes que a gente foi levantando, tinha uma pegada mais influencer num primeiro momento. Aí com o tempo isso a balança foi melhorando um pouco. Atualmente a gente tem nomes, tem nomes de de influencer, produtor de conteúdo, tem outros nomes que são é críticos de fg, que são ilustradores. São trabalham com a edição e com eventos de RPG, entre outros. Então foi dando 11 leve,

diversificada a ideia. E nós temos EAAA fé, super, eu adoro a fé, porque a feia ela dá carta branca para essas maluquices assim, vamos fazer assim a fé, vamos então assim, a ideia que a gente teve era de não envisar a banca, rotacionando o júri todo ano. Então, e aí, tipo assim, pra que as pessoas? Ah, eu sempre sou o jurado do do goblin? Não, não, não.

A gente vai trocar. É, existem as as diretrizes, o manual do jurado ali que ele tem que seguir alguns dos critérios que nós julgamos como importantes para o prêmio. Mas nós estamos sempre trazendo pessoas novas e cada vez que eu conheço, outras pessoas que estão inseridas no meio do RPG, mas não necessariamente são produtores de conteúdo que estão é competindo lá. Agora existe um lado dentro de mim que está sempre com uma anteninha ligada, Hum, esse cara IA dar um bom, um bom jurado, né?

Por via de regra. Olha só um exemplo que eu que eu que eu tenho para agora, né? Ontem eu participei de um bate-papo com o pessoal da associação air pegista de Belém. É um pessoal que está montando todo 111 negócio jurídico aí para ser a primeira associação air pegista do Brasil. Ele já tem 54 associados lá e estão fazendo carteirinha e

várias coisas bem legais. Eu dei uma palestra para eles e eles eles é, falaram assim, Ah, então ó, se você precisar de jurado No No golpe de ouro, estamos estamos aí, viu? Eu falei verdade, é mais um pessoal de uma outra área que não necessariamente vai estar competindo. EEE fortalece, saca? Então já ficou assim, talvez eu chame um desses para uma próxima edição. Essa rota é uma pergunta cara, substitui aqui é o que está

sendo um desafio atualmente. Eu tenho uma pergunta pra você, se fosse vivo, você chamaria o Pedro de Lara pra ser jurado? Tô brincando, é, é, cara, me diz uma coisa sobre esse lance do, da da premiação é de da gente estabelecer alguns critérios, né? A gente, a gente tem ali, sei lá, é, por exemplo, podcast, né? A gente tem alguns critérios do podcast, é, a gente tem, sei lá, tradução a gente tem ali, é, é, sei lá, é. Um outro exemplo de um outro

critério, não sei. De repente, ilustração, né? Ilustrações de um livro e tal como é. Como é que esses critérios foram delineados? Eles mudaram ao longo do tempo? Eles se mantêm? Como é que foi essa essa escolha? A primeira estrutura foi sugerida pelo pedroca é e levemente adaptada. Mas a gente se inspirou muito no NS, né? Então a gente pegou várias categorias deles assim e fizemos a nossa própria roupagem

brasileira. É com o tempo a gente foi identificando que caberia uma mudançazinha aqui, outra ali. E aí é, eu falo nesse.eu, sou mais conservador, eu falo com com a fé, vamos dar passos. É com cuidado, é. Já sabemos de algumas categorias a mais que nós queremos criar. É diferenciação, tipo algumas categorias que seriam categorias, guarda chuvas, a gente diferenciar elas em subcategorias. É, mas a gente tá indo com calma, porque cada categoria que a gente cria pode abrir também.

111, novo problema, 11 nova dificuldade. Então eu que a pessoa vai competir de um lado do outro. E nesse ponto a gente se parece muito, porque é o doff como um todo. Eu, eu também. Toda vez que eu penso na evolução dele, eu vou muito devagar assim, sabe? Tipo, eu gosto de ir, como dizem os antigos, até onde minha mão alcança? Porque, enfim, é um evento que até hoje vive de recursos próprios, se mantém sozinho, tem grandes apoios por trás, sem leis de incentivo, ainda sem nada.

Então a gente precisa medir todos os nossos passos. EAA premiação como um subproduto dele, segue o mesmo esquema. E principalmente, porque é 11 coisa que afeta diretamente o público, que gera diretamente, né? É amores e ódios. Então, assim, a gente precisa fazer tudo com muito cuidado. É, desde 22 pra cá a gente já fez mudanças em categorias, né? A gente diminuiu, deu uma enxugada aqui, editou uma categoria ali, que a gente achou que. Né?

Ficaria um pouco mais abrangente, ou então que a outra era abrangente demais, precisava restringir, enfim, então tudo é feito com muito cuidado, mas sabendo que assim, né, ninguém agrada todo mundo, né? Não vai nunca sair 100%, todo mundo feliz, mas o nosso compromisso, como o vinzão falou no início, é assim, tentar explicar o porquê pra todo mundo e ser o mais transparente possível. Foi quando, no ano passado, a gente.

Definiu esse portal da transparência, vamos seguir fazendo que é ao final, a gente cria um ambiente, faz um link no site que a pessoa pode entrar e ver as pontuações de todas as obras, os critérios de avaliação. Ela concorde ou não, aí beleza, né? Democracia, tudo bem, mas assim, pelo menos ali existe uma explicação do porquê que foi daquela forma e é isso é o

melhor que a gente pode fazer. É, e tem uma coisa interessante de premiação, né, que faz parte talvez da Mística da premiação, essa coisa de, Ah, um achou que foi injusto ali e outro, Ah, a torcida e não sei o quê. É um pouco que tem um esse lado, né, essa, essa Mística das premiações. Tem alguém falar, Ah, eu lembro, esse ano teve aquela injustiça e não sei o quê, aquele. Absurdo. É, é, acabou que me parece ser do folclore da coisa, né? Sim, é cara, no ano passado teve.

Teve uma obra e a maioria dos jurados botou ela. Tipo, em segundo lugar, essa é minha segunda favorita. Tipo, a minha favorita é essa, mas essa é minha segunda favorita. Então, assim, dos 10 jurados, todo mundo botou essa obra em segundo lugar, só que a primeira variou. Então, quem foi que ganhou em primeiro lugar? Foi essa, que foi o segundo de todos os jurados. Saca?

Então, todos os jurados falam assim, nossa, essa que ganhou, mas aquela outra era tão melhor, e aí outro jurado, mas essa aqui é tão melhor e todo mundo na hora do prêmio também, nossa, mas outras obras foram tão incríveis e se eu não me engano, essa categoria, a diferença de pontuação entre uma entre ouro, prata e bronze rico primeiro e segundo, terceiro lugar, foi coisa assim, de 23 pontos. Era um jurado que fizesse uma nota diferente, mudava tudo, sabe?

É, e isso é bom, né? Isso é legal porque mostra que é isso. A gente está chegando num numa maturidade do prêmio que vai para além do gosto pessoal. É realmente uma avaliação que passa por um corte técnico, né, de que obviamente, né. Todo o corte técnico, ele, ele, ele é arbitrário, mas pelo menos ele segue uma arbitrariedade clara, né? Então isso é de fato mais importante, né? Eles seguem um manual de regras que a gente definiu para justamente.

Ser o mais justo e claro possível assim, tipo, tirar OOO só a visão pessoal ou gosto, ou seja lá o que for do jurado e ele analisar aquilo tecnicamente é isso. Agora, uma pergunta sobre é opinião pública, né? Escolha pública é e escolha técnica. Em algum momento é esses esses critérios, né? Uma escolha do público geral que já teve, né? Eu sei que teve edição, que teve escolha do público teve.

Como é que é essa coisa de lidar com a possibilidade da escolha do público, com a possibilidade de lidar com escolha técnica? É a como misturar as 2 coisas. Como é que funciona isso e como é que vocês têm decidido em torno dessa, dessa participação? Eu acho que há como misturar, a gente não faz isso hoje. Né, foi o júri técnico. Mas sim, há como fazer um a mescla, né? Fazer um crivo técnico e depois

seguir pro popular. É, mas é. Eu acho que de novo, na busca dessa clareza e transparência, EE técnica e tudo mais, é, a gente optou por ir 100% pro caminho do. Do júri técnico, sei. Talvez para ser mais é equânime, para ser mais, não sei, porque acaba que o voto popular, ele sempre fica ali meio atrelado a quem vai puxar o maior mutirão, quem tem mais seguidores, a quem tem. É um artifício ou outro que vai facilitar nesse ganho de votos assim, sabe? E talvez não necessariamente a obra.

Tecnicamente mais aprimorada, não vou usar melhor, tá? Porque eu acho de novo. Acho que o conceito de melhor é algo que tá diretamente ligado ao viés do gosto. Ponto. Mas tecnicamente mais aprimorada, aí sim, aí eu acho que é algo mais igualitário, de verdade. Aí decidimos por isso, por esse caminho, e eu não vejo assim, pelo menos por enquanto, a gente voltando a ter. O voto popular ainda.

Eu assino embaixo porque isso foi um ponto que a gente debateu muitas vezes, essa questão do voto popular, ela se transcreve em quem tem mais seguidores, EE consegue mobilizar a legião de fãs para poder votar, e aí aquilo se torna isso indiretamente. Pode até ser convertido em comprar votos, né? Se você hoje em dia. Investe dinheiro em tráfego pago. Quem botar mais dinheiro vai conseguir mais gente votando. Você pode dar 11 brindezinho, você ganha um PDF se você votar

no meu livro. Então assim vai começar uma competição que nós não que que não valoriza o que é OA qualidade. Se se fosse o voto popular, por exemplo, pra produtor de conteúdo, ano passado o Mateus réptil não tinha ganho porque ele tinha, ele era desconhecido, tu é desconhecido. Sim. E é uma forma, inclusive, de abrir portas pra essa galera menos conhecida, com menos público, pra um suplemento talvez menos divulgado e que é maravilhoso e que as pessoas ali

vão descobrir. Hum, nossa, olha, nunca nem tinha ouvido a falar. Vou atrás. E também é um dos vieses, aí falando de novo da feira como um todo. Assim, acho que AA grande missão da feira. Assim, acho top um, tá tipo nosso objetivo no mercado, disseminar o hobby, a maior quantidade de pessoas possível. E aí entrando para os recortes internos dele, né? Do da feira do evento também levar para o maior número de pessoas todos os produtos.

O que a gente teve de melhor no mercado no ano anterior com as premiações. E nesse caso, falando do goblin, que aí é diretamente nossa, então assim é. É seguindo o objetivo macro do evento, que é democratizar o acesso ao hobby, mostrar os produtos para o maior número de pessoas possíveis, mostrar um determinado conteúdo para o maior número de jogadores. Então eu acho que se alinha ao

que a gente deseja. É bom, e agora fazendo um fazendo aqui 111 pergunta a respeito de como vocês enxergam o impacto, né? É do do golpe de ouro. Como é que vocês viram a comunidade mudar a partir do golpe de ouro? Eu posso dizer, por mim, o impacto que teve na minha vida, né, é vencer o golpe de ouro. Realmente me me pôs em exposição e isso foi muito bom. Muita gente conheceu o meu trabalho, é muita gente passou a até. Considerar, né?

Mas olha, pô, o balbi, aquele cara lá que eu vi lá no come de ouro e tal, e depois disso, com podcast, né? Primeiro ganhei com aventura, depois com podcast. Isso também deu. Trouxe mais facilidade para eu conseguir convidados, né? Trouxe mais facilidade para eu, eu ter acesso a sei lá, editoras, enfim, foi uma coisa mais foi uma coisa que botou o meu, o meu podcast, botou minha produção de conteúdo realmente no outro patamar, né?

É, como é que vocês enxergam OA resposta da comunidade e a influência da do do Obama de ouro na comunidade de RPG? Cara, assim é eu. Eu acabo olhando mais com com as lentes da feira, né? Eu acho que talvez o benzão olhe mais com as lentes de jogador que infelizmente. Não tenho tanta disponibilidade para jogar como uns anos atrás é. É normal. RPG, aquele hobby que você falou, eu vim jogar um jogo. Pera aí, mas quanto tempo vai durar 3 anos, né?

Você falou, pô, que isso? Cara, AI, mas então hoje a minha dificuldade é achar uma mesa na verdade, para eu entrar mais até do que eu conseguir 11 espacinho, porque de repente o espacinho assim no meio do. Do horário de trabalho. Porque eu posso jogar essa carta de que eu tô trabalhando. Quando eu tô jogando eu tô trabalhando. Eu uso esse argumento, entendeu? Que é muito bom as pessoas ter muita inveja. Não tenho culpa de que eu posso usá la, mas assim é olhando com as lentes da feira.

É muito legal a gente, a gente ver o orgulho que as marcas têm de, por exemplo, expor o troféu. É decisão, inclusive, que influenciou Na Na Na na ideia da gente trazer a premiação para o sábado. Ela sempre acontecia no domingo, é. E até esse ano a gente está com uma ideia maluca de ter as 2 premiações no sábado, tanto a ludopédia quanto a goblin de ouro e spoiler aqui no café ainda não tinha falado sobre isso. Muito obrigado, não? E por quê?

E tem mais também, tem mais também que esse ano a gente vai fazer uma coisa inédita, que é antes do DOF, uma semana antes, a gente vai soltar os finalistas. Então as editoras já vão poder divulgar quais são os finalistas, antes mesmo de de de de receber o prêmio, né? E aí, quando se coordenar, e. Coordenar a legião de fãs pra ir lá? Isso a gente vai fazer uma divulgação em massa desses finalistas, coisas que a gente nunca fez antes do evento, pra que elas possam disseminar e

mostrar. Caraca, lá nosso produto, né? Tá indicado como finalista, vá lá no prêmio e nos assista, quem sabe, quem sabe a gente ganha. Então assim, dá esse Bus ao prêmio também, né? Dá esse esse holofote prévio ao evento. E aí, como eu disse, esse, essa Felicidade deles, esse orgulho de de mostrar, de nas redes

sociais e tudo mais. O troféu fez a gente trazer a premiação para o sábado e foi muito legal poder vê Los no domingo, expondo o troféu no estande e depois nos relatando que o produto foi mais vendido do que eles esperavam que seria. Então assim, a gente vê a influência direta. Do prêmio, do fato do do cara ter ter ganho e inclusive até de os indicados, não só os que ganharam, tá? Mas isso tem um reflexo direto ali no resultado já da própria feira. Então isso é bom para todo

mundo. Isso mostra como o público foi, assistiu, gostou, deu crédito ao que o prêmio estava dizendo, né? Que aqueles produtos ali eram. O top 5 do ano e aquele ali foi eleito o top um e foi lá e não. Então eu vou comprar, eu vou experimentar, então deve ser maneira mesmo, eu vou, eu vou consumir. Então assim, é muito legal a gente. Esse é o impacto que eu consigo observar direto, né? E tem uma coisa interessante, que é essa questão de que. Você pode conhecer coisa nova,

né? Num, num dos como não vai ser só medalhão, você pode. Você é o Mateus, você pode conhecer, enfim, gente nova que tá aparecendo no mercado através do Gomes, né? Fala aí, vinzão. É exatamente isso, dá uma visibilidade, é única do prêmio, assim é a curadoria. Ela ela traz essa, essa questão. Então, tipo eu, eu vi no ano passado, muitas pessoas falando assim, eu fiz questão de ir em todas as bancas.

De que tinham algum tipo de indicado e amigos meus levaram tanto o primeiro quanto o segundo lugar. Eu tive um amigo meu que que estava fazendo a produção lá, ele tinha uma banquinha, é EOE, uma das obras dele estava concorrendo e ele não, não ganhou o goblin, ele ficou em segundo lugar, mas a galera levou todas as obras dele, esgotou. Sei que eu tipo, foram lá, Ah, esse aqui era o que estava no goblin, né?

É, compraram tudo o que tinha na banquinha dele, ele estava no ingeri uma só, uma mesinha assim, com poucos livros, né? Ele falou, ano que vem eu vou trazer mais. Então isso isso traz 11 visão do RPG artesanal, sabe? ORPG feito na garagem, ali do pessoal que está e pô, eu acho que meu minha obra tem como concorrer no goblin? E tem e tem. Aí ganha. Às vezes não ganha em nem em primeiro lugar, mas chega em segundo, terceiro lugar, você. E aquilo estimula o cara.

Ele fala, eu estou eu estou no caminho certo. Estou produzindo algo que as pessoas estão gostando. Vou me esforçar mais. Hora que eu vou trazer uma outra obra, hora que eu vou fazer uma outra coisa. É aí começa a entrar no calendário do de dos criadores, né? Isso é verdade, é, e uma coisa interessante também, né, é que é o produtor de conteúdo, por exemplo, né? É puxando pro produtor de conteúdo, o game designer mesmo, independente.

Existe uma questão de autoestima muito importante também, né? Então, quando você, você vê junto. Daquelas pessoas, mesmo que você não ganhe, você se se enxerga ali, né? Eu posso dizer o tanto de gente que, por exemplo, veio falar comigo, falar, pô, eu me senti inspirado pelo café com dângela começar a gravar 11 podcast me me conheceu. Pelo menos é me conheceu depois de eu ter ganho o prêmio, né? E a pessoa se viu ali, se enxergou ali, viu que que pode produzir também, né?

Então é é um grande incentivo. A produção de conteúdo, a produção de game design, a produção de material de RPG, né? Então, realmente esse impacto é bem sensível mesmo. Dá pra sentir legal? Que livro bonito. É esse aí, ô Leopoldo. Que legal. É essas coisas de joguinho, né? Que você rola os dados tudo e os dados age, é isso? É, acho que é isso também, mas é esse lance do vintage, jogo antigo da época, que quem e quem agia era o jogador e não os dava em si.

E esse jogo joga como é, é é tipo RPG. É diz aqui que é recriação com os personagens gerado, que eles chama, então gera o personagem EE, joga com ele. Mas que que é vintage o Leopoldo? É essas coisas aí que tem 20 anos já, coisas das antigas, que vai que volta com o pessoal, traz de volta e depois deixa +20, é isso aí. Ah, é que nem eu então que eu sou 2 vintage de idade, né coroa já? É só que no caso do livro, é 11 de 20 só porque é de vintage,

né? E tu tem esses dados aí, o Leopoldo. Mas, mas, é claro, eu ando sempre aqui com meu saquinho com 2 kits de dados de RPG, olha. Então Bora jogar, porque eu fiquei me coçando de vontade de aprender a jogar isso aí, como os antigos faziam, só que hoje em dia, né? Vamos embora? Saiu pela caramelo. Jogos OD vintage RPG do DM kirau. Edição impressa completa, bonita com as mexidas do kirau em cima do DID zero do DIDBXDD clássico

de forma geral. Explorando uma jogabilidade ferramental usr bastante influenciada pelo café com dângio, inclusive. Então você vai estar mais do que familiarizado com essa jogabilidade que você é. Nosso ouvinte é excelente para aplicar com elfenters e o rosto é os truques preferidos aí da blobosfera usr, desde que você não se esqueça de antecipar os perigos. Relógio da dângeo, relógio dos ermos e muitas outras ferramentas com a famosa didática do quiral.

Quem quer dar uma chance? Para o RPG old School não pode perder, essa é uma excelente pedida. Agora, se você já é Cascudo, mas quer evoluir ainda mais a sua jogabilidade com Liberdade e um pacote robusto de ferramentas,

esse é o que é o jogo. Confere lá no site da caramelo jogos no institutivo do episódio para esse e outro lançamento de RPG old School aqui no Brasil. Agora, pra terminar, se você tivesse visão, vou poder de pintar um quadro, esse quadro retratando como seria o goblum de ouro daqui a 10 anos, como é que se enxerga esse quadro? 10 anos. Cara, eu já. Eu já dei um umas complicada na feia assim, no de vez em quando, assim. Ah, como seria interessante se a gente tivesse?

Uma baita equipe de de curadoria antes dos jurados. Aí os jurados, eles vão pegar só as obras que já estão curadas. Aí dessas obras que já estão curadas, a gente IA fazer tipo assim, 11 seleção e um portal onde teriam as notas do da comunidade. Então essas são as notas dos jurados, essas são as notas da da comunidade, pra gente poder balançar. Onde é que está o viés? É o crescimento. Eu acho importante também mencionar que a gente teve 225 inscrições esse ano.

Então assim, eu acho que eu tenho que depois checar no ano passado, mas eu acho que quase dobrou o que a gente teve no ano passado. Aí eu já estou. Isso já é um problema. Por quê? Por. Isso já é um problema. Porque a gente vai haja livro para ler isso já. É um problema, haja. Livro para ler. E aí, tipo assim, eu começo a ficar com dó dos meus jurados, sabe? Tipo, meu Deus do céu, a carga de leitura que eles vão ter que ter, então.

O prêmio ele vai crescendo e aí a gente começa a ter tipo assim, daqui a 10 anos, aí tem patrocinador aí o prêmio já, já tem uma cerimônia específica, essa coisa, como é que vai ser? O negócio é ter um entretenimento. A gente tem um mestre cerimônia que organiza uma performance, como é que vai ser ali no palco? Tananã, sabe? É, eu acho que o céu é o limite no em em questão de prêmio, né?

AO nosso, nossa limitação sempre é o. O capital humano, a quantidade de jurados que dá para coordenar e quantos livros eu posso obrigá Los a ler, porque eles tem que ler muito livro de RPG EOO financeiro, né? A gente ter empresas interessadas na visibilidade que o goblin proporciona, dispostas a patrocinar o prêmio, né? Trazer 1111 pouco mais de de fôlego pra gente poder contratar mais jurados, poder pagar um cachê legal pros jurados.

É fazer um toda uma estrutura. Quanto mais profissional a estrutura for, mais justo. EEE sólido o prêmio será. Exatamente aqui já fica. Inclusive aqui meu agradecimento ao zuka verso que há 2 anos produz nossos troféus, né? Produziu 24, está produzindo para 25. Belíssimo versão. 10 anos. Tá muito lindo. E então assim já um super agradecimento, que é o nosso maior apoiador do do prêmio nas últimas edições.

E é isso, a gente precisa conseguir mais apoio, mais patrocínios e mais incentivos para o prêmio e para feira como um todo, para a gente poder tirar as ideias do papel. Só assim, ideias saindo do papel com coragem e. Com dinheiro, porque só a coragem não paga boleto, faz a coisa acontecer. Ah, não paga boleto, né? Então assim, estamos nesse nessa fase, né? Nessa eu brinco que a gente tá passando pela dor do

crescimento. Sabe quando a gente é criança e vira adolescente, que a gente estica rápido demais e começa a doer os ossos. A gente tá nessa fase né? Da da do ida de ossos com 10 anos. Estamos indo pra pré adolescência. É crescendo e buscando meios de crescer melhor a cada ano, né? Não? Não só crescer mais, porque eu acho que graças a Deus o nosso crescimento ele é consistente, mas o importante é a gente crescer melhor. Uhum e aí pra isso, marcas, por favor, né?

Estamos abertos, é vale, vale a pena. A gente vê que realmente movimenta muito. É todo mundo espera todo mundo no mercado de RPG, no mercado de board game, todo mundo espera muito, né? Esse evento é o grande evento atualmente que que a galera busca, então realmente é um ponto de contato muito interessante e vital, eu acho que hoje em dia. Pra toda, pra toda comunidade. E você é o evento DOF daqui a 10 anos. Melhor cenário possível.

Se você pudesse pintar esse quadro, como é que esse quadro seria? Cara, daqui a 10 anos, melhor cenário possível. A gente já tá com pelo menos uns 2 pavilhões do center norte. Assim só pra gente. Nossa, pelo menos. E quem sabe aí uns 4 dias de evento já. A gente tendo mais de um palco, 2 ou 3, quem sabe um só para as premiações, outro só para influenciadores e bate papos e outros só para painéis e discussões mais aprofundadas sobre o mercado.

Meu coordenador de palco me canta para ter mais palco desde. 2023 é, eu falo Pra Ele, quero ver tu coordenar tudo. Tem um Monte de foca, mas assim, cara, meus planos pra mais 10 anos é, é isso, é a gente. Eu acho que a gente tá num lugar agora físico, né? Que a gente tem muitos metros quadrados pra ocupar ainda antes de qualquer pensamento de sair de lá. Estamos sendo muito bem tratados, não posso negar. Então a gente tem muito espaço, a gente tem muita ativação e ter muito público.

É esse ano a gente tá muito focado, estrategicamente falando, né, em questão de comunicação e divulgação, em furar a bolha é em é trabalhar o hobby, mas também. Ir além dele, claro. É, continua sendo um evento pro público do hobby. Sem dúvida nenhuma. É, é o coração do evento, né? O robista, mas a gente quer trazer mais pessoas novas pro hobby, então assim, mais

famílias, desmistificar o jogo. Essa ideia de que AI é coisa de nerd é, é jogo pra gente inteligente, AI eu não consigo, AI eu não entendo, AI eu não sei. AI eu, né? Tantos nãos que eu ouço às vezes de amigos e pessoas que falam, gente, pelo amor de Deus, é só sentar e se divertir. Não tem que entender não, tem que é só jogar, é só jogar. Hoje em dia já virou piada, né? A gente, a galera do do, do hobby, já fala dessas coisas como piada, porque é muito datado já, né?

Na realidade da coisa, você sempre joga. Acreditam nisso, cara? Isso daí é uma verdade. Fora do nosso universo, sabe? E então assim, eu acho que o nosso trabalho de catequese é, é, é assim, é continuar ele crescer. E é isso, cara. Eu quero tomar no mínimo metade daquele center norte só para mim. E um dia ele todo eu quero ser uma AB casa lá, que é uma feira que toma todos os pavilhões do

center norte. Eu quero tomar tudo só com um Monte de doido cheio de caixa embaixo do braço e. 22 pavilhões de center norte e 3 territórios da sua escolha. Né, é isso, é isso. Exatamente, boa, tá bom, maneiro, é bom. Eu, eu IA por esse caminho, você falou, é, eu IA por muito esse caminho. Eu queria ver. Realmente é. Eu acho que o diversão offline é um é 11 das grandes frentes. De quebrar a bolha, de de estourar a bolha, né?

De mostrar ORPG, mostrar o Word game, mostrar o mundo offline e ser resistência no mundo em que cada vez mais o digital ele impera. A gente é uma resistência dentro disso, né? O jogo offline e a gente conta muito com o diversão offline para levar isso a mais gente, a famílias, a pessoas de fora, desse perfil, né, que é o perfil é, posso dizer por mim, né, o perfil, por ser o killer, homem branco, 30, poucos anos, não sei o quê, não sei o quê, não sei o classe médica. É o perfil, né?

Tipo, então a gente tem que sair desse perfil, dessa, dessa da EE, alcançar mais gente, pessoas mais novas e tudo mais e vem acontecendo e é muito bonito de ver. Então agradecer você, fê, obrigado, obrigado também visão aí pelo prêmio, são 22 contribuições incríveis para o hobby e queria que abrir espaço para vocês é falarem, né, o serviço, o que que é? Que você, como é que a pessoa participa? Quando é que vai ser?

Como é que se inscreve? Se a pessoa é produtor de conteúdo assim, tem muito produtor de conteúdo que houve café também. Como é que a pessoa participa? Se andar dá tempo, se não dá, se é só para o próximo? Conta aí. Vale visão, fala do seu filho primeiro. As inscrições de 2025 já se encerraram. Encerraram? Acabou ontem? Acabou então eu. Juro que não foi. Não foi reserva de mercado, Hein? Eu juro por dentro. Não foi? A gente tentou marcar antes.

Foi mesmo coitado eles. Estão de prova aqui. É verdade, não deu. Mas eu peço que as pessoas é não só sigam o diversão offline em todas as redes que vocês puderem, como se você utiliza muito o Instagram. Coloque estrelinha no diversão offline para você ver quando vão abrir as inscrições, tá? É uma puxada de orelha para as pessoas que termina as inscrições, me manda mensagem, Ah, meu Deus, eu ainda posso inscrever e tal.

Lá não pode, nós não abrimos exceções não, não tem mais jeitinho de botar uma obra de última hora. Perdeu a inscrição, tenta inscrever No No no ano que vem. Provavelmente não essa obra desse ano, porque a gente trabalha também com as obras que são publicadas naquele ano, né? É, mas não perca essas questões Na Na do ano que vem e é isso.

Eu peço para o pessoal ficar atento, ficar atento nas categorias, porque tem muita gente que acaba inscrevendo, é obras em categorias erradas, tem obras que não, elas podem concorrer em diversas categorias, então também, Ah, eu, eu tenho essa obra aqui, eu quero colocar melhor arte, o melhor cenário, o melhor livro, pode colocar tudo, tudo que você acha que ela se se encaixa, né? E uma restrição que a gente colocou esse ano. Foi a de que cada produtor, né?

Mais especificamente as as editoras, né? Mas isso aceita um pouco pra produtor indie. Poderia inscrever 2 obras por categoria? Isso é um teste inicial pra poder é fazer com que as próprias editoras façam uma curadoria prévia do que elas consideram que é a melhor obra daquele ano. Enviem esta obra para concorrer com as outras melhores obras do

ano. Porque uma coisa que a gente estava tendo no em outros em outros anos, era que a editora ela falou assim, Ah, eu tenho 60 obras que eu publiquei esse ano, eu vou inscrever todas. Vai que uma cola, né? EE, aí não funciona tanto assim, é os nossos jurados, coitados. Ah, eu vou ter que ler essas 70 obras aqui, vai ter que ler essas setentas obras. Sinto muito, é. E assim eu. Olha, eu, eu, quando? Quando? Quando fui jurado, né? Eu olhei e falei não, mas eu conheço já com.

Com certeza. Eu conheço tudo. Olha, não é impossível, é muita coisa realmente. Então teve surpresa. Eu nem sabia que isso que existia. Você você se depara com muita coisa. Então é 1 o volume realmente estrondoso. É. Maneiro. Exato. E sobre o evento? Na verdade, obviamente todos aqui estão mais que convidados para estarem lá conosco no Expo center norte pela primeira vez esse ano. Pavilhão azul. Dos dias 20 a 22, sim.

Pra quem ainda não sabe, esse ano terá 3 dias, porém o primeiro dia e a sexta-feira será um dia fechado pra convidados. De manhã a gente vai receber escolas públicas e privadas pra a gente oferecer essa experiência do do jogo de mesa, né? Tanto Tabuleiro quanto RPG para as crianças de 10 a 14 anos, especificamente. E na parte da tarde a gente vai ter uma tarde de negócios, que são os convidados, são todos da nossa imprensa cadastrada, é mídias convidadas e empresas,

né? Lojistas, gráficas, é galera que trabalha com a miniatura, impressão 3D, tudo e qualquer coisa que tenha relação direta com o nosso mercado e que seja uma oportunidade de negócio. Todas essas pessoas vão ser convidadas tanto pela organização quanto pelos expositores para irem a feira visitar e literalmente fazer aquele bom e velho troca de cartão. Aquele papo é fazer negócios mesmo e para as empresas poderem também visitarem de protótipos. Na verdade, o senhor número 1

desse dia, né? É visão chegou aqui com vários crachás cheios de botas. É, na verdade, nasceu principalmente desse desejo de ter um tempo que as editoras pudessem ir à área de protótipos pra garimpar novos produtos. E ali tem muita coisa boa que às vezes fica só ali, não, não. E que poderia ser publicada. Então, desse desejo deles terem esse tempo, a gente entendeu que poderia haver 11 momento de

negócios. E aí desse momento de negócios, porque não ter um momento também para receber escolas, que é uma coisa quase inviável no fim de semana pelo volume de pessoas que visita. E disso tudo nasceu esse terceiro dia, como eu disse, fechado. Então, por favor, não brinquem comigo, mas ele tem um objetivo específico. Para o público geral, continua sendo aberto no fim de semana, dias 21 e 22 de junho.

Ingressos já estão à venda e as vendas estão fluindo muito bem, graças a Deus. Então não deixe pra cima da hora, tá? Por favor, garanta já seu ingresso e esteja lá conosco no melhor fim de semana do ano, sem dúvida nenhuma. Produtor de conteúdo o pessoal que quer cobrir isso já está definido, ainda dá. Galera que quer cobrir, que quer divulgar, quer né? Estar ali por dentro do diversão offline. Cadastro de imprensa será aberto neste mês de abril, data exata a

confirmar. Então fique de olho nas redes sociais. Coloque sua estrelinha lá, aperta o sininho, lá do. Da página de das notificações do Instagram do DOF. Vou até conferir aqui se eu botei. Porque em breve a gente vai divulgar a data que essa inscrição abre e aí você vai lá no formulário a mesma coisa de todos os anos, tá galera? Vai no formulário dizer um pouquinho sobre o seu veículo, sobre a cobertura, quem é você que você quer estar lá cobrindo também. E aí no mês de maio, né?

Um mês depois. É divulgada a lista de aprovação via e-mail, tá, a Vanessa, nossa assessora de imprensa, dá um ok para todo mundo por e-mail. E aí faz a lista de cadastro. Vocês vão ter uma credencial diferenciada, pulsellinha diferenciada, acesso a nossa sala vip, acesso a uma área lá dentro dessa sala vip, um sofazinho, um lugarzinho para gravar conteúdo se quiser. Mesinha para poder trabalhar, subir seu conteúdo, internet, então vale a pena.

Vai ser maneiro agora. Não perca o prazo de inscrição. Pelo amor dos meus filhinhos porque Vanessa é igual venzão, não abro exceção até rimou. Não. Abro exceção. Não tem meu pé. Me dói, não tem AI que eu perdi, que era ontem, que pelo amor de Deus. E 11. Adendo aqui para galera de produção de conteúdo. AI, quais são os critérios? São inúmeros. Mas um deles eu posso dizer para vocês qual é é avaliado o quanto foi falado sobre o evento nos meses anteriores.

Então assim, por favor, galera de conteúdo assim. Se vocês falam ou não de nós é levado em consideração pra saber se você realmente quer cobrir o nosso evento, ok, criem seus conteúdos. A Vanessa manda pauta pra galera toda toda semana quase tem pauta nova, tem release sobre todas as novidades que a gente tá trazendo. Então por favor, além de nós pra você poder ganhar a sua credencial também. Entendeu, é isso? Vou falar da da primeira vez que o game chinchila foi, tá?

A gente não pediu credencial. A gente considerou isso em investimento. A gente falou, nós vamos lá, nós vamos entrar No No diversão offline, fazer todo networking, conversar com todo mundo e começamos a fazer vídeo lá e produzir coisas. E por conta desses vídeos que a gente estava produzindo e tudo mais, a gente acabou. É se aproximando muito da fé e do do restante do.

Do dos outros criadores do diversal of line é então assim, se você tem EEA, gente deu essa dica para o pessoal do do podcast, que são, que são daí de São Paulo, ele falou, Ah, a gente vai ou não vai? No dorf, a gente falou, vai, não perca essa oportunidade, Ah, mas eu não peguei a imprensa, não importa, cara, vai, paga, entra lá, como como você faz? Os caras gravaram é vídeo com jovem nerd, eles gravaram podcast com AP depois. Eles gravaram um Monte de coisa,

depois eles vieram me agradecer. Visão foi a melhor ideia da vida a gente ter ido no diversão offline, tá? É, a gente já brinca aqui em Brasília, o bunda fala isso e eu e eu faço das palavras dele as minhas. O diversão offline é o meu Carnaval, eu fico contando os

meses, sacou? Pra chegar o diversão offline porque é o momento em que eu mais me divirto, encontro os os, os todo mundo do RPGE do port game lá e a energia de estar passeando naqueles pavilhões e. E você está cercado de port game ERPG, cara, isso é impagável, sabe? É impagável. Sim, sim, total. E tem uma coisa muito legal, gente, que assim vocês do do

mundo do RPG, né? Que provavelmente estão ouvindo aqui mais a galera da RPG, ainda que tenha recentemente mais público aí de games, Studies e tudo mais. Vou dizer o seguinte, a gente está acostumado com um nicho e evento de nicho, pequenininho, aquela coisa que tem um clima às vezes de quase de Natal em família, sabe? Aqui é diferente, tem variedades, respira, tem coisa pra caramba. Você conhece gente nova e saiu da fase em que você vai no evento e que você conhece todo

mundo que tá ali. É completamente diferente. Você vai conhecer muita gente nova, você vai conhecer gente que você não sabia que produzia. RPG, número de diretoras de RPG, autores de RPG cresce vertiginosamente a produção de conteúdo já tem novas gerações de pessoas trabalhando muito legal, muito, trabalhando muito bem. Então é uma grande oportunidade para você respirar.

OOO, diversão offline. É justamente esse, esse evento, essa esse Carnaval que o visão falou e que é muito legal para você conhecer a gente nova, expandir seus Horizonte e refrescar suas ideias. Então cola é muito legal, né? Tem palestra, tem um Monte de coisa, um dia ainda vou contar. Eu vou fazer um episódio do do da vez que eu conheci o John Wick, que é um autor que veio no diversão, Fran lá atrás 2. 1017. É que é um cara que pô, eu já tinha feito 111, é, é polêmico,

ele é um cara polêmico. Eu já tinha feito um post de blog, é descendo a lenha num, num, num, num, numa, numa coisa que ele falou e finalmente eu encontrei ele pessoalmente e foi lendário. Eu tenho muito papo para falar sobre isso, então tem gente que vem da palestra, gente interessante que vem da palestra são, são momentos assim que a gente é, é, é tudo em evento eu conheci. É gente diferente em muitos eventos, e o diverson Flying traz muitos autores interessantes.

O schwalbe, né? Ele traz muitos autores interessantes para você conhecer o Kenneth, o Kenneth Ride, né? Teve aqui também, então, cara, é gente incrível que você vai conhecer, é gente muito maneira, a gente são ídolos. Às vezes que você vai poder pegar uma assinatura, você vai poder conhecer e trocar uma ideia ali, porque tá ali você passa o cara teletonando um café, então. É pra conhecer gente nova, pra conhecer gente consagrada, cara.

Vale muito a pena, é muito arejado pra sua cabeça e você vai conhecer gente do board game de outro. Enfim, vale muito a pena, gente, é. Se eu puder fazer um último jabá aqui pros produtores de conteúdo, como você falou, a gente tem também a da of com, que acontece na semana de versão offline, na quinta-feira prévia, né? No feriado e esse ano? Até semana que vem a gente está abrindo a venda das credenciais

da da da ofcom. É um dia só sobre produção de conteúdo relacionado, obviamente diretamente para jogos, mas a gente fala da produção de conteúdo como um todo, fala de áudio, vídeo, roteiro. É como monetizar o canal, como monetizar seu podcast, como você pode trabalhar relações

comerciais, etcetera, etcetera. E para esse ano a gente vai ter o Marcos Castro. 2 Castro Brothers falando sobre como foram os desafios com o canal, que ele comentou, Ah, quando tudo era Mato e teve que repaginar o canal todo pra hoje, pô, ter um super sucesso, ter um ter já ter ido pro teatro, né? Com o TC, com com o quadro do do canal deles e tal. Então assim a gente ano passado a gente teve o Otoni do do o jovem nerd, a gente já teve o tom vessel na primeira edição da

doffpon. Falando né? Sobre um dos maiores canais de port game do mundo, que é o da staller. Então vale muito a pena, Hein? Até semana que vem vendas abertas lá no simpla na nossa rede social vai ter todas as novidades. Fiquem atentos. Até semana que vem, abre ou encerra na semana que vem. Não, até semana que vem abre a gente ainda não abriu, abrem as vendas. Tá aí. Eu nunca fui. Eu vou esse ano, então. Cara, é muito assim. Modéstia parte, é muito legal. O vinzão foi.

Agora, nesse. Acho que foi no primeiro também, né? Você só foi nesse agora. Eu. Não fui no primeiro eu só. Eu só foi nesse agora. Foi no ano passado. Eu não. Esperava. Maneira? Nada. E foi maravilhoso. Acho que foi. É, eu saí de lá pirado assim, com os papos que a gente teve, com as conversas que a gente teve.

Uma coisa que você mencionou agora de Ah, essa, essa, esse embate geracional dos produtores de conteúdo de FPG, rolou lá no da com uma experiência que eu não esperava, que eu eu não sei se. Alguém que tava lá no palco levantou, falou assim, quem é que começou a produzir conteúdo? É depois da pandemia, e aí, tipo assim, o auditório inteiro levantou a mão, aí depois, quem é que produz conteúdo há mais de

5 anos? Aí, tipo, levantou AA gente do game x Chile e mais 3 pessoas assim, caraca, a gente já não é mais a os produtores de conteúdo, é, é essa galera aqui que são, sacou? Eu tipo, isso é muito tiozinho. Do RPG, rapaz. É isso, tiozinho? Boa é, cara, é assim, isso é um excelente sinal.

Eu estou trazendo gente da geração nova aqui aqui né, que começou a menos tempo e pós pandemia principalmente, e é incrível ver que a galera está produzindo e espero muito encontrar todos vocês lá, é isso. Maneiro gente, é muito obrigado pela participação aqui no café, voltem sempre, contem com o espaço e obviamente, né, a gente se vê lá com. Certeza. Obrigado por você receber Barbie. É sempre uma honra estar aqui. Então é isso gente, vamos chegando ao final do episódio aqui.

Muito obrigado. Você que ficou ouvindo a gente até agora. Participe da enquete, né? E lembrando que vou deixar aqui os links citados no episódio, tanto os links dos dos anúncios, né?

Com. O link para você jogar bergotten, o link para você adquirir o the vintage na caramelo jogos e o link para você jogar o sombras de shadone é deixar também aqui os links mencionados no episódio, tanto o link de versão offline para você garantir o seu ingresso e para você é fazer suas inscrições lá, se você for mídia, et cetera. Deixar o link também para o cordel do Reino do Sol Encantado na Amazon para você conferir aí um dos grandes vencedores do cobran de ouro. O mojubá também, né?

Que tá na Amazon aí pra você comprar também um dos ganhadores aí, um dos grandes ganhadores do goblin de ouro e também a aventura salada de ratos, né? Essa aventura seminal aí do do desse c no Brasil, que eu tive a Felicidade de escrever, que você pode conferir agora online que alguém botou na internet aí então valeu um abraço e lembrando que você pode se

tornar um assinante. Se quiser, de repente aí voltar a ter 5 episódios na semana, no seu café com dangeon para ouvir pela manhã, considera apoiar o nosso projeto e a nossa expansão lá no apoia esse apoia.se barra café com dangeon esse recebe conteúdo extra, é participa de sorteios, é participa do nosso grupo de Telegram, tem cupons cara, é muita vantagem. Vai lá no apoiace, dá uma ajuda para gente. Se você gostou especialmente do café com dangeon de hoje.

Você pode deixar pra gente uma gorjeta, então manda um Pix em qualquervalorpracafecomdanjo@gmail.com. A gente conta com você. Se você tem uma empresa ou uma marca e quer que a gente tenha e quer ter de repente um dia na semana aqui no café com danjo pra sua marca, você pode financiar um episódio semanal no podcast e fazer a Alegria da Marcia repegista.

Já pensou? Consulta a gente lá em café comdanjo@gmail.com que a gente tem uma proposta especial pra você, pra gente associar a nossa marca. Consulta também aí a gente sobre parcerias e anúncios, né? A gente trabalha não só com marcas de RPG, mas também de outros ramos aí, como cafés, jogos, tecnologia, ensino, mídia

e etcetera. Se você de repente colaborar com a gente, manda aí um e-mail pro nosso pro nosso café com 2 de arroba gmail.com e fala pra gente, que que você tem pensado aí a respeito de parceria com a gente, né? Se você de repente produz conteúdo, é game designer. É acadêmico ou fã e quer trazer um pouco do seu conteúdo para cá, das suas ideias para cá, só combinar beleza. No mais, agradecer os nossos assinantes, a galera que torna

possível essa aventura. A começar aqui pelo pessoal do nível incentivo, incluindo aí o Lúcio Pimentel. Um abraço grande, Lúcio. Valeu demais ao pessoal do nível de apoio comunidade, incluindo aí Oo, Leonardo Monteiro de Moraes, o Gabriel Gomes, junger lombreiras e o grande Edu ralak. Grande abraço para vocês. Um salvo especial para os para os assinantes do nível RPG do Jô, dentre eles o Caio Palma Fernandes, o Leo paixão, Mateus coleto Silva, o Pedro Borges e o

Pedro obliziner. E um abraço aos membros do treinamento how fenters. Eles são Abílio Júnior, César Machado, Daniel Haidar, Diego reshito, Léo gasparotto, Marcos Gonçalves e o Pablo Rodrigues Lima. Por fim. Um imenso agradecimento. Um grande abraço ao membro. Café com balbi, que é o Thiago Augusto, valeuzaço cara e até logo pessoal. Espero que tenham curtido o café. Um abraço e até a próxima.

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