O RPG Segundo A Dragonesa #0004 - podcast episode cover

O RPG Segundo A Dragonesa #0004

Jan 25, 20241 hr 44 minSeason 2Ep. 4
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Neste episódio

Balbi entrevista A Dragonesa, criadora no TikTok e outras mídias, conversando sobre sua trajetória, sua produção, sua relação com as streams e com a comunidade. Uma oportunidade de conhecermos uma nova geração de produção de conteúdo de RPG.

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Transcript

Eu comecei a me ligar que eu podia pesquisar sobre RPG na internet lá pelos anos 2000 e pouco, mas eu pesquisava sobre as mágica. Era um jogo que eu jogava e tinha uma comunidade muito interessante chamado projeto headcap e que tinha um mailing list e tudo mais em barkeley com uma galera super académica. E aí eu fiquei muitos e muitos anos somente usando a internet para isso.

Mas lá pelas tantas, isso já 2000 e depois de 2012, eu descobri que tinha muita gente produzindo coisa na internet sobre RPG. Óbvio, né? E aí eu fui lá, comecei a pesquisar os blogs e tudo mais e blog era muito forte nessa época, inclusive o blog que mudou a minha vida no RPG foi o ponto de experiência do jogo Nogueira e lá eu comecei a produzir, colaborar com ele, produzir alguns textos. Mas logo eu descobri que tinha um negócio chamado stringe RPG. E ali eu vi que RPG tava

mudando, né? Se nos anos 90 a gente tinha que se esconder debaixo da escada, no colégio pra jogar, de repente eu vi ali que tinha uma galera a fim de ver RPG.

E isso ali pra mim, era um indicativo de que tinha uma mudança em alguma coisa muito fundamental ali, RPG deixava não somente de ser uma coisa que era aqueles nerds que você tem que deixar de lado lá para ser uma coisa desejável e não só isso, ORPG passa a ser conteúdo, passa a ser show, passa a ser coisas que você vai ver na mídia social que as pessoas vão bater no peito e dizer, eu jogo RPG. Isso mudou muito a minha cabeça, não é? Então comecei a fazer stream

também. Tive várias experiências. Interessantes no perdidos no play com as ecos, muita gente começou, é AA trabalhar esse RPG que pra mim era incrivelmente. Inimaginável assim, e quando de fato eu parei ali pra divulgar um jogo que era o Dungeon crowd Classics, na extrindo as ecos, e tinha mais de 100 pessoas, eu quase paniquei e puxei o fio para cair a ligação ou a ligação. Olha só como sou velha para puxar e caí a internet e eu

fingi que, pô, deu errado. Problemas técnicos não vai dar para mestrar, mas eu fui em frente mesmo. E aquilo também mudou minha vida e mudou o jeito que eu encaro. ARPG porque se a gente muda, o nosso RPG muda, né? Já falei isso no primeiro episódio dessa temporada aqui e quando a gente muda as mídias que a gente usa e as mídias que a gente produz, inclusive, né as nossas ferramentas, né?

Vão mudando e de um jeito ou de outro, nós também mudamos com as ferramentas, porque nós somos as nossas ferramentas. Elas também são parte da gente. E aí, uma pergunta, quais existencial como será? Esse RPG no futuro. Por consequência, como nós seremos daqui a 10 anos? Como será esse RPG que está começando a ser show também? Como é que vai ser esse cenário? Bom, vou deixar essa pergunta aí e vamos gerar a nossa vinheta? Café, café, café. Com café, café. Bom dia, amigos do café com

danjão. Estamos aqui para mais um episódio do seu podcast matinal favorito, trazendo sempre muito RPG. Meu nome é Rafael baubi e hoje eu estou aqui, saboreando o meu café, ovelha negra muito na hora, preso num ciclo infinito de vídeos curtos, um após o outro falando de RPGE. Já se passaram 12 horas.

Eu não consigo parar, ainda bem que apareceu uma pessoa aqui para entrevistar, que vai me tirar desse loop e essa pessoa, essa face icônica da nova geração de produtores de conteúdo que eu vou entrevistar aqui. Pra gente entender como é esse RPG de hoje de 2024. Segundo a dragonesa, a bel bem-vinda. Oi, é tudo bem, gente, vocês têm um café também? Também estou tomando café, só não sei a marca do meu.

A marca AA, marca do café, pouco importa, o que importa é que a gente tá cafeinado, fala aí, Belo, ai é com. Certeza, não vivo sempre. Dia fez só faz chuva. Exato. Bom, é. Vamos começar aqui, é com essa, com essa coisa de já trazendo aqui uma fazendo 111 intermissão aqui, né? Eu vou fazer uma leitura da enquete e aí você pode até opinar também o opera o dragoniza, né? Vou chamar de dragoniza daqui pra frente. Você acha que OORPG é um jogo essencialmente complexo?

Não. Você. Acha que ele é essencialmente simples? É essencialmente Anselmo core. Eu acho que ele tem uma proposta simples, é a gente aqui criar uma história e jogar junto, né? Eu posso jogar? Posso o sistema, se eu quiser. Eu tenho um sistema mais simples, como você está jogando em casa, você pode fazer o sistema que você está jogando, ser mais simples ainda, então é um jogo para você se divertir,

né? Um jogo tal como qualquer outro, ele vai se tornando complexo à medida que a gente se aprofunda nele, né? A medida que a gente vai deixando se envolver. Querendo o mais profundo? Do jogo também, mas na sua essência é simples.

Boa, você está com a galera, você está vencendo aqui nas opiniões da enquete que eu fiz no último episódio que 51,4% das pessoas, falaram que não, ele não é essencialmente complexo 47,6% das pessoas falaram que sim, que ele é complexo e isso me até me surpreende porque é. Eu defendi no episódio, então e sem defesa contrária, né? Eu defendi que era complexo. Não, mas é porque eu defendi, na verdade, por outro lado, né? Eu fui lá que ele é complexo de aprender.

Como é que você possa, de cara já sair aprendendo e jogando e tudo mais, mas que pra você ter ali um espaço mínimo de conhecimento do que que você está fazendo exatamente um espaço mínimo de agência, demora umas sessões, umas horas que é diferente. De maio você pega ali já tá um Plug in play, já sai jogando. Mas é uma discussão que é assim, milhões de pontos de vistas EE complexos também, disse de debater, né? E assim né?

Eu lembro que a primeira experiência, assim que eu tive, com RPG de dados não RPG no geral, porque eu jogo RPG, não sei se você chegou a jogar. Né? Mas eu jogava em uma época que tinha o fórum de RPG que aí você tinha um RPG temático, aí tinha um sistema escrito olha, jogava muito. RPG de cavaleiro do zodíaco, aí aí tinha. Não Sério, sou fãzona de cavaleiro do zodíaco, mas aí, tipo. Tinha um sistema que era feito por escrito. A gente multiplicava, fazia conta, et cetera, et cetera, né?

Tinha a gente rolava alguma coisa online tinha, tinha, era todo um sistema muito complicado e a interpretação era por texto. Só que tinha sistema é, mas a primeira experiência que eu tive com dados foi no ensino médio e foi de um amigo meu, que na época ele era muito revoltado. Assim com the jus and dragon's, a gente era ele, a gente era a gente assim em grupo, né não porque a gente. Não gostava de desenge and drags, mas porque a gente era criança, uhum, e a gente estava

com ODED 3.5 está? Eu não entendo essas regras, eu só quero rolar os dados e aí, cara, teve 1 hora que a gente simplesmente descarrilhou. Pegou os dados e falou, a gente vai jogar do jeito que a gente entender.

EE era completamente errado, a gente jogava não sei quantos D20, não sei quantos D10 para fazer, não sei que tipo de ações entendeu, mas tudo começou porque a gente queria jogar RPGEA gente tinha os dados, a gente não entendia das gente, queria jogar David drive, então a sua essência. Querendo ou não das vezes jogar, sabia essa porta pra gente, né, pra gente começar a jogar RPG sistemático, né?

Quando a gente, enquanto a gente, foi crescendo, por exemplo, a gente começou a jogar vampiro, aí começou a jogar DED direito, né? Indo pra outro sistema, tipo é Finder, tormenta, a gente foi, né, procurando assim quem ficou com interesse, só que essencialmente é isso, se você quiser pegar o sistema e fazer dele o que você quiser para um jogo rápido na sua casa, você pode, sabe? Então, assim, o sistema importa, mas ao mesmo tempo.

Ninguém vai, ninguém vai te incomodar se você tiver jogando em casa, então aprender é muito complicado, mas a gente se joga. Se a gente fizer, a gente joga. Depois a gente vai aprendendo e depois erra. Tem coisas, livros da EDE. Olha que eu sou mestre principal. Meu sistema principal é da EDE até hoje. Tem coisa que alguém me fala, não tem isso aqui no dia da eu falo quê, que ele é esse livro de pau no rabo e tá lá a regra e fala meu. Deus, é. É. É, eu acho que tem isso, né?

A gente vai descobrindo coisas ainda EE, adotando ou não no jogo, né? Se a gente começou, Ah, eu sobrevivi aqui até agora sem essa regra, por que que eu preciso dela? Né? É? Ó, sobre essa coisa de aprender RPG. Eu perguntei pra galera também. Que. Qual é, tipo, qual a melhor forma de começar, né? E eu vou pegar algumas respostas aqui. O Jefferson frias falou que a prática leva à perfeição, você precisa de um tutor, seja um livro, um amigo, 11 streaming e jogar, mostrar, praticar,

errando e aprendendo. Ninguém está sozinho no mundo, troca ideia com outros esse aspecto acho muito importante, né? Ter apoio, ter gente em volta vai te ajudar de fato. O Filipe Moura falou que se ARPG for estudo, o jogarei a lista de exercícios jogando, você fixa os conhecimentos melhor, por isso adoro sistemas que têm modalidade solo embutido. Cara, Felipe, talvez assim você dizer que r. É estudo e lista de exercício,

talvez você. Afaste muita, muita criança aí que não está, está muito menos isso, mas é válido e. E tem essa coisa do solo, né? É ORPG solo, eu acho que é válido para entender mecânicas. Algumas coisas pontuais também, mas RPG também de forma geral. É, tem muito diálogo, né? Você dialogar com outras pessoas, então você aprende uma

coisa ali, mas também, né? Você vai deixar de lado muitas dinâmicas de conversa interessante e o Vini grande, Vini, que era o da regra da casa, aí vocês devem conhecer Vini Moraes, pintanilha falou, eu gosto de aproveitar mecânicas de outros sistemas que eu já manjo o começo, focando na ambientação e personagens, e a cada sessão aumentando o desafio e aprofundando o uso do sistema novo. Ele vai por um caminho do meio. Esse caminho é bom, né?

O que você acha, dragonesa? Eu acho, eu acho que é um ótimo caminho. Assim, essa ideia de de que assim, óbvio que tem muita prática, mas também eu acho que tem. Eu acho que tem um certo tipo de pressão, né? Especialmente em quem começa no EPG, que é pegar o sistema, já entender o sistema, já aplicar o sistema, né? Sendo que isso é uma coisa que assim não é nem só a prática, você pode ligar muito RPG, mas você vai esquecer. São regras assim muito. Complexas, eu acho. Acho que.

Jogar hippie sol é muito bom, mas é. Mas RPG em si, né? É, é você jogar com com? Outras pessoas, né? E acho que essa parte ali da troca, especialmente quando você encontra grupos que já jogaram você sendo novo e essas coisas eu acho que elas adicionam muito mais. Tem. Tem muita coisa que você aprende que você não aprende No No. No livro, por exemplo, a regra do a regra do legal, né? Ou regra do maneiro? Né?

Isso é uma coisa que você, se você for ler, você vai narrar isso aí. Qual que é o sistema? Você vai narrar tim-tim por sistema, mas você aprende as regras não faladas dos jogadores, né? São regras assim de décadas, com a regra do maneira de década. É, é um regra de HP flutuante que às vezes alguns mestres usam, né? E são regras que você vai encontrando só jogando, sabe? Uhum. É. São práticas de cada grupo, né? De cada de cada mestre, que às vezes muda só 323 pessoas No No

grupo já muda metade das regras. Já do mesmo jogo do mesmo. Aluno, sabe, não dá, você não joga Uno no mesmo jeito, com as mesmas pessoas, entendeu? E aí, quando você for jogar o Uno na sua casa, você vai implementar as regras que você gostou dos outros. Únicos que você jogou, mesma coisa que eu já sabe. Exatamente bom, você já fala, eu IA perguntar, o que é que é RPG para você? Você falou ali, né? Que é uma coisa de contar história em grupo. Ali se divertir com seus amigos,

né? Tem uma coisa que você gostou de falar mais sobre o que que é RPG. Segundo a dragonesa. Quero te pedir, para mim é, é a ferramenta assim de contar histórias da gente é e mas é uma ferramenta de autodescobrimento, né? Fiz um vídeo de comédia recentemente, em que eu falava assim, que. Ah, que se você tirar as crianças nerds, e é as crianças, não os adolescentes nerds que não sabiam o seu lugar no mundo e ficavam criando histórias dentro da cabeça das escolas. Quem vai jogar RPG comigo?

E aí as pessoas acharam muito engraçado. Mas a crítica é em relação a uma coisa pessoal. Eu era criança, adolescente, nerd, que não sabia onde estava início, eu criava a história dentro da minha cabeça, né? Eu lia muitos livros, o nome do vento, dragões de éter, é hobbit e ficava esses mundos na minha cabeça, né? Que eu não conseguia tirar porque eu, infelizmente, eu não tenho a assim se eu conseguir, né? Um dia quem Deus sabe, mas eu não consegui escrever na época,

né? Mas eu queria contar essa história, então eu acho que é uma ferramenta de autodescobrimento, né? Além da da ferramenta de contar história, ferramenta didática didática que ORPG pode ser é de você se descobrir, descobrir os mundos que tem dentro da sua cabeça. Né? Então, assim, EEE descobrir as pessoas ao seu redor que querem entrar nesse mundo, querem entender esse mundo e isso você vai entendendo você mesmo. Eu me entendi muito jogando,

explorando, narrando, RPG, sabe? No meio assim, algum player a fazer algum tipo de ação e eu chorava assim porque tinha a ver com a minha vida. Então, né, é, é uma é séria, é muita, é muita coisa de autodescobrimento. Eu Acredito assim, é. Total, cara, eu acho que todo mundo que joga assim. Jogou, sei lá. Algumas exceções. Pelo menos já passou por algum momento desse, né? Às vezes, numa sessão só, já basta você ter um momento desse, né, de?

De você sentir é aquela. Se se reavivar um sentimento ou você sangrar um pouco, né? Sempre acho que é muito. É um jogo muito imersivo e passa muito por isso. Sem dúvida. Agora, como você começou, né? Tipo você falou de fórum, você falou de de de jogos, jogos mais soltos, sem necessariamente um sistema, como é que foi essa essa tua trajetória com o jogo e antes daqui? Você revelou que teve até uma influência aí do do Brooklyn, conta aí pra gente. Ai, que ótimo, então eu vou.

Né? Vamos lá, vou estar para os primórdios. Eu acho que eu nunca deixei de jogar RPG, né? ERPG não é uma coisa nova para mim, né? É. RPG extremado, algo novo pra mim, né? Porque eu não sabia da existência de RPG extremado até até a pandemia. Assim, né? Mas RPG em si é uma coisa que eu jogo desde muito tempo, né? Eu era AA criança que eu li, eu lia muitos livros muito cedo,

né, meu irmão? Um dia ele me pegou, eu lembro, eu e a minha irmã levou numa livraria e fala assim, a gente só vai sair daqui quando você escolherem um livro. Ele era assim, né? É aquele tipo de incentivo passivo. Agressivo, pega o livro, você só vai sair daqui. Every cara, nisso eu fui lendo, lendo, lendo. Eu cheguei em dragões de éter, do Rafael dracon. É um livro muito bom brasileiro de fantasia medieval. EE junto com esse eu comecei a

jogar Final Fantasy, né? Eu já jogava muitos RPGs, console tipo Valquíria profile. É qual o nome daquele blusa fire? Muitos de PS um pronto aí como eu comecei a ler o livro, eu comecei a jogar final phanto Kingdom Hearts e aquilo ali ficou comigo porque eu ficava maravilhada, né? Eu ficava, meu Deus, um mundo de fantasia, Naves no céu mais. Sério de ficava, meu Deus, que

incrível. E à medida que eu fui crescendo assistindo outras coisas tipo como eu falei na cavalo do zodíaco, eu comecei a procurar na internet, né? E na época eu não sei se aqui todo mundo lembra da época do chat do Terra, do chat, não tinha um site chamado Terra, é a gente discava a internet e lá tinham vários bate-papos e desse bate-papo eu comecei a encontrar pessoas que participavam de fóruns da internet e esses fóruns tinham RPG.

Aí os fóruns eram temáticos do que quer que a gente tivesse conversando fosse Final Fantasy fosse anime o que fosse, e aí o. Entrava e lá você assumia 11, você fazia um personagem. Aí, assim, entrando um pouquinho na energista de cavaleiro do zodíaco, você, você era um cavaleiro, você começava como um cavaleiro de bronze, aí você tinha que escolher lá uma das armadoras disponíveis, aí você enfim, tinha que fazer missões, et cetera, et cetera, fazer o sistema, pá, pá, pá jogava.

Aí jogava, jogava e jogava. Eu comecei a ter os meus próprios fóruns, né? Onde eu começava a ser a criadora dos sistemas. É extremamente complexos e que não faziam sentido nenhum, mas era escrito, eu estava. Eu estava lá fazendo eu mestrado, né? Entre aspas, e aí, à medida que isso foi isso, sempre jogando, né? Sempre jogando, sempre lendo o livro. Assim, basicamente, a criança

tinha nerd de fantasia medieval. Se eu pudesse andar, de vestidinho EE chifres EE joinhas, eu estava andando, né? E daí que é certo dia no ensino médio? Meus amigos começaram a jogar com os dados. Eu nunca tinha visto os dados antes e eu achei muito interessante. Então, um dado ter ventilados, né? Para mim, o dado era dado. Não sei lá. Você passou muito tempo sem saber que tinha que se jogava com. Com esses dados estranhos assim. Sim, nossa, eu fui descobrir.

Eu acho que no primeiro ano, assim do ensino médio, que. Foi legal, né cara? Viu aqueles dados diferentes? Sim, falou assim como esse dado tem todo o lado, como é que a gente vê o resultado? Como é que eu sei que bateu o quê, né? Ele, que era uns dados assim, que é que hoje em dia tem muito dado bonitão, né? Que tem isso também, né? Você, você compra dado que é bonitão, mas o dado era que é simplesão assim, sabe? Preto, com número branco ou vice-versa.

Eu só ficava extremamente maravilhada assim, né? E a gente começou a fazer ficha que era baseada em Angels and Dragons, e acho que vampiro, eu acho, era uma mistura assim, dos 21, coisa muito doida. A gente fazia aquilo, botava no caderno assim mesmo. E quando a gente IA jogar, a gente não jogava em mesa, a gente jogava num pátio porque a gente usava o pátio para interpretar tipo, tinha que ter um espaço que a gente fosse lutar, a gente rolava os dados,

pegava as espadas, né? Porque aí eu não sei se muitas pessoas entraram nisso. Eu também entrei em larp, né? Larp de de luta. Então a gente meio que dos 2, né? A gente rolava iniciativa. E resolvia no harpa, entendeu? Se eu estava batalhando com você, eu pegava a minha arma de escolha e eu começava a bater em você, no ar. Se eu vencesse no lápis, eu venci no RPG, aí era muito engraçado que a gente jogava num

num pátio assim. Aí tinha uma partezinha que era a mesma onde a gente rolava os dados, estava tendo combate, tinha um mediador que ficava olhando, terminou o combate, a gente voltava para mesa como se nada tivesse acontecido e fazia o role play do final e continuava rolando. Os dados, está ligado, tipo, era assim. É tipo aquele jogo, eu não lembro. Washington dread, sei lá, aquele jogo que tem uma agenda, e aí quando tipo estava resolvendo as coisas, você vai puxando da

janga, né? Aí tipo, se desmoronou, é tipo, é, acontece alguma coisa, todo mundo para joga aquele negócio ali vai com essa espadinha lá e tal, depois volta e vamos lá agora. É exatamente isso daí. Que maneiro, cara. Vem, cara. E era tudo resolvido no larp assim, e a gente jogando assim assim, a interpretação era de corpo e alma. Passava o dia inteiro jogando, jogando. Né? E aí terminava numa mesa de pizza normal como todo mundo, né a?

E aí que a coisa, quando Ela Foi crescendo, eu fui jogando assim por muito tempo, aí veio a pandemia. Na pandemia, o meu amigo virou e falou assim, Ah, você quer jogar DED comigo nisso? Eu já estava mais familiarizada com o sistema. Eu falei, quero, cara, eu fui jogar com pessoas que eram assim, experientes. Induz, and dragon's, né? Que tipo, jogavam mesas? E a gente jogando mês, eu acho que é a primeira, a primeira campanha que eu participei foi minutélver.

É aquela coisa clássico. Assim, de de day D5 é EE. Foi uma campanha assim muito boa, porque eu chorei na campanha, o meu melhor amigo fez um personagem que era tipo o meu pai e aí ele. Ele fez um pacto com o ALF para poder voltar à vida e ele era era clérigo, delatando ele, tipo a gente chorando e aquele negócio assim a gente, eu quero tipo a minha vida e eu eu entrei tanto no personagem que eu eu

via as coisas assim, né, e tipo. Da minha família, por que que você está chorando e eu tipo, meu pai morreu? Ai meu Deus, assim sabe? E eu tentando explicar uma coisa, que cara era muito diferente para mim que e agora tinha uma ordem, né? Porque não era só. Assim, né adolescente? E o gamber era todo mundo jogando e aí depois eu descobri que existia ripa de extremado, a

louca. Todo mundo descobre a ripas de estimado primeiro eu descobri ele depois que foi quando eu descobri o chril roll e é. E foi e eu descobri ainda, ele estava na metade por fim da segunda campanha, só joguei, repetiu, joguei, joguei, joguei. Aí descobri o que ocorreu e falei, Ah, tem como você fazer streio disso? E para você ver que eu era tão leiga que quando eu comecei a criar conteúdo para cá, eu achava que eu estava fazendo algo assim, pioneiro, que? Ninguém no Brasil tinha trago

RPG. Presta um falou assim, gente, nossa, a gente tem, a gente tem que começar esse movimento, não sei o quê. Aí todo mundo não. Você sabe que existia o fark o farcast, né? Forcast for Ball a agora eu não lembro que agora tinha uma, tinha os. Skyfall, fair Ball. A nossa fireball. Ah, eu. O que é que era informação, fireball, como assim, você não

sabe o que é? Não sei ai, pronto aí foi, chegou no Pedro cá e deu, ela falou, gente, já tinha um bundo aqui já um bando de gente criando e eu assim jurando. É junto que ninguém jogava RPG. Só eu assim, né? Porque eu era muito desligada dessa parte da internet. É muito engraçado que quando eu falo isso, as pessoas falam, mas nossa, você é é uma pessoa que agora você está é com uma certa influência dentro do meio. Você não acompanhava antes, não?

Eu não acompanhava antes de eu. Eu vim de de, de, de, de cara tapa, né? E. Aí eu. Mergulho, então, foi um grande mergulho assim. Foi. Foi. Foi uma coisa assim atrás da outra e tipo, é muito interessante porque. Muitos dos meus colegas hoje em dia, eles começaram na mesma época que eu começaram antes, né, cara, eu não conheci ninguém. Eu não sabia que as pessoas

gostavam de RPG no Brasil, né? E é Sério, faz porque 2 anos e meio que eu crio conteúdo para RPG, então imagine isso eu abrindo assim as redes sociais e vendo que tinha um mundo de pessoas que nem eu. Hum-hum. É porque ele é é legal, né? A gente vê que tem que tem muita gente depois, tipo a cara, olha só, quanta coisa que eu que eu tenho pra, tipo pra ver como outra pessoa joga. Que outro sistema que tem, né? Então dá uma empolgada braba, né? Eu. Eu. Eu.

Eu ficava, ficava doido assim, cara, eu ficava, meu Deus, nossa é tormenta. Patch Finder Star Finder que que é isso? Eu quero jogar, eu quero jogar, eu quero jogar nossa, ele tem tanto tanto tempo, eu ó, pra ter noção que a gente corre também, é uma coisa nova para mim. Eu só entrei no discote para jogar RPG, ó, olha lá, vai lá, me deu, olha, mas eu eu jogava r eu achava a mesa pelo Facebook. Então, assim. Tinha grupo, o Facebook tem

muita oferta, né? Cara, tem muita aí tinha uma mesa de DEDE aí eu procurava a mesa de day lá, a mesa de vampiro, lá, tudo no Facebook, entendeu? Mas tem. Muita armadilha também, né? Não tem muita armadilha. Teve uma vez que eu entrei no. Numa mesa e o cara ele é. Ele era muito ruim como mestre, acho que foi ali. Foi na mesa dele que eu verifirei, cara, eu vou mostrar porque ele era muito ruim como mestre, eu falei assim, não, não, não, não, não, não vou mais

passar por isso. E desde então eu comecei a mestrar. Ouvindo isso aí, você que é mau mestre, que ó pelo menos você teve uma grande contribuição aí que você levou a dragonesa mestrado. Agora, cara, você está falando de sistemas. Aí quais são? Quais são os seus? O Apple of choice? Assim, quais são os seus seus sistemas favoritos? O que é que, o que que te move hoje em dia um sistema assim? Cara, então, né? É, apesar de eu ter conhecido o mundo da RPG online, né?

EE vários sistemas há 2 anos e meio, eu já saturei muita coisa, né? Eu sou assim, tipo, encontrou um hobby? Que bom que eu não enjoei de de RPG, mas assim eu já joguei tanto sistema, eu gosto muito de

sistema Indy assim, né? Eu gosto de provar o que as pessoas têm para mostrar o que tem de novo, é porque eu gosto muito assim, o meu, meu Apple of twist sempre é da jus and dreads, a dragonesa pode pode mostrar uma coisa tá um GD porque eu amo esse sistema, eu sou eu eu me divirto muito com 2 Jungle. E é uma coisa que eu gosto de mostrar. Eu gosto muito de fantasia medieval e eu também gosto muito de vampiro. Isso é uma coisa que eu sempre vou ter muito prazer em jogar,

né? 2 aspectos diferentes, mas 2 clássicos, né? Do mesmo jeito. São 2 clássicos, é? É 2 clássicos, mas eu gosto muito de de jogar. Sistema novo, assim, tipo, sei lá. Por exemplo, 11 novo pra mim é o screen of mist, né? Que as pessoas estão jogando bastante. É uma temática diferente. Eu gosto de temática diferente. Gosto quando me trazem temáticas EE ideias diferentes, sabem? Eu sou o tipo de pessoa que eu

sigo. Aquelas pessoas que que divulgam RPG um dia assim, sabe os RPGs que a gente nem chega a ver, mas eu gosto porque eu acho muito interessante, porque eu estou numa fase da minha vida. Isso vai ser um pouco polêmico, talvez que eu não estou mais menstruando 11 sistema só uhum. Agora eu estou menstruando 2 sistemas por jogo, né? No mínimo, se eu tenho um kit para sair para o meu canal que eu estava. Falando que eu não, eu vi um vídeo, você falou, falou, não é você.

Você mistura momentos do jogo usando sistemas diferentes, né isso? Porque eu acho que é um jeito da gente inovar. O sistema que a gente já está batido de usar, né? Por exemplo, das doenças. É, por exemplo, que eu estou narrando o estrade, né? O strade ele é uma campanha que todo mundo sabe qual é a campanha, qual é a pira do strade? Só que eu eu pensei, cara, o que é que eu posso fazer para o strade ficar legal e daí eu é para poder ficar diferente.

Eu falei, pô, vou pegar aqui 11, certo momento, quando tiver sempre esse certo momento, vou usar o sistema, que é o brutal. Né? E aí eu pensei, é slesher, né? OK, será é de slasher, eu pensei, será que eu consigo aplicar isso em outros lugares? Eu consigo, né? Eu tenho 11, outro RPG que eu vou pra stin também, que é. Ele, o tema dele principal vai ser brutal e o tema secundário dele vai ser aqui de Zombies. Então assim tem tem certa.

Eu acho interessante mesclar para poder você ter pontos de vista diferentes dentro do mesmo RPG, sabe? Mecânicas diferentes para manter os seus players ali. Assim, atentos a alertas, entendeu? Qualquer coisa pode me dar a qualquer tempo, não é? E eu gosto muito desse sentimento de tipo. É como um pouquinho, tipo os novos RPGs, né? Porque, por exemplo, eu fui muito resistente a esse também RPG de console, né? Que eu digo que os RPGs eram de turno e agora os RPGs, eles estão mesclando, né?

Uma coisa meio hacken Slash, uma coisa meio turno noturno especialmente Final Fantasy Kingdom Hearts virou isso também tem outros RPGs que também tem essa mesma temática, né? E outros jogos que viraram RPG, que era Rex das virou RPG tipo God of War, então assim, eu. Gosto dessa mescla, entendeu? Eu tento enxergar muito os os games de mesa como game de console, porque eu gosto muito de games de console. Então é isso que eu estou na Vibe.

Assim de de de mudar, sabe? É uma boa, é uma boa mesmo. EE. Bom, acho que essa. Essa coisa de você ter uma vontade de buscar jogos índios, jogos diferentes e tal, é dialoga um pouco com isso, né? Porque, de forma geral, os índios acabam pegando certas porções, né? Tipo, Ah, esse é um jogo de laser. Eu dei desde, é muito amplo, às vezes cabe, né? Você botar uma coisa ali, né?

Às vezes, às vezes, faz muito sentido mesmo e bom, você vai levar isso pra streaming, você tem botado sempre nas streaming que você faz, você tem botado isso. Como é que é? Você tem jogado mais em streaming? Continua jogando fora, como é que é? É um lugar de experimento, como é que é pra vocês? Então, ano passado, eu faturei muito RPG stream, né? Isso é uma coisa.

Até assim que eu falo pra quem vem pintar, você tem dica pra quem tá querendo começar a criar conteúdo para as RPG de streaming, joga RPG em off tipo, Ah, mas mas aí eu vou jogar muito. RPG, pega uma mesazinha e fica em off porque é aí ORPG de streaming. Ele é um pouco complicado, né? Tipo, é ótimo assistir, mas você, enquanto produtor, você tem que estar preocupado com muitas coisas, especialmente se você for um mestre, né?

Tem que estar preocupado com a internet, você tem que estar preocupado com a Câmera de todo mundo. Overlaite todo mundo é tá olhando isso, tá olhando o que que vai aparecer Na Na estrinha? Ao mesmo tempo, você tá preocupado com o que que vai acontecer na história, isso é uma coisa que te cansa muito, né? A gente, geralmente em RPG home, a gente vai tipo 6 horas se a gente quiser, porque não tem essa pressão da gente olhar

outras coisas, né? Já em instantes você se sente esse cansaço, então ano passado, né é que eu acho que foi quando eu estourei inicialmente, né? Eu comecei a jogar muito, muito. RPG de streaming, não jogava RPG em off, inclusive eu até comecei a narrar as minhas campanhas. Carro-chefe, né? Que é o salamandra que é no sistema de som das cês que a gente foi contar essa história, depois EOSDME que é a minha campanha de DED romântico, mas depois disso eu comecei a ter

muita mesa em off. Também para quê? Porque, como é um, é um lugar um pouquinho mais tranquilo, tem ideias que eu tenho sem estar sob a pressão da string, né? Sob a pressão de que que ele não não tem uma certa pressão, né? Não sei se você sente isso. Quando a gente cria conteúdo, abre a Câmera, mesmo que a gente esteja fazendo um vídeo, ninguém está assistindo ou a gente está gravando um podcast, essas coisas, a gente fica de ravoso, né?

Porque a gente sente aquele olhar de todo mundo, imagina em live, né, que a que as pessoas estão lá o tempo inteiro? A gente muda, né? A gente muda na frente da Câmera ou. Gravando alguma coisa? Né? E fica cansado. EE tem EE. São várias coisas, então eu decidi que eu iria narrar é em casa, né? Narrar os meus off games e nisso eu comecei a ter 6 ideias para trazer para strin, para poder conseguir fazer que terem mais interessante. Eu, eu já sou assim.

O tipo de streamer que quando as pessoas forem me procurar depois desse episódio vão ver. Eu não faço episódios extremamente longos. É tipo 4 horas, e tudo que é uma sessão que a gente assistiria, mas por que que eu não faço isso? Porque é diferente, né? Pô, imagina nem todas as pessoas têm como assistir 4 horas de episódio cansa e essas coisas então, na minha cabeça, o formato é um pouco diferente. Eu também não faço muitos episódios. Eu sou uma coisinha mais pool fechado, né? E.

Eu gosto de fazer desse jeito. Porque daí eu consigo implementar as ideias de forma coesa e eu consigo. Eu consigo transmitir a história que eu quero transmitir. Não vou dar um exemplo com salamandra. Que é a minha campanha de som das 6. Toda vez que eu me lembro da risada que estudou quando eu comecei a dar a contar a história de salamandra e você começou a rir da do porquê. Aí toda vez que eu falo falavam, eu dou risada, mas assim. AAO tamanho de salamandra é o

tamanho de uma novela. Né? A proposta era, eu vou fazer um RPG, novela e é isso que eu quero. Quero que as pessoas sintam que elas estão assistindo a novela, tanto que o horário da do RPG era às 8. É? É, e durava 2 horas e meia que é Oo. Eu não sei hoje, mas eu acho que se eu não me engano, são 2 horas e meia de de episódios de novela. E eu falei, o cara. Acho que antigamente era mais longo, né? É, antigamente era mais longo.

Hoje em dia, 10 horas e meio e daí eu falei, não, eu vou fazer no formato de novela, então meus episódios geralmente eles vão até 3 horas de jogo, 4 horas de jogo. É porque tinha alguma coisa muito importante acontecendo. Caso não vai ficar nisso e todos os meus outros RPGs esse ano também vão girar em torno disso também.

Por quê? É eu quero que o que eu quero prender a atenção da pessoa e que ela possa assistir em qualquer momento, se ela deixar aberto e o tempo passa rápido, não fica aquela coisa meio, né assim pesada e assistir. Pessoa consegue assistir arrastada exatamente, as coisas acontecem, tem o tempo de terminar e ninguém fica cansado, né? Espera para mais, então eu tenho esse formato, com o salamandra esse ano vão vir outras campanhas. Que vão ser exatamente nessa.

Nesse formato, tem uma campanha que se chama Goiânia by Night, que é na época do cesi 187. Também era só de. Que maneiro. É, eu gosto muito de vampiro, cara, eu tenho uma histeria das conspiração que eu ponho em mundo das trevas todinha é. 137, né? Césio 137, né? É a galera. Ó, se você não sabe o que é césio 137, pesquisa porque foi, pô, é muito legal ela ter resgatado isso porque é, pô, foi uma coisa que é muito terror, cara.

É muito horror pessoal envolvido nesse nesse episódio aí de Goiânia. Vale a pena vocês pesquisarem, tá? Não vou nem dar spoiler não. É, e o. Meu RPG, ele se vira nisso e ele se vira assim. 2 horas de RPG. 6 a 10 episódios, né? Não? Não passa disso. A primeira a temporada assim, né? E daí que as pessoas até hoje elas me perguntam sobre Goiânia by Night, cadê Goiânia by Night, cadê, salamandra? E eu vejo que é um formato que as pessoas conseguem assistir e

é mais leve. Uhum. E eu me inspiro muito em é, eu me inspiro muito em várias coisas. Né? Falando agora da história de falamanda do porque eu estou rindo é falamandra. É na no sistema de ação D6 e tudo começou porque eu queria muito fazer 111 RPG tipo Pantanal. É, eu gosto muito da novela passada. Não, eu adoro colocar coisas brasileiras assim, né? Eu gosto de narrar, mas pra mim, se tiver coisas brasileiras no meio, eu acho mais. Eu acho. Eu acho que a gente consegue se.

Acho que a gente se, como é que é o nome? A gente se relaciona é, é porque mesmo que a história seja fictícia, sabe? A gente tá ali de certa forma, então todos os meus RPGs, todos inclusos, que são fantasia medieval, tem a ver com o Brasil, né? AA media fantasia medieval, por exemplo, que é a corte de mais estrelas. As cortes são todas fábulas. Brasileiras, né? Boitatá, essas coisas assim eu gosto. E pegar esse resquício aí, tá? Eu estava assistindo novela Pantanal, amo Pantanal.

Quem não assistiu o Pantanal perde muito. Só que eu tinha assistido um filme chamado buckback e River back mountain. Para quem não sabe, é uma história de amor gay com cowboy. E cara, eu estava batendo nessa tecla, eu estava falando, meu Deus, eu quero muito jogar. Ah, eu quero muito jogar alguma coisa de cowboy. Eu preciso jogar alguma coisa de cowboy cowboy isso, cowboy é aquilo. E alguém falou assim, pô, porque você não joga só um das 6? Ao foi procurar o que que era

sobrancelha? O que que é sonda? E 6 cara é um sistema brasileiro de cowboy. Aí eu falei da credito, aí eu? De algum mineiro? Grande, bom mineiro. Aí eu falei, Ramon mineiro, Ramon mineiro, brasileiro brasileiro foi nossa, tá OK? Vou abrir e nesse? Na época, OGG tônico é meu amigo, né? EE amigo de trabalho também. Ele tinha OOPDF, eu falei, não me dói, me dá, me dá OPDF, me dá OPDF cara. Aí quando abri assim, as habilidades tinham o nome de música de.

De filme de faroeste tipo carrey on my wed Sun é barracuda, eu fiquei. Meu Deus, é isso aí, sabe? E aí eu falei, não, agora a gente vai ter que jogar e eu fiz toda a história de salamandra pautada na ideia dele, que mal tem que. É uma boa referência, cara, é uma boa referência por ainda mais casa muito com o tipo de coisa que você busca explorar, né? E tem essa parada de de de novela que tem romance no meio. Que tem é super noveleiro, é super drama.

Eu amo. Aí ela tinha pontanal e quem sabe quem assiste sabe que tem coisa da minha história, porque a minha família é paraibana e a história se passa na Paraíba. Se passa em Sertãozinho, Hum, no interior da Paraíba, que é onde a minha família vem, então tem muitas coisas, é que são da minha, da minha própria história e de como eu via as fábulas que eles me contavam. Sabe, tipo Ah, não saio de noite, porque Oo lobisomem pode vir aí, sabe? Como eu olhar o Sertão da Paraíba?

Né? Aí tem, tem uma. Tem uma história que a gente tá, não. Eu falo muito da festa de reis, que é uma festa muito importante lá em Sertãozinho. Cara, eu tenho certo medo da Folia de Reis, cara. Sério? É porque eu não sei quando era moleque aquelas fantasias, aquelas coisas assim me deixavam um pouco de medo, né? Mas é. É coisa de irracional, de criança, né? Não exatamente. Você tem noção exatamente isso? Em festa de reis.

Que eu achava que se aposentava no meio do deserto e porque eu subia num numa roda gigante lá e quando dava assim, AA lembista eu era pequena, né? Eu achava que tudo era um deserto e minha cabeça já começava aquele. Da minha cabeça, você falou, nossa, que é um deserto, tem caubós não sei o quê e não era nem assim, né?

Mas na minha cabeça era e eu falei, cara, eu vou pegar toda essa experiência que eu tive da minha família Nordestina, de eu indo lá enquanto criança e tudo é minha visão sobre isso e vou botar condensado no que a minha família ama e o que eu amo que é uma novela em formato de RPG. Aí, cara, continua e eu, eu. Eu fazia o marketing desse jeito. Eu fazia assim, ó novela de vocês, está começando, vim assistir. Teve uma pessoa que assistia que

ela fez uma chamada. Achei muito engraçado como você foi assim, um comercial, né? Assim, tipo, Ah, não sei o quê. A novela das 8, mas primeiro as coisas da Guanabara para os meus fez 11 resumo de salamandra sem saia eu falei, cara, que Tóquio isso é? Incrível, é maneiro o que a galera embarca junto, né, cara? O andor é certo, é dado o último gole na cerveja cerimonial, conhecida como Beer CUT.

Dança como a noite misteriosa como uma tumba, é degustada para os bons presságios na exploração da região que leva o mesmo nome, bearglogote. Que guardo os jazigos dos Titãs, seres primordiais anteriores aos próprios deuses, por eles sepultados com seus tesouros, segredos, arcanos e metafísica.

Guerbotem é uma campanha de hex, cruel, aberta e gratuita de RPGU School, no estilo Oil fantasy, com seções episódicas em um mundo permanente com centenas de jogadores e 4 destemidos mestres baubi Kobe, João burlamachi e Márcio Loureiro, além dos ermos repletos de monstros e tesouros, comunidades exploram um estilo de jogo forjado a partir das reflexões dos 1000 episódios da primeira temporada do café com danjão e outros experimentos, como ouro e Glória, desde moleque e outros.

Descubra o paradeiro do mago que ficou louco ao ouvir os impropérios de uma cabeça falante espetada na ponta de uma lança. Entenda como derrotar a salamandra de fogo que toma conta da Chapada dos Queimados em seu covil cheio de rubis, do tamanho de um crânio humano em frente de bandidos da unha de navalhas, especialistas em geometria sagrada que apavoram a Vila da fasquita e escoam os seus tesouros. Do jazigo do Titan caverna.

Aprisionado pelo Deus tetris em sua intrincada estrutura de cordas, nós e tendões que sustentam o Monte Kibe tomar da birgotem e sair alucinado pelos erros parece arriscado, mas a cerveja abre um canal direto com os Titãs e com seus poderes primordiais, podem imbuir os aventureiros de asas de vigor incansável, o dialeto das plantas ou mesmo com a força perpétua de um Rio. A Esperança de serem libertados

pelos. Inconsequentes, caçadores de ouro, lenços p com ouro resgatado, mas também com descobertas nos erros e com rumores compartilhados com os demais aventureiros. E aí, topa o desafio? O monta o seu grupo E procura um dos mestres em nosso grupo de Telegram que a gente tenta atender os seus horários. Se você não tiver grupo, você pode sempre chegar e conhecer outros aventureiros. Precisando de companheiros por uma incursão, então segue o link aí na descrição do episódio e

vamos explorar. Pier coercote. Agora você falando de string assim, né? Você tem uma relação então interessante com o teu público, né? Em relação AA tipo, é uma expressão sua, né? Você traz as coisas pessoais, você traz um mundo particular seu que você se expressa, né? Pelo pelas estrinhas, pelo que você falou assim é que. Você enxerga, é as strings de forma geral, principalmente na tua geração. Assim, né?

Você enxerga que a galera investe nessa coisa de ser uma expressão artística, um RPG, show, ou é uma coisa mais de se relacionar com o público, de ter 11, sei lá, amigos próximos ali que assistem e que vai expandindo pra novas pessoas? É uma coisa de produtor, socializando com o produtor, como é que você, como é que você encaixa, como é que você encara isso? Assim como é que você enxerga

isso na tua geração? É uma galera preocupada, com disseminação e didática para passar e repetir para frente ou é uma mistura de tudo? Como é que se enxerga esse essa coisa das streamings? Cara, eu acho que é uma mistura de tudo, né, tipo. Eu acho que é assim, né? Tem na minha geração, especialmente. A gente tem uma coisa que a gente é muito. A gente quer muito fazer acontecer e a gente quer trabalhar com isso, né? É um.

É um tipo de geração que quer trabalhar com isso, que quer que a renda primária venha disso e as e enxerga ORPG como arte, né? Como a arte de expressão. É, mas ao mesmo tempo, para isso ser um trabalho rentável, né? Em que a gente consiga ganhar dinheiro, né? É. A gente precisa também comercializar ORPG, né? E daí que eu acho que a gente está passando por um tempo de comercialização. Que é, tem, tem, tem algumas estrelas que são muito frias, né?

Você sabe que está tendo ali ORPG só para que é ORPG é show mesmo, né? ORPG showcase e tem ORPG que se que que tem essa proximidade, né? É? É um caminho que tem que crescer, né? Tipo, é um caminho que tem que se desenvolver. Eu acho que enquanto o mercado brasileiro, né, embora tenha há muito tempo pessoas criando conteúdo. Eu acho que agora deu uma guinada, né? Pelo fenômeno do ordem

paranormal, né? Em tudo esse fenômeno do ordem paranormal, embora muito polêmico entre as comunidades de URPG, né? Enquanto conversa, querendo ou não é, botou ORPG numa luz mainstream, né? Que muitas pessoas se introduziram pelo ordem paranormal e após ordem paranormal. Decidiram conhecer o que é RPG. Tem gente que só assiste ordem para anormal. Isso é uma coisa que eu discuto muito com as pessoas. Assim, se elas querem assistir estrinhos, se elas. Se elas querem jogar RPGRP.

G tem muita gente que tá afim, tá tá afim só de ver mesmo, né? Que nem futebol assim. É, e aí? Acha que vai ter o mesma coisa que está acontecendo na stream, com toda aquela produção, é todas músicas, a Câmera, os jogos de imagem, et cetera, et cetera. Não há mais home game, e aí se decepciona e fala, Ah, mas é Oo mestre que foi assim, os jogadores não são bons, gente, não é? Você quer assistir ARPG?

Só não quer jogar RPG, né? E mas eu acho que existe essa preocupação em transformar ORPG como algo. Assim, né bem produzido porque? É por enquanto, as pessoas que consomem a stream, né? Elas consomem AA estética. Ainda, né? Eu vou fazer uma uhum. Uma comparação aqui com ORPG lá fora. Na, eu vou botar aqui o próprio curriculo row está aqui.

O currículo row tem não, ele tem um estúdio só para eles e essas coisas assim, mas se você for pegar e assistir é é. São 4 a 6 horas da Câmera na cara do mestre, as câmeras nas caras dos jogadores, sem auxílio nenhum de imagem com som mais ou menos, né? E a gente fica olhando para a cara deles como se a gente tivesse assistindo um podcast, mesma coisa com daimlerchrysler twin. Embora o daymex Antonio, eu acho que ele tem mais é auxilios visuais, né? Porque lá começou de uma forma

diferente. Aqui, começou com um visual, então a gente vai com essa preocupação de trazer um RPG mais visual na streaming, porque a gente sabe que é isso que as pessoas vão olhar de primeira e depois elas vão olhando o resto. Mas eu também não acho que é uma coisa que você precisa gastar. Rios de dinheiro com, por exemplo, salamandra, eu gastei pouquíssimo dinheiro, eu faria gente, não tenho, não vai dar, vai, vai no design mais simples que eu consegui e.

E é isso. E mesmo assim as pessoas, né, vieram assistir. A galera cola, né? É porque assim a estética estava dentro, né? Falam muitas pessoas, porque Oo dinheiro que você investe, o que você puder investir, tá ótimo. Você não precisa ir tudo. Numa string só para o seu RPG ser bom ir para as pessoas quiserem querer assistir, então acho que na minha, na minha geração, tem um pouco de tudo, né? Tem tem a preocupação da da, do comércio. Tem a preocupação de estar junto.

Eu em si, eu sou o tipo de pessoa que eu compartilho muito da minha vida. Assim, compartilho muito das minhas vivências dentro da EPG, mas é mais porque eu não sei se é outro tipo de pessoa. Eu. Eu não sei, mas eu acho que é a visão, né? De de ver isso aqui como arte, né? Uhum. Foi uma coisa que eu aprendi com os meus amigos, inclusive que eles a gente trouxe a discussão e falava, falava aí pedindo a arte é só um hobby. Ele fala assim, tá é, pensa direito, a gente discutiu.

Eu falei não, RPG arte sim, e como é a minha arte? É, não tem como. Eu não consigo ser uma pessoa misteriosa, entendeu? Eu sou um pouquinho de um livro aberto, mas eu acho que é que nesse livro aberto que as pessoas é se comunicam, tem 11 certo tipo de abertura comigo, né? E é uma coisa que enquanto me enquanto minha comunidade, eu não esperava que eu fosse fazer uma comunidade que tem um interesse é em mim. Né? Porque assim assim não sei, né?

As pessoas que falam que eu sou muito influente, eu não sei dizer, eu não estou falando isso de ai meu Deus, me elogia, eu estou falando isso sem Ku, tá? É que eu realmente não, nunca, nunca, me as pessoas que me falam, nossa, você é muito influente, eu falo, sou. Mas enfim, é. Eu criei uma comunidade pautada nessa abertura, né? De conversar e ser quem você é. EE abrir essa comunidade, o pessoal que vem nas minhas Lives, aí tem muito seguro, né?

É o meu tipo de conteúdo, é muito assim, é uma porta de entrada, né? Eu estou tentando ensinar as pessoas, então as vezes se sentiam confortáveis e eu mostro o que eu estou confortável também. Isso eu acho que é uma. É uma coisa muito importante

porque você achando sua. Não é como produtores de conteúdo, não é isso é uma coisa que eu é. Eu costumo falar em live em coisas assim é que eu eu gosto de seguir gente, que que produz conteúdo, que tem voz, né, que tem alguma coisa a dizer não, que fica repetindo coisas ou que fica. Enfim, eu gosto de gente que está trazendo alguma coisa, né, que está se expondo de algum jeito, não está ali em cima do muro produzindo aquele conteúdo

que todo o mundo produz, sabe? E você é muito claro que você já tem sua voz, não é que pode ser uma busca ainda, mas certamente você alguma coisa se já encontrou né, você já tem isso, inclusive. A dragonesa, né? É uma personagem. A dragonesa é. É um true selfie, assim ela é sua voz ou você está desenvolvendo o que é, o que é dragoniza? É um barco? Então é um barco literalmente, tipo a dragonesa. Não, não sou eu. A dragonesa é o nome do meu navio, né?

E porque toda a minha o meu conteúdo, toda a minha página, ela tem a estética de pirata, aí a gente volta, né? Para os lá meus primórdios de de inspirações pratas do Caribe, livros, et cetera, et cetera. Esse apostei muito de piratas porque para mim, piratas são ótimos contadores de história. Eu acho que tipo pra mim? Eles são as pessoas que vão navegando de mares em mares, vendo as histórias. E eu criei esse navio quando eu estava escrevendo uma história.

Quando está fazendo o meu mundo de day d? E quando está fazendo cenário, eu criei esse navio. É dragonismo que literalmente eu não gostava do nome dragoa odeio ainda não acho que eu eu acho muito feio. Sério, né? É, falo, meu Deus, coisa feia. Aí eu juntei dragão com condessa ou duquesa e boom dragonesa. E nisso aqui é eu montei esse navio AA história desse navio é que ele é um navio de velas carmesim.

E ele navega transportando aventureiros de uma aventura para outra, e nisso as histórias que acontecem dentro do navio. Ele é um navio místico, né? EE as histórias que acontecem são dentro do navio, através de compartilhamento de comida. Na hora que todo mundo vai jantar, na hora que todo mundo vai almoçar, tem alguém contando. A história, geralmente é captando o navio, que seria eu beladona ou. Os próprios integrantes participantes do navio ou aventureiro em questão?

Então, quando eu criei esse navio, eu queria fosse um navio aventureiro, um navio que que que navegasse em mares oceânicos em mares astrais. Né? Eu queria que fosse um navio que navegasse por universos. Então, quando eu criei ele, eu criei. Quando eu criei esse perfil, eu criei. Pensando nisso, eu quero levar e contar histórias diferentes. Por quê? Eu percebi que as pessoas geralmente têm uma temática quando vão fazer streaming, né?

Você geralmente é um streaming, é um streamer de RPG de fantasia medieval ou de terror, e eu não sou assim. Eu narro a história que eu quero contar. No momento, eu flutuo entre temas e. Como eu flutuo entre temas, eu queria um tema que fosse bem a minha essência, que é a dragonesa piratas fantasia medieval. Não dá para tirar isso de mim. Foi assim que eu conversei. Mas eu queria essa Liberdade estética e a Liberdade da história do navio de navegar

para mares diferentes, entendeu? Então, toda a coisa da dragonesa é isso, um navio e fica a bordo dele. Quem quiser, quem quiser vir com as aventuras pode vir tanto que eu chamo as pessoas que me seguem de tripulantes. O meu discórdio não serve, ele é todo dentro dessa temática. Tudo meu segue essa temática de piratas. Porque é isso que eu quero. Eu quero que as pessoas tenham uma experiência e eu sou da época em que as pessoas assistiam YouTube e o e o YouTube.

Os canais tinham temas e as o fandom e as pessoas que seguiam tinham nomes, né? Então, sim. Eu não quero ser só um canal de streaming, né? Eu quero ser um canal de aventura em que a pessoa pô, Ah, eu tô com vontade de assistir um romance, pode ir no meu perfil. Tem lá romance, romance, assim. Ai nossa, eu quero assistir romance meloso, não quero assistir Batalha.

Eu quero assistir RPG de romance tem, quero assistir terror, tem, quero assistir, cowboy tem, quero assistir fantasia medieval também tem é é isso que eu quero, sabe a pessoa ter essa capacidade de acessar? O tipo de história que ela quer, sem ter que. Ir para um outro canal, e ai meu Deus, mas a dragonesa não narra esse tipo de jogo e tudo narrou e gosto muito. Então essa história da Dragon news aposto que tu não esperava que era um barco, né?

Não é? Eu vou te chamar de Bela só agora, porque eu não vou te chamar de barco. Eu nem nem me incomodo, né, que dizem os teus capitães, geralmente têm o nome dos seus navios ou algo assim, né? Verdade, então eu, eu já sou acostumada assim, mas eu acho muito interessante a reação das pessoas quando eu falo, então. Um Vasco. Então, é um barco. E? Cara, EE como é tipo essa coisa de tipo, TikTok? Vídeos curtos, você fala muito de mestrar, né? Você fala sobre você, fala sobre

RPG, você dá dica. Você fala, inclusive, foi um trabalho que que é, é, é bem notório, né? A comunidade conhece muito bem que é o esse trabalho de inclusão e de trabalhar as sensibilidades ali no do das pessoas, no RPG, né? Como é que essa coisa de fazer esses vídeos e como isso se e como isso entra nesse navio? Então, né, é eu gosto de falar disso porque as pessoas, geralmente quando elas falam de mim, elas falam assim, nossa, perfeita nunca errou. E o motivo que eu comecei é, né?

Tem. Tem essa estigma com com criador de conteúdo, né? Que a gente nunca erra, sendo que o motivo que eu comecei a fazer esse tipo de conteúdo foi exatamente porque eu errei. Foi exatamente porque eu. Criei, tinha feito uma mesa de AIPGE. Eu pedi todos os meus amigos porque eu estava sendo super assim, general, assim, né? Estava querendo controlar tudo, não sei o que os meus amigos 1 hora é os meus amigos, 1 hora cansaram, falaram, olha, Bela, a gente não vai jogar mais não.

Eu tinha perdido eu perdi aquele grupo E depois que eu perdi aquele grupo. Eu comecei a pensar, gente. Eu. Eu não posso deixar ninguém fazer o que eu fiz, né? E aí eu comecei. Foi quando eu postei meu primeiro vídeo. Façam sessão zero, porque depois disso eu fui estudar também, né? Por que que eu fiz de errado? E aí eu encontrei esse negócio de sessão zero e eu falei, vou ensinar, devolve. A real é que quando eu comecei a criar conteúdo, eu criava mais

memes assim, né? É, eu não estava muito ligada, né, mas. Eu comecei, eu falei, não vou, vou fazer aqui uma vídeo de sessão 0 e 1, Monte de gente falando assim, que que é sessão zero, né? Eu falei, AA tem que as pessoas têm que evitar o que eu fiz. Né? Embora que eu tenha sido novinha, né? Ainda quando eu fiz isto, né? Tipo novinha no RPG. Ainda assim, não queria que as pessoas passassem por isso. E aí, nisso a história foi se desenvolvendo, eu criar o que eu chamo de RPG seguro, né?

E ficar à frente aí desse movimento fazendo conteúdo para poder ORPG ficar mais seguro. Eu fui estudando mais, sabendo mais, e aí nisso entrou a questão da da diversidade. Que é uma questão que eu acho que assim muitas pessoas se descobrem com ARPG, né? Digo isso, sufocando em diversidade. Mas eu digo em vários aspectos, né? A gente se descobre jogando RPG, vivendo uma outra vida e muitas. Pessoas de várias coisas assim. Quem é a nossa? Tem gente que encontra religião

dentro do RPG, entendeu? Você faz uma alegoria a alguma religião e a pessoa fala, cara, não espera, deixa eu tentar seguir isto aqui na vida real, vai lá e vai. É Sério. Eu em PG. Para mim, a ferramenta didática. E é, eu fui percebendo, né? Além de mim, deu e me descobrindo. Tinha uma amiga minha que eu fiz uma mesa e tinha uma mulher que ela era trans. E eu estava só amarrando a história dela, e meu amigo começou a chorar. Chorava e chorava e eu parei o arrependido e falei, está tudo

bem aí? Ela, nossa, eu amo ela, chonância, porque ela amava ela. Caramba. É, e eu sei entender, e aí, tipo, dias depois ela falou Belo, eu acho que eu sou trans aí eu. Então foi por isso ela falou, e a personagem que você fez me ajudou a entender porque ela passou pela mesma coisa que eu. Olha só podendo a narrativa, eu só fui estava contando uma história e ela se identificou de um jeito que ela. O que serão entre o que eu estava contando a história dela.

O legal. Ele encontrou um espaço seguro para se manifestar contigo para experimentar junto contigo, né? Uma identidade. Do mundo das pessoas que me seguem falam a mesma coisa assim, nossa, depois que eu conhecia dragonesa, eu descobri esse espaço porque não me descobri, tá tá, tá, tá. Mas porquê? Quando eu estou, a gente está contando a história, a gente abre esse espaço. A gente tem que entender que tem hoje em dia, né? Antigamente eu entendo que não,

mas antiga. Hoje em dia a gente tem uma abertura muito maior para se descobrir. E quando a gente vem com uma pessoa que está falando sobre isso? Tá, tá ensinando ali como fazer, como deixar de fazer e a pessoa é essa representatividade também, né? Porque eu me considero uma pessoa gênero, né? EE essas coisas as pessoas vão se vendo e vão te descobrindo. E eu falei, cara, eu preciso trazer essa conversa porque, porque tem muita gente, por

exemplo, das antigas, né? Entre aspas, que querem jogar com essas novas pessoas, querem descobrir como tirar o alexandretofobia. Sistemática, né? O racismo sistemático, né, que não vem deles, mas eles conseguem descobrir que é uma descobre que é só uma coisa sistemática e eles não sabem como chegar. O medo de ofender tanto que separa a gente, entende? Falei, cara, eu preciso fazer essa ponte entre esses mundos, porque é eu preciso deixar claro para as pessoas que.

É, apesar de ter a chance de ofender, você tem como contornar isso? Você tem como reagir de uma forma melhor? Porque as pessoas querem jogar umas com as outras, sabe? E não só isso. Elas querem explorar essas histórias, né? Eu acho que Na Na perspectiva de mestre, que é uma coisa que eu gosto muito de ensinar as pessoas como mestrar. Eu acho que tipo, como como ORPG, ele é uma é, ele é 111 ferramenta didática. Muitas vezes, quando a gente nesta e a gente Humaniza certos personagens, né?

Que pra gente são é demonizados pelo sistema, vamos dizer, tipo pessoas trans são demonizadas, né? Tem toda aquela coisa e tal e às vezes uma pessoa tá ali, tá narrando ONPC, ela Humaniza esse NPCE. Ela traz essa humanidade, essa normalidade Pra Ela, pra vida real. Na uhum. Mas as pessoas têm um medo de de, de ofender, e aí não consegue trazer essa perspectiva para dentro da vida, entendeu? AA vida da gente muda depois de uma sessão de RPG, sabe?

A gente descobre muitas coisas e numa delas é respeitar uns aos outros. É a mesma coisa. Quando você está fazendo isso, nem precisa ser um personagem trans, pode ser um personagem cis mesmo, né? Que se identifica com o gênero que nasceu, né? Que lhe foi proposto, que é por exemplo, assim você é um homem e você faz uma personagem, uma mulher. Você começa a respeitar mais, porque se você exige respeito à sua personagem dentro do jogo, né?

Por que que você vai respeitar uma mulher fora de jogo que poderia ser sua personagem? Então quando eu faço. Esse criar elos, né? Exato, você cria elos, você cria respeito, você cria moral codes, entendeu? É você, você vai criando assim, sabe? Uma a tua vida, você vai tirando da RPGO que você pode aplicar para a tua vida. Eu falei. Eu vou focar nesses tipos de assunto, porque eu quero que as

pessoas tentem, né? Eu quero que mestres que são héteros passam casais gays dentro dos seus jogos, entendeu? Simplesmente porque tá lá simplesmente porque existe, eu quero que eles consigam fazer o húmus deles se enriquecer e tornar tátil, sabe? EE falar algumas coisas que, por exemplo, assim, né? Se não for do acordo da mesa, só que as coisas não precisam estar em mesa para ser bom, né?

Uhum. Então, assim, quando a gente fala sobre isso, sobre discriminação e tudo, tem certas mesas que não precisam, cara, se se isso é uma coisa acordada entre todos os players, OK? Né? Já falo da chapa zero, eu vou falando da sação zero mais é, tem que sempre falar mais. Tem que falar. Se. Se. Se não precisa, não precisa, você consegue fazer de um jeito ótimo, entende? Então eu acho que quando a gente abre esse tipo de discussão, abre esse tipo de conteúdo.

Eu vejo isso pelos comentários dos vídeos que eu faço, que as pessoas estão lá com medo, mas querem querem abrir a mente e acho que uma das melhores assim. Eu não sei se muita gente falou. Seja na sua vida que começou a gostar de matemática depois de de jogar RPG, porque gostava de fazer as contas. É, eu não. Eu nunca, nunca. Não topei com com não, não, não por acaso não, mas eu, eu, eu

consigo imaginar isso acontecer. É, então, o que a pessoa fala, nossa, curti muito esse negócio de matemática. Depois de jogar e repetir, porque eu curtia a negócio de fazer contas na minha cabeça e. Eu via, eu via muita gente que quer abrir a cabeça, entender esses assuntos. E que forma melhor que fazer com o nosso hobby, né? Então, fazer qualquer coisa que você gosta e um lugar que é seguro e passivo de você errar, sabe?

Mas para você aprender, as coisas ficam mais fáceis quando a gente está fazendo com alguma coisa que a gente gosta. Né? Com essa frase é muito boa, cara, eu concordo plenamente. EE tem uma coisa que se falou aí, das pessoas que comentam e que que criam elos contigo, né? Sendo público, é como é que é o teu público? Você tem uma ideia de com quem você está dialogando?

Faixa etária uma galera mais nova que você é uma galera mais ou menos da sua idade, uma galera mais velha é tem muito, é é tipo assim, a impressão que eu tenho do do meio do hobby, né isso? Acho que diz muito ao meu respeito também da minha geração, do jeito que eu produzi é que esse é é majoritariamente homem, né? Nunca. O cujo de falar com uma esmagadora maioria de homens no meu público?

Mas é o que aconteceu, né? Foi foi acontecendo AA minha geração, inclusive, tem muitos, muito, muito, muito mais homem do que mulher no público. Então como é que é o teu público? É um público diferente disso ou ainda é hegemonicamente homem branco? Cursos as características, como é que é, teu público é diferente. Diferente assim, eu acho que por eu ter uma personalidade muito professora assim, né? Eu falo, porque eu tenho uma personalidade.

Um pouco didática, ela acaba traindo muito menores de idade, né? Tanto que o meu conteúdo, ele é seguro para menores de idade de idade, né? Mas eu tenho percebido esses dias que tem tem vindo muitas pessoas mais velhas também. É que são trâmites que estão se descobrindo, trans é são LGBT ou são mulheres? Entendem muita gente diversa e é. Pessoas pretas, pessoas asiáticas, entendeu que é uma coisa que eu também não via, mas acaba se se identificando com

conteúdo por conta disso. Não é por conta da parte da inclusão, acaba sendo um discurso para todo o mundo. E aí que eu eu acabo, não tenho tanta experiência com o público, maioritariamente antigo, né? Que é só um homem branco. Entre os 6, pá, pá, pá e se tenho é não gosta do conteúdo ou gosta e quer conversar? Quando eu postei o meu vídeo sobre você, se adicis pode interpretar personagem 3 nossa, o meu Instagram cheio de pessoa e o pessoal vem já armado, né?

Já querendo. Briga, não sei o que eu falei, pô, gente, foi mal. Tenho maior preguiça de de briga assim não. Não vai dar certo comigo. Ah, que não sei o que não. A gente não vai dar certo. Hoje a gente conversa ou vou bloquear todo mundo, porque eu não tenho paciência para isso. E foi muito interessante porque eles vão com armas, assim eu via, pô, interessante aí teu ponto de vista, vamos conversar e aí os primeiros comentários

que foram muito hostis, né? Geralmente de homens, começou AA meio que reverter, né, que você quebra uma pessoa quando a pessoa vem toda. Né? Levei toda agressiva você quebra ela todinha quando você chega, quanto você é maneiro, vamos conversar. Gostei da tua ideia. Vamos conversar. Pronto, quebrou aí, nisso, outras pessoas que já abriu um comentário para poder ver se está batendo algum tipo de

discussão. Não sei o que e viu que estava todo mundo tipo comentando experiência, essas coisas aí. Foi engraçado que chegava um Monte de gente só para somar, sem perguntas, fala, Ah, você acha que é bom fazer isso e aquilo? Você quer ser o que sei o quê, sabe? Não teve uma discussão porque as pessoas que vieram armadas eu desarmei e depois as pessoas que vieram armada as pessoas desarmadas.

E desistiu, e aí agora eu acho que o meu conteúdo está assim, o meu público está mudando, de certa forma, está vindo mais mestres, né? Para falar comigo, mestres antigos também, mas acho que é porque teve um depois daquele vídeo, depois daqueles comentários, acho que teve 11 certo tipo de alento. Assim, de Ah, eu posso falar? Provavelmente não vai dar problema se eu errar, porque ela vai falar de forma didática, sabe? Não é que se eu não vou deixar a pessoa me esculachar, sabe?

Mas não acontece, entendeu? Também não é uma coisa que aconteça, as pessoas não querem esclaxar, elas querem muito aprender quem, quem, quem quer esculachar não fica no perfil, então que eu não dou, não dou bola e depois sai, então eu acho que está migrando assim, sabe? Era muita muitas adolescentes e agora havia. Um público assim, mais ou menos, mais ou menos da minha idade ou mais velho que. Entender que quer conversar sobre que quer aprender, né?

Então, da da mentoria do eu estou participando do mesmo mentoria de mestres, né? Inclusive quem está escutando pode se inscrever em que eu estou fazendo uma trilha sobre segurança no RPG, que é falar sobre sessão zero, fala como fazer ORPG de forma segura e tem muita gente é uma das telhas mais acessadas. Assim, né? E são acessadas por. Uma faixa etária assim, ampla.

Pessoas que jogam RPG há, sei lá, 6 anos, e querem descobrir como que fazer é uma mesa que não magoa e os amigos e não magoa as pessoas, et cetera, et cetera, sabe? Muito interessante. EEE, eu acho que isso é um espaço muito importante, porque, de facto, como você falou, né? Você perdeu uma mesa? Eu imagino que muita gente goste muito de RPGE tem suas mesas e que ou uma mesa só, e que de repente se vê ali com algum problema, né?

Por questão de. Por várias questões diferentes, se de repente perde a mesa, perde os amigos, não tem mais como jogar. EE eu acho que realmente é um é uma, é. É muito importante ter esse tipo de de abordagem que você tem, inclusive dragonesa muito sábia, né? Tem sabedoria alta, pelo visto, porque lidar com o público, com essa paciência é realmente precisa de muita sabedoria. Cara meus parabéns, cara.

É falando de comunidade, né, dessa coisa de você ter uma comunidade aí que você tem que aprender a lidar com ela e você sabe, já lidar com ela já tem um. Um certo um, certo domínio, né? Nessa coisa de de produzir conteúdo de Acessibilidade e tudo mais que as pessoas estão buscando, é como é que é essa coisa de você é trabalhar isso

agora, uma parte comercial, né? Você monetiza o seu conteúdo, você fala que você quer viver disso, mas você tem outros trampos e tem um plano para largá Los ou não vê? E como é que, como é que é essa coisa de trampo, de grana e de no teu dia a dia assim? Em relação ao conteúdo. Então é complicado, né? Porque a parte do RPG ainda não é uma parte desenvolvida o suficiente, como é lá fora, pra gente viver disso, né? É, mas eu eu sou publicitária de formação, né? Eu trabalho com isso.

Mas a minha vontade de largar, né? Minha vontade de viver na minha arte, né? Como todo artista, tem, tem vontade de viver isso. Então, AOA conciliação, né? É, é exatamente isso, trabalhar EE. Às vezes eu faço vídeos, todos os conteúdos num sábado e vou, né, programando assim, né? Eu recentemente passei por um baque, né? Foi 11 golpe de intercâmbio que me tirou tudo do chão, então inclusive. É quem quiser me ajudar.

Eu estou fazendo uma rifa e eu também é vou fazer logo um catarse e eu acho que é muito interessante essa esse ponto do caparse que a gente achou uma forma, né? De de usar o catarse pra ter uma. Um apoio ali das pessoas que nos assistem, né? Com qualquer tipo de doação que elas queiram fazer e receber algo em troca, né? O famoso usando catarse, como patreon, né? E pra gente conseguir dar um conteúdo melhor, né? Porque viver dessa arte é

difícil ainda, né? Eu não vou dizer que os canais pelos quais a gente cria conteúdo dão uma monetização boa de volta. Eu monetizo, mas você sabe, né? Não é uma coisa assim. Um salário mínimo, né? Tipo, não é uma coisa consistente, né? Não é consistente, depende muito. De view? EE uma coisa que demora para voltar se volta, o lucro não é um lucro substancial, né, que você consegue cuidar da sua vida com aquele tipo de lucro, mas. É isso, né? A gente trabalha para alimentar

o sonho, né? E vai e vai gerando até um dia. Eu espero que a gente consiga trabalhar apenas disso, né? Eu sei que há formas você entrando para editoras e tudo, inclusive editoras. Olheiras que estejam escutando isso. Quero muito trabalhar é, mas mesmo assim é é uma coisa, né? Que é uma coisa que leva a tempo também. Sim, é isso. É uma coisa que a. Comunidade, eu acho que tem 111 diferença, né? Que é de partir do momento que isso começa a usar de fato o catarse e outras formas de apoio

que, como se disse, né, é ele. Ele possibilita uma produção independente, né? A gente não precisa, por exemplo, atrelado a grandes editoras ou a grande conglomerados de sei lá, de produção editorial, nem nada. Assim a gente consegue tocar um pouco num num jeito mais independente, né? Mas ainda assim, não é tudo. E a grande maioria das pessoas não conseguem monetizar o suficiente para abandonar, né? O emprego ou os freelas, né? Do do do mercado convencional, né?

Então realmente essa coisa de de trampar com outra coisa, né? E tudo mais é é a realidade que grande parte das pessoas têm que têm que lidar, né? Não tipo, eu acho que tem muita gente que deve pensar Ah, mas poxa, ela trabalha lá no tipo dela, ela faz muita coisa no TikTok, tem muitos seguidores, ela faz strin, tem na Twitch não sei o quê e muitas vezes é fantasiar né, que nossa vive disso. EE sabe, é porque aquilo, né? As pessoas olham e falam assim,

nossa. Tem x seguidores é y coisas deve ganhar dinheiro pra caramba, gente do contrário né? A gente não ganha nada assim, né? Pelo que a gente tá fazendo, só que é, é aquilo. Eu costumo, Eu Acredito, né? Que trabalhar com. RPG é um investimento, né? Óbvio que não precisa ser um investimento da assim. Pra render daqui a 10 anos, mas é um investimento do seu tempo, da sua qualidade, da, da sua disponibilidade, do seu dinheiro, né?

Como eu falei lá no início do do podcast, não acho que você tem que gastar todo o seu dinheiro. Se você não pode, né? Para para fazer stings muito bem produzidas. Se você não pode, não faça, né? Mas eu acho que é um investimento. Eu invisto muita parte do meu tempo nisso, faço os treinos. Faço. Via pro TikTok e tal, mas tem vídeo que eu, tipo, eu crio tudo num dia só, né? E vou edito num dia só. Também vou postando no resto da semana pra eu ter mais tempo,

né? Ou vou mesa de RPG, por exemplo, que é extremada. Tá? É uma coisa que a gente começa a ver assim meses antes, para poder conseguir fazer tudo bonitinho. Com o overlay, essas coisas assim, então um tempo real, né, cara, um tempo. Real assim, né? Tipo é, é uma coisa que. As pessoas falam nossa e ter gota todos cheio de qualidade. E às vezes é uma coisa que a gente está assim, investindo faz de mês, né?

Tipo salamandra, por exemplo, eu investi por meses até eu lançar salamandra, porque aí eu eu queria muito uma abertura. Eu paguei pela abertura, aí eu não podia continuar pelo rombo do dinheiro que é, né? Foi justo o preço, mas mesmo assim é alto para mim. Então depois isso foi o everlake, então assim são coisas que você vai investindo, um é um investimento a longo prazo, mas para quem gosta cara, vale a pena você conseguir. Consegue viver disso em algum tempo. Você vê, por exemplo.

É os exemplos de Tiago rosa, do pedroca, da Alice Price, que trabalham com isso, que vão atingir editoras, ou atinge outras formas, entendeu? E trabalham com RPG, mas não é uma coisa que leva tempo, sabe? Você vai construindo. Uhum. Você vai assistindo e assim, pessoalmente, eu não me ponho muita pressão também de entregar as coisas, né? Tipo nossa, não hoje eu preciso fazer live amanhã eu preciso fazer isso e aquilo. Eu respeito muito o meu cansaço, eu respeito muito o meu, o meu,

o meu burnout. Assim, né? Porque no fim de tudo eu quero jogar RPG, quero mostrar as minhas histórias. Se eu saturar isso de uma forma que eu não consigo, não consiga voltar, eu vou acabar. Pra mim? A minha arte, né? Então eu faço meus vídeos. Quando eu tenho criatividade, eu posto. Quando eu tenho criatividade, eu vou com calma. Às vezes eu consigo produzir só meme durante 11 semana inteira, né? Eu não produzo conteúdo, produzo apenas memes, porém eu tô

produzindo, sabe? Não dou deixando de fazer. Às vezes demora um pouco para os meus RPGs voltarem no meu canal, por exemplo, ATRPG meu creelin em fevereiro, vai vim em março, né? Ou vai vim lá? Pra maio, mas vai vim porque eu acho que no final é importante a gente não deixar de criar. E eu falo isso pra todo mundo, a gente tem que enquanto a gente tem a nossa comunidade, enquanto a gente cria uma comunidade enquanto criador de conteúdo, as

pessoas entendem, sabe? Resto a gente volta um pouco pra parte da da gente ser aberto. Um dos motivos que eu sou muito aberta também é porque ninguém se relaciona com você, criador de conteúdo seu. Se você for falso, se você for um personagem, sabe se você está lá e você for perfeito, a sua vida é perfeita. Ontem, várias pessoas Te Te Te te invejando, mas você não vai estar contando a verdade.

Então eu tenho uma comunidade que foi criada ao meu redor e fica comigo e partilha dos meus momentos bons e ruins, mas porque elas são interessadas em ir como pessoas, sabe? E daí? Eu vou indo. Tenho muita. Eu sou uma pessoa muito tranquila, cara. Eu sou uma pessoa que assim, eu. Eu não gosto muito de colocar muita lenha na minha fogueira, entende? Porque a vida já é difícil eu complicar ela ai eu estou querendo demais. É arrumar sarna para se coçar, né?

Entendeu? Eu não tenho esse cacique para mim. Entendeu? Eu vou. Eu vou com calma, sabe? Eu tenho calma nas coisas que eu faço. Isso é uma belíssima dica para a galera. Aí que muitas vezes é isso, cai num burnout e aí para até de jogar RPG, para de criar, para de tudo e você tem que ter saúde, né? Você tem que ter saúde. Mental, inclusive, que eu acho que é muitas vezes é mais difícil de ter, né? É saúde mental, é você ficar

tranquilo. Você ter capacidade de de poder tocar o seu próprio conteúdo sem sem arrebentar o teu, o teu psicológico assim então belíssima dica aí da dragonesa. Imagina a gente virar e saturar? O hobby que a gente gosta tanto a ponto da gente nunca mais jogar a gente. É tenso. Agora você falou muito de comunidade. Né? Agora a comunidade também tem os outros produtores de conteúdo. É como é que é essa essa tua geração?

Colabora? Eu. Eu vejo muito que essa essa, essa tua geração pelo clube, pelo menos pelo que eu identifico ser no Twitter, principalmente, a tua geração. É, parece que a galera se reúne muito em torno daquelas hashtags com o nome da campanha, né?

Então o pessoal usa muito ali no. Mijar coloco hashtag da campanha e a campanha que eles estão trabalhando naquele momento eu vejo que tem vários produtores de conteúdo que se relacionam dentro disso e um leva a campanha que o outro está produzindo, que como é que funciona isso aí, como é que é esse esse meio da da colaboração? Como é que funciona isso? Então, né, eu acho que essa parte da hashtag ela veio muito de. Ordem paranormal, né?

Das pessoas colocarem isso, né? Da parte que a gente chama dos tan Twitter, que é a parte do falando e essas coisas. Então veio muito disso, né? De fazer 1# para curtir isso. Eu acho que é bom assim. Em relação à organização é ótimo porque você organiza as coisas estudando 1# só e movimenta, né? Que nada ou não. Ah, mas eu acho que as pessoas é as pessoas que tinham conteúdo, sim. A gente tem uma ideia. A gente começou isso muito tempo atrás, né? Antes da gente ter um certo tipo

de peso, né? Porque a gente todo mundo se conheceu e tava todo mundo só no sonho de criar RPG, criar conteúdo pra RPG. A gente sentou e falou, cara, a gente quer abrir portas. A gente não sabe quem vai abrir a porta primeiro, né? Porque a realidade seja dita, tem muitas pessoas que já são influentes. Se a gente chegar aqui, né? Um bando de gente nova, com, com várias coisas novas, é difícil. Caminho é difícil, mas a gente

sentou nessa causa. Lembro dessa call como se fosse ontem, cara, e a gente conversou assim, cara, a gente quer muito abrir essa porta alguém. Um dia daqui vai abrir essa porta, então a gente tem que puxar uns aos outros e a gente começou tipo AA se a se automotivar, e aí a gente acaba.

A gente acabou criando uma comunidade conjunta, uma comunidade que segue a gente são criadores de conteúdo diferentes, mas que que seguem a gente, porque a gente, pô, a gente começou a se convidar uns para as vezes dos outros e compartilhar as mesas um dos outros. Assim, né? E as pessoas acabaram curtindo e criou essa comunidade bem grande, né? É. Mas eu acho que cada um tem o seu tipo, seu tipo de comunidade diferente assim, né? Mas a gente tem muito isso na cabeça de que a gente quer

crescer, quer crescer junto. A gente não quer uma coisa assim, só óbvio que a gente quer crescer, né? De forma individual que. A gente quer na real mesmo é ser levado a Sério, né? Eu acho que tem especialmente das pessoas mais antigas da IPG. Tem esse conflito, essa conversa. Assim, essa guerra fria. Entre da gente não ser levado a Sério. Aí é briga porque o pessoal mais velho tem esse tipo de pensamento. O pessoal mais novo tem x tipo

de pensamento também. Cara, a única coisa que a gente quer ser é ser levado a Sério, entendeu? É a gente. A gente, apesar da idade, a gente estuda, a gente está indo atrás, a gente está querendo, tem gente fazendo game, design, animação, publicidade para entender. Sabe o mundo da RPGA gente é novinho, é, a gente quer ser levado a Sério e a gente percebeu muito cedo pra gente ser levado a Sério, além da gente se levar a Sério. A gente tem que levar o trabalho

dos nossos amigos a Sério. Então tem uma. É uma comunidade muito forte, né? Em que a gente se conecta para a gente, é alçar uns aos outros, porque a gente entendeu muito cedo que se a gente não não pegar na mão do outro e puxar para cima, A gente não não vai para nenhum lugar. Tanto que no ano passado só era muito forte, muito vigente. O ano passado foi foi o auge de todo o mundo. Tem muitas pessoas que estão trabalhando com empresas agora e tudo fizeram capazes.

Super x de sucesso, assim. E a gente vai se orçando. A gente continua, sabe, tipo, é AAOK. Eu fiz um catarse super de sucesso. Não tem problema. Se você ainda não chegou lá, eu vou te pegar na tua mão, vou te tacar para cima, sabe? Porque isso eu falo. Enquanto ninguém vive de 2 dígitos Na Na conta de RPG, está todo mundo no mesmo. Está todo mundo no mesmo livro, entendeu?

Para mim, ai, mas uma pessoa mais não é, não é mais importante que a outra se não está vivendo de RPGR com 2 dígitos na conta, todo mundo no mesmo lugar. Gostei do ponto de corte e gostei. Não está todo mundo no mesmo lugar. E eu vou te falar, isso é uma lição importantíssima. Que é uma coisa que eu sinto muito pouco na minha geração, inclusive, né? Minha geração é muito, cada um por si tem muita treta, muita coisa difícil e dá pra ver.

Até perguntei muito isso, porque dá pra ver que vocês têm uma sinergia muito maior. Como você falou, um respeito um pelo trabalho do outro, que eu acho fundamental assim, e é bonito de ver, né? É uma coisa que eu tinha que perguntar muito por conta disso. É, então parabéns pela visão de de suas, da tua galera, né? EE quem é essa tua galera? Que isso se fosse botar um destaque assim da tua comunidade, a galera que colabora mais com você.

Quem que você indicaria assim pra galera, ó, segue, segue tal pessoa segue tal hashtag, segue tal campanha, como é que eu sei que é ingrato, né? Sempre vai ficar alguém de fora, mas então, graças a Deus, graças a Deus. Eles criaram um coletivo que é o nosso mesa. Que tem muita gente lá dentro, todos já passa, ó, ai, você quer? Quer conhecer as pessoas, arroba nossa mesa? Que é um coletivo de criadores, né? De conteúdo que são, é, são essa maioria da parte da minha comunidade também, né?

Que é? Eu não estou tão ativa no coletivo por conta de eu ter voltado agora, né? De do do intercâmbio. Mas assim, em maioria, está debaixo do coletivo arroba nossa mesa, onde você pode encontrar. Gjetónio, que é um ótimo mestre também. Você pode encontrar calígrafo que eu acho calígrafo incrível. Ele é um dos meus. Criadores favoritos é ISO. Você pode encontrar Alice chavoto.

Acho que é assim, se você, se você quer entender um pouquinho mais assim da parte artística, listar voto tem que ser uma das primeiras pessoas que você consome, porque ela é. Ela é musicista e ela fez música para refletir. Assim é incrível. Ela vai lançar um álbum agora. Sabe, Oo jejeton ele está aparecendo em várias campanhas também para fazer o catarse dele, mas dá para OOD 20 minutinhos, né? Que fez o. O tal o bife que é o criador de portal, né?

EOD 20 minutinhos que fez OA veiculação do sistema de decher brutal que vocês têm que muito jogar é muito bom, então assim, eu acho que quando você for lá no arroba nossa mesa, você consegue ver muita dessas pessoas juntas, então é melhor assim, né? Vai o coletivo. Uhum dessas pessoas, mas eu também vou abrir um adendo aqui pro melanina, RPG que é o coletivo de pessoas pretas dentro do RPGE cara só tem gente talentosa lá dentro assim, gente que? Que cria RPG assim que vai dar

nova geração à antiga geração. E eles criaram, né? É? Eles criaram esse coletivo para poder chamar a atenção, né? Da das pessoas para as pessoas pretas dentro do RPG cara e é sensacional. É sensacional essa essa iniciativa. Eu conheço e recomendo. Também é muito legal, muito legal mesmo, é muito, muito bom. Então assim. É ótimo, porque agora a gente está fazendo coletivos, né?

Então, se eu fosse assim, né? Dessa forma, assim como para não ficar ingrato, arroba nossa mesa e arroba Melanie, né? RPGs? Quem vão atrás? Vocês vão gostar bastante do do conteúdo que todo mundo produz. Fechou, maravilha. Bom, eu tenho 11. Última pergunta aqui, se você me permite que é a seguinte, como você, como vai ser o rolê do RPG? Você enxerga assim daqui a 10 anos? Uh, cara. Honestamente, pode ser realista, pode ser um desejo. Você que sabe você que manda.

Eu quero ir na livraria e eu. Quero encontrar livro de jogo sem ter que caçar dentro da da, da, da biblioteca. Eu quero que seja uma coisa acessível e para de ser uma coisa nichada o que eu vejo da gente, desse movimento é que eu vou entrar numa livraria igual lá fora tem, sabe? Ou eu vou entrar numa ludoria e coisas assim que eu não precise caçar RPG para jogar? Né? E que saiu esses estigmas do. De que é coisa de morre, não sei

o quê. EE que as pessoas venham a entender isso como arte, entender a arte de contar histórias. Eu quero. Eu quero verdadeiros drop outros no Brasil, entendeu que é você fazer 11, tipo um, Amazon Prime barra Netflix da vida, onde as pessoas vão e tem RPG para assistir, entendeu? Ai, caramba, vou assistir uma programação que a gente seja programação, sabe? Eu quero que eu quero que seja uma coisa normalizada, porque é entretenimento, é arte e a gente gosta de. Isso, né?

A gente gosta de RPGA. Gente gosta de assistir RPGE imagina isso ser? É um mercado onde é, as pessoas podem trabalhar com isso no seu melhor, né? EEA gente conseguir, cara, cara, que daqui a 10 anos, quando eu tiver 34, eu ligar a minha televisão e eu estava vendo um RPG meu aparecendo, tipo um Amazon assim da vida, entendeu? Ter animações de RPGs que acontecerão aqui, pessoas que podem virar, escolher isso com carreira, entendeu? Eu acho que a gente está pavimentando.

Aí esse início, então acho que daqui a 10 anos. Do jeito que esse povo é é assim, né? Porque eu não sei se você está percebendo, mas pelo menos essa nova geração eu acho que a gente tem uma cabeça muito de não. Não vou abrir a editora, eu vou fazer mais, eu vou abrir um estúdio, eu vou abrir um canal de te faz filme de de de RPG, faz Mini filme, né? Ah, eu vou vou fazer álbum, cara Alice chavoto ela vai fazer um álbum de música de RPGE, ela vai

lançar assim, sabe, então. A gente está pensando No No além da da das editoras, a gente está pensando. Com consumir mídia, escrever livros, sabe de ficção? O que tem a ver com RPG escrever comics? Sabe, a gente está querendo expandir isso e eu acho que com esse pontapé inicial a gente expande, a gente consegue. Então eu vejo dessa forma virando uma mídia consumível bastante que a gente possa ver na televisão. Eu posso ir numa livraria da esquina e ter sistema para eu

jogar, sabe? Eu falo assim, pô, cara, pô, estou sem dado na casa aqui do meu amigo fulano, que eu não trouxe dado para ORPG. Vou ali Na Na Na papelaria, vai ter o set de dado para eu comprar, entende? Coisa assim quero isso é um avião, uma visão, é uma visão interessante aí de 10 anos, eu acho. Que porra. É muito bom, isso é eu. Eu acho que. É um Bom Lugar para se chegar e Eu Acredito, tá? Eu Acredito também.

Eu tomei cara maneiro. E minhas aventuras quando jovem, descobri o. Anel dos 3 desejos, o meu primeiro desejo foi me tornar podre de rico e, de facto me tornei. Descobri que meus amigos, uma mina de ouro abandonada e ficamos podres de ricos, podres, literalmente. Meus amigos morreram de podridão e eu pude fazer um segundo desejo para o meu anel, buscando saúde e pedindo saúde. Fiquei saudável, tão saudável que parei de apodrecer e consegui correr uma maratona.

Além disso, virei triatleta. Pedalando, nadando e tudo que era possível. Mas nem a saúde que me acompanha até os dias de hoje, em minha velhice, foi o suficiente para preencher o vazio em meu coração. Há algo faltando, mas por sorte, ainda tem um desejo em meu anel. E qual o desejo? Qual o desejo que vai preencher este vazio? Senão eu quero mestrar RPG.

O seu desejo é uma ordem. Começa hoje o mmm, o mês de mentoria para mestrar 2024. A gente começa hoje e vai até o dia 24 de fevereiro, quando você vai ter aprendido. Finalmente, como mestrado RPG, se você é iniciante, você vai aprender o seu primeiro sistema nesse mês. Se você já é veterano, você pode aprender um sistema novo para botar mesa. E aí você vai chegar no dia nacional do RPG com mais um sistema na sua conta. De sistemas que você consegue mestrar já são mais de 350

pessoas na comunidade. É um recorde de participação antes mesmo do programa começar. E vai ter trilha ali para você aprender. Desde quinta edição, até Avatar de Walking Dead. Alega-se desde sistemas mais famosos a sistemas mais obscuros, como a galera que gratuitamente está se voluntariando para poder ensinar a você como mestrar mais um sistema até o final do mês.

Então, siga o link na descrição do episódio, clica no. Botão de inscrição cai na comunidade do WhatsApp e escolha os grupos e trilhas que você quer participar, aprenda mestrado o seu desejo é uma ordem. Agora é para a gente fechar aqui o recado final, o recado.

Final que você queira dar e o seu jabá falar das suas, das suas redes ou dos seus principais links aí e também das de repente falar da sua rifa e de do que é que você está aprontando aí na internet para a galera seguir para deixar o link para o pessoal, gente. Então, oi. Essa foi eu. Arroba the dragonesa THE dragonesa é, eu crio conteúdo de RPG. Eu estou começando a criar conteúdo de RPG bilingue, por isso que o nome ele é, né? Em inglês, menos dragonesa que é

português, ele é bilíngue. Você pode me achar em qualquer lugar com esse arroba? É Twitch, Twitter, Instagram, tudo eu estou sempre com esse arroba unificado. Eu estou querendo começar a fazer mesa bilíngue para cá. Houve, a gente vai ter uma mesa bilíngue no meu canal. De DEDA, gente, vai ter outras coisas muito interessantes também acontecendo esse ano é, eu vou jogar com pessoas muito queridas. Aí que vocês conhecem e admiram, mas eu só não posso falar nada porque é o marketing.

Ainda não começou, é e dentre outras coisas, vou trazer outras pessoas por meio também do RPGE. Eu tenho muitas coisas para agregar, tenho muitas coisas que eu quero fazer, então não dá para falar tudo, mas vem a me acompanhar. É interessante, eu sou bem calminha. De fato, eu estou fazendo uma rifa, então caso vocês queiram participar, está no meu Instagram. Você pode receber 7 ditado Mini de dragão, um deixote narrada, você pode receber camisa e você também vai receber uma arte

digital. É do seu personagem e o primeiro vencedor vai ganhar um poster desse desse desenho e gente, o que eu tenho para falar para vocês? Além de, por favor, me apoiem. Apoiem o nosso trabalho, apoiem tipo a comunidade, as pessoas que estão vindo. Se vocês querem participar dessa comunidade, sempre tem espaço. Ninguém aqui começou com uma coisa bonita.

Se você for procurar o Goiânia by Night, que é a minha campanha de vampiro de 60 e 37 No No YouTube que também é arroba Dragon e você vai ver uma qualidade completamente diferente de live. Mas é porque eu nunca me importei de não ter a qualidade. Inicialmente, eu só comecei. A qualidade você vai investir no depois. Então, em resumo, não deixe de começar. Querem jogar RPG, não querem Extrema, OK? Começa a jogar Amazon no seu sistema. Eu estou desencorajado, começa tudo começa pelo começo,

literalmente. Então, às vezes, nem todos os primeiros passos vão ser passos bonitos. Às vezes vai ser direto num tombo, mas o bom do tombo é que você levanta. Então joga em RPG que não tenham medo do RPGE. Se vocês quiserem criar conteúdo de RPG igual o café com banjo, que é maravilhoso, e vocês gostam muito de escutar tu. Cara, vem. Paz, você vai encontrar teu espaço. Seja você mesmo, não tenha medo perfeito, obrigada pelo convite. Também? Ah, fiquei muito feliz.

Eu demorei um pouco para responder. Obrigada, estamos junto. Obrigado pelo teu tempo. E bom é isso. Eu acho que não posso fazer outra coisa se não assinar embaixo. Concordo em gênero, número e grau e é isso aí. Eu vou, pessoal, deixando agora é agora Oo encerramento aqui eu vou botar na enquete desse episódio uma pergunta similar a que eu fiz para dragonesa, responda lá no Spotify tá de um celular? Responda lá, seus netos vão jogar RPG de mesa o senhor vai virar outra coisa?

Essa é a pergunta que eu vou deixar para vocês. É sim ou não, e eu vou deixar uma qualitativa também. Como você acha que vai ser ORPG de mesa em 10 anos que foi a pergunta que eu fiz para dargoniza. Então vocês vão poder botar a versão de vocês aí que pode ser pessimista? Pode ser otimista, pode ser um desejo. Vocês que sabem, só compartilhem lá que eu vou ler algumas respostas dessa no próximo

episódio. Então, muito obrigado, dragonesa valeuzaço pela tua presença aqui, volte sempre para divulgar coisas, divulgar projetos. Indique gente também pode indicar gente que você gostaria de ver sendo entrevistado também? Vai ser um prazer. É fazer essa conexão com a tua geração, com a tua galera EE também com o teu material. Tá? Então, muito obrigado, eu que agradeço, gente, um beijo. Obrigado por terem. Escutado é nós agora eu vou deixar aqui no. Descritivo do episódio, os links

aqui tá? Vou deixar o link do? Eu acho que vocês devem conhecer, mas eu vou deixar o link do criticou Hole. Vou deixar o link do Dimension. Treinei do salamandra RPGA nossa mesa, né? Que ela citou que é o coletivo. É o melanina RPG também, e, principalmente, os links da própria dragonesa. É, vou deixar também o link do do apoia-se do café com danjão. Considere apoiar o seu podcast matinal aí para que a gente volte a ter mais dias na semana, né?

Objetivando aí, desses 5 dias na semana, como a gente fez na primeira temporada e conseguiu chegar. Até os 1000 episódios, então ajude a gente a ter +1000, né? Chega lá, não apoia-se barra, café com danjão e procure uma forma de apoiar a gente. A gente agradece qualquer nível de apoio também. Se você quiser deixar uma gorjeta pra gente, pode aí usar o nosso Pix, que é no café

comdanjao@gmail.com. Se você tem uma marca também ou conhece alguma marca que você ache que tem a ver com a gente, pode ser de café, pode ser de RPG, pode ser de mídia, jogos, tecnologia. A gente tá aceitando conversa também. No mesmo e-mail, ocafecomdanjao@gmail.com e você pode é vincular sua marca ao nosso podcast que está no dia a dia das pessoas aí, né?

E. Junto colaborarnetrazendosuaopiniaotrazendoseuprojetodivulgandoalgumacoisacafecomdanjao@gmail.com também um agradecimento, aí a Carlos Castilho, que apoiou com um incentivo a gente aí então, muito obrigado, grande desenhista da USR brasileira. Também agradecendo aí o pessoal do nível do apoio de nível comunidade, a Dani Marques, que está jogando BR ontem com a

gente. Agora, Murilo dada é Pedro Henrique, Isaac Silva, muito obrigado, gente e um salvo especial para os assinantes do nível RPG dojo, o shuanzo Evaldo pontual, Mateus FEI, Matheus coleto, Pedro Borges, Renata canivarolli, Vitor Hugo Martins, Germano Assis, Pedro brisinha, o Rudolph helmuth, o Marcos, Vinicius ornelas, Rafael garoto, Daniel Haidar, Abílio Júnior e Bruno Kobe.

Finalizando aqui um agradecimento especial para a galera do apoio, treinamento ao el fantasy, então Diego cestito EOO Leonardo gasparuto menini. Muito obrigado, pessoal. Um abraço e até a próxima.

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