É seguro dizer que a minha história não é diferente da de vários jogadores de RPG por aí. Num dia qualquer. Na adolescência, me convidaram pra jogar um jogo diferente. Meus olhos brilharam, eu fui picado pelo mosquitinho do RPGE, só queria saber daquilo por um tempo. Queria jogar RPG com meus amigos o tempo todo. Quando a gente tirava férias, jogava todos os dias, enfim. Era uma parte fundamental da minha vida durante aqueles vários anos até chegar a vida adulta e eu me afastar
naturalmente do hobby. Assim, o meu grupo se desfazer depois que o colégio acabou, não encontrar mais gente interessada, acabar indo atrás de outras coisas. Até que um dia, anos depois, propuseram que a gente jogasse RPG, um outro grupo de amigos que nunca tinha jogado e tal. E isso me trouxe de volta para o hobby de cabeça. Eu comecei a pintar miniatura, comprar coisa, ler livros, investigar o que estava acontecendo nesses anos todos que eu fiquei fora. Enfim, entrei de cabeça naquilo.
E lá pelos idos de 2019, eu encontrei um podcast que falava todos os dias de RPGE. Era meu companheiro matinal. Indo para o trabalho então. Veio a pandemia, eu resolvi entrar para a comunidade do café. Eu era um cara que nunca tinha apoiado nenhuma dessas assinaturas, nenhuma dessas comunidades assim, nunca tinha feito isso e achei justo eu participar daquela comunidade que tava me fazendo companhia todos os dias.
Então eu entrei para aquele grupo de Telegram, conheci um Monte de gente, joguei muito RPG, debati muito RPG, acabei virando editor do café. E não parei mais de me interessar pelo jogo e pelas coisas possíveis que ele tem para nos oferecer. E isso acaba nos trazendo até aqui, porque esse é um episódio onde eu vou querer investigar como esse consumo e essa procura por entender o RPG mais profundamente acaba mudando o jogo. Oi, tasha, quero café? Café com o que modencaine?
Ora, não é evidente café com danjon? Bom dia amigos do café com danjon. Estamos aqui para mais um episódio do seu podcast matinal favorito, trazendo sempre muito RPG. Meu nome é Tito Lima e hoje meu café foi roubado lá da casa do balbi. Moir meus grãozinhos de café magenta da ovelha negra, que foram subtraídos no nosso pensador RPG Chico preferido, sem ele nem ver.
Porém, você não precisa cometer um crime hediondo como esse de roubar café para tomar um café maravilhoso, é só ir lá em ovelha, ponto café e usar o cupom CCD para conseguir um Belo
desconto no seu pedido. E se você quiser ainda mais desconto e ajudar o café com dângio a voltar a ter 5 episódios na semana, entre agora em apoia.se barra café com dângio e torne se um assinante você participa de sorteios, nossos parceiros, recebe conteúdo extra, ganha os cupons com descontos progressivos de acordo com o seu nível e, principalmente, faz parte de uma comunidade de Telegram que discute ARPG com paixão e eloquência ímpar.
Acho que é isso. Apoio o café com uma bagatela que só em desconto da alvelha negra já vale a pena e vão pra enquete do episódio passado, o último episódio foi sobre mérito e recompensa, onde o balbi analisou o fundamento dos XPS na RPG, as recompensas tracionadas mecanicamente, controle de experiência e o fator humano dentro do jogo, e a pergunta quantitativa foi, você gosta do sistema de XP por ouro?
75% das pessoas falaram que sim, o que é um resultado até mesmo surpreendente, porque sempre é um debate grande na comunidade, né? Enfim, achei interessante. O Bob também deixou uma pergunta sobre qual o melhor sistema de XP que você conhece, e isso vai ser abordado provavelmente em episódios futuros, onde ele volta a falar de XP no jogo.
Eu escolhi os outros comentários que falam sobre essa questão do XP. Por exemplo, esse comentário do Marcos Gonçalves que fala o seguinte, esse tem sido um dos meus maiores temas de estudo. Ainda não encontrei minha recompensa de XP favorita, mas gosto muito dos usados em beergoten e trema, não só ouro, mas principalmente Marcos de cenário, rumores e relatos. Pois é, eu também gosto muito disso, cara. Às vezes a gente acha que XP por ouro é é uma caça ao Tesouro, simplesmente.
E não é só isso. Tem a função de ir atrás de riquezas, obviamente, mas tu pode ressignificar com um Balanço disso, de XPE tal dando outros, né? Outros motores, que é o teu cenário contempla, por exemplo, essa questão dos Marcos e de conhecer lugares. Seria começada por XP, porque é uma coisa que a exploração de beergota e de trema gosta disso. Enfim, é isso aí mesmo. OFN neto, não sei qual é que é o nome, mas enfim, esse é Oo Nick
que tá ali. Diz o seguinte, acho o sistema de XP por ouro inverossímio demais. É como se subisse de nível apenas no fim do mês, quando cai meu salário, do que aprendendo e superando desafios durante o mês. Ainda que todos queiram ouro, acho muito raso a motivação nesse sentido. Para mim, faz muito mais sentido aprender interagindo com o cenário, personagens e monstros, além das capacidades do personagem, através das skills da planilha do jogador e tudo
mais. Ainda que em algum ponto seja arbitrário, acho mais justo e coerente. Pois é, eu acho que a gente entender essa motivação. XP por ouro e como ele se ele se enrola com a mecânica do peso um PO vale um peso, um XP. A gente pode ressignificar isso e deixar 11 XP coerente pra todo mundo. Todo mundo sabe que se eu conseguir um PO, eu vou conseguir um XP e vou ter que carregar um de peso e assim isso se torna o jogo se torna isso, né?
Mas dependendo do que tu tá procurando no jogo, realmente tu pode procurar outro XP. Mas é importante a gente entender essa questão. Outro comentário também sobre XP por ouro foi do Lucas Cabrera, que fala o seguinte, XP por ouro é um gatilho que incentiva o aumento de Riqueza no jogo, assaltar, cobouds indefesos e levar suas riquezas. Aldeões que vão trabalhar para construir casas equivalentes a
1000 po durante uma sessão. Po como equivalente, traduzindo em uma regra, uma realidade ficcional mais complexa. Condutas éticas diferentes, mas todas podem ser tracionadas por XP por ouro, como a regra. XP por ouro me parece amparar em muitos sentidos possíveis, o que é positivo, como se reconheceu no episódio? Eu acho que é exatamente nesse ponto. A gente fala XP por ouro e parece que é uma coisa de todo mundo ser conquistador, querendo destruir povos e roubar suas riquezas.
Pegar o seu ouro e voltar para o seu lugar seguro. E não necessariamente isso, né? Teu cenário pode contemplar esse XP por alguma coisa? Quantizável de várias maneiras. Esse exemplo mesmo é ótimo. O talvez seu cenário não esteja ouro perdido de tu ter que trazer, mas tenha recursos que tu vai ter que conseguir para construir alguma coisa na Vila e tu pode usar essa essa moeda, o ouro. Como alguma coisa para se basear para parametrizar, então acaba
sendo ainda um XP por ouro. Mas tu tá pensando nisso, nisso mesmo que tu trouxe sobre aumento de Riqueza, sobre assaltar com boldes indefesos para povoar esse mundo e esses teus desafios com coisas que não são objetivamente apenas isso. Então acho que é exatamente por esse papo aí, esse lado. Bom, eu acho que eu já dei meus 2 centavos. Eu são opiniões minhas, não são opiniões do balb. Vale lembrar isso e vamos pro episódio.
Furtos lendários e assaltos astutos partiu os saques mais impressionantes da Vila da frasqueira. É, eu tô meio rouco porque Oo latoeiro roubou minha voz, mas isso daí é uma conversa pro outro dia, é? Então você deve estar se perguntando, como é que a gente roubou o Tesouro de uma certa e se a tal da certa estava sentada em cima da pilha de moedas, não é mesmo? Então a gente usou um portal, o Rio Claro e as leis da física. Eu fui de batedor porta dentro informando todos os detalhes pro
grupo. O resto do grupo colocou o portal por onde eu entrei e por uma casa. Era uma bolsa dentro do Rio Claro. Por sucesso, o Rio chegou a baixar 1 m, tanto foi. A água que entrou o portal dentro foi tanta água, mas tanta água que a bolsa mágica te rasgou. Mas a água foi na hora que a bolsa rasgou. Ela precisou voltar a certa, levantou voo assustada, mas boa parte do seu Tesouro e inclusive eu voltou surfando na corrente
da água. É, foi assim que eu consegui a minha capa Pantera deslocadora, lembre se comparsas bandidos ladinos e larápios a astúcia. Serve para as raposas e serve para os ladrões. Gil, o bastardo. Esse e tantos outros são rumores vindos do jogo do mundo aberto de beergoten. Se você quiser explorar aventuras como essa, pode entrar inteiramente de graça no nosso. Grupo, siga o link lá no descritivo do episódio e jogue beergoden. Com a gente? Vamos explorar? Mudando o jogo?
Bom, como a gente está sem o balbi aqui nesse episódio, por questões que ele tinha que resolver, eu propus para gravar esse episódio tentando investigar. Como é que o café com danjo acaba impactando no jogo de outras pessoas, da comunidade que eu tive uma experiência com. Isso. É uma coisa que eu reflito direto sobre essa investigação que o café propõe ter afetado o meu jogo positivamente. E eu resolvi convidar o Márcio Loureiro para falar comigo sobre isso.
Tudo bem aí, Márcio? OPA, tudo certo? Grande tulina. Rapaz, estou aqui tomando meu cafezinho especial sem açúcar, que eu passei AA tomar depois do café com um anjo, me convencer a dar mais valor pro meu café. Beleza, cara, tudo beleza, cara. Cara, vamos começar da seguinte maneira, te apresenta aí quem é Márcio Loureiro, aí que que tu faz? Qual é que é teu colega com RPG atualmente? E aí? Bom, cara, eu sou um mestre de RPG.
Eu acho que sempre me identifiquei assim, mas eu tô vivendo de mestrar RPG há pelo menos 5 anos, né? Desde o lockdown da pandemia, quando eu saí do escritório de advocacia que eu era sócio e comecei a mestrar RPG. Né? E desde então, aí, há 5 anos, ORPG é minha fonte de renda principal e cara. Eu tenho uma página no Instagram lá no RPG arena que eu falo sobre RPG, estou finalizando meu primeiro livro de RPG.
É um sistema, né? O Monster Mill, que a galera está lidando carinhosamente de marmitas e masmorras, inclusive vai abrir um Toy testes em breve. É isso aí, cara, sou um RP gista apaixonado, vivo disso aí. É. E um happingista é o profissional também, né? Tem essa dá dá pra dizer isso aí. Pelo menos pode. Se chamar de profissional assim? Né não, não tem como fugir disso. E, cara, como é que tu começou a jogar assim? Foi um negócio de infância ou é
tu é 11 robista tardio. Cara, foi de infância. Eu tenho. Eu sou mais novo dentro dos meus primos, né? E eu cresci na casa da minha avó, morava em cima da casa dela, então aos finais de semana. A casa estava lotada de primos mais velhos, então quando eu tinha 9, 10 anos, ali é, meus primos já jogavam RPG e eu achava que era uma brincadeira assim, tipo polícia, ladrão, addanha, né, que o pessoal chama de stop também. Eu achava que era uma brincadeira, que toda criança conhecia.
A gente não tinha sistema, né? Era geração xerox dali, então o pessoal tinha uns pedaços de uns livros e comecei de café com leite ali, jogando com meus primos. Aí fui. Entendendo, mas o jogo a gente é foi explorando. Aí eu um shopping um dia vi 11 revista, pô, agora eu não lembro qual. Era uma aventura pronta. E aí por meus 12 anos de idade, eu comecei AA mestrar ali com meus amiguinhos da quinta sexta
série e nunca mais parei. Poxa, é, acho que essa história é bem parecida para um Monte de gente que tem o. Tem um RPG assim, bem presente na vida, assim que gosta de investigar, né? Esse negócio de começar pequeno, brilhar os olhos pro negócio. E aí tu crescendo com aquilo. Como isso é algo que eu faço, né? Tipo assim, não, não, não tem muito como fugir disso, porque é isso, cara, ORPG tá ali na vida do cara e cara, e como é que tu conheceu o café com dângel especificamente?
Cara, eu tava. Pesquisando material, né? De de RPG. Eu já estava mestrando trabalhando com mestragem de RPG, né? Isso deve ter sido ali comecinho de 2021, já devia estar há 1 ano ali. Mestrando mais ou menos é mesas comissionadas e eu estava pesquisando material, na verdade, sobre forgotten helms, né? Eu estava tentando me inteirar ali e tal e procurando um podcast que eu pudesse ouvir. Enquanto eu preparava as mesas, eu acabei encontrando. O café, né?
Na época, tinha um quadro que falava sobre forgotten é, falava sobre as aventuras da quinta edição, que sempre foi o que eu mais tive demanda para mestrar, né? E aí o café foi me ganhando, cara, eu fico conversando a ouvir esses episódios. Na época, eu fugia dos episódios cabeçudos, né? Já devia ter, pô, uns 600, 700 episódios lançados quando eu descobrir. Só que, cara, depois disso eu fui caindo ali No No, nos episódios sobre a ecologia dos monstros.
Aí de ecologia dos monstros, fui para naturalismo gaiaxiano. Aí depois disso, Rex Crow, procedimento Rex Crow. Quando eu vi, eu já estava nos episódios cabeçudos aí que que a gente vê até na segunda temporada, agora com mais frequência. Massa cara, tu era 111 usuário de DED saclopid então. É isso aí? Cara, e agora, tá? A gente já passou um Panorama, entendeu? Como é que a tua história com
RPGE tal? E como é que tu quando tu começou a ouvir, foi nessa questão de já estava começando profissionalmente e isso agora chega no assunto que eu quero discutir aqui mesmo, que eu acho interessante, que é como tu ouvir esses episódios do café, como tu entrar em contato com o café, participar da comunidade mudou o teu jogo efetivamente. Como é que tu acha que isso aconteceu assim? É pra falar a verdade. Eu já já refleti bastante sobre
isso, né? Eu acho que o primeiro episódio que que me fez questionar assim o meu, o meu procedimento de mesa, meu modo de mestrar foi, o direito é inalienável, se eu não me engano, direito inalienável da da sessão. Merda, né? Que é o episódio de 900 e pouco lá. É, cara, esse episódio bateu assim de uma forma que depois que eu ouvi ele as discussões que foram geradas nele, eu comecei a voltar, né? Nos episódios antigos, eu nunca tinha pego pra voltar nessa
época. E a partir daí eu já comecei AA buscar os episódios que o Bob falava sobre minimalismo, né? Aquele episódio que falava sobre Ah, só é jogo se roladado é regra de. Canivete suíço, né? E fui, fui entrando aí e cada vez que eu ouvi ali um pacotinho de 2 ou 3 episódios, eu já tentava botar em prática, né? E pô, na quinta edição com com essa cultura Moderna de RPG, se tem muita resistência, né? De mudar o estilo de jogo mainstream, então foi 11 desafio é um desafio constante até hoje.
Assim, colocar essas, essas, esses aprendizados em prática, mas é algo que eu me amarro em fazer até hoje. Bom, então é exatamente nesse ponto que eu resolvi te chamar pra gente conversar, porque eu sabendo que tu mestra profissionalmente a quinta edição e tu então eu imagino que tu tenha pessoas que estão esperando ter uma experiência de quinta edição contigo, que talvez elas estejam, que elas viram lá em alguma stream ou conheceram por alguma mesa que
elas jogaram esporadicamente. Então elas têm uma expectativa. Do que que é ORPG baseado no que elas conhecem lá fora, digamos assim, né? Não Na Na nossa discussão mais interna sobre essas coisas do jogo assim, então como é que é pra ti essa, essa dualidade assim, tipo, tu consegue entregar essa? Tem algum feedback disso que que tu entrega, essa experiência de quinta edição que ela estava esperando e ainda assim tu consegue enxergar que tu tem
essas? Reflexões sobre Ah, pô, isso aqui não é legal da quinta edição. Então eu eu tento fazer diferente para tentar respeitar mais a agência do jogador ou fazer alguma outra coisa que tu refletiu num café e tu não se sente mais confortável de fazer mestrando? Ou tu enxerga como de repente enxerga como trabalho e tipo, Ah, mantém o rolando como eles estão querendo? E é isso aí. Não, cara, olha só, eu, eu, eu tendo AA evoluir assim, só fala
evoluir, né? É OA mestragem, independentemente da do que os jogadores estão esperando, porque tem. Tem aquela máxima de que o às vezes o cliente não sabe o que ele realmente quer, né? É isso aí a gente ouve em pô, em várias, em várias áreas. Então, assim, se eu não tiver essa confiança de, de. Passar de entender como eu posso passar uma melhor experiência para a pessoa que é, que é o meu cliente. E muitos deles hoje em dia são meus amigos assim.
Então eu eu tendo a me divertir enquanto mestre com eles é, eu vou estar mestrando em frankenstein, né? Até porque são, pô, 9 mesas e se eu for adequar exatamente tópico a tópico, a experiência para 9 meses, cada mesa com 6 jogadores, cada um com uma opinião diferente, nenhuma das 9 mesas, imagino eu que que vá ser boas, mas eu não vou mentir que. Já houve, já houveram. Na verdade, experiências ruins,
né? É, certas é teorias, filosofias que eu tentei implementar numa mesa, principalmente mesas que já estavam andando, né? E há resistência, às vezes erros. É por minha parte. Já teve jogador saindo por conta de mudança de estilo, mas hoje em dia, cara, afinal de contas, são, pô, 5 anos aí? É, dá pra já deu pra mudar muita coisa e evoluir muita coisa. Ainda bem é, hoje em dia os feedback são bem mais positivos.
Assim, dificilmente eu vejo 11 feedback negativo em relação a essa mudança do do estilo de mestragem, né? Uma das coisas que a gente bate muito papo lá, eu e os e os meus jogadores são são sobre Oo, ilusionismo, né? E como existe muita cultura. É do mestre ilusionista no day day quinta edição afora, né? E como isso é é diferente na nas mesas que O Mestre, o pessoal, pelo menos se sente mais mais
dono da própria agência, né? Eu acho que isso foram as as lições mais importantes que eu peguei No No café, né? Essa questão do ilusionismo do mestre e da agência do jogador, como como quase é, é, é pontos opostos, né, cara uma. Honrando a outra. E depois veio o episódio do bom ilusionista, que foi discutido ainda mais coisa é esse, essa sequência de de de conversas. Eu acho que foram as principais para para mudar o meu estilo de mestragem e que foram as mais
percebidas pelos jogadores. De fato, pô. E tu? Eu imagino que tu não simplesmente Ah, agora eu vou mudar aqui o jeito que eu estou mestrando e não fala nada pros jogadores, tu deve conversar com eles e propor, Ah, vou fazer as coisas de tal jeito agora, que que vocês acham? E tal. E uma curiosidade assim, não teve alguém que tipo assim, não, não, eu quero ser enganado, eu quero isso, ser ilusionista. Sim, cara, e? E não é muito doido, né? Não é só uma. Pessoa não.
Cara, a frase eu quero ser enganado é uma frase que eu ouvi exatamente nessas palavras, pelo menos umas 2 ou 3 vezes, tá, sim. E o engraçado, cara, é que são jogadores mais veteranos que falam isso, sabe? Tipo o pessoal que vem do do ADED, sabe, a galera que que jogava na geração xerox? Eu ouço muito isso da. Dessa, desse pessoal, eu tenho jogadores, tipo assim, de 25 a 50 anos de idade, né? Então tem muitos perfis
jogadores. O interessante é novos jogadores que nunca tiveram contato com RPG e começaram a jogar comigo. Ou seja, os caras estão tendo a primeira mesa comigo ou jogaram com os amigos. Não foi muito legal e me procuraram. Essas pessoas acabam tendo um comportamento muito mais próximo do old School ou muito mais próximo do que é proposto pela filosofia do all fantasy.
É. E a galera se adequa e curte muito mais esse tipo de jogo do que esses jogadores que já carregam essa bagagem de 2030 anos jogando RPG. Pô, e eu tenho uma, eu tenho uma. Não é uma teoria, mas tenho uma impressão de que essa esse, Ah, eu quero ser enganado ou tipo não. O Messi tem o poder mesmo de de escolher as coisas e tal.
Não tem problema disso. Vem talvez de uma experiência de. Jogar assim, mestrar assim e de e sabe de, de ter a experiência de exercer esse poder ou experiência de que algum mestre exerceu isso ou fez alguma coisa de uma maneira que ficou gravado na memória afetiva do do jogador. Tem essa mesma percepção assim, já que tu falou que os os novatos não, não tem isso, então eu imagino que seja de uma experiência passada, de enxergar ORPG assim e não tá não querer largar a mão.
De que cara ser enganado não é legal, né? Tipo assim, em qualquer outra faceta da vida, acho que tu não vai querer isso, não, eu quero ser enganado. Então é isso. Eu acho que é uma Bravata que tu faz para defender alguma coisa que tu não quer assumir que cara, Ah, tu fez errado em algum momento ou tu passou por isso e agora tu entende que não é tão legal? Tudo bem. É, cara, eu acho que vem desse sentimento de nostalgia mesmo, né? Da experiência que o cara teve na adolescência e ele quer
replicar, né? É porque eram tempos mais simples ou enfim, atrela ele a algo bom? É, inclusive eu já tive essa experiência com com 2 jogadores que um foi mestre do outro na adolescência, e os 2 vieram conversar comigo assim, num pós sessão e tal. E a gente teve 11 conversa que eu expliquei pros caras qual que era o meu estilo de jogo, inclusive é Oo café, me dá bastante ferramenta pra pra defender o meu ponto, né? Porque é com algum embasamento teórico.
Dá para se explicar melhor onde se quer chegar ou a experiência que eu tô tentando passar para os jogadores, inclusive no sentido de tirar muito peso do meu ombro? Cara, é, eu passei por um período de de mestragem muito assim, reflexivo, no sentido de pô, eu tô fazendo algo que que é o meu sonho, que. Que é, pô, o sonho de muita RPG está por aí, que é viver de RPG, se preocupar, sonho mestrar RPG e eu tô ficando sobrecarregado. O que que tá rolando?
Lutou desgostoso, né? Passei por um período desse EAA, inclusive teve um episódio, se eu não me engano, ano passado ou No No ano retrasado com o com o cobre sobre burnout RPG, muito, muito legal. Eu já ouvi esse prisão nas 3 vezes, mas o que eu queria dizer era, é. Uma das coisas que me ajuda muito a lidar com essa ansiedade e tirar esse peso das minhas costas, né? Porque os jogadores esperam que eu chegue lá e performe uma ótima mesa, afinal de contas, o pessoal tá pagando o tempo
deles, vale dinheiro. Uma das coisas é o fato de que uma boa mesa também depende da disposição dos jogadores, né? O jogador que tá ali na defensiva ou que senta e tá ali só pra assim ter tido ele não vai ter uma boa experiência de RPGE, provavelmente. É essa atitude dele, ou vai ser nula em em relação à mesa ou vai acabar atrapalhando outros jogadores e tal. Então essa é sempre um papo que eu tenho. É muito abertamente com meus
jogadores, que é outro. Óbvio que a gente não conversa só durante o jogo, a gente bate-papo o dia todo e tal. São tipo com uns 40 jogadores, hoje, 40 e 50 pessoas, não tem a nossa comunidade. E uma coisa que a galera acaba tendo muita consciência é de que as melhores mesas são a que tem os grupos mais dispostos, mais. É dedicados, mais engajados entre si, que acabam tendo mais afinidade.
É. E isso me coloca num num posto com muito menos essa pecha do o grande mestre que vai trazer o entretenimento de qualidade, mas como uma pessoa que está ali para administrar aquela comunidade, para ser 11 mediador
daquele grupo, né? É claro que ser um mestre é comissionado, tem 11 carga de de funções ali, além de só mestrar a mesa, mas o pessoal acaba entendendo que na verdade, eles estão ali mais por estarem em um ambiente com pessoas tão dedicadas e empolgadas quanto eles pra jogar RPG do que um mestre que vai chegar e fazer pirotecnia, sabe? Legal pra caralho. E cara, tu tu joga RPG, além de mestrar. Cara, jogo, jogo. Se eu não jogar eu fico maluco, né?
Tipo OOO, músico que não escuta música, pô, sim. É. E. Tu e tu tem essa mesma perceção nos jogos que tu joga. Porque assim tu falou que eu pensei nisso porque tu estava falando da bom, então O Mestre comissionário. Então isso tem outras cargas. E aí voltando naquela questão do da sobrecarga do mestre e tal, quando tu é jogador, tu tem essa mesma perceção que tu tenta fazer esse, fazer esse bate bola com O Mestre para não sobrecarregar ele.
Tu nota que o jogo depende dos outros jogadores também. Tu vê porque tem, eu tô, eu tô abrindo parênteses, parênteses, parênteses, a gente vai parar em algum outro lugar. Mas assim é que na minha cabeça. Quando tu trabalha com alguma coisa e tu vai consumi la como mero espectador, tu não consegue desligar a tua cabeça de de um observador que trabalha aquela
coisa. Então, por exemplo, eu trabalhei muito tempo com evento, com casa noturna e coisa assim, e passei muito tempo indo em show, indo em festa EE. Olhando os problemas ou as coisas legais que tinham na casa e não pra me divertir, exatamente, óbvio que é pra me divertir, mas eu não conseguia não prestar atenção nessas coisas assim, pô, tá mal organizado tal coisa, pô, esse sistema aqui é foda. Ô, pô, muito legal esse negócio aqui, Hein? Vamos pôr uma grande sacada.
Eu tenho essa mesma percepção quando tu joga com outras pessoas pra tipo, imagino que não seja só uma pesquisa de mercado que tu faça pra quando vai jogar, mas também pelo prazer de ser jogador, né? É cara? Eu tenho que me esforçar muito pra pra ficar imerso nos jogos hoje em dia, tipo assim, tem que criar um clima, botar a musiquinha aqui, apagar as luzes, falar, ó, vou jogar, eu fecho o escritório, porque senão, cara, eu fico ali de de
somelher de mesa mesmo. Mas uma coisa que mestrado profissionalmente me deu foi muita compaixão do mestre, né? Então? Tipo assim? Pô, quando eu quando eu vejo alguma parada acontecendo, eu tento ser OOO jogador que vai ajudar, mas tem que dosar, porque senão, pô, já vira o cara que fala demais na mesa, sabe? Eu acabo, pô, toda mesa que eu vou jogar, eu acabo sendo o Collor, né? Então, tipo, é algo que eu tento, tento relaxar, tento evitar isso.
Mas o momento do espera aí, só um pouquinho, só um pouquinho. Então acaba sendo o Collor, tipo a eu. Por um momento, eu ouvi o Collor e tentei entender qual é que era a relação com o presidente pichado com um jogador. Mas tá, eu prendo. Todo o dinheiro da galera para ganhar dinheiro? Exatamente. Deixa a. Galera, deixa o dinheiro contigo e depois tu faz um confisco da poupança deles para não é Oo. Collor o Collor, né? O cara que sim, sim, que. Tipo assim, Ah, a galera. Está decidindo.
Ali eu falo, pô, então, mestre, a gente vai. Eu sou tipo, o cara que acaba. Falando mais com O Mestre do que o resto do grupo, é puxando o jogo ali, então eu tenho que ficar me policiando disso. É meio que um saco para falar a verdade. E o feedback para mim é, pô, mais divertido do que a mesa. É bizarro também é, eu jogo ali, pô, joguei muito bergoten, né? Outra isso é outra coisa que a gente pode falar depois também cheguei a mestrar bergoten na época que estava com 4 mestres ali.
A mesa, né? É. E aí acabou que pô, hoje em dia eu estou só jogo mesa de só jogo mesa aberta, né? Hoje em dia jogo fim de Terra do Ícaro, estou jogando península, ancestral do Guilherme, com o Edu ralak. Eu também estou jogando AA mesa aberta, secreta desse canal é secreta a mesa, a mesa aberta. Fechada é ele. Vai ficar bolado você falar que a mesa secreta não é secreta? É só porque eu? Esqueci o nome porque é um é beching Wood, puta nome,
complexo. Aí é. Então eu viro o cara que tipo assim joga a mesa aberta e a mesa aberta acaba tendo cultura de feedback, né? Talvez muito por conta de beergotem sempre teve feedback no final da sessão. Ali EEA gente acaba tendo mais tempo falando sobre a mesa e sobre os procedimentos da mesa e No No WhatsApp depois e tal, batendo papo do que o jogo em si, né? Porque quando você pega um. Um ecossistema ali que o todo jogador tem uma mesa, todo
jogador é mestre. Acaba virando isso, acaba virando o papo teórico ali pós mesa que leva horas. Ué, é uma troca? De experiência também, que que pra todo mundo tá interessado em qualificar o seu jogo e o seu jogo também a mesa que acabou de rodar. Então tá todo mundo interessado em como é que pode ser mais legal esse jogo, né? Isso é isso. É foda se é e outra coisa que eu.
Tenho que tomar é. É o cuidado também é que eu é. Eventualmente eu jogo mesas, que os meus jogadores é meus clientes e jogadores mestram, né? Tipo assim, porque, é claro, uhum, a galera acaba se conhecendo. Como disse, são 4050 pessoas e é normal que o pessoal se conheça. Pô, você joga a mesa do Márcio na terça, eu jogo na quinta, e se a gente montar uma mesa nossa na quarta? Então é quando eu tenho tempo ali, eu jogo com a galera para ver qual que é a dinâmica do
jogo deles. Pô, descobri que um cara é mestre, pô, esse cara é mestre, ele é bem pra caramba, maneiro, que que eu posso pegar dele aqui? Vejo um negócio que o cara tá fazendo, que eu fazia 2 anos atrás, penso, por que que eu parei de fazer isso? Volto a fazer, é sempre, é sempre uma experiência muito massa. Pô, e também. É, eu acho que é 11 serviço para a comunidade.
Isso de tu as pessoas te procurarem para jogar porque elas não tinham mesas, acabar fazendo mesas e mestrando até eventualmente se pararem de jogar contigo assim. Eu acho que não dá para se sentir no pelo teu lado assim, pô, o cara vim aqui, o cara tá jogando comigo agora, o cara tá mestrando Pra Ele e não tá mais jogando comigo e tal. E eu eu acho que não, eSIM, mas sim, eu entendo como isso 11
serviço prestado à comunidade. Até porque, pô, tu conseguiu formar gente que veio jogar, se interessou, está mestrando para outras pessoas e isso provavelmente para fazer mais gente vir jogar contigo. E também não tem uma. Não tem uma perda exatamente nisso, né? Sim, cara. Acontece é eu eu tenho 3 jogadores que começaram a jogar comigo e hoje em dia eles também é trabalham mestrando, RPG. É inclusive, eu jogo a mesa de um deles, que é meu professor de inglês.
A gente joga uma mesa em inglês e tal. Eu né? É treinar o inglês e o cara mestra super bem. Tem outros 2 jogadores meus que mestram super bem também e estão mestrando, não abandonaram as mesas que eles jogam, mas se abandonar também não tem problema nenhum, eu vou. Eu jogaria mesas deles, que são caras incríveis. Então cara, eu fico feliz quando
isso acontece de verdade. É meses que acabam e o grupo continua e a galera bate-papo é, pô, tem um grupo ali que a última mesa foi de pô, 2022 é. E a galera conversa diariamente até hoje. Então a comunidade é super maneira, cara. Todos já ouviram as lendas do norte, mas ninguém sabe o certo que tem lá maldições, criaturas terríveis, tesouros mágicos e quintas esquecidas. É o que as histórias contam depois da grande muralha nas
tavernas. Dizem que a companhia dos beutres se instalou nos limites do mundo. Está financiando aventureiros para explorar essa Terra maldita. Já vai fazer um ano ou Malaquias que muitos partiram para o norte, deixando Valentim e viajando 7 dias por esses erros? Bom. 1 BRL. Do Sol eu também tô partindo. Eu cansei dessa vida de merda, meu amigo. Mas então Malaquias me fala. Você vai vim também ou vai passar o resto dessa tua vida patética batendo carteiras? Eu não sei você, mas eu quero
morrer. Rico, meu amigo. Fala galera do. Café aqui é o Ícaro e eu queria fazer um convite pra vocês. Fins de Terra é uma mesa de Rex Kroll, que usa o Cave and Rex, inspirada no BX 81 que todo mundo ama e é uma campanha que acontece no estilo mais aberto. É o que significa que qualquer um pode colar e jogar com a gente. São sessões episódicas. Quem pode jogar no dia? A gente monta um time e esse
time sai pra explorar. Então queria fazer esse convite para vocês virem explorar esses ermos malditos, descobrir os segredos de castelos abandonados, atravessar espelhos mágicos, encarar as brumas prateadas, tomar o chá da meia Estrela e vir buscar esses tesouros que foram esquecidos pelo tempo. Infina externa essa mesa também, galera. Usa o. Estilo de jogo, ó, e o fantasy? Que quem é o vídeo do café? Tá ligado? Que eu sei. Então espero vocês lá. E valeu, Bobby.
Fica quieto aí em baixo, cara. Tu não gosta de jogo de porão e não sei o que. Calma agora, entrando no resgatando um pouquinho que tu falou sobre tu, ouvi lá o day day, essa glopédia procurando sobre as aventuras oficiais, o dayd. Eu imagino que sejam essas aventuras oficiais que tu mestre profissionalmente ou não sei se tu tem. Aventuras próprias ou aventuras diferentes, ou se é a demanda é por aventuras oficiais, é das.
Das 9 meses que eu mestro, 7 são aventuras oficiais lançadas na quinta edição, 2 são campanhas próprias. Perfeito e tá. E dessas? Aventuras oficiais. Eu tenho essa percepção de que elas são estruturadas para tu ler elas como se fosse um livro de história. Quando tu tá, quando tu pega assim, é difícil tu pegar e botar o jogo direto.
Como é que tu tu ouvir esses episódios e ouvir também toda essa bagagem de de reflexão que tu teve ao longo de escutar o café, participar da comunidade e testando coisas? Como é que afeta para tu preparar uma aventura dessas? Assim? Imagino que agora tu não deve preparar mais essas aventuras, porque tu deve estar preparadas e rodando há muito tempo as aventuras oficiais, tal, tu deve ter entendido isso, mas como é que?
Tu enxerga esse negócio de pegar uma aventura oficial como ela vem no livrinho e preparar para botar uma mesa que não seja esse grande hail hoad que geralmente elas se apresentam assim de alguma forma? É cara hoje em dia, né? Depois de depois de testar muito, eu acho que que é legal falar do do do processo, né? Porque eu entrei na exato na fixação do Rex Kroll, é enquanto eu só estava mestrando mesa.
Mesa que em tese é railroad, né? Mas eu é. E eu era um grande defensor do railroad quando eu comecei a ouvir o café e essa percepção foi mudando drasticamente ao longo do café. É as mesmas. Tu também queria? Ser enganado? Ah, eu também só queria fazer uma provocação aqui no meio pra fazer um que é muito. Enganado eu já falei essa frase, inclusive, claro, meu, pessoal, meu. É que mestrava pra mim. Bom, é. E aí, claro, eu deixei as as mesas irem chegando ao ao fim,
né? O que as aventuras prontas de DD fazem? Ela chega num ponto e fala assim, beleza, e esse É o Fim da aventura, então vamos começar uma nova aventura. E aí calhou de umas 3 mesas acabarem mais ou menos na mesma época, ali, com os jogadores que queriam continuar Na Na naquele horário e naquele grupo E dividir experiência entre aquelas pessoas. E eu falei, pessoal. Tô curtindo um negócio aqui. Que que vocês acham da gente jogar esse tal de hex?
Kroll, Hein, mostrei o podcast para eles, alguns animaram, outros não, mas o consenso geral foi, Márcio, as coisas que a gente mais gostou da aventura foram coisas que você falou que não estavam na aventura, então a gente confia e aí corta a cena para eu maluco, virando noite no escritório, fazendo as aventuras oficiais da quinta edição virarem um hex. Kroll, é, algumas deram muito certo.
Outras deram muito errado. É. E por incrível que pareça, uma que deu muito errado foi a aventura de da quinta edição voltada para o Rex krall, que é a tumba da aniquilação, né? Que é AAAA. Is of War é voltada para 5 e foi um dos primeiros módulos lá do do de hex krall da história de DED, que foi reformulado para quinte edição que é basicamente a ilha de chut, né?
E essa foi. Uma das que tipo assim, a galera parou no meio e falou, não aguento mais, Márcio, vamos voltar pro pro pro que a gente estava fazendo antes. Aí rola aquela conversa, beleza, pessoal? Na verdade, talvez o que deu errado foi isso aqui, isso aqui, isso aqui. E se a gente tentar é fazer um meio termo aqui e agora eles estão jogando a aventura de fuga do abismo que não foi pensada para assim Rex Kroll.
Que é no under Dark ali, mas que tem um elemento d, vocês estão perdidos e precisam voltar para a superfície. Aí eu falei, vou fazer, responde de novo. Falei para os caras, galera, ó, confia que essa daqui vai. E os caras estão jogando há 2 anos essa aventura, estão amando. E nesse meio tempo teve muita frustração, teve muita choradeira minha com balbi. Pô, me ajuda aqui, cara, que que eu faço aqui? Não sei o que aí, o cara dá uns toques, mas hoje em dia.
Por exemplo, eu estou mestrando, uma aventura chamada rhime of the trouxe made in e rola no vale do ventus JL do extremo norte ali. E ela tem uma cara de de kit, né? Esses, esses kits de DEDE, essas aventuras, são as que têm feedbacks mais positivos. Então acaba que eu entendi que o Rex Kroll, minha paixão, talvez não funcione muito bem. É pra DED quinta edição. Mas que os kits funcionem muito melhor do que as aventuras hailroads. Então eu estou trabalhando em
cima do metaplot. Essa foi AAA conclusão que eu cheguei, eu trabalho em cima do metaplot. É falo pro pessoal, tem coisas acontecendo. Vilões antagonistas com suas próprias agendas, eles vão chegar a algum lugar se vocês não interferirem. Oo ambiente é esse. Estejam cientes aqui da mecânica de encontro aleatório. As criaturas têm seus covis, vivem em seus locais, existem múltiplos, múltiplos problemas acontecendo aos quais vocês podem abordar da forma que vocês
quiserem. O mundo não se importa com o nível de vocês e sintam se à vontade para interferir nesse mundo. Então acaba que se que eu estou utilizando a estrutura do Rex, grall sem os rexis, né? Meio que. Meio que foi o jeito com a qual consegui conformar o meu entendimento do que seria uma boa experiência e a cultura da quinta edição hoje em dia. E são as mesas que estão tendo os melhores feedbacks. São essas mesas de de 7, né? De cenário aberto. Interfiram. Pois é, eu, eu.
Tenho a impressão que a maior dificuldade para. Tirar essa cara que essa impressão de de railroad que eu tenho No No livro e transformar aquilo ali num num sendo boxe assim, tipo, deixar os jogadores mais livres para agir. É justamente que a aventura quer contar uma história específica do disso ou do metaplot, assim que tem um vilão que vai fazer não sei o quê e tal. E eu acho difícil concatenar as
2 coisas. Para também não ser não, não frustrar 11. Expectativa do tipo cara, mas a gente tá aqui meio que brincando de Fazendinha e agora, Ah, o mundo acabou e a gente não nem foi para aquele lado assim, entendeu? Tipo assim, sabe ter 1111 pouquinho assim, sabe tu jogar um ganchinho, jogar ali, tem que se amarrar muito bem para ter essa Liberdade e não deixar de contar aquela aquele acontecimento como se fosse uma
história, mas. Um acontecimento que aquela aventura propõe, porque geralmente são são acontecimentos, né? São coisas que estão fervilhando no mundo e que os jogadores querem experienciar. Pelo que eu entendi, tu resolveu fazer transformando essas coisas em kits. E daí? Como é que tu faz essas coisas assim? Tu quando tu vê que eles estão saindo muito do que tava pra gente, pra algum lado, onde não vai tocar aquelas coisas, tu tu
joga uma. 11. Boato aqui joga um ganchinho ali pra eles sacarem onde é que está acontecendo coisas no mundo? Não pra pra não, aquele gancho de tipo assim, Ah, venham cá e resolvam isso aqui que eu estou pedindo, mas pra deixar ciente de que estão acontecendo coisas e eles vão ter essa agência pra escolher quais coisas são mais importantes na visão deles, né? Mas enfim, tu tem que dar essa informação pra eles terem essa essa decisão informada literalmente, né?
É cara? Tem. Eu tenho 2 exemplos interessantes aqui, mas basicamente o que eu faço é muito naturalismo. Garrexsiano assim no do modo é do modo bizarro, assim, noites viradas em cima de como o como o metaplote que o grupo escolheu é jogar, né? Porque a aventura acaba virando um metaplote, né? Então, como o grupo vem falar assim, pô, a gente quer jogar essa aventura aqui, como esse metaplote. Ele se dissolve naquela estrutura social daquele ambiente.
É em que aquela aventura se passa, né? Então tenho 2 exemplos. O primeiro é o que eu considero ser essa experiência é mais satisfatória, que é a rymans. Reforce Maiden, já estou mestrando ela pela sétima vez é e com 7 grupos diferentes, né? Obviamente, e eu acabei que entendi. Que a aventura ela era. Ela era estruturada como uma pirâmide que IA se fechando.
Tinham 10 missões iniciais ali, cada pequena Vila com um probleminha rolando, e aí depois mais 6 missões que rolavam no mundo é é meio fora das vilas, nos ermos isso culminava é com um grande evento que IA acontecer de qualquer forma que estava escritado na aventura, seguido por um segundo e um terceiro grande evento. Isso era o que a aventura propunha. É o que que eu fiz.
Eu setei uma agenda pra cada um dos 3, é antagonistas da aventura, então os caras querem fazer isso, isso e isso, e eles estão trabalhando em cima daquilo. Quando eles se passar x tempo ou se os aventureiros não interferirem nisso, eles vão avançar um próximo passo, que foi algo que eu aprendi, inclusive mestrando beergoten, Oo balb tinha esses esses tracks de agenda de antagonista.
Eu transpus isso pra cá, né? EE acabei que nessa aventura eu peguei e falei assim, pô, essas 10 missões iniciais aqui não tem nada a ver uma com a outra. E se todas as 10 fossem causadas graças AO problema do primeiro antagonista? E aí a galera já vai conseguindo entender que tem um problema e já vai ficando engajado e tal. É. E nessa aventura pelo menos essa base de 10 + 6 missões ligadas, essas 10 ligadas ao primeiro antagonista e as 6 ligadas ao segundo antagonista. Né?
Tipo, esse cara interferiu nessa situação ou esse cara tá sei lá, minerando um local e por isso a os cobonds da mina fugiram e causaram problema na Vila. Isso engaja os jogadores e engajou em todas as em todas as 7 meses. Na verdade, a primeira e a segunda não mestranha nesse molde, então engajou em todas as 5 meses. Nunca tive problema com esse formato. Agora Na Na segunda tentativa de eu mestrar a tumba da
aniquilação de chute. O que aconteceu foi, os jogadores ficaram tão pascinados com o mundo aberto, com a ilha e com os conflitos que estavam acontecendo lá e com toda a situação que estava é é desenrolando na ilha. Eles estão na 100ª, 26ª sessão, são jogos semanais. Então a galera tá desde março de 2022 jogando essa mesma mesa. A gente tá agora em janeiro de 2025. E eles chegaram semana passada na no covil do primeiro vilão, tipo assim, do que Era Para Ser o primeiro vilão dos moldes da
aventura. E isso para mim foi maravilhoso, porque os caras estão explorando a região. Eles são conhecidos como os heróis, não sei da onde. E aí, o que que eles foram escolhendo ignorar durante AAA aventura para chegar nesse ponto de 126 sessões só explorando o mundo? Os caras viam. Que a agenda do vilão estava avançando, né? É AA facção de homem, serpente que esse vilão financiava, estava ganhando cidades, estava invadindo locais e eles falam, pô, beleza, esse não é o nosso problema.
Agora vamos ajudar os sei lá homens gorila que estão tendo o problema. X é, e aí tinha o sinal, ó essa dange um que vocês entraram já parece parece ter sido saqueada. E aí tem o guardião da danjon, que era uma criatura celestial, fala, ó, esses homens, serpente já vieram aqui, já roubaram o artefato. Os caras começaram a ficar incomodados, mas levou 126 sessões pra eles se incomodarem a ponto de falar assim, pô, beleza.
Agora vamos lá, num local que a aventura da quinta edição falava que a gente chegaria no nível 6, mas a gente tá no nível 11. Então meio que pô, é isso que os caras queriam jogar? Maravilha, vamos jogar. Então eu não vou pegar na mão do jogador e vou levar eles, mas eles têm a transciência, até de de modo off game ali, né? Depois que acaba a sessão batendo papo, eu falo, galera, o vilão tá avançando, o vilão tá seguindo a agenda dele e de fato tá.
E aí o pessoal, né? É chega nesse nesse ambiente. Depois de 126 sessões, super é é dotados de itens mágicos. Eles foram pegando em várias e várias side Quest e tumbas divertidas. E essa aventura é cheio de pequenas tumbazinhas e desafios interessantes e tal mortais, mas com grandes tesouros. Eles chegam lá e aí eles descobrem que o porte do vilão já tá avançado. Então, em vez de eles enfrentarem esse cara que era um necromante que IA invocar o acererac, eles vão enfrentar o
acererac. Ué, é e eu imagino que. Quando um grupo também escolhe, não, a gente quer jogar tumba da aniquilação OK, tu leu a premissa ou tu viu AA capa, sei lá, alguma coisa te fez querer jogar aquilo ali. Então acho que em jogo tu vai pelo menos inconscientemente buscar participar daquele negócio, não, tu pode não, tá? Beleza, eu estou, estou, estou ciente de que a gente está deixando o negócio rolar, mas 1 hora eu vou querer ir atrás dessa tal dessa turma da aniquilação, né?
Mesma coisa em outras coisas, se eu jogasse lá uma aventura chamada a rainha dragão e eu nunca ver a rainha dragão, nunca vi nada que ela fez também, acho que vai ser meio frustrante. Olha só, a gente está há 3 anos aqui, a gente nunca ouviu falar dessa tal de rainha dragão, por que que terminando essa aventura, né? É, então acho que tem um pouquinho de cada coisa, cara, e agora eu eu, a gente falou bastante já de como é que está o jogo, como é que impactou.
Eu tenho uma outra questão que é assim como um amante do RPGE1, cara interessado. Pelo que essa mídia pode nos dar assim? O que que tu busca dentro do RPG assim? O que que tu procura com essa investigação? Cara, eu acho. Que Oo que o que me move mesmo é uma. É uma curiosidade muito, muito pura assim ORPG sempre, sempre foi algo que eu que eu fui muito interessado por ser interessado, é, é minha paixão. Eu acho que tem mais a ver com sentimento do que um. Uma lógica ou 11.
Racionalismo de Ah, não, eu estou é em AA. Minha missão com ORPG é isso, eu estou agora investigando tal coisa. Eu sempre gostei muito de de aprender ou de ter um novo ponto de vista sobre, né? A gente energe, né? Então sobre qualquer coisa, mas é para ORPG, cara. Eu sempre me empolguei muito simplesmente em descobrir. É um sistema novo que traz uma proposta nova. Ou fica ali lendo 700 mensagens de um debate no grupo do café e vê as os 5 pontos de vista diferente. Isso por mim já já é a
experiência, né? A experiência, pela experiência ali de estar, é é agregando conhecimento e descobrindo coisas novas. É eu de fato me divirto EE, vejo o sentido simplesmente em em estar dentro desse contexto, né? Em, em. E acompanhar a evolução da comunidade EE, ver a galera produzindo. Eu gosto muito de ver as produções. É do RPG nacional que saem dali, do do, do grupo do café. É em conhecer as pessoas, entenderem como elas pensam.
E simplesmente por estar no contexto de RPG, eu acho que eu não tenho muito ali AA busca pelo pelo Santo Graal do RPG ou quero me especializar em um ponto x em específico? É claro que eu tenho minhas metas, né? Metas profissionais. Como eu disse, tô escrevendo um livro aí por isso, poxa, eu tava de cabeça dentro de de motor de XP. E como que o XP influencia é no, no, no que os jogadores buscam no jogo e no que os personagens deles fazem. E coincidentemente, o foi o
episódio dessa semana, né? Então, é claro, passado é exato, é. E aí, poxa, é óbvio que eu tenho temas. De interesse no momento e eu tenho objetivos a longo prazo enquanto profissional. Mas eu acho que o que me move mais de estar nesse meio e tal e o que me faz não ficar é biruta. Mestrando, 9 mesas por semana. É 11, paixão mesmo, havia 11. Sentimento muito forte, latente, que me né assim, sem, sem, sem. Grandes. É, é. Sem ficar megalomaníaco nesse sentido aí e tipo, eu me divirto, né?
No, no fim das contas, é, eu me divirto, eu me divirto, tô aprendendo RPG. É, eu acho que é a mesma coisa assim que comigo, que é quando tu. Tu acho? Uma coisa que tu começa a gostar muito daquela coisa, tu começa a ficar obcecado e querer dissecar tudo que aquela coisa pode te dar assim. E aí tem coisas que nem um RPG que tu passa a vida toda, porque é isso, né? Ela, ela não chega no fim, né?
Sempre pode investigar mais perfeito e não é. E não é à toa que nós estamos aqui na segunda temporada, depois de 1000 episódios na primeira temporada do Bob. Falando de RPGE, ainda tem assunto para cacete para a gente falar, mas assim, eu também acho que tem gente que não é tão obcecada que nem a gente, mas que gosta de RPG.
E é um esse jogador casual assim, que se reúne às vezes com os amigos para jogar RPG como motivo para reunir os amigos de pedir uma pizza e tal, que não fica falando sobre o jogo ou sobre a agência do jogador, sobre mimese de egese os cacetes sobre o jogo. Tipo assim, cara, ele só vai se lá sentar e jogar um pouco e não está muito se importando com a profundidade aquele jogo tem. Tu acha que?
Vale a pena para esse jogador casual entrar nesse buraco assim ou é um negócio que é é para quem é obcecado assim não vamos a fundo porque eu já deixo dando um contexto. É porque eu acho que o café ele ele tende a ir buscar mais a fundo, tanto aquela máxima de não tem que ter diversão, porque essa diversão é uma consequência. A gente está tentando investigar para além disso, está tentando entender o que que são as coisas, como o que que é
divertido de todo mundo ou como. Se propor coisas onde cada um vai se divertir do seu jeito, mas todo mundo tá entendendo o jogo sem ter 11 ruído ali, uma interferência de tal coisa, e tenta chegar e investigar o porquê das decisões ou das coisas que a gente usa. Tu acha que essa essa reflexão e essa esse pensamento profundo e longo vale a pena para o cara que é casual assim, que é um cara que eu gosto de RPG assim, jogo de vez em quando. Cara, é, eu imagino que que sim,
né? Obviamente que não vai ser todos os episódios que o cara vai digerir ali. É ou vai, né? Achar a coisa mais interessante do mundo. Mas tem muita coisa boa, principalmente eu acho que a estética do do café, a estética do podcast. Eu acho que você e o Bob fazem 11. Ótimo trabalho. É em ser aquele podcast que você consegue ouvir ali. Pô, eu estou lavando louça, estou ouvindo essa história interessante aqui, essa reflexão interessante. Às vezes umas reflexões muito intimistas, né?
Às vezes uns papos que geram treta é o cara pode ouvir trabalhando. Eu ouço muito ali quando eu estou fazendo Oo trabalho mais manual da da preparação das mesas, aí procurando uma imagem interessante, fazendo a maldita iluminação dinâmica do do role trainer. É. E, cara, é. Querendo ou não tem, pô. Mais de 1000 episódios, né? Como você falou, é. Agora deve ter o que, tipo uns 1060 episódios? 1070 episódios é um pouco. Mais até esses 1000 episódios, tem uns extras também lá que
não, não está contabilizado. Então sei lá, eu tava 2100. Se bobear, aí eu desafio. Qualquer jogador casual anão achar um episódio. Ele vai adorar, cara. Vai ter da mesma forma que me fisgou ali os episódios de forgotten helms e depois, pô, a essa altura eu já estou aqui, né, conversando contigo, sei, é, então, pô, é, vai ter assim como
eu disse, né? Não vai ser tudo não, vou chegar e falar assim não, pô, você jogador casual aí que só joga RPG para tomar cerveja com seus amigos, pode ouvir, tipo, cair num episódio mais cabeçudo que você vai adorar, talvez adore. Né? Talvez o cara cai e fala assim, porra, olha só a profundidade com a qual as pessoas debatam o
RPG. Mas com certeza vai ter é algum tema que essa pessoa vai entrar, vai entender o estilo do podcast e vai falar, pô, isso daqui é um bom papo sobre RPG e vai descobrir que todos os episódios tem um bom papo sobre RPG. Seja os episódios que tem convidados, né? Como eu falei, com debates e temas diferentes, seja ali Oo balbi deixando a galera puta com uma opinião que só ele tem. E vai gerar debate por 1 mês, tá ligado? Pô, essa é. Essa tuas aspas aí que vai
deixar ele puta agora. Como assim só eu tenho? Eu tô aqui trabalhando pra pra aprovar meu ponto. Que isso, pô? Isso. Pioneirismo? Pô, alguém tem que ter ideia pela primeira vez, é, e eu acho. Que é, é o barato do Bob é esse, né? Pegar assim, cara, ninguém tá falando desse negócio aqui porque todo mundo acha que tá esse assunto tá batido, vamos ver se gasto, tá batido. E aí isso que motiva ele, não vamos. Vou fazer toda uma volta aqui para explicar.
Por que que tu? Por que que tu pensa assim ou não, ou mudar, ou continuar, mas vamos entender isso aqui. Então, essa é às vezes a opinião que o Bob tem e que gera esses debates e tal. Na minha, na minha visão, é justamente o que ele procura, que é instigar esses debates. Tipo assim, cara, não é para concordar, eu eu estou falando uma coisa, eu estou analisando, ela trouxe ferramentas aqui para a gente discutir sobre e estou colocando o ponto de vista.
Agora, tu está refletindo sobre e tu pode dizer. Não concordo, com certeza, cara e pô, e mas tu pode estar. Oo problema maior é quando tu quer dizer assim não, isso aí tu está querendo acabar com ORPGE, aí tu fica e aí tu que que Ah não luzonismo faz parte, tem que ter e aí tu vai na tua, vai jogar na tua mesa e daí tu começa a querer fazer as tuas ilusionismos tradicionais, esconder dado e tu faz com uma culpa no coração pensando é na real.
Eu estou enganando meus amigos aqui, mas eu não vou dar o braço a torcer e vou continuar fazendo. Eu acho que tem um pouco disso assim, porque para mim, pega o pegou bastante desse negócio, né? Falando da minha experiência com com com ouvir o café, tem coisas que eu achava que era um, que era um fazer um parte da RPG ou que eram práticas legais, porque eu tive experiências boas e aí fui analisar que eu fazer aquilo ali.
Eu estava refletindo sobre tal, mas eu posso ter a mesma experiência de um jeito onde eu não precise fazer tal coisa. Porque eu refleti e vi aquele que aquela maneira de fazer talvez trouxesse outros problemas para outros jogadores, enfim, então tem muito disso. Ah. Sim, cara. E é claro, né? Eu passei aqui, pô, mais de mais de quase 1 hora falando sobre como várias dessas ideias mudaram. Não só o meu jeito de de encarar ORPGE, de jogar ORPG, mas consequentemente a minha vida, né?
Já que, enfim, essas 2 coisas estão extremamente relacionadas. Mas poxa, tem muita coisa que eu escuto, reflito e falo, pô, vou manter o meu ponto ou vou juntar o meu ponto de vista? Mas o meu ponto de vista mudou a partir desse momento exato. Mas ele não é exatamente o ponto de pista do Bob. Eu acho que ORPGEO café com d'anjo é falando sobre RPG. Ele é muito sobre isso, né? Sobre se a sua opinião não mudar, pelo menos você vai se sentir provocado. A testar, a debater em cima daquilo.
Eu acho que é aí que que o podcast brilha. Exato, vai refletir e dizer é, eu estava certo. Nem que seja para reafirmar o seu ponto, né? É isso da cara. Mas é que tu só pode dizer isso quando tu pensa EEEE debate sobre isso, né? Tipo assim, cara, trocando ideia. Outra pessoa fala, olha só, mas tem isso aqui, isso aqui, isso aqui. E tu fala, Ah, beleza, é verdade, tem isso aí. Mas eu acho que tanto do jeito que eu estou fazendo, do jeito que eu pensava.
É mais adequado para mim. Tudo bem e é isso. Mas se fosse, eu refleti sobre eu, né? Eu debati sobre e isso é para mim é o é o ouro dos debates inflamados na nossa comunidade e dessas discussões provocadas cara, e é isso aí, gente. Está quase 1 hora falando de jogo, inclusive. A gente falou sobre jogador
casual e caiu num episódio. Eu acho que esse episódio é muito legal para entender Oo para o cara que é casual assim, entender como é que muda a gente se aprofundar no RPG assim, falando que tem um Monte de coisa que tu trouxe de experiência tua que eu achei muito legal de de compartilhar com outras pessoas que talvez não não vejam essa profundidade possível no RPGE tu fala assim não, pô, mas tem um Monte de coisa. O cara está está refletindo um Monte de coisa ali. E que era 11.
Curiosidade minha, pessoal também, assim, de que eu penso muito nisso e queria ouvir mais pessoas. É cara. Eu acho que pra pra empacotar assim o que o que essa experiência de contato com o podcast e a comunidade do café, né? Tudo que ela engloba ali o grupo do Telegram Beer goten, né? É, eu acho que o que isso mudou em mim, que eu conheci o podcast quando eu era 11, mestre profissional que se achava uma fraude ali, tipo assim, putz, eu estou aqui oferecendo um serviço
e tem muita gente. Era o auge ali da do da pandemia, então as pessoas estavam descobrindo isso e eu ficava ali, inseguro, não falava para ninguém que eu trabalhava com isso e tal. E pô, hoje em dia, 5 anos depois, ali, com a experiência do café, tendo conversado com tantas pessoas do RPG, hoje em dia eu sou, poxa, um mestre profissional que se identifica com o meu trampo, que é algo que que é parte da batente, da minha personalidade e muito mais
confiante, né? Seja porque, poxa, são 5 anos, é? Mestrando profissionalmente, mas porque são 5 anos dentro dessa comunidade que é tão engajada com ARPGE, tem tantos debates e tantas conversas EE tantos momentos que você vai ter a oportunidade de reafirmar algo que você acredita ou jogar fora aquilo que você acredita e colocar 11 novo ponto de vista em cima daquilo. Então é, é muito da minha evolução profissional aí e da minha confiança, né? Eu acho que principalmente
confiança. Não necessariamente é é de evolução de técnica ou o que for, vem desse diálogo, desse ambiente de de de debate, de estudos de interesse sobre ORPG. Pô, é que é isso? Meu cara, o cara é só é confiante quando ele sabe o que está fazendo, né? E tu investigar, ORPG tu não, cara, eu estou fazendo as coisas porque e refletindo sobre eu sei o que eu estou fazendo aqui. E aí, né? Falou assim, pô, eu sou um mestre profissional, eu boto mesa.
Pra galera, galera me remunera por isso, porque eu sei o que eu tô fazendo, eu não sou mais tipo assim um cara enganar meus jogadores, pelo contrário, tá propondo um serviço em que tu estuda ou tu te interessa e sabe que tu pode oferecer uma experiência massa pros outros, inclusive faz o teu jabá aí tu falou que tinha livro, já fez, falou um pouquinho no início do do episódio assim, mas que que que que vem por aí? Como é que as pessoas te encontram pra de repente jogar
uma dessas mesas? Qual é que é? Bom, se o pessoal quiser bater um papo comigo é arroba RPG arena no Instagram, tudo junto. RPG arena é Bora trocar uma ideia lá mesmo que mesmo que não seja pra entrar numa mesa, né? Que seja pra bater um papo sobre RPG mesmo. Estou sempre por ali, sempre disposto a bater um papo se quiser conhecer um pouco mais, entrar pra ouvir uma mesa que tá rolando. Meus jogadores são bem tranquilos quanto a isso, então se a pessoa quiser.
Curtir uma experiência, jogar uma mesinha descompromissada também é a pessoa, tá? As mesas estão sempre abertas ali pra uma pessoa que quer conhecer, jogar uma sessão ali, entrar, joga uma sessão. Ah, não, não gostei, não quero continuar ou só queria jogar essa sessão aqui mesmo é show de bola, estamos junto. E pô, meu meu xodózinho virtual que é o Monster Mill. Que é o sistema de RBG que eu estou escrevendo. Altamente inspirado No No anime
dangerous mash né? Delithus and d'angel que surgiu como um rack pra pra BX, mas que virou algo muito maior, já tá com 130 página aí eu acho que vai bater umas 200 e pouco. É um RPG sobre entrar em masmorras, utilizar os recursos das masmorras pra sobreviver. Matar monstros e fazer refeições com essas criaturas e eventualmente, ganhar um
poderzinho fantástico. Aí, enquanto você machia o bichinho, me manda aí uma mensagem lá no lá no Instagram e eu te ponho No No play test no terceira rodada de play test de Monster 1000. O bestiário está completo, o menu está completo e a gente vai testar isso aí agora. E tem alguma previsão? Assim, onde tu está? Ainda No No. Neste tipo assim não, eu estou. Estou cozinhando o meu monstrinho aqui e quando ele ficar pronto, ele ficará. No DOF. Desse ano vai ter novidade, olha.
Aí, pô, cara, então te agradeço demais. Eu acho que o episódio ficou muito legal, pelo menos para mim foi muito interessante. Espero que tenha sido legal falar sobre, refletir também essas coisas para ti também, né? Porque eu, na verdade, eu fiquei te ouvindo bastante aqui. Talvez tu tu seja meio terapia assim, sabe? Tu falar as coisas te ajude a pensar também elas eu senti. Que eu falei pra caramba, até não, mas é porque. Essa era a intenção, né? Eu sou muito interessado no que
eu tenho para falar. Dane, se interessado em que um convidado tem. Eu só tô fazendo aqui meu papel de substituto. Mas então tá cara, eu te agradeço muito e vamos pro encerramento aqui. Com licença? Meus caros, teriam ouvido direito. Vocês estão em busca de ouro e Glória, pois eu posso lhes ajudar. Meu nome é Almir cego e eu estou nessa Taverna há algum tempo. Ouvindo histórias de bravura e coragem de aventureiros que passam por aqui. Eu posso lhes.
Falar sobre o que está para além da gaiola, as ruínas deixadas pelos antigos, as planícies de nuvens negras, a floresta do vento infinito, além da do Messias élfico ou até mesmo o que está aqui dentro, os mistérios sobre as sombras das Torres douradas sobre as nossas cabeças. Meu preço? Ora, eu só peço para que, ao retornarem, vocês contem suas histórias para mim. É a forma que eu tenho de ver o mundo novamente, pelas histórias de aventureiros valorosos como vocês.
Trema a. Gaiola dourada é um jogo de RPG de mesa aberta no sistema caves in rexis, usando o estilo Oil fantasy e o modelo arslud. Venha explorar os ermos corrompidos pela estranheza, cheios de tesouros e oportunidades, ou venha caminhar pelas ruas de trema cheias de perigos e de segredos. Os habitantes da última cidade do mundo aguardam por você. Que tal ver o que? Tem para além da gaiola? Relaxa que eu já estou no encerramento, já vou abrir aí. Relaxa. Ei, ei. Seguinte, rapidão aqui.
Vou tentar deixar lincado no episódio o que eu consegui de citações que a gente fez, os episódios da primeira e da segunda temporada do café, tipo do episódio do jeito inalienável da sessão merda ou do canivete suíço, enfim, coisas que o Márcio citou. Vou deixar os links do Márcio também. Eu vou tentar fazer o possível aqui antes que o Bob saia do do porão e venha me tirar do
computador. Então o seguinte, ó. Torne se agora um apoiador do café com dângio é só entrar em apoia.se barra café com dângio, escolher lá como tu prefere, qual o valor mais adequado para ti. Valores são válidos para gente tentar conseguir botar esses 5 episódios semanais e expandir o nosso projeto. Se tu gostou só desse episódio de hoje, assim tu não gosta muito do Bob, mas gostou da minha linda voz, tu pode deixar uma gorjeta no Pix que é café com dângio arroba Gmail?
Se você tem uma marca, uma empresa ou quer ter um dia da semana do café com dângion que seja lincado a esse teu, esse teu empreendimento. Financia um episódio semanal do podcast e faça a Alegria da massa. RP gista, assim como ORPG do Joe está fazendo na terça-feira, eles estão financiando um episódio para a comunidade do RPG. Você pode ter a tua marca
fazendo a mesma coisa, OK? É só mandar ali um e-mail para cafecomdangio@gmail.com e a gente faz uma proposta, conversa e se combina, está beleza aí não precisa ser de RPG, pode ser marca de café, de outros jogos, tecnologia de mídia, de corte, costura, dança de salão. O que que tu achar que tem a ver com a nossa comunidade? Vem aí que a gente combina. Tu quer participar do podcast, tem como contribuir com a gente? Eu pessoalmente vou dizer, entra para a comunidade, apoio o café
e a gente conversa lá e tu vai. Participar ativamente da construção do podcast, mas também tu pode ter um projeto que tu queira divulgar aqui. Tu pode ser um produtor de conteúdo que queira fazer 11 bate bola aqui com o balbi sobre criação de conteúdo de RPG. Sei lá, manda um e-mail para cafecomdangio1@gmail.com e se apresenta para gente. E era isso. Eu vou agradecer rapidinho aqui
o pessoal que apoiou. Como incentivo que inclui o Enéas Suzuki, também valeu demais quem apoia no nível comunidade, que inclui aí o maravilhoso kirau, a Dani Marques, o Chico Siqueira. Vou mandar um salvo especial para os assinantes do nível RPG dojô, dentre eles o Rafael garotti, o Rudolf Helmut, o Pedro Velho, Luiz Guilherme e o
Philip escosteig. E um abraço aos membros do treinamento óleo fantasy que são abilly o Júnior César Machado, Daniel Haidar, Diego sextito, Douglas bayense, Leonardo menini, Matheus piqueira, Rafael bardal, Bruno COB, João bula, Mac, Gui providelo, Marcos Gonçalves e um imenso agradecimento ao membro café com balbi, o famoso Thiago Augusto. Agora, deixa eu ir lá abrir aquela porta enquanto esse episódio sobe pros podcasts, falou. Até a próxima aí, que porra é essa que você tá fazendo?
Calma, cara.
