Live Action de Vampiro #0040 - podcast episode cover

Live Action de Vampiro #0040

Oct 03, 20241 hr 20 minSeason 2Ep. 40
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Episode description

Balbi troca uma ideia com o Boi, da Dungeon Geek, sobre LARPS de Vampiro e sobre o evento Cursed Nights, que ocorrerá dia 02.11.2024 em SP.

Links citados no episódio

Cursed no Catarse

Dungeon Geek no Instagram

Convention of Thorns

[Bicolline](https://bicolline.org/en/#:~:text=Have you always dreamed of being a viking,)

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Agradecimentos

Obrigado aos pessoal que apoiou com incentivo, incluindo:

  • Lucio Pimentel

Valeu demais ao pessoal do nível de apoio Comunidade, incluindo aí:

  • Pedro Henrique Isaac Silva
  • Rodrigo Giesta Figueiredo
  • Arthur Electo

Um salve especial pros assinantes nível RPG Dojo, dentre eles:

  • Mateus Colletto Vieira Silva
  • Leonardo dos Santos Ferreira
  • Pedro Borges
  • Rafael de Lima
  • Vinicius Caldas

Um abraço aos membros do Treinamento Oilf:

  • Abilio Jr
  • Cesar Machado
  • Daniel aidar
  • Diego Sestito
  • Douglas Baiense
  • Leo Gasparotto
  • Matheus Piqueira
  • Rafael Bardal
  • Bruno Cobbi
  • João Burlamaqui
  • Gui Providello

Imenso agradecimento aos membros do Cafe com Balbi

  • Thiago augusto

Transcript

Eu, empresário, produtor musical podre de rico, extremamente popular e fascinante. Caminhava sob o olhar e reverência dos que me odiavam. Ao meu lado, um motoqueiro selvagem, de espírito livre, que adorava uma boa briga e se sentia confortável ao meu lado, voando abaixo do radar, com alguém ao seu lado, chamando toda atenção para si. Ligado em nossa retaguarda, um terceiro olhado, oculto, mas com olhos de falcão e uma mente brilhante.

Estávamos em uma festa, um luau na praia, reunindo a nata da sociedade da qual fazíamos parte e umas outras pessoas à margem de nós, mas que nos acompanhavam porque tinham algo em comum com a gente. com certo gosto de sangue, ainda que com objetivos

completamente opostos. Éramos vampiros com uma missão, proteger o príncipe vampírico que reunia, em sua praia particular, na madrugada, três dúzias de cainitas para averiguar o paradeiro de uma relíquia partida em três e que podia dar fim ao seu poder ser reunida. Outros ali queriam tomar para si tal tarefa e garantir a queda. Mas nosso trio ali tinha uma missão. Proteger o príncipe. A gente era guarda-costas dele. Pena que a gente não tava entendendo porra nenhuma do que

tava rolando. Três cariocas perdidos em uma live de vampiro no Espírito Santo nos anos noventa. Uh, mas não, ninguém saiu machucado. Hoje o tema do Café com Dungeon vai ser live action de vampiro e como isso pode ser uma experiência positiva e inesquecível. Bem diferente das nossas aventuras em Guarapari. Oi, quer café? Bom dia, amigos do Café com Dungeon. Estamos aqui para mais um episódio do seu podcast matinal

favorito, trazendo muito RPG. Se você é vampiro, esconda-se dentro do seu caixão porque o sol raia lá fora. Meu nome é Rafael Balbi e hoje o meu café tem gosto de ferro, porque alguém pingou, pingou, vipê. nele para tentar criar comigo um laço de sangue. E, bom, não tem jeito, porque eu vou ter que beber. Trata-se do café Ovelha Negra, e ele é delicioso. Amanhecer na quinta-feira bebendo um café especial Ovelha Negra e ouvindo Café com Dungeon

é um privilégio. que os nossos ouvintes têm acesso facilitado. Então, se você quiser acordar que nem eu, bebendo um café delicioso desse, você pode ir lá e a partir de vinte reais lá no site ovelha.café, você pode comprar um café especial aí, torra média, e usar ainda o desconto de ouvinte do Café com Dungeon, que é o cupom CCD, tudo minúsculo.

Se você for assinante do Café com Dungeon, você ainda tem descontos progressivos de acordo com o seu nível de apoio e concorre a sorteios do Café Ovelha Negra e também de material de RPG dos nossos parceiros. Então, caso você ainda não seja um assinante do Café com Dungeon, pode ir lá no apoia.se barra Café com Dungeon. A gente conta com teu apoio, inclusive pra voltar a ter cinco

episódios na semana. E Fica ligado, porque você se tornando assinante, você tem acesso ao nosso grupo de Telegram, que troca ideia muito, muito, muito sobre RPG. Bem movimentado mesmo. E além disso, você ainda recebe conteúdo extra, participa de grupo de estudo. É bem legal. Mas, bom, vamos para o episódio. Antes, eu queria só dar uma passada na enquete do último episódio. O último episódio foi sobre

design gráfico e RPG. E eu fiz a pergunta, você costuma estabelecer paralelos entre a sua profissão e o RPG? E foi até apertado, eu achei que a galera fizesse mais isso. Sessenta e um vírgula nove por cento das pessoas disseram que sim, que traçam esses paralelos, mas teve um número grande aí que disse que não, né? Interessante, eu fico pensando como é que é ser RPGista e não ficar pensando em RPG em tudo

que você faz. Bom, respondendo aqui a galera que participou com comentários lá no Spotify, no nosso espacinho lá para comentários nos episódios, o Rafael Bardal falou, ótima ideia chamar o Gui Silveira para conversar sobre ilusionismo, conheci ele quando se apresentou no Fool Us, aliando mágica e tecnologia. Não vai faltar assunto com ele. Inclusive, quando você falou em Gestalt Percepção, lembrei de um livro escrito por um casal de neurocientistas que estudaram

mágica para escrevê-lo. Eles explicam justamente sobre como a nossa mente completa as lacunas e deixa ser enganada. Chama-se Truques da Mente e pode ser um ponto de partida para uma pauta com o Gui. Pô, bem maneiro, Bardal. Eu vou dar uma olhada nisso, nesse livro, e vou construir essa pauta pra tentar mandar pro Gui pra ver se ele tem um tempinho pra trocar essa ideia com a gente, mas seria uma

honra. E o Matheus Tiamat, do The Doze Cash, recomendo a todos ouvirem, ele falou É difícil duplicar conceitos do design gráfico pra leigos, ainda mais sem invadir a semiótica. Fez isso muito bem. Episódio bom demais pra pensar no link entre áreas e RPG.

Da importância de a hegemonia visual comunicar bem, nos últimos anos tem se tentado adaptar a composição de vídeos, reorganizando elementos para o formato vertical, já que cinema, TV e tudo antes do smartphone e o padrão da visão humana é horizontal salvo a área editorial, uma revolução causando desconforto como a Forge. É, cara, interessante, interessante. Na verdade, assim, eu acho que todas essas mudanças de mídia e de interface, né, elas pedem certas readaptações, mas é

notável como a gente... Tem inicialmente certo desconforto, mas como a gente se adapta, né? Então eu lembro muito bem quando a gente começou a ver os formatos verticais aparecendo na internet para vídeo, a gente se sentiu muito incômodo, né? Mas hoje em dia a gente tem aplicativos aí como o TikTok e outros que... São muito verticais, tem muita ênfase vertical no conteúdo. Quando eu passo muito tempo vendo e eu volto pro YouTube, eu fico com aquela sensação estranha no horizontal.

Curioso, né? A gente tem essa adaptação e principalmente essa conformação. Como você falou, é sensorial, cognitiva. Então, acho que é um tema que é muito relevante para RPG. E acho que quem quer se aprofundar, de repente, em alguma coisa, trabalhar nesse nível cognitivo, nesses fenômenos cognitivos, tem muito pano para manga. Então, reforça aí o tema do episódio, o design gráfico e RPG. Valeuzaço pela participação, Tiamat.

Vamos para o episódio. Quando a hora é certa, é dado o último gole na cerveja cerimonial conhecida como Biergotten. Densa como a noite, misteriosa como uma tumba, é degustada para os bons presságios na exploração da região que leva o mesmo nome. Beercot, que guarda os rasgos dos titãs, seres primordiais anteriores aos próprios deuses, por eles sepultados com seus tesouros, segredos arcanos e

metafísicos. Gearbotten é uma campanha de hackscroll aberta e gratuita de RPG old school no estilo oil fantasy, com sessões episódicas em um mundo permanente, com centenas de jogadores e quatro destemidos mestres, Balby Cobb, João Burlamac e Márcio Loureiro. Além dos ermos repletos de monstros e tesouros, a comunidade explora um estilo de jogo forjado a partir das reflexões dos mil episódios, a primeira temporada do Café com Dungeon, e outros experimentos

como Ouro e Glória, D&D Moleque e outros. Descubra o paradeiro do mago que ficou louco ao ouvir os impropérios de uma cabeça falante espetada na ponta de uma lança. Entenda como derrotar a salamandra de fogo que toma conta da chapada dos queimados em seu covil, cheio de rubis do tamanho de um crânio humano. Enfrente os bandidos da unha de navalha, especialistas em geometria sagrada, que apavoram a vila da frasqueta e escoam os

seus tesouros. do jazigo do Titã Caverna, aprisionado pelo deus Tetris em sua intrincada estrutura de cordas, nós e tendões que sustentam o Monte Kip.

Tomar Dabir Goten e sair alucinado pelos ermos parece arriscado, Mas a cerveja abre um canal direto com os titãs, que com seus poderes primordiais podem imbuir os aventureiros de asas, de vigor incansável, no dialeto das plantas ou mesmo com a força perpétua de um rio, na esperança de serem libertados pelos bravos e inconsequentes caçadores de ouro. Ganhem XP com ouro resgatado, mas também com descobertas nos ermos e com rumores compartilhados com os demais

aventureiros. E aí, topa o desafio? Monta o seu grupo e procure um dos mestres em nosso grupo de Telegram que a gente tenta atender os seus horários. Se você não tiver grupo, você pode sempre chegar e conhecer outros aventureiros precisando de companheiros para uma incursão. Então, segue o link aí na descrição do episódio e vamos explorar Piergote! Eu sou vampiro, eu tenho duzentos e trinta anos.

Então pra gente falar de vampiros de verdade andando por aí em castelos e mansões, eu trouxe hoje o boi, grande boi da Dungeon Geek. E aí, fala boizinho, bem-vindo. E aí, seu balbe. Vamos aqui de volta, né? De volta não, né? Acho que é a nossa casa com café, né? É, totalmente.

Pra quem não sabe, o Boi, na primeira temporada, quem ficou debaixo de uma pedra durante todos esses anos e não ficou sabendo da primeira temporada de Café com Dungeon, na primeira temporada a gente tinha o Café com Cursed, né? Que era uma coluna de Vampire e de World of Darkness do Boi, da Dome, né, cara? Tô com saudades dessa coluna, seu Baldi. Vamos reabilizar. Galera, olha só. Isso é uma intimação a vocês. Apoiem o Café com Dungeon pra gente poder voltar com as

colunas, viu? Por favor, gente. Era um... Cara, foi um momento muito legal de produção de conteúdo. Eu acho que... Fazer as coisas no café tem uma... uma responsabilidade, né? Mas assim, não é que é uma responsabilidade ruim, né? Isso que eu tô falando. Mas é como se você assumiu um compromisso do time, saca? E era... E era algo que fazia parte das nossas semanas, né? Tanto a minha quanto a da Domi. Então a gente encaixava isso na nossa vida. Então...

Era um momento muito bacana. Muito bacana mesmo. Espero que a gente volte. Vamos voltar. Está nos planos a gente voltar. E principalmente porque o conteúdo que vocês trazem de World of Darkness é realmente insuperável. Manjam muito.

E fazem diferença aqui no Café porque a minha experiência é bem limitada em relação a Vampire. Inclusive, por isso... a gente vai conversar sobre live, live action, LARP, de vampiro, que é, assim, pra quem não tá ligado nessa diferença do LARP pro RPG, LARP é live action, role playing, e por mais que sejam coisas muito próximas, a gente tem até algumas diferenças conceituais, algumas diferenças de como acontece a coisa toda, que dão até em dois braços que são, a gente pode dizer que são

irmãos, mas que têm muitas diferenças entre si. Então, se a gente pegar, por exemplo, o estudo de game design, você vai ver que ele é avançadíssimo no ramo dos LARPs, lá nos países nórdicos, na Suécia. enfim, na Noruega, você vai ver que tem gente estudando isso lá com profundidade e que RPG vem um pouco no vácuo desses estudos, mas o foco deles é muito mais em LARP. Já em outros lugares a gente tem um pouco mais de RPG aparecendo, então começa a ter diferenças.

E aí eu queria perguntar para você, Boi, na tua experiência e sobre a tua ótica, o que é LARP e como se diferencia de RPG? Cara, eu sei que tem muita gente que nem vai concordar comigo nesse ponto, mas eu acredito que o LARP é uma experiência que vai unir teatro... Até teve um rapaz que falou comigo outro dia, ele falou que... Rapaz, só que louco, é o Ramon do PNP, o rapaz.

Ele falou, tanto ele quanto o Márcio, eles falaram pra mim que podia ser ligado com aqueles teatros experimentais, saca? Então, eu... eu não faço muita distinção, a não ser em certos pontos como o posicionamento da câmera, aquela coisa que eu falo para as pessoas que no RPG de mesa você imagina o que o seu personagem está fazendo, no LARP você está fazendo, é você que faz a ação, e isso é a diferença completa da parada, só que... Você fisicamente, você encarna o personagem.

Você abrindo a porta, né? É você abrindo a porta, é você abrindo a gaveta, é você falando com outra pessoa, né? A outra pessoa tá caracterizada. Querendo ou não querendo, você tá imerso ali, né? Eu acho que o LARP, ele é uma modalidade diferente do RPG de mesa. Mas ele não deixa de ser uma modalidade RPG, né? É um role-playing game, né? Exatamente, não deixa de ser. Tem regra, tem RP, tem ficha, né? Claro que deve existir lá porque não tem ficha, né?

Porque a gente não conhece tudo. Enfim, é uma modalidade diferente de jogar RPG. E eu sei que no Brasil essa modalidade acabou virando meio que um nicho do nicho e até um lance meio cult, né? Porque acho que hoje poucas pessoas sabem o que é um LARP. Eu Pelo menos é a sensação que eu tenho falando com a comunidade, que a gente teve que explicar muito o que era um LARP, como é que funciona. E no nosso projeto, a gente atraiu uma galera de fora do hobby. Sabe?

Que nunca jogou LARP, saca? Isso é interessante, cara. Esse perfil de quem procura o LARP com vocês é de RPGista, basicamente, e essas pessoas que vocês furaram a bolha, que você falou, quem são essas pessoas? É gente de teatro? É gente que cai de paraquedas e não tem um perfil de jogos? Como é que é? Como é que são essas pessoas? Cara, essas pessoas, elas são as pessoas que estão na nossa

comunidade, tá? isso eu acho que a maior parte delas elas já estão na nossa comunidade e elas acabam confiando na gente e aceitando uma nova proposta Na nossa comunidade você diz da Dungeon Geek. Da Dungeon Geek, exatamente. É óbvio que nessa edição, que é a quinta edição desses LARPs mais produzidos que a gente tá fazendo, buscando local foda, comida foda, um monte de coisa tipo top, essa é a quinta edição. E essa é a primeira edição que nós estamos furando a nossa

própria bolha. Mas, essencialmente, nós estamos vendendo nossos ingressos para jogadores de RPG que não sabiam o que era um LARP. Galera que joga Vampiro, galera que joga P&D, galera que joga RPG de mesa e ficou super interessado em saber um pouco mais sobre o que é o LARP. Porque eu acho que tem dois argumentos aí que a gente usou bastante. Um é falar que tá próximo do teatro, que já é uma coisa mais familiar com as pessoas.

A gente fala que também pode parecer tipo um escape room com aditivos. Porque... Com aditivos alguém pode interpretar errado, cara. Não necessariamente drogas, viu, gente? Exato. É com DLCs, pronto. Boa. Com expansões. Então você não fica só numa sala, você pode sair da sala,

entrar de uma casa, enfim. Então a gente acaba trazendo essas analogias com coisas mais fáceis de digerir pra galera entender para aceitar, porque a partir do momento que a pessoa aceita, que talvez seja legal, aí fica muito mais fácil dela se encantar com o projeto e tudo mais. É, sem dúvida. Cara, a gente tem episódios na primeira temporada do Café com Dungeon falando de LARP.

Então, eu vou deixar no descritivo do episódio, alguns desses episódios Que eu acho que são episódios interessantes que a gente trabalha isso. Nessa temporada teve o RPG LARP Educação, mas a gente não falou exatamente sobre LARP, né? Mas na primeira temporada teve alguns episódios, por exemplo, o

episódio um nove sete, né? A gente teve o episódio sete meia um, que são os dois principais aqui, e que trouxeram aí o Leandro Godoy, Luiz Falcão, o Raka, que são pessoas que estão bem acostumadas com LARP, não necessariamente... de vampiro ou de coisas relacionadas ao que a gente tem de clássico, de RPG, mas que são também do meio do RPG e trabalham isso. Mas é muito interessante, chamo vocês a conhecerem melhor nesses episódios. Mas caindo aqui, Boi, no vampiro, qual o histórico do

vampiro com o LARP? Porque a gente sabe, o vampiro é como se fosse uma segunda geração, grosso modo falando de RPGs, que já vem com esse intuito de contar a história muito declaradamente, de viver uma experiência, de ter uma teatralidade maior. E ele já vem, talvez, em sua gênese com uma pretensão de live action. Como é a história do LARP com o vampiro? O Vampiro a Máscara, desde a primeira edição, estava escrito

no livro esse modelo. Tinha um parágrafo pequeno, um ou dois parágrafos, eu teria que abrir o livro aqui para ver, mas não é muito relevante. Mas o livro inteiro tinha um parágrafo falando sobre o que seria esse tal desse live action roleplay. E foi isso. E eu lembro que os primeiros LARPs de vampiro não tinham regras de LARP. As pessoas, elas usavam o livro básico e meio que adaptavam o que elas conseguiam. Aliás, como muita coisa, como muito da história do RPG no

Brasil foi assim, né? A gente, sei lá, pega o que dá, faz do jeito que a gente pode e tenta fazer o melhor. Eu acho que todo mundo que é mais antigo no RPG tem alguma história parecida com isso, né? Então, no Brasil... Eu acho que ele vai surgir, o LARP de vampiro, né? Essa ligação, tá? Eu vou falar uma coisa bem clara aqui. Eu não sou e eu nem quero ser um

grande especialista em LARP, tá? Essas pessoas, galera aí que o Leandro Godoy, o Falcão, esse pessoal que estuda, o LARP de uma forma muito mais profunda, eles são muito mais especialistas do que eu, tá? Eu sou um apaixonado pela parada, faço o LARP há muitos anos, eu acho que, deixa eu fazer a conta aqui, o primeiro LARP que eu fiz, não que eu participei, que eu fiz organizando a coisa, foi em noventa e sete. Caraca.

Eu gosto muito do LARP em si. Então, se eu estiver errado com relação a datas, me perdoem, beleza? Mas no que eu conheço, o LARP de vampiro foi o primeiro no Brasil. Posso estar muito errado. Posso estar muito errado, por favor, me corrijam. A vida é um eterno aprendizado. E aí, essa ligação, eu acho que tendo um livro oficial, existe esse tipo de modelo, eu acho que é um negócio muito legal, porque incentivou as pessoas a fazerem

isso, né? E essa galera inicial começou a fazer esses lives de vampiro, tanto que a gente chamava de live. Era muito doido, porque no livro do vampiro, não tava falando LARP, Estava falando live action. Então a gente amava de live. É, eu lembro. Era o suficiente falar isso. Exatamente. Inclusive tem um episódio do Café com Dungeon, da primeira temporada também, o meio, um set, que fala do Rio by Night. Exatamente.

Que é uma outra galera lá do Rio que trabalhava com um live imenso de vampiro também, que era o Alexandre Campos, o Daniel Braga. São pessoas que a gente jogou junto, né? Uhum. tanto São Paulo by Night quanto Rio by Night. E aí essa galerinha começou a se organizar, começou a se organizar, começou a se organizar, começou a se juntar em listas de e-mail. Saca? E aí... Depois de um tempo se filiaram as organizações, os fã clubes que tinham lá fora, que tinha o WBN e o Camarilla, né?

Então, desde o começo, a White Wolf incentivou a criação e o jogo do LARP, né? Então, eu acho que já nasceu, tipo, intrínseco ali com o jogo, né? Tipo, ah, você tem o RPG de mesa de vampiro, mas você também tem o LARP. Faça um LARP, saca? E cara, eu tive uma experiência de jogar LARP, compartilhar com a galera aqui, falei um pouco na introdução disso, mas fui em Guarapari, inclusive Espírito Santo não tem uma fama muito boa com LARP de vampiro, mas eu atesto aqui para todos os fins

que eu não matei ninguém. E ninguém morreu, ninguém foi machucado no LARP, foi pacífico e tudo mais, apesar de a gente ter jogado um LARP quando era moleque em Guarapari. E foi muito divertido, mas ao mesmo tempo eu não entendi nada, foi só divertido, assim, porque eu não via que tinha algumas coisas acontecendo e tal, mas eu me sentia só uma testemunha daquilo ali que tava andando, socializando como numa festa, né. Como que é esse lado social do

LARP? Existe gente que tá ali pra jogar uma coisa que tá acontecendo, existe uma narrativa envolvendo, mas tem outras pessoas que vão pelo social ali e ficam em volta. Necessariamente você precisa participar com alguém engajado numa trama ou existem papéis mais periféricos? Como é que funciona essa organização da história, da narrativa e da experiência amarrada em torno desse tema do vampiro, a máscara e sua

sociedade vampírica? Olha, eu acho que quando a gente fala de vampiro, a gente não pode escapar do social, né? Porque vampiro nada mais é do que um predador social. Então, os lives de vampiro acabam girando em torno de uma reunião, um encontro entre dignatários da sociedade kainita. Então, o próprio jogo, o próprio RPG de mesa de vampiro, ele tem toda uma estrutura social toda ali, já oficial para você utilizar. E aí isso acaba sendo um reflexo do próprio jogo que a gente

utiliza no LARP. Você tem que seguir aquilo. Por mais que você mude, por mais que você mude, você crie suas coisas, interações sociais diferentes, não tem muito como escapar. Agora, o problema é que em algumas organizações de lives, acaba que as pessoas que têm uma ficha melhor são aquelas que são meio que as líderes daqueles grupos sociais, né? E isso pra mim é péssimo, porque vira um ciclo vicioso, uma bola de neve em torno do jogo.

Então, o meu apontamento aqui não é nem dentro do jogo, é mais fora, né? Existem pessoas ou tem gente do By Night... que se chamava pelo nome do personagem e é isso todo mundo puxava o saco de que era príncipe era um troço né doido e isso vem muito desse dessa dessa esse sangramento social né então você tem um grupo de pessoas Esse grupo de pessoas está inserido dentro de um jogo que tem como premissa a disputa

social entre vampiros. Só que o metajogo do live action de vampiro faz com que essas intrigas políticas e sociais vazem para a vida pessoal dos jogadores. Eu vi inúmeras vezes isso acontecer. Entendeu? De gente que perdeu o personagem e simplesmente brigou com todo mundo, né? Gente que matou o... Gente que mata a pessoa só pra subir, né? Mas dentro daquela... Dentro do off, sabe? Além mesmo do jogo, a pessoa quer se destacar naquele grupo. O live action de Vampiro é uma

coisa muito doida. Foi, né? Foi. Foi muito doido. E tanto que o que eu quis fazer, o modelo do Cursed, ele é completamente diferente. Porque o grande lance, como é que você chega nesse vício entre os personagens? esse sangramento nocivo, né? Exato, como é que você tira

isso? O problema é que as campanhas tanto de By Night quanto essas outras organizações de live action, elas não terminam nunca você fica há trinta anos com o mesmo personagem é quando você passa cinco anos seu personagem tem tanto XP que ele vira tipo um alfa ali naquele grupo social no Cursed a gente troca de era Então, é um ano numa era, outro ano em outra, outro ano a gente volta pra não sei aonde.

Então, a gente já fez LARP em Roma, agora vai ser na Idade Média, a gente já fez os tempos atuais, a próxima temporada vai ser na Vitoriana, porque eu nunca vou deixar que isso vire um by night da vida, entendeu? Aham. Eu quero que as pessoas joguem. Entendi. E aí você acaba criando esse sangramento de uma forma mais controlada dentro de um universo mais limitado ali no ambiente, né? Ah, interessante. E tem outra coisa também. Tem outro ponto.

O nosso jogador, ele vem da nossa comunidade, né? Mesmo as pessoas que vêm de fora, elas são inseridas nessa comunidade. Você que conhece a comunidade da Dungeon Geek sabe que nós somos uma comunidade super aberta. Todo mundo cuida um do outro. É uma coisa muito de comunidade. Quando uma pessoa de fora chega, ela entende que faz parte desse grupo e ela acaba seguindo os preceitos desse grupo, que é a amizade, aquelas coisas todas. Eu não estou querendo me engabar

aqui. Se você tem alguma dúvida, venha jogar com a gente. Você vai ver na hora o que está acontecendo. E o que que acontece? Com isso, o nosso jogador de LARP, ele não aprendeu a jogar live action dentro de um ambiente viciado. Entendeu? Ele não tá ali pra ferrar o amiguinho. Ele tá ali pra jogar RPG. Então até o clima... do live do Cursed é diferente.

Pô, bem maneiro, cara. E me diz uma coisa, vocês montam então, vocês fazem um recorte histórico, vocês fazem um recorte ali de um pedaço, a gente pode dizer, de um acontecimento específico, né? Então, como é que vocês constroem isso? Vocês partem de um evento específico que vai acontecer aqui e aí começam a amarrar os roles, começam a amarrar os papéis em torno disso. Como é que vocês constroem esse recorte e como é que ele ocorre de fato na prática? O que acontece é o seguinte, nós

temos uma campanha viva gratuita. que ocorre todo mês. Isso um mês, RPG de mesa normal. Isso, RPG de mesa normal. Além disso, nós temos as nossas mesas que são transmitidas online. Tá? A história, digamos assim, todo o metaplot, você pode encontrar ou jogando nessas campanhas, essa campanha viva, que acontece mensalmente, ou acompanhando as nossas streams. Beleza? Ali a gente começa a montar a história mais grossa, assim. Então, mais pesada. Então, é ali que acontece tal coisa.

Vai pra tal continente, vai pra tal não sei o quê. Apresenta o metaplot e tudo mais. Em determinado momento, a gente seta. A gente fala assim, ó. O LARP vai ser tal acontecimento. dentro disso tudo. Então, os nossos jogadores mais os hard users da parada, eles estão acompanhando tudo. Maratonando os streams, jogando a campanha presencial, a campanha viva, jogando a nossa campanha paga, porque tem gente que não quer jogar só uma vez por mês. A pessoa quer jogar duas, três.

Então, a gente tem um sistema de mesas comissionadas para que a pessoa possa também jogar mais, jogar mais, jogar mais. Então, é meio que natural que a gente vá construindo uma espécie de acontecimento que tenha a cara de LARP. Entendeu? E o que é esse acontecimento que tem cara de larpe? Quando você sente ali que você está pescando e sente a isca morder, você fala, opa, deu peixe. Vou dar um exemplo aqui do que está acontecendo atualmente. Beleza?

A nossa campanha-viva foi para a Idade Média. O período que a gente está é de mil cento e oitenta e cinco e é o período entre a segunda e a terceira cruzada. Nas nossas streams e na nossa campanha-viva O que está acontecendo é que um personagem muito forte da Inglaterra está contra um personagem muito forte de Jerusalém. Esses dois cainitas poderosos vão se enfrentar a uma guerra que vai arrastar o mundo todo. A gente escolheu a Península Ibérica para ser o foco da campanha viva.

Por quê? Porque era uma região que a gente ainda não tinha mexido e é uma região muito cosmopolita, né? Tem vários povos ali na Península Ibérica e tudo mais. Então a gente construiu o cenário ali. Beleza? E como que eu construí esse cenário? A rainha daquela região, que é a Rainha Aurora, que vai ser o foco do LARP, ela não tomou a decisão de que lado que ela vai.

Entendeu? Então o jogo foi rolando, o jogo foi rolando, e ela foi criando, né, pegando informação aqui, pegando informação ali, porque ela também é player, tá? E a gente fez uma... Quem vai jogar com ela é a Nerissa, né? E a gente fez uma mesa presencial gravada, que inclusive tá indo no canal dela, tá indo transmitindo no canal dela e tudo mais. E aí... Qual que é o LARP? Como ela não tomou a decisão, o LARP vai ser a tomada de decisão dela. De que lado que ela vai ficar?

Sacou? Então você tem aí protagonistas desse LARP, né? Isso são pessoas que entraram na campanha, que jogaram, ou são pessoas que vocês estão, de alguma forma, chamando como convidados especiais? Como é que funciona essa dinâmica de construção desse momento? Cara, é assim, na minha opinião, e isso quem está jogando vê, o cenário do Cursed existe ali de forma até mesmo estática e esperando a ação dos players. Por quê? Porque o cenário só muda com a

ação de jogador. Isso é uma coisa que eu sempre fiz questão de fazer, porque eu nunca vi isso no By Night, entendeu? Eu nunca vi isso em lives que eu joguei. A gente sempre tem aquela mão do NPC, aquela mão do mestre, mudando as coisas, né? Então, é... eu faço questão de todas as atitudes, as grandes atitudes para mudar o jogo tenham sido feitas pela mão do jogador. Então, basicamente, a construção da história do Cursed é em cima das ações dos jogadores.

Vou dar um exemplo bem raso. Imagina que em algum momento eu estou menstruando na Segunda Guerra Mundial, Cursed. Aí, um jogador, um vampiro, se depara com o Adolf Hitler e mata o cara. Ele matou, acabou. Você não tem nenhum compromisso nesse caso com a história que aconteceu de fato, porque você está construindo um novo espaço ali, né? Exatamente. Por quê? Porque isso aqui é uma ficção,

não é uma história. vou dar um exemplo básico aqui outro exemplo aqui a gente tem uma campanha grande chamada Rainha de Jerusalém a Rainha de Jerusalém é uma personagem da Dome ela jogou ela era mortal, foi abraçada quis tomar o reinado de Jerusalém se tornou a Rainha de Jerusalém tudo a ação dela e o que acontece, na história do mundo o Saladino que não é o Rogério Saladino, ele beija o Saladino, ele invade Jerusalém, ele toma Jerusalém. Só que aí, a Domi, né, trinta

anos de RPG, o que ela fez? Ela fez um acordo com o Saladino. E meio que a cidade ficou no controle dos dois. Então, assim, ela mudou a história, saca? É isso que eu quero. Eu quero que as pessoas consigam mudar a história e saibam que elas podem mudar a história, entendeu?

Pô, bem maneiro, cara. Isso eu acho incrível porque dá, de fato, impacto à ação dos jogadores e você acaba, de um jeito ou de outro, levando para esse grande evento a soma das ações de todo mundo que participou da campanha do RPG de mesa, o que é muito interessante fazer essa ponte. Mais de mil episódios na primeira temporada. Um podcast premiado por suas reflexões sobre o jogo, entrevistas e convidados. Em uma nova temporada com muito

a oferecer à comunidade do RPG. Aventureiros numa busca por mais episódios na semana te convidam a fazer parte do grupo de Telegram, participar de sorteios e enriquecer seu jogo. Esquente a água, moa os grãos e pegue os dados. apoia.se barra café com dungeon Contamos com você. Eu sou vampiro, eu tenho duzentos e trinta anos. Voltando um pouco pro vampiro em si, né? Você falou aí dessa coisa do... O vampiro tem essa coisa de misturar com eventos da história, né?

E tem todo esse lore do vampiro que é quase uma... um acetato que você coloca sobre a história do mundo, que são as maquinações vampíricas ali. Dentro disso, como é que você enxerga a evolução do vampiro a partir de LARPs, e aí estou falando aqui no caso do vampiro como o RPG vampiro mesmo, e como você vem trabalhando isso, essa sobreposição e essa evolução do lore do World of Darkness, que você tanto trabalhou aqui no Café com o Dungeon, Dentro do Cursed Night, como é que é essa

coisa? Quem é manjado de lore, como é que pode esperar que isso está sendo tratado no Cursed Night? Em primeiro lugar, eu falo que eu sou a pessoa que mais ama e mais odeia o mundo das trevas, né? Porque tudo que eu não gosto, eu mudo. Então, existem coisas que elas são bem diferentes. Então, sei lá, o Khan Ravnus, né? O Adolfo sempre fez merda. Eu fiz uma história completamente diferente, saca? O Khan Samhita.

O Khan Samhita, se você pensar bem, é um grupo de árabes malucos que são tipo uns terroristas, cara, no jogo. Você entendeu? Só que ao invés de fazer, tipo, atentado, os caras vão e bebem o sangue dos outros. Entendeu? Agora, no lore oficial, me tira essa dúvida, no lore oficial de Vampiro, né, essa coisa que foi publicada e tudo, mas a gente tinha, não sei se eu tô inventando minha memória, mas a gente tinha alguns módulos feitos pra live, não tinha? Tinha, tinha, tinha, tinha sim.

E isso de alguma forma criava a canon? Cara, na verdade, eles eram a mesma história, entendeu? Se eu tô entendendo o que você tá perguntando. É, o que eu tô perguntando é tipo assim, é porque a gente sabe que o Lorde Vampiro é uma coisa que por mais que as pessoas falem, ah, isso é cano, isso não é, sempre teve debate, né? Se você pegar três pessoas ali... Mas isso é proposital, né? Isso é proposital, porque... Cada um tem sua versão.

É, quando você lê What You Owe, você tem que entender que cada livro você tá lendo a visão de alguém diferente. E aí, você, como leitor, precisa entender qual caminho você vai seguir. É isso. Só que existem coisas oficiais, de todos os lados, que pra mim elas ficaram muito feias. O Klan Samhita, o Klan Ravel, os caras da África. O livro da África é horrível. Tanto que eu reescrevi. E problemático, né? E problemático, entendeu? E problemático.

Então, assim, tudo que eu não concordo, eu reescrevo. Eu reescrevo do meu jeito. Então, o que acontece? Existem coisas do canônico que eu não uso. Então, pode gerar uma certa estranheza, mas até o momento, a galera que conhece o World of Darkness e que entrou em contato com essas mudanças, gostou bastante. Ficou com o lance, eu não estou mudando à toa. Primeiro eu li o real, para poder mudar. entendeu?

Então tem coisas que de fato estão ali, mas que você deu o seu toque, você misturou, mexeu e deu uma... a visão cursed do Lord Vampire, né? Exatamente. Exatamente. Construído com a minha experiência e também dentro do jogo. Sabe? Porque uma coisa que é claro pra mim, no conteúdo feito pela WatchWolf, é que A pesquisa deles é muito ruim. Saca? Pô, se você joga o Cage Across Amazônia, que é um clássico do

Brasil, né? o você vai para o Rio de Janeiro primeiro não e a Amazônia não é perto do Rio de Janeiro eles ignoraram Manaus sabe tipo de coisa então assim eles estão falando de uma coisa que eles não conhecem e exato e a pesquisa é muito mal feita então fica o negócio meio bizonho fica negócio que você pode Eu tenho que mudar isso. E eu não tenho medo de mudar. Eu não tenho problema de mudar. O Cursed, ele é sim uma... Como é que fala quando você muda as coisas? É um remake?

Um remake. É um remake do Mundo das Trevas. Eu não tenho o menor problema de falar isso, entendeu? É, eu acho interessante até porque, no fim das contas, né, tudo é RPG quando a gente fala, sei lá, a gente vai jogar uma campanha de D&D em Forgotten Realms e a gente vai jogar Fire Room. Obviamente Fire Room que a gente tá fazendo é Fire Room da nossa mesa, né? Então nada mais natural que World of Tarkins que vocês jogam é um World of Tarkins construído na campanha que vocês trabalham.

Exatamente. Agora uma pergunta, cara. Nesse histórico todo que o Vampiro tem com LARPs, vocês são influenciados, vocês têm referências de outros LARPs, de lá fora, que vocês falam, cara, isso aqui é a nossa referência máxima, ou são experiências interessantes que vocês conseguiriam apontar pra galera poder se informar a respeito desse histórico de LARPs de Vampiro? Cara, é assim, nós temos diversos projetos que a gente

viu lá fora. Seu nosso sonho chegar um dia lá, você tem o Convention of Thorns, que é um LARP de vampiro que acontece num castelo na Polônia. Você tem LARPs que acontecem dentro de vilas medievais. Porque o nosso plano não é ficar só no LARP de vampiro. Nós queremos fazer... Eu quero que a Dungeon Geek se

torne uma produtora de eventos lúdicos para nerds. então tem um monte de evento bacana acontecendo lá fora eu gostaria de fazer isso é óbvio que a nossa realidade ela é completamente diferente mas a gente faz alguns anos que nós estamos estudando esses materiais lá de fora porque precisa ser um produto precisa ser uma experiência que você possa falar assim eu vou pagar por isso e vou receber em troca a gente fala muito, eu penso muito sobre isso, porque assim,

a maioria, a maior parte dos eventos que você vai no Brasil, você sai decepcionado. Eu acho que isso é uma máxima. É muito difícil você ir no evento e falar assim, nossa, puta evento foda, quero voltar. Não é assim. Vamos pegar até o nosso expoente, que é a CCXP. Pô, toda vez que eu vou, eu tenho vontade de nunca mais ir, sabe? Eu acho que não teve uma vez que a gente não foi na CCXP e no final a gente não virou e falou assim, acho que ano que vem eu não quero ir.

A gente vai porque tem todos os nossos amigos lá, a gente conhece muita gente e tudo mais, mas no final a experiência do evento não é boa. Sabe, então é criar um produto. Acho que a nossa grande missão aqui no grande desafio é criar um produto em que você também entregue para o usuário uma experiência legal. Sabe, não é difícil, entendeu? Você precisa só pensar no usuário e não querer, sei lá, ficar, ganhar rios de dinheiro no primeiro evento que você

fizer, entendeu? Eu acredito que posso estar super enganado, porque ninguém é dono da razão, mas eu digo que, cara, eu acho que dá pra fazer, entendeu? Eu acho que funciona, eu acho que é possível você fazer um evento, uma experiência inesquecível pras pessoas, saca? Baneiro. Cara, eu tô vendo aqui umas fotos do Convention of Thorns, assim, é uma coisa... É surreal, cara. É realmente surreal, assim.

Vou deixar o link pra galera aqui no dicotivo do episódio do Convention of Thorns, vou deixar. Tem algum outro que você recomende pra galera? Essa galera do Convention of Thorns, eles têm um canal, eles fazem vários tipos de LARP. Eu só não consigo reproduzir o nome porque eu não sei falar polonês. Mas é Dziobak, alguma coisa assim. Quer ver? Ah, é. Você escreve Dziobak com K. É o negócio. E aí tem outro chamado Bicoline. É Bicoline, Domi? Chama Bicoline. Que é legal também.

Só que esse tipo de D&D Que é um negócio que a gente quer fazer também. A gente quer fazer LARP de Cthulhu, cara. Caraca, de Cthulhu, muito animal. Eu vi esse Bicoline já, é realmente também bizarro. Entendeu? Nós não queremos ficar só no vampiro. É vampiro, é lobisomem, você entendeu? É isso. Só que pra isso acontecer, né, a gente precisa que o produto seja um produto.

As pessoas, às vezes, relacionadas com RPG aqui no Brasil, elas acham que o negócio tem que ser como se fosse, sei lá, uma caridade pro resto da vida, sabe? E não entendem que você precisa pagar as pessoas. É, é uma produção gigantesca, é um trabalho hercúleo, né? Exato. Organizar todas essas coisas

assim. Agora, cara, falando um pouco sobre esse lance de vocês organizarem todo esse larco e todas essas coisas, as pessoas precisam se caracterizar, essa caracterização... como é que é feita qualquer pessoa pode chegar, precisa ser uma pessoa que já manja mais de teatro ou não precisa ser alguém que manja de figurino existe gente de figurino que vocês indiquem como é que funciona essa coisa da pessoa falar, olha só, gostei vou entrar nessa vou me

caracterizar quem vai ser o personagem, como é que funciona isso aí Primeiro de tudo, não precisa conhecer nada. Nem RPG. Porque a gente ensina. A real é que quando a pessoa compra o ingresso, ela tem toda a nossa assessoria. O evento, ele não é um evento sem limite de pessoas. Nós temos um limite máximo. Esse limite máximo não vai ser extrapolado. Por quê? Porque eu quero que a experiência seja única para as pessoas.

Então na hora que você compra o ingresso, a gente entra em contato, você fala comigo, fala com a Domi, a gente atende você pelo WhatsApp, faz call, pra ambientar você no jogo, aprender as regras, tudo isso. Eu desenvolvi um PDF que tem toda a lore da região que vocês vão jogar e... As regras que nós desenvolvemos. São regras novas. Nós não usamos o Laws of the Night. Que é a regra clássica da coisa. É obrigatório sim. A caracterização do seu personagem.

Por um simples motivo. O LARP é uma experiência imersiva. Você precisa. Você e todas as pessoas participantes. Precisam se sentir. Dentro. do jogo, né? Imagina só, nós estamos na época medieval, né? Aí chega alguém que tá de bermuda e sei lá, camiseta do do corne, tá ligado? Ah! Não vai funcionar. Tem que ser caracterizado para não estragar o jogo da pessoa e o jogo dos amiguinhos.

Você entendeu? Agora, nós temos um serviço dentro do LARP que você pode escolher, que obviamente é um serviço adicional, não está incluso no valor de ingresso, aonde... Nós ajudamos você a fazer o seu figurino. Por quê? Isso foi uma coisa que nós implementamos algumas edições atrás. Porque nós temos pessoas... O nosso público-alvo é um público-alvo que não tem muito tempo. A pessoa está jogando uma vez por mês. É a diversão dela, é o momento dela. Então ela não tem muito tempo.

Isso é uma característica muito forte do nosso público-alvo, das pessoas que nós atingimos. Então nós tivemos diversos casos de pessoas que nem queriam se importar em procurar roupa. Então nós fizemos toda a indumentária das pessoas. Então esse é um serviço que nós também oferecemos. para quê? Pô, você não quer ter trabalho nenhum, só quer jogar? Beleza, é possível, tá? Porque é assim também lá fora,

né? Esses projetos maiores de LARP, eles têm vários serviços que eles oferecem, você entendeu? Por quê? Porque o custo é muito alto, né? Não faz sentido... Outro dia tava aquela confusão daquela thread sobre RPG de mesa pago, sabe? Parece que eu tô falando com pessoas que vivem na caverna, porque é um troço que acontece em outros países, né? Tem um monte de gente feliz jogando, e não deixa de ter

aquela mesa entre os amigos, né? Eu entrei nessa discussão, só fazer esse paralelo aqui, eu entrei nessa discussão quando eu vi o comentário assim, O mestre cobrar pela mesa é a mesma coisa que pirataria. Qual a lógica? A pessoa que fala um negócio desse, ela vive num delírio completo e absoluto. A pessoa não tem... perdeu a noção da realidade. Então o mestre precisa preparar tudo, ele precisa ter todo o trabalho, ele não pode oferecer um serviço, não pode, ele é proibido de fazer isso.

Por quê? Porque as pessoas acreditam que você não pode cobrar pelo RPG, saca? É um sacerdócio, né? É, sendo que você cobra pelo futebol, você cobra... Natação, acho que é um esporte que claramente nasceu de um entretenimento, né? A galerinha tava ali no lago, tava ali tranquila, de repente um filho da puta virou pro outro e falou assim, ah, vamos bater outra margem? Vamos ver quem chega primeiro? Vamos! E nisso virou a natação, que hoje é profissional, saca? E aí não pode.

Não pode, proibido. E as pessoas não entendem que isso faz bem para o próprio hobby. Saca? As pessoas não entendem isso. Então, voltando ao LARP. Voltando ao LARP. Os custos para você fazer tudo, eles são muito caros. O custo é muito alto. A gente alugou uma casa que é uma mansão histórica na Paulista. As pessoas vão poder descer no metrô, andar até o LARP. saco vendo as fotos aqui realmente a mansão rasbaia não é isso rasbaia rasbaia E realmente é um deslumbre, assim.

Entendeu? Tanto por fora quanto por dentro, né? É linda. A casa é cheia de vitral por dentro, cara. É maravilhosa. É lindo por fora e por dentro como você, Boi. Não, é bem teatro que é isso. Tanto por fora e por dentro. É, também é acabado, né? Também é acabado. Entendeu? A gente conseguiu parceria com um hostel do lado da mansão Azubaiá. A pessoa vai fazer mais barato as hospedagens pra quem vier do lar, cara. Tudo isso custa tempo e dinheiro.

Você entendeu? É necessário até porque muita gente fala, ah, mas eu vou lá, vou ver aquele bando de gente com cos pobre, e um monte de gente com isso, e um monte de gente com uma produção caindo, aí não tem imersão nenhuma, mas fazer uma coisa que tenha uma imersão e que tenha um requinte ali, na produção, realmente é caro, e a gente precisa poder viabilizar isso, né? Então, se você quer uma coisa de alto nível ali, como é o Convention of Thorns, como é o

Zobak, como é... Bicoline, você precisa ter investimento pra isso e pra chegar lá a gente precisa de fato começar com uma cultura de que isso é um investimento que se faz. Claro, com certeza. E parem de delirar achando que RPG não pode ser feito pra ganhar dinheiro. Porque isso é ruim pro próprio RPG, cara. Eu estou vendo aqui, inclusive,

fotos aqui. A gente tem Aurora, a rainha, que é o centro aqui desse evento que vai acontecer, que está aqui dotada de uma inteligência e beleza singular. A rainha Aurora comanda a corte vampírica do Gibraltar com um punho de ferro e perspicácia. Sua selvageria a levou longe e agora ela comemora sua vitória política em uma noite especial.

Aí tem aqui uma foto da Nerissa, caracterizada, né, uma coisa élfica, assim, de padrão de prata e tudo, né, e a Sofia Senescal aqui, a Letícia, Leticínios também, é... vinda da Espanha para a corte vampírica da rainha Aurora com uma aliança singular entre os Tzimis e os Salubri.

Sofia é uma santa viva que caminha entre os senhores da noite com a benevolência que só a fé na humanidade e no divino podem trazer a si. Então as duas estão muito bem caracterizadas, as fotos estão incríveis, o lugar é absurdo. Você vê que as duas estão investidas nas personagens, né? Sim. E, enfim, cara, é assim, só de olhar essas fotos, a foto do local também, e de você ver como é que a coisa tá sendo construída, você vê que, cara, já tem todo esse, essa construção em torno desse

evento, né, cara, desse momento. Nós montamos um projeto muito bacana. Ontem a gente conseguiu soltar finalmente a nota que a IGN Brasil patrocinou, está patrocinando, é patrocinadora oficial do LARP. Olha que maneiro. É um reconhecimento muito foda. Muito foda. Eu estou muito feliz. É uma honra, sabe, poder falar que uma empresa como a IGN olhou pro nosso projeto e falou assim, nossa, que legal, estou com vocês, né? E isso é muito bacana, sabe?

Isso é muito bacana mesmo. Todos já ouviram as lendas do

norte, mas ninguém sabe o certo que tem lá. maldições criaturas terríveis tesouros mágicos riquezas esquecidas é o que as histórias contam depois da grande muralha nas tavernas dizem que a companhia dos Biltres se instalou nos limites do mundo e está financiando aventureiros para explorar essa terra maldita já vai fazer um ano ao Malaquias que muitos partiram para o norte deixando o valetim e viajando sete dias por esses rios bom no arraial do céu eu também estou partindo Eu

cansei dessa vida de merda, meu amigo. Mas então, Malaquias, me fala. Você vai vir também ou vai passar o resto dessa tua vida patética batendo carteiras? Eu não sei você, mas eu quero morrer rico, meu amigo. Fala galera do Café, aqui é o Ícaro e eu queria fazer um convite pra vocês. Finisterra é uma mesa de Hexcrawl, que usa o Caves and Hex, inspirado no Bestie de oitenta e um, que todo mundo ama.

E é uma campanha que acontece no estilo mesa aberta, o que significa que qualquer um pode colar e jogar com a gente, são sessões episódicas. Quem pode jogar no dia, a gente monta um time e esse time sai pra explorar.

Então eu queria fazer esse convite pra vocês virem explorar esses irmãos malditos, descobrir os segredos de castelos abandonados, atravessar espelhos mágicos, encarar as brumas prateadas, tomar o chá da meia estrela e vir buscar esses tesouros que foram esquecidos pelo tempo em Finisterra. Essa mesa também, galera, usa o estilo de jogo Oil Fantasy, que quem é ouvinte do café tá ligado que eu sei. Então, espero vocês lá e valeu, Balbic! Eu sou vampiro, eu tenho duzentos e trinta anos.

Agora, vamos cair um pouquinho pra quem tem agora uma... quem tá em busca um pouco do aspecto jogo da coisa, né? Como é que são as regras? São regras mais enxutas? Como é que vocês regulam isso? Existem mestres, narradores no

meio? Ou são... momentos específicos ou se eu tô lá de sei lá, tô de brurrar resolvo sair na mão com um Nosferatu que tava no canto escondido e aí vai ter alguém lá e vai falar opa, peraí, vamos sair na mão vamos regular aqui como é que são as regras relativas a isso como é que funciona o jogo em si desse LARP tá, vamos lá existem várias

regras de LARP Beleza? E as regras que eu mais conhecia eram as regras do mês da noite, que são as regras, o conjunto de regras clássicas do live de vampiro, do LARP de vampiro, que são derivadas do próprio Storyteller. Essas regras, elas são, na minha opinião, muito... elas travam o jogo. Porque elas são regras que, basicamente, você precisa aprender um novo sistema. Você precisa aprender um novo sistema. Não basta você aprender o Storyteller, você precisa

aprender de novo. Tanto que a ficha do LARP, do Lays da Noite, ela é uma ficha diferente. Você nem precisa do Storyteller pra você jogar um live de vampiro usando o Lays da Noite. O grande problema é que você precisa... ler o livro básico de Vampiro. Então acaba que você precisa ler um, depois ler outro, depois ler não sei o quê. Então, o que eu pensei? Eu pensei principalmente vendo com o objetivo Com dois

objetivos. O primeiro é para atender as pessoas que não jogam Vampira, que não conhecem, que não conhecem LARP. E a segunda é para a galera que precisa aprender muito rápido ali, para não travar o jogo. Então, pensando nessas duas coisas, e obviamente tentando criar uma mecânica que você possa utilizar também fora de live de Vampira, Então, a base pode ser usada... Eu quero fazer um LARP de Putula, vou usar a mesma base. E nós chegamos numa conclusão que eu acho que ficou muito

bacana. Nós utilizamos cartas e moeda. Então, basicamente... Você vai ter uma série de cartas representando coisas da sua ficha e moedas pra fazer as disputas. Eu acho que todo mundo sabe como fazer um cara coroa. Não precisa explicar pra ninguém. E... Usar uma cartinha, que é um uso, a carta vai ser usada como aposta. Saca? Você vai apostar a cartinha. Ah, eu aposto tanto de físico. Então tem tantas cartas escritas físico. Aí a pessoa, ah, eu aposto tantas cartas de não sei o que.

E aí quem perder, perde as cartas. Entendeu? É uma coisa assim, simples desse jeito, tá? Por quê? Porque, ah, quero bater no amiguinho? Pô, meu Bruhá vai bater no Silvio? Pode bater, sem problema nenhum. Faz parte do jogo, né? Mas claro, existem regras do... Daquele ambiente. É uma reunião que vão ter outros vampiros. Será que se o Bruhás se descontrolar, ele não vai ser surrado por todos? Tem a chance. É óbvio que existem regras de conduta do LARP.

Então você não pode encostar nas pessoas sem permissão. Você não pode portar armas. Você não pode fazer uma série de coisas pra que o convívio... Não precisa nem falar de preconceito, né? Mas que o convívio seja algo harmônico. Porque é um evento pra todo mundo se divertir. Basicamente é isso. Então tudo tá sendo pensado pra ser o mais simples possível. Entendeu? Maneiro, cara. E como é que essa coisa de ter... São quantas pessoas que estão ali trabalhando como narradoras?

E como é que... atende todo mundo que tá ali? Os momentos? Como é que são escolhidos os momentos em que vai ter algum impasse a ser resolvido dessa forma? É, eu vou falar de LARP do que a gente pensa, né? Porque eu sei que existem outros modelos de LARP que talvez não sigam o que eu vou falar, beleza? Mas a ideia, o objetivo, né? É que o jogo... o larpe de vampiro, ele seja autossustentável sem precisar de mestre. O mestre, na verdade o narrador, ele serve para fazer certas

mediações. Entendeu? Então ele tira dúvidas. Mas eu já vi alguns LARPs desse tipo acontecendo e eles foram incríveis. Mas LARP que você não precisou chamar o narrador pra tirar dúvida. Todo mundo sabia o que tinha que fazer, todo mundo sabia como fazer, porque as disputas podem ser resolvidas entre os jogadores. Essa é a ideia. A ideia é que elas sejam tão leves que os próprios jogadores possam intermediar essa rolagem. Ai, ai, por isso eu amo os anarquistas.

Então esse é o papel do narrador, esse é o mediador. Muito bom. É isso. Maneiro. E, bom, vamos cair então para a parte mais prática agora. A pessoa, por algum motivo, por todos esses motivos, que seja pelo... Pelo evento social, que seja pelo jogo em si, que seja pela atmosfera incrível, que seja por ser fã da Nerissa, ser fã da Letícia, ser fã da Dungeon Geek, do Boi, da Domi, ou por ser...

Enfim, por algum motivo a pessoa entrou em contato com a ideia do LARP, quer vivenciar isso, quer experienciar o Cursed, quer vivenciar todo esse lore. Como é que a pessoa faz para participar? Olha, é muito simples. Nós temos diversas iniciativas que você pode entrar em contato com o nosso trabalho no Cursed. O primeiro é vir no primeiro sábado de cada mês, se for de São Paulo, na loja O Miniverse, que fica do lado do metrô Campo Belo. Nós estamos lá todo primeiro sábado.

Essa campanha que acontece nesse dia mensal, ela é gratuita. Você pode chegar, manda mensagem pra gente no Instagram, a gente faz o personagem, você começa a jogar com a gente. É simples desse jeito. Eu vou deixar o endereço do evento da Dungeon Geek linkado no intuitivo do episódio pra quem tá afim, tá, gente? Ah, mas eu preciso fazer alguma coisa? Não, é só você vir jogar, falar com a gente, vir participar da nossa comunidade.

É simples desse jeito, tá? A segunda coisa que você pode fazer é entrar no Catarse, é catarse.me barra larpdg. Lá você consegue, nós escolhemos a plataforma do Catarse para vender os ingressos. Tem algumas pessoas que não entenderam isso, acharam que a gente estava batendo uma meta para o LARP acontecer. Não, o LARP vai acontecer de qualquer jeito, a gente só está vendendo ingressos por lá.

Beleza? Então você pode entrar, dar uma olhadinha nos apoios, cada apoio é um ingresso diferente, pra você participar e vir jogar no LARP no dia dois de novembro. Diz uma coisa, de acordo com o apoio que você faz, você tem certos papéis, é isso? Isso foi uma ideia que eu tive, de apimentar um pouco as coisas, que é o quê? É você poder comprar o cargo de primogênito, por exemplo. Isso é uma coisa que tem lá fora, tá?

Tem esse modelo lá fora. Ah, eu quero interpretar o primogênito Nosferatu. Aliás, é muito doido, né? Todos os primogênitos venderam, né? Menos o Nosferatu. Ai, ai, ai. E era o primeiro que eu queria... Cara, eu achei assim... vai vender na hora. Não vendeu até agora. Infelizmente. Enfim. O mais legal de todos. É, o mais legal ninguém comprou. Enfim. E o que acontece? Na hora que você compra um cargo desse, o personagem é seu. Beleza?

O personagem é seu. A gente vai montar esse personagem, vai montar o background dele. Você vai jogar com o personagem que é muito importante para a Chronic em si. É basicamente isso. Então, ah, quero jogar com o algoz da cidade. A pessoa entra lá e compra o algoz. Você entendeu? Por quê? Porque, primeiro que é um modelo que funciona, tá? E dá uma apimentada aí na hora que a pessoa vai comprar o ingresso, né? É boa.

E, cara, quem tem dúvida sobre os papéis, sobre esse tipo de coisa, tem algum canal que possa falar com vocês para falar, cara, eu estou pensando em pegar, mas se eu pegar tal coisa, o que é exatamente, o que é ser o Nosferatu que vocês estão falando? A pessoa tem algum canal que

possa conversar com vocês? Cara, o melhor lugar para conversar com a gente é mandar uma mensagem no Instagram, Porque de lá a gente vai passar todo o resto das formas de contato e vai começar a te introduzir na comunidade. É basicamente isso, entendeu? Então manda mensagem, tire suas dúvidas. A gente tá fazendo vários vídeos tirando dúvidas sobre como é que funciona o LARP, como é que funciona o nosso projeto, né? Como é que você pode fazer pra

participar? Então, acompanhar a gente nas redes sociais, a gente tá falando muito disso. Tanto eu, quanto a Nerissa, quanto a Letícia, né? A gente tá falando sobre isso. Então, é muito importante pra gente, isso é uma coisa bem legal de deixar clara, é muito importante pra gente que todos os participantes do LARP sejam muito bem atendidos e assessorados pra que a experiência seja muito boa. Então, tem gente, por exemplo, nós estamos nos reunindo antes. Ah, aquele personagem tem

ligação com tal personagem. É tudo para que a experiência seja única, né? Uhum. tem todo esse trabalho que nós estamos fazendo. Muito bom, cara. Algum recado para a galera, afinal, relativo a isso? Gente, vem jogar com a gente, né? Porque esse é um troço que a gente está fazendo, que muita gente fala que é uma iniciativa que nunca viram, Não o LARP em si, mas transformá-lo em um produto. Transformá-lo em uma experiência profissional que você possa...

Sei lá, vai ter músico, cara. Comida de primeira. Vai ter comida de primeira. Vão ter músicos tocando coisas medievais, gente. Saca? Numa casa que é sensacional. A casa é maravilhosa por dentro. É uma baita de uma ambientação. Então, vem conhecer nosso trabalho. Ano que vem nós já estamos planejando fazer LARP de lobisomem, LARP de cálcio cutulo, LARP de D&D. D&D que eu falo, tipo, mas vai ser o sistema? Não, gente.

São as ambientações incríveis. Já pensou fazer um LARP que é em Waterdeep? Saca? você se sentir em Waterdeep falando com os lords enfim, é isso que a gente tá planejando então, o último recado é vem jogar com a gente, vem fazer parte disso vem conhecer mais sobre o nosso trabalho eu tenho certeza que vocês não vão se arrepender maravilha, então Boi, obrigado pela participação vamos agora pro encerramento Você se alimenta de sangue das pessoas? Isso. Muito obrigado a você que ficou

ouvindo a gente até agora. Peço aqui que você participe da nossa enquete. Eu vou deixar a pergunta aí pra você, que é a seguinte. Você acha válido pagar pra jogar RPG ou LARP? Manda aí se você acha que sim ou

que não. E a pergunta, se você quiser responder para a gente lá no espaço de comentários, além dos comentários livres, obviamente, você pode responder para a gente se você já teve alguma experiência com LARP, assim como eu já tive em Guarapari. Então manda aí para a gente um comentário que vai ser muito maneiro lá no Spotify. Se você estiver ouvindo a gente pelo Spotify, você consegue participar da nossa enquete e mandar comentários para a gente.

No mais, fica atento aí que eu vou deixar os links citados no descritivo do episódio, não somente o link da Dungeon Geek, mas também o link do financiamento do Cursed Knights, do LARP. pra você participar, e o Instagram também, Dungeon Geek. Fora isso, eu vou deixar o link aí do Convention of Thorns, do Dziobak e do Picoline, que são as três referências de LARP que o Boi passou pra gente.

Deixar também os links das mesas abertas do Café com Dungeon, pra você jogar com a gente aí. Tanto o Biargotem, mas também pra jogar com a gente aí, o Finisterra, pra jogar com a gente... o trema, que são mesas de oil fantasy gratuitas para você jogar. No mais, lembra que você pode apoiar o Café com o Dungeon e ajudar a gente a voltar a ter

cinco episódios por semana. Ou mais, voltando inclusive à coluna que a gente tem de World of Darkness, voltando a nossa coluna de D&D Quinta, voltando a nossa coluna de Cthulhu. Então ajuda a gente a bater metas e voltar a ter mais episódios na semana. E aí você apoiando a gente, você recebe conteúdo extra, participa de grupo de estudo... E tudo isso do grupo de Telegram, muito legal, que adora

trocar uma ideia de RPG. Fora isso, você ainda participa de sorteios dos nossos parceiros, inclusive do Café Vila Negra. E tem descontos aí com cupons especiais. Então vá lá em apoia.se barra Café com Dungeon e participe. Se você gostou especialmente do Café com Dungeon de hoje, você pode mandar pra gente uma gorjeta, mandando um pix lá pra cafécomdungeon.com a gente conta

com você. Se você tem uma marca ou uma empresa e quer, de repente, ter um dia da semana no Café com Dungeon, você pode financiar um episódio semanal durante uma temporada pra gente. Tem uma temporada curtinha, obviamente, pode ser ali, de repente, só três meses de episódios. A gente pode combinar isso Mas você pode fazer assim a alegria da massa RPGista dando mais dias

de Café com Dungeon na semana. Então consulte a gente em cafécomdungeon.com e a gente tem uma proposta especial para você. Você pode consultar a gente também sobre parcerias, anúncios e tudo mais, porque a gente trabalha com não somente marcas de RPG, mas também outros ramos, como cafés, jogos, tecnologia, mídia, ensino. Então procura a gente. Você quer colaborar também? Manda lá o e-mail cafécomdanja.com falando quem é você.

Se você é produtor de conteúdo, game designer independente, acadêmico ou fã e tem alguma ideia pra participar aqui do Café, manda pra gente. Beleza? No mais, obrigado a galera que torna possível essa aventura. Então, valeu aí a galera do nível incentivo, incluindo aí o Lúcio Pimentel. Valeu demais ao pessoal do nível de apoio comunidade, incluindo aí o Pedro Henrique Isaac Silva, o Rodrigo Gesta Figueiredo e o Arthur Electro.

Um salve especial para os assinantes RPG Dojo, entre eles o Matheus Coleto Vieira Silva, o Leonardo dos Santos Ferreira, o Pedro Borges, o Rafael de Lima, muito obrigado pelo apoio recente, Rafael, e o Vinícius Caldas. Um abraço aos membros do treinamento Oil Fantasy, que aí vem Abílio Júnior, César Machado, Daniel Aydar, Diego Seixito, Douglas Baiense, Léo Gasparotto, Matheus Piqueira, Rafael Bardal, Bruno Kobi, João Burlamaque e Gui Providello.

E um agradecimento imenso ao nosso membro Café com Balbi, Thiago Augusto. Valeu, Zaço, Thiago, grande abraço. Até a próxima. Você é vampiro? Olha pra isso aqui, olha a cruz aqui.

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