Lições de Dungeon Meshi #0024 - podcast episode cover

Lições de Dungeon Meshi #0024

Jun 13, 20241 hr 59 minSeason 2Ep. 24
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Neste episódio, Balbi e Marcio Loureiro trocam ideia sobre Dungeon Meshi e algumas lições que o manga pode trazer para sua mesa de RPG.

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Transcript

Aí, Araque, eu não imaginei que a gente fosse sair dessa não, hein? O Nite viu pesado, quase me transformou em um barquinho. Então, cara, eu te agradeci aqui porque literalmente soltaram os cachorros nele. Tá vendo? Eles foram inconvenientes. Eles acionaram aí dez, dez, três armadilhas que topamos na dângio. Foi, foi isso tudo. Mas eles salvaram a gente contra esse esqueleto fedido. Foi?

É, cara, valeu demais. Por mais que agora tenha uma maldição sobre a minha família, por mais que você esteja aí maledeto até a sétima geração, e a Totonha, felizmente, tenha ido de arrasta no dedo da morte do Nite, pelo menos detonamos esse desgraçado, né? O foda agora é ficar sem comer, até tirar todo esse intudo de salão para liberar a passagem de volta para casa. Opa, mas vai trabalhando aí que eu cuido disso? É

pra já, meu lariqueiro. Vamos fazer uma sopa. Uma sopa? Sopa com que, pô? Eu não tenho coragem de comer cachorro não em Araque. Que cachorro que? É, é uma sopa. Uma sopa de ossos. Osso zoolite? Senhor, ossos zoolite? Porra, isso não dá asa não, Araque. Cala a boca, Enzo. Que asa é fome. Hum, que cheiro gostoso de café. Café com quê? Café com dângio. Ora bola. Bom dia, amigos do Café com

Dângio. Estamos aqui para mais um episódio do seu podcast no matinal favorito, trazendo sempre muito RPG. Meu nome é Rafael Balbi e hoje o meu café eu tirei da bexiga de um catoblêpa. Fico meu uma velha negra, veja só que doideira. Mas enfim, tá bom demais esse café, que tá dando energia aqui para eu encarar o resto da dângio e principalmente não dormir no

ponto. Se você quiser um café delicioso como o meu, você pode lá em overaengrecafés .com e utilizar o cupom CCD, que é o cupom especial para os ouvintes do café com dângio e você consegue um desconto. Se você for assinante do café com dângio, por outro lado, você ganha descontos progressivos, os cupons progressivos para os assinantes, conforme nível de assinatura, conforme nível de apoio. Lá no apoia .se, barra café

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café com dângio. Bom, o tema de hoje são as lições que a gente pode tirar do dângio mestre, esse anime, esse mangá, na verdade, que virou um anime

recentemente. E, bom, para falar sobre esse assunto, eu vou trazer aqui o mestre Márcio Loureiro, grande camarada, grande mestre aí de Birgottin também, e que é um cara que tem explorado isso nos seus playtest, porque ele está fazendo o teste de um jogo que é muito voltado para alimentação, para comida, para marmita, na dângio. A

gente vai entender melhor um pouco isso. Mas antes de cair nesse assunto, eu vou ler a enquete do episódio anterior, que foi o episódio sobre regras e leading e suas consequências. É, e gostou? Curtiu? Fez o cérebro escolher pelo ouvido? Olha que vem mais aí, hein. Bom, a pergunta que a gente fez inicialmente foi, e aí, as regras de fato e leading? E, cara, eu fiquei surpreso, porque 88 ,9 % das pessoas

disseram que sim, que as regras e leading. Eu acho que fosse mais equilibrado, mas não, galera percebeu aí de forma geral, entender um pouco o que o Jerry estava trazendo no artigo que a gente

traduziu. E a outra pergunta foi a respeito de quando, que as regras e leading, quando que ela é desejável, quando é legal que as regras e leading, e a Luís, a Luís Mp, ou a Luís, a Luís, a Mp, não sei, ou que na minha mesa de Tormenta Vinte, a exploração em Hex da região é feita com skill challenges. As regras e leading, a exploração dos hexágonos, numa aventura que não é lá

muito sobre se aventurar nos ermos. A gente comentou um pouco isso, é interessante quando você trabalha dessa forma, mas às vezes eu me pergunto se o jogo não é sobre isso, se não está na série do jogo, talvez seja até a questão de a gente tirar essas rolargens desse assunto, de repente é melhor nem tratar. Não sei, mas acho que vale pela experiência que cada um quer fazer a curadoria,

então valeu pela participação. O Fabio Rodrigues falou, quando o jogador não tem a mínima ideia de como funciona uma capacidade, ou não sabe o mínimo para interpretar alguma ação de seu personagem, podendo assim, jogar com algo bem

diferente dele próprio. Essa questão também a gente citou no episódio do Sherlock Holmes e tal, eu acho que faz sentido, ainda que eu tenha investigado bastante com Elphentus e principalmente essa questão de você fazer de conta que sabe, e de como transformar isso em jogo, fazer de conta que sabe é muito mais importante exatamente do que saber ou não, mas um dia eu vou explorar isso no episódio, valeu

Fabio? E o Marcos Gonçalves falou, quando o game designer deseja remover da proposta do jogo determinados tipos de ação, por não se tratarem do foco que ele quer propor. Isso é a curadoria da experiência que o Gui falou, o Gui providela, e estamos de acordo, Marcos, é bem isso mesmo que eu enxergo também. Mas é isso gente, vamos lá, vamos cair dentro dessa dungeon. Troca, troca! Ninguém

está ouvindo minhas maldicências. Mestre, invadir os sonhos das pessoas com pressários e mensagens cifradas não funciona tão bem para você espalhar a sua maldição e botar o mundo a seus pés. Posso dar uma sugestão? Mas que petulante! Você? Uma sugestão? Conde milacaiu? Qual a sua ideia? Os caninhos oníricos são muito tortuosos e geram muitas dúvidas. Ninguém entendeu suas pragas,

Mestre. Você é incrível, ímpar, magnânimo, mas precisa transformar -se uma experiência em influência. Já pensou em falar para um público muito maior, de forma mais clara e construir mais credibilidade? Ha! Você está sugerindo que eu crio um podcast, lacaio? Mas qualquer um tem um podcast hoje em dia. É só pegar o microfone, meia boca e botar no ar. Eu não sou qualquer um. Eu preciso de um diferencial!

Sim, Mestre. Precisamente isto. Eu fiz recentemente uma descoberta, cara, entre nós, que pode ser o seu interesse. Veja, veja só isso. Olá, você já conhece o MKPS Studio? É o estúdio de onde o Boi e o Balbi gravam suas lives de quinta, com o Johnny Telles, diretamente do

Butantan, em São Paulo. O MKP conta com equipamento de ponta, câmeras incríveis, microfones excelentes, um espaço facilmente adaptado às suas necessidades, e tudo mais que você precisa para uma transmissão de qualidade, seja podcast, videocast, cursos e lives. Transforme a sua experiência em influência. Acesse um Instagram, MKP, o Underline Studio, e confira o portfólio. Aí é só consultar o Johnny sobre como fazer a magia

acontecer. E aí, Mestre, o que achou da sugestão? Ha, ha, ha, ha! Só respondo, se for no Super Chat! Vamos lá, vamos começar a falar aqui de Dungeon Mesh, das lições que a gente pode tirar desse mangá, barra anime, aí para o nosso RPG, para o nosso D &D, para o nosso RPG cotidiano. E para falar sobre isso, eu estou aqui com o Marcio Loureiro, o grande Marcio, bem -vindo. Opa, valeu, obrigado aí, bom dia

para o pessoal. Estou aqui tomando café, que eu plantei nas costas de um gola de argila, da primeira vez que eu teci nessa dângel. E agora, para acompanhar, estou fumendo um omeletezinho dos ovos de um cocatrício que acabou de petrificar um parceiro meu, mas está tranquilo. Está tranquilo, né? Ha, ha, ha, ha! Porque de repente ele come, você bota alguma coisa na boca dele, e ele volta da petrificação, quem sabe.

Essa é a esperança. É, cara, então você tem, só para contextualizar um pouco a galera, sobre a coisa que eu falei lá, você tem trabalhado aí um jogo que a gente fez até playtest lá no Diversão Offline, né? E ele trabalha esse lance de comida na dângel, né? Conta

para a galera aí. É isso aí, cara. Vai sair aí o Monster Mew, na verdade, no momento que o podcast está indo ao ar, a gente deve estar abrindo a nossa mesa aberta para playtest, com o pessoal da luz negra. E a gente está fazendo os

playtests, né? Está fazendo os últimos ajustes nas regras das regras do Monster Mew, que ainda estamos decidindo qual vai ser o nome em português, a galera está zoando, falando que tem que ser marmitas e masmorras, mas a gente está tentando achar um nome menos galhófa, apesar desse seu nome maravilhoso. E se tudo é certo, cara, e vai dar... É... No segundo semestre do ano que vem, a gente está

botando para jogo, aí a vera, o Monster Mew. E, bom, eu espero a galera aí para jogar o nosso playtestzinho, fazer umas comidinhas, matar uns bichinhos e comê -los. Boa. É isso aí, cara. Vamos lá, vamos cair então nessa dungeon, o dungeon on mesh.

Bom, dungeon on mesh, por a galera que ainda não está ligada, quem está vivendo debaixo de uma pedra, é um mangá, que agora foi transformada em anime no Netflix, mas é um mangá da Ryoko Kui, e ela fez esse... Já tem um tempo, até entre em contato com o dungeon on mesh, antes de ter esse hype em cima, quando eu estava buscando o material para distribuir os assinantes do café com o dungeon, eu comprei uma

edição na Amazon Gringa lá, do dungeon on mesh, e distribui no lootbox. E, cara, quando eu entre em contato com aquilo, eu falei, nossa, que maravilha, cara, mas eu só tinha lido a primeira edição. Conta para a galera aí, qual a premissa do dungeon on mesh, e, assim, por que a galera do D &D está tão

impovorosa com esse rolê? É, cara, o dungeon on mesh é um mangá que acabou em 2023, e agora o mangá está fazendo bastante sucesso, está fazendo esse serviço de divulgar o... O anime, né? O anime está fazendo bastante sucesso, está fazendo esse serviço de divulgar o mangá, e, cara, é uma história sobre aventureiros desesperados, um grupo de aventureiros que precisa utilizar os recursos que a dungeon nos concede para

conseguir explorar mais fundo. São aventureiros que já exploravam aquela dungeon, tinham um certo sucesso e tal, mas isso é a primeira

página, né? A clériga do grupo, uma das líderes do grupo ali, a Fallen, ela é comida pelo dragão, e o irmão dela, que é um carinha cheio de player skill, sabe que talvez dê tempo de recuperar a irmã das entranhas do dragão, mas para isso eles vão precisar adentrar a Mazmurra mais uma vez, sem recurso nenhum, e eles dão a sorte de encontrar um anão, que olha só, o cara sabe cozinhar monstros, né? E aí que começa essa

exploração a fundo na dungeon. E ali a gente tem, acho que é muito clara a inspiração em cima dos tropos do D &D, a gente tem as classes nos personagens ali, a gente tem a dungeon, a figura da dungeon, como é no D &D basicamente, só que alguns twists, algumas características talvez sejam ressaltadas por essa questão da alimentação, como é que você enxerga essa confluência do D &D com o

dungeon mesh? Cara, isso é extremamente evidente, a própria autora fala que ela via muito o pai dela a jogar Wizardry, aquele RPGzinho safado que você andava, e o que mexia era quadra a quadro, eu acho que era DOS, naquela época, não sei, e cara, dá pra ver que é feito por alguém que realmente joga RPG, você vê muitos tropos ali, que são tratados nas nossas mesas, não é algo que você vê transmitido

direto pra mídia, são coisas que nem fazem sentido no modo tradicional de uma narrativa, de uma história ocidental, você vê que são narrativas emergentes, que são colocadas como peças, como parte daquela história, e você se pega naquela gente, tipo, ah, entendi a referência, ah, eu já

passei por isso. Acho que é por isso que teve tanto apelo com a galera do D &D, porque não é primeiro anime, primeiro mangá, que de certa forma trabalha com alguns tropos de D &D, mas esse, acho que pegou bem na veia, muito por conta dessa identificação, dessa situação que a gente joga, que a gente vê na mesa, e que a gente vai ver também no anime, no mangá, apesar, obviamente, de eles trazerem

esse tempero a mais, no caso, com um trocadilho mesmo, pro jogo de acordo com o que eles estão

trabalhando. Agora, você trouxe já aí uma coisa muito interessante, que é o primeiro conflito que tem ali, que é, eles querem voltar, eles precisam voltar, porque tem uma pessoa ali do grupo deles, que foi engolida por dragão, e... Só que eles não têm recursos mais pra voltar, eles não têm grana pra voltar, o cara pensa em vender armadura, alguma coisa assim no início, né? Não,

não, pera aí, pera aí, não. A gente vai voltar, e a gente vai trabalhar com o que tem lá dentro. E isso já é, acho que já introduz aqui a primeira lição que a gente pode tirar, né, sobre o Dungeon Master pro D &D, que é matando a fome na dungeon, ou seja, a sua fome você

mata lá dentro. E, cara, como é que é esse gancho aí, esse problema que a gente pode trazer pra nossa mesa, em relação a criaturas como recurso, né, como sobrevivência? É, eu acho que tudo, dentro da dungeon, ela tem que ser encarada como recurso, né, as criaturas também, obviamente. Em Bergotem, a gente já fez armadura de oriço gigante,

cota de semente de abóbora, né? Então, a questão aqui no Dungeon Master é a gente ver o pessoal fazendo isso dentro da própria Masmurra, né? Tem um exemplo interessante de como eles utilizam os próprios problemas da dungeon pra trespassar outros problemas, fazem dois problemas e viram uma solução, que é ali a forma com a qual eles conseguem descer a dungeon sem ser um determinado andar, que estava infestado de vinhas,

né? Vinhas que ao tocar com a pele, injetavam um veneno, e você ia ser consumido pra aquelas vinhas, eles descobrem que os sapos gigantes têm uma certa camada protetora contra aquelas vinhas, e ali você vai descobrir como é que eles fazem, né? Enfim, utilizam sapos como esse recurso de uma forma específica, e eu acho que isso é muito do RPG Mulek, né? A gente encarar as criaturas não só como algo pra você

descer a barriga de vida, né? E sim, aquela mentalidade de guerrilha, de como a gente vai transformar essa criatura que é também antagonizando como algo que eu posso utilizar pra descer mais fundo na dungeon. Então, tipo, a gente pode dizer com tranquilidade que não é somente comida, né? Que a criatura fornece ali como

recurso, né? É claro que uma coisa que explode, eu acho que a mente de muita gente, quando começa a ver o dungeon master, é justamente

esse aspecto da criatura como comida. Mas de toda forma, encarar a criatura como recurso quer dizer que você pode usar como armadura, você pode usar como um, sei lá, como um veneno, você pode usar como um tíduo, você pode usar como, tipo, você pode tirar recursos da própria dungeon pra além da própria comida, né? Perfeito, perfeito. Eu acho que o exemplo mais clássico é transformar uma

criatura, eu não tô a montaria, né? Quem nunca fez isso como eu? Falou o cara aí que viajou em cima numa mariposa gigante, né? Cara, e essa questão aí, agora voltando à questão da comida mesmo, da criatura como comida. Tem uma coisa muito interessante no dungeon master, é que ele trabalha ali, ele bota

às vezes o que que tem, né? Que tipo, os valores nutricionais ali, então, aprecie às vezes no quadrinho, ali um, sei lá, uma comida da cara, inclusive muito bem desenhada, da vontade de se jantar na mesma hora, assim, né? Você vê aquele negócio bem desenhado, assim, parece um, sei lá, parece que você tá na liberdade aqui, tipo, sabe, já pronto pra descer um rango de tão bonito que é, já dá até fome, então,

tipo... Tipo, eles colocam aquele desenho e colocam ali às vezes valores nutricionais, informações nutricionais, né? E o tipo de alimentação que aquilo tem. Como é que você vê esse tipo de coisa entrando, assim? Você consegue enxergar um zoom ficcional em cima dessas questões de valor nutricional, tipo de alimento, tipo... Como é que você vê isso aí dentro de D &D? Como

é que você puxaria isso pra dentro de D &D? É, cara, o zoom ficcional que eu tenho pesquisado em relação às refeições, basicamente tem sido o meu foco aí, o meu martílio nas últimas semanas, que eu acho interessante como tá no ZideGyche, tem bastante gente buscando fazer pequenos sistemas aí de

tratar as criaturas do D &D como menú, né? Eu tava hoje mesmo dando uma olhada no material do pessoal do... Vê o nome da galera aqui, só pra eu não deixar de citá -los, é o Skirples. Ele fez um monster menúal. E ali ele dá um foco bem

pequeno, assim, cara. Eu acho que ele dá bastante foco na relação do sabores, quais criaturas são, alimento, quais não são, e cria uns efeitinhos numa tabela pra o que poderia acontecer caso você

consumisse cada criatura. Mas aí tu já vai pro pessoal do Rise Up Commons, o Josh McRow, que também fez um documento com o mesmo nome, o Monster Menú, no caso dele sem o álbum final, e ele trata os macronutrientes das refeições como forma de

se passar de nível. Ele diz que cada classe ali, ela tem uma afinidade com nutriente, que o guerreiro vai ter afinidade com as calorias, que o mago vai ter afinidade com as vitaminas, e assim que o diante o anão, com as proteínas e tal. O quanto mais daquilo você consome mais próximo de

passar de nível, você vai estando. É interessante que ele atribui ali um certo fetismo mecânico em que você acaba progredindo através de quase que subclasses ali, classes de prestígio no caso, dependendo de como você vai se alimentando na masmorra.

O próprio Dungeon Mesh, eu estou aqui na página, que tem um basilisco assado aqui, cara, e eles falam, eles dividem as refeições em energia vitamina, carboidrato, proteína, gordura, ferro, etc. E eu acho que fica muito fácil de você se perder nesse fetixismo mecânico quando você tenta trazer os mínimos detalhes de uma

refeição complexa pro seu jogo. Eu acho que sim, é claro que é interessante premiar o grupo, além de simplesmente você não estar mais com fome ou você não precisa mais comer a sua ração

nesse dia. Eu acho bacana você trazer um pouco além, mas eu vejo que geralmente o pessoal encontra um sweet spot, que é até o que eu estou buscando ali, de tentar trazer as características da criatura, que eles estão se alimentando ali, e fazer uma conversão a respeito do que o seu personagem ou uma pool de habilidades que funcionam com esses sistemas que vão na linha do Numenera, que ao invés de

perder pontos de vida, você perde os seus pontos de força, perde a sua destreza e você faz um paralelo. Pô, se eu estou comendo essa criatura aqui e ela é voltada, focada nessas forças, eu vou recuperar essas mesmas forças aqui. Ou simplesmente você ter a chance de fazer aquela coisa que é absorver misticamente os poderes da criatura, que é bem fantástico, mas afinal de quando a gente joga um

jogo de fantasia. Isso é muito doido. Tem a ver com essa lança de... É isso, o ato de comer uma criatura, de você ressonando com quem é aquela criatura. É um tema que eu vou trazer mais para a gente, que é você é o que você come. Acho que tem muito a ver. Agora, essa questão dos valores nutricionais, também tem uma coisa interessante dentro disso, que é justamente você... Quando você vê largados e pelados,

por exemplo. Eu lembro que no largados e pelados tem uma questão de sobrevivência muito importante, que é a gente falar, mas e agora que a gente pega proteína? Então, de repente você ter... Obviamente que você não precisa ir muito profundo, porque senão a vida realmente fica um jogo muito abstrato mesmo. Mas de repente você trazer uma coisa, que vocês podem comer aqui várias coisas, mas proteína mesmo que

vocês não comeram. De repente o mestre pode buscar isso pelo desafio, também pode dar um jogo interessante. Com certeza, no Monster Mill, que provavelmente vai se chamar Hangu Monster, trabalhando o que existe ali, o alimento vigoroso, que seria a proteína, que vai aumentar o seu vigor, ou seja, ponto de vida. Você só recupera se de fato você comeu uma criatura

ali, uma monstruosidade. E também a gente tem o alimento energético, que está atrelado à sua capacidade de lançar feitiços, existia magia, ataques mágicos, com esse arcanho e tudo mais. Então, gera esse grau de necessidade de você

encontrar o alimento que você precisa. E aí, como você disse, é o desafio, não basta o grupo passar pela masmorra e se alimentar só das vinhas que estavam presas na parede, tentaram agarrar eles e espreme -los, porque no Mastre, que eles vão recuperar ali, são alguns nutrientes necessários para se manter em pé e convivendo magia. O pessoal vai ter que esperar pelo sapo gigante aparecer

ali para recuperar os seus pontos de vigor. De repente, os miconides não têm tanto proteína, mas de repente o javalí gigante tem. Esse tipo de coisa pode ser interessante. Eu acho que dá o Mastre que quiser atrelar isso ao jogo dele, se tiver querendo improvisar um sistema ali, criar alguma coisinha. Ele focar nisso, olhar para a

criatura, ver a ficha da criatura. E às vezes não só focar nos status, mas tem muito manual de monstro que vem com descrições bem interessantes atreladas. E pensar, tipo, poxa, o que essa criatura poderia representar de benefício que é o sem -injeirida pelo aventureiro? Provavelmente vai ter a resposta nos status da criatura, no

mais, naquela descriçãozinha. Agora, falando de descrição, manual de monstro e tal, a gente tem, por exemplo, no ar, que a Birgota tem apareceu também, outros jogos que eu sei, o SouthBorg, a galera que vem trabalhando nas mesas abertas e tal. A gente sabe que aparece muito a carcaça da criatura, a carapáça de um sete gigante, esse tipo de

coisa que começa a aparecer com um recurso. E é muito legal quando o manual de monstro, quando a gente, de alguma forma, traz algumas características da criatura, já sinalizando que aquilo pode ser usado como recurso, não sei nem como comida só, mas com

recurso de forma geral. Então, tipo, sei lá, a gente está botando aqui um catobleta, aí coloca lá, muita gente usa o catobleta para buscar a catobleta fêmea, para poder retirar leite e fazer um leite que dá, sabe? Então, esse tipo de coisa é interessante de a gente trazer já no manual de monstro, ou sinalizar para os jogadores, para eles começarem a entender que

tem essa dimensão possível. Muitas vezes o jogador não vai encarar, ele vai com quase um videogame que você matou, a criatura cai no chão e desaparece, mas aqui é interessante a gente

trazer esse tipo de coisa, né? Ah, com certeza, cara, você pega ali o catobleta, você percebe que enquanto você estava combatendo aquela criatura, você como jogador, o mestre disse que você precisou fazer alguma rolagem, ali ou de alguma forma o cheiro do catobleta, que tem essa coisa que o catobleta faz, ele tem um cheiro

tenebroso. Após a criatura morrer ali, você pode, vamos lá, cortar o couro desse catobleta e utilizar esse couro para se jogar um manto improvisado e evitar que a criatura se aproxime, eu descobri que na verdade isso era uma glândula que ele tinha por ação do sistema respiratório ali, você arremessa essa glândula dele para estourar, roubar e afastar outras criaturas que você precisava entrar ali. Essa

é muito boa, hein? É quase um gambá, tipo, eu jogo um negócio ali, bloo, o galera sai correndo uma boa. Existe uma outra dimensão aí, voltando para... para criar para... para um monstro como... como comida, né? Não só o monstro, mas as coisas da Dungeon como comida. E tem aí uma outra camada disso, que não é somente um monstro como recurso, como nutriente, mas também uma coisa um pouco mais

sofisticada. Que é o monstro como gastronomia, né? Isso tem o Dungeon Master também, a gente consegue ver ali que tem receita, né? Tem, tipo, tem uma outra... um outro aspecto ali que inclusive se discute, que é tipo, cara, se você preparar determinada criatura assim, é difícil comer mesmo, você vai passar mal, você não vai aguentar, mas se você comer essa criatura de outra forma, se você preparar de outra forma,

etc., etc., aí você aguenta e fica gostoso, né? Então, tipo, a forma de preparo, esse tipo de coisa assim, começa a fazer diferença no Dungeon Master e pode fazer também diferença no jogo, né? Como é que você tem tratado isso nos três experimentos? Dá uma dica para a galera de como trazer o aspecto gastronômico para Dungeon. Aí, no caso, é o aspecto

delíxio em Dungeon, né? É, cara, quando eu assisti o anime pela primeira vez, eu vi aquelas refeições ali bem desenhadas, né? Os caras têm um artista que provavelmente é destinado só para fazer aquelas artes que se destacam ali. A primeira coisa que eu pensei foi, putz, cara, isso aqui é a contemplação, né? A agenda da contemplação

estampada na nossa cara ali. E eu fiquei com isso na cabeça e tal, mas depois disso eu fui escrever no Monster Meal ali e entram outras influências e tal. E aí eu tava, cara, eu acho que na sexta -feira antes do Dof, ali, fazendo uns ajustes de umas mecânicas e eu tava meio rescioso e eu tava na casa da minha avó, esperando o da horário, porque a casa dela é próxima da Rodoveira que eu

tava ainda e ela tava fazendo comida. E eu tava ali escrevendo o notebook, olhando ela e falando, caraca, cara, é a culinária e a cidadia, bicho. Ela é um procedimento, ela é um processo, mas ela é sobre você se preparar algo a qual você vai se sentir bem tanto ao realizar quanto o resultado final, você tá preparando algo que vai te saciar, você tá preparando algo que te dá

a oportunidade de ser inventivo. Então, ali na forma com a qual eu trabalho isso, basicamente assim, o preparo, é claro que você vai ter que dar as condições necessárias, então você teria que ter as ferramentas, ferramenta é uma tag mecânica do Monster Meal, você tem que estar disposto a utilizar as suas ferramentas as quais você vai ter que gastar um tempo também cuidando ela,

já que o pessoal aí que joga dentro de Dungeon sabe que tempo em Dungeon é risco de encontro aleatório e risco de encontro aleatório significa a

probabilidade de morrer. Então você vai ter que gastar esse tempo ali pra preparar o ambiente necessário pra você realizar sua refeição, esse é um desafio que o mestre pode morrer o jogador ali enquanto ele prepara e após a refeição enquanto ele reorganiza, limpa e cuida suas ferramentas, são momentos de desafio, mas uma vez escolhido e realizado o modo de preparo, aí a gente entra na agenda contemplativa, ali, pelo

menos no ponto de vista, que é como é que eu tô colocando agenda de jogo dentro disso, estruturando que a forma com a qual você prepara a sua culinária fantástica ela vai determinar como você vai utilizar o bônus da criatura alimentada. Então cada criatura ali, uma vez que ele tá estruturado em prato principal, acompanhamento e modo de

preparo. Uma vez que cada prato principal ele vai determinar como você vai se aproveitar daquela criatura, então se você come um lagarto de fogo, você vai ter um bônus atrelado à essência flamês de antes da criatura, mas se você colocou um acompanhamento ali de raspas, de chifre, de cobol, você vai ter determinado que na verdade

esse fogo ele é uma resistência, como supou. E a forma de preparo, se foi cozido, se foi assado, que é onde entra o ato culinário mesmo, isso determina como você vai utilizar aquilo, a duração. Ou isso é permanente, porém só por um minuto, ou isso vai ser espontâneo, mas só quando você gritar, ou você vai ter isso até a próxima refeição, mas depois isso vai te dar um revestério monstro. A forma de preparo não flui

bastante. E aí se o cara quiser, talvez, a gente está em uma agenda de impô mais desafio, a forma de preparo pode ser a condição para que você não se envenene, para que você não morra, para que os efeitos da alimentação não atrapalhem mais o que ajuda. Isso é o caso clássico da manisoba. A manisoba é um prato que eu amo, eu amo o real assim, manisoba. Eu gosto tanto de manisoba quanto eu gosto de

feijoada, eu acho muito gostoso. E para quem não sabe, manisoba é um prato típico do norte do Brasil, e é um prato feito com raiz de mandioca. E entre outras coisas, ervas e carne e tal, fica tipo uma lama assim, um negócio como se você botasse um pedacinho de pântano dentro de uma conbuca e comece aquele delicioso, você sente ali mil substâncias ali misturadas, é muito bom.

Mas o lance é, a manisoba você tem que cozinhar, parece a raiz da mandioca, durante sete dias. Se foram cinco, ou sei lá, ou seis, ou três, é venenoso, tu morreu, velho. Eu fui muito perguntando como é que eles descobriram que são sete dias. É, provavelmente ali foram seis pessoas, a sétima saiu com um cofarado. Diversia muito bom mesmo. É, porra, velho, mas vamos continuar, vamos continuar essa receita que a gente

tem que chegar lá. Mas pensando aqui, isso é muito bom para uma mesa. O grupo está com fome, o grupo precisa comer. Mas tipo, cara, vocês vão ter que cozinhar determinada coisa por não sei quantas horas. Esse preparo, essa marinada que você vai deixar, esse cozinhar em fogo baixo, de repente é uma criatura muito, muito ruim de carne.

Mas aquela carne, se você preparar em fogo baixo durante três dias, velho, você come bem ela e fica com sustância para andar três dias na dângela sem precisar de mais nada. Então esse tipo de coisa, ou de repente, se você secar uma criatura em determinadas condições, você consegue fazer um charque daquela carne, e aí você leva para frente durante um tempo.

Esse tipo de coisa, como você falou, ele mexe com um recurso muito importante que é tempo. Você tem que guardar aquele ambiente ali, de repente aquilo cria cheiros no ambiente. Então isso cria uma série de desafios. E a própria forma de preparar, como você falou, entra numa alquimia da

coisa, entra em um jogar esse. Do tipo, ah, então, eu sou um fighter, mas eu vou ter que preparar durante três dias essa carne aqui numa marinada, com tal coisa, e você começa a dar

significado para isso. E aí aquele fighter, que é um guerreiro, um cara que está acostumado a lidar com armas, ele começa a lidar com outro aspecto do jogo, que em teoria é só os magos ali, a galera mais mística ali, que a lidar por conta de alquimia. Então nesse ponto se aproxima

muito o jogo da culinária com o jogo da alquimia. É como a gente joga o Hexcrawl, a nossa bolher epigística aqui, que trata a exploração dos ermos sendo uma capacidade de qualquer personagem, independente da classe, né? Não tem aquela questão de, ah, vamos deixar para o patrolero, vamos deixar para o Ranger, né? Rolar

aqui a sobrevivência dele. É um zoom que você escolhe dar no jogo ali, não escolhe tratar com importância, imprime desafio e tenha consequências que vão te ajudar a continuar a exploração, né? Então uma boa viagem dos ermos vai te fazer chegar mais saudável na dungeon ou no tesouro escondido anil, na informação que você quer. Assim, como um bom preparo de uma criatura certa, é uma forma de lidar com um desafio

que vai te gerar uma, né? Idealmente uma boa consequência para você continuar seguindo a sua jornada. Não que comer as criaturas seja o objetivo final, mas é uma boa jornada, assim, como o Hexcrawl. Sim, em total. Agora, cara, e harmonização das coisas, assim, tipo... Então, você está falando ali da forma de preparar, mas também tem essa coisa de

combinar, né? Então eu estou aqui, eu tenho até um... um caos aqui para contrapar a galera, eu não bebia cerveja até 20 e poucos anos, eu não gostava, não gostava mesmo, não fazia minha cabeça. Eu não bebia nada para falar a verdade, mas a cerveja é um amigo meu, Belga, o Ioris, não sei se o Ioris provavelmente nunca vai ouvir isso aqui, mas um abraço, Ioris, se você

estiver ouvindo. O Ioris, ele chegou aqui no Brasil e tal, e foi pouco absurdo que você não bebe cerveja. E aí, ele falou, vamos resolver isso, ele me levou num lugar chamado Belgiom Bear Paradise, que tinha no Rio de Janeiro, lá num shopping na zona leste. E aí, chegou lá, cara, ele

falou, olha só, a gente... Ele pediu, me traz aí duas jogardem, ou três jogardem, não lembro quem que estava comigo, três jogardem para a gente, e a jogarda era uma cerveja que só tinha lá fora, é muito mais encorpada do que é hoje em dia, tinha muito mais... Era praticamente um pão líquido, bagulho. E fora isso, ele pediu mexilhão e pediu batata com maionese, e parece que isso na Bélgica é tipo, sei lá,

o clássico deles lá. E aí, velho, eu já tinha... já tinha comido mexilhão, já tinha comido batata frita, obviamente, eu comi maionese, e já tinha tomado cerveja. Agora você tomar uma cerveja de trigo, comendo mexilhão e molhando a batata frita na maionese, velho, isso aí mudou a minha vida, cara. Eu falei, nossa, isso aqui é muito gostoso. Aquela harmonização dos ingredientes me fez gostar de cerveja

real, cara. Eu passei a gostar, claro, né, é uma coisa meio fresca, assim, você começar a conrugar a imagem. É... Eu comecei a gostar de cerveja ali, comecei a apreciar algumas coisas, muito por conta da harmonização que se fez em cima. E hoje, beleza, hoje em dia, o bebê cerveja é suave, não precisa ter harmonização nenhuma. Mas aquilo despertou algum

paladar em mim, sabe? E isso em Dungeon, isso a gente levar para uma combinação de, sei lá, de pratos e do que a gente está preparando aqui. Isso pode dar uma parada maneira, né? É uma coisa que a gente vê em outros jogos, tipo Minecraft, esse tipo de jogo em que você pega mistura, ingrediente, mistura, não somente isso, mas mistura dois pratos e tal, isso dá um... um

borogador a maneiro, né? Como é que você vê isso, essa harmonização dos elementos impactando no jogo? Poxa, cara, eu só estava aqui pesquisando onde comer mestilhão na grande vitória. Essa história me deixou coagando na boca. É, cara, eu acho que a harmonização é... Acho que é essencial, tanto a culinária do mundo real quanto quando você vai

mecanificar a culinária para um jogo de RPG. Voltando ali ao anime, ao mangá, você tem pistas ali, né, de que isso é... ali, a coisa certa, você fazendo, eu vou te falar que as coisas são certas, fazer, mas é a coisa certa de fazer, algumas são, né?

E não tem como negar. E, cara, isso é primeiro uma forma de evidenciar a riqueza, de desafios de uma dângel, afinal de contas, colocar ali uma dângel que só tem meconídeos sem face do começo até o final, vai ter que soar para apresentar um desafio interessante, agora, se o grupo para ali para fazer a refeição dele, eles percebem que eles estão com carne de basilisco, junto com algumas flores carnívoras estranhas que

eles ainda não entenderam o que é, mas pararam para pegar, que eles estão com ovos de um lagarto gigante que eles pegaram agora pouco, antes de entrar no

porrinho. Primeiro que os caras vão parar para perceber o tanto de coisa bacana que eles já enfrentaram na Mazborra, e segundo que se você tiver, de fato, mecanizando isso, você tem mais margem para andar riqueza de efeitos, como já citei recentemente, eu escolhi separar em prato principal, acompanhamento e modo de preparo justamente para isso, porque aí você tem uma tabela de informações e você consegue

juntar uma sentença, juntar uma frase, e saber que além de você curar dois pontos de vigor e um de energia, você vai ter também esse efeito místico adicional. Eu acho que o interessante é o grupo ir ali anotando o próprio menu deles e se lembrando, poxa, você lembra que aquele dia a gente comeu isso, com isso desse jeito, e a gente ganhou o

efeito de andar sobre a água. Cara, po, mas eu comi esses dias desse mesmo efeito e na verdade eu ganhei o efeito de andar sobre o gelo,

nomeando -te de nada. Então acho que essa é uma parada legal, porque é algo que a gente já fazia, por exemplo, ali em Bergotten, voltando a citar Bergotten, que era ir anotando os efeitos da cerveja na medida que a gente jogava sessões, e era o que a gente se orgulhava, se sentia veteranos daquele bar, né? Pô, eu sei que se eu tiro um, tenho que buscar um local abrigado, que vai vir uma

besta mortal dos céus vinda da lua pra me caçar. Então eu sei que se a cerveja bateu desse jeito, e aí que vem a parte legal, né? Porque você começou a descrever não apenas ali o gosto da cerveja, mas também a onda que ela dava, e aí quando eu comecei a ver Bergotten, eu peguei essa mesma forma de dar o foreshadowing do efeito, dando uma descrição do gosto, de como a cerveja cai, de como dar a

onda, né? O jogador já entendeu que vem à frente, e eu acho que a harmonização da comida ela pode ser feita dessa mesma forma. O mestre utiliza ali o espaço de descrever ali, de pirar em cima de como é o gosto do alimento, pra falar, olha, talvez você precise se preparar e entender dentro da ficção, e vai começar a acontecer x coisa

dentro de você. Isso é interessante, né cara? E outra coisa também é que você pode permitir que determinado alimento seja palatável, seja ingerível, somente na presença de outro. Você

começa a rebater uma coisa na outra. Então o gosto disso aqui é muito forte e não dá pra comer, mas se você rebate esse gosto aqui com esse outro prato que justamente faz o contrário, sei lá, você começa a pensar em harmonizações pra permitir que certas combinações sejam possíveis também. E aí é isso que você falou. De repente até o jeito de descrever como você tá sentindo o gosto vai indicando o tipo de coisa

que você pode fazer. Então você estabelece um jogo nessas combinações da culinária, nessas harmonizações possíveis, né cara? E aí aos poucos você vai desenvolvendo uma simpáxia culinária por ser o jogo que é muito interessante, cara. É quase como o mestre descrevendo pro ladrão, né, pro jogador até jogando ali de ladrão, que ele sente ao mexer na fechadura, ou

a apertada determinada placa de pressão, né. Cara, colocando o dedinho no caudo ali provando, é o sujeito botando a tocha no buraco ali pra ver o que tem dentro. Totalmente. Mais de mil episódios na primeira temporada. Um podcast premiado por suas reflexões sobre o jogo, entrevistas e convidados, em uma nova temporada com muito a oferecer a

comunidade do RPG. Aventureiros numa busca por mais episódios na semana, te convidam a fazer parte do grupo de Telegram, participar de sorteios e enliquecer seu jogo. Esquente a água, moa os grãos e pegue os dados. Apoia ponto s e barca, fé com

dângio. Contamos com você. Como você falou ali atrás, né, isso dialoga muito quantos aspectos da criatura, né, então a gente começa a tentar entender a biologia da criatura, por exemplo, se a criatura é muito... o gosto que ela tem é muito ácido, por que que será, né? O

que que da biologia dessa criatura indica isso, né? E aí traz isso para um outro aspecto que eu gostaria de trazer do dângio Mesh pro RPG cotidiano, pro D &D da galera e tal, que é a comida como ser vivo, né? É basicamente o você é o que você come, né? Que é entender que criatura é

essa. E aí a gente pode trazer um pouco o dângio Mesh de novo, num caso dângio Mesh, que para mim foi muito impactante, que foi, caraca, como eles observaram a anatomia do cubo gelatinoso e de como isso teve impacto na história do que

eles estavam contando ali, né? No caso do cubo gelatinoso tem toda uma característica, tipo, eles trouxeram algumas características que você esperaria somente numa anatomia humanoide, mas eles trouxeram pro cubo gelatinoso fazendo sessões ali do corpo dele e tudo mais para você entender mas ver como é que fica. E quem explicava isso era o

Anão, né? Que é manjão de culinária. Como é que você vê essa questão da anatomia, dos monstros, da biologia, dos monstros impactando -me isso aí? É, cara, manoeiro, né? O cubo gelatinoso você... você via ali que ele tinha o seu próprio cérebro, né? Que ele tinha todo um espaço digestivo e você tinha a questão do preparo ali, né? Tinha que estender ele, secar

para poder comer e tal. Mas, voltando à questão da biologia e da anatomia da criatura e como ela influencia, eu devo dizer, cara, que eu sempre gostei muito mais da exploração da dângel pelos acessórios, né? O desafio em si ali era, na minha cabeça, pegar as pistas da dângel para resolver ela assim que aquilo seja só um moedor de carne, tipo, ah, todo monstro que a gente vai ver a sair da correta é

bater nele, né? Sim. E uma das... um dos maiores recursos de tentar se evadir de um combate ou realizar esse combate de uma forma que seja mais vantajosa para o grupo é entender a anatomia da criatura. No último... no último sessão que eu joguei de Finisterra, por exemplo, a gente enfrentou um grupo de grifos que, por algum

motivo, estavam dentro de uma caverna. E ao invés de contestar porquê aqueles grifos não estariam em um poleiro ou um polémão ninho, a gente percebeu que existia uma chance de talvez pegar esses grifos de surpresa nessa caverna e impedir que eles levantassem o voo, né? E, poxa, os grifos são metade felinos, né? Então, talvez por isso eles estivessem dentro da caverna ali, mas a metade águia deles que é o problema,

né? São as patas à frente e o bico. Então, a estratégia do grupo ali foi prender as asas da criatura, se ligar de que a parte da ave, que era a parte perigosa, a parte felina era a parte que estava nos dando a vantagem e fechou a entrada da caverna, o primeiro que botou a cabeça para fora para já ter a cabeça de águia dele descepada, depois foi fogo na entrada da caverna, aquela coisa de impedir que esses grifos

voassem para fora. E foi um combate muito mais fácil do que seria, porque... Grifo é três ataques, duas garradas, uma bicada com mais seis para acertar. Então, a gente conseguiu evitar que eles só ficassem voando na nossa cabeça. Mas isso é só um exemplo ali, a tela de combate, né? Eu acho que quando você entende a anatomia de uma criatura, também, você está entendendo como ela está interagindo com o meio, né?

Por que aquela criatura está ali? É uma pergunta importante para você entender o que te espera à frente. Entender a criatura, entender a Dungeon, se é relação com ela. Eu acho que um encontro de Dungeon, ele pode ser muito mais letal, muito menos letal, se os aventureiros entenderem a relação que aquela criatura tem com a Dungeon, com o ambiente que

eles estão inserindo. Eu falo que Dungeon, como qualquer ambiente, incluindo hermos, mas qualquer local que a criatura está, entendendo isso, você pode ter relação facilitada. Essa criatura se dá bem com os outros habitantes, como ela explora o ambiente, como ela caça, como ela vive. Entendendo isso, você vai fazer uma boa exploração de uma esmorra, ou pelo menos uma exploração melhor. Sem

dúvida, cara. Eu acho que tem uma coisa interessante desses aspectos biológicos aí, né? Aí, no caso, focando especificamente o corpo da criatura, a anatomia dela, como ela digere as coisas que ela come, e tem tipo o dragão, né? Logo de cara, você falou do dragão, que é uma parada que aparece no início do... da trama, né? Da trama, não, né? Vou

dizer uma trama, da aventura. Eles descem porque tem alguém ali que foi comido para um dragão. Então, eles pensam, cara, mas o dragão liberra logo depois, então ele vai digerir lentamente quem foi comido. Isso faz toda uma diferença, né? Você tem o D &D, criaturas ali que têm solo -roll. A criatura se tirar um 20, ela te engolha inteiro. E, pô, se você falar que, bom, engolir o inteiro

morreu, acabou. É uma coisa. Agora, se você traz esse aspecto biológico pro jogo, você pensa, não, pera aí. A criatura come, mas ela vai ficar esgiboiando ali um tempo. É... Pô, enquanto você tá ali dentro, ela não seriamente se morreu de cara, mas você tá engolido. Como é que é a pós -spec do digestivo dela? O que ela faz? E se você conseguir tirar essa pessoa dentro, como é que ela sai? Ela

sai corroída ou não? É uma parada mecânica, né? Tipo, a gibóia mesmo, ela vai esmigalhando você ali aos poucos, ela vai te digerindo primeiro mecanicamente, né? Então, tipo, a gente pensar nesses aspectos biológicos da criatura, vão trazer cor pra tua aventura, né? Elas trazem possibilidades interessantes até de recuperar uma... uma... alguém, de repente, tipo,

cara, a criatura é uma... sei lá, um verminho cinzento, ela engoliu o teu... o teu amigo e agora ela tá, tipo, se enfiando na terra de novo. Isso pode ser uma... uma aventura por si só, né? Ou o que acontece quando uma salamanda de fogo engola e uma mula cheia de frácios veneno, né? É, é, é, exatamente. O que aconteceu, né? Tipo, e aí, a gente, nesse... desse... desse fogo eliminar o

veneno, né? A gente abordou isso no playtest lá, né? A gente ficou caraca, mas essa criatura, tipo, ela é uma... uma... ela era um lagarto de fogo. Eu tava citando um episódio de Bergotem mesmo, né? Bergotem, sim. Acabou matando essa salamanda mais infinita. É, mas é... teve isso no playtest também, do

teu jogo, né? Então, tipo, a gente... a gente pensava nesses aspectos assim, eu acho que é muito interessante, enriquece muito o jogo, né? É... E aí, se a gente pegar, né, mais uma vez aí, como você citou... Catoblê, catoblê, pra que... Tem, de repente, um mal cheiro inerente a ele por conta de uma glândula, né? É...

Ou a gente pensar, tipo, cara, e se a gente chega e pega um... escorpião gigante, esse escorpião gigante, cara, ele tem ali as carapáças dele, é... podem dar uma armadura super flexível, né? Mas ao mesmo tempo, pode precisar de um óleo, de vez em quando, se não resseca o bagulho. Sei lá, acho que tem muitos aspectos que são biológicos das criaturas, que dão um jogo, né? Eles dão um pano de fundo pra

jogo se você não ignorar, né? Então, na verdade, muitas vezes a gente... a gente abre mão desses detalhes, porque a gente tá num jogo que puxa um lado mais abstrato, né? O D &D. Ah, a criatura chegou lá, acabou a HP, ela morreu, né? Então... Mas, cara, se você começar a trazer esses aspectos pro jogo, isso dá uma cor interessante e dá soluções que os jogadores podem buscar. Dá...

como a gente botou lá atrás, né? Pode dar recurso que os jogadores podem... podem abordar pra construir alguma coisa, pra construir uma armadura, pra... enfim, venenos, né? Porém, bergotem, quantos venenos foram criados já, né? Pô, se a criatura é venenosa, então vamos pegar o rabo dela, vamos tentar sintetizar esse veneno, vamos tentar concentrar esse veneno, vamos tentar fazer alguma coisa a partir disso. Eu

acho isso muito rico, né, cara? Tipo, a gente começa a entender a anatomia da criatura, a gente consegue... até como você botou ali atrás, né? As características dessa criatura mesmo, né? Ah, essa criatura ultra violenta. Como é que isso impacta no jogo? Como é que preparar essa criatura pode... pode impactar a vida do aventureiro, né? Que tipo de problema que isso vai estudar e que tipo de solução que isso vai

estudar? Então, tipo, isso é muito interessante, cara. É... Você chegou a... Você chegou a experimentar isso em bergotem, e você tá trabalhando isso no... no teu... no teu jogo. Como é que você enxerga, né? Esse tipo de... diferença anatômica impactando no jogo e como, de repente, transformar isso em gancho? Como é que você vê isso trabalhado em um jogo? Pô, complexa, né? Essa pergunta me deixou... me

deixou pensando o que agora. É... Cara, eu... Eu acho que o interessante de... de se entender ali a anatomia ou como a criatura se alimenta ou é alimentável é entender de fato ali, não pensar só a respeito da... da culinária, mas tudo que ela

engloba, né? Entender a criatura como... como ser vivo, é entender uma estrutura de modo... de modo mais... mais complexo ali, de modo explorável, eu acho que quero dizer, já que... já que a gente tá tratando de um jogo de gerenciamento... de recursos, né? Que

pode... que pode tanto ser, né? Por parte do mestre de um gatilho, pra desafios, você entender que essa criatura amphíbia em específico ela vai proporcionar um desafio mais agudo nesse ambiente em específico, que... enquanto o grupo vai fazer os aventureiros, né? Vão fazer o esforço no sentido oposto, né? Tirar

a criatura da zona de conforto. E aí, quando tu fala do aspecto anatômico, eu acho que é muito mais a respeito de deixar a pessoa alerta aos detalhes, né? Muitas vezes a gente fica tentando mecanizar demais as características do jogo. Acho que foi o Gui que falou... o Gui... o Guilherme, né? Falou no último podcast. Muitas vezes as respostas é que a gente... a gente tá buscando um tom

em mecânica, né? Tão em dar o foco no jogo. Na ficção, no caso. O foco na ficção. Eu acho que quando tu parte pra uma anatomia da criatura, a pessoa tende a tentar, no caminho que eu não acho tão interessante, que é de mecanizar tudo que ela vê naquela criatura, né? Poxa, conto. Qual é a rolagem que o jogador vai ter que fazer pra resistir ao olho do

Amberhook, do Tribulo Brutal? E a garra dele, será que ele tem que agarrar uma cumba ou com duas garras? Eu acho que essa questão anatômica, ela vem muito atrelada ao ponto contrário a isso, que é como que eu vou analisar detalhadamente, ponto a ponto, a forma com a qual essa criatura tá interagindo nesse momento de jogo com esse grupo nessa

situação específico, entendeu? Então, poxa vida, se eu tô aqui cavalgando o meu caranguejo gigante nesse mangue, quais são as vantagens que eu vou ter lutando contra esses homens lagarto, que os meus aliados que estão em cavalos não vão ter, não têm mecânica pra isso. Pode até argumentar que caranguejo tem velocidade de nada, ou que não tem velocidade de nada e tal,

mas isso diz pouco, né? Você não vai encontrar resposta pra isso mecânicamente. Então, acho que é isso, cara. Analisar o jogo anatomicamente, analisar as criaturas anatomicamente, são buscar respostas fora das regras. Você busca alguns parâmetros que pode ter, né? Tipo, é isso que você falou. Ah, o movimento do caranguejo

no mangue, né? Tipo, na lama. Ah, então, considera -se, a gente pode considerar que o caranguejo na lama ele não vai ter penalidade na movimentação que um cavalo teria. Então, beleza, isso a gente traz agora. Mas é justamente analisar a situação da ficção que vai trazer esse tratamento mecânico, não o contrário,

né? Porque se a gente ficar buscando somente um acionamento mecânico pra trazer isso, a gente muitas vezes não vai ter isso trabalhado previamente. Não sei que realmente, né? Seja muito foco do jogo, aí o jogo vai trazer, pode trazer aquilo, ou o manual de monstros, ou não sei o quê, pode trazer tipo de informação. Mas a criatividade é justamente em você buscar na ficção, por exemplo, né? Ah, então, olha só, a gente

acabou de matar três bisouros de fogo. Se o mestre tratou esse bisouro de fogo e aí tu trazendo aqui viagem mesmo, né? Tipo, bisouro de fogo é só o nome que se dá aquele bisouro gigante por conta da claração dele. Isso a gente vai ver na natureza mesmo, né? Ah, isso aqui é um lagarto de fogo, isso é um... O que que é o de fogo, né? Na

fantasia. Isso quer dizer que, tipo, que dentro dele ele tem uma substância que pega fogo mesmo, ou não, é só a cor que deu o nome, deu esse nome. Se for uma substância, e é legal que a gente possa explorar dessa forma, né? De forma criativa, anatomia criativa. Não, então, é porque esse bisouro aqui ele tem dentro dele fogo mesmo. Então quando você mata ele, pode ser um risco, espirrar, um magma, uma parada dessa. Ah,

beleza. Se é isso, o grupo, de repente, pode até utilizar isso para dormir e com calor, assim, sem precisar acender uma fogueira, ele pega aquelas carcaças de bisouro de fogo gigante ali, reúne aquilo, e aquilo já dá calor suficiente para

aquele acampamento. Mas agora, se você encara que não, é bisouro de fogo só por conta da coloração, pode ser uma coisa mais realista, uma fantasia mais realista, mas, beleza, eles vão utilizar aquela cor ali, de repente, para espantar, de repente aquilo ali pode ser um sinal que eles usam, sabe, eles podem usar aquela cor de alguma coisa, podem usar aquilo para tingir um bagulho daquela cor e aí, de

repente, algumas criaturas que evitam aquele bisouro, ou que predam aquele bisouro, podem ser alertadas de alguma forma. Então, tipo, eu acho muito maneiro esse tipo de detalhe, né? Ou, de repente, a gente pensar, cara, tem uma, sei lá, tem uma criatura aqui que tem um corpo poroso, né? Tem o corpo dela, quando você passa a mão ali, você

percebe que o corpo dela é extremamente poroso. Beleza, então, de repente, se eu fizer usar essa carcaça dela, para pegar umas tiras daquilo e colocar no meu, sei lá, na minha bota, aquilo ali, de repente, pode dar um efeito que numa dungeon específica me faça escorregar menos, né? Então, esse tipo de coisa, eu acho muito interessante a criatividade que desperta, né? E

a interpretação que se dá, né? Eu estava discutindo a interpretação que se dá em cima do bisouro de fogo. Muitas vezes, isso não vai estar no manual, né? Claro, você pode aproveitar e trabalhar isso no manual, mas muitas vezes não vai estar. E aí, essa lacuna, você preencher de forma fantástica, pode ser muito interessante. Com

certeza, né? Ali, mais uma vez, voltando para o anime, você vê que eles tratam a armadura viva, ela não é a toa que se dá esse nome, eles discutem a natureza anatômica da armadura viva, eles falam, será que foi um mago que criou essas armaduras e ele controla de lá de trás? Eles cogitam putes, então, a gente já deve estar atrás da sala do mago que controla toda essa dungeon,

o que se trata essa armadura viva? E a fissura ali, a determinação pela descoberta anatômica que o Laos, que o personagem principal, tem a respeito das armaduras, vai fazer ele descobrir o que de fato é a armadura viva, né? E a partir disso, ele descobre como, não apenas como destruir, na verdade, eles nem lutam contra as armaduras no fim das contas, só querem passar

por ali. Eles descobrem não apenas como suprimir aquele desafio, mas também eles descobrem mais sobre a dungeon. Eles descobrem que na verdade, ali ainda é o início da Masborra, que na verdade o mago não está ali coisa nenhuma, ele está muito

abaixo da dungeon. Então, é interessante como a investigação, quando a gente vai falar de oil fentans, você pode utilizar o foco investigativo do jogador para fazer alguma antecipação que pode ser dada a respeito de um desafio que ele vai

encontrar na frente. Pode se usar que aquele tempo que o grupo ficou engajado em determinada questão, por exemplo, o bisouro de fogo, mas futuramente você perceber que tem tochas, tem gravetos no chão, que em vez de queimados, eles estão empapados nessa gózena que o grupo já sabe que é bisouro de fogo e o grupo atentamente vai saber que é provável que tenha humanoides inteligentes que assim como eles aprenderam

a utilizar o bisouro de fogo, eles já vão estar preparados. Então tem toda essa questão de mostrar e não falar que o próprio anime, o próprio

mangarre força deixa eu mexer ali. Várias e várias vezes ele coloca na tua frente pistas, que você vai pescar se estiver atento e depois na frente de forma mais dispositiva, porque é uma mídia audiovisual, então eles eventualmente têm que ser dispositivos, um outro personagem vai explicar mas às vezes você vai falar que isso é isso mesmo, tinha entendido, se fosse uma armadilha eu não tinha

caído. Sim, e tem uma coisa interessante também da parte anacômica, que não é exatamente sobre culinária, mas muitas vezes sobre a forma de abater uma criatura. Isso obviamente vai trazer algumas riquezas do combate, em alguns sistemas isso vai ser mais fácil de fazer do que em outros, em alguns estilos de jogo isso vai

ser mais fácil de trabalhar do que em outros. Mas o fato é que é uma coisa interessante e até um conto que eu li na internet sobre Lâmia e que eu não sei, eu nunca mais achei esse conto, se alguém souber de onde é esse conto, me falha, mas é um ponto de inspirado em D &D mesmo mas ele passa esse conto é sobre um cara que, antes de enfrentar uma Lâmia, ele pesquisa sobre a Lâmia no biblioteca, ele

conversa com as pessoas sobre a Lâmia, sobre a lenda dessa Lâmia, ele descobre várias questões sobre a ilusão, o tipo de ilusão que ela constrói, que ela joga em cima das pessoas então ele vai cercando isso tudo para quando ele chegar de fato no combate com ela grande parte dos expedientes que ela traz ele consegue já evitar e nesse ponto obviamente tem questões dos poderes dela, mas também

tem questões anatômicas dela, ou da ilusão que ela joga e fora isso tem um questão de pontos fracos por exemplo, você vai enfrentar uma criatura e você descobre que, não, dizem que o ponto fraco dela é você chegar e você acertar na nuca, traz aqui então esse tipo de coisa você vai descobrindo você vai trazendo esse tipo de coisa para o jogo é de repente o que o joga, o bom, um jogador que

pesquisou, que que pescou essa anatomia dessa criatura pode descobrir uma forma muito mais eficiente de enfrentar essa criatura e derrotar essa criatura do que se ele tivesse sido sem pesquisa ou se ele de repente não prestasse atenção na anatomia, ou se até durante o combate mesmo o mestre consegue dar indicios de que, não, o ponto fraco dessa criatura é aqui, a gente vai ver na série Souls nos video

games que tem muito isso, os pontos fracos eles se evidenciam, se você olhar o combate você vai percebendo quais são os pontos fracos e aí esse tipo de coisa traz muita riqueza para o jogo, você entender como você falou, né, o armadura viva você tentar entender esse tipo de detalhe e você permitir com o mestre que esse detalhe mesmo que você não tivesse construído, que você não tivesse inventado mas que esse

detalhe seja trazido para jogo acaba enriquecendo muito e aí nesse ponto tem até uma discussão que eu trouxe no episódio sobre reivindicação ficcional, sobre a batalha pela realidade do jogo que é justamente a neodota que eu trouxe aqui foi o quando eu estava jogando exatamente, as bolas do cérebros do tipo e aí esse cachorro, ele tem bolas, se ele tem bola, eu vou tentar arrebentar com as

bolas dele e vou tentar incapacitar ele de tanta dor porque eu vou rasgar o saco dele e tentar fazer com que as bolas dele caem no chão então tipo esse tipo de detalhe você permitir que seja trazido em jogo é muito interessante em Oil Fiend, a gente fala que essa é a negociação que acontece a negociação acontece principalmente nessa disputa pela ficção muito anti -membro do que o sentido

que as pessoas dão na negociação que às vezes é, ah não, a negociação é eu pleitear um bônus aqui ou ali, não a negociação pela ficção essa batalha pela ficção é muito mais relevante de se negociar do que o aspecto mecânico com certeza, cara inclusive você estava falando do jogador trazer ali informações que ele sabe sobre a criatura e tal trazer isso a jogo, porque eventualmente o ele percebeu ali ou ele leu,

se enterou pela criatura seja ficcionalmente, ou seja, trazendo do método jogo mesmo o Laius, ele claramente é um personagem de um jogador que leu o Manoldo's Monster ele traz umas informações assim do nada, cara, como é que você sabe disso? cara, você está com um livro aberto aí, não tá? então

tem essas questões também, né? quando a gente fala de culinária a gente está comunicando que a gente está dando um certo um certo foco para

as criaturas, né? e aí abre essa essa questão para negociação que você bem abordou agora então eu acho que isso já comunica para o jogador olha, a gente vai dar esse tipo de zoom para o jogo então sinta -se a vontade para explorar porque se é um jogo que está tratando de explorar a culinária nesse nível o que vem antes da culinária que é a caça, ela também pode ser explorada nesse nível é,

total e dá para a gente pensar por exemplo, né? e

aí tem toda essa questão do abate do boi, né? eu me entendi de discute aí que não, se você abate o boi de um jeito e aí, enfim, desculpe, eu sei que possivelmente tem pessoas veganas aqui sensíveis ao tema mas de qualquer forma se discute muito a questão do abate de que o abate pode inclusive interferir no sabor da carne e etc, esse tipo de coisa então você botar aí que o jeito que você vai enfrentar uma

criatura pode ser significativo e pode determinar se a a carne daquela criatura vai ser comestível ou não né? ou se de repente os poderes vão tipo, o que eu poderia tirar de poderes ou de benefícios de saúde ou qualquer coisa assim, daquela carne daquela criatura batida, ela pode ficar disponível ou não, por conta do jeito que a

gente abateu, né? é, ótimo o ponto, né cara? e até mesmo ah, isso você já citou, eu ia citar que é a forma com a qual você abate criatura e também tem a ver com um risco que a criatura vai... você tem mandrágora no anime, né? você tem a mandrágora que é riquíssima aquela interação,

né? ah, tudo certo, aquilo é demais, cara eles revisitam furoramente ainda, rola piada sobre mandrágora e tal, ela já tem a playlist que já fazem do jeito menos espalhar fatores é que isso é massa demais é, cara, agora tipo a partir disso, né? desses perigos, a forma de abate e tudo mais a gente começa a entender que o perigo não, muitas vezes não é somente da criatura em si

mas é a criatura no contexto dela, né? e aí traz um assunto que você mencionou ali atrás que é o... até o aspecto de dungeon como ecossistema que a gente no D &D conhece como naturalismo gaegaxiano mas que o dungeon master traz muito forte, né? como é que você encara essa coisa que é o próximo elemento que eu queria trazer que é o dungeon como ecossistema como é que

você encara a dungeon como ecossistema? aí você tá falando do que me fiz e desgou de fato nessa mídia aí que é o dungeon master que foi como eles tratam a dungeon, né? desde o... do primeiro ponto que é a história de por que que

essa dungeon surgiu ali né? que é... um reino amaldiçoado que por algum motivo tá embaixo da terra e tem todo esse mistério de como esse reino foi parar ali é... o rei saiu da li e falou quem estirpar o mago louco e olha só mais referência aí no caso da Forgotem Realms quem estirpar o mago louco e que controla essa masmorra vai ir redar o reino mas não só isso né?

na medida que o pessoal vai avançando ali eles vão descobrindo como que esse local foi construído porque ele foi construído, né?

como ele foi deturpado, o que que o tempo fez com ele e qual é a situação crítica a qual ele se encontra e aí a gente vê alguns pontos interessantes aí cara, que a gente tem donaturalismo mas não apenas disso são pontos que é sempre interessante a gente se atentar quando tiver ou construindo uma dungeon ou se aventurando é que é isso que eu acabei de falar e o dungeon mesh

trabalha tão bem que é o que aquilo era porque ela foi construída como foi construída o que que ela é agora o que que ela significa para os seus habitantes como a exploração afeta a dungeon ao longo do jogo e aí a gente começa a falar de narrativa emergente consequências dos atos dos jogadores eu tava reendo dungeon mesh que tava lá para o capítulo 70 não para o volume né, o volume tem poucos mas para

o capítulo 60 mais ou menos começa a acontecer as consequências da exploração da dungeon isso é tipo isso mostra um nível de detalhes que a autora tem respeitado na obra chega no determinado ponto que o grupo de aventureiros já tá muito afundo na dungeon eles já suplantaram vários desafios e por isso lá em cima tem uma orda de novos aventureiros nível zero e tão se dando bem o ambiente foi detonado e os

caras estão se dando bem pegando tesouro e argumentam como assim de onde vem porque que ainda tem tesouro sendo que os aventureiros já desceram tem toda a questão de que de fato eles não estão em busca do tesouro mas voltando para essas relações para chegar no ponto que eu queria eu acho que é uma questão de obrigatoriedade do meu ponto de vista é claro que tem que ser obrigatório que a

dungeon ela exista num contexto em que ela tem que fazer sentido que ela não seja só um playground um par de diversões para os jogadores superarem os desafios e tá tudo certo que seja algo divertido beleza mas não apenas algo divertido que seja algo que faça sentido acho que a gente dá uma camada além de simplesmente um brinquedo para dungeon a gente traz a camada herpégística da parada que é um brinquedo

que ele vai fazer sentido na nossa mente, vai ser lembrado por muito tempo depois a gente brinca com ele e essa é a complexidade de uma dungeon bem feita, isso é as consequências dela você tem algum tipo de dungeon clássico death trap você tem dungeon que existe essa dungeon fan house que é a mad house essa parada do sei lá, mas é isso quando ela é assim ela acha que acaba que ela é construída

toda dessa forma ela não deixa de ser um ecossistema também tipo, isso aqui é uma dungeon é loucona o barato dela não faz esse sentido porque ela é uma paisagem unírica ou ela é uma construção de um mago louco e não sei o que, beleza ainda assim ela faz um sentido, e aí você constrói ele em cima desse sentido, mesmo quando é não fazer sentido então concordo banamente contigo agora você trouxe aí a coisa do o

que que é, qual a função que ela tinha se é um formigueiro essa dungeon ela vai ser ela não vai ter escadinha ela não vai ter caminhos que você vai conseguir percorrer simplesmente andando pra frente e virando na esquina então tipo um formigueiro uma dungeon que provavelmente ela vai ter muitos espaços verticais ali os caminhos dela são feitos por criaturas que andam pelas paredes ela tem

depósitos ali de fungo porque são formigas gigantes e tal então existe toda uma complexidade do ambiente que traz que traz a informação de jogo né cara?

Ah com certeza cara eu acho que esse é o foco o ambiente que traz a informação de jogo, mesmo se for uma funhouse ali você se você pega a série ZS do guy que você vai ver ao longo da Primeiro ele faz a tombia depois a white play monta que já tem um pouquinho mais de sentido de ser quando você pega lá o 4 o S4 que eu acho que era as cavernas perdidas de só alguma coisa

assim, tipo um nome jogado só cante você vê que ali apesar de ser uma dungeon de torneio né que tem aquele intuito de essa dungeon toda a sala tem uma criatura, toda a sala tem um desafio você vê que o grupo ali ele já está mais informado eles tem a

informação de que? Ah é uma dungeon em que Iggy o Ilvi ele já tem isso de cara é falado pro grupo antes deles até inspeccionarem a dungeon Iggy o Ilvi uma bruxa com jurador de demônios, faz experimentos ali e aí ela conjurou um demônio lá dentro, poderoso demais até mesmo pra ela lidar ela foi embora e no tempo nem dela pegar o tesouro e aí você fala pô doideira né dungeon pra nível 10 acima

vai ser uma loucura aqui só que aí a galera vai pô percebe que tem várias criaturas aprisionadas aí o grupo percebe que se eles soltarem algumas dessas criaturas elas podem ser aliadas deles as criaturas dão informações por que que Iggy o Ilvi estava fazendo lá dentro que munem ele de informação a respeito das dos antagonistas principais daquela mais morra que são ali os demônios que foram aprisionados que é Grast

Frasso Brilhut os demônios de Greyhawk que vieram pra fora tenhamos depois mas você vai vendo que até o próprio Gaiga que nessa época que tava fazendo essas experiências de dungeon pra pra torneio, ele vai se tocando de que sentido é informação é recurso pro jogador é jogar aquele torneio de uma melhor forma, depois ele vai lá pra pra série G e D que é aquela Against the Giants e depois a Web of

the Spider Queen e ali ele trata o ecossistema de fato nem são danjos de torneio mas não são tão tão interessantes pra se estudar num sentido de armadilho desafio assim quanto a série S mas quanto a sentido de ecossistema ali você vê que o Gaiga deu um salto de pegar informação também é recurso pra jogos e aí o bom que ele pensou isso antes da gente pra não precisar pensar isso depois é

interessante né porque são duas forças que a gente vê muito forte como informação de dungeon nesse ponto que uma seria justamente o aspecto narrativo e o outro aspecto da realidade da verossimilância pra assim dizer né então esse naturalismo garxiano ele diz muito mais respeito a construção do ambiente pela verossimilância do que necessariamente pela narrativa ainda que a narrativa seja um dos

elementos desse né agora é engraçado no próprio dungeon master e tem uma questão muito interessante até uma fala bonita assim né do porque que não se anula porque que não se mata tudo que tem ali de determinada criatura acho que não convém ficar dando spoiler mas depois de determinado interação de determinado combate eles falam não mas é necessário que se mantenha determinado equilíbrio aqui desse

ecossistema desse ambiente todo porque senão uma criatura vai a gente acaba com uma determinada criatura mas aí as outras criaturas que são predadas por ela se proliferar se proliferariam e isso causaria um problema aqui e tal então existe um equilíbrio daquele ambiente existem questões naturais daquele ambiente que vão ser um problema no futuro se o grupo não observa então isso pode ser

potencialmente trazendo para o D &D ou algo assim pode ser um problema potencial para o futuro da campanha né cara com certeza inclusive eu até ia fazer um comentário mas já que você falou sem spoilers vão manter assim né essa essa frase é um é uma antespação talvez sim a gente vai descobrir mas você vê cara que tem muita essa questão de de se explicar ou de ensinuar no D &D questões que você vê

claramente que é o mestre querendo morrer, dando oportunidade nesse último episódio do dia do dia 6 a gente tá independente do dia que você estiver ouvindo o episódio aqui no dia 6 de junho do i do ano de 2024 lançou um episódio do D &D e lá o pessoal falou uma frase muito interessante eu tava vendo o episódio revendo hoje pra gravar aqui e aí eles falam assim esse local responde sua ganância com

muita intensidade, fortuna, conhecimento fama, eles vão continuando e depois eles citam de novo quando se desejam muito algo o calabouço coloca suas garras de fora o mestre preparando pra morrer ali, entendendo que é interessante também antecipar não só o desafio mas também a recompensa, mas que isso é a isca né sim, sim e tem essa coisa também de a gente entender interações entre facções quando você entra numa

dungeon falando como jogador você entra numa dungeon, você vê que tem facções se você não se preocupa com equilíbrio entre essas facções, você tá perdendo uma chance muito grande de trazer isso pro jogo e também de entender o tipo de merda que pode dar no futuro então você chegar simplesmente com um olhar predatório é uma coisa que assim vai ser usado contra você meu amigo pode ter certeza, vai pesar por

exemplo, o grupo que entre não faz prisioneiros aconteceu assim em D &M Mulher que quem viu sabe era tipo, era anfrô de óleo e foda -se vamos carbonizar todo mundo e aí que acontece quando eles voltam pra lá todo mundo que acabou de vivenciar uma tentativa de invasão do grupo fala cara, é de novo aquela galera ali, aquela galera não faz prisioneiro certamente isso vai modificar o jeito de se

lidar com aquela galera, né, então tipo isso vale também pra natureza do local, né, pros aspectos naturais do ambiente isso vale também, tipo um jogo que tem isso, um suplemento que tem isso muito forte não necessariamente a parte política mas tem também a parte política e tem a parte natural muito bem desenvolvido é o Vings of the Earth pra quem não tá ligado, é um suplemento sobre o under dark, né,

como se fosse um trabalho ali outro apirado do caso ali do Patrick Stewart que talvez seja um dos melhores suplementos que é o mais feito pra o school e nele é trabalhado justamente tipo o aspecto da luz, né, isso é um recurso fundamental embaixo aquele ambiente escuro e aí tem criaturas que tem luz né, enfim, tem toda uma questão biológica misturada e tem as facções

também então tudo isso vira um bolo muito completo e é o po... os passos que é muito completo você vai sentindo que é muito tranquilo de você começar a utilizar esse equilíbrio contra os parto -jogadores né, tanto em termos sociais de facções quanto em equilíbrio de poder tanto também como um equilíbrio natural da coisa né, então realmente é muito

rico e aí pensando em... mecânica não né, mas em... em manual, a gente tem aí um manual exemplar que eu acho que ajuda muito você a pensar esse tipo de coisa que é o manual do monstro da segunda edição do AD &D principalmente que separa isso né, coloca o habitat da criatura o que que ela come a dieta dela e esse tipo de coisas, textas né, facilita muito né cara pô, aqueles textos laterais são

muito bons né cara, que não informa muito é... dá pra você cada criatura que você ler ali você consegue ter uma ideia pra uma aventura diferente como nessa é muito bom inclusive eu até dei uma... uma... alta... eu tive uma alta inspiração né, vou falar que roubei o conteúdo porque enfim não se... não se roba conteúdo com ser fã né, só se roba se você roba de uma coisa só você roba de várias inspirações é... mas

enfim o menu que é o manual dos monstros que vai ter ali no MonsterMill a nossa ideia é se fazer ali o... os textos das criaturas embaixo separadas pelo... pelo sistema que elas vivem então a página aberta que se tem ali com os textos das informações das criaturas elas englobam não só uma criatura por página que... que é o caso ali do... por página... por bloco ali que no caso do... do...

manual dos monstros do AD &D que é muito bom, tá separado por ordem alfabética mas eu peguei essa ideia de que eles trabalham um ambiente muito bem e agrupei pelos ambientes então você vai ter ali uma... toda uma cadeia alimentar das criaturas com informações agultinadas de como elas vivem em sociedade tudo isso graças ao estudo aí do... o manual dos monstros do... do AD &D que é totalmente

um... conteúdo animal tinha umas coisas assim meio pesadas de mais de qual é a chance de se ter um ovo chocado de urso coruja quando se invade um covil com a chance de não ter um ovo chocado qual é a fase do relacionamento que os os corujistas estão

mas... coisas de AD &D, né? Sim, é uma minúcia foda mas assim... cara, isso é fonte, né, de aventura então acho interessante, tem um manual agora que tem que ser lançado recentemente que também é bem interessante nesse sentido assim de fonte de aventura e tal que é o Monster Overhaul, né? dos car... dos carpools também do Coins & Scrolls, é bonitaz muito bem feito mas ele tem, enfim ele tem... já é... ele

já é mais piradão a SR assim, né? já não é tão organizadinho da mesma forma que o... que o AD &D segundo edição que já tem toda uma fórmula de apresentar um monstro que é muito interessante agora... enfim, tem o ARC também que eu

citei, né? o ARC falando em termos de... do que se tira da criatura é muito interessante mas, cara, acho que... enfim essa coisa do... da dungeon como como é que o sistema é muito interessante mas é parte para a segunda parte que é justamente a dungeon como a verossimilhança um ambiente de verossimilhança mas tem

a dungeon como storytelling também, né? e não somente isso, a dungeon como storytelling, mas a comida como um momento de conexão entre os personagens e uma oportunidade de desenvolver essa agenda da história, né? ou pelo menos daquele momento em que todo mundo tá comungando do alimento e... não só pela criatura que acabou de abater que tá comendo ali mas também como esse

momento de reviver, né? os fatos que foram vivenciados de se repassar esses fatos foram vivenciados e construir narrativas em torno disso, né? como é que você encara aí a comida como conexão a comida como storytelling que eu acho que é um aspecto muito gostoso que tem no dungeon mesh também, né? é cara, o ato de o ato de comer é um ato de

compartilhar, né? mesmo que você esteja na sua casa e comendo e tal achando, pô, eu... sei lá, eu tô comendo um miojo sozinho aqui, na verdade você tá comendo algo que foi compartilhado aí através de várias mãos esse miojo não surgiu no mercado por

mais, né? então, mas principalmente quando se faz uma refeição em grupo seja ela pô, eu tô muito com um episódio semana passada na cabeça seja ela uma comida do mundo que a gente habita com nossos corpos de carne ou seja ela com uma refeição que você tá fazendo ali no ambiente de jogo você tá

compartilhando ali, né? e RPG também é sobre isso RPG é sobre compartilhar compartilhar um um... um... um ambiente ficcional em que todos tão resolvendo seus desafios se divertindo ou contando uma história seja lá qual foi a tua agenda mas eu encaro, cara, o ato da alimentação no RPG um ato de se orgulhar dos seus feitos, cara pelo menos quando eu jogo eu

sou aquele jogador catador de treco, né? então eu chego no final da sessão, eu tô cheio de treco que eu não faço a menor ideia de pra que serve e a refeição um local muito interessante que

é o momento que o grupo tem que se assume, né? que eles encontraram um local minimamente seguro é... onde eles podem rever a que passo e desistão ali enquanto se alimentam mesmo que o jogo não seja é... sobre se alimentar ou não tenha é... o grupo não tenha acordado que é um jogo em que eles vão focar no ato da alimentação parte do ponto em que eles tão comendo em

um local seguro, né? então esse é um um local em que eles vão recompostar os forços, conversar planejar o que vem pela frente então encaro que a refeição no RPG ela é um ponto de respiro do jogo de respiro daquele daquele momento tenso de jogo que vai parar ali vai conversar com os outros personagens vai desenvolver as relações e aí vai conversar seja entre os personagens seja entre os jogadores também que são

super saudáveis e tudo isso feito nesse espaço de refeição ao redor da fogueira em Birgoten tá rolando muito esse espaço próximo aquele covil da

viúva, né? o lendário o covil da viúva o pessoal construiu ali um ponto de acampamento que fica bastante próximo e no limite de onde as teias se tornam seguras e eu tenho notado que algumas sessões do pessoal para ali durante a noite e tá rolando esse papo tá rolando esse momento de planejamento pro dia seguinte de vamos vamos avisar os jogadores que nunca vieram aqui do que a gente já fez aqui vamos

recapitular o que tá rolando aqui vamos ver o que a gente tem em mãos para lidar com aquilo ali vamos preparar um acampamento deixar quem for ficar aqui vai quem for, o que a gente tem o que a gente vai fazer porque esse vai ser o último momento de tranquilidade que a gente vai ter antes de voltar a caçar ouro e glória sim e cara no teu jogo tem uma questão que eu achei muito interessante

que pode fazer de repente bastante carne com trocadilho pode trazer bastante carne nesse momento do jogo assim que é estabelecer pratos preferidos o gosto pessoal do personagem como é que você incluiu isso e o que você busca com isso ah sim cara eu deixo bem claro que isso é a alma do monster meal para mim os personagens estabelecem o jogador estabelece o que é os personagens seus pratos

preferidos então o jogador vai falar o prato preferido é o prato principal carne assada acompanhada de legumes frescos na brasa então você vai ter de seu prato principal o seu acompanhamento e seu modo de preparo carne e legumes frescos na brasa assados na brasa enfim isso é livre para o jogador escrever como ele se acha mais confortável inclusive explorar as possibilidades disso mas o interessante é

que nesse momento ao se alimentar durante a refeição ou enquanto está preparando a refeição os jogadores vão preparar uma refeição só sabendo que eles estão prestes a recuperar o principal recurso mecânico que eles têm que é a fartura que é um recurso que eles vão gastando ao longo do jogo para refazer jogadas ou seja, um recurso que você só vai utilizar quando você tiver em um momento de risco em um

momento de incerteza em um momento de perigo que for necessário uma jogada e uma jogada que você naturalmente teria falhado esses pontos de fartura que você gasta nesse momento eles são recuperados na medida que você vai comendo os seus ingredientes favoritos então não apenas você vai estar recuperando os seus pontos de vigores os seus pontos de energia seus recursos básicos para se manter vivo e ativo no jogo mas também

esses pontos que te deixam aptos porque em Monster Mew você tem uma régua para o resultado alcançado digo isso numericamente você tem que rolar para alcançar 16, rolar para alcançar 15 que ele é propositalmente alto então é um jogo que ele é mortal ele segue esse conceito de que os combates, os perigos, os desafios eles são realmente bem mortais quando você tem que rolar para alguma coisa significa que você está

ferrado se colocando em uma posição de se ferrar então você está sempre gastando os seus pontos de fartura e para isso você precisa para recuperar essa sua capacidade esse seu brilho nos olhos seu buchinho cheio você tem que estar ali comendo seu prato preferido e isso é colocado de forma bem aberta assim como os ofícios que são as duas mecânicas centrais do jogo paladário os ofícios são mecânicas que foram

colocadas para não serem fetichizadas e pesadas são os pontos em que o jogador ele pode tomar a rédia da ficção compartilhada e falar, olha, isso daqui eu estou apto a fazer melhor do que eu naturalmente faria por conta disso e aí geralmente é por conta da refeição ou por conta do seu ofício e aí geralmente é por conta da refeição e aí ao redor da fogueira o sujeito vai estar comendo a comida favorita dele sabendo

que assim que ele estiver de barriga cheia e banho tomado, ele vai poder voltar para o dângel e caso ele caia num fosso talvez ele consiga se segurar na borda porque ele estava um pouco mais feliz maneiro, maneiro e cara, uma acho que tipo, se você quer de repente trazer para o teu jogo isso aí vale a pena então ou obviamente construir o teu jogo construir o seu kit em torno disso mas dá para

fazer de outras formas um jeito espontâneo por exemplo se o grupo está andando nos ermos e aí só está andando com ração ração é aquela parada de comida seca que ela para sem graça pode até ter um saborzinho aqui o toalim mas a comida é meio dura uma parada meio que é tipo uma ração é a comida funcional agora, por outro lado se o grupo está num dia frio está num ambiente que já é meio nóspito e

aí o grupo em vez de comer a ração de repente resolve fazer um guisado, resolve fazer um sopão aquela comida que de repente está maquecida e tal, você consegue trabalhar isso então você consegue obviamente falar cara, se estão com frio, se estão no ambiente meio nóspito tal, você pode fazer com que eles não duram o legal você pode fazer com que essa noite não seja muito proveitosa você pode

diminuir a moral de quem está acompanhando o grupo e construir certos atritos ali caso o grupo não atente para esse tipo de coisa para esse tipo de possibilidade do momento de comer, do momento de acampar do tipo de coisa que eles fazem enquanto isso, se eles só ficam fazendo a ronda e dividindo neuras e dividindo preocupações isso pode ser uma noite muito menos agradável do que se eles

resolvem de repente tirar uma viola mesmo tocando baixinho para não perturbar o ambiente eles tentam fazer um momento de lazer ali enquanto eles comem isso tudo pode dar uma coisa muito interessante para o jogo e aí nesse ponto vale você como mestre tentar aproveitar essa ficção para para dar impacto a esse tipo de escolha se você não dá impacto, ele simplesmente fala a gente vai fazer um

guisado em vez de gastar a nossa a nossa ração se você não dá esse impacto, obviamente eles não vão nem buscar novamente isso mas faz sentido que tenha esse impacto então é interessante você começar a trazer esses momentos de lazer e esses momentos de forição da comida para o jogo com certeza e mesmo que o impacto inicial seja em ponto de um desafio uma desvantagem um primeiro input de que impõe algo

negativo aos jogadores aos aventureiros e os personagens deles com toda certeza eles vão entender que isso é um ferramental e vão começar a explorar e imprimir essa textura no jogo para se beneficiar disso né é, exatamente e também tem uma outra dimensão interessante que é justamente a comida como um elo se a gente tem também o Soft S DnD que é um material muito interessante de blog, desses blogs

maneiros assim da OSR do Jaws Old School e o Soft S DnD justamente ele coloca o XP vindo de quando os jogadores eles oferecem um quando eles dividem, na verdade quando eles conseguem que lhes seja oferecido um um prato de comida, uma refeição então quando eles fazem isso e conectam com o NPCs eles ganham o XP deles então vou deixar até esse post no link aqui do gente do episódio mas é muito

interessante ele coloca ali como XP por amigos e comida então quando você faz um laço quando você cria uma amizade selada na comida você ganha XP e aí essa é a fonte principal XP desse jogo do jeito que ele propõe então é muito interessante, eu acho que certamente você vai tirar outro tipo de textura do jogo outra estética vindo do jogo então acho que vale muito a pena brincar com isso caso seja do teu

barato eu achei isso muito interessante eu me amarro nessas propostas que que tem essa questão de se dar oportunidade pro grupo resolver o jogo, avançar o jogo de forma não combativa, qualquer coisa que saia do básico me interessa muito e eu tinha visto essa proposta, tinha achado bastante interessante e até cogitei que essa fosse uma das mecânicas centrais do jogo do Monster Meal no caso mas acabou

que apesar de essa ser uma mecânica que eu dei uma coplada ali no caso quando você come uma nova comida quando você compartilha comida com algum grupo que você nunca via compartilhar do antes, ou quando você come a comer sua comida favorita, você acaba ganhando um bônus de xp, foi assim que a gente transpôs para o Monster Meal, então tem essa questão de você compartilhar a refeição existe esse

motor direcionando o grupo A, os jogadores há a possibilidade de se compartilhar comida e outra coisa, o interessante eu até queria focar isso no playtest, existe o jogo foi construído para que exista a forma de se jogar de modo vegetariano vegano as ferramentas estão ali as ferramentas mecânicas estão ali, dá para você jogar Monster Meal e não comer monstros ou comer plantas e focar o jogo em fazer

aliança com as facções dividindo refeições favoritas deles e de vocês e utilizar esse diálogo com as demais facções para você ir avançando na dângela que ao fim das contas continua sendo um jogo sobre xp por ouro é o clássico RPG de nós a gente está aqui para trazer o nosso tesouro, até porque o foco não é simplesmente matar a criatura é o tesouro que é mais bom a guarda mas a textura da comida se

imprime mesmo assim quando a hora é certa é dado o último gole na cerveja ceremonial conhecida como Biergotem densa como a noite misteriosa como uma tumba é degustada para os bons pressajos na exploração da região que leva o mesmo nome o Biergotem que guarda os jazigos dos titanos seres primordiais os anteriores aos próprios deuses por eles sepultados com seus tesouros segredos arcânicos e metaphísicos

Biergotem é uma campanha de Hexcrawl aperta e gratuita de RPG ou escuro no estilo Oil Fantasy com sessões episódicas em um mundo permanente com centenas de jogadores e quatro destemidos mestres Balbi, Cobb, João Boulamac e Márcio Floreiro além dos hermos, repletos de monstros e tesouros comunidade explora um estilo de jogo forjado a partir das reflexões dos mil episódios da primeira temporada do

Café com Dungeon e outros experimentos como Uliglória, Day Day Mulec e outros descubra o paradeiro do Mábo que ficou louco ao ouvir os impropérios de uma cabeça falante espetada na ponta de uma lança entenda como derrotar a salamanda de fogo que toma conta da chapada dos queimados em seu covil cheio de rubis do tamanho de um crânio humano em frente dos bandidos da unha de navalhas especialistas em

geometria sagrada que apavoram a vila da Frasquita e escoram os seus tesouros do jazíbo do Titã Caverna aprisionado pelo Deus tétris em sua entre em cada estrutura de cordas nós e tendões que sustentam o Monte -Kip tomar da biergotem e sair alucinado pelos erros parece arriscado mas a cerveja abre um canal direto com os titãs e com seus poderes primordiais podem imbuir os aventureiros de asas de

vigor incansável no dialeto das plantas o mesmo com a força perpétua de um rio a esperança de serem libertados pelos bravos inconsequentes caçadores de ouro ganhe XP com ouro resgatado mas também com descobertas nos ermos e com rumores compartilhados com

os demais aventureiros e aí topo desafio? ou monta o seu grupo e procura um dos mestres em nosso grupo de telegram que a gente tenta atender os seus horários se você não tiver grupo você pode sempre chegar e conhecer outros aventureiros precisando de companheiros por uma incursão então segue o link aí na descrição do episódio e vamos explorar Explorar Birgote Eu acho que a gente cobriu bastante coisa aqui do

dungeon mesh eu acho que a gente tem aqui que a gente puder sumarizar para facilitar para a galera primeiro os monstros como recurso depois os monstros como receitas gastronômicas os monstros como como receitinha você é o que você come ou seja, os monstros como entibiólogicos ali a gente tem a dungeon viva que respira, come e defeca então a gente tem esse ecossistema que é um personagem praticamente e a

gente tem o aspecto narrativo da dungeon que é justamente essas conexões que a gente faz através da comida etc tem mais alguma coisa que você gostaria de

trazer cara? Cara, eu só queria voltar e realmente dar a ênfase nessa questão da parte dungeon do dungeon mesh porque muito se fala da parte mesh das delícias alimentícias da dungeon mas assistam aí com carinho ou leiam o mangá com carinho voltado para a parte da construção de mais morro que vocês vão pegar boas dicas de interação de criaturas da dungeon como como o Bob falou aí, como

um enti vivo mas a dungeon que faz sentido não que outras dungeons não façam mas quando você sente que você está inserido no meio foque nessa parada aí que vocês vão pegar boas dicas também maneiro cara, isso aí eu acho que é uma boa oportunidade para a gente resgatar a arte da boa dungeon porque é uma coisa que vem se perdendo muito os próprios deideis vem trabalhando de uma forma um pouco limitada, a gente vê

que o jeito de jogar vem sendo muito influente em se perder essa tradição de uma boa dungeon felizmente a gente vê o dungeon mesh aí trazendo boas lições e a gente vai ver certamente um boom no gosto por encarar dungeon no nosso hobby que é uma coisa que enfim é um troco clássico no mínimo muito mal utilizado hoje em dia é isso cara, obrigado quer mandar um tchau para a galera, falar do teu rolê falar do teu jogo

cara, vamos lá, primeiramente eu queria agradecer o convite mais uma vez, eu estava desde a hora que você comentou comigo que você ia abordar dungeon mesh aqui no café eu fiquei super empolgado para a ideia e convidar o pessoal para jogar comigo seja em bergotten que eu estou mestrando lá contigo com cobre, com João seja no playtest de monster mill provavelmente vai se chamar hangu monstro ou seja nas

minhas mesas pagas do trabalho como mestre de RPG se a onda de você que está ouvindo aqui for jogar aquele RPGzinho quinta edição que é a forma de

se encontrar pessoas para jogar, não é? que a quinta edição existe para encontrar a gente para jogar porque se todo mundo joga mais fácil, você está carente está querendo encontrar uma mesa de quinta edição, com esse olhar olha o fenta em cima que não seja aquela quinta edição massa velho me procura manda uma mensagem para mim lá no arroba rpg arena no instagram ou se não cola no grupo do café

no grupo de bergotten me manda uma mensagem eu estou em todas essas mesas abertas como jogador acido porque de segunda a sexta eu trabalho mestrando RPG e no final de semana eu descanso jogando RPG mas isso aí, fico convite principalmente para o playtest fazer esse convite em façado no playtest de monstéril mil que está começando hoje no dia que esse episódio for ao ar beleza, eu vou deixar os

links de redes sociais e tudo que você queira passar de canal, vou deixar no discritivo do episódio, então sigam essa fera, o cara é bom, vale a pena é isso aí obrigado marcio e obrigado você que ficou ouvindo a gente até agora, vamos re -viver o barato das dungeons que vale muito a pena vou deixar o discritivo do episódio com os links os links dos anúncios mais o link da dungeon mesh na panine o

link da dungeon mesh no netflix os carples do coins and scrolls o monstermenu que o marcio citou, o rise up commons também, o poche dele que ele citou o arc do samuca que foi citado na parte do bestiário o monstros humana, o segundo edição também do ADID, o monster overhaul dos carples também que a gente vai deixar linkado e o softsdnd tudo pra vocês seguirem se você gosta do café com dungeon, considere se tornar

um apoiador você pode de repente voltar a ajudar a gente a voltar a ter cinco episódios semanais, já pensou muita, muita pauta que a gente vai poder abordar muitos games, anos novos muita gente aí com trabalhando dungeon, trabalhando sei lá, jogos narrativos diferentes tipos larpes e tudo mais, então aproveita aí e se torna um assinante do café com dungeon, um apoiador do café com dungeon e apoia

.se barracafé com dungeon, aí você ainda garante material extra pra você, conteúdo extra dependendo do seu nível de apoio ainda participa de sorteios do nosso parceiro e recebe cupons então cara, ganha,

ganha chega lá em apoia .se barracafé com dungeon e apoia o seu podcast matinal de rpg favorito a gente também tem um espaço e caso você tenha gostado especialmente do café de hoje, você pode deixar pra gente uma burgeta no pix, que é o café com dungeon,

rouba gmail .com o mesmo email que você pode utilizar caso você queira contactar a gente pra conversar sobre patrocínio você pode patrocinar um dia um dia na semana do café com dungeon a gente poderia ter por exemplo um segundo dia na semana de café com dungeon e aí seria associada a sua marca pra alegria da massa rpgista aí com muita gratidão, com certeza caso você financiar um dia de café então

consulta a gente lá no email que a gente tem um propósito especial pra você também manda um alô caso você queira conferir aí nossas oportunidades de parcerias e anúncios em diferentes modelos então caso você tenha aí uma marca de rpg, uma editora de repente tenha café a gente trabalha com cafés especiais jogos de forma geral tecnologia, mídia, então consulta a gente se você é um produtor de

conteúdo game designer, dependente, acadêmico ou fã que quiser participar do nosso projeto de alguma forma conta sobre você aí ou do seu projeto no café

com dungeon robagemail .com finalizar aqui agradecendo a galera que torna possível essa aventura então agradecendo aí a galera do incentivo incluindo aí o Douglas Bayense, valeu valeu demais ao pessoal do nível de apoio comunidade incluindo aí o Edu Halaque, o Janari Damacena e a Dani Marques muito obrigado por apoiar um salvo especial para os assinantes do nível RPG dojo dentre eles aí o Vinicius Caldas, o Pedro

Borges, o Rudolf Helmut, o Filipe Scostag e o Marcos Vinicius Ornelas em um agradecimento especial ao pessoal do treinamento Oil Fantasy eles são o César Machado, Daniel Aidar, Diego Cestito, Abirio Junior e Leo Gasparotto, Menini por último um valeu Zassum, um abraço apertado aí no nosso membro do café com Balbi e aí agradecer muito muito mesmo o Tiago, valeu Tiago um abraço e até a próxima galera

Tô tão feliz que você criou interesse em comer monstros Não começa! Não é tão gostoso mesmo?

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