Eu sei, meu caro, você caiu num caldeirão de revolução. A gente adora asterix, nós somos sul americanos, fodidos, a gente adora uma história anti imperialista, porra, a gente sonha com a queda do Império, a gente olha pro Átila, o Uno, e enche o nosso peito. A gente pensa nas invasões bárbaras com gosto a narrativa de um imperador, de um bilionário ou de qualquer um. Que seja tirano e tá se dando mal. Faz muito bem pros nossos corações sofridos aqui na periferia do mundo.
É com esse gostinho especial que a gente observa os movimentos de mercado, esse gigante que é o dungeons and Dragons, esse produto da rasbro que na última edição vendeu mais cópias do que todas as outras edições juntas. Esse RPG show do Matthew murser. Do funco pop do cubo gelatinoso do filme da Marvel que não era da Marvel, mas podia ser tá lá em Hollywood. Quando eu conheci vampiro, a máscara nos anos 90, eu senti um pouquinho desse sabor gostoso de odiar o dey d eu me sentia mais
alternativo. Dey d era pra nerdola, pra loser. Eu era um cronista da madrugada, porra. Eu era um filhote do Tarantino, mal sabia o que fazer com a minha torre de caixas de ADED segunda edição e todos aqueles cenários lá que eu consumi avidamente durante os anos mais tarde, quando eu voltei a visitar ODEDO School, eu acabei enfrentando alguma resistência. Também a gostar de DED, porque tem Dungeon crowd Classics, tem lamentations of the frem Princes, tem morkborg.
Tem todos os retroclones ali, tem o labent slord, tem o oswrik, tem o swarder Wizard Rick, tem essa resistência ao daidê vigente e você pode de repente abraçar e jogar outras coisas, ainda que sejam daidê. Eu, particularmente, tive minha fase de engajar legal com daid. Quinta edição o YouTube não tá aí, tá aí que não me deixa mentir e de alguma forma
ingênua. Eu me senti representado por aquele produto e ele conseguiu durante um tempo, agradar a gregos e troianos, agradar todas as tribos, inclusive os sênior, que nem eu. É muito gostoso quando você se vê adulto curtindo uma coisa nichada que você gostava desde criança, e quando você encontra uma empresa grande que começa a entender e atender, mercadologicamente os seus
gostos, te dar o que consumir. Trazer coisas pra você comprar, você se sente representado, você se sente de alguma forma especial, afinal de contas, o mundo é capitalista, né? Ele tá aí fornecendo coisas pra gente e quando o mercado atende aos nossos gostos mais profundos, a gente se sente feliz. A gente se sente observado, né? Notaram a gente ao mesmo tempo que a gente se sente contemplado, né? Ainda que não seja exatamente por aquele mainstream, né? Que costuma pasteurizar as
coisas. A gente tá aqui gostando e sendo contemplado naquilo que a gente gosta desde criança e que a gente sabe que é um nicho, é um pedacinho especial do mundo. Quando eu encontro alguém que sabe de DEDE, gosta de RPG, eu sei que aquela pessoa ali, em algum nível, é minha amiga ou até minha inimiga, mas a indiferença é impossível. Essa coisa de você botar uma camisa do dungeons and Dragons e bater no peito, ir pro bar e falar, eu jogo DED, pô, eu sou
RP gista, eu me amarro em RPG. Isso é uma coisa que demorou muito pra acontecer. As pessoas não não tinham muito espaço pra se entender enquanto rpgistas e sair por aí. Hoje em dia a coisa mudou. Felizmente isso muda quando o mercado muda no mundo de hoje. O mercado começa a fornecer produtos e você não precisa fazer na garagem da sua casa uma camisa em que você pinta com tinta de tecido DED no seu peito para ir na rua. Você não vai nem apanhar por
isso. Olha só, na verdade as pessoas vão chegar e falar, caraca, você também gosta disso? Eu fiz até um episódio na no início da temporada da primeira
temporada do café com dângeno. Sobre RPGE life style de como, na minha percepção, na percepção dos meus colegas do regra da casa na época, a gente tava vendo que tava se formando essa maré, que esse mercado tava se abrindo, que a coisa tava acontecendo mais de um episódio, inclusive eu falei sobre isso, até falei, quando ODID chegou no Brasil, eu pude falar um pouquinho disso também. Mas existe essa coisa do estilo de vida do RPGE passou a existir a partir de determinado momento
e foi. Uma coisa que eu pude saborear e conforme Oo tempo foi passando, muitos e muitos produtos foram sendo lançados. Mais funko pops e bonequinhos e action figures, mais miniaturas, mais módulos de aventura trazendo tombo of Wars ex, krall barovia. Coisas que eu achava que eram só do nicho que mais pessoas iam gostar. Olha que legal. Cenários. Que eu amava quando eu era moleque. Eu vi eles sendo cotados para lançamento até spell jamer, até Grey holk.
Olha que doideira. De repente um dos seus vilões favoritos, que ninguém conhecia o tal do acererac ou vekner, começam a aparecer na grande mídia. Começam a aparecer no Netflix. Olha que doideira.
Livros de arte. Resgatando a trajetória das imagens do DED para você deixar no centro da sua sala uma camiseta do Caverna do Dragão oficial como como um tecido de boa qualidade, uma impressão de primeira 16 com um bordado do bholder ODEDB, onde o row 20 um tudo automatizado para você, um all Star, um tênis do DID, um banco imobiliário do DID. Velas aromáticas do DID lego, do DID sucrilhos, uísque, selos, uma mochila de um D20, um anel de noivado do DID, tudo isso
passou a ser verdade. Ora, que Belo momento para um rpgista está vivo? Ele tem tudo a mão, é só ele querer e ter dinheiro ele compra. Eu me sentia fatalmente a partir daquele momento representado. Enquanto o jogador de RPG mas eu vim percebendo que não era enquanto o jogador de RPG de verdade. Eu vinha sendo contemplado enquanto um perfil de consumo.
Mas é quanto ao jogo de verdade. Eu vim percebendo que o engajamento do DED enquanto jogo com a comunidade de jogo e com o que eu queria de jogo era superficial. Como o jogo, ele foi se provando frustrante em muitos pontos. Ele foi se provando aquela experiência bem pastosa, aquela experiência meio suco suquinho, pronto para ser consumido, sabe?
Pasteurizada mesmo. E aí eu fui consumindo isso com cada vez mais aquele gosto meio misturado, aquele retrogosto de que cara, eles não estão me atendendo dentro do que eu curtia. Eles estão me atendendo dentro do mercado e não são a mesma coisa necessariamente pra muita
gente, pode ser, pra mim, não. Eu passei a ter muito mais orgulho de botar um boné do Dungeon krall Classics, uma fivela de cinto que eu ganhei quando eu comprei a caixa da New Order, caixa de madeira cheio de coisa dentro, cheio, inclusive com uma fivela de cinto pra você botar ODCC ali na tua, na tua calça, e eu tinha muito mais orgulho. De ter isso, de ostentar isso. De que? De ostentar material de DID, porque aquilo ali me representava mais enquanto os jogadores.
E se, afinal de contas, tinha espaço para eu me expressar na vida enquanto jogador de RPG, ostentar o estilo de vida. Ora, eu vou ostentar o que me de fato representa, mas eu não nego de me vestir com uma camisa do DID, na verdade, né?
É, mas principalmente dos dayds que me permitem uma experiência mais artesanal, que é o que eu gosto, aquela que me permite fazer uma curadoria da experiência na minha campanha na mesa com meus amigos, porque, afinal de contas, eu sou muito mais apaixonado por esse lado artesanal do RPG do que pelo dayd tradicional aí que está no mercado, né? Esse dayd vigente, né? Que me dificulta muito mais
experimentar esse artesanato. E eu começo a ver influencer gringo de de Ed, com a mesa cheia de miniatura oficial, todos os livros na prateleira do de Ed, uma porrada de funk pop, camisas, chaveiros, óculos de de Ed, dados oficiais, prisão de dado e tudo mais. E aí eu entendi que de Ed hoje em dia não é exatamente um jogo de RPG. Ele é uma propriedade intelectual vendida no mercado. OOO jogo de RPG é um detalhe dessa propriedade intelectual.
O jogo no day day é para ser consumido como um produto da rasbro company, só mais um. E ela não tá atrás de trazer para você, de proporcionar a você a possibilidade de você jogar o seu melhor RPG. Ela tá atrás de te fazer um jogo que vá te levar a consumir mais. Não importa se a experiência foi a melhor experiência de RPG que você pode ter. Dane, se ela quer que você compre mais, ela quer que você engaje com as propriedades intelectuais, com beholder, com
a sererac, com vekner. E nesse ponto, o jogo em si para ela talvez tenha menos valor do que algum best seller, como um boneco de pelúcia do mindflier, provavelmente a rasbo da mais importância a baldursgay 3 do que ao DID em 2024. A nova edição por quê? Porque dá mais dinheiro. Livro não dá tanto dinheiro assim. Eu já tinha pego um bodezinho do DED atual por conta disso tudo.
E isso só veio aumentando mais recentemente com todas as polêmicas que a empresa veio se envolvendo, como bem relatou o Charlie hall no artigo da poligan recente que eu vou deixar lincado no descritivo do episódio OODJ one, né? O one DNZ não é verdade. Ele foi meio que apagando o legado das outras edições do DID, com essa noção de que ele é uma edição pra governar todas as outras, de que ele é ODID definitivo, nada mais importa. O que importa é essa experiência
atual aqui. E olha, eu me identificava muito com mais de uma edição antiga do DID, cada uma de um jeito, perder esse legado pra mim com um tiro no pé, pelo menos sentimentalmente. Pra esse velho RPG está aqui a mudança absurda na OGL, inclusive a licença desse jogo, né? Acabou reclamando propriedade intelectual, que antes estava liberada a comunidade pra produção de de de conteúdo particular e pra venda até de conteúdo em parceria, por assim dizer, né?
Na dames guild, et cetera, e isso acabou levando gente graúda como Matthew covil e outras pessoas que produzem não somente conteúdo, mais material. É a mais, né? Pro DID, material de comunidade, pro DID ou o material mesmo que foi lá para financiamento coletivo, que acabou virando adendo ao DID esse material todo. E essas pessoas começaram a se sentir enganadas e ameaçadas até
com a sua própria identidade. Ameaçadas em algum nível, porque elas elas trouxeram ODID pra si. Elas se construíram enquanto personalidades, como pessoas jogadoras de DID. Elas construíram o material, elas botaram um suor delas ali. De repente, elas olharam e falaram, a empresa não quer mais que eu faça parte disso? E mesmo a empresa voltando atrás em alguns pontos sobre AOGLE sobre o direitos autorais, pegou
muito mal. E você viu os movimentos do mercado aí, com empresas lançando suas próprias licenças abertas e dizendo, olha. Produzam aqui com a gente, com pet Finder, com outras, com outras marcas aqui que a gente acolhe o teu material. Aí logo depois vem o layoff de 1/5 da força de trabalho, da da rasbro impactando diretamente. ODED de 2000 cabeças, 2000 pessoas, meu amigo, depois a rasbro ainda resolve tirar. A localização do DID do país.
Ou seja, não tem mais DID em português para os brasileiros. Aí vem todo aquele aquele material aí de licença para empresa de cassino, o papo de implementar mestres com inteligência artificial e toda essa fortíssima tendência digital. Eu até fiz um episódio de um café com dângel falando da convergência digital. Que ameaçaria muitas ideias básicas sobre RPGE, que moldaria
ORPG enquanto linguagem. Me parece que isso tudo só reforça o meu desinteresse no DD enquanto jogo, ainda que enquanto perfil de consumo, eu possa consumir ele da mesma forma que eu possa comprar uma, sei lá, uma camisa de banda ou alguma coisa assim. Olha, em algum nível, eles me perderam. Essas escorregadas deixaram o colunista da polygon bem animado em relação ao mercado indie e, assim como grande parte do público, me parece que ele vê ali uma possibilidade de superar ODID, né?
Eu acho que, assim como eu, e assim como você, provavelmente tem alguma coisa dentro dele que gosta de odiar ODIDE, de ver essas escorregadas, de ver a empresa patinando. De entender que, de repente, esse Império pode cair. Será que é o sistema capitalista em colapso em nossos reinos de fantasia? Será a revolução? O Charlie conclama lá na poligum, é hora dos rpgistas independentes fazerem barulho. o Dragão está ferido. Aproveitem as brechas. É imperativo que designers
indies. Percebam que a janela está rapidamente fechando. Em vez de sentar em seus cantos da internet, criadores que querem se dar bem no mercado de RPG precisam se unir e lutar pelo reconhecimento que merecem. o Dragão não descansará para sempre somente com um grupo sólido repleto de contribuidores com grandes habilidades. Dá para pensar em 1 dia enfrentar o Dragão ou pelo menos conseguir um lugar em seu covil a seu lado. O noper twenty, famoso noper two aí nas redes me abordou numa num
live, a louça me provocando, né? E lá no Instagram ele perguntou pra mim, o que que você acha disso tudo? Pois aqui vai o que eu acho. E aí, Bob, o que que tu vai fazer hoje? Tá fazendo? Tem que arrumar sarna pra se coçar, né? Bom dia amigos do café com dângeno. Estamos aqui para mais um episódio do seu podcast matinal favorito, trazendo sempre muito RPG. Meu nome é Rafael balbi e hoje o meu café é feito nas lágrimas de um bi older misturado com umas gotinhas de leite de Cato pla.
Mas está gostoso ainda assim, porque o café ovelha é negra. É delicioso mesmo com essas babojadas aí das ips mais famosas do RPG. Se você quiser beber um café tão gostoso como eu, você pode moer em casa, acordar com qualidade de vida, um cheirinho inigualável. Vá lá em ovelha, ponto café no site da ovelha negra. Café da ovelha negra é especial e. Não é caro como algumas pessoas imaginam. Você ainda consegue um desconto usando o nosso cupom pra
ouvintes, o cupom CCD. Tudo minúsculo, eu recomendo, sei lá e comprar uma agenda para experimentar uma ótima porta de entrada e é o meu café do dia a dia. Então você chega lá em ovelha, ponto café e utiliza o cupom CCD. Se você quiser um cupom ainda melhor, a gente tem cupom progressivos pros nossos
assinantes aqui. Então você pode se tornar um assinante do café com dângelo ajuda a gente a crescer, recebe conteúdo extra, participa do grupo de Telegram, recebe outros cupons, participa dos sorteios também, então você não tem Nada a Perder, aí escolhe seu nível de apoio e ainda consegue um desconto especial para o seu ovelha negra. Mas vamos lá para o episódio, vamos lá, mas antes a gente tem
que ler AA nossa enquete, né? E aí, o episódio anterior foi sobre motores de jogo, RPG School e Shadow Dark. Eu perguntei, você curte o motor de Shadow Dark 69,2% das pessoas disseram que sim, que gostaram do motor de Shadow Dark +30,8% disseram que não, então foi até equilibrado, mas nem tanto vai. A galera curtiu o Shadow Dark de forma geral é a galera também deixou comentários aí. No caso é foi o comentário único aqui até agora, pelo menos a votação ainda não encerrou, mas
o comentário aqui. Do Bruno brilha, que falou o seguinte, olha, eu particularmente não gostei do motor de XP do jogo, muito menos da mecânica de luz do Shadow Dark. Ela não imprime esse perigo todo, como falado no livro, pois você se baseia em quantidade de tochas. Pela quantidade de horas que você irá jogar, joguei muito pouco e não gostei. Olha, interessante, o Bruno é assim. Eu entendo o que você está falando.
Por quê? Porque cada tocha dura 1 hora, se você está jogando 3 horas, em teoria, 3 tochas bastam, né? E se você tem 3 personagens, por exemplo, cada um bota 3 tochas na sua mochila. Acho que é difícil, né? Que o que que você não não fique sem tochas se você fizer o cálculo assim, mas isso está muito cntp, sabe? Está muito fora ali do calor do jogo, porque porque o jogo o tempo todo instrui O Mestre, é atacar as Fontes de luz. Né? A construir o desafio dele em
torno disso. Isso é um pouco a crítica que eu fiz, né? De que é diferente do DD clássico. O Shadow Dark foca muito o desafio em torno disso. Mas, ao mesmo tempo, isso é uma vantagem pra quem gosta de experiências mais fechadas. Porque se você vai jogar ali durante um ano, 2 anos de campanha, certamente você não vai nem chegar a cansar disso. E O Mestre vai poder trabalhar muito, né? Com de forma bastante aguda o seu desafio em cima das tochas e
lanternas, et cetera. Às vezes basta um Rio subterrâneo naquela danja que o grupo tem que atravessar e de repente molhar tudo. Você já pensa que o grupo pode por pelo menos perder ali grande parte das tochas dele.
Já pensou nisso? Então, de repente o jogo se se se a gente está falando de um jogo, O Mestre vai desafiar de forma aguda e vai se responsabilizar por isso, bota um well fantasezinho nessa nessa equação, de repente a gente pode morder justamente nessa parte da da iluminação e aí o jogo fica mais mortífero. Beleza, então é isso aí, obrigada pelo teu comentário, Bruno. É e vamos lá, vamos para o episódio.
Boa noite, meus cachaceiros queridos, minhas pinguças queridas e boa noite pra você também, dona Dora, que é quem paga o meu cachê. Hoje vou contar pra vocês uma história verid. Eu tinha sido convidado pelo meu amigo mãozinha a ir pegar no Tesouro que ele havia encontrado lá no largo da serp. Albina muito, mas muito lá no alto, muito além do forte da luneta e já está nas alturas. Só que aí, meus camaradas, a gente estava lá no meio da
subida, percebemos 3 coisas. Que o tempo estava fechando, que a gente não sabia muito bem o caminho lá pro topo e que a gente não tinha levado tanto de corda que precisava. E eu sei que essa altura vocês já cansaram de ouvir que eu quase morri? Mas eu juro que é verdade, de tanto que a brisa me chama para as jornadas de quase morte e os testamentos estão cada vez mais alojados. O último deles, inclusive, eu fiz até em versos decassílabos.
Mas pois então, como lilinha sobreviveu para vir calles contar essa história? Um sonho horas, um sonho, como não? Sonho de peargoden lá de cima do mundo. Eu e os meus desaventurados amigos, demos as mãos uns para os outros e juntos tentamos chamar um sonho. Um sonho que tínhamos tido pela manhã, quando bebemos a cerveja dos Titãs, foi quando uma escadaria de rochas surgiu diante dos nossos olhos.
Degrau por degrau. Se pentindo abraçar das serras até o topo, chegando lá em cima encontramos um Tesouro meio chinfrim. Pra ser sincero, pra variar uma mãozinha tinha dado uma exagerada. Até tinha um escudo brilhoso lá para dentro, mas estava muito difícil de pegar. E, como eu havia dito, o tempo não estava para brincadeira. Voltamos de lá com o Putin
maketreff. Mas vou falar para vocês, o maior Tesouro que tive nessa jornada, além de sobreviver, é claro, a despeito dos esforços contrários da dona brisa, foi a vista de lá de cima. Meus amigos, esse mundão é lindo demais da conta. Esse tantos outros. São rumores vindos do jogo do mundo aberto de beergoten. Se você quiser explorar aventuras como essa, pode entrar inteiramente de graça no nosso grupo. Siga o link lá no descritivo do episódio e jogue beergoten com a
gente. Vamos explorar beergoten. Não quero mais. Se não é pra ser do meu jeito, eu também não quero de jeito nenhum. Vamos lá, vamos começar falando de RPG lifestyle nerd e perfil de consumo. Não sei se vocês lembram os mais velhos aqui, mas antigamente você ser nerd era uma coisa que não era muito uma coisa que você decidia pra si mesmo. Era uma coisa que te apontavam e falavam, seu nerd.
Eu não estou exagerando, já apontaram pra mim no meio da rua E falaram, fala nerd, é verdade, não é caô por quê? Porque eu tava andando com um livro de DED debaixo do braço e sei lá se eu me vestia diferente.
Eu sei, sei lá, uma época que eu usava óculos, eu não sei, eu não sei dizer, eles me acharam com cara de nerd, aquele maluco que não toma sol, aquele cara com enfim, isso aí não era uma coisa que você normalmente batia no peito com orgulho, mas isso mudou, a gente veio é presenciando a cultura pop. Se modificando, trazendo histórias em quadrinhos, né, trazendo, sei lá, temas que antigamente eram exclusivos dos nerds, né? Star Wars?
Pensar que Star Wars era uma coisa de um de uma galera muito específica. Não era todo mundo que curtia Star Wars assim, né? Eu, pelo menos que manjasse os Star Wars, não era todo mundo, Star Trek, mais ainda. Você pegar desenho japonês era uma coisa que era uma galera muito específica. Não era fácil arrumar, era uma galera que era obstinada. Acho que a palavra que definiu o nerd era essa. Você era obstinado, numa coisa que a maior parte das pessoas não entendia do que se tratava e
nem queria. Também era uma coisa que as pessoas vinham com estranheza e que tinha uma certa porta de entrada, porque você era um aficionado. Você passou muito tempo estudando aquilo ou se envolvendo com aquilo e era até difícil, né? Você parar e ficar falando sobre aquilo ali porque parecia coisa de maluco, eu entendo. Né? É, é bom que isso tenha mudado, né? Oo nerd começou a ser entendido como um perfil de consumo.
Por quê? Porque essa galera vem envelhecendo, veio se tornando 11 galera que de de um jeito de outro começou a aparecer no mercado de trabalho e aí fiz faculdade e aí virou um perfil de consumo. É bandas como o easer começaram a cantar, botar nas suas letras ali o Dungeon master guide, kit Pride. E 1 e 1 Monte de coisas, um Monte de referência que você fala, meu Deus, cara, olha só, uma música de uma banda de rock que eu consigo me identificar. Nesse nível, as coisas começam a
mudar. Com o tempo. Você vê a cultura pop assimilando heróis, assimilando O Senhor dos Anéis, assimilando coisas que eram tão cult e que agora você vai ver todo mundo curtindo. Isso é legal, pô. Mas isso vem com um problema também, porque quando as pessoas começam a produzir material pra isso é normalmente porque as empresas perceberam nisso um perfil de consumo. E isso modificou o próprio nerd,
a própria ideia de nerd, né? Então vem essa ideia de geek, essas outras ideias aí associadas ao nerd, que deixa de ser alguém que mergulha muito profundamente nas coisas e passa a ser mais um perfil de consumo. Ser nerd não é você saber. Eu já falei isso aqui num outro episódio, não é você saber. É praticamente de cor todos os monstros do do do livro, dos monstros do ADED segunda edição não é mais sobre você ter todos
os manuais, né? De monstros da edição vigente, você ter todos eles e você ter de repente ali, sei lá, os cards, sabe essas coisas. Ter todos os funk pop é mais sobre isso. É mais sobre ter do que mais do que sobre conhecer necessariamente. Ainda que alguns nerdolar desses fiquem aí querendo tirar a onda de conhecer mais do que os outros, e antigamente eu lembro, pelo menos não era questão de tirar onda, ser nerd. Era uma questão até de você esconder que gostava das coisas.
Então você não ficava ali tirando onda com ninguém, né? Você mais discutir com seus amigos a respeito do que ostentar o teu conhecimento para outras pessoas, né? Então isso veio mudando. E aí, conforme a gente vê que as empresas percebem o nerd enquanto perfil de consumo, o problema tá em que construir um mercado em cima disso é dizer que você não vai abraçar somente aquele nicho, aquele nerd. Você vai trazer muita gente a reboque, né? Por isso você constrói Oo vackner no Stranger Things.
Ele não é exatamente o vackner que a gente conhecia, ele é uma reencarnação desse vackner dentro da cultura pop. Que é capaz de trazer muitos e muitos fãs que não engajaram com aquele vecna lá de trás. E eu engajei mesmo conhecendo vecna lá de trás, porque em algum nível me senti representado. O mercado tem essa capacidade de agradar gregos e gregos e troianos. E como é que ele faz isso com enlatados?
Ele constrói essa experiência mais pasteurizada, porque sendo mais pasteurizada, mais superficial, ela agrada mais pessoas. E esse é o problema. Conforme a gente vai se entendendo e vai sendo percebido enquanto perfil de consumo, mas obviamente você como nerd vai vai ter sempre para onde escapar, né? Então você vai buscar o dayd ou School, você vai buscar de
repente RPG mais indie. Você sempre tem por onde ir, mas o fato é que existe e passa a existir cada vez mais o mainstream do RPG, e isso o mainstream do RPG. Ele é muito sintetizado, ele é muito unificado na figura do
DID. É praticamente uma coisa só que existe ali no mainstream, com algumas pequenas interferências e ruídos que a gente pode dizer aí do pathfinder eventualmente do meu free League. Mas assim, não há comparação de tamanho do mercado hoje em dia em relação a esses atores, né? De forma geral, ODID ele é a gilete do RPGE, continua sendo e provavelmente vai continuar sendo essa gilete do RPGO,
sinônimo de RPG. Mas apesar disso, ele representa cada vez menos essas pessoas que encaram ODID enquanto RPG, ele passa a representar cada vez mais as pessoas que encaram ODID enquanto um perfil de consumo. E essas pessoas vão ser agradadas com funco, pop com boné, com camiseta e tudo isso Pra Elas. Pra maior parte dessas pessoas isso tá bom. Elas querem se sentir parte daquilo, elas não precisam. De fato, conhecer tudo a respeito de de saber todos os monstros de cor.
E não tem problema, a gente só tem que entender. Tem espaço pra isso e tem espaço pra quem quer coisas mais nichadas. De um jeito ou de outro. O mercado quer abraçar todos esses perfis, inclusive os nerds de outrora. E aí? O deid, ele deixa de ser cada vez menos um RPG e passa a ser cada vez uma propriedade intelectual a ser explorada, doa a quem doer. Mas o fato é que vai doer cada vez menos gente, cada vez mais gente vai gostar disso aí o jogo
de deidê vai mal. As pessoas dizem, o que que isso significa? Vamos pensar, o deid vai mal pra quem? Me parece que o deid vai mal. Sob a nossa ótica, aqui, principalmente no terceiro mundo, né? Mas a ótica dessas pessoas mais nerds, que gostam de mergulhos mais profundos, que deixam de se sentir contempladas com ODID mais pasteurizado, ODID com ODID como IP, né? Como propriedade intelectual para essas pessoas, existe até uma certa torcida para que ODID vá, vá mal. Por quê?
Porque quem sabe, ele deixa de ser esse produto pasteurizado e percebe que, no fundo. Quem vai fazer o deid CDEDE brilhar contra o deid é a revolução que a própria comunidade pode pautar. Será que é isso mesmo o deid? No fundo, ele não vai mal não. As pessoas têm essa essa ideia de que o Deir está indo mal, porque a gente fica focando. A gente fica com o nosso hiperfoco voltado para ver as
escorregadas do deid. E ele tem escorregadas, mas todo produto aí do Mercadão tem as suas escorregadas, mas apesar disso, levanta muito, muito dinheiro. A gente pode pensar aqui, bom, apesar das Fortes vendas do livro do jogador de 2024, a receita do dangels and Dragons diminuiu no terceiro trimestre agora do do ano passado em comparação ao mesmo período em 2023.
Ora, não seria isso escorregada? Se a gente pegar os reportes, a gente vai ver que isso foi parcialmente atribuído a. A ausência de receita do baldos Gate 3, que explodiu no ano anterior, isso acabou impulsionando significamente os ganhos lá em 2023 e em comparação, a gente vê essa queda. Mas aumentou muito o mercado de DED nesse momento. Por quê? Porque mais gente jogando baldos Gate 3, que já é uma experiência mais pulverizada, uma experiência.
Mais pasteurizada e que funciona melhor como experiência, na minha opinião, do que ODID de mesa, é mais gente consumindo a marca DID comprando funk, pop, comprando mochilas, D20. Então se a gente olhar para o desempenho acumulado no ano na user of the cous, que inclui aí ODIDA, receita aumentou 7% e o lucro operacional, né? É aumentou 30%. Isso aí, de acordo com OOO reporte. Da da rasbro, aí que mostra, né, esse esse certo declínio, né? Do DID é, mas que de certa forma ampliou mercados.
Então será que ele vai mal mesmo? O investidor talvez não deixe de investir, não. Por quê? Porque assim, ao longo dos anos, ele vem alcançando determinado sucesso, mas não um livro do DID, mas com tudo que envolve ODID, tudo que está em volta no DIDE, até mesmo pelas. Propriedades intelectuais correlatas ao DID, né? Que fazem parte do negócio. A percepção dos jogadores hardcore em relação a isso é diferente da percepção dos jogadores casuais, né?
Que é diferente da percepção dos negócios. Tudo bem, a gente pode ver que em termos de livro de RPG tem pouca coisa prevista pra esse ano e as pessoas podem falar, Ah, mas ODID tá indo mal. Então olha só por quê, porque, afinal de contas, se tivesse indo bem, IA lançar mais produto. Calma. Vai sair uma série de uma série de TV no Netflix, no DID vai vão sair outras coisas, não vai parar de sair camisa não vai,
não vai parar de sair. Produto da IP do dângeous and Dragons e eles estão olhando aí com a possibilidade disso no futuro, quem sabe se tornar o próximo Vingadores. Isso vai expandir muito ainda mercado. Então assim, pra gente rpgista hardcore, a coisa pode estar escorregando, mas pro jogador que é mais casual. Cara, tá saindo uma série ano que vem, sei lá, ou daqui a 2 anos, sei lá, mas como que tá começando a ser produzido uma
série de DID? Cara, ele vai ver cada vez mais produtos sendo vendido e ele vai ter onde gastar o dinheiro dele. Pro jogador hardcore, isso é meio chato, mas pô, pro investidor, será que isso é tão ruim assim? Não sei não, cara. E assim, por mais que auxilie, se comente cada flutuação negativa, as projeções de desempenho da IPE do DID dentro dessa IP maior.
Da sua melhora, né? Mesmo com especulações de venda da eases of the cost ou do próprio DED, quanto marca um reporte de 2023 aí de expansão de mercado? Não necessariamente dentro do RPGA gente, vai ver que isso aí não é tão interessante assim. De vender, anão ser que seja caro, muito caro. E aí você vê que não concretizou a venda e por mais que possa concretizar isso aí, é vendido como asset. Né? E não taria muita gente fazendo, de repente, barulho no mercado
em torno disso. Se não tivesse valor, porque tem valor, mas não para gente que é a hardcore aqui no café com danjo. Para gente, o deidê está escorregando, sim, pô, porque porque ele não é mais aquele dayd que a gente olha e fala, caraca, ele podia revolucionar a linguagem da arte no mundo, porque ele traria. Toda essa, esse tipo de interatividade que a gente só vê no RPG. Isso poderia revolucionar Hollywood. Mas, amigo, isso não vai acontecer. É mais fácil Hollywood
revolucionar o RPG. Com licença, meus caros, teriam ouvido direito. Vocês estão em busca de ouro e Glória, pois eu posso lhes ajudar. Meu nome é Almir cego. E eu estou nessa Taverna há algum tempo, ouvindo histórias de bravura e coragem de aventureiros que passam por aqui.
Eu posso lhes falar sobre o que está para além da gaiola, as ruínas deixadas pelos antigos, as planícies de nuvens negras, a floresta do vento infinito, a lenda do Messias élfico ou até mesmo o que está aqui dentro, os mistérios sobre as sombras das Torres douradas sobre as nossas cabeças. Meu preço? Ora. Eu só peço para que ao retornarem, vocês contem suas histórias. Para mim é a forma que eu tenho de ver o mundo novamente pelas histórias de aventureiros valorosos como vocês. Trema.
A gaiola dourada é um jogo de RPG de mesa aberta no sistema caves in hexis, usando o estilo how fentas e o modelo arslude. Venha explorar os ermos corrompidos pela estranheza cheios de tesouros e oportunidades, ou venha caminhar pelas ruas de trema cheias de perigos e de segredos. Os habitantes da última cidade do mundo aguardam por você, que tal ver o que tem para além da gaiola? Não quero mais não é pra ser do meu jeito. Também não quero de jeito nenhum.
E aí, dentro disso tudo, os índios devem se preocupar, ou com as escorregadas, ou com o sucesso de mercado? Olha, me parece que é uma trajetória que é cada vez mais clara do DED se estabelecer cada vez mais com o IP, ainda que dentro das suas flutuações. E no fim das contas, é na IP, né? Na propriedade intelectual, onde a rasbro vai vir mais dinheiro, vai vir cada vez menos dinheiro. No jogo, no livro, é mais possível.
E aí você vai ver nos reportes em que ela fala bastante sobre isso dela querer automatizar a experiência do DED, trazer o virtual table top, trazer mestres inteligência artificial. Por quê? Porque nos reportes de mercado. Eu vou deixar alguns linkados aqui no escritivo do episódio. A gente vai ver que, na visão deles, uma grande Barreira de entrada e de consumo do RPG é justamente a dificuldade em se jogar RPG. Então vamos acabar com O Mestre
de jogo. Vamos transformar ele numa coisa que seja mais fácil a gente controlar num videogame ou num mestre em inteligência artificial. Como é que a gente faz com que a nossa experiência seja mais facilmente percebida pelo uso demais? A gente tira esse cara da jogada ou pelo menos a gente diminui esse papel. A gente mecaniza mais as coisas, a gente traz mais mecânicas centrais. A gente organiza as coisas de forma mais simples pra diminuir
a Barreira de entrada. Isso tem que ser mais facilmente assimilado, pô, da idb, onde facilita isso. Então, como eles estão se deparando com essas perguntas o tempo todo? Não é que eles se preocupem com o jogo da ID. Eles se preocupam com o jogo da ID ser mais uma coisa dentro da IP que vai dar dinheiro. Você enquanto rpgista indie, criador de conteúdo indie ou criador de RPGs indie, você não precisa se preocupar.
Porque você não tem IP, você tem sistema de jogo e sistema de jogo é onde arrasbo vê menos dinheiro, é onde ela tá botando menos investimento, possivelmente. Então é assim, se a gente analisar mercados de forma geral, mercados não são disputados assim nesse nível, com com, com, com com participantes tão. Diferentes, né? De magnitudes tão diferentes entre si. Aparentemente DID não disputa
mercado com você, meu amigo. Você não tem nada a ganhar com a queda do DID, não em números relevantes ou movimentos de mercado, nem nada. Assim, você não vai passar seu próximo DID com seu sistema porque ODID tá patinando na tua percepção como marca associada RPG. Certamente um crescimento do interesse em RPG de forma geral, através do DID vai ter algum colateral de interesse de nicho
em RPGE. Você tem de repente alguma coisa atirada aí. Isso, de certa forma, faz com que tenham mais rpgistas, que vão engajar com DID, mas que vão querer se aprofundar. E aí de repente, aquelas aquela, aquela todos aqueles produtos da da propriedade intelectual não vão ser suficiente pra atender o teu desejo.
E aí você vai acabar indo pros sistemas que tem em volta, pro mercado indie, pra freeling, pro de repente, pro path Finder e pra outros jogos que estão aí que não disputam o mercado com DID. Na verdade, a fatia que vai abandonar ODIDE vai buscar. Isso aí é pequeno, mas para gente é muito grande. Para nós do nicho, essa fatia insignificante para rasbro, para gente faz diferença. Então, na verdade, a gente não tem Nada a Perder.
Com DID grande a gente só tem a ganhar e quando ODID cai, a gente só tem a perder, porque de fato esse colateral vai parar de procurar a gente. A sua percepção, e a minha muitas vezes foi assim também, é de que quem joga DED não joga mais nada. Isso era verdade?
Você tem dados para isso? Eu posso dizer o seguinte, tem uma porcentagem é muito grande aí de muita gente, que é relevante para outros RPGSE, é insignificante para rasbro, mas que vem jogar outras coisas e que engaja com produtor de conteúdo que não necessariamente aborda só DED. Porque é fisgado dessa forma e é irrelevante para ODID, mas é
irrelevante para a gente. EDID talvez tenha sido a porta de entrada, na minha percepção, para muita gente que eu conheço, muitos produtores de conteúdo, muitos mestres, muita gente que engaja com RPG mais profundamente. Começou pelo DID você, produtor de conteúdo? Você, mestre, não é especial por ter entrado através do DID. Você não é especial por ter virado a chave. Muita gente vem assim. Ainda que seja muita gente numa quantidade irrelevante pro grande mercado das ips.
E como aparecer então no mercado sendo indie? Como chegar no mercado se afinal de contas não tem como disputar com DED se, afinal, não tem nem comparação? Ora, pelo nicho, vamos analisar o nicho. O que que é mercado de nicho, né? É, é. Quando a gente fala de nichos do mercado, a gente tá falando de fatias quase inexpressivas pro grande mercado, mas que são são muito vocais, são de pessoas
normalmente apaixonadas. São pessoas que querem sair daquelas experiências mais pulverizadas, aquelas experiências mais pasteurizadas que normalmente o grande mercado tem. Quem gosta de café de forma geral, bebe o café pilão. Bebe o café Três Corações. Mas conforme você vai gostando de cair no mundo do café e prestar atenção nos gostos, e aquele café que você tomou num num, num restaurante ou num sei lá, você começa a engajar com cafés especiais. Como tem ovelha negra, né?
Você começa a pedir cafés para moer em casa. Você começa a descobrir que tem todo um mundo específico, que é para pessoas que gostam de se aprofundar no café. No hábito de tomar café, né? De gostar dessa, dessa coisa, de experimentar outros grãos e conhecer mais a respeito. E pra isso tem um nicho e é nicho mesmo. É um mercado muito menor, mas é um mercado que começa a movimentar cada vez mais dinheiro ainda que não vai
impactar. É significativamente, pelo menos a princípio, as vendas lá do pilão, pelo menos individualmente. É.
E aí, como é que você engaja? Um nicho, você fala a língua dele, o nicho está interessado no teu sistema, o nicho está interessado em abandonar DED, porque ODED é uma experiência que não importa ele é que nem você que está bebendo café especial, de repente voltar a beber o café pilão, você fala, putz, cara, virei um fresco do café porque beber café pilão pra mim é uma experiência que, pô, agora é significamente pior, significativamente pior. Por quê?
Porque eu tenho efeito de comparação e quando você pega um jogo. Que é mais profundo, que tem um sistema melhor trabalhado, que tem um game design mais é, sei lá, um game designer mais trabalhado do que ODED. Por quê? Porque ele num ele, ele tem uma proposta, ele se aprofunda naquela proposta, ele acaba atingindo naturalmente menos gente. Mas essas pessoas, elas formam o mercado também.
Então, os mercados de nicho, eles no mundo da internet, eles começaram a se tornar cada vez mais um mercado relevante. Porque porque você acha esse nicho, você se comunica com esse, com esse nicho nas redes sociais, você constrói comunidades. As pessoas se acham na internet é EE. São comunidades que podem ser comunidades que que são de brasileiros, né? Ou pode ser uma comunidade Internacional de pessoas que
gostam da mesma coisa. Se você pensar que você vai se comunicar com rpgistas, gostam de DED. Terceira edição, você vai ter um nicho. Se você pensar que você vai gostar, vai vai se comunicar com gente que gosta de espel jamer do ADED segunda edição, vai ter o seu nicho. Você vai encontrar essas pessoas na internet. Inclusive se você for produtor de conteúdo ou se você tiver produzindo é jogos, você pode se comunicar com essas pessoas, especialmente você pode.
Botar ali no sei lá no anúncio do Instagram, você pode selecionar pessoas com esses interesses e buscar essas pessoas, ou até descobrir pessoas com interesses parecidos, né? E que podem de repente gostar. Isso sem jamais ter passado por outras vias como ODID clássico ODID grandão, né? ODID atual DID quinta edição.
De repente você descobre gente que gosta ali de sy fi de um sy fi específico, que dialoga muito com o spell gemer, e você consegue trazer ele para jogar sua campanha de ADID segunda edição. Que de repente vai ser um mestre, um mestre profissional ali. Então o nicho é diferente. E aí a gente vê essa revolução acontecendo e passa, de repente, a ser mais interessante, você, enquanto empresa, se comunicar com pessoas com auto
engajamento. O nicho é um perfil de auto engajamento e de e de um perfil obstinado, né? Você consegue se comunicar melhor com essas pessoas. E fazer de repente mais conversões, dialogando diretamente com essas pessoas, do que você anunciar o seu produto no na TV, No No, no intervalo do Faustão. Nem tem mais Faustão, né? Mas sei lá, do Luciano UK, do Marcos Mion, né? Do programa dele na Globo.
Se você botar um anúncio, você gasta 100000 BRL de anúncio na Globo para botar lá para o no intervalo do do Marcos Mion, do caldeirão do Mion, sei lá como é que se chama. Provavelmente você vai ter um Monte de gente que vai cagar solenemente pro pra tua comunicação de produto.
Por outro lado, se você pegar essa grana e botar é mirada em quem é do nicho, você vai provavelmente chegar em muita, muita gente que vai dialogar contigo e vai engajar com você em alto nível, vai comprar mesmo teu produto e vai estar disposto a gastar. Legal naquilo por quê? Porque é apaixonado por aquilo. São os nerds. Que antigamente era esse perfil apaixonado e que mergulha profundamente. É o perfil de nicho, é essa galera já ODED, ele tá cagando pra essa galera.
Ele se comunica com uma galera muito mais pulverizada, ele se comunica com uma galera muito mais que sei lá que que tá ali dialogando, num num nível mais pasteurizado. Por isso que ele recorre a Stranger Things e outras coisas que vendem no McDonald's. Você ver os canais aqui são outros, o indie, o mercado indie. Que se comunica através de outros canais, canais próprios. Entendeu? E é isso que é bom da gente perceber. O mercado indie de videogame
percebeu isso há mais tempo. E olha só, por mais que um indie não tenha comparação com um jogo de grandes, de grande estúdio, triplo a, eventualmente alguns índios viralizam e conseguem de repente se dar muito bem e conseguem de fato alcançar números expressivos. Mas o principal é que. O nicho do videogame enquanto categoria começou a crescer. Começou a virar uma coisa significativa dentro do mercado maior de de jogos de videogame, então uma concorrência que era
apenas marginal. Em conjunto, os produtores índios começaram a fazer volume. E por mais que você não pegue um produtor, um produtor indie, que ele não vai conseguir tirar a mesma grana de um triplo a, porque, afinal de contas, não tem o mesmo investimento, inclusive em marketing. Você vai ver que o conjunto dos índios, ele é muito relevante hoje em dia no mercado de videogames, chega a ser um share
que realmente significativo. Eu peguei um report aqui é de 2024, que é o global indie games market reports, que eu vou deixar é linkado no objetivo do episódio e ele traz aqui que em número de vendas de unidades. Em milhões, a gente tem um tal de 504000000 aqui, sendo que o triplo AOAAE triplo a corresponder a 42% das vendas, sendo que o mercado indie chega a 58%. Um mercado de grana total de 8.3
bilhões. A gente tem aí 48% sendo do mercado indie e 52% sendo no mercado AAE triplo a. Ou seja, o mercado indie que tem um número infinito, né? É uma cauda longa, é um número infinito aí de produtores, ele tem movimentado quase 50% do mercado. Isso no mercado de RPG não é exatamente assim, ainda que a gente tem aí Oo pathfinder, ainda que ainda que a gente tenha o próprio, a própria free League, aí conseguindo várias, várias propriedades intelectuais explorando elas através de jogo,
né? Com o seu, com o seu Milton tier. O Milton cheer zero o indin, né? É, sei lá como é que eu não me esqueci, mas enfim, com o motor de jogo deles, né? É, eles pegam isso, trazem ips, né? O alien, o page Runner é Senhor dos Anéis. Eles começam a trazer isso pra pra ferramenta de jogo deles e começa a vender isso bastante. Ainda assim eles não chegam aos pés do DED em termos de market share, né? Em termos de divisão de mercado.
Mas a gente vê que se a gente trouxer aqui pro pro setor de jogos eletrônicos, a massa indie chegou a 50%, quase. Olha só, tanto de é é em valor, né? EE, mais de 50% em unidades vendidas. Isso é uma Bela lição pro mercado de RPG. Por quê? Porque o mercado indie encontrou seus canais, né? Encontrou ali seu jeito de comercializar dentro da Steam, né? Né, de fazer bandoes e de fazer e de construir comunidade em
torno do jogo. A forma de comercializar é outra, a forma de fazer marketing é outro, é EE esse esse mercado índice se organizando, conseguiu chegar longe assim, então a gente pode dizer que a gente enquanto rpgista indie né, ou produtor de conteúdo ou mesmo m design, a gente não concorre com Ted nem com os produtores de conteúdos. Ted como é, é como o Mathew murser, né? E. E os produtos deles aí, né? Não tem comparação, não tem como comparar.
É até no nicho mesmo, ODID, ele passa a ser encarado EORPG de forma geral, mas ORPODID principalmente como, por óbvio, ele passa a ser cada vez mais mais um conteúdo que grandes nomes, né? Celebridades aí vão utilizar. Como conteúdo, então, tipo, sei lá, se tem o Cauê Moura, ele faz vários conteúdos, ele tem o conteúdo dele No No podcast, ele tem o conteúdo dele que ele faz de vlog, sei lá, ele tem
formatos que ele vai construir. Um desses formatos é chamar o pedroca lá pra mostrar ORPG Pra Ele, né? É uma coisa que você vai ver cada vez mais influências visitando, né? ODED visitando, ORPG, visitando uma possibilidade de outro, de outra, de fazer um conteúdo, mas. Se for dayd, já tá no Mercadão, já tá no maior do mercado, já dialoga mais com isso. Então é mais fácil você se dar bem, né?
No mercado falando de dayd nesse encontro produtor de conteúdo, do que você chegar no mercado falando de dayd School, ou você falando de gumps, ou você falando de pbta, ou você falando de coisas assim. A Maggie py games também tá performando muito bem com ips famosas, mas também não chega aos pés do dayd. É elas. Elas estão apostando também em colaterais de peso.
Olha que curioso, elas estão apostando que vai ter rpgista vindo do Avatar Legends, que vai ter rpgista vindo pelo Brad Runner, não necessariamente passando pelo BID. Entender os seus canais de comunicação e entender as pessoas que podem fazer parte desse público engajado, de nicho é uma coisa que se faz necessária. Então, os jogos índios antes do dayd, elas concorrem com board games, talvez, ou entre si, ou com outras formas de entretenimento de nicho também, mas não com dayd, né?
Entender isso e entender como você se comunica e como você pode utilizar o nicho, isso pode reformular, é revolucionar, antes de tudo a sua forma de produzir, porque como a gente produz, acaba ditando quem a gente é, não tem como negar. E quando a gente muda a nossa forma de produzir, a gente muda um pouco quem a gente é, a nossa forma de se comunicar também. A nossa forma de se colocar perante a vida muda.
Principalmente quando a gente está falando de uma coisa que normalmente diz tanto sobre a pessoa que está produzindo, né? Quem está produzindo sobre RPG normalmente é apaixonado. Então a gente entender que a gente tem uma revolução própria a passar é interessante para entender como a gente vai se colocar no mundo. Se você parar de pensar que você tá disputando com DED, você vai ver que tem um mundo talvez
maravilhoso a sua frente. Vale mais a gente entender como construir a nossa comunidade independente de nicho e reforçar esse nicho, né? Entender a forma de produzir dentro dele, né? E entender que isso é justamente o nosso diferencial, a nossa exclusividade. Vai abrir muitas portas pra gente.
Muita gente vem falar comigo, pô, cara, é legal, porque no café você tem um grupo de assinante, você é um dos dos grupos de assinantes de conteúdo aí com mais sucesso que a gente pode ver, que levanta mais grana, que consegue se organizar em torno. É muito pouco ainda é muito pouco, mas eu sei que é que eu tenho algum sucesso, né? Eu e o Tito, que a gente tá conseguindo é evoluir dentro disso. A gente tá conseguindo aumentar nossa base de assinantes, a gente tá conseguindo se
profissionalizar. Mas isso não envolve eu querer querer fingir que eu sou o jovem nerd ou querer fingir eu sou o omelete, eu não sou. A gente se comunica de outra forma, a gente constrói a comunidade de outra forma e acaba que a gente por isso se permite ter papos como esse aqui, aí eu não estou me pasteurizando. Eu não estou fazendo uma reportagem para agradar gregos e tonanos. Eu estou, eu estou aqui, você vê, adotando um tom de voz muito próximo de você.
Por quê? Porque eu não tô falando com milhões de pessoas, eu tô falando contigo, eu tô falando com o meu nicho, eu tô falando com gente que me entende, com gente que provavelmente sente as mesmas dores que eu. Quando vi o day day explodir ali, se sentir um pouco menos representado, eu não tenho porque me pasteurizar, né? E jogos indie também não. Os game designers indie, eles também podem se encarar mais como um espaço de expressão do que necessariamente como um produto.
Se você é game designer indie e você está desenhando seu jogo pensando em uma experiência que vai se repetir para milhões de pessoas e por isso você está trazendo um sistema único 1111 loop 11 corn mecânica super simples e que vai quebrar a Barreira de entrada para as pessoas e que vai fazer com que todo mundo compre seu jogo, todo mundo se apaixone pelo seu jogo, milhões de pessoas a fio, pô, será que você precisa disso? Será que é com esse mercado de milhões de pessoas que você está
dialogando? Será que não é mais fácil você entender quem está te ouvindo e dialogar com essas pessoas e desenhar o seu jogo para elas, desenvolver de repente, junto a elas, aumentar sua live, sua base de playtest, fazer com que elas participem do seu jogo, fazer com que elas participem da criação dele? Passar Oo tempo que for fazendo isso até você sentir que maturou num jogo realmente legal, sem
pressa de entregar alguma coisa. Uma experiência que grande parte das pessoas nem vai ter OA possibilidade de experimentar. Será que você precisa mesmo fazer o teu produto com todas? Com todo esse investimento de de ilustração e de editorial pra fazer 11 produto que se pareça muito com DED quinta edição ou com ou que tenha essa cara de produtão? De prateleira. Será que você precisa disso? Será que de repente um acervo digital não, não quer, não, não
faz esse papel? E aí de repente você lança um produto ali que pode ser até super de luxo, que não venderia no grande mercado, mas que de repente vende para aquelas pessoas um material que de repente você tá fazendo a mão, sei lá. Já parou para pensar nisso? Já parou com as suas mecânicas? Elas não precisam ser absolutamente stream lined, como colocam Os Americanos, né,
mecânicas? Super super é repetíveis sem que que não gerem lacunas e não precisa ser, não precisem ser moldadas porque, afinal de contas, se você está desenhando pra milhões de pessoas, dificilmente você vai ter é acesso a essa, a essas milhões de pessoas. E o contrário, principalmente, elas vão ter dificilmente acesso a você pra você tirar dúvidas. Mas cara, se a gente está no nicho, pô, provavelmente essas pessoas vão dialogar com você.
Elas vão trocar ideia contigo, vão tirar dúvidas contigo, vão querer jogar uma mesa com você. Já pensou nisso? Já pensou que a tua experiência pode ir alargando de uma forma mais básica, né? E quando você abre o olho, você não tem milhões de pessoas, mas você tem uma puta comunidade que te apoia, que vai crescendo contigo, que vai comprando a ideia de seu jogo e que vai promovendo seu jogo e que vai construindo em cima, criando também, fazendo um Duty yourself
em cima. E quando você olha. Você tem o seu nicho e você está feliz com seu nicho. E aí você olha, você pode parar de de odiar DED um pouquinho o mercado de RPG. Ele vai crescer como um todo, né? Com DED quando ele se dá bem. E os índios tem muito a crescer a partir disso também com isso, também com essa fatia, mas principalmente, independente dela, a gente não precisa contar com DED para isso. A gente consegue se comunicar com outras pessoas, a gente
consegue. De repente você vê, tem gente que nem joga RPG, que curte videogame, mas que é meu ouvinte, comentou aqui no episódio passado, um abraço, inclusive aí pra galera que tá ouvindo a gente por game Studies que não joga RPG, né? Tem gente que de repente que eu fiquei sabendo que veio. Ouviu o episódio sobre simulação e emulação por conta do Philip K. Dick, que gosta do Philip K. Dick. E de alguma forma, de repente, isso me traz um colateral que
nem passa pelo DID. Olha que curioso, é gente que vai ser ouvinte aqui que eventualmente pode de repente até engajar com RPG, jogar uma mesa aberta de beergoten, jogar uma mesa aberta de Joel fantasy aí então a gente não precisa depender do Dida, gente pode encontrar os nossos canais, a gente pode se estabelecer dentro dentro do nosso próprio nicho, construir o nosso próprio nicho, a bem dizer. A gente pode até esquecer que ODID existe.
A gente tem que gostar de odiar ele menos do que os fãs de DID gostam de amar ele. E se a gente parar de repente de ficar pregando contra ODIDE, de ficar fazendo essa cruzada inócua contra ele, a gente pode de repente abraçar aquelas pessoas que de repente olham, percebem que estão num mar de funko pops e que nenhum deles representa o amor que ele tem por RPG. Que livro bonito é esse aí? O Leopoldo? Que legal é essas coisas de joguinho, né? Que você rola os dados tudo e os
dados age é isso. É, acho que é isso também. Mas é esse lance do vintage. Jogo antigo, né? Porque quem e quem agia era o jogador e não os dava em si. E esse jogo joga como é, é é tipo RPG. É diz aqui que é recriação com os personagens gerado, que ele chama, tu gera o personagem, EE joga com ele. Mas que que é vintage o Leopoldo? É essas coisas aí que tem 20 anos já, coisa das antigas, que vai que volta, o pessoal traz de volta e depois deixa +20, é isso aí. Ah.
É que nem eu, então, que eu sou 2 vintage de idade, né coroa já? É só que no caso do livro, é 11 de 20 só porque é de vintage, né? E tu tem esses dados aí, o Leopoldo. Mas, mas, claro, eu ando sempre aqui com meu saquinho com 2 kits de dados de RPG, olha. Então Bora jogar, porque eu fiquei me coçando de vontade de aprender a jogar isso aí, como os antigos faziam, só que hoje em dia, né? Vamos embora? Saiu pela caramelo. Jogos OD vintage RPG do DM
kirau. Edição impressa completa, bonita com as mexidas do quiral em cima do DID zero do DIDBXDID clássico de forma geral, explorando uma jogabilidade ferramental SR. Bastante influenciada. Pelo café com dângio, inclusive. Então você vai estar mais do que familiarizado com essa jogabilidade que você é nosso ouvinte é excelente para aplicar com wellfentes e os seus truques preferidos aí da blobosfera osr, desde que você não se esqueça de antecipar os perigos.
Relógio da dângion, relógio dos ermos e muitas outras ferramentas com a famosa didática do quiral. Quem quer dar uma chance para o RPG do School não pode perder, essa é uma excelente pedida. Agora, se você já é Cascudo, mas quer evoluir ainda mais a sua jogabilidade com Liberdade e um pacote robusto de ferramentas, esse é o que é o jogo. Confere lá no site da caramelo, jogos no adjetivo do episódio para esse e outros lançamentos de RPG aqui no Brasil, não quero
mais. Se não é pra ser do meu jeito, eu também não quero de jeito nenhum. É isso, pessoal. Vou deixar aqui uma pergunta pra vocês responderem na enquete, e aí, você ama o de ADED? Responde aí sim ou não e escreve pra gente. Aí se você é, se você já, já, já mudou, né? A sua, a sua cabeça em relação. A produção de nicho em algum setor, seja café, seja jogos, RPG, como é que ser do nicho impactou a sua percepção das coisas?
Conta aí pra gente, mesmo que isso você seja só um consumidor de RPG de nicho ou de alguma coisa de nicho, conta aí, como é que entender o nicho mudou a sua experiência? Bom, é isso, eu vou deixar os links citados aí no episódio pra vocês, então eu vou deixar o café com Dungeon de RPG
lifestyle. Eu vou deixar o link para o RPG para o café com dangeon sobre RPG com produto, vou deixar também links aí para os para os reportes é com insights sobre o mercado de jogos indie de videogame também deixar um link para o artigo da polygon que eu citei, né? Inclusive vou deixar ele em primeiro lugar, porque foi a primeira coisa que eu citei é, vou deixar também os reportes também os insights, né? Sobre RPG em específico, né?
Então são alguns insights. Sobre o mercado de RPG, algumas projeções aí, 10 anos aí no futuro, vou deixar também aí um reporte da própria rasbro para os seus acionistas, para vocês poderem verificar aí essas discrepâncias aí de que ODED para algumas lentes, ele patina, mas por outras não, nem tanto, né? Então vou deixar tudo isso linkado para vocês darem uma estudada beleza. No mais, se você quiser apoiar o café com dângion e ajudar a gente a voltar a ter 5 episódios semanais, você pode.
Considerar se tornar um assinante aí não apoia, se apoia. Ponto s barra café com dângel. Apoie o nicho você quer? Se você gostou especialmente do café de hoje e quer deixar uma gorjeta para gente, manda aí seu Pix em qualquer valor para cafecomdangel@gmail.com a gente conta com você. Se você tem uma empresa, uma marca que quer ter um dia na semana no café com dângel, você pode financiar mais um episódio. Do podcast aqui e fazer a Alegria da massa rpgista consulta a gente aí em café.
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No mais, agradecer a galera que torna possível essa aventura. Os nossos assinantes. Então, muito obrigado, Lúcio Pimentel, aí do nível de apoio e incentivo. Obrigado também ao Gustavo muradi, Rodrigo gesta Figueiredo e o e o isaié. É que é do nível de pessoal, do nível de apoio à comunidade. Então, obrigadaço, valeu aí o Pedro ubizini e o Pedro Pedro Borges, o Mateus coleto Vieira Silva, o Felipe encostergue e o Caio Palma Fernandes. Muito obrigado aí pelo teu apoio.
É do nível RPG do Jô? E valeu ao Pablo Rodrigues Lima, Marcos Alves, Gonçalves Júnior e Leonardo gasparuto menini, Diego cestito, Daniel Haidar, César Machado e Abílio Júnior. Aí no nível treinamento, ó, e o fantasy? E muito obrigado por último, mas não menos importante ao nosso grande assinante nível café, um balbi, grande mecenas aí das nossas artes. Muito obrigado Tiago Augusto, meu grande amigo. Valeu pelo teu apoio, cara. Pessoal, é isso, um abraço e até a próxima.
Não quero mais não é pra ser do meu jeito. Eu também não quero de jeito nenhum, porque eu fiz tudo como estava Combinado com a vida. Eu falei, olha, eu vou fazer assim e vou ter esse resultado. Falhei em tudo.
