Franquias Famosas no RPG #0080 - podcast episode cover

Franquias Famosas no RPG #0080

Apr 17, 20251 hr 13 minSeason 2Ep. 80
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Balbi recebe Pet Rodrigues, da D20 Culture, para conversarem sobre licenciamento de franquias e PIss famosas para RPG. Histórico de produtos, o RPG criando PIs, o impacto de mercado e como são os bastidores de uma negociação de IPs na prática.

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Obrigado aos pessoal que apoiou com incentivo, incluindo:

  • Douglas Luiz Mendes Baiense

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  • Evaldo Pontual
  • Rafael Machado Bardal
  • Diego Brandão de Paiva

Um salve especial pros assinantes nível RPG Dojo, dentre eles:

  • Caio Palma Fernandes
  • Felipe Escosteguy
  • Leonardo Paixão
  • Pedro Oliveira Obliziner
  • Rudolf Hellmuth

Um abraço aos membros do Treinamento Oilf:

  • Abilio Jr
  • Cesar Machado
  • Daniel aidar
  • Diego Sestito
  • Leo Gasparotto
  • Marcos Gonçalves
  • Pablo Rodrigues Lima

Imenso agradecimento aos membros do Cafe com Balbi

  • Thiago augusto

Transcript

Eu particularmente não ligo a mínima pra franquias famosas no RPG. Jogar Senhor dos Anéis em RPG, jogar Star Wars no RPG, jogar Indiana Jones. Cara, eu não ligo muito pra isso não. Pra ser sincero, isso já traz uma ficção pronta e principalmente, traz muita expectativa de ficção pra entrar em jogo. Eu gosto do jogo começando com menos expectativas e com mais emergência. E quando o pessoal fala, Ah, a gente vai jogar aqui um mundo pronto, né? Um cenário pronto, uma franquia.

Que será que esse mundo que as pessoas estão dizendo ele é igual? Será que ele é coeso na cabeça de todos? Normalmente vai ter muita discrepância, né? A Terra média na minha cabeça certamente é diferente da Terra média da sua cabeça mesmo. Mesmo a gente pode dizer sobre goten City ou sobre alguma Nova Iorque ficcional que exista na minha cabeça em relação à sua.

E quando o pessoal DFKR, inclusive, e fala, Ah, vamos jogar jogos em vez de regras, eu fico perguntando quão coesos são esses mundos na cabeça dessas pessoas. Porque no fundo me parece, e eu defendi isso aqui no episódio anterior do café com dângel, em que eu, em que eu afirmo que o seu mundo de jogo não existe. Me parece que esses mundos, eles não não são prontos ainda. Eles tem informação durante o jogo. Eles são fruto da dialética

criativa, né? Seja da dialética entre O Mestre desafiador e os jogadores desafiados, né? Ou fruto de uma dialética de é criativa, de construção de história em que todos estão participando de forma geral. É isso. E essa ficção vai sendo construída dessa forma, de modo que a gente vai jogar Gotham City, que essa mesa tá construindo, mas ela tá em construção. A gente vai ter que descobrir o

que que vai ser a síntese. Dessas vontades criativas antes de entender exatamente qual é essa gota, né? E um exemplo que eu costumo dar disso é o seguinte, faz que nem a gente faz no Google Maps, em que a gente pega o bonequinho assim e joga em determinada rua. E a gente tem o Street view, né? Imagina que você tem a Terra média, o mapa da Terra média, você joga um bonequinho a 20 km a norte do Condado. Que que você vai ver? Que que você vai descrever pros

jogadores? Bom, vocês estão vendo é pequenas Colinas, vocês estão estão vendo Campos Verdes em declive ou em aclive, passa um Rio perto, não passa, tem árvores, não tem qual o tipo de árvore que tem ali. Será que você precisa saber disso tudo que está ali? Me parece que não me parece que esse próprio cenário, essa própria paisagem, até ela vai, vai ser inventada ali na hora, né? Você só tem a ideia geral de um Condado ali. Ele não tem uma coesão tão forte

assim. Você não sabe, por exemplo, quem é mais forte, o Hulk ou coisa de repente, você sabe, eu não sei. Isso fiz está prateado nisso tudo, pô. Ele me parece ser 11, criatura em escala cósmica, né? Com forças que de repente passam e muito. Até o Hulk é o coisa, ou será que eu tô enganado? Sem regras que sistematize. Esse tipo de coisa, né? O mundo de jogo. Será que informa isso de forma clara o suficiente por si só? Ou seja, será que esse mundo de fato está ali? Existe.

E se não existe, por que a gente está adotando tanto repertório assim, né? Se a gente fala que vai jogar four guatten realms, a gente está adotando previamente um repertório gigantesco, mas que eu não conheço tanto, você não conhece tanto, a gente não conhece os pormenores tanto assim. Ou talvez a gente possa conhecer, ou talvez a gente possa consultar, mas parece que isso tudo depois contra uma fluidez de jogo que por natureza

é emergente como a RPG. Ou seja, esse mundo ele precisa emergir, mesmo que a gente tenha muitas expectativas a respeito dele. Você sabe onde se situam todos os povos da Terra média? É necessário saber isso pra jogar. No fundo, a gente cria nossa fire um. A gente cria a nossa Terra média, a gente cria a nossa gota. Por outro lado, tem toda uma arqueologia possível nas interseções das nossas expectativas, desse repertório. E aqui eu vou puxar o argumento contrário, né?

Porque, bom, ORPG é um primo próximo dos wargames, né? EE, os wargames, eles. Particularmente, a gente está falando aqui de batalhas de reencenação, de cenário histórico, que era uma coisa que a galera ali do gyger, né? Que essas comunidades que o gyger, que se o arnson eram envolvidos, gostavam muito de fazer. Eles reencenavam, por exemplo, uma Batalha específica, 11 conflito específico ali dentro da guerra da secessão ou dentro

da da guerra napoleônica. E o resultado daquela daquela partida de wargame ali, ela pode inclusive ser diferente em comparação ao que teve de fato na história. É só uma reencenação. Mas ele não precisa chegar no mesmo resultado, porque, afinal de contas, é um jogo e é bem dizer jogar com a expectativa da ficção, né? Ou muita ficção em em em expectativa. É duro por muitos motivos, eu ainda vou abordar aqui.

Mas às vezes pode ser gostoso também quando as nossas expectativas se encontram ali na esquina, quando a gente sabe mais ou menos que mordor é bem distante, quando a gente sabe mais ou menos a escala de poder entre os participantes. E a gente tá na mesma página, quando de repente a gente encontra ali naquela Taverna, o Gandalf. Ou de repente a gente encontra ali naquela Taverna o el mister, sei lá. Mas sabia que a floresta dos entes ali do ladinho da torre do do saruman existe?

E a gente sabe, é um repertório comum nosso. Isso passa a ser gostoso e a gente comunga disso. De toda forma, isso precisa entrar em jogo, porque senão a gente nem considera, né? A gente fica sabendo aquele repertório que ficou adormecido ali, não foi usado em jogo e tudo bem. O jogo poderia passar sem esse repertório em uso e logo ele poderia passar sem a gente nem

ter esse repertório, mas. Quando a gente usa esse repertório, quando ele aparece, um repertório lúdico, a gente acaba como que vivenciando uma Batalha com o Ball Roger ali, como se a gente encontrasse ele nas Minas de memória e tivesse que decidir correr como, como tolos, né? Acaba que a gente vivencia, assim como o pessoal lá do dos o games revivenciava, as guerras apoleônicas, a guerra da secessão e pequenas batalhas que eles reencinavam.

Aqui a gente pode reencenar determinadas ficções que a gente viu na que a gente viu no cinema, o que a gente viu num livro ou alguma coisa assim. E a gente pode vivenciar alguns mundos. De repente, comungando de um repertório comum, né? É, isso acontece também, né? Não vou dizer que só acontece desvio, né? Nesse momento da gente da gente utilizar uma expectativa de ficção que a gente criou para o nosso jogo.

Então, por mais que eu prefira, idealmente falando, um RPG com uma ficção praticamente zerada, tabula rasa se a gente parar pra pensar, o Condado, né? Apesar desse dessa minha vontade, desse meu, dessa minha predileção por jogar tabula rasa, o Condado é um ótimo lugar pra gente começar uma aventura.

E pode ser que muitos fãs de Senhor dos Anéis eles estejam dispostos a começar no RPGA partir desse repertório familiar tão aconchegante quanto um buraco no chão ali na região do bolsão, mas que, ao ser abordado em mesa, ainda assim vai abrir muitos espaços pra ficção emergente. Porque, no frigir dos ovos, quando eu colocar aquele bonequinho ali no Google Street view, a 20 km do Condado. Essa paisagem, ela vai ser nova pra todo mundo, né?

A gente vai confluir, a gente vai chegar em, em, em uma, em um espaço comum ali, quando a gente tiver vivenciando aquelas cercanias do bolsão. Acho que isso é interessante, né? Porque no fim das contas, a mídia se impõe e isso, ao mesmo tempo, é risco. E também é uma delícia. Hoje a gente vai conhecer aspectos produtivos e comerciais que passam pelas licenças de franquias famosas até chegarem em nossos RPG de goste de você ou não. Bom dia amigos do café com

danjo. Estamos aqui para mais um episódio do seu podcast matinal favorito, trazendo sempre muito RPG. Meu nome é Rafael balbi e hoje o meu café ele vem diretamente aqui das cercanias do bolsão, né? E pessoal, aqui os Roberts plantam um café delicioso, no caso esse aqui é o único café que eu bebo que pelo menos rivaliza um pouquinho. Um café ovelha negra e isso é um grande mérito, porque o melhor café é o ovelha negra. E aí, diferente desse café do

Condado, né? Ali do bolsão, você pode beber aqui o café ovelha negra, tranquilo. É só pedir na internet, falar em ovelha, ponto café e usa o cupom CCD na tua encomenda que você vai ter um abatimento ainda um desconto de ouvinte do café com dângelo.

Beleza, é um café puro. Né, não tem impurezas nenhuma, assim assim como como tem o pilão ou esses outros cafés industrializados fortemente aí. Oo café da ovelha negra é puro, não tem pureza, ele é só o grão mesmo, não tem palha, não tem pedrinha, não tem inseto, não tem, enfim, não tem nenhum doble moído ali. Então você vai beber um café puro e delicioso, cara, é qualidade de vida de verdade. Assim, é muito gostoso beber um café.

Especial como ovelha negra, especialmente ovelha negra, o que eu recomendo é sempre o magenta. É uma Bela porta de entrada e você pode ainda conseguir o desconto aí utilizando o nosso cupom. Beleza, então o cupom relembrando o cupom o nosso cupom é ccd tudo minúsculo. Se você quiser cupons especiais, ou seja, com cupons com mais desconto, você tem descontos progressivos de acordo com seu nível de apoio ao nosso podcast. Então, se você se tornar um assinante do café com dânjo,

você tem. Descontos de acordo com seu apoio, descontos maiores aí do que Oo desconto dos ouvintes. Então cola lá e apoia ponto s barra, café com dânjão e ajuda a gente. Aí você vai participar de um grupo de Telegram, vai ganhar conteúdo extra, vai participar de outros sorteios e receber outros cupons além desses cupons especiais do ovelha negra. Beleza, mas vamos logo pro episódio, né? Só passando antes como tradicional na nossa enquete. Vamos lá.

O último episódio aí foi o de premiação de RPG, diversão offline. Goblin de ouro, né? Que foi um episódio muito legal de gravar aí com a com a Fernanda e com o vinzão. E a gente teve aí também. Além de comentários, a gente teve a nossa enquete e a enquete que eu fiz foi a seguinte, você acompanha e torce pro goblin de ouro. 30% das pessoas disseram que sim, e a grande parte aqui,

70% disse que não. Olha, eu vou dizer o seguinte, vocês estão perdendo porque o Robin de ouro é uma oportunidade ímpar de você conhecer o cenário nacional, conhecer os produtores indie, conhecer o que as as grandes estruturas estão trazendo. EE torcer pelos seus favoritos ali. Então, pô, recomendo demais que você engaje com esse prêmio, que é muito divertido, é muito legal e bom, é isso. Vamos lá pro episódio. Esse. Mundo, não. Pertence a elas, esse é um mundo.

Das trevas pelas sombras da cidade venturas se. Gritam a humanidade. Alguns nos desprezam, outros nos. Enganam as piores nos veem como comida. Mas é bom que elas fiquem. Sabendo que nem todos nós somos tão inofensivos que elas fiquem bem escondidinhas, porque se elas encontrar.

Cabeças vão rolar. Marcas de sangue e cinzas é uma aventura de caçadora, revanche e mesa aberta estilo arslude, combinando Oil fantasy e o famoso mundo das trevas de vampira, máscara, mago, ascensão, entre outros. Nesse jogo você é um Caçador pertencente à ordem de Serafim. Seu objetivo, proteger a raça humana dos seres que querem lhe fazer mal. Você tem coragem de encarar o abismo? Então venha. Combater na escuridão. Corram, seus tolos.

Vamos pro episódio. Então, começando aqui a falar de franquias famosas do RPG, trabalhar com ips, né? De de renome, de sucesso. Aí que assim a gente já vê que é um namoro antigo dentro do RPG, pra gente entender como é que funciona os bastidores, como é que funciona a parte comercial. EE, como vem trabalhando isso dentro da definit kilt? Eu estou aqui com pet Rodrigues novamente, voltando pro café com dângio. bem-vindo, cara. Olá, muito bom dia, boa tarde,

boa noite. Obrigado pelo convite, Rafael. Eu estou feliz de estar aqui de novo. Sempre um prazer falar com você, uma das pessoas mais brilhantes desse mercado de RPG. Simbora Carol, é quer falar rapidinho da da the 20 kilting de você? Só um, só um segundo. Pra quem não, não pegou o outro episódio ainda. Boa maravilha. Eu sou o Peterson Rodrigues, eu sou fundador aqui da the ment, cultion e atuo como diretor de operações dela no dia a dia. AD 20 é uma empresa de de produção de conteúdo e

desenvolvimento de IPSA. Gente tem tanto um braço editorial onde a gente lança jogos, card games, port games, ERPGS como um braço de entretenimento onde a gente cria conteúdo para internet, seja esquetes cômicas, campanhas longas de RPGO, one shot de RPGE muito mais. Boa para quem não está ligado. Ele ele falou de IPS, né não, não é aipim, não confundir. A gente está falando aí de

propriedade intelectual, né? Exato que até tem a ver com o tema que a gente falou de DED aí falando de como ele investe em licença dessas propriedades intelectuais. Então vou deixar lincado esse episódio aí, caso você queira ver o estado das coisas voltado para dentro do RPG, mas a gente agora vai falar um pouco de quando ORPG namora. Essas propriedades intelectuais de fora, quando ORPG, engaja, né, com produtos que são de outras mídias que fazem sucesso,

é de outra forma, né? E acaba é tentando trazer esse produto pra trabalhar. É, a gente já vê que isso é um namoro bem antigo na RPG lá lá nos anos 80. A gente já tem aí OOATSR, que é a empresa que lançou o leid, né? O primeiro leidzão lá, o clássico. A gente vê aí que eles trabalham com Conan da TSR, que é um é assim pra pra quem tá falando, pô, mas isso é velho, cara, o Conan já tinha a mecânica de sorte, que é uma coisa que ODCC trouxe recentemente e outros jogos que trabalham também.

A gente tem até se retrazendo Marvel super Heroes lá atrás, né? Com que, pô, foi a primeira encarnação, aquilo parecia o tag Martin, uma tabela assim é, era o Marvel super him da TSREO Indiana Jones até, né? Então era um namoro bem antigo. Primeiro de Marvel, inclusive teve outras depois, né? Teve uma segunda e uma terceira depois de. Exatamente. Teve aí o do Oo, um que eu gosto muito, que é o da, da, da, do,

do estúdio da margarethwise, né? Que é Oo Marvel, Heroic, heul plain, que é uma encarnação atual. Muito boa, inclusive, né? Acho que eu vi na tua mesa, Oo. Pet quando eu fui lá, então o que eu tenho é antes desse. É o antes desse que você tem? Então é o depois desse, é o depois desse. É curioso esse Marvel, porque eu li ele bastante. Eu não tenho ele físico, né? Tem só digital. OA função atual que eu tenho, mas esse esse da Margaret twise na empresa dela.

A equipe que criou esse jogo foi uma equipe que depois veio a fundo, veio criar OPBTA, veio fazer ORPG novo de Marvel. Foi uma galera que saiu para o mercado e realmente fez coisas, sabe? O Vincent Baker, por exemplo, é um dos caras que escreveu esse r. PG, Ah É, olha o essa eu não sabia, cara. Pois é, curioso, né? Maneiro, maneiro. Olha, e assim a gente tem. Aí então esse namoro, né? E dá para dizer que foi uma aposta.

É muito, eu acho que muito consistente da parte da da da TSR, porque Na Na época ODID bombou. Mas, de certa forma, eu acho que sempre teve essa ideia de romper bolhas, né? Como é que você encara que ORPG descobriu essa coisa de falar, pô, vamos, vamos tentar comprar OMP aqui? Legal, acho que.

Pensando No No que a gente se propôs desde o começo, a gente sempre se propôs a trazer é é coisas, coisas diferentes, coisas que ainda não tinham sido feitas, coisas novas para nossa comunidade, porque eu, eu, eu sempre. Eu nunca gostei muito do tema, do tipo, eu não, eu faço isso há 30 anos, eu faço muito bem, mas você faz há 30 anos e faz igual uhum. Talvez não seja tão bom assim.

Se você não aprendeu nada, não mudou, não melhorou assim, tudo melhora, tudo muda tudo, você atualiza tudo. Tudo. Aham. Então é a gente por jogar por muito tempo. E a gente não só falando de RPG de board games também. A gente sempre entendeu isso como 111 forma de alcançar públicos novos, mostrar ORPGE os board games para um público talvez não tivesse familiarizado com eles. E colheu muitos frutos positivos com isso. E alguns negativos, inclusive, né?

Em termos de de de de orientação mercadológica, a gente ganhou e perdeu com isso, mas ganhou do que perdeu que só é positivo. Mas então assim, uma série de aprendizados pra gente em termos de negócios foi, foi, é muito interessante. Vou investigar isso com você, cara. Eu eu vejo uma coisa muito interessante dentro dessa, dessa trajetória, né? Que a gente vai vendo uma evolução muito grande do RPG em em, em em conjunto, né?

Com essas, com essas franquias. Então, a gente vê casos de sucesso como cutulo, por exemplo. Acho que acabou virando 111 relação quase simbiótica, né? A gente vê que não somente. Oo cutulo serviu muito para caose um crescer e lançar seu produto e virar um grande produto. Por exemplo, no Japão parece que é o maior. Dos RPG maiores, né? É procura e. E a gente vê ao mesmo tempo, o próprio lovecraft sendo visitado por gente que conheceu futuro

pelo RPG, né? Então a gente tem uma relação simbiótica aí, a própria a mesma coisa eu posso dizer do do Storm, Storm bringer, né? Da da caosum também. O que é do eure que muita gente que eu sei, eu também foi assim que conheci o eure que através da causeum, né? Legal. É. Então dá pra ver que também é uma relação simbiótica, né? De alguma forma você vê que você enxerga de forma geral, assim que ORPG de alguma forma fortalece a IP ou ele tem mais a

ganhar do que a doar para o MP? Eu acho que é um pouco dos 2, cara. A gente teve muito desses dessas conversas com as com as marcas que a gente veio. É negociando, né? Mundo afora. É sempre o discurso quando a gente vai criar um jogo novo, ou seja, RPG ou ou board game, a nossa ideia de trazer um influxo novo, uma visão nova, 1111, olhar de comunidade diferente para você experimentar aquele universo, aquela IPI, um de um

outro jeito. Então, sempre que a gente fala de RPGE bom, de RPG, principalmente porque ele te dá 11111, mergulho mais profundo no universo, sabe? Você começa a contar histórias naquele universo como você realmente tivesse vivido, né? Foi um personagem que você viu na tela, eu estava lá, eu fiz isso, eu derrotei o eu derrotei o baurobi, então o RPG, acho que ele acaba trazendo um vínculo maior. É quando a pessoa, né, se compromete e se envolve com ele de uma forma genuína, né?

Jogar recorrentemente, enfim, se integrar com o jogo, com com amigo, jogando, ele traz uma experiência de imersão maior do que somente consumir o conteúdo, né? E eu acho que a gente abre portas pra esse conteúdo de uma forma diferente. Total, cara. Isso é uma, é uma. É uma noção que você percebe da galera, que é que que é licenciadora, que tem essas

franquias na mão. Você entende que é de alguma forma, elas percebem ou não que um RPG seria tipo a última forma de engajamento, a forma de engajamento mais potente pra eles, ou eles não enxergam dessa forma? Como é que eles enxergam isso? É muito difícil lidar com com o licenciador de modo geral, globalmente falando, né? A gente tem uma olhada no mercado, mercado.

Internacional como um todo, porque ORPG ainda é, é nicho mesmo, mesmo com com números expressivos de alguns financiamentos e globalmente falando que que startups vendendo 15000000, 10000000 de dólares, que é um valor expressivo por qualquer produto, é ainda é um nicho. Então muitas vezes você a explicar para alguém, seja Na Na Europa, na Ásia, nos Estados Unidos, sobre RPGA pessoa fala, Ah, dance Dragons. Então ainda ainda tem essa essa ideia do tipo, Ah, é tipo dance Dragons isso, sabe?

Então, eles ainda não entendem ORPG como essa definição. De, de. De produto, de engajamento. É um trabalho muito. Eu acho que, na verdade, acho não. Eu tenho certeza que não só nosso é de de mostrar para marca como ele pode servir como uma forma de de engajamento do fã de maneira muito genuína, com aquela com aquela propriedade intelectual. Boa e cara. Você acha que isso acontece muito? Talvez com ignorância. Assim. Eu não estou falando ignorância no sentido. Claro, claro.

Mas é desconhecimento. A respeito do hobby mesmo, do funcionamento geral do hobby, ou é uma ou ou será que eles sabem alguma coisa que a gente não sabe assim, será que não é tão lucrativo para eles? Não é tão interessante. Às vezes é uma dor de cabeça, como é que, como é que? Por que canais que passa essa resistência? Legal, já ouvi os 2, eu já ouvi os 2 cenários, né? Eu já já passei por cenários onde as pessoas, a gente tem uma série de licenças de negociação. É, a gente anunciou esse da

Warner, né? Que vai lançar agora, assim como antena ex, Harry Potter, mortal Combat e outros. Mas a gente tem uma série de outras em negociação rolando já, enfim, algumas a gente já mandou as propostas, outros está em avaliação e a gente lida com vários tipos de cenários diferentes, um deles onde que é o mais frutífero, onde se chega na marca e tem alguns executivos que, tomadores de decisão, entendem o que ARPG, jogaram, ORPG, conhecem de RPG, jogam até hoje. Esse é o mais positivo, né?

Você chega aí, dá frutos fácil. Um ou do amor? Exato, aí nasce o amor. Outros, onde a gente tem um executivo que entende o produto como algo, que tem saída, tem público, é, é vendido e compara com os funker things e outras coisas. Então AIP game, ele ele acaba entendendo de uma forma como um produto ali, uma coisa interessante, apesar de não conhecer e não jogar.

E o terceiro tipo, onde ele não conhece, não vê valor e acha que mesmo com os números expressivos que a gente tem, é comparando no greater squimer thinks ainda são números irrisórios se você olhar o número de faturamento de de um produto, por exemplo, digital. Ele não vai comparar nunca com um livro físico que você tem do armazenamento, logística, papel, tem uma série de problemas, então a gente já ouviu inclusive de alguns licenciadores.

Algumas marcas é que não vale o esforço que eles vão ter de equipe pra desenvolver um RPG com a gente, porque eles falam tipo as belezas. Qual o seu cap de emendas? Você vai vender 20000000 de dólares. Eu prefiro fazer bonequinho de plástico. Mais fácil, né? Né? Eu não tenho que aprovar. ARPG dá muito trabalho. Sim, é. Ainda tem essa coisa, né? Da experiência do do RPG, ela ser uma coisa que depende muito da mesa, né? Desse artesanato de cada grupo.

E acaba que fica mais difícil você garantir que aquela aquela propriedade intelectual, aquela franquia, ela vai ser experienciada da forma que. É sim, existe esse cuidado, inclusive vai ser responsável pelo produto, pela experiência que você quer que ele passe, mas do jeito que a pessoa vai consumir e vai se se se conectar com aquilo. Depende da experiência e do do. O do que eles têm de conhecimento, de habilidades, enfim, uma série de fatores, né?

Então o RPG, ele ele tem essa, essa particularidade. Mas no caso dos licenciadores, foi na verdade o esforço de criar o produto. Não foi nem o final, não foi nem o pós, foi do tipo, putz, eu vou criar um produto desse, vou ter que gastar 3040 reuniões pra fazer um produto que no final vai vender top mundial, 20000000 de dólares, algumas marcas, simplesmente. Ele vira e fala, não vale o esforço, eu prefiro fazer boneco. É EE já tudo bem? E acontece já tudo bem.

Tem muita marca por aí, sabe? Tem outros troféus para ganhar. Ué, não dá pra nem dizer que ODED não está indo por esse caminho? Certamente ele está lucrando mais com o boneco do que com o próprio jogo, né? Isso é nem claro. Tenho, tenho certeza. E para mim sempre foi uma coisa muito curiosa.

Raspro ter tendo 11 linha de produtos plásticos, EEE, plushes e tudo mais, e não investir severamente nisso, pois é considerar que hoje o principal, o principal público dos brinquedos, ainda mais os brinquedos ali que são. Tenho, tenho um termo para eles. Me falaram numa reunião esses dias, esqueci qual o termo agora? Mas é um brinquedo que é voltado para um público jovem adulto. Ali, esses brinquedos, eles, a maior parte deles, são comprados

por adultos, 30 mais. Então assim, a pessoa já cresceu custando daquilo. Hoje tem uma renda, ele gasta 111 parte, uma fatia considerável da renda dele comprando brinquedos. Então porque a Marvel não faz bonequinhos do do drit a rodo? Porque não faz. Sim, é aquela coisa, né? Você tem grana, você compra 16 do b holder, você compra um. Né um pulôver aí de um dragão? O lego do d? DO lego, do DID exatamente.

Agora, cara, é, a gente tem algumas alguns cases que parecem ter muito sucesso, pelo menos aparentemente eu não sei. Você é um cara que estuda mais o mercado, é mais internas, né? Então provavelmente tem dados melhores que os meus assim. Mas a gente vê 2 casos muito gritantes no mercado que são Oo da modifies, né? E o da. O da freeling, né? Que eles têm aí só a kaosin tem o Stone bringer. Aliás, desculpa kaosin não,

desculpa modífios, né? Ela tem o Conan dentro do 2 D20, o Star Trek, o John Carter of Mars, o Fallout, o dunn, o disc World. Ele tem também aí Oo incrível o Túlio, né? Com aktung e a gente tem aí OA freeling que trouxe o The One ring segunda edição forte. É, trouxe o alien, trouxe o Walking Dead, trouxe tailson del look, trouxe blade Runner. Então tem EE não para por aí, né? Tem mais coisas ainda. Eles acharam um filão que acharam. Que era agora? Um invento.

Né, é a animação do do momento, né? É total e, mas. E questão de você acha que? Eles encontraram um filão ou você acha que isso aí é é uma aposta? Não, eu acho que não chega a ser um filão cara, na verdade. É a gente quando quando eu dei muito tempo, eu dei muita tempo, aula de de roteiro, de criação de personagens, de escola, de jogos.

E é muito curioso porque quando você vai falar sobre experiências e tal, e a pessoa sem eu buscar em coisas que ela já conhece, que ela tem familiaridade, então ela ela quando vai criar um personagem, ela vai se basear em coisa que ela já cresceu assistindo ou que ela gosta de acompanhar. Quero fazer um personagem, eu quero fazer um personagem que luta, eu quero fazer o Goku, sabe? Eu quero fazer OOO, luffy, quero fazer o Naruto.

Então eu acho que isso desde sempre, a própria dragão Brasil se se beneficiou muito disso nos últimos 25 anos, fazendo adaptações diversas de jogos, mesmo mesmo não licenciados, fazendo adaptações como conteúdo jornalístico ali numa linha muito cinza ali entre o licenciado EOEOEA.

Pirataria não, né? Uma coisa muito, muito inteligente do Kassab, Kassab inclusive, sempre que eu tenho oportunidade, eu falo com fã, sou dele, é, não estaria aqui hoje inclusive falando com você querendo conteúdo de RPG se não fosse o Kassab nos anos 92000. Então, todos nós. Oportunidade de elogiar esse homem. Quando eu conheci ele, é, eu conheci, olha, eu conheci a Madonna já, e quando eu conheci o cassaro, a gente foi almoçar com ele, meus sócios, e deu uma travada.

Eu falei, caralho, é o cassaro, Mano, o cara criou, cara, criou o jeito, ele tormenta Mano, tipo, estou aqui por causa dele, então assim foi, é é curioso, e ele conseguiu esse filão, ele sim, conseguiu um filão, ele conseguiu um caminho que ele conseguiu criar uma marca, criar uma identidade, criar conteúdo, mas no caso dessas marcas mais mais globais, como a free

League, EEAAAA, motfield. Eu acho que não é um filão, é um, é um, é uma relação natural, existe existe 11 intersecção ali do RPG com a mídia tradicional ali de criação de histórias e jogos. Ela é muito, ela é muito, é, é próxima, você pode dar o exemplo do Dragon age, por exemplo. Enfim, outros exemplos de marcas que deram muito certo, videogames ERPGE de animações e filmes EE outros e outros livros

pra RPG. Agora a gente teve um case inclusive do Brandon Sanderson, que quebrou recorde, né? O que que está? Foi, sei lá, 19000000 de dólares em que que está, sabe? Um negócio colossal. Assim esmagou o recorde de Avatar Legends. Então existe uma relação muito, muito próspera EE natural, eu acho que ela precisa ser sim, melhor explorada, precisa sim, é um é um ponto de tensão, inclusive pra quem produz jogos de modo geral, seja body games ou ou RPG.

É total cara EE essa, essa tendência que a gente tem dentro desses. Dessas franquias indo aparecendo no meio do RPG, né? É uma coisa curiosa, porque OA abordagem que as pessoas têm feito normalmente, pelo menos as essas editoras a fibig AA modifus, elas têm feito um sistema proprietário, né? Um sistema 111, mecanismo próprio ali. E elas adaptam esse mesmo mecanismo pra todas as franquias.

Como é que se enxerga isso? Eu acho que é o caminho ideal, inclusive a gente agora está trilhando esse caminho. A gente no final do ano passado, ali em meados do ano passado, a gente começou. É um trabalho de desenvolvimento de de uma, de um sistema higiene nossa de RPG. É uma entropia. A gente fez umas mesas com eles já transmitidas e a gente já tem uma base hoje de consumidores, de clientes, de fãs de AD 20, que é que é considerável até por pouco tempo que a gente tá no mercado.

E eu sempre, sempre gostaria de gostar de contar histórias. Minha vida sempre se revolveu ao redor de contar histórias. É, e eu acho que se se eu fosse um homem, é é pré histórico, eu não iria caçar, eu IA contar histórias de quem caçou na fogueira, sabe? Então eu sempre giro ou em torno

de contar histórias. Então quando a gente jogou as primeiras mesas é na internet, jogou sociedades, automáveis, EE, despertador abismo, é, a gente jogou OIDED five i porque era mais cômodo, umas pessoas que conheciam e tudo mais, mas nunca foi o sistema que me propiciava contar histórias do jeito que eu sempre contei. Então isso sempre foi uma frustração muito grande pra mim, uma frustração de ter que adaptar, ODEDE, mudar, ODEDE, fazer um Monte de coisa.

Então a gente sempre mudava completamente o Gabriel que joga com a gente, ele é muito mais nerd de DED vai vir do que eu, e Pra Ele era um desespero ver um gigante e falar, pô, o gigante fala esse de dano faz isso, tem esse a ele batia no bicho e não era nada daquilo, então ele, por que você mudou? O bicho todo não funciona pra transmissão em live, então tem que mudar. E aí eu agora com esse sistema

entropia, a gente. Consegue entregar o tipo de experiência cinematográfica que a gente quer que nossos jogos tenham, que nossas mesas tenham, mas não só isso, a gente consegue consegue juntar a ele a experiência de de pensando em Business, né? Acho que não. AA gente não consegue se desvencilhar e não vai conseguir nunca se desvencilhar de tanto Oo lado da experiência de usuário, de fã e de conteúdo e de diversão com que é um negócio

que a gente está entregando. A gente hoje tem muitas contas a prestarem, então a gente precisa levar isso em consideração sempre. E a experiência de uma entropia. Ele vai casar tanto com as com com o os cinemattiques que a gente quer que tenha nossas mesas, momentos heróicos e personagens poderosos, mas também com esse lado editorial de ips que a gente já tem contratado. Uma série de ips, não só Warner e outros que virarão RPG dentro do sistema entropia. Nossa ideia é fazer como 2 g 20

e outros. Tem um sistema nosso que a gente exporta globalmente, vários jogos onde as pessoas podem se divertir em ips que eles já conhecem, num jogo que é nosso. Uhum e isso é mais barato desenvolver é é qual é? Qual é o barato de você ter o mesmo sistema, porque assim, olhando para uma adaptação de experiência, né, a gente quer sempre uma fidelidade maior, a experiência que aquela franquia

quer passar. Então, se a gente quer jogar Senhor dos Anéis, parece que a gente precisa essencialmente de um sistema que que fale mais com O Senhor dos Anéis. E às vezes jogar alien é completamente diferente. Mas AA gente vê que as empresas, elas estão trabalhando mais ou menos o mesmo sistema, tentando abraçar. Tudo isso. E aí eu falo, pô, mas não seria mais mais. Se a gente quer é é propor uma experiência mais próxima do que a do que AA franquia promove,

né? Por exemplo, Harry Potter ou sei lá é Senhor dos Anéis ou qualquer coisa assim. Não seria mais fácil a gente construir um sistema para aquilo? Então? O que a gente ganha, né? O que que uma empresa, o que que uma só 11 gamehouse é, encontra ali de vantagem por estabelecer um sistema proprietário que vai ter esse esforço de adaptação? É mais barato, é como é que funciona.

É menos caro. Acho que o esforço de criar um esforço de criar um sistema, um esforço considerável, é. Tem uma pausa aqui nisso pra explicar, né? A gente criar um sistema, existe uma série de mecânicas de balanceamento. A gente tem economistas, engenheiros, arquitetos, tudo no time aqui da D20 que a gente. Coloca para para trabalhar nessa nessa dinâmica de de criação do

sistema. E eu estou escrevendo esse sistema entropisco em especificamente com o Lucas Conti. Talvez, talvez, se eu conheço, talvez quem está ouvindo com isso, claro, nos papo metal clean, enfim, pra mim e já. Teve muitas vezes aqui no café, um dos. Principais talentos, inclusive desse desse mercado brasileiro em ascensão. Eu sempre achei muito, muito legal o que o que o Lucas está

fazendo. Eu sempre achei que ele deveria estar brilhando no palco global, que ele deveria estar brilhando num num num enes e numa premiação Internacional. E falando desses lugares, ele é um moleque realmente. Assim, Fora de Série, está sendo um prazer trabalhar com ele, é muito inteligente e eu eu tenho, tenho um fraco, pessoas inteligentes inclusive, então se a pessoa é inteligente, eu vou me dar bem com ela. Independente é EEO, Lucas é uma

dessas pessoas, sabe? Ele é, é muito inteligente, então criar um sistema tem uma série de desafios mecânicos e de custos realmente de balanceamento, teste, play, test, tem que tem uma série de coisas que a gente faz você criar um para cada jogo, seria extremamente custoso, demorado, é além disso para marca que você está licenciando e aí é uma parte mais Business do do negócio.

Se você cria um jogo, né, num sistema, por exemplo, digamos, sei lá, a gente faz um jogo, não sei cona cria um jogo de cona vendeu muito bem, aí eu vou numa outra marca, eu bato na porta e falo, oi, tudo bem, é Digimon de vocês mandar, eu posso fazer um jogo Digimon. Ah, mas que que higiene você vai usar? Não, mas a higiene que deu certo com cona, ela deu certo com cona, é a minha e eu vou fazer ela com com esse esse produto também.

Pessoal, Ah, legal, já tem um case, então você vai criando um histórico. É além disso, você vira a referência, né? É, é reserva de mercado, é percentagem de mercado. Você criar ali no tá no tá no, tá no, no gást popular do seu jogo rodando, que é uma coisa que pra gente também é super relevante e importante, né? De que é que é de criar um legado, criar um jogo que meus netos vão poder jogar, sabe? Maneiro.

EE, mas assim, me parece então que eles valorizam mais o fato de você conseguir entregar um jogo, né? Com um sistema EE, enfim, é lançar a coisa, fazer acontecer a coisa. Comercialmente até talvez dêem mais mais importância a isso do que então você apresentar um sistema que, olhando pelo lado do RPG, do game design da coisa, pareça que assim, a gente tá falando de um sistema 2 D20, por

exemplo, né? Quando a gente pega por causa da motivismo, que dialoga com 2 coisas que são muito, muito diferentes entre si, que é o Conan, por exemplo, o Star Trek. Sim. Né? E o Fallout são 3 coisas, por exemplo, que a gente fala, cara, mas é uma coisa muito diferente uma da outra. Você falou aí o Digimon e qual outro exemplo? Digimon também. 2 coisas muito diferentes, né? Então, parece que eles enxergam por um lado mais comercial de que de que você consegue entregar um produto.

É isso, 100. Por cento, quando você faz um contrato de licenciamento é você não contrata no contrato, não vende nada sob fidelidade a obra, né? Ele obviamente é importante pra comunidade que você vai trabalhar, senão não vende. Tem que respeitar loword, respeitar o Power scaling, Power scaling, a dor de cabeça, o Power scaling cara. Porra, imagino.

Puta que pariu, cara. Enfim, tem tem o Power scaling e tem mais pra pra marca, você tem um valor de vendas que você precisa reportar a cada semestre ou a cada a cada trimestre ou a cada mês, então para eles é mais importante o resultado final daquele produto. É um produto que não está desrespeitando a marca que o público está comprando bem. E se o público está comprando bem, porque ele está gostando?

Então? É, eles olham muito mais para esse lado do que para um lado mais de regras e adaptação EE, balanceamento e tudo mais. É isso é muito curioso, né? A gente vê aí, por exemplo, Star Wars, Star Wars, ele tem muitas encarnações, né? A gente tem o Star Wars da saga, né, do do, do perkins, lá do the 20, a gente tem o da western games, que inclusive tem uma versão reup expandida pela comunidade. Aí que eles da legal de wom pro at games. Vou deixar lincado para vocês,

caso vocês tenham curiosidade. Tem o da quinta edição, né? OOO Star Wars não oficial da quinta edição, que é um trabalho de comunidade incrível também. Mas a gente tem, é. Muito bom, né? É muito bom, acho que elas realmente são são obcecados. É EEO. Senhor dos Anéis também a gente tem várias encarnações do Senhor dos Anéis com diferentes sistemas, então isso é a prova de que a gente pode encontrar diferentes tratamentos mecânicos. EE game designs diferentes.

Para a mesma franquia, né? Inclusive, se a gente pensar no Star Wars, a gente poderia ter um pensar um sistema completamente diferente para andor e outro, por exemplo, para trabalhar de repente, sei lá, OA trilogia original, né? Seria. Um é, seria um. É a prova de que é possível, né? É o. Cenário é muito amplo, né? E a e a visão de cada um do jogo é daquele daquela IPI é diferente, né? Então eles, quando você cria, você joga no mundo.

Ele não é mais seu, né? Sim, aquela pessoa interpreta e interage com aquilo. É completamente dela, uma peculiaridade dela, baseado nas experiências dela de referência que ela tem. Sim, total. Agora, só pra terminar essa parte do de falar da da IP em si, né? É, a gente tem um caso, acho que é muito importante, icônico no mercado que é o próprio DID, né? ODID, ele acabou virando a geradora da própria propriedade intelectual, o gerador da própria franquia em termos

culturais, né? Então a gente tem um cenário que parece ser OOO mais ideal, né? Dentro da produção de RPG, que é você não precisar acoplar 11 IP de outra pessoa, mas você constrói a sua própria IP. Isso é um desafio. Isso é uma coisa que é é tipo, é muito mais, é, é muito mais interessante você você pegar uma IP, uma IP pronta. Qual o desafio de fazer o caminho contrário, que foi o que estreou? ORPG, na verdade, que é ODID.

Como é que é? Quais são os desafios de você chegar nesse ponto de construir 11 franquia a partir do RPGE? Não a partir de uma ou não vice, não. O contrário, né? A. Gente, é, acho que é. Acho que é um desafio parecido de por que que dizem que não se fazem mais cultura em mármore igual a se fazer o renascimento, né? No renascimento, você tinha um cara lá vivendo 30 anos, uma escultura. Ele podia fazer aquilo. Tem um mecenas e cuida dele e ele só faz aquilo?

É. Hoje em dia, né, tem tem todo um vírus que o que o capitalismo nos impõe de maneira premente, assim que abrimos os olhos, é, a gente é uma empresa, a gente tem resultados pra pra entregar, a gente tem é, não tem essa ilusão de que a empresa né não tem que gerar dinheiro, gerar lucro é não é uma coisa artesanal, robística, a gente é um é um negócio, a gente precisa pagar contas e funcionários, enfim, uma série de coisas. Então quando a gente pensa nesse

caminho que ODED, fez. Ele não fez isso do dia para a noite, por mais que tenha sido pioneiro, não foi do dia para a noite, é demorou um tempo até assim, até até assim brain na cultura popular, mas a gente não tem 50 anos, então um caminho para a gente criar, por exemplo, aí PIS nossas, a gente teve, teve algumas experiências com algumas, inclusive é, mas um caminho que a gente tem para criar ipis nossas, que hoje que a gente tem desenvolvido é lacrima, que é nossa IPI de de

fantasia cósmica, que a gente faz as mesas ERPGE, tudo mais. É um caminho de construção paulatino, óbvio, mas de criação de comunidade em paralelo. Onde a gente quando tiver com uma comunidade robusta, bastante através de IPI já consolidadas, então todo esse trabalho com Warner e tudo mais, a gente tem estrutura e musculatura de comunidade para lançar um

produto nosso e abraçado. Acho que esse é o desafio, a gente criar, construir comunidade para poder lançar uma coisa nossa totalmente autoral, ela se e a gente. Uma coisa que ainda é muito curioso é, a gente não veio do originalmente do mercado de RPG, né? Então a gente não começou nossa trajetória profissional fazendo coisas robísticas de RPG amadora e tudo mais não.

A gente tem uma experiência prévia em mercados variados, jogos digitais, enfim, vive nesse modo geral, mercado financeiro, educação, e a gente é olha a devinte como como uma empresa que ela precisa performar EE, ela acerta e erra, e quando a gente acerta, a gente tenta entender por que acertou e replicar esse acerto para que ele aconteça mais vezes.

Quando a gente erra, a gente tenta entender por que a gente errou e fazer o máximo possível para poder ser de novo e sem nenhum apego emocional de falar, ok? Isso aqui é importante demais pra mim. Eu preciso continuar fazendo, não. Se errou, errou, segue o jogo para e segue em frente. É, a gente errou com alguns produtos, com algumas marcas, com alguns, alguns cases internos, né?

Aí PIS nossos que a gente está tentando no mercado, principalmente por não ter uma comunidade robusta bastante ainda em números, pra abraçar o que a gente estava lançando. Isso foi um erro de timing, é estratégia, é negócio, e a gente precisava corrigir isso com produtos que fossem que trouxessem os números que a gente precisa e acho que esse ano de 25 e 26. É com senhor Zé, anéis, com, com, com Harry Potter, EE mortal, Combat e outros.

E outros que virão, né? A gente é um plano até 2000 e até 2030 de lançamentos. Vindo todos esses é a gente vai construir uma comunidade grande bastante, porque a gente lançar a gente ter público pra comprar os nossos produtos. Então eu finalmente vou vou poder lançar as coisinhas que eu que eu imaginei quando era criança, que virou jogo de RPGE. Na verdade vai ter um público de loucos como eu.

Boa é isso é uma coisa que eu tava pra pra organizar aqui em relação à pergunta, né, tipo, você é, eu lembro que você tinha essa essa vontade de pegar esse esse teu mundo, né? De jogo, transformar em MP, mas ao mesmo tempo você vocês já conseguiram ter bastante sucesso. É pelo menos olhando daqui, né? De fora, com o Avatar é e com coisas inusitadas, assim como Castelo Rá-Tim-Bum, né? Não somente obviamente, RPG, mas em board também.

É, e parece que é, obviamente é a todo mundo fala, né, diversificar talvez seja sempre o melhor caminho, né?

Como é que foi essa, como é que foi essa o impacto de vocês negociarem franquias famosas, de vocês trazerem franquias famosas nacionais e internacionais, é pro negócio de vocês, por que que vocês estão optando por reforçar e isso nesse momento é, é como é que foi o sucesso, como é que foi o impacto disso aí na the 20 que eu te. Legal a gente é. Eu eu me considero uma pessoa inteligente porque eu aprendo com meus erros e principalmente porque eu sei de onde, onde.

São umas limitações. E quando a gente começou a dar 20, eu tinha conhecimento próximo do zero sobre licenciamento. É por mais que tem estudado direito, eu tenho tinha conhecimento próximo do zero de licenciamento. Então uma série de de nuances que eu não fazia noção. E eu fui estudar como funcionava, fui estudar a fundo o máximo que eu pudesse.

Com o tempo disponível que eu tinha, estudei o máximo possível para conseguir chegar em reunião com as marcas e realmente mostrar um case que fosse sólido e as marcas pudessem olhar para

gente. É isso, a gente a gente aprendeu, é perdendo alguns algumas propostas, a gente perdeu alguns RPS, inclusive é não sei quem ganhou ainda no Brasil, a gente tinha algumas marcas, a gente queria, a gente perdeu para alguém aqui no Brasil, a mister youus Bayer, a gente perdeu, é, eu tenho minhas suspeitas pelo tamanho do mercado, o mercado não é tão grande. Então, pensando em valores, né? Eu acho que poucas empresas poderiam. A gente ofereceu o máximo que

dava matematicamente. Se alguém ofereceu mais é porque tem muito mais simples e acontece. Mas foi um aprendizado muito interessante e a gente é principalmente aprendeu que as marcas estão muito interessadas em ter um parceiro que consiga somar tanto storytelling quanto quanto um Business plan sólido é que entregue vendas.

Acho que a experiência de marketing, de de logística e de produto pesou muito, mas também pesa muito a história dela em de você porque pensa comigo, a gente é uma empresa que tem 2 anos, a gente não fez o terceiro ano ainda, e chegar para Warner e conseguir um dia o global com as principais marcas que ele tem no portfólio deles, é, é é um case, é um case muito legal, é um case, é um case que que o mercado financeiro parar para

olhar, sabe? Então a gente conseguiu uma coisa legal porque a gente soma tanta paixão pelo que a gente faz. Todo mundo aqui é muito apaixonado por isso, de verdade, não é da boca para fora. Não é um negócio que a gente faz só pelo dinheiro, é até porque se fosse tem outros mercados, é pra fazer só pelo dinheiro. Mas a gente realmente gosta muito disso.

E trabalhar com essas marcas pra gente é uma, é uma satisfação, porque você quando você fala com uma marca tipo Avatar, Avatar, funkase at mu também, mas você está lidando com com a paixão de alguém quando você pensa na fanco é o mote deles, é, todo mundo é fã de alguma coisa. E quando a gente trabalha com o marcas, com Avatar como castelo, como outras, aquela pessoa, aquilo, aquilo é o sonho dele, é o objetivo dele, é o que ele gosta, é o que ele gasta, o dinheiro dele quando ele tem

disponível. Então existe um senso de responsabilidade muito grande de trabalhar com isso. Mas também além da satisfação, né, de do retorno financeiro, a satisfação de você criar um produto que aquela pessoa vira e fala, putz, eu sempre quis isso. Quando a gente entregou o livro do Avatar e as pessoas viram tipo, nossa, ficou muito legal, o livro ficou muito lindo e tal, não sei o quê. A gente é uma Vitória. A gente sabe quanto esforço e quanto e quanto energia foi gasta nas conversas para

multigráfica e tudo mais. Então é esse aprendizado que a gente teve de de lidar com as marcas. Ele serviu pra gente consolidar nosso modelo de negócio, consolidar como a gente quer trabalhar e principalmente, a cada negociação com marca nova, mesmo que a gente perde, é um aprendizado novo. Sabe que a gente usa pra aprimorar o nosso, o nosso modelo de de de abordagem e pensar em negócios no futuro. Um e pombou o Avatar, como é que

foi? Esse é foi um sucesso comercial estrondoso, ou o gasto tipo é, pô, é muito gasto, como é que foi? Essa é essa história comercial do do Avatar, né? E eu acho que também em algum nível do do Rá-Tim-Bum, que são as 2, é, acho que são os 2 IPS que vocês começaram. É que são Internacional, é que são que são de fora, né? É, a gente, é o Avatar. A gente teve 11 retorno financeiro considerável. Foi, foi bem interessante. É, posso dizer que bancou ali.

Praticamente 11 ano de operação mesmo. Ele deve ficar da quem? Das metas iniciais que a gente estabeleceu, ele ficou abaixo. É, e a gente com Rá-Tim-Bum, um case legal de Rá-Tim-Bum. É que a gente, quando lançou o jogo é, a gente IA fazer um catarse dele, um crowdfunding, e a TV Cultura, com catarse no ar, pediu para não não ser feito o financiamento coletivo porque poderia correr o risco de não bater e seria um dano para marca. Gente, putz, e agora, como é que a gente faz?

Então não tem que bancar a produção. A gente falou, OK, vamos cotar a produção, cotamos a produção para brancar a produção e a gente, né, bancou a produção do jogo, apostando que ele venderia bem e ele de fato vendeu o ratimbo vendeu, vendeu muito bem e uma experiência legal da gente enquanto empresa, que é uma coisa que a gente preza muito, é e é uma transparência que eu posso trazer aqui com muita segurança, porque eu tenho, né, todos os dados que corroboram

isso. A gente entregou o jogo 6 meses antes do planejado pro pro anunciado pro público. Então isso isso mostra para marca, mostra para o consumidor o tipo de trabalho Sério sendo feito aqui nos nos bastidores, sabe? Uhum isso também, a segurança pra gente chegar e levar o jogo numa reunião ou ou ou mostrar o jogo e enviar o jogo para fora, para alguém olhar e falar, Ah, que legal, foi isso que eles fizeram, foi assim que eles

fizeram e tal. Então tudo que eu tiver fazendo, cara, é acumular XP pro pro pro próximo, sabe? A ideia é que o próximo seja sempre melhor, por mais que o anterior. Tem sido muito bom a gente aprender com ele e melhorar onde estiver. Mais de 1000 episódios na primeira temporada, um podcast premiado por suas reflexões sobre o jogo, entrevistas e convidados em uma. Nova. Temporada com muito a oferecer a comunidade do RPG.

Aventureiros? Numa busca por mais episódios na semana, te convidam a fazer parte do grupo de Telegram, participar de sorteios e enriquecer seu jogo. Esquente a água. Moa os grãos e pegue os dados, apoia.se barra café com gancho. Contamos com você, com seus tolos. Agora vamos sair um pouquinho aqui do jogo, do design da coisa. Vamos botar 11 terno, pegar uma mala e negociar uma licença. Como é que funciona negociar, por exemplo, uma licença com a

Warner? É você, você falou que foi lá, EE pegou, é, é uma licença geral que você pode trabalhar com vários produtos. São algum, é um portfólio, é como é. Como é que é esse negócio de pegar a mala e ir negociar? A gente é como eu falei, né? A gente se beneficiou muito de ter 11 time de fundadores da empresa, com muita experiência de de Business de modo geral. É. Então, já trabalhei negociando coisas muito, muito grandiosas. É isso, me calejou pra pra mesa

de negociação. No caso da das marcas de de de aipis famosas, é, as preocupações são sempre as mesmas, eles sempre as mesmas preocupações de resultado, garantia, solidez da marca, capacidade de entrega. Isso tudo pesa muito pra uma marca quando quando faz licenciar um produto pra você. Mas cada caso é um caso, cara. A gente teve experiências com a completamente diversas com a Warner e com a para multi completamente diversas com a TV Cultura. É até difícil você fazer um

padrão ali. Acho que o que eu mais posso dar de padrão é as preocupações são sempre as mesmas, você consegue entregar o que você está se propondo, você consegue entregar com qualidade o que está se propondo, você consegue gerar dinheiro com isso para a marca, com o que você está se propondo? Acho que geralmente são as perguntas mais mais recorrentes, todas as de marca que a gente conversou, então acho que é o é o é o que eles mais olham, né, no fim do dia.

É, não é uma grande inteligência superior que está olhando aquilo, é um funcionário, ele tem métodos para ter resultados, então ele vai olhar principalmente para os resultados que ele precisa entregar, sabe? Ele tem os os kpeis que ele precisa atender, ele vai olhar

para aquilo. Você tem que também ter o timing de olhar a marca no momento que ela precisa de mais resultado ou pedir, mas aí PIS, no momento que elas estão em alta ou no momento de virada de alta, então tudo isso, tudo isso pesa na hora de você conseguir uma licença ou não. Nesse caso da Warner, aí você chegou, você teve o contato, você foi tomar um café com um cara ou com várias pessoas?

Como é que foi isso? A gente, a gente geralmente tem uns contatos, é bem bem direcionados, então eu costumo sempre usar minha rede de Contatos pra chegar em alguém, né? Acho que hoje é improvável a gente não conseguir chegar, né? Alguém pedindo informação pra um e pra outro, pra amigos que a gente tem é então a gente procurando, a gente transforma algumas estratégias pra gente, é

pra pra, pra 25 e em diante. E uma delas passava por ter IPIS robustas que a gente pudesse fazer lançamentos globais e a gente mapeou alguns parceiros. EE foi atrás de todos eles e nem todos deram certo, e alguns deram. E a Warner foi um deles, que deu super certo. Acho que foi. Foi um casamento ali que foi, foi muito incrível, tanto que o time local quanto o time global, o time local é um time super talentoso, uma galera super

motivada, super fã do produto. É muito incrível que isso acontece e o time global abraçou a gente, cara, abraçou a gente, porque a gente provou pra mais b que a gente consegue entregar um produto bom, lotwise EEEE, que dá resultado uhum. Que boa. Não existe os outros com a regra de Contatos. É pra pra pra networking? É é. É inestimável, né, cara? É de Contatos pra pra conseguir os contatos certos e mostrar o projeto e tudo mais. Entendi.

E você precisa, por exemplo, chegar lá e falar, cara, é uma dúvida que eu sempre, sempre tive, né? Eu não sei se todo mundo trabalha assim. Provavelmente, como você falou, cada um com um modelo, existe alguém que fala, você precisa chegar e você precisa comprar essa licença. E é um investimento que você faz todos eles. São assim todos eles são assim você. Precisa deixar com uma grana para poder investir nisso e aí depois você tira um lucro a

partir disso, é isso? Você paga um valor adiantado é que garante que você tem capacidades financeiras de lidar

com aquela licença, porque? Por exemplo, vai é 11 IP que a gente não tem, mas que pelo tatuagem e tal eu gostaria muito de ter Dragon Ball é Dragon Ball, uma IP que é 40 anos, enfim, tá no ar aí desde sempre e tudo que faz Dragon Ball vende, chega para para toa e fala, queria fazer um jogo de Dragon Ball. Aí ele fala, beleza, é 1000000 e meio de dólares, não é um videogame, é um RPG, é jogo, é 1000000 e meio de dólares. Sabe, e é adiantado.

Então é uma conversa que assim, a gente não tem tamanho para isso. Simplesmente não tem tamanho para isso. Talvez a demodir com e a e a embrace lá com os novos nomes, talvez tenham. É, não é o nosso caso. É para começar a jogar. Então você tem que botar um cacife na mesa. Aí vocês conversam aí tem um cara que é mais chato, tem outro que é menos chato, tem outro que é mais que cria. Exato isso aqui. Nós temos que pagar a licença.

Você tem que comprar o valor da licença para criar um produto. Então isso é é o básico do licenciamento. Você paga o valor para usar aquela marca. Então, seja você fazer uma roupa, um boneco, uma caneca, um qualquer coisa, você paga uma licença para que ela para que ela pague o valor de licença e obviamente reporta as vendas para pagamentos, royalties. É isso? Tem. Seja você lançar um Ah, eu quero lançar uma bicicleta do Digimon, beleza?

Você vai pagar o valor da licença e vai pagar royalties. Não tem aposta da parte deles, né não? Não é isso não. Não perdem. Eles não perdem. Uhum. É, é isso. Era uma curiosidade que eu tinha. Não sabia se de fato você tinha que chegar com esse cacife sempre, ou se tinha a marca que falava, não, vai lá, faz, faz aí a gente. Divide em casos menores, em casos menores isso provavelmente acontece, tá. Em casos menores, provavelmente

acontece. É. Acho que depende muito da força que a marca que tá, que tá sendo abordada tem a da reserva de mercado que ela já tem. Então se ela conhece, por exemplo, Ah, isso aqui eu sei que vai vender muito, então. Se não tem como não vender, né?

É exato. Então assim, a gente eles cobram baseado na no alcance que a marca tem, é esse valor varia muito de de IP para IP. Nosso objetivo final, o Hand game aqui, para gente, por assim dizer, é criar as nossas IPS próprias, que a gente possa vender licenças delas para a criação de outros produtos derivados. Então, e lá, e outros tem eu posso fazer boneco, brinquedo, o cheiro infantil é isso. Aí você está na outra ponta, né? Aí aí alguém vem tomar um café com você para pedir.

Aí eu quero exato, tem uma piada do jovem nerd, isso inclusive, né, que ele fala não, agora, agora as pessoas vem fazer reunião comigo, então eu recebo elas de Bermuda, porque eu não vou mais atrás e preciso usar terno, eles vem atrás de mim, então é, é isso, você muda de figura, né? Eles querem tomar sim. Peppa Pig é vendido por 4 bilhões, né? Mas claro que é Marvel, então putz. É realmente? É cara, tá, tem muito ouro ainda, cara.

Agora, quais são os desafios? Assim, uma vez que você conseguiu, tá tipo, você foi lá, trocou ideia quando teu contato na Warner tomou um café, chegou de terno lá o cara de Bermuda, e aí você conseguiu, aí o seu, conseguiu o seu, as suas licenças, né? Você pegou um portfólio e já sabe agora se você vai trabalhar com gandown, se você vai trabalhar com com com com Harry Potter, com quem que você vai trabalhar dentro desse desse mundo aí, é? Quais são os desafios? Cara?

O que que tem ali que você fala assim, bom, agora o jogo começou. Quais são os desafios que você tem à frente? No fim do dia, acaba sendo um desafio muito parecido de criar um jogo. É, você tem que validar, só que você tem, é como se tivesse um chefe, você vai criar um jogo do zero. Você tem alguém que você tem que aprovar coisas, então você tem que aprovar, validar mecânica, validar arte, validar estratégia, validar tudo que você faz.

Tudo tem que ser validado porque o produto não é seu no fim do dia, né? É um produto que tem dono, então, e muitas vezes muitos donos. Então você precisa aprovar tudo que você faz com eles. É. O desafio principal é você encontrar o tom e o timing. É o tom que eu falo não só de qualidade técnica, de produção de jogo, mas também o tom que você apresenta, as ideias, porque às vezes você pode achar isso é muito mirabolante, nem vai fazer, esquece é a gente.

Podem. Eles podem ficar vetando as tuas ideias porque acharam ideias ruins? Podem. Mesmo você estando com o teu cacife ali no jogo. Pode, podem, podem. É a gente. A gente possa interse com alguns estudos japoneses não de vetar nossas ideias. Mas de um estúdio que virou pra gente e falou, é, é esse que eu dei na Globo, nesse o cara, o cara não vale o esforço. Foi um estúdio japonês de um anime super popular, e o cara que veio e falou, não vale o esforço, como assim não vale o

esforço? Vou ter que parar um funcionário com você durante um ano para criar um jogo para ganhar você vai vender 20000000 de dólares. Top, que foi o que o melhor RPG do mundo vendeu, é licenciado e eu vou ganhar 10% disso, 12% disso, 15% disso no vale o esforço foi essa conta que o japonês fez e ele falou nu. Na seca. Qual é? Prefiro até. Pivote, né pivote? Até prefiro, até prefiro. É, é verdade. E cara, conta aí, é o que que vocês estão estão vendo pela frente aí quando é 20, Culture,

o que que são, quais? Não sei se você já pode falar de todas as é de todas as franquias que vocês estão começando a trabalhar, ou especificamente de algum produto ou outro. Mas conta aí pra galera, o que que você tem no teu Horizonte aí? O que a galera pode ficar atenta aqui dentro pela frente? É o nosso objetivo pra 2526. É lançar pelo menos 3 jogos por ano.

A gente não é uma empresa que vai fazer 45 catarses por ano, é um atrás do outro, não é não é nosso caso, é a gente, a gente vai continuar com esse modelo, what the first civil Future é porque ele é um modelo que funciona, provado, e as marcas já entendem como ele funciona. Então a gente vai usar esse modelo, obviamente, mas a gente pretende lançar seus 3, no máximo 4 jogos por ano. Esse ano deve ser 3, é talvez esse ano, pelo pelo que a gente está lançando, sejam só 2.

Mas a gente vai lançar o senhor danéis, que é um jogo que tem foi lançado, foi anunciado agora a pré campanha né? E foi até um surpresa para gente, aí poucas horas tinha 300 pessoas esperando o jogo já no da tarde. Bem legal é a gente vai lançar o senhor danéis, o board game, ele se divide em expansões e compreendem todos os filmes e o University hobbit, então cada expansão tem um vilão marcante da Terra média, começa com baurog, EE vai partindo para outros xilob, enfim, sabe? Gigante.

Uma obra de 20 cm pintado a mão é monstruoso, muito legal. Eu vou estar com ele em breve nas mãos. Aí eu quero fazer uns vídeos, vou postar depois, tá? Vai ser legal, é? E te convidar, inclusive, para vir no estúdio jogar um play test do jogo, tá? Tá bem legal o jogo. Maravilha. Quero legal você vir, você mora aqui perto. Então vai ser legal você vir jogar um pouco do play test e dar sua opiniões sobre o jogo. É, mas a gente tem os senhores anéis? É, a gente tem outros IPS Warner

lançando. A nossa ideia é que a gente faça

o sistema entropia. Tem o nosso sistema de RPG aqui, proprietário, rodar com o João, a gente vai lançar em breve, então a gente tem as campanhas de lá que vai rodando é a gente, tem outros IPG que vão virar RPGEA gente, ainda ainda não, ainda não posso falar sobre, mas provavelmente a gente vai anunciar, muito provavelmente a gente vai anunciar na Comic com esse ano, então a ideia é que a gente consiga anunciar o nacomic com os jogos que a gente vai fazer de RPG para entropia, é já

com o senhor da né, estabelecido, lançado lá fora, enfim, a gente com uma estrutura diferente já, de de dinâmica de empresa mesmo, a gente consegue anunciar os RPG que a gente vai fazer. É usar no sistema entropia. Que é isso legal, cara, legal, é bom, então é pessoal, foi assim que a gente viu. Como é que funciona, né? Esse rolê de puxar uma licença, os desafios, o histórico da RPG com isso, acho que foi um papo bem completo aí e com indicativos do que vem pela frente.

Então, obrigado pet. É, quer deixar algum recado pra galera? Eu peço desculpa de não poder falar mais, né? Tô, tô. Preso por alguns algumas informações de de NDAE depois de ter passado por um media training.

Eu sou muito melhor em não dar spoilers, é, acho que foi um investimento que foi foi se pagou muito bem porque antes deu um dito, não vou ter entrevista um spoiler pra caralho, só tava todos os spoiler, mas agora eu aprendi já inclusive a ser mais vago nas coisas, é, foi a principal coisa que eu aprendi no media training e eu fico fico muito feliz de poder falar sobre isso num espaço, é um objetivo meu.

É, é até estranho falar isso, mas eu vou desenvolver com o mercado e meus meus meus pares de mercado cresçam e vendam mais isso obviamente, né? Diminui fatia de mercado, claro, mas com um mercado maior. A gente tem mais garantias de que ele tem longevidade, que ele vai continuar aqui independente de alguns fracassos, de alguns erros que aconteçam aqui e ali. Então, o mercado mais sólido, ele, ele abraça mais projetos. As que mais pessoas nasçam e possam trabalhar nesse mercado.

Então a gente sempre tem um objetivo muito Sério e poder falar sobre isso. Talvez tenha alguém ouvindo e fale, putz, eu tenho contato, tenho vontade de fazer isso, eu conheço alguém da marca XYZ, eu poderia fazer um RPG disso, um código de game disso, um carro de game disso e corre atrás disso, lance e faz sucesso, sabe?

Acho que se isso servir para motivar alguém a sair da, da da inércia, né, e procurar alguma coisa pra pra pra lançar e tudo mais, acho que valeu, valeu muito, muito mesmo é, eu tenho 10 problema de de compartilhar o que eu sei, inclusive. Nossos contatos, nossas redes são todas abertas, quiser procurar ter 20, tirar dúvidas. Uma coisa que a gente não tá fazendo mesmo é aceitar projetos, né?

A gente já tem projeto demais pra pra onde a gente fala Ah, eu vou lançar um livro de RPG, eu falo boa sorte, mas eu não posso né? Infelizmente fazer muito a respeito, mas a gente sempre aperta a tirar dúvidas, ajudar AA, aconselhar EE, direcionar. Então o meu objetivo é que o mercado cresça como um todo, porque a gente tem mais gente aqui com você falando sobre isso e falando sobre casos e sucesso também. Boa é, cara, isso é 11

realidade, né? Eu acho que quando a gente tem um mercado pequeno, que é um, é o caso do RPG, todo mundo ganha quando o mercado cresce como um todo, né? Em vez de você ficar isolado, é mais fácil você se aliar, né, com seus pares e fazer com que Oo mercado todo cresça, porque aí todo mundo tem mais, mais tem crescimentos, né? Não adianta você ficar só, é isso o custo de você sozinho erguer um mercado. Ele muitas vezes é muito maior do que você disputar. O mercado, uma vez que ele

cresceu, né? 100%, 100%, 100%. A gente tem uns parceiros aqui muito legais de mercado, que a gente divide conhecimento e divide é é contatos e divide coisas que eu acho que dá super certo. É, acho que ajuda a gente ter mais segurança, solidez, porque a gente a gente já brinca disso com o pessoal de alguns amigos, de, de do mercado, né? Que tem estão te contando muito. Agora, se haver 20, com investimento externo e mercado financeiro e um Monte de happy famosa e Fábio Porchat e atores

e televisão não der certo. A chance de alguém pegar dinheiro de outro mercado, trazer para cá e dar é muito menor. O cara fala, pô, se aqueles caras com aquilo não conseguiram, é, tem vaga, sabe? Então assim, você não vai olhar assim, tipo, Ah, errou, Ah, gastou errado, Ah, fez besteira, não vai olhar isso, vai olhar porque, tipo, Ah, não, o mercado financeiro foi lá, faria Lima foi lá e deu dinheiro para eles e eles não entregaram. Eles tiveram, né, a chance deles lá, né?

Então a gente tem essa responsabilidade também, porque a gente abriu alguns caminhos, mas agora eu tô feliz principalmente de ver outras empresas, outras pessoas. Trilhando o mesmo lado, o lado Business do negócio e tendo resultado. Então me deixa muito feliz, muito, muito confiante. EE muito, muito, muito bem, está cercado por pessoas tão, tão talentosas. Acho que é o que a gente precisa no fim do dia, olhar e falar, beleza, é II feel challenge, sabe?

Eu me sinto desafiado, é isso eu quero fazer mais, porque aquele pessoal ali é muito bom, isso faz crescer. Pô, maravilha, pet é galera, eu vou deixar a enquete aí pra vocês. AA primeira pergunta que eu vou deixar é o seguinte, você gosta de jogar RPG de franquia ou você não é seduzido por isso? Conta aí pra gente, sim, você, você gosta ou não? Você prefere jogar outras coisas e também deixar o espaço do comentário, né? E estimular que vocês respondam aí, e aí, eu quero saber qual a

tua IP, né? O teu a tua franquia favorita dentro do RPG. É a minha. Eu posso dizer que eu gosto muito desse reup do Star Wars aí do the 6, né? Que da da West tens games, que virou the womprats. Eu deixei elencado para vocês, mas eu gosto também desse dessa segunda edição do warwing, que

realmente está muito excelente. E eu sou eu assim, eu não sou um grande fã de PBTA, mas tenho que dizer que o Avatar realmente que tá muito bem feito e é uma é eu vivo dando ele como exemplo aqui, que realmente tem muitas ideias interessantes dentro dele. A gente pode dizer aí também do mouse, do do mouserats, né? É, é um case também de de IP que deu muito certo dentro do do mundo do RPG. É obviamente o futuro Dark, são as minhas preferências, mas

conta aí as suas preferências. Tenho certeza que algum ouvinte meu vai citar o discweiurs do do gups, mas vamos ver o que que vocês vão trazer aí, beleza, pessoal? Então é isso. Valeu, pet. Vamos pro encerramento. Obrigado. Que livro bonito é esse aí? O Leopoldo, que legal. É essas coisas de joguinho, né, que você rola os dados tudo e os dados age, é isso? É, acho que é isso também. Mas é esse lance do vintage, jogo antigo, né? Porque quem e quem agir era o jogador e não os dava em si.

E esse jogo joga como é. É é tipo RPG, é diz aqui que é recriação, com os personagens gerados que eles chama. Tu gera o personagem EE joga com ele, mas que que é vintage? O Leopoldo é essas coisas aí que tem 20 anos já, coisa das antigas, que vai que volta, o pessoal traz de volta e depois deixa +20. É isso aí. Ah, é que nem eu. Então que eu sou 2 vintage de idade, né? Coroa já é, só que no caso do livro é 11 de 20 só porque é de vintage, né? E tu tem esses dados aí, o Leopoldo.

Mas é claro, eu ando sempre aqui com meu saquinho com 2 kits de dados de RPG. Olha, então Bora jogar, porque eu fiquei me coçando de vontade de aprender a jogar isso aí, como os antigos faziam. Só que hoje em dia, né? Vamos embora. Saiu pela caramelo jogos o the vintage RPG do DM quiral. Edição impressa completa, bonita, com as mexidas do quiral em cima do DID zero do DIDBXDID clássico de forma geral, explorando uma jogabilidade ferramental OSR bastante influenciada pelo café condanjo

inclusive. Então você vai estar mais do que familiarizado com essa jogabilidade que você é nosso ouvinte é excelente para aplicar com el fentes e os seus truques preferidos aí da blobosfera osr. Desde que você não se esqueça de antecipar os perigos, relógio da dangion, relógio dos ermos e muitas outras ferramentas com a famosa didática do quiral. Quem quer dar uma chance para o RPG do School não pode perder. Essa é uma excelente pedida. Ou agora?

Se você já é Cascudo, mas quer evoluir ainda mais a sua jogabilidade com Liberdade e um pacote robusto de ferramentas, esse é o teu jogo. Confere lá no site da caramelo jogos no ticket do episódio para esse e outro lançamento. De RPG School aqui no Brasil. Então é isso, pessoal. Espero que tenham curtido o episódio de hoje, né? Lembrando que é vou deixar no objetivo do episódio aqui os

links, não só dos anúncios, né? Então vou deixar o link aí para vocês jogarem Star Wars aí no sombres inchadune. É deixar o link pra você apoiar o café com dângelo e também o link do the vintage na caramelo jogos. Vou deixar também os links mencionados no episódio, então vai ter um link aí pro Marvel. Heroic role, plain da vice, o um link pro Indiana Jones da tsr. Um link pro Star Wars reup da womprorat games é também do Conan da tsr.

Deixar um link pro Star Wars da quinta edição um fan made aí deixar também. Um link para o Avatar Legends da mag py games, traduzido aí pela pane corn e pela the 20 Culture, e também por último, aí os links da the 20 Culture e os links aí do do material de Senhor dos Anéis que eles estão lançando, né? De do do jogo de Tabuleiro, com bastante ênfase em RPG. Então dê um confere aí No No no financiamento coletivo, eles estão lançando, beleza?

É, no mais apoia o café com dângel, se você quer se tornar é um assinante a gente, você pode ajudar a gente a voltar de repente a ter 5 episódios semanais, já pensou? Então considera apoiar a nossa expansão? Aí em apoia, ponto s barra, café com dângel e bom, além de você receber conteúdo extra e participar da nossa comunidade Telegram muito maneira, um debate muito legais, você certamente aí vai vai curtir os nossos cupons, né? Vai participar dos nossos sorteios?

Com conteúdo, com com material aí dos nossos, dos nossos parceiros, né? Quanto café, quanto livros, né? De RPG, então cola com a gente é, se você gostou especialmente do café de hoje, deixa uma gorjeta pra gente, manda o seu Pix em qualquervalorpracafecomdangelo@gmail.com, a gente conta com você. Se você tem uma empresa, uma marca e quer ter um dia da semana no café com dângelo, já

pensou? Financia a gente aí no episódio semanal e faça Alegria. Da Marcia rpgista, consulta a gente em café comdanjo@gmail.com e a gente tem uma proposta especial para você. Pode também consultar a gente aí sobre parcerias e anúncios. A gente trabalha com marcas de RPG também de outros ramos aí, como café, jogos, tecnologia,

mídia e etcetera. Se você é produtor de conteúdo, game designer independente, é acadêmico ou fun que a participar do nosso projeto, conta aí sobre você e fala a respeito de como a gente pode colaborar. Manda um e-mail para gente. É bom no mais agradecer a galera que torna possível essa aventura. Então muito obrigado ao ao pessoal que apoiou como incentivo, incluindo aí o Douglas Luiz Mendes, baiense,

valeu e entre outros, né? Valeu aí também o pessoal do nível de apoio comunidade, incluindo aí o Evaldo pontual, Rafael Machado pardal e o Diego Brandão de Paiva. É um saldo especial para os assinantes do nível RPG do Jô, dentre eles, Caio Palma Fernandes, Felipe scostegue, Leo paixão, Pedro oblizini e Rudolf elmout. Um abraço aos membros do grande evento ao Fender.

Eles são Abílio Júnior, César Machado, Daniel Haidar, Diego sexito, Léo gasparuto, Marcos Gonçalves e Pablo Pablo Rodrigues Lima. E um imenso agradecimento ao ao nosso membro do café com baldo, Thiago Augusto. Galera, muitíssimo obrigado pelo apoio de vocês. Um abraço e até a próxima. A mais profunda masmorra é o mais alto do bingo. Lutei contra o. Finalmente, derrotei meu inimigo e o destruí na encosta da Montanha.

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