Forbidden Realms #0077 - podcast episode cover

Forbidden Realms #0077

Mar 27, 20251 hr 23 minSeason 2Ep. 77
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Balbi troca uma ideia com o Felipe Werlang, o Cara do RPG, a respeito de seus experimentos com hexcrawl em Faerun, unindo Forgotten Realms e Forbidden Lands.

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  • Cesar Machado
  • Daniel aidar
  • Diego Sestito
  • Leo Gasparotto
  • Marcos Gonçalves
  • Pablo Rodrigues Lima

Imenso agradecimento aos membros do Cafe com Balbi

  • Thiago augusto

Transcript

Chegou num ponto das minhas experimentações com o ouro e Glória, que era uma campanha de dayd clássico. Rex Kroll, que eu joguei no perdidos no player, estava mestrando lá. Chegou em determinado ponto daquela experimentação que eu tinha uma lista imensa de perguntas sobre Rex Kroll. Eu precisava responder para chegar nessa resposta. Eu tinha que experimentar mais, eu tinha que estudar mais, eu tinha que conhecer mais soluções, ouvir mais pessoas, eu tinha que sacar mais

experiências para poder. Desenhar alguma coisa que chegasse próximo do que eu queria, que era o Rex krall, como uma ferramenta que me permitisse conhecer pormenores do terreno que a gente tava viajando, fazer com que a jornada ganhasse um significado de exploração. Pormenorizada cada Rio, importava, cada barranco, importava. Se aquilo ali fizesse sentido, como obstáculo, a gente IA acabar cruzando com aquilo a

gente. Aquilo IA impactar no jogo, a gente IA buscar alternativas e com isso. A gente IA conhecendo cada vez mais o mundo que a gente IA formando com o jogo, né? Esse criando, esse repertório que a gente IA chamando de mundo. E o jeito era enriquecer esse repertório. Só que no jeito que esse enriquecimento fosse o próprio jogo, não como aconteceu no fim das contas, confor Biden.

Lance que esse enriquecimento da ficção, ele acabou sendo só um apêndice, o que acontecia somente quando a gente falhava numa rolagem. É quando a gente meio que tinha que, de alguma forma, trazer algum elemento do cenário para poder vivenciar um desafio. Quando saiu aquilo dentro de um torcedor ao ultra mecanizado e tal, não era muito a minha

pegada. Não posso dizer que for beinelance não respondeu várias das perguntas que deu, de uma forma que não me interessava muito e todo o hype que eu fiquei. Quando eu soube que a freelig IA lançar um Rex Kroll, meio que fui por Terra e olha que eu gastei bastante dinheiro aí. Eu guardei dinheiro, tive que pô, pagar imposto. Foi difícil pra caramba trazer, participar do financiamento coletivo e trazer o for the lance pro Brasil naquela época. E eu fiquei meio frustrado, né?

Tenho que reconhecer, porque eu achava que eu IA ter outras respostas. Ele não trouxe exatamente as respostas que eu queria, mas foi muito interessante. Então acho que é um jogo bom e traz essa arqueologia, né? Desse, desse lar, dessa, desse metaflot que você precisa entender do que está acontecendo ali, do for be the lance. E é um Rex Kroll que se presta isso pra você ir de ponto de interesse a ponto de interesse, interesse arqueológico, né? É o todo. O resto ele fica, ele fica

atrelado AA isso, né? E aí acaba que o próprio Rex Kroll em si, a jornada em si continua sendo algo indesejável. Ali não era o que eu queria. Também experimentei Rex Kroll com daid quinta edição, né? Ele trouxe um Rex Kroll pesado ali com o tombawana relation e eu vi muita gente falando, elaborando respeito, trazendo soluções. Pude jogar o tombawana relation por mais de uma vez e sentir algumas dificuldades de experimentar um Rex Kroll.

Também pormenorizado no daid quinta edição qual era dificuldade, principalmente escala de poder para você trazer um Rex Kroll com que o terreno faça diferença. É importante que os personagens é sintam de certa dificuldade nesse terreno, que eles não dominem esse terreno, que eles não possam sair tacando fogo em tudo, ou voando ou fazendo coisas muito facilmente, né? Por exemplo, você conseguir comida nos erros, é só você ter ali um personagem que faça

goodberry e que acabou. Você resolveu o problema de gestão de recursos aí, porque vai ter comida para todo mundo, então você simplesmente acorda com um grupo aqui. Comida não vai ser uma grande questão, né? Pode ser até que você consiga trazer aquilo. Pode ser que você pese bastante Na Na exaustão e outros recursos para poder fazer esse rexcall virar, mas ele acaba ficando maçante, né? É, no fim das contas, o que interessa mesmo é chegar nos No No onde a aventura brilha mais,

né? Que é você chegar nos pontos ali de interesse e eventualmente entrar na danjão. Ali é onde mora Oo Lite EE fazer a aventura prosseguir a partir dali. OX krall depois de um tempo acaba ficando chato. Foi mais ou menos a mesma coisa que eu senti que o for be the lands, a carne dele não estava exatamente no próprio x krall. São jogos que poderão rodar muito bem num point krall sabe tanto a aventura, o tombovando, a relation, quanto o próprio for be the lands.

Se fosse um point krall talvez ficasse até mais interessante, mas tudo bem, respeitei, fiz ali o tem um episódio de um café com dângio na primeira temporada fazendo um review sem serão do for be the lands. Me senti o dever de fazer isso e trouxe até uma tática, outra, uma técnica, outra para você utilizar durante o jogo e trazer um pouco mais do terreno, né? Com significado a exploração de terreno com significado para o

seu for be the lance. E acho que foi muito importante tanto o daid quanto o for be the lance mergulharem no Rex Kroll nessa época mais ou menos ali, nessa nesse recorte de de tempo ali do do daid e do for be the lance. Porque hex krall estava ganhando 11 grande interesse do público e trouxe muita gente pro hex krall. Muitas pessoas continuaram jogando Oo próprio hex krall no DED. Muitas pessoas sentiram que hex krall não era a Vibe deles ali e deixaram de lado.

Infelizmente, outras pessoas experimentaram o fourb dananes e jogam até hoje. Acham que aquele hex krall é suficiente Pra Elas de forma ferramental, né? Ou seja, sem mergulhar tanto No No hex krall em si. E tudo bem. Mas a gente vai entendendo ali, vai comparando as coisas. E eu deixei de lado, né? Entendendo que eram 2 experiências possíveis. Até que muito recentemente, eu, nas redes sociais, me deparei com um tal de for beden helms é quem que que é isso, né?

Tinha um cara ali, o cara do RPG no seu canal falando sobre essa esse mershop aí, essa mistura entre for beden Lens e forgotten realms. De cara, minha expectativa foi bom. Esse cara vai pegar ali forgotten helms e vai mestrar usando usando o Rex Kroll de for be the lance. Ou seja, me parecia que ele queria fazer um Rex Kroll, mas quis deixar de lado um pouco o Rex Kroll do DID clássico. E vai usar uma coisa mais que em teoria era mais especializada, né?

Em Rex Kroll que era o for be the lance. Ledo engano. O eu descobri agora entrevistando esse cara que não que ele fez com que ele usou ODID quinta edição. Como uma ferramenta pra Rex krall, ele usou o cenário de fogoten helms e ele misturou o cenário de fogoten helms com esse metaflot do for beden lands. Ou seja, existe uma fumaça. Que que que vem ali do momento em que o mundo tá praticamente acabando ali, a civilização tá acabando, entrando em colapso.

Por algum motivo desconhecido, de repente essa névoa começa a acessar e os jogadores podem voltar a esse terreno, né? Então ele fez isso acontecer em fire room em forgotten realms, e os jogadores vão explorar as ruínas de algo muito familiar, né? O lado bom de você pegar 11 dayd quinta edição, pegar 11. Cenário muito conhecido como esse é justamente você poder explorar, né? Esse essa familiaridade do mundo que já existiu. Né? Então isso eu achei genial, essa

ideia de misturar esse tema, né? Do do do for beden lands com essa inspiração arqueológica, né? Do for beden lands com fire room, transformando fire room e alguma coisa que você vai redescobrir, achei muito interessante. É e aí, no caso, ainda traz ali 1111 ideia de que você vai usar criaturas muito interessantes do DED, como os monstros, né? Dentro de pontos de interesse arqueológicos ali. E você vai salpicar, né?

Dentro do mapa, que de forma geral é conhecido, mas vai, ainda assim vai trazer muitas surpresas. E no fim das contas, eu fiquei pensando, olha, se for de fato pra usar um Rex Kroll, mas abstrato, né, que não rode exatamente na exploração do terreno e rode, na verdade, de ponto de interesse em ponto de interesse, não tem muito porque você abordar com o procedural do for beden lance de fato, porque acaba ficando um Rex Kroll. Muito repetitivo, muito

mecânico, né? É tantas sequências, mecânicas de jogo acabam fazendo o jogo ficar 0,5^(2) e você meio que querendo ir logo pro ponto de interesse. Aquele papo do do home Simpson, né? Ah, pula logo pro refrão, mas é isso, é meio sobre isso, né? Então porque porque se no final de tudo o que a gente quer é fazer essa arqueologia e não exatamente flanar pelo ambiente, pelo terreno. Por que que a gente não vai logo pro DID, não usa logo? O sistema do DID aqui traz até

ali, né? 1111 jogo de cintura em cima daquele daquele Rex krall, você consegue abrir mão mais facilmente. É dessa exploração pormenorizada ali que não vai, que as falhas necessariamente não vão trazer isso no DID, já no Fortaleza, elas vão trazer. Então você consegue abstrair, você consegue trazer. Né? O Rex Kroll de um jeito mais abstrato com o deid forçando ali o jogo pra ir pros caminhos que

mais te desejam? Porque nesse ponto é mais fácil na minha cabeça mexer no deid do que no for be the lance. E aí, nesse caso, eu vi a sabedoria desse sujeito do cara do RPG de tirar o melhor do que o sistema oferece, acompanhando inclusive as mudanças do deidê quinta edição para ODID 2024, entendendo ali algumas contribuições recentes, algumas

pequenas mudanças. Que muitas pessoas não estão falando, não estão nem ligando muito, mas que ODID está trazendo e está incorporando ao jogo e traz possibilidades interessantes ali. E é isso me lembra dos motivos pelos quais ODID impera, né? Diferente do for be the lands, que tem ali um jogo muito marcado, né? De mecânicas muito marcadas. Tá, o deidê ainda tem um pouco mais de malemolência nesse ponto. Quem faz Oo seu deidê ainda é você, né?

E você incorpora mais facilmente o que você quiser nele. Você tem mais esse jogo de cintura dentro desse mechap. Me parece mais fácil você utilizar OA quinta edição e trazer alguns motivos do forbe the menos ali, algumas questões estéticas, alguma ideia de arqueologia em cima disso do que o contrário? Nem tudo dá para fazer no DED quinta edição, isso é claro. Às vezes, se você quiser fazer determinadas coisas no DED quinta edição, é como se você tivesse tomando uma sopa de garfo.

Mas se você souber o que ele oferece e souber o que que dá para mexer ali com tranquilidade, fazer ele virar seu, você se apropriar dele, ele continua sendo uma ótima opção. Você vai aproveitar onde ele é bom, você vai jogar legal ali. Então hoje a gente vai explorar. Essas terras esquecidas é né? Esses reinos é proibidos. Aí com esse for beden helms, essa esse mais chap que o cara do RPG traz pra gente. Simbora. Queira esse café, café com masmorras. Bom dia, amigos do café com

danjo. Estamos aqui para mais um episódio do seu podcast matinal favorito, trazendo sempre muito RPG. Meu nome é Rafael balbi e hoje o meu café crescia numa região inalcançável do Brasil. Mas depois de alguns bloqueios rodoviários foram desfeitos, alguns bravos conseguiram adentrar uma região especial, onde nasce um café muito gostoso. E aí o café especial. Ovelha negra. Claro, estou fazendo aqui uma alegoria, mas o café é como se

fosse assim. O café ovelha negra é especial assim, dessa forma você bebe, ele parece que você está tomando uma iguaria de uma região até recentemente proibida, misteriosa. Você vai aproveitar, você vai conhecer os sabores do café tomando o café magenta, por exemplo, é um ótimo sabor do ovelha negra. É o meu café pro dia a dia e é uma Bela porta de entrada. Se você está querendo começar a explorar o café especial, e uma

coisa, Hein? Café especial não subiu de preço que nem o café normal esse café pilão aí cheio de impurezas e torrado pra você não sentir a diferença de galho pra café. Então aproveita que o café tá caro pra caramba e pede, em vez de você pedir 1 kg de café ruim, pede 200 250 g de café bom, bom mesmo, que vai mudar sua vida. Então meio ocasiões especiais ali faz isso, toma um pouquinho menos de café, mas toma um café melhor que você não vai gastar nada mais e ele pode utilizar o

cupom CCD. Né que o nosso cupom para ouvinte você consegue um desconto. Se você quiser um desconto maior ainda utiliza os cupons aí dos assinantes do café com dângel são cupons progressivos de acordo com seu nível de apoio das pessoas se tornar um assinante do café com dângel vai em apoia ponto EC barra café com dângel e você apoia o café participando um grupo muito legal de Telegram com muita gente trocando ideia de RPG no nível que você conhece aí, né? Bem profundamente assim é, fora

isso, você também. É participa de sorteio dos nossos parceiros, inclusive do ovelha negra. Então a gente sorteia café também lá No No café com dângel, você pode de repente receber aí o seu a sua porta de entrada aí em casa de graça, porque foi sorteado é, mas tem sorteio dos outros parceiros também, cupons dos outros parceiros, conteúdo

extra, então é muita coisa. Apoia.se barra, café com dângel e ajuda a gente a voltar, quem sabe, a ter mais dias na semana aí bancados pelos nossos ouvintes. É, em vez de ser somente as quintas, como é hoje, mas é isso aí, beleza, vamos lá com o nosso episódio de hoje, mas antes eu queria ler a enquete do último episódio, que foi o episódio as regras representam e bom, eu fiz uma pergunta. A primeira delas é, vocês têm interesse em um review de thenkendles? Por que que eu fiz essa

pergunta? Porque esse episódio ele usa um fio com 2 fios condutores, na verdade, né? Um fio entrelaçado. De 2 temas, o primeiro tema é o irreversível, o filme, né? E o segundo tema que eu uso como um filme condutor é o tean kendels um jogo, né, que em que é muito interessante e a galera aí 75% das pessoas falaram que sim, que quero é um review sincerão de tean kendels.

Então de repente a galera de São Paulo fica ligada aí a galera do grupo do café que de repente eu Marco como presencial aí pra gente experimentar o tean kendels e fazer um review, é, e também mandei a pergunta aberta, né? O. Lugar de comentários o Edu rala, que trouxe que a sequência do túnel no metrô do irreversível pro filme, né? É desconcertante, pesada demais. É cara, o irreversível não é um filme pra se ver de graça, né?

É um filme que você tem que ver no momento que você tá muito tranquilo, porque ele vai consumir ali do teu emocional, com certeza. Obrigado pela participação, grande Edu e o Vitor Francisco falou, ele mandou e-mail inclusive eu vou ler OE mail dele aqui. É com prazer que voltei a escutar café com dângelo não sabia que tinha retornado depois daquele último episódio, 1000. Foi muito bom ouvir o episódio de 76, especialmente a discussão

sobre regras elidirem. Que metáfora ele me fez lembrar da minha experiência com o desenho? Lembrei de um professor que dizia que a folha em branco é uma página cheia de possibilidades, mas o risco do lápis apaga a luz e define uma direção para o olhar. Na época, meus professores não chamavam isso de elisão e hoje percebo que é o mesmo princípio. Funciona da mesma maneira se for um desenho no Photoshop, né? O traço elide o Pixel.

Quando você define um círculo, você cria um dentro de um fora. Quando o pinta de verde está ilidindo todas as outras cores, deixando só o verde aparecer. Ao fazer mais traços, mais a imagem se define, deixando assim menos lacunas para a imaginação. Mas a representação fica definida nesse sentido. A elisão é essencial ao design. Ela não é meramente uma ação de apagar, é uma declaração de intenção que guia o olhar do contexto do RPG. As regras funcionam como como

esse contorno. Elas definem limites e criam forma ao elidir. O espaço de jogo talvez adicionou, essa luta narrativa aconteça nesse conflito entre a representação que os jogadores esperam com a representação que as regras definiram. A reflexão que estou tendo é talvez algo como acomodar a narrativa próxima. É próxima a parte que as regras eridiram como se fosse um caminho seguro. Perdemos a chance de explorar os espaços em branco, as lacunas. Quem sabe?

Talvez o que as regras elidam do jogo seria justamente uma área que os jogadores gostariam de explorar por conta própria. Muito obrigado por voltar às discussões dessas aulas e por compartilhar a trazer os pensamentos do café com danjo. Sempre é um prazer escutar alguém que valoriza a arte de RPGE da conversa, sucesso, pô, valeu Vitor, muito obrigado pelo

teu comentário. Voltamos sim, voltamos, é a primeira temporada terminou, mas tivemos um motivo aí pra voltar com o segunda temporada é e aí estamos aí com episódios, é com pesquisa, com algumas modificações aí, mas de forma geral é o mesmo café provocador de sempre, né? Então obrigado por voltar a ouvir. Valeu osassos pelo comentário longo, né, cara? Obrigado aí pela pelos insights que você trouxe.

Eu também sou da da área de desenho aí, né, de design e tal, e acho que tem muito a ver sim, cara, tem muito a ver com essa parte cognitiva também, né? Tem essa parte. É para além da das questões, é estéticas, para as questões de é de representação. Tem também essa questão cognitiva, que que o desenho traz, que a gente vê também nas regras. Quando elas começam a definir algumas coisas, né? Então são são algumas, alguns espaços muito interessantes da gente trabalhar.

E, de fato, quando você acaba delimitando algumas coisas, né? É sempre que você define alguma coisa no jogo, algo não pode mais ser definido também. Isso é um papo que a gente teve lá no início da temporada também com o com a Batalha pela ficção, né? Que é com o episódio que a gente aborda aí as reivindicações ficcionais que acontecem durante

o jogo, né? E de como isso, no fundo, é uma Batalha pela ficção, pelo pela construção, né, desse, desse repertório que a gente encara como o mundo é. E também tem o próprio episódio do regras eleeding que a gente fez lá atrás, né? Com. Com o João burlamar que e o Gui providelo, né? É que falam também dessa curadoria da experiência na mesa, né? Que a gente vai fazendo a partir do momento do grau de abstração que a gente escolhe pra cada

porção do jogo. E não tenha dúvida, né, quando o jogo vem pro game design, já definindo muita coisa, é, a gente já tá trabalhando ali algum grau, algum grau de abstração pra determinadas determinadas coisas, né, pra determinadas partes que as regras determinam. Então quanto mais a gente determina. Por mecânica ou por abstração, né? Que seja por uma regra que abstrai é alguma interação, alguma coisa a gente está definindo como aquilo vai ser.

Né? E por outro lado, se a gente abstrai muito, é uma porção muito grande. Aquela porção ali, ela já vai ser determinada daquela forma, né? Já pelo menos pela intenção do game designer. Na mesa, a gente já pode brincar, mexer com isso, trazer um pouco mais, permitir um pouco mais de espaço. Pros jogadores, mas tem lado bom

e lado ruim, né? Quando a gente tem experiências mais fechadas, a gente consegue reproduzir mais fácil, a gente consegue ensinar mais fácil, a gente consegue transformar isso mais fácil em produto. Então, se a gente tiver alinhado em torno do que ela representa, né, em torno do que a gente quer jogar, do que a gente quer construir, a gente consegue é aproveitar bastante isso. Por outro lado, a gente consegue ter mais flexibilidade. EEE abrir mais a experiência,

né? Do jogo em muitos níveis. Quando a gente trabalha com com com ferramentas, né, com regras mais ferramentais que a gente consegue de repente aplicar ou não em determinados pontos. E aí, em toda uma filosofia diferente, me parecem no fundo, 2 escolas de pensar, de pensar. ORPG muito por conta dessa presença tão forte da ficção no meio, né? Então, muitas investigações aí, muitas inspirações é que a gente pode fazer a partir desse tema. E obrigado pelo. Pelo comentário pelo e-mail aí

também muito, muito inspirador. Aí, valeu, cara. Um abraço e vamos para o episódio. Furtos lendários e assaltos astutos partiu os saques mais impressionantes da Vila da frasca. É, eu tô meio rouco porque Oo latoeiro roubou minha voz, mas isso daí é uma conversa pro outro dia, é? Então você deve estar se perguntando, como é que a gente roubou o Tesouro de uma serp? Se a da certa estava sentada em cima da pilha de moedas, não é mesmo?

Então a gente usou um portal, o Rio Claro e as leis da física. Eu fui de batedor pela porta dentro informando todos os detalhes pro grupo. O resto do grupo colocou o portal por onde eu entrei e por uma casa. Era uma bolsa dentro do Rio Claro por sucesso. O Rio chegou a baixar 1 m, tanto foi a água que entrou o portal dentro foi tanta água, mas tanta água que a bolsa mágica te rasgou. Mas a água foi na hora que a

bolsa rasgou. Ela precisou voltar a certa, levantou voo assustada, mas boa parte do seu Tesouro e inclusive eu voltou surfando na corrente d'água. É, foi assim que eu consegui a minha capa Pantera deslocadora, lembre se comparsas bandidos ladinos e larábios. A astúcia serve para as raposas e serve para os ladrões. Gil, o bastardo. Esse e tantos outros são rumores vindos do jogo do mundo aberto de beergoten.

Se você quiser explorar aventuras como essa, pode entrar inteiramente de graça no nosso grupo. Siga o link lá no descritivo do episódio e jogue beergoden com a gente. Vamos explorar? Aí pra falar desse mechap muito louco aí de for beden lands com forgotten helms, eu estou trazendo o cara do RPG Felipe Werner, que fala aí, cara, bem-vindo.

E aí, Rafa? Cara, tudo bem, cara, tudo certo aí. Obrigado pelo convite de né pra gravar o podcast, cara, é o meu primeiro podcast, eu participo, então estou bem parceira, bem feliz aí de participar. Eu fui mais rápido que os outros, então aham foi mesmo. Certamente viram novos, novos convites a partir de agora. Tomara é. Pra poder falar ainda mais, né, que era desse assunto aí, que é que a gente passa, que é a RPG, o westmarches e. Isso tudo é cara.

É a primeira temporada do café. Eu fiz um eu fiz uma série de sei lá, 68, sei lá, vários episódios sobre o westmasters, abordando aí Oo texto, Ben robbins, aquelas coisas lá depois também. Então, o público curte muito e assim, cara, é, não sei se tu, tu tu acompanha essas mesas abertas aí que estão tomando conta da tipo da da galera do

old School, né? Mas, cara, esse lance dessa dinâmica, dessa dinâmica de West Martin colou muito no Brasil, né, cara, como é que, como é que como é que foi para você aí começar a abrir Mesa, botar mesa para comunidade? Você já fazia isso antes? Como é que foi adotar o West Martin? Para mim, adotar West marchas foi muito assim devido à pesquisa assim. Então eu sempre fui um, eu sempre gostei muito de das edições mais recentes dos jovens assim, eu fui sempre o Kara new

School, né? Então assim sempre, porque eu comecei Na Na terceira, então assim eu eu começo a jogar bem naquele período que está trocando da DED para terceira e aí eu começo com o arcano, lá vem vem meu primeiro RPG que eu joguei, depois joguei vampiro e daí cai no. Eu fui pro DED na terceira e aí então assim, sempre acompanhei mais desse lado assim, né? Sempre fui mais assim pro lado novo do que pro lado old School, só que com o tempo eu fui descobrindo vários jogos old School e tal, né?

E daí tem assim aquela temática mais cona e tal, é aquilo começou, né? Então a gente vai ficando mais velho também, vai ser, vai ficando, né, vai se atraindo um pouco mais pra esse tipo de temática e aí assim, eu eu acho que o West Marques, a primeira vez que eu ouvi falar. Né, foi naquele vídeo do met cover, né, que bombou. E aí me interessou muito, né? Esse o assunto e tal e o

formato, né? Porque Oo formato assim de eu já tinha feito campanhas Rex Kroll, mas campanhas assim nesse formato mais tradicional, então assim, um grupo fechadinho, só aqueles 4 personagens jogando 2 anos, né? E explorando ali, né, uma região. Só que eu sempre curti também essa coisa do do jogo, mais massivo assim, então sempre curti muito MMORPG, então assim, desde os primórdios estava lá, né? Joguei tudo que é possível, o guild.

Wars, essa parada toda, tudo, tudo que pode imaginar, mas muito. Aqueles coreanos lá em age 2, né? Esse que era legal, porque ele era. Ele soltava muito Oo boné, que era diferente do uou, que era um pouco mais controlado, era muito criança. Caramba, né? Exato, esse não. A galera se juntava em gangues que viravam, guildas e dominavam os lugares.

EE era um inferno, né? E outro que assim daí me influenciou muito para montar esse modelo foi o Ivy online, que é um outro herpad online que tinha. Curti, cara. Curto pra caralho, eu joguei muito tempo assim. E aí o Ivy online? Ele tem essa parada da comunidade e ele tem essa parada do jogo. Se é só 11 paisagem, onde é que

os caras estão em cima? Então assim, todo o conteúdo, claro, existe NPCS, existe um conteúdo, mas ninguém dá bola para isso, é totalmente ignorado sim, e o jogo rola na verdade nesse campo vazio aí, e os jogadores que criam conteúdo e essa Vibe cara é que eu quis trazer assim, então será como é que eu monto tipo um DED que tenha essa Vibe assim, pegando essa esse negócio que o Ben robbins montou, né?

E aí assim, e aí que eu comecei AAAA pensar, e aí, claro, nesse meio caminho, aí tinha Oo foby, né? Lands. Né que aí? Eu bah, curti muito a lore assim, achei fantástico a ideia. Daí assim daí me bateu assim, cara, eu vou, vou jogar essa desgraça dessa névoa aqui, tipo num cenário conhecido, né? Porque daí eu fiquei pensando também, cara, que cenário, que que eu vou usar, né? Pra isso daí? Daí eu pensei assim, Ah, vai ser aberto para todo mundo.

Eu preciso que seja alguma coisa acessível, né? E aí assim é o Ben robbins, eu não me, se eu não me engano, ele, ele, ele mostra o mapa, né? Lá, né, ele, ele diz, os jogadores saem com o mapa, né? Da é é um mapa fictício. Né? Um mapa? Tipo, como se fosse o jogador. Desenho na, na, na, na tavernas, na mesa da Taverna, né? Exato, é. Eu já fiz um outro abordagem assim, eu, eu liberei Oo mapa inteiro assim, cara, é real, o mapa real mesmo, o mapa é real.

E porque eles acham ali parecido com o deles ali 11 lugar assim, onde é que os caras tinham 11, biblioteca assim, enciclopédias e tudo. Então eles têm um conhecimento como se eles tivessem acesso a forgotten hams week, é sim. Maneiro, como foi tudo pro? Saco não importa muito, então assim, isso só estimula que eles explorem, então assim estimula assim, pô. Em tal lugar tem é, tinha tal coisa. Vamos lá ver como é que ficou, né? Como é que ficou o cormira agora? Exato.

Exatamente, né? Maneiro, cara, pô, você falou das tuas influências aí eu achei muito doido o lance do do Ivy online, porque é tipo, cara, é uma, é um m. Ao que me fascina muito por conta dessa emergência, né? Esse uma parte que importa, a carne do jogo. Ele tá Na Na relação entre entre as corporações e o as coligações que elas fazem, né? Tipo, a história do jogo é, são as guerras que os jogadores travaram, né? E não necessariamente exatamente.

Porque o jogo ele não corre só dentro do jogo mesmo, ele corre dentro do Discord, da das, da, das empresas, né, que das corporações, né? Então ele, ele, ele é um jogo que ele sai do jogo, né, e isso que que é que que eu tento trazer, né? Então assim, o Discord tem que ser ativo ali, o pessoal ele deixa vai deixando os relatos, né, no Discord, então depois eu compilo isso em um jornalzinho, né, uma vez por mês. Né? Esses como se fosse um bardo ali, contando e tal, né?

É, é isso que eu que. Onde eu queria chegar, cara? Essa coisa da comunidade, né? O Ivy online até o antigamente, né? Muito antigamente também tinha essa coisa das guildas e tal, e isso é meio que tipo da minha experiência de de West marchas também, né? De a gente chama de dars mood, né? A gente tá puxando muito pelo nome do do blog pra tirar um pouco essa. Ah sim, esse. Nome ruim, né? É né, que tem essa peixe ruim, né? A gente está chamando.

De arslud está tentando fazer colar o arslud, né? Mas é tipo esse lance, esse lance do desse, de trazer esse estilo, né? Acho que envelopa muito bem essa experiência de construir uma comunidade que ela meio que se gere sozinha, ela se alimenta e ela faz esse sandbox andar quase sem você, mestre, ter que ficar tocando muito aquela coisa ali, né, né? Maravilhoso. Isso foi libertador como mestre. E aí, eu posso usar minha?

Criatividade, assim, muito melhor do que quando, por exemplo, você tem uma campanha tradicional, você tem que ficar ali, tipo, meio que sendo 11 roteirista, né? Então, assim, é esperado que tenha algumas reviravoltas na história assim, então tu fica com uma pressão grande disso, né? Se aqui tu não tem, aqui tu meio que tem que só operar o mundo. É bem burocrático. Né, o trabalho do mestre, né? Então assim documentar, né? Exato, daí. Assim, eu eu tenho uma tabela

com o ano inteiro, né? Dia a dia, como é que tá o vento? Como é que tá a chuva? A temperatura? E aí eu fico. Operando assim, né? Dessa forma eu eu boto o jogo. Oo mundo acontecer assim, né? Assim é meio que isso. Assim eu tenho que fazer a natureza acontecer ali. Então não tem muitos npcs, né? Então assim, porque o mundo, todo mundo foi, foi embora assim. Sim, então se é um mundo vazio, que o que existem são monstros por enquanto, né? E alguns mortes vivos que foram

encontrados e tal, né? Então assim, agora eu vou entrar nessa questão. Do cenário específico. Mas vamos fazer 11 parêntese aqui e voltar um pouquinho só pra galera. Pra galera conhecer melhor você. Provavelmente o pessoal deve te deve ter te conhecido aí no famoso é do famoso meme aí do é assim que nasce 11 mestre de RPG. É, conta aí, cara, como é que é, pô? O que que você tem produzido?

Você já falou que começou Na Na terceira edição, mas se quiser falar um pouquinho de de de como você chega, né? Nesse momento agora da tua da tua produção de conteúdo, conta pra galera aí então assim. A produção de conteúdo é algo relativamente novo pra mim, porque eu comecei foi novembro de 2023, né? Então faz pouco tempo. Uhum o que que assim eu jogo RPG desde Ah finalzinho dos anos 90

ali, né? Então cara, a maioria da minha vida assim é apaixonado pela RPG, nunca deixei de acompanhar, às vezes jogando mais menos, né, e sempre muito fixado assim com o meu No No meu grupo, né, então assim, mas a gente era muito ativo né? Assim, sempre conversando sobre, né, nunca perdeu desde do do segundo grau, assim, tipo, a gente sempre jogou junto, né? Então cara, RPG foi uma coisa

assim que eu sempre carreguei. Nesse meio tempo comecei a trabalhar com internet desde cedo, né, tenho a profissional, trabalho com publicidade, né, então sempre fui pro lado da internet, desde cedo, tráfego pago, esse tipo de coisa assim, então sempre trabalhei com internet meio só, que sempre nos bastidores, e aí eventualmente comecei também a trabalhar com conteúdo, né? Assim pra na publicidade, né? E um dia eu decidi assim, porra, cara, eu vou fazer alguma coisa

pra mim, né? Assim vou falar de RPG, que é um troço que eu gosto, assim e tal. E aí fui experimentando um Monte de coisa, né? E daí? Eu gosto muito de Mimi assim, eu gosto de ensinar, né? Mas eu gosto muito também da da bobajada, sabe? Tipo assim, eu gosto muito da bobagem assim, então eu tento misturar ali um pouco dos 2 assim, né? Então é que tu capa de uma galera. Depois você. Você engaja ali no na didática, né? Exatamente. Né? Então assim, tem essa dinâmica.

Eu gosto de falar do RPG, mas também gosto da parte, né? É legal a tua? Produção AA, tua produção assim, dá pra ver que tem uma pegada, uma consciência estética interessante, né, cara? Você você mexe bem com quando você bota as coisas, exemplifica com as miniaturas ali, com com uma luz, com trabalho de câimbra, né? Dá pra ver aí, tipo, foi um foi uma parada que você de repente falou, que saber, vou investir mesmo nessa coisa. E aí você preparou tudo, um esquema ou uma coisa que foi

rolando aos poucos. Como é que foi rolando aos poucos? Há muito. Tempo assim, então, assim, eu já tinha tentado produção de conteúdo de outras coisas assim, então. Eu, eu toco guita também assim, e aí assim, eu já já tinha feito experimentos tocando guita, sabe, gravando no YouTube e tal. Então aí que eu comprei 11 placa de 11 mesinha e tal, fui, fui. Então assim eu fui juntando coisas ao ao passar do tempo que aí eu tinha mais ou menos, eu fui construindo um estúdio, né,

meio que sem um objetivo. E aí depois eu descobri, né, o que que eu queria? Fiz o brinquedo. Depois foi entender como brincar, né? É exatamente. O que que eu faço agora com isso, né? Mas assim foi um Monte de coisa

assim, e daí, né? Comecei com esse, com essa produção assim, EOO, West marchas, ele vem assim, disso, assim, um Monte de gente, cara, quero jogar contigo, quero jogar contigo, quero jogar contigo, e aí eu sempre achei esse o formato meio que de mesa paga assim, meio que limitador assim, poxa, né, tu tem uma mesa ali paga, são poucas pessoas, né, talvez por semana e tal. E aí o West marches.

Ele é um formato que eu achei assim, cara, que permite muito mais a saída e vinda de gente e de de ficar mais dinâmico, né? Assim, e achei que IA casar muito bem com com o formato, né? Uhum é. Foi uma Bela sacada, cara, que aí você tipo você atrela o teu grupo de assinantes, é isso? Aos apoiadores do exatamente, é? O apoiador da guia da guilda. Eu chamo de guilda dos mestres ali, né? Mas infelicidade que é. Daí depois que eu fui levar do

James guild. Putz. Mas é, mas tudo bem, tá aí, guildo do mestre. E aí ali eu compartilho também com muito material que eu

produzo para campanha. Então assim, por exemplo, eu fiz uma bost Fight e agora tipo, vou publicar lá, né, a ficha do monstro, essas coisas assim, então vou compartilhando essas coisas também vou compartilhando né, com a galera assim, materiais que porque eu tenho certeza que tem muita gente interessada em fazer seus próprios West Martin, então também tem esse material para ser consumido lá, né? Não? Só jogar e participar. Mas como também poder pegar esse material e poder botar na tua

mesa, né, e ter o contato com o? Rex Kroll, como é que foi, cara? Como é que você começou? Você já jogava? Tipo, você falou que chegou a ter contato com a segunda edição do ADIV. Você chegou a pegar aqueles, aqueles cenários que vinham com um acetato assim que ele tinha um jeito de saco, é. Porque como eu morava no interior do Rio Grande do Sul, então assim, hoje eu moro em Porto Alegre, mas na época eu morava em Carazinho, uma cidade pequeninha, né? Assim é a mesma cidade do

celbit, inclusive, caralho. E aí, cara, né, a gente não tinha muito acesso, ARPG lá assim era escasso, então assim a gente vivia muito assim, do material que que é os outros mais velhos tinham, então por isso que a gente tinha muito ADED, então assim, por viver lá no interior, eu meio que peguei, tipo, era quase 2000, mas eu tava na metade dos anos 90 assim, né? Então as coisas estavam mais

mais pra trás lá, né? Então assim eu tive um contato assim, joguei muito pouco dessa época, mas tive muito contato com forgotten helms, né, segunda edição. Com o que vinha com a com o acetato, né? Que tu falou do do grid assim, apesar de nunca ter usado na época dessa forma, né? É, na época eu também não. Tinha usado não, cara. Mas fica na cabeça, né, cara? Aquele lance fica agro, né? Fica. E é um troço. Que eu acho que está voltando fortíssimo. Você viu AA caixa introdutória

do do DID sim, sim. Viu que que é o? Formato, sim. Reveza. Mestre é um formato que então assim, ele já já não pede uma continuidade assim, exatamente. De uma narrativa que o cara vai construindo e tal. Isso e ele é bem. Assim explorativo, né? É, é. Keep on the borderlands, né? Então os caras vão. Sim, essa lógica. Essa lógica do essa lógica do do keep on the borderlands é uma coisa que nasceu muito com dayd,

né? Essa coisa de você ter ali o último ponto de civilização e a partir daqui a gente explora e que foi trazido com transfor beden. Lance de novo, né? É, a gente vê o for bedelens com essa ideia de que, ó, a gente tem aqui o que a gente conhece agora pra lá a gente não, vocês vão ter que desbravar e tudo mais, né? EE, esse jogo exploratório ele tem muito a ver com a mídia do RPG, né, cara?

É, eu acho que muito se perguntou durante muito tempo, tipo, pô, mas como é que eu jogo esse jogo de exploração? Aí tem essa coisa que você tinha falado, né, da gente pensar do início, meio e fim, plot twist, exato e meio que isso bagunça, né? ORPG, ele nasce. Com isso, muito bagunçado, né? Era difícil você imprimir uma história na nessa, nessa lógica de tipo, pô, a gente vai pegar, vai fazer aventureiro, vai sair, vai explorar eventualmente volta

e faz isso de novo, né? Uma coisa que não tem muito uma estrutura narrativa em torno, né? Então meio que é 11 retorno, é um retorno. Porque outra coisa que eu leio bastante assim é dessa época da origem, ali assim, principalmente ali os anos 70 antes dos anos 80, que é essa época meio nebulosa, né? Então, assim. É muito legal. Eu gosto muito de War game também de miniatura, então eu consigo ver muito desse estilo muito vinculado a essas campanhas de War game da época assim, né?

Então tem alguns jogos assim que que me remetem. É isso tem o force grave, né? Que é um que é um game ali assim, tipo ele é um skirmich, não é tão massivo assim e tal, né? Mas tu enfim tem uma continuidade num jogo simples que é ir nas ruínas, buscar Tesouro e voltar. E daí tu gasta, evoluiu. O teu personagem vai lá fazer isso de novo, né? É. Agora. Agora, caindo no cenário, né, cara? Tipo, você tem uma mistura aí de uma coisa que é muito comum.

É muito conhecida pela galera que é o que é o fall gotten helms, né? E aí a gente. Como pensa em forgotten hims está pensando aí já em what to deep já está pensando em corme já está pensando em várias coisas que. Que são que que não? São os os, os, os, os reinos esquecidos, né? São hoje aqueles que a gente que a gente está acostumado a jogar ali é. E aí quando a gente pensa que você está trazendo o for be the lands junto, a gente pensa

também. A gente pensa nesse território inexplorado, desconhecido e que tem essa névoa. Tem todas essas tipo de que pra quem não está ligado, né o. OOO mundo, ele tem essa essa névoa meio ferrugem, né? Uma coisa meio que que cria esse ambiente. O inóspito que os jogadores vão vão começar a desbravar conforme essa névoa é veio permitindo a exploração, porque antes era impossível. Então, tipo, depois de muito tempo de separação desses ermos, os jogadores agora passam a ter

acesso novamente. Mas uma coisa extremamente perigosa. Como é que essa coisa desse de fato do desconhecido do forby the lance. Com essa parte conhecida, né? Dos reinos, que é que é do fogotten, exato, fogotten helms, como é que você juntou, como é que é esse esse mix que você fez aí tem a bruma, os reinos são é uma coisa meio pós apocalíptica, como é que é o rolê, como é que aconteceu? Ele é mais.

Pós apocalíptico, né? Mas eu Oo eu comecei com forby the lands lendo ele e aí eu fiquei com aquilo na cabeça. Eu preciso fazer uma campanha. Eu vou fazer daí, eu já tinha decidido, vou fazer uma campanha de quinta edição usando isso aqui EE como base pro meu westmarch, e aí eu tava pensando, vou criar meu próprio cenário, né? E aí fiquei pensando nisso, vou fazer. E só que daí eu eu pensei assim, cara, é muito difícil tu tirar a motivação dos dos dos jogadores, né?

Então assim, eles tem que conhecer de alguma forma e é é como tu quando joga joga vampiros, tu joga, por exemplo, em Chicago ou tu joga em Porto Alegre, no meu caso. Né? Assim é. É muito diferente, né? Já tá tudo feito. Ali, né, já tá tudo feito. E daí assim as pessoas também sabem onde ir, né? Então assim tem um EE, é a mesma coisa. Forgotten helms é o mais conhecido de todos, né? Por isso, assim como é pós apocalíptico, tudo foi tomado por essa névoa que se passou 300

anos, né? E ela se desfez e agora eles estão livres para explorar. Né? Finalmente, então assim eles foram sobrevivendo ali, eles são só existem os jogadores, não existem NPCS. É importante assim, porque, por exemplo, não existe um vendedor de espadas ou não existe um cara que venda qualquer coisa. Tudo tem que ser feito a partir deles, né? Então assim, ou eles vão achar ou eles vão carafetar, né? Então é e isso faz com que? Então assim, eu eu pensei assim,

Ah, isso é muito isso, né? E. Aí assim eu fiquei pensando, será que eles vão reproduzir algum sistema de IVA? E eu estava nisso por enquanto, não. Por enquanto eles estavam com a galera. Aí, tipo, e fazendo e fazendo ali um craft e construindo ali 11 esquema é e. Aí o que que eu já percebi assim, aí não tinha um mural, né? E aí assim um jogador fala assim, pô, vamos fazer um mural? E eu quero botar ali que eu quero comprar Poção, quem é que faz?

E aí, pô. Daí assim, quando ela fez isso no jogo, a gente cria automaticamente um canal no Discord ali, pá. E ele virou mural. Então assim meio que materializa, né? Aquilo que ela. E aí ali começou assim, um pouco de comércio. Mas o que que eles fazem com os itens mágicos? Os itens mágicos eles botam numa planilha e isso é dividido. Por enquanto está funcionando. Qualquer um pode. Pegar pra usar, isso que está disponível, daí a gente. Marca lá o nome.

É como se pegasse economia, uma biblioteca, retirar um livro, né? Então, assim é mais ou menos assim que funciona. Caraca, daqui a pouco você? Vai estar mestrando e a galera tipo, vai falar, vai, vai, vai começar o jogo, vai falar assim, espera aí pra gente. Tem que discutir o item que foi perdido lá nos erros por você. Agora você não há reunião de condomínio? Cara, isso aí, exato. De uma maneira. A gente fazer isso muito isso sem as mágicas, já tá ligado?

As mágicas sim, tá ligado? O as mágicas que a gente. Jogou na campanha muito grande. Eu costumo falar que foi as mágicas que ele tinha isso, né, cara? Porque os jogadores vão gerindo a própria biblioteca, vão gerindo os próprios e os mágicos, e aí, sei lá. Você resolve botar aqui, tem uma goteira na biblioteca e uma cópia está sendo danificada. Aí, cara, vira uma briga generalizada. Quando você vê, eles estão fazendo aquela verdadeira reunião de condomínio e a sessão

inteira. Você não conseguiu botar nada na mesa anão ser aquilo, porque eles não se decidiram não. Você decide, real velho. Exato, é. Eu tenho algumas etapas ali, né? Pra gente, porque OA minha a minha experiência né, com esses Rex crowns. Assim é que eles tem que ser meio que uma o one shot. As sessões quase uhum. Agora a gente fez umas que teve 2 sessões né, assim foi mais de uma assim, mas o normal é que

seja uma o wan shot, né? Então ele ele tem que ser mais dinâmico né, do que que um jogo regular, né, que a gente tá tá menstruando, então eu pego e tem algumas etapas lá no começo, né? Então primeiro vamos verificar os craft que que o cada um craft tá certo, isso aí tá beleza que que cada um tá levando de equipamento? E aí eles verificam e trocam entre si, ó, eu queria uma corda que era isso que e aí eles vão, vão, se vão trocando e vão trocando os itens mágicos, né,

uhum? E aí que eles viram, ih, está dando bagunça com quem que está aquilo? Então foi feita uma organização por eles mesmos, né? Então isso é muito legal, e eles mesmos, né, vão produzindo, né? Oo mundo é isso, é muito. Maneiro, mais de. 1000 episódios na primeira temporada. Um podcast?

Premiado por suas reflexões sobre o jogo, entrevistas e convidados em uma nova temporada com muito a oferecer, a comunidade do RPG aventureiros, numa busca por mais episódios na semana, te convidam a fazer parte do grupo de Telegram, participar de sorteios e enriquecer seu jogo. Esquente a água. Moa os grãos e pegue os dados, apoia.se barra café com gancho. Contamos com. Você. Bom, e o sistema? Você está usando quintas? Você está usando shop bedinands.

Qual o Rex Kroll que você está fazendo? Como é que é isso? Rex Kroll, cara, é da ID. 2024 e aí a gente está fazendo usando o Sol score, que saíram agora. Então assim, está bem legal, porque está todo mundo descobrindo o sistema ao mesmo tempo assim, né? Então está bem divertido assim nesse sentido. E assim, por que que a gente está usando ele? Porque eu tenho uma preocupação muito com a Acessibilidade assim e da facilidade da galera poder plugar rápido na campanha.

Porque tu, eu tenho uma situação assim, de uma galera que é muito viciada em jogar online, joga, né? Então, assim que a galera do MMORPG lá que tira de letra qualquer problema tecnológico, eu tenho galera assim que tá voltando a jogar depois de 40 anos. Caraca. Saca então, assim? Eu preciso ter algo que seja muito simples, então assim eu dei DB onde e tudo plugadinho ali. Tem uma facilidade, sabe? Me me me traz uma facilidade de gestão nesse caso, e de Acessibilidade dos outros muito

grande. Discord da ID. B onde Discord da IDB, onde é isso? Uhum. Maneira, né? Porque daí? Fica muito simples digerir, né? Então não tem muito, muito problema, né? Uhum e. Aí você joga com o Papão aberto mesmo para eles ali, já que é o mapa que conhecido de de fogotten helms. Isso começou assim. Aham e aí agora adiante cheio de rabiscos, né? Porque Nem Tudo é o Que Parece nesse mapa, né? Aham então assim os adesivinhos deles ali, né?

Exatamente é, daí eles vão escrevendo né, nele, assim vão rabiscando, então assim ele está todo né? Porque eles começaram Na Na Terra dos vales, então começa no vale da névoa, então no meio de cormantur assim, então assim, é um lugar super legal de explorar, é maneiro mesmo. E aí tem ali imitando, né, que eles ainda estão com medo de, pô, tem umas meninas. Fodas ali perto, né, cara? Inacreditáveis. É, porra. Só que. Aí o que que eles estão descobrindo, né? Nesse cenário?

Beleza, acabou tudo, né? Assim, então assim, eu estou criando a lore meio que junto e tem algumas coisas bem estabelecidas, outras não, mas algumas coisas eles já têm Descoberto. Então, por exemplo, que beleza, houve 11 limpa de todas essa e os deuses foram juntos com essas espécies, né? Então assim, os deuses meio que caíram, seus domínios ficaram, então o clérigo consegue conjurar, mas aqueles deuses de forgotten perderam os seus seguidores. E daí?

É uma coisa meio que deuses americanos, sabe? Ah, foda, né? Então assim eles. Perderam. O que que tá acontecendo agora? Eles começaram a encontrar, eles encontraram uns ogros e aí os ogros estavam nascendo da Terra assim, né? Daí eles estavam ali chegando, tipo, os primeiros ogros do mundo, né? Tipo, isso vocês estavam voltando, caralho. E aí? Eles estão descobrindo que tem gigantes vindo, né? E aí eles estão vendo assim, algumas profecias da criação do

mundo. Eles estão se ligando que está acontecendo a mesma coisa de novo está acontecendo. O mundo está seguindo aquelas mesmas etapas de criação de novo. Tipo, chegaram os? Gigantes e o tipo de criação. Né? Do exato. É como se. Estivesse jogando primeira era do Senhor dos Anéis. Assim, no sentido que nesse sentido tipo. Assim, 11. Rede. E isso eles descobrem que é porque a humanidade, de alguma forma a humanidade e os deuses tocaram no negócio que eles

chamam lá de magia profana. Então, e. E aí a gente. Eles estão em busca assim. Tem uns que querem saber o que que é essa magia profana. Tem uns que não não querem tocar nisso. EE, como é que é o ponto inicial? No, no, no, no esquema do Ben robbins, lá você tem normalmente esse hub, né? Esse hub de aventureiros ali, que é o último ponto que a galera. Parte dali sempre tem que retornar até o fim da sessão normalmente pra esse, pra esse seguro, né?

Como é que você faz isso? É tipo, a galera começa num lugar, esse esse lugar já estabelecido foi tipo tabula rasa e a galera tá construindo em cima. É, existe um motivo por trás da galera tá ali naquele ponto específico, tem outros pontos, como é que você tem feito isso? Existe só um. Ponto conhecido até agora, né? Então assim é OA chá. Bem Ford é a Vila, né? Principal do vale da névoa. E dali e eles eles sobreviveram

ali, né? Então assim não tem nada assim, é meio que um acampamento, então assim eles não têm, eles têm o que saem com o personagem, né, uhum, e aí, tem algum dinheiro que Ah, ficou família, alguma coisa, né? Os caras têm que guardar, né? Ou ficou, e aí esse dinheiro eles usam entre eles e tal, né? Então assim tem isso também, de conquistar dinheiro e tal, mas tudo começa nessa Vila, sabe? Então assim. Eles estão saindo e voltando.

O que que acontece é, é por isso que eu te disse, tipo, uma want fat, né? Eles batem em volta. Eles não conseguem ir tão longe ainda, porque eu não permito também. Descanso longo fora, nos ermos, né? Exatamente. Isso daí daí eu peguei ali do Senhor dos Anéis quinta, aquela versão do um anel da quinta lá sei. E. Peguei a mesma mecânica, então assim, eles não. O que? O que acontece? Eles têm um, não conseguem se afastar tanto. Uhum e aí isso pra caramba,

porque eles não? Tem como recuperar muito? Fica ali naquela de vai o, os recursos vão acabando ali. Então, exato, é. E daí assim, Ah, você é muito longe. Você tem que levar muita coisa EEO, que. Só que o que que acontece agora tem as regras de bastião ali, né, né? Que são as regras de Fortaleza legal, cara. Ainda não. Não chegamos ali nos bastiões, mas a gente tá, tá, já tem bem claro, assim como é que vai funcionar, né? Então.

Eles estão estão quase chegando no quinto e aí eles vão poder tomar qualquer ruína. Que eles limparem e aí assim? Por exemplo, no mapa, a gente está usando o mapa da terceira edição, né? Então ali no mapa da terceira, né, assim tem as estradinhas e vai pingando as as cidadezinhas, né? As coisas assim, aquilo são os bastiões. E aí, cara, eles vão poder tomar, né? Pra eles, né? E daí? O que que acontece? As as. Explorações vão poder partir de um bastiano. Elas eles começam a.

Sessão já mais longe, né? Exato. Daí vamos é. Provavelmente do cara que propôs AA exploração, né? Fala. O cara vai propor para explorar próximo dele, ali e tal, né? Tem os interesses dele e tudo. E aí você faz? Essa movimentação dos jogadores entre esses pontos, você já pensou nessa? Porque tipo, 11 das facilidades que o esquema do Ben Robin tem é que a agenda ela se abre. A agenda, os jogadores se inscrevem, né? E não precisa ser o mesmo time sempre.

Mas a partir do momento que você começa a botar novos, novos bastiões, né, novos postos seguros, nos ermos. Existe 11 risco, né? De um, de de ir de um até o outro. Ou, enfim, você vai fazer com que não seja arriscado se mover entre 1 e outro no início da sessão para que possa é fazer grupos diferentes, é isso. Como tem as. Estradinhas já marcadas ali, que hoje, ali na realidade do jogo, está todo destruídas quando se conectam bastião com o outro, por exemplo, eu fiz um aqui.

Oo outro jogador fez um lá pum formar uma estradinha, aquilo. Ali é trânsito livre. Aquilo é começar a sessão. Você vai até lá de graça? Exatamente. É daí. Tu pode fazer essa? Foi um jeito a gente que a gente arranjou de ficar divertido de mexer com isso, sabe? Sim. É isso é interessante porque. Porque se não você ficaria condenado a sempre ter o mesmo grupo, saindo no mesmo ponto, é porque EE. E fica difícil de de ir adiante, né? Assim, então uhum.

EE tem isso dos bastiões, né? Daí é é legal assim. Eles querem tomar conta assim daquela é tipo AA torre do elmster, que é ali No No vale das sombras. Ali todo mundo quer, né? Então é, pode crer, a galera. Deve estar atrás que nem louco, né? Uhum e especulação. Imobiliária é total e cara EEE. A galera deve deve fazer uma corrida por mif drenner, Hein, cara, porque aí já é a ruína da ruína, né? Isso eles. Estão colhendo muita informação

ali ainda, com medo de entrar. Eles sabem o que tem, então eles tinham poucos clérigos, né? Tinham alguns paladinos, poucos clérigos, e agora entraram os clérigos e aí eles estão meio que ocupando esses caras, né? Então assim é que nem MMORPG eles sabem, pô, a gente precisa de um clérigo, eles estão indo lá upar o cara. Então assim eles levaram numa Boss Fight, um clérigo de level 1 foi divertidíssimo e aí era todo mundo assim, 3 e 4 assim protegendo o caras. Né? E daí?

Era cara legal pra caralho assim, muito. E ele. Curando. Lá, né? E deu chama sagrada ali, chama sagrada e cura. Foi ajudando como podia, né, aham? É um arrego, né? Mas aí. Vai o pando, o cara, ele vai melhorando rápido, né? EE, quando morre, cara, tipo, quando morre, começa do zero, vem de algum ponto. Quando morre, começa do. Zero, né? Daí assim a gente fez que o como é quarta ali, a gente pode usar o revive five, que é aquela do ressuscita ali na hora e tal.

Uhum, né? Não pode passar muito tempo, mas depois daquilo não tem. Não tem outro não. Tem jeito, tem que fazer outro personagem. Né? E eu acho que ela é. Diferente da maioria das campanhas desse estilo assim, porque a gente usa Oo 2024 e aí assim, tipo, a gente é muito gamista assim nesse nesse sentido assim. Então a galera, a gente gosta de combo, gosta de fazer personagem afetivo, então assim, tem muito dessa. Parece assim uma galera que tá jogando MMRPG mesmo, só que né?

No RPG com todas as liberdades. Do RPG? Exato, exatamente. É, e aí é super legal, porque daí eles vão se treinando, dando aula de um para os outros, porque eu sento a mão nos desafios. Demais assim, né? Então, assim. Né? Então eles se. Preparam demais, assim e tal. Tem essa maneira? Maneiro. EE, como é que é o jogo dentro assim? Tipo, a galera sai e volta com coisas, volta com, sei lá, é resolve construir alguma coisa

dentro da da vida inicial. Isso já começou a ocorrer assim, tipo, você falou até do negócio de Poção, né? Galera já tá tipo fazendo palhaçada ou uma coisa que por enquanto a galera ainda não não palhaçada. Sim, isso foi uma das primeiras coisas que eles fizeram, né? Apesar de eu dizer assim que não é seguro, né, é seguro, anão ser quando tiver um evento assim, né, que é outra coisa que eu tento fazer assim, né, também eventos dentro, né, então porque

assim, né? A gente, eu acho que tem que dar uma mexida no cenário de vez em quando, né? Mas assim, o que que eles construíram? Eles construíram esse quadro de avisos, eles construíram uma palhaçada para se sentirem mais confortáveis, uma caverna. É a? Taverna foi nas ruínas da Taverna da da cidade que eles acharam os mapas, as coisas lá embaixo tinha tava conectado lá a um grupo antigo de aventureiros, tinha seu seu lugar lá, né? Essa história. E aí então assim, eles já têm

aquilo ali, né? Mas eu tenho certeza. Que um bastião vai ser 1 MB Taverna assim? Tenho certeza que sim. Em breve muitas aventuras começaram lá, né? Exatamente assim. A gente tem vontade de fazer PVP também, né? Tipo uma coisa que a gente não fez. É uma vontade que a gente tem. Tem de tem de fazer. E como é que a gente faz assim? É talvez alguém? Tenha, né? Uma arena, alguma coisa assim nesse sentido, com um bom jogador de. Ivo, né, cara? Vai querer é a gente.

Gosta, né? Porque é legal assim, porque tem que entregar conteúdo para galera, né? Então assim, isso é geração de conteúdo, né? Então assim. Porque tem objetivos diferentes da pessoa que se junta para jogar 111 jogo nessa proposta, né? Alguns querem mais a exploração, outros estão a fim de ser o mais poderoso de todos, né? Outros estão a fim da parte do aspecto social desse jogo, né? Então tem tem vários pontos de interesse que eu acho que tem que ter, né? Então assim é tipo assim, quem

quer OPVP lá assim? É divertido. Sim, é, é. Maneiro mesmo. EE é uma. É uma coisa que, tipo, pede muita atenção, né, cara? Porque é é um momento delicado, né? O jogador contra o outro. É sempre um momento delicado ali, né? Você vê que. Obviamente você. Vai tipo ser o juiz, juiz mesmo nessa situação. É, e aí o que que a gente a gente está estudando como como faz isso da melhor forma, né, cara? Vai ter como dar ressurret. Como é que vai ser, né?

Porque talvez seja, né, ó, a gente cria algum. Mecanismo ali que que justifique, né? E vai ser a Vero. Será que vai ser que nem um duelo no ou né? Que você chama o cara ali? Duelo que é uma bandeirinha, é luta, mas é só na, na, na minha série, tiver que vai rolar. Isso, né? Vão ser com armas de verdade ou vão lutar assim tipo, né, com arma de espuma, né? Exato. Porque pode ser, né? Se eles decidirem fazer um ringue lutarem. É cara, isso é maneiro isso é

maneiro mesmo. É EE ver essa possibilidade de problema. Isso vai acontecer quando a galera já tiver bem segura, né? Porque. Aham tipo, nada pior do que você tipo sair na porrada e os 2 ficarem, os 2 lados ficarem frágeis o suficiente para serem engolidos. É hoje. Eles, assim, a maior preocupação deles hoje é criar uma estrutura. Assim é, é começar a juntar poder e começar a reconstruir aquele lugar e tornar aquele lugar mais civilizado ali, mais tranquilo de se viver ali, né?

E aí então assim, eu acho que até os bastiões começarem ainda a luta deles, vai ser mais nessa sobrevivência, vamos dizer assim, né? EEOEO. Esquema do do DED quinta edição do quinta edição desculpa 2024 pra pra Rex Kroll, cara, você achou que que tá maneiro? Como é que tá esse? Como é que tá rodando isso aí? Você achou pouca mudança? Teve muita mudança em relação ao

que você tinha antes. Você jogava ali, é de Rex Kroll anteriormente ali, o que que você acha assim é o. O livro do mestre ele tem mais informação, tá? Então assim, Oo novo livro do mestre. Assim ele traz ele. Ele.

A edição nova ela tem mais parece que se encaixa melhor nesse nesse formato do que anteriormente, porque eu não sei se AA organização da informação está melhor ou se é sobre informações novas, mas assim tem, tem algumas tabelas assim bem mais claras assim, sabe de como é que tu faz a movimentação em mapa? Tu tem assim AA distância de encontros distância, por exemplo, assim da do cara está furtivo a distância que tu ouve, né? São coisas assim que não estavam bem claras no outro, né?

Então acho. Eu vejo, eu vejo que vai que eles devem ter se ligado da mesma coisa que a gente estava falando aqui assim, cara, esse tipo de de de jogo assim é mais é talvez seja o jogo do futuro, porque ele exige menos do mestre Oo jogo dura mais tempo porque as pessoas podem sair e entrar sem uma pressão tão grande, né? De você pode. Chamar alguém para jogar uma sessão só. Você não precisa falar. Ei, você quer jogar um jogo? Eu quero falar, mas. Quanto tempo vai durar?

Você fala 5 anos exatamente, tipo assim. E aí aí virou um negócio tipo ir no bar assim, né? Tu vai lá quando tu está afim. E aí, tu? E. Fica um tempo lá, umas 4 horas, você vai embora, é esse? Formato é muito bom mesmo. É, cara, uma coisa que eu que eu via No No Rex krall da quinta

edição. Eu não experimentei um Rex krall Na Na 24 ainda, mas na quinta edição era que era difícil impor ali um. 11 desafio anão ser que você começasse a usar mais pesadamente a questão do a questão da da da exaustão, né? Se começasse AA botar mais questões porque tem muita magia, tem, sei lá, goodberry tem esse tipo de coisa que faz. OOO, Rex Kroll, acaba que sei lá, a gestão de recursos. Essas coisas do clássico do Rex Kroll acabam ficando muito, muito facilmente resolvíveis, né?

Mas por outro lado, você tem encontros aleatórios, você tem coisas interessantes em torno que você que você pode trabalhar. Como é que você trabalha o desafio dentro desse Rex krall? Ou é uma coisa que acaba indo mais para o lado do for bedenland que a exploração em si do terreno não É Ela. Ela empalidece frente a você descobrir esses esses pontos de interesse? Como é que funciona o teu Rex krall em relação a isso? Assim, a. A dinâmica de do do Rex krall.

Eles vão sair da cidade, né? Então assim. Se eles têm a localização, onde é que eles querem ir? É mais tranquilo. Os testes ali, né? Tem que eles têm que fazer normalmente um teste de sobrevivência, porém. Quando eles estão andando? Assim, eu Rolo uns encontros aleatórios, tá?

Nem sempre. E aí depende muito, eu não Rolo na hora, eu encontro, eu planejo, eu uso tabelas para montar meus encontros previamente, então assim, e eu não deixo, por exemplo, eles marcam uma sessão normalmente eu faço num dia, antes ou não, ou antes, logo antes da sessão. Faz um repertório assim. É eu preparo. Ela muito rápido assim, né? Então porque senão demora muito tempo assim. Então assim, eu tenho umas planilhas assim com tudo e dali eu vou falar montando, né?

Então os encontros aleatórios são planejados e daí depende se Oo tamanho das do grupo que tá indo explorar. Se é muito grande, eu talvez vou pular esse encontro aleatório e vou pro vou direto pro pra exploração, né? E o direto por algum, né? Algo mais direto e enfim, aí assim rolam normalmente. Ele tem uma área de combate assim, né? Então assim como é quinta edição, assim, eu tento me estudar muito combate com a

exploração ao mesmo tempo. Então assim chega na Vila, na Vila, Ah, maneiro a. Iniciativa. Imagina que tu tem tipo 10 jogadores, assim a gente fica flutuando entre 7 e 12. Né? Às vezes tem assim 4 que vão fazer alguma coisa mais específica, mas é mais raro. Eles vão em muita galera sem fazer coisas. Então é bom que fique no na, na ordem de iniciativa, porque aí todo mundo tem essa chance de se se tu solta, vira uma loucurada, né? É vai cada. Um do jeito que quiser, né?

Isso daí acaba. Que alguns não participam tanto, enfim, né? E aí eu tento manter sempre a iniciativa e aí a gente vai tipo, cara, tem um monstro aqui. E aí o cara ataca assim, e aí eles ele vai explorando ao mesmo tempo assim, né? Aquele que ele vai andando ali naquele mapa, né? Então, assim, procurar cobertura. Não sei onde, aí você vai exato, daí tu já encontra. Assim, pô, esse lugar aqui devia ser um tal tal lugar, né? Então eles vão indo, né?

Então assim é, é, é bem ação, é bem focado em ação, né? Aham, então acaba então que o jogo. Ele, ele vai mais de ponto de interesse em ponto de interesse assim, mais do que necessariamente uma exploração. Pormenorizada do exato. Eu não tento, eu não. Tento fazer ele simulacionista no ponto de vida de sobrevivência, como a maioria do do dos mais outros que o vão fazer, né? Sim, é justamente porque eles

são super-heróis, né? Então, assim, cara, claro que eles vão passar tranquilamente por uma floresta No No nível 3, sim. Ah, só intruída. Junto assim não tem só que o só que o que que é o negócio tem que ser OA. Ameaça é é mega Sobrenatural também. Então, assim, AO terreno está sob ameaça de criaturas sobrenaturais. Então assim a gente tem uma área da floresta completamente distorcida por uma magia de um dragão verde, né?

É um lugar assim, cara tensíssimo EE está ali, eles já entraram, já saíram né, estão tentando, já virou uma treta, então assim é tudo mais o volume mais alto, né? Então assim, tipo a ameaça realmente assim, se eu for tentar fazer algo mais. Old School. Assim, nas regras, não vai funcionar. É? Tem que ser tudo mega, tem que ser tudo colossal assim. E isso vem muito. Para o fiorer behden Lens, né, cara? O fhorerbh, ele tem essa dinâmica assim de que é, por

mais que ele se role, né? O tipo, a exploração e dependendo do do Hexágono que você tiver, o terreno vai imprimir algum desafio, né? A tabela de encontro aleatório, et cetera. No fim das contas, o jogo ele vai funcionar legal mesmo do de cada ponto de interesse, em cada ponto de interesse, porque parece que a exploração. Ela é mais uma arqueologia, né? Pra você ir descumprindo o que aconteceu no metaflote ali é a Glória do que necessariamente você fazer a exploração do terreno, né?

Então é, é, é acaba que você acaba puxando um pouco mais para o forby. Deleuze nesse ponto, né? eSIM, EE. Aí eu vejo muito assim desses jogos, tipo elden ring, Dark Souls e que eles vão contando, e é muito assim que eu tento contar a história assim um pouco como Resident Evil fazia também. Né? Que tu vai encontrando os folhetos, né, os diários. E aí tu lê e aí tu tu vai entendendo o que aconteceu aqui. E aí tu vai juntando os pedaços do que aconteceu, né?

Uhum esse, peguei um metaplote. Específico não tem. Aconteceu alguma coisa assim? Eles estão tentando montar isso, mas é tudo muito misterioso, né? Mas você já. Sabe o que aconteceu ou está sendo emergente? Eu sei. Isso que eu te contei assim. Que que os deuses, né? Uhum caíram junto com eles, né? Eu sei que. Os deuses, eles vão voltando aos poucos, a medida que eles estão fazendo oferendas e tal.

Eles já já sabem isso e que tem essa coisa assim que o mundo está sofrendo, 11, está se remontando, a história está se repetindo, né? Então assim começa com os gigantes, daqui a pouco os dragões, né? Eles já estão se se apresentando ali e aí a gente vai ter assim mais ou menos, né, essa, essa, essa disputa e aí vai começar a vir as primeiras raças, né? Então. Mas os pormenores? Do que aconteceu, sei lá. Determinado, determinado, por que que isso? Aconteceu não, ainda está descobrindo.

Junto, né? Exato, exato. A gente vai vai total na feeling aí, né? Maneiro. Muita coisa nasce na improvisação da sessão também, né? É isso? É. Gostoso, né, cara? Porque você também vai se desafiando, né? É para professora além disso, né? É. E aí é. É muito legal assim, porque tu tu tu consegue mostrar várias coisas diferentes, né? EE, é bom que não tenha esse plote.

É que ele não te amarra, né? Então assim, Ah, às vezes eu olho ali para as aventuras que estão ali Na Na prateleira pós, eu vou pegar alguma coisa dessa daqui hoje e aí jogo isso, né? Então tem várias temáticas, toda, toda noite é uma temática diferente, né? Sim, é. Legal, cara, eu acho isso maneiro, porque no fim das contas, você vai tipo, é isso? Mesmo que tenha um metaplot, isso é uma expectativa de ficção.

E pode não acontecer. Então, tipo, é porque você vai se se comprometer com com o bagulho, né? Se você pode, é uma coisa muito mais legal que vai. Acontecer daqui a pouco, né? Então é se comprometer com uma ideia. Agora não, não é necessário, né? E tem cara, os monstros, né? Eu acho muito importante ali, como não tem NPCS, né? Assim, no só tem os inimigos,

né? Por enquanto, assim, então os monstros, eles são os astros, assim são, então assim, cara, tem que ser os monstros de uma mecânica legal, tem que ter, né? Então assim o porque eles querem muito, porque é não ganhem XP por ouro, né? Ganhar XP por matar é desde 2024, né? Então assim, cara, é uma grande caça aos monstros. Então assim, o que que desperta maior emoção neles? Saber que tem um monstro gigantesco em tal lugar. Não é porque quer dizer assim.

Tem XPE, tem lute, uhum. Né, de cobrir uma arma? 11 arma mágica? Um exato. Um bagulho assim, né? E agora a gente está. Com o tem um suplemento que saiu novo ali pro no day de beyond, que é a de um third party, que é o elianas, que é. Aí ele, ele dá mecânicas para te caçar monstros, né? Fazer o rastreio desses monstros, né? Daí a caçada, enfim. E tu poder extrair pedaços dele e daí montar os itens, itens específicos com o pedaço. Do negócio? Exato, isso é uma coisa.

Que eles estão. A galera está bem ansiosa assim. A gente está vendo como como adaptar isso AA ao jogo, né? Trazer, como trazer isso aí é maneiro, é. Legal isso porque traz uma existe uma dinâmica do do XP purô no suco que é muito interessante, né? Que o cara vai até o Tesouro. Pega o Tesouro, e aí quando ele vai voltar com o Tesouro é que ele se fode, porque ele tá pesado, tá vendo, carregar aquela parada toda EE tipo com

um monstro. É legal você ter essa, essa coisa do tipo de tirar, sei lá, as presas do monstro, tirar a carapaça do não sei o quê, porque mantém essa ideia de que eles vão voltar carregando um bagulho pesado. Eu vou ter a logística de carregar isso e isso vai trazendo um desafio interessante também, né? E isso e o. Objetivo final, né, que era construir, sei lá, armadura de tal coisa. Né, que normalmente os caras estão fazendo para combater um

outro monstro mais forte, né? Então assim é isso assim, né? Eles eles voltarem com isso e para um grande objetivo assim, né? Tinha um objetivo que enfim, né? Aham e você pensou um ponto? Final para a campanha? Tipo, você fala, cara, a campanha vai vir até aqui? Ou a campanha vai ter tantas sessões ou tantas temporadas, ou vai ter um fato. Você tem algum ponto de término ou é uma coisa que vai ser? Eu estou pensando em temporadas. Temporadas. Isso e.

Aí temporadas, né? Bem, nesse sentido, assim que a gente vê, então ainda tô vendo se isso vai ser, são temporada de 1 ano ou 6 meses, né? Mas e aí, não importa até que nível que eles forem, né? A temporada assim, ela fecha um ciclo, né, do jogo e depois a gente dá 111 Balanço no mundo, né? Então como é que faz? Como é que eu tô pensando em fazer isso? A chegada de 1/01/1, outra espécie, de outro lugar pum, chegou. Ah, mas é EE, aí muda tudo, né?

Então assim é que como tu via o World of Warcraft, né, essa aí, as as expansões e era mais ou menos isso aí, né? Então é, é mais, né? É. E aí, assim, tem alguma coisa que sempre deixa o jogo novo de novo, né? Uhum traz um traz. Um tema traz uma, é claro, daí se a moral. É caça mons, pô. Chegou os caras, chegou uns monstros diferente. Posso pegar partes dele para fazer novos itens que não tinham antes. Maneiro legal. Cara. E bom, é. EE, como é que tá?

Como é que tá isso aí, tipo rodando em relação AA tua, a tua base de apoiadores? Isso tá tipo isso, isso você já tinha uma base de apoiadores e isso movimentou muito ou se abriu o apólice para isso aí? EE, como é que eu abri o apólice? Para isso, né? Assim eu abri o apólice. Na verdade, assim, pô, eu sabia assim, Ah, eu vou fazer um apólice para poder financiar aqui. Oo trabalho que eu estou fazendo, né? A galera assim já já vinha me perguntando, Ah, como é que podia apoiar e tal?

E aí eu decidi juntar essa coisa assim do jogo, né? Ah, muita gente quer jogar comigo, então vamos fazer esse Oo, né, esse Rex krall aqui e vamos botar todo mundo pra pra dentro, via o apóiace, né? Então assim tem é 20 BRL pra jogar ali, né? E tu pode ou tem as inscrições mais baixas no apóiace ali, né? Então são tem uma faixa de ideias onde tu só recebe material, né, material que né, pra pra tentar reproduzir isso na tua mesa. É, mas. Aí você não tem.

Acesso à mesa é daí, então joga. Daí fica só com né, recebe só os materiais e tal. Uhum. E hoje a gente está com 26 jogando, né? Então assim, a gente tem uma galera jogando, né? Então esse daí, esse número vem crescendo assim, porque Ah, a galera vai vai ouvindo as histórias. Daí um puxou o amigo é né? Então assim, e agora começa o movimento assim de Ah, 3, entram ao mesmo tempo, porque daí ele já vem com 11 black background conjunto, então assim legal, né?

De de OODED ter desvinculado, AAO atributo à SPS. É que agora assim, tem 3 elfos, daí assim, cada um de uma classe completamente diferente, são 3 irmãos assim, eles chegam daí tipo, eles têm objetivos deles, né? Uhum e customiza. Melhor, né, cara? Exatamente cara, né? É. Maneiro aí, esse é legal mesmo, cara. E então é a galera. Então, tipo, pode apoiar você não somente se quiser jogar, mas também se quiser só ver o material que você está produzindo, dá um apoio aí.

Também, né? Exato, legal. E bom, é cara, só pra encerrar. Então a gente chegando ao fim, conta aí pra galera, cara, tipo onde a galera te acha? Fala aí, esse como é que a galera faz pra pra pra te apoiar é não apoia esse qual o endereço? Fala aí. Então. Assim, o principal lugar para me seguir hoje é no Instagram, né? Então, arroba, o cara do RPG. Então assim lá vocês conseguem

acompanhar, né? Os meus reels e conseguem acompanhar bastante nos meus stories ali, que é onde eu falo mais sobre a campanha de fato, né? Então Instagram é o principal canal. O apoia é a. Apoiace barra, o cara do RPGE aí lá tem bem explicadinho, né? Todas as faixas de apoio e tal, né? Me chamar direto No No Instagram, lá eu respondo todo mundo, respondo com áudio, eu sento todo. Dia ali no tempo, respondo todas

as galera, todas. As dúvidas de eu acho que eu já mexi umas umas de 100 campanhas, aí já dei pra caralho. É pra galera que vem me perguntar. Então assim, eu sou super aberto lá, só só chegar pra conversar. Maneiro, eu vou deixar os links No No discutir o episódio. Vocês também lançam um jornal, não é isso um jornalzinho? Eu lanço o jornalzinho lá no apice também. Ele é muito dos. Materiais da apice, pra quem tiver curiosidade, são abertos. Por exemplo, esse jornalzinho

aberto, né? Assim, tem algumas coisas assim que que eu lanço lá, assim, por exemplo, ela tem uma planilha que eu uso pra mestrar ODID 2024, então assim, uma planilha não é um pdfzinho que tem umas tabelinhas que me ajudam na hora de mestrar, então exato. E ele tá bem customizado pra esse tipo de jogo. Né? Então assim, tem ali muita coisa de exploração assim. Então assim tem as tabelas que eu uso ali, né? Pô, muito bom, cara, muito bom. É, queria te.

Agradecer por participar do café aí ô, eu que agradeço e vou deixar 11 pergunta. Pra galera na enquete. Aí é, vocês costumam misturar cenários, tipo essa mistura aí? Four beden lands com forgotten helms. Ou vocês são bastantes jornalistas? Conta pra gente e comenta aí que você achou dessa dessa doideira aí do Felipe. Que porra, maneiro promete, cara. Valeu, obrigado, divertido.

Está legal. Mas isso aqui, cara, eu que agradeço o convite aí pra poder falar desse assunto aí aí, pode chamar de novo, que é cara muito bom aí conversar contigo assim, uma experiência super legal. Demorou, estamos juntos, então valeu, vamos pro encerramento. Galera, isso aí. Se tem uma coisa que eu sei é que subestimal. Desconhecido pode ser fatal a tempestade que vinhamos investigar no litoral de Santa Catarina não é nada do que eu

imaginava. Naufragamos logo na primeira noite, minha garganta queimava, o sal correndo cada gota de ar que eu tentava respirar eu tragava uma dor cruel a cada afogamento, um desespero esmagador. Eu quase apaguei, quase não sai dessa. Acordei na Costa de um cemitério de naufrágios, debaixo de uma chuva torrencial com a minha visão embaçada pela Areia e pelo sal no som do máximo, misturando aos ecos e estralos dos destroços fantasmacóricos um aviso das profundezas que

tentamos desafiar. Cada pedaço de fuselagem é uma história de desespero nesse lugar. Essa ilha perdida guarda mistérios que podem ser mais sombrios que qualquer coisa que eu já enfrentei. Aqui é Laura Muniz de Moura e esse é o relato do início da minha investigação dos mitos de Atlântida. E aí, sobrevivente, tá preparado para o? Maior desafio de RPG que você já enfrentou na sua vida?

Boas vindas aí a temporada aberta de mitos de Atlântica, um jogo experimental de horror em sobrevivência em sessões episódicas, onde o foco aqui é o desafio e a imersão total. Então você busca desafios intensos, né? Você acabou de encontrar o Everest do RPG e a temporada aberta chega com mudanças incríveis pra gente. Aí, regras mais simples e ao mesmo tempo mais sofisticadas te dá mais Liberdade pra ficção, sem se preocupar tanto com

mecânica. Aplicação de arquétipos, né, que seriam as cartilhas de jogo, aí os play books e a evolução dos personagens sem uso de nível de personagem, né? A gente tava fazendo evolução por fato ficcional. Pela primeira vez a gente vai ter meets of the Atlantic, da primeira campanha de ourquentes, inteiramente mestrado e jogado em inglês. Um Marco aí para expandir a nossa comunidade, a forma de jogar e para quem não tem tempo

para sessões de voz, né? Não se preocupa não, porque a gente tá implementando um sistema síncrono de jogo aí. Via Telegram você pode investigar os mitos. A aventura está sempre ao seu alcance. A temporada aberta de mitos de Atlântica já começou e eu quero saber se você está pronta. Se você está pronto para enfrentar o desconhecido, junte se a nós aí prove que você é capaz de sobreviver ao maior desafio, aí oferta de todos. Investigue os mitos. Venha para mitos de Atlântida.

É isso? Bom, vou deixar aí pra vocês a. Pergunta da enquete né? Eu já já citei, então vai lá no episódio lá no Spotify, né? No seu mobile, No No app, você consegue responder aí nossa enquete, participar com comentários. E vou deixar também os links citados no episódio aí pra você seguir, o cara do RPG, né? E sua mesa aberta de for beding é de de for beding é realms, né? Nesse machap muito maneiro aí é. E também outras coisas

mencionadas no episódio. No mais, lembrar que você pode se tornar um assinante do café com dângelo e ajudar a gente a voltar a ter 5 episódios semanais. Considere apoiar o projeto isso e expansão lá no apoia.se barra café com dângel se você gostou especialmente do café de hoje, você pode deixar uma gorjeta pra gente mandando um Pix de qualquervalorpracafecomdangio@gmail.com. A gente conta com você.

Se você tem uma empresa ou uma marca que quer ter um dia na um dia da semana no café com dângel, você pode financiar um episódio nosso aqui, semanal, e fazer a Alegria da massa rpgista que anseio por isso. Consulta a gente em café comdanjo@gmail.com que a gente tem uma proposta especial para você. Consulta também a gente aí sobre parcerias e anúncios. A gente trabalha com marcas de RPG e também de outros ramos como cafés, jogos, tecnologia,

mídia e et cetera. Então consulta a gente se você é um produtor de conteúdo, game designer, independente, acadêmico ou fã, quer participar do projeto? Manda também e-mail pra gente, fala de você, do das suas ideias. Aí que a gente troca uma ideia no mais, agradecer. Aos assinantes, a galera que tornam possível essa aventura. Então obrigado aí ao pessoal que apoia o nível, o incentivo, incluindo aí o Denis Carvalho.

Valeu demais, valeu demais. É o pessoal do nível de apoio à comunidade, incluindo aí o Murilo dada, o Márcio Loureiro Júnior e o Pedro Werley. Um salvo especial para os assinantes RPG do Jô, dentre eles o Matheus coleto, o André dotepegas, o benatti, o Pedro Borges, o rudolphelmut, o Marcos

Vinícius ornelas. E um abraço aos membros do treinamento all fantasy que são Abílio Júnior, César Machado, Daniel Haidar, Diego cestito, Léo gasparuto, Marcos Gonçalves e o Pablo Rodrigues Lima. Muito obrigado pelo apoio de vocês. Por fim, um imenso agradecimento ao membro. Café com balbi, aí o grande amigo Thiago Augusto valeuzaço pelo teu apoio desde sempre, cara, é isso, até a próxima.

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