O meu avô era sócio do clube Monte Líbano, no Rio de Janeiro. Era muito legal ir para lá. Eu adorava jogar basquete, jogava paredão, jogava o randobol. Essas coisas de um moleque. É por mais que tivesse uma galera meio chata lá. Tinha um velho muito maneiro. Esse velho era ricaço, parece que era um, sei lá, não sei se era um Shake ou alguma coisa assim.
O pessoal chamava ele de Shake. E ele ficava ali, às vezes, horas a fio, debaixo de um Cedro que tinha ali no parquinho e a criançada ficava em volta dele, porque ele era um grande piadista. Ele contava umas piadas hilárias. A criançada até fazia as pazes.
Assim, tanto aquela galera meio chata quanto a galera maneira, todo mundo se reunia ali para ouvir aquele velho, quando ele parava ali, você vê que ele curtia também aquilo ali era o rolê dele, chegava ali, gostava de contar piada para criançada e. Eu ficava empolgada com aquilo, eu lembro. Depois chegava em casa, queria contar para a minha mãe, para o meu pai. Queria contar para meus outros amigos que não foram no clube. Eu queria contar aquela piada que aquele velho contou.
Só que eu começava a contar piada e não funcionava. Tinha alguma coisa ali, cara Oo, dizia as mesmas coisas que ele dizia, mas no jeito de dizer é que estava graça daquele cara. Não estava nos fatos que ele descrevia, mas estava incómodo e descrevia os fatos. Bom, eu nunca cheguei a contar uma piada dele de uma forma engraçada, jamais aí, mas uma coisa, meu avô falou, me deixou tranquilo, ninguém. Consegue contar piadas que nem esse cara? Quero que eu tê, quero café, quero, quero café.
Desculpe. Bom dia. Bom dia, amigos do café com danjão. Estamos aqui para mais um episódio do seu podcast matinal favorito, trazendo sempre muito RPG. Meu nome é Rafael baubi. Hoje cedinho eu corri 5 km no parque da aclimação. Voltei, fiz meu café, queimei minha língua, porque estava muito quente e vim gravar o episódio aqui. Não sei, não é uma grande história, né? Mas nem sempre os fatos nos permitem uma boa construção narrativa.
Não é mesmo bom? Vamos começar aqui fazendo uma interaçãozinha aqui da galera que respondeu a enquete do último episódio que a gente gravou, né? Que foi ORPG? Segundo a dragonesa e eu fiz uma enquete ali com 2 perguntas, a primeira que era a pergunta de sim ou não, né? É se seus netos vão jogar RPG de mesa e 85,1% das pessoas, ou seja, um esmagadora maioria diz que sim. Os netos vão jogar RPG de mesa. Eu tenho uma visão um pouco. Diferente disso, não é um pouco
pessimista em relação a isso? E eu pude até falar um pouco dessa questão junto com Rafael garote na live que a gente fez no dia 30 de janeiro, a gente foi ao no YouTube as 18 horas ali e trocou uma ideia sobre esse tema, né? Será que os nossos netos vão jogar RPG de mesa e a minha?
Meu parecer foi um pouco um pouco pessimista, diferente de 85,1% dos ouvintes, então, caso você queira ouvir meu ponto de vista, dá um pulo lá no YouTube que já tá no ar e aí comenta lá troca uma ideia lá, beleza é mais. Perguntas na enquete do Spotify aqui e perguntei, como será ORPG daqui a 10 anos? E teve muita resposta legal e eu selecionei 3 delas aqui. A primeira do Jefferson frias,
que falou. Rapidez. A TikTok, domínio da inteligência artificial, ressurgimento da nostalgia, jogos simples e rápidos, inteligência artificial liderando RPGs eletrônicos a narrativos e movimentos como OSR revivendo métodos antigos. O Adriel granderel falou, vai ser o que? A próxima geração da comunidade achar que é interessante, crescendo, expandindo até o limite criativo que a gente
ainda nem sonha em encontrar. E o Felipe House man falou, acredito que algumas coisas não vão mudar, como jogar na mesa com amigos usando dados e papel, mas também haverá novas tecnologias que darão mais espaço e atividade ao hobby. Bom eu, eu, eu estou aqui com a galera que citou. Inteligência artificial, né? Eu acho que. São sonhos molhados aí da usias of the Ghost, principalmente de botar a inteligência artificial para mestrar o jogo, né?
É, já falei um pouco disso também em live em outros episódios. Essa vontade de poder liminar, o componente humano na entrega da experiência do RPG é um sonho molhado da indústria. Talvez? Então acho que isso é uma coisa fatal, assim que a gente vai ter 11 invasão das yais em algum momento fazendo essa interface para o jogo de RPG rolar, o consumo do. Jogo do de RPG de uma forma mais simples, né? Mas eu vejo que vocês são otimistas de forma geral, né,
galera? Falando aí de que vai sempre ter aí jogos simples e rápidos, sempre vai ter a galera usando dados, papel. Sempre vai ter o maior OSR revivendo métodos antigos e tal. Eu até acredito que um nicho possa sempre existir, mas um nicho cada vez menor e talvez até um nicho esquecido. Eu não vejo ORPG no futuro dessa
forma. Direito não, mas é legal ver que vocês têm Esperança. O agora é certo, é dado o último gole na cerveja cerimonial conhecido como Beer Potter, densa como a noite misteriosa como uma tumba é degustada para os bons presságios na exploração da região que leva o mesmo nome. Bearglogote. Que guardo os jazigos dos Titãs. Se eles, primordiais anteriores aos próprios deuses por eles sepultados com seus tesouros, segredos arcanos e metafísica.
Gearbotem é uma campanha de hex, cruel, aberta e gratuita. De RPG? U School no estilo Oil fantasy, com seções episódicas em um mundo permanente, com centenas de jogadores e 4 destemidos mestres baubi Kobe, João bolamaki e Márcio Loureiro, além dos ermos repletos de monstros e tesouros, comunidades exploram um estilo de jogo forjado a partir das reflexões dos 1000 episódios da. Primeira temporada do café com Dungeon e outros. Experimentos como ouro e Glória. Desde moleque e outros, descubra
o paradeiro do mago. Ficou louco ao ouvir os impropérios de uma cabeça falante espetada na ponta de uma lança? Entenda como derrotar a salamandra de fogo que toma conta da Chapada dos Queimados em seu covil cheio de rubis, do tamanho de um crânio humano em frente, os bandidos da unha de navalhas, especialistas em geometria sagrada que apavoram a Vila da fasquia e excluo os seus
tesouros. Do jazigo do Titan, caverna aprisionado pelo Deus tetris em sua intrincada estrutura de cordas, nós e tendões que sustentam o Monte kip tomar da birgotem e sair alucinado pelos erros parece arriscado, mas a cerveja. Abre um canal direto. Com os Titãs e com seus poderes primordiais podem imbuir os aventureiros de asas de vigor incansável, o dialeto das plantas ou mesmo. Com a força perpétua de um Rio.
A Esperança de serem libertados pelos bravos inconsequentes caçadores de ouro Denis XP, com ouro resgatado, mas também com descobertas nos erros e com rumores compartilhados com os demais aventureiros. E aí, topa o desafio? O monta o seu grupo E procura um dos mestres em nosso grupo de Telegram, que a gente tenta atender os seus horários. Se não tiver grupo, você pode sempre chegar e conhecer outros
aventureiros. Precisando de companheiros por uma incursão, então segue o link aí na descrição do episódio e vamos. Explorar pearcotes. Bom, vamos começar a falar do tema de hoje, não é? Que é basicamente aí. Narrativa e ficção, não é? Eu resolvi trazer esse tema, que é um tema que eu já levantei, inclusive lá no Twitter, né? Há um tempo atrás no meu Twitter pessoal, o arroba rbalbe. Eu pude levantar uma estreia um
pouco polêmicas aí sobre RPG. E uma delas, eu estava justamente falando, eu. Eu fiz uma pergunta, né? Será que todo RPG é um jogo de contar a história e uma das coisas que eu abordei nisso foi justamente essa questão de da diferença entre narrativa e ficção, será que é a mesma coisa? Narrativa e ficção o mais importante, será que dentro dos jogos, narrativa e ficção são de fato a mesma coisa ou não, né? Eu resolvi investigar um pouco isso. Isso não é um tema novo, né?
Dentro das minhas abordagens. Eu já tive um episódio do café com danjão na primeira temporada, que é o episódio 693, chamado forma narrativa, que eu gravei com a Lilia iterumi grande, Aline, inclusive um beijo, minha grande amiga. É bom a gente. Investigou um pouco essa questão de como se constrói a narrativa, né? Como se dá a forma de construção da narrativa e como é que isso isso se dá? E a gente abordou essa questão de fatos e narrativa, né? Ela trouxe aqui ela, ela É Ela
fez letras, né? Uma pessoa bastante bastante versada nesse tipo de de construção, né? E ela trouxe que a sequência é tipo a gente pode dizer que uma narrativa, né? É quando a gente exprime uma sequência de fatos ali. Que são, que é uma sequência contígua, né? Mas não necessariamente contingente. E que tem a ver ou não entre si, né? E que a gente faz uma leitura sobre essa sequência, né? Então ela trouxe aqui o exemplo de uma cidade sem luz, né? Acabou a luz da cidade e aí?
Por isso a minha geladeira ficou sem funcionar. E logo a minha comida estragou, né? Então isso é uma sequência de fatos, né? E, de fato, ali eles, eles se sucedem de uma maneira lógica, é uma coisa, faz sentido em relação à outra, mas.
A gente constrói uma narrativa, não necessariamente a gente vai dar sequência aos fatos de forma que eles façam necessariamente um sentido real entre si. Por exemplo, a gente pode associar numa narrativa o fato de cair um trovão do céu a uma morte que aconteceu na cidade, né? Então, na narrativa a gente tem essa Liberdade de construir esse espaço, onde uma coisa se sucede, a outra, ainda que não necessariamente tenha a ver. A gente constrói um significado
entre essas 2 coisas. Entre esses 2 fatos dando esse sentido. Né? Isso é a construção narrativa na narrativa. Segundo Aline, os fatos podem ser reais ou imaginários, né? E eu concordo com plenamente com isso, a gente não tem ali os fatos necessariamente uma coisa real. A gente pode, inclusive, inventar coisas. A gente pode. Fazer parábolas a gente pode mexer com símbolos, né? E gerar vínculos ali forjados de diferentes forma intencional, né?
De forma intencional, quem constrói a narrativa? E a conclusão que a gente chegou foi, é que toda narrativa ela é dotada de intencionalidade. Ao colocar esses fatos em perspectiva, né? Ou seja, nenhuma narrativa é feita de forma inocente. A narrativa ela é feita com uma intenção, mesmo que subliminar, mesmo que você não esteja tão consciente do que você está fazendo ali do seu objetivo. Quando você faz isso, mas você está colocando os fatos em sequência e está escolhendo os fatos.
E como contar eles de uma forma intencional, né? E isso acontece porque a gente a gente é humano e os seres humanos que somos, aprendemos a é é, entendemos que construir narrativa é como a gente dá significado às coisas, não é? Quando a gente quer significar alguma coisa para a gente, a gente constrói narrativas, a gente constrói esse significado através dessa intencionalidade. Em ler os fatos, né? A narrativa, então, é o que dá sentido a sequência dos fatos.
Contingentes ou não, né? Sempre a gente vai construir narrativa a partir da nossa subjetividade. Isso é um ponto muito importante pra pra essa discussão daqui pra frente. Nesse episódio, tá? É. Bom. Isso colocado, né? A gente pode começar a entender que a narrativa muitas vezes vai passar pela nossa lei. Quer dizer, ela vem da nossa leitura dos fatos e essa nossa leitura dos fatos começa a influenciar a nossa própria percepção da realidade, né? Um exemplo que a gente trouxe lá
naquele episódio, né? Que que eu trouxe a Aline lembrou muito bem o nome do do da função do cara lá do do caso Evandro, né? Que vocês, vocês viram vocês ouviram esse podcast? É um podcast muito legal chamado projeto humanos, inclusive é um caso específico chamado caso
Evandro, né? E esse caso é o caso de desaparecimento de uma criança e tem um momento ali, 11, delegado do ser crit, que é uma divisão de criança desaparecida, que foi criada especialmente por conta desse desses desaparecimentos de criança que teve tiveram naquela naquela ocasião, lá no Paraná, é o delegado. Ele. Ele falou que a maioria dos investigadores é parte de uma
ideia do que que aconteceu. Ele já tem uma ideia pré-concebida do que aconteceu para procurar as provas, sendo que a ideia de uma boa investigação. É o contrário. A partir das provas dos fatos, para só então construir a ideia do que foi o crime ou do que
teria sido o crime. E essa citação do projetos do projeto humanos é muito importante pra gente entender como muitas vezes a gente vem com uma construção narrativa idealizada e, a partir disso, a gente começa a olhar a realidade como se essa construção narrativa fosse uma lente, né? A gente pode então, dizer que a narrativa nem sempre é criada depois dos fatos, ela também pode ser idealizada e pode levar a gente a analisar os fatos. A partir de uma idealização que
a gente fez na nossa cabeça. Ou seja, essa ideia narrativa, essa construção narrativa, levando a gente a encarar os fatos de outra forma, né? E muitas vezes a gente sucumbe às narrativas, né? Elas nos dominam, por assim dizer, é o significado, comunica mais com a gente do que às vezes os próprios fatos, né? E elas acabam dando para a gente uma leitura da realidade que leva a caminhos que a gente pode não dominar, né, por exemplo? Aí, sei lá, não sei se vocês já
presenciaram 2 jogadores. Torcedores de futebol fanáticos se matando em uma guerra de narrativas para dizer que time que é mais importante? Ah, porque o time, o meu time é grande, o seu não é? Eu falo, espera aí, mas por que que teu time é grande? Ah, porque o seu time já foi rebaixado, o meu não foi rebaixado. Ah, mas o meu é campeão do Brasil, não sei quantas vezes, Ah, mas o Campeonato Brasileiro não importa, importa, é um time, é um campeonato continental, como Libertadores.
Ah, mas a Libertadores não importa se você nunca ganhou o campeonato mundial, Ah, mas o mundial que você ganhou foi lá em 1920. Quem vive de passado é museu e essa esses, essa discussão é infinita entre os torcedores. Não é e muitas vezes isso acaba extravasando para a leitura dos fatos. Se você vir um mesmo jogo de
futebol. Com 2 pessoas de times diferentes, que torcem fanaticamente para 2 times diferentes, é possível que eles vejam 2 jogos diferentes, apesar do de só ter acontecido um jogo ali na TV para eles assistirem, né? Se você perguntar, e aí, quem dominou esse jogo? Aí um cara fala, ué, meu time dominou o jogo, o outro fala, não. Meu time que dominou o jogo, aí você fala, espera aí, mas um time venceu por 3 a zero, acho que fica claro que um dos times
dominou o jogo. Caiudo fala não, mas o meu time dominou o jogo, o negócio teve azar, o futebol pune, a bola pune. A gente teve azar que não faz, leva. O outro falou, ué, mas isso não é o jogo? E aí começa de novo aquela discussão sobre o mesmo jogo sendo interpretado, sendo lido, se construindo 2 narrativas completamente diferentes e muitas vezes opostas em relação aos próprios fatos, né? E aí nesse ponto, a gente começa a entender que há uma disputa
pela narrativa, né? A narrativa, ela tem também uma dimensão política, então é se há uma disputa, se a gente acaba tentando impor ao outro uma visão ou, pelo menos, é influenciar o outro com uma visão, a gente começa a entender que a narrativa ela tem uma dimensão política, né? Essa intencionalidade fica muito Clara também. A partir disso, a narrativa é uma forma de influenciar os
demais a partir da sua visão. Mesmo que você não queira influenciar conscientemente, você está influenciando porque você está passando a sua leitura da realidade a partir daquilo, né? Da realidade, digamos os fatos que são vivenciados no dia a dia, o que você vivenciou ou o jogo de futebol que as 2 pessoas viram e estão discutindo a respeito. Não é? A gente vê isso, inclusive tomando a mídia, não é? É a mídia consciente do seu poder aí de manipulação, né?
De de de contar. Os fatos, de acordo com uma intencionalidade muito própria, que muitas vezes está. Serviço de poderes e de, enfim, de grupos de interesse e tudo mais. A gente sabe que é AAA mídia, né? A grande mídia começa a construir fake news, começa a trazer. É fatos que não existiram ou leituras que não, que que são forçadas dos fatos. O jeito de falar alguma coisa, né? Muitas vezes a gente vê o é racismo e outros problemas, né? Da da sociedade que estruturam a
sociedade. Aí que a gente vive sendo. Reproduzidas inclusive nas notícias, por exemplo, quando 111 homem negro é preso com drogas, eles falam logo que é um traficante, mas quando é um homem branco de classe média, eles falam lá. 11. Estudante foi preso com drogas. Não sei o que, então esse tipo de de jeito de interpretar a notícia, de interpretar os fatos e de dizer os fatos pela pela mídia, carregados de intencionalidade e também, né? Acaba construindo ali uma. Uma força política.
Né? A partir dessas narrativas, é as eleições, inclusive, são repletas, né? O mundo político hoje em dia ele é repleto de intenções narrativas, então eles falam lá, narrativa do golpe, né? A gente vê essa discussão a respeito da Dilma. É Oo que a Dilma sofreu, foi um golpe ou foi um impeachment? Ou? Ou sabe, e aí como é que você
resolve isso? A gente sabe, né, eu sou pela teoria de que foi um golpe, aquilo ali tem muitos, muitos, muitas características e muitos movimentos de que foi um golpe pra mim, os fatos eles deixam claro que é um golpe, outras pessoas fazem outras leituras e a mídia. É trouxe, né? 11 leitura dos fatos, pra gente que reforçou essa essa ideia de que a Dilma, ela não sofreu um golpe sofreu, sofria um impeachment. Com e ajudou a construir as condições desse impeachment, né?
Que é o processo legislativo, sei lá o processo específico político pelo qual ela passou é o fato é que existe essa guerra de narrativas o tempo todo, em que inclusive preocupa a gente. Então a gente começa com sociedade, a se organizar e criar mecanismos de censura das fake news, né? No caso, não sei nem censura, seria controle do que seria verdadeiro, né? Um controle de verdade. Né? Quase como um mecanismo de
autodefesa do povo, né? Em tentar é combater o poder exacerbado da mídia em controlar as narrativas, né? Apesar muitas vezes, inclusive se lançando de fatos que não ocorreram, que são as fake news. Ou de interpretações muito forçadas do que aconteceu para politicamente levar a gente a chegar determinadas conclusões, né? E essa disputa da realidade não é alguma coisa nova. Por mais que a gente agora esteja vendo os impactos muito forte disso aí, se fale abertamente de guerra, de
narrativas. Isso é uma coisa que, por exemplo, a gente já vê em jogos e no RPGE há muito tempo, né? O mago ou ascensão, o mês de decência, um jogo que traz isso como o seu principal mote. Inclusive, acho que um dos jogos mais atuais possíveis ainda se. Dos anos 90, né? Do fio brucato eu acho que é um jogo muito importante nesse sentido, em se entender um pouco dessa guerra narrativa, né?
Que a gente vive após modernidade, a gente fez até um episódio aqui no café com danjão meu 698, lá na primeira temporada. O Heitor coelho, né? Que a gente que é um grande amigo meu, a gente fez ali o episódio mago e a narrativa da realidade, né? E a gente conversou de que a realidade ela nem sempre depende da narrativa, né? Ela existe, independente de haver narrativas em torno. Por mais que a gente perceba a realidade através da narrativas, né?
E a gente entende ali que é uma coisa discutível, tem muitos pensamentos filosóficos trabalhando essa questão de Ah, será que se uma árvore cai na Amazônia e ninguém vê essa árvore caiu de fato, né? É tem aí também as as posições da física quântica. Não é com as partes. Com o estudo das partículas que mudam o comportamento conforme a
testemunha ou não, né? Mas a gente sabe que, de forma geral, a que tem certas coisas que são fatos da realidade e que não importa a sua opinião a respeito, aquilo é um fato, né? É então, de forma geral, ali a gente pode dizer que para a gente aqui no ocidente, uma vaca muitas vezes ela é, a gente conhece mais a vaca através do bife que está no mercado, né? A gente fala, boi, a gente pensa logo na carne do boi, ali na prateleira e pros indianos, isso é uma divindade, né? Isso é um. Abismo.
As 2 coisas, uma é uma coisa tão é praticamente massificada, né? É, é uma coisa feita em escala pela indústria, que são cortes de boi e outra é uma de idade, 11 criatura que é vida vista como como uma criatura divina e que não pode ser abatida, né? São 2 povos com 2 visões diferentes sobre a mesma criatura, mas isso não vai mudar o fato de que uma vaca jamais vai parir um crocodilo, mais uma. Maneiro, que a gente possa achar que. Que que isso possa ser caso acontecesse, né?
Uma vaca pariu um crocodilo, mas sabe-se lá se a ciência vai chegar nesse ponto, mas aí, em teoria, a gente tem ali que no mundo natural, sei lá que seja isso, uma vaca jamais vai faria um crocodilo e não importa a opinião das pessoas a respeito
disso, né? Então existe esse debate, essa tensão entre a questão do que é phisis e do que é nomos que o Heitor traz esse episódio citado, né physis seria essa parte dura da da, da, dos fatos, da realidade da, da realidade em si que não depende da nossa opinião e nomos seria essa parte que é construída a partir do? Que? É o mago ascensão chama de realidade consensual, né? Dessa realidade que vem da nossa opinião conjugada. Isso é uma discussão muito interessante que o mago traz e
que traz o jogo. É justamente sobre isso. É o mago. É justamente essa pessoa que controla a própria narrativa, controla a narrativa da própria vida, e ele tem superpoderes, né? Por assim dizer que é ele, ele consegue fazer a vontade dele ser impressa sobre o mundo para os outros, né? E em determinados momentos, ele pode até duvidar da própria força da vontade dele ou até a realidade consensual pode, pode.
Criar um rebote para essa tentativa de alterar a realidade a partir de sua opinião e dos e da sua visão, do seu paradigma. E aí ele sofre com um paradoxo, não é que é uma grande força. Que o que o jogo traz como 11 rebordosa, né? Da da magia que o mago faz numa água ascensão. Mas isso tudo é muito interessante, porque a gente começa, a gente pode trazer isso pro RPG, né? E quando a gente pensa que existe uma disputa narrativa,
né? As narrativas disputam o espaço entre si na construção da nossa visão das coisas, né? A gente pode trazer isso para ORPG. Puxa, eu fico ouvindo esses podcasts maneiros e toda essa garotada legal falando de jogos radicais e seus designers incríveis, mas eu nunca sei de encontrar. Happy, que é um joguinho diferente. Quer? Mas não é pirata. Fica tranquilo, os tiras não querem nada com a gente. Nós somos. Independentes, cola. Com a gente que eu te mostro as novidades.
Vem aqui no Daily indie RPG news que uma vez por dia tem uma notícia sobre jogos indie. Já mencionamos o against the winds do capac. Os mortos estão chegando do Diogo Nogueira, o nômades, primordial do Marcelo colar e, claro, mestre pedroca, que beleza. Mas agora trata de falar mal de dendê em toda conversa, compra o al-star verde e consegue logo a sua carteirinha da igreja mecanicista da experiência sagrada, beleza. O. Daily, indie, RPG, news.
Com um grupo no Telegram que você pode entrar pelo link que vai ter na descrição do episódio e acompanhar os lançamentos, inde sempre um por dia, explicado lá e cheio de links. Então é só seguir que você vai chegar nesses jogos radicais e seus designers incríveis. A visão mais hegemônica sobre o que que RPG é de que RPG é um jogo de contar histórias. Você já deve ter visto muita gente falando sobre isso, né? É que que é RP, já RPG um juro de contar histórias.
Ah, é um jogo de contar histórias em conjunto. É um jogo de da gente poder sentar numa mesa com amigos e contar histórias. Normalmente são uma coisa que aparece na descrição de praticamente todo RPGA partir de certo momento, né? É. E aí a gente pergunta, quem que conta essa história, né? Quem, a narrativa de quem? Quem é que está contando isso, não é isso vai ficar na mão daquele velho piadista debaixo do Cedro, no Monte Líbano. Será que ele, que conta bem a
história, então ele que é o? Oo. O responsável por contar a história no RPG certamente não, anão ser que ele esteja jogando sozinho, mas se ele estiver jogando com outras pessoas, a gente, a gente entende que essa narrativa no RPG ela é construída de forma compartilhada, então compartilhada por quem? Pelos participantes seja um jogo sem mestre em anos você tem todos os participantes contando a mesma história, seja o jogo um mestre em que você tem uma pessoa ali com uma função
diferente. Que é O Mestre e os jogadores com uma outra função, mas que todo. Um vergem, né? No mesmo objetivo de contar uma história. Se você olhar o jogo ORPG como um jogo de contar histórias, e aí a gente pergunta, né, o que que o jogo faz ou o que que deveria fazer esse jogo? Se a gente fala que é um jogo de contar histórias, o que que esse jogo? Devia fazer em relação a contar histórias bom, em primeiro lugar, ele deve conjugar essas
vontades criativas, né? Ele deve conjugar essas intencionalidades de leitura dos fatos, né? Que é a construção narrativa, ou seja, se você tem 5 pessoas, você tem 5 pessoas interpretando os factos ficcionais daquele jogo em narrativas, cada um com a sua narrativa. Mas o jogo de contar histórias é justamente um jogo que vai conjugar essas. Com as narrativas em uma só, ou seja, ele vai permitir que uma história seja contada colaborativamente. É cada um com o seu quinhão ali, né? É?
E aí cada jogo vai estabelecer os papéis Na Na construção da história. Se você pegar algum jogo, por exemplo. É como DED, ele não não especifica muito bem isso, né? Ele diz mais ou menos como funcionam ali, né? O Ah, então os é os ele. Mestre, ele controla os antagonistas, os coadjuvantes e o cenário, né? Ele controla os nips, os vilões e o cenário. Enquanto os jogadores controlam os próprios personagens, que seriam os protagonistas da história, né? Isso é a distribuição
tradicional. Dos papéis no RPG, mas tem outros jogos que não passam por isso, né? Por exemplo, se você pegar o este corpo mortal, né? Ele diz que nem os próprios personagens dos jogadores são de um de um jogador só. Os personagens são uma propriedade coletiva, né? Dessa, dessa vontade narrativa que vai ter que ser construída em conjunto e que um jogador pode influenciar No No no desenvolvimento do personagem de
outro jogador, né? Os personagens são um pool controlado coletivamente, ali por todos a mesa, e isso é colocado em jogo nas mecânicas do jogo, nas regras do jogo. E ele começa a se organizar em torno disso. Então uma coisa é muito importante, né? Uma coisa é crucial de tudo. RPG entender justamente a distribuição dos papéis nessa construção narrativa. Se você está falando de um jogo de contar histórias, né? E aí, se a gente começar a analisar, por exemplo, DED
quinta edição, né? O que que ele faz para contar uma história? O que que te traz ali de jogo para contar histórias mecânicas, ferramentas, dinâmicas de jogo, bom, olhando aqui por cima, assim, fazendo uma apanhado geral, a gente pode dizer que. Sei lá, no dia de quinta edição,
a gente tem a Smiles tons, né? Que são aqueles pontos ali da da narrativa construída ali ou daquela, daquele mundo, daquela aventura proposta que O Mestre ou o grupo de repente combina que são pontos importantes daquele ali, daquela narrativa. E nesses pontos, quando o grupo conquistar, por exemplo, forte do vilão, não sei o quê, não sei o quê. Aquilo é o Mailson, aquilo é um, é uma, é um Marco, né da história. E nesse ponto os jogadores ganham level, então isso seria de fato?
Uma ferramenta que se usa. Contar história se você divide 11 campanha em alguns pontos específicos, alguns Marcos narrativos específicos, alguns fatos que precisam ocorrer nessa história, você está dizendo que isso são os pontos em que os jogadores vão ganhar? Level, né? Ou seja, os jogadores vão buscar realizar essas tarefas narrativas especificamente para poder ganhar level para poder
avançar no jogo. Então você poderia dizer que schmiles esse Smiles são ferramentas de contar história, porque você está tentando estruturar ali. Uma sequência dos fatos você está tentando estruturar pelo menos se não uma sequência. Você está tentando estabelecer o
que que faz sentido, né? Dentro daquela história, quais fatos farão sentido dentro daquela intencionalidade que vocês estão combinando sobre, né, é outra coisa que a gente tem de ferramenta aí do da Ed. Quinta edição para contar histórias seriam os traços de personalidade dos personagens as fraquezas ideais, vinculos, né? Até o alinhamento do personagem. Isso sem dúvida, é uma ferramenta de contar história, porque porque está desenvolvendo o personagem, desenvolver
personagens. A gente sabe que é 11 agenda, né? De construção de história. Outra história, ela desenvolve personagens, né? Então a gente pode dizer que isso aí são ferramentas que o da Ed quinta edição traz para construir histórias. Fora isso, a gente pode discutir aqui se magia e habilidades, por exemplo, né? Se elas também são ferramentas de contar história, será que é uma magia? É uma ferramenta de contar história, ela. Ela leva a história para determinado espaço narrativo.
Sim, é Charlie pearson, por exemplo, seria um impulso narrativo, né, de que o mago resolve alguma coisa que eu sou a magia fazendo amizade ali com alguém é uma habilidade de combate. Por exemplo, se todo mundo tem muita habilidade de combate, pode ser que os jogadores busquem combate o tempo todo. Logo o jogo tá levando pros combates, então seriam impulsos narrativos sim, né? A gente pode dizer que sim, certamente ODED, ele imprime uma
narrativa embutida, né? Narrativa embutida seria o tipo de narrativa que um jogo vai trazer, de um jeito ou de outro, né? E bom, a gente pode dizer que ODED, com seus com, com jeito, com com que ele é construído o sistema do jeito que ele é, do jeito que ele é proposto e tudo mais. Ele é um jogo que tende ao combate, um jogo que tende a determinados trocos e tudo mais.
A gente pode dizer que isso seria a narrativa embutida do DEDE, é bem dizer, tem narrativa embutida em qualquer coisa ou qualquer jogo que a gente parar para olhar. Mas aí eu lembro aquele ponto que a gente trabalhou até aqui, eu falei que IA ser importante, lembra que é a intencionalidade nesse ponto. Né? É EE. Quando a gente olha ODED pela narrativa embutida e pelo que a gente pode ver ali, que seria uma narrativa que todo jogo de day d traria.
De forma geral estimularia essa intencionalidade da narrativa. Está mais no olhar do que necessariamente no jogo. No jogar, por quê? Eu posso dizer que um mago que faz uma magia de sharpson, né, de encantar pessoas. Ele pode estar só resolvendo um problema que apareceu na ficção do jogo. Não necessariamente. Ele está pensando que isso seria o melhor para a história. Não necessariamente ele está fazendo isso para construir
história. Muitas vezes ele está fazendo isso porque o ele julgou que seria a forma. É uma forma interessante ou uma pelo menos uma forma. Eficiente de resolver um problema, já que o personagem dele tem essa magia disponível. Né? Mesma coisa. O combate de repente, o jogador resolve que vai entrar em combate é porque o personagem dele é bom de combate e não necessariamente porque aquilo
daria uma boa história, né? Ou ele está construindo conscientemente essa história com intencionalidade? Isso é uma discussão muito relevante no mundo dos jogos, né? Que é a galera do a galera. Mais que parte pro pro, uma visão mais de de nudismo, né? E uma galera que trabalha mais a narratologia, né? E aí existe essa essa discussão em torno.
Do que a narrativa do jogo e a galera da narratologia muitas vezes leva para um lado que eu acho Exagerado de ver, inclusive, que tetris tem uma narrativa. E ele tem uma narrativa embutida, até tem, a gente pode dizer que sim. Ele tem narrativas embutidas. Tem muita gente que diz que tetris é um jogo que se tem uma narrativa em que você tem ali uma lógica industrial de uma máquina que tá cuspindo peças e o e o jogador é um trabalhador
braçal. Na esteira de produção que precisa ficar empilhando essas peças, empilhando aquilo, né? E é uma lógica que só vai aumentando a velocidade e por mais que você trabalhe bem, nunca vai ser suficiente e a coisa vai aumentar a velocidade e você não vai até que você não dê conta. Isso seria uma narrativa crítica. De repente, a indústria, a industrialização, ao modo de produção ou até mesmo ao capitalismo que tem essa coisa do consumo é sem freio, né?
Esse tipo de coisa a gente consegue enxergar isso no tetas, consegue? Isso é uma narrativa embutida do tetris? Talvez, mas muitas coisas podem ser uma narrativa embutida dependendo do nosso olhar. Mas a gente não tem uma intencionalidade no jogar, né? Eu não consigo, não conheço ninguém que jogue tetris para vencer o capitalismo ou vencer a indústria, não é, né?
Essa intenção não está no jogar, então a gente pode dizer que essa narrativa embutida é percebida aí pela galera da nartologia no tetris, ela está muito mais no olhar da deles do que no próprio jogo, né? No na relação lúdica que o jogo propõe e é uma coisa tão presente que a gente, eu vou até citar que a Janet Murray, que é a autora do hamlet on the roll deck, que é um jogo, é um livro de gamesign muito interessante. E ela traz 11 noção de agência do jogador, por exemplo, que é
muito atrelado a isso, né? Então, para ela, a agência do jogador seria a capacidade do jogador impactar a narrativa que é produzida pelo por aquele jogo, né? E aí eu trago novamente isso, né? O jogador joga o tetris para vencer o capitalismo ou as decisões que ele toma ali são, não são relativas à história, mas sim a um acúmulo de linhas. Ali quando você fala, Ah, esse jogador aqui tá jogando tetras e completando linha A linha.
Ele está jogando de 11 forma diferente daquele que está ali, completando 5 linhas por vez, né? O que que define você fazer uma linha linha por linha ou fazer 5 linhas o tanto de ponto que você faz, né?
A decisão de eu tentar fazer 5 linhas de uma vez só é para o risco, me dá mais pontos no tetris do que eu fazer linha A linha eu não estou fazendo isso porque de repente é o meu approach ou eu sou um personagem dentro dessa linha de produção e esse meu personagem ele é mais metódico, então ele vai linha por linha em vez de 5 em 5, sei lá, me parece que é. Que é muito exagero dizer que há uma intencionalidade narrativa
no jogar do tetris, né? Isso é uma coisa importante, inclusive da gente esmiuçar um pouco, tentar entender a narrativa. Quando se fala em narrativa, a gente tem aí as teorias sobre narrativa. De forma geral, isso ensina até no colégio, né? É cai para o vestibular, né? Esse tipo de coisa de que a gente tem uma visão talvez muito ocidental das coisas, mas que é uma visão estruturante do de como a gente enxerga o que que é narrativa, né? E narrativa.
Ela teria alguns elementos constituintes dela. O primeiro seria o enredo que é a história propriamente dita, que essa sequência intencional que a gente coloca ali nos fatos para contar uma história. Isso seria o enredo e toda na toda narrativa, teria enredo. Outra coisa é personagem, né? A gente tem essa figura que tem traços humanos, mesmo que não seriam sejam humanos, né? Tipo um abajur, um cachorro, né?
Uma lâmpada pode ser tudo isso, desde que tenha traços humanos ou principalmente, seres humanos, mesmo costumam ser os personagens, né? Dentro disso a gente tem aí os protagonistas e tem os antagonistas, que são os primários, os personagens primários, os coadjuvantes que são secundários. A história gira em torno dos personagens primários, né? E tem os coadjuvantes que ajudam a narrativa a andar, né? E são os personagens disso.
A esse protagonismo não é, ou a esse antagonismo dos personagens primários, mas a história não é sobre os coadjuvantes. A história é sobre os protagonistas e antagonistas, né? E bom, a gente vê aí que tem uma outra questão também, que é o tempo, né? É marcações ali. Durante a narrativa, durante a história que se conta, a gente tem que ter marcações que indicam o recorte da narrativa que se está construindo, né? Esse recorte que dá sequência dos fatos.
Isso tudo estrutura. O andamento é a percepção sobre os fatos. De acordo com o que eles estão acontecendo, na visão narrativa, dentro da intencionalidade narrativa. E nisso a gente está falando de tempo físico ou um tempo psicológico. Tempo percebido ali, né? É outra coisa importante. É o espaço, né? Os espaços ali interpretados na narrativa, os os ambientes sensoriais, né?
Pode ser um desenho físico, pode ser uma coisa física, uma casa, mas pode ser uma coisa psicológica, pode ser um espaço, é emocional, né? No qual a narrativa se desenvolve. Isso costuma ser trabalhado na narrativa. Outra coisa que a narrativa costuma ter um Narrador, né? Um foco narrativo que é entender quem é que conta os fatos dentro da narrativa pode ser em terceira pessoa. Né, que é quem experimenta uma visão da narrativa, uma quem traz ali uma visão subjetiva
daquela daqueles fatos, né? Construindo a sua narrativa, a sua, a sua proposta narrativa, a sua história tem também aquele Narrador onisciente, né? Que ele sabe de tudo o que acontece, ele não está ali, é dentro da cabeça de um personagem que está narrando as os fatos, mas não, ele é uma pessoa que viu tudo da história e fala para você, né? Por exemplo, e chega e fala é mal, sabia?
Fulano, que beltrano? Conheci a sua o seu segredo, não é porque esse Narrador ele sabe de tudo o que acontece, apesar do personagem protagonista não saber ou de outros personagens, esse cara é o Narrador onisciente, você tem ali a primeira pessoa, né? Que é o Narrador, que é o que é o próprio personagem protagonista. Você tem, sei lá, acontece muito com crramb, com bukowski, acontece com sei lá aquele livro, Budapeste, do Chico
Buarque, você tem ali que é uma. O Narrador é a primeira pessoa, né? Ele é o próprio personagem. É, e também pode ser o Narrador, que é um participante, né? Ele não necessariamente é o protagonista. O Narrador pode ser o coadjuvante da história, tipo Watson, né? Que é o melhor amigo e admirador do Sherlock Holmes, e é ele que narra os fatos a respeito do personagem principal, que é Oo detetive famosão. Aí o Sherlock Holmes então é a gente tem Narrador e foco
narrativo, né? Quem é que narra isso? É um elemento ali da da da narrativa e um jogo de contar história. Ele vai pegar esses elementos da narrativa e. Vai gamificar isso, ele vai trabalhar isso. Esse elemento, a partir das vontades criativas. Sentindo que os jogadores exerçam as suas intencionalidade narrativas sobre esses elementos, que constituem a narrativa, né?
Possivelmente, se utilizando desses elementos assim, para poder trazer sua vontade, então é um jogo, ele vai utilizar provavelmente um jogo de contar a história. É bom que ele utilize essas estruturas, esses elementos estruturantes da narrativa, né? E aí, nesse caso, é bom a gente lembrar que aquele velho lá no multi Líbano, debaixo do Cedro, contando histórias e contando piadas, ele provavelmente 11 domínio muito grande. Desses elementos, né?
Do enredo do personagem da construção do personagem que ele está contando na piada no tempo, né? Da sequência dos fatos, da o ritmo da coisa é trabalhar bem o espaço, né? Que que que isso está acontecendo se for necessário. Né? É como ele está contando. Ele conta isso a partir de que ponto de vista isso tudo é isso, você saber mexer com isso é o que constrói, né? A capacidade de contar uma boa história. E aí a gente pode ver que a própria, a própria Ford, né esse?
Fórum de discussão de arrepio dos anos 2000, vivo, citando aqui no café com danjão. Era discutiu bastante essa questão, por exemplo, do protagonismo no DED, né? É, e da construção de histórias do day será que o day é uma boa ferramenta de contar história? A gente vê como a quinta edição como eu citei aqui tem poucas ferramentas para contar. História e as ferramentas que ela tem, elas cobrem poucos desses elementos fundamentais aqui da narrativa, né?
Ela trabalha mal ali a construção de personagem, ela até trabalha o espaço, ela trabalha, sabe o tempo ali, através de rounds e tudo mais, mas ela trabalha tudo dentro de um espectro muito pequeno, né? Muito, muito limitado em termos de construção, de história de. Ferramentas para a construção de histórias, né? E bom, isso a gente pode ver inclusive no texto do mensenger, que é o autor do DD. Basic, né? Dos anos 80 ali.
É, e o menzer, quando o day dase que ele traz logo no início, ali, quando ele fala dos dados, né? É, ele fala o seguinte, sempre que 2 ou mais eventos possam ocorrer e uma decisão seja necessária, ou quando uma variedade de resultados seja possível, dados podem ser utilizados para selecionar aleatoriamente um resultado. Mestres experientes podem escolher resultados em vez de rolar dados. E eu até pensei quando eu li, né? Eu pensei, Ah, não, deve estar
falando de rolar. Numa tabela de encontro aleatório. Né? De escolher um monstro que vai sair, sei lá, não o exemplo que ele dá é o seguinte, um personagem com 3 pontos de vida, acertado por um monstro, com uma espada normal que dá um D8 de dano, pode facilmente morrer sem que haja uma falha do jogador, apenas um resultado aleatório de uma rolagem de dano para manter o personagem o máximo possível. Vivo O Mestre, rola o dano, mas ignora o resultado, anunciando que o golpe causou apenas 2
pontos de dano. O personagem recua e o jogo continua. Isso pra pra na, na minha, na, no meu enxergar. É um absurdo, né? Típico dessa época do RPG onde ORPG começa a se encarar cada vez mais como um jogo de contar, a história começa a se perceber como um jogo de contar histórias, e o autor ali, o mensagens no caso, olhou esse jogo e viu que não tinha ferramentas direito para poder contar essa história, para poder garantir, por exemplo, o protagonismo do personagem do jogador. Porquê?
Porque se ele morre num golpe aleatório, né? De um de um. Gole em qualquer. Ele tá deixando esse protagonismo, ele tá perdendo esse protagonismo. Ele tá abrindo mão dessa função importante nessa história. Então ele faz o quê? Ele abre mão do sistema de jogo. Nessa hora, ignora que existe um elemento randômico, né? Um elemento aleatório sendo rolado ali pra gente descobrir quanto de dano dá. E ele diz que O Mestre vai determinar que deu menos dano do
que o personagem tem de vida. Isso, na minha percepção, uma quebra de agência do jogador muito forte. Principalmente no impacto das escolhas do jogador. Porque não é que, pô, ele bota aqui, Ah, um jogador que não falhou, né? O jogador falhou se o jogador se expôs ao risco de tomar uma espadada e ele sabe que uma espada tira mais dano do que a vida que ele tem. Ele se expôs esse risco e se ele tomou a decisão de se expor a esse risco, é importante que ele arque com as consequências.
Isso é um impacto e a quebra de agência não acontece somente para é para é contra o jogador, mas pode ser a favor também, né? Como é esse caso, não é? Se quebrou a agência para se favorecer o jogador e isso também é perda de impacto da escolha do jogador. A bem dizer isso, talvez cause mais possa causar potencialmente mais frustração até do que a própria morte do personagem e a perda do protagonismo, né?
E assumindo que o jogador também ache que manter o protagonista vivo, né, que se expôs ao perigo seja uma boa história e isso é uma questão discutível, será que o jogador achou isso uma boa história ou será que é na cabeça do mestre que ele vai ser mais divertido, mais? Pessoal. Vivo de repente, o próprio jogador fala, pô, mas eu me expus esse risco, né? Acho que seria melhor para história se eu morresse aqui, mas não, né? De repente, O Mestre ali resolveu.
É, enfim, com seus poderes ilimitados dentro do DD classic do day School. Ele resolveu fazer isso. Está ali explicado, explícito na regra que ele pode fazer isso, né? E aqui, claramente vai tentar manter um protagonismo que daí dê mal, trabalha até hoje, é um protagonismo muito frágil, por assim dizer, e a gente pode até perguntar, e, mas as narrativas construídas no RG?
Fizemos protagonismo, se é que a gente não pode redesenhar esses elementos da narrativa dentro do RPG, entendendo que ele é uma mídia autônoma, acredito que sim. E seja importante isso. Mas, por outro lado, quando a gente fala de história e tudo mais, a gente está falando aí é, não necessariamente de uma construção literária e tudo mais. A gente está falando de narrativa, de como construímos narrativas na nossa vida como um
todo, né? Como eu falei, o velho contando piada lá, ele não está criando um roteiro de cinema, ele não está fazendo nada disso. O roteiro do cinema tem suas particularidades. Do teatro tem suas particularidades. Já o piadista ali ele tá ali, contando as coisas, usando esses fundamentos que são coisas que a gente percebe e pode ser que outras culturas e outras visões existam sobre esses fundamentos da narrativa, sim, mas de certa forma, pra gente exercer intencionalidade.
É bom que a gente conheça essas categorias. O que a gente categorize de alguma forma, ainda que não seja necessariamente por esse jeito ocidental, mas vindo da Grécia, sei lá de de desses estudos, né? De como se constrói a narrativa. O importante é que a gente pode utilizar. Pra reforçar a nossa intencionalidade dentro dos jogos, esses elementos, então pra isso a gente pode pegar alguns jogos. Foram frutos dessas discussões que a gente viu Na Na Na Ford, né?
Por exemplo, o fiasco do Jason mooreing Stark é um jogo que eu vivo citando muitos motivos. Um deles é que não tem mestre, mas aqui não é o caso é, quer dizer, aqui num, num, num importa muito. O que importa é que no fiasco você tem ali esses elementos da narrativa sendo trabalhados dentro do jogo. O jogo traz ali, né? Em determinado ponto em que os jogadores vão jogar os dados na mesa, depois, ele recolhem esses dados e jogam de novo.
Isso representa. Ali, um ponto de virada na trama, você tem desfecho na trama? Você tem desenlace? Os jogadores vão brincar com os dados aí com os valores dos dados e as cores dos dados, tentando construir as narrativas, propor as narrativas, conjugando suas intencionalidades perante os personagens. Os elementos de cena, o cenário, tudo isso organizado dentro do jogo, né?
E conforme eles vão escolhendo esses dados, eles vão distribuindo os poderes narrativos ali no grupo até que eles cheguem num consenso até que o jogo termine. Depois de umas 2 horas. Com uma narrativa única, pronta a partir dessa conjugação desses elementos, é narrativos dentro do jogo, né? O outro exemplo que a gente pode pegar é o arquivo arquivos paranormais do Jorge valpaços,
em que ele tem. Mecânicas muito interessantes de pontos de protagonismo e pontos de antagonismo num jogo, num jogo que se pretende construir uma narrativa típica de uma série de TV, então nada mais natural para um jogo que se pretende contar uma história que ele abrace e traga para dentro do jogo essas categorias, né? Essas esses elementos, né? Constituintes de uma narrativa para que a gente exerça a nossa intencionalidade conjugada, né? De uma forma, contar uma
história coletiva. Dentro do RPG, diferente do day d, eu trouxe 2 exemplos aqui, o fiasco e o arquivo arquivos paranormais que trabalham com essas ideias de narrativa, né? E aí, né? A gente pode perceber que a gente vai gerar, né? Dentro desse jogo, uma narrativa pronta a gente vai sair da mesa com uma narrativa pronta, que a gente pode contar já pra outra pessoa. A partir disso que a gente criou, o que é diferente, por
exemplo, da vida, né? Sei lá, eu vou dar um exemplo aqui, puxar um pouco por um lado diferente. Mas imagina que você tá jogando sinuca? E você está jogando sinuca para quê? Para encaçapar aquelas bolas ali, jogar de sinuca se presta, é encaçapar as bolas em determinada sequência ou não, né? Ou em quantidade.
Mas antes do que o seu oponente emocionalmente, você pode dizer que você está ali para jogar sinuca enquanto bebe uma com os seus amigos enquanto socializa e dane-se a ganhar ou perder. Não importa tanto isso, você está ali para curtir, mas o que importa para o jogo em si, falando no jogo, né? Na relação lúdica, ali é o encaçapar das bolas, né? O objetivo no jogo é aquele, por mais que o jogo esteja num contexto social e tudo mais, a gente pode dizer um pouco sobre
RPG também, né? E bom, não há, dentro de grande parte dos RPGs dentro da relação lúdica proposta dentro do jogo, né? Em si, dentro das regras comuns a todos os participantes, uma preocupação, um ritmo com bit narrativo, com, enfim, com construção de protagonismo. Como eu falei ali, né? Que grande parte do RPG não traz isso a despeito? Do fiasco do arquivos paranormais, e se você tem, por exemplo, um ponto de vida e está
sem recursos no jogo, né? No DID clássico, ainda que na história, poderia ser o momento ideal de você enfrentar um dragão, afinal de contas, o grupo acabou de passar por uma danjam imensa e vencer a danjam. E agora estão ali, na boca do covil dragão. Seria um momento ideal deles enfrentarem o Dragão e vencerem para contar essa história? Mas aí estão com um ponto de vida sem recursos.
E aí no jogo não faz sentido eles enfrentarem esse dragão, então eles voltam para a Vila. Para viver outro dia e voltar aqui em outra oportunidade, eventualmente tendo que enfrentar novamente alguns perigos dentro dessa danjam até o covil do dragão. Isso, de certa forma, é um. É, é. É 11 construção de história ali que está abrindo mão de ritmo, abrindo mão de várias coisas que são importantes para uma história, né? A gente pode contar uma história maravilhosa, né?
Em torno daquela noite que você passou com seus amigos jogando sinuca. Mas nem por isso a sinuca é um jogo de contar a história. Há quem argumente, né, que quando você descreve no RPG as ações dos seus personagens, você está construindo uma narrativa ou narrativas, né? Mas, vale lembrar, nesse ponto da intencionalidade, um fiasco.
Sim, essa parte é gamificada. Justamente na narração de cada fato que está sendo construído ali, porque essa intencionalidade é de colocar os fatos em perspectiva, é o jogo, já, não. DEDA descrição que você dá com o teu personagem, normalmente ele é funcional. Num objetivo de interação com aquele mundo da ficção. Não para contar uma história como eu falei, o shen pearson,
né? O magia de encantar pessoas pode ser escolhida para utilizar somente porque é aquilo seria mais eficiente para resolver um problema. Então, em fiasco, você gamifica as vontades criativas para que se chegue em uma narrativa única, compartilhada, uma história pronta para ser contada com a sequência dos fatos já trabalhada narradas por cada participante em cada um em seu quinhão, com as intencionalidades conjugadas no
produto narrativo. Já em DID, você tem uma massa ficcional criada, você criou ali aquela ficção, vivem aquele ambiente vivenciado, os fatos criados dentro de um mundo ficcional, né? AA produção narrativa, ela vem depois do jogo, ela vem num outro momento, as pessoas podem terminar uma sessão de day contar as histórias que vivenciaram ali, né? Mas elas não tiveram intencionalidade sendo trabalhada nessa contação de história coletiva. Né?
A gente tem o que a gente chama de narrativa emergente, né? Dos jogos e a narrativa, ela emerge a partir do jogo, mas ela não é o jogo em si. Ou seja, o objetivo ali no DED, por mais que você possa dizer que é um jogo de contar histórias, no fim das contas, ele não gamifica a contação de histórias. Então talvez ele não seja exatamente um jogo de contar histórias. Ele é um jogo que tem como reflexo story sendo criadas, né?
E, assim como a sinuca, né? Você pode contar uma história linda sobre aquela noite que você vivencia com seus amigos, mas. A sinuca, ainda assim, não é um jogo de contar histórias, não é o certo, não seria falar em narrativa emergente do jogo, mas seria dizer narrativas emergentes, né? Por quê?
Porque construímos narrativas, quem participou, quem vivenciou aquilo, quem observou aquilo, vai construir diferentes narrativas em cima daquele bolo ficcional que foi vivenciado ali e nesse ponto a gente consegue diferenciar que ficção é o que é vivenciado, né? São os fatos que acontecem ali. A narrativa é a visão sobre esses fatos. Na campanha aberta que eu jogo que é birgotem, né?
Uma mesa aberta, uma campanha com, sei lá, centenas de personagens, muitos e muitos jogadores passando ali em cima. Uma das coisas que eu game, fiquei. Né? O que eu ou seja, que eu construí mecânicas dentro do meu jogo, foi AO compartilhamento de rumores, né? É quando o jogador no seu grupo ele vai até os erros, enfrenta de repente um monstro e descobre que dentro do covil desse monstro tem um Tesouro. Né? E ele volta com essa notícia.
Se ele compartilhar essa notícia com a comunidade de jogadores, ele vai ganhar AXPA gente chama isso de rumores, né? Compartilhar rumores sem XP por cada rumor. Os jogadores ganham também XP quando eles trazem relatos da sessão, é como se fosse o personagem dele, relatando o que aconteceu na aventura. Para os demais, isso vale XP? Isso são narrativas emergentes do jogo que a gente jogou.
São narrativas emergentes da incursão que foi desempenhada, mas os jogadores não tomaram as decisões durante a incursão, visando contar uma história, né? Porquê, porque não tem nem ferramentas para isso, ainda que eles possam falar, não, eu fiz sim isso, querendo contar uma história, a gente não pode dizer que essa vontade dele estava gay. Picada, né? Oo identificado não tem, talvez meio ruim, mas ela não estava tratada dentro do jogo.
A partir dos suas mecânicas dinâmicas e tudo mais que a gente pode trabalhar dentro do jogo, ele não estava, é isso. Não estava na relação lúdica como. Né? É e nesse ponto a gente pode pensar, por exemplo, nos contos arturianos, né? Que que são os contos arturianos? A gente tem ali uma massa folclórica, uma massa ficcional, né? De fatos ficcionais que. Existe num povo, né? Determinada região são lendas, né? E essas lendas são contadas, né?
São lendas esparsas que são organizadas e contadas com
intencionalidade por cada autor. Então, se você pegar ali, sei lá o Merval, ele vai contar os contos arturianos a partir do seu ponto de vista, de sua intencionalidade em botar em ordem esses fatos é ficcionais dentro de uma narrativa, mas pode ser que outro autor resolva abordar somente sei lá o contra, o Sir gallah e aí, aquilo ali é um conto autônomo, uma narrativa autônoma que ele não colocou dentro do contexto de outros contos, como a lenda de o do do Arthur.
Então, ali você tem ficção, uma massa ficcional que podem ser lidas de diferentes formas, em diferentes contos, organizadas de diferentes formas. Os jogos de fato, né? Os jogos criam fatos ficcionais DED, ele cria fatos ficcionais, mas não se não necessariamente a gente pode dizer, então, que ODED ele crie intencionalmente no seu jogar.
A narrativa, ainda que a narrativa, ainda que narrativas desprendam disso porque somos humanos, e é assim que damos significado às coisas, inclusive aos fatos ficcionais gerados no jogo, né? A gente tem jogos que contam histórias, né? Que já é gamificam. Desculpa usar novamente o termo, mas eles trazem na relação nude que eles dão um tratamento lúdico ao contar de história, né? Que contrastam com os jogos que não fazem isso, né? E o que que seriam esses jogos
que não fazem isso? Fica aí uma curiosidade, a gente pode dizer, então que vivenciar aventuras não é num mundo ficcional, gera factos ficcionais, não é? E isso não é o mesmo de construir narrativa. Eu acho que isso é o principal de abordar aqui nesse.
Episódio. E separar o que que é ficção, do que que é narrativa e em jogos me parece que essa divisão fica muito Clara, ainda que tenha muita, muita parte cinza, me parece que a gente vivencia aventuras, gera fatos na ficção, mas não necessariamente o jogo constrói uma narrativa intencionalmente. Muitas vezes a gente vai construir um mundo similar, simulado para vivenciar aventuras, e isso não é o mesmo, necessariamente, contar uma história. Ainda que a gente vá contar
histórias sobre esse. Simulado que a gente criou para vivenciar aventuras e por isso eu vou deixar uma pergunta aqui para você, na sua opinião, todo ORPG é um jogo de contar histórias. Sim ou não, eu vou deixar aqui uma pergunta para você escrever a respeito No No episódio aqui, se você ouve pelo Spotify, você consegue responder isso que a pergunta é, quais ferramentas de contar a história você enxerga no dangerous and Dragons? Essas que eu trouxe, você
concorda? Tem outras que você enxerga? Magias são ferramentas de contar história que que você acha disso? Manda aí, vou deixar essa enquete aqui para o nosso episódio, beleza? É isso. Vamos lá, vamos agora encerrar esse episódio, né? E para encerrar. Eu quero trazer aqui é reforçar que vamos ter os links citados no episódio ticketwaqui desse episódio. Então a gente tem aí o hamlet on the Rollo deck, né?
O hamlet no hollo deck, que é um livro de game design da agents Muricy que eu vou deixar linkado aí pra vocês darem uma conferida, eu citei o menser basic, né ODID basic lá do menser do Beck, me citei também um episódio do café com Dungeon, que é o 693 com a Aline perume, que é o forma narrativa e citei também o 698, que é o mago, e a narrativa da realidade, com Vitor coelho. Então esses links vão estar disponíveis também vai ficar? Disponível para você também, o
link. Dos spots que a gente botou aqui, né? De propaganda? Então a gente fez a propaganda do Daily in de RPG news, que sempre tem uma novidade, uma novidade de RPG. Um dia para você conferir no Telegram ou no WhatsApp. E tem também o birgotem. Esse caso, se queijo queira jogar essa campanha aberta com a gente, né? Então estão aí os links. Lembra que você pode sempre apoiar o café com Danger? Isso é muito importante para a gente, então vai lá em apoia.se barra café com danjão.
E ajude o café com beijo, a ter mais dias na semana, né? É, se você quer que a gente volte a ter 5 episódios por semana, ou seja, todo dia da semana ajuda, a gente é um
projeto em expansão. A gente conta com o seu apoio para fazer um trabalho bonito aqui e por mais que você possa falar, Ah, baubi era só, mas eu não consigo ouvir um episódio por dia, cara, ainda que você não consiga ouvir um episódio por dia, se a gente tiver episódio todo dia, a chance de ter episódio, você ame com temas que você goste é muito maior.
Não há pretensão minha. Todo episódio do café com danjão agrade a todo mundo, mas certamente se eu puder ter mais episódios, eu vou trazer mais episódios que te agradem, então apoia SE barra café com tanjo agradecendo, já que batemos a primeira meta e por isso podemos fazer essa primeira live do café com tanjo que já está no nosso YouTube e você pode acompanhar lá uma live discutindo como será ORPG no futuro daqui a 10 anos, ou será que os seus netos vão jogar RPG de mesa?
Então, dá um confere lá no nosso YouTube, se você quiser deixar uma gorjeta porque gostou especialmente do café hoje, deixa pra gente aí. Um faz-me rir lá no nosso pixcafecomdanjao@gmail.com a gente conta com você. Bom, você tem uma empresa, eu tenho uma marca e quer de repente aí ter um dia da semana associado ao café com danjão na sua marca. Então você pode financiar um episódio semanal do podcast e fazer a Alegria da massa
rpegista. Então consulte a gente aí no café comdanjao@gmail.com que a gente vai ter uma proposta especial para você também. Pode consultar a gente a respeito de parcerias e anúncios que a gente tem os esportes aqui que a gente pode anunciar o seu produto, anunciar o seu RPG pode anunciar o seu café? Pode anunciar seu curso de de tecnologia? Seu jogo, sua mídia, sei lá seu canal, a gente pode anunciar que a gente pode combinar um
precinho. Você quer colaborar com a gente, é um produtor de conteúdo game, designer, independente, acadêmico, é fã e ter uma ideia interessante. Quer participar do episódio? Conta pra gente fala sobre você e de comoagentepodecolaborartambem1cafecomdanjao@gmail.com beleza. Queria agradecer aqui o Rafael Amon, grande Ramon do PnP, muito obrigado pelo teu incentivo, tá? E agradecer também aos nossos assinantes aqui no nível de
apoio. Comunidade a galera que tem acesso a nossa comunidade aí de do Telegram, né? Onde se debate muito RPG, é muito legal participar dela. Muitos links interessantes, muito conteúdo sendo debatido. Então eu queria agradecer aí o Felipe da Silva, muito obrigado, Felipe, grande game designer aí. Obrigado, Gustavo murady, obrigado ao Caio Palma também, que está jogando pirgotem com a
gente. Obrigado também aí ao André Luís Marcondes pontes, grande André, que debateu muito com a gente no café com danjão, no grupo de assinantes aí sobre narrativas. EE ficção, né? E agradecer também ao grande Gabriel junger. Falei, doutor, muito obrigado
pelo teu apoio. É também agradecer aí a galera que apoia a gente nos níveis de apoio, RPG, tojo, então agradecer aí o shuangs ao Evaldo pontual, ao Mateus Machado, ao Mateus coletto, ao Pedro Borges, a grande Renata canivaroli, eu flecha mágica, Victor Hugo Martins, Germano Assis, o Pedro bizini, e o Rudolph helmuth, o Marcos Vinícius ornello do Rafael barotti, o Daniel Aidar e o Bruno cobi, muito obrigado. O apoio de vocês e agradecer a galera que está aí no treino.
Royal phantes os apoiadores do nível treinamento Royal fantasy, o Abílio Júnior, o Leonardo gasparuto menini e o Diego cestito. Muito obrigado, sabendo que agora estamos estudando, né? Oo Cavern of Tracy, que é Oo Lee OA dungel, né? Magnífica, da genel g 4 que infelizmente morreu esse mês, né? E a gente está estudando essa tange um dela, possivelmente para fazer conteúdo, inclusive, mas estudando isso à luz de Joy pentes, e a gente vai ter reuniões aí para debater.
A respeito disso com a galera desse nível de apoio, treinamento, Oil, pentes, então, muito obrigado pelo apoio pessoal. E é isso, um abraço e até a próxima.
