ODID da Groa, era uma caixa muito legal. Eu tenho até hoje ela aqui comigo e vinha um mapa, vinha miniaturas de papel para você dobrar, vinha os livros, né? E vinha também um Monte de de cartão, né, que você lia ali, aprendia como é que se jogava, através de comentários e exemplos que eles traziam ali. Aquilo tudo ali povoou a minha imaginação quando eu era criança. E foi o que me introduziu pro RPG mesmo, né?
Depois de eu ter pirado com uma dângelo Magazine na mão, querendo saber o que que era aquilo, eu tive o meu primeiro contato com um RPG publicado mesmo através do DID caixa preta. E não era em português ainda, era em inglês, então ainda tinha essa dificuldade de ter que aprender. Eu já falei isso algumas vezes. Aqui no café sobre esse meu início no RPG, mas o fato é que eu parecia que tinha tudo que era necessário ali, porque aquilo parecia um pouco um board game e board games.
Eu já conhecia vários deles, é, e a gente tá acostumado a isso, né? A gente não tem que anotar muito. Eu lembro que o que eu anotava mais era o Scotland yard, né, que era um jogo que eu tinha que fazer umas anotações ali, tinha um bloquinho, como se fosse um investigador de um mistério, né? E nesse body game ali, um jogo de imaginação muito fértil, é muito puxa muito da imaginação, você ter que montar as pistas na cabeça e tal.
Então tinha essa coisa de você usar o bloquinho de notas, mas eu nunca transportei isso para RPG durante um bom tempo. Foi quando eu conheci um camarada no colégio, esse cara se chamava Vicente, ele era uma turma superior, ele era mais velho. Uma série adiantada, né? E eu lembro que, lá pelas tantas, acabei jogando RPG com ele. Não era o meu grupo original, né? Mas tinha algumas interseções entre os grupos. Isso era muito comum no Rio de Janeiro, né? Parecia que era muito limitado
no meio de grupos. E os grupos pintinhos, meio que se conheciam ali, pelo menos em em segundo grau, sei lá, terceiro grau, pelo menos. A gente sabia que tinha alguma conexão, mas o fato é que o Vicente tinha uma coisa, um hábito muito interessante. Ele às vezes chegava pra sessão com uma humilde página, uma folha, na verdade uma folha A4, papel sulfite, ele dobrava em 4, aquilo ficava fazendo muitas
anotações. O melhor amigo dele, o cebola, ele chegava pra sessão também com as fichas dele no bolso, é dobrados em 4. Era muito engraçado esse hábito deles aí, mas AA mesa ficava cheia de folhas dobrado em 4. Mas é essas folhas, elas tinham muitas anotações, o eficiente anotava. É bastante. Durante a sessão, eu fiquei curioso com aquilo. Eu queria saber o que ele estava fazendo ali, como é que funcionava aquilo? E eu vim percebendo que ele tinha anotações muito pontuais, né?
Não acabava que eu não lia muito, né? Porque eu tinha medo de ter spoiler, essa lá de estar xeretando muito. Mas dava para sentir ali que ele, ele tinha em primeiro lugar, uma boa memória, uma ótima memória. Ele sabia muito bem o livro básico que ele usava, que era OADID, segundo a edição. Sabia muito bem sobre esse suplemento de ADID, segundo a
edição também. Mas o fato é que sobre o jogo da campanha ali ou da aventura que a gente tava jogando na mesa, ele anotava o que ele achava mais importante e aquilo foi para mim. 11 lição silenciosa. Porque eu vi que ele tinha muita consistência no jogo dele, como eu já já citei algumas vezes aqui no café com dângelo. Ele talvez tenha sido um dos melhores mestres com que eu já com que eu já topei assim. E aprendi muito vendo ele jogar, né?
Vendo ele mestrar, eu acabei puxando aí um pouco disso pra mim. Comecei a anotar mais as coisas, né? Se antigamente eu fazia muita anotação de preparação, essas coisas assim eu passei a anotar o que acontecia em jogo e aí eu passei. A jogar vampiro, por exemplo. E eu já já também falei no primeiro, na primeira temporada do café com dângeno, sobre uma grande experiência que eu tive com vampiro, que foi sair de aventuras muito pontuais ali, né?
De campanhas que pareciam ter uma estrutura. É muito DED, né? Eu passei a elaborar o cenário, né, a cidade, fazer Oo cálculo de quantos vampiros tinha nessa cidade, começar a distribuir esses vampiros pelo mapa da cidade, no caso, era o Rio de Janeiro. Precisei começar a notar muita coisa que acontecia em jogo, fora a minha preparação. Então aquilo ali, de certa forma, trouxe bastante possibilidade de eu explorar ganchos a médio e longo prazo, diferente do que eu costumava
fazer antes. Era um caminho muito linear de jogo e aquilo ali, de certa forma, foi uma experiência também informadora para mim, porque teve uma treta em relação a isso. Chegou num ponto. Que todo mundo brigou, porque eu saí desse esquema de aventura linear, acabei entrando numa aventura ultra, sendo box, que eu passei a imprimir. E o grupo é, eu não comuniquei o grupo, o grupo não entendeu o que que tá acontecendo também.
A gente teve uma grande discrepância ali que levou uma tragédia de mesa, que é chegou até o fim, mas chegou ali com com bastante ruído, né, por assim dizer, entre os amigos é, mas aprendi a lição também, amadurecendo. Alguns anos depois é que a gente acabou fazendo uma campanha de as mágica e essa campanha de asmática eu continuei com essa coisa de anotar, né? Só que nesse caso eu anotava bastante, porque a as mágica é um jogo que pede isso, né?
E não somente pra mim, mas eu percebi que seria muito importante anotar pros outros, e as mágica tem essa de brincar de casinha, né, de ter um castelo. 11, sei lá, um concílio, né, que não somente um castelo pode ser 11, torre pode ser. Uma caverna pode ser alguma coisa assim. E a gente brinca ali de anotar os livros, anotar tudo que existe dentro daquilo, anotar quem vive ali dentro e tal. Então eu eu percebi que as as anotações precisam ser
precisavam ser públicas. Então acabei botando isso em blog, né? Criei 2 blogs, inclusive no blogspot, e a gente botava as coisas da da campanha ali. Não somente algumas coisas estabelecidas no jogo, né? É como IPCS, como as instalações em que Oo grupo vivia, mas outras questões também. Foi ali 11 momento muito interessante em que a gente começou a dialogar com a internet mesmo, né? Poder usar a internet, usar a tecnologia para poder registrar as coisas.
Tanto que quando a gente parou de jogar as mágica e por conta de quórum e disponibilidade das pessoas, a gente acabou. Focando num dayd antigo, né? Meio que pra porque era mais simples e tal. A gente acabou pegando dayd rubceclopedia, né? Que é ali do dayd dos anos 80. E a gente já tava com essa experiência de de anotar as coisas. Isso foi muito importante, porque a gente jogou essa campanha de lubceclopedia, revezando mestres, sessão e sessão.
A gente até encontrou uma ferramenta pra documentar isso. A gente usou o obsede in portal. Que tem ali 11 espaço para você botar uma campanha de graça, e a gente anotava a campanha tudo ali e os mestres conseguiam revezar, né? Pergunta na internet fica público, né? De certa forma, então as pessoas conseguem consultar em conjunto e um mestre informava o outro, né, do que? Do que vinha acontecendo. De forma geral, quem anotava a sessão era o cara que IA mestrar na sessão seguinte.
Isso já servia, tá até como uma preparação ali a pessoa já tinha um pouco. Os últimos fatos na cabeça e IA para a próxima sessão com aquilo, mas também a gente já notava nesse obsidian Portel, né? É quase uma Wick que a gente fazia, né? Isso, de certa forma ajudou o grupo, mas atrapalhou em outros pontos. O fato é que eu só vim me deparar com outra forma de documentar as coisas que aconteciam na aventura. Eu não fui fazer stream, né?
Eu fui fazer uma stream lá no pedido no play e eu descobri que bom, fica gravada a sua sessão. E pra meu horror, né, me ver, me ver num vídeo, pra mim é torturante. Então eu me via ali jogando, né? E depois eu passei a mestrar no perdidos no play pude é pro meu horror voltar e ver eu mestrando, né, nas mesas que a gente jogava online e ficar analisando minha própria mestragem ali.
Obviamente comecei a fazer isso com a mestragem de outras pessoas também, pra poder entender o que elas estavam fazendo, entender as dinâmicas de jogo que aconteciam. Até aprender um pouco mais de algum sistema, outro, por mais difícil que seja em streaming isso. Mas o fato é que aquilo ali também me começou a me trazer 11 poder de análise muito interessante sobre o jogo, mas também tem seus problemas seríssimos, né? Inclusive o tempo que leva pra você fazer isso é dali a um
tempo. A gente precisou também experimentar outras coisas, né? No grupo aqui da galera, que já é outro grupo diferente dos antigos. Já era a galera aqui do Câmara obscura, mais o regra da casa, né? No caso eu, o Carlinhos, bacinello uma galera grande. A gente acabou é resolvendo fazer uma campanha aberta. Essa campanha aberta passava aí por é pelo for bed and careveres of arcaia, né? Que é 11 1 MB Dungeon aí do guilesp.
A gente tinha que organizar é multimestre, a gente tinha que organizar as anotações pra todos os mestres ali. E acabou que a gente escolheu o Trello para mexer. E o Trello é uma ferramenta de de board de kanban, né? É muito mais uma ferramenta de fluxo. E ali a gente teve vários, vários problemas em relação aquilo, né? A documentação dessa, dessa aventura, acho que ela nunca foi muito, é muito útil, por assim
dizer, né? Eu nunca fui de grande utilidade, mas ela serviu para algumas coisas e também serviu como aprendizado. Né, porque até eu consigo hoje dizer o que teria sido um bom uso do Trello, né? Mas buscando essas plataformas que não são de RPG, porque o Trello é uma ferramenta voltada AAAA, kanban, né? AA, você fazer é fluxo de trabalho, né, de equipes profissionais ali e tal, é, acabou.
Que bom, entrei em contato com o Trello, entrei em contato com outras ferramentas, mais tarde acabei. É conhecendo o tal do notion, uma galera da lura, onde eu trabalho, e lá no notion eu eu no início foi, eu olhei e falei, nossa, que coisa estranha de mexer. Difícil, sei lá. Mas aos poucos eu venho percebendo que aquilo ali era uma era uma grande ferramenta, uma grande ferramenta, em primeiro lugar, porque é muito,
muito, muito versátil. Chegou um momento profissional da minha vida em que eu resolvi aprender o notion e foi muito importante. É muito Importante Pra Mim até hoje, nesse momento. Eu olhei e falei, bom, para aprender isso aqui eu vou aprender jogando RPG, né? E acabei levando para bergotten. Então, quando eu criei a campanha de bergotten, um dos pretextos para isso foi justamente aprender a mexer no notion.
E ali eu percebi a grande, o grande potencial do notion, também alguns problemas relativos a ele. O fato é que a gente chega aí no numa recapitulação da minha história com os jogos, né? E que eu visitei aqui na minha memória muitas ferramentas que eu utilizei para tentar registrar. Os jogos que eu jogava, né? Começando lá pelo pelo esquema de uma folha Dobrada em 4, né?
Como o Vicente fazia, mas passando aqui pelo por blogs, por caderno de anotação, por obsidian portal, Trello notion, mas entrando em contato com gente que usou outras ferramentas também peguei ali feedback a respeito do canka do obsidian, que não é o obsidian portal, é o obsidian.
Então, 111 segundo cérebro, que eles chamam o sei lá, o próprio Bloco de Notas manuscrito ali, Oo OneNote, o Evernote, etc. Vou fazer uma análise hoje dessas ferramentas e relacionar isso com com o próprio ato de documentar, de anotar a própria jogatina. Vamos lá? Quer café? Café com o quê? Bom dia, amigos do café com dângelo. Estamos aqui para mais um episódio do seu podcast na matinal favorito, trazendo sempre muito RPG.
Meu nome é Rafael balbi e hoje, olhando os meus registros, eu estou vendo aqui o preço do café e ele está completamente sem noção. Com o café industrial cheio de impurezas torrado, até que homogenize toda a porcaria que tem ali. Cara, com esse preço do café normal, esse café ordinário, eu recomendo todo mundo aí lá em www.overia, ponto café. E beber um café delicioso, comum, que eu tomo todo dia. É qualidade de vida de verdade, gente. E assim, o preço já não está
mais tão diferente assim. Claro, você pode beber um pouquinho menos para não não gastar tanto dinheiro, né? É mais caro do que o café industrial, ainda assim. Mas você consegue ali com uma diferença muito menor e você pode tomar um pouquinho menos do café. Mas um café delicioso demais, porque é puro, é café só e é café de forma que você não precisa torrar a ponto de misturar. É pau, Pedra, casca de de café
com café. Você só tem um café, então você pode fazer uma Torra média ali, uma Torra mais Clarinha e fica delicioso preparar assim. Então recomendo seriamente. Vai lá no site é overia ponto café OXO cupom CCD tudo minúsculo. Café é o é a ovelha negra, é nosso parceiro, é um café delicioso, especial e bom, não é tão caro, é em comparação ao café de hoje em dia, não, tá, gente? Então vai lá, eu utilizo o cupom que você tem desconto se você quiser descontos ainda melhores,
né? Tem descontos progressivos de acordo com o nível de assinante do café com dângel, então torne se um assinante chega lá, me apoia, ponto s barra, café com dângel e aí você tem ali vários níveis de apoio, de quanto maior o seu nível de apoio? Mais desconto você tem no café e ainda participa dos sorteios aí dos outros parceiros, né? Do café também é do do café ovelha negra, mas de editoras parceiras, outros é e de outros parceiros você você pode ter aí
seus benefícios. Fora isso, você recebe conteúdo extra e participa do grupo de Telegram. Muito maneiro, então é isso aí. Ajuda a gente aí a voltar a ter mais dias na semana de café com dângel apoiando o projeto apoia ponto s barra café com dângel bom. É antes da gente começar o episódio, a gente tem que fazer AA enquete, né? Fazer a leitura da enquete
também. Eu queria fazer comentários a respeito do diversão offline, que foi incrível, grande evento, maior do que nunca, 10 anos de diversão offline. Ela Foi realmente emocionante ver o estado das coisas, né? Do RPG nacional naquilo ali. Realmente muito mais gente, muito mais gente produzindo, muito mais gente nas editoras, as editoras crescendo. Né, as editoras cooperando, né?
Um ambiente muito sadio. Dá pra ver muitos produtores de conteúdo novos entrando Na Na jogada muito, muitos produtores de conteúdo já estabelecidos se interessando por RPG, né? É o RPG se misturando ali No No ambiente comercial, né? Normalmente de mercado, com outras marcas e com outras outros tipos de jogos. Até então tá muito legal de ver ou foi muito, muito interessante ver o diversão offline quem
quiser. Ver de repente aí alguns algumas fotos e vídeos que eu fiz, inclusive 11 panorâmica que não vi ninguém fazer. Só só eu só vi essa minha panorâmica do do segundo andar lá que tinha. Encontrei os meus caminhos para chegar lá. Mas cara, você consegue ver como cresceu muito grande. Botei tudo lá no Instagram, nos detalhes. Então vai no Instagram do café com Danger que você pode ver algumas algumas imagens aí do diversão offline 2025 e
comemorar aqui com vocês. É, ganhamos o goblin de ouro como o melhor. Podcast brasileiro aí de RPG em 2025. É, já é nosso quarto com a bling de ouro, né? O terceiro, o terceiro estatueta aí de relativo ao podcast, então o café com dangel aí mais uma vez é escolhido é pelo júri como o melhor podcast nacional. É, foi muito interessante ver essa, essa premiação, porque, bom, por mais que não esperasse, não esperasse, né, ser ser Oo escolhido dessa vez. Em frente a concorrência, tão
tão acirrada, né? Com as caquitas podcast incrível, aí revolucionário. É da Paula, da Renata, o podcast do guacha, né? O realidades paralelas do guaxinim, que é um game play muito bem feito, muito é muito misturado com a comunidade ali na sua produção, né? O nível de produção aumentando cada vez mais e a frequência é. E também a galera do dragão, careca aí que é um podcast muito irreverente aí que tem, que promete muito.
Bom, obrigado aí por vocês que enriquecem o cenário de de RPGE de podcast também, porque ainda deixam aí AAA Vitória ainda para mim ainda mais importante. Mas eu fiquei surpreso. Também com o fato de ter sido a maior pontuação entre todas as categorias do goblin do do prêmio goblin de ouro, isso me deixa muito orgulhoso. Quer dizer que essa essa fritação e essa essa viagem na maionese aqui, ela faz sentido pra muita gente ou não faz sentido pra muita gente?
Mas provoca o suficiente e faz sentido, né? Na vida dos rpgistas aí então fico muito feliz. Agradeço aí a escolha AA confiança tá do dos jurados, aí da. Do evento de versão offline e fico muito feliz em poder contribuir com a comunidade antes do episódio. Leitura da enquete, né? Bom, episódio anterior foi emergindo com o seu personagem, né? Eu fiz a pergunta ali, background de personagem precisa ser invocado em jogo?
E 78 77,8% das pessoas disseram que sim, que o background do personagem não basta estar ali anotado, ele tem que aparecer durante o jogo, ele precisa ser invocado pra quem tenha validade, né? E foi bastante sobre isso o episódio, né? Se você não ouviu, é pode ser que você se interesse. E a galera comentou também o tom grande tom falou que no sistema dele, né? Estamos em play test, então é o que mais tem jogado ultimamente,
pessoas, jogadoras. Podem criar uma habilidade em uma vez por sessão, descrevendo para mesa através de flashback como que a sua personagem aprendeu aquela habilidade. A restrição é a coerência com o que já foi colocado em jogo sobre a personagem. Está funcionando muito bem, é interessante. Então comentei contigo no grupo do café, né? A gente falou bastante sobre isso, mas acho interessante você mecanizar isso, né? Mas é as análises que eu venho fazendo até aqui.
É sobre como isso aparece de uma forma bastante espontânea no diálogo ficcional e de como a gente pode aproveitar isso para enriquecer o jogo. Então talvez você possa até experimentar sem essa amarra mecânica para deixar correr solto um pouco para ver como fica. Porque na minha, na minha experiência, se você estabelece bem os limites do que que não pode acontecer, o que pode acontecer acaba fazendo que o jogador contribua mais para que o jogo avance, né? Então acaba sendo interessante
você. Deitar, né? Essa contribuição do jogador, mesmo que seja através do próprio personagem, né, de trazer as coisas através do, da, da, da história, do histórico, das capacidades ali do próprio personagem. É beleza, valeu, cara, é o Marcos Gonçalves, grande Marquinhos falou, eu tenho liberado as reivindicações, mesmo em jogos com perícias, só veto quando começa a deixar de fazer sentido.
Por exemplo, quando o personagem, o mesmo personagem possui diversas reivindicações simultâneas, entendo que o mesmo cara deve ter sempre uma carta na Manga. E aí quer dizer, entendo que o mesmo cara ter sempre uma carta na Manga quebra a verossimilhança. É, cara, eu não sei se o problema é justamente ter carta
na Manga, né? Eu acho que Oo que quebra a verossimilhança é quando você de fato, olha, sei lá, um personagem que é bem novo e ele já tá querendo, por exemplo, pegar, dizer que ele tem experiência de um de uma pessoa que. Normalmente teria, sei lá, 2030 anos de profissão, sabe? Esse tipo de coisa eu acho que quebra verossimilhança e pode ser apontado, mas de forma geral, a gente é como você faz, né? Liberar a reivindicação acaba enriquecendo muito o jogo, né?
Então, realmente, entender o que que faz, o que que não faz sentido é é mais importante do que nesse caso, né, do que analisar o fato da pessoa ter sempre alguma coisa na Manga. O jogador tem alguma coisa na uma carta na Manga. É bom de forma geral, porque ele está trazendo Riqueza para o jogo, né? O que não pode é esbarrar na verossimilhança, é bom, a discussão passa muito por aí, né? Então obrigado aí, cara, é sempre bom a gente trocar essa ideia.
Marcos, que também faz parte do grupo do café e que a gente debateu bastante sobre isso aí, né, é outro assinante, o Caio grande, Caio kawatzana, como é que você tá, meu camarada? É ele escreveu assim para mim, a regra é clara, o que está definido não pode ser alterado, seja por mim ou pelos jogadores. Pegando o exemplo do episódio, acho caído O Mestre subscrever uma informação estabelecida no antecedente de um personagem, porque ela não apareceu durante o jogo.
Fora disso tudo, é aberto a negociação. Eu gosto bastante de profissões ou algo análogo, pois isso ajuda a delimitar o escopo de eventuais habilidades ou conhecimentos que o jogador pode reivindicar para o personagem dele durante o jogo. É é essa coisa de de você ter ficha, não é a própria classe. Do DEDA própria, classe do sei lá de de forma geral, né? Ou. Ou as perícias que o personagem tem em ficha. Isso já costuma, né? É trazer ali é esse, esse, esse.
Esse framework, né, esse modelo do que pode ou não ser reivindicado durante o jogo a respeito das habilidades dos do passado, dos personagens, né? Então acho que é isso, é isso aí, cara. A gente vê aquilo como parâmetro e negocia em cima, né? É essa questão de você pegar Oo mestre, subscrevendo, uma informação estabelecida no antecedente de um personagem, porque não apareceu durante o
jogo. Eu acho uma coisa importante, a gente tá tratando aqui de um repertório que não entrou em jogo, logo, ele pode, ele é válido. Porque se não, também imagina, né? Você pode ter ali muitas coisas anotadas, jamais compartilhadas. Os jogadores às vezes estão mirando, né? Na Na possibilidade de construção da de uma verdade na
ficção. Jogando de acordo com aquilo e de repente eles são bloqueados porque, pô, tem um cara que anotou ali num papelzinho ou porque deixou anotado no documento lá não sei o quê, e aí isso invoca uma coisa que não estava em jogo, que não é repertório válido. É lúdico, né? Por outro lado, tem uma solução muito interessante para isso. Caio, é, é aquela divisão clássica, né? De que de forma geral, né? Quem toma conta ali? Do próprio personagem, né?
É o jogador, o jogador ele tem é, de certa forma, a possibilidade de controlar, né? Ou pelo menos OA primazia, né? No controle das dos fatos do personagem dele, agora nessa zona cinzenta, o que é fato do personagem dele e ao mesmo tempo fato do do ambiente do mundo, né? De coisas que normalmente são originárias do mestre, né? Na No No RPG clássico aí. É, não.
Acho que não vale a pena você atrelar necessariamente a decisão do jogador e, afinal de contas, é uma decisão sobre o ambiente, não necessariamente sobre o personagem, né? Então, por exemplo, você falar que a Vila. É, foi, foi devastada, né? E aí o jogador falou, ué, mas essa minha Vila, ela não, não poderia nunca ser devastada porque é assim, isso, isso, aquilo você fala, tá, mas onde é que está isso? E isso e aquilo está no seu
background? Anotado, só não entrou em jogo, é, então desculpa, né, nesse caso a gente não está falando do personagem do cara, a gente está falando um pouco do mundo também, então, né, acaba que isso aí é um repertório que acaba é de forma geral, no RPG tradicional, né, cabendo ao mestre. Então é do mesmo jeito que o médico não não precisa se apegar a sua preparação. E deve na minha cabeça, né, estar preparado para queimá la. O jogador também tem que estar preparado a queimar o seu
background, mas acho que é isso. Valeu, Caio. Bom, vamos para o episódio agora sim. O linguiça sabe o que que eu andei ouvindo aí saca que é uma torre do bacharel? Pô, parece que tem goblin lá. Tem gente matando os goblin, tudo tocando magia, destruindo a torre. Pô, fala com o pessoal de tetris aí, porque acho que nós vamos ter que reconstruir aquele lugar. Talvez seja oportunidade de dinheiro para nós, mas acho que nós vamos ter que acabar com os goblin antes, Hein? Que tu acha?
Olha, deveras interessante, porém. Eu não sei se ficaste sabendo que na floresta do cazula as árvores continuam sendo engolidas. Adianta o dinheiro perante a finitude da vida, meu amigo, eis a questão. Esse e tantos outros são rumores vindos do jogo do mundo aberto de Beer goten. Se você quiser explorar aventuras como essa, pode entrar inteiramente de graça no nosso. Grupo. Siga o link lá no descritivo do episódio e jogue Beer goden com a gente. Bom, o episódio agora, né?
É justamente sobre as ferramentas de anotação de documentação de um jogo e lembrando aqui o que que eu tô falando a respeito de é anotação, eu tô falando de registrar uma sessão de jogo e as verdades de da ficção que ela constrói, né? Então a gente sabe que, de forma geral, conforme a gente vai jogando, a gente vai é trazendo verdade para o mundo. Por mais que seja 11 mundo que existe um cenário de jogo que existe na tese, sei lá, no
cinema, tipo Terra média, né? Ou nos livros do token, ou um cenário tipo gotan que está nos quadrinhos, alguma coisa assim. Ainda assim, a gente vai trazer aquilo e aquilo vai encarnar no jogo que a gente está jogando na sessão, né? E o que for aparecendo na sessão, o que vai é o que vai virando efetivamente um repertório lúdico, válido, alinhado, né? Entre todos os participantes, de conhecimentos de todos e que acaba configurando o que que é
verdade naquela ficção, né? Isso normalmente sentido é seguindo um sentido, né? O que vai aparecendo no jogo normalmente vai aparecendo, vai seguindo, porque vai seguindo um sentido. Né, que dialoga com a agenda do jogo, então isso é um jogo de desafio. Normalmente, esses elementos eles vão sendo construídos, né?
Essas verdades da ficção, elas vão sendo construídos conforme os jogadores tentam superar os desafios e conforme O Mestre tenta desafiar essa dialética, vai criando Oo repertório que a gente encara como mundo, né? Mesma coisa que um jogo de contar histórias, né? A gente acaba entendendo que, olha, a gente vai construir aqui um vilão, a gente vai construir aqui um arco de Redenção, então a gente vai. Trazendo a ficção que serve esse propósito, né?
E para isso a gente acaba se fiando no repertório. Válido de jogo, né? O repertório ficcional válido, as verdades que já foram estabelecidos em conjunto ali naquele grupo, né? É e muitas vezes em jogo mesmo, porque o que a gente fala, às vezes na sessão zero, a gente pode até documentar e dizer que aquilo ali é válido, que aquilo ali é o que existe. Mas será que existe porque a gente se apegar tanto a isso, né?
Se de repente a gente anotou que o que esse mundo, esse esse mundo de jogo que a gente espera jogar é nele. A religião é uma coisa fundamental e durante o jogo não há nenhuma citação sobre religião, talvez. A gente não precise voltar atrás e dizer, bom, a região era importante, sim, então isso aqui não fez sentido. É bom a gente deixar o jogo fluir pro sentido que naturalmente ele, ele ele alcançou, né?
É, e aí nesse ponto a gente vai anotando as coisas, vai deixando claro ali é de uma forma documentada o que que já entrou em jogo, pra gente poder utilizar dentro do recorte que a gente quer dar, né? É só que eu fico pensando, pô, será que se a gente anotar tudo. Né? Será que existe espaço suficiente no planeta Terra pra gente anotar tudo que que acontece no jogo, né? É, se a gente puder filmar, será que isso isso vai dar um
repertório? É organizados suficiente, claro, o suficiente pra gente usar durante o jogo, né? Ou se a gente anotar, será que vai ter espaço se a gente sair anotando tudo que acontece? Bom, a gente já viu nos episódios anteriores aqui, inclusive no episódio que eu vivo citando, né? Que é o seu mundo de jogo não existe, é, me parece que é o que a gente chama de mundo de jogo. É um repertório, né? Ficcional, coletivo, em construção, incongruente e impermanente em disputa, né?
EEA? Gente usa ele dentro de um sentido que dialoga com a agenda do jogo. A gente já tem isso estabelecido aqui como ponto de partida dessa discussão, né? E no episódio anterior a gente até viu se vale a pena registrar, né? Alguma coisa fora do recorte, né, que a gente faz da ficção de acordo com a agenda que o jogo propõe. Então, se a gente está jogando um jogo de desafio, será que vale você anotar o que não dialoga com desafios, né? É você, você está contando uma história.
Será que vale a pena você anotar tudo, mesmo que não dialoga com a construção de história que está acontecendo ali, né? Né? Aquele é aquele NPC que apareceu como um coadjuvante. Aliás, não vou nem falar em coadjuvante, porque o coadjuvante já é uma função. Ele simplesmente apareceu no jogo, né?
É meio sem sentido e teve uma interação interessante, até divertida de repente, mas ninguém viu utilidade para aquele NPC, ninguém viu uma utilidade para aquela interação, nem os jogadores é resolveram de repente usar ele para para resolver uma treta. Nem O Mestre, de repente usou aquilo para aquele npc, aquele elemento, para propor um desafio. Então, talvez aquilo ele nem precise anotar aquele npc, porque se ele aparecer de novo, pode ter outro nome, pode ter outra cara.
Não faz sentido, não faz nem diferença. Agora, se ele ele foi utilizado, né, na supressão de um desafio, ou se ele foi utilizado para imprimir um desafio ou em alguma função narrativa dentro de um jogo de contar história, né? Então esse personagem, se ele tem talento para assumir um papel importante dentro do jogo, né? É, então vale a pena a gente anotar esse esse personagem CNPC com essa intencionalidade em vista, né? Isso a gente viu no episódio anterior é anotação funcional.
Do repertório, é diferente de você sair anotando absolutamente tudo. Isso cabe numa página. Mas teria algum outro motivo fora a agenda do jogo, né? Agenda que o jogo propõe para gente anotar as coisas. Bom, Eu Acredito para mim que vale a pena a gente anotar o que for estruturante para o jogo, né? O jogo ele não quebra com a impermanência, né? Do, do, do seu repertório. Então, se o repertório de repente some, né, o npc de repente sumiu porque todo mundo
esqueceu dele. O jogo continua, né? Normalmente esse o jogo não vai empacar, não vai deixar de funcionar, porque o npc simplesmente sumiu da memória de todo mundo, é um lugar sumiu da memória de todo mundo. Repertório ficcional é unírico incongruente, né? Inclusive, então é por outro lado. A repetição de certos elementos desse repertório pode reforçar a relação lúdica que se propõe com o jogo. Deixa eu te dar um exemplo prático.
Essa a gente tem um mapa, é do ambiente, a gente tem regiões específicas, locações nesse mapa que precisam de uma certa consistência. Né, mesmo depois deles experimentados. Ou é de repente pouco experimentados, como por exemplo, no Rex krall, né? Você ter constância, né? Sobre esses, esses elementos estruturantes do jogo ajudam você a reforçar a relação lúdica por meio de uma de uma, nesse caso, de uma congruência, né? Você vai almejar congruência com essas anotações?
Por quê? Porque são elementos que se repetem ou se ou é idealmente, vão se se repetir durante o jogo, né? Por exemplo, no jogo de natureza política, vale muito a pena você fazer o mapa de relacionamentos conforme eles aparecem. Por quê? Porque isso provavelmente vai ser evocado durante o jogo, mesmo que naquele momento não tenha sido. Então, se você for construindo isso, vale a pena. Você mestre os jogadores, né? É ou vocês jogadores tiverem
tiverem ouvindo. Vale a pena construir esse mapa de relacionamentos pra você? É manter constância disso, né? Não ser pego de repente é em dúvida se esse cara era aliado daquele, se esse aqui demonstrou amizade por esse aqui, né? Então a gente acaba é mantendo uma constância sobre as relações políticas do jogo. É mesmo que elas não tenham Aparecido. Muito claramente em sua
funcionalidade, né? Mas nesse caso, você está aqui colocando aquilo ali como os traços que apareceram e isso já vale, de repente, uma linha entre um personagem e outro para que você é isso sirva de é de de memorização, né? Você vai lembrar que já aconteceu o tal indício de relacionamento ou já apareceu na trama que um não gosta de outro, né? Ou que isso pode ser uma possibilidade. Ali é outra coisa, são pistas, por exemplo, em jogos de investigação.
Né? É você também poder fazer anotação sobre criaturas e outros elementos do jogo que vão aparecendo e que podem ir virando, aos poucos, tabelas de encontros aleatórios, né? Que registrem mais ou menos e que descrevam mais ou menos aquele ambiente através dessas dessas possibilidades de encontro, né? Ou até, né? Como o Samuca lá e o Bernardo do do. Do salfborg, né? Costuma falar a cristalização, né? Você pega ali as criaturas que saíram dos encontros aleatórios.
Se ser uma aranha gigante, essa aranha provavelmente mora em algum lugar, então, de repente tem um lar de aranha com outras aranhas com Tesouro. Quando você vai cristalizando aquele encontro no cenário, então vale a pena você anotar onde tá isso, né? Vale a pena você registrar, né? Isso porque você vai criando uma coerência de jogo em torno disso. Mas isso é muito funcional também, não deixa de ser funcional, né? Só que acaba sendo um elemento estruturante do jogo, então, de
repente vale a pena. Você é organizar isso também de maneira estruturante pra sua pra sua jogatina ali, né? É agora é importante você anotar somente o que entrou em jogo, né? O que não entrou em jogo não precisa de documentação. E por que isso? Porque assim você se mantém aberto para as variações
possíveis dentro do jogo. E aí você vai entender que bom é eu, beleza, eu, eu posso até ter anotado possibilidades, mas essas possibilidades elas não podem em hipótese alguma, se é se confundir com repertório válido, lúdico, validado na mesa por todos, conhecido por todos, né? E se aparecer alguma coisa em jogo, que é que pareça enfrentar alguma coisa que você anotou como expectativa?
Mantém o que tem em mesa, então é importante que você é mantenha só Oo, mantenha principalmente o repertório documentado, que apareceu em jogo com destaque, com clareza, né? Separado, né? Apartado do que é a expectativa de jogo, né? E para anotar quais ferramentas? E agora a gente entra no coração do episódio. Mais de 1000 episódios na primeira temporada, um podcast premiado por suas reflexões sobre o jogo, entrevistas e convidados em uma nova temporada com muito a oferecer a
comunidade do RPG. Aventureiros? Numa busca por mais episódios na semana, te convidam a fazer parte do grupo de Telegram, participar de sorteios e enriquecer seu jogo. Esquente a água, moa os grãos e pegue os dados, apoia.se barra café com gancho. Contamos com você. Bom, eu vou começar falando aqui da folha A4, né? Dobrada em 4 a folha de papel sulfite Dobrada em 4, lá do meu amigo Vicente OVCBC é velho, comedor de biscoito, creme cracker, como a gente chamava
ele. E ele jogava ADID segunda edição, né? E ele fazia essas anotações ali dele, era muito interessante porque era muito pequeno. E você tem um espaço pequeno de anotação, muitas vezes é, é um propulsor, né? Dessa, dessa funcionalidade da anotação, se você tem poucos passos, você não vai sair anotando tudo em qualquer coisa. Você vai acabar entendendo melhor o que funciona para você, né? E a partir do momento que você anota uma coisa.
É, ela passa a ter um pouco mais de de possibilidade de ser invocada em jogo de qualquer coisa, do que coisas não anotadas, né? Então não é que somente OOO que o que aparece em jogo que influencia a anotação, a anotação passa a influenciar, o que vai é o que vai aparecer em jogo também. Não somente é em em caráter de repetição, né? Porque você já aquilo já apareceu, então você traz de novo, porque está anotado. Mas porque é, mas também às vezes em caráter reflexo, né?
Às vezes você anotou determinada coisa e outra rico, relata. Aquilo aparece em jogo porque é diz respeito aquele repertório anotado. Vou dar um exemplo também para isso, né? Você pode anotar que, de repente tem um mafioso. Né, que entrou em jogo esse mafioso, ele pode aparecer novamente em jogo no futuro, então você tá invocando novamente aquele npc. É mais fácil ele aparecer em jogo de novo do que um npc que
não apareceu ainda, né? Agora vamos ver como reflexo, como reflexo, se ele é um gangster, provavelmente tem uma gangue, e você pode obviamente ser direcionado no que você vai trazer como repertório para o jogo a partir da anotação desse gângster, porque obviamente seria ele é gângster, existe uma gangue, né? Então você. Faz um reflexo, você é. Ele influencia o que vai aparecer o repertório que vai aparecer por reflexo. De certa forma, é como se a presença de um gângster já é
reivindicasse, né? Indiretamente, ou pelo menos num, num é, faz a antecipação de uma reivindicação de uma máfia, né? anão ser que seja uma máfia, como meu primo uma vez fez comigo. Eu tava jogando Shadow run com ele e eu falei, pô, cara, eu lembro que eu comprei porque Shadow run você paga, né? Dinheiro pelos seus antecedentes, né? E aí na ficha, pelo menos nas edições mais antigas.
E aí eu paguei pra ter uma gangue, e aí quando eu precisei da gangue, ele falou, Ah, eu vou jogar aqui, sei lá, um D6, esse é o 2. Minha gangue na verdade era um trio bom, mas tirado, tirado esses. Essas possibilidades esdrúxulas que aparecem no RPG às vezes é é legal quando a gente a gente acaba percebendo que AO que a gente anotou, ela acaba direcionando bastante o jogo
também, né? Então a gente poder anotar isso num pedaço pequeno de papel, acaba sendo 11 possibilidade de a gente enxugar o jogo em torno do sentido que a gente quer dar para ele. Aproveitem isso, testem com isso, né? Experimentem com espaços limitados de anotação, porque normalmente, o que pode parecer, o que pode no início ser uma limitação, né? Logo, acaba sendo um propulsor, né? Da sua, da sua criatividade, do jeito que você anota, da sua metodologia, de anotar e tudo mais.
Então trago muito aqui essa lição, né? Do Vicente, lá atrás, com ADED segunda edição de que ele. É isso, ele tinha uma memória muito boa, certa, mas ele anotava muito bem. É certamente porque senão aquele aquele papelzinho dele não serviria para nada. E era claro que servia, era nítido que que impactava no jogo dele é. Mas obviamente você pode usar, por exemplo, um bloco de anotações manual, o manuscrito é muito interessante, só o fato de você escrever, eu tava até
falando com com o Marcinho, né? Que é o um dos mestres lá que atuam em bergotten, que tem o. O marmita, né? O marmita de monstro, não sei como é que é o nome, como é que vai ser o nome do jogo dele, mas é um protótipo que ele já vem experimentando aí, né? No inclusive no diversão offline, ele botou mesa, né, o Monster 1000 em inglês, e ele tá. A gente tava até conversando que ele num num colégio, por exemplo, ele já notava, notava
um Monte de coisa. É, mas ele nem lia depois o que ele anotava, mas aquilo já servia, né? Porque porque quando você anota, você lembra das coisas. Então pode ser que você anote mais do que numa folha de caderno, você usa um caderno de anotações.
E o manuscrito, de certa forma, eu não sei dizer, não sou especialista nisso pra dizer se ele difere do digital nesse ponto, mas o fato de você poder escrever EE brincar com com a com a com as letras EE jogar as letras pra um lado EEE, desenhar rapidamente um mapazinho, um croqui. Né? Misturar desenho de de de masmorra com as coisas, né? Teve umas anotações do Rudolph também, que é 11 assinante do café, que acaba ficando bonitas
assim, além de tudo. Então é uma forma interessante de você poder anotar esse tipo de coisa. Eu comecei a anotar um Bloco de Notas, é influenciado pelo Vicente, mas eu não fiz isso numa folha de papel. Acabei comprando um caderninho e comecei a anotar, por exemplo, a minha campanha de vampiro, quando eu resolvi que aquilo ali não seria mais uma aventura. Linear o que a gente jogava no meu grupo. E essa é uma campanha em cima de uma cidade, né? E eu preparei a cidade inteira.
E uma vez que o jogo começou, eu passei a ter um caderninho que eu anotava ganchos exclusivamente. Eu só anotava os ganchos. O que eu achava que era gancho de aventura ou gancho pra um vampiro se dá mal. Então, se o cara chegou lá. De repente deu mole por um outro vampiro, né? E eu lhe vi. Uma possibilidade daquele vampiro é tentar arruinar o clube noturno que aquele personagem tinha. Eu anotava ali aquele gancho, então eu IA anotando esses
ganchos, né? E aquilo acabou me tornando um mestre bem, bem agudo no desafio da coisa. Eu lembro que os jogadores começaram a rodar, os personagens começaram a morrer um por um. A galera começou a ficar puta comigo e eu entendo. Eles tem toda razão, né? Hoje em dia eu vejo, mas é porque eu acabei é com essas anotações muito direcionadas aos ganchos. Eu acabei jogando lenha na fogueira do desafio e eles não estavam preparados pra eles.
Eles estavam acostumados com outro tipo de mestragem da minha parte, que era praticamente aquela mestragem PlayStation de de cena em cena, seguindo o caminho que eu idealizei, né? Uma aventura bem railroad e tal, que era como eu fazia quando era muito moleque, né? É herança de como eu jogava DED no início, inclusive. Então eu eu vejo que obviamente
foi falta de diálogo. Já falei sobre é, é isso aí num num episódio antigo do café com Deus na primeira temporada, mas eu acho que vale você anotar bastante as coisas. Não somente é ganchos e tal, mas fazer esse tipo de anotação funcional ajuda, né? Você vê como impactou no jogo eu anotar os ganchos, né, os perigos da coisa. E também fazia um mapa, anotava um mapa de relacionamentos que era muito importante pra aquele jogo de vampiro.
Afinal de contas, era um cenário estabelecido, com personagens com interesses conflitantes. Então começar a anotar os interesses que apareceram efetivamente em jogo era uma coisa que garantia que eu não IA falhar, né? Naquilo, não IA trair a expectativa do jogador em relação ao repertório que já apareceu, né?
É, isso seria realmente péssimo. E eu tenho isso, eu eu garanto assim, por mais que eu tenha sido cruel no jogo, eu sei que eu não, não, não arruinei eles por uma falha técnica, por assim dizer, foi mais uma falta de alinhamento mesmo. É, mas aí as coisas foram evoluindo, né? O nosso grupo acabou, é pacificando, algumas pessoas saíram, outras entraram e tal. A gente acabou jogando depois de uns anos tomando coragem, né, para jogar as mágica, uma campanha imensa que eu já falei também.
Várias vezes aqui no café com Dan, João sobre ela. E nessa campanha eu tinha um caderno ainda a mesma coisa, só que aqui eu já não anotava com tanta, com tanta, com tanto recorte em cima da agenda do jogo. Aqui eu fazia. Eu tentava anotar muita coisa que eu tentava anotar quase tudo. Então o caderno é virou um caderno, virou 2 que viraram 3 cadernos em muito pouco tempo. Sou bobeta em até hoje, em algum lugar na casa da minha mãe, esse caderno, mas era muita coisa
anotada ali. O fato é que eu passava muito tempo da minha vida e nessa época eu tinha bastante tempo livre, eu acho. É entre estágio ou sei lá e trabalho, entre ou ou entre os trabalhos que eu começava a fazer. E sei lá ainda um pouco com um pouco menos soterrado do que hoje em dia. Eu sou com trabalho, né? Acabava que eu eu conseguia pegar aquelas anotações todas e durante a semana e colocando o resumo da sessão num blog. Então a gente abriu. É 2 blogspot, né? Que era Oo blogger, né?
A gente criou 2 blogs e eu vou vou tentar até achar e deixar no descritivo do episódio para vocês verem, caso vocês tenham curiosidade. Mas a gente já anotou anos e anos de campanha ali, né? Com os com os acontecimentos.
Eu tentava ser mais sucinto no blog, mais organizado, e aquilo ali era interessante porque era um resumo de sessão, que era uma coisa que eu não costumava fazer antes é e também fazer anotações da cronologia do jogo, porque o ars mágico é um jogo que funciona de temporada em temporada, né? De 3 em 3 meses, ali e tal. Então a marcha dos dias é muito importante no ars mágico. E isso também o blog fazia, né? A gente conseguia ver é a evolução do tempo ali nas
postagens. Fora isso, a gente tinha um outro blog onde onde a gente botava itens mágicos, livros, magias, regras da casa, botava também as regras periféricas do código hermético, que eu percebi um in game, né? As decisões dos tribunais herméticos, esse tipo de coisa a gente botava lá. É muita loucura, né? É, mas o fato é que é um jogo que cresce com isso, né? É de um jeito, de outro. Ele tem esse esse lado assim de você anotar o nome do livro, a condição que o livro tá onde, na
biblioteca ele tá, né? Esse tipo de coisa, ele, ele, essa mídia do jogo, ela é muito rica, ela pede uma mídia muito rica nesse ponto e isso acaba gerando é muito elemento que é bom você anotar, né? Você saber, por exemplo, quais são os itens mágicos que tem no concílio é, eventualmente faz diferença quando eclode um grande conflito entre os grogues do concílio, né? Que são os soldadinhos ali, os vigias e tal. De repente, o mundo das fadas e
esse conflito. Aí você vai saber exatamente quantos itens mágicos estão estão à disposição para serem usados naquele conflito. Esse tipo de coisa, né? É, inclusive ver que aqueles que são mais espalhafatosos não vão ser usados. E onde eles estão nesse momento pra ficarem bem segregados do do do resto, do do concílio, né? Pros magros ficarem segregados com eles, em vez de de daquilo ser usado em larga escala e quebrar o código hermético. Fora isso, né? Era muito legal porque a gente
via os jogadores. Criando contos, né? O Heitor escreveu bastante, conto ali em cima da as mágica. A gente fez ilustrações, fez várias brincadeiras ali, né? A partir disso, então era muito legal a gente poder ver esse conteúdo nos blogs, né? Ele acabava reforçando a comunidade, que era tão importante por as mágica, né? O grupo funcionando comunitariamente nesse tipo de de de iniciativa, né? Mas eu me sobrecarregava muito como mestre nisso, não, não tenho como negar.
O fato é que todo mundo meio que sobrecarregou. E era uma, era bastante trabalho. E quando o grupo começou AA se desfazer um pouco por conta de de necessidade da vida mesmo, né? Um cara foi estudar em Berkeley, outro cara foi foi morar em sei lá em Nova Iorque, outro cara foi é, acabou tendo filho e casando e mudando outro, enfim, cada um, o outro entrou em doutorado, sei lá, mestrado. Então a gente teve ali momentos em que a galera, o pessoal, não tava conseguindo mestrar tanto,
né? Ou quer dizer, mestrar não, desculpa, não tava conseguindo conseguindo jogar tanto. Com com recorrência, né? A gente tava perdendo é exceções. A gente até teve uma briga em relação a isso, né? De qual AA periodicidade que devia ter, e umas pessoas falando que tinha que ser sempre, outras falando que se não fosse sempre o jogo IA acabar, outras pessoas dizendo que se fosse sempre não
conseguia jogar nunca. Enfim, o fato é que a gente acabou segurando essa campanha de as mágica, congelando ela ali e quem tava mais ativo no grupo acabou resolvendo fazer uma. 11 pegar um jogo mais simples. Então a gente pegou um day day antigo e eu tinha a roots ceclopedia, né? Famosa roots ceclopedia no dayd e ali a gente resolveu jogar uma campanha de dayd Woods School e para facilitar ali o tempo da galera, a gente acabou fazendo um rodízio de mestres.
Eu já falei também sobre isso aqui no café com dângelo, vou ver se eu deixo lincado aqui. Mas o fato de você revisar mestre, sessão ou sessão na mesma campanha? Foi muito interessante pra gente e a gente já dominar um pouco essa tecnologia, por assim dizer, de anotação de campanha. Fez toda a diferença, inclusive ter isso como anotação pública. Por quê? Porque todos os mestres podiam
dividir das mesmas anotações. Então a gente fazia é O Mestre que IA mestrar, é ele que Na Na sessão que vem, ele fazia anotação dessa sessão. Então, isso já servia como preparação do jogo, né? EE, também fazer com que O Mestre é que a gente distribuísse o trabalho dos mestres. Então a gente começou a fazer essas anotações online. EE, que ferramenta que a gente usou? A gente entrou em contato com uma ferramenta chamada obsed in portal, né?
Foi a primeira vez que eu vi aí desses, é desses portais, né, na internet, que guardam informações. O as mágica eu já tinha bastante isso, mas a galera fazia em HTML mesmo muitas vezes, ou em documentos e tal. É uma coisa meio meio espírito de Alcides, mas obssidi importa ou não? Ele organiza isso numa week com o mapa, com tudo e é muito interessante. Ela tem uma sessão de home page para você criar 11 capa para sua campanha, é é deixando ela apresentando ela para o público,
né? Inclusive é outros usuários do up Sidney Porter ou tem tem acesso e podem dar like na tua campanha. Então tem a gente com mais likes lá com destaque, né? Uma coisa interessante, mas você também tem um log de aventuras, então ele é funcional para você anotar as sessões. Ele tem um Wick, né? Que é fácil para você nesse esquema de hipertexto você linkar, né? As coisas você você põe o nome de uma da idade linka OA igreja dela linka os np 6.
Então você vai construindo essa Wick em cima do jogo, né? Também tem um espaço específico para você botar os personagens jogadores. É itens mágicos e mapas também os mapas, inclusive com a possibilidade de você botar o PIN no mapa, nos lugares específicos do mapa e esse PIN se relacionar. Com uma entrada da wiki, o que é muito legal, isso é muito, muito legal, assim, muito útil, muito,
muito útil. E porque estrutura o jogo, como eu falei lá atrás, né, isso é 11 coisa que estrutura o jogo, assim como as mágicas lá atrás se estruturava em cima de decisões do tribunal hermético, né? Então era importante catalogar aqui. A gente era um jogo que que andava pra um continente, explorava OOO, explorava o mapa, então a gente precisava de fato. Desse, desse mapinha ajudou muito, né?
Era uma funcionalidade muito interessante e só que com o tempo eu vim percebendo uma coisa, a ferramenta que a gente usa muitas vezes é, ela vira um fim em si. Não sei se vocês já tiveram essa pira, mas quando você tem ali um espaço pra capa do da campanha, um espaço pra uma wikipedia, um espaço, um espaço pro log de aventura e tudo mais. Você acaba querendo preencher aquilo, preencher aquele espaço, né? O espaço em branco incomoda, sei
lá, de alguma forma. Então, quando você começa a construir o wiki, você começa a espiralizar no nível de detalhe que você bota ali. E aí a gente começou a misturar. Todos os mestres começaram a misturar não só o que aconteceu na sessão, com a própria anotação e atualização da wiki. Porque a gente queria preencher aquilo, a gente queria fazer aquele, aquele ubby de Porter, ficar bonito, que as pessoas descem like naquilo, sei lá. É uma Vibe nossa, na verdade,
foda. Se as outras pessoas, a gente estava muito numa de de, de de ter a nossa casinha ali, né? Aquele aquela campanha organizada ali na internet e tal. Isso era muito gostoso de ver. Então acabou saindo até da funcionalidade, acabou que a ferramenta é. A gente passou a notar mais em função, mais em função da ferramenta do que em função do próprio jogo, em dados, momentos, e isso atrapalhou bastante. A gente conseguiu, a gente continuou seguindo, é organizado e tudo mais.
Mas foi uma dificuldade clara que eu encontrei e um insight que eu tive a respeito disso, né? É bom a gente não se. Não entrar nesse fetiche da ferramenta, né? É porque senão a gente acaba vendo que é as coisas evoluem de um jeito caótico, né? Acaba tendo um acúmulo de informações, muitas vezes contraditórias, que a gente não sabe o que é expectativa de repertório. O que é repertório lúdico. De fato, a gente acaba vendo duplicidade de informação. Overlaping, né? Também.
E acaba a gente anotando sem um sentido, acaba sendo uma anotação pela anotação. É como aquele caso lá que eu vivo falando da simulação pela simulação. É só um acúmulo, né? Ela não tem um recorte, é. E aí a gente, bom, acabei descobrindo ali. As comunidades online sobre RPG, engajando com elas e tal. Passei a virar produtor de conteúdo, descobriu o descobriu mais a fundo, et cetera, et cetera, e descobriu muitas streams com perdidos no play e com as ecos e com o gruntar essa
galera toda. Esse primeiro ciclo, né? É Oo formação, firebol, pedroca e tudo mais. E comecei jogando, né? Assistir filmes de mágoa e tal, mas eu acabei mestrando também no canal do período, no play mestrei no asecos, né, que foi. Acho que onde onde eu acabei aparecendo mais na comunidade, né? É, e é muito engraçado, porque você se vê numa gravação, é muito tosco, né, cara? De forma geral, eu não odeio,
odeio. Mas, e principalmente quando existe esse viés de show, eu comprei muito durante um tempo. Eu queria mesmo fazer uma stream show, mas eu sou completamente desastrado para isso. Não tenho o mínimo talento para isso, para para stream com viés de show, né? É, eu descobri com o tempo que o meu barato é fazer stream para para é mostrar o game play que eu curto. Esse é o show que eu gosto, né? Não é? É o mirar na streaming, no público, et cetera.
Mas eu tentei, eu tentei, não posso dizer que eu não tentei. Tentei bastante tempo, até tanto um período no play quanto é em canais de de parceiros, como asecos, que eu citei, e outros canais também. E o regra da casa também. O lance é que foi muito legal, porque eu passei a ter esses registros de vídeo. E eu sou muito curioso a respeito do game play, das coisas, né? Muito mais sobre sobre mecânicas, muito mais do que cenários de livro e tudo mais. Eu gosto do game play e eu pude
analisar a game play assim. Não somente o meu, mas de outros, de outros mestres também, de outros jogadores, entender dinâmicas de jogo, como acontecem, fazer estudos, né? Como aquele estudo que ficou famoso aí que eu fiz. Tempo de fala do mestre numa sessão, né? Dos mestres numa sessão. Então para isso eu vi, além do meu próprio, eu vi de outros mestres também. Comecei a tentar calcular, né, para ver mais ou menos o que que seria uma busca legal da gente poder ter menos tempo de fala
como mestre nos jogos e tal. Isso foi uma fritação muito grande nessa análise de game play. Mas eu adoro fazer, eu não posso negar, é, inclusive é no café com dângio, né? Eu eu cheguei já. A fazer esse tipo de de análise, né, com um cara que gravou a própria sessão, depois passou para mim, então foi muito legal dar essa assessoria para ele. Fiz isso também com câmera
obscura, né? Com bacinello, a gente fazia troca de feedback, assim também fiz isso com é, fiz isso aqui, né, no café, No No, no, no dojô, né, com cobi, com mito de Atlântida pegar uma sessão, olhar aí fazendo anotações, entendendo algumas coisas, é muito, muito legal, uma fritação gigante, mas potencialmente, né? Para você utilizar isso como documentação é tenso. Não se fie na stream, né?
Porque porque potencialmente, se você quiser pegar as coisas importantes que aconteceram numa sessão e anotar vendo a stream, você vai potencialmente levar mais tempo analisando isso do que jogando RPG aquela própria sessão. Isso eu tendo acreditar que é 111 perda de tempo mesmo, né?
Mas uma coisa que eu acho muito interessante que eu venho experimentando é você, por exemplo, pegar o YouTube, né, pegar o link da sessão, você, OPA, no YouTube você cria uma conta, bota sessão, faz o upload da sessão no YouTube, pega o link, não precisa nem ser um link público, né? É, mas é, é, é, é, tem um link não listado, né?
Na verdade é, você pega esse link não listado, coloca no Gemini. E você pede Pra Ele fazer resumo, aí sim ele resume, ele pode dizer os npcs que apareceram, você pode fazer recortes em cima disso e isso é muito interessante, né? Agora você parar pra pra ver fritação faça sua própria conta e risco eu às vezes gosto de fazer, mas bom é eu sou eu gosto dessas fritações mesmo, né? Pra documentação recomendo é Oo jogo, game play misturado.
Com Oo jam, né? Do do Google, que é inteligência artificial, do Google que tem um acesso muito rápido, é muito, muito rápido e muito imediato, né? Você botar o vídeo para ele analisar é, e se você usa EEE, se você não sabe como gravar uma sessão, você pode utilizar o obs, que é um software livre, você pode ver lá como é que funciona. É, ele serve para estremar, mas também serve para gravar só se você quiser, você pode, é. Pegar o teu, usar o stream hard e publicar No No teu YouTube de
não listado. Se você não quiser que as pessoas vejam, você pode também usar o Discord. Caso você joga em Discord, você pode botar o bote chamado Craig, né? Eu vou deixar esses links do episódio. Você pode usar o Telegram, por exemplo, que ele tem ali a função de call de chamada e você pode gravar a chamada nele mesmo. Ele joga para uma pastinha. É que você tem, então eu recomendo muito, né? Você fazer isso para poder botar no YouTube e levar para o Jamie Night, caso você queira fazer
anotações a partir disso, tá? Caso você não tenha feito anotações durante o jogo, você pode fazer dessa forma. E dialogando com o Jamie Night, você pode pedir recortes específicos para ele, claro, né? Ele não vai, obviamente ter a sagacidade, ele usa insight, né? De desafio ou de storytelling que de repente. Você poderia ter você mesmo fazendo isso, né? Mas é, são são possibilidades.
Eu acho que você buscar as verdades da ficção, podem ser, pode ser interessante você fazer isso pelo por esse esquema, é bom, eu falei da experiência que a gente teve com Trello em arcaia, né? Trello porque não sabe, é um é uma ferramenta para trabalho de fluxo, né, de pra pra você documentar fluxo de trabalho, quer dizer que você vai ter ali um cartãozinho, esse cartãozinho vai estar numa coluna, por exemplo, né? Uma coluna chamada inbox.
É um dos nomes. Podem variar, claro, mas você puxa esse cartãozinho e você bota, por exemplo, em backlog. Quer dizer que ele está esperando para ser atacado quando você tiver, quando aquilo estiver pronto para ser atacado, ou você bota numa coluna de pronto para iniciar, por exemplo, é quando alguém pegar aquilo para trabalhar, você bota em fazendo, né? Quando você terminar de fazer, você pode botar em, de repente, em validação.
Esperando o ok das pessoas que vão aprovar aquele trabalho, depois você pega aquele card, quando tiver aprovado, você joga para feito. Então assim você tem um controle de fluxo de trabalho, né? As pessoas vão trazendo suas demandas, as demandas vão entrando inbox, elas vão sendo refinadas, depois elas vão aparecendo no pronto para iniciar, vão sendo pegas etc, etc. E aquilo você faz uma gestão de trabalho. Mas a gente tentou documentar uma campanha aberta ali, não deu
certo, né? As sessões eram cards. E A Exceção e aquilo ali era muito limitado, né? Um interface que não ajudava a documentação, então acabou ficando meio zoneado, meio não muito, né? Então isso foi uma coisa que que conforme as sessões foram acontecendo, né, principalmente o Carlinhos e o João, e o João não, desculpa, e o Diego estavam mestrando em muita quantidade, né? Muito, muito, muito. E eu estava panicando, era, sei lá, era uma coisa meio de
pandemia, né? Não estava muito legado, a cabeça mestrei bem menos do que eles e. Um dos motivos de eu mestrar inclusive menos não era só isso, é porque quanto menos você, mestre, aí mais do é confusa, fica a documentação, mais opressora aquilo fica, né? Porque você fala, cara, eu não vou saber lidar com isso tudo, né? E o trailer não ajudava de fato, então não recomendo esse tipo de estrutura, de de board, né? De kanban, que o pessoal chama de fluxo de trabalho para anotar
campanha, tá? Por mais funcional que seja a tua anotação, acho que realmente não vale. É, a consulta é ruim, é tudo meio estranho? É, mas pra fluxo mesmo, né? O que talvez funcione é se você quiser, por exemplo, gerir as sessões de um de um RPG de
guilda, né? Sessões específicas que acontecem lá EE muito mais pelo tema e pra saber o que, quais temas aconteceram de fato, quais viraram sessão efetivamente, ou você documentar alguma coisa que que diga mais respeito a fluxo, né, o documentar o fluxo em si. Do que o registro em si? Por exemplo, você pegar as frentes de campanha de uma aventura, né? Pra você saber se de repente, sei lá, tem bandidos que estão se organizando, então você deixa
ele, ele ali, aquele card, né? Bandidos se organizando, você deixa ele em backlog de repente, né? E os preparando uma coluna de preparando e de repente, quando entrou em ação, aquela frente, você bota em. Fazendo ou acontecendo, né? Você pode renomear a coluna. Então você bota ela na coluna de acontecendo e aí você vai vendo ela acontecendo, vai entendendo como ela, como ela pode evoluir.
E finalmente, quando ela cessar, quando ela acabar, quando ela for superada, você coloca ali Na Na coluna de feito. Então isso pode ser interessante, mas de forma geral, eu não recomendo o kanban pra um registro global de campanha, nem nada. Assim, o acervo pra pra pra você acessar o repertório eu acho muito limitado. É. E por fim o notion, né?
A minha história com notion é que eu precisei usar no trabalho lá na lura, e eu já tinha entrado em contato com ele e falei, cara, eu vou aprender notion, vou documentar notion aqui, vou documentar as coisas do meu time no notion. Acho que isso vai me ajudar em muitos níveis, então. Tem a ver com ali, com com, com o meu, é com a minha carreira
até, né? Eu acabei virando liderança depois que eu organizei é Oo trabalho, organizei o fluxo de trabalho, comecei, comecei a entender algumas recorrências, o que eu podia é é passar pra uma automação, o que que eu podia passar pra pra templates e tal, pra acelerar o trabalho, pra fazer o trabalho ficar mais fácil, mais simples etc. É com controle de qualidade. Então isso tudo eu consegui organizando um notion, mas como eu aprendi a mexer no notion?
Eu não aprendi no contexto profissional, eu resolvi aprender no contexto de hobby, então eu trouxe ele pra usar no Bear gottem e foi muito interessante o notion, uma ferramenta aqui de início. Quando eu olhei, eu falei, puta, é muito difícil mexer nisso. Isso é coisa de programador, sei lá, mas não é OOOO notion. Quando você olha pela primeira vez, ele parece hostil, mas quando você vai aprendendo, você
vai entendendo ele. Ele fica muito simples, muito intuitivo e muito rápido de de fazer coisas complexas nele. E o legal dele é que ele é customizável muito, muito customizável. Então ele já quebra essa sua, essa tendência que a gente tem de querer anotar pra preencher a ferramenta, pra pra preencher a plataforma, né? Como eu falei, que aconteceu no obsedien portal aqui, ao contrário, com o notion, você vai entendendo o que que você precisa documentar, qual a melhor forma de documentar.
E ele tem muitas formas de você documentar o que você precisa. Então você pode usar eventualmente até kanban, caso frente de campanha você pode utilizar é data bases cruzadas, né? Então você pode usar data base em Galeria e cruzar com uma data base é de lista para você relacionar, por exemplo, a uma região do seu mundo com tabelas de encontro aleatório ali, né? Isso tudo é muito possível dentro do nocho ela tem, ele tem uma versatilidade muito grande,
eu posso dizer certamente que. O notion viabilizou beergotten, que é uma campanha de Rex Kroll, com muito conteúdo, muitos e muitos e muitos jogadores, com muitos mestres, inclusive. E é, e isso de certa forma é viabilizou beergotten de um jeito que é talvez um Trello. Não a gente não conseguisse fazer, né? Aconteceu que o Trello funcionou muito bem ali por conta do dos mestres, que mestravam demais ali muito mais, e estavam com uma constância de às vezes de
mestrar mais de uma vez por dia. Né? Eu sinto que o notion ele, ele meio que aguenta até hiatos grandes entre uma temporada e outra, porque tá tudo muito bem estruturado, principalmente com o template, né? Que eu acabei chegando numa versão de um de um template aqui de Rex Kroll com beergotten, que para mim permite uma consulta de praticamente qualquer elemento do cenário que já tenha Aparecido em jogo praticamente ali num num search, né?
Na mesma página, no dentro de um dashboard específico. E com outras páginas de bancos de dados ali cruzados, né? De uma maneira funcional para o que eu quero para o jogo. Então estou muito satisfeito com o modelo que eu cheguei de notion. Atualmente eu só vejo que ele tem 111 detalhezinho. Ele não tem é mapa com PIN. Você pode até botar mapa, mas mapa com PIN. E esse PIN ligado ao maui que alguma coisa assim não tem?
Eu pelo menos não descobri como fazer isso no notion, mas eu consegui contornar de outras formas. Eu consegui fazer uma Galeria de mapas regionais com com as chaves certinhas do lado, eu consigo ver, relacionar na mesma hora. Não preciso na verdade, nem clicar em lugar nenhum, é só preciso clicar. Se caso eu queira mais detalhes sobre um rexo sobre uma região, eu clico, expande, eu vejo o que que tem e acabou. Eu consigo ver tudo durante o jogo.
É muito mais simples e feito de maneira muito funcional. Para mim, até agora, essa é a melhor tecnologia. Hum. Você sempre fica confuso ao ter que consultar todos os detalhes que você construiu para o seu Hexágono dentro de um Rex krall. Você perde as suas anotações sobre os npcs. Você fica horas buscando um nome. Você fica confuso. Sobre o caminho percorrido pelos aventureiros na sessão anterior, dentro da sua campanha aberta, então seus problemas se
acabaram. Se ao longo de 5 temporadas e muitos anos de campanha eu cheguei uma forma ideal de documentar a minha campanha de Rex krall em beergotten. E olha que é uma mesa aberta, Hein? Centenas de jogadores já passaram por ele e muitas e muitas centenas de sessões já rodaram.
E além de tabelas fáceis pra documentar notícias durante a sessão, npcs, mapas, trajetos, documentar os hexágonos, fazendo atuações sobre as regiões, sobre os Marcos, rumores, eventos, facções, entidades, itens especiais, frente de campanha, logs de sessão, notícias e até mesmo House roads e feedbacks dos jogadores. É, além disso tudo, você tem também um dashboard muito legal, que funciona como um escudo do
mestre dinâmico. É uma tela única que reúne todas as informações mais importantes e atualizadas, com espaço de pesquisa rápida. Para você ter ideia, eu normalmente uso só essa tela durante toda a sessão de beergoten e que raramente saio dela porque? Porque ela reúne praticamente todas as informações de cenário. Que eu preciso consultar e todas as anotações que eu faço, eu faço nesse dashboard também. E ele se alimenta de data bases, né? Lincadas a ele.
Então você pode também ir em outros pedaços desse template e alimentar essas dashboards, fazer as anotações durante a sua preparação, se for o caso, né? Ele não se limita a essa dashboard. Se você quiser, eu posso disponibilizar o link com dashboard zeradinho para você alimentar com as informações da sua campanha.
E baratinho. Você vai receber o template de noxo e eu posso fazer uma call mais ou menos uns 10 minutinhos ali no Google Meet com você para eu mostrar ela em uso em birgoten e tirar dúvidas pontuais. Caso você queira, você pode aí então mandar um Pix no valor de 50 BRL para cafecomdanjon@gmail.com e ir lá. No comentário do Pix, você coloca o seu e-mail, que aí eu compartilho nesse e-mail o link do template. Mas não se esquece de colocar OE mail, senão não tenho como falar
com você. Se você for assinantes do café com dângelo no nível dentro dos níveis de apoio, você vai ter descontos progressivos. Assinantes do nível comunidade tem desconto de 20%. O template sai a 40 membros do nível café do Jô tem um desconto de 30%, sai a 35 membros do treinamento how fentis tem um desconto de 50% e o template sai a 25 e membros café com balbi recebem de graça.
Hoje em dia eu posso dizer com tranquilidade que toda essa cena de mesas abertas, de campanhas, Rex Kroll e tudo mais, em grande parte foi muito influenciada por essas pesquisas e por esses templates que eu liberava na comunidade. Então, bom, é isso aí. Tenho certeza que você vai é apimentar muito a sua aventura, os seus, a sua campanha aberta e inclusive, ou a sua campanha fechada também com esse dashboard que vai ajudar você a rodar a aventura.
Sem precisar sair da mesma tela. Então é isso, preparem se para as melhores aventuras de suas vidas. Para finalizar, eu queria citar outras ferramentas, né? Até similares, então eu citei o obsidian portal, você tem 11 pouco mais rica, parece que o Dan, o Dani, EEO cestito utilizaram em trema, que é o canca, eles pagaram o canca são paga do canca, mas parece que eles têm essa funcionalidade do
mapa com PIN, né? Tanto para Rex krall quanto para City krall parece que vale muito a pena é e tem outras funcionalidades ali muito próximo do que é o obsidian portal. Tem 11 alternativa pro notion, né, que é o obsidian. Ele funciona como 11 second brain, que o pessoal chama o thewri. Chegou a analisar um pouco isso lá no dados críticos. Eu vou deixar o link no descritivo do episódio, mas é fato que o obsidian ele ele tem. Também é cria, né?
Esse esse repertório ali para você consultar e é muito interessante. O jeito que ele faz é até graficamente, o jeito que ele traz é muito difícil de explicar. Vale a pena você você checar se você gosta desse tipo de coisa, é, mas o fato é que eu vejo que ele tem uma é, por mais que ele possa ter, é, eu já vi, é soluções ali de mapa com PIN no obsidian. Eu vejo que ele não tem a mesma versatilidade de banco de dados que o notion tem e só por isso que eu não adotei o upsidien,
senão eu teria talvez adotado. É pra você mapear você, você documentar mapas. E principalmente, é pra Rex krall, né? Você tem ali o Rex Friends e o Rex sographrex. São 2 ferramentas é que são muito úteis pra isso. O Rex Friends é mais moderno, eu acho que a usabilidade melhor. Um Rex sografer é mais antigo, mais clássico, mas é uma tradição. Um Rex sografer é é Pedra certa, o Rex Rent, você se adaptar, eu acho muito bom, muito bom, é o que eu uso atualmente, mas usei
muito tempo. Rex sografer tem o incarnet, caso você não queira de repente fazer Rex krall, é, ele também tem rexis, mas eu acho que ele brilha mais em mapas mais soltos mesmo, né? Mais fantasia assim, não, mapas é muito, muito técnicos, por assim dizer, né? Acho que ele vale. Ele vale muito, né? Ele é um mapa, ele faz mapas lúdicos interessantes e, de certa forma, se você pagar, você tem acesso a mais repertório ali. Mas o básico dele já dá bastante coisa. Tem o Dungeon alckmins no na
Steam, né? Que faz mapas ali de de Batalha, coisas assim. É muito bom pra isso. E ele ele documenta até de uma forma, é em 3 adesão assim é bem marcado para quem curte, pode ser uma para você documentar, adanjam conforme você for vendo ela funcionar, é e botando os elementos ali pode ser uma coisa interessante.
É e lembrar, né, o as ferramentas aí de gravação, né, o Craig para quem joga por discórdia, o Telegram para quem quer fazer como eu faço, umbergote, você pega o Telegram, coloca as pessoas num grupo, abre uma chamada ali, grava, acho muito útil, mas enfim. E é isso, pessoal. É. Espero que tenha curtido aqui esse papo sobre ferramentas, sobre como isso se relaciona com a forma da gente registrar o jogo. E vou deixar aí, né? A enquete para vocês
responderem. Eu vou deixar a pergunta, que é a seguinte, o que que você prefere? Anotar tudo que você puder ou anotar o mínimo possível? Conta para mim também pode dizer aí nos comentários, como você faz os registros da sua campanha beleza? É o da sua aventura do que da onchote que seja para deixar para a posteridade. Conta para a gente aí. No mais, vou deixar os links citados no episódio aí né, os links dos anúncios para você jogar Beer goten e o link para
OEOEOEOO Pix né? Do cafecomdanjo@gmail.com para você comprar né Oo seu template de notion aí? Que eu uso em beargoting, né? Limpinho, pra você cadastrar a sua campanha nos moldes do que eu faço com beargoting. Lembrando que essa venda vai acontecer até o dia 15 de julho, apenas do 15 de julho eu já encerro é essas vendas desse
template aí, beleza? É lembrar também os links aí do blog de mágica, é do notion, do obsidian, portum, do obsidian, do conca, do x frens, do hexograph, do encarnet, do Craig. Né? É também deixar aí os episódios citados do café com dângio EOO, vídeo do theuri sobre o obsidian lá no lá no dados críticos. É, então é isso, né? Muito obrigado. Aí você que fica ouvindo a gente até agora.
Lembrando que você pode se tornar um apoiador do café com dânjon lá na apólice, se você quiser ajudar a gente a voltar a ter 5 episódios semanais. Um por dia, aí um por dia da semana, considera apoiar o projeto e a sua expansão lá no norte, isso apoia ponto c barra café com danjo, beleza, você gostou especialmente do café com danjo de hoje? Você pode deixar pra gente uma gorjeta, manda o seu Pix de qualquervalorpracafecomdanjo@gmail.com a gente conta com você.
Se você tem uma empresa ou uma marca e quer ter um dia na semana no café com danjo, você pode financiar mais um episódio semanal. No podcast aqui e fazer a Alegria da Márcia rpgista consulta a gente aí em café com2@gmail.com, a gente tem uma proposta especial para você, a gente pode combinar algum, alguns episódios, a gente pode. De repente é fazer ali algum, algum espaço de recados, né? Para você. Então consulta a gente aí, né.
A gente faz também parcerias e anúncios com os potes e tudo mais. A gente trabalha não somente com marcas de RPG. E editoras. Mas a gente trabalha também com outros ramos como café, tecnologia, alimentos, jogos, mídia, educação, etc. Isso você é um produto de conteúdo acadêmico, game designer independente e quer participar do nosso projeto de alguma forma conta a respeito da sua ideia para gente, fala um pouco sobre você lá no nosso e-mail, beleza?
No mais, agradecer a galera que torna possível essa aventura os nossos assinantes. Então tá aí obrigado ao pessoal que apoiou com o nível incentivo, incluindo aí o Lúcio norte Pimentel lá do apendix sene, né? Do do clube do apendix sene é, valeu o clube de leitura, né? Valeu demais ao pessoal do nível de apoio à comunidade, incluindo aí o André Luiz Marcondes pontes, o Lucas Maia, lá do
oputam anyclays, né? Mestre do do Ju é da editora grass, hoper aí de de design de jogos é e também um chadune no YouTube do café com dângel. Valeu, Lucas é Pedro Henrique. Isaac Silva também é um salvo especial para os assinantes do nível RPG do Jô. Dentre eles, o Felipe scostegu, Pedro Oliveira ou beziner, Rodrigo Lopes, Thiago da luz, Gabriel e Vinícius Caldas. Um abraço aos membros do
treinamento how fentisi. E eles são Abílio, Júlio César Machado, Daniel Haidar, antigo seixito, leogas paroto, Marcos Gonçalves e Pablo Rodrigues Lima. Imenso agradecimento também aos membros do café com balbi, né? No caso aqui o Thiago Augusto, nosso gentil camarada, que grande amigo. Valeu cara. Obrigado pelo apoio de sempre. Aí então é isso galera, um abraço e até a próxima.
