Estudando Hexcrawl #0027 - podcast episode cover

Estudando Hexcrawl #0027

Jul 04, 20242 hr 7 minSeason 2Ep. 27
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Balbi recebe Guilherme Providello e Ícaro Agostino para trocarem idéia sobre estudos de hexcrawl que os levou até o Península Ancestral, enário anticolonial utilizando ferramentas de exploração.

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  • Diego Sestito
  • Douglas Baiense
  • Leo Gasparotto
  • Matheus Piqueira
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Abraço apertado no assinante café com balbi, Thiago Augusto

Transcript

Hackscrawl é um troço difícil demais, né? E não é que a dificuldade seja ele em si, o Hackscrawl é só uma coleção de ferramentas. E pra que elas servem? Bom, elas servem pra ajudar a gente a vivenciar a aventura de exploração, né? E que dizem, é um dos pilares do AD Moderna, e algo muito importante pros RPGs, mas que no fundo é uma agência imensamente

esvaziada pelo jogo moderno. Bom, conforme a gente vai entendendo de forma hegemônica o RPG como um jogo de contar histórias, a gente acaba entendendo pontos de interesse narrativo no nosso jogo. E aí o grupo vai acompanhando isso, de cena em cena, abordando o que a gente julga ser importante pra essa história que a gente

tá contando. Se o grupo vai sair da capital e sabotar um exército imperial que quer esmagar os bárbaros da fronteira, o interesse narrativo de tal onde, de modo geral, no gancho de aventura que vai ter na capital e nessa botagem que eles vão fazer na fronteira. Pode ser que haja algum interesse, de repente, entre

esse ponto A na capital e ponto B da fronteira. Mas se houver, esse interesse vai ser um ponto X entre esses dois outros marcos narrativos que a gente tá omejando aí. Veja bem, esse ponto X de interesse narrativo, ele pode ser um momento em que o grupo potencialmente vai se perder na selva ou, de repente, vai passar por um perrengue pra se achar de novo, pode, de repente, perder recursos no caminho,

diminuir o moral da equipe. Isso aí seria o motivo desse ponto X tá entrando na narrativa. Ele vai ser mais um momento de conflito, conflito no sentido narrativo mesmo, entrando dentro dessa necessidade que a gente tem pra contar a história. De forma geral, histórias

precisam de conflitos. Então esse ponto X pode ser, por exemplo, um lugar sem água, de modo que possivelmente o grupo vai ter que achar água pra sobreviver, uma fonte, alguma coisa assim, se desgastando no caminho, de repente, entrando em luta com animais selvagens que também estão atrás de algum recurso, um recurso

desse tão escasso, tão essencial à vida. Mas de todo modo, X aparece como um contraponto, um bit narrativo, um conflito menor dentro da história pretendida pro jogo, que é do grupo sabotando um exército imperial, com uma missão colonizadora, ainda que se admita, falhas, ainda que a gente possa abraçar a narrativa emergente e a gente sabe que ainda assim, idealmente, o jogo era sobre lutar

contra um massacre imperial. Mesmo que a gente possa disso resultar um grupo morrendo, tentando fazer isso, de repente morrendo ao lutar por uma fonte d 'água, com um leão brutal, na sua

intenção de salvar os bárbaros de um massacre. E mesmo que o grupo saia pra explorar aismo, não tendo um ponto de chegada já estabelecido, que é o que eu considero ser a exploração de fato, não uma viagem, essa aventura de contar a história ainda vai acabar seguindo do ponto A ao ponto B, sendo que o ponto B é o interesse narrativo que se criou no jogo, quando os jogadores acharam alguma coisa ali na

sua exploração. Se a contar a história que a gente está falando, a gente vai, ainda assim, de ponto de interesse em ponto de interesse, ainda que a gente vai descobrir qual é esse ponto de interesse. E aí a gente está dotando uma estrutura narrativa de viagem e não exploração. E aí nesse ponto, os jogos de contar a história acabam tirando o brilho da agenda

de exploração do jogo. E aí mesmo com algum jogo de cintura, a gente ainda pode perceber que o jogo vai trabalhar os pormenores da exploração como um contratempo narrativo, não somente pra história sendo jogada, mas pros participantes da sessão também. Os jogadores entendem que aquilo leão contratempo. Afronte Contas é esse momento de fazer a gestão de recursos,

ração a ração, isso acaba sendo chato demais. E se o teu objetivo é contar uma história, você quer ir do filé da história pro filé da história ainda que você possa assumir que no meio do caminho pode ter

uma pedra. E aí a gente tem aquela ideia de que ou você aborda os possíveis momentos em que o grupo fica sem comida e aí você foca nesses momentos em si do perrengue e não da construção disso, ou você deixa isso de lado de forma geral. Bom, se comida não é importante, a gente pula logo pro momento em que o grupo encontra uma caverna na sua exploração e aí a caverna

vira o filé do jogo. Alguns sistemas inclusive vão lidar bem com isso, o contrário do que o D &D moderno faz, justamente sacrificando esses pormenores de peso, gestão pomenorizada de recursos e outras especificidades que não dialogam com essa

agenda de contar uma história. Por outro lado, uma agenda de exploração, ela pede um flanar na imaginação, ela pede uma exploração daquele mundo simulado, algo que foge dessas estruturas narrativas tradicionais esperadas que a gente reconhece em filmes e séries. Inclusive, o mundo de hoje isso é muito claro porque a galera é brainwashed, a galera passa por uma lavagem cerebral de esperar e criticar o que não passa

por essas estruturas narrativas. Parece que está faltando alguma coisa. A gente jogando um jogo de exploração que pretende flanar pelo espaço imaginário, pelo mundo de aventuras, isso pede de forma geral que a gente construa significado em torno, por exemplo, de uma árvore bem grande ou de um riacho ou de uma espécie específica de planta. Ou de repente mapear detalhes, os jogadores mapeando detalhes, os pormenores da

navegação. E isso num jogo de construção narrativa, na melhor das hipóteses, esse tipo de coisa vai remeter aos momentos mais sonolentos das jornadas do Tolkien. Jogos old school, quando encarados como jogos de agenda principal no desafio da ficção, eles costumam entregar melhor significado

para essa exploração pormenorizada. Em seus melhores momentos, esses jogos azul ajudam a mergulhar no terreno e ainda dessa forma eles permitem que os jogadores contemplem os ambientes através dos seus personagens, como se eles tivessem ali, descobrindo que subir nessa árvore mais alta da floresta pode tirar eles de uma enrascada, pode ser a diferença entre se perder e passar uma semana

andando em círculos até morrer de sede ou encontrar a única passagem para fora do vale. Mas o fato é que esses pormenores, com tarração, entender seu peso, entender se você de repente precisa jogar alguma coisa fora da sua mochila para poder caminhar mais rápido, esse tipo de coisa é o que

acaba dando o significado à exploração nesses jogos. Mas fazer isso, essa exploração pormenorizada, sem se entregar uma sucessão estéreo de rolagens e acionamentos mecânicos, é um santo grau que muita gente busca dentro dos jogos ombros, inclusive eu. E essas ferramentas de Hexcrawl ajudam muito nisso,

imensamente. Eu chego a dizer que é difícil a gente ter ferramentas que ajudem mais do que isso, eu não conheço nenhuma, mas ainda que a gente tenha Pathcrawl e Pointcrawl, esse mergulho profundo no terreno é uma coisa que Hexcrawl acaba

ajudando. E eu sinto que muita gente observa dessa forma também, tanto que você vai ver muito blog, muita gente explorando isso, muito jogo, que começa a explorar cada vez mais isso, módulos para se acoplar no BX, para se acoplar no Libreance Lorde, até para Quinta Edição. Mas chegar em um jogo que traga esses sentimentos de exploração para o jogador, esse significado para a exploração é muito difícil.

E além de você conhecer uma gama de ferramentas de localização no espaço, de criar um monte de disnoções e parâmetros de navegação e observação no terreno, saca um pouco de geografia e topografia, e sacar ali um sistema de jogo que reforce esse desafio, que vai dar significado a isso tudo,

pede também que se entenda como rodar isso em mesa. E isso envolve malhar muito no espaço das dinâmicas de jogo, no espaço infra -mecânico ali, no espaço infra -regimental, para se dizer. É uma coisa pouquíssimo abordada, inclusive, nos manuais de jogo, e que encontra pouco ou nenhum manual de estilo para resolver. Para mim, eu sempre tive algumas metas nas minhas

explorações, com o Hexcrawl de Jory Glory. Eu queria que o grupo pudesse se perder sem que isso viesse de rolagens mecânicas, mas sim de um erro na decisão dos jogadores ao navegarem pelo terreno, os seus marcos e tomarem decisões. Também queria que a descrição do acampamento fizesse diferença em como o grupo passaria a noite e acordaria por de seguinte, para além dos perigos dos encontros

aleatórios. Eu queria que você passar a noite ao relento sem uma cobertura numa noite de sereno, que isso impactasse negativamente o crawl. Eu queria que o grupo, também, depois de muito trafegar por um trajeto específico, pudesse lembrar do caminho todo de cor, como se ele estivesse descrevendo o caminho que faz todo dia até o trabalho ou até a padaria, por exemplo. Eu queria que os jogadores se

sentissem frequentadores daquele ambiente. Outra coisa também é que eu queria que cada grupo tivesse ali o seu mapa, não sinceramente exato, um mapa real, fidedigno, não sei se um satélite, mas um

mapa que eles fizessem para se guiar. E que o grupo interagisse com o cenário, de modo a entender os marcos visuais importantes para eles e entender -se em caminhos para a sua própria localização, e que isso não se traduzisse somente num bonus mecânico na navegação, mas que os permitissem explorar mais a fundo e sem medo de como retornar, tomando boas decisões, afastando os riscos naturais

do trajeto, inclusive no retorno para casa. Isso tudo eu posso dizer hoje em dia que eu consegui atingir com o bergotem e com as explorações de Joel

Fenton e no Caves and Haxes. E eu gosto de conversar a respeito, eu gosto de colocar prova, eu gosto de experimentar, eu gosto de fazer playtest, de estudo, eu gosto de refinar essas dinâmicas que a gente chegou, e eu gosto de ver gente também que está buscando isso, e eu gosto

de ver essa galera chegando nos seus objetivos. E o mais legal é ver que, a partir dessas confluências, outras pessoas também vão achando ali os seus hacks cross perfeitos, sem precisar passar necessariamente 10 anos investigando e batendo

cabeça como eu fiz. Isso libera essa galera para investigar coisa além do que eu investiguei e contribuir com outras coisas, além das contribuições que eu trouxe, trazendo suas visões próprias, suas visões particulares e seu estilo pessoal. O que importa é que eu jamais encontre o meu santo grau, e eu acho que isso também não deve importar para você, mas que a gente possa confluir nessa busca, cada qual com seu ideal,

cada qual com seu grau. Por isso eu me orgulho tanto de ter participado da história desses dois caras que estão aqui hoje para falar de hackscrawl, dos estudos que eles trouxeram até o Zine Penínsulo Ancestral, que a gente vai conhecer agora no Café com o Dungeon dessa quinta. Porque nessa busca pelo hackscrawl perfeito, o que importa é como a gente navega. Para onde vamos, meu guia? Ora, ora, nós vamos tomar café

com Dungeon. Bom dia, amigos do Café com Dungeon. Estamos aqui para mais um episódio do seu podcast machinal favorito, trazendo sempre muito RPG. Meu nome é Rafael Balbi, e hoje o meu café aqui é de grãos, colhidos de forma clandestina, sem que os soldados em periais pudessem ver. E como é clandestino, é mais gostoso. Então gostoso quanto café roubado

do Império, só o café da Ovelha Negra. Se você quiser amanhecer, que nem eu, ouvindo sobre RPG, sobre hackscrawl, tomando um café delicioso, pode ir lá em ovelhanegracafés .com .br, aliás, no alem .com .br, é

ponto com só. E utilizar algo com CCD, do minúsculo, que você vai conseguir um desconto para tomar um café especial, que pode vir em grãos ou moído, mas se você puder moer em casa no liquidificador, que seja, já é um rolê de qualidade de vida muito grande, gente. Então, isso aí, se você quiser se tornar assinante ainda do

café com Dungeon, lá em apoia .sebarcafé .com .dungeon, você ainda participa de sorteios, então você pode receber em casa, aí, café da Ovelha Negra, ainda recebe descontos progressivos, além do

conteúdo extra. Bom, a gente vai falar sobre hackscrawl, agora, sobre roubar café do Império também, mas antes disso, eu vou ler em cat do episódio anterior, que foi o episódio sobre estética, sobre imprimir estética no CRPG com a galera do Brave Zenit. E aí, a pergunta foi, você se preocupa em modular as referências estéticas da sua mesa? Bom, a gente teve aí, por enquanto, que 85 % das pessoas disseram que sim.

Eu até me surpreendeu, não sabia que tanta gente tinha uma preocupação estética, tão claro assim, mas as pessoas se preocupam. Eu vou ler três respostas aqui, a pergunta, como você faz o trabalho estético da sua mesa? O Clayton, uma medis, falou que mestre é culturo, e leva o tema para a mesa através de rendaos, cartas, trechos de livros, etc. E ainda fornece uma lista de referências para os jogadores já entrarem no

clima. Filmes, livros, HQs. É interessante, culturo, normalmente é um jogo que puxa muito para esse lado da própria. E é curioso, porque talvez seja um jogo que já tem uma estética bem marcada, mas que todo mundo acaba levando para o lado do Noir. Curioso. O Arthur trouxe, nas minhas mesmas, estabeleço um tema musical que traduz o tom da campanha, e crio uma pasta no Pinterest com 100 ilustrações, veja bem, 100,

nem mais nem menos. E contei um estética visual em foco para compartilhar com os jogadores. Legal, cara, já fiz isso. Campanha de gnomas que eu fiz lá no Perdiudos no Play, eu tinha um board no Pinterest e fiz uma playlist. Não sei se deu muito certo, mas acho que foi interessante. E o Adriel falou, faço uso das artes e descrições com

referências. Vou atrás de televisão, ás materiais, mas de acordo com o que estou buscando imprimir aos jogadores. Esse lança terá sonoro, e realmente, a gente teve um experiência muito interessante. Birgoten, Hexcrawl, trevoso, a galera entrando num lar de verme, inclusive um dos caras que está aqui hoje vivem. Galera, acho que os dois, talvez, venciaram isso, que era resgatar o tesouro de um vorme cinzento, ao som de

Nathalie Embrulha. Bom, a gente vai falar aqui com dois camaradas que estão lançando Hexcrawl. Bem -vindo, Guilherme Providelo. Fala aí, cara. Obrigado, Paul, pelo convite de povo aí, né? Pois é, né, cara? Nathalie Embrulha foi a primeira vez que eu enriqueci birgoten, não para mais esquecer. Tá aí a estética que você queria. E estamos meio com o Icaro Agostino, fala aí, grandígoro. Bom

dia, Bom dia, Paul. Um grande prazer estar aqui no café, cara. Vamos falar de Hexcrawl. Estamos juntos. Eu não sei se isso é uma boa ideia. Relaxa, eu vou ser divertido. Todos nós vamos juntos. O tema hoje é estudando Hexcrawl, né? E estudar Hexcrawl por quê? Porque eu acho que Hexcrawl é uma

coisa que não se vende fácil, né, cara? Você para conseguir cair nesse rolê do Hexcrawl, para você entender, para você começar a usar o Hexcrawl com algum sucesso. Mesmo as formas mais simples ali, acho que precisa de um pouco de mergulho, né? Precisa de você experimentar, estudar, tentar entender como é que funciona aqui. E eu queria perguntar para a gente começar a entender o caminho de vocês, né, do

zero. Até lançar um produto de Hexcrawl, que é o pelíncio ancestral que vocês estão lançando aí. Eu queria saber qual foi o primeiro contato de Hexcrawl de cada um de vocês. Cara, o mego foi birgote mesmo, assim. Eu, pessoalmente, eu não tenho uma tradição muito grande de jogar jogos de fantasia, precisar de jogar RPG, acho

que há uns 15 anos já. Eu não tenho uma tradição muito grande de jogar jogos de fantasia, estou assim, meu caminho foi, eu ouvi Café com o Dungeon, sei lá, 3 anos atrás, alguma coisa assim. E ver o Balbi insistentemente falando de Hexcrawl, absoge, eu peço absoge ali. Acho que é uma série, né, Balbi? De vez em quando saiu, absoge. Hexcrawl, Hexcrawl, eu fui acompanhando essas pesquisas e me interessando. Até

que o Caif, finalmente, birgote. E aí foi um mergulho profundo assim, acho que foi uma das experiências de RPGs que eu tive na vida, assim, mais intensas. O Guilherme jogou comigo bastante, né. Chegou a jogar, sei lá, 3 sessões na mesma semana, assim, cara, o negócio bizarro. E foi muito gostoso de descobrir essa parada, né. Hoje eu mestro, mesmo, de Hexcrawl, acho que é tipo, de por esse caminho. Mas

o início, o início foi birgote mesmo. Então, assim, eu nem tive uma experiência muito com Hexcrawl, muito mecanizado, né. Eu já acabei caindo direto nesse Hexcrawl, que é o que a gente está proponando, que é o que o Café, na verdade, propõe. Esse Hexcrawl mais na ficção, né, mais interagindo, mais pesadamente com o terreno, com o ambiente e tal. Pô,

você era do vampiro, né, cara. Você mestrou muito, jogava muito vampiro, muito jogo assim, né. E como é que era na Tópica? Até hoje. Até hoje, até hoje. Imaginar, tipo, pra você, quando você começou a entrar em contato com Hexcrawl, como é que

era aquilo pra você, assim, tipo... Era uma coisa muito etérea, era uma coisa que era difícil de pautar, ou você já conseguiu imaginar como é que seria em jogo, mesmo sendo do vampiro, como é que isso patia pra você, assim, era tipo, caralho, esse maluco tá pirando muito nesse rolê aí, que

Dorgas são essas, como é que era pra você? Na real, assim, eu tenho uma coisa interessante, porque o vampiro é um jogo que a gente não costuma usar mapa nem grídeo, né, todo mundo em teatro da mente. Mas se usa bastante hand -out, assim, pra me perceber e tal. E eu nunca gostei de jogo de grídeo, assim, eu já tentei jogar, e eu não curto

muito o jogo Tático, né. É o estilo de RPG, assim, dos poucos que eu não curto, eu gosto muita coisa. E uma das coisas que me chamou atenção nesses jogos mais antigos é que a maioria das pessoas jogam no teatro da mente, apesar de um ou outro também usar grídeo. Esse pra mim foi muito tranquilo, assim, essa questão de jogar o jogo navegando pelo teatro da mente, né. Eu não senti um estreamento

tão grande. Acho que talvez alguém que é muito acostumado com mapas, talvez, sei lá, talvez tenha um estreamento maior do que eu tive. Então não foi tão estranho não. Assim, eu nunca tinha tido contato pra mim foi novidade essas estruturas de encontro aleatório, de se preocupar com o peso, se preocupar com a alimentação. Isso foi uma grande novidade, assim. Mas acho que ao mesmo tempo foi muito natural. Tudo

parecia fazer sentido. Então assim, ó, o personagem só comer uma vez ao dia, ele precisa se encontrar, né, visualmente no ambiente, tal. É interessante, tô conectando, então foi pelo teatro da mente, né. Pai sentido. Os jogos antigos me atraem por causa disso, assim. Porque eu muito tempo atrás, eu vi o jogo no Guirá falando do espada desafiada, fez esse sinistro. Como jogava aquilo, eu falei, caramba, eu acho que isso

aí é legal de jogar. Eu nunca tenho um grídeco, um monte de poesia, assim, que foi o que me trouxe para esses jogos mais antigos, né. São jogos mais simples de certa forma, né, que você joga ali, sem... Não é sem pré -preia, mas sem muito, não sei como é dizer, sem props, né. Sem tantos props como nessa cidade de jogo. Sem pra tralha. É, o jogo de fantasia moderna hoje, acho que é quase obrigatório você usar props,

né, cara, para funcionar certinho. Pode crer. E você Gui, como é que foi para você, e como é que foi o teu primeiro contato com Rex Kroll? Se jogar RPG Cusmaian, em 1990. E acho que já contei essa

história até, né. Joguei BX, né, logo em seguida esse meu amigo, tipo, um pouco mais de grana, que estava com a caixa do BX, no GRO, né, da GRO, ele comprou a da ID, como era a adivância, a gente estava, tipo, se formando a RPG, começando a jogar o AD, a segunda edição, né. Eu acho que era... A devir, era o GRO, não sei. Não, teve o da GRO, né, que era a caixa preta, né, e aí teve a segunda edição

do AD, e... Era a devir mesmo, né. A GRO era da Brio, da adivir, no devir. É, o AD, a segunda edição, começando a jogar, né. O AD da segunda edição, ele é um estilo diferente de jogo, né. Eu lembro que até nessa época que eu senti um pouco isso, que mudava o jeito de jogar. É o que acontece, né. O AD da segunda edição, ele constrói, né, a gente, um jogo que é um jogo que não tem... Trao

nem um, né. Não tem, né. Não tem trao, danjo, não tem trao, réx, né. Então, é nisso, por exemplo, que eu sinto uma deficiência hoje em dia, na... nas minhas habilidades de construção de danjo, né. Assim, que eu tenho danjos muito ruins, porque me falta experiência mesmo, né, escrevendo danjo, sabe. Que a gente fazia um tipo de ponte -calma, que parecia um

ponte -calma, que eu fazia. É, as aventuras, elas acanteciam, elas tinham... Entrou a um camendo, né. Aqui você pode escolher fazer isso aqui, mas era meio binário, assim, e, assim, aramente o mestre colocava um negócio mais saindo de boxe. E assim, o tratamento era a passagem de um lugar para o outro, e em outro lugar, aconteceu outra cê, né, era assim. Quase jogar com cacine, né. A

gente jogou muito tempo, né. Eu fui daí, toda segunda edição para a terceira, né. Eu vi para a faculdade, na época, lançou a terceira edição no Brasil. Aí, vendi umas coisas lá que estavam cedês velhos, tal. Eu comprei o livro da terceira edição, só o livro do jogador, do mestre, para jogar. Eu comprei o modo do monstro, porque a gente tinha o costume de inventar a mão,

se a gente gostava de usar a mão se pronto. E joguei na faculdade por um tempo, pouco tempo, na verdade. Na faculdade, eu joguei mais um amigo do que o DB. Mas aí a vida da Dota chegou, né. Eu continuava jogando desse jeitão, né, de cacine, né, de... Este ilusionista, pelo não muito, a gente não era tão ilusionista, sempre teve o costume de jogar em abertos, tal. Mas aí, era a estrutura de

roteiro não de situação, né. Não, não é um jeito legal de se preparar. Se jogava, galera, de encontro em encontro, né. É, de encontro em encontro, se era inserido, né. É assim, não é interessante, porque é forte de agência, né. A gente teve essa discussão, várias vezes. Mas enfim, era o jeito que eu jogava, pouco gostava, eu jogava pra me extravar bastante, me extrava muito, praticamente só me extrava.

Durante esses 25 anos que eu joga RPG, aí, eu praticamente só me estrei. Isso não é pra mais, covê. Isso muda quando eu ganho pros Shogun Lines, né. Que eu paro de me extravar, e começo só a jogar, porque a grande questão do RPG é uma grande integral, né, cara. Você aprende o nosso, você não aprende... Você aprende leano, claro, porque você tem que ler o sistema, claro. Mas principalmente, aprende pros

outros, né. Tem essa cultura que é a cultura da brisa, né. O mestre que bestava pra gente fazer assim, tá, com isso que é o nosso assim. Mas de transmissão oral, mesmo, os historiadores viram nesse governo. Mas, né, o RPG acontece muito isso, né. Por exemplo, tem algumas manias que eu uso até hoje, eu sei que são vícios de linguagem, RPGs. Era o jeito que o cara que extrava pra mim na década

de 90, extrava, sabe. Você pode fazer fósso bizarro. E aí, o que acontece é o quê? Depois, a gente passa um tempo muito grande assim, jogar, o pessoal começa a jogar online, os caras da minha vence atualmente. Eu jogava a minha sessão tal, pra qualidade. Na hora desse retorno, a gente começa a poder jogar usando o próprio, né. O ouvinte em marco, e tal, e tal. Tem um negócio quase impossível, né, que você jogava no

pelo. Estadinho, se tivesse umas duas miniaturas, o crídeo a gente fazia em papel A4, né, o papel de compartilho. E o pessoal jogava, porque gostava muito de combate, tá, tipo, né. Mesmo porque a gente tava jogando terça edição há algum tempo, e foi um vício. Leva isso. É, leva isso, eu levo isso. Então, a gente começou a usar o próprio, o próprio. O próprio, aí eu comecei a experimentar, de um jeito,

de usar mapas grandes, não só mapas de batalha. Eu interessava mais os mapas de região de continente, e os mapas de batalha. E aí eu caí naquele site do Alex Sandra. Aham, Alex Sandra. Quando eu caí naquele site, não, não, eu não dou, eu justi a Alex Sandra. Eu caí naquele site, eu justi a Alex Sandra, eu comecei a tentar devisar, inventar, criar ali um jeito, de fazer algo parecido com o

rexcroll que ele procura. O rexcroll que ele procura. Pô, esse cara, era um negócio supermecanizado. Era um negócio assim que, tentei muito, por como mentir de ser, tentei por muito tempo, tentei fazer gente quadrado, para o pessoal estranhar menos os rexcroll, para se ter feito até mapa, para ver de correto, usando um monte de tipo, uma listinha de ação que podia fazer, tal. E nunca foi dando certo, nunca foi dando certo,

certamente, meio indicamente. Pulou para quinta edição, TNT, ou seja, Piorama, a situação, a terça edição, o fetiche mecânico era muito grande. E assim, a gente era jogador antigo, é engraçado pensar isso, que a gente estava tentando, a gente estava lutando contra um sistema,

que ia a tanto, do jeito que a gente jogava. A terça edição um pouco menos, que a terça edição a gente já tinha as mães de muito tempo jogando, mas na quinta edição, a gente se sentia, como uma amasteira do sistema inteiro. A gente viu que isso, quando um amigo meu, virou e falou assim, vou fazer ator, porque ator era uma campanha, todo mundo ia rolar os atributos 3D6 em

ordem, sem choro, sem dela, sem nada. Era quinta edição, mas ia ser terça edição, mas ia ser assim, na ordem, que caisse, era uma chance só, ia ser uma mega -dângel, vocês não iam sair da másbolga por nada, a gente ia desconsiderar a questão da água, porque ia ser só a másbolga, e a gente ia

jogar com o Tobber. Então assim, ele na hora que ele fez isso, que ele era irmão, né, outro irmão, ele quando ele fez isso, na verdade, ele estava sem querer, querendo, por conta para a gente jogar o discurso, a gente só não sabia que a gente estava

fazendo isso. Na hora que a gente começou a jogar, a gente começou a se sentir desafiado, porque a gente pensava se estava se sentir desafiado, então a gente assistiu, se é espectador de um jogo tradicional de a gente. Você tem um tio outro ali, é por isso que eu acho que o pessoal gosta tanto de fazer voz, interpretar o máximo de gente que eles podem ver nos maneirismos do personagem, já que eles têm um... Eu

sou um 7 -2 do cara, eu acho. O controle que a experiência tem de jogar é se brincar de outra pessoa, porque o jogo em si, tomar conta da história, você não tem, tá? E aí a gente cai nesse RPG um pouco mais ao discurso, sem saber que eu discurso, é aquilo que eu sempre

falo. Depois de um tempo, pesquisando, principalmente esse site do Alex Sander, eu começo a cair nos blogs, e aí eu fui ver que realmente, não ia dar certo, porque a gente tinha um BS de jogo, porque não era esse castro de economizado. A

gente preferia jogar de outros jeitos. Eu cheguei a fazer pesquisa, pô, pô, até aquele Google questionários, os jogadores da minha mesa, e cheguei a composão pelos datos da pesquisa que o pessoal curtia. Não era interpretar o personagem, era interpretar... role play, né? role play não é a interpretação de fazer o personagem, o pessoal gostava. Era interpretar com as cenas que aconteciam na Masborra,

o pessoal gostava. Não era fazer voz... sim, sim. se fantasiar. Então aí eu comecei a pegar mais por esse PS do voo de escudo, e aí quando eu pego esse PS do voo de escudo, é quando eu começo a ouvir... eu nunca fui muito de podcast. Ainda não sou. Eu faço aquele esforço para você, e pô, o que são os dois que eu gosto.

Normalmente na cadeia eu comovo podcast, porque eu não consigo... eu não consigo ficar sentado só ouvindo, porque eu começo a ficar com a líquida, e se eu estou fazendo outra coisa, eu não consigo prestar atenção na

outra coisa que eu estou fazendo. Então assim, é uma experiência difícil para mim, mas assim, eu começo a ouvir o... primeira temporada do... do café, porque eu começo a ouvir a série do X -Pro, eu começo a ouvir a série do X -Pro assim, e aí eu estou lá, expurou minha

cabeça. E na hora que eu começo a engatar, de ter assistido várias, várias, várias, eu lembro de uma vez que eu fui para a cidade, minha família mora no Mato Grosso do Sul, então minha viagem para ver minha mãe é 8 horas de estrada, então eu potei a raca, mei liste de X -Pro e 8 horas de X -Pro, e eu... Eu mato grosso do soco, caíso,

sozinha, eu sei, eu ouvi o X -Pro. E aí foi na hora que eu comecei a dar uma... eu estou tentando estar em gás, já, né? Ah, ele quis falando da comunidade, da comunidade, da comunidade, eu fui pesquisar e eu vi que o... o café com danja tinha terminado aquela semana de gravar o... que lesse, vermelho... Foi na mesma semana. Foi

boa, mano, perdi por isso. Mas aí na quinta de século, eu tentei fazer um X -Pro em 4B, ainda bastante mecanizado, e eu ainda não estava pegando a mão. Esse X -Pro em 4B até ele durou quase um ano, a gente fez um esquema de intercalar a Messe para todo mundo tentar experimentar e ficar

aí com o hi -tech. Mas assim, ainda estava engatinhando no sentido de que a gente ainda estava tentando traduzir mecanicamente os polêmicos, que não era para ser mecan... era para ser de versão... experienciada, né? A ficção, o fevereiro, essas coisas. E aí eu fui começar a pegar no... no café. Hum -hum. Manero, cara, e assim, só para a

galera que está ouvindo a gente, né? A gente está falando do X -Pro, do X -Pro, do X -Pro, do X -Pro, do X -Pro, e tudo mais, e... Mas como é que você definiria o X -Pro, Ica? Conta para a gente, Ica. Uma definição rápida assim, puder explicar para o ouvinte o que é o X -Pro, hoje em dia, nesse momento, como é que você definiria? Ah -ah. É, eu estava até lembrando uma coisa antes de responder, o

que você falou de X -Pro, né? Se eu tive alguma experiência, antes eu me estrei uma campanha, cara, de tormenta, que foi o primeiro fantasia que eu peguei, que era uma campanha sobre viagem, aí eu estava até lembrando agora que a galera tinha... não era meio direcionado, mas eu não forçava a barra, mas assim, eles tinham um objetivo de chegar num local tal, era uma

caravana. Hum -hum. E passava por vários ambientes, assim, hoje eu estava pensando que, caramba, se tivesse explorado isso, seria muito mais interessante, né? Como seria o desafio de entrar no banho, e tal. Hum -hum. E tinha aquele lance, né, quando eu vi esse negócio, X -Pro, que acho que é um jeito que muita gente joga, que é você virar o Rex, né? Acho que tem jogos que são

assim, né? Rex está pra baixo, você entra, o Rex está aqui, e eu lembro de ter ficado um tempo tentando fazer isso funcionar no Robin, até que eu falei, caramba, larga, é muito bom, que isso é muito complicado. Mas assim, respondendo a pergunta, né, cara, hoje pra mim, Rex -Pro, ele é

um jogo sobre exploração, né? E a ideia do Rex, quanto uma estrutura hexagonal, ela vai ajudar quem me extra a ter uma estrutura pra organizar o mundo, né? Então, é... Até tem esse negócio, pessoal, fala assim, pro jogador, muitas vezes ele nem tem muito esse sentimento de Rex, né? Porque ele não está vendo uma app, e tal. Mas ele tem esse sentimento

profundo de crawl, né? Que eu acho que é o que hoje em dia, nos jogos que são mais populares, se perdeu muito, né? Porque eu sempre falo assim, pô, será que o danjo crawl, num jogo moderno que você tem muito poder e tal, eu entendo o crawl como esse rastejar, como essa interação forte com o ambiente, né? Com as coisas, então, mais

minuciosa, né? Mais minuciosa, né? Porque se você está passando com um carro por cima, você não está rastejando, né? Você está... Pra mim, o Rex -Pro hoje é um tipo, ele é um estilo de jogo, né? Não, é um sistema, ele é um jeito de se jogar um jogo de exploração, onde você, como mestre, vai utilizar uma estrutura de Rex pra organizar o seu mundo, pra

desafiar os seus jogadores e tal. E o crawl vem dessa ideia que é uma que as maiores crawlers são mais minuciosas, que você vai dar mais atenção. São jogos normalmente que se passam em locais não civilizados, não no sentido civilizatório, mas no sentido que são locais

ermos, né? É... Que você não vai ter cidades e tal, eventualmente pode ter uma vila ou outra, mas são muito espaçadas, e ele vai trazer esses desafios de como é explorar esse ambiente, que às vezes é salvagem, às vezes é amaldiçoado, às vezes pode ser várias características, mas é um local normalmente ermo, né? De como é que você vai interagir com esses

desafios, né? São ambientes amplos, que vão ter oportunidades de tesouros, de aventuras, de várias coisas, mas também provavelmente vão ter muitos perigos, né? Então pra mim é muito mais sobre uma estrutura, eu acho até hoje, em dia, com o conhecimento que eu tenho, a experiência que eu tenho de querido, eu até consegui fazer um rexcol funcionar num jogo moderno, né? É... Voltando atrás assim, né?

Acho que é muito mais sobre entender essa estrutura e como colocar ela na mesa, do que exatamente sobre regras. Ainda que, né, certo sistema de regras vão te ajudar a ter uma experiência de crawl mais... É... Mais... Mais pesada, assim, de anos, né? Então, eu vejo muito por aí. Você, Gui, tem que ter complemento alguma coisa, ter alguma outra visão sobre isso. Eu acho uma coisa interessante

você pensar a origem, né? Eu acho que essa origem é interessante pra entender da onde, né? Da onde vem pra dizer o que que é, né? Então assim, por exemplo, é... Você pegar o Arnson, ele foi lá e transformou o Wargame num jogo de personagens. E pra ele usar o jogo de personagens, pra fazer o que ele queria fazer, ele fez as masburras como uma série de desafios, estruturadas, da la la la

la la, né? Beleza. E aí, ele cria o Dungeon Pro, né? Então, ele cria o Dungeon Pro, ele tá tirando do Wargame e indo pra uma estrutura micro. Mas o que acontece é que ele vai sentindo que é... É... Essa estrutura micro, ela começa a transbordar pra fora da Dungeon. Quando transborda pra fora da Dungeon, ele... Então, ele fez uma redução, né? Depois

ele tem que expandir de novo. Na hora que ele vai expandir de novo, ele vai começar a explorar a cidade de Platinum World, os arredores de Platinum World, os áreas de Fiel, os que revolta e... Egg of Futs lá, né? Que era um vilão, tava num lugar específico no mapa, tal? As trocas desse Egg of Futs, né? Então assim, ele vai conseguir construir, é... Essa volta pra fora, esses zoom

out, dá um zoom 1. Na hora que ele vai dar o zoom out, já não é, mas um wargame. Já é outra coisa. Então assim, é... Porque trás do... do melhor, né? Do Dungeon, esse aspecto que o Iprotalfando, do Rastejar, né? Da Minúcio, do detalhamento. Então assim, ao mesmo tempo que a gente pensa, isso a gente pensa que, por mais que eles neguem, né? O Gaib, o Strannison neguem, é o óbvio, é evidente que eles têm inspiração. O

Senhor dos Anéis. O Senhor dos Anéis, que é um grande rode -múlvia, né? É o grande rode -múlvia. É o grande rode -múlvia. O Hobbit e O Senhor dos Anéis é o grande rode -múlvia. É um livro sobre viagem. Assim, como a gente pode falar que o Odyssey é um livro sobre viagem? Tem gente de quatro livros, o cara só chega na casa dele, então já é de 14, né? De 3. É ele, ele indo em direção a. As

histórias são sobre viagens, né? Com licença, meus caros, teria ouvido direito? Vocês estão em busca de ouro e glória? Pois eu posso lhes ajudar. Meu nome é Almir Sego e eu estou nessa taverna há algum tempo, ouvindo histórias de bravura e coragem de aventureiros que

passam por aqui. Eu posso lhes falar sobre o que está para além da Gaiolla, as ruínas deixadas pelos antigos, as planícies de nuvens negras, e os níveis, a floresta do vento infinito, a lenda do messias Elf, ou até mesmo o que está aqui dentro. Os mistérios sobre as sombras das torres douradas, sobre as nossas cabeças. Meu preço, hora. Eu só peço para que, ao retornarem, vocês contem

suas histórias para mim. É a forma que eu tenho de ver o mundo novamente, pelas histórias de aventureiros valorosos como vocês. TREMA, a Gaiolla Dourada, é um jogo de RPG de mesa aberta, no sistema Caves and Haxes, usando o estilo Oil Fantasy e o modelo Arslut. Vem explorar os ermos corrompidos pela estranheza, cheios de tesouros e oportunidades, ou vêm a caminhar pelas ruas de TREMA, cheias de perigos e

de segredos. Os habitantes da última cidade do mundo aguardam por você. Que tal ver o que tem para além da Gaiolla? Eu não sei se isso é uma boa ideia. Relaxa, vai ser divertido. Todos nós vamos juntos. Eu acho que isso aí que você

trouxe, eu acho muito interessante. Eu estou todo nesse momento uma discussão nos comentários do vídeo do YouTube que eu fiz na live sobre Hexcrawl, que foi, que eu estava perguntando para mim sobre Hexcrawl. Eu, o Barcelar, que é o Rafael Barcelar, um camaradeiro da comunidade, ele estava discutindo comigo a diferença de jorno, de viagem e de exploração. Ele

estava botando ali quase como sinônimos. Na minha cabeça tem uma certa diferença para você trabalhar, por exemplo, você fala que no Senhor dos Anéis você vai sair do condado, você quer chegar lá no vulcão lá para dar cabo do anel. Isso é uma viagem porque você sai do ponto A para o ponto B. Você pode até ter percalços, pode se perder no caminho, mas você sabe onde você

quer chegar exatamente. Já exploração, um jogo que você vai tentar entender o que tem naquele terreno, você vai tentar buscar algo que você não sabe onde está exatamente. De certa forma, eu entendo que essas minúcias podem propor diferentes estruturas de jogo para você solucionar isso. Como é que vocês enxergam essa questão de viagem e

exploração? Com certeza, eu estava falando agora da doada desse vídeo de edição, e do jeito que a gente jogava a terceira edição, que é o jogo mais tradicional que a gente jogava perto, era assim que se fazia viagem. Eu não lembro, eu não lembro, ainda em 20 e tantos anos já, e antes de entrar na OECR, eu não lembro de em algum dia, a gente já falou como sair desse estado. Durante

uma viagem em jogo de RPG. As viagens eram extremamente abstraídas, elas demoravam dias, semanas, meses, e elas eram uma peticinha. Eu review os anéis recentes, curiosamente, a trilogia. E, cara, tem umas coisas assim, no filme, pelo menos, eu não sei nos livros, mas que me lembrou

muito a gente jogando, assim, os detalhes. Tem uma hora que os hobbits são capturados pelos orques, e o Aragorn fala assim, vamos abandonar todos os equipamentos noessenciais, se a gente precisa viajar leve, senão a gente não vai conseguir alcançar eles que já pegaram distância. Eu

falei, caramba, olha só, o lance do peso, e tal. E há vários momentos que eles decidem não lutar, porque no caso do ambiente, eles falem, a gente está em canto aberto, a gente vai perder, a melhor é de se esconder. E eles decidiram as coisas

ali, no caso do ambiente. Então, é, você vê que, mesmo nesse tipo de fantasia que é mais pereroica, né, que tem um certo sentido, não tanto, mas tem ali um teus pereroico, eles ainda estão se preocupando com alguns elementos de peniso, de quando falta comida, nós temos que reabastecer para

a cidade, tá interessante. Mas eu acho que tem uma diferença essencial, assim, respondendo aí no Balbi, né, porque quando você está fazendo um rex scroll do jeito que a gente tem jogado aí nessas mesas, você não está tão

interessado de um ponto específico. As vezes, sim, às vezes não, mas normalmente você está achando fudando ali naquela floresta nas vezes atrás de um boa, de uma expectativa, né, sim, mas é sobre mapear também os locais, é sobre encontrar oportunidade, enquanto se você, isso acontece também nos jogos que a gente joga, se você já tem uma rede de mapear e você quer ir na frasqueta, até o biculario

da Alameda, você vai fazer isso o mais rápido possível, você vai ignorar os elementos de terreno, né, você não vai explorar o caminho, o caminho, eles

estão no obstáculo. Quando você está explorando, não, você vai chegar no local e você vai dar zoom aqui, perguntar para o mestre, cara, o que eu consigo ver, eu vou subir uma árvore, eu consigo ver a agumentada de caverna e tal, então, de fato, assim, no jogo, se imprime com duas experiências muito diferentes, uma que você encara o terreno como um percurso, um desafio de percurso e outra, quando

você encara o terreno como um ponto de interesse mesmo, né, não conta, acho que é um termo ruim, porque você não está olhando para a ponta, mas como uma região de interesse, né, então que

tem uma diferença fundamental. Mas até a coisa interessante que eu disse, falou na lave, né, Bob, talvez a X -Fall não seja a melhor coisa para a viagem, mas eu acho que de certa forma pode ser que funcione também, né, porque até no filme, Edsios Anais, você vê que tem momentos que eles tomam decisões de caminho, que eles falam assim, olha, a gente, né, melhor a gente ir por

aqui, porque se a gente passar na floresta tal, tem tais criaturas, porque a gente vai falar porque o terreno aqui não é muito legal, é melhor a gente circundar pela cidade e tal, você vê que eles estão tomando decisões de percurso baseado em terreno, talvez uma viagem isso funcione, mas eu também não sei, porque às vezes se for fazer um jogo de jornada que é muito longa, se você for abrir muito,

para muitas opções de terreno, né, como vai ser maluco essa prepa, né, então não sei, melhor ser para um ponto de promessa se for você, então é,

fazer só jornada, né. É, tem uma coisa interessante disso, que a gente pensar que beleza, a gente tá fazendo um rex scroll, então se você tá indo de tipo, do ponto A ou ponto B, e por esse caminho você vai passar, no teu caminho você vai passar por 4 rex ou 6 rex ou 12 rex, o fato é que você tá entendendo o rex com uma medida de espaço entre o ponto A e o ponto B, né, a abstração serve pra isso,

nesse ponto do hexágono, só que quando você tá em exploração, o hexágono vai servir por outra coisa, não servemos pra medir o espaço entre o ponto A e o ponto B, mas pra te permitir, né, como o mestre aproveitar essa divisão do espaço, justamente pra entender o que tem nesse espaço de, é delimitado pelo hexágono, onde eles estão, chafordando, né, então são duas estruturas diferentes, eu sei que é

tranquilo porque o hex scroll, quando você utiliza o hex scroll, ele permite que você faça as duas coisas, tanto uma viagem do ponto A ou ponto B, quanto um mergulho dentro daquele hexágono, a partir dos dados que você tem dele, separados daquela forma, naquela malha, já o point scroll, né, é por isso que você tem que usar um point scroll que quer, o voo do ponto A ou ponto B, mas você pode passar por outros

pontos, pelo caminho, por exemplo, você pode refazer seu caminho, o fato é que quando você pode dessa estrutura de pontos, aí você tem os problemas que costumam acontecer, né, já o hex scroll, esses problemas acontecem pelo tempo que você leva atravessando, ou pelo espaço que você está levando, enfim, são gatilhos diferentes e estruturas diferentes, né, ou o path scroll, por exemplo, você

vai seguir, escolher o caminho que você vai fazer, né, por do ponto A e ponto B, mas se você sair do caminho, aí tem os problemas normalmente assim que funciona, então e os problemas associados a cada caminho que você escolhe, mas o fato é que são estruturas de formas diferentes de estruturar às vezes a mesma coisa, e se o jogo é mais prominente em viagem, talvez faça um sentido você adotar uma

estrutura que facilite justamente essa viagem, em vez da exploração, né, o hex scroll talvez seja mais versátil, não sei, mas todos eles comportam uma exploração de mundo aberto, né, mas que são uma coisa interessante com minúceis. Eu acho que é uma diferença de abordagem qualitativa com abordagem quantitativa, você pode usar o hex pra medir distância, e praticamente é pra isso que ele tá lá.

Você coloca a malha de hex pra você conseguir medir distâncias, teóricamente. Isso é aquilo que acontece, é uma cultura de jogo, o DT que vai construir principalmente o outro, vai construir ferramentas pra transformar isso em uma possível abordagem qualitativa, em vez de quantitativa, não é mais

pra dizer só que distância, é pra jogar o espaço. O espaço não é medir distância, o espaço é tipo dentro desse hex a gente tem tal bioma, tal bioma é tal tabela de encontro, cada hex vai ter um fit, provavelmente os hex vão ter ou não por fit, pode ser um hex de transição ou não, então, você tá usando isso com um umidade de medida pra jogar por cima, então só pra medir. Não é só medir distância, se

você só medir, faz o point crawl. Sim, e tem uma coisa curiosa tudo isso, pensando aqui, né, que por exemplo aí, tem vários jeitos de jogar hex crawl, tem o hex crawl mecanizado como vocês já falaram aí, existe alguns jeitos de jogar que você meio que coloca o mapa na frente dos jogadores, os jogadores escolhem, a gente vai sair desse hex agon aqui pra ir pra aquele hex agon ali, agora pra esse

outro hex agon aqui, eles fazem um hex crawl olhando o mapa e tipo, ativando os gatinhos mecânicos ali de, ah, agora você passou do hex tal pro hex tal, rola um enquanto ele é tolha, né, esse tipo de coisa.

Quando a gente tá propondo o hex crawl que a gente usa de joy of fantasy, enfim, de forma geral, o que a gente tá propondo ali, a gente tá propondo um hex agon que o jogador não enxerga, mas que ele serve de estrutura pro mestre, propor um desafio, né, então o jogador ele não engaja com a estrutura de hex crawl diretamente, né, ele engaja somente com a experiência de jogo através do olho do

personagem quem engaja com o hex crawl em si, com a ferramenta de hex crawl mestre, propondo essa interação, né, então são duas visões também que trazem engajamentos diferentes com a abstração do hex agon, né, do tipo de espaço pro hex agon.

Acho que uma coisa interessante é isso assim, às vezes a gente acha que é uma questão de, é, de escolher o jogo, qual que fosse escudo do mestre mas não é a mesma, a gente tá fazendo a gente tá tirando da vista do jogador uma coisa que inclusive ele a engajar com um de forma mecânica, se ele tivesse acesso ao hex, ao mapa de hex ele provavelmente ia engajar com um de forma

mecânica, ah, então eu vou passar desse hex pra isso que tá falando e aí eu vou rolar um encontro lá, se a gente sair eu já sei quanto encontro eu vou rolar, e isso é distanciado a ficção, a gente esconde a amada de hex pra que a pessoa consiga engajar direto pra competição com o olho do personagem, né, que você disse inclusive eu fiz um experimento no domingo, no início do ancestral é o que, eu ponho um mapa de

hex, eu escrevi o Icaro escreveu embaixo, olha esse mapa pros mestres, os nossos pros jogadores, mas eu coloco um mapa de eget, um íntep dentro da ficção não sei se um mapa de um aventureiro, né um mapa de um medecinho bar do que veio pra dar mapear e tudo e aquele mapa tem erros, tem principalmente de proporções não vai ser uma ferramenta ideal de fazer metidas, mas é uma ferramenta cognitiva, pra o

cara entender que ah, então depois da montanha tem um lá sem eu precisar fazer isso com toneladas, toneladas de texto senão ele vai ter que aprender isso com a NPC isso vai comer horas e horas de diálogo, de diálogo e assim, isso é um próprio, mas é um próprio eu acho que interessante, porque a questão não é esconder o mapa, a questão é esconder o hex, é bem específico a questão não é esconder o

mapa a questão é esconder a mecânica que anima o mapa do mundo porque se a gente sabe como funciona a mecânica a gente engaja com a mecânica uma coisa interessante que eu sempre tem uma dúvida recorrente o bóbi já deve ter respondido essa dúvida milhares de vez é pô, mas como é que eu vou jogar hex cross se eu não tiver uma mecânica de se perder e eu sempre respondo pro cara assim cara, se o cara entrar na

masmorra e na hora que ele tá tentando sair ele esqueceu se ele tem que virar pra direita ou pra esquerda, tudo rolando um dado de se perder ele fala não, cara, se ele esqueceu ele vai se ferrar, ele vai se perder, mas não cara, é exatamente a mesma coisa, cara assim, como é que você faz na mamôce fala pra ele, olha, na sua frente você tá vendo uma bifurcação pra esquerda, pra direita pra onde você vai

no hex cross que a gente tá propondo, né, que na verdade que o ódio da frente, essa visão da hora da frente isso que é muito importante pra estruturar isso que o bóbi vem construindo mas que tem resgate, tal é isso assim, cara, pra onde é que você vai você tá vendo na sua frente um morro um rio que tá cruzando, entrando em uma floresta pra onde você vai, né acho que é muito isso, então assim pra mim,

hoje, a experiência não só de hex cross, mas a experiência de cross, ela perpassa muito que você vê o ambiente em primeira pessoa não sei se esse é o melhor termo mas perpassa muito por isso, acho que até é mais fácil de entender isso pra quem joga o disco que o dungeon cross, ele funciona melhor sem mapa sem mapa aberto, né, ele funciona melhor como um mapa sendo descoberto e mapeado pelo

jogador e assim, o hex cross também funciona melhor assim, né, se você está interessado na parte pro na parte do descobrimento na parte do mapeamento, na parte do mar, o ambiente, ele funciona melhor então acho que é uma analogia que funciona que às vezes eu percebo que explicando isso pra as pessoas dá uma destravada na cabeça o cara fala, não beleza, agora eu entendi então realmente não precisa de uma mecânica pra

se perder o cara vai se perder porque ele não lembra se ele virou pra direita ou pra esquerda no pé da montanha e ele precisa tomar essa decisão olhando pra montanha assim como quando ele se pede na masmua ele precisa tomar essa decisão e qual corredor da masmorra ele vira e aí muita similaridade acontece, né, tipo na masmorra, às vezes o cara pega um giz e risca a parede da masmorra,

no hex cross muitas vezes a gente pega uma daga e risca o trompo do mavo, né, como uma bandeira é, bota uma bandeira é bem pra ir assim que eu vejo então, esse lance do mapeamento eu acho que não é sobre esconder o mapa é sobre fazer parte do desafio de dominar o ambiente, assim, como faz parte normalmente do dango e isso não é uma coisa interessante, né, às vezes eu vejo o pessoal falando

assim ah, mas, é, o mapa de hex tem que ser aberto cara, que jogo você tá jogando é o Globixiz, dá uma lida lá, cara lá já fala, né, no capítulo de aventuras em Hemos, lá já fala isso, né e o mapa é uma ferramenta do Mestre e que, inclusive ele fala que é interessante ter uma pessoa no grupo responsável com o mapeamento, né, pra personagens não se percam, então isso já tá lá na raiz do Rob, acho que foi

esquecido em algum momento e esse resgate é muito interessante, que acho que é uma das coisas principais pra você ter essa experiência profunda que é a experiência de você descobrir o hex a partir do momento, né o hex não, não, os erros, o apaixonamento que você viaja por eles, né que você explore e tal né, tem uma coisa importante dentro disso que vocês estão falando aí que é justamente

gestão da verdade né, porque se você fala aqui está o mapa e você coloca o mapa ali com o hexagons inclusive e divida isso pro jogadores o que você tá dando é o mapa do que é de verdade aquele ambiente, né ele é aquilo, que ela passa a ser a interface de mundo real deles né, então tipo você botou ali o mapa de Forgotten Realms né, de Fire 1 eles estão olhando aquele mapa, aquilo é a verdade com que todos estão

trabalhando agora, quando você tá descrevendo os jogadores mapeiam aquele mapa que eles estão fazendo não se lembra de verdade, como Gui falou do mapa do do Penínsulo Ancestral é o mapa que eles estão fazendo, que vai ter encorreições se outras pessoas visarem mapas, vão ser mapas diferentes entre si ainda que eles permitam uma localização mas o fato é que os jogadores não estão engajando com uma

visão de cima uma visão imaginada do que é verdade, como se houvesse uma foto de satellite formando a gente exatamente dos espaços que estão sendo explorados né, e aí nesse ponto a gente não tá entregando pro jogador uma visualização do que é real do que é verdade, mas sim a experiência que eles estão tendo da verdade daquele mundo, né e aí nesse ponto eu lembro de uma mesa do Coby que ele tava mistrando

do mito de Atlântida uma que foi extremada até e aí a jogadora vira e fala assim pra mim, mas deixa eu me localizar melhor se você estiver vendo um mapa de cima, desenha pra mim e aí o Coby falou calma aí, calma aí eu vou descrever o que você tá vendo né, porque se ela quiser ver de cima você me explica aí, você vai levantar um drone você vai subir em algum lugar muito alto como é que você vai criar essa

visualização de cima que você tá esperando, não é como um videogame que você aperta um botão de mapa e aparece ali o mapa geral da realidade então isso é uma dinâmica muito diferente né, quando você abre o mapa você pensar as explorações né, quando os caras chegam aqui do Brasil mesmo, você vai ver os diários de exploração são diários que eles são diários do pode te ouvir do explorador né, seguimos

o rio no seu que coer no sopro direito no sobro direito no sentido do do do da correnteza, por 4 dias encontrando essa planta aquele lugar, uma montanha assim eles não fazem mapa é, precisa de uma quantidade de informação gigantesca pra extrair o mapa assim quando eles estavam fazendo as primeiras explorações eles não conseguiam informação suficiente pra fazer esse mapa assim eu acho que é

muito recente na escala de um estrelete que é possível mesmo, né Gui acho que até um pouco atrás a coisa não rolava, né eu acho que sim que é isso, né, não é igual a essa inscritica que você entra no espírito o espírito invade o espírito o corpo da águia coisa nada a ver do que essa inscritica que você vê literalmente pelo olho da águia isso é difícil isso é inquiável, aí você pode desistir essa magia né é

isso que eu vou falar complementar porque é legal você pensar que cara beleza, você quer uma visão de cima dessa área da floresta beleza, você busca aí você não ouviu falar que tem a vassoura da bruxa que voa pergunta pra ela, ou vai lá e tenta se pega emprestado a vassoura ou tenta ver com aquele margo que olha pelo olho do falcão e pede uma dica pra ele ou tenta de repente subir na montanha

mais alta pra você mapear a região então isso tudo vira uma tipo não é que, você tá sendo cricri, libera logo essa informação não é essa informação, ela deve ser com estada né e isso cria agência né, isso cria um tapé de jogo seria assim o cara falar assim pro libera logo que tem do outro lado da porta da vassoura, não cara, você tem que abrir a porta pra olhar, pelo amor de Deus mas o jogo tá aí o jogo

tá aí você abrir a porta não vou te entregar, o que tem dentro da porta eu gostei, eu vou começar eu vou começar a utilizar essas asorias do Icaro aí cara, de levar sempre pro Dungeon Crop, que resolve né cara tipo, é uma boa analogia total agora o seguinte gente agora vamos caí, eu acho que num momento que a gente convergiu de verdade né, assim as nossas três experiências que a minha,

do Guia, do Icaro a gente convergiu em Bergoten né, e teve um momento ali que foi o workshop de Bergoten que eu acho que foi muito formador pra nós três porque pra mim também foi o mais que eu tivesse ali que eu não mostrar o que aconteceu o que a gente fazia em Bergoten eu atendi muito naquilo ali também como é que foi pra vocês esse momento da gente

falar, gente? Temos uma campanha aberta queremos que mais gente conheça como a gente faz por trás dos panos, né, que vocês eram jogadores lá de que aí a gente construiu um mundozinho a parte paralelo organizou do jeito que a gente organiza Bergoten lá no Nochon, e botou pra galera pra gente fazer dinâmicas, então cada um mestrou um pouquinho ali dentro e experimentou como é que a gente fazia como

é que foi isso pra vocês, cara como é que eu começo a falar do Guia? como é que foi pra você esse

rolê? quando eu entrei em Bergoten eu fiquei com algumas questões assim é que era isso né, entrei e comecei a jogar e falei assim, não era isso, isso aqui que eu tava querendo quando eu tava tentando investigar ex -col e tentando encontrar um jeito de fazer uma exploração que o jogo acontecesse nesse âmbito qualitativo o viagem, mais exploração né e aí sempre fiquei pensando né, cara

que trabalho que deu pra encontrar finalmente isso tá deus materiais e eu fui procurar, ai procurar ai meu, tá bom, você se encerra agora tá saindo do domingo que é um material que tem esse nível de detalhamento de infinidade desviva e se os invergou tem um outro muito bom que é o ofs o ofs on the coast é doido é um negócio meio punk rock, é só texto cenário, tem diagramação é o texto nôrg, tem

diagramação não tem mágica, tem nada é ploco de notas é um negócio punk rock você passa você mesmo sem recursos nele que é bom é um bom material também mas assim, a descrição de um rex é um paráquio tem cinco rex e uma tarde na quarta é uma quantidade de muito lacunárnia, lacunárnia um pouco demais assim, quando eu fui jogar pergoto eu me toquei, da falta que esses materiais fazem é uma coisa que eu reparo porque

assim a gente tá indo pro WhatsApp e aí a gente pergunta bom material pra rex troll e o pessoal vai mostrar o que vai mandar pra ele, ah esse livro que ensina a fazer rex é bem isso que o cara tá pedindo ah, tem esse livro aqui que tem tabelas e mais tabelas pra você sortear as águas é isso que o cara tá pedindo é assim, eu quero um eu quero ver rex tal, montado eu quero ver, eu quero ver e funciona e

assim, eu acho que a oficina de rex -call foi isso só, esse é o rex -call montado é assim que ele funciona cada um vai jogar um pouco, vai misturar um pouquinho nessa pelamenta pra ver como é que é como é que é o test drive, como é que é o carro dando eu acho que isso foi divisor de água pra mim, porque o que que acontece eu ficava pensando, essa falha eu sentia as multiplicações eu sentia que

faltava esse tipo de material um material que qual domingo que vai ser agora, que é um material que tem os rex tem os rex descritos tem a, é isso aqui que você vai encontrar se você for do sul saindo da cidade do Oceano tá aqui, esse é o feature é assim que ele funciona esse negócio vender a prep, né vender a prep o build camp do menúdio, ele tá vendendo a prep de um cenário inteiro sim ele não tá

vendendo mecanismos e ferramentas pra você fazer o seu próprio no sentido de mecânico porque essa é a questão brossa dos materiais que eles oferecem aqui é o jeito de se fazer o seu próprio olha esses dados, nessas tabelas e lá lá, isso não é legal corta o corpo de atividade, às vezes ajuda as vezes a prepara isso tem 30 opções, se ela tem enfim, a imaginação um nosso assim pergota e foi de visor de

água porque me fez entender que, olha é uma demanda que existe né não é IPG do Brasil é, porque aquilo Brasil a gente tem muita dificuldade pro nosso material em inglês e pro nosso pessoal não falam em inglês é mais que o sistema da, nos últimos anos as pessoas continuam não sabendo falar em elas não terem obrigação porque a gente não tem obrigação de falar a língua do corvisador é, muito incrível

é, muito obrigada e... eu senti que a gente precisava ser feito e aí o que acontece, eu senti que por exemplo, eu cheguei a conversar com vocês tipo, o que vocês vão lançar pergota mas eu pensei, se lança pergota tem que parar de jogar tem que parar de jogar, mas tem que matar a campanha e assim, não só

isso né tipo é... é... pergota em que ano? antes de começar, depois de ter começado em que momentos específico que eles começaram é, o cenário eles estaram a vir pra partir do mais sugesto do lugar então assim, ia ter que escolher um momento no tempo não ia ser o ideal, eu fiquei pensando se fosse fazer esse material, talvez se fosse um ideal fazer uma tela de luzera né e logo em si, logo em si

tudo mesmo, o ícaro colocou a pista Sim é, pra mim cara, sim é, só um comentário sobre o Dome World que eu acho que é um material legal de Hexcrawl de referência apesar de que se você pegar o livro do Dome World os exemplos vão te levar pra outro caminho completamente diferente do que a gente joga eu acho que o material é bom as mecânicas até que são ok, dá pra jogar o estilo que

a gente tá buscando com o material de Dome World mas quando você pega o exemplo de jogo vai virar uma sequência de volagens assim né ele mecaniza né e muito abstrato ainda que você pode estar zoom e tal mas o material de fato é muito bom assim, eu acho que quem quiser pegar o livro de campanha muito legal tem bastante detalhe dá bastante informação mas sobre o workshop pra mim foi legal porque eu já tava com mais

de 20 sessões de bergotas que é bastante coisa né pra RPG assim já tinha entendido bem como jogar Hexcrawl mas eu tinha muita dúvida de como mestrar Hexcrawl porque de fato tem essa simetria de papéis muito forte é um papel muito diferente porque como o Balbi bem falou aí, só o mestre sabe que tem o mapa os jogadores tem os seus próprios mapas que tem outra função, que é uma função de se encontrar no

mundo, quanto o mapa do mestre tem a função de estruturar o mundo então foi legal por conta disso e eu tinha essas dúvidas, então você vai percebendo a mestragem você vai absorvendo e você vai imaginando então eu acho que se ele tá mestrando desse jeito, ele deve ter tais informações anotadas lá mas quando eu vi o o grande do workshop pra mim foi ver o outro lado foi ver o lado do mestre e

receber isso pronto então o legal do workshop foi o Balbi, o Cobb e eu acho que talvez o João não sei, mas quem tá envolvido com a preparação do workshop entregou pra gente um mini cenário um Rex Flower lá, acho que 9 Rex alguma coisa assim, pronto e tá aí, vocês escolhem mestram um pedaço que vocês quiserem e tá aqui um manual resumido do estilo o manual, acho que a gente já tinha muita coisa na

cabeça de forma natural, porque a gente tava jogando bastante mas a prévia ali que foi passada foi muito legal, porque você vê que beleza, essa é a informação que eu preciso e é como eu organizo essa informação de uma forma funcional que tem um ponto de corte ali, que eu tenho informação suficiente pra mestrar mas não é tanta informação que eu vou me perder que é uma coisa importante na mestragem de vários jogos

que você saber esse ponto do quanto informação você precisa pro negócio ser funcional mas também ser viável eu acho que o jeito que vocês trouxeram Rex Croll, ele tem um ponto muito bom entre essas duas coisas ainda precisando do nível de prep ao mesmo tempo é muito funcional então pra mim foi muito formador eu gosto mais de mestrado que jogar eu tirei um tempo de mestragem quando eu entrei nessa

experiência de mesa aberta, joguei bastante biagoto joguei outras mesas também que são de Rex Croll que tem propostas similares de gente que foi muito influenciada por Fantaes como Bernardo, Adolfo Borg o art que apesar de não ser Rex Croll você vê claras influências de oil fantasy de café todas essas mesas partem de uma ideia de uma exploração mais em primeira pessoa, mais ficcional pesada e tal e o

que era esse material falando desse workshop o

que era esse material? era esse pedacinho de mapa com alguns Rex e aí tinha lá uma tabela, se abriu o Rex e tava lá uma breve descrição esse Rex, a floresta o tal, cartazes carteirísticas alguns rumores que os personagens poderiam ver sobre aquele local, um covio de uma criatura falando, ó, isso aqui tá do ponto tal do Rex e assim com um nível de habistração bom o suficiente pra você dar antecipação de

como encontrar aquilo mas sem uma quantidade absurda de geolocalização e uma tabela de controle atório, um tesourinho ali rodar, rolando algum alimpo de vegetação, bioma fauna e você consegue a partir daquilo pegar e jogar então assim, pra mim foi muito interessante saber que eu acho que é uma coisa que falta muito, que acho que a situação carentes, é de estrutura funcional pra fazer um negócio funcionar

tá ligado? fazer um negócio em mesa ser viável, né? porque se fala muito de Rex Kroll no mundo da fora aí uma coisa muito aberta que o cara escuta, ele fala assim tá, mas eu ainda não sei como fazer isso tá ligado? e o cara leu o livro e falou eu ainda não entendi,

ainda me falta sabe pegar o negócio? achei esse material muito bom pra pegar e falar assim, beleza eu entendi, a partir disso aqui eu consigo mestrar, obviamente que eu vou ter minha coragem aprendizada mas é o mínimo que eu preciso pra conseguir

mestrar, né? e eu acho que estrutura é muito importante, eu vou puxar pra ele foi esse momento, pra mim foi muito importante pra ele também tomar coragem e falar assim cara, eu quero voltar a mestrar porque é o que eu gosto mais e agora eu já tenho essa estrutura, eu já tenho ser aprendizado, eu vou abrir uma mesa e vou começar a experimentar o outro lado foi muito formador assim, cara mas eu

também acho que a experiência do workshop também foi muito formadora porque a gente tinha jogado bastante, acho que é importante também isso hum hum acho que é a quantidade correta de informação, é importante se alentar, afizar a repetir, a quantidade correta de informação, a quantidade de a quantidade atuada porque essa é uma questão é, os dois exemplos que eu dei de bons reks cross links

são o o OVS informação de menos, é lá pra lá de Marx assim, eu fiquei lendo o OVS e eu pensava assim, porra, mas se tiver que me estar isso aqui, eu vou ter que alentar a cidade inteira, de improviso na hora que os caras entraram nesse reks inteira, tudo tudo, só tá dizendo assim cidade não sei o que de pescadores porra, e é um pouco demais você não queria ser o desafio, né, ali que estaria a carne do

jogo, né o jogo vai acontecer ali dentro, mano não dá pra ser só uma frase do outro lado, como em Moodie, as vezes você pega umas páginas de 3x4 com reks só que tem cinco coisas dentro claro, mas no vento você fala não, pera aí é coisa demais são 600 páginas de livro de campanha 400 são de reks você vai ter que ler tudo isso é demais, é muito então a primeira questão aí que eu fiquei repetindo e

repetindo e repetindo perguntando em um monte de lugar, todo lugar que tá me perguntando qual o tamanho do ponto uma campanha de reks, quantos ex e aí a gente foi fazendo as contas e eu cheguei ao valor, eu acho que uma ponta mãe de campanha de reks são 40, 70 reks mais do que isso de 6 milhens, ou de 6 milhens só tem um que é 6 milhens só tem um que é 6 milhens só tem um que é 6

milhens podem te falar o contrário, mas tá errado todos já ouviram as lendas do norte mas ninguém sabe o certo que tem lá maldições, criaturas terríveis tesouros mágicos e queiras esquecidas, é o que as histórias contam, depois da grande muralha nas tavernas dizem que a companhia dos biutres se instalam nos limites do mundo e a gente tá financiando aventureiros pra explorar essa terra maldita

já vai fazer um ano a malakias que muito espartiram para o norte deixando valetim e viajando 7 dias por esses anos bom, um raiado sol eu também tô partindo, eu cansei dessa vida de merda meu amigo mas então malakias me fala você vai vir também ou vai passar o resto dessa tua vida patética batendo carteiras eu não sei você mas eu quero morrer rico meu amigo fala galera do café aqui é o hícaro e eu

queria fazer um convite para vocês, Filhos Terra é uma mesa de Hexcrawl que usa o cave in hex, esperado no bestia de 81 que todo mundo ama e é uma campanha que acontece no estilo mesaberto o que se enfriar qualquer um pode colar, jogar com a gente são sessões ebsódicas quem pode jogar no dia a gente monta um time e esse time sai para explorar então queria fazer esse convite para vocês virem explorar

esses hermos malditos descobrir os segredos de cartelos abandonados atravessar espelhos mágicos encarar as brumas prateadas tomar o chá da minha estrela e vir buscar esses tesouros que foram esquecidos pelo tempo, enfim is terra essa mesa também galera usa o estilo de jogo oil fantasy que quem é ouvinte do café tá ligado que eu sei então espero vocês lá e valeu balbi eu não sei se isso

é uma boa ideia relaxa, eu vou ser divertido todos dois vamos juntos uma coisa que eu acho interessante disso aí que vocês trouxeram e concordo com vocês que vocês falaram isso sobre a abstração da coisa a estrutura que é necessária é que é difícil você explicar como fazer o hex crawl e como estruturar o hex crawl e como fazer isso funcionar é muito difícil e aí você tem um graal, uma corrida atrás do

hex crawl perfeito que eu obviamente eu tenho e eu vejo que muita gente lá fora tem o autor do domain wood o Justin, Alexander, Pokfôner o principal referência eu sinto que a gente precisa muito e atrás desse funcionamento mas aí essa busca visto a gente lá fora que tem essa tendência eles tentam resolver isso com um aspecto de game design e com a mecânica muito claro qual a forma mais fácil

que você tem para garantir uma experiência com a mecânica quando você cria a mecânica fica mais fácil até de explicar como forbidenland fez, ele fez bem isso ele construiu um jeito de jogar o hex crawl você faz o hex crawl só que ele é extremamente mecânico ele é mecanizado pra caramba então é isso, ele resolve o hex crawl ele tira algumas possibilidades interessantes do hex crawl que a gente

tem de um mergulho e entra hex no terreno fica um pouco mais difícil fazer isso uma coisa que, enfim, se você deixar se levar pelo fluxo do jogo acaba sendo um flanar de hexágono por hexágono não necessariamente pelo terreno e buscar fazer uma explicação do jogo sem recorrer as facilidades que a mecânica as mecânicas trazem pra gente mas permitindo justamente abordar as minúcias do espaço

dinâmico de jogo, que é onde os jogadores vão tomar as decisões a construção e o enriquecimento desse espaço dinâmico é justamente onde eu tinha o meu maior desafio pra esse workshop, foi a primeira vez que eu falei, eu preciso escrever um pequeno manual em PDF pra eu passar pra galera de como eu faço isso aqui e isso é muito difícil isso é muito complicado,

tanto que aquela não é versão final, né? Eu já mudei algumas coisas em cima daquilo o jeito de dividir o hexágono em fatias eu usei a Quirolida um jeito que eu acho que eu tenho que usar menos hoje em dia que na verdade não refletia o jeito que eu usava real ali então acho que tem coisas ali que você vai construindo e que você aprende conforme você tenta explicar como acontece isso, então pra

mim foi aprendizado muito interessante até por ver vocês utilizando essa fórmula, né? essas ferramentas do jeito que eu coloquei ali e eu vei inclusive onde é que eu potencialmente tinha errado a respeito disso, ou do que potencialmente uma forma

que não condiz com o jeito que eu fazia, sabe? e é uma coisa muito difícil e complicada de fazer, então pra mim foi muito importante e aprendizado eu posso dizer que o hex, o meu hex crawl também evoluiu a partir das pensas que você tiveram no workshop sabe? como experimentadores da coisa vocês meio que estressaram a fórmula que eu propus,

né? isso é muito interessante, e aí isso leva a minha próxima pergunta vocês têm aí o península ancestral certamente isso vem da experiência pessoal que você tiveram a partir dos experimentos do hex crawl e dos estudos hex crawl e por mais que a gente tenha confluído em bergotas, a gente conflua em bergotas a gente discuta e nesse momento se a gente junta a experiência e tal a gente

tem momentos também que a gente discorda e em que a gente sente diferentes experiências eu quero saber o seguinte vocês desenvolveram propostas pessoais visões pessoais de hex crawl pra chegar tanto no fim de terra que o Ica do Mestre que é uma campanha perto dele quanto o trabalho que vocês fizerem em conjunto aí com o península ancestral o que que vocês sentiram que é contribuição de vocês com o

hex crawl com a visão pessoal de hex crawl com a proposta de vocês cara, uma coisa pra ver assim que eu acho que dá pra falar pra mim o que eu trouxe muito forte do workshop de bergot foi um entendimento que eu acho que é importante passar pras pessoas quando a gente está estruturando o hex que é o seguinte quais são os elementos de terreno que são importantes você ter em mente né e como essas coisas se relacionam

com capacidade dos personagens explorar isso né acho que isso é um ponto chave assim né então hoje eu acho que o Kives traz uma solução muito boa pra isso que é pensar beleza, a gente tem um hex aqui que é uma floresta quais são as questões dessa floresta são importantes pra pra vocês jogar esse jogo é você definir ali escrito mesmo na sua prévia o que que é você pode escrever três coisas lá né aqui o

chan tem raízes que não permitem entrar de cavalo se entrar tem um risco do cavalo com se a pata a roça não entram aqui e mesmo humanos vão andar mais lento aqui do que andam no local bom, ok isso é um ponto floresta é fechada permite pouca iluminação, sem o acelho de tochas ou outra coisa isso também vai diminuir o ritmo né e tem muitas terres de aranha aqui nessa região que também é um potencial

de edição de ritmo o cara engaja com aquilo ali, você define categorias e tal, começa a brincar com isso e o legal de fazer assim é que uma vez que o personagem já sendo de uma tocha, ele talvez elimine essa questão da iluminação atrapalhar a exploração ao mesmo tempo que ele revela a sua posição pra inimigos, apesar de o cara decidir abrir uma picada talvez aquelas raízes não sejam mais um problema mais do

que ele toca fogo nas teias aquilo passa a não ser um problema e o jogo ele vai acontecendo por aí você ter esse elemento de terreno bem definido e você permitir que as pessoas interagem com isso, então isso pra mim foi muito importante, eu acho que essa é o segredo de você estruturar um Reckis que permite o crawl, que o cara começa a resolver as questões de exploração ou não, ele fala assim, eu

vou assumir esse risco das raízes e tudo bem eu não vou fazer a picada porque eu não tenho recurso pra isso agora e eu quero continuar a exploração eu já assumi essa agência na interação com o terreno, acho que isso é muito importante ao mesmo tempo a minha visão pessoal assim, que talvez essa distância do que eu vi no workshop é que hoje eu me apoio menos em texto e eu me apoio mais no mapa, então

meu mapa ele é mais detalhado do que o que vocês propõem sentido que eu tenho figuras internas dentro do mapa que eu não preparo cada uma delas então é como se fosse uma estrutura de subrecks mais visual, mas que eu consigo ver ali dentro eu vou normalmente, não sei como as pessoas fazem eu vou com, abre no pente mesmo o mapa real, o mapa de Recks a galera vai falando, eu vou pra lá, vou pra lá

vou estando o caminho, opa, aqui eles estão se aproximando no lago então eu sei que ali tem um lago e tal então eu me apoio muito no recurso visual então eu não tenho descrito na minha prática tanto detalhamento desse tipo de coisa eu tenho esses detalhamentos principais juntos, cara, de alguma coisa de fauna e fora tabela de control atório covio, perigos e tal e essas questões que eu

cometei são as características de terreno que influenciam no explorar, influenciam fortemente que reduzem ritmo de exploração mas eu tenho um apoio muito forte no visual eu achei mais fácil pra mim fazer isso, ter um mapa mais detalhado ter um mapa de Recks você pode ter um pouco detalhado que é uma figurinha pra cada Recks de para muita gente... eu preferi da trampa com ele que é muito similar de

você desenhar um mapa na mão você jogar uma maça de cima mais ou menos isso que eu fiz, eu desenhei um mapa na mão passei pro saltioguia maça de cima então assim, acho que a grande diferença pra mim e pro pessoal foi isso e eu percebi que tem uma confluência com o Península que o Gui fez, que ele também partiu desse lugar o Guilherme tem uma coisa que eu tenho que ficar repetindo pra influenciar

ele mais a fazer isso ele tava falando assim, bom, o mapa não é profissional eu falei, cara, os mapas são bonitos, são bons vamos botar isso no material é bonito, é bem feito, é legal e já é um cara que tá constituindo a sua fama, porque em Birgoten ele é reconhecido como o nosso mapeador oficial aí a maioria dos mapas foi o Gui que fez são lá pra muito bons então, é ele que é de desenhar um mapa,

como você imagina no mundo, e depois jogar a maça de cima né, e a partir disso você tem lá, o jogo tem essa confluência entre a minha necessidade de ter mais recurso visual pra mestrar, e o Península traz isso, ele traz um mapa desenrado à mão que é um mapa de ganda assim, de Hex ele é desenhado com a mão, com detalhes e tal e você vai bater o olho lá no Hex e você vai ver que a estrutura vai falar um

pouco mais disso provavelmente a estrutura é um Hex por página, ela é lacuna não tem tanto detalhamento pra você bater o olho no Hex você vai ver que tá posicionado o feature lá a fazenda está aqui, tem um X lá você tem uma descrição da fazenda e ele vai falar, as redores da fazenda tem plantações tem um rio que passa ao norte você olha lá no Hex, você tá vendo o rio você tá vendo a

fazenda, você tá vendo as mutações aquilo é o suficiente e aí, o que que é interessante tá marcado ali no material, que de fato vai ser o que o mestre vai se agarrar pra mestrar aquilo é, falar que ali tem um NPC que é um padre, que ele engana as pessoas que ele esconde um tesouro que tem uma bruxa que mora ali ela tem tais características que tem um covio de águias que pode ser perigosas então isso é

o que o mestre vai se agarrar pra partir desse mapa que é uma ferramenta importante ele consegue mestrar esse jogo eu acho que vai muito por aí, acho que tem essa confluência entre essa influência das mesas de oil fentes a gente chegar num estilo pessoal mais apoiado em mais um pouco detalhado pra gente chegar nesse nível de preparação e uma coisa que vem nisso, vocês vão ver e tem uma característica que

eu acho interessante falar em relação a terreno e é você não ter muito detalhamento de terreno rex a rex porque eu acho que também posta errado né, mas o Guilherme pode falar e é um plano alto mas você não tem tanta questão de terrenos difíceis de andar então mas não tem uma parte do material uma sema página que ele resume qual são as problemas de explorar a península ele vai falar de desazamentos,

trombas, d 'água e como isso se relaciona com o clima, então num dia chuvoso se torna um perigo explorar o plano alto porque tem desazamentos de terra, água e tal não sei o que e ele fala isso aqui atrapalha a exploração pode reduzir tantas categorias se os personagens não tiverem cuidado não tiverem bem preparados pra isso então ele vende esse encadeamento numa próxima edição que a gente for

trabalhar terrenos mais complexos a ideia é que também essas complexidades específicas de cada terreno, elas vão vir num rex então nessa edição está mais condensado num ponto do material que é mais geral são essas dificuldades de terreno e então nos rex, cada rex você vai ter os pontos -chave que você vai precisar pra me ensinar acho que é mais ou menos por aí assim que vem essa confluência de estilos até

chegar numa coisa mais pessoal mas claro, o península é um material que o Gui trouxe ele escreveu, olhou o autor eu dei meus hospitalos obviamente minha contribuição é maior na parte do projeto gráfico mas eu acho que tem uma conferência legal de estilos de como a gente enxerga a coisa de uma forma bem parecida assim né porque a gente jogou bastante junto, acho que a gente se encontrou também nesse

estilo de como se organizar o mundo de como imaginar esse estilo de jogo deu um bump aqui na internet,

voltamos todo mundo ok? aqui pra mim não dá boquinho o tempo todo ah não, então deve ter sido local que derroteu um bump mas acho que tá tudo certo maneiro, e Gui conta aí pro você cara, como é que foi pra a experiência pessoal, como diz a evolução do jogo pessoal que as experiências o que eu posso dizer que eu trouxe né, no sentido a partir dessa experiência foi a a vontade de compartilhar

o negócio porque assim é assim que a gente fica muito guichado no outro sentido perto da comunidade fora e eu ficava pensando como levar isso pra fora levar isso pra fora porque a gente vê o whatsapp que o pessoal tem até uma uma tinta de serviço fica zoando, olha o cliente, etc mas é porque o cara não tem não sabe, tem um manifesto mas assim, é isso né é na experiência que se aprende eu pensei como eu

posso fazer o material que seja de tinta e o whatsapp pra tentar botar pro pessoal como que é isso o proposto do rexcol perfeit cheguei à conclusão que essa é o mais perfeit que tá entre as outras opções, por exemplo, Arnold Keylonson, uma matemática lá xcal matemático isso é mais erra do que mefro é o Justi Alexander também é super sistemático mecânico, cista e tal com boas missões, né é muito micro

o Homem -Ut, também, ótimo talvez o melhor, vai ganhar todos os precios que existirem em BGC ano que para ser lasfado mas ele ainda é fetichista o Luke Keylonson por outro lado vai pro começo é ótimo, maravilhoso o Ovo Sepandekost, mas mano não dá parâmetro no outro o Nard mais, Nard mais encontramos um jeito legal precisando colocar parâmetro

como que eu pensei, bom vou fazer o que? Vou aproveitar que eu tenho que descrever quando eu fui bestrado, estou por lá, descrevi muito dessa vida e vou escrever, vou fazer um cenário que eu não ainda vou mestrei, talvez eu mestre, não sei eu vou dar para as pessoas mestrarem para me dar em FIB na uma dessas eles vão aprender na prática melhor de leite de aprender eu sou fulgar professor você pode dar 38

aulas teórica lá o cara na hora que ele entra no estágio e da frente a fazer o negócio, você estava dando 38 aulas, ele não tinha entendido ainda sim na hora que ele começa a fazer ele vai então

assim, o que eu quis? Eu quis começar por esse lado do mapa, porque eu tenho que ter nada mais tranquilo da finição em si é o planal do planal e aí eu estabeleço bem de uma forma clara tem saúde de vida, tem saúde de lões do cenário coloco um cenário que geograficamente faz tanto de nada a gente fica, por favor ainda assim eu quis fazer algumas coisas nos postes que eu li, colocar marcas mesmo,

regras de como aquela é um planal, teoricamente é um gravinho de extinta até coloco, parece muito cerrado é meio planíquice mas isso também quer dizer algumas coisas climático e desafio coloco, olha, tem estribas catastróficas tem, mas tem alguns outros estribas que vão causar problemas vão criar desafios se chover forte vocês vão correr isso e tomar uma enchente e relâmpago um badágua aqui no ovo interior a gente

chama como é que era o tempo de um rio que lançava aí, enfim, não vou lembrar mas é um termo específico da nossa que para a enchente está chovendo muito de forma um rio nas calçadas em tempos muito sécios, como todo serrado, com a risco de

incêndio, né? se o cara está andando com uma tocha e o cara começa, ele joga a tocha no chão e está andando de clima seco e tem uma chance grande de pegar fogo no serrado então isso também aparece lá na pênis de manifestar como possibilidade que é assim o que é isso? em vez de tentar explicar o que pode ser é virar e falar olha, toma aqui essa caixinha leva lá na cabeça

o que você acha? vê se você acha que é um bom jeito de jogar veja se você acha que é um rei que é legal é que eu fiz ainda fui mais longe, né? eu falei assim, bom, vou fazer de graça fazer de graça, porque agora é de que mais a gente tem acesso vamos fazer vamos distribuir online mais longe ainda não só vou fazer de graça, vou distribuir online vou fazer o melhor material que eu

puder assim, por que atrás do rei? por

que atrás do rei? porque eu não sei de empeio do serrado é tão bom que eu consigo fazer isso assim a questão é que assim é fazer com que o pessoal se apaixone que bonito, vou me extrais é assim que você ganha com o leite é o que eu falei, que pode estar bom o que eu escrevi, mas realmente faz muita diferença faz diferença é a ilustração e o design é o que vai chamar o pessoal pra pegar e ler, e usar

eu posso, porque eu escrevo eu sou uma pessoa muito autocrítica mas eu posso, porque eu reescrevo tantas

vezes até chegar com o pessoal que tá bom né? mas eu acho que o grande lance da Perinínsia Nacional, por isso que eu falei tem que colocar os três da carro não é meio grande lance, na verdade eu preciso usar de graça pra identidade visual dela é ainda mais que eu te acho é, ainda mais que eu tenha ajudado eu falei, vamos usar uma cor só eu acho que foi uma ideia nossa eu e o Icrix, conversando com a

gente vamos usar uma cor só, e aí o Geraldi falou, vocês estão usando sempre a mesma cor eu vou colocar, monocrométrica na capa vou colocar essa cor em todas as ilustrações que você acha, porra genial e as ideias que aparecem sem motivo brota na nossa cabeça assim, no fim das contas, o material final ficou tem uma identidade visual própria o Icrix, o outro dia o Guilherme vai conseguir convencer ao

Brasil de usar a cor nos materiais e aí dizem aí que ouvir falar que o Icrix fez esse trabalho lindo uma diagramação que pra ser boa ela precisa unir um IKNZ, uma coisa que é agradável olhar, ou seja, que a gente julgue em algum nível bonito mas também funcional a diagramação pra gente ter a impressão de que ela é legal ela tem esses dois componentes mas dizem aí que o Icrix fez isso tudo

nexel, cara não, conta aí esse processo aí fala aí pra gente ter a diagramação isso é uma coisa até que eu tenho uma certa ansiedade porque eu não tenho formação em uma art design assim eu sou engenheiro eu pesquisador, trabalho com números e eu comecei a brincar de diagramar eu queria fazer meus materiais fiz umas coisinhas pequenas a pessoa falou que eu estava bonito mas é muito intuitivo pra

mim a grande felicidade é ver pessoas, tipo o Balbi que é design, que tem formação que tem conhecimento que estudou e isso de verdade recebi um elogio do Gontige que é um cara foda que é um animal,

né? eu fiquei muito feliz assim porque é muito intuitivo e o Lassit não usar um software que não pode ter profissional de edição tipo um InDesign é porque boa parte do tempo eu estou com um computador que é na empresa que não posso instalar software então eu falo assim cara quando eu não estou em casa e tal como é que eu posso brincar com essa parada no meus horários livres e hoje

eu faço umas coisas na suíte do Google esse material foi todo diagramado em Google Slides que pra quem não sabe é o Power Point do Google só que ele roda no navegador tem muita gambiarra pra fazer funcionar mas funciona assim, o pessoal está achando bonito ao mesmo tempo uma coisa que a gente quis trazer com um elemento de produto eu vou tentar fazer um negócio mais interativo possível

então quase tudo que você clica naquele gpmf ele te leva pra um outro lugar então você consegue clicar no mapa ele leva pra página você consegue clicar um wa que um rex ele faz referência, outro rex você clica ele vai pro outro rex clica cara fala, olha, olha, o fã de um fã que clica vai lá pro manifesto vai tentar também fazer um negócio funcionar acho que a mistura de ser e funcionou bem assim mas é

um proponso muito intuitivo assim eu estou feliz com o feedback da parte visual eu estou feliz com o feedback da parte visual porque eu acho que casou com o lance do geral casou com o lance do geral é um cara muito foda nessa parte de ilustração do nosso dendo ilustrador do brasileiro a felicidade de poder estar fazendo um projeto do aparelho do aparelho fazendo um projeto gráfico do aparelho com um ilustrador

tão bom mais ou menos por aí

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