Emergindo com o Personagem #0091 - podcast episode cover

Emergindo com o Personagem #0091

Jun 19, 20251 hr 2 minSeason 2Ep. 91
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Partindo da natureza lacunar da ficção no RPG, Balbi analisa sob a lente da Lei da Mesa como são construidos os personagens, como isso acontece nas dinâmicas gerais de reivindicação ficcional e quais são os limites de criação para os jogadores.

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Agradecimentos

Obrigado aos pessoal que apoiou com incentivo, incluindo:

  • Denis Carvalo

Valeu demais ao pessoal do nível de apoio Comunidade, incluindo aí:

  • Gabriel Gomes Junger Lumbreras
  • Vitor Garcia Simões
  • Walter Luiz Lada da Silveira

Um salve especial pros assinantes nível Cafe Dojo, dentre eles:

  • Caio Palma Fernandes
  • Leonardo Paixão
  • Marcos Vinicios Ornelas
  • Rudolf Hellmuth
  • Vinícius Caldas

Um abraço aos membros do Treinamento Oilf:

  • Abilio Jr
  • Cesar Machado
  • Daniel aidar
  • Diego Sestito
  • Leo Gasparotto
  • Marcos Gonçalves
  • Pablo Rodrigues Lima

Imenso agradecimento aos membros do Cafe com Balbi

  • Thiago augusto

Transcript

Vocês encontram um abismo e ele não está parado. Ele se expande. A fenda entre um lado e o outro rapidamente aumenta lá do outro lado, brilhando todo o Tesouro do dragão que vocês acabaram de convencer a se desintegrar voluntariamente. Eu analiso essa fenda, mestre. É é muito grande pra pular. Se você sair correndo agora, pode ser que você consiga. A chance de cair é considerável, mas você já pulou essa distância antes na vida? Se você parar para analisar, eu te dou a porcentagem de dado

exata da sua falha. Mas como a fenda não para de abrir mais e mais, então a dificuldade aumenta quanto mais você hesita. Aliás, anotei aqui, qual a sua chance? Nesse papelzinho e eu dobrei, se você pular agora, eu abro o papelzinho e mostro para você a sua chance. E aí você rola. Porém, se você parar para analisar, eu te digo a chance exata de você cair e você vai saber exatamente qual é. Mas ela vai ser maior do que tá anotado no meu papel. Vamos, vamos logo. Não vou pensar muito não.

Mas seguinte, mestre, antes de você anotar aí no papelzinho. Eu queria dizer que o meu elfo, ele é o melhor saltador do mundo. Ninguém no mundo salta melhor do que ele. Ele salta tão longe, mas tão longe que só esse buraco, se ele tivesse mais de 20 m de largura, que eu não conseguiria pular. E não é por treino nem nada, é que uma deusa em pessoa abençoou ele quando com esse dom quando ele era criança. OK, você ouve uma voz no seu

ouvido. Jeremias aqui é Nike, deusa da corrida, do atletismo e do Salto em distância. Até aqui te ajudei muito nos seus saltos, mas chegou a hora de provar o seu valor e principalmente a sua coragem, porque eu também sou a deusa da coragem. Você não saltará desta vez como um semideus. Com os dons que te dei, você vai saltar como um elfo normal que você é. E se você desistir de tentar, perderá as suas capacidades de maior saltador do mundo para

sempre. A Jeremias, por sinal, eu já tava levando em conta que você era o melhor saltador do mundo quando eu quando eu falei da sua análise parcial sobre a chance de pulo. E aí, vamos lá. Bom dia amigos do café com dângio. Estamos aqui para mais um episódio do seu podcast matinal favorito, trazendo sempre muito RPG. Meu nome é Rafael balbi e hoje o meu café foi abençoado pela deusa da cafeína. E bom, é, não há café mais gostoso no mundo, né? Então esse é o melhor café já

feito. E eu tô dizendo isso porque tá no meu background, pô, eu botei ali que eu fiz parceria com os donos do melhor café do mundo. Bom, é independente de qualquer reivindicação ficcional que eu posso fazer sobre isso, o café realmente é muito gostoso. Gente, Na Na real mesmo, esse café é dos cafés mais gostosos do mundo, no duro. E se você quiser beber um café delicioso como o meu, que não tem purezas da indústria, não é torrado ali No No em mordor, né?

Você pode tomar um café como o meu com desconto. Você vai lá em www.ovelha ponto café, utilize o cupom CCD que você vai ter um café especial na sua casa delicioso pra você moer em casa e tomar ou você já pode pedir moído, que é assim. É muito, muito diferente mesmo de tomar um café. Industrial desses tradicionais, né? É, se você quiser um desconto ainda melhor, você pode se tornar um assinante do café com dângelo, né? E aí você tem descontos progressivos de acordo com seu

nível de apoio. Além disso, você recebe conteúdo extra, participa de um grupo de Telegram, muito maneiro que a galera troca ideia de RPG pra caramba. Inclusive o episódio de hoje veio de uma discussão trazida aí pelo Cássio, então obrigado aí Cássio mais uma vez e. Você também é participa de outros sorteios? É, é recebe outros cupons também, então é só Vitória. A gente vai lá em apoia, ponto, SC, barra, café com dângel e torna se um assinante bom, vamos para o episódio, mas antes vamos

fazer a leitura da enquete, né? No episódio anterior, aí eu eu perguntei, qual que você quer que seja o próximo episódio a respeito de documentação de jogo? E a galera respondeu ali. A maioria respondeu que quer que o próximo episódio seja sobre ferramentas de documentação, em segundo lugar. As pessoas querem ouvir como eu documento beergotem com a minha experiência com uma campanha aberta, West marches, né? De Rex Kroll, e, por fim, reflexões mais profundas sobre documentação.

Achei a ordem boa, até porque a gente vai botando casos palpáveis ali e por fim, a gente volta pra reflexão e encerra esse ciclo. Muito bom gente, obrigado aí pela pela participação na enquete e ler aqui o comentário da galera, galera, de forma geral falando sobre o episódio e também sobre o template de notion aí. Para Rex Kroll, né? Então o Marcos Gonçalves falou, o episódio foi ótimo. Também curto muito registrar o que rolou depois que eu conheci o notion.

Uso para tudo. Aproveitando também para deixar o depoimento de que o template tá ótimo, super recomendo. O Cássio também trouxe aqui um comentário falando muito interessante, o insight sobre a importância do registro. É importante reconhecer essa característica efêmera e quase onírica do RPG. Tem sido a minha maior dificuldade. O mundo sólido que idealizo contrasta bastante com que é a experiência em ilesa. Peguei o notion com balby e realmente tá lindo.

Vai me ajudar a manter o registro individual e já imagino alguns desafios que essa documentação pode me ajudar a construir. Porra, muito maneiro. Ô ô Cássio, obrigado pela participação. Obrigado aí pelo pelo feedback sobre o template de notion pra Rex krall. Cara, essa essa coisa do do registro realmente é muito importante, mas de fato, né? As pessoas encaram muito que ele é uma decorrência do mundo pré existente ao jogo ou que ele solidifica uma coisa que já existe, né? E de fato?

O repertório é unírico, né? É impermanente, e a gente poder registrar esse repertório que foi colocado em jogo acaba criando essa diferença entre o que é expectativa de repertório e o que é repertório colocado em mesa e o que é é repertório colocado em mesa. É nossa arma, né? De jogo, por assim dizer, é, se a gente está jogando para superar desafio, a gente vai usar isso.

Se a gente só está está jogando para propor um desafio, a gente vai usar isso se a gente está contando para jogar uma, para contar uma história. É justamente esse repertório que a gente vai expandir, a gente vai relacionar e a gente vai puxar, né? Então é, eu acho que realmente é muito importante documentar e fico muito feliz, cara, que Oo template de notion esteja ajudando a documentário. Legal isso e não somente isso, ajudando você a documentar

dentro desse sentido do jogo. É no caso do do Rex krall, que normalmente é é puxar um desafio. Então, pô, eu fico muito feliz, cara, obrigado pelo depoimento aí. E outro depoimento aqui também do Pedro Oliveira, o Pedro ou biziner, né? Ele, ele já utilizou o templation no notion em 5 sessões da mesa dele. Antes também estava registrando meu jogo pelo notion, mas de forma mais amadora.

O template novo possibilitou mais agilidade na mesa e também o acesso a informações que antes eu não saberia precisamente onde está, tipo com quem está aquela daga, alguma coisa assim. Também dá acesso a alguns dados não essenciais que são legais, tipo saber quais dos meus personagens mais jogou, eu teria um pouco bauba pra soltar isso, mas valeu a pena, ajuda demais, pô Pedro, valeu aí inclusive pela é é por você insistir que

eu liberasse, né? Esse, esse, esse tempres que eu uso pra Beer gotten é e fico feliz que tenha que tenha chegado aí nesse resultado né, de ajudar você AA ter mais informações e tudo mais. Valeu pelo teu feedback cara e galera, é. Pra quem não não ouviu o episódio anterior, né? Já começou a entrar OA vinhetinha aí anunciando que eu estou vendendo né? O um template de notion, que é um template que eu uso pra birgota, então tem muito são anos de experiência aí com esse

template né? Melhorando ele chegando numa versão que agora tá muito maneira, vai ter um spot aqui, fica ligado no spot. Depois dá uma olhada no descritivo do episódio pra você ver como você pode botar suas mãos nesse nesse template de notion, beleza? Essa aqui aconteceu lá na Montanha da alcarina. Acho que a Elsa chama aquela Serra de a muralha, mas eu tô falando de um paredão inconfundível com várias entradas de caverna que faziam um desenho de alcarina.

Na época, o lugar era infestado de aranhas e todas as teias que elas espalhavam pela floresta do casulo se encontravam na boca de uma caverna específica, o lar da Viúva Negra. As teias tensionadas entoavam uma música triste quando tocadas pelo vento, produziam um som tão melancólico que era capaz de minar as energias até da guerreira mais determinada. Aquele lugar é especial para mim.

Foi por aquelas Montanhas que eu só citei, logo atrás dos calcanhares da Elsa, aprendendo todos os truques que me mantém vivo até hoje. E foi por causa dos ensinamentos da Maga que eu o lilinha e a pequena companhia de lunáticos que tinham concordado com aquela missão suicida. Tínhamos os ouvidos cobertos por cera de abrilha. Isso evitava que a música mais fica produzida por aquela fauna

nos abatesse. A missão devia ser simples, entrar na caverna da Viúva Negra, fritar aranha maior, correr pelas nossas vidas antes que as aranhas menores conseguissem nos alcançar. Mas eu precisava que o lilinha entrasse na caverna comigo. E aquele mago desgraçado é tão genial quanto é covarde. Ou talvez ele só seja mais prudente que eu por passar tempo demais com aquele nariz feio enfiado em livros. De qualquer forma, eu não me orgulho das chantagens que eu fiz para convencer ele a me

seguir caverna dentro. O que importa é que eu consegui. Dizem que quando você olha para o vazio, o vazio olha de volta para você. Não tem outro jeito de descrever o que é só sobre o olhar atento da Viúva Negra. Não era a primeira vez que eu enfrentava aquela criatura e eu pude sentir o ódio que emanava dela na nossa direção. Eu tentei um acordo. Caso você não saiba, minha devoção a deusa Maria Joana me dá a habilidade de conversar com animais. A resposta da aranha foi,

silêncio. Predador opressor assassino. Dei um passo para trás, evitando movimentos bruscos. Depois outro e mais um tem chamando o lilinha a trocar meu ombro. Ele tatiava o ar tão cego pela escuridão do Brasil quanto eu. Você pode até discordar e ele nunca vai admitir. Mas a única coisa que impediu que o lilinha saísse correndo de volta pela boca da caverna quando arenha se aproximou da gente se chama amizade.

O toque dele no meu ombro disse mais que esses poemas frulentos diversos decassílabos que ele adora. Daí a culpa e o medo por colocar a vida dele em risco. Mais uma vez me despedaçaram. Mas eu não tinha tempo para ruir. Eu jamais me perdoaria se. Agarrei a Manga da túnica dele e puxei pra baixo, num convite irrecusável e nada gentil, pra se ajoelhar no chão comigo.

A medida que nos abaixávamos devagar, erguei meu escudo sobre nós 2. Fechei os olhos, clamei para que Maria Joana me permitisse canalizar sua luz. Uma calma se espalhou pelo meu corpo. Senti minha cabeça mais leve. Então a luz brotou como uma faísca em folha seca. Sou lourande. Anunciei o meu escudo se iluminou no instante que a Viúva Negra avançava para nos pegar. Lilinha também gritou alguma

coisa que eu não entendi. Ele tinha em Richie a varinha que a calhou que tinha nos emprestado uma estampida com por toda a caverna. Então, estrondo ensurdecedor e uma descarga de energia gigante fizeram um chão tremer. A escuridão que nos envolvia sumiu, e eu queria dizer que eu fui tomada de euforia. Eu abracei meu amigo, comemorei nossas vidas. Mas nós sabíamos que a caverna guardava outros perigos. Corre, corre, porra. Foi a voz dele que me trouxe de volta do ator do amen.

Nós corremos e vivemos para contar mais essa história. Mas foi por pouco, foi por muito pouco. Esse e tantos outros são rumores vindos do jogo do mundo aberto de Beer going. Se você quiser explorar aventuras como essa, pode entrar inteiramente de graça no nosso grupo. Siga o link lá no descritivo do episódio e jogue Beer golben com a gente.

Vamos explorar Beer golben? Vou fazer uma pergunta para você, se eu falo e determino tudo a respeito do meu personagem no jogo, o que me impede de dizer que, por exemplo, eu já estive na sala do rei e eu espiei quando criança? Qual era a senha do cofre dele? E que impede de eu dizer que meu personagem sabe a senha do cofre e do rei? Se eu posso falar tudo a respeito do meu personagem, inclusive do que ele já viveu? Bom, a gente sabe que no RPGA

gente tem um RPG tradicional. A gente tem uma divisão de papéis em relação ao que diz o que sobre a ficção do jogo? O clássico é que O Mestre, ele fala sobre o cenário e sobre os npcs. Já o jogador, ele pode dizer tudo a respeito do seu próprio personagem. Inclusive, eu pude abordar isso no episódio 6 aqui do café com dângelo falando sobre o desenho de papéis no RPG em relação à ficção de forma geral, a gente pode entender que é cara.

Não somente o jogador vai dizer o que ele vai fazer através do seu personagem, mas ele vai falar um pouco sobre o passado do seu personagem, né? Normalmente as pessoas trazem isso por background, elas pegam uma folha e escrevem ali ou pegam um documento no computador, 11 gdoc um Word, alguma coisa assim, e escrevem ali o background do personagem, né? O passado do personagem, aquilo passa a ser alguma coisa que é uma expectativa de ficção pra

mesa, né? Eles tentam fazer com que o personagem tenha uma história rica pra que aquilo possa ser jogado. E isso, de certa forma, é uma coisa que cabe ao jogador. Normalmente, não cabe ao mestre construir o passado dos personagens dos jogadores, inclusive o background. Ele é uma expectativa de ficção, mas aquilo precisa entrar em jogo, né? Da mesma forma que a preparação do mestre precisa entrar em jogo, aquilo precisa entrar em jogo para virar um repertório

válido. Então, se Oo jogador deixou anotado no textinho dele, lá que o personagem dele. Vivia numa Vila que foi arrasada. Se de repente O Mestre coloca essa Vila, essa Vila tá inteira e não passou, é desde sempre, né? Não passou por nenhum momento de destruição. Quer dizer que O Mestre desrespeitou o que o jogador colocou no background, mas, por outro lado, esse background não

era ainda um repertório comum? Então O Mestre, na verdade, ele disse alguma coisa que passou a ser verdade a partir daquele ponto, né? E aí é uma zona cinzenta, porque ao mesmo tempo é uma Vila do mundo. Né? E o mundo cabe ao mestre pro outro lado, é uma Vila onde o personagem do jogador cresceu, então cabe aí ao jogador. Mas e aí, nesse caso, define quem trouxe primeiro aquela verdade pra mesa? Então O Mestre trouxe a verdade sobre aquilo, né?

Ah, mas tá anotado, no meu backgrounds tudo bem, problema seu, né? O jogo pediu isso aqui, O Mestre trouxe e agora não cabe a gente fazer um headcom ou algo assim. O jogo segue e o jogador quando definir. O que que é a origem do personagem dele? Ele não vai poder dizer que a Vila foi arrasada, porque O Mestre já determinou isso quando trouxe a Vila para jogo. Mas o fato é que o personagem, assim como o mundo de jogo, ele é 11 repertório em criação, né? Eu podia até falar isso no

episódio 78, seu personagem. Não importa que na verdade, não adianta você perguntar o que o meu personagem faria, mas vale a pena você, como jogador, perguntar. Qual ação que descreve melhor a sua intenção com seu personagem, né? Porque, afinal de contas, seu personagem, quem ele é, vai ser determinado pelas ações que você vai cumprir em jogo, né? E até também pela pelo que você determinar em jogo a respeito do passado desse personagem. Então, as suas reivindicações, né?

E as suas ações a partir do seu personagem é o que vão construir ele. Por que que eu estou dizendo isso? Porque muitas vezes a gente vai ter esse momento, né? Durante o jogo, em que o momento presente vai puxar o momento passado, né? O jogador vai entrar em alguma situação com seu personagem e essa situação vai fazer com que ele tenha que trazer à tona alguma coisa do passado do seu personagem. E aí aquilo passa é existir enquanto passado o seu

personagem, né? É o que a gente pode dizer, talvez como background emergente. De forma geral, também a gente pode dizer que é possível que o jogador tire proveito desse background emergente, né? Afinal de contas, mesmo que ele escreva um background, que que Oo grupo encare esse background como um documento, como uma expectativa de ficção que tem que ser respeitada, mesmo que ela não tenha entrado em jogo ainda. Mesmo assim, me parece que é impossível dizer tudo o que

aconteceu na vida do personagem. É ainda assim, haverá lacunas, até por conta da natureza do RPG que é lacunar, então? Mesmo havendo um background escrito e tal, ainda assim vai haver momentos em que o background vai precisar emergir. Ou seja, o passado do jogador vai emergir no momento presente, né? Mas quais os limites disso? Bom, lá no grupo do café com dângion. A gente teve uma discussão recente puxada pelo Cássio, né?

Na verdade, o providelo participou antes, até depois ela desenvolveu mais AAA discussão com o Cássio. Mas são as 2 vozes que se pareciam um pouco incomodadas. No caso do Gui, ele estava incomodado com o fato do jogador eventualmente trazer fatos do background do seu personagem, né, durante o jogo. Tirando proveito disso, e o Cássio também, na verdade, o Cássio ficou. Estava até mais agudo Na Na insatisfação em relação a isso,

né? Dizendo que os jogadores, eventualmente eles tentavam utilizar o passado do personagens, do do dos personagens deles para eliminar um risco à frente. Dizer, espera aí. Mas você tem uma, vamos supor, né? Tem 11 porta trancada. Ah, mas o meu personagem é um grande chaveiro, né? Então ele estava incomodado pro jogador tentar eliminar a necessidade de um risco ou 11 ou um problema ou um desafio à frente, simplesmente fazendo o uso situacional ali da da construção do background do

personagem dele, né? Então a gente vê ali uma preocupação. É com exploits por parte do jogador, né? É aquela coisa do não fode que o Gui fala é, pô, não fode, cara, você vai falar isso logo agora? Eu fiquei pensando sobre isso e pude de repente pensar em 3 principais exploits, né? 3 principais é momentos em que o jogador vai se aproveitar disso ao largo do próprio jogo, né?

De forma antijogo, a gente pode dizer que o jogador vai é entrar no exploit, no antejogo, quando ele diz, por exemplo, que já conhece determinada coisa. E isso vai resolver um mistério que O Mestre apresentou como desafio, por exemplo, é, vamos dizer que o grupo está andando pela terrível Serra dos trolls. É a primeira vez que o grupo incita ali, mas o elfo do grupo, que tem, sei lá, 250 anos, vira e fala, pô, mas eu?

Eu, eu já tive aqui no passado. Eu sou um elfo, eu sou eu não sou exatamente daqui, mas eu já andei tudo, eu tenho 250 anos, eu conheço as regiões, então eu sei mais ou menos onde onde fica a caverna do troll mais brabo, não sei, fala aí, mestre, não, não faz sentido que meu personagem saiba disso e aí, de repente, ele ele faz isso com a intenção de que O Mestre fale, bom, beleza, então você sabe onde é que fica?

E aí o grupo não precisa encontrar, não precisa perder tempo, não precisa correr risco desbravando. AA Serra dos trolls atrás da caverna do troll mais brabo, pode acontecer também o axyployt, quando o jogador tenta potencializar as capacidades dos do personagem dele através do passado desse personagem. Por exemplo, né? O exemplo do do elfo saltador que eu dei na introdução, né?

O jogador fala não, mas eu, meu personagem, ele, ele foi, ele era o maior saltador do mundo no passado, a Deus em si visitou ele e tal. O jogador tenta fazer com que o personagem dele ganhe uma capacidade maior do que o normal pra tentar superar o desafio quase no automático, né? Então, se o desafio é de saltar um abismo, não, mas o meu personagem não tem qualquer dificuldade com isso, porque ele está acostumado a saltar abismos muito maiores do que esse.

Um outro caso também de exploit é quando o jogador força a verossimilhança, né? Do do mundo que está sendo construído ali com coincidências, né? Então aquela, sei lá, dá pra botar um exemplo de uma de um jogador que fala, Ah, não. Mas quando o meu personagem era criança, ele era muito atento. Ele ficava rabiscando num papel assim, num caderninho, e ficava ouvindo tudo que tinha em volta. E ela era muito atenta. E o pai dessa criança?

É, trabalhava às vezes pra máfia, então ele ficou sabendo de alguns segredos da máfia, logo ele sabe alguns segredos desse gângster aí. E aí, será que isso tudo é expoint mesmo quando é expoint? Quando não é bom, eu fiquei pensando bastante sobre isso. Eu acho que a gente tem a impressão de que essas 3 coisas, esses 3 modos são exploit, né? O jogador se tentar se aproveitar de uma informação que o personagem dele teria. Pelo passado dele, né?

Outro personagem é potencializando as capacidades do personagem e outro personagem tentando jogar ali. Uma coincidência, né? Forçando a verosimilhança com isso e quando que é uma coisa expoint? Quando não é. Por mais que num primeiro momento possa parecer que tudo isso é exploit, eu vou provocar vocês um pouco. No caso ali, do do elfo na Serra dos trolls. Será que eles dizem que o elfo dele? Já poderia ter passado naquela região. Não faz sentido porque você vai

negar, né? Só porque você está botando um desafio daquele jeito. Então, se a gente delimita um espaço geográfico e o desafio está ocorrendo todo naquele espaço geográfico, como é típico de um Rex krall, então quer dizer que o elfo, ele necessariamente tem que vir de fora. Ele nunca pode ter passado por aquela região, e mesmo que ele tenha nascido perto, né? Afinal de contas, os elfos vivem muito tempo, não faz sentido.

Ele não posso dizer que ele tenha passado num num tenha tenha vivido de alguma forma, tem algum conhecimento sobre aquilo. E nesse caso, o jogador seria a pessoa correta dizer qual o conhecimento que ele tem e como que ele sabe aquilo e tudo mais. Por quê? Porque isso cabe ao próprio jogador. Em outros casos, né? Essa coisa do da criança ouvinte atenta é com o pai que trabalhava pra máfia.

Às vezes ele tá criando uma informação privilegiada, mas parece que ele, em certas situações, ele saber um segredo sobre O Mafioso. Ela não necessariamente vai ser um exploit, mas na verdade, ela vai ser um grande impulsionador daquela aventura, é claro, eu sei que você tá com a pulga atrás da orelha, mas eu vou tentar desconstruir isso com você. Por quê? Porque em alguns casos eu entendo que de fato vai ser

exploit, em outros não. Cabe agora aqui a gente tentar investigar qual o fiel dessa balança. Hum, você sempre fica confuso ao ter que consultar todos os detalhes que você construiu para o seu Hexágono dentro de um Rex Kroll. Você perde as suas anotações sobre os npcs, você fica horas buscando um nome. Você fica confuso sobre o caminho percorrido pelos aventureiros na sessão anterior dentro da sua campanha aberta. Então seus problemas se acabaram.

Se ao longo de 5 temporadas e muitos anos de campanha eu cheguei uma forma ideal de documentar a minha campanha de Rex Kroll em beergoten. E olha que é uma mesa aberta,

Hein? Centenas de jogadores já passaram por ele e muitas e muitas centenas de sessões já rodaram e além de tabelas fáceis pra documentar notícias durante a sessão np, 6 mapas, trajetos, documentar os hexágonos, fazendo atuações sobre as regiões, sobre os Marcos, rumores, eventos, facções, entidades, itens especiais, frente de campanha,

logs de sessão. Notícias e até mesmo House roads e feedbacks dos jogadores é além disso tudo, você tem também um dashboard muito legal que funciona como um escudo do mestre dinâmico. É uma tela única que reúne todas as informações mais importantes e atualizadas, com espaço de pesquisa rápida. Pra você ter ideia, eu normalmente uso só essa tela durante toda a sessão de beergoten e que raramente saio dela, porque porque ela reúne

praticamente. Todas as informações de cenário que eu preciso consultar e todas as anotações que eu faço, eu faço nesse dashboard também. E ele se alimenta de data bases, né? Lincadas a ele. Então você pode também ir em outros pedaços desse template e alimentar essas dashboards e fazer as anotações durante a sua preparação, se for o caso, né? Ele não se limita a essa dashboard. Se você quiser, eu posso

disponibilizar o link. Um dashboard zeradinho para você alimentar com as informações da sua campanha e baratinho. Você vai receber o template de notion e eu posso fazer uma call mais ou menos uns 10 minutinhos ali no Google Meet com você para eu mostrar ela em uso em birgoten e tirar dúvidas pontuais. Caso você queira, você pode aí então mandar um Pix no valor de 50 BRL para cafecomdangel@gmail.com e ir lá. No comentário do Pix, você coloca o seu e-mail. Que aí eu compartilho nesse

e-mail o link do template. Mas não se esquece de colocar OOE mail. Se não, não tenho como falar com você. Se você for assinante do café com dângel no nível dentro dos níveis de apoio, você vai ter descontos progressivos. Assinantes do nível comunidade tem desconto de 20%. O template sai a 40 membros do nível café do Jô tem um desconto de 30%, sai a 35. Membros do treinamento owell Fender tem um desconto de 50% e o template sai a 25 e membros café com balbi recebem de graça.

Hoje em dia eu posso dizer com tranquilidade que toda essa cena de mesas abertas de campanhas, Rex krall e tudo mais, em grande parte foi muito influenciada por essas pesquisas e por esses templates que eu liberava na comunidade. Então, bom, é isso aí. Tenho certeza que você vai é apimentar muito a sua aventura, os seus, a sua campanha aberta e inclusive ou a sua campanha fechada também com esse dashboard que vai ajudar você a rodar a aventura sem precisar

sair da mesma tela. Então é isso, preparem se para as melhores aventuras de suas vidas. Bom, voltando aqui, me parece que a gente tem aqui que buscar um fiel da balança para saber se é exploit ou se é uma coisa positiva para o jogo, o tipo de reivindicação que o jogador faz, né? Dentro de owell fantasy, que é um jogo focado em desafio de forma geral, a gente precisa respeitar a agência, né? Dos jogadores, e isso tem a ver com O Mestre da informação. Impacto verificável, né?

Dentro do do a partir da ação que o jogador tomou. Então, se o jogador falhou, se o jogador foi bem sucedido, tem que ter um impacto, tem que ter um feedback do do cenário ali, né? O mundo tem que reagir ao que o jogador fez. É importante também antecipar o risco e da multiplicidade de soluções, dentre outras coisas. Isso são os limites do desafio. Quando O Mestre imprime no jogo.

E a gente costuma dizer em ao fentise que a melhor forma de você garantir que esses requisitos do bom desafio sejam atingidos é que O Mestre provoque o enriquecimento do contexto de jogo da ficção. Que a ficção fique rica o suficiente. Né? Por quê? Porque uma ficção rica, normalmente ela já vem com informações o suficiente a

respeito do risco. É o impacto, já ficou claro dentro daquela ficção, a antecipação já está ali e provavelmente, se você utilizar ou seja, você olhar com cuidado, você vai ver que uma ficção rica, né? 11 contexto rico ele já traz uma multiplicidade de soluções e isso tudo são os requisitos de um bom desafio em hall fantasy. Então, quando O Mestre, ele tem um contexto rico. Ele não precisa se preocupar tanto com os limites do seu desafio, porque eles já estarão ali preenchidos em seus

requisitos, né? Então, de forma geral, O Mestre provocar os jogadores a fazerem esse enriquecimento do contexto da ficção, é positivo. É importante que O Mestre traga os elementos do jogador para o jogo, para que esse contexto fique rico mais rapidamente, de forma mais eficiente. E como é que O Mestre faz isso abrindo? Né? O espaço para os jogadores trazerem verdades sobre o jogo, sobre o mundo, principalmente a partir dos próprios personagens, né? Mas também sobre o próprio mundo, né?

Por quê? Porque assim O Mestre consegue imprimir o seu desafio com mais tranquilidade e garantido que ele respeita todos os todos os requisitos lá de agência de velosimilhança. Nesse ponto é é legal a gente pensar dentro do jogo normalmente. Aí eu vou analisar primeiro um jogo de desafio, né? Normalmente. De dentro de um jogo de desafio, a gente tem os papéis que a gente viu ali, né?

É colocados de certa forma que O Mestre ele constrói a realidade sobre cenários, sobre npcs e os jogadores, sobre o próprio personagem. Então, quando a gente diz que O Mestre, ele está trazendo à tona verdade sobre o cenário, sobre os npcs, no fundo a gente está dizendo que ele está preparando o seu desafio, né? Porque o jogo é focado nisso. Ele está construindo o seu desafio.

A partir de um recorte da ficção nesse sentido, então, conforme ele for construindo o repertório relativo ao ambiente, a uma dânjon, a uma floresta, a um IPC específico, ele está fazendo isso com um sentido, com o com o sentido de desafiar. E é importante que O Mestre possa construir, né, esse repertório ficcional. Para ele poder colocar o desafio, senão o desafio vem, é meio que Do Nada, né?

Os jogadores ficam perdidos em relação a isso, não tem qualquer contexto e o desafio provavelmente vai ser problemático. É fácil o jogador se sentir injustiçado, é Oo mestre, é utilizar seus poderes, é de uma forma uma forma negativa, né? Politicamente falando, dentro do jogo até danoso para relação lúdica, porém é importante que O Mestre possa, né? E deva na verdade decidir na hora. Né?

De acordo com o melhor desafio, que ele possa olhar o ambiente e determinar como é esse ambiente, de acordo com o sentido do jogo que ele que ele tá dando, né? É. Então é importante que ele possa e deva fazer isso na hora, né? Casuisticamente, pensando que, inclusive, que a melhor preparação que ele pode ter não é aquela que determina a ficção previamente, é aquela que ajuda ele a improvisar. E o que que é improvisar nesse sentido? É justamente ele construir a ficção.

Nesse recorte de desafio que lhe cabe, e normalmente, ele vai fazer isso prioritariamente sobre o cenário e sobre os npcs. Por outro lado, o jogador, como a gente viu ele, ele tem essa, essa, esse, esse poder originário a respeito do seu personagem, né? Normalmente, os jogos colocam que ele constrói a realidade em torno do seu personagem, ou seja, dentro de um jogo de desafio, como é o fantasy, né? Ele recorta a ficção para superar os desafios.

Esse essa essência é o jogo. Esse essência é o jogo dele. Ele dialoga para isso, ele reivindica para isso e ele deve poder reivindicar para superar o desafio quando ele fizer, quando ele fizer isso, porque senão seria só o jogador condenado a reivindicar as coisas justamente quando elas não tiverem relação com os problemas que elas apresentam, né? Então, dessa forma, a gente tem que entender.

Que é importante que o jogador possa reivindicar o passado do seu personagem e verdade sobre o seu personagem, principalmente quando isso é tiver direcionado a superação de um desafio, porque é justamente nesse momento que é a sua reivindicação que aquela ficção tem mais significado lúdico, porque o jogo é sobre isso. É, tem um episódio, inclusive, que eu falo sobre essa disputa na ficção, né? É Oo jogo de desafio até 11 jogo de história.

Na Na verdade, existe um recurso escasso ali que é a ficção a respeito das coisas, os elementos do jogo. Então, se você tá dizendo que o seu personagem é muito grande Quando Ele Quer, de repente intimidar as pessoas, quando você tiver uma caverna, apertadinha. Ele vai ter que sofrer com isso. O Mestre vai poder pelo menos invocar esse aspecto de seu personagem, de que ele é muito grande, pra apimentar esse desafio que ele está propondo.

Agora, não cabe a você dizer que seu personagem é pequenininho. Por quê? Porque você já disse que ele é grande. Então é importante que a gente possa disputar a ficção nessa dialética entre desafiante e desafiado, né? É pra poder. É dentro do do recorte, do que o jogo propõe, que, no caso, é o desafio. Mas também se o jogo falar de

narrativa, né? Mesmo que todos estejam ali construindo a mesma narrativa, Oo movimento seja semelhante, o vetor de jogo seja semelhante no jogo de construir a narrativa de contar história. Ainda assim, se eu disser que determinada ficção é assim ou assado, outro jogador já não vai, já não vai poder dizer algo diferente daquilo. Ele pode até construir em cima, como diz aí a bíblia do bom

improviso, inclusive, mas. De forma geral, ele não vai poder dizer nada diferente daquilo, então, de certa forma, é também uma disputa, por mais que o sentido, né? O vetor da atuação seja o mesmo. No caso aqui, né? É a gente tem aí o exemplo do elfo saltador e da deusa. Tudo bem, eu acho que eu tenho coisas contra ainda, o essa coisa do jogador dizer que o elfo dele é o melhor saltador do mundo, mas o exemplo que eu dei na introdução, eu acho que é

muito pertinente pra isso, né? É. Vamos dizer que o que é aceitável nesse jogo, que a gente tá imaginando que a gente tá jogando, que o jogador diga que o personagem dele é o maior saltador do mundo, inclusive, que isso não é uma coisa de treino, é uma dádiva de uma deusa. Beleza, ele trouxe, ele aqueceu a ficção, ele trouxe uma deusa pro jogo, né, que de repente uma deusa que já existe ali, que a gente já conheceu, mas ele falando essa deusa, ele me abençoou, eu sou o maior

saltador do mundo, beleza, ok? Se o que for o que nesse jogo a gente dizer que esse é o maior saltador, a gente continua. Mas agora O Mestre, ele pode se utilizar disso a seu favor. E o que que O Mestre fez, né? No caso aqui, nessa hipotética introdução que eu fiz aqui ao episódio, ele usou a deusa para fazer um desafio para o elfo nesse momento, nesse momento eu quero você, quero, quero que você se prove para mim. Porque além da deusa do atletismo e do saltorista, se eu

sou a deusa da coragem. Então agora é o momento de você ir lá e just do it, vai lá e faz. E aí o jogador, agora ele, eu, eu apertei o jogador desse desafio, porque se ele não topar esse desafio, não correr esse risco de pular o abismo com a com a pequena, com a chance que ele tem ali, de de de conseguir pular. Se não topar esse risco agora, ele vai perder essa dádiva que ele tinha antes. E assim que que a gente tá fazendo, a gente tá disputando a ficção, né?

Nesse caso, o jogador trazer 111. Esse detalhe sobre o personagem dele enriqueceu o desafio, enriqueceu AA ficção, enriqueceu o contexto e facilitou O Mestre a trazer um desafio naquele momento. E isso é muito importante pro jogo. Isso é muito interessante pro jogo, seja ele de contar histórias, seja ele de super desafio. O enriquecimento da ficção me parece ser algo proveitoso em

todos os cenários. E outra coisa, toda escolha é uma Renúncia. Como eu falei, se você disser que seu personagem é muito grande na hora de intimidar, na hora de passar pra uma pra uma danjoozinha apertada, ele vai sofrer, né? Então é essa disputa da ficção, ela acontece também pro pro, pro lado bom, mas também pro lado ruim. Ela não é maleável o tempo todo,

né? Em muitos momentos você vai ter que vai ter que se firmar naquela naquela ideia ali, se você falou que você é grande, pode ser que O Mestre utilize isso contra você no futuro, e ele vai fazer isso porque ele seu recorte que se espera dele, né? Um outro exemplo também é o filho do gangster, né? É, pô, beleza, você sabe então o segredo daquele cara, qual o segredo que você sabe sobre aquele cara?

Você pode até voltar para o jogador e deixar ele ele trazer um segredo, mas aí ele tá te dando uma oportunidade enquanto mestre, por quê? E de repente, o cara, o gangster de quem vocês estão falando, de repente ele olha para o personagem, jogador coça o queixo, fala, Hum, eu te conheço de algum lugar? E aquilo deixa uma pulga atrás da orelha daquele personagem. E agora O Mestre começa a poder

recortar a ficção, né? Construir verdades em torno daquele personagem, já com essa possibilidade do personagem saber Quem É Aquele o personagem daquele jogador e, de repente, colocar ele numa enrascada. Por isso um jogador, agora ele vai jogar com a possibilidade daquele gângster tá tramando contra ele em algum nível e com informações sobre ele. O que, o que é, o que é muito relevante, porém. Eu acho que é importante agora a gente ver o outro lado da

balança, ver os limites. Se do lado da balança a gente tem o enriquecimento da ficção pra casos de reivindicação positiva do jogador, eu acho que a gente vai ter quebra de verossimilhança e anulação do desafio no automático. Quando a gente busca o outro lado, o que pesa contra o jogador na hora dele reivindicar? Então, vamos dar uma olhada nos limites das reivindicações

ficcionais por parte do jogador. Bom, de forma geral, eu encaro que os limites pra pro jogador reivindicar, ou seja, pro jogador trazer verdades pro jogo, são parâmetros lúdicos, né? Que o jogo traz ali nas regras dele, na ficha dele, na no jeito que ele se constitui. E a própria verossimilhança, assim como O Mestre também é limitado pela pela verossimilhança, os jogadores também são. Mas eu vou começar pelos

parâmetros lúdicos. Se você pegar ODD clássico, por exemplo, que é um exemplo que eu gosto de estilizar muito, vocês sabem. Esse o jogo tem classes, mas se você pegar outros jogos modernos ou jogos diferentes e tal, você vai ver que os jogos normalmente eles recorrem a arquétipos, e os arquétipos que a gente tem nos jogos normalmente existe, já já trazem 11 conjunto de características sobre aquele

personagem. Então se você pegar aí o arquétipo do magro no Dida, gente, sabe que normalmente esse cara, ele não teve uma vida, uma vida mega atlética, por mais que ele, ele possa ter atributos altos de 23, alguma coisa assim, a gente sabe que não é do passado daquele personagem. Isso por quê? Porque de forma geral, aquele personagem é ele teve que passar um tempo aprendendo magia, né? Com seu mentor ou numa escola de magia, alguma coisa assim.

E normalmente é um personagem novo, de idade mesmo. Então, normalmente ele não teve muito tempo pra desenvolver outras áreas do seu conhecimento, mas isso ainda é uma coisa muito, é muito etérea. A gente pode ir mais longe se a gente usar a classe como um parâmetro lúdico, de fato, um parâmetro de jogo, a gente pode ver que todas as classes, ela elas têm ali, nas mecânicas dela, as capacidades melhores daqueles personagens. Por quê?

Porque normalmente essas capacidades muito boas, elas são utilizadas é são garantidas em jogo através das mecânicas, né? O jogador que olha e fala, olha, eu tenho aqui. 3 chances em 6 de arrombar uma fechadura. Isso é um direito dele de usar isso, essa competência do seu, do seu personagem, nesse nível de competência. E isso indica inclusive, que os outros personagens são piores do que isso.

Por exemplo, se você tem 11 ladrão que que tem essa competência, quer dizer que as outras classes, elas automaticamente não tem essa competência. Essa é a divisão que o jogo faz dessas capacidades. Então, se você vem com 11 mago, por exemplo, você Do Nada fala que seu mago é um grande espadachim, porque antes de estudar magia, ele ele estudou com espadas de 2 mãos. Isso é um parâmetro lúdico proibido, né?

É mecanicamente até do seu mago. Ele começa o jogo sendo proibido de de utilizar 11 arma de 2 mãos, uma espada de 2 mãos ou algo assim. Mas para além disso, você, ele, ele, ele mal sabe é usar essa espada, não é nem a questão de atacar. Com alguma, com alguma alguma habilidade, ele simplesmente não sabe usar, então não cabe a você dizer que seu mago é é um grande espadachim. Por quê? Porque quem tem essa habilidade de usar qualquer arma é o guerreiro.

Isso já tá parametrizado pelo jogo ali, né? E a gente pode ir até mais longe, mecanicamente mesmo. Como eu falei no exemplo do ladrão, o guerreiro do do grupo não pode chegar e falar não, mas eu eu atuei a minha vida inteira como chaveiro, então agora eu vou arrombar essa porta aqui. E eu quero que O Mestre me me permita fazer isso

automaticamente. Ora, se o ladrão que é o ladrão que é especializado nisso, tem 2 chances em 6 no primeiro nível, por que que o seu guerreiro no primeiro nível eu conseguiria fazer isso? Não é para fazer porque tá no desenho básico do jogo, que mecanicamente o ladrão é quem faz isso. Com essa competência, automaticamente o guerreiro. Ele pode até dizer que ele teve um passado como chaveiro. Eu não, não me oporia a isso, mas eu me oporia a ele a ter uma competência maior do que a do do

que a do ladrão, né? Agora, a gente tem outra forma também, que é a verossimilhança, né? É outro limite que eu vejo também nesse tipo de coisa, né? E essa verossimilhança eu acho que pode ter a ver também. Ela pode vir dos parâmetros que a gente vê, não somente dos parâmetros de realidade, né, e da ficção que a gente tá mexendo, né, da da verosimilhança, no sentido de fazer sentido, tipo, Ah, o meu personagem sabe voar se bater o braço. O velho não, não é verossímil.

A gente sabe que isso é um limite, que se quebrado, qualquer pessoa do grupo vai poder falar, não sou não necessariamente O Mestre, mas vai poder falar o pera aí, pera aí, se você acha que você pode bater as asas aí voando, porque seu personagem aprendeu isso no passado, qualquer npc vai poder fazer isso, amigo, isso não é bom para ninguém.

Segura a onda indo mais longe do que isso, se você olhar teu personagem e olhar que ele tem 11 atributo de Constituição 3. Não cabe você chegar pro mestre e falar, olha só, o meu mago que tem Constituição 3. Ele é maratonista, multicampeão, né? De repente o jogador quer usar isso em outro contexto, né? Ele quer usar isso pra contar vantagem pra um mago. De repente que que que consegue magicamente ver a mentira nos olhos dos outros ou na língua dos outros? Pô, aí o jogador fala não, mas

eu tô contando a verdade. Eu sou maratonista multicampeão. O Mestre falou, cara, mas não faz sentido, sua construção é 3, você jamais conseguiria ser esse cara. Você não, não é um maratorista multicampeão. Agora, se o jogador fala Ah, não, mas eu já fui, eu tenho essa construção baixa, porque eu sofri um acidente, aí agora eu fiquei manco, fiquei assim, fiquei assado, sei lá, fiquei frágil do pulmão, alguma coisa assim.

Aí O Mestre pode até utilizar isso contra ele, falar assim, OK, você já foi um maratorista multicampeão, mas você não é, mas você não pode usar isso a seu favor nesse momento. Nem depois. E outra coisa, o mago percebeu que você mentiu porque você não é, você foi, então a gente tem ali é um limite de versos e semelhança, O Mestre pode simplesmente chegar e falar, cara, olha só, não é você não é um mago. Tenista multicampeão porque sua construção é 3, então você não é isso, tá?

Então pode haver um veto nesse sentido. Dentro do do caso específico de owell fantasy, a gente tem um mecanismo de veto dentro do estilo. Esse mecanismo de veto diz que qualquer pessoa incomodada. Né, que acha que a verossimilhança foi quebrada?

Ela pode apontar essa quebra de verossimilhança e dizer com, ó, isso aqui está vetado, no jogo, vamos, vamos construir de outra forma, isso aqui você não pode dizer que você você não pode alegar agora e a partir desse momento ser uma naturista multicampeão com essa construção, porque não faz sentido, vamos preservar a verosimilhança e aí nesse caso qualquer pessoa pode trazer isso não é pra entrar em votação nem

nada, né? É um veto, um veto é um veto, basta uma pessoa vetar que isso tem que ser. Reorganizado e isso passa a ser 11. Esse veto passa a ser um repertório impossível do jogo, um repertório negativo do jogo, por assim dizer, né, uma impossibilidade de repertório. Isso é o fantasy, né? Normalmente isso é conversado em mesa, todo mundo achou um absurdo aquele caô tá vetado. Bom, acho que isso, de certa forma, são são 2 limites que a gente tem, o parâmetro lúdico e

a verossimilhança, né? Por outro lado, assim a gente pode ver que. Esse tipo de coisa, né? É, muitas vezes vai acontecer. É sem que o que o jogador queira de repente, se é se prestar um desafio, né? Então, quando o jogador tá querendo simplesmente deixar um desafio de lado, né? É apertar botão praticamente. Ele tá querendo utilizar a possibilidade dele trazer o background do personagem dele como um botão que ele aperta para superar automaticamente. Qualquer desafio não pode passar

por esse canal, né? É, afinal de contas, o que eventualmente pode ser até considerado um botão, tipo, uma magia do mago, né? Tipo o sono, aquilo ali é praticamente um botão você apertou, você usou aquela magia. Se se couber AA criatura, se ela não foi imune, alguma coisa assim, ela ela vai, é, ela vai ser alvo daquilo, vai cair com sono e tal e acabou. Agora isso vai estar expressamente mecanizado ali, né? Não cabe trazer isso. Pelo menos No No RPG tradicional, né? Não cabe trazer isso.

Se você tiver jogando este corpo mortal, pode até ser que isso seja uma coisa que possa ser trazida durante o jogo mesmo, né? Ele tem, as mecânicas dele funcionam nesse sentido, inclusive para garantir um equilíbrio, né? Dessas reivindicações. Mas no jogo tradicional é, você não pode trazer esses essas capacidades mecânicas em cima da hora.

E como fazer então, né? Eu acho interessante a gente pensar que é importante que a gente dê espaço pro jogador reivindicar as coisas sobre o seu personagem. Por que? Porque O Mestre faz isso o tempo todo. Por que que o jogador não pode fazer? Ah, mas é porque ele tá tirando proveito, mas é pra tirar proveito, é dentro do sentido do jogo, por que não tirar proveito? Mas tem esses limites, né? É, e aí no caso, como é equilibrar as 2 coisas, como permitir que seja feito?

É feita a reivindicação sobre o personagem. No momento mais interessante, mas que isso não anule o desafio, que isso não quebra a semelhança, que isso arrebente os parâmetros lúdicos do jogo. Bom, o que eu recomendo é que você utilize isso como um qualificador do diálogo sobre a ficção. Vou dar um exemplo aqui, né? Imagina que você tem um o jogador, ele falou, olha o meu guerreiro, ele foi criado por fadas, Oo jogador não trouxe até

agora. Onde o personagem dele foi criado, quem são os pais, então ele? Ele resolve trazer essa agora, mestre, o meu guerreiro foi criado por fadas. Será que eu consigo ler essas inscrições que estão na parede aí desse labirinto feérico? E O Mestre fala, olha, você não sabe ler o que está ali. Você não tem essa capacidade na sua ficha, inclusive nas fichas. Costumam estar escrito lá quais línguas o personagem lê. Ou pelo menos um parâmetro de quão letrado ilhéu de quanto ele

sabe ler. Normalmente isso está colocado na ficha. E no teu caso você é guerreiro, você não tem essa essa essa língua anotada na sua ficha. Mas já que você é foi criado por fadas, você sabe o seguinte, quem escreve esse tipo de coisa costuma ser das fadas mais malvadas que tem, porque você já já já conheceu um ou outro sujeito. Absolutamente é mau caráter que mexer com isso. Na verdade é o contrário. Mexer com isso costuma levar as pessoas a serem mau caráter.

Olha só, nesse caso a gente qualificou o diálogo através de uma verdade que o jogador trouxe para o personagem dele. E a partir desse momento, ele não pode ter pais humanos, né? Ou pelo menos ser criado por por humanos. A criação dele foi com fadas, ele não tirou nenhuma vantagem mecânica, porque agora ele não sabe ler sobre isso. Mas isso qualificou, né? O diálogo ficcional.

O Mestre pôde imprimir algum tipo de informação que ajuda ele a antecipar o desafio à frente, ajuda ele a enriquecer o contexto e o jogo é impulsionado dessa forma. Então, se você diz que o meu guerreiro ele trabalhou como chaveiro durante a sua infância e até virar um guerreiro ele trabalhava como chaveiro, beleza, ele não vai ter a mesma competência mecânica que o ladrão tem.

Mas quando ele parar pra ver a porta e tentar entender por que que a porta tá presa, você pode falar, olha só, você olha a tranca e você vê que ela não tá trancada. Na verdade é porque na verdade ela emperrou por conta do fluido que foi colocado ali de lubrificação. Esse fluido ele travou, ele engessou ali, ele meio que ele, ele meio que virou 11 papa ali que tá impedindo AA tranca de ser virada pra você saber resolver isso.

Bom. Você me diz como você vai fazer, mas mecanicamente você não tem essa vantagem? O ladrão, de repente ele poderia fazer isso. Vias mecânicas, né? É, mas ainda assim, né? Deixa que as pessoas desenvolvam o como elas vão fazer. O fato é que a gente está usando esse passado, né? Do do que o jogador trouxe. Comum, sim, beleza é isso.

Isso enriquece o contexto, isso enriquece o personagem, isso enriquece o diálogo ficcional, e agora O Mestre utiliza aquilo para promover ainda mais o próprio desafio que ele está trazendo. Mesmo a gente poderia dizer sobre os jogos de narrativa, de de de narrativa compartilhada, né? Os ditos jogos de narrativa compartilhada, mas os story games, né? Os story games, nesse sentido de que ele chega lá e de que.

A gente está conseguindo fazer com que o diálogo, né, conforme os os, os jogadores, os participantes, traz é enriquecem a ficção isso, impulsione a própria narrativa pra um lado ou pro outro, né? É, então, de certa forma, a gente ganha com esse espaço. Ô meu Santo gylex. Eu não aguento mais fazer preparação das aventuras que eu vou mostrar. Eu fico lendo blogs, mas blogs e acabo ficando paralisado pelo excesso de inspirações. Ô bsil, parece que. Você está precisando de mais

dinheiro? Jesus das bicicletas, que você cara baixinho de olhos vermelhos, que que são essas coisas penduradas suas cintas? O povo me chama de doente, de padeto. Eu venho lá del fulano em todo o começo de estação para fazer negócio. Eu tenho um negócio limpo aqui para te oferecer, rapaz. Bom, eu acho que nada de mal, nunca vem a te fazer negócio com doentes. Que que é que você tem para me

oferecer aí? A península ancestral número 2 é um Zinho de rextra, o anticolonial recheado com rexis. Pontos de interesse, mapas COVID de monstro, regra para jogar de de velho com classe nova, receita com efeito Sobrenatural, a Bela com origem interessante para os personagens. 11 página só. Nossa, a preta está tudo feita. Veio isso daí. Deve custar uma mão, um pé. Hum. Ah, né? Infelizmente para mim é paga o que você quiser, inclusive

quiser se você tiver sem grana. Nossa, então eu quero sim, cadê? Entra aqui nesse portal. Esse trabalho? Foi feito por humanos. Nenhum trabalho de a ou gerado por máquinas está incluído nesse projeto. Apoiar esse projeto significa que você está apoiando seres humanos reais que tem sonhos, paixões e contas. Obrigado. E a conclusão, né? Eu acho que a conclusão é que a gente pode sempre trabalhar em cima desses parâmetros ficcionais.

A gente pode trabalhar em cima da verossimilhança, mas se nada der certo, você ainda tem esse controle de verossimilhança a quem parece um recurso último dos grupos que seja conversado. Ou seja, como um eu, Francisco, que a gente faz que basta uma pessoa vetar que aquilo está vetado, né? Me parece que a gente pode fazer Oo uso desse controle de verossimelhança de é de forma. Difusa dentro do grupo.

Qualquer pessoa fazendo isso, não necessariamente dentro do uso adversarial, mas principalmente dentro do uso adversarial, espera se que os jogadores apontem, é eventuais. É quebras de verosimelhança que O Mestre possa trazer para o jogo. E a mesma coisa por parte do mestre que ele possa é apontar. Quebras de verossimilhança por parte dos jogadores em em suas, em em suas reivindicações.

Mas não que isso seja feita de forma adversarial, mas é porque a posição adversarial permite um olhar mais agudo sobre esse controle de verossimilhança. Então, o que que eu quero dizer com isso? Eu quero dizer que você não vai sair vetando a torto direito para tirar vantagem, porque o objetivo não é esse. Quando você começa a fazer isso, o jogo vai perder em qualidade, porque. Você vai criar obstáculos para o enriquecimento da ficção.

Por outro lado, é importante que todos estejam atentos para manter a verosimilência do jogo, para que o jogo continue com o fluxo de criação da ficção. Coerente, verossímil, naturalmente verossímil, mas na mão de todo mundo. Que todo mundo possa gerir isso de uma forma igualitária. Então, quando você está na posição do adversário, num jogo calcado e um desafio. Você consegue ter um olhar mais

feroz sobre aquilo, né? Um olhar mais é mais atento sobre aquilo, porque você está nessa posição adversarial. Mas quando o jogo tem os participantes com o mesmo vetor, né, contando uma história, todo mundo querendo o mesmo objetivo, como a ficção também está em disputa pelos participantes, eles também conseguem ter esse olhar apurado em cima disso. Então é, todos conseguem fazer a administração da verossimilhança e isso parece ser o último recurso, né? E aí vocês vetam. Né?

Falou, olha, cara, você tá querendo abusar e depois vocês conversam a respeito, mas me parece que o veto é uma coisa que pode acontecer sem muita discussão, veta, você pode até trazer um argumento tal, mas você quer continuar, beleza? A gente a gente veta e depois a gente discute a respeito. É, eu acho que isso é o mais funcional, é EE, é o que permite com que o jogo é fique rico, né? Continue rico.

Isso seja utilizado de maneira ferramental, dentro do sentido do jogo e sem essa culpa, né, de você culpar o jogador, de que ele tá utilizando o background dele a favor do que se espera que ele faça, que é superar o desafio. Quer contar uma história, né? Vamos, vamos, vamos empoderar os jogadores, porque é isso que a gente espera deles. Eu vou deixar uma pergunta pra vocês na enquete do episódio, aí

é o seguinte. Background deve ser invocado em jogo ou ele deve ser todo definido previamente? Diz aí pra gente, você acha que sim, ele deve ser, ele deve ser invocado em jogo ou não? Ele não pode ser invocado em jogo e eu vou deixar também o espaço pra vocês comentarem, inclusive fazendo a pergunta pra vocês aí, como isso rola na sua mesa? Você veta tudo, né? Ou você, como é que é o veto? Isso tem veto, não tem, é liberado reivindicar, como é que funciona isso conta pra mim.

A gente vai encerrando. Então aqui eu vou deixar os links, né? Tanto dos anúncios para você jogar. Beergotem o anúncio do template do notion, né? É, é também. Então vou deixar aqui por escrito, por extenso. Como é que você faz para adquirir o template de notion e o link para o península ancestral também deixar lincados os episódios citados aqui. Né? É o episódio 6, desenho do papéis no RPGO episódio 78 é se o personagem não importa, é o episódio 63. Simular, simular. E Philip K.

Dick, né? Que são aí os 3 episódios que eu citei. Nesse nesse nesse episódio, então é isso. E lembre se pode apoiar o café com dângio. Se você quiser que o café com dângio volte a ter 5 episódios semanais, quem sabe considere apoiar o projeto e a sua expansão em apoia ponto vai ser barra café com dângel. Lembrando que se você é semestro do café com dângel, você tem descontos, inclusive que o próprio templete de notion aí, né? É de acordo com seu nível de apoio.

Se você gostou especialmente do café de hoje, deixa pra gente uma gorjeta. Manda o seu Pix em qualquer valor pra café comdangelo@gmail.com a gente conta com você. Você tem uma empresa ou uma marca que é ter um dia na semana um café com dângelo? Você pode financiar um episódio novo semanal no podcast e fazer assim a Alegria da Márcia ripedita, que adora mais café com dângelo na semana. Então consulta a gente aí em cafecomdangelo@gmail.com que a gente tem uma proposta especial

pra você. Consulta também a gente aí sobre parcerias e anúncios. A gente trabalha com marcas de RPGE também de outros ramos, como cafés, jogos, tecnologia, mídia, educação e et cetera. Você quer colaborar com a gente, é um produtor de conteúdo, game design independente, acadêmico ou fã e quer participar do nosso projeto manda um e-mail pra gente, aí em café comdanjo@gmail.com explica pra gente que que você tem na sua cabeça, é é isso? E queria agradecer aqui por último a galera que torna

possível essa aventura, né? Um obrigado ao pessoal que apoiou o nível incentivo, incluindo Denis Carvalho. É valeu demais ao pessoal do nível de apoio comunidade, incluindo aí Oo, Gabriel Gomes, junger lombreras, o Vitor é Garcia, Simões Simões e o Walter Luiz lada da Silveira. Um salvo especial também para os assinantes do nível café do Jô, dentre eles o Caio Palma Fernandes, o Leonardo paixão, o Marcos Vinícius sornelas, Rudolf Helmut e o Vinícius Caldas.

E um abraço aos membros do treinamento da olfantas, o Abílio Júnior. O César Machado, Daniel Haidar, Diego cistinto, Leo gasparuto, Marcos Gonçalves e Pablo Rodrigues Lima. E um imenso agradecimento aos membros do café com balbi, né? Inclusive aí é um grande amigo, Thiago Augusto, que recebeu de graça o nosso tempate de notion. É isso aí. Valeu, galera. Até a próxima. Você sente orgulho de comer cocô?

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