É Complexo Aprender RPG? #MMM2K24 #0003 - podcast episode cover

É Complexo Aprender RPG? #MMM2K24 #0003

Jan 18, 20241 hr 3 minSeason 2Ep. 3
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Puxando o gancho da complexidade de se aprender um RPG em sua natureza artesanal e lacunar, Balbi recebe Igor Teuri e Bruno Cobbi para apresentarem o MMM2k24, o Mês de Mentoria para Mestres de 2024, que tem como objetivo juntar um grande número de pessoas para se capacitarem a começar a mestrar nos sistemas que sempre desejaram.

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Agradecimentos

Obrigado aos pessoal que apoiou com incentivo, incluindo:

  • Lucio Pimentel

Valeu demais ao pessoal do nível de apoio Comunidade, incluindo aí:

  • Walter licínio
  • Diego Paiva
  • Matheus Thiamat

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  • Abilio Jr.
  • Bruno Cobbi
  • Daniel Aidar
  • Germano Assis
  • Marcos Vinicios Ornelas
  • Mateus Colletto
  • Matheus Fey Machado
  • Pedro Borges
  • Pedro Obliziner
  • Rafael Garotti
  • Renata Canevaroli
  • Rudolf Hellmuth
  • Victor Hugo Martins


Transcript

Então? Começar a jogar RPG é fácil. Bom, mais do que isso, fácil. A gente sabe que é, né? A gente teve uma discussão muito grande lá no grupo do café dos assinantes e Bruno Kobe, Daniel gata, Daniel de la rosa aliás, Daniel da rosa desculpe, Diego mezêncio auriflamado, Ícaro providelo, todo mundo se enfiou nessa discussão. Aí porquê? Porque a gente estava discutindo não era exatamente se era fácil, fácil.

A gente chegou à conclusão de que é e se você sentar na mesa, sair jogando, você pode demorar para aprender. Você pode ser um processo contínuo, pode ser que você pegue mais rápido. Que o fato é que sentar ali e tal, você consegue achar, tem evento, tem mesa online cada vez mais fácil você conseguir jogar. Mas será que RPG é complexo de se aprender? Ou será que ainda mais, profundamente RPG é complexo por natureza? Bom, a gente pode pegar um sistema simples para pensar em

cima disso. Se a gente pega um sistema simples, ele tem ali poucas regras e tal. Será que é fácil de aprender? Esse sistema? Será que é fácil a gente um iniciante, de repente começar a jogar? E sacar logo de cara do que se trata? Bom, eu tenho pra mim que a gente ali, quando tem poucas regras, muitas perguntas começam a surgir, né? E às vezes, quando a gente tem muitas regras, elas não dão nem espaço para as perguntas surgirem, mas elas parece que vão surgir ainda assim.

Por quê? Bom, porque ORPG ele me parece complexo por natureza, né? Porque ele tem essas regras, esse espaço mecânico. Ele tem um espaço dinâmico, maior ainda, e tem essa natureza lacunar e artesanal dele que torna tudo um pouco mais complicado. A partir desse momento que a gente precisa conjugar 2 coisas que são muito importantes, a ficção e as mecânicas. Esse foi assunto do último episódio, inclusive, que você, você não ouviu ainda. Eu recomendo ouvir porque está

bem maneiro. Modéstia à parte, mas bom, me parece que conjugar mecânicas e ficção é algo complexo por natureza e por isso, na minha concepção, é um jogo complexo de se aprender, né? E quando eu ponho o complexo, aí não é começar a jogar, começar a jogar. Como eu falei, é fácil. Mas entender, ele é difícil.

Uma coisa que eu achei importante delimitar ali que a discussão às vezes se perdia é que na minha cabeça há um ponto de corte, uma noção de que o jogo a partir de certo momento ele já tá ali sob conhecimento do jogador. E esse corte eu eu calculei mais ou menos ali onde o jogador tem agência plena e o que que eu quero dizer com a agência plena é o momento em que o jogador observa o jogo. Ele é consciente das regras do jogo e ele consegue calcular ali

nas suas ações. O risco e a recompensa de cada decisão que ele toma. Mais do que isso, ele consegue entender o significado daquele jogo, nas expressões de mecânicas, no seu espaço de agência, e ele consegue tomar decisões que fazem sentido para aquele jogo e, a partir desse momento, ele começa a ser capaz de perceber certas nuances que aquele jogo vai trazer. E, no caso do RPG, ele traz

muitas nuances. Normalmente um espaço muito grande de nuances que durante anos a pessoa vai aprendendo. É como xadrez. Xadrez é simples de você aprender. Bom, ele é um jogo complexo por natureza. Começar é fácil, você inclusive ter esse espaço de agência, né? Que eu botei como ponto de corte ali para ter noção de jogo, você consegue aprender rápido, né?

São os movimentos das peças, Oo que que acontece quando você coloca uma peça e come a outra é como é que é um cheque mate, como é que é um rock esse tipo de coisa, você aprende relativamente rápido, 2 horas de jogo, ali você entendeu como funcionam as peças, os movimentos, as dinâmicas de jogo, como se vence e tal. A partir daquele ponto, você começa a ser capaz de começar a entender as nuances do xadrez, e isso me parece que é uma. É, é uma.

É um jeito de se analisar ORPG também a partir de que? Você entendeu como funcionam as peças no RPG, como é o que acontece quando você come uma peça no RPG, né? Que ponto é esse? Esse é o ponto de agência e na minha concepção, é difícil de chegar nesse ponto. Nos RPGs, eu fiz até uma enquete no Twitter e até agora a enquete veio trazendo resultados de que muito pouca gente, tipo, menos de 10% é de fato conseguem declarar ou conseguir entender o

que que é RPG? Logo nos primeiros 30 minutos de jogo e isso é um contraste muito grande, por exemplo, com o Mário, você pega o Mário, coloca o cartucho, Mário World, sei lá, o super Mário World e nos cara não posso arriscar que nos primeiros 5 minutos de jogo você aprendeu tudo o que é necessário para. Tido aquele momento, você só IA atrás das nuances, né? E a gente sabe ARPGS e RPGS1 dos mais simples, outros complexos. Fazendo uma análise aqui relacional. Uma simples em relação ao outro.

Ainda que os 2 sejam por natureza complexos, por tudo o que eu trouxe e assim que eu construí a minha opinião, né? E me parece que em absoluto eles têm essa coisa em comum que é complexa, né? E para quem já conhece RPGE quer pegar um sistema novo, uma. Proposta nova de jogo 11, estilo

de jogo. Como virar a chave se você já passou um tempo entendendo um jogo, entendendo essas nuances dele como você depois que está imerso nessas nuances, você aprende um estilo novo, como você vai fazer para não mestrar um jogo de RPG da mesma maneira que você estava mestrado? O outro, será que isso é adequado? Como mudar a sua a sua atuação de mestre de jogo para jogo? E para responder isso, a galera da MMM que é o mês de mentoria para mestrar 3. Anos aí fazendo um trabalho que

vai ajudar a gente. Responder isso aí, então vamos lá. Eita, porra. O espírito está mexendo o copo americano ludinha o espírito está mexendo. É mesmo, está má, é mesmo g. ARYGYG. AX, Gary. Gagaz ya. Quer café? Claro, meu querido, dá-me esta Poção da plenitude aqui, mas café com quem café com nada, rapaz, vaza daqui, seu mal, ele é leva junto essas frases famosas.

Inferno. Bom dia, amigos do café com danjão, estamos aqui de volta para mais um episódio do seu podcast matinal favorito, trazendo sempre muito RPG. Meu nome é Rafael baubi e hoje o meu café tem notas e sabores que eu simplesmente não era capaz de experimentar antes, mas com anos preparando o café. De acordo com algumas dicas e me tornando mais consciente das minhas ações ali. Agora eu percebo essas nuances e, bom, eu posso dizer que eu tenho. Agência plena sobre o meu café.

Vamos lá, vamos começar o episódio agora, só que lendo as enquetes que a gente lançou no episódio 2, né? Então vamos lá. O último episódio a gente falou sobre O Mestre de RPG, sua atuação e a gente perguntou se. Todo mestre de RPG é game designer e bom. A primeira pergunta é qualitativa, né? Ficou em sim e não. E o não ganhou por 67,5% dos votos dos 80 votos e foi até apertado.

Chegou o momento que quase empatou, mas o não venceu, então a maioria, a maior parte das pessoas ali, considerando que não um mestre de RPG, não é um game designer que foi o ponto que eu defendi no episódio. Então você vê que aí que é um terreno em disputa, né? E a pergunta qualitativa aí do como a Conar você gosta? É dos seus jogos, a galera trouxe aí algumas respostas. Teve bastante. Eu escolhi 3 aqui, a primeira do Marcelo larcher, grande Marcelo

de Brasília, aí do D30. E dos eventos de RPG em Brasília dominando. Aí ele trouxe que bem pouco. Eu acho, inclusive, que essas questões de ter que mudar as regras vem de usar regras não tão interessantes e antigas, já que tem versões melhores atualmente, que resolvem problemas, mas que você precisa aprender. O grande Jarbas Trindade. Grande abraço, meu amigo.

Ele trouxe aí que se os mestres são artesãos, fazemos parte de uma grande guilda e o jogo é nosso ofício, assim, quanto mais aberto o jogo, mais temos Liberdade para trabalhar. E trouxe o Ricardo mati também. Grande abraço e o grande mate. E ele falou que o máximo possível quanto menos definição, melhor. Mas é interessante ver algumas mecânicas que imprimem alguma experiência específica. Não precisa ser o jogo inteiro. Alguma mecânica já é suficiente,

então é isso. Essa foi a participação da galera e fique ligado que esse episódio agora a gente vai lançar mais uma enquete para vocês responderem. Puxa, eu fico ouvindo esses podcasts maneiros e toda essa garotada legal falando de jogos radicais e seus designers incríveis, mas eu nunca sei onde encontrar. Happy, que é um joguinho diferente, quero. Quero, mas não é pirata. Fica tranquilo, os tiras não querem nada com a gente. Nós somos bem.

Independentes, cola. Com a gente que eu te mostro as novidades. Vem aqui no Daily indie RPG news que uma vez por dia tem uma notícia sobre jogos Indy. Já mencionamos o against the winds, do capac e os mortos estão chegando do Diogo Nogueira, o nômades, primordial do Marcelo colar e claro, skyfall, do mestre pedroca, que. Beleza. É, mas agora trata de falar mal de dendê em toda conversa, compra um al-star verde e consegue logo sua carteirinha da igreja mecanicista da

experiência sagrada, beleza. O Daily Indy, RPG, Neil, com um grupo no Telegram que você pode entrar pelo link que vai ter na descrição do episódio e acompanhar os lançamentos, inde sempre um por dia, explicado lá e cheio de links. Então é só seguir que você vai chegar nesses jogos radicais e seus designers incríveis. Bom dia, novamente vamos voltar ao tema aqui, né? Do nosso podcast, que apresentando aqui para começar a apresentar essa galera do MMM,

né? Eu vou fazer uma pergunta e vou abrir essa pergunta logo de cara. Bruno Kobe, que está aqui para falar com a gente sobre OMM, Kobe é fácil ensinar um novato a jogar RPG. Salve, salve Rafael balve, que satisfação quem está aqui mais uma vez, cara, eu achei que isso não IA acontecer. O café com tanjo está de volta Brasil. Vibrem comigo. Brasileiros e brasileiras é isso? Estamos de volta. Obrigado, Paulo, por você ter dado esse presente pra gente.

É uma satisfação poder estar aqui com você nesse, nessa tal temporada. Esse agora eu fiquei sabendo que a gente vai bater a casa da do milhão de episódios, né? Agora, a primeira temporada foi 1000. Essa aqui vai ser 1000000 de episódios, é isso? Certamente, certamente. Bom bicho. Obrigado, bem-vindo, cara. É sempre uma satisfação enorme estar aqui contigo é, e o sobre a tua pergunta aí, né? Se se é fácil, né, começar AAA jogar o mestrado, eu já me

perdi, até me emocionei. É fácil ensinar um novato a jogar RPG. É fácil ensinar carado ponto de vista de quem ensina agora. Olha, ensinar a jogar eu. Eu não sei. A gente debateu na comunidade lá, né? Foi bem legal. Eu, eu. Eu fui um dos que puxou a conversa, né? Eu estava numa mensagem sua solta lá. Eu falei, espera aí, Bob, volta aqui, fala mais isso aqui que eu quero escutar mais você falar a

respeito disso, né? E aí desenrolou e tal papo por lá e eu trouxe uma coisa, eu, eu, esse ano, agora eu comecei a jogar em 1993, né? Então, ano passado eu fiz 30 anos de RPG. Eu não tive ato, né? Eu. Eu jogo mesmo. 31 anos, vai fazer esse. 3 dias, tá? No de RPG 30. E um anos, quer PG, que minha rede acha vídeo m. T. V. E nesse, e eu tenho intenso, né? Esses 30 anos de RPG foram de

intenso contacto. Grande parte dele profissional e especializado, com iniciantes e leigos de toda a natureza, né? Eu trabalhei como promotor de jogos por muito tempo, a galera me conhece, deu trabalho na Holly players, mas eu trabalhei com isso muito antes. O pessoal da devir, o pessoal da jambo com a New Order, né? Com a abrir o jovem, a gente chegou a trabalhar como? Como promotor de de jogos de RPGE, essencialmente, o nosso trabalho era esse, né?

A gente ensinava RPG para quem não sabia o que era jogar. Então, e eu sempre eu dei essa. Acho que eu dei essa receita no café uma vez, não sei se fui no café ou foi no MM. Que você quer ensinar alguém AA jogar você perguntar, você tem que fazer 3 perguntas Pra Elas, qual que é seu filme favorito ou sua série da Netflix? Agora não tem mais cinema, né?

Agora é Sério, Netflix. Fala aí, qual que é teu filme, teu livro, tua série ai a pessoa vai falar ai sei lá, é ai eu acho que é Star Wars Ah legal e qual que é teu personagem favorito? Ah, meu personagem favorito favorito é o é o Luke carwalker, Ah, então tá bom, então EE qual que é a tua cena favorita do look? Ah, minha cena favorita do look é o. Retorno de Jedi na hora que ele tá lutando com.

Oo Darth Vader EE eu. O duelo dos 2, aí então está bom, então agora você é o Luke Skywalker na sua frente, você vê aquela figura. Tudo escuro e tal, você está com o sabre na mão e. Ele olha para você e aí que que você faz, a pessoa fica meio assim. Como assim que que eu faço? O que é que você faz? Você é o look. E aí que que você faz? Cara, é muito louco você ver o brilho no olho que brota na pessoa, fica na Posse de fazer qualquer coisa, pode, pode fazer que que você faria? Eu vou.

Eu vou conversar com ele, falei então tá bom, então fala com ele como se eu fosse OOOO. Você começa a jogar com a pessoa. É o melhor jeito de ensinar uma pessoa AA jogar IPG é jogando. E eu vou falar muito disso aqui hoje, né? Eu não acho que seja 11 processo como a gente falou, bastante da comunidade, da diferença entre o fácil e o simples, né? Fácil é uma coisa simples. Eu não sei se é ou se não é, mas na minha cabeça são 2 coisas diferentes, né? Uma coisa fácil.

Ela, ela é, ela vem, né com facilidade, ela tá ali. Outra coisa É Ela ser ela não ser complexa, que é o caso do RPG que eu super concordo com você, que tem várias camadas. Aí essa discussão da pano para Manga e vou deixar meu parceiro aqui responder essa pergunta de se é fácil ou se é difícil ensinar iniciantes aí é por. Teori, eu tenho uma pergunta até um pouco mais um pouco derivada disso aí. Teori me diz uma coisa, aliás, se apresenta, né? Fala pra galera aí dar seu salve.

Mas aí eu quero que você emende logo com uma resposta que. É como transformar um novato em mestre, mas antes se apresenta. Aí depois já pode emendar na resposta, fala theori. E aí, galera, cara, que satisfação estar aqui também no café com danjão é que bom que voltou, né? Segunda edição aí do café com dange, então era realmente como o Kobe, disse, né? Um presente para todo mundo, para toda a comunidade, cara, um prazer estar aqui e cara, é como

transformar um novato e mestre. Eu acho que a melhor forma de isso acontecer é a pessoa querer jogar e não ter um grupo é que foi o caso aí da grande maioria de de mestres, né? É o meu caso é esse e muitos mestres surgem pela necessidade. Mas eu acho que a melhor forma de ensinar, né? Ou incentivar um novato, a mestrar é mostrar para ele a Liberdade que existe em semestre, no sentido de que você cria o começo, mas você vai ser surpreendido o tempo todo.

Isso é uma maravilha você não saber para o jogo para onde o jogo vai, você criar um terreno e um desafio e deixar que os jogadores vão para cada lugar. Existe diversão no papel do mestre e a gente consegue mostrar isso para um jogador. Ele entende que OPA, legal, eu vou começar a ir por esse caminho aqui também. Eu iria uma. Muito por aí. Estão dando uns caminhos que são muito interessantes, porque eles são muito orgânicos, né?

Aquela coisa de jogar na mesa, de botar na grelha mesmo e de começar a aprender na prática, porque é aquela coisa se ORPG. Ele só acontece na mesa. Nada mais natural do que a gente levar pra mesa logo, né? Mas eu sei que tem toda 11, método tem toda 11, processo que vocês estabelecem aí ao ao longo dos MMS, né? Das edições do MM levando a galera a prender, a jogar um sistema novo, né? Não necessariamente um mestre novato. Mas, na verdade, o objetivo é ensinar um sistema novo.

O Mestre pode até ser novato e é, e obviamente vai ser novo para ele aquele sistema, mas pode ser O Mestre também. Já experiente em algum sistema, né? E aí, aquela coisa tem algum método melhor do que você devorar o livro no café da manhã fica mastigando ali as regras e as mecânicas que se aprendeu no livro por meses até ter coragem de mestrar. E aí você joga na mesa isso aí para para ver se funcionou na prática. Como é que é esse método? Como é que vocês estão chegando

nisso? E aí pode ser pobre, o Theory tanto faz. Um grande iniciativa começa. O que que você acha? Não posso puxar daqui. Vai lá, eu acho que assim é um método. O qualquer tipo de preparação é para você, mestrar qualquer que seja o sistema, ela tem uma função que é diminuir um pouco a ansiedade que a gente tem de estar despreparado, não é?

Então, principalmente quando a pessoa é iniciante no sistema ou no RPG em geral, essa ansiedade de achar que não estava preparado para o que pode acontecer, ela é muito grande. E a preparação muitas vezes ela ajuda a diminuir isso. Você tem 11, sensação de que olha o que acontecer, eu posso.

Eu tenho aqui meus papéis, eu tenho minhas anotações, eu sei pra onde o jogo vai, é o grande problema disso, com muitas vezes acontece é que a pessoa, essa ansiedade é grande demais por vários motivos, seja do sistema, seja do grupo, seja da da do meio que ele tem inserido, e aí se prepara mais do que o necessário. E se? Cria situações muito que se cria como se fosse 11 fantasma.

Realidade, eu imagino ela como muito pior do que realmente é, e na verdade, o que a gente faz é tentar preparar e ensinar lá no MM do MMM, né, as? Pequenas coisas que você pode se preparar para se sentir preparado até para improvisar, então você não precisa preparar tudo exaustivamente. Você se precisa se preparar para mestrar a primeira sessão, a primeira aventura e ali com certeza vão acontecer, erros vão acontecer coisas que você gostaria de fazer?

Melhor? Não vai ser do jeito que você imaginou, mas você aprende com aquilo. E se você coloca a primeira mesa e você consegue, mestre à primeira mesa com algumas dicas básicas. Vão surgir novas dúvidas e aí sim começa 11 passo a passo de subir uma escada, não é? Então, às vezes o mais difícil. Não é nem subir a escada, mas é dar o primeiro passo, subir esse primeiro degrau que de longe ele parece enorme, né? A gente olha para a escada e fala assim, meu Deus, que escada

gigantesca. Ela é enorme, né? Mas é, a gente está olhando de lá de baixo. Quando você dá o primeiro passo, ela aparece um pouquinho menor porque você já mudou a perspectiva, né? Eu acho que é um pouco disso que a gente tenta fazer lá é preparar para a primeira sessão, é isso, né? Não precisa pegar o mundo inteiro, é só aquele pequena, aquela pequena coisa, a primeira sessão. Maravilha, parece um método interessante. Parece umas ideias boas para começar a galera a jogar, né?

A gente sabe que tem essa ansiedade de de começar, de botar na mesa, de levar uma coisa nova pro grupo, né? E tudo mais. Às vezes as pessoas se preparam demais, assim a gente sabe também que tem aquela coisa do mestre, às vezes achar que se se ele sabe um sistema, ele sabe todos, né? E às vezes, leva umas lambadas nisso, porque a gente sabe que cada sistema tem suas particularidades, tem seu jeito de jogar, né? Mas eu acho que agora eu quero dar 111.

Uma ré aqui e voltar para um ponto mais inicial disso perguntar. MMM, quem são vocês? O que vivem? Do que se alimentam? Como se reproduzem? Ai, gente. O mesmo mentoria para mestrar vamos falar dele, cara, é lá em 2022. Eu e outras 3 maluconas do do RPGA gente, eu venho desde 2015 acompanhando a galera do new game master moonf, né, que é uma tá rolando? Esse ano, inclusive, já tá, já tá acontecendo new game master montp. Ele é uma iniciativa gringa.

Os gringos têm uma coisa com essa coisa de mais, né? Tipo tem Oo National novel rifle moonth tem o winctober tem, tem tudo de mas eles se juntam nessas gregoras mensais para fazer coisas, escrever livro de ficção. É desenhar, tomar cerveja tem de tudo o que eles fazem para fazer isso aí e com ORPG não foi diferente, né? Em 2015, um grupo começou a fazer o elegeu janeiro como? Novo dos novos mestres, eu achei legal.

Na época eu tava com o paddaço com a role, mas guardei lá no meu, no meu HD. Só HD mental, né? Essa ideia dos caras. E aí? Em 22 já fazia 2 anos que eu tinha encerrado a rolly players estava quase acabando de encerrar ela. Que tem as atividades de bastidores para fazer toda a parte administrativa e querendo emplacar um projeto novo.

Aí me deu uma coceira assim. 5 dias antes do ano acabar, No No feriado do Natal, eu chamei AA Julia e a Ana Carmo da torre do dragão, a Camila gamino da da jambot e a Dani da do critical escuse. Falei meninas, olha isso aqui, que legal, vamos fazer aqui no Brasil. Elas falaram, vamos, e aí a gente fez, né? A gente em 5 dias botou no ar. Um programa que cara, me

impressionou a gente. Boa episódio do café se você for na primeira temporada lá. Tem episódio do café com inclusive, mais uma vez, obrigado barb pela ajuda na divulgação. No primeiro ano foi fundamental pra gente conseguir tirar do papel. E essencialmente, o mesmo entregar para mestrar é a gente, é isso não é OOAA grossíssimo modo se a gente fosse em um tuíte o que que é, almeja mentoria para mestrar é a gente. É um espaço, uma comunidade, né? Onde, gratuita, gratuita.

Exatamente, é completamente gratuita em convite, é? Então a gente se reúne para se se ajudar a se inspirar e trocar dicas para que a gente se sinta pronto para mestrar uma aventura. No final de fevereiro, independente do seu nível de experiência, né? Não importa se você está começando agora, se você é a geração xerox, você tem 30. Anos, que RPG. É a ideia é que a gente use aí Oo poder do coletivo a nosso favor. É ser Gregório de colaboração

pra espalhar ORPG de mesa. Esse artesanato não é, Balbino? E multiplicar, né? Esse 11 dos elementos mais importantes e raros do nosso jogo, que são as pessoas que mestram, né? Hoje em dia a gente sabe que tem essa onda de RPG sem mestre ERPG solo, mas a arte tradicional, né? A tradição reza que esse elemento é fundamental. Uhum. E aí originalmente, né? A gente copiou o programa gringo. A gente é adaptou os e-mails deles, tropicalizou os e-mails deles.

Mas a gente já deu 11 caramelada nesse. Caramelizado mesmo, né? Nessa mistura aí, então, desde a primeira edição a gente já fazia um encontro com a comunidade, a gente já cuidava para ter uma pessoa que sabia o sistema, né? Para poder dar dicas para as pessoas, para não ser só os e-mails, né? São 8 e meio, são 2 e-mails por semana. Você recebe com as atividades para você fazer AO sistema que você quer aprender e tem uma pessoa ali para você tirar dúvida para você bater papo e

tal. A gente fez isso em 22, foi bem legal. A gente surpreendeu, fez isso em 23, né? Eu eu esperava umas 50 pessoas, a gente juntou quase 300 em 23. É, foi muito surpreendente assim. E esse ano a gente já tem novidade. Esse ano a gente já não vai mais tanto só para os e-mails. Esse ano a gente vai ter bastante coisa. A gente vai contar um pouco disso aqui pra você. Esquecer alguma coisa theori, eu falei demais e falei, falei, falei pouco. Acho que é isso, né? De modo geral, é isso.

Acho que o programa tem mais coisa, mais é são detalhes assim. A gente pode botar, então que a missão do MMM é que cada participante chegue ao final podendo mestrar aquele sistema que ele sempre quis. Mestrar é isso? É isso aí. A ideia é que você a gente começa dia 24 de janeiro, né? O mesmo dia para mestrar esse ano, né? A gente começa em dia 24 de janeiro e a gente vai até 24 de fevereiro, toda terça e quinta você vai receber um e-mail, né?

As e-mail não vai receber um texto novo em atividade nova e a gente vai discutir a próxima etapa para você. Pode ser desde uma pessoa que nunca menstruou, que é o nosso público. A gente quer você, que nunca menstruou, venha, né? Essa pessoa é a pessoa que a gente quer com a gente no programa, Hein?

Então, é a sua oportunidade. E se você já mestra, mas quer aprender um sistema novo, cara, essa oportunidade a gente está com mais de 20 trilhas esse ano, cara de sistema, estamos com 22 trilhas confirmadas, indo para 25. Que maravilha. Impressionantes 25 sistemas para você aprender tirar eles da sua estante aí, botar eles na mesa. Rapaz, agora Teori me diz o seguinte, em relação às outras edições, o que a gente tem de novidade aí?

Para 2024, a quem já participou de repente das últimas que que vai ter de novo aí? Então, em relação à novidade que a gente vai ter, principalmente a gente está focando nesse ano numa questão mais prática. Então, como cobby disse, nos outros anos a gente até tinha, né essa? Uma experiência mais prática, né? Como se fosse uma oficina ali, mas dependia muito de quem estava guiando, né? De quem era a mentora aí do do sistema, né? Que estava sendo feito da

trilha, né? A gente chama de trilha aí porque a gente fala um idioma chamado RPGs ali dentro, né? A gente adaptou todos os os idiomas, ali é os termos pro pro RPG, né? E as pessoas que vão participar são as pessoas da jornada, né? Então a gente teve esse cuidado também com os termos para que eles fossem inclusivos, né? Porque a gente quer criar um ambiente seguro para todo mundo

se sentir acolhido. E nesse ano a gente orientou todas as guias de modo que a gente consiga é ter um momento para tirar as dúvidas, ter momento para fazer encenações, alguma coisa ali que seja necessário para aprender o sistema, até coisas mais práticas, de como preparar uma plataforma, por exemplo. E também, né? Vai ter uma questão, a gente orienta que as guias façam mesas, façam interpretações. Interpretações ali de cenas específicas para que não fique só na teoria, né?

Se tem algo prático, esse conhecimento prático, que é muito importante para o aprendizado de um modo geral. Muito bom e bom, já que vocês falaram aí que tem 70000 sistemas. Quais são os sistemas agora que já tem? Aí que a galera já pode começar a se coçar, fala nossa cara, sei lá. Esse aqui eu sempre quis mestrar. Sempre quis jogar, nunca pude fala aí pra galera já começar a ter aquele comichão aí, se já é, se é que já não começou a ter. Aqui. Esse ano a gente vou listando

aqui, né? Vou falar cada um deles a gente vai ter pat Finder segunda edição tem os frondloop é City of mists vamos ter dangers and Dragons quinta edição. Ordem paranormal, Avatar Legends. A gente vai ter forbidéland olds co essentions é Legacy na vida, entre ruínas, vampiro v 5, né? A quinta edição iOn é old Dragon segunda edição, alien blade in the Dark cason hexis, né? Olha o que cason hex apareceram. Ei.

Chamada? Chamada de cutulo, a gente vai ter Dungeon World é curo maus-witer monstro da semana saved World e tormenta 20 são os sistemas. Aí que nós temos trilhas dentro do programa. É bastante coisa cara e muita variedade, muita diversidade. Jogos, inclusive, que se que se joga diferente, muito diferente um do outro, né? Tem jogos aí que são mais pra campanha, jogos são mais pra algumas shot, jogos tem de tudo né? Então acho muito interessante.

E quem que tá numa organização aí, além, além do cobi, do Theory, quem tá junto de vocês participando aí EE como participar? O programa vai crescendo e aí a gente, graças a barhamute a moradim. A gente vem recebendo cada vez mais ajuda aí no programa e. Esse ano, né? No na, na edição de 22, fui eu, Camila e eu, Camila. Falei, né, eu, Camila, Julie e a Dani aí? Na edição de 23. Isso eu não vou esquecer ninguém na.

Na edição de 23, fui eu, o Luciano, a Julie, o Adriel e. O Airton. E o Henrique? Uma galera que já atua No No, no meio do RPG, né? Que tem Oo Adriel já já atuou no MM tem strin, a galera já é uma galera atuante no meio do RPG, né? É. A Julie e o Henrique tem OA torre do dragão, né? Que é uma agência de narradores profissionais de RPG. A sucessora espiritual da Holly players aí e a e o Ayrton tem uma, ele tem uma atuação mais focada no discórdio com a galera que joga, que faz a as panfix e

tal. Ele tem 11. Galera bem diferente assim, que é um outro objetivo do do programa assim que é furar a bolha, né?

Aqui a gente tá falando pra galera do RPG, mas a gente quer ajuda de vocês que estão escutando a gente inclusive pra sair da bolha da RPGA gente precisa sair daqui, gente, precisa ir falar com gente de fora, então divulguem bastante mesmo, ajudem a gente a chegar em quem nunca escutou falar de RPGO que não sabem que tem esse espaço pra aprender, porque geralmente faz diferença e esse ano?

Quem tá ajudando a gente, né? Nós estamos em 6 na organização esse ano é a primeira vez que a gente chega em 6. 6 guardiões, né? Que a gente chama? Agora, em RPG, 7 anos, né? Somos em além de eu e do Teori, é o Adriel e o Luciano seguem com a gente da edição do ano passado, né? E o Ayrton também, e esse ano entraram o Igor, que está com a gente aqui, o Terry e o Arthur rutra, que é da comunidade do café também. Lá, com a. Gente, nós estamos em 61

guardiões esse ano. É, e todas as PDMS que estão se reunindo, né? Pra poder ajudar a gente nos bastidores que aí eu acho que é onde a gente começa a falar um pouco de como é que dá pra você participar do MMM, né? Se você está ouvindo a gente aqui e você quer participar como PDM, como PDJ, né? A gente chama de PDJ, que é o as pessoas da, as pessoas da jornada e os PDMS são as pessoas da mentoria. Já No No, no RPGs. Se você quer atuar com OPDM, né? Se você quer ser guia de algum

sistema que a gente. Vai ajudar que isso, que ajudar outras pessoas a mestrar entre em contato com alguém do projeto, não é? Pode ser comigo, pode ser com o Teori, pode ser com o Airton, pode ser com o Arthur, pode ser com Luciano, pode ser com o Teori. E fala pra gente, fala, ó, quero quero ajudar, né? Vem com a gente. A gente tem um Discord, né? Onde é um Bom Lugar para você fazer esse contacto, mas pode ser por outras redes sociais também.

Mas, dependendo da data, esse ano não dá mais tempo de entrar com OPDM. Então vem logo, se quiser ajudar. Já com OPDJ, se você quiser participar da jornada, né? Você quer aprender um sistema que aprender a mestrar? É aí, tanto faz. Você pode chegar no momento que você quiser que a gente te dá o suporte, é lógico. Quanto antes você chegar, menos é, você precisa correr, né? Pra tá tá pronta pra mestrar é dia 24 de fevereiro e a gente mudou a data esse ano, né?

A gente vai terminar dia 24 de fevereiro em homenagem ao dia nacional do RPG, né? Que é dia 24 de fevereiro, a gente vai aí de 24 de janeiro a 24 de fevereiro, se para você poder entrar No No programa se quer que acompanhar que aprender e o nosso site o mmmrpg.com.br. Lá tem o link para você. Se se cadastrar, você vai entrar esse ano a gente vai testar, né? A comunidade pelo WhatsApp e vai ser bem legal. Como baby falou, a gente não cobre absolutamente nada pelo

programa. Esse ano, pela primeira vez a gente vai ter um esquema de pay Watch Word, né? Paga o quanto quiser para ajudar a gente a financiar o programa, né? A gente tem alguns custos com a coisa do domínio, algumas ferramentas que a gente usa Oo notion e quem sabe, se a gente conseguir bastante financiamento, porque não? É pagar pelo trabalho do pessoal

que tá nos bastidores mesmo, né? Que tá se dedicando pra isso hoje em dia todo mundo voluntário, mas vai que a gente consegue arrecadar grana pra isso. A gente também quer investir em prêmios. Uma das coisas que a gente trouxe de novidade pra esse ano é que a gente vai ter uma gamificação, né? Então quanto mais você se engajar no programa, quanto mais você mestrar mesmo aprender, entregar as atividades, participar você vai, a gente vai ter uma gamificação com os

prêmios dos parceiros. A gente tem várias editoras parceiras do MMM, né? AA jambo foi na sua primeira parceira, mas tem a new Word, tem a retropunk, tem AA Sage, tem um Monte de editora. Que é parceiro do mesmo mentoria. A gente vai levantar os brindes pra poder é entrar com a gamificação, mas. É mais ou menos assim, dá pra você participar com OPDJ participar com OPDMEA galera que já rodou como PDM em algum em algum ano. A gente traz, né? Você abre o precedente da pessoa.

Poder vim como guardiã, ajudando outras PDMSAA fazer o programa. Muito, muito bom, excelente agora. Bom, agora que a gente já estabeleceu aqui OMMM essa galera que manja de como ajudar as pessoas a. Estrarem, né? Seja o primeiro sistema, ou seja, um sistema alternativo que quer mergulhar, aí eu volto um pouquinho. Aquelas considerações lá do início, né? E aí eu tenho para perguntar,

pra pra vocês, pode ser Teori? Agora é o seguinte, cara, esse lance da gente ter, por exemplo, esse esse, esse mestre muito acostumado com o sistema, a gente está acostumado, mestrado, sei lá, b dle é aquele cara que mestra dei há décadas, sempre tem uma edição nova, ele aprende a edição nova, mas ele, mestre na dayde há décadas, e. De repente, o cara olha para a luz e fala, puta, cara, tem um mundo imenso aqui.

Para aprender a jogar vários sabores de RPG diferentes e tal, e agora eu quero aprender a jogar Legacy, sei lá ou quero aprender a jogar uma coisa completamente diferente do que eu jogava antes. E aí você, você achou, né? Eu acho que vocês acharam que eu IA falar, Ah, é uma coisa completamente diferente. Eu falo, jogar, jogar, tormenta. Não, não estou te zoando, é uma coisa bem diferente mesmo do que

o cara está acostumado. O jogo que se mestre de outra forma, um jogo que tem outra dinâmica, um jogo que tem outro objetivo, como? É que é na experiência de vocês largar os vícios, entender como funciona aquele novo EPG, como ele imprime um diálogo diferente na mesa, como é que é fazer essa transição para uma pessoa que já é experiente? Muitas vezes as dificuldades dela.

É justamente o que ela precisa ver os esse novo RPG com novos olhos, com com frescor que muitas vezes é difícil da gente alcançar. Depois que a gente já domina um sistema. É, eu gosto de fazer analogia que mestrar um RPG ou dominar um RPG. Ele, o sistema em si é uma linguagem, né? Então eu gosto de pensar como se fossem nossos idiomas mesmo. Então se eu sei jogar, eu estou acostumado a falar muitos anos da Ed. É como se eu tivesse aprendido a

conversar naquela linguagem. Eu falo ali usando os é vocabulários, usando ali os 3 jeitos. A construção de frase daquele tipo de linguagem mesmo, que é aquele sistema, é quando você vai mestrar um outro sistema. Existem, assim como nas linguagens, é linguagens e idiomas que são análogos, né? Então têm português e o espanhol, que é diferente. Mas eu consigo aproveitar alguma coisa porque elas tiveram a mesma origem ou sistema, acontece a mesma coisa, mas existem vezes.

Como você fez? Ana pergunta que eu estou saindo de um português, por exemplo, para falar coreano, um japonês que tem uma lógica, né? Um completamente diferente de construção. E aí eu tenho que muitas vezes aprender um vocabulário novo e aprender como me expressar daquela forma. Quanto mais próximo for, mais rápido isso vai acontecer. Essa adequação, porque você vai

ter que aprender. Querendo ou não, esses novos as novas maneiras de mestrar as novas maneiras de é abordar uma situação é, e quanto mais você se expõe aquilo, melhor você vai ficando. Eu costumo falar, né, que se você quer aprender um idioma novo, não adianta você ler todos os os cursos, fazer ali. Se você não pratica, não é, por exemplo. Ah, eu vou. Quando eu aprender, sei lá, inglês, que é todo mundo, muitas vezes que aprender quando eu aprender inglês, vou assistir

filmes, tem que ser o contrário. Eu vou assistir filmes para aprender inglês e assim que é no RPG eu vejo como funciona também. Se eu quero aprender uma linguagem completamente nova, eu vou precisar de mais exposição para aprender melhor que aquele vocabulário. É lógico que a exposição por si só, ela não ajuda.

Se ela vem guiada muitas vezes com alguém te mostrando, olha, é de outra forma, isso ajuda muito melhor você dominar aquele vocabulário um pouquinho mais rápido, então existe o autodidatismo, ele é possível, mas é muito melhor quando você tem alguém para te mostrar o caminho das peles ali, né? O que é que são boas práticas ou más práticas? E eu gosto até dar, posso até dar um exemplo, né, de sistemas.

Diferentes que se mestram diferentes e que a gente às vezes tenta transpor e não dá tão certo. Eu, por exemplo, fiquei vários anos mestre, só da ID quinta edição e estava acostumado ali. Misturava muita Dungeon crowl, né? Então, a exploração de masmorras, o pessoal entrando ali e dentro do Dungeon Crow, existe 11 lógica onde as ações dos jogadores elas importam. É lógico que tem uma abstração ali, mas a gente está quase em tempo real. Né?

No sentido de a gente vai marcando os turnos, né? A cada 10 minutos, os recursos vão é se sendo exauridos e as decisões de Ah, eu viro pra esquerda, eu viro pra direita.

Elas são importantes nesse tipo de jogo e aí eu fui mestrar uma mesa de Harry Potter em live aqui, inclusive que eu fiz lá no canal e é um jogo de mistérios ali, de exploração, e usei essa mesma lógica, né, de qualquer toda a ação dos jogadores importa, e aí eu ficava narrando com o pessoal é Ah, você está na aula agora de alquimia, o que você quer fazer, SAB.

Nas que muitas vezes não tinham um motivo e uma importância em jogo, então eu estava tentando pegar o vocabulário de um sistema de um outro idioma e jogar pro outro, e eu percebi que aquilo ficava muito esvaziado de sentido, né? Na própria prática do jogo, porque é a linguagem é outra. Então você coloca cenas e pula aquilo que são cenas vazias, que não tem tanta decisão importante sendo tomada.

E esse momento de corte, onde você corta a cena, onde você volta com a cena, o que é que tem em jogo? Como você estabelece uma cena ali? É algo que foi um aprendizado muito importante para mim a entender, falar. Um outro idioma, né? De um sistema diferente. Então eu acho que quando você sai de um sistema para um, para um outro, é muito importante que você veja qual que é a lógica, qual que é Oo estilo de jogo que esse sistema está propondo, que essa linguagem está propondo.

Né? Então, no português, por exemplo, é, eu tô fazendo essa analogia com idiomas, tá, gente? Mas vou viajando aqui, mas é porque acho que faz um. Faz sentido, mas é no português, por exemplo, a gente constrói as frases de uma forma, né? Então eu falo assim é, eu vou pra casa, do COB, eu vou pra casa do baubi, eu coloco o sujeito primeiro, depois eu coloco ali ação, né?

No japonês, por exemplo, você coloca toda a coisa e no final é o verbo, então o caso do cobre, eu ir, o verbo é sempre no final, então é uma lógica de pensar completamente diferente, por mais que vocês queiram falar a mesma coisa. Então é uma viajada pra caramba aqui, mas acho que essa analogia faz sentido nesse nessa questão, né? De? OPA, eu tenho que aprender uma nova linguagem. E como que ela se comunica? Isso que é o importante. Uhum.

É perfeitamente cara, eu concordo demais com isso, né? Oo cada sistema acaba sendo 11 linguagem, um idioma, né? Tem essa questão de que a partir de certo momento, você começa a ter capacidade. De entender certas nuances ali, né? Eu acho que isso acontece, por exemplo, quando você, você vai num país que se fala uma língua que você não conhece, né? Mas de repente você chega lá e com o costume você vai aprendendo algumas coisas. Então quando você vai embora? Daquele local você já aprendeu

certamente algumas coisas, né? É, por exemplo, onde é o banheiro? Sei lá. Agora se você vai, 11 caderninho com algumas frases prontas, algumas coisas assim, algumas, alguns, algumas anotações. Ou até aqueles caderninhos que tem de de de línguas, né? Com com frases importantes e coisa e tal. O teu aprendizado é acelerado, né? Então, OMMM tem 11, função muito, muito própria disso.

Eu acho que provavelmente o ponto que se chega, né, é justamente da pessoa já saber o suficiente para começar a pescar as nuances, né? E a nuance, num num idioma seria a gente. Poderia botar um exemplo dentro disso que seria quando você, por exemplo, aprendeu o suficiente do japonês pra? Conseguir contar uma piada, né? E aquela piada de ritmo, impactar as pessoas, porque eu eu lembro um quadro do Monty Python. Eles viam o finan Circus, que era um é um programa do muito do

desse grupo de comédia. Não é que tinha uns esquetes e tinha um esquete que era a piada mais engraçada do mundo, que as pessoas morriam. Então a piada é é mais engraçada do mundo, começou a ser usada como uma arma, né? E aí os alemães resolveram desenvolver na segunda guerra, a piada mais engraçada do mundo deles também. E aí eu lembro deles testando a piada, e eram os alemães tentando contar a piada pros ingleses, né? Então o cara falava assim, my dog 12 at have knows.

I would. E tipo, sabe, eu botei, ou seja, é tipo o meu cachorro não tem nariz como ele cheira péssimo é mau, né? Tipo então, tipo, existe 11? Diferença assim, de quando você conta uma piada numa língua e a outra ainda em relação a ao ritmo ou a como você vê fala, né, Hum, e isso é uma nuance que realmente, no RPG faz sentido, né? Faz muita diferença quando você pega as nuances daquele jogo e você começa a utilizar aquilo

para aprofundar, né? A sessão para aprofundar aquela campanha, aprofundar aquela aventura em níveis que você normalmente não consegue, né? Com certeza, cara, e eu acho que essa analogia é muito boa nesse sentido, porque ela comporta uma coisa, aprendeu o idioma, não é só aprender a traduzir, é aprender a cultura que está por trás daquele idioma, porque se expressa daquela forma e com ARPG é a mesma coisa. É quando você aprende um novo idioma, uma nova cultura.

Aquilo te marca para sempre. Muda o seu jeito até de de se expressar na sua língua padrão e quando você aprende o novo sistema, por mais que você não vá, é usar aquele sistema para sempre. Você volta pro DID com muito mais bagagem porque você aprendeu novas nuances, como você colocou. Daí essas novas nuances ajudam a gente a ver o jogo de uma outra forma. Daí isso, cara, é maravilhoso assim, muito bacano.

É boa, e você cobre alguma alguma, algum apontamento sobre isso aí, cara, sobre tipo, não somente como nesse processo, né? De de se aprender um sistema novo, alguma, alguma dica que você gosta de dar? Pra quem? Tipo obviamente, né? As pessoas eu tenho certeza que todo mundo tá ouvindo aqui, vai participar do MMM, não é? Mas a galera que tá querendo aprender um sistema novo, você tem alguma dica que pra dar pra galera que tá fazendo essa migração? Cara, é, é legal vocês

comentando isso, porque. Tem alguns algumas das trilhas que a gente, ao longo desses 2 anos de sistema, ela, a gente anotou essa. Essa quebra de paradigma assim que existe na cabeça. Do do? Pessoal que já jogava a gente ao longo desses 2 primeiros anos, a gente atraiu. Mais mestres que queriam aprender outros sistemas do que realmente pessoas que queriam mestrar pela primeira vez, tem bastante gente que mestrou pela

primeira vez pelo programa. Mas o número de pessoas que estão aprendendo sistemas novos é um pouco maior ainda, né? O nosso objetivo esse ano é tentar inverter essa essa proporção, aí a gente chegar em mais gente que quer mestrar pela primeira vez sem diminuir. Sem diminuir o número de pessoas que que quer aprender outros sistemas também.

E tendo um público maior dessa galera que já mestrava e que veio aprender um outro sistema, é legal ver o pessoal batendo a cabeça para tirar Oo. Os vícios, né? Do do do quinta edição do day desse day 5 é a é a vasta maioria hoje em dia, né? A day D5 e o pessoal do do storyteller do vampiro é é call of putulo, talvez lá em terceiro colocado, lá em paixão, assim é muito distante desses 2 primeiros. Assim são os 3 mais populares assim, e eles funcionam em cima de uma estética noventista

assim, né? De você joga, tem uma dificuldade, joga um dado pra ter essa dificuldade essencialmente, né? Uhum. E é sempre uma rolagem pra saber o que vai acontecer. A Intel, alguns jogos, alguns mais modernos que eles realmente você precisa desconstruir essa mentalidade de de de jogar, né? Eu acho que o talvez o maior exemplo, os 2 vai maiores exemplos disso. Eu acho que são os PBTAS, né? Os Power by apocalips que a gente tem o Dungeon World talvez

seja o que primeiro, né? Provocou isso na comunidade porque em Jean Word é um jogo que ele funciona. O único jogo que eu conheço que tem um. Um livro para explicar como é que joga o livro básico assim, de tão pessoal, lê o livro e não consegue entender como é que Oo jogo funciona assim, né? Você só vai, mas se você senta com alguém que já joga e você é pratica um pouco, você fala, pô, é assim, caraca, entendi meu, porque realmente ele é um jogo

que que perverte, né? A ele foi super inovador na época, né? Ele quebrou vários paradigmas. É por por conta daquela coisa de jogar, pra ver o que vai acontecer. Né? Você não, você não. Não é uma coisa que a gente tá acostumado a fazer assim, né? É AA questão dos movimentos, né? Que é uma coisa que você tenta mecanizar o diálogo e tal, com todas as críticas que a gente tem a isso dentro de Joy ofentes e a gente sabe e a gente reconhece. O quanto isso foi inovador pro pro jogo em si, né?

E acho que o segundo grande exemplo em que isso acontece e talvez acontece de uma forma ainda mais crítica é no blade in the Dark, assim. Que o lazy the dak, nem linear ele não é, né? Você não joga ele do começo pro fim. Você. Você começa jogando, você começa No No, no, no, em mídia, reza assim você começa no meio do pega pra capar. Assim tá acontecendo, né? Você começa um negócio já pegando fogo. E aí, você volta para trás para jogar o que aconteceu antes daquela é?

É um filme do Gary rich assim, né? Essencialmente, você está jogando aquela estética de filme do Gary Richard, assim começa você não está entendendo muito bem o que está acontecendo. Daqui a pouco volta. De porcos e diamantes assim, e é uma delícia, né? Eu joguei uma campanha longa de blade in the Dark, com o pessoal da torre no podcast deles. Tá? Inclusive vai lá, pessoal do caixinha quântica. Jogou com a gente também. A campanha de playsta lá gravada. E é inovador e inovador.

É um jeito. Completamente diferente de narrar, né? Você gasta estresse pra você jogar 11 flashback pra você? Ah, então como é que funciona? Kobe essencialmente, você tá. Você começa a jogar e tal. Você tá indo lá e você vai ter que passar pelo guarda.

Eles falam não espera aí, mestre, a gente vai passar pelo guarda aqui agora, mas eu vou vou gastar 2 pontos de estresse pra jogar um flashback, é legal então, que flashback você vai jogar cara, eu vou jogar um flashback há 2 dias atrás quando eu vim aqui para subornar esses caras. Aí, beleza. Então aí O Mestre volta, né? 2 dias atrás EE rola essa cena pra ver se ele na cena lá da frente vai ter conseguido subornar esses caras.

Então não é linear, AAA, narração assim e. Então, vê OAA galera ter que quebrar esse paradigma, né? Ter que mudar essa, essa metáfora que o que o Terry trouxe sobre o idioma, ela é muito rica assim ela é. É realmente por aí que a coisa que a coisa é acontece, você está aprendendo um idioma novo, né?

Às vezes você está aprendendo do português para o espanhol, que é ali do lado, sei lá, você está indo desde a quinta edição com tormenta, você está indo dum dum dum, Ozzy com old Dragon, você está indo, sei lá, de 1/01/1 forbden lands para um. Para um texto, para um de loop, às vezes não. Às vezes você está indo do português para o japonês assim, né? Que é um negócio que você espera calma. Do grego, assim é outro alfabeto. Sim, muda, muda bastante coisa assim. É, tem.

Tem um Monte de de médico que eu conheço, assim que mestre é. Bem, são bons mestres, mas eles têm essa essa dificuldade de pegar nuance, então eles mestram quase todos os sistemas que eles conhecem da mesma forma, né? E nesse ponto, eles perdem muita nuance é e acaba parecendo o João Santana, né? Falando inglês to the rapaz, eu só falar, cara. Mas enfim, eu acho que é. Por aí, cara, eu acho que vocês mataram a questão bastante assim tem.

Acho que a galera deve estar bem segura de que vocês têm aí um bom método para isso e que tinha que galera vai conseguir chegar no fim do mm. Com grande objetivo, que é sendo capaz de botar uma mesa do sistema escolhido, né? Então, parabéns gente pela iniciativa, uma iniciativa que já agregou muito à comunidade e tem de agregar cada vez mais. É pessoal aí que que está sempre querendo mesa e tudo mais. Aproveita, né? De repente se torna um mestre.

Também diminui muito o seu problema de mesa, tem uma diversidade muito grande de pessoas. Ali é uma comunidade comprometida com o ambiente, então vocês podem. Chegar junto aí EE colaborar, né? No fim das contas, é uma grande colaboração. Então, muito obrigado. COB, muito obrigado, Teori. É vou deixar aqui 11 espaço para vocês. Em primeiro lugar, dizerem o cronograma novamente, agora certinho, tudo certinho.

E como fazer para participar, deixar tudo estabelecido aqui nesse bloco e em seguida a gente continua com vocês dando o seu jabá, então façam isso depois, já pode emendar o jabá aí de cada um falar, o que que tem aprontado Oo teory com com dados críticos, o COB aí, com seus projetos, pode mandar aí. Sobre o cronograma, né? A gente vai passar aqui pro pro baub, né? Oo link né?

Da do site do MMM é entra lá que vai ter todas as instruções, vai estar tudo explicadinho, como que faz pra participar, como que faz pra entrar é com OPDPDJ, né? Ou com OPDM como como falou, dependendo como PDM aí pra ajudar, é dependendo da data que você está ouvindo isso, fica um pouco difícil, né? Mas se você está ouvindo isso até do dia 24 de fevereiro, que é o dia do nacional da RPG, ainda dá tempo de participar como PDJE aprender aí um sistema novo.

É, então um entra aqui Na Na, no site, né, que vai estar aqui, pode procurar a gente também nas nossas redes sociais também. Procurar pedir o link. Aí a gente ajuda também. Mas de modo geral é isso. É emendando aí, né? É, se quiser saber mais sobre o que eu estou produzindo, eu

tenho dados críticos, né? Que é um canal onde eu tento ajudar as pessoas a começarem a jogar RPGA ajudar mestres a começar a mestrar, então eu tento lhe trazer ferramentas, trazer dicas e outras coisas sobre o mundo da RPG tentando fisgar pessoas, né? Aos poucos aí, para RPG de mesa. É isso aí. Boa. Maneiro, e você cobre algum recado em relação ao MMM, algum, algum direcionamento aí e fala aí do do teu rolê.

Cara, é mmmrpg.com.br, é o que Oo téuri falou, né cola Ah, já tá online o site lá tem inclusive os podcasts dos videocates que a gente gravou das edições anteriores, inclusive os que a gente gravou com baub aqui com outras pessoas pra você checar tem é acesso pra pra vida das pdj pra contar o que que é o? Programa e dá pra você se inscrever por lá, né? Como a gente fala, é tudo gratuito, né? A gente vai ter o pay what want? Esse pague quanto quiser esse esse ano.

Então, se quiser contribuir, cara. 1 BRL ajuda 100 BRL ajuda 1000 BRL ajuda se não der para contribuir, o que a gente quer é tua presença, mais do que qualquer coisa, tua participação, né? A gente está aqui para multiplicar, né? Essa tem vontade de que a gente com vontade de desenvolver e multiplicar esse poder que a gente tem. Que é fabular e colaborar, né? Uns com os outros. É principalmente se você é uma

pessoa que não é homem, né? Não é branco e não é hétero que a maioria do nosso, do nosso, nossa comunidade, hoje em dia, infelizmente ainda é majoritariamente é homogénea, né? E a gente está buscando diversidade, então manda esse podcast aqui para aquele seu amigo, para aquela sua amiga que sempre quis aprender a mestrar que joga na sua mesa e que você já bateu o olho e falou se essa pessoa aqui, ela mestraria muito bem, cara, ela tem, a gente tem esse esse. Esse senso, né?

Esse sentido, mestre, assim que a gente percebe quando. A outra pessoa vai mestrar bem. Manda Pra Ela esse cast Fala Pra Ela escutar, é porque a gente quer essa pessoa, né, que está insegura, que acha que não vai conseguir, porque. Porque é complicado, mas é fácil, vem com a gente que a

gente vai, vai te ajudar. E em fevereiro, no dia nacional da RPG, você vai estar pronto, vai estar pronta para para mestrar um jogo para sua galera e ou para a própria comunidade que vai adorar jogar com você, tá?

É, quero agradecer. Putz, cara, o Bobby, você sabe que você mora no meu coração, cara, qualquer coisa que tenha seu nome na capa, eu saio comprando sem nem perguntar o que é. É brigadão mesmo por estar abrindo o espaço mais uma vez pra gente aqui você vai estar com a gente na comunidade lá, né? Na no grupo de caves, então, quem quiser interagir com baba e quiser aprender o caves annecess que a gente fala bastante aqui no café também vai ter uma oportunidade lá.

Vou estar mestrando bastante birgota aí nesse nesse intervalo do MMM. Agora para poder botar o cabes na mesa com a galera da comunidade é se você não conhece birgotem, venha conhecer também uma campanha aberta que O Mestre publico João e com o Marcinho. A gente tem mesmo toda a semana, mais de uma mesa por semana. Para você experimentar o case, experimentar o West marches, que a são as mesas abertas, né? Aí o formato de de mesa aberta é.

E é isso. Eu acho que é. Não tem mais muito recado não, que é isso que a gente está fazendo aí. Agora vamos que vamos. Valeu, Kobe. Obrigado, theore, valeu, Kobe é, e agora vamos lá, vamos fazer agora o encerramento aqui é, e para fazer esse encerramento eu vou deixar uma pergunta para você que está ouvindo a gente aí. Primeiro primeiro pergunta, eu quero trazer é o seguinte, você acha que RPG é um jogo essencialmente complexo ou é um jogo simples? Bom, você acha que ele é

complexo? Deixa aí na enquete o seu sim, senão coloca, não, por favor. E depois você pode ir pra pergunta qualitativa, né? A gente quer saber qual a melhor forma de aprender um sistema novo. Na sua opinião, isso assumindo que você pode ser iniciante e aí vai ser novo, né? E aí é, pensa aí na forma que o iniciante pode aprender esse sistema novo ou se você já tá tá pensando no caso de um veterano, como é que um veterano pode

aprender da melhor forma? O sistema novo tanto faz, Oo importa que o sistema seja novo, né? Então deixa. Aí, a sua opinião deixa aí o seu. O seu, a sua ideia a respeito disso. Eu vou pegar algumas respostas para ler no próximo episódio, beleza e vou trazer aqui os links, né? Citados no episódio Oo link para OMMM vai estar no escritivo do episódio, o link também para campanha de blades in the Dark. O COB jogou com a, com a caixinha quântica e o canal do Igor tere, aí com dados

críticos. A gente vai botar o um link para vocês acessarem o conteúdo dele, tá bom? No mais, apoie o café com danjão a gente tem aí a. Apoia-se, né? Que a gente quer que o café volte a acontecer 5 vezes na semana e para isso a gente conta com o seu apoio, então considere apoiar o projeto e expandir o número de de o conteúdo que a gente vai lançar na semana, né? O número de vezes na semana que a gente vai ter é apoia.se barra café com dange. O link também vai estar no

disctivo do episódio tá? E se você quer apoiar somente pontualmente, daí deixar uma gorjeta pra gente porque gostou. Do do episódio pode deixar um Pix pra gente lá no café comdanjao@gmail.com, né? É? Se você tem contato com a marca ou se você tem uma marca ou uma empresa EE quer de repente ter um dia da semana do café com Dan John bancada por você. Você se dona desse dia da semana do café com danjão, você pode financiar um ou mais.

De repente, episódios semanais aqui e fazer a Alegria da massaarrepegistaentaopodeconsultaragentetambemnessemeiocafecomdange@gmail.com. A gente vai ter uma proposta especial para você. Também consulte a gente sobre parcerias e anúncios, né? A gente trabalha com marcas de RPG e também outros ramos, por exemplo, cafés especiais, jogos, tecnologia, mídia. A gente está aberto a propostas.

É, e se você quiser colaborar, se você é produto de conteúdo game, designer, independente, acadêmico, fã e tem alguma opinião interessante para compartilhar com a gente e quer participar do projeto, pode contar um pouco mais sobre você e falar a respeito da sua produção, de como a gente pode colaborar. Então manda também um e-mail para cafecomdanjao@gmail.com no mais, agradecer aí os nossos assinantes atualmente, né? Vou agradecer um dos assinantes aí, que. Que apoia com o incentivo.

Então obrigado, Lúcio Pimentel, pelo teu incentivo. E valeu também ao a galera do apoio comunidade.

Aí a gente tem o Walter lisínio, o Diego Paiva e o Matheus chiamatti dentre eles, e um salve especial para os assinantes do nível RPG dojo e superiores que são Abílio Júnior, o Bruno Kobe. Valeu o Kobe, o Daniel Haidar, o Germano Assis, o Marcos Vinicius ornelas, o Mateus coletto, o Mateus Fey Machado, o Pedro Borges, o Pedro obrizini, o Rafael garoto, a Renata canevaroli, o Rudolf helmutt e o Vitor Hugo. Martins galera, muito obrigado.

E lembra, responde a enquete lá para de repente aparecer no próximo episódio a sua resposta. Um abraço e até semana que vem.

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