Dungeons de uma página #0009 - podcast episode cover

Dungeons de uma página #0009

Feb 29, 20241 hr 18 minSeason 2Ep. 9
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Balbi recebe a dupla criativa responsável pela dungeon de uma página chamada “They Dug Too Deep” - Túneis Fundos Demais, para trocar ideia sobre design de dungeons curtas.

 

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Links do Episódio

One Page Dungeon Contest

One Page Dungeon Compendium: 2023

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One Page Dungeon por Luk Rejec: Deep in the Purple Worm (2012)

Castle Korpenhalla por Gnarled Monster

 

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  • Germano Assis
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  • Matheus Machado
  • Matheus Coletto
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  • Pedro Obliziner
  • Pedro Werle (valeu o apoio)
  • Rafael Garotti
  • Renata Canevaroli
  • Rudolf Hellmuth
  • Shwanz
  • Vitor Hugo Martins

Grande abraço ao pessoal do Treinamento Oil Fantasy:

  • Bruno Cobbi (Valeu pelo upgrade!)
  • Abílio Júnior
  • Leonardo Gasparotto Menini
  • Diego Sestito


Transcript

Eu tenho algumas memórias do tempo de colégio. Uns 89 anos talvez. Eu não sei se fazem isso ainda nas escolas, mas o pessoal ficava passando bilhetinho um pro outro no papel picado, rindo, até a professora dá bronca, que a gente ficava criando uns origamis que até hoje eu não sei fazer. Acho que parecia um pac-man na mão assim e aí de repente desdobrava, abria aquilo, tinha umas coisas escritas dentro, galera, ria com aquilo.

Eu ficava de fora, né? Eu sempre fui meio meio deslocado desde criança, mas o pessoal estava passando bilhetinho, fazendo esses negócio. Eu fazia labirintos, inicialmente. Inicialmente, eu só dava Oo labirinto para um amigo desenhar a saída dele ali com lápis. Com o tempo, o pessoal ficava olhando e aí encontrava a saída e desenhava. Eu comecei a falar Hum, sem graça. E aí eu comecei a cagar regra, né?

Não podia tirar o lápis do lápis do papel, agora não, você tem que botar o lápis no papel, não pode tirar e tem que continuar até ser terminar ou terminar, ou chegar num beco Sem Saída. Se você chegar num beco Sem Saída, você morreu, não sei porquê morreu, mas morreu, era assim, né? Criança é cruel e eu era uma criança cruel, uma terapeuta vocacional chegou para mim e ela tinha até uma voz assim, de quem fuma muito, sabe? Ela virou para mim e falou, garoto. Você vai ser mestre de masmorra.

Aí eu entendi mal sabia ela que arquitetura de dungeons IA se tornar uma arte perdida. Ou quase. Que eres café café com que café? Com matemorras. Bom dia, amigos do café com Dungeon também estamos aqui para mais um episódio do seu podcast matinal favorito, trazendo sempre muito RPG. Meu nome é Rafael baubi e hoje o meu café aqui é uma edição do café ovelha negra especial,

resgatada de uma danja. Um bem profunda, muito profunda, onde eu encontrei uma criatura fugaz, felina, sei lá, feita de matéria escura, cafeína, que só foi derrotada quando eu consegui liquefazer ela. Não sei nem se essa palavra existe, mas deu uma escaldada nela para dentro da minha garrafa térmica e voltei aqui para beber o meu café. A gente vai falar hoje de. One page dungeons.

E também do vampage dangion contas e da dangerous túneis fundos demais, vencedor aí do é premiada aí no concurso né da onepage contas com o Philippe tuller e Miguel Melo, né? Oo podcast aí thomos revelados. Bom, vamos lá para leitura da enquete do último episódio, que foi o Avatar Legends RPGEAD 20 Culture, nesse episódio, perguntei para a galera. Se bom, você ouve algum outro podcast, RPG, 17,3% das pessoas disseram que não, que não houve em nenhum outro podcast de RPG.

5,8% das pessoas disseram que sim, mas só de gameplay. Outras 36,5% falaram que sim, apenas talk show sobre RPGE 40,4% das pessoas disseram que sim, game play e talk show, inclusive. Então aí a gente tem que a maioria das pessoas de forma geral. Podcasts ali do café com danjão, mas sem o perfil específico, né? Sendo gameplay ou talk show, tá valendo. Curioso, né? A gente tem um cenário de uma

podosfera de RPG bem rica. Isso é um bom sinal de que as pessoas estão variando bastante aí suas ouvidas. Bom, queria também trazer aqui alguns comentários, né, porque eu fiz uma pergunta pro pessoal, relativo a quais podcasts que essas pessoas ouvem né, que eu queria indicações aqui, não só pra mim, mas pra pros nossos ouvintes também conhecerem outros podcasts de RPG da Sena, né? Principalmente. Da galera que já ouve a gente. E aí AA gente, teve aqui alguns que são que foram citados

majoritariamente assim, né? A gente teve aí Oo caquitas, a gente teve o bem, Storm question, a gente teve o legião de dados que foram os mais citados de forma geral, né? A gente teve alguns comentários aqui, como o do Marcos Gonçalves, ele falou legião de dados da New Order editora, mas só quando o tema do episódio me chama atenção, mas gosta do café com danjão, ele ser agnóstico e de sistema, né?

E de não ter editora também. O Gabriel oscilante falou que nunca houve o mesmo podcast por muito tempo. Ele é ouvinte do noth and order. Deam z podcast. Espero que você ouça aí o café com danjão por mais de 1000 episódios. Meu camarada Carlos Hendrix falou que houve outros podcasts quando está em busca de algo específico, como uma resenha ou análise.

Aliás, ele não encontrou nada a respeito do kuru um humor cyberpunk passado no Japão. Me ajudem, vamos ver o cu é da New Order editora, aí é um é um jogo que eu conheço, já já fiz trio, inclusive, nunca joguei, mas jogo interessante mesmo, a gente não, a gente ainda não pegou em nenhum cyberpunk nem horror que pode ser interessante, valeu a dica, aí Carlos é o Vinícius rosa, falou principalmente o brinstormcast legião de dados e contarem mestrar, tá aí um com o

telemistrar, um podcast que eu não conheço, o Arthur. Electro falou vários aqui, MMM né? Do mentoria pra mestrar aí do COB. O deuses da aventura OG 2 b, que eu não conheço, a billite check e o coruja cast outro que eu não conheço, é várias gravações de estrinha. Acompanho também, mas escuto, como pode podcast, olho pra tela só de vez, só de vez em quando.

Interessante, bom, teve aí o Marcos Martins pra finalizar aqui que trouxe que ouvi o Benitez keep e o Santo, um secorum, que são 2 podcasts, que eu ouço também né? O Santo se tornam, ele é, ele é interessante porque ele traz. Aí leitura de apendixene, né? Que aquela é aquela literatura swordden, sourcerve aí pro day classic, né? Então ele faz um apanhado das das leituras, aí, e tem o Benitez keep que fala bastante de OSR né?

Com o Daniel, é um cara interessante, que tem temas que que dialogam muito com as o tipo de pesquisa que eu faço, que eu gosto de ouvir. Então tá aí, galera, um passadão aqui para vocês de podcasts interessantes, quem quiser ver todas as recomendações pode passar o nosso Spotify aí. Dá uma olhada que tem os comentários das pessoas na enquete nesse episódio do D20 Culture e Avatar Legends. Esses podem ver as documentações da galera que houve café com

Dan, João, beleza. Então vamos lá, vamos para o episódio? Puxa, eu fico ouvindo esses podcasts maneiros e toda essa garotada legal falando de jogos radicais e seus designers incríveis, mas eu nunca sei onde encontrar. Happy, que é um joguinho diferente, quero. Mas não é pirata. Fica tranquilo. Os tiras não querem nada com a gente. Nós somos. Independentes. Cola com a gente que eu te

mostro as novidades. Venha aqui no Daily indie RPG news que uma vez por dia tem uma notícia sobre jogos indie, já mencionamos o against the winds do capac. Os mortos estão chegando, do Diogo Nogueira, o nômades primordial, do Marcelo colar, e, claro, skyfall, do mestre pedroca, que. Beleza? Mas agora trata de falar mal de dendê em toda conversa, compra um All-Star verde e consegue logo sua carteirinha da igreja mecanicista da experiência sagrada beleza.

O Daily Indy RPG Neil com um grupo no Telegram que você pode entrar pelo link que vai ter na descrição do episódio e acompanhar os lançamentos Indy sempre um por dia, explicado lá e cheio de links, então é só seguir que você vai chegar nesses jogos radicais e seus designers incríveis. Vamos lá, então vamos cair dentro dessa Dungeon? Vamos começar aí chamando o Felipe, o Miguel, pra gente falar sobre o que que é essa. Esse tal one page Dungeon contest é que é um bom, enfim, é um concurso.

Tá, mas vamos vamos saber aí do que é que se trata, o que é que é. One page Dungeon contest o Miguel anda aí. Pô, o one page Dungeon contest? Ele é um movimento, né? E o pessoal traz um tema, é quase quase como uma game, Jim, e o Felipe me apresentou isso ano passado. Eu não conhecia e aí ele estava ligado nesse, nesse movimento do pessoal e falou, pô, ih, Bora participar e eu embarquei com ele na época de de participar.

Mas é 11 tema específico, e aí as pessoas interpretam aquele tema da forma que achar melhor para criar uma one page. Não é uma Danger que cabe dentro de uma folha A4. Isso já tem a bastante tempo, né? Felipe fala isso. Já já estava ligado há muito tempo. Descobriu recentemente. Como é que foi isso aí para você? Cara assim, one page Dungeon contest ele é mais antigo ainda do que eu imaginava. Quando a gente foi gravar o podcast falando da nossa danja, que eu fui ver de 2009, né?

Tem muito tempo, eu acompanho alguns anos já. É um negócio que eu gosto bastante, eu gosto. Eu gosto muito dessa ideia de. Gancho acho que você pode aplicar na sua no seu jogo sem muita preparação, né? Então essa coisa de resgatar essa ideia um pouco do módulo, né? Você juntar várias pequenas aventuras e colocar lá. E aí o one page Dungeon contest aparecia pra mim sempre como 1 hora de festa. Saía o compenso das aventuras premiadas.

Eu IA lá olhar para fazer a minha seleção, de quais jogos iam entrar no meu. Qual masmorra né? E entrar no meu jogo. E, cara, e essa coisa o one page Dungeon. Contas é legal justamente por isso, né? Que tem uma infinidade de pessoas criando de todas as idades. One page dando um contas, tem categorias. Que separam as pessoas na premiação, né? Tem pessoa que é premiada pelo tema aquela masmorra que se

adequa melhor ao tema do ano. E tem também a premiação geral do que o júri acha que é a melhor dungeo em todos os aspectos, mas também tem um negócio que é muito bacana. Que é a premiação. É infanto-juvenil, vamos dizer assim, né. Uhum. Então, tente tudo lá dentro, né? Tem aventuras de uma página, tem de fato de anjo, de uma página, não é? Apesar do nome, né, o one page do Angel tem muitas coisas que são não necessariamente dangel, mas aventurinhas também, né?

Então é muito legal ver a galera trabalhando em cima do tema e interpretando aquilo de várias formas diferentes, como o Miguel falou, né? É, cara, é, é bem maneiro isso. E é legal a diversidade, né? O tema. Eles mandam um tema, mas a galera pira em cima, né? Eu conheci. É as ontems, dangerous, lá na época do do, quando teve a contribuição do do Luka ridgek sei nem se é que se se fala assim o nome dele, o cara do do

ultraviolet glad grestlands né? Hum, e ele mandou uma dangel que era aquela Dungeon de uma torre, do de um verme, né, de um né, de 11 Minhocão, daqueles uhum, um purplewarm daquele cristalizado cara, aquela dange, eu pirei naquilo. Eu falei, que porra é essa, cara, onde é que tem isso? E aí foi atrás da da do negócio, vi que tinha um.

Monte né, e era até mais mambembe assim a organização melhorou, a gente tem um site punido e tal e foi é legal ver isso, porque é um repertório muito grande, de fato essa coisa do do módulo né, OOO nome, módulo, nunca, nunca, nunca foi tão apropriado né, ser realmente pega aquilo e encaixa a tua aventura facilmente, com toda certeza agora como é que é AA dinâmica desse, desse, desse concurso é, eles dão um nome, você tem que preencher algumas coisas, alguns requisitos, tem

que ter alguma coisa na aventura, quais são os temas mais que você lembra assim, mais ou menos qual foi o tema desse, como é que como é que é esse, como é que são as dinâmicas desse concurso. Eles sempre dão um tema, mas eles não ficam muito presos a. Fazer com que você obedeça aquele tema. O que que acontece quando você vai colocar a sua masmorra? No contas? Você responde uma coisa bem simples, um questionáriozinho de Google docs da vida Google, como é que é a Google forms, não é

uhum. E aí pergunta, né, Ah, qual o seu nome, você tem algum site? E aí tem um momento que eles perguntam sobre o tema que é, Ah, me explica aí como que você interpretou esse tema, como que aparece na sua masmorra, então uma coisa que é mais um. 11. Pequeno parâmetro para você partir, né? Aquela coisa de fazer. A sua criatividade, trabalhar em cima daquela restrição que ele está te dando, não é? Uhum.

Então esse é um critério que eles vão levar em consideração na hora de avaliar mas morra o quanto que o tema está ali, como que ele foi trabalhado, se foi trabalhado de uma forma mais original, menos original. Mas não é uma coisa fixa, né? Tem muita gente que o tema está meio. Meio que na superfície ali. Não, não tá muito profundo. E é isso, né? Eu acho que a graça é justamente que one page Dungeon ele é muito acessível.

E você vê na galera criando, né? Tem gente de de de todo tipo de background ali, fazendo a galera que é, pô, você citou, né, Oo Lucas reject o cara, pô, desenha à beça, é um designer de formação. Mas tem gente que já ganhou o concurso, inclusive, que pegou ali AO caderno, escreveu a sua masmorra e tem uma boa ideia, e aquilo foi reconhecido pelo pela galera do Conde, né? Então isso para mim é o que é o mais legal, não é? Você vê a galera.

Botando a criatividade para funcionar ali e, pô, pegar aquela? Aquele conjunto de mais de 100, né? 112 saíram nesse ano, 112 mais Morros. É muito conteúdo, né? Então um conteúdo para jogar para cacete. Mas aí você falou do tema, né? Sim, o tema desse ano era ANS two, the Rise. Essa ideia meio uma coisa meio de do morto vivo não é algo que volta e tal. Ainda assim se levantam, né, algo assim? É algo por aí. E aí muita gente interpretou de fato uma coisa meio morto, viva ali.

Tem umas masmorras sobre o necroman e tal. Mais a masmorra que ganhou. Agora eu não lembro. Se ganhou a geral, você ganhou a temática. É uma ideia muito boa, né? O nome dela é. Uau, vencemos. E agora que é AA ideia da masmorra que você começa do final da masmorra e tem que sair, não é aquela coisa do desafio de levar Oo Tesouro para fora. É essa ideia é muito boa, né, cara? É isso até que estava começando com o Felipe nesse sentido, que é é um ex acima de uma

competição. Exercício de criatividade em si, né? Porque tu tem Oo tema super flexível que tu pode aplicar tanto diretamente na narrativa ali, ou explorar dinâmica de a estrutura da dona Gil em si, né? Tem umas danges com diversos loops e coisas do tipo. Essa ideia de tu ter uma temática super aberta e poder brincar é muito divertido para explorar a criatividade mesmo porque competir em si tu demora. Tipo, a gente ficou coisa de 2 meses por aí, né? Foi em julho.

Um é um período de 30 dias para criar e daí tu manda e espera avaliação que daí chega depois de um tempão, né? E que fique registrado, os caras devem jogar mesmo a Vera assim. Porque demorou muito, né? Miguel ficou esperando. Aí, pô, parecia uma eternidade até. A gente até esqueceu que tinha mandado assim uma. Época. Muito legal, porque é uma expressão muito Clara, né? Do que talvez seja a melhor característica dessa ud School Renascença que é o Duty self,

né? Que é fácil, você mesmo que é você chegar e pô, você pode ser um designer, mas pode ser que não. Você pode ser ilustrador, pode ser que não, mas é. O que importa é que você está fazendo aquela, você está produzindo aquilo, se expressando né, através de uma danjam e uma danja uma Bela forma de se de se expressar, né? E o quanto é criatividade ferve ali, né? Tipo, começa a brotar a ideia com a limitação, né? Teria a limitação do tema e tu também ter a limitação do espaço?

Porque. Aquela história do mestre querer fazer o over PrEP, né, de começar a pirar. Um Monte de pô, querer botar tudo dentro do mesmo lugar. Oo próprio papel te limita, né? Então tu tem que ter espaço pra arte, mas tem que ter o espaço pro texto, então não pode ter muito texto, tem que ser sucinto. Então tem n coisas que, tipo, vai te estimular a. Refletir. Miguézinho nenhum, é isso, é uma página, acabou? É isso, né? Exato, então são restrições super claras.

O tema é esse e o espaço é esse, brinca. Sabe? Sim. OA dangerou que ganhou o geral aqui, essa fall Rise and repeat, né? Do Daniel James, ela se consegue encontrar ela no drive, three RPG, tem outras também no drive, this RPG que você consegue pegar e o próprio tem um diges, né? Tem um, o DAX RPG com pague quanto quiser, tem ali uma compilação com as dangers para você buscar e as do ano dos anos anteriores. Eles acabam botando ali com 11 preço baixinho para você pegar, né?

Tem as compilações de outros anos ali disponíveis no drive-thru RPGE. Vocês ganham alguma coisa? É uma citação que dá destaque. O quão barato de de ganhar e além de claro, né, ser de você ganhar o pelo fato de Ah, cara, consegui entrar aqui no vocês entraram inclusive no como é que é o nome no círculo dos vencedores, né, que foi citado ali como as Danger, o que venceram. Que que vocês ganham além desse reconhecimento?

Assim, eles dão alguma coisa, é, vocês são publicados, tem alguma coisa, alguma conversa nesse sentido? Cara, eles dão sim, eles dão um prêmio em dinheiro. Pra pros vencedores e, inclusive pro Whindersson, né? Os 10 melhores ganham também uma parcela menor, mas ganham, então você ganha um premiozinho em dólar. E eles mandam também um material físico da spill Night, né? Que é a galera que organiza o jogo. Inclusive, chegou essa semana aqui.

Um livrinho. É um livrinho bem bacana, o matozinho meio Zine. De como se fosse um NPC, vendendo itens mágicos, né? Uma coisa meio loja de itens mágicos, de um mago tal. E aí tem toda uma historinha. E aí é legal, né, que tem bem essa bem apegada do. Vampage dando de um contexto mesmo, né? De uma coisa Plug in play. Uhum de você pegar ali aqueles itens e pegar e botar lá na sua lojinha no meio do seu jogo. É um material bem bacana e é sempre legal, né?

Ter um materialzinho impresso. Chegou aqui, tudo bem, embaladinho foi bem maneiro. Dá um quentinho no coração, né? Sim e cara. Eles falam sobre licenciamento, como é que é isso? Eles já estão pensando em ó, isso aqui é para publicar o é aberto. Como é que é esse lance de licenciamento? Cara, boa pergunta. Porque eles? Pedem que você coloque uma licença na sua one page Danger,

quando você manda uhum. É aquela licença de Creative Commons. É BYSA4 alguma coisa assim, né, que é aquela coisa de tipo, a pessoa vai poder reproduzir isso, ela não pode vender, mas ela é a isso, né? É uma coisa de de ela está jogada na internet, é da galera, é uma coisa bem democrática. Assim você não pode, né? Eu não lembro exatamente como é que é a licença. Mas, assim, você não pode pegar e falar que é sua esse tipo de

coisa. Uhum. Mas você pode reproduzir, tirar xerox, postar nos lugares. Geral, né? É? Sim, boa, maneiro. E bom, acho que parabéns, né? Bom falar de novo, parabéns aí pra vocês terem mandado terem ficado aí no winner Circle, né? Acho que isso é uma honra por si só e por terem recebido aí prêmio e tudo mais. Então sempre bom mandar o mandar, o mandar os parabéns, aí reforçando a Vitória, agora falem de vocês aí, Felipe, você é carioca, né da provia? Aí você é carioca.

Se acadêmico, não sei se você no tomo, No No, no teu podcast. Lá você vive falando de Walter Benjamin, não sei o quê. Conta aí. Você é carioca e de cota, origem, conta aí. Cara, eu, na verdade, sou do outro lado da poça, como a galera gosta de falar, né? Eu sou de Niterói. Eu me mudei para o Rio há pouco tempo. E eu sou formado em filosofia e, no momento, eu sou acadêmico. Por enquanto, né?

É uma coisa que eu sinto que. Eu sinto que com o tempo vai te desgastando um pouco e é legal isso, porque, ORPG eu, eu posso escrever sobre coisas de um jeito muito diferente. Então eu tenho essa coisa, né? De 1 hora eu estou escrevendo um texto super. Cabeçudo lendo uns negócios que são lá as grandes questões da humanidade, né? A galera da filosofia tem essa. Essa ideia, né? Do seu campo de estudo. E aí à noite eu vou jogar o joguinho de dragão e masmorra que é a maior besteirinha do

mundo, né? Assim são, é isso, um pouco acadêmico, um pouco jogo de dragãozinho. Uhum, boa e cara. Qual o teu rolê no do RPG assim, tipo, tu curte USR? Você tem? Quais são as suas influências para isso? Você joga outras coisas quanto eu rolê dentro do RPG. Eu? Converso isso com muito com o Miguel, né? Que eu sou o cara que eu jogo

qualquer coisa. Cara, eu, o meu negócio é. Julgo, no geral, eu gosto de jogos, sou apaixonado por jogo, jogo de videogame, jogos de Tabuleiro, jogo de RPG, então para mim não tem muito tempo ruim assim.

É lógico que tem a gente, tem as nossas preferências assim, do tipo jogos OICR, é uma coisa que eu gosto muito, essa pegada, principalmente de jogos que tentam fazer mais ou menos, como por exemplo, o Diogo Nogueira gosta de falar, não é uma coisa mais próxima de um jogo minimalista, mas, por exemplo, se a coisa OSR de Ah estética do desafio e tal, eu acho muito bacana, mas para mim não supre muito. O que que ORBG pode ser, né? Eu gosto muito, mas aí passa uns

2 meses eu passo. Para o meu, pô, Miguel, pegou um negócio diferente aqui, jogar 11 fiasco da vida, não é, sabe? E tu tem essa vontade de variar um pouco, mas assim, de fato, se fosse, se você tivesse que falar, pô, fala aí uma coisa que você gosta muito, vai falar, cara, é o momento, é OSR. Gosto de jogar módulos clássicos, de. Saber um pouco da história da galera que criava os anos 70 e 80, essa coisa que me fascina muito no STR, né?

Tem todo esse legado de coisas que as pessoas criaram e que hoje em dia a gente ainda está descobrindo, né? Ou redescobrindo. Se está falando do ponto de vista do STR, né uhum. 50 anos de material, né? Simplesmente. Sim, total. E o tua tua. Você tem um estúdio? Como é que é o nome? O mora games é isso. É o mora games é um selo independente. É mais um canal assim pra eu publicar as coisas que eu tô fazendo, eu? Pretendo publicar mais a partir

desse ano, né? Uhum. Mas eu gosto de, eu tenho várias ideias de aventura, de módulos, que eu quero escrever ideias de jogos, então assim, criar jogos é uma coisa que vem comigo desde pequeno. Eu era o tipo de pessoa que ficava. Descia pro play lá, a galera do prédio e ficava criando jogos, né? Assim, pô, vamos jogar um RPG de med, da Boss, sei lá. E aí a gente inventava, pegava uns D6 lá e fazia. Então sempre tive essa esse impulso de ficar criando coisas, de criar jogos e tal.

Uhum. É é da turminha, né? Cara que que não. Não recebia bilhetinho, mas mandava labirinto pros outros. Exatamente, cara, você falou esse negócio do do origami. Cara, desbloqueou a minha memória assim, eu, caraca, eu adorava fazer. O origamizinho do pac-man assim. É, cara EE, essa coisa do podcast aí do Thomas revelados é, pô, eu fiquei feliz de de ver quando você estava. Quando quando eu vi que tinha,

né? Eu falei, caraca, olha só, conheci através do episódio que você fez com o Diogo Nogueira. É, mas, pô assim, uma proposta que eu gosto muito, né? Você trouxe essa ideia de pegar alguns alguns posts de blog, né? De maioria da USR aí e traduzir e ler para a galera. Não é o que eu acho muito importante aqui No No cenário nacional. Porque MUI. Tem acesso a esses esses posts em inglês, né?

E é uma coisa que eu gostava, eu acompanhava 11 podcast, que era o blog on Tape, lá da USR também, que faz que faz isso, né? Só que em inglês é é gringo, então não adianta, né? Tem que se você não tem acesso ao português, você não, você não tem acesso a esses posts, né? Como é que como é que foi essa coisa do Thomas revelados? Contei pra gente. Então, cara, surgiu muito naturalmente a ideia justamente porque quando eu fui criar, né, a comunidade ali da moeira games ficar jogando.

Umas coisas, né? Criei uma mesa aberta. Conhecer muita gente nova. E aí a gente IA conversando, eu IA falando, pô, tem aquele texto, tal, não sei o que você já leu. E aí a galera falava, pô, sei qual é, mas Ah, nunca tive oportunidade de ler. Ah, não, saco muito de inglês e tal. E aí surgiu muito como? Essa vontade de compartilhar com as pessoas não é, eu acho que. Por mais que esses blogs sejam famosos, às vezes as ideias que eles estão passando estão na

nossa cultura da RPG. Muitas vezes a gente não tem muito como saber o ponto de origem, de onde vem essas ideias, né? Do tipo a negócio é esse, de ogro quântico, a gente usa assim, a gente sabe mais ou menos, mas sabe por quem que escreveu tal. Então né, no meu episódio zero assim, eu falo um pouco sobre isso, né, sobre como que para mim. ORBG foi muito importante para aprender inglês, EE, para gostar de ler mesmo assim, eu, pô, se não fosse RPG eu não, não

estaria onde eu estou, né? Porque faz parte da minha formação enquanto ser humano mesmo. Mas enquanto alguém que gosta de ler, que é criativo, vem do RPG, né? E muito da da insistência, né? Falou lá no episódio de bater a cabeça contra o televisão de tubo, lá jogando um jogo de Final Fantasy, essas coisas, não entendia nada, pegava tudo pelo contexto. Mas, pô, na marra, eu fui aprendendo inglês assim.

E essa sensação, né, de que a pessoa ela quer interagir com aquele tipo de conteúdo, mas ela não consegue porque ela tem uma Barreira linguística, uma Barreira cultural. É meio triste, né? Então, estamos revelados essa ideia de tornar ORPG mais acessível, de colocar os textos na sua forma original. Lógico que, Oo ideal seria que. A gente tinha lá e esse norínga original, mas como a gente não não consegue fazer isso, não existe uma magia de ler.

É idiomas, alguma coisa assim na vida real tem que traduzir. E aí eu tento traduzir de uma forma que tente manter a estrutura do texto, né? Então eu vou apresentar esse texto como se fosse uma. Uma fonte primária para pessoa, então vai pegar ali e falar, Ah, tá, beleza, é por exemplo, uma coisa que eu estou traduzindo agora, que é o Dragão, 16 pontos de vidro, né? Um negócio muito famoso aí para quem gosta de down World, essas coisas.

Então eu estou lá, está o texto, tal contexto, lá original, de onde veio, quem é o autor. Aí eu vou ler. Então, além de Acessibilidade, por ser uma coisa de tradução, de trazer textos da gringa, tem essa questão de Acessibilidade também, de dar a oportunidade de alguém que de repente tem. Uma dificuldade de leitura. Uma de, de fato, uma deficiência visual, algo do tipo dela poder pegar esses textos, né? De alguma forma na língua dela, de uma forma que ela possa

acessar aquilo de alguma forma. Então, além disso, a gente faz uma discussão também, né? A gente contextualiza e depois aprofunda sem fazer uma discussão sobre aquilo. É, eu gostei muito disso. Assim vocês leem, depois vocês a tradução, depois vocês trocam ideia, né? Sempre eu acho muito, muito rico. Para mim é ótimo. Eu tenho corrido sempre de manhã, então eu consigo botar ali 11 post de blog.

É, eu, eu conheço os pulsos que tem trazido assim, são familiares demais para mim, é, mas é bom ouvir de novo e ver e depois engatar com a tua, com a tua análise, né, daquilo que eu acho que eu acho interessante. Você trouxe inclusive um post que eu acho que é um post muito chave hoje em dia, dentro disso, que é o post da Márcia b, né, que é OAOSR morreu, né?

Ou deve morrer. Não me lembro agora o título, mas que eu eu traduzi também tive, eu fiz uma live, eu traduzi no contexto da produção do Oil ofentasy, porque para mim era muito importante, e esse post dela tem uma série, ela tem um apanhado imenso. Posts importantes e vitais pra USR que eu acho que é. Você foi direto na fonte ali, cara me mandou muito bem assim, inclusive o episódio ficou muito

bom, inclusive. Inclusive, você citou uma coisa, nesse episódio que eu costumo, o costumo trazer também, e falar pra galera que é coisa do da idealização da USR, né? Você tem ali OAA visão de um passado. A massa traz isso, obviamente, mas da gente olhar e ver a coisa das estátuas, né, que a gente assume que o clássico é uma estátua branca de mármore, né? Ela era pintada e é isso é uma idealização que a gente faz e que é AUSR ela.

Muitas vezes se apega às ideias da estátua nua de tinta, né? São uma coisa que que foi um exemplo que eu dei outro dia mesmo, num, num, num podcast que eu gravei, e é legal ouvir isso assim, ouvir essa, esse tipo de análise que acho que faz parte assim da gente ter essa cultura da USRS, sintetizada no Brasil e popularizada. E foi um trabalho que, por exemplo, eu, por mais que tenha trazido coisas de IOSR, não trouxe isso. Então pra mim é, acho que é um

trabalho muito importante assim. Te te parabenizo aí pelo rolê, cara. Muito obrigado. E sim, cara, essa, esse texto da Márcia que eu trouxe, eu trouxe justamente porque ele faz uma discussão que eu acho que é basilar, né, que ela conta um pouco da história, da OSR, dos pares de movimentos, da OSR, dos altos e baixos, da us r. Mas discute também o que é que significa. Essa relação com o passado. Porque, como eu falo lá no episódio, né, você que não sabe o que que é OSR pensa, pô, old

School revival? Isso traz uma carga, principalmente uma carga política muito forte, né? Uhum, você pode achar que é muito enviesada pra um lado e tal. Ou para o outro, e você vai ver que vai ser. É um negócio em disputa assim, tem muita gente interessada na USR de várias formas, diferentes, estilo de jogo, em manter vivo os sistemas antigos. Então é um negócio muito variado, né? Não tem como falar OSR. É isso que acho que é a grande

beleza da coisa, né? É esse conjunto de pessoas que gostam muito desse tipo de jogo, né? Seja lá o que ele for e tá ali, circulando e debatendo, né, então esse texto eu escolhi justamente pra. A partir de agora, quando eu falar, né, no podcast, não vamos revelar. Já OSR, você já sabe, pô, significa várias coisas, você tem que saber quem é que está falando, de qual ponto de vista não é. Então uma coisa de uma desconstrução para depois construir, não é? Então esse texto é muito bom por

causa disso. É, eu eu mesmo já fui, já fui mais xiita, eu achava que OSR durante muito tempo, era PlayStation. Não é eu para mim é OSR, pô. O único sentido de ter resgate é se você quiser entender melhor como jogar, pô, não faz sentido outra coisa. Hoje em dia eu mudei muito de ideia, mas essa, esse tipo de construção é importante trazer eu acho que a Márcia. Matou a pau assim nesse artigo. Mas vamos lá pro Miguel agora. Fala aí, Miguel, você é da USR também?

Eu tô é mais do vampiro, conta. Aí? Não, cara, eu sou o baixo café com leite aqui da mesa que eu mais novinho. Porque eu conheci RPG, querendo ou não, recente assim, tipo, faz o, sei lá 56 anos que eu comecei a acompanhar Lives e coisas do tipo. E aí conheci pelas produções assim, tipo celb de coisas, mesas de YouTube. E aí, pô, me despertou aquela

curiosidade. E coincidentemente, aí comecei sempre que também curti muito videogame, sempre curti board game e aquela coisinha criativa de pô, vou criar meu board game aqui, aquela coisa entre amigos, comecei a ver vídeos de. RPG Planet, coisas do tipo fui assistindo vídeos do YouTube e coincidentemente caí num grupo de ozi, conheci o lançamento do livro. E comprei ali participei do financiamento para tentar menstruar. Alguma coisa aqui entre a galera.

E aí coincidiu de nesse grupo, Filipe logo postar 11 link convidando para o canal da moira games. Que ele IA começar uma mesa aberta. Então, tipo, foi tudo meio que me levando, sabe? Eu fui levado a cair nesse mundinho que eu não bem sabia que existia, só só via aquelas superproduções. Tormenta, uhum. É jovem, nerd, enfim, só coisas mainstream. Fui levado para uma correnteza e cair num lugar onde tem uma galera criativa produzindo negócios totalmente diferente e outra pegada.

E, pô, me apaixonei. Não teve como na mesa aberta do Felipe também, foi uma tipo, foi um na real. Participei do do evento balaio do ogro lá né, que o Samuca promove e foi uma experiência super legal. Ali conheci um pessoal e aí logo na sequência entrei na mesa aberta e aí foi um. Uma faculdade que o Felipe fez ali. Porque essa ideia de ter os módulozinhos da gente tá nesse ponto da do Homepage da gente, tipo 11, mesa onde IA, plugando pessoas e módulos.

Então foi uma puta experiência de eu, que não sabia nada, poder experimentar muita coisa, ver muita coisa de pontos de vista diferentes num tipo de sistema que ele não era tão burocrático. Ele deixava a criatividade fluir, né? Tinha flexibilidade e tudo mais, então. Foi 11. Baita começo aí e aí, foi. Foram surgindo essa, essa, essa campanha aberta que se jogam é

de quê? Então ela era uma campanha aberta de outros central e era muito na Vibe de tentar pegar ali o lançamento da RPG Planet e apresentar para a galera, né? Eu lembro que eu fiz um post na época no Reddit, na RPG Brasil, e aí chamando o pessoal né? Falando, ó, OS chamando novo, tá saindo. Se quiserem testar, tá aqui, então. Eu senti que era uma boa oportunidade, né, de apresentar. Esse tipo de jogo para uma galera nova e provavelmente estaria interessada, né?

Por lançamento e tal. E também de finalmente colocar uma mesa aberta para funcionar, que eu já tentei fazer uma mesa aberta antes e não funcionava muito era antes dessa era do discórdia. Assim, né? Uhum. E pô, o discórdia facilita muito esse estilo de. Jogo, sim. E é, foi como o Miguel falou, porra, tinha muita gente. A gente chegava, jogava, saía, entrava. Ainda existe? Não existe, cara.

Porque a gente jogou tanto e eu tive um esquema de fazer fazer uma coisa meio de tempo livre, Miguel lembra. Gostava bastante disso que a gente falava, Ah, o que que o personagem vai fazer de uma semana para outra, né? Tentar fazer aquela coisa bem westmars da vida de 1 dia na vida real, um dia no jogo também. E aí do tipo, Ah, você fez uma aventura lá de 5 dias, aí sobrou 2 dias que que esse personagem fez nesses 2 dias que sobraram dessa semana, e aí eu usava uma coisa.

Do dos RPG solo, né? Eu jogava uns oráculos, assim do míssil game master emulator, usava os Iron Sony também, um que eu um hackzinho, que eu fiz um desses oráculos e aí falava Ah, aconteceu isso e tal, blá blá blá, e aí fazia 11 rolagenzinha e dava um background assim para a pessoa do que aconteceu. E aí, para muita gente, aquilo era mais o jogo do que se de fato a mesa não é porque a galera ficava nessa gente tipo, pô, vou fazer minhas meio que

minhas side Quest aqui. Não é mandar meu personagem fazer isso, fazer aquilo, investigar, não sei o que lá. É assim que eles pegavam muitos ganchos também, né? De de de one page, dangerous, que tinham lá a beça, né? Foi aí que surgiu essa coisa. One page dangerous, então colocava vários one, page, dangerous pelo mapa e dava uns ganches assim, e às vezes as pessoas pescavam esses ganchos e

nem estavam ligados, né? Que tipo, pô, isso aí não é um rumor qualquer, um ror que está levando para para um page de Angel aqui específico. Então era uma coisa bem orgânica, essa coisa do one page dange, porque a galera quando vai jogar uma mesa aberta assim, né, tem estilo. Um pouco de pegar um megadanjo. E fazer aquele megadande um cheio de? De andares e de salas. EE fazendo o restoque ali da mega Danger, né? E aí eu gostava muito do meio que do oposto, né?

De fazer várias pequenas aventurinhas. Eu gostava dessa ideia de. Você vai pra dange, joga dange um volta pra casa, ganha o seu XP por ouro e acabou então como se fossem vários manixotes, né? Então eram uma coisa boa pra chamar novos jogadores e pra. Introduzir mesmo essa, esse estilo de jogo para as pessoas, né? Porque uma coisa que acha que atrapalha muito quem está começando a jogar RPG é pensar, pô, mas então eu vou ter que gastar 12 horas da minha vida por semana para jogar?

Eu vou ter que me cumprimentar com o ano inteiro de uma campanha e não sei quê. E tipo, não, pô, você pode colar aqui, você joga uma sessão, ver se você gosta, vê se isso aqui é um negócio que você quer fazer, né? Parece quando dá, né? Tipo isso aí. É exato, eu gosto de pensar que a mesa aberta é. 11 jogo para jovens cansados e adultos é sem tempo. Uma coisa, minha filha está perfeito para esse tipo de coisa. Maneiro? E isso é o que você é designer, ilustrador, Miguel.

Que que você, que que você você desenha pra caramba, né? Qual é o teu rolê? Pois é, cara, eu sou designer de informação, já faz, sei lá uns 10 anos que eu estou nessa área criativa assim, de trabalhando com design, criatividade e tudo mais. E aí atualmente eu tenho a rotina corporativa ali, de diretor de agência de marketing e tal, então tem aquela rotina, é linear, né? Então ORPG vira o lugar onde é o depósito criativo, né?

Tipo, pô, tem que passar o dia, é fazendo coisas para cliente, coisas tipo aquela rotina, corredona, ORPG é o hobby, uhum. Onde está dá para criar coisas super legais aqui e tudo mais. EE aí Oo Felipe foi um grande colaborador disso, porque dentro da mesa aberta tinha um esquema da gente ter esse caráter de tempo livre, de ter uma guilda, então a entrada e saída de pessoas fazia sentido, é como se fossem pessoas que tipo, aham,

essa pessoa apareceu na guilda. A gente vai fazer a missão com ela hoje e a pessoa sumiu. Ela tá em outra coisa, sabe? Eu tinha muito da pessoa, pegou um item mágico e ela naquela missão ali, pô, foi ela que pegou, tá com ela e aí não, ela nunca mais aparece, o item mágico nunca mais aparece, sabe? Então. Que é muito disso. E aí a gente o os próprios jogadores começavam a se unir.

A gente começava a se reunir, tipo, sei lá, segunda-feira e a mesa era quarta, a gente se reunia na segunda pra bolar o que queria rolar na guilda. Tudo mais. E eu comecei a desenhar coisas, desenhar personagens. Desenhava o brasão da guilda, tudo mais, e aí a galera porra, não sei o que uhum, que maneira e tal.

Daí o Felipe Mano tem que criar algum perfilzinho cara, tem que postar essas paradas e aí eu falei tá, Bora criar alguma coisa, e aí comecei AA, criar o perfil do o minke e aí postar explorações mesmo tipo, Ah, cara, você tipo um diário, eu pensei sabe, sem muito compromisso, hum-hum, e aí foi, está um ano, vai fazer um ano agora em março eu estou com o perfil ativo e estou nessa exploração, eu literalmente quis explorar, sabes sem muita marra, vou mergulhar, e o que apareceu

vou comprar de briga para ir aprendendo, sabes, então foi muito legal, AA experiência aí. Muito bom, uma coisa que que tem na particularmente, na USR, eu vejo que é justamente essa saída para o mercado gringo, né? Tem muito brasileiro ilustrando, muito brasileiro, fazendo mapa e está conseguindo bastante saída, né? Até para fazer um cascalho 1 USD, ou em euro, né? Pois é, e a gente se surpreendeu com o bom. OA percepção deles lá também, né? Da da dângela.

A gente já recebeu um Monte de donate numa coisa que era gratuita, né? A pessoa pode só simplesmente baixar, porque eles gostam tanto e dão donate aí tem a mágica do dólar, né? Tudo multiplica. Isso é super legal. Boa. Vocês estão me devendo uma cerveja. Então aí, quando eu for pro Rio, só porque vocês mencionaram isso agora, eu fiquei com inveja. Você é do Rio também, Miguel. Você é você. É de de Floripa. Gente, você é. Pois é, eu sou Catarina cara do interiorzinho. Por isso, até o.

Hora de conhecer RPG. Cara, porque não, talvez na cidade ninguém jogasse, sabe? Tipo um negócio muito de cidadezinha pequena para caramba, assim 1015-1000 habitantes. Então eu fui conhecer depois de adulto. Mas eu falo que, pô, tem que esse ano tem que acontecer algum rolê para Floripa, para para o Rio, porque todo mundo ali da da moeda está praticamente centralizada ali No No Rio de Janeiro, para conhecer o pessoal

pessoalmente, né? Pois é, ó, lá mesmo, presencial, o Miguel fica lá. Fica lá triste, né, pô galera? Fica na faitinha. Fico mendigando o fato né? Manda a faitinha. É, deu para sentir, pelo sotaque de ovo, sentir. Tinha um sotaquinho aí, Oo bom de se de se trabalhar em em em agência, né, cara, que tipo. Você fica ágil, né, cara? Tipo. São coisa que eu passei muito também. Hoje em dia eu trabalho num trabalho com tecnologia, num

esquema mais tranquilo. Mas pô, foi, foram foram muitos anos nesse rolê aí. Eu sei como é que é, mas é aquela coisa, né? Porque você dá pra fazer uma dangerou quando tu abre o olho já saiu porque tu já tá na já, tá no já tá quente, né? É resolver problema, o cérebro tá treinado. Né? Exatamente boa, cara. E bom. Então, se se você foi fisgado pelo SR. Também, né? E que que você que que te inspira em arte e design assim? Qual é o teu rolê dentro de de arte? Curte HQ?

Então um cara tipo em termos de design, então um cara mais, sei lá, curtir um Power, Randy. Qual é o teu rolê? Cara em design eu passei boa parte do tempo mergulhado em design de marca em si. Eu gosto muito de branding, né? De ideia visual. Isso sempre gostei. E aí dentro da agência acabou indo para outros caminhos, né? O cara vai crescendo e vai indo para a parte estratégica e menos operacional, então deixa a desvencilhada da da parte

criativa, mas. Depois, eu fui indo em explorações mesmo de desenhar personagens e coisas do tipo, sem muita, sem muito apego. E até eu tinha certa dificuldade sempre, desde a época da faculdade gostava de desenhar, mas era faltava motivação, tipo, pô, desenhar pra quê, sabe? Tipo, gastar esse tempo aqui, vou assistir alguma coisa, vou,

e não tinha o hábito. E quando eu conheci AOSR ou esse movimento do faça, você mesmo, as Ines, cara do quiral e coisa do tipo, eu fiquei maluco assim, tipo de ver que tinha muita gente produzindo muita coisa e que era um espaço flexível, tipo, não precisava ser uma megaprodução, não precisava ser uma marca super conhecida. Uhum e não precisava ter uma editora, coisa do tipo, não dava pra produzir o material legal, legal que tinha gente querendo jogar.

E isso foi o que eu mais gostei, cara, e virou uma baita inspiração. Ver galera, tipo, criei o Alex damaceno, sabe? Tipo, produz materiais super legais, uhum. E eu fico me tipo, imaginando, produzindo materiais igual a eles, e é uma das coisas que me motivam muito. E aí quando surgem ideias que nem o Felipe, pô, embora participar de uma adangio fora,

nunca fiz. Então tive que pegar um Monte de referência, entender como é que eu IA fazer esse lance de zometria tudo, aprendendo meio que na marra, sabia? Então, esse um ano de. É perfil. É 1 ano que eu estou realmente aprendendo a desenhar, sabe? AA ideia de ilustração é 11. Campo que agora eu estou explorando assim, de uma forma mais racional. Antes era tipo hobbes sabe mais. Livre, é interessante, cara, eu, eu eu fiz um caminho diferente, né?

O primeiro fui ilustrador, depois eu fui pra design, é maneiro também. Quando eu vejo gente que primeiro começou com design, depois fui pra ilustração, você vê que tem 11, às vezes tem uma diferença assim que dá para notar, saco. Já até trabalhei com bastante gente de que tem nas 2 origens, assim vê que eu acho que quem vem do design, depois vai pra ilustração, acaba tendo um

pensamento. Mais. É o que eu vou dizer, um planejamento melhor às vezes do da produção, sabe de quem vem da ilustração, acaba desenvolvendo isso, obviamente, né? Porque desenhar? Bem, existe composição e tal, mas o designer planeja melhor OEO os ilustradores. Muitas vezes eu sinto que tem uma sei lá, tem 11 questão mais de técnica ali, do traço em si, sabe algumas coisas assim que eu vejo que se desenvolvem mais, mas assim é completamente anedótico.

Devo estar falando merda? Não, não e cara é um bom ponto porque. É OA racionalização que o designer tem é a às vezes até atrapalha um pouco a expressão artística, sabe? De, tipo, uhum, o ilustrador, quando ele é só ilustrador, eu sinto que ele tem uma certa fluidez e espontaneidade, que o designer tem um pouco de dificuldade, sabe? Tipo, ele planeja que nem tu

falou. Ele planeja muito certas composições e coisas do tipo tem horas que eu me pego, tipo, cara, não só não, não, não pensa muito, só faz, sabe? E eu faz super sentido esse teu ponto. É, é, pode ser anedótico também, né? Não é, cara agora. Fico tipo, falando agora de de tipo de processo criativo, né? Quão barato, assim eu acho que vocês falaram ali atrás de que essa coisa de você ter uma limitação, né, a limitação é um desafio que se tem só uma página

para fazer. Você tem um desenho para fazer, tipo, por mais que eu já tenha visto o one page Dungeon que não tinha mapa, né, durante esses anos aí é, pô, acho que acho que seduzem mais são as que têm mapa de fato, né, e qual é, como é que é essa coisa da limitação de trabalhar com essa limitação? Cara, é. Vou começando aqui, Felipe,

depois tu complementa, mas. Eu que nem eu falei, eu citei o game jam, que era uma coisa que eu assistia via vídeo do YouTube, da galera falando, e eu gostava muito da ideia de, tipo uma palavra, controle, e aí a gente tinha que bolar um game em cima disso, e. Durante um final de semana, sabe, uhum. Então se reuniam várias pessoas com visões diferentes, até habilidades diferentes, para fazer um time e bolar algum jogo interpretando aquilo.

E então, quando eu vi esse Oo upage Dungeon contest, ele esse esse mesmo molde de tempo, espaço, né? Predefinições, ele de de formato e tema. Essas 3 coisinhas juntas assim, tipo, em questão criativa, só impulsiona, sabe? Então. Em questão de narrativa de design, isso ajudou muito, né? E aí o Filipe? Veio com 11, tema ainda muito redondinho, bem planejado assim que foi show de bola. EE, para você, Felipe, como é que foi essa limitação aí, tipo uma página? Então eu acho que é uma

limitação boa, né? Acho que o Miguel falou o que eu penso também, né? Essa coisa da limitação lá ajuda também. Pensa que, pô, é muito pouco espaço. Não sei quê, mas depois que você. Toma gosto pela coisa one pajane. Você vai lendo e vai jogando. Você percebe que é um formato muito particular. De de 11, proposta de jogo muito particular. E os as dangers que eu mais gostava eram dangers, por

exemplo, do will doil, né? Que provavelmente a galera que está ligado nessa coisa de one page Dungeon já conhece, que é a the quinta central dungeo. E essa é a pegada que eu queria fazer, né? Uma coisa que a arte comunicasse, várias coisas que eu não precisava ficar descrevendo, né? E aí isso vem essa coisa do design, do USR mesmo, também do tipo. Os módulos do Ozzy, por exemplo, vai pegar? Não tem tipo de escrever, Ah, essa sala tem. 3 Panelas e tem 2

garfos e uma colher. É tipo, você já falou que é uma cozinha, mas aí isso tem muito em módulo antigo, né? Do tipo Ah, esse tem isso e as pessoas dessa dessa casa tem 37 moedas de cobre e não sei o que então. Eu acho que o formato da one page dangerou para mim é muito esse formato de você bater o olho leu ali 2 coisas. EE, você já jogou sua imaginação para frente, você já já imagina aquilo no jogo, né? Tipo, Ah, beleza, pô, você aqui

no jogo vai ser incrível e tal. Então eu queria passar essa sensação de que OA criação da masmorra, ela era voltada para o jogo, que às vezes tem um pouco isso não é RPG, às vezes cai nesse lugar que é, às vezes o livro é mais um produto, é mais uma coisa de você experimentarem, de ler e é muito legal ficar vendo aquelas imagens e tal. Mas o que eu gosto dessa pegada da USR é que é isso, né?

São coisas feitas para julgar mesmo, então tentei fazer muito isso com uma criação voltada para a mesa e como que você vai usar aquilo, né? Uma coisa do metagame benéfico, né, do tipo Ah pô, na entrada da dangerou tem 11 elevador, o elevador está dizendo Ah, comporta x pessoas, já já na ideia de que tipo, pô, ó, na hora de fugir tiver cheio de dinheiro, aí nas costas talvez não fone é, e aí aquela coisa né, do tipo, Ah danja, tem várias entradas, várias saídas.

Para explorar mais a ideia da. Da de de habitar aquele espaço, né? EE, aí. Eu fui colocando limitações, além das limitações, né? Vamos dizer assim. E por exemplo, eu pensei, Ah, essa Danger vai ser uma Danger de mistério de sobrevivência. Vai ter a ver com ganância. Como é que eu vou expressar isso através? Da do design, não é então a one

page Dungeon? O design na minha cabeça funciona muito assim, não é que é como é que eu vou comunicar essas ideias de mistério, sobrevivência e ganância, no caso, com essas poucas palavras e com o desenho ali, né? Às vezes é. Foi o que eu falei lá no nosso podcast, né? Às vezes o desenho comunica muito mais na onepage dangel do que o texto, né?

O texto está ali só para dar um apoio e tal, então, mais uma vez eu tenho que agradecer ao Miguel, que fez um trabalho excelente, carregou grande parte. Da nossa Vitória nas costas, porque foi um mapa maravilhoso e transformou. O meu desenho. Pente horroroso na minha tentativa triste de fazer um negócio. Isométrico num negócio isométrico de verdade então por valeu, Miguel. Mais uma vez. É para quem é designer aí, cara? O Miguel deve confirmar, pô. Principalmente porque trabalho

com identidade visual. Você desenha um logo exatamente isso, né? Você vai enxugando, você trabalha com pouco? É, é justamente isso. Então, e aí, tem alguma coisa a ver, fazer um logo e fazer 111 mapa de Homepage Dungeon Miguel. Cara, e pior que tem, porque isso é até um papo que a gente estava tendo essa semana ali. É, acho que surgiu no grupo do Ozzy, a gente expandiu ali.

O Felipe como. De como que certos materiais eles estavam, estava a discussão sobre arte de Ah, e tudo mais de ser ou não necessária, de talvez o material poder ser barateado por não ter arte, e isso facilitar hum-hum. Eu estava falando com o Filipe, tipo de e o homem. Page Dungeon já é um bom exemplo disso, do quanto o material coeso, tipo onde texto, arte falam, tudo é abraçado dentro de

um mesmo tema. E quando isso fica um produto redondinho, sabe, diferente do material que tu escreveu e colocou uma arte para ficar bonita, ou para só para ilustrar um determinado espaço, sabe, é, uhum, deixar uma página interessante. Então acho que o grande ponto da vampage que foi legal foi que tinha um tema, tinha uma proposta interessante e o Felipe veio com um projeto muito bem explicado, onde, tipo, cada parte que eu lia tipo lia da da

mina. Já essas lacunas que O Mestre tem para jogar a história para frente, me ajudava a preencher o espaço. Conseguiu olhar o ambiente de uma forma mais espacial mesmo, sabe? Então. Essa brincadeira de gerar o maluco, de ter que, pô, tu trabalha com pouco, tu tem que ter um briefing muito bem alinhado, mas a partir a logo. Não é só um símbolo, né, que tu vai colocar nos sair estampando, né? Não, ela faz parte de uma identidade, né? Tem todo um. 11 certo padrão de

visual não é uhum. Então por isso que na hora que a gente foi levar pra Danger tipo, eu busquei ao máximo transmitir essa ideia da do do tema e do projeto do Felipe em recursos visuais pra que a pessoa olhe e veja, tipo assim, tá? Esse material fala sobre isso, ele tem esse tom, sabe? Muito bom, muito bom, cara, é isso, né? O Felipe chegou, fez 11 esboço ali, concebeu a coisa, mandou pra você, você desenvolveu em cima tal, mas o acaba que você

também deu. Deu pitaco no design ou o. Ficou mais a cargo do Felipe mesmo. Você representou, teve idas e vindas nisso aí. A aprovação foi de primeira. Como é que. Foi esse, olha a gente. Né? Então a gente veio construindo a 2 mãos, né, Felipe, tipo, o projeto do desenho da da anjo é de Ah, é, a mina tem isso, tem SX salas, essas salas têm meio que isso já veio predeterminado pelo Filipe e aí em cima disso ele liberou um espaço para me

criar, pô, fica à vontade e tal. Então a gente foi criando intervenções, tipo assim, tinha necessidade de é isso? Às vezes vinha uma explicação de uma sala, que era tipo mais resumida, a sala era objetiva dela, e é isso. E não tinha muitos recursos visuais para me compor ali, então eu IA, falei, e se a gente tivesse? E se a gente fizesse a temática disso, sabe, uhum. E se, Ah, como está acontecendo isso na sala tal, a gente botar

isso na outra sala, sabe? Então um bom exemplo, foi OA questão do símbolo, né, Felipe, tipo, a gente estava gerando EAA, primeira proposta, era um símbolo bem determinado assim do que que significava, e aí eu falei, pô, mas se a ideia é deixar isso bem abrangente, daí eu fiquei me imaginando usando a dângela, né? Como mestre, eu falei, tá aqui, eu já teria que adaptar, sabe, tipo.

Talvez a gente criar um contexto onde essa organização funcione independente do cenário que ela tá inserida, né? Tendo uma Gi ou não tendo. Outro plano não é funciona, sabe? E a gente se preocupou com isso também. Digo o quanto, como que a gente consegue deixar flexível para acabei em qualquer cenário medieval. Aí, uhum e poder rodar certinho. No sim é cara, ficou muito bom, acho que se tipo o também existe

11 level design na coisa, né? Pensar em saídas, entradas, é isso tudo, numa dange on que é pequena, né, porque não pode se expandir muito também de forma geral. É um desafio, né, você ter ali. Caminhos dentro daquilo, né? Fazer o level design? Vocês tiveram essa preocupação? Como é que foi esse desafio ou acabou que saiu naturalmente? Vocês não pensaram muito nisso e acabou funcionando, como é que foi pra vocês? Teve sim, teve um pensamento no

sentido de fazer seções, né? Em a mais gorda tem seções basicamente, a maismorra. Para quem não viu, ela é dividida entre já dando um spoiler assim, né? Ela é dividida entre a mina dos anões e um templo dos cultistas e isso tudo, né, complementado o que o Miguel estava falando. Tem a ver também com essa proposta de que a masmorra

fosse? Agnóstica, né sistema agnóstico, a gente costuma falar que desse para jogar em qualquer sistema e seja uma coisa meio de fantasia geral, que você pudesse adaptar, né? Então é, Ah, não, mas que é anão, não, a gente não ficou falando, né, Ah, é um anão assim assado, que que tempo, tempo de qual Deus? Ah, não tem, sabe de fato para como o Miguel falou, para deixar aberto para a pessoa adaptar ali para o cenário dela. Mas aí, então, tem essas sessões na masmorra, né?

Tem a entrada principal e. Aí você desce um elevador, se você estiver entrando na entrada principal, e aí tem AA mina dos anões e ali tem alguns pequenos desafios e tal a chance de aparecer a tal criatura não é? É menor, né? Porque grande parte do design do jogo ali do da brincadeira da masmorra é que tem uma criatura que ela é imortal e ela está atrelada ao encontro aleatório da masmorra.

Então, conforme você vai avançando por essas áreas, vai descendo a masmorra, vai chegando nos vários mais profundos. Assim, a chance dessa criatura aparecer maior. Então, no começo, nos primeiros níveis, tem muito essa coisa de apresentar o tempo, né? Tem umas descrições na parede falando da arquitetura, nós não falamos exatamente o que que ela é. Então ali, o tema do mistério. Os jogadores ficarem se pensando, pô, galera morreu aqui, mas morreu como?

Não tem muito como saber ficar achando aqueles corpos das

pessoas, né? E agora vem me na cabeça que acho que inconscientemente, eu coloquei uma coisa do metroide nesse jogo, nessa, nessa maismuda né, que é um dos jogos que eu mais gosto assim e que quando eu comprei meu super Nintendo ele não vinha super Mario World né, que a galera tinha normalmente o meu veio com um super metroide e jogou o super Metroid vale lembrar, né, que a primeira coisa que você joga no jogo é você entra numa nave que está todo mundo morto

agora olha essa coisa louca, né? Se me ver na cabeça agora, acho que apareceu ali mas enfim, tem essa coisa, né? Os níveis de. Idade atrelado ao encontro aleatório do da arquitetura que vai caçar os jogadores, é uma coisa meio ali, então. É isso. É muito legal porque você já tem aí alguns alguns elementos que eu considero ser alguns elementos bem fundamentais para o maderjão. Legal, né?

Primeiro que. Esse, essa coisa do encontro aleatório com essa criatura, que, pô, é imortal mas, enfim, não é uma coisa que seja Estanque, né? Tipo assim, tem como lidar, não é bem assim, existe essa, esse elemento de pressão, que é uma coisa muito importante.

Existe esse desenho do level né, que é uma coisa que que tem suas saídas, tem suas, tem, tem o fluxo ali bem desenhado, tem essa coisa que você falou né, dos avisos, né, tipo que acabam sendo prenúncios, ali eles fazem uma antecipação do perigo à frente, né? Aí dão uma umas dicas, talvez de como lidar, que ao mesmo tempo levanta um mistério, então você vê que nesse papo aí já vieram várias dicas, né, do que que é. 11 bom design de Dungeon aí, né? Vocês estão trazendo muitos

elementos interessantes. Tem a narrativa também, né? Ou seja, essa Dungeon ela exprime uma narrativa cozinhada ali naquele naquela em cada sala, né? Como é que foi essa coisa de construir essa narrativa? Isso foi uma coisa que vocês botaram que a Dungeon vem dessa narrativa, ou essa narrativa vocês fizeram para contar ou para para descrever o desafio dessa dângela? Como é que foi essa essa questão da narrativa, né, dangerous.

A ideia da masmorra É Ela contar uma história a partir do que que os jogadores estão entendendo, do que tem ali dentro. Então a gente não queria deixar um Law pronto assim a aconteceu. Isso aconteceu XY. É mais uma coisa de você interpretar aquela coisa. Eu penso em design de pasmorra assim como se fosse uma grande caixa de brinquedo do tipo. Na masmorra tem carrinhos de mina, uns estão virados, outros

estão ali funcionando. E um feedback muito legal que deram pra gente de uma galera que jogou inclusive antes da gente postar No No, no item com OTUA da moira que o cara já tinha jogado vendo no compêndio. E ele falou, cara, gostei muito da masmorra e o final. A gente botou um Dinamite no carrinho, empurrou o carrinho. E tal e aí? O carrinho explodiu e todo e foi um final muito maneiro.

E época todo mundo gritou e só o que então isso, tipo o carrinho, ele não está ali para Ah, eu botei aqui porque Ah, as pessoas vão poder botar a Dinamite fazer aqui e empurrar, sabe? É uma coisa tipo, você está dando elementos que são elementos, elementos do jogar, né? Então é essa coisa de tipo, vou botar elementos ali que a pessoa vai poder interagir e usar aquilo de forma criativa, né?

Tanto mecanicamente assim do que que os seus personagens vão fazer, quais as estratégias eles vão usar a partir daquele espaço, né? Por exemplo, tem uma área da danjo que você. Correr muito tem uma chance de desmoronar. Não é que você não possa correr, correr ali você pode. Inclusive você pode usar estrategicamente, né? Isso. Tipo, não é de caso pensado novamente, né? É uma coisa de deixar em aberto para brincar ali na hora de

jogar, né? Que é, pô, de repente você saiu correndo, desmoronou, mas desmoronou em cima da criatura. Ou então é uma sala que você vai passar, é escondida e tal. É um design pensado assim, né? Pra se ter uma grande brincadeira assim e deixar em aberto para as pessoas interpretar, né? Do tipo Ah, que criatura é essa? Ela é feita do que tem a ver com algum culto? Não tem? Então tem vários ganchos desse pro mestre e para os jogadores irem pensando e adaptar no seu próprio jogo. Né?

É interessante isso é muito legal porque a dama João, ela, ela tem essas 2 coisas, né? Ela pode ter essa narrativa que, às vezes, normalmente ela tá funcionando em função do desafio, né? E ela é esse. É, é como se ela fosse a Fórmula 1 do desafio. Não é PG, né, que ela tem tudo concentrado ali. Você consegue botar até que desenhar as linearidades da coisa. Então ela é um momento onde o desafio ele tá. Ele tá ali martelando o tempo

todo, né? EE, você ter até alguns momentos em que você chega numa sala e a sala tem um pouco mais de espaço, tá um pouco mais. Com menos pressão e tal, isso isso traz ali muita possibilidade de jogo. Aí tem traz uma pergunta que eu queria fazer para vocês, né, que é tipo, cara, nessas limitações, a gente está falando aí de coisas que vocês botaram, mas o que que vocês tiraram? Já dá para ver que vocês, por exemplo, não botaram por exemplo

um grid, né? Não, botaram ali um as medidas ali, Ah, isso aqui tem exatamente, não sei, aquele quadriciculado que muita gente coloca na danjam vocês escolheram não botar e ficou bom, né? Eu não senti falta vendo esse. Que falta de ver as dimensões porque a arte já entrega quando o que vocês escolheram tirar, né? O que, o que que foi uma decisão falou? Não, isso aqui cara, não está cabendo, não vai entrar. Que que vocês tiraram da Danger?

Cara, eu acho que em questão visual foi principalmente têxtil, né, Filipe? A gente teve bastante a preocupação dessa gestão de textos. Até uma das coisas que o Filipe trazer é assim, cara, a gente tem que pensar como que O Mestre vai estar usando isso daqui então, às vezes, tem dangers, que colocam texto de um jeito que fica difícil tu. Lá, olhando é que a sala leitista e olhando olhando é que a sala então quebra um pouco da fluidez como é que a gente deixa isso um pouco mais fluido, sabe?

Então essa ideia de diagramar os espaços da folha foi o talvez um dos maiores desafios aí que a gente teve ficar é podando certas coisas. Sabe. E você, Miguel, que que você sentiu de desafio? De tirar também? Foi isso aí eu teve alguma coisa especial que você falou puta. Aquilo me doeu tirar cara, não. Não em questão de arte, entrou por completo tudo o que a gente tinha proposto e a gente foi adicionando, né?

Então, eu acho que por a proposta inicial já ter essa ideia de lacunas, né, de ter certas aberturas da gente, poder, aham, explorar a gente. Preenchendo com informações visuais à medida que cabia, né? Então, isso foi 11 ponto positivo. A gente não teve que sair cortando, por exemplo, uma sala inteira, sabe? Foi um pouco mais tranquilo. Da minha parte, é, foi mais uma coisa de redesenhar a maismorra mesmo uhum. Porque, como a gente falou, essa maismorra surgiu muito no

contexto da mesa aberta. E dá vontade de colocar uma coisa meio minha ali, né? Naquele jogo tinha várias mais boas, de várias pessoas diferentes, e eu pensei, pô, fazer uma também, né? E aí eu fiz uma coisa. Que IA servir para a próxima sessão. Assim tipo, tinha um gancho lá de que tinha uma mina de uns anões e tinham encontrado um anão lá no controle aleatório. Aí eu pensei, pô, que é uma mina? Aí a ideia era completamente diferente.

Assim é, era uma coisa meio de criaturas deixar planares. Eu até falei brincando, né? No No, no nosso episódio do tomos revelados, que não era muito o alien. O filme, né? Mas era uma coisa meio poltergeist assim, que tinha um bicho que ficava mais atazanando as pessoas. Mesmo que acho que, para mim, o que caiu foi meio que o conceito central, que acabou sendo modificado, mas morrabem diferente quando a gente testou lá na mesa aberta. É umas coisas que eu achei que

IA ser legal em jogo. Não ficaram, não é? E acho que é muito. Dessa coisa do play test que para mim é muito importante para fazer 11, bom jogo, um bom módulo é ver como é que aquela coisa que você criou se comporta na mesa, né? Não basta só você ter uma ideia legal porque, né, tudo mestre de RPG, sabe? Quando você coloca aquilo na frente dos jogadores, aquilo

muda completamente de figura. Às vezes, uhum, jogadores, pensam, um negócio, você não às vezes é um negócio óbvio, né, do tipo Ah, vou botar isso daqui, não tem solução isso aqui, poxa, vamos ficar quebrando a cabeça e aí vem 11 jogador maldito em um segundo falar Ah, não vou fazer isso, e aí acabou assim, sabe? Então é isso, cada substitui o teste. Sim. Do jogo, né?

E isso acabou é mudando bastante a maismor depois que foi pra mesa e foi testado e. Tal é, sem dúvida, cara, o jogo quando você bota na mesa, é outra coisa, OOORPG. Ele tem esse espaço muito necessário, né? Agora, uma coisa que eu senti que vocês deixaram de de lado assim, da do principal, né? Da página de uma da, de uma página. Acho que vocês botaram No No material extra, né, que vocês colocam ali Na Na Moura games. E aí tem acesso ao material extra, que já não é o do

concurso exatamente, né? Que é, por exemplo, a ficha da da criatura, né? Vocês escolheram não botar exatamente tudo, tudo da da criatura ali, até porque é agnóstico, né? Mas como é que é essa coisa de vocês trabalharem esse espaço e falar não, cara, não, vamos botar muita coisa que vocês botaram. É a dinâmica dela na mesa onde ela pode aparecer, né? OE, como que eu, tipo tematicamente mais ou menos como é que é a principal forma de de. De ganhar desse desafio, né?

Como é que? Como é que essa decisão de retratar essa criatura que é tão central ali? Eu penso numa coisa, me vem um lovecraft assim na cabeça, né, que é aquela coisa do Oo sentimento mais mais antigo da pessoa é o medo, né? E o maior medo que você tem é o medo do desconhecido, sabe? Essa coisa do tipo quando você descreve um negócio, um pouco da magia dela, vai embora, né?

Eu fico pensando, tem 111 poema que me dá Liberdade de falar, tem um poema lá do do Goethe que ele fala do malibéola e. O cara tá olhando? Dela e fala, nossa, ela é linda essa liberação, ela fica mudando de cor com as luzes, não sei o que, e aí ele quer pegar a libera, quer chegar perto, pegar a liberação, olhar ela de perto. E aí quando o cara pega libéola,

ela morre, né? Porque ele vai com muita sede ao pote, pega a libera, ela morre, e aí aquelas luzes, coisas lindas que ela estava parecendo desapareceram. É um pouco isso, né? Do tipo é um bicho tão misterioso, tão poderoso, que às vezes você colocar os status nele, você vai deixar ele menos menos assustador, né? Com isso, assim EE é isso, né? Tem essa coisa do como se, como você falou. É sistemagnóstico e tal, a gente

não queria também. Setar 11 Power level específico do tipo Ah, essa é uma masmorra de nível um Ah masmorra de nível 10 e deixar em aberto para a pessoa adaptar para as necessidades do jogo dela, né? Pode ser uma criatura de 10 HD lá ou de 2, não sei e acho que é isso, não é porque OOA função dela Na Na masmorra é causar esse efeito de medo e de a sensação está sendo perseguido. Tem algo atrás de você que não

morre. E aí os status acabam sendo uma coisa meio secundária nesse sentido, né, que é aquela não morre, você pode botar lá, pô, 10 pontos de vida, mas o que importa? Ela veio, deu dano em você, a gente sabe né, como é que funciona dano no ISS tomou um desse de dano. A galera já tá, meu Deus, vamos embora, vamos sair daqui. E tem uma coisa interessante que é o seguinte, cara, AA arte fala muito, né?

Se tipo. A descrição da criatura é uma caixa EE é pouco, ela é bem sucinta, mas a arte do lado ali. Você já olha, você fala cacete, tipo porra, criatura braba aqui. Então, a arte tem um papel muito importante. Aí o Miguel tirou isso aí da cabeça, que que você acha, Miguel? Que que que inspiração que você teve? Você quiser esse. Respeito, cara, eu estava procurando justamente Por Ela não ter. Nenhuma especificação de aparência, coisa do tipo. Era só criatura caçadora, sabe?

Então fui buscando muita referência de mangá, que tinha algumas artes assim, de aquela bem artisona de mangá, quando lá 11 personagem está se sentindo ameaçado. E geralmente eles botam aquelas sombronas no fundo, assim com a cara do personagem distorcida. Então essas distorções e tipo mancha pretona com aparência bem macarranca. Assim eu lembro de ter pego bastante montado o moodboard, assim com bastante referência nesse sentido.

E aí, na hora de compor, ela ali, eu seguindo essa Vibe, né, tipo, foquei bastante do rosto, do da expressão ali. E se essa aparência meio é amedrontadora, né? Mas esse o legal da criatura ter essa é, se essa coisa meio intangível ali, é que ela, da mesma forma que a gente, foi flexível de na hora de criativo, na hora de montar de anjo, né? Teve esse desafio criativo, O Mestre. Agora, em cima disso, diversas aberturas. Ele pode simplesmente mudar a forma da aparência da.

Do monstro, sabe, ou o contexto do monstro ou o contexto dessa facção que está ali dentro né? Não tem brechas. Uhum, pra por exemplo, pô, estou jogando uma campanha que já está avançada, o pessoal já tá, tem muita Law gerada na mesa, porque que não adaptar incluir essa lawar dentro dessa danja pra poder jogar esse módulo em uma sessão, sabe? Então tem esse espaço também. Esse é bem legal. É um brinquedo, né, cara? É um brinquedo na mão da pessoa. Boa? Maneiro, bom, gente é.

Acho que. Deu aqui o nosso tempo, infelizmente. Eu acho que dava para trocar mais 1 hora de ideia aí sobre isso, mas enfim, queria abrir o espaço aqui para vocês darem um recado final para a galera sobre a Dan John, ou alguma dica ou alguma coisa sobre cartografia, ou sobre narrativa, ou sobre game design. Alguma coisa em relação a esse trabalho que vocês queiram deixar e falar aí do do projeto de cada um.

Tem o Moreira games, aí tem o teu, o teu canal aí Oo Miguel, que vocês queiram divulgar aí o trabalho de vocês. Bom, gente sobre a mais burra, eu acho que eu gostaria de deixar um recado para vocês que é. Só faz, sabe? Foi o que eu falei, né? Eu e Miguel, a gente estava ali numa coisa de, pô, e se a gente fizesse uma masmorra aqui? Vamos fazer então. Para quem ficou interessado no oneno page durante um contage e tal, eu acho que é uma boa. 11 Bom Lugar pra você começar, né?

Botar os pezinhos na água, porque é isso. É uma coisa bem descontraída. Não é uma coisa que é um sistema, né? Uma grande aventura é uma página. Você pensa ali, num num tema e faz. Então eu acho que é um bom. Lugar para você que quer começar, fazer alguma coisa e ter uma coisa sua assim pronta, não é que você pode mostrar para as outras pessoas e jogar é uma coisa muito intimidadora, né?

Mas, enfim, você pode me encontrar lá no Instagram arroba moeira underline games no Twitter tem a minha conta pessoal que é arroba tuler eu LLER underline, Filipe, e aí tem, né, as páginas da moira, onde vocês podem baixar de fato, essa masmorra é de graça, é no it da moira que é endereço, é moira hífen games. PCH ponto IOA, masmorra os

extras né? Tem um panfletinho do mestre falando um pouco da história da masmorra, tem ali uns itenzinhos mágicos, é extras e tal, onde que são assim tem umas tolkens né, que você pode usar, que é uns personagens da um sistema que eu que eu estava desenvolvendo tudo isto está lá No No início da moeda você vai baixar e para ouvir o podcast vamos revelados, vocês podem ir no YouTube ou no Spotify, no YouTube vocês vão achar procurando pelo canal da moeira

games, só digitar lá na busca. E no Spotify, fomos revelados, não vai ser muito difícil de achar e é isso. Maravilha, vou deixar todos esses links aí, deixar também os links que a gente citou no episódio, no descritivo do episódio, aqui, então vocês podem conferir lá.

E você, Miguel, manda um recado aí já emenda aí com o teu, com o teu serviço aí. Bom, eu sou da mesma, do mesmo opinião do Filipe. Só façam e explorem essa ideia de participar do contesto tudo mais que tem esse caráter de ser uma competição, mas é muito mais um exercício, né? Então é super legal essa proposta e. Em questão de prática mesmo é. É estimular a enquanto está criando, pensar em certos padrões então, até tanto na hora

que está bolando, né? OA estrutura do design da dangel quanto na hora que vai transferir isso para o visual, né? Então o pensar em elementos que podem ser replicados em vários outros momentos da dângeo e que ajudem O Mestre a imaginar aquele cenário de uma forma mais coesa, né? Então, acho que essa ideia do resume bem o textinho, para ficar para ali, tipo, dá ideia para O Mestre, mas no. Na hora que for colocar o visual, expandir o visual para dar ideia para O Mestre também,

então eu acho que tem esse. Essa dualidade, mas mas cara, vai ter exercício e eu falei pro Felipe, esse ano a gente vai, vai de novo EE vou me empolgar, dessa vez é outra, foi meio, foi meio pego desprevenido, assim e já foi super legal nesse ano. A gente está empolgado aí pela próxima edição, tem o perfil no Instagram, o link da gente é MINK, é só procurar lá que tem.

Eu posto algumas coisas que eu estou produzindo, ilustrações, projetos que eu participo aí com o pessoal, estou desenvolvendo um cenáriozinho de RPGE com o tempo para publicar também lá o lá é onde eu compartilho o centralismo e as criações e. Quem quiser acompanhar está por lá. Maravilha gente, muito obrigado pela participação, parabéns novamente aí por todo o rolê, é pelo podcast, também, pela danjam, por tudo aí, pelo trabalho, pela demonstração, por

tudo. Então é, é nós, muito obrigado. E bom, você que está ouvindo, a gente pode conferir todo esse esses links, aí vão estar no instrutivo do episódio. Então eu peço que você cheque lá, dê uma olhada, porque é, é bastante coisa para vocês. Se inspirarem aí e produzirem também, como eles falaram no mais, eu vou lembrar aí de você participar da nossa enquete. Eu vou deixar umas perguntas aí.

Para você responder né, a primeira pergunta é, se você usa Dungeon nas suas aventuras, sim ou não? Porque tem gente que não usa mais, que abandonou para sempre AA arte da arquitetura da danjo, né? A gente deixou de lado isso é, e tem quinta edição, inclusive, parece que vem esquecendo, como fazer? Acho que vale a pena aí vocês responderem se vocês usam ou não porque vai dar um indicativo legal e depois eu vou perguntar, que que vocês gostam de botar Nathan, como vocês gostam de

fazer na anjo de vocês? Então vocês podem responder por extenso. Lá, né? Participem da enquete. Depois dos links eu vou lembrar que você pode apoiar o nosso podcast, né? O café com danjo são nano apoiador você vai é ter acesso ao nosso grupo, dependendo do nível de apoio é você pode também dar só uma gorjeta pra gente ali ou dar um incentivo.

E eu vou agradecer de toda a forma, porque a gente quer voltar a ter 5 episódios por semana, então o apoio de vocês vai ajudar a gente a bater as metas que vão trazer novos dias da semana para a gente trazer mais assuntos para vocês. Então apoia.se barra café com dangel e aí você pode escolher o seu. Nível de apoio lá. Lembrando que agora a gente tem a parceria com Rafael verenegro, a gente vai distribuir cafés e estamos correndo atrás de mais

parcerias também. Se você quiser deixar um Pix pra gente de gorjetacafecomdanjam@gmail.com, a gente conta com apoio de vocês. Se você tem uma marca, uma empresa, e quer de repente patrocinar um dia da semana de conteúdo no café com Danger, você pode. Financiar isso aí.

Então traga Alegria da massa. Repegista consulte que a gente tem uma proposta para você em café comdanjao@gmail.com se você quiser também consultar sobre parceria, anúncio, de repente botar no spot aí alguma coisa da sua marca, do seu produto, conte com a gente, não necessariamente de RPG, mas também jogos, tecnologia, mídia e outros cafés também. A gente está disponível aí, se querendo colaborar com a gente,

pode se apresentar para a gente. De repente, você produz o conteúdo acadêmico, game designer, quer fazer divulgação científica, alguma coisa assim. Pode contar com a gente também manda um e-mail para cafecomdanjao@gmail.com ou nos contactos nas redes sociais que a gente está disposto a conversar. Por fim, agradecer aí o um dos dos assinantes que traz um incentivo para a gente. Então, muito obrigado, Lúcio Pimentel.

É obrigado também a galera aí do nível de apoio, comunidade então Eduardo rala que Augusto hucket, Lucas danese, lianker Lopes, muito obrigado pelo apoio de vocês, agradecer a galera do nível RPG dojo e superiores. Aí o Daniel Haidar, Evaldo Portugal, Germano Assis, Marcus Vinícius ornelas, Mateus Machado, Mateus coleto, Pedro Borges, Pedro bizzini, Pedro guerle. Obrigado pelo apoio aí começou a apoiar agora muito obrigado o Rafael.

Garoto, e Renata canivaroli, o rudo Helmut, o shuans, o Vitor Hugo Martins, muito obrigado. E a galera também do apoio. Nível de treinamento, Oil pentes. Então, Bruno Kobe valeu pelo upgrade. Abílio Júnior, Oo Leonardo gasparoto e o Diego cestito galera, muitíssimo obrigado pelo apoio de vocês, um abraço e até a próxima.

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