Dungeon Trash e a Dungeons & Dados #0070 - podcast episode cover

Dungeon Trash e a Dungeons & Dados #0070

Feb 13, 20251 hr 33 minSeason 2Ep. 70
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Episode description

Balbi troca uma ideia com Tiago Roos, autor do zine Dungeon Trash e do canal Dungeons & Dados, e conversa um pouco sobre OSR, DIY, RPG lifestyle e seu canal.

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  • Marcos Gonçalves
  • Matheus Piqueira
  • Rafael Bardal
  • Bruno Cobbi
  • João Burlamaqui
  • Gui Providello

Imenso agradecimento aos membros do Cafe com Balbi

  • Thiago augusto

Transcript

Quando o fogo encontra gasolina ou óleo, se você preferir. Eu lembro quando eu conheci dcc jogando uma sessão com o grande Diogo Nogueira, presencial ainda no Rio de Janeiro. Pré pandemia. Aquilo pra mim foi muito inspirador, era tipo 2014, sei lá, e eu comecei a engajar com o conteúdo do Diogo no ponto de experiência. Não deu muito tempo, eu tava escrevendo pro blog e tava trocando ideia com Diogo loucamente, querendo saber tudo que ele tinha ali pra me ensinar.

Por volta de 2015, ele me chamou pra escrever o fast play do Dungeon Crow Classics no Brasil, o salada de ratos. E depois a gente acabou fazendo um ziner chamado old School, um old School de caveira, né? Que eu acho que ficou na edição zero mesmo. Não chegou a ter uma edição posterior, mas eu tinha sido impactada por uma estética, por um lifestyle. Me deu orgulho de algo que pô, fazia parte de mim, só que eu só trazia mesmo, mesmo no fim de

semana ali. Os meus amigos fora daquele ambiente do RPG, eu deixava ORPG de lado e aquilo mudou. Eu passei a vestir a camisa do RPG, por assim dizer, e viveu ORPG como life style, então agora eu queria vestir a camisa. Eu não tinha mais vergonha de jogar. DID como acontecia há muito tempo atrás, né? A gente meio que se escondia pra jogar RPG em vez de fazer streaming, e infelizmente as coisas mudaram. E também jogando DCC, né? Inclusive, que era muito mais

cool do dayd. Agora, com todas aquelas referências, eu revisitei tudo que eu gostava quando era moleque, mas ressignificando tudo também. E eu aprendi sobre o primer, sobre como potencializar meu jogo, como me expressar, desenhar, escrever aventura, fazer Zine, fazer stream dali. Tudo aconteceu naturalmente. É uma expressão autêntica. Se você não é de escrever muito, você aprende. Se você não é muito desenho,

você passa a desenhar. Se você não é muito do do design, você aprende a ler, o taco. A necessidade é a mãe da invenção e, por que não, do desenvolvimento pessoal? A gente precisa botar para fora a nossa vontade criativa. E quando eu me deparei com o material do dungeons e dados e o Dungeon trash, eu senti aquela mesma faísca eu senti quando eu encontrei o Diogo e o material dele, o goodman, o Harley stroe, o jam brickman e o podcast espelburn, né? Alguém que foi impactado pelo

mesmo raio que eu, né? E é muito, muito legal ver o mesmo raio batendo em outros lugares. A gente se identifica. Hoje o papo é com o Thiago Rosso e vamos conhecer o rolê desse cara. Toma esse café aqui, está podre. Bom dia amigos do café com dângelo, estamos aqui para mais um episódio do seu podcast material favorito, trazendo sempre muito RPG. Meu nome é Rafael balbi e os meu café não é só com dângelo, é café com dângelo e dados. Na verdade dângels e dados né?

Mas qual o café? Você já sabe, o café isso aí é uma constante, é o ovelha negra. Eu tô vendo magenta, que é o meu preferido aqui pro dia a dia, se você quer tomar um café delicioso desse como meu comigo ouvindo podcast. Você pode ir lá em ovelha, ponto café, e pegar o teu, né? O café especial, sem impurezas da indústria e pô, vale muito a pena, qualidade de vida você utiliza o cupom ccd? Tudo minúsculo que você tem um desconto especial.

Se você quiser um desconto melhor ainda, aí você pode se tornar um assinante do café com dângel é apoia, ponto s barra, café com dângel e aí você tem cupontos progressivos de acordo com teu apoio. Conteúdo extra do podcast, né? Estudos nossos. Você tem acesso aí também a sorteios dos nossos parceiros, inclusive o próprio Vila negra. Então, cara, é muito legal. E você ainda participa do grupo de Telegram que a galera troca e tela sobre RPG ferozmente assim.

É muito legal, então bom, é isso. Vamos para o episódio só antes, dando uma passada da da nossa enquete, né? O episódio anterior foi sobre ajustando OXPE. Eu perguntei, e aí, você costuma personalizar suas Fontes de XP? E 83,3% das pessoas disseram que sim, que personalizam. A gente tá falando de uma galera que gosta de mexer no jogo, né? É o RPG artesanal aí e a e o espaço pra galera se manifestar aqui e escrever.

A gente teve o ramos presunto falando que ele usa XP por ouro retornado com segurança e XP por encontro e exploração de Marcos pessoalmente, variando em 3 categorias, 2550 e 100 XP individuais por personagem. Ele imagina que o maior diferencial seja o nosso sistema de progressão de grupo. O XP referente a Marcos encontrados também é somado separadamente e torna se o patamar de XP XP base dos

jogadores. Assim, personagens novos recebem esse acúmulo de XP dos Marcos, fazendo um tipo de progressão continuada. Não começando o jogo zerado de XP é legal, cara. Eu acho que se você tem algum problema com essa esse Delta de XP aí entre quem tá entrando agora aí, quem já tem personagem, é uma coisa interessante agora. 11 observação que na minha experiência. É o que faz a diferença no jogo. Gold School nem é o personagem tanto assim, é mais Oo

habilidade do jogador, né? E aí é mais fácil um jogador veterano já manjado, sei lá, com seus truques ali é jogar bem com personagem ruim do que um cara que ainda não pegou o esquema. Tá começando agora jogar é bem, com personagem bom, muito doido isso. E o Rafael Bacelar mandou aqui quando o XP por Gold, eu gosto dele puro, sem outras formas de ganhar XP. Sendo que considero que Gold é convertido em XP gastando ele em troca do XPE.

Os jogadores são livres para explicar isso, narrativamente pagar treinamento para bartos cantarem seus feitos e et cetera. Assim, acho que assim evita exports. Uma mudança lá é que o up é coletivo, até porque não tem obrigação de voltar no fim da sessão. Então cada sessão tem jogadores diferentes, mesmo que seja a mesma incursão. É interessante, eu acho que cada um vai mexendo para buscar seu

modelo, né? Como eu falei no episódio, lá cada mesa aberta aí tem sua sua forma de mexer com XP e estimular, mas é aquilo, né? Eu acho que por medo de exporte, eu não, eu não passo, cara, eu, eu deixo e se rolar o exporte, a gente passa a trabalhar em cima para ajustar, né? E esse ajuste é gostoso de fazer também e normalmente traz possibilidades para além do próprio XP por ouro, mas é isso, obrigado pela participação, gente, vamos cair para dentro do

episódio. Ih, Juvenal, e essa cabeça de elfo petrificada aí, Hein? Que beleza, gente, porra, parece aí um negócio realista mesmo, quem esculpiu isso aí mandou muito bem, né? Meu Deus do céu, dá pra ver agonia nos olhos do elfo. É, rapaz, não sei não, Hein, acho que isso não foi esculpido não. Sabe quem trouxe, quem trouxe pra capa Taverna.

Essa cabeça foi aquele maluco lá, o doutor panarev, aquele cara que saía pros ermos pra incursionar e nunca voltava com os companheiros, mas voltava sempre com o Tesouro. Sabe aquele papo? Então esse cara voltou a ativa, só que dessa vez ele foi e voltou com os amigos. Doideira, né? E voltou com essa cabeça. Aí ele foi atrás de um tal de lagarto basáltico, pelo que eu fiquei sabendo. Eu acho que não é uma escultura,

não. Acho que isso aí é 11 elfo petrificado, cabeça de um elfo petrificado, né? Parece que só registou a cabeça mesmo, mas enfim, ele falou que eles bordearam ali o Monte quibe, entraram na floresta, na encosta do Monte quibe mesmo, na parte dos fundos ali do da Montanha. E ali ele falou, que cara que eles viram umas luzes misteriosas matraquiantes ali.

E que eram características mágicas daquela região ali, que talvez isso me indique a presença de elfos, elfos selvagens, ali, alguma coisa assim. Uma região mionírica não é elfo comum, desses que você vê por aqui, não uma espécie diferente de elfo. Eles também encontraram a caverna com umas estátuas. Parece que é lá que mora o tal do lagarto basáltico. A luz que reflete na poça tem na frente da caverna.

Parece refletir nessas estátuas e dar a impressão que elas estão se movendo para chegar lá. Eles marcaram dessa desse pedaço aí da caverna. Eles marcaram tanto Na Na rocha quanto na vegetação, com barbantes o caminho para facilitar para quem chega lá. E parece que as cores dos barbantes é bem coloridas. Assim, para poder atrair a atenção dos olhos, eles fizeram umas setas também.

E o caminho parece que é é esse aí, pegando ali a encosta do quibe e de repente, mergulhando na mata e subindo numas agulhas que tem ali mais pra frente, parece que chega, chega nessa região aí vai contornando até encontrar um Rio. Quando chega nesse Rio, ele empossa ali nessa Cachoeira. Foi ali que eles acharam a cabeça petrificada do elfo. Dá pra ver até os poros, né? Cara?

Doideira. Outra coisa que eles disseram que é pra tomar cuidado ali, porque parece que na porção mais pra cá do Monte quibe, onde tem um desabamento de Pedra ali, um sei lá, um escoamento de Pedra, ali parece que tem umas estacas fincadas mostrando um caminho. Parece que de noite eles viram o pessoal fazendo uma movimentação ali deve ser navalha, então é bom ficar de olho. Esse e tantos outros são rumores vindos do jogo do mundo aberto. De beergoten.

Se você quiser explorar aventuras como essa, pode entrar inteiramente de graça no nosso grupo. Siga o link lá no descritivo do episódio e jogue beergoten com a gente. Vamos explorar beergoten. Que cheirinho de podre. Que está aqui, Dungeon trash e dângeons e dados aqui trazendo o Thiago Rose e aí meu camarada, bem-vindo. E aí, balby, pô, cara, muito feliz de estar aqui com vocês. É uma honra para mim, né, poder estar adentrando essa dângeon aqui, né?

Uma das maiores dângeons aí, old School nacional. Tua história aí é muito massa e cara, tô felizão aí de poder trocar ideia contigo aí. Pô, muito legal, cara, eu também te agradeço muito. Aí você ter pintado no café, acho que já tinha vontade de te chamar. Aí já vejo teu rolê, acompanho teu Instagram, acompanho teus teus negócios, suas produções. Aí então, pô, é aquela coisa, né? Agora, Oo café tá com menos menos dias na semana do que a do que a temporada passada, então?

É, não dá pra não dá pra fazer tanta pauta assim, mas arrumei um espacinho aqui pra gente trocar uma ideia que eu já estava afim de fazer isso há um tempo. Mas vamos lá, começando aqui, o que que você acha de teste a tributo? Não tu zuando, cara, conta aí pra mim, cara, é, é, me fala aí, é como é que, como é que. Como é que é para você aí esse rolê da da Dungeon trash? Como é que como é que você chegou nesse material? Aí você começou jogando a tua mesa a partir de algum jogo e

chegou na Dungeon trash? Ou você parou, parou e falou, vou construir 11 jogo aqui. Como é que como é que chegou o Dungeon trash na tua vida? Então, cara, para falar do Dungeon trash. O Dungeon trash foi a última coisa que eu fiz, né? A última produção que a gente fez, eu fiz em um Colab. Mas para falar dele. A gente vai ter que voltar um pouco lá atrás, né? No No começo, ali do do Thiago, no RPGE, cara, ele não é tão

longe assim, né? Porque eu conheci de fato RPG de mesa em 2000, ali no metade de 2020 pra início de 2021, e eu me acidentei de moto. E aí depois logo veio a pandemia, né? E mas eu sempre gostei. Da questão da literatura fantástica, né? Incentivado pela minha mãe, com histórias em quadrinhos. Aí tu vai voltar lá atrás lá os quadrinhos, né? Dos anos 90 e tal. Pequeno Ninja uhum e De Volta Para o Futuro. Caraca. É aqueles quadrinhos dos Trapalhões, daí também a série

de TV que eu nunca lembro. O nome tem um nome específico, né? Do Jiraya, do Jaspion. Então. E o meu pai também, cara, o meu pai, que já é falecido, mas é. Eu lembro assim. É, é forte, né? Que quase todo o sábado de manhã ele me acordava pra gente assistir filme junto. Então peguei aqueles filmes dos anos 90 lá, Conan, Exterminador é cara, todos esses filmes daquela época que permeava o fantástico ali, né? Então sempre fui incentivado, né? E sempre gostei, uhum.

E aí eu peguei a época ali dos anos 90 de super Nintendo, aí fui pegando AAA. A febre do videogame e sempre puxei para o lado dos jogos de RPGE, tal de história. Eu sempre eu sou aquele jogador que eu não gosto de passar os os as CGI, né? Eu gosto de olhar tudo, ler todos, pegar o exemplo Sky aqui, o cara. Tem o meu irmão que joga também, né? Então, quando eu jogava em casa, eu gostava de ler todos os pergaminhos que eu achava eu gosto da Lori e tal e tem galera

que não, né? Cada livrão ali e o meu irmão nada, você tem que passar de uma vez, vamos evoluir o jogador e tal. E eu gostava sempre dessa questão, do de estudar, de né, de de se aprofundar na Lori, do negócio, de conhecer o fantástico e tal. E aí, cara, no 2020 2020 um, quando eu me acidentei de moto, eu tava aqui em casa, desapeando o YouTube tentando achar alguma

coisa. E por um acaso, cara, Oo algoritmo me jogou ali para as Lives ali do pros, canais do grun, tari, do asecos, e aí, cara, aquilo ali me chamou atenção, né? Eu chamei, pô, cara, dá para jogar npg e tal, né? Parece um que daí eu vim jogando

com o rovint e tal e tal. E cara, aí eu fui pesquisar, daí eu fui para os grupos de Facebook e tal e achei comunidades ali da quinta edição, que era a edição que estava bombando naquela época ali, né, que a galera estava jogando aí nas nas Lives. E durante ali, acho que uns 8 meses, cara, eu fiquei jogando a quinta edição, né?

Conheci uma galera ali no Facebook e tal, formei um grupo com meus amigos, só que por um tempo, cara, a gente foi jogando, foi jogando e aquilo ali ficou, começou a se tornar maçante pra mim, pela questão é das mecânicas mesmo, né? Mais cheias, assim, mais pesadas da quinta edição. Além de tá, tem que tá sempre lendo o livro, né? Chegou o momento da nossa mesa, assim, que a gente mais discutia

a regra do que jogava. E aquilo tava me deixando e aquilo tava me deixando chateado, disse, Ah, cara, não, não tá legal isso aqui. E aí, cara, num num verá meio na praia assim, acho que foi ali no final de 2022, no início 2023, eu dei de cara. E aí, né, com o é dei de moleque, cara. E aí aquilo ali, velho, é, e aquilo ali, cara, explodiu minha cabeça, né? Porque tipo assim, porra, Mano. É isso aí, cara. Eu queria jogar dessa forma aí, entendeu?

Mais solto, mais leve. É teatro da mente e tal galera está ali. É imerso, né? Imerso na história e tal. E poxa, é muito legal, né? Isso, cara. Eu tenho que mostrar para os meus amigos isso aqui e tal. Tentar, né? A gente fazer pegar um jogo, como é que joga isso e tal. Só que os caras não curtiram. E eu, cara, eu é, eu debandei, né? Porque falaram, Ah, isso aí é anarquia que não sei o que. Como é que eu vou jogar sem regra, sem teste, não sei o que, e pá, pá.

E eu, cara, mas é legal, vamos tentar, não deu certo. Se o cara não quiser jogar, eu, tá, beleza então. Pô, eles não quiseram elogiando, né? Pra mim, falar que a anarquia é um grande elogio? E aí, cara, eu tá, beleza. Aí eu debandei, cara. E aí eu mergulhei. Fundo assim, cara, para pesquisar como é, qual o jogo que vocês jogaram lá, que daí eu vi que era lá brinde, Lorde aí conheci, né?

A questão do DED antigo, fui pesquisar mesmo o cara achei os blogs e tal e aí eu tipo, cara, eu preciso encontrar alguém que esteja jogando isso e que mestre para mim poder jogar e brincar também e entender como é que joga isso. E aí cara, fui de novo no Facebook, nas comunidades e cara, achei lá, larguei lá assim, tem alguém aí, mestrando, alguma mesa ou desculpa, eu quero experimentar, eu quero jogar. E adivinha quem é que botou lá?

Meu, eu estou com uma mesa aqui. Se eu consegui jogador, eu boto mesa para vocês. Carlinhos malvadeza. Jura? Tu jogou com Carlinhos, cara? Sim. Aí eu, cara, eu consigo, vou conseguir ter jogador aqui, tu vai mostrar para nós. Então não, beleza, consegui e aí fui lá, cara, comecei catei um cara lá que também é conhecido, que é o Igor theori, Ah, grande, quer jogar um old School e tal, aí o Igor não, vamos jogar. Aí chamei ele, chamei um outro cara e não sei quem mais, daí,

cara, a gente jogou. Numa noite ali, uma é 11, cenário que você estava fazendo em conjunto. E a parte do cenário do Carlinhos era onde tinha umas é uma cidade por cima de um Rio, parece com várias pontezinhas e tal que eu não lembro agora o nome. Ah. Saca. Tá, tô ligado. É ele. Ele estava. Ele estava mostrando aquele aquele módulo de de lamentations. Pode ser, mas. Ele estava usando o caves, tá? Já estava usando o caves que você estava trabalhando nele.

E se eu não me engano, cara, tu estava fazendo as tretas de Porto do príncipe e ele estava fazendo a outra parte do cenário, que era essa parte aí. Era o deep Carbon observatore. O cenário dele eu lembro que era isso, era umas pontezinhas, tipo aquela cidade lá do do esmag lá, sabe, com várias, com várias

pontezinhas tal, e aí? Resumindo, cara, a partir daquela mesa, Oo, Carlinhos fechou uma mesa é fechada assim comigo com Cesinha do Rizoma. E aí teve mais uns 3 caras que entraram junto e a gente jogou, acho que durante um ano. Classe. É com com o Carlinhos. E aí, cara, eu conheci o César, né? Daí conheci o Rizoma, aí vinha conhecer o Samuca. Daí comecei a conhecer essa galera aí do Outlook do Brasil, o kirau e tal, né? Mais pra frente.

E comecei a me desenvolver, né, No No jogo old School e como eu sempre gostei de sempre tive essa pegada de querer também mestrar e de querer mexer, de querer fazer eu, cara, eu quero começar a mestrar também, o old School. E eu comecei com uma mesa aberta no Rizoma de nave, né? E foi um primeiro experimento assim que não deu muito certo e tal, mas comecei a fazer minhas coisas, que daí o que acontece aí? Vamos lá pra pegar o fio de chegar no da jotrash, né? Procurando, lendo os blogs e

tal, vendo é a cultura, né? Se aprofundando no old School, cara, eu cheguei no do it yourself, né, nessa filosofia muito louca, muito massa. E aí aqui no Brasil, cara, quem me despertou para isso foi o Tarcísio e o Lucas e o solo e o horuscopzini, né? O Horus lá do horuscopzini, porque eles têm essa pegada, né? De de Bruno é essa pegada aí de fazer o material deles, e aí eles largam. Eu sigo muito mais o Tarcísio, né? Eu gosto da pegada do Tarcísio, porque, cara, eu acho muito

louco. Ele é muito criativo, a forma que ele faz ali, a forma que ele se expressa. Então aquilo ali me incentivou muito, me inspirou muito, e aí eu, cara, eu quero começar a fazer minhas coisas, né também e estudando um pouco, mexendo ali, mexendo aqui, eu fui descobrindo que cara, não era preciso eu saber tanto, né? Eu podia tentar me desenvolver, eu, eu podia.

É mesmo que não desse certo. Fazer porque tinha uma comunidade que aqui no Brasil né, essa comunidade do solo e algumas outras comunidades que abraçavam não, cara, vamos play testar isso aí, que legal que tu tá fazendo dão valor né? Pra aquele negócio não, só criticavam e tal.

Então eu comecei a fazer e aí o primeiro primeiro Zine que eu fiz assim, digital mesmo, eu fui no YouTube e pesquisei como fazer um Zine de RPG, aí eu achei um cara lá da gringa que dava um passo a passo pra fazer pelo pelo Word, se eu não me engano. E aí, cara, tem lá no meu link tree, né? Daí depois a gente vai linkar aí no episódio e fui Sério em budar, e foi uma coisa bem experimental mesmo assim, meio solo, né? Eu comecei a fazer as coisas mais direcionado para RPG solo e

tal, numa pegada mais leve, né? Meio que inspirado e referenciado também no horuscopzil e em outros é jogos da gringa também. Blogs, né, que eu tava lendo como o nave lá, o cara do do kerm, né? Então eu sempre gostei dessa pegada mais leve, mais solta, e aí fui fazendo cara, fui fazendo as minhas coisas, aí passei, né? Começou pelo misterien Godard. Daí passei pelo templo de arquemes, que daí eu já estava na com a cabeça no BX, né?

Que quando eu foco no negócio, tipo assim, pô, comecei a estudar OBX, comecei a estudar o brinte Lorde, o old School, né, ORPGO dores, dragos, mais velhos e tal, o primeiro zero, e lá. Eu tenho que fazer alguma coisa, uma aventura pra mestrar dentro e de soltar pra galera. Então eu IA lá, cara, e fazia e aí fiz o tempo de arquemes. Aí depois que veio depois, né, do do dungeons de Dragons, foi ODCC que eu 11 vez eu troquei uma ideia contigo que eu estava na aquela primeira paixão pelo

DCCE. Aí conheci ODCC, daí fui ver a tua campanha lá No No asecos. Aí vi campanha dos outros caras aí na internet também e decidi que eu IA fazer alguma coisa. Pro DCC também. Aí eu fiz uma aventurinha usine, que é o Cemitério Maldito, e o legal cara, é que é o que eu achei legal assim no DCCA questão da comunidade deles lá fora e da goodman games de dar o espaço, né? Para para os os fãs, os os adeptos do jogo e tal, é poderem publicar também, né? Com eles lá.

Como é o material da third party? Acho que é tipo terceiros, né? Material de terceiros. E o cara quer saber, eu vou enviar para os caras, ver o que eles acham, e eles foram lá, fizeram uma análise, não, vamos botar aqui no nosso site. E aí o Cemitério Maldito ficou lá com o selinho do DCC, né? E tal, licenciado lá pode, né, tem lá e achei legal que pô, que legal, os cara curtiram, então tem ele em inglês e tem em português, né. EE, é tudo gratuito, né, cara? E aí, cara, quando eu.

Esse foi o teu primeiro rolê, então? Assim, o tipo a tua primeira criação, você já? Maneiro. Isso. Só que quando eu comecei a fazer, eu pensei, pô, eu tenho que ter. É um tipo de de nome para identificar os meus produtos, né? As minhas, as minhas criações. Nós chamos pro produto porque sei lá, mas são as coisas que eu crio, que eu me expresso, né, onde eu posso me expressar e soltar as minhas coisas. E aí, cara, eu criei esse nome, né?

Eu criei, não acho que não sei se eu já tinha ouvido falar ou já tinha é enxergado em algum lugar, mas eu fiz associação, né, Dan João de Dragons. Pô, dungeons e dados, porque nada melhor do que tu jogar um Dungeon Crow com uns dadinhos ali, né? O 2 D6 ou um D20 e tal. Então fiz essa esse link e pô, fiz isso aí, fiz uma arte ali e tal e comecei a soltar as minhas coisas nesse com esse título,

né? Então tinha o zinio dungeons dados um, que é o tempo de arquemes, e depois o dungeons dados 2, que foi o Cemitério Maldito TCCEA. Minha ideia inicial era fazer dungeons, né? Fazer dungeons jogáveis. Pra galera jogar e pra mim jogar com a galera. Mas fui tomando outros rumos, eu fui fazendo outras coisas. Aí também veio a ideia de fazer

camiseta, né? Eu fiz umas camisetas artesanais com Serigrafia, com uma galera aqui do sul, que foram 2, é foram 2 camisetas exclusivas, então quem comprou, comprou, não tem mais, que é essa primeira que eu tenho aqui, né, que é a preta e uma vermelha, que foram é foram feitas em serigrafias, são numeradas e tal. Foi bem legal o rolê. Mas como é, eu fazia pouca quantidade.

A galera aqui do do sul que faz essas camisetas, eles cresceram bastante e aí eles tinham muitas demandas, então ficava ruim pegar só uma demanda pequena minha e deixar outras demandas, né? Aí eu migrei, aí eu tenho uma lojinha online agora que é a dange 11 dados só para as camisetas e tal, e depois também vai estar lincado no link tri, aí a galera pode acessar lá para conhecer, são estampas que eu

mesmo faço e tal. E cara, EE, comecei esse rolê então assim, uma coisa que que foi que foi legal assim que eu, que eu gosto de falar sempre quando eu falo do meu rolê, é que assim, cara, quando eu comecei a desenvolver as minhas coisas, eu não sabia nada, cara, eu não sabia desenhar direito, desenhava os bonequinhos de pau, aqueles e tal, e foi um processo de desenvolvimento, né? De de auto auto estudo.

Eu sou autodidata aqui, né? Vou olhando os vídeos no YouTube, vou pegando a ideia dos caras, vou tentando aplicar e tal. EE, dessa forma eu fui me desenvolvendo e fui é desenvolvendo essas habilidades, né? Então assim, é claro, fiz um pouco de estudo, como eu digo, é auto estudo né, com vídeos no YouTube, com textos e tal, blogs, mas nunca fiz um estudo profissional, mesmo assim de designer de de arte ou de qualquer coisa. Foi mais mesmo do Earth you self, né? Faça você mesmo.

Então tipo assim, cara, porque eu conheci os trabalhos do Castilho e olhei, caralho, velho. Isso aqui é muito foda. Eu queria ter um Zine com essas artes e tal e tal, mas eu não tenho condições de pagar agora, né? De de de entrar com com dinheiro pra pagar uma arte do cara e tal, apoiar o cara. Então como é que eu vou fazer cara?

Eu vou tentar fazer o mesmo. E eu comecei lá, velho, a rabiscar, tentar fazer meus desenhos e tal, e começou a sair algumas coisas, apesar de eu não gostar muito, né? As pessoas, eles falam, Ah, tu podia? Aquele negócio do esse gito, comentou. Acho que foi num num, num episódio do do café aí que foi sobre méritos, né, sobre XP, sobre o negócio do capitalismo, né, de transformar o nosso hobby em dinheiro, né?

Então muitas vezes falam assim, Ah meu, tu podia trabalhar com arte e tal, mas cara, a primeira ideia sempre foi, não, cara, isso aqui é um hobby, é uma diversão, eu curto, não gosto de pressão, não gosto de ter prazo, entendeu? Eu gosto de fazer minhas coisas com assim livre, sem ninguém me enchendo no meu saco. Se eu quiser desenhar o desenho, se eu não quiser desenhar no desenho, entendeu? Tem essa cobrança, é, e aí, cara, eu comecei a fazer isso,

aí comecei a desenvolver ali. Se pegar os primeiros hinos, tu vai ver que são coisas assim, bem simples, bem é, o cara vai dizer assim, pô, mas isso aí, nada a ver e tal. Mas se tu pegar o primeiro e indo até o final aqui até o último, que é o dângelo no trash, vai haver uma evolução ali, é um processo evolutivo. Que foi uma alta descoberta, né? Que que eu sou muito grato assim ao RPG por causa disso.

As pessoas que eu conheci também através da RPG, que foi desenvolver essas habilidades que é, eu tenho né, hoje, mas que eu nunca acreditei que eu pudesse é fazer, então ARPG me despertou isso que tipo assim, não precisa ser o cara mais foda não precisa ser tipo ter o dom ter, né? Nascer tem, tem gente que nasce com dom, tem gente que não precisa nem aprender, tu só faz. Tu faz, né? Tu faz porque é um dom mesmo, mas tem gente que aprimora essa

habilidade. Então assim, não quer dizer que se tu nunca desenhou, tu não vai conseguir desenhar um dia, sabe? E eu gosto sempre de deixar essa mensagem, porque eu não sabia desenhar e tipo, não sei desenhar. Até hoje eu digo isso e eu me chamo de arteiro. Eu não sou um artista, eu vou lá e tento fazer alguma coisa, saio, eu gosto, mas né, e aí eu faço alguma coisa com aquela arte que eu fiz, eu boto nas minhas coisas e tal, e. E com o tempo fui desenvolvendo cara, essas habilidades.

Então assim, e aí, como eu disse, foi um processo evolutivo até chegar no dangele trash. E foi muito legal, porque nesse processo é eu fui me auto descobrindo, fui conhecendo outras pessoas, outros rolês, né? Fui conhecendo o rolê dos colabs, conhecendo gente de várias, de vários trabalhos legais com artes, como colagem, né? Outros tipos de artistas. Já participei também aqui, que foi pra mim também, assim, um negócio muito legal que eu nunca imaginei que eu fosse

participar, né? E aqui no Rio Grande do Sul ano passado eu participei pós à enchente né, teve uma feira de arte aqui, os caras me convidaram pra participar, que foda, achei muito legal, sabe, levar as coisas de RPG pra feira e tal, então isso aí foi muito massa, sabe? Então e aí cara, tudo isso foi um aprendizado, foi um acúmulo de XP pra culminar no último trabalho, que foi o dangerous

trash. Né? E o Dungeon trash, cara, foi um joguinho que eu decidi fazer ano passado, que eu tava muito cansado já da estética da fantasia medieval, né? E eu tava querendo fazer algo diferente. E aí tem esse cara que é o Thiago helendio, que é o meu, o coautor, né? O outro autor do jogo que fez comigo o Dungeon trash, e ele tava trabalhando já num cenário que ele tá trabalhando e vai

soltar, mas cara, vai sair. Por aí, logo, logo vai sair pela dialogames aí do Marcelo, né, que é o deserto de cinzas, que é um cenário com um hack do markboard também, né? Ele fez um hack para aquele cenário e tal, e ele já estava fazendo essa meio pegada após o apocalipse, mas o dele é mais voltado para o Mad Max, assim, o cara. Achei muito fantástico aquilo e comecei a trocar ideia com ele, jogar na mesa dele e tal, e a gente começou a trocar ideia.

Eu falei, pô, cara, achei legal esse teu lance. Estou pensando num lance aqui parecido, só que com um viés diferente, né? E aí a minha ideia é a minha ideia começou a permear ali pela questão primeiro de um pós apocalipse, mais um pós apocalipse voltado pra um mundo aonde o mundo foi devastado pela poluição. É a questão do meio ambiente, do negacionismo e tal. EE, eu queria começar daí. Bom, o meu pós apocalipse vai ser um mundo trecheira pura. O lixo tomou conta, né?

A galera não cuidou do mundo e tal, o mundo virou uma merda. E aí, cara, como que eu posso associar? Eu pensei em neve, pô, dângelo, dângelo trash, porque daí eu comecei a me lembrar dos filmes que eu curto muito, filmes de terror, de terror, trash, né, dos anos 90, Zé do Caixão e tal. E aí comecei a trabalhar em cima dessas referências e como eu comecei a trocar ideia com o Thiago e ele falou, ele gosta

muito do Mark Borg e tal. Eu não tinha ainda dado uma olhada no Mark Borg, comecei a olhar o Mark Borg também. E aí, cara, me apaixonei pela estética do markboard, né? A estética gráfica ali AO designer gráfico do markboard, né, aquelas cores, aquele troço que explode na tua cabeça com teus olhos ali quando tu lê uma diagramação mais solta, sem regra, né, de de padrãozinho assim, de livro padrão e cara,

achei muito louco aquilo ali. Eu, cara, eu quero fazer alguma coisa muito parecida com isso, né? Então eu eu suguei muito a estética gráfica do markboard pro meu usine Dungeon trash, nem a usine agora. No início Era Para Ser um Zine. Na verdade, a primeira, a primeira, a primeira ideia Era pra Ser um folheto, 3 folhetos, um folheto com a regra básica, um folheto de monstro e um folheto de cenário. Mas a gente trabalhou um ano

direto, né? Conversando sobre o jogo, as mecânicas, qual que a gente IA usar, qual que a gente IA pegar, qual que a gente IA misturar. E foi muito legal porque, cara, é, eu gosto sempre de, de de exaltar isso, né? A questão do it yourself, de faça você mesmo, de.

De tu ser independente, né? De de tu não ter uma editora por trás, não ter esse conhecimento, ser um troço mais solto, mais artesanal, como tu falou no início, é muito louco, porque, tipo assim, eu tô aqui no Rio Grande do Sul e o Thiago tá lá no norte, lá no nordeste, lá, e a gente tá muito longe, saca? E aí, tipo cara, a gente IA trocando ideia pelo WhatsApp, eu nem conheço ele pessoalmente, e eu falava o meu, o que que tu acha da gente fazer isso aqui? Aí ele lia lá e tal, tá, mas e

se tu botar isso? E cara, IA nesse brain store. Trocando ideia, trocando ideia e cara. E no final a gente fechou e saiu esse z nesse livreto, né? Que é um. Eu não sei se tu vai botar vídeo, mas eu vou mostrar aqui no vídeo que é uma brochura, né, que é o dangeon trash, que ele é um livrinho colorido, todo colorido, né? Com com folha, é o miolo, é couchê 90 g, a capa é capa, cartão e é um joguinho cara

completo, um joguinho simples. Com regras leves, baseado No No markbog, mas ele ele chega a pegar a mecânica base do markbog, é um rack, né? Só que tem muitas mecânicas ali que não são do markbog, né? Algumas mecânicas que a gente curte de alguns outros jogos que a gente fez uma adaptação, então não tem acerto, é teste de acerto no combate, o dano entra direto. Mais parecido com o intro de oDI cara, tem várias, tem várias referências ali dentro, EE ele é

bem pra ser um jogo leve, né? De fácil mestragem, de de fácil aprendizagem pra jogar que o cara pegue assim mais pra uma one shot mesmo, cara, não tenho que jogar. Vou jogar um terrorzinho aqui pós apocalipse da Angel trash com a galera aqui, vou vou levar Na Na tarde pra galera e tem várias tabelas ali que tu pode gerar a tua podridão e a gente chama o cenário de a podridão, né? Então cara, e aí saiu o da Angel trash, então todo, todo esse

caminho até saiu da Angel trash. Foi um caminho de aprendizagem, de erros de acertos, né? E de auto descoberta também, que eu sempre gosto de falar, né? Pra galera que ouve às vezes quando eu vou falar nos podcasts e tal nos que eu já participei. E cara, se você tem um desejo, né, aqui da da cena old School, da cena do faça você mesmo aqui no Brasil no RPG, né? É tu não precisa ser o mais foda, cara, não precisa ser o designer mais foda, não precisa ser o artista mais foda tu não

precisa, tu consegue, tá cara? É, é possível fazer. Há vários meios, né, de, de tentar fazer, de aprender, tem várias pessoas acessíveis aqui na cena do RPG old School é como o balbi, como é o Castilho, que é um artista foda pra caralho, se tu chamar ele lá no Instagram, o cara te dá várias dicas, sabe? Eu conversei, troquei várias ideias com o Castilho, é eu mesmo, cara, se tu me chamar, a

gente troca ideia. Então assim, eu conversei com várias pessoas que eu achava assim, Ah, esses caras nem vão querer falar comigo, né, cara? Não, cara, as pessoas são 3

acessíveis. Não tem aquele negócio de não eu não vou te dar o caminho das pedras te viro a tua e tal não, os caras vão lá não, meu ó, esse aqui é o caminho, ó tem tem uma forma de tu lançar independente que é como como eu lancei o dangeon thrash uma editora online que tu não precisa investir nada só o teu tempo e a tua arte e o teu PDF, né que tu vai fazer desenvolver e tu vai botar lá e os caras vão produzir pra ti, vai botar o valor que tu quer no teu livro e os caras vão

publicar o teu livro então assim tem vários caminhos, cara, sabe? Várias gráficas onlines também, que tu consegue fazer de forma muito mais acessível do que a gráfica do bairro, né? Então assim, há vários caminhos, há várias possibilidades. EAE, é possível, Ah, mas eu não sei desenhar, pois é, cara, mas eu não sabia também. Então às vezes tu tu tem que dar aquele passo, sabe? Começar a tentar, começar a

praticar. E eu sempre levo comigo uma coisa que o Castilho falou, acho que foi no Kafka com Dungeon, foi no brain store quando ele foi. Né, das entrevistas dele aí sobre a arte old School, que é treino e prática, né? Tu vai aprimorando, então assim tu pode não ser o melhor artista, pode não saber, mas tu começar a treinar um pouquinho a cada dia, né?

Aprimorando e tal. Tu vai desenvolvendo essa habilidade, por mais que não seja, é perfeito, mas tu vai encontrar o teu, a tua expressão ali, né, No No dia a dia. Se tem uma coisa que eu sei é que subestimal desconhecido pode ser fatal. A tempestade que vinhamos investigar no litoral de Santa Catarina não é nada do que eu imaginava. Naufragamos logo na primeira noite minha garganta queimava, o sal correndo cada gota de ar que eu tentava respirar eu tragava uma dor cruel a cada afogamento,

um desespero esmagador. Eu quase apaguei, quase não sai dessa. Acordei na Costa de um cemitério de naufrágios, debaixo de uma chuva torrencial com a minha visão embaçada pela Areia e pelo sal no som do máximo, misturando aos ecos e estralos dos destroços fantasmacóricos um aviso das profundezas que tentamos desafiar. Cada pedaço de fuselagem é uma história de desespero nesse lugar. Essa ilha perdida guarda mistérios que podem ser mais sombrios que qualquer coisa que

eu já enfrentei. Aqui é a Laura Muniz de Moura e esse é o relato do início da minha investigação dos mitos de Atlântida. E aí, sobrevivente, está preparado para o maior desafio de RPG que você já enfrentou na sua vida? Boas vindas aí a temporada aberta de mitos de Atlântica, um jogo experimental de horror em sobrevivência em sessões episódicas, onde o foco aqui é o desafio e a imersão total. Então você busca desafios

intensos, né? Você acabou de encontrar o Everest do RPG e a temporada aberta chega com mudanças incríveis pra gente. Aí, regras mais simples e ao mesmo tempo mais sofisticadas. Acho que dá mais Liberdade pra ficção, sem se preocupar tanto com mecânica. Aplicação de arquétipos, né? Que seriam as cartilhas de jogo. Aí os play books e a evolução dos personagens sem uso de nível de personagem, né? A gente tá fazendo a evolução

por fato ficcional. Pela primeira vez a gente vai ter meets of the Atlantic, da primeira campanha de ourfantes, inteiramente mestrado e jogado em inglês. Um Marco aí pra expandir a nossa comunidade, a forma de jogar. E pra quem não tem tempo para as sessões de voz, né? Não se preocupa não, porque a gente tá implementando um sistema síncrono de jogo aí. De Telegram, você pode investigar os mitos. A aventura está sempre ao seu

alcance. A temporada aberta de mitos de Atlântica já começou e eu quero saber se você está pronta. Se você está pronto para enfrentar o desconhecido, junte se a nós aí prove que você é capaz de sobreviver ao maior desafio, aí ofertas e de todos. Investigue os mitos. Venha para mitos de Atlântica. Que cheirinho de podre que tá aqui. Agora a gente veio, né? Cortando aí o teu, fazendo um corte. Aí dissecando um pouco a tua, a tua história em relação a isso.

E eu concordo plenamente com coisas que você trouxe. É acho que. Essa questão de se de se expressar, né? A gente, a gente meio que que sintetiza muito as nossas referências. EEE quer fazer de volta, né? A gente quer botar ali, é para as pessoas. A gente quer se expressar mesmo dando o nosso, o nosso take sobre aquilo, né, a nossa, nossa

visão. E isso é muito legal porque obviamente, sei lá, você mergulhou em DCC, você mergulhou em watforg, você mergulhou no conteúdo do Tarcísio, do do Bruno. Você foi enfim, você foi conhecendo as é, suas influências, você foi vendo ali o que que te o que que te movia, né? Pô, se se for de moleque, achei foda. Cara, no fundo, no fim das contas, quando você sintetizar isso, você vai trazer o teu take sobre isso.

Você vai trazer a tua, a tua visão sobre isso, e vai ser diferente do do que eu vou fazer. Vai ser diferente do que o Diogo Nogueira vai fazer, que vai ser diferente do samu que vai fazer e sempre tem espaço. As pessoas, muita gente, muitas vezes falam, Ah, mas eu? Ninguém aguenta mais um old School, ninguém aguenta mais um DID, mas não é exatamente a mesma coisa, é, é ODID ali, é ODCC ou morkboard sintetizado. EE trabalhado pelo Tiago, né?

No a galera às vezes não alcança isso porque vem do mercado, Ah, mas o mercado não precisa, cara dane, se o mercado eu quero ver qual é desse meu Brother aqui que fez esse bagulho, eu quero ver o que que ele está trazendo diferente. E porra, se eu me identifico com as Fontes dele, é claro que eu vou ver, pô assim. Dungeon trash pra mim conversa muito com o que eu curto, eu curto demais, filme trash,

porra, toxica vanger, tá ligado? Tipo, sei lá, até os esses sei lá, saíram nos anos 2000 e pouco, tipo, é roubo, witders, shot Gun, todos esses bagulho eu conto pra caralho, tá ligado tudo filme trash, troma, tá ligado esses bagulho, tudo, eu, eu me amarro, então, tipo, eu li ali dângeon trash com umas as letras, pô, derretendo assim, eu falei, porra, isso aqui é eu, eu culto, tá ligado? Até agora? Entrando no na Dungeon trash, cara, tu trouxe aí?

Eu acho que uma das coisas que mais me chamou atenção foi esse lance dos crias da podridão, né? Tipo, os monstros o bestiário. Mas pra gente entender esse bestiário, já que eles são crias da podridão. O que que é a podridão no Dungeon trash? Então, cara, quando eu eu fiz o Dungeon trash, eu e o Thiago, eu pensei assim, cara, a gente tem que testar agora que eu gosto Oo meu desenvolvimento, o meu

processo criativo. Eu gosto de fazer as coisas primeiro ter Oo Zine na mão ou o livro pra poder, né? Então começar a platestar a jogar e depois soltar pra galera. Então eu falei, cara, vamos fazer uma mesa aberta e vamos começar a jogar pra ver se vai rolar mesmo, a galera vai curtir, se vai, vai funcionar isso aqui. E quando eu criei a mesa aberta no passado, a gente tá na segunda temporada agora, né? Já foram 2 mesas, 2 sessões esse ano é nós estamos, nós estamos

em 27 sessões. E aí eu criei um cenariozinho e aí eu criei 111 fundo, uma base de fundo pro cenário, que é o que acontece, sim. Que Oo mundo foi devastado pela poluição por questão do do negacionismo dos líderes governamentais do mundo inteiro, né? Do nosso mundo fictício dentro da Angel thrash. E os caras meu, esses líderes mundiais aí, é eles meio que

formaram uma cúpula. Deles só e meio cientistas malucos assim criaram uma bomba experimental e eles decidiram assim não, a gente vai explodir o mundo, já que a gente não conseguiu, né, dar conta dessa questão aí do do, da poluição e cara, as minorias que se ralem lá, eles que se fodem, vamos explodir tudo e pá. Só que eles não contavam, né? Que como a resistência, teriam infiltrados lá que avisariam que daí é a parte dos jogadores, né? Então os jogadores tinham esse,

os personagens tinham esse. Esse esses infiltrados que passaram pra eles, ó, o cara bomba explodiu o mundo. Então a gente colocou assim que os personagens começam num bunker pós explosão do mundo, né? Os caras soltaram uma bomba nuclear experimental, só que também outra coisa que eles não contavam, quando eles soltassem essa bomba, a bomba iria abrir um portal extraplanar e trouxe. E daí o que a gente chama, né? Trouxe essas 3 entidades e aí vem uma referência com o tolesca, né?

Que são os grandes da podridão que a gente chama no jogo que são é as entidades que concedem a magia ou o poder pro jogo. E essas criaturas, quando elas chegam No No mundo fictício do Dungeon trash, que é a podridão, eles eles veem que a que o mundo está virado de cabeça pra baixo, todo tomado de lixo e radiação da bomba, né? Eles, o que que eles fazem? Eles transformam aquilo ali num grande habitat para as criaturas

que. Antigamente, no mundo antigo, no mundo normal, eram exterminadas pela humanidade. É todas as criaturas, é que adivinham do lixo, então tu vai pegar mosca, rato, porco, é mosquito, pomba, todas essas aí. E aí, o que acontece, cara? A gente pegou e botou um óide no final, então todas as criaturas que existem no cenário vão ser derivados desses bichos. Então vamos lá, as moscas são os moscoides, né, que são as crias da podridão, então tem os moscoides. Tem os pomboides, tem os

ratoides, sacou? São essas crias que foram criadas por esses grandes, que são os seres. É é que pra para os personagens e para as pessoas normais do mundo, né, os seres humanos, eles são seres que são, não são entendíveis, né? Não, não são compreensíveis para a mente humana, mas eles ainda acessam, né? Conseguem acessar a mente humana pra Oo conceder o poder que há magia no jogo. E eles então dão vida a essas criaturas, né? Trazendo transformando elas em

em mutações. Ali é bem trash mesmo assim. EE agora elas passam a ser, né? Essas criaturas, as donas do habitat, que a gente chama de a grande podridão. Então os humanos, eles são eles estão dividindo o que é o habitat natural dessas criaturas. Agora, então, elas transformaram. Né? Essas essas grandes criaturas, os grandes transformaram essas criaturas que são os crias da podridão nos donos do pedaço, né?

Então, a podridão é o cenário do dangele trash, que é dominado por essas criaturas, e elas odeiam os seres humanos. Porque. Vou pegar um exemplo aqui, tá? E aí os textos dos monstros, cara, foram todos feitos pelo Thiago, e assim os textos são muito evocativos, cara. São muito bons, são? Muito evocativos. São muito foda mesmo. Eu fiz a arte, falei, o Thiago

tá aqui a arte. Te vira com essa arte aí e faz tua mágica aí. E o cara, não, beleza aí eu vou pegar um dos porcoides aqui que eu achei muito louco. Cara, ele fala assim, ó. Eu IA ler os porcoides que eu achei muito bom, eu IA ler exatamente isso. Fala aí, quer ler? Pode ser, né? Tá? Pode. Ler? Ler, você manda aí. Olha só o texto do cara, ficou muito massa, Mano. Milênios sob a lâmina do cutelo, mutilados, pendurados ao avesso e sangrando até a morte. Agora é a nossa vez.

Humanos tem se tornado uma comida rara, no entanto, o alquimista garcon descobriu formas de domestica Los, mas nada é mais divertido que caçar o humano. Então, cara, os porcoides, tá ligado? Eles são as criaturas. É referenciadas assim, né? Tu pode pegar a ORC, tu pode pegar é os os bichos que o cara vê em vários filmes trash, aí eu me referenciei em muitos assim. É, cara, eu vou puxar umas referências que não tem nada a ver com os procódigos, mas são coisas que me vieram na mente na

hora, né? Então o palhaço assassino, o it é cara, tem um outro lá que eu não vou lembrar agora, mas é do filme daquele cara, o Eval Dead, então tinha uns zumbis muito louco assim. Então sempre foi pensando nessas coisas assim, né? E aí, cara, todos os os as criaturas tem esses textos evocativos que o Thiago fez e são as criaturas que vão ser os desafios aí do cenário além. De tentar sobreviver atrás de recursos, né?

Então, quando a galera vai pro cenário, fazer incursão no cenário pra buscar recursos como água potável, comida, é tentar achar locais mais seguros. Elas precisam também lidar com essas outras criaturas que são as donas do pedaço. Agora que se chama a podridão, né? Então é isso, cara. É, EE, tem, tem ponto de podridão, tem um lance de de tipo, de como isso aí se se se mistura com? O sistema de jogo conta aí como

é que funciona esse rolê? Tem cara, a gente chama, é assim, é, tem a mecânica do pus, né? Que é, é cara, a gente fez um jogo assim, muito louco, né, com várias ideias loucas assim, de podridão mesmo, de trecheira. Então assim é a ideia aqui do jogo, não é? Tu evoluiu ter personagem até o nível 10 aqui tu vai até o nível 4. E aí no nível 4, o teu personagem vai praticamente morrer, porque ele está exposto a radiação, está exposto a perigos e tal.

Então na verdade tu vai evoluir pra morte como pegando referência no The Walking Dead, lá que tá todo mundo, todo mundo contaminado e vai virar zumbi um dia. Então assim, de alguma forma tu vai, vai, vai acabar, é vindo é a perecer na podridão, mas até lá, o que que tu vai fazer? Sabe o que tu vai fazer pra tentar melhorar esse mundo e tal? Porém nós temos os pontos de

podridão, que são o que? A magia que a gente chama de poder no jogo que ele ele é uma forma de tu é usar o poder, um recurso pra tentar é se livrar de alguns momentos, né? Difíceis, como nos combates, porque os combates são muito mortais dentro do jogo, muito letal mesmo porque não tem chance de acerto. Então assim, se tu entrar num combate, certamente se tu não ganhar a iniciativa ou se tu não tiver a surpresa, tu tomar um dano, tu praticamente vai morrer. Porque o dano entra direto.

Mas aí o que acontece? Ah, é, mas eu quero aqui salvar o meu grupo. Eu quero usar os pontos de de de pus, eu quero usar o poder. Então, cara, existem 3 grandes, né, que a gente chama aqui no jogo. E é o tóxion, que é o Deus da é Oo grande da podridão tóxica. O púltrido, que é o grande da podridão, é do lixo orgânico, e o hidrotóxico, que é o grande da podridão pluvial do lixo.

Do lixo é da água, né? E aí, cara, esses grandes, eles concedem poderes, e quando tu acessa os poderes deles, tu fica marcado, então tu vai fazer um teste lá. Se tu, quando tu faz o teste, uma bola de pus nasce no teu corpo. Então cada personagem tem uma régua de pus, e se aquela régua de pus é preencher toda a régua e pus, tu não recupera no jogo, né? Então cada vez que tu usa. Cada magia são 6 magias pra cada cada cada grande, né? E cada magia tem um custo que é

o número dela. Então vamos lá, a magia 6, né? Ela do pútrido, ela é a mais poderosa, ela dá 6 D6 de dano, mas ela também toma 6 pontos de pus, e tu tem o máximo, tu tem o máximo de 8 pontos de pus. Então se tu gastar todos os teus pontos de pus, é como se refletisse o aumento daquela bola de pus no teu personagem. Então, quando. Então quando tu faz Oo teste, vai rolar numa tabela pra ver aonde nasceu a bola de pus do teu personagem. Então nasceu na testa, no nariz, no joelho, na mão.

E cada vez que tu usar o poder, né? Tu vai tendo custo e tu vai aumentando aquela bola de pus do teu personagem até que ela explode. Quando ela explode, o teu personagem foi corrompido pela podridão e ele vira uma cria da podridão controlada por aquele grande que ela usou, os poderes. Então tem essa essa mecânica aí, né? Por ser. É, é poderoso, os poderes são muito poderosos, são muito loucos, porém eles têm os um custo alto também, né?

Que vai aí tu vai ter que é bolar uma estratégia, o jogador vai ter que pensar bem quando usar esse ou quando quer usar, né? Às vezes em um onichot a galera usa AAA rodo, mas na mesa aberta a galera controla bastante, só usa quando realmente é necessário. Porque tem uma galera aí que tá jogando, que tá conseguindo manter o personagem vivo, né? E talvez consiga evoluir até o nível 4. Ninguém conseguiu chegar até o nível 4 ainda, porque é bem letal mesmo o jogo assim.

EE, mas assim, tem sido bem legal de ver como a galera tem lidado é com as situações. No início foi mais um um teste, né? Então a galera IA testando, IA morrendo e agora a galera já tá aquele negócio do player skill, né? A galera já tá mais ligada, então já não, não. Vamos pensar, não vamos entrar em combate aqui e tal. É vamos esperar, vamos investigar e tal e tal. Então tem tudo isso, cara, é muito louco. É, isso é uma coisa muito

interessante, né? Porque eu, eu, eu estava com isso na cabeça e você me acabou mencionando que era a questão da diferença, né? Desse jogo que você pode de repente fazer um explode 6 × 6 de dano. Fazer um é muito poder, né? É por outro lado, você tem ali seu marcador de pus e você vai perder o personagem. Se você chegar No No máximo ali, no máximo é no meu anchote.

Isso possivelmente alcança uma sessão muito mais de doideira e tocada numa porradaria sinistra, cheia de poder de pus e os bagulhos escalando pra caramba, porque o cara sabe que no final ali ele não vai, já é um personagem acabou, né? Então o jogo deve ser agudo pra caramba, na, na, na, na trecheira, né? Deve ser uma trecheira. Porra, apareceu 11 bicho ali, porra, eu vou explodir pus na cara dele, não sei o que deve ser uma doideira do caralho. Agora levar isso pra uma mesa contínua, né?

Tipo de sei lá, como você falou, tem mesa aberta, né, que tem campanha, não sei o que já leva o jogador a lidar com isso de outra forma, né? Então acaba que é, é, seria mais ou menos a uma diferença muito natural que aconteceria no tipo de, No No tipo de de narrativa, produto do jogo, né? Seria da gente ter um. 11 jogo one shot completamente porra louca. E na campanha, aquela coisa que vai construindo aos poucos, né? Essa podridão que deve dar um

tom bem diferente no jogo assim. Tem um cara na mesa aberta que ele está conseguindo levar o personagem dele, né? Há bastante tempo vivo. Então eu penso em daqui um pouco. A galera vai começar na mesa aberta a usar os poderes mais perto do nível 4, que é onde eles sabem que vão morrer uhum, entendeu? Aí, pô, agora eu vou estourar uhum. Porém, tem um negócio na mesa aberta que a gente falou assim que é uma regra lá da casa, né? Que que é assim, cara?

É, se vocês morrerem, é de forma natural que é o até o nível 4, tudo que vocês acumularam no cenário, né? E tiver no Bank ou tiver em algum lugar que vocês estão alocados, que é o safe, local safe, né? O local seguro é, se vocês morrerem, decorridos da morte do nível 4, né? Chegou lá e morreu naturalmente. Tudo o que vocês acumularam fica como se fosse uma herança pro

teu próximo personagem. Então assim, se tu morrer dentro do cenário, não sendo de forma natural pelo nível 4, tudo o que tu tá com o teu personagem vai ficar lá onde tu morreu, sem ninguém pegar, sacou? Então tem essa pegada, então o cara vai ter que pensar bem assim, bom, vou usar o poder aqui, mas é isso, eu tô com o grupo, eu vou falar pro grupo, cara, se eu morrer aqui usando o poder, vocês pegam minhas coisas

e levam pro banco. Se der para vocês levar, porque também tem a questão da carga, dos dos equipamentos que tu pode levar ou não. Tem toda essa gestão de recurso também dentro do jogo, né? Mas é isso, cara. E é como tu falou, vou dar um exemplo de um enxote que teve, que foi uma doideira assim, porque a galera entrou tipo num num banheiro e tinha uma criatura moscoide que atravessou o caminho deles e eles entraram em combate com essa criatura.

E um dos jogadores falou, cara, eu quero usar o poder. Eu vou usar o poder do puto aí fez o teste e conseguiu acessar o poder meu, tá liberado, pode usar o poder que tu quiser, beleza? Eu quero levantar esse poder aqui, vou até pegar aqui que foi? Eu acho que é 11 golem de merda, tá ligado que o cara usa? E aí cara, como ele tava perto do vaso sanitário, ele

conseguiu, entendeu? Fazer isso, aí eu eu descrevi dessa forma, cara, beleza, tu consegue fazer isso e gole, ele sai de dentro do vaso, cara, ele sai dentro do vaso ali um golizão de cocô de merda mesmo e vai atacar o bicho. E aí aquele golin dele ali ficou atacando o bicho, né? Segurou o combate pra eles enquanto eles fugiram do local

pra não, pra não morrer. E ele saiu né, com a barra de pus dele na metade, mas saiu vivo, tá com cuzão lá no braço, mas saiu vivo e saíram correndo com o que eles tinham de recurso, pego de recurso, que eram os remédios e tal. Naquela sessão EE conseguiu usar o poder e tal, mas tá marcado, né? Então ele sabe, ela tá marcada que ele tem 3, ele tem mais 3 pra usar. E o cara pensa assim, Ah, mas aí ficou só 3. Eu posso usar o poder de 6. Pode, porém, tu sabe que quando

tu usar tu vai estourar, né? É 11, tipo 111, suicídio para salvar a galera, né? Ah, eu, eu vou me estourar aqui no pus, mas eu vou usar o poder e tal. E mas vou morrer, mas vou salvar a galera. É a morte heroica. É a morte heroica. É, cara, é muito legal esse tipo de escolha. É muito interessante, né, cara? EE, ela vem muito. Tipo, é você falando assim, me lembra de momentos do TCC? E também tem essa parada de você, tipo, sei lá, principalmente se você é mago, né?

Você vai ficando cada vez mais doido, porra louca. Olho, olhos aparecendo e rabo e os caralho. Só que de um jeito grotesco, né? Do do no, no, no, no. Eu vejo 13. Tem um jeito bem grotesco envolvendo coisas. É, é trecheira, é. É interessante ver essa é, é, é a gente. O teu jeito de sintetizar tuas influências. É muito divertido, cara. A gente deixou bem explícito lá no início, né, que esse jogo ele contém coisa podre, tá ligado?

Coisa thrash. Então se o cara tiver algum gatilho, alguma coisa pro cara cuidar, né? Da forma que vai mestrar, a forma que for jogar. E se não quiser jogar também, porque assim é um troço mais loucão mesmo assim. E esse monstro que foi, que eu falei na conversa, agora eu tava falando do monstro, né? O poder ali é o devorador orgânico, né? Convoca uma criatura feita de resíduos orgânicos por um de 6

rodadas. Então eu usei ali de referência, como tava perto do vaso sanitário, né, que ela criou aquela criatura ali dentro daquele vaso e tal, então tem isso, cara, tem essa loucura assim mesmo, é, foi um foi um jogo que a gente idealizou assim, né? A gente conversou, eu e o Thiago, cara, a gente quer fazer um jogo simples, fácil. Né? De regras leves mesmo e doideira, cara, pro cara enlouquecer ali e tal, mas foi bem legal, cara, tem sido bem

legal. Assim é ver a resposta da pequena comunidade que se formou ali no nosso meio ali, né Dungeon trash No No grupo de meias aberta tem 40 e poucas pessoas, se eu não me engano, é tem 45, cara, eu não vou conseguir pegar o celular aqui, mas pra não falar é errado, tem entre 40 e 45. Tá, e já devem ter jogado assim, umas 2526 pessoas do grupo que estão ali já devem ter jogado, passado pelo cenário. Então assim é, foi bem legal ver. É AO desenvolvimento, né?

Porque lá no início, quando a gente começou, é os play tests, eu falei pro Thiago, cara, eu quero dar um tom ainda mais Sombrio, mais de terror, porque tu tava muito, muito solto, sabe? Muito aleatório assim, muita loucurada assim. Porque eu quero dar um troço mais de de mais obscuro. Então, e aí já aí eu vou fazer 11 link aqui, né? Com o estilo de jogo, né? Não, não que seja um ial fantasy e tal, mas pega muito das diretrizes do do RP Joe do estilo, né?

Mais leve, mais de descrição, como o ial fantasy, como vocês também chegaram nesse estilo, né? Chegaram no próprio estilo, que é o ial fantasy, nós também é. Não que eu não ouça como é que eu vou dizer, eu tenho eu, eu, como eu já te falei uma vez, acho que a gente trocou uma

ideia, eu ouço muito, né? E leio muito quando solto no blog, lá as tuas, os teus estudos, os teus, os teus, os teus testes também e tento aplicar, né, tirar aquela como tu falou antes, tirar a minha visão e tal, dentro de várias, vários estilos e tento achar o meu estilo aqui e a gente usa, mas são diretrizes que que se casam, né? Então essa questão. Da descrição, né? De não descrever o monstro pelo nome, mas tentar descrever a

forma da criatura. E aí é muito louco, porque dentro desse desse nosso espaço criativo, né? Do jogo ali é vários jogadores. Estão ali, os 4 jogadores que estão ali, cada um vai enxergar de uma forma aquela descrição que eu fiz. Então, uma vez eu descrevi um ratoide. Da minha forma que eu descrevo aqui, né, como um monstro seco, né?

Pernudo que os braços são quase maiores que a cintura, assim quase bate no chão com um fusco muito louco, então o cara já imaginou meu, eu tava vendo um tamanduá gigante e tal, tipo, cada um vai desenhar uma coisa louca ali. E a questão também de é de escrever pro camada, né? A gente tava até conversando num dos grupos aqui de de WhatsApp esses dias e citaram, né, sobre o teu estudo.

Sobre descrição de camadas, né? Então escrever pro camada e tal pra dar aquela Liberdade pros jogadores explorarem a ficção, né? Eu tenho tentado fazer cada vez mais isso, tipo de tentar falar o cada vez menos. Tá só o inicial ali, ó, vocês estão aqui na frente do hospital, tem uma porta assim, tem alguma coisa ali que vocês enxergam na porta, tem uns banheiros do lado e é isso, cara, o que vocês querem fazer? E aí a galera vai ter que

explorar. A ficção ali e aí perguntando, Ah, eu quero ver lá o banheiro, beleza, aí o cara vai entregando o que tem ali e cara, tem sido muito louco porque a galera vai tipo assim, já vai. É pensando assim, pô, cara, o que que a gente vai fazer? Isso que é muito louco, sabe?

Tu vai ver na evolução dos jogadores também, porque no início os caras iam me a modo louca, não vamos entrar no hospital e tal, pá, pá. E aí começaram a pegar as manhas do do cenário, né, que tem umas armadilhas assim, cada moço tem, tipo, tem, tem as suas armadilhas, tem as suas formas de de caçar os humanos. Então agora já começou a ficar esperto. Então hoje, hoje, na mesa aberta, os caras mais velhos que tem jogado, né? E adquiriram mais players. Kill já tem.

É tomado decisões mais cautelosas, mais pautadas ali na descrição e tal EE estudado mais a questão antes de tomar a decisão de não vamos fazer na loucurada. Então isso é muito legal também, cara, isso é muito legal. Que livro bonito é esse aí? O Leopoldo, esse é o livro do DM que não OD vintage, que legal. É essas coisas de joguinho né, que você rola os dados tudo e os dados age, é isso? É, acho que é isso também, mas é esse lance do vintage, jogo

antigo, né? Porque quem e quem agia era o jogador e não os dava em si. E esse jogo joga como é, é é tipo RPG. É diz aqui que é recriação com os personagens gerado, que eles chama, então gera o personagem EE, joga com ele. Mas o que que é vintage? O Leopoldo é essas coisas aí que tem 20 anos já, coisa das antigas, que vai que volta, o pessoal traz de volta e depois deixa +20. É isso aí, Ah. É que nem eu, então que eu sou 2 vintage de idade, né?

Coroa? Já é, só que no caso do livro é 11 de 20 só porque é de vintage, né? E tu tem esses dados aí, o Leopoldo, mas mas, é claro, eu ando sempre aqui com meu saquinho com 2 kits de dados de RPG. Olha, então Bora jogar, porque eu fiquei me coçando de vontade de aprender a jogar isso aí, como os antigos faziam. Só que hoje em dia, né? Vamos embora? Saiu pela caramelo.

Jogos OD vintage RPG do DM kirau edição impressa completa punida com as mexidas do quiral em cima do DID zero do DIDBXDID clássico de forma geral, explorando uma jogabilidade ferramental OSR bastante influenciada pelo café com anjo, inclusive. Então você vai estar mais do que familiarizado. Com essa jogabilidade, se você é nosso ouvinte, é excelente para aplicar com el fenters e os seus truques preferidos aí da blobosfera OSR, desde que você não se esqueça de antecipar os

perigos. Relógio da dângeo, relógio dos ermos e muitas outras ferramentas com a famosa didática do quiral. Quem quer dar uma chance para o RPG do escuro não pode perder. Essa é uma excelente pedida. Ou agora, se você já é Cascudo. Mas quer evoluir ainda mais a sua jogabilidade com Liberdade e um pacote robusto de ferramentas. Esse é o teu jogo. Confere lá no site da caramelo jogos no ticket do episódio para esse e outros lançamentos de RPGO School aqui no Brasil.

Que cheirinho de podre. Que tá aqui? Uma coisa que esse lance do da descrição, né, foi um bagulho que o Carlinhos é ele, ele trouxe bastante, né, ele que ele começou a jogar, botar essa bola na mesa, não no chão, né, matou a bola ali no peito, botou no chão, organizou muito. A gente começou a debater muito esse lance do minimalismo descritivo, né, justamente pra engajar o jogador, né? A gente escreve o mínimo, o jogador engaja, né?

EE é isso pra gente, nós é um jogo, é interatividade, então. Isso traiu o jogador a decidir. E aí, cara, é muito doido porque eu tava, pô, sei lá, eu tinha feito o fast play do Dungeon crowd Classics, né? Do lançamento do PCC no Brasil, com o sala de ratos. Aí eu eu me lembro quantas vezes eu me estressa, aventura fácil, 30 vezes assim, fácil, fácil, mais de 30 vezes e eu lembro de todas as vezes que em todas elas eu eu tinha um problema muito Sério que era na primeira sala

da torre. Da da da torre, que tava mais de pé. Assim, quando o grupo entrava, eu tinha que escrever várias coisas ali e eu ficava horas de escrevendo aquilo e o grupo sempre entrava por aqui e saia por ali, né? Entrava por um olho ouvido, sair por outro, porque eu tava muito tempo descrevendo muito detalhe e na minha cabeça eu tinha que descrever aqueles detalhes Pra

Ele poder engajar com aquilo. E depois que Oo Carlinhos começou a trazer essa parada, eu comecei a mergulhar com ele e estudar com ele bastante, como isso. Encaixava dentro desse estilo todo, né? Isso mudou completamente a forma de eu mostrar aquela cena. E depois de dezenas de vezes de mestrando, aquela aventura, eu voltei a mostrar ela uma vez e eu peguei aquela cena e descrevi um detalhe. Detalhe, não, né? Descrevi uma coisa que era a porta e o que se via.

Em frente à porta. Em frente à porta. E aí o resto, um grupo, cara, aquilo, aquilo. Olha, eu falei, poxa, minha vida foi revolucionada agora, sacou? É. Tipo, nunca mais eu vou sofrer com com com essa parada que eu estava sofrendo aqui ao longo de dezenas de vezes. EEE fica ainda mais estranho porque eu olhei e falei, por que que isso nunca me. Ocorreu. Né? Isso me ocorreu depois de dezenas de vezes.

Em vez de ficar, tipo, tentando criar as melhores técnicas de discursar, como é aquela sala, vai pro vácuo, velho, cria um vácuo, jogadores vem atrás. É isso, né, cara? É muito legal assim ver ver essas paradocas. Muito bom, cara, muito bom. Agora assim, voltando a questão do do jogo em si, né, você falou que a progressão acaba sendo

essa progressão pra pro Gus, né? Então o nível 4 é tipo, quando você está chegando o nível 4, você já está mais pra lá do que pra cá. E como é que é essa coisa de equipamentos, essa questão de sobrevivência? Você conta carga, não conta carga, é é puxado pro pro morkin core, qual é? Qual a solução? A gente pegou. Né? E fez 11 regra de carga meio parecido com a do markboard sim, porque tu vai vai poder carregar 8 itens mais o teu, o teu

físico, né? E aí, tipo assim, as a gente não, o jogo não chama de atributo, ele chama de habilidade, porque tu não vai, só vai jogar os 3 D6 mas tu não vai pegar o número cheio, né? Tu vai pegar só o modificador, nem o markboard faz e aí então assim eu tenho lá, sei lá, físico, menos um. Aí tu pode carregar 7 itens, né? Mas vai pegar 8 − 17 e aí é o máximo que tu pode carregar de itens. E mais os 2 que tu tem na tua

mão, tá? Pode carregar 2 itens na tua mão e isso e o que tem na tua mochila, que é o que, o que é? Os espaços que tu tem são slots que podem aumentar, porque quando tu evolui, tu faz uma jogada de de habilidade ali, né? E aí ela pode aumentar ou diminuir, né? Habilidade que nem no mortyboard. Então assim, aí quando o cara ele enche aqueles slots dele, ele já não. Ele vai começar a ter

desvantagens, né? Que daí vai ser desvantagens é dentro de qualquer teste que ele for fazer envolvendo o risco, tipo assim, eles estão voltando pro bunker, com as mochilas cheias, correndo, mas é com fugindo de um de um monstro, sei lá. Mas cara, e daqui um pouco, tem uma cratera no chão, 11 bueiro que tá aberto e que e tá no caminho deles. Eles vão precisar saltar. Aí tu tá com a tua mochila cheia, cara. Tu já vai ter uma desvantagem ali, né? No No teu teste, então tu vai pegando, né?

Tipo exaustão assim, né? Tu vai pegando desvantagens e vão te diminuir ali a tua possibilidade de ter sucesso numa chance de teste de risco ali que tu vai fazer. Legal, acaba acaba que que tem esse momento de tipo mesmo. Jeito que a galera no DID clássico lá pega Tesouro. Na hora de voltar com o Tesouro, você se fodeu. É no nesse jogo, pô, tu pega eles teus itens, tu quer voltar com o bagulho? Mas agora tu tá cheio de

vantagem. E aí a galera sempre preza assim, ó, eles vão tipo, saem com arma, com negócio, saem com. Aí eles chegam num num, num hospital, acharam um Monte de remédio. Eles falam assim, cara, eu vou deixar aqui os itens mais pesados que eu tenho escondido nessa sala e vou encher a mochila com os remédios e vou largar, beleza? E aí tu vai sair sem arma? Não vou pegar só aqui, porque daí eu jogo. É, ele tem umas armas assim, a gente fez, elencou em 3 tipos de

armas, né? Ou 2, agora não lembro, deixa eu pegar aqui, se eu não me engano, é é 3, é 3, é arma improvisada, arma branca e arma de fogo. Então a arma improvisada é qualquer coisa que tu possa usar como arma, até de uma torradeira a uma xícara, então, tipo, o cara pode pegar e ela vai sempre dar o mesmo dano, né? Um de 6, a arma improvisada, mas ela quebra. Então tem uma mecânicazinha de de desgaste de arma e de armadura, e aí os caras fazem

isso, sabe? Tipo, bom, eu vou trocar aqui os itens, aí vou deixar esse item aqui e vou levar os remédios, porque remédio é interessante pra nós, lá no banker e tal, porque a galera às vezes precisa, né? Ou acha um filtro de água, porque não tem água potável no cenário. Então vou levar esse filtro aqui de Barro e vou deixar as coisas que eu tenho pesada, porque itens grandes muitas vezes tu não consegue carregar dentro da mochila, então tu vai ter que usar só aquele.

Vai ter que deixar tua mochila e levar, porque aquele item grande, um filtro de Barro, digamos assim, de 1 m e meio, vai carregar ele assim, até pode carregar tua mochila, mas tu vai ter desvantagem pra caramba, né? Pô, muito maneiro, EEEE, cara, assim AA galera engajou. Legal, né? Tu tem uma comunidade que tipo, não somente curte, engaja contigo, dá pra ver pelas fotos, dá pra ver pra ver, pra ter um Instagram assim. Mas mais do que isso, né?

A galera também se sente estimulada a se expressar também, né? Então tem quadrinho. As sessões têm desenhos aqui de galera que você vê que o cara não é um ilustrador, o cara não é necessariamente, mas está ali desenhando, está botando, está botando aquilo ali no papel, né?

Está se expressando também. Como é que como é que foi essa, essa parada de você, pô, você começou ali, começou a produzir e tal, e de repente você vê essa comunidade crescendo, a galera é topando teu rolê ali e caindo dentro, produzindo para parada. Como é que tu sente isso agora, tipo, é isso? Você falou, Ah, legal que ODCC fez isso, abriu espaço, a galera do DCCE. Agora como é que é você abrindo esse espaço? A tua gestão de comunidade, as tuas mesas abertas, como é que funciona?

Isso, pô, cara, isso aí é muito louco, né? Pra mim assim é um é o pra mim é o maior pagamento que tem. É muito gratificante. E eu sempre falo pra galera da mesa aberta lá do grupo, né, que tá envolvido no Dungeon trash caras é. Eu sou muito grato e não tenho palavras pra agradecer. A gratidão profunda que eu tenho no meu coração, porque um jogo só vai acontecer se a galera jogar. E a galera enganou como tu

falou. E cara, é muito louco porque tipo, caralho, velho, teve um cara No No na mesa aberta e aquilo foi muito louco quando ele quando o cara soltou no grupo lá, tipo caralho, velho, o cara fez isso mesmo. O cara fez um gerador de ficha online. Sabe, tipo, ele pegou o tempo dele para desenvolver um gerador de ficha e tal, então tu dá um clique só no negócio para jogar online, tu tem a tua ficha pronta lá ele fez todas as as os miniambres ali, né? Da ficha que eu, cara, eu não

sei como fazer isso, sabe? O cara tem que sei lá, é HTML, eu acho, e o cara foi lá e fez meu, então tu clica ali e saiu o teu personagem muito louco, porra, o cara engajou, ele fez um aí teve o Gustavo, esse que fez os quadrinhos, sabe? E cara, isso. Pra mim, cara, como eu, como eu falei antes, é muito gratificante. Eu fico muito feliz porque querendo ou não, essa é a minha meta, sabe? Tipo assim, se o meu jogo é ou as minhas coisas é ao menos incentivarem ou motivarem

alguém, né? Que esteja olhando, é que esteja curtindo, que esteja engajado a fazer também. Cara, isso pra mim já é o maior pagamento que podia ter, porque desde que eu comecei a fazer as minhas coisas, eu sempre fiz. Sem pretensão de retorno financeiro, né? Se tiver retorno financeiro, beleza, OKO, cara, vai, né? É consequência. Mas nunca foi pensando nisso, foi sempre pensando em é se expressar e de alguma forma, como eu fui incentivado, como eu fui inspirado, como eu fui

motivado por outros, né? Que aqui que aquela minha expressão pudesse inspirar e motivar os outros. E tem acontecido isso. Então assim, cara, é demais para mim, é muito louco, cara, eu não tenho nem palavras para falar assim para responder isso. Acho muito, acho muito louco como eu fui inspirado por ti, né? Como o teu, com o teu produto aqui do da do café com Dungeon, com ODD, moleque, como eu fui inspirado pelo Samuca, com o

Arc, né? Pelo Castilho, com as artes dele e pelo Tarcísio. Então, cara, eu queria também fazer isso, sabe? Inspirar outras pessoas. E quando isso acontece, pô. Cara é tipo Felicidade, né? Cara, é Felicidade total. E pô, é ele falando aí de de botar o negócio na rua, né? Vender aí e tal. E, cara, tem um pôster aqui, não sei. E já acabou. Cara, me fala aí. O. O poster ali do dângelo de dados, aquele 4044 cópias numeradas. Espalhada na dângelo, cara, isso aí é muito.

Louco, né? Tá bonito demais esse poster eu fiz. Isso aí, cara. E isso aí também é cara, eu preciso falar as coisas, né, cara? Eu, eu. Às vezes eu me perco aqui, mas eu tenho que falar. Mas. Deixa eu descrever para galera, o poster, o poster é ele atrás. Ele tem um Ralph tone ali, ou seja, aquele aquele aquela coisa de retícula, né? Oo dele é reticulado de uma de uma caverna.

É tipo reto, assim com profundidade em preto e branco, retícula preto e branco na frente tem o título em rosa ali bem chamativo, o contorno branco, a letra derretendo das 11 dados EEO, personagem amarelão também com linhas em em rosa ali segurando uma tocha com uma luz negra. Rosa, sei lá, saindo dali e cara, muito maneiro, muito detalhes interessantes ali, o cara de costas explorando. Então, pô, você se personifica ali nele, né?

Você tira aquele ele, ele tem o proxer ali, explorando aquela caverna e com uma linguagem legal, assim, uma linguagem maneira punk e tal. Então tem ainda nesse posto da galera, pode comprar ainda ou tem outros. Tem, tem sim. Deixa eu te falar, cara. E antes de eu de eu entrar no poster aqui, eu tenho que falar a referência, né? Ano passado, cara, eu conheci 111 rapaz aí no Instagram através do Túlio cerquise do cova raza? Ele é amigo do Túlio, ele é, ele

é amigo do turno também. O cara é um artista de colagem, é o Leandro daruma, não sei se deve conhecer em São Paulo, ele aí não sei se conhece ou não, mas ele é um artista, ele é um artista de mão cheia de colagem. Ele dá cursos aí, né e tal. Ah, maneiro. E o cara, meu, eu troquei uma ideia com ele, pô, achei muito foda, né? Aquela ideia da arte de colagem. Eu eu comecei a estudar aquilo ali. E, cara, comecei a de entrar nessa pira, de fazer arte com colagem também.

E essa arte do pôster é isso, cara, eu peguei, né, uma imagem, uma foto digital no site, um splash, né, que tu tem aí, que é um site que te dá, né, fotos gratuitas de artistas, né, fotógrafos tal que eles postam as fotos deles. Lá tem uma sessão gratuita e tem uma sessão paga, eu pego da gratuita e aí tu pode usar de forma comercial e tal, desde que tu trabalhe naquela foto. E aí, cara, comecei a fazer o meu trabalho ali na colagem, fiz a minha arte com o boneco esse

que o baubo descreveu, né? O meu, a minha, a minha fonte de letra e tal do dungeo dados e fiz esse pôster. E aí, cara, comecei AA trabalhar em pôster também. Eu tenho um pôster do Dungeon trash, tem esse aí e tem ainda tem disponível. E aí, cara, é isso que eu IA te falar, eu até IA falar ontem, mas acabei esquecendo, é esse um desses pôsteres aqui do Dungeon e dados esse que tu tá vendo aí. Eu quero dar de presente aí pro café com dângelo, cara, vou

mandar aí pra vocês. Aí é, vou mandar pra vocês e vou dar um pra te sortear com a galera aí, beleza? Aí a gente a gente pode fazer o seguinte. Cara, eu te mando. Oo que eu vou dar pra ti tá de presente, né? Do dângelo de dados pro café com dângelo aí tu coloca aí na tua caverna, na tua dângel aí, né? Do, do, do do café com dângelo. E esse que a gente for sortear, tu sorteia algum, algum, alguma vez que tu for sortear?

Aí daí eu mando daqui direto pra pessoa, a gente pega o endereço da pessoa, a gente manda daqui pra não ter que mandar pra pra, pra ti e tu mandar pra pessoa e. Tal maneiro, porra, foda, foda isso aí. Muito obrigado cara. O posto é foda. Eu vou ficar feliz de ter ele aqui. Vamos mandar um presente aí aí fica aí. Depois a gente troca a ideia. Aí tu manda aí uma caixa postal, eu mando pra ti. Posto, era 3 coxê, 90, colorido, impressão, numerada, 44

epicópias feitas, numeradas. Então, pô, gente, exclusividade aí pra galera, muito. Bom é cara. E assim a gente a gente chegando agora No No nos finalmente do episódio, né? Conta pra galera como é que faz pra jogar a tua mesa aberta? Como é que faz pra sei lá comprar o resto dos pôsteres pra sei lá pegada de um trash? Como é que é esse rolê aí? Então tá primeiro mesa aberta, cara. Eu sou uma cria, né? Referência que a cria das crias da podridão, né? Eu sou uma cria do Rizoma, cultura.

Então, cara, eu boto minhas mesas lá no grupo do Rizoma. Então, se tu procurar Rizoma cultura no Instagram ou no WhatsApp da vida, aí tu vai achar o grupo lá no Instagram dele do César lá. O César é milma do Rizoma. Cultura tem o link para o grupo de whats deles. No grupo de whats do Rizoma tem vários subgrupos, que são as mesas abertas que acontecem lá. E 2 das mesas abertas que

acontecem lá são as minhas. Mas também tu pode é me chamar no Instagram do dungeons ponto e ponto dados ali no direct, que eu posso mandar o link direto para os grupos das mesas abertas. As 2 mesas abertas que acontecem lá minhas é uma do Dungeon trash, né? Se tu quiser conhecer o jogo, jogar comigo lá, o Tiago, falar com a gente lá é, não tem data fixa, tá?

É bem mesa aberta mesmo assim. Então, às vezes é quando eu tô com a minha agenda livre, às vezes acontece sexta de noite, às vezes acontece sábado de manhã. Às vezes acontece quarta de noite, vai depender de quando eu tiver livre e sempre são 2 horas e meia, no máximo 2 horas e 45 de jogo. É coisa rápida assim, sem muito prender o cara ali. O Dungeon trash, como que tu

adquire? Todos os materiais que eu faço digitais, são gratuitos, então o balby vai linkar e depois, no descritivo do episódio, o link trito dungeons de dados. Então lá vai ter todos os links para todos os materiais que a gente já fez. Inclusive o Dungeon trash no iti

o do dungeons de dados, né? Que vai estar o Dungeon trash PDF no iti o não tem como tu botar totalmente gratuito, então tá lá como pague o quanto quiser é só botar lá que só quer fazer o download, não precisa pagar nada, é só botar o download baixa, gratuito conhece o PDF? É o PDF do jogo inteiro, né? Coloridinho se quiser imprimir numa gráfica preto e branco, imprime e tal, é livre, mas também se tu curtir e quiser. A versão física, que é uma profura de 76 páginas, né?

A gente fez ela pela weclap, então tem o link ali também, no link tri, né? Dungeon trash físico é uma editora online weclap.com lá, né? Dungeon trash vai estar lá, é feito sob demanda, então tu vai fazer o teu pedido, ele vai ficar pronto em uns 20 dias, eu acho, e eles mandam em 1 mês da tua casa, vai chegar na tua casa de boa lá o livrinho que é um livro maleável, fácil de conduzir na mesa, de conduzir para tudo que é lugar.

Né? E simples de jogar e simples de mestrar os posters, não pode também é os posters, é através do Instagram, dos dados mesmo, cara, me chama no direct ali e aí a gente troca uma ideia, né? É o poster, ele não, ele é um preço acessível, tá? É só me chamar, trocar uma ideia e aí a gente desenvolve aí como é que a gente vai mandar e tal o valor que é e pá, pá. E tem ainda desse aí que o balby falou aqui, que descreveu que eu vou mandar de presente aí pro

café com dângelo. Tem, se eu não me engano ainda umas 32 cópias aí de disponíveis. E também, cara, tem tem um site, tá, que é OA lojinha dando 11 de dados, vocês vão ver ali No No link tri que lá vai ter as camisetas e vai ter posters lá também, tá? Os posters estão lá, porém comprando por lá, os posters vão vir em papel fotográfico, vai vir bonitinho na tua casa também, acho que naqueles cubo, só que lá é mais caro, sacou?

Comigo, se tu comprar comigo direto, eu vou mandar pelo correio e tal, mas de uma forma mais simples. E vai ser mais barato comprando comigo. E eu vou ganhar o dinheiro direto. Eu vou ganhar um pouco mais do que na lojinha lá, a lojinha. Vale mais a pena? É, vale mais a pena? Então, tipo, se tu quiser tanto faz cara, quiser comprar pela loja como pela loja, mas se quiser comprar comigo, pode comprar direto comigo, que eu mando via correio e tal, né?

E vai chegar aí também na tua casa, bonitinho aí e tal, Oo pôster e. Vizinho, eu não tenho mais nenhum agora aqui em casa, né? Nenhum feito assim. Os íns que eu tinha já foi, já foram todos. Provavelmente aí pra esse ano vai sair um zinezinho que eu estou trabalhando agora, que é um jogo simples também, de espada e feitiçaria, mas vai sair mais pra frente. Estou trabalhando levemente devagarinho nele e tal, e a gente está mais focado mesmo esse ano no dangeon trash.

E tem uma mesa aberta também que eu uso um hack aqui que eu fiz. Do DD clássico, né? Com suor, the Wizard, black hack e mais o dcc. E a gente pegou aí o madangen do dilsons delv, né? Conhece o cara dos mapas lá? Então a gente está explorando uma dângeon, né? Do dilsons aí é em mesa aberta pelo Rizoma também. Então são essas 2 mesas que eu tenho e esses são os canais que você me encontra lá no Rizoma ou no Instagram aí do dângeons.

Ponto e ponto dados também, se tu quiser me chamar pelo Thiago underline, Thiago com Th. Com h porque com t todo o Thiago é né Thiago underline é Rose também pode me chamar por lá, mas é mais fácil pelo dângel de dados que já é Oo local onde eu eu posto as minhas coisas de RPG ali, então pode chamar por lá que é fácil. Lá a gente conversa, troca ideia e não tem galho, é isso, cara e cara, eu quero deixar aqui um agradecimento também, se eu puder, primeiramente pra ti

balb, né? Pelo pelo café com dânjão, né? Por abrir as portas, né? Pela cara. É parabenizar pelo trabalho também. Aí de anos, né? São 1000 episódios do primeira temporada e mais agora são 5060. Já está, tem sei lá quando já está agora, 100, quando que já está agora na segunda temporada. Lá no 70, mais ou menos agora. Então, 1070 episódios de podcast cara. Isso é loucura, velho. Então assim é, valorizem, né? Meu trabalho da galera Índia aqui do Brasil. Valorize o trabalho do baal,

valorize. A galera do brainstorm, né? O Samuca, cara, tem uma galera muito foda aqui no Brasil que são acessíveis, que fazem trabalhos incríveis, né, trazendo conteúdos aí legais de RPG, né? Pra galera. Então, cara, é é só e tudo gratuito, cara, pô, tu tu acessa aí o café com dângela é gratuito pra te ouvir, cara, tem a comunidade lá que tu pode apoiar e tal, mas o pra te ouvir o cara falando aí trazendo conteúdo de qualidade, é grátis. Então apoia aí, dá clique, né?

E cara, deixa o agradecimento aqui pro Thiago helendiu, tá que é o cara que fez o jogo comigo, né João trash, Thiago helendiu, o cara é um foda pra caralho, ele é assim, criativo demais, cara com texto, ele revisou Oo livro, ele fez os textos dos monstros, fez as tabelas do jogo, o cara é top cara assim abração pro Thiago, meu parceria cara, deixar aqui também é fazer um jabá aqui com uma galera que eu curto, que é a galera que. Que me ajuda muito, que né? Corre comigo na jornada.

Aí então, Álvaro Botelho dos espadas e punhais, tá do do falando de RPG, César milman, do Rizoma, cultura Samuel, né? Do samu, o Samuca do brainstorm é cara, eu vou esquecer de gente aqui, mas tem muita gente legal. Deixa eu pensar aqui se eu se eu me Ah, o Marcelo dados e canecas também. Curtam lá, cara, tem muita gente legal mesmo fazendo muita coisa legal. Saulo Monte. É Rafael Ribas, que é meu contemporâneo aqui do Rio Grande do Sul, que tá fazendo uns jogos bem legais.

Agora começando AA trabalhar também em jogos. O cara é professor, então ele tem alguns jogos que estão pra sala de aula. Muito legal, né? EE, agradecer também, cara, principalmente ao César, né?

Do Rizoma, pelo espaço lá que ele dá pra gente botar nossa mesa aberta lá. Ele divulga um Monte aí pelo, pelo Instagram, pelo WhatsApp, em todos os grupos que ele tá, ele vai divulgando, então cesão, cara, grande abraço, muito obrigado mesmo, é uma parceria assim que não tem explicação e agradecer a comunidade do drash, né cara? A galera que fez acontecer o drash, eu brinco, e é a galera

que espalha a podridão aí, né? Pela pela cena, pela cena do RPG, são os os, é os sacerdotes da podridão, que daí eu falo, né? O cara chegou lá, ó, você já quer ouvir a palavra dos grandes, então tem até uma figurinha, né? Ouça a palavra dos grandes e tal, então cara, muito obrigado mesmo. Um jogo não acontece se algo ninguém jogar, né?

Então cara, essa galera aí que que enganjou no dange trash, cara, é sem palavras, tem todo meu coração, todo meu agradecimento, né, e a galera tá criando em cima, né, tá fazendo coisa aí para dange trash e cara, sem palavras, isso aí eu não tenho como agradecer mesmo, então só agradecer. Agradecer a comunidade do café com dângeno, agradecer ao balbi, cara, é isso, cara, muito obrigado.

Mesmo assim, fico muito feliz de de participar aqui, é sem mentira nenhuma, cara, eu tô muito honrado, né, é uma honra mesmo estar aqui, pô, eu tô falando com o balbi, cara, é, eu comecei lá, sabe? Eu fiquei impressionado, eu fiquei assim, muito feliz quando eu quando eu consegui jogar contigo tretas de Porto Príncipe, né, porque eu te via lá, é eu te via lá No No café. Café não, andei de moleque. Eu achei, cara, eu quero jogar com esse cara um dia, né, cara?

Quero trocar uma ideia com ele. E aí eu consegui jogar tretas de Porto Príncipe, consegui jogar no balaio do ogro também ou no verão da lata. Não lembro que a gente jogou. Verão da lata é verão da lata. Assim, então, beergota, então, cara, pô, muito massa mesmo. Estou, estou muito feliz, muito honrado. Fiquei um pouco nervoso no início, mas é normal, né? Pô, estou entrando aqui numa das casas das maiores casas do RPG aqui do Rio Grande do nacional. Cara, isso é muito louco. Então, cara.

Muito obrigado mesmo pelo espaço. E é isso, cara. Só vamos lá, estamos junto. Estamos junto, cara, obrigado, eu também, pô, agradeço aí a tua presença e bom, gente, eu vou deixar 1111 enquete aí uma pergunta, né, enquete pra vocês, e vou perguntar o seguinte, você consome material do yourself ou você pega mais as coisas das editoras, mesmo que seja indie, né? Editora indie, mas eu estou falando do do yourself, é uma expressão mais de punho próprio mesmo, né você?

Você consome isso sim ou não? E deixar um espaço para você recomendar, assim como fez o Tiago, você recomendar os rolê do de John selfie que você apoia, que você curte eu o teu próprio rolê manda aí pra gente é? E no mais, lembrar dos e dos links que eu vou deixar aqui. Eu vou deixar o link tri do do próprio, do Tiago, né? Com o material dele é da danjos e dados e com. Tem tudo ali, tudo no link tri ali, cara, tu vai clicar ali,

vai estar tudo ali. Só ir rolando ali que tu vai achar tudo que tem que eu já fiz, está ali. Vou deixar o Instagram do dados, vou deixar também o Rizoma, né? Então vou deixar um link aí pra galera que quer colar com Rizoma o espadas e punhais, o brinstormicash e dados e canecas

aí pra vocês seguirem. Vou deixar esses links aí e no mais agradecer aí você que ouviu a gente até agora e lembrar que você pode apoiar o café com dângelo se você quiser que a gente volte a ter mais episódios na semana, eventualmente chegando aos 5. O que a gente tinha na primeira temporada? Considere apoiar o projeto na sua expansão. Apoia ponto s barra café com dângel você gostou especialmente do café de hoje?

Deixe pra gente uma gorjeta. Envie seu Pix em qualquer valor pra cafecomdangio@gmail.com a gente conta com você se você tem uma empresa ou marca e quer ter um dia na semana um café com dângel, você pode financiar um episódio semanal do podcast e fazer Alegria da massa rpgista, assim como o RPG doj fez aí com a com essa temporada de episódios às terças feiras aí. Então consulta a gente em café comdangelo@gmail.com que a gente tem uma proposta especial para você.

Consulta também a gente aí sobre parcerias e anúncios possíveis, porque a gente trabalha não só com marcas de RPG, mas também de outros ramos aí, como cafés, jogos, tecnologia, alimentação, mídia, ensino e tudo mais. É se você é um produto de conteúdo game designer, é dependente acadêmico ou fun que IA participar do projetomesmacoisacafecomdangel@gmail.com? Por fim, é agradecer a galera que torna possível essa aventura, né? Os nossos assinantes, então

obrigado. Aí o pessoal do nível incentivo, incluindo o Ernest suzu e osaboro Suzuki, vai hoje mais ao pessoal do nível de apoio e comunidade, incluindo aí o Chico Siqueira, o Renan criteli, o Rogério Paiva de Júnior e os demais. Obrigado também a galera do nível RPG do Jô. Dentre eles, flips costégue, Marcos Vinicius Dornelles, Pedro Borges, Rafael garotti e o Vitor Hugo Martins. E um abraço aos membros do

treinamento ao é o fantasy. E eles são, Abílio Júnior, César Machado, do Daniel Aidar, Diego seixito, Douglas bahense, Léo gasparotto, Marcos, Marcos Gonçalves, Mateus piqueira, Rafael bardal, Bruno Kobe, João burlomar e Gui providelo. E imenso agradecimento aos membros café com balbi, no caso Thiago Augusto, valeuzaço Thiago. Grande abraço. Valeu. Até a próxima, pessoal. Ah, mas que fiador? Onde é que vem esse cheiro? Que isso? Ah, sou eu.

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