Uma vez eu encontrei um cara que não queria ganhar XP, ele queria trocar. Porque XP é o tipo de coisa que quando você troca você multiplica, cada um sai com dois em vez de um. Eu confesso que eu já reclamei desse cara ou estentar como seu um XP que ele trocou dessa forma comigo, porque ele não sabia de onde eu tinha passado e por onde eu tinha passado para conquistar aquele XP que a
gente trocou. Aquilo ali veio de mim. Nesse meio que a gente vive, isso é muito comum. Tem uma galera que faz lá igual a você, mas não fala de onde veio a ideia de fazer daquele jeito que você está fazendo. Que pega a cabeça do monstro que você matou, a dura as penas, pisa em cima dela e comemora como se a vitória fosse dele e não sua.
Muitas vezes a pessoa só quer colher os luros e nem quer saber muito da sua história, mas às vezes, por outro lado, aquela pessoa que está ali, ela não tem o mínimo problema em reconhecer o valor da sua conquista e de onde veio a sua conquista. Ela reconhece. Ela
está ali só comemorando contigo. E aí, nesse momento, você lembra daquele cara, de frente de quase todo mundo, ele trocou o XP com você e você ficou com dois XPs, o teu e o que ele deixou contigo. E aí você olha direito e você reconhece também o valor desse XP que ele
deixou contigo, que agora é seu também. E aí você coloca também o pé na cabeça do monstro e comemora junto, porque nem todo mundo está nessa para usurpar, às vezes, as pessoas estão a fim mesmo de somar. Desbrave, subterrâneos místicos, catacumbas, ancestrais e hermos insólitos, eixados de armadilhas mortais, criaturas horrendas e enigmas traiçoeiros, em busca de tesouros antigos e esquecidos. Prepare seu equipamento, memorise
sua magia e afie sua espada. Você possui bravura ou tolice o suficiente para mergulhar nessa aventura? Quem troca uma ideia, disse aquele cara para mim, sai com duas. Eu tenho aqui, na minha mesa, uma ideia muito interessante. Ela não é a toda minha, mas é como se fosse, às vezes, porque eu comemoro junto. Ela está impressa num livro bonito, tamanho a 5. O capa é brilhante e não
mostração maneira, com um título bem sacado. The Vintage RPG. E é isso que a gente vai ver hoje, aqui no Café com Dungeon. Café é bom em todo momento, né cara? O pessoal fala assim, ah, o nosso hoje está um dia quente, né? Tá, vamos tomar um café, zinvão. Bom dia, amigos do Café com Dungeon. Estamos aqui para mais um episódio do seu podcast matinal favorito, trazendo sempre
muito RPG. Meu nome é Rafael Balbi e hoje o meu café aqui é um delicioso café que tem gosto muito parecido com o que eu costumo tomar no meu dia a dia, mas ele tem pequenas diferenças. E essas diferenças são um universo muito particular, muito gostoso de sabores que valem a pena mergulhar. Se você quer uma ex -s, tomando um café especial, come esse que eu tomo aqui para ouvir o seu café com Dungeon. Você
pode ir lá em ovelienegracafex .com, utilizar o cupom CCD. Esse é o cupom por Zolvinte, você vai conseguir um desconto e vai poder beber um café aovelienegra. Muito, muito acessível, um gosto delicioso que é a qualidade de vida na sua manhã. Se você for assinante do café com Dungeon, você pode até conseguir cupomos progressivos aí, e ainda receber o café em casa do nosso sorteio. Então
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melhor, beleza? Bom, o tema de hoje é o devinto de RPG do Demi Quiralto aqui para conversar com a gente, mas antes de a gente cair no tema do episódio, eu gostaria de ler a enquete com vocês. Então a pergunta é, você comeria um cubo gelatinoso? Foi a pergunta que eu fiz no último episódio sobre lições de Dungeon Mesh. A galera disse um peso que sim que comeria um cubo
gelatinoso, a galera está corajosa aí, né? Então aí 84 % disse que sim, provaria, desiguaria das Dungeons aí. E a outra pergunta que eu fiz foi, que outro anime com pegada de RPG você recomenda? Teve aí o Arthur que falou que tem o Maiden Abyss, que salva suas polêmicas, possui um World of Building impecável, uma aventura letal e emergente, muito interessante na exploração de um abismo com ecossistema próprio e
mistérios soterrados. Eu achei muito interessante, apesar de não saber qual é a polêmica. Então fica aí a sugestão do Arthur, depois vocês me contam qual é a polêmica desse rolê aí. O Marcos Gonçalves sugeriu o Cyberpunk Edge Runners, que eu também não conheço, então fica aí a indicação, no Cyberpunk é sempre legal, eu gosto do Cyberpunk, ainda não vi nada de Cyberpunk que eu não tivesse gostado, então acho que fica aí a
recomendação. Rafael Baselat trouxe uma recomendação que eu recomendo também que eu conheço, e isso é a qualidade que é o Berzerker. Ele disse que é muito interessante para acompanhar o crescimento de uma guilda de mercenários e as escolhas morais e alianças políticas que os personagens fazem em busca de seus objetivos. Então fica aí a sugestão do Baselat. Teve o Adriel também, grande
Adriel, como é que você está cara? O Adriel trouxe aí que ele acha que do recente, ele acha que a melhor opção seria o Shangri -La Frontier, que mostra o quão importante e efetivo é o players que o acima das habilidades dos personagens. Maneiro, teve o Piqueira também que recomendou o Sussur no Freedem, não sei se assim que fala. Se você quer saber como é a grafia, dá uma olhada na enquete do episódio do
Dungeon Master, que você vai poder checar. Além disso, teve o Ifsato que recomendou o Lotus War, que eu também recomendo, que é um anime dos anos 90 ali, que é o replay de uma mesa de D &D de verdade, e o Cabral falou aí que nem imagina, mas se tiver dicas de anime Dungeon Crawl, indica para nós. Então, está aí o Cabral, está indicado aí. Galera,
muito obrigado pela participação. O Marcos de Martins também trouxe um que foi o Lotus War e o Berserker, que são duas recomendações que a galera trouxe. Então, é isso galera. Muito obrigado pela participação e vamos para o episódio. Hoje
é um Seus Tônus! RPG Vintage, RPG antigo, RPG Old School, com o grande Mestre Quiral, com seu The Vintage, RPG, jogo rápido aqui que saiu pela Caramelo Jogos, e para mim é como ver o filho de um amigo nascido. Tem isso em mãos aqui, é ver um filho de um amigo nascido. Fala aí, Quiral, bem -vindo, cara. Salve, Balbi, salve, galera. Cara, eu estou muito satisfeito,
foi um parto, de certa forma. Não posso falar que foi um parto, porque eu não sei como é o ador de um parto. Mas estou muito feliz, que bom que a gente consegue compartilhar esse XP, que eu acho muito mais, é sempre um XP em construção. Estou aqui com o meu cafezinho da Ovelha Negra, é uma agenda. Olha, tomando o café da Ovelha Negra, homenagem ao Mestre Café e Nado, e vamos
trocar esse XP aí, cara. O café que eu estou tomando hoje aqui é um café que eu fui presenteado no DoF, pelo Léo, lá do simpósio, o RPG Larpe e educação, e é daí de Minas, cara. Aí eu acho lá, dos 1 .400 metros de altura, sei lá, que é o de Araponga, Minas Gerais. Não era a Ponga de Santa Catarina, já era a Ponga de Minas Gerais. Você está me estimulando, eu te mando um pacote também. Pô,
tá vendo? Então é isso aí, cara. Foi já macou, já foi na má intenção. Então, cara, vamos lá, vamos abordar o The Vintage, mas antes eu queria saber o seguinte de você. A gente está aí numa comunidade, o SCR, o Old School, em certa forma, de uns tempos para cá. Eu vim me colocando mais numa comunidade interna do café, você também veio com a sua comunidade no Discord
trabalhando ali. A gente está mais em sílos, em relação ao resto da comunidade como um todo, mas como é que você imagina, como é que você vê, como é que você enxerga o momento da comunidade Old School, o SCR Nacional, em que sai o The Vintage aí, impresso na sua versão jogo rápido. Para a gente contextualizar o estado das coisas da OCR, como é que você está enxergando isso, cara? Cara, eu coloco um asterisco, né?
Se você ver no livro que você tem mãos que eu ainda não tenho, se você ver ela tem lá o logo da OCR, né? E como eu ainda me vejo, como parte desse movimento, ou pelo menos com muita inspiração, ela tem uns asteriscos ali. Você fez um episódio muito legal da OCR versus Oil Fantasy, que faz a gente refletir um pouco, eu acho que acima de tudo o objetivo desse tipo de conteúdo é a
gente refletir, pensar e trocar XP e somar. Então eu me coloco esse asterisco também, porque eu gosto e eu me considero um D &D exista do Old School, do Vintage, do D &D original, do BX. E o movimento original da OCR, a primeira geração, vinha com esse resgate da jogabilidade, do estilo
antigo do D &D refletido e repensado. Então eu vejo o D &D RPG como uma reeleitura autoral das ferramentas originais, mas com o nosso olhar com XP, que a gente tem em 50 anos de D &D. Sim, então eu vejo por ali, eu ainda entendo que, tanto eu fazer uma polêmica, eu não entendo que tanto a OCR, como o Devinta de RPG, eles fazem parte de um nicho da OCR que é esse olhar crítico da leitura
das ferramentas originais do D &D. Mas eu fico ali, na minha dúvida, me as interrogar com isso no meu rastrilo. Muito bom, cara. E eu acho que isso é uma coisa interessante de a gente botar, porque é isso, a gente propõe algumas coisas, a gente tem uma
leitura, a gente é crítico em relação a isso. E aquela coisa, a gente vem, obviamente, de leitura de Old School, através das leituras da OCR, a gente foi provocado, a gente passou a estudar a partir disso, mas isso não quer dizer que a gente, necessariamente, vai ficar dentro das raias do que a OCR enxerga. Muitas vezes a gente pode se dar liberdade até de tomar alguns pontos que diferem
um pouco. Sim, mas um dos exercícios bem desafiadores foi conseguir imprimir nesse material, por exemplo, que ainda é um jogo rápido, mas consegui imprimir uma estrutura para o jogo que a gente joga na mesa, mantendo a compatibilidade, que me é ainda muito cara, que permite você pegar esses materiais do D &D antigo, ou produções da OCR desse chassi, como as mega -dângios do Greg Gillespie,
algumas mega -dângios antigas, antigas não recentes, modernas, publicadas nesse chassi, você consegue fazer um intercâmbio, porque há o mesmo chassi de regras, ele mantém e permite essa intercambilidade. Então isso foi desafiador, é legal, é massa, e por isso que eu coloco esses asterisques, essas interrogações em cima, mas é vão que vão. É sempre o G -Spec em
construção. Essa é a tua fase mais famosa, é sempre o G -Spec em construção, realmente virou
um ditado popular, é nacional. Cara, inclusive eu falei uma vez, quando eu estava falando desse sistema, não me lembro com quem, uma live, alguma coisa assim, que eu falei assim, se eu fosse um pouquinho mais ousado, eu deixaria o sistema sempre como beta, porque a gente nunca põe um ponto final, a gente está sempre refletindo, então ele é um eterno beta, na verdade. A gente está sempre pensando
e refletindo sobre isso. Agora, falando agora sobre o jogo em si, você coloca aqui das suas inspirações e de onde você partiu para trabalhar, e a gente sabe que dentro do old school a gente tem o movimento SR e resgatando em primeiro lugar, fazendo retroclones, ou seja, pegando jogos antigos e retrabalhando eles de alguma forma, ou mesmo que seja buscando ser fiel ao texto, mas alterando às
vezes uma questão de diagramação, ou às vezes dando um toque aqui, um toque ali a partir do BX, às vezes a partir do A, D e D, o The Vintage se relaciona muito com o D &D original. Como é que foi essa tua pesquisa e por que você foi chegando no D &D original e não porque o BX ou o A &D ou em que ponto as outras edições confluem
para o D &D original que você trabalhou? A ideia foi a seguinte, eu não tinha um projeto para montar um sistema de RPG, eu não tinha esse projeto. Quando estourou a pandemia em 2020, eu comecei, eu aproveitei um pouco desse espírito que eu já estava ali, quase no ciclo de encerramento com o DCC, eu tive um momento que eu
acreditava que o DCC seria o meu sistema principal. Eu gostava muito, estava usando ele, mas estourou a pandemia e eu comecei a olhar de novo para as ferramentas do D &D antigo e o meu planejamento original de curiosidade foi mergulhar nos livretos originais do D &D, nos BX, entender as diferenças dele e de uma maneira meio provocativa naqueles eventos que estavam rolando de eu joguei RPG em casa, fiquei
em casa e tal, eu comecei a participar de uns eventos e meio provocativo eu coloquei, vou oferecer o original, o D &D original, e ofereci na nossa mesa também o Arcaia. A gente estava jogando as cavernas proibidas de Arqueia, ou Arcaia, não sei, lá do Greg Lesha, vamos jogar com o D &D original. E aí, eu tenho uma triad, o D &D ZeroE, o Holmes e o BX, eles foram uma triad
de consulta e amadurecimento nessa campanha. E aí, fazendo intervenções pessoais, eu acredito, eu ainda entendo o BX, como essa língua franca, eu tenho uma forma de você olhar para ele como um amadurecimento do próprio ZeroE, porque o ZeroE é muito desorganizado, mas ele tem uma parada legal, que
ele tem muito mais abertura. Se você pegar as descrições das magias, a estrutura, ela é bem mais aberta a reflexões pessoais, a você mexer, interpretar e fazer ruling, e aí ele vai ficando mais ingessado conforme ele vai avançando, vai tendo textos mais robustos do que é aquilo. Ele é mais artesanal, né? Mais artesanal, e eu acho que esse artesanato foi uma
inspiração muito forte. Mas eu não vejo diferenças gritantes dos ZeroE para o BX, e muitas das estruturas são mais BX que ZeroE, ele fica ali nesse híbrido, mas eu não queria fazer um retroclone persi com aquele conceito da fidelidade das ferramentas como é, por exemplo, a ideia do Gavin Norma no Olds Coeccins, que era o fantasia clássica, era o classic fantasia, que teve com o objetivo a maior fidelidade possível
das regras com o grande mérito da rede, a gramação,
da modernização, de toda aquela estrutura. Se eu fosse fazer só pegar as mesmas... todo o BX normal, isso já foi feito, e não era o RPG que eu jogava na mesa, porque a gente tinha alterações pessoais, intervenções, como algumas mudanças nas classes, principalmente especialistas e combatentes, a forma de interpretar os atributos que eu acho que têm pontos bem críticos no próprio BX, porque se você pegar inteligência, lá está
escrito assim, é a capacidade de memória, resolução de enigmas e não sei o que, então isso pode levar a pessoa a olhar e falar, então o meu personagem é muito inteligente, ele resolve esse enigma, ele lembra disso e eu... Então eu queria tirar esse ranço da nossa mesa, refinar isso para um jogo, o jeito que a gente joga na mesa.
Então eu não olho ele, não sei te dizer ao certo, se ele seria um retroclone, ou não, mas eu gosto de olhar, porque tem retroclones que mexeram mais, são anunciados como retroclones, o próprio labirinto, guardou lamentations que rasgam um pouco essa barreira. Sim, lamentations... Então eu acredito que a gente pode colocar ele nesse pacote, mas eu gosto de
falar que é uma reeleitura. Usa as mesmas regras, tem um intercâmbio bem forte, mas ele tem intervenções pessoais, uma reeleitura com a prioridade para o meu RPG semanal, meu RPG de
mesa, e é isso, esse seria o resumão. Legal, agora falando das edições específicas do que te trouxe, falando da edição zero, é claro que quando eu dei dele, de fato era fruto de artesanato mesmo, era praticamente zine nessa época, aqueles livretinhos e
tudo mais. E como você falou, ele é extremamente mal organizado, era meio zona, tinha muita lacuna, que você via que era intencional, mas tinha muita lacuna não intencional também, tinha o fato de buscar outros materiais, como a chainmail, esses tipos de coisas. Como é que foi trabalhar com
esse tipo de material? Justamente, muita gente cai no BX para fazer o retroclôneo, para fazer sua proposta, porque ele já é um pouco melhor trabalhado com o produto. Como é que foi para você ir para a edição zero e como é que essas particularidades dialogaram às vezes dificultando, às vezes facilitando, inspirando o
seu trabalho? Como é que foi esse processo? É muito doido, tem muita coisa assim, por exemplo, se você pega o anão, os pols ontáxicos, né, anão, o guinomo, vou falar guinomo aqui, que é o guinomo do devindo da RPG, que não está nesse livro aí, você tem na mão, mas vai ser o que seria, abre bastante aspas, o hofl, tá? Você pega eles, eles não estão
nesse livro aí, mas eles virão no livro base. No Day -Dezera, ele manda a gente olhar lá, no chainmail o que eles têm, vai lá olhar no chainmail, quais são os bônus dele. O RUMES já traz isso no
material, e o BX já traz também. Você vai pegar as aventuras nos erros, dificuldade do terreno, quais são as condições que você sofre por fome, ele fala assim, vai olhar no Alt -Dor Survival, ele não põe lá, vai olhar no Alt -Dor Survival, aí eu fui, cara, eu fui pegar o Alt -Dor
Survival e ver como é que funciona lá, né? Então isso primeiro, vira um pacote de referências multi, variado, mostra um pouco de que esse intercâmbio é legal, porque você pode olhar outros produtos e não fica rígido e preso ao que está escrito no livro, jogar o roll. Quero jogar esse aqui o roll, que é o RULES AS RITM, as regras como escrita, o pé
da letra, pra no nosso português. Então esse jeito é bem inspirador e bem legal pra mim, porque ele mostra que esse intercâmbio é saudável, mas ao mesmo tempo não daria pra entregar esse material e falar, ó, você quer jogar uma parte do ermo, como é que funciona? Vai lá no Alt -Dor Survival, eu
vou cometer o mesmo deslize. Então foi desafiado pra aprender como é que funciona, quais são as diferenças, como é que funciona essa estrutura e ao mesmo tempo eu fui olhando elementos, por exemplo, dos próprios pós -fantás, o que tem de diferente deles pro Home, o que tem de diferente do
Home pro BX? E aí isso foi chegando na estrutura, quando eu olhei e falei, não, a gente tem tanta regra da casa aqui, que isso não é mais, eu não estou jogando mais exatamente as ferramentas, aliás, embora as regras sejam as mesmas, a estrutura de jogo não é a mesma do ZERO E, embora
converse bem, nem mais do BX. E aí, um momento ali mais ou menos um ano depois que eu falei, não, que nós temos aqui, é um novo sistema, mas é um novo sistema intercambiável, retrocompatível, e aí nasceu a ideia de começar a trabalhar isso. E ele foi publicado, na primeira vez, beta há um ano, né, um ano e meio, se a gente voltar ali, foi com mês de 2023 que a gente soltou, mas ele começou a ser trabalhado lá
em 2020, em quatro anos. Mano, ele fora um tanto de pesquisa que você já vinha fazendo por conta do seu canal, né? Cara, tem muitas, né? Se a gente falar em inspirações, não sou só os materiais originais. Eu posso dizer que talvez a fagula inicial, primeiro clique, foi o Ouri Glória lá no perdido no Play do
Rego do Balbi. O dos Ouri Glória? O dos Ouri Glória, cara, porque eu tinha me interessado mais pelo OCR, quando eu conheci o DCC também, balbiano lá no O... Lá no Azeus. Eu vi o DCC e aquele lance das mesmas classes, às vezes, todas sete classes. Da Cyclopid, a fã de eu comecei a jogar RPG, o livro todo em preto e branco, os dados estranhos, a ideia do funil. Eu estava já cansado da quinta edição, e eu falei, cara,
isso aqui parece que é muito legal. E eu comecei a explorar ali, passei por uma transição onde eu lutei muito com a quinta edição, tentando mexer nela para chegar ali. Chegou o momento em que eu desisti, e mergulhei no DCC. E quando eu vi o Ouri Glória em 2017, eu também me estimulei a voltar a ler e olhar para a Cyclopid, que eu tinha jogado lá no começo dos anos 90. Tem aí uns quase 30 anos isso
aí. Deve ter uns 30 anos. E aí, ao olhar a Cyclopid, eu comecei a olhar para trás também. A Ouri Glória foi uma fagulha. Nossa, cara, a Cyclopid tinha essas coisas mesmo. Que legal, eu peguei e comecei a olhar para a Cyclopid. Isso me estimulou e olhando para trás. Qual que é a diferença da Cyclopid para as caixas Beckme? E o antes disso? Por que o BX é assim? E aí isso me estimulou estudando todo esse material. E
aí, é um pacote, né? Eu gosto de falar, a gente não é bom na minha visão você ter uma única referência. A gente constrói a nossa ideia a partir das experimentações e de um pacote de referência que vão balizar esse conceito. Então tem os livros da IDs antigos, tem o Café com Dungeon, tem o livro do Fint, o Príncipe Apócrifã, né? Blogs, vários blogs que a gente tem. E aí a mesa, e a mesa. E jogando, jogando, jogando,
olhando materiais. E aí a gente vai construindo essa XP. Boa. E, cara, essa coisa de... Aliás, antes de a gente cair nessa... Eu ia falar de dinâmica um pouco, mas a gente tem de cair em dinâmica, de jogo. Eu queria fazer uma pergunta até de curiosidade para você assim. Manda? Porque tem um... Um dos livros, que é o Holmes, que é desse ciclo inicial, que é muito pouco falado, né, cara? Como é que você encara o
Holmes? Quais são as joias que você acha que existem ali, nesse tomo, que muitas vezes é esquecido? Primeiro, eu acho que o Holmes tem... Eu não sei se você ou a Ness, ou falar só duas, mas que me vem na cabeça de memória, sem pegar o livro para ler, para reler, né? Eu vejo algumas coisas importantes. A primeira delas é que os pós -fantásticos não eram a salvaguarda, essa parte não era tão poderosa quanto no BX. Na
verdade, nem no BX. No Beckham, né? Eles tinham a melhoria do D &D original. E do Holmes, ela era uma escala melhor. Então eles tinham dois melhores do que eles. Que era a estrutura original. E o Holmes descreve muito bem a parte da magia, né? A magia é vancendo, e desde zero não tem nada disso. Não
tem nada. Ele fala como funciona você fazer o processo de memorização, essa ideia dela esvaií, dela ser fugasse na sua mente, dela você memorizar, usa a magia e depois tem que memorizar de novo. Ele explica essa parte, que se você for atacado, você pode perder a magia. Ele tem essa estrutura bem legal. Ele ensina a fazer uma dungeon, a primeira dungeon, tem até uma dungeon famosa, que é a dungeon de Zanzer, Zanzer
é da Caixa Preta? Da Caixa Preta, Zanzer tem dungeon. Xenoplus, eu acho, Tower of Xenoplus. E aí, cara, ele tem uma estrutura bem legal disso. Como fazer a primeira dungeon, o que é um dungeon crawl, o tamanho do livro, as magias. Então, ele é um material melhor do que o Zero E, ainda com essa natureza artesanal. Mas o Homes, com a intenção lá atrás, foi a primeira caixa introdutória. A primeira caixa básica,
introduitória, foi a do Homes. Ele falou que o Zero E não é introdutório. O Zero E é um jogo para nicho, para galera que já conhece a parada. E o ADD é muito avançado, a gente precisa de um jogo introdutório. E aí, o Geige que se aprovou, essa caixa acabou dando sorte lá com aquela história do pânico satânico. E ela bombou, e o Geige zoou para que não. Vamos transformar isso no produto.
Ele abriu um departamento lá com Tom Moldve, e fez o BX, que era BXC, e havia um cumprêrno até nível 36. Esse processo acabou sendo resetado, esse projeto foi resetado com uma introdução do Frank Médiser, que refez a BX, e como BE, e as outras caixas complementares. Não mais uma cumprêrno até 36,
mas fragmentou ali nas outras. Mas então, eu olho com o Homes assim, como um material, ainda com muita cara artesanal, bem básico, que passa para a gente uma experiência aventuresca, uma proposta de ferramentas ali. Não tem magia de círculo alto, você tem ali uma estrutura bem aventuresca, e ela é um ponto de partida que até me estimulou a parar no 10, nem preciso no 14, o devinto de RPG vai atender. Exatamente.
Espirado por essa base, para ser a proposta desse jogo, é de você jogar um jogo de aventura. Essa parte de gestão de terras, viagens extraplanárias, superheróis, que os níveis mais altos vão se transformando. Deuses! É, Deuses! Poderes cósmicos e fenomenais! Não contemplam essa proposta de jogo. Essa aqui é uma proposta de
aventurar esse ciclo. Ela não é planejada para você sempre se tratar no 10, ela pode ser antes disso, mas a ideia é que nos níveis mais avançados, você vai começar a perceber uma transição natural, e quando o personagem não mais... a proposta não for mais aventuresca, ou de aventuras, beleza, a gente encerra esse personagem virou NPC, essa ideia, geralmente. Então, homens têm que ter essas
inspirações. Todos já ouviram as lendas do norte, mas ninguém sabe o certo que tem lá. Maldições, criaturas terríveis, tesouros mágicos e quezas esquecidas, é o que as histórias
contam. Depois da grande muralha, nas tavernas dizem que a companhia dos Biltres se estalam nos limites do mundo e está financiando aventureiros para explorar essa terra maldita, já vai fazer um ano a Malakias, que muitos partiram para o norte, deixando Valetim e viajando 7 dias por esses
gamos. Bom, morrinha do céu, eu também estou partindo, eu cansei dessa vida de merda, meu amigo, mas então Malakias me fala, você vai vir também, eu vou passar o resto dessa tua vida patética, batendo carteiras, eu não sei você, mas eu quero morrer rico, meu amigo. Fala galera do Café, aqui é o Hikaru e eu queria fazer
um convite para vocês. Fim de Esterra é uma mesa de Hexcrawl, que usa o Cave in Hex, esperado no Bixi de 81 que todo mundo ama, e é uma campanha que acontece no estilo mesaberto, o Cusin foi qualquer um pode colar, jogar com a gente, são sessões ebsóficas, quem pode jogar no dia a gente monta
um time e esse time sai para explorar. Então eu queria fazer esse convite para vocês virem explorar esses ermos malditos, descobrir os segredos de cartelos abandonados, atravessar espelhos mágicos, encarar as brumas prateadas, tomar o chá da minha estrela, e vir buscar esses tesouros
que foram esquecidos pelo tempo, em Finisterra. Essa mesa também, galera, usa o estilo de jogo, olha eu fantasi, que quem é ouvinte do café está ligado, o que eu sei. Então espero vocês lá e valeu
Balbi. Oh merda corra! Falando sobre a dinâmica de jogo agora, você falou aí várias fontes que você teve, de inspiração, de fagulho, de pontos de partida, você falou do Quick Primer, você falou do Apoc, você falou, enfim, a ADD, primeira edição, o manual do Mestre, todo esse material que fala
do como jogar, né? Como é que evoluiu a tua pesquisa desse como jogar, desde que você começou a voltar pros jogos old school, e como é que você chegou assim, tipo, e fala, cara, isso aqui é o que eu propondo com o D Vintage, no uso, porque dá pra ver, claramente, você pegando o livro e olhando, dá pra ver que você apresenta o ferramental de uma forma diferente, já do que os D &Ds fazem, nesse
ponto você já apresenta ele, claramente, como mais desamarrado, do que é um D &D clássico, em termos de procedimentos, etc. Você já abre um pouco esse sete de regras pra um aproveitamento mais solto em dinâmicas, e aí que você saber como é que você chegou nesse ponto e como é que você sintetizou essas suas influências através da sua pesquisa. Cara, a ideia geral, eu tenho uma parte na jogabilidade
que chama Regra Zero. E a ideia geral veio de uma curiosidade e uma busca por entendimento da diferença da Regra Zero pra Regra de Ouro. E aí a minha visão da coisa, a minha interpretação é que há diferenças. A Regra Zero não é igual ou não equivale à Regra de Ouro. Como
eu enxergo a coisa? A Regra Zero, a ideia por trás, pelo menos a ideia que eu apresento como Regra Zero no D &D Repegido, que eu extraio disso, é que eu tô pensando até em reescrever ou refinar isso melhor no livro Base, a ideia é que todo o seu jogo vai partir, ou deve partir primeiro da interação ficcional. O que manda é interação direta na ficção. O que tá rolando ali? Então você quer atravessar um rio. Como
é que você vai fazer isso? Você vai perguntando como, né? Como é que você vai atravessar? Como é que é profundidade? Ah, eu vou testar com a vara. Eu quero escalar essa parede. Como assim você vai escalar? O que você vai fazer? Você vai mergulhar nessa
interação ficcional. No momento em que for necessário, por questão de risco, por tempo, por risco de queda, qualquer coisa do tipo, aí você vai olhar para sua estrutura de regras e vai falar, bom, aqui eu tenho um momento de arbitragem. Por quê? Porque se ele tá demorando muito tempo para essa escalada, tá batendo pina, tá fazendo
aqui um muro, uma estrutura, né? Toda de pinos, cordas e tudo para escalar com segurança, ele tá afastando o risco dali, mas está tomando muito tempo. Então de repente, o que eu tô enxergando aqui em risco é um contrariatório. Então, as todas as regras do jogo, aí essa é a ideia
da regra zero. Tudo que tá aqui nas regras, elas são ferramentas para você sacar nos momentos de impasse, no momento de dúvida, para você não impor como mestre, ou como mestra, né? Uma decisão arbitrária, uma decisão autoritária, vamos dizer assim, mas usar as ferramentas para isso. Então você ameaçou um lobo com uma tocha. Você tá, como é que você vai fazer? Pera aí, não, eu meto a mão na brasa, que eu tô com luva,
começa a sacolejar a tocha na cara desse lobo. Bom, o lobo pode ter medo de fogo, será que ele vai ter medo? Vamos testar o moral. Então a regra zero, ela vem para dar esse norte, de que tudo parte da interação ficcional, prioritariamente. E aí, as outras regras vão te dar esse suporte de arbitragem, buscando essa arbitragem ágil, rápida, e mais com esse suporte na
ficção. Essa é a ideia geral da jogabilidade que eu quero propor, e por isso eu desamarrei esses procedurais, de, né, como você mesmo falava da montanha do Jaspion. Um louco, pera aí, opa! Tantantan, rola em a iniciativa e começa o combate. Não, não tem essa de momento de combate, é tudo é o jogo. O combate pode ser definido, numa ameaça do louco, você pode correr dele, não tem
essa de congelou e é combate. E se você ler o BX, ele tem isso, por exemplo, em conto. Se você ganhou a iniciativa e fugiu, aí não tem conto. Então essa estrutura muito amarrada, me incomodada. Então a minha ideia foi apresentar esse pacote aí, mais desamarrado, não necessariamente você precisa definir um ataque de tocha por ataque contra CA, pode ser de repente uma
salvaguarda contra contato. Então você pode, você vai pensar dentro dessas ferramentas qual é a melhor para você usar no momento. Então eu queria apresentar isso no material, que é o jeito que eu tenho explorado nesses últimos anos aí o jogo. Não sei se eu consegui bem no material, mas acredito que estou chegando lá. Acho
que é muito claro isso no teu trabalho. E eu acho que a próxima pergunta tem a ver com isso, porque dá para ver muito claramente que você retrabalha as ferramentas. De alguma forma você apresenta elas de forma diferente, ou você muda até um nome aqui ou ali, você de certa forma dispõe elas no manual de uma forma diferente, justamente para reforçar essa versatilidade de uso, melhorar a modularidade dessa regra, facilitar o
artesanato em cima dela. Nesse ponto a gente pode ver preocupações como, por exemplo, unidade de medida, a gente pode ver preocupações ali com distâncias, a gente pode ver com nomenclaturas. Como é que isso imprime no manual para você? Como é que foi essa questão de mexer com unidade, mexer com esse tipo de coisa, justamente para reforçar essa tua intencionalidade relativa a estilo. Cara, vamos falar ponto por
ponto, da unidade, por exemplo. Isso é bem polêmico, né? O Franciolte, eu vim nesse fã de imperialista. O que era um imperialista? Fica colocando aí milha. Mas é o seguinte, cara, de uma forma geral, o cenário que você vai jogar, ou os cenários, coloquei até ali alguns, né? Estrutura de espada feitissaria,
fantasia antiga, fantasia medieval. Então eu não parto da ideia de que, de uma forma geral, a população será erudita, tem escola para todo lado, a galera usa o que é prático na mão. Então, qual é o tamanho dessa espada? Aí você vê lá, bom, tem três palmos. Ah, mas se você for no refinamento, ah, mas o palmo do Balba é diferente do palmo do Quiral, mas
isso não importa para o jogo. Porque se ela tem três palmos meus e tem três palmos em
meio seu, é mais ou menos três palmos. Então você não leva nesse nível de detalhamento buscando a ideia dessas interações que inspiradas na história antiga, né, uma fantasia antiga, uma fantasia medieval, espada feitissaria, em que você olha e faz essa dinâmica, não necessariamente usando a milha ou o palmo, como medida, mas essas distâncias intuitivas. Então, olha, qual é a altura dessa porta? Cara, é duas vezes seu tamanho,
né? Duas vezes seu tamanho. Ou então, se você está com a vara de exploração, ela é mais ou menos da altura da sua vara, cara. Você põe a vara no chão, ela quase encosta lá na altura da porta. Então a ideia dessas unidades é para ajudar a estimular esse tipo de mestragem em que a unidade que você está usando tem o mesmo tipo de unidade que personagens usam. Essa é a ideia, né, no final das contas. Isso
de unidade. Que é mais que você falou? É unidade. É, por exemplo, você tem diagramas, você tem ali alguns arredondamentos, até em relação a, por exemplo, peso, esse tipo de coisa assim. Como é que você tem trabalhado isso para facilitar essa natureza artesanal? Por
exemplo, eu penso tudo em moeda, né? E a moeda, gente, eu usei a mesma sigla, o CN, mas ali é carga normal, ser o CN. É a unidade da fantasia que você vai usar se o devinto é de arpigir, for a base, você não quiser mexer nisso, quiser mexer tudo bem. Uma nota aqui, uma nota aqui para a galera que não é manjona. CN é encumbrance lá nos
originais lá. Só que aí o Quiral, assim, ele mantém a grafia CN, só que aí ele dá um nome que é brasileiro, em nacional, um nome em português, e em cima disso que aí bota aí uma adaptação disso. De carga normal, eu fiz isso com tudo. De carga normal. Eu busquei fazer isso com várias unidades, com as próprias traduções, por exemplo, DM, que é o Dan de um Mastra, eu coloquei
que é desafiante mestre, ou desafiante mestre. Eu fiz essa brincadeira com todas as siglas, PC, é personagem controlado. Então eu tentei, fui desafiador, tem gente que não gosta, mas é uma brincadeira, para a gente tentar manter as mesmas siglas mais aportuguesadas dentro da nossa língua. Então, como eu quero esse intercâmbio rápido, eu quis colocar tudo em moeda, eu acho que fica fácil, eu
costumei. Hoje em dia eu penso tudo em moeda. Então, quanto que essa cor da sua porta? 5 .000 CN. O que que isso me significa? Não importa também se uma pessoa pesa 70 quilos ou outra 80. Para o jogo, é 1 .600 moedas. Por que? Porque na proposta do jogo, você pesa o que você carrega. Se a sua capacidade cargue é
1 .600 CN, você pesa 1 .600 CN. Tem criaturas que podem carregar muito mais que isso, cavalo, formiga, os insetos gigantes carregam muito mais. Isso vai estar descrito nelas. Mas a ideia é que você pesa o que você carrega. Por que isso é fácil? Porque se você tem uma carga leve, e eu coloquei estrutura de carga, sempre de 400 e 400, 400, 800, 1 .600, dobrando na verdade, 400, double, 800, double, 1
.600. Eu sei que carga leve é no máximo 2 .100 CN. Então, se duas pessoas de carga leve estão usando uma corda, está de boa, porque a corda suporta 5 .000 CN. Se tem três coisas ali, já tem um problema. É muito rápido na mesa. Peraí, qual que é sua carga leve? A leve também, a sua também, mas são três pessoas na corda. Eu já sei que estourou. Peraí, três pessoas penduradas na corda têm mesmo de carga
leve, tem 6 .000 CN ali, de armadura. Então, isso fica fácil e me facilita para estruturar aventuras, textos, tudo em CN. Então, eu já penso tudo em CN. Quanto que suporta uma ponte velha? Uma velha ponte. Ela suporta 5 .000 CN. Até o dobro disso, ela pode resistir, por exemplo. Se ela tiver entre 5 .000 e 10 .000, você vai arbitrar em cima. É uma chance de 2 .600 ela reventar. Se ela tiver com mais que
dobro disso, ela não re - não aguenta. Então, isso fica fácil de escrever, de estruturar desafios, aventuras. Então, as próprias unidades me facilitam a tanto apresentar, porque eu também evito colocar como tradução do nosso jogo os elementos que não fazem parte do jogo. Então, eu não quero te dar um mapa que o seu personagem não esteja vendo. Se tem um mapa ali, ele
existe na fantasia. Ele existe na ficção. Então, nesse caso, o parto da ideia de que eu mestrando, ou quem estiver mestrando, vai trabalhar na tradução dos 5 sentidos. É o que você está vendo, o cheiro do lugar, sons, você vai trabalhar com os sentidos. Então, eu consigo... Isso me facilitou para trabalhar com essas unidades usando isso. Qual que é a profundidade desse lado? Como é que você vai saber isso?
Eu pego uma pedra na minha corda e coloco. Olha, cara, deu meia corda. Aí, a pessoa sabe que a corda dele tem 50 pés, ou 5 varas de exploração. 2 e meio, 2 varas a fundo aí e não dão conta. Então, eu tento fazer esse tipo de mestragem em que a minha linguagem é parecida com aquilo que os personagens estão vendo lá, com a corda, a vara. E isso, para mim, está sendo muito legal. Você acaba trazendo um pouco
mais de... Um pouco menos, né? Você acaba sendo menos abstrato e trazendo um pouco mais de elementos concretos para a jogabilidade, né? É, porque é uma coisa assim. Se você fala assim, cara, qual que é a distância que está, por exemplo, esse acampamento daqui? Você fala assim, ah, ele está a 50 metros. Não é todo mundo e eu acho que a maioria não vai conseguir visualizar rápido quanto que é 50 metros,
entendeu? Ah, é 50 metros, é rápido. Aí tem uma crítica, fala assim, ah, mas se você falar em pés também, sim, também. Mas você pode falar, cara, está uma corrida. Se você disparar e correr, está longe, entendeu? O alcance de uma flecha. Então, quando você usa esses elementos, está mais ou menos no alcance do sol. Então, como é que você vai saber essa distância? Está longe, cara, como é que você vai saber? Isso
a gente fez, né? A galera estava numa costa de barquinho, tinha um paredão de pedra e aí tinha a maior rebentação da água, estava longe, assim, estava espumando lá longe. Ah, qual que é a distância? Não sei, cara, como é que você vai me dizer? Você está vendo longe. Ah,
então eu pego um barquinho e vou remanar até lá. Aí, cara, você vê que tem um recifro, parece que tem recifros corais embaixo, tem umas ilhas, tem um lugar aí que faz a rebentação se antes do paredão, então, cria ali uma baía segura. Aí eu vou dar uma flechada para ver se ela chega no barco do cara lá. A flecha morre no meio do caminho. Opa, então, cara, essa é a minha flecha, alcance ali uns 200 pés, eu sei que
está ao dobro disso. A galera vai descobrindo essa distância, jogando também. Então, tem sido bem legal, sabe? É, se o cara joga de alguma forma, ele pega uma trena, aí você diz exatamente quanto é que tem. É, medir com a trena e tudo bem. Mas é isso, assim, a ideia dessas unidades, dessa estrutura, é transformar o próprio diálogo ficcional num diálogo da própria fantasia. Manheiro,
cara. E, bom, me diz uma coisa, a parte disso, você tem ali todas essas adaptações que você fez para facilitar esse tipo de diálogo e tudo mais, fica até mais claro, mas também dá para ver que, além das das ferramentas que você adaptou para ficar mais fácil, para ficar mais tranquilo da gente entender, existe também algumas ferramentas que você trouxe e você acoplou, que meio que é
uma coisa particular aí do The Vintage e tal. Por exemplo, a gente pode dizer, nas magias existe a tabela de corpções, existe marcas arcanas, você tem algumas coisas que são novidades, o que você destacaria dessas novidades que você trouxe e por que você trouxe? Então, vamos lá, algumas novidades.
Uma forte inspiração nessa parte da magia que é uma novidade, foi a estrutura do Dungeon Crawl Classics, do DCC, que traz esse sentimento, essa pegada da magia perigosa, uma proposta muito espada e feitiçaria, que magia é uma entidade de outras eras do passado que hoje está fragmentada, quase esquecida e perdida por aí. E ela é perigosa, ela é desconhecida, ela traz esse sentimento de perigo e desconhecimento. Como
que eu tentei apresentar isso? Basicamente, você tem a marca arcana e as corrupções. A marca arcana, eu deixei uma tabela com 20 opções, que ali é uma tabela de inspiração, você pode criar se você quiser ou não usar também, levar a ideia. Ah, não gostei disso aqui não, que era auto maluco, mas eu gostei do resto, vou riscar e não vou usar, não
tem problema. Mas a ideia é como trazer esse sentimento caótico perigoso da magia sem perder a ideia de magia com o recurso que é a estrutura do D &D, magia e recurso. Então, se você tem, por exemplo, a magia a ferrolar ou o inverso dela a desferrolar, você tranca ou destranca
fechaduras. Isso é um recurso de jogo, se você pensar na estrutura do D &D, isso parte da gestão de recurso de você tomar uma decisão, se tem uma magia, qual é o momento melhor para eu trancar ou destrancar uma fechadura? Você não vai fazer aí o tempo todo, porque você não é uma quentrop, como no D &D moderno, algumas quentropes, como dancing lights, coisa do tipo, e nem no DCC que você pode fazer mais vezes. A
ideia é manter essa estrutura de recurso. Então, como que eu fiz? A marca arcana deixa esse tom de quem que pode usar magia, todo mundo pode aprender ou não, tem gente que enlouquece com isso porque que é raro. Então, você tem ali uma opção, uma tabelinha com 20 opções, em que você pode brincar é o sétimo filho do sétimo filho do sétimo filho, ou é alguém que tem um sangue de dragões.
Alguma coisa desse tipo, você pode criar sua, ou se sortir na tabelinha, que é um traço, uma marca que você tem, de alguma coisa que tem relação com o fato de você ser canista. Você pode criar sua, ou se sortir na tabela, uma voz melódica, ou você tem olhos multicoloridos, alguma coisa desse tipo, e a corrupção que imprime qual ideia.
Conforme você vai aprendendo magias novas, e isso é círculo dependente, ou seja, magias mais poderosas, são mais custosas, elas vão te corrompendo, magia é câncer, magia vai te corrompendo.
Então, ela pode te fazer cair dente da sua boca, ela pode envelhecer, e aí de forma mais caótica e mais poderosa, ela pode, inclusive, te deixar cheio de furúnculo no corpo, te deixar doente, o heistling, isso tem muito legal no heistling do Dragon Lens, nos contos originais, lá dos anos 80, que ele fica tossinho, tem dificuldade, e
isso é o quê? Aprender magias novas, que não tem na estrutura do Daedem Antigo, mas que eu tentei imprimir aqui. Então, você tem uma estrutura de corrupção, toda magia nova que você aprende, você vai ficar com marcas dessa corrupção, que vão te deixando cada vez mais debilitado em relação a esse poder que você está tentando dominar, que é uma força sobrenatural, antiga, um fragmento dela que você
está aprendendo. Então, eu aprendi magia, descobri aqui um grimor, um tom antigo, estou estudando ele em invisibilidade, nesse processo de aprendizagem, você doa parte do seu próprio corpo, da sua própria energia, como o custo, que pode consumir os pelos do seu corpo, você pode perder o paladar, você
não sente mais o gosto das coisas. Então, isso é uma novidade, mas releitura também do DCC para não ficar naquele lance de jogar dado o tempo todo, no aprendizado. Então, a ideia é que arcanistas, uma feiticeira, uma bruxa, um mago mais poderoso, de nível mais alto, terá essas corrupções como marca. Então, isso é uma novidade que a gente trouxe, mas ainda
mantendo a estrutura de magia como recurso. E outras novidades, a gente traz, por exemplo, a parte das armaduras. Para ficar fácil de mestrar, para cada uma melhoria da sua CA, são 100 % de armadura. Então, a armadura de cor, ela pesa 100%. A radicouro fervido, que melhora a sua CA em dois, ela pesa 200%. A armadura segmentada, que melhora a sua armadura em cinco, ela pesa 500%. Então,
isso fica fácil. Até para você arbitrar em cima de fragmentações disso. Estou vestindo a armadura aqui no meio do caminho, deu uma treta, não deu tempo. Você vestiu metade, então, você tem uma corácia que pesa 600%. Você vestiu metade, então você paga em 300%. E melhorou a sua CA em três. Então, são algumas coisas para ficar mais fácil de você olhar e arbitrar em cima, dessa estrutura da magia
para trazer esse espírito de corrupção. A ideia da mochila, cara, é uma outra novidade também. Se você pegar no ddezinho zero, ele já tinha a ideia de você abstrair as miscelâneas na mochila, né? Não fica calculando aí essas coisas, você vai calcular 80, mais equipamentos, armaduras, para e tesouro. É fácil. Mas o quanto cabe na mochila? Isso já rolou da pessoa ter 20, 30 equipamentos no mochila,
né? Aí você ignora, por exemplo, alguns feitiços, a ideia de ter que ter que ter uma mula, auxiliares. Então, coloquei assim, uma orientação. Essa é a novidade, não uma mochila em cima, mas uma orientação de que a sua mochila cabe 10 miscelâneas. 10 miscelâneas, o resto é miudeza do tamanho de uma moeda para chegar nos 400 cn. Mas são 10 miscelâneas. Isso traz um poder de... uma decisão de escolha, você
escolher ali quais são as 10. Ah, eu quero carregar mais, tudo bem. Você pode pôr num saco, você pode ter o cinto de bolsa, você pode pôr um cavalo. Então, são alguns detalhes ali que eu tentei trazer para melhorar essa estrutura de jogo. O que mais que tem, cara? A opção de jogar com um
personagem nível zero, né? Também é uma ideia que já tinha nos ADDs antigos, mas que agora não está em suplemento nem nada, auxiliar, personagem tem uma tabelinha, do que a missão. E se você quiser jogar inspirado também na ideia do Funil, ao invés de começar a nível 1, 500 XP, você tem uma estrutura ali para você jogar com auxiliar. Ele pode ser um fora da lei, uma guia, uma jardineira,
você sortei ali. E a ideia da XP, cara, para criatura, também acho que é uma novidade bem legal. Que é a seguinte, se você pegar no ADD antigo, você vê que as criaturas têm uma XP na tabelinha dela, certo, bixiz? O que você pode fazer? Esse XP é dado como? O superação do desafio, quando a criatura é derrotada, se você enganou ela numa negociação, funciona? Você pode usar assim, beleza? Essa possibilidade ainda existe.
Mas eu trago uma possibilidade que eu tenho trabalhado em mesa, que é você pensar nessa XP como um tesouro carregado. Então, se um bandido custa 10, ele tem 10 XP, coloca ali que ele tem 10 moedas de ouro em equipamentos, pode ser moedas, ou pode ser uma espada, pode ser um anel, com a geninha ambar, que pesa 10. O
zumbi vale 15 XP, o que é isso? Se tem 10 zumbis ali, e é um grupo que vale 150 XP, de repente um deles pode ter uma espada em florete de prata, na cintura dele. Um deles com armadura, com coroa de um rei, sei lá, um nobre que foi morreu ali, foi animado junto com os outros zumbis, ele está
perambulando por ali e tem esse tesouro carregado. Ou então você pode falar que o barão local paga 15 moedas de ouro por cabeça do zumbi, porque ele quer tirar essas criaturas corruptas da região. E aí você brinca como quiser, mas a ideia é que essa XP te dê essa ferramenta adicional de poder
estruturar melhor o que essa XP da criatura. Se um basilisco tem 980 XP, de repente os olhos dele podem ser componentes de magia, uma magia de petrificação, que um feiticeiro paga pelos olhos de um basilisco. Então você pode brincar com isso também, uma ideia de brincar com essa XP como entre aspas e um tesouro carregado. Você acaba sempre encorando o valor de XP em gold para
deixar mais concreto essa relação, né? Eu tento evitar a gente perder essa consistência na XP, porque uma XP é uma coisa legal, desvendar um mistério, acho para mim estranho, traz um peso que eu não quero. Então fica mais consistente. Na pior das hipóteses, você pode incrementar esse tesouro, esse XP do Covil. Eu vou pegar esse, tenho aqui nos arredores desse castelo, ou seja, 50 zumbis, eu posso somar a XP de
incrementar o tesouro da Covil. Mas se você não quiser mexer com nada disso e quiser manter como está, também vale. É só uma ideia nova para você poder trabalhar isso. Aventureiros numa busca por mais episódios na semana, te convidam a fazer parte do grupo de Telegram, participar de sorteios e eniquecer seu jogo. Esquente a água, moa os grãos e pegue os dados. Apoie a ponto S .E. Barca F. Afé com o Damjou. Contamos
com você. Hoje é um Seus Colos. Agora vamos cair numa carninha especial do teu jogo, que são as classes. Bom, a gente pode comentar uma por uma de repente, já que não são tantas assim, na verdade, você aposta justamente na flexibilidade e no artesanato, mas uma vez de cada uma delas em
relação ao que imprime em jogo. Então quer comentar e o que você decidiu de forma geral em relação a elas e depois comentar cada uma delas? Sim, cara. É
o seguinte. A arcanista, que seria no Daile Antigo Magic User, a versão que eu olho arcanista, ela praticamente não teve alterações pesadas, apesar de ter esse lado da magia, da magia ter corrupção e tudo, mas a estrutura dela é bem compatível, mas eu deixei a ideia da seguinte, o que cada classe ganha por nível? Para a gente ter essa noção, então a arcanista memoriza uma magia por nível. Então se você é nível 7, você
vai memorizar 7 magias. O Daile Antigo começa a distorcer muito alto isso no meio ali, é uma por nível, até o meio, e depois começa a ficar muito grande. Eu deixei a estrutura mais alinhada, se você é nível 8, você memoriza 8 magias,
nível 9 e 9. Então se você não quiser trabalhar com o segundo, o terceiro círculo, só magia de primeiro círculo, deixar um jogo bem mais mundano, bem mais próximo do aventuresco, ainda te dá diferenças, porque um arcanista de nível memoriza um, de nível 5 memoriza cinco. Já é uma diferença bem importante. E aí como eu faria esse espelho para os outros?
Combatente ele melhora o ataco na ordem de um por nível, passou de nível melhorou, passou de nível melhorou, e tem ainda a especialização na arma que ele dá mais dano, então da porrada é combatente. E especialista aprende, tem uma perícia por nível, a perícia são as perícias do idiantigo, abre porta, escalar, mas se você quiser trazer perícias novos para o jogo também, eu coloquei
as perícias clássicas. Então as três classes têm essa estrutura, uma perícia por nível, uma magia por nível, melhorar o ataque com um por nível, além das diferenças de dado de vida. Se você falar assim, cara, eu tenho um grupo com quatro combatentes, eles vão ter diferenças? Não, porque você pode usar arma diferente, os atributos vão
te dar muita diferença. A gente perde um pouco essa própria diferenciação que eu sortei, aleatórios e atributos nos entregam, quando você começa a ter muita customização. Ah, eu vou fazer um guerreiro, Elfo, com talento tal, você acaba esquecendo que um guerreiro de força 10, inteligência 15 é diferente do guerreiro de força 15, inteligência 10, né? Um é retrado só, o outro fala cinco idiomas, um bate
mais, o outro não, isso já dá diferença. Então a ideia foi trazer mais possibilidades dessas diferenças que a própria base nos dá, que é os atributos, a classe e uma especialização, a magia do d 'Hircanissa tem 20 opções ali, você pode sortear, cada um vai ter um jeito de jogar. Então eu queria também, isso vai do original, desse livro que você tem na mão, mas no livro base já tem a
sete. Depois, no nosso notion, que depois eu falo um pouco sobre isso, ele já está com a sete lá, a gente está rodando na mesa com a
sete, do BX, vamos dizer, sendo da IDZero. Mas no livro tem as três, porque eu também queria passar, o mais fácil na minha visão, você ter o sentimento por projeção ficcional, quando o personagem é humano, porque a doença, o tempo de vida, o que você está vendo, o que você pensa do mundo, é
humano. E quando você está jogando, por exemplo, com um Elfo, tem um artigo que eu acho muito legal, que eu até resenhei ele no vídeo, que chama Todos os Elfos São Meios Elfos, porque é muito difícil você na mesa conseguir interpretar de forma legal, representar um Elfo que vive centenas ou
milhares de anos. Então acaba que você imprime muito o humano nele, e ele acaba virando meio Elfo no final das contas, com alguns traços, mas é muito humano. Então essa ideia da doença, fome, sede, visão, todo humano tem esse lado, o Spada e Feitiçaria, que você consegue nessas três
classes. Tirando o Clérigo, que o Clérigo é um problema que me incomoda, de onde a gente pode falar disso também, mas tem essas três que fica bem Spada e Feitiçaria, você tem muitas estruturas dessas classes na literatura, e permite a gente criar essas diferenciações orgânicas que
vão ser construídas na mesa. Então se o guerreiro lá conseguir uma manopla de cura, foi abençoado por uma dignidade, pode expulsar motos, você vai construindo ali um paladino na mesa, a partir da base, a partir da mais possibilidades, a partir de uma base simples, você tem uma projeção como humano, tendo as fragilidades, as coisas de humano, e jogando
na mesa e construindo, jogando. Essa foi a ideia dessas três que foram as originais, mas eu já cedi, agora nós temos sete. A gente que cai nesse assunto do Clérigo, acho que foi um ponto polêmico, talvez um dos pontos mais polêmicos aí, respeito do... Você teve bastante debate, eu lembro que você já era uma pessoa que defendia bastante isso, e eu sei que teve
bastante assunto a respeito disso nas comunidades. Mas antes eu queria abordar o ladrão, você teve um ladrão que parece inspirado talvez numa das primeiras versões do ladrão da comunidade robista, das antigas, que é esse ladrão que tem... Ele faz um de seus truques, por assim dizer, um de seus feitos, quase como o mago realiza sua magia. E aí você tem um rol de truques que ele consegue fazer, de perícia que ele
consegue atingir. Como é que é esse funcionamento, como é essa inspiração, e como é que você tem visto isso em mesa que te levou a perceber que isso era a
melhor opção para você? A ideia é a seguinte, o Wagner, eu esqueci o primeiro nome dele, mas alguma coisa é Wagner, eu fui de uma cabeça aqui, ele é um dos autores do primeiro fanzine da original, chama Aláonus e Escurso, Escurso e Aláonus, Aláonus, Alauruns, e ele publicou ali o ladrão original, ele publicou isso postando no Facebook, ele falou assim, ó, vocês estão falando, né, lá na UECR,
na página da UECR, lá do Facebook, vocês estão falando ladrão, esse aqui é o meu ladrão original que eu publiquei num fanzine, e isso me chamou, atenção, eu fui olhar como é que era. Mas o fanzine é lá de trás, né? Lá de 74, mesmo ano em de original, ele publicou o link lá, mostrou no DriveTrua RPG, os fanzines,
até tenho os fanzines. E aí ele falou o seguinte, que na mesa dele, com o D &D original, na época, tinha as vezes a pessoa jogando, querendo fazer essas ladinagens, né, eu quero pegar a medalhinha de estranca a porta, como é que eu faço? Ele tentando arbitrar em cima com as classes originais do guerreiro, né, médic, usa e tal, ele foi tentando arbitrar em cima, e ele foi desenvolver nessa
classe. Que o Gygax viu na fanzine publicada, gostou, mas o Gygax tinha aquela ideia de sempre ter uma chance, né, D &D, as atins, e ele resolveu colocar como, que é o que está no Greyhawk, o primeiro suplemento do D &D, que depois veio no A &D, nos outros vieram, já como classe do livro da estrutura básica, no próprio BX, que é o quê? É
baseado em porcentagem, esse ponto percentual. O ladrão tem uma série de períences ali, e você testa na porcentagem, ele começa com escalar alto, 87, não me engano, as outras são 10, 15, é tudo ruim, e ele vai subindo de nível melhorando nisso. Qual
era o desenho original do Wagner? O lá que vem lá nesse fanzine, ele, a ideia original era o seguinte, todo nível você tem uma perícia, e essa perícia, ela funciona assim, você sabe, ou não sabe fazer, é treinado ou não é treinado,
é simples assim. Então, por exemplo, se você tem a perícia e a curácia, você sabe operar mecanismos, como abrir fechadura de portas e baús, e em adicional você vem a mais quatro, em salvaguarda ou contra -madilha. O que é isso? Você tem esse treinamento, você sabe destrancar portas de
masmorras e de baús. Os outros personagens não sabem, então a ideia é essa, se você tem a ferramenta, você tem gasoa, tem um tensor, chegou na porta de masmorra e começou a tentar destrancar ali, se a porta não tiver nenhuma novidade, uma armadilha, uma coisa assim, você vai destrancar, ponto final, ela só é tempo dependente, você precisa de um toando para fazer isso. Então, se você tem escalar, o que
significa isso? A gente vai olhar, lembrar da regra zero, se olha primeiro para a ficção, você vai descrevendo, cara, uma ruína, por exemplo, é um muro antigo, tem uns músculos, tem pedras, tem um que tem umas pedras soltas, mas como é que é? Você vai olhar, eu quero tentar escalar esse muro, você vai pensar, bom, você testa,
como é que você vai tentar escalar? Eu vou pôr a mão lá, cara, a pedra está um pouco solta, você vê que tem umas raiz, uns músculos ali, mas eles soltam de leve, mas eu vou tentar, vou começar a escalar. Como? Aí eu vou tomar cuidado, eu vou testar aqui, vou testar ali, se ele é treinado, ele sobe, mas ele sobe como? Como
é que é o movimento de escalada? É metade, a regra básica, é metade do seu movimento, então você vai subindo 20 pés por rodada, vamos dizer assim, ah, eu fico subindo com cuidado, você pode usar um movimento de exploração, você sobe ele 100 e 20 pés no turno, se não tiver risco ali, adicional, e ele toma cuidado e está subindo devagar, beleza, ele escala, ponto final, e os outros personagens precisam de
equipamentos, se você não tiver equipamentos, você não escala, então a ideia da perícia é essa, e algumas são tempos dependentes, as outras não, então você tem sobressaltar, o que é isso, o backstab, se você surpreender um alvo, você dá mais, dá o dobro de dano, tem mais quatro para acertar, dá o dobro de dano, então essa perícia é simples assim, você não tem treinado ou não é treinado, e a arbitragem em cima
dela, ela vem primeiro pelo mergulho ficcional, e você vai pensar o fato de ser treinado ou não ser treinado qualquer diferença, como qualquer coisa, como guerreira é treinado para usar armaduro mago, ou não ser mago, meter armaduro e começar a usar, o que vai acontecer? Ele não é treinado, e aí? O
que vai acontecer? Não vai travar lá, congelar e paralisar, então você pode, olha, beleza, se você combater, então você fica exausto, entendeu, você combate o armaduro, então você vai fazer a mesma coisa com essa ideia, então cada nível você escolhe uma perícia ali, e ela, você tem ou não tem, peguei
perícia em arma, a arma te dá o quê? Mais um de acerte dano com uma arma que você treinado, então você vai escolher uma perícia, ou sortear, eu acho mais legal ter sortear, e você vai subindo de nível, pegando mais perícia, se você quiser trabalhar, tratar isso mais refinado na fantasia, até esse treinamento de perícia, nível a nível, pode ser trabalhado também nos interlúdios, entre sessões,
como uma memorização de mago, com evolução de nível de guerreiro, que vai melhorando a sua tápice, se você quiser mergulhar e trabalhar, aliás esses treinamentos também podem, mas a ideia geral é, tem ou não tem o treinamento que funciona ou não, então se você tem, por exemplo, esconder no escuro, esconder -se, tá banhado pela escuridão, não tem luz, não tem nada, você ficou ali parado, você tá banhado
pela escuridão, ninguém vai te ver, num primeiro momento é assim que a gente arbitra. Manheiro, então você tirou uma parte desse ladrão antigo, e botou ele mais de acordo com a ficção mesmo, né, para coroar essa, esse ficção primeiro, antes da
mecânica, né, cara? Essa foi tentativa, né? Assim, se você quer saber a verdade, o meu plano original era muito legal, não tem especialista, eu queria fazer espada e feitiçaria, mago e guerreiro, né, arcanista e combatente, eu queria fazer assim, mas na época que a gente tava brincando assim, no embrião ali do devinto de RPG, tinha um cara na mesa que é fanático, um ladrão, ele ficava puto de
ter que jogar de guerreiro fazendo a de verdade. Usando armadura leve, não sei o que, igual o dei dezinho que a gente começou com o dei de original, não tinha ladrão. E eu não gostava de clerg, eu falei, tira esse clerg aí, e eu vou jogar de guerreiro. Guerreiro e mago. Mas cara, ele não podia ter seu nome, guerreiros e ladrões, aliás, guerreiros e
magos. Espada e feitiçaria, essa coisa, espada, sorra, dançosa, mas essa parte de ladinagem seria tanto do mago como do guerreiro na ficção, como era proposta de design original antes de chegar ao ladrão. Mas cara, ali foi livre, espontânea, pressão. Galera, que... esse colega nosso, o Lucão, queria jogar de ladrão, não, quero ter, quero ter, queria um pouquinho da bonecagem ali. E aí me fez em quebrando a
cabeça, né, o... Tentando entender como é que funciona, eu vi essa postagem do Wagner lá no Facebook, isso me estimulou, falei, oh pai, eu acho que aqui tem um triente legal, cara. E aí eu pensei nesse bom, se toda classe tem esse sentimento de uma coisa por nível, guerreiro melhor um natáculo, mago melhor uma magia, o ladrão pode ser esse caminho, ele aprende uma perícia por nível, tem,
não tem. Em vez de ter aquelas seis, sete períces lá, tudo ruim e melhorando, ele tem uma, e essa uma, ele é bom nela, ele é especializado nela. Aí subiu de nível, ele é especializado em duas, subiu de nível em três, e assim por diante, né. Boa. E cara, agora indo para
o... para a polêmica, né, cara. Como é que foi a história do clérigo de você falar, cara, eu não quero o clérigo, não vai ter clérigo, é isso aí, e a galera debateu, teve gente ficando puta, como é que foi essa história aí? O pessoal falou assim que eu matei o Daniel Zé Dragun. A gente se sente poderoso nessas horas, não é, cara? E
uma coisa é brincadeira, né. Exatamente pelo intercâmbio, se você tem esse livro em sua mão, fala mas eu gosto de clérigo, cara, você pegar o clérigo do mexente e jogar vai funcionar igual, entendeu, vai funcionar igual. Mas assim, qual foi a ideia? O clérigo, ele me trazia muitos problemas lá atrás nesse design, porque eu não queria imprimir no livro uma obrigatoriedade de você
ter que lidar com patronos e alinhamento na base. As outras classes não têm essa demanda. Então você pode desenvolver alinhamento na sua mesa do jeito que você preferir. Se você quiser trazer mais ou menos influência de divindades das forças do caos e da ordem isso vai ser uma coisa da sua mesa. Quando eu ponho o clérigo, eu já
mudo essa brincadeira. Eu ponho uma classe que tem na sua estrutura uma relação divina, que começa que tem várias magias, pode escolher qual, tem o Turnandad, tem que lidar com o morto vivo, tem uma classe, na minha visão, ela é uma classe customizada. O que poderia se tornar arcanistas, combatentes, especialistas avançados, o clérigo já começa cheio de trava. Não pode usar uma arma de perforante. Isso o clérigo pega um arc
flash no meio do combate e dá uma flechada. O que acontece? Ah, ele é destrenado, ele não pode, trava, parece um x lá, um stop. Então assim, tem tanta estrutura pra gente refletir em cima de problemas do clérigo, com o seu Turnandad, quantas vezes por dia? Ele pode usar toda hora, uma vez por turno, então o pessoal faz o rulings em cima disso. E muitos são legais, né? Tem
soluções legais. Mas ele já trazia problemas de alinhamento, da estrutura da magia que eu queria, essa magia como uma força desconhecida que você fazia parte da ideia de se aventurar. Você vai desbravar ali e descobrir magias novas esquecidas no submundo dos místicos. O Clem, não, ele subiu de nível, a divindade deixou você escolher uma lista de magias de escolha qual você quer. Então eram problemas que eu
fiquei quebrando a cabeça e eu preferia abortar. Não, não, não, não vamos lidar com isso, cara. Deixa mais fada a fixaria e tira o clérigo, né? Fica uma estrutura mais legal. Mas é o Blade, você não venha sendo pelo cansaço. Porque no Na nossa IK, no livro Baza, a gente desenhou a classe magista que é bem essa estrutura clérigo de vinta de RPG, mas não tem no livro e não. Tipo,
você botou aqui no finalzinho, né? Uma parte que é o... uma nausinha, uma minioccina de DM que você chamou, né? É, sim. Na foto de um homem melhor, por esse nome aí. Como é que é esse bolêco? Qual é o seu foco em relação a trazer esses ferramentas? Tem uma ferramenta que o Relógio de Aventura tem, tem o... enfim, junto disso, né? Mas tem a ideia de trazer parâmetros ali de... enfim.
Fazer a antecipação, né? Que a gente já discutiu muito sobre isso, você já apresentou muito no café porque, cara, a ideia foi a seguinte. Eu não sei se isso aí é o suficiente, né? Eu acho que não. Eu acho que o livro Baza ele funciona muito... o jogo rápido, ele funciona muito bem. Eu acredito que o livro rápido, o jogo rápido, funciona muito bem para quem já tem alguma XP
nesse rolê do D &D antigo. A pessoa que está começando chegar a pegar esse livro ler e falar, vou mestrar, eu não tenho certeza se resolve. Acho que não. Mas foi uma tentativa de tentar dar um pouquinho mais de informação para quem está chegando no rolê e pensar, como é que eu vou mestrar esse jogo, né? Então eu tentei colocar ali, por exemplo, a estrutura de um combate. Ela não tem aqueles parâmetros,
né? Defina encontro, não sei o quê. A ideia geral tem elíquio. Como é que se organiza? Bom, a gente primeiro pensa as intenções da galera. A pessoa está conjurando magia, conjurar um feitiço, dura uma rodada, é uma ação lenta. Se tiver alguém com uma besta engatilhada na mão e quer disparar, é muito mais rápido que a pessoa conjura magia. Não tem iniciativa, ele vai disparar com uma besta,
entendeu? Não tem, pra mim não tem. Não tem que ver a ficção, fala mais forte que isso. Mas se o cara está conjurando magia longe, né? Longe, não, numa corrida de distância, num deslocamento, você puxa seu machado e corre pra cima, bom, de repente puxar o machadinho da cintura, correr pra cima e dar uma machadada, pode não ser mais rápido que
terminar de conjurar magia. Então, então, a gente pode definir assim por um iniciativo. Então, eu tentei colocar esses parâmetros, colocar a importância de fazer um pré -anúncio, uma antecipação, né? Ao invés de sair um contra -aliatório, é um urso curúgio, ele não vai cair de paraquedas no meio do grupo, pá! Então, você tenta trabalhar isso apresentando antes os perigos dessa região, dessa
área pegada, né? E pré -anunciando a coisa, mas eu fiz ali um resuninho, porque a gente na época que eu desenhei esse de jogo rápido. E ele ainda tem essa intenção, né? Você pode imprimir em casa e grampiar, então o limite de páginas dele tem essa intenção ainda para suportar um grampo, apesar desse livro que você tem na mão
já é um livro encadenado, né? Mas ele tem essa intenção de suportar um grampo, então eu fiz um resuminho pra tentar trazer um pouquinho dessas ideias que eu acho que merece um capítulo que tá produto bruto no livro Base pra discutir todas essas ideias de arbitragem, né? Mas a Miniofficina tem essa intenção de dar um primeiro contato com essa ideia de explorar um mini -ringit, né? Pessoal jogou uma ânfora de olho.
Ela pega... O que vai acontecer com isso na região? Tem um tapete, a sala, tem um carpet, tem cortina que pode pegar fogo, isso pode gerar um caos. Então, foram algumas dicas, algumas instruções pra você organizar isso dentro, dentre elas o relógio da Dungeon, que eu acho muito importante essa gestão de tempo no jogo, né? Então, essa foi a ideia dessa oficina aí, colocar um pouquinho dessas estruturas
aí do jogo. Você atravessa um jardim delicado Você vai admirando uma linda serigera em miniatura plantada num vasinho de cerâmica, quase do tamanho do gato sentado do lado dela. O canto das cigarras e grilos navega no murmur de uma pequena fonte o ar fresco e o perfume de terra húmida enche seus pulmões. Você cruza um lago de carpas coloridas por cima de uma pequena ponte e caminha até a entrada de um templo
típico. A parede corredice e as lanternas de papel colorido projetam tons acolhedores o aroma de madeira antiga se mistura um incêndio exótico apenas você e o silêncio entram ali. De pés de calços, você pisa no tatame de tecido e sente a energia vibrante do respeito e da dedicação fluindo pelo seu corpo. Com respeito e admiração um círculo de pessoas em trajes típicos de saúde com um gesto fino a palma esquerda suavemente
repousando sobre o punho direito. Bem -vindo ao RPG do Jô o santuário digital onde a
gente estuda e pratica os jogos de RPG. Salve, salve galera do café Coby aqui pra te contar um pouco do que rolou nesse nosso primeiro mês de dojo nossa comunidade já tem dezenas de entusiasas de RPG o tema do nosso primeiro festival foi o papel de quem mestra escolhido pela comunidade a galera se reuniu em peso pra gravar e publicar tudo gratuitamente no Spotify do Jô também teve nosso
primeiro workshop preparando pouca e mestrando muito três manhãs de prática intensa sobre prep de RPG a gravação já tá disponível para apoiadores e a sessão de prática aberta do terceiro dia tá aberta no youtube do café o feedback de toda a comunidade foi muito legal confere lá e deixa seu comentário também o formulário de admissão do dojo ainda tá aberto inscreva -se e descubra como você pode transformar seu
jogo e sua mente nosso grupo fechado de bate -papo agora tá no telegram por lá a gente combina os temas e as datas para os workshops para as aventuras, para as arenas e para os sorteios você pode até receber mentoria particular para os seus projetos de RPG com menos de 30 reais por mês já dá para participar e seu apoio aqui no café pode te levar para o nosso upgrade máximo o link tá na descrição do
episódio estamos te esperando Oh merda corra conta para a gente ver esse rolê do notion e como é que tem desenvolvido isso na comunidade colaborativo e como é que tá sendo estruturado isso quero aproveitar aqui fazer oficialmente mais uma vez um agradecimento ao hícaro porque o hícaro me deu uma não posso dizer nem se for uma mini aula mas foi uma aula de como mexer no luxo e ele me falou que ele
aprendeu isso numa oficina que ele fez, se foi no dojo do café, mas ele aprendeu de alguma forma não sei aonde com vocês foi o oficino de bergotem ele aprendeu isso lá e trocando ideia com ele que ele organiza a mesa aberta eu vou começar uma mesa aberta agora recentemente no futuro próximo aí e aí eu tô aprendendo com ele eu gostei tanto eu tava mexendo no notion pra fazer a mesa aberta, eu falei
cara eu vou passar o devinto de RPG para o notion porque eu descobri que o notion pode ser transformado em wik então ele tá online eu coloquei o devinto de RPG no notion e aí eu aproveitei para já ir colocando o conteúdo adicional que não tem nesse livro que você tá na sua mão que é o que por exemplo, o bestiário e tem esmágicos que mais as classes todas as classes, então você tem agora
arcanista, combatente, especialista, magista não, elf, gnome, tá tudo no notion e o notion tá como o wik ele tá na nossa link 3 você pode clicar lá, você tem o notion todo liberado você pode copiar o link e salvar onde você quiser, tem a página online agora e eu vou aproveitando no notion para incrementar o conteúdo que vai vir no livro base para receber no feedback da galera então a ideia do notion é ter essa
versão online do devinto de RPG, consulta rápida quem tem galera que gosta de usar, eu prefiro usar o livro em preço, eu gosto mesmo que seja um PDFzinho imprimo pra ter na mão rabiscar, mas eu sei que eu sou de ilusão nisso mas tem uma galera que curte muito cara, e aí eu resolvi construir o notion no, o devinto de RPG no notion já com aditivos as magias por exemplo, tem todos círculos, até o sexto
que inclusive não é personagem, arcanista em vio 10 não tem acesso a magia de sexto círculo mas você pode acessar ela para um artefato, um dom divino um concílio de arcanistas que podem se reunir para conjurar essas magias superiores então estou colocando tudo lá cara está tudo lá no noxo, inclusive lá nos apêndices na parte de XP indicado além do XP que tem nesse livro é incluir lá o blog da
Elfantasy lá tem o link direto também, se pode lá porque é sempre XP bom aquela coisa né, o Key Vision Hexas por exemplo que é um sistema que a gente usa atualmente ele é um retro clone né eu posso dizer, talvez assim o teu material esteja mais próximo de atender mais facilmente um jogo Elfantasy do que provavelmente um retro clone está então, quem quiser pegar o material do Quiral pra jogar de tudo com a
filosofia Elfantasy certamente tem um material muito próximo muito pouca alteração muito pouco caminho, na verdade praticamente pronto pra se jogar em Elfantasy então cara queria te agradecer pela menção aí e acho que é importante né de certa forma a gente está num rolê aí de anos aí pesquisando porra, tretando na comunidade muitas vezes às vezes indo contra certas hegemonias então é muito
bom ver o resultado isso aí organizado e confluindo podendo a gente confluir em cima disso então valeu pela menção e parabéns pelo trabalho cara, eu quem agradeço porque eu gosto sempre de citar, tem uma frase do MC que ele falou uma vez que eu adorei ele fala assim, quem troca uma ideia termina o dia com duas então eu penso assim quem troca um XP termina o dia com dois então eu penso sempre na ideia de
que esses debates não, essas trocas de ideia que a gente vai para mim elas têm prioritariamente a ideia de buscar somar eu posso não concordar com tudo que você fala você pode não concordar com tudo que eu falo mas a ideia a gente saí dessa conversa somando coisa olha, tem uma coisa que eu acho legal isso eu não curto mas sempre com a ideia aditiva, eu acho isso super legal por isso que eu falo que tudo é XP
então eu quem agradeço cara, tudo é XP maneiro cara e bom, conta pra galera e os próximos passos do The Vintage do seu canal também, conta aí que tá rolando a gente vai ter uma mesa aberta terra de gigantes, usando essa estrutura até pra eu ganhar essa XP porque eu sou noobzão de mesa aberta então eu tô até um pouco nervoso com isso, como é que vai funcionar essa galerra se vai ter demanda,
não vai mas pelo menos se der uns 1 ou 2 grupos para girar já tá muito bom e a ideia é amagorecendo tanto esses aditivos que eu tô incrementando no sistema como a própria mesa aberta a mesa aberta também tem essa intenção da gente trocar XP eu aprender um pouco fazer isso é que eu vejo muita galera fazendo e divulgando vocês com bergotem aí tem o Samed lá com o Havenloft o Icaro com a Finisterra o Rogério
Paiva, eu esqueci o nome dele mas ele usa uma base lá do The Equipe Under Border se não me engano Brasília, é uma coisa assim, Brasilândia o Barba o Barba, até onde eu sei ele foi o primeiro a fazer uma mesa aberta devido a RPG olha rapaz ele oferecia o Samed ele chama de volta pra casa ele ofereceu lá no nosso Discord esse de volta pra casa, tem uma brincadeira com a ideia original que era meio
caverna do dragão da galera cair na fantasia e tentar voltar pra casa mas também com a ideia da mesa aberta que você tem que voltar pra casa, vai e volta você tem que voltar pro Marco Segura achei muito legal e ele ofereceu lá no nosso Discord já tem uns dois meses que tá rolando esse de volta pra casa é um cenário dele mas ele tem lá a Barrow Maze então ele tá explorando também a Barrow Maze e muito massa
toda essa galera me estimulou e falou que era experimentar também eu sou mais acostumado na parte de campanha dessa campanha fechada, se juntar um grupo de 4, 5 jogar 1, 2, 3 anos é o meu comum de jogar RPG então quero muito experimentar isso vai ser uma experiência nova ver como é que funciona aberto já tá sendo desafiador preparado tudo isso e a gente vai pensar nele a grande novidade é essa e o
livro base que eu tô usando no show pra já abrir tudo, pra receber feedback da galera eu gostaria que ainda esse ano com 50 anos de Dungeons & Dragons a gente entregasse o livro base pronto que vai ter o que que vai ter além desse jogo rápido ele vai ter as 7 classes bestiário, a parte de tesouros e esse capítulo de oficina de DM completa com um guia pra criar aventura pra fazer rexcrawling essa
estrutura toda criar um vilarejo essa estrutura toda aditiva pra gente ter um livro é robusto mas eu também não gosto de falar que vai ser melhor de todos nem nada resolver os problemas é sempre um beta, mas são os materiais e a reflexão do RPG que eu jogo na mesa então essa é a ideia a ideia é o livro base e a mesa aberta são as novidades mais quentes que a gente tá trabalhando Very good, Kari, e o
canal, conta aí cara, a gente tem... o Balbo vai colocar aqui na descrição do esporte que é a nossa link 3 a gente tem um canal que chama DM Quiral eu gostaria de mudar o nome dele pra taberna Quiral, uma coisa assim, mas tá lá ainda esse nome e esse canal a gente tem o foco principal de falar sobre o RPG vintage, não é um RPG antigo e tudo que gira em torno dele então é a história do Dandee
Ozindragon os resenhas de aventuras reflexões sobre jogabilidade a gente tem oficina de mestragem oficina de Rex Crawling também que é sempre XP em construção e a ideia do canal é essa ela tem playlists antigos tem uma playlist grandona lá de AD que tem edição eu deixo lá, cara deixa lá pra mostrar essa construção do XP, eu já estive lá e tem uma playlist gigante de DCC mas o que tem sido trabalhado nos últimos anos
pra cá com mais força é isso, dei de antigo resenhas dos materiais originais de AD, de aventuras do devinta de RPG de jogo tem live nossa lá a gente tem duas campanhas lá o Sahara e Terra Gigantes com devinta de RPG que estão lá no canal várias aventuras a gente faz eventos de vez em quando que é ouvintas de com a gente faz eventos de RPG então é isso, o canal é isso o nosso discord
também está na link 3 onde a gente oferece mesas, troca ideia e é isso, no geral é isso está ótimo, cara obrigado que era o Valeus Aço mas uma vez pra gente, pelo filho pelo rolê saindo bom, queria agradecer você que ficou vindo a gente até agora muito obrigado pela companhia aqui no Café com o Danjo e
vamos pro encerramento, né? eu vou deixar aqui pra vocês uma enquete uma pergunta pra vocês responderem aqui no Spotify é o seguinte, qual o melhor retroclone pra você que gosta do retroclone da primeira geração de jogos OSR, qual você acha o melhor qual você escolhe pra jogar e deixar também aqui uma pergunta que é pra saber se você gosta dessa primeira geração de jogos OSR que são retroclones, se você já experimentou se
você joga, se você gosta delas ou se você acha isso completamente fora do seu do seu escopo aí, manda pra gente pra gente saber, beleza? vou deixar no dispositivo do episódio os links aí, então
o link dos anúncios, né? o Fim Esterra o RPG dojo, o link também do apóias do Café com o Danjo e os links do confidado então o The Vintage RPG jogo rápido na Caramelo Jogos e o link do Game Equiral pra você conferir o material dele, deixar também aí o link
pro Grie Rápido pra um jogo old school aí, né? o Peak Prime for Old School Gaming traduzido aqui pelo Café com o Dungeon é um link pro principle apócrfagom traduzido pelo pessoal da geração Cherox e o link pro blog do Oil Fantasy pra você consultar ali, né? por fim apóia o Café com o Dungeon se você curte o conteúdo vai lá em apóia
.se e além de você contribuir pra gente voltar a ter mais episódios durante a semana você recebe conteúdo extra de acordo com seu nível de apoio você recebe cupons progressivos também com descontos dos nossos parceiros por exemplo Caramelo Jogos Retropunk Editora e outros parceiros também e ainda recebe participa de sorteios de material como quase 2kg de café que a gente sorteia por mês aqui do café Ovelha Negra pra você e
livros de RPG aí, jogos com os nossos parceiros então considere apóia .se barra café com Dungeon e na participa do grupo lá de Telegram tem muita gente interessada em discutir RPG com altíssimo nível se você curtiu especialmente o café de hoje pode deixar pra gente uma gorjeta manda o seu pix pra gente lá em
café com Dungeon aroba gmail .com esse mesmo e -mail você pode usar pra mandar um e -mail pra gente caso você tenha uma empresa ou uma marca Iqueira, quem sabe e participar do café com Dungeon é... patrocinando um dia a mais na semana de conteúdo você pode financiar um episódio semanal ou até mais fazendo alegria da massa RPGista
consulta a gente em café com Dungeon aroba gmail .com que a gente tem uma proposta especial pra você pode também consultar a gente sobre parcerias e anúncios então a gente trabalha não só com marca de RPG tanto em spot de áudio aqui tanto quanto espaço nas redes sociais do café, no nosso grupo de assinante a gente trabalha com marcas de RPG de cafés, de jogos de forma geral, tecnologia, mídia etc
tudo tem em jogo você pode mandar um e -mail pra aquele café com Dungeon aroba gmail .com é o mesmo e -mail que você pode usar também se você quiser colaborar com a gente de repente você produtor de conteúdo game designer independente, acadêmico ou fã, que quer trazer um tema que pra gente fala pra gente sobre isso que a gente pode pode confluir
nesse espaço beleza? por último, eu queria agradecer aqui a galera que torna possível essa aventura, os nossos assinantes então agradecer ao Bruno Cavalcante de Andrade pelo incentivo dentre outros assinantes do nível incentivo agradecer a galera do nível comunidade agradecer aí aos nossos assinantes inclusive o Bernardo Figueiredo o Márcio Loureiro Júnior o Chico Siqueira o Felipe da Silva
e o Roger Cobber muito obrigado galera pelo apoio agradecer também a galera do nível RPG dojo então vou agradecer aí o Dennis o Oliveira, o Rafael Garote o Marcos Venícius Zornelas o Vitor Hugo Martins o Pedro Borges e o Luigi Guilherme galera, muito obrigado pelo apoio de vocês agradecer a galera do nível Foyle Fantasy o César Machado Daniel Aidar, Diego Sestito Abílio Júnior e o Léo Gasparoto menini e
agradecer também ao nosso assinante do nível Café Combal Guilherme Augusto, muito obrigado um grande abraço e até a próxima
