Depois de um tempo afastado por escolhas duvidosas, resolvi me aventurar novamente pela cidade. Me juntei ao elfo guerreiro Rubens, o mago Cândido e a elfa Doralice. Durante o festival em homenagem ao Messias élfico, soubemos que o velho Almir cego estava estranho. Na Taverna da cerveja, titânica fazia anos ele perder a visão nesse mesmo festival, as memórias elas podem ser cruéis.
Crianças brincavam nas ruas com espadas de madeira, enquanto o Péricles, O Mestre dos magos, nos escoltava a um tatuador mágico. Casa fica ao sul de uma igreja e da torre dourada do térreo. Destacando se por sua pintura violeta e Jardim muito bem cuidado e jisseitrin, o tatuador exigia 1000 peças de ouro, uro magia básica e vendia maquiagens para esconder as tatuagens. No caminho de volta, encontramos uma batida da guarda Áurea Cândido nos desviou para uma
casa de elfos fora da lei. Amigos dele. Em frente a praça, na rua da Taverna. Lá, enquanto a gente conversava, Doralice deu um jeito de aliviar a barra de inara, uma Maga notável da guilda que estava prestando serviços para os elfos. Ela se juntou a nós enquanto Doralice ficou por ali mesmo com seus pares. Depois, buscamos o velho unógenes, que dormia na grama após uma noite de festa.
Ele foi levado à Taverna da beladona, onde vi de fora meus colegas mostrarem itens a ele, incluindo uma espada flamejante de um antigo herói élfico. O nógenes acreditava que IA acendê la no festival reacenderia uma Esperança Nova ao povo, mas Almir discordava. Os 2 velhos elfos tinham visões muito opostas, conta. O que seria melhor para o seu povo? O nósgenis disse que precisavam de uma revolução. Almir cego, pareceu mais reticente, dizendo que aquele não seria o melhor momento.
Rubens decidiu que empunharia espada na praça. Naquela noite, o festival estava cheio, havia gente por todos os cantos e nós nos separamos um pouco para dar cobertura a Rubens. Ele estava tão nervoso quanto animado. Ele sempre dizia que sonhava em liderar seu povo em libertá lo de sua condição. Quando estávamos prestes a executar nosso plano, um homem misterioso de olhos brilhantes surgiu. Inara e Cândido tentaram enfeitisá lo, sem sucesso. Ele nos repeliu com um mero olhar.
Só restaram Rubens e o homem Rubens. Com coragem, acendeu a espada e enfrentou o homem, mas foi fulminado por um raio mágico. Ele, o homem e a espada desapareceram e ninguém parecia ter se dado conta do que aconteceu. Voltamos a Taverna da beladona, carregando a lembrança do último gesto heroico de nosso amigo. Nem Almir. Nem o nógenes estavam mais lá.
Como retornamos, estávamos só nós e outros aventureiros, contando uns para os outros sobre o que haviam visto, o que haviam feito e se gabando por suas glórias. Já a nossa aventura revolucionária terminou em tragédia, mas também com a revigoração da nossa certeza, os magi elect os magistas. Os aristocratas, os patrões, todos os que oprimem o povo de trema, precisam ser combatidos. Diário de um humilde Caçador de ratos, oi, quer tomar um café com a gente? A gente quer vários mestres.
Bom dia amigos do café com dânjão. Estamos aqui para mais um episódio do seu podcast maticinal favorito, trazendo sempre muito RPG. Meu nome é Rafael balbi e hoje é o meu café. Eu fiz na prensa para manter a oleosidade porque o papo hoje é um tado, digo ungido nas tintas joil phantasy se você faz o café recém moído na prensa ou qualquer método sem filtro de papel. O café mantém a oleosidade e fica mais pesado, encorpado. Vale a pena, vale a pena experimentar. É o café da ovelha negra.
Se você quiser tomar um café como o meu, usa o cupom CCD lá em ovelha, ponto café lá na internet, aqui na internet, né? É, se você quiser ainda um desconto ainda maior, progressivo, de acordo com seu nível de apoio, você pode se tornar um assinante do café com dângel me apoia, ponto AC barra, café com dângel. E de acordo com o nível de apoio, você tem um desconto ainda maior.
Além disso, participa de sorteios dos nossos, dos nossos parceiros, inclusive da própria Vila negra e conteúdo extra. Então cola com a gente lá no grupo de Telegram, inclusive, demorou, queria agradecer o RPG dojô que está financiando esses episódios, que tem saído às terças. Valeu COB, valeu Nina, valeu a galera toda aí que está no dojô dando esse incentivo aí. Pro café, pra comunidade, pra gente trazer mais conteúdo. Então queria lembrar todo mundo,
né? De que, cara, se você quer um lugar que te acolhe, que compra a tua briga ali pra treinar RPG, pegar algumas práticas isoladas e entender melhor, né? Fazer uma prática comunitária mesmo, bem dojo, né? Um lugar onde a gente aprende em conjunto. Cara, vale muito a pena considerar entrar no dojo o tema, o ciclo que o dojo tá trabalhando atual. É o de mistério, né? A galera entendendo como botar mesa de mistério dos mais de diferentes tipos, tem muitas
influências ali. Eu levo bastante do oll fantasy pra lá, mas tem pessoas de outras Vertentes do RPG que curtem. Então lá participando. Tem um material aberto, né, que você consegue no WhatsApp, aberto do dojô, mas tem também a parte de membros, né, que aí é mais profundo. A galera faz outros eventos especiais ali pra galera que é. Membro do do Jo então considere se tornar membro também do RPG do Jo, beleza?
Lembrando que eu tô lá também trocando ideia de RPG, trocando ideia de owffenis, trocando ideia de tudo, né? E participando de algumas práticas também. Então é isso. Valeu aí, galera do RPG do Jo. Vamos lá, vamos para o nosso episódio antes de fazer uma
leitura de enquete. Eu perguntei no episódio passado sobre interpretar no RPG, interpretando no RPG episódio de 61. Eu perguntei, você acredita que o jogador problema está só perdido e a galera não tá comprando papinho do jogador problema? Não. A galera botou aí 70,6% das pessoas dizendo que não acreditam que o jogador problema tá só perdido. Eles acreditam na má fé. Do jogador mais uma vez perdi, né?
Porque eu dei um voto de confiança aqui pro jogador problema e botei que muitas vezes o problema vai estar no desenho da agenda e na comunicação em alinhamento dessa agenda de jogo entre os participantes, né? E que às vezes o cara tá só interpretando o personagem mesmo e não tem pista de outra forma de jogar. Esse jogo é e aí acaba gerando um problema social. Mas vamos lá, 70% das pessoas disseram que não acreditam.
Nesse papinho, ele acha que necessariamente esse cara, ele não é só ele não tá só perdido no fundo, ele tá de má fé. Vamos ver aí também os comentários que a galera deixou, né? Então começar aqui pelo primeiro, o Marcos Gonçalves, grande. Marquinho falou que ele entende que o simulacionismo é o engajamento com a realidade daquele mundo.
E ele pode ser experimentado de diferentes maneiras, dando atenção ao que o personagem faria, ao que o jogador faria se estivesse naquela situação e também ao que alguém com aquela vivência faria naquele tipo de lugar. Sem falar na contemplação que é a admiração da simulação. Sem dúvida, é a mais complexa das 3 agendas. É, cara, eu acho isso mambo jambo assim, eu não acredito em
nada disso, nem das diferenças. Para mim não faz o mesmo sentido as diferenças do que você falou aí para mim é tudo interpretar o personagem como se você fosse ele, usando ele no contexto daquele mundo, né? E esse moracionismo é em teoria, né? Segundo Ron Edwards. Aí a gente puxando a gens que eu imagino que é o que você estava referindo é, é isso, isso colocado como a finalidade, como jeito de se decidir de tomar decisões dentro do jogo.
E assumindo que qualquer RPG vai passar por isso, me parece um meio circular. Você dizer que você vai jogar simulando e com o objetivo de simular, né? Não, a gente vai dar algum sentido nisso. Esse sentido é agenda, que é agenda criativa do jogo, né? Como eu coloquei lá no episódio, é e contemplação. Se você está usando o tema de o termo de Oil fantasy, contemplação não é a admiração da simulação, o termo, o termo que a gente usa em Oil fantasy de contemplação.
É em conforme você engaja, né? Com o repertório, é ficcional que a gente vai criando sobre o mundo, mas você vai engajando isso é é pensando nas pensando em desafio, né? Só que não no desafio que O Mestre está colocando para você, mas o desafio do próprio jogo, né? Por exemplo, você andar pelos erros, né? Que por si só, mesmo que O Mestre não esteja, é ativamente apresentando esse desafio. Você está transcionado por ele, então? São.
O conceito é um pouco diferente, pelo menos o healthentes, beleza, mas valeu pelo comentário. Aí, cara, é inté. Aí o Fábio Rodrigues Vieira falou que as pessoas não são mais, elas estão só perdidas. Ainda há tempo. Eu estava justamente aprofundando nessa questão da interpretação no RPG quando veio esse episódio. Agradeço demais ao Bal por me ajudar a refletir tanto sobre o jogo.
Ô Fábio, obrigadaço cara, pelo pelo teu pelo teu feedback aí e fico feliz de de ter abordado um assunto que estava quente pra você e esse esse assunto aí, essa abordagem ter te ajudado. O luco Luciano escreveu que embora tenha votado sim, é de que ele acha que o jogador está perdido, né?
Ele não descarta a possibilidade de que haja má fé, por isso ele entende esse imolacionismo como uma forma de sentir as consequências, as consequências das ações dos personagens, usando como artifício, tal qual, como na teoria do foco do tio Nitro, que um jogo não é simulacionista, que um jogo não simulacionista pode conter focos de simulacionismo. Essa é uma forma que eu encontrei de criar um julgamento de fogo pra fazer o perdido se encontrar e o infeliz.
De má fé, se tocar é cara, é o objetivo, é meio que cercar esse cara mesmo, né? A gente garantir que ele tem um registro de atuação, Eu Acredito, é aí, é uma, é minha visão, né, sobre sobre essas coisas, me parece que o semaricionismo é a forma que a gente joga RPG, né? É, é, a gente joga interagindo com o mundo através do personagem. Então se eu tenho uma dificuldade de entender isso como uma agenda, né, parece que a gente sempre vai fazer isso, o sentido que a gente vai dar
nisso. É o que é, é o que é de fato uma agenda, né? E nesse caso, a gente cerca de uma forma mais simples, talvez assim, se a gente simplesmente enxuga, né? OOO esse repertório que a gente cria pra tentar entender. Como se joga, né? O jogo é isso aí, inclusive é uma boa referência. E o tio Nitro, né? Que fala que tem a teoria do foco, que é uma boa leitura pra quem curte esse tipo de esse tipo de viagem. Assim, a partir da GNSE, do big
model e etcetera. E o Davi Ribeiro Lima falou, cara, se eu conseguisse transmitir a informação desse episódio numa linguagem menos técnica, acredito que evitaria muitos problemas. Ô Davi, se você quer passar de uma forma menos técnica. É, pode ser bem simplão mesmo, cara. Você pode dizer que olha, se você quer jogar o jogo e interpretar seu personagem, ótimo. Mas além de interpretar o seu personagem, você vai jogar sempre pensando em superar um
desafio. Ou além de interpretar o seu personagem, você vai jogar pensando no que fica melhor pra história. E aí, você tá querendo contar com seus amigos em jogo? Ou seja, dependendo do jogo você vai ter 11 sentido, né? Pra essa, pra essa decisão que você vai tomar enquanto. Interpretando o seu personagem, eu acho que assim você deixa bem claro, né? Esse era o objetivo um pouco do episódio.
Ah, e queria citar também uma leitura aqui de e-mail, que eu fiz e recebi um e-mail interessante do Rafael shosig chosig, eu acho que fala que o nome dele, né? E ele mandou um e-mail é falando que gostou muito do episódio de 60, que a gente começa o episódio fazendo uma retrospectiva do café, né? Botando em perspectiva aí os nossos planos para o café ou e a remodelagem que a gente fez.
Para a segunda temporada, e ele fala que curtiu muito e a gente introduziu o episódio falando de playlist, né? Falando de mixtape, coisa assim. E o Rafael schorsen, além de mestre há mais de 30 anos, né? Ele também tem um podcast e o podcast dele é muito interessante, é um é um é um podcast que tem aí bastante episódio e que se encerrou agora em 2024, porque terminou o formato. É o chat mais music ali do Spotify. Acho que era muito legal, podia ouvir alguns e ele faz educada
episódio. Episódio é uma mixtape, né? Cada episódio é uma coletânea de músicas legais de rock e com comentários dele sobre as músicas e etc. Então fica 11, quase um programa de rádio assim, né? Muito legal. O podcast dele tá no Spotify ainda, vocês conseguem ouvir lá no ecos do rock e fico feliz, cara de você tá curtindo aí né o café com dânjo e ter encontrado um podcast ao teu gosto aí que aprofunda, né, o debate. Então, muito maneiro. Vale usaço pelo teu e-mail e até
a próxima. Furtos lendários e assaltos astutos parte 3 os saques mais interessantes e impressionantes da vida da frasqueta. Bom, meu falecido cunhado 1000 anos atrás roubou uma cabeça do Santo de uma lança lá no meio dos esta Terra de plantio. Vocês devem ter ouvido falar disso. Dizem. Foi inclusive assim que o bacharel enlouquecer, tentando achar uma utilidade para toda cabeça. Pois bem, os taus aventureiros foram em busca da confusão com os navalhas. Acabaram, por sorte, trombando
eles em outro lugar. Justiça poética, sabe como é o Barracão, bem pertinho de onde a cabeça estava originalmente? Um ladrão sagaz, que não sou eu, jogou a cabeça. Lembre se comparsas ladinas larápios e astutos ladrões. É o triplo a. Auxílio mágico, astúcia e audácia. Os navalhas foram atingidos por uma onda de lumpidão com inteligência de frango. Babaram mesmo, sabe como é? Até tentaram achar a fonte, mas
alguém tinha deixado a tal cabeça invisível. 25 mortos, mortos depois, claro, a tirar do spa do estado vegetativo que ficaram pobres em chegaram até a convidar um Ceifador ao lado de tanta carnificina. Foi cegado e tomou flechado também. O pessoal tem até as pena para provar. Gil o gostava. Esse e tantos outros são rumores vindos do jogo do mundo aberto de Beer goten. Se você quiser explorar aventuras como essa, pode entrar inteiramente de graça no nosso
grupo. Siga o link lá no inscritivo do episódio e jogue Beer goden com a gente. Vamos explorar com licença muito caros. Teria ouvido direito. Campanha aberta como a gente constrói uma campanha aberta, como é que a gente faz isso? Principalmente no esquema multimestres esse desafio aí
teve uma galera que topou. Uma galera, inclusive da comunidade do café, engajada aí com rolê e que resolveu cair dentro dessa Pedreira aí e assumir essa bronca, então pra gente trocar uma ideia a respeito disso, pra gente passar aí os bizuzinho deles aí eu tô aqui com o Daniel da rosa. Fala aí, Daniel, beleza? bem-vindo e. Aí, pessoal, beleza? E também com Diego cestito, fala aí, cara. E aí, galera suave, tudo tranquilo? Vamos lá? Vamos lá, vamos começar esse papo aí.
Eu tenho várias perguntas aqui que eu que eu selecionei, acho que são algumas delas ou algumas delas. Eu já sei a resposta, mas obviamente a gente vai dividir com a galera. Aí primeiro o seguinte, cara, eu queria já ir pra pra carne já da coisa que é o seguinte, por que quem tá ouvindo a gente vai resolver cair numa treta que nem vocês caíram? Que é, pô, vamos mestrar trema, vamos pegar uma mesa aberta, vamos fazer uma campanha aberta. Quais são os top 3 motivos de cada um?
Assim, de por que alguém deveria mestrar uma campanha aberta, uma mesa aberta? Conta pra mim, fala aí, Dani, começa você. Cara, é a priminha. Principal vantagem é o fluxo de jogadores, né? A gente ter uma quantidade de jogadores é engajada numa comunidade. E você ter ali. Sempre você tem mesa, né? Assim, dificilmente a gente puxa um puxa ali e acaba não rolando só quando os horários né são
mais difíceis. Aí pro pessoal é, mas em geral acaba sendo, acaba tendo jogo com bastante frequência e isso é um bom motivo pra mim, pra quem pro Messi que tá afim de jogar sem, sem parar assim, sabe? É, esse é um bom motivo, é as mesas de. De as mesas abertas, elas acabam trazendo um pouco também. É uma visão de mundo vivo pros jogadores, que faz com que eles, ao longo do jogo, ao longo da campanha, observem a evolução desse mundo, dos seus personagens no mundo e tudo mais.
EE sintam muito imersão no ao longo do do jogo, né? E, por fim, eu acho que a própria criação de uma comunidade é muito maneira assim, tipo você ter. Uma porrada de gente discutindo, fazendo teoria, elaborando EE, tendo ideias em cima. É. É sempre um prazer ver. O pessoal é se contorcer, tentando entender o que que está acontecendo, né? É pra mim, pelo menos esses são os 3 principais. Motivos mandeide, cara, eu vou repetir um pouco, né?
O que o Dani falou assim, eu acho que a comunidade, né, como primeiro, é muito legal, é. Pelo menos em trema assim, todo mundo que que entrou lá é super gente fina assim, tipo, super legal de jogar. A gente não teve problema nenhum assim com a galera, então isso é muito, muito foda. É, segunda coisa, o mundo vivo mesmo que ele falou tipo, porra, cara, eu não sei vocês, mas quando eu eu tentava jogar MMO
assim, tá ligado? RPGE aí, tipo várias paradas acontecia e nada mudava no mundo, tá ligado? E eu ficava. Com. Eles, imagina OMMO? Só que RPG de fato, tá ligado? Que tipo, a galera vai fazendo coisa, o mundo vai sendo alterado, e a outra, pô, outros jogadores vão vim aqui e vão ver isso, cara, pra mim isso é tipo, não, não tem coisa igual, tá ligado? Uhum quanto agenda, cara, agenda assim pra mim eu também, eu também curti, mas eu acho que eu não colocaria isso como terceiro.
Eu acho que tipo OOO, terceiro motivo que eu colocaria é o fato de tipo ter rotatividade de gente e você jogar com pessoas diferentes. Né? Tipo, é a mesma campanha, saca? Mas tipo, eles vão ter abordagens diferentes. Então, tipo, uma galera se preocupa com determinada frente, outra com outra, e aí você tem vários tipos de jogos assim, dentro do mesmo jogo, dentro da mesma campanha. Não fica um negócio muito
repetitivo. Então eu acho que esse principalmente assim, é um negócio que não, você não vai ter uma campanha convencional de RPG. É, cara, pra mim, os 3 motivos assim de de alguém pegar uma mesa aberta, eu diria que passa por isso também, né? Eu acho que tem. Essa primeira coisa que é o algo maior, né? Tipo da galera poder em conjunto, chegar em certas, em certas conquistas, mudar o mundo
em conjunto, né? Então esse sentimento de que a gente tá fazendo uma coisa maior, que vai para além do seu próprio grupo, eu acho muito foda, né? A diversidade também, como você falou também anotei aqui, que cara, RPG é uma coisa que é coletiva, né? De um jeito ou de outro não tem jeito mesmo, porque mesmo O Mestre tirando. A gente tem um jogo que é coletivo e quando a gente tem essa diversidade, o jogo fica mais rico, né? Porque é muita gente.
O repertório ficcional fica variado, fica fica fresco assim, é foda. EEE, eu acho que essa e tem esse fiero, né? Essa esse sentimento de Conquista que os jogos trazem, esse fiero numa mesa aberta, ele é, ele é coletivo, né? É tipo se cai um grande inimigo. Não foi só você que participou, mas você às vezes deu a notícia, outra pessoa foi atrás, o outro viabilizou, com sei lá, criando uma trilha, outro grupo foi lá. E aí, cara, quando aquilo é
conquistado, é resolvido. Você vê que, por mais que tenha uma certa, às vezes uma certa competitividade entre os grupos, eles ficam felizes em conjunto, né? Então isso é muito gostoso, né? EE, assim, pessoalmente falando, porque que vocês entraram nessa? Tipo, agora falando é o que que? Qual foi o chamado pra cada um de vocês? Como é que vocês decidiram esse rolê? Foi uma provocação, né? Pô, a gente é.
Nós fazemos parte, né? Do do grupo do treinamento ao eu fantasy, do do café e em alguma das das dinâmicas que tava rolando dentro do grupo. A gente eu não lembro qual que era o ponto em questão. Eu lembro, foi no dia que eu que eu discuti bastante, Dark Sam é com vocês?
E aí depois, mais tarde, a gente começou a trocar ideia e aí eu acho que falou uma provocação em algum momento de vocês falando assim, pô, tipo, por que que vocês não colocam uma mesa aí de air fantasy pra ver qual é que é? EE, aí eu eu cheguei pro Diego e falei, e aí, Bora? Ou foi ele que falou pra mim? Não lembro qual que foi a ordem dos fatores, mas enfim. É, eu também não lembro exatamente quem foi, que foi, foi. Foi um negócio muito dinâmico, né?
Assim como a gente é, fez a mesa, como a gente começou, foi tipo muito novo, vamos, vamos, então, vamos, tá ligado? E aí, já começou a fazer, então, e. Foi uma fritação danada nesse começo, porque a gente passou, tipo, uns 34 dias conversando num stop EE, trazendo os elementos do jogo, né? Fritando, né? Fritando foi foi foco dos 2 ali. É, ó, vou, vou, vou. Vou situar, galera, essa dupla é, é, eles são double Dragon, do, do, do plafecondanjo, da comunidade velho.
Às vezes sai um episódio ali controverso. Eu me sinto um nível de de double Dragon, com os 2 indo ali, No No ibiramp ali, só na discussão, velho. E assim eu acho que eu acho que essa essa provocação toda, ela não foi. Extremamente pacífica, né? Ela Foi muito conflituosa, né? Muitas ideias, muitas coisas. EE, eu acho que aí vocês me confirmam ou me trocam, é, é uma coisa de botar prova, né, de falar, cara, eu quero ver na
prática isso aqui, né? Tanta discussão que a gente tinha e tantas coisas assim é vocês, vocês, algum nível, vocês, tipo, tinham alguma expectativa assim em relação a essa parada, que foi tipo que vocês chegaram, cara, é, é real isso aqui ou. Meio que saiu completamente. É completamente diferente do que vocês esperavam. Conta pra mim. Cara, dentro da provocação que foi feita, né, no vamos botar a mesa.
Então pra ver é, eu acho que assim a gente teve, saiu com impressões, eu e o Diego, a gente saiu com impressões. Ele confirmou algumas coisas, né, Diego? E eu é por outro lado. Eu vi um Novo Mundo, tipo de de jogos possível pra eu mestrar que eu não via antes. Então assim, eu falando por mim aqui, né? É quando eu comecei a jogar beergoten, eu vinha de uma de uma forma de jogar que era pô, completamente diferente, pensando de o jogo de outra forma.
E aí eu olhei com certa resistência, né? Eu escrevi um texto de 15 páginas e mandei pro balbi sobre as minhas impressões ali nos primeiros 23 meses, é. Acerca do do que que eu sentia, quando, como que eu vi e quais as diferenças que eu via do estilo do well fantasy pro que eu mestrava antes, né? Tipo, eu tenho tá aí, quase 30 anos AIPG também, né? A gente é tudo meio velho aí.
Então, EEO fato de eu ter praticado de outra forma por muito tempo me fez ver que naquele momento eu eu recebi com certa resistência algumas coisas, né? E por outro lado, e aí quando chegou na hora de colocar eu mesmo uma mesa de well fantasy. Eu vi que eu eu tipo em várias dessas impressões e tudo mais. É, algumas delas também se se confirmaram, mas é mesmo essas confirmações? Elas me fizeram ver esse novo estilo de jogo e falar, pô, isso
aqui também é legal, saca? Tipo, eu não curto muito o papo de supremacismo dentro dos dos jogos, que é Ah, tipo, Ah, o meu estilo é melhor que o outro. Esse aqui é o estilo mais legítimo, tipo, é assim que se joga, coisa assim, mas por outro lado. Enxergar a legitimidade desse estilo e falar, porra, esse estilo é muito maneiro. E ter coisas legais nele que eu vou carregar para agora, para qualquer tipo de jogo que for mestrar isso para mim. Ele foi muito engrandecedor o processo.
Assim e tudo, Diego de expectativa. Cara, eu acho que assim, no geral, as expectativas boas é, elas foram cumpridas quase completamente assim, no sentido de que aquilo que eu esperava do jogo, que o jogo fosse trazer de bom e tal. É principalmente a questão da agência, né, que pra mim é é é uma questão fundamental do RPG e eu acho que o if Antas, ele ele entrega, é essa questão fundamental, é de forma assim, exemplar 100%, sabe? Tipo, é uma coisa que que não tem nem como criticar mesmo.
É então assim, em expectativas positivas, acho que todas elas foram cumpridas, algumas coisas que eu pensava a respeito do estilo e também assim, não é. Não é algo que minimiza o estilo, que torna o estilo menor, nem nada do tipo. É aquilo que, como o Dani colocou, é uma questão de tipo, assim como tem vários, várias formas de você jogar RPG. Algumas formas de r jogar RPG vão ter pontos positivos em relação a outras, enquanto outros vão ter outros pontos
positivos. E eu acho que assim serviu para eu confirmar que, pô, AUFATC, tem muito ponto positivo, sabe? É muita coisa legal, mas tem algumas coisas que também. Talvez não seja um tanto para mim assim, sabe? Uhum é, e não que assim, Ah, pô, não gostei de jogar o eventos, mas que, pô, eu gostei pra caramba. Eu vou jogar, mas também tem outras coisas que eu quero jogar assim. Em questão de estilítica de RPG, eu acho que isso é o é o principal que ficou dessa
experiência para mim. É, eu estava falando com cobre outro dia e porra, a galera acha que. Fantasia é medieval, medieval entre aspas, né? Fantástica é o meu rolê e não é velho, o meu rolê em RPG nunca foi tanto esse assim, sempre foi muito mais thriller psicológico, magia Moderna, et cetera. E aí é brabo, né? A gente entra, a gente curte outras coisas também, né? Você falou com toda propriedade isso aí agora, cara, é, vocês entraram nessa então, né, com essa provocação e tal, e pegaram
logo, acho que. É é entrar Na Na Ferrari do estilo, né? Que é pegar logo uma mesa aberta, que tipo uma coisa é você começar a trabalhar ali no teu grupo, né, que é uma escala menor. Vocês toparam 11 desafio mais porradão, né? Mas antes da gente cair nessa questão do desafio da mesa aberta e tudo mais, já que vocês introduziram aí um pouco do gosto pessoal tal, fala um pouquinho das origens de vocês, aí fala um pouquinho de vocês até.
Dentro do RPG que que você curte fazer dentro do RPG até então, ou de em volta disso na vida também? Sei lá, fala aí, Dani, de você conta você como rpgista ou como cidadão exemplar? Eu vou ficar só na parte do rpgista mesmo, é, mas cara, eu comecei a jogar RPG com 12 anos aí e comecei por girps, é? Foi uma coisa muito aleatória assim, os cara aparecendo na minha escola. E aí eu tinha a gente tinha aula de biblioteca, que era para aprender AA manejar os livros da biblioteca.
A biblioteca comprou uns livros de RPGE. Aí trouxe uns caras que jogavam RPG para falar sobre. Uns malucos de careca, de cabeça, de cabeça roxa, né? Mano, tipo, era uns cara velho era, era tipo. Os nerds, uns poucos, um pouco mais velhos do que eu era, o nerd kids, olhando, falando, olha o meu futuro. Então, assim, era tipo, pra mim foi uma parada assim que por conta da escola. Cara 11, doideira, né? A escola me introduziu o hobby que eu eu até hoje. Curto, né? E tal.
E então aí, tipo, eu comecei ali, eu peguei esse livro do por acaso. Eu conheci umas pessoas que também que, tipo, começaram a querer jogar mais ou menos nessa mesma época. E aí mais tarde, depois do gurps, eu passei muito tempo jogando o é o World of darkness, né? É tipo, a maior parte dos estilos que eu joguei eram os sistemas genéricos para poder, tipo, jogar o que quer que fosse, o que que desse na cabeça. Então o gurps é é um deles, mas, enfim, o unissistem também, né que?
Chegou a pegar um fate, né? Fate então. EE aí eu fui começar a fazer o meu próprio sisteminha ali pra pra isso, porque eu fui provocado por um amigo que estava querendo é ensinar criança a jogar RPG. Aí eu fiz um sisteminha genérico também. E por outro lado, e assim, em termos de ambientação de cenário, eu sempre fui muito do do trevoso. E aí então eu curto os o mago demais e vampiro demais. Então é, são meus cenários favoritos aí.
Tipo, ao longo do tempo eu joguei muita coisa, não sei muita coisa, mas nessa linha assim, eu criei um cenário próprio, criei um sistema próprio, joguei isso aí por muitos anos. E aí quando veio? É beergot, tem na minha vida, tipo eu também. Eu conhecia esse outro lado, que era tipo o outro lado do muro, né? Porque quando a gente era novo, a gente olhava ali para o pessoal do DED, aí era só, Ah, os moleque que não, não, não interpreta, os moleque que só
joga dado. E aí a gente, eu daquele, do meu, da minha perspectiva, ali eu olhava e falava, Ah, não é tipo, esse não é o rolê que eu curto, né? Eu curto até saiu hoje Oo episódio sobre interpretação. Foi quase uma provocação pessoal, mas é é o que eu curto no RPG? É, é bem isso. Bem, é interpretação. Esse é EE bastante parte do do, do do processo que eu vim aprendendo ali desde esse último ano. Foi como enxergar que o RPG não é só um jogo de interpretação, né?
Tipo, ver ele como jogo. É uma parada muito diferente pra mim, que foi algo que foi acontecendo ao longo desse ano e foi graças a essa provocação, aí foi graças a às comunidades com que eu participei, aí nesse tempo, né? EE, tudo mais. Então assim, o que eu curto dentro da RPG é um jogo de interpretação, de representação e tudo mais. Mas eu aprendi que eu gosto demais também de jogo, de desafio. Eu entro na mentalidade do tubarão conquistador que quero,
quero vencer desafios. EE, isso reflete um pouco no rouba tumber, né, que você está trabalhando? Sim, o. Jogo autoral, né? É, eu estou criando ele. Ele no começo eu comecei com essa ideia de fazer dele um jogo de representação e pá. E hoje em dia, se você olha assim, ele é oleoso de cabo a rabo, né? Breeping retoril é ele, porque eu fui vendo que porque eu estava querendo que era esse trazer um pouco da estética old School.
E misturar brasilidade. O jogo de desafio entrega muito melhor a experiência que eu estava querendo propor do que um jogo de representação mesmo. Então agora você olha, ele é assim, óbvio, tem meus freecotes pós modernos, mas ele é um DD like, né? Tipo, ele é é um DD like mesmo. E aham e com. Com as suas vantagens e desvantagens no estilo. Mas eu e aí eu, eu embaso. Explico dentro do livro, né? Qual é que é? Mas aí está em produção aí, pessoal, que qualquer momento
antes de 2077 deve sair. Ou antes, Mano, eu livro com você. Ô, Diego, conta pra gente aí, cara. Cara. Volta do do, do, do rolê que que você curte, o que que você faz? Quem é você? Beleza, é assim também tem uma história parecida de como comecei no RPG e tal, né? Tipo, inclusive, era um sistema que eu nem nunca mais vi. Era tipo um folhetinho assim, sabe? Tipo 111 folha de revista que meu primo me entregou que tinha lá umas regras, com o the 20 assim, a gente jogou aquilo
assim, tal. E pô, baixei a primeira vista assim, um negócio, e daí, pô, joguei um pouco de ADID, joguei. Tudo de de storyteller possível, né? Tipo que sempre foi a minha, a minha pegada favorita, assim, principalmente, é mago, ascensão, lobisomen, apocalipse. Era um bagulho, que tipo porra é? Eu gostava bastante de lobisomem, ainda gosto assim, acho, acho que maneiro é e cara, depois eu peguei e fiquei um bom tempo assim, jogando desde terceira edição.
Joguei muito isso, cara, tipo, foi um negócio que eu mais joguei junto com com com girps. É, e minha paixão hoje em dia é Aras mágica, né? Tipo, é meu jogo favorito assim por muito e por diversos motivos, né? Assim, tipo, o Dani tem a pegada que ele esqueceu de falar do do RPG para ele é Oo amor líquido, né? É tipo RPG de on shot, já eu eu gosto de de campanha, né? Tipo, pra mim a campanha é assim, pô, a campanha tem 2 anos, ela tá no prólogo ainda, né?
Tipo, tem esse lance pra mim assim. E a mais que entrega, é bonito isso, né, cara? Então, e as mágica, entrega perfeito isso, né? Tipo, o jogo é basicamente é de longo termo, né? Então é, cara, eu, ao contrário do Daniel, eu não tenho pretensões assim de game designer, né? Tipo, não, não é uma coisa que me pega muito, eu gosto de jogar e de de mestrar só, embora é eu goste de de fazer a parte, de pegar as coisas, pegar o sistema e mexer nele, né?
Isso daí é uma parada que. Me pega e passagem. Botar na mesa, ver o que eu quero mudar. E aí mudar. EE, é isso, né? E vamos testando. Vamos ver no que vai dando certo, que vai dando errado. Uhum. E é isso. É interessante, né, cara? A gente tem aí. Então é 2 caras que não vieram de uma tradição tão forte do DD clássico, né? Na verdade, nada do DDD clássico. A experiência de vocês é bem outra, né? E caíram nessa armadilha aí do do doil fendes.
Interessante. Agora voltando pra essa questão aí do do, dessa mesa aberta, né, vocês estão com trema, é, você já deve ter uma galera que está ouvindo, já deve ter, é ouvido alguma vinhetinha que a gente lançou aí, né, nos episódios sobre trema, que é uma das mesas abertas que tem na comunidade, que chama as pessoas de fora, é, é uma mesa gratuita aberta. Então a comunidade que vem crescendo, vem vem trabalhando bastante aí OOO, estilo né? E cara. Quais foram as influências de trema?
E aí, eu não tô falando necessariamente do all fantasy, né? Assim de jogos, mas de jogos, né. Mas o que que trema traz assim? Se vocês fossem uma banda, o que que vocês estão trazendo aí de influência do som que vocês estão fazendo? É, tem várias coisas aí, né? Eu acho que dá para começar citando cidades distópicas reais assim, tipo São Paulo, tipo Rio de Janeiro, né? É, eu acho que trema tem muito
disso. Assim, é uma cidade é onde não é legal de se viver, né, onde o governo é um aonde ele existe, né? Ele é 11 entrave para as pessoas, mas na maior parte da cidade ele é inexistente, é, e ele tá ali para atrapalhar, né? A cidade tá ali para atrapalhar os jogadores assim. É tipo um negócio insalubre, é corrupta? É. É suja, sabe? É. Então eu acho que mais do que buscar na ficção isso assim, acho que não faltam exemplos ficcionais de de cidades assim.
Mas eu acho que a realidade também traz. É um peso muito grande assim, né? Que a gente tá tá inserido assim e é mais fácil de de entender como funciona. Eu vou ter que discordar do Diego aqui, porque eu acho uma cidade muito boa de se viver contando que você esteja nas camadas superiores. Olha que delícia de cidade tem até até lá embaixo tem uns bairrozinhos melhores, né? Mas é de fato assim é. É uma cidade que é toda dividida, né?
E ela traz muito dos reflexos do que a gente analisa, do que a gente observa no mundo. Real e a gente transforma em uma fantasia pra gente poder é lidar com isso, tipo, transformar isso em de certa forma é. É uma forma de arte, né? A gente observa o mundo e tipo, traduz ele numa outra realidade, em que a gente possa ali, nessa outra realidade, lidar com isso, brincar com isso ou fazer nossas observações críticas EE afins, né? Então.
De certa forma, é eu. Eu até brinco que é eu e o Diego. A gente tem visões diferentes de fato sobre o trema, né? Porque ele, até os guardas dele são tipo quando, quando ele está interpretando, eles são mais malandros. É uma parada meio mais, mais carioca, ministro, os meus são e os meus são mais Paulistas mesmo assim, sabe? Tipo o cara meio sanguinário, meio sabe meu, é coisa que a gente observa, né? Tipo coisas que a gente as influência que a gente vai trazendo para dentro do jogo, né?
Fora que ele é fã de One Piece ou não, né? Então? É, tem isso também. Eu acho que é uma, é uma. É uma influência importante, eu acho Oo One Piece, pelo menos nas nas coisas que a gente construiu do mundo externo, né? AA tema, porque tem essa dimensão do do Rex coral, né? E da descoberta, e assim, não só o One Piece, mas essas, essas fantasias. Onde você tem é. Uma verdade oculta sobre sobre o mundo, sobre a história, né? EE, eu acho que isso faz parte
do do nosso jogo também, né? Essa brincadeira de AA feather, né? É do do mundo. Ela não é só 11 lugar para você pegar ouro ou para você enfrentar o monstro, né? Ela tem ali, no geral, coisas que você pode descobrir sobre, sobre sobre o mundo de trema e et cetera. Então acho que é 11 questão importante também. É, de certa forma, AAA parte do que é mais importante pra gente. Quando a gente tava criando era justamente estabelecer essas verdades do mundo, né?
EE, deixar no mundo pistas pra que os jogadores fossem descobrindo isso, né? De certa forma, a gente é balizou um pouco as nossas features em em em pensar como que elas também comunicam um pouco sobre as verdades do mundo, né? Pra que? Com isso, os jogadores, ao longo da das das campanhas, ao longo da dos jogos, aí é fossem adquirindo essas informações, fossem de compartilhando, fossem descobrindo um pouco mais.
E tem sido um processo muito divertido ver como que eles interagem com com essas informações que eles vão descobrindo. É como que tipo descobri uma coisa nova. Muda a percepção que eles tinham sobre o mundo e sobre as coisas antigas. Eles às vezes adotam um lado. Né? De pôr numa numa. Assim existem povos oprimidos dentro de trema. E aí eles adotam aqui, abraçaram esse povo. Mas aí às vezes eles veem que dentro desse próprio povo é existem também gente muito ruim.
Existem facções internas ali que não não são legais de de conviver, sabe? Então vê. Como que essas? É a própria forma deles se distanciando ou se aproximando da das dos grupos políticos que existem em tema. Em tema é, tem sido bem divertido. Maneiro, e isso isso vocês estão falando, descrevendo bastante um essa esse lado City Kroll do jogo, né? De que a gente tem várias facções. Essas facções de forma geral não
estão pra brincadeira. Os os jogadores, eles meio que é entram no jogo ali das facções ou vão ficar oprimidos por elas de alguma forma, né? Então o jogo. É claro, a gente está falando de jogo, olha o Fender, então ele puxa pelo desafio. Certamente essa falta de espaço, né? Essa coisa de ter que lutar por uma certa autonomia, né, perante as facções, é uma coisa muito presente. Mas fora isso, né, essa coisa do da coisa dentro da gaiola, né? É uma gaiola.
O que que qual o lance desse dessa abertura para fora, né? O que que é a exploração fora da gaiola? Como é que é o Rex Kroll que se alia ao City Kroll? Como é que se construíram isso? É na. Na verdade, a gente tava falando até da disso, desses elementos também No No Rex Kroll, na real, porque boa parte das informações que eles têm do do cenário e do mundo também estão lá fora. Porque é isso, é uma é uma cidade que está isolada faz 1000 anos. Do mundo.
Eles não sabem o que tem no mundo de fora. O que AO que é no mundo de fora é a estranheza, né? Que que é um lugar que até um ano atrás era e as pessoas que saíam da gaiola não duravam mais do que horas do lado de fora e elas não conseguiam nem voltar. Com o tempo, isso foi se modificando. E é, e agora eles é. Eles estão começando a descobrir o que que aconteceu, tentando descobrir o que aconteceu lá fora também. Né? E aí, Oo mundo está de fora. Tem informações inclusive sobre trema, né?
Tipo, sobre como era trema antes, o que que aconteceu ao redor e tudo mais. Então é acaba que o Rex krall, ele serve. Ele também tá nessa, nesse espaço de de investigação, né? Do mundo. E essa informação vale dinheiro, né, essa informação? Volta tem um cara que é inclusive um cego, né, que coleta informações. Como é que é esse rolê da da informação, da gestão da informação dentro do jogo? É a gente, o homem cego. Ele é nosso, é nossa. É, digamos, ele. Ele é quem recebe os rumores dos
jogadores, né? E o rumor é a experiência. A gente tem 11 forma de contar a experiência ali, que que os rumores acabam falando bastante, né? Tanto entregar o rumor quanto depois escrever tudo isso acaba tendo um valor bem alto, então o rumor acaba tracionando bastante. É o jogo junto com o Tesouro, né, que é ainda é um BX, ainda é, é XP por ouro, né? Aliás, não BX é o caves, né? É BX, é XP por ouro, mas.
O objetivo que os jogadores, eles vão, eles têm ali fora, acaba sendo passando por encontrar tesouros e tudo mais. Mas além dos tesouros, é por conta disso, né? De de como a gente articulou a importância dos rumores, né? Que a descoberta de elementos do mundo é também dão bastante experiência. Acaba que os jogadores é eles têm 11 interesse tanto mecânico quanto o próprio de a curiosidade intelectual pra descobrir o mundo. É então Oo Almir cego, né? Ele é recebe essas informações
quando eles voltam, né? Quando os jogadores voltam EAE ele, a gente conversa de pedir vídeos, rumores, quem quem é é fã aí do do café com Daniel já ouviu o Almir cego um bocado de vezes na voz do Diego EOO ele AA gente tem essa essa questão de de trazer pro pro pros elementos do jogo. É a busca pela pelas verdades do do mundo, né?
As a busca pelas verdades do do mundo de trema, OX krall, ali ele ele se presta AA trazer informações sobre o mundo e ao mesmo tempo eles têm também desafios e tesouros. Então eles têm masmorras, né? Até quando o Bob jogou, ele limpou uma masmorra, ele tirou até o. As as armadilhas ali é, é a gente, tem, a gente tem ali os elementos clássicos da fantasia, né? Tipo do do jogo old School mesmo dentro do do x Crow, o que a gente traz de um muito diferente é o City Kroll, muito louco, né?
Que a gente fez com navegação, com zoom, é absurdo. EE, isso é bem é, é assim, é, é bem diferente até para mestrar, é um é um desafio enorme. Loja a loja né, rua a? Rua inclusive, é, virou até tipo assim, algumas sessões de listas amarelas, né? Do pessoal andando pelas ruas e falando, pô, aqui tem uma loja assim e se faz aqui. Se eu virar para cá, é essa rua que vai ter não sei o que, não sei o que, não sei o que. E teve algumas sessões do pessoal fazendo esse, esse mapeamento mesmo.
Você parecia Google car, né? Mais de 1000 episódios na primeira temporada, um podcast premiado por suas reflexões sobre o jogo, entrevistas e convidados em uma nova temporada com muito a oferecer a comunidade do RPG. Aventureiros? Numa busca por mais episódios na semana, te convidam a fazer parte do grupo de Telegram, participar de sorteios e enriquecer seu jogo. Esquente a água, moa os grãos e pegue os dados. Apoia.se barra café com Dancing. Contamos com você.
Vocês estão em busca de ouro e Glória, pois eu posso lhes ajudar. EE cara, vocês tipo, qual o tamanho de trema? Cara. O tamanho, em quilômetros quilômetros quadrados. É, sei lá, a população ou em tipo sei lá, vocês, vocês têm essa ideia de quantas ruas têm, quantas quantos estabelecimentos têm, como é que funciona isso? Essa construção pra vocês? Cara, a gente tem ideia. A gente usa 11 ferramentinha pra
pra fazer o Tracking disso, né? Eu acho que assim o trema deve ter o que, uns 40000 habitantes, 50000 habitantes? É isso. Era tipo uns 60, né? Isso eu, eu, isso foi um alvo de discussão quando a gente tava criando, porque eu tava já, né? Eu, eu, eu tava trazendo aqui uma experiência. Tipo de cidade que eu queria, São Paulo, tá ligado? Tipo, eu quero 1000000 de habitantes nessa porra. E aí o Diego falou, você tá maluco? É tipo, como que a gente vai
rastrear essa porra? Não tem, é impossível, né? Então aí a gente foi negociando, foi conversando ali. Aí 60000 habitantes, é isso aí, é o que temos mais ou menos. É, são 60000 habitantes e assim ela é grande pra caramba e dentro dessa, dessa ferramenta, a gente consegue ter um controle ali, tipo de tudo que é na cidade mesmo.
Inclusive, quem é num beco aleatório, qual que é a loja que tem ali, qual é o nome do cara, quantos anos ele tem, qual é a família dele, de que hora, que hora ele fica na loja, sabe? É meio maluquice, é um pouco de maluquice, mas a gente queria dar esse esse zoom assim pra sentir como que IA ser, né? Tipo pegar e falar assim, pô, beleza, se a gente fizer 11 tentativa de tipo simular ali. Não um pra um, né? Porque é impossível, mas tentar tipo 11, nível de simulação bem
alto nesse sentido, né? Tipo da gente ter uma consistência grande, tipo de a gente poder olhar em algum lugar e tá ali assim, né? EE quem curte esse barato? Como é que vocês fizeram isso? Tipo, vocês botaram um ChatGPT pra fazer, vocês fizeram uma loja por loja, aqui tem 100 lojas nessa rua, constrói, vai, começa aí, você nos pares que eu vou, nos ímpares. Como é que foi isso? Não, na realidade é uma ferramenta específica de de cidade medieval, assim, a ferramenta ela, ela, ela, ela
constrói a cidade pra você, né? É claro que tipo, você customiza, né? Tipo, a gente customizou um Monte de coisa, cara, porque a gente queria algumas estruturas específicas, né? A gente queria que, pô, determinado lugar tivesse uma estátua tal, com uma história tal, em determinado lugar, a gente quer que tipo tenha mais loja, menos loja, que tenha casa de não sei quem, Ah, tal bairro é dos magistas, tal bairro é tipo da sabe? Então tipo assim, a gente customizou muito, né, com essa,
usando essa ferramenta. Essa ferramenta, tipo, ela gera muita coisa, né? E aí, tipo, gerando muita coisa que a gente customizando. A gente chegou nesse resultado que que assim, pelo menos pra mim ficou bem interessante. É 11 coisa que é, apesar da gente ter gerado tudo e tudo mais, as coisas só tem validade quando entram na mesa, né? Então é, a gente tem isso gerado como sobretudo uma salvaguarda.
Para a gente não ser pego desprevenido caso alguém não reivindique nada e esteja fazendo uma investigação. E aí a pessoa olha para um lugar e fala o que tem aqui? E ela não tá tipo ela própria dando tração, ela própria não tá criando. Então a gente, ao invés de ter que na hora criar tudo, tudo o tempo inteiro, porque considera o tamanho do negócio, e você criar a loja e a loja, imagina o nível de processamento, né? A gente fez um outsourcing aí desse processo, então só que é isso, tipo.
Vez ou outra a gente olha, eu vejo um nome lá e falo, porra, tipo inspirado pelo nome que o negócio dá. Vou lá, crio alguma coisinha, é o nome que Oo nome dos dos próprios personagens. Assim, tipo, em geral, eu não sigo nenhum dos nomes do site, porque eles são nomes gringos. Eu dou uma portuguesada neles, dou uma brincada com com os nomes assim. Então é, a gente usa a ferramenta para auxiliar, né? No No processo de criação.
Né? Mas ele não, ele não tem é supremacia nenhuma, porque o que vale é a lei da mesa, né? Tipo, a gente é, estabelece que tipo. Aí aí, uma vez que tenha passado pela pela lei da mesa, a gente alimenta um outro lugar, que é um outro mapa, que então a gente tem Oo mapa, tipo do gerado, e tem esse mapa que é pós jogo, que é um mapa que tá ali, né? É que é onde está estabelecido já o que que apareceu dentro da mesa, né?
Tipo, você mesmo falou que em beergoten é o mapa inicial, era uma coisa, e aí, tipo, depois, com as edições dos jogadores, tem um bilhão de pins, né? Especialmente perto da frasqueta deve ter um bilhão de pins. A com a gente é a mesma coisa assim, tipo ali perto da Taverna, um bilhão de pins e uma grande parte da do mundo ainda a ser uma piada, né isso? Doideira e cara, é uma coisa interessante que vocês falaram muitas vezes. É que tem esse esquema, né?
Do da mesa aberta que a gente costuma rodar ali, joil, frenntas, né? A gente tem birgota e tem finis Terra. Tem algumas experiências que mais ou menos tem um molde, né geral, que é, a sessão começa, os jogadores começam no lugar normalmente, eles passam ali por, sei lá, de repente se prepararem para a sessão, vão para para uma incursão. Como é que é o esquema que vocês estão, que vocês construíram? De sessão pra pra trema, né?
Mas mais do que isso, na verdade, eu isso é uma coisa, uma coisa que a gente pode é, quero abordar antes, que é o seguinte, é uma pergunta específica em relação a, por exemplo, timer. Outras figuras, né? De metajogo que a gente tem, vocês deram desculpas, por assim dizer, vocês é ancoraram isso na ficção. Né? Então como é que vocês pegaram esse esquema de aventura, esses elementos tipo timer, né? Como é que vocês transformaram isso em ficção?
Como é que foi esse rolê que vocês que vocês criaram? É, eu posso começar? A gente tem. É sobre esse lance do da estrutura, né, de de uma aventura. É, a gente tem uma já entra nas desculpas, né? Que é bem. Porque a gente tava pensando, pô, tem o Rex krall, né, EOX krall ele é, é, tem o zoom EE, vai gastar muito tempo, né? Então pô, como é que essa galera vai fazer o Rex krall, né?
Tipo, eu falei, Rex krall, enfim, tem o sitio krall, né, tipo, você vai andando na cidade, você vai começar na cidade, você tem que sair da cidade pra chegar lá na estranheza, né, e pô, isso vai levar tempo, né? Então, pô, a galera não vai querer fazer um Rex krall por causa do Cronômetro, a gente pensou, pô, e se a gente fizer que aguarda, aguarda escolta. Né?
Porque a gente tinha já um estabelecido uma verdade, né, sobre o mundo que é interessante pro pro estado de trema que os aventureiros vão pra estranheza, coletar coisa, né? Então assim, beleza, a guarda vai, ela pega você, né, e te leva até pra fora ali da gaiola. Só que ela ela vai cobrar, né? Tipo, se ela souber que você está saindo, ela vai saber que 1 hora você vai voltar e tudo que você voltar tem imposto.
Né? Então, pô, é, tem esse esse lance, você vai pagar imposto, mas aguarda, te leva lá fora e você tipo, tira esse essa parte do é, você corta o tempo, é. Então assim, você pode querer sair por por sítio, crual, entrar numa viela, pular um muro ali, tipo, e sair da cidade, você aguarda te ver e depois voltar sem você vai economizar sem imposto, mas você vai gastar tempo, vai ser mais perigoso e etcetera, tem esse equilíbrio, né, entre as coisas, e tem ali
tá ancorado numa verdade ficcional que é uma coisa que é bem cara pra gente assim. Aí EOO. Timer qual o motivo do timer, por exemplo? O timer é, a gente colocou tem 2 tipos de timer, né? O de hex Kroll e o de City Kroll. O de City Kroll é, ele é o mais variável, porque assim a cidade tem uma porrada de perigos e você não tem controle sobre o que acontece na cidade. E você tem uma porrada de
facções ali e tudo mais, então. Uma vez que o timer story, você está dentro da cidade, você é vitimado por alguma das facções, por algum motivo, alguma coisa acontece, você, pô, caiu, acabou que rodou, é por algum motivo assim, alguma das facções estava em briga, você tem alguma? Até tem incêndio que rola, tem acidentes, né? Ou você desagradou alguma delas, né? Como os jogadores são em em desagradar alguma delas, então nunca é difícil escolher a que
está mais puta com ele, sabe? É, por outro lado, lá fora, é, tem uma verdade ficcional envolvida. Os jogadores descobriram que depois de um tempo que você passa lá fora, tipo, pode ser que você seja modificado pela estranheza e você seja transformado Por Ela. Então os jogadores não tem certeza. Tipo, no mundo ficcional, quando que isso vai acontecer? É, mas os personagens daqui dentro do mundo sabem que é um risco. Então todo aventureiro que sai, ele não tem certeza se ele vai voltar.
O que é possível que ele seja transformado? EE, uma vez transformado, eles não conseguem voltar. E aí seria o timer e estourando. É o timer e estourando, já aconteceu, já, já aconteceu. É Na Na penúltima sessão do jogo. Aconteceu com eles dentro da cidade, tipo, eles estavam ali na parte que a cidade e a gaiola, né? A gaiola é maior que a cidade, bem maior que a cidade, então tem toda uma região de campus
ali. E eles estavam andando do entreposto do adeus, que é a meio que AA saída ali pra da gaiola, pra dentro da das muralhas, né? Então eles estavam nesse caminho entre a cidade e a área externa, e aí eles foram brigar com guarda. E aí estourou o timer. Eles foram capturados. É pra quem não tá ligado. Normalmente essas mesas, elas têm 3 horas que você começa a sessão e tem que terminar, né? Ela é episódica, então o episódio termina em 3 horas de
sessão. E aí no caso você tem essas 2, esses 2 timers, é um de dentro e um de fora, é e aí é isso, né cara, você, vocês têm uma justificativa interessante aí pra pra esse pra pra esse timer, tanto tanto dentro quanto fora. EE, como é que é esse esquema da galera começar o jogo? É, tem algum? A galera tem um Porto Seguro, eles começam num num lugar que é seguro. Oo Siri Kroll em si, né? Se eles estão junto com a guarda, é considerado seguro. É agora, se eles não estão, como
é que é a gente? Vocês não, eles não estão com a com a guarda, estão no meio da cidade. Está vai ter que rolar um City crowd. Eles tem que chegar até onde? Como é que é esse rolê do Porto Seguro, do ponto inicial de aventura? É, a gente tem, a gente tem a Taverna, né? Oo jogo, ele começa sempre nessa Taverna, que é tipo 11, iniciativa público privada do estado de treino, pra que os aventureiros fiquem próximos ali do da da saída, né? Então você tem a Taverna que é esse Porto Seguro, né?
Então assim, se você tá dentro de trema, você tem que voltar pra Taverna, né? É ou encontra guarda, porque isso eles vão te levar até a Taverna.
Agora você está fora, você tem que chegar ali até o entreposto do adeus, né, que aí, tipo, se você for escoltado pela guarda, se é uma incursão oficial, né, a guarda se responsabiliza por você, tem essa essa questão aí é então assim, no geral, é basicamente isso, pô, você tem que voltar para Taverna ou se é oficial ali, Oo Rex Crow, você volta para para o entreposto do Tadeu e você já está. Você já está safe, já.
Quando a gente tava criando, né, as o mundo e pensando nas possibilidades dos jogadores dentro da do que que eles poderiam ou não fazer, é a gente tava eu, eu, pelo menos me preocupo bastante com esse esse rolê das facções, né? Então oferecer para eles saídas, né? EEE. Tipo mecânicas mesmo de ó, pô, a gente pode descansar aqui porque a gente tem um de nós é aliado dessa facção, ele vota por nós. E isso confere aos jogadores essa, essa uma percepção de que há uma vantagem de você fazer
parte dessas facções, né? Só que, ao mesmo tempo, uma vez que você faça parte de qualquer uma das facções, você também tá pisando nos pés de umas tantas outras. Então eu acho que esse dilema é interessante, de trazer esse dilema pro jogo, trazer esse dilema pros jogadores. Os jogadores ficarem pensando em qual facção eles querem se aliar, né? Tipo, eu acho que traz um é um jogo interessante. Eu como, né? Fã de de jogos políticos, eu acabo é me satisfazendo demais
com isso assim. Se fosse montar um sistema em cima de trem materia lá a tagzinha da fação sabe pro jogador escolher. Maneiro. E isso é uma coisa curiosa, né? Porque se a galera não tá, a galera saiu com AX krall, sei lá. E a galera não tá protegida pela pela guarda, então a galera sei lá. Fez um buraco no muro, voltou. Então agora eles têm que fazer o siricroll. E esse siricroll. Como é pormenorizado, né?
Eles têm que andar rua por rua E lembrar onde virar, porque se não vocês estão num labirinto, né? É um labirinto. Então eu já vi a galera falando, porra, eu tenho que agora lembrar o rua, a rua E o e a galera tá fazendo mapa de rua, né, cara? É. Muito doido, inclusive, né? Quando a gente começou, é, eu tinha uma ideia mais de de point Crow dentro da cidade, né? Tipo de ter o cit Crow é bem aliado a um pont Crow de pontos de interesse, né?
E tal. E aí, tipo, Dani falou, pô, cara, não, não vamos fazer assim. A cidade é um labirinto, né? Né? Tipo, vamos jogar o jogo com a cidade como um labirinto. Então a gente tem que saber, vai virar aqui, onde vai cair e tal. E eu, eu eu tava bem cético, né, que isso IA funcionar, pra ser bem sincero assim, entendeu? Acho que esse jogo aí não vai virar, mas eu acho que no final, virou, virou, virou sim. Muito bom. EE isso.
Isso é uma coisa, uma coisa que tem assim aquele módulo clássico, Siri state of the invisible worlords, né? Que tem sapataria e não sei o que eu falei, nunca, nunca vou jogar isso. E os caras estão mostrando aí que é possível, né? Não é, é possível. Eu não sei se é se é legal, tá ligado pra todo mundo? Talvez você vai jogar e falar, puta, que bosta. Mas tá lá, tá ligado? Por enquanto tem gente interessada assim. Foi muito louco ver, tipo gente que falava, que porra. Bardal, né?
Abraço bardal falando que me perco em shopping, Mano, é tipo, eu nunca vou conseguir navegar. E aí hoje ele é o cara que sabe chegar num posto de guarda que mais ninguém sabe. Assim, tipo um domínio absurdo, tá ligado? De repente, o cara sabe, me ensino como ver, ensino como ver melhor é dentro de trama do que ele sabe no Batel, né?
Pois é, pois é. Pois é, mas assim, ver isso acontecer, ver como que os jogadores tomaram pra si, OOO cenário, eles começaram a pegar e montar o mapa deles é muito bom, cara, o mapa deles é muito bom e é muito satisfatório ver mapa de jogador do tipo, porque você tá narrando ali, você tá falando o que tá acontecendo, né, que eles estão vendo, mas você tem um mapa na sua frente, tá ligado? Eles estão com aquilo ali na cabeça, estão tendo que fazer do zero e. E é muito impressionante ver
como que eles acertam, sabe? Tipo, baseado na descrição, baseado na conversa, vez ou outra tem um erro aqui, o outro ali, vez ou outra, uns erros. Dá um pau, né? Porque eu, tipo, o cara fala não, mas o meu mapa tá tá assim, mas em geral é, acaba sendo muito bom. Agora tem esse lance do de como funciona a sessão, né, o fim da sessão, o timer, etc. E os mapas que vocês falaram? Então existe um conteúdo sendo gerado pela comunidade, né?
E essa comunidade interagindo. Como é que é o off game de trema? Cara, é interessante. Assim é os jogadores. Eles criaram um grupo, né? Para eles assim que para eles planejarem, né? A longo prazo, né? Porque é para navegar nessa questão das facções. Pra pra planejar, por exemplo, adquirir uma casa pra pô, nessa casa a gente vai fazer tal
coisa, né? Então esse off é do ofereço propício, mas os jogadores a gente a gente tenta não não empurrar muito nessa direção, né, eu e o Dani, mas os jogadores mesmo acabaram se organizando pra pra continuar jogando em off vamos colocar assim, né? Tipo continuar planejando, é fazendo coisas acontecerem e etcetera. E troca de informação? Existe algum tipo de rivalidade? Ou pelo contrário, é. Vocês têm experienciado uma comunidade muito unida que troca
informação, que troca mapa. Como é que funciona isso? Então a gente tem até agora, pelo menos é uma comunidade bem unida. Assim é o pessoal. Eles eles trocam bastante informação, os mapas. Eles são postados assim No No, no grupo, né? A gente tem um canal lá só de de recursos dos jogadores, né? Então, a maior parte das coisas ela é compartilhada entre eles. Mesmo assim, é além das mecânicas de rumor, de de relato, né? E tal. É os recursos mesmo. Eles são.
São bem abertos. Isso. Me impede, por exemplo, de alguém é guardar informação pra si, né? Pô, eu quero fazer um mapa EE, eu quero guardar pra pra pra mim esse mapa. Ele é meu, né? Tipo, não preciso compartilhar com ninguém se não tiver vontade. Mas por enquanto o que a gente tem visto é compartilhamento mesmo. Maneiro. Agora vamos pra pra um outro assunto que eu acho importante e relevante dentro disso que é o desafio, né?
Um pouco mais agora falando do desafio da mesa, da mesa aberta e aí começar falando de organização em Infra, vocês falaram aí né, de gerador de mapa pra pra medieval, fantástico com com gerador de ruas, etcetera. Vocês falaram de enfim, de de várias coisas aí que que pedem um certo bookquiping também, né? Uma organização é qual o kit básico de infraestrutura para mesa aberta de trema se vocês fossem botar as ferramentas assim, que que é o kit básico?
Cara, eu acho que assim é. Tem o básico e tem o que a gente faz, né? Mas é porque. Tem essa parada minha, principalmente, de ser bem maximalista, né? Você não tem o minimalismo, o maximalista. É culto da PrEP. É isso, é a gente. A gente usa uma ferramenta, né, tipo, que é própria para RPG, para capital da RPG que chama canka, né? E dentro do canka é, tem uma estrutura interessante assim que você consegue criar. Pô, é lugares e dentro de lugares, lugares e et cetera,
né? Então, pô, tem uma masmorra aí, dentro dessa masmorra tem cada sala, a gente pode mapear. Tudo, né? E colocar os pins específicos aí cada PIN é uma entidade que a gente consegue lincar com outra, fazer tippelink, citar e etcetera, né? Então assim, a nossa estrutura básica é, a gente tem 2 mapas principais, que é Oo de Rex krall e o de City krall, né? E esses mapas, os 2, eles têm os pins, né?
Então a gente tem um PIN de feature de sei lá, lugar de facção, de não sei o quê, de não sei o quê, e a gente vai
adicionando esses pins ao mapa. E cada PIN desse é uma entidade, com suas próprias descrições, com seus próprios links, etc, etc. É então assim, esse bookeping, ele parece ser pesado, mas na realidade não entra ligado, tipo assim, porque a gente vai adicionando as coisas aos poucos, é, não é um trabalho que a gente vai, pô, faz de uma vez e gasta horas, não, a gente vai conforme, vai jogando e tiver
adicionando, né? Porque, pô, a gente tem aqui uma coisa que foi vista, então a gente tem que adicionar esse PIN aqui específico que os jogadores já viram, então já tá como lei da mesa ali, né? É, e eu acho que pra embora tenha essa parte de você fazer esse trabalho manual, isso facilita tanto o cara na hora de você jogar, porque é como tem 2 pessoas fazendo, é difícil você manter um sem isso, né?
Sem esse booking, um Tracking do que do de coisas que já apareceram, et cetera, que vai fazer ficar consistente do jogador, né? Porque eu acho que muito dessa aparência de mundo vivo vem da consistência, né? Se a gente for inconsistente. O mundo ele parece, sabe, tipo, parece uma coisa muito, muito irreal, muito em verossímil, né? Tipo, não queria usar verossímil, verossímil, mas
tipo, porque não é bem isso. Mas tipo é muito, muito líquido, muito gasoso, vamos colocar assim, não é sólido, tá ligado o mundo não, ele não fica sólido. Então é essa facilidade de você poder visualizar no mapa, clicar aí para lugar e ver o link o que que tem ali e tal. É uma coisa que facilita demais esse negócio de ter 2 pessoas fazendo o jogo demais. Que é o multimestre da da questão, né? Exato. Mas o que é além disso? Vocês jogam pelo pelo é como é que é pelo Telegram?
Né, pelo Telegram, é. Uma comunidade gerida também no Telegram, né? Isso isso a gente usa o filme também, né? Mas assim, AOA parte do sistema. Ela é muito, muito pequena, né? Então, tipo, não tem muita coisa. A gente não usa mapa para o jogador, a gente não usa too, que a gente não usa nada, né? Tudo teatro da mente. Então a parte do VTT ali é praticamente, sabe, é, a gente poderia usar a gente, é, a gente poderia rolar, rolar pelo pelo Telegram mesmo usando um bote,
sabe? Só uso porque, pô, a gente configurou está lá e é fácil de usar, é, é um repositório de fichas sobretudo, né? Acho que facilita muito para a gente ter um sobretório de um repositório de fichas de inventário, né? Dos personagens, então isso ajuda, mas OA principal característica do. Do founder, né? É pra gente. Acaba sendo essa porque o jogo todo roda em teatro da mente mesmo. E esse gerador aí que vocês
comentaram, qual é? É o fantasy Town fantasy, eu posso até te mandar o link lá depois. É fantasy Town generator. Isso fantasy Town generator. E é muito. Legal que ele ele. Permite fazer bastante. É ele, ele não só ele permite fazer as modificações antes, né, prévias.
Então, pô, se você olha, é é muito da hora que ele é. Ele representa muito bem o que a gente discutiu antes, sabe o que é, o que a gente elaborou antes ali é você olha fisicamente ele, tipo, na hora que você bate o olho, você entende tudo, todas as AAA partir das descrições que a gente deu e olhando Pra Ele, você fala, nossa, tudo faz sentido. Ele, ele permite uma customização muito boa e. Querendo ou não é, a gente acaba recorrendo bastante a ele pra a gente justamente não ter que ficar.
É criando, né? Todo a qualquer momento. Então assim eu recomendo bastante pra quem tá afim de de tipo ter 11 estrutura legal e vai fazer em cima de uma cidade que que sabe que tem importância dentro do seu jogo, né? Porque é ok se você se você tá mostrando um jogo, porque a cidade vai ser meio point, Crow e. As coisas ali não importa muito, sabe? Tipo casa tal e estar num lugar. Você pode muito bem fazer só 11 desenho ali, recortar ele e já era, né?
Agora se você está afim de de encarar 111 City Kroll, denso meter um zumzão lá e tal, aí eu recomendo demais, porque facilita muito. E bom, é voltando essa coisa do desafio, né? Você tem essa Infra pra justamente. É tornar possível e interessante, consistente. É 2 pessoas mestrando, que é um desafio brabo mesmo, né? É?
Quais são os outros desafios para além dessa questão de de um informar o outro que rolou na sessão, como é que, como é, quais são os desafios e como é que vocês trancaram esses desafios até agora? Eu acho que essa é a parte mais assim, o pós jogo, né? Acaba sendo essa parte, tipo. Mais difícil de de é de manter o de informado, né? A gente tem que atualizar o cank que é essa. Acho que é uma parte até fácil, mas tem coisas que assim acabam tendo que ser comunicadas. Eu geralmente eu ouço as
sessões, né? Que quando o Diego mestre, tipo, bate o meu horário. Quando ele bate, né, ele, ele mexe sábado de manhã e é de boa, é. Mas é a parte aqui acaba sendo mais complicada. É essa eu, eu, quando eu tô na esteira, no, no, no day afro dos jogos, eu mando o áudio Pra Ele de 1520 minutos contando o que aconteceu. É o podcast da esteira, né? É podcast da esteira porque na está fazendo esteira, ele manda o áudio pra mim da sessão. Aí então aí eu conto o que, o
que que rolou e tudo mais. Mas assim a gente é isso, é mais porque a gente se preocupa muito, tá ligado? Tipo de manter a consistência, porque dava pra fazer menos. Dava pra só com canka, tipo, dava pra tocar. E na negociação com os jogadores conversando ali, dá pra ir tocando, né? Porque eles fazem relato, eles fazem rumores. A gente tem tipo uma série de Fontes de informação, né, do que que aconteceu em cada sessão.
É só porque eu gosto de ter também tipo e fazendo meus comentários, né, sobre o que que rolou e tudo mais, né? E a gente vai debatendo, é. Eu acho que assim o maior desafio, você encontrar uma pessoa da hora que você gosta de conversar e trocar uma ideia, porque a gente se mantém bastante em contato por conta disso, né? Tipo acabou, acaba que é se torna uma amizade porque a gente vai tocando um negócio junto, né? EE, não é fácil gerir essa parada, né?
Então. É tipo, ainda mais com esse enfoque que a gente, a gente dá pro negócio. Então acho que pra isso é é ideal você encontrar alguém que que também tenha uma ideia, ideia sobre o jogo, que sejam parecidas com a sua, que você curta debater, que você tipo curta ouvir também. Você tá ligado? Tipo de você falar, porra, é tipo, é bom ter um bate volta ali do das ideias, porque às vezes quando você tá criando sozinho na sua caixa de eco é e você não passa por ninguém essas
ideias, né? Tipo, vez ou outra você perde uma oportunidade, né? Então ter alguém, a parte que eu mais me divirto é com a gente. Começa a ficar com os planos de Cebolinha, que a gente começa a pensar, tipo possibilidades do futuro, que que a gente vai fazer aqui, aqui, como vai morder eles lá pra frente, né? Da minha parte, acho que é isso.
Cara, eu acho que tem um desafio, é interessante é nessa parada de ter 2 pessoas, 2 ou mais pessoas, que é manter a consistência no nível de desafio, assim, tipo, como a gente morde, tá ligado? É porque assim, eu acho que no geral, isso é uma coisa que a gente ainda tá meio que pensando em como resolver, né? Assim, porque é o Dani, normalmente tem uma, ele morde mais forte, né? Não que eu vou morder mais fraco.
Mas assim eu tenho uma tendência a tipo deixar as coisas rolar mais e tipo, pensar, como que eu posso usar isso no longo prazo, tá ligado, tipo? O Dani não, ele é mais agudo e tal, né? Então, tipo é, tem que tomar cuidado pra isso não virar um exploit assim, né? Tipo jogadores, tipo, explorarem muito assim, tipo essa. Essa diferença na pegada do jogo mesmo, né? É. Quem quer jogar contigo porque
acha que contigo é mais fácil? Não, mas eu acho que isso não aconteceu ainda, pelo menos, tá. Isso não aconteceu ainda, é, mas eu acho que, tipo, a gente tem que ter esse cuidado, né? Porque tipo, se 11 mestre, ele morde muito e o outro tipo ele morde mais fraco ou tipo, não sabe? É, acaba que pode acontecer isso, né? Tipo, embora não tenha acontecido ainda. Sim, é isso. É uma questão de estilo pessoal, né? Uma emergência de estilo pessoal que tem que conversar de alguma forma.
É então esse isso do esse estilo de mordida e tudo mais. É algo que eu conversei com vocês 2 até, né? Tipo, sobre pra gente, pra porque eu e o Diego, a gente estava ali tendo que lidar com essa. Essa a diferença, né? Entre. Que eram filosofia de jogo mesmo, na real, tipo, porque eu tava abraçando a ideia do quanto, né? Fazer o seu pior o tempo inteiro, né? É. Eu tava adotando a Bravata pra vamos ver como que isso se verifica, tá ligado?
Tipo vamos ver como que pegando essa Bravata aí EE levando ela a Sério, é como que que jogo que isso dá? E na real assim, eu curto o jogo que deu, tá ligado? Mas é um jogo que é tipo, é pra quem curte jogo pós apocalíptico que tá afim, tipo não é um não, é exatamente o jogo de exploração, é idílica que o que o token propõe ali Na Na, na tipo aliás, que os jogos inspirados no token propõe, né? Tipo um DED clássico e tudo mais.
É um jogo mais darksan mesmo que a parada é mais pauleira e mais heavy metal assim, e acho que foi é a gente teve que eu tive que me ajustar um pouco. Ligado, tipo, na real, porque eu fui com essa ideia e a gente conversando, pensando a partir das verdades ficcionais, o que faz é mais sentido e tudo mais. Hoje é eu, eu continuo, eu ainda tenho, né?
Um pouco mais de de sangue nos olhos, digamos assim, mas é agora é muito menos, é muito menos perceptível a diferença assim, porque eu já não tô mais também. Eu eu tô soltando um pouco mais, deixando um pouco mais para o futuro, né? É, é isso, né? Tipo, No No final das contas, não era da arsã. Tem uma parada que eu acho interessante pensar sobre isso, sobre o desafio e o desafio muito agudo ou ou tipo mais de longo prazo, que é o seguinte, quando se é uma coisa muito
apertada, né? Tipo, é sempre muito apertado. Você não dá espaço para os jogadores conquistarem nada, certo? Se os jogadores não conquistam nada, eles não tem Nada a Perder, sabe? Então, tipo assim, quando? Quando você morre, gente, sei lá, o personagem morre, você não é tão doloroso, tá ligado? Agora, esse personagem, ele, ele consegue conquistar coisas e você é justo, você respeita a agência dele e ele se ferra, tá
ligado? É pra mim pelo menos é mais agradável, eu não tô claro, eu não tô falando assim, pô, dá, dá corda e ferrar o cara Na Na crocodilagem, tá ligado? Não é isso, mas tipo, respeitar a agência tal e mesmo assim ele se enrolar no longo prazo depois de conquistar alguma coisa, eu acho maneiro, tá ligado? É uma parada que. É da corda e deixar além de se ferrar sem grupo de lagem? É, é, eu acho, eu acho. Isso é uma coisa muito relevante, né? Porque é o fazer o seu pior em
relação ao desafio. Não quer dizer que cada pequeno risco você vai fazer isso, mas pode ser que sim, dependendo do jogo, dependendo de como estiver acontecendo, né? Então até aquela coisa da da porta, né, do é que eu fiz 11 episódio falando do fim de Terra lá, tal que é. O jogador deu mole, ele não fez O Mestre reivindicar como seria a porta. Ele levou uma trave e aí O Mestre falou, não, a porta é de correr, né?
É enesse.se a gente pensar, será que O Mestre botar aqui a porta de correr pra inviabilizar o plano do jogador porque ele deu mole? É o pior necessariamente pro desafio. De repente, O Mestre tem o desafio dele muito mais construído ao longo da danjon, né? Podendo levar inclusive mais Almas no processo do que simplesmente barrar a porta ali. Então, muitas vezes pro desafio e Pra Ele aplicar o melhor desafio, fazer o seu pior dentro da da ideia da Bravata, né?
É, envolve, ele fala não, a porta está aberta inclusive, né? Você pode barrar a porta, não, você consegue barrar a porta, não tem problema nenhum, e aí você está alimentando os jogadores com isso. Então, dentro desse desafio macro, né, você tem ali muito estilo pessoal e você tem muita circunstância, né? Você tem muita, muita possibilidade de sambar e é legal ver essa essa. Essa discrepância sendo trabalhada por vocês,
interessante. Agora, uma coisa que a gente experienciou em bergotten com muitos mestres foi foi a questão do é do jogador como vetor da da consistência. Vocês experienciaram isso ou uma coisa que vocês não precisaram é falar, pô, deixa eu ver o que que esse jogador fala que tem ali? Eu vou usar isso porque ele já vivenciou aquilo e eu não. Como é que é? Como é que funcionou isso pra vocês? Vocês tiveram que recorrer a isso, não precisou.
Cara, pra mim é, por enquanto não, assim é, as coisas ficaram, elas ficam meio consistentes, porque como o Dani falou, geralmente ele ele vê minhas sessões, né? E depois ele me manda a sessão dele quase na íntegra assim, né? Tipo, são os áudios de 20 minutos, meia hora e eu escuto tudo também. Ela presta atenção e tal. E assim eu acho que talvez tivessem mais um ou 2 mestres, IA ficar puta. Muito difícil de manter essa consistência e talvez a gente é tivesse que beber mais do
jogador assim. Mas por enquanto é uma coisa que tá rolando bem tranquilo. Eu acho assim, não, eu não me lembro assim de uma de uma ocasião que a gente precisou fazer isso, mas posso estar enganado também. E você, Dani, como é que você pensou isso? É pra mim também assim, é isso, né? Tipo, geralmente como eu estou ouvindo mesmo assim, né? Obviamente, quando você está ouvindo uma sessão, eu estou lavando uma louça, estou fazendo, né? Alguma coisa. Então, nem sempre.
Mas não rolou não, cara. Acho que a gente o nosso bookeping ali, ele por conta da do, do maximalismo, do de ambos, da abordagem. E o fato da gente discutir bastante o jogo, né? E o que que rola acaba que a gente não precisou não. Assim, quando muitas vezes também os próprios, como eu falei, rumores, relatos que os caras dão, é quando a gente esquece de falar uma coisa um para o outro, às vezes tem uma cobertura ali do da, da produção dos jogadores mesmo, né? Então.
Agora eu acho que assim, isso só é viável porque somos 2 tipo, a gente fazendo esse esquema, só é viável porque somos 2 que tivesse mais uma pessoa tivesse sabia outra pessoa no diálogo é pra tipo, a gente acaba, é mais uma pessoa pra quem? Pra ouvir EEE, pra escutar a gente. Então é seria muito complicado assim, tipo acho que mas espaço. De ruído também, né? Exato, exato. Então assim, com 2 eu acho que é tipo, é viável? E não, não dá tanto trabalho assim.
É um trabalho que é que é divertido. Se você, né, tipo, encontrou alguém que você queira construir uma mesa, é legal você ter 11 parceria, porque é isso, você vai construindo ideias que são mais mais sólidas do que só com uma pessoa, né? Você encontra alguém ali para é para bater papo. EEE tem aquela questão, acho que o Kobe falou da solidão do mestre, né? Tipo, que ele fica se segurando porque ele não tem para quem falar algumas coisas ali, do de mitos e tal.
E isso é uma parada que a gente não passa, né? Tipo, a gente querendo ou não a gente. Tá sempre ali, tipo, eu quero encher o saco de alguém, o Diego está lá, é eu, eu acho que isso é é ótimo para evitar information dumping também dos personagens, tá ligado? Porque puta, pô, tem umas coisa muito maneira no mundo que eu quero tipo que alguém saiba, tá ligado? Então a gente, pô, pelo menos Dani sabe, vamos por um, vamos trocar ideia sobre isso, tá ligado?
Eu não preciso tipo, ficar enchendo o saco do jogador, tipo, pô, dando informação, não sei o que, não sei o que descobre aí, tá ligado, e a gente fazer o. Ouvido do jogador de pinico, né? É exato, exato, não precisa, tá ligado? Não tem, não tem cena, tipo, Ah, senta aí que eu vou contar agora, só se liga. Eu vejo esse mapa. É isso, é, é, é. No começo, era o verbo. Agora tem uma coisa interessante dentro desse lance, do de bater bola, né? Entre mestres, que aí são os ganchos, né?
Eu não sei se já aconteceu com vocês também, de. Sabe, tem uma coisa acontecendo, tem um gancho aí, tipo, pô, já entrou o gancho da sei lá de uma masmorra, já entrou o gancho de um de uma treta política, sei lá, e aí, tipo, de repente essa treta, quem está tocando ali, quem está organizando aquele desafio é o é o sei lá, é o Dani.
E aí quando o negócio eclode, é na sessão do do Diego, e aí ele dá, ele toca o desafio da forma que ele pensou, já existiu esse bate bola com ruídos ou sem ruídos, já chegou AA tipo. Um construir pro outro, aplicar o vice verso ou acaba que cada um é responsável mais pelo seu próprio desafio a. Gente, não tem, é, é todo. Os 2 estão amplamente capacitados a lidar com qualquer coisa, porque e aí é como vier. Teve, por exemplo, AA dângeo, a nossa primeira dângeo ali que
foi explorada, né? Tipo, foi do começo ao fim, ali, explorado e tal. Os caras pegaram o Tesouro e exploraram comigo. Acho que 10 sessões, sei lá, tipo. Não foi 10 sessões. Acho que pegaram justamente da 12ª ou coisa assim. Mas vamos dizer que 8 sessões que eu mostrei no começo eram em cima dessa dânger eles. O Diego também quer começar 2 nessa dânger na segunda dele, eles pegaram o Tesouro.
Né então? Assim, é tipo todas as vezes que a gente foi trabalhando e isso foi sabendo que podia ser numa sessão minha, podia ser uma sessão dele. Inclusive essa dânger é uma dânger que foi preparada por ele. Então, assim é, é tipo. A estudada é mais justo? É ele. Ele construiu a parada e eu fui estando lá dentro, tipo eu, eu não falei, Ah, não, não, não, aqui não, pô, aqui é do Diego, vamos, vamos mais pra frente, ó, ela vai pra mais tempo, mais pra
mal, tem a minha, saca? Então é isso assim, tipo, e por outro lado, é várias coisas que tipo sementes que ele foi colocando aí também acabaram saindo na minha mão. Né, inclusive essa essa dângeo aí foi a dângeo que você jogou, Bob? Ter. A porrada de ouro lá. É que você roubou as ferragens, tudo da armadilha. E os caras? Sim, porra. A gente aproveitou, cara. Foi não. A gente fez uma limpa ali, pô. É, eu acho que inclusive a sessão que ele foi lá, eles
foram fazer a limpa. Foi na sessão posterior, né? Da ou foi na anterior? Foi anterior, foi anterior. Foi anterior? É, eles ficaram na porta, né? E aí na porta pararam, não foi? Exato, cada grupo foi limpando a dângela tipo do. Dos dos perigos. E etcetera. Aí tipo, pô, o outro grupo chegou, aí tinha, tinha um urso dormindo lá na porta, galera. Matou o urso, tipo stealph, entrou na danga e pegou só até.
E já tava tudo legal já. É, eu passei por cima do cadáver lá do personagem da Nina, inclusive. Né, virou a lá aí, não a ossada dela. Caraca, alguém tem que dar um enterro decente Pra Ela, gente. Agora, como é que está o estado das coisas atualmente pra gente ir fechando o papo, né, passando de 1 hora aqui, como é que está o estado das coisas atualmente? Vocês têm, vocês é, mantêm estatísticas, tipo, sabem quantos morreram?
Teve muita morte, teve muita sessão, quantas sessões é em que pé que está a campanha, quanto aí. A sessão a sessão teve o jogo teve 42 sessões, é desde junho. Do ano passado foram 42 sessões. E olha, eu vou te falar que o índice de mortes eu não contei, mas assim, os 2 jogadores que mais morreram, a Nina e o Caio funk, beijo para ambos. Cada um tem mais ou menos 7 ou 8 personagens mortos.
Cada cara é e assim. E assim quem tá logo abaixo deve ter uns 4 ou 5. Então a gente deve ter tipo chutando mais ou menos umas 30 mortes. É, teve sessão de drone que os caras entraram com 5 para os 5 morreram e aí sobreviveu um ainda. É, Ah, eles estão fazendo esse esquema de drone, que é pegar, juntar um grupo para com personagens zerados, praticamente só para investigar uma coisa, acionar uma parte do cenário, né? Coisas assim. Eles fizeram assim, tipo integral a sessão de só de
drone, só uma vez. Mas às vezes o outro tem jogador que chega com um personagem e fala, putz, é meu personagem principal, tá tá arrebentado. Vou entrar com um drone aqui e se ele sobreviver, ele ganha. Ele é um. Nome muito bom. Pra isso, ele ganha moral. Ele aí ele começa a ser um personagem. Até ali ele é só um drone. Então assim é. A gente tem. É um jogo tipo, é letal assim, não é? É um jogo que em que os desafios mesmo Diego sendo, né? É falando aí que ele ele morde
menos. É AAO, personagem de nível mais alto. Quem matou foi ele. Inevitável ele. Levou ele, levou ele levou o cara e o cara tinha uma espada foda, mas a espada era maravilhosa, porra. A espada flamejante mais 3. O cara tinha Descoberto nível 4, tipo com um lore em cima, porque era a espada do do Messias zelfico, enfim, tipo uma pura bagulho foda. E aí o Diego fez o estalo do Thanos lá e levou o pobre coitado. Ah, foi nessa situação? Aí é. Tão nos integrar? Dá gosto, né, cara?
Cara, pior que não. Eu não queria ter matado, sabe? Tipo, eu falei puta porque eu fiquei. Eu fiquei triste da morte, né? Mas é aquilo, cara, depois de tudo que aconteceu, é se não matasse, era marmelada, tá ligado? É, a gente deu esse exemplo aqui num dos cafés. Aí quando a gente falou de desafio, né? A gente quando a gente abordou OOA, ansiedade do desafio, a gente deu esse exemplo aí do desintegrar, né? Então a galera que que ouve o café tá tá familiarizada aí, né? É bom, eu.
Eu gosto quando a mesa atrás de exemplos. Aí. Mas mas assim, tipo é, apesar disso, é de ter 1° de um certo grau de letalidade e tudo mais. É no a gente tenta, vai te dar o melhor pra que a gente não seja injusto, né? Então assim, você tem jogadores aí que tem uma postura mais cautelosa que os caras tão vivo com o personagem desde o começo. Né? É. E você tem alguns que não são tão catelosos. Beijo, Caio. Original aí que é o Sandoval, que ele.
Ele já deixou esse personagem com um ponto de vida várias vezes, mas ainda segue firme e forte. É. EE assim, então depende um pouco da postura dos jogadores. Eu vejo alguns jogadores, eles jogam de forma bem cautelosa e aí é é muito mais fácil, né? Tipo, só que é isso. Por outro lado, demora mais pra conseguir Tesouro, demora mais pra você descobrir grandes coisas, demora mais pra você é desenvolver o personagem né?
E tudo mais. Acho que é querendo ou não, a experiência que você vai ter num jogo de óleo fantasy de mesa aberta depende muito do do seu, da sua abordagem em relação ao jogo, se você está afim de jogar, tipo. Assim, com a com a cabeça aberta, quero, vou, vou dar meu fazer tudo que eu quiser ali é sem sem pensar muito, só vou indo com o flow EE, sei lá, 1 hora vem o Tesouro em geral você tende AA perder mais personagens, né? Agora, se você adota uma postura um pouco mais comedida e tudo
mais, você fica mais tempo. É nem sempre dá certo que às vezes você entra num risco, né? Tipo, às vezes você se coloca numa situação de risco e vez ou outra o dado está desfavorável mesmo. É mesmo com quando você tem tipo, uma chance boa, né, de de se dar bem ali. No mais vezes a outra, o risco que acontece acaba, pode te acabar te te colocando uma situação, né, tipo, então, mas é isso, é um jogo letal, mas ele não é, não é tão tão letal assim
quanto pode parecer. É tem muito do a ver com a postura mesmo. O maneiro, maneiro e bom, é como é que a galera faz pra jogar com vocês, conta aí. Bom, a gente tem um canal no Telegram, né? EE toda toda é vez que tem uma propaganda nossa. Aí o Bob disponibiliza o link, né? A gente tá ali Na Na parte de mesas abertas do café com dângeo no nos próprio site, ali do. Do apoia se do do café aparece a gente ali, né? No No notion do do café.
Então querendo é só entrar no link e é aguardar uma mesa abrir e tendo horário, né? Com uma conjunção entre o nosso horário e o de vocês, tá todo mundo convidado aí pra conhecer trema e ver o que tem além pra além da gaiola. Boa e bom pra finalizar, uma dica. Se quem está ouvindo o que quer abrir uma mesa aberta, principalmente se for multimestre que seja uma ou não que seja de sei lá que eles dragam de outros consensions qualquer estilo possível. Qual a dica que vocês dão?
Alguma dica de our fantasy também tanto faz? E qual a dica que seja tão cada um dá uma dica. Cara, vou eu assim, acho que a principal dica é, seja cuidadoso com as suas anotações, tipo. Acho que pra você mestrar uma mesa multimestre é e aquilo gerar uma experiência consistente, né? E portanto, é melhorar a experiência do dos jogadores, né, dos próprios mestres também é, você tem que ser é, você tem que ter cuidado em anotar aquilo
que for relevante. Você tem que fazer um controle de de informação interessante ali. Pra que o jogo rode é não, não vejo. Uma possibilidade de você mostrar uma mesa de multimestres se você não tiver disposto a dialogar muito, a conversar muito. AA ter cuidado com para que o outro mestre também tenha 11 boa qualidade de jogo quando ele for pegar o jogo. Então é, acho que tem fórmulas, né? Tipo, eu vi que o Beer goten agora tá fazendo um login de jogador, né?
Acho que é. É uma fórmula interessante. Né? Você criar esse. A gente já usa os relatos, mas o log é legal porque ele tem 11 certa característica mais resumida, né? Tipo de but points e tal. Acho que é maneira, mas é isso. Assim, tipo, desenvolver uma tecnologia de comunicação entre os mestres que permita que todo mundo se mantenha consistente dentro do jogo. Acho que essa é a principal dica para mim. É isso aí.
É uma é uma duplinha braba porque tem um cara que é de tecnologia e outro que é de história, né? Então, acho que eles estão bem servidos nesse ponto. Mas aí é a tua dica, ô Diego, manda aí. Cara, eu vou, eu vou na contramão. Ali ele deu uma dica muito específica e tal. Eu vou dar uma dica mais geral. Assim é, eu acho que qualquer coisa que você tiver jogando e também mesa aberta e principalmente o event. Cara, escuta, o jogador tá ligado? Ver o que o jogador quer fazer.
Não se prenda as suas ideias pré concebidas do jogo, que que é a história que que deve ser, sabe? É, eu acho que no jogo de RPGA coisa mais importante é a agência, né? Então você escutar o que o jogador tá falando é dar o feedback Pra Ele do que aconteceu no mundo e etc. E ele tipo é sentir essa essa coisa de que ele tá fazendo alguma coisa num. É numa coisa que ela é fixa, né? Uma coisa que é dinâmica, que responde aos inputs que ele dá do jogo é, é o mais importante da RPG, né?
Em qualquer RPG e numa mesa aberta e pro aí of antes, principalmente, eu acho que é isso. EE, é uma coisa que você tem que exercitar, né? É fácil exercício EE, tente assim, tente se abrir pro imputing do jogador que eu acho que qualquer coisa que você jogar vai começar a dar mais certo. Beleza, então gente, muito obrigado. É, foi um prazer gravar com os senhores e vou terminar aqui é botando, botando uma enquete pra vocês, né?
É? E a minha pergunta é a seguinte, você já jogou em uma mesa aberta ou você nunca jogou numa mesa aberta? Conta aí e também deixe o seu comentário aí do que que você o que que você acha desse esquema de mesa aberta? Se você já teve experiência, se não teve. Aí você pode é escrever a respeito pra gente que a gente lê aqui no programa. No mais é, vou deixar os links citados aí no episódio, né? Eu vou deixar esse gerador de cidade medieval fantástica, né?
O fantasy Town generator, eu vou deixar o um link pro six States of the invisible warlords, um link pro canca e vou deixar um link aí pro pro trema, né? Pra vocês jogarem trema com a galera, é no mais. Queria é lembrar que você, caso queira, é que o café com dângel volte a ter 5 episódios semanais
e tudo mais. Você pode apoiar o projeto, inclusive muito obrigado, tanto Dani quanto Diego, grandes apoiadores do café aí desde sempre muito obrigado pelo apoio, mas você também aí pode se tornar um assinante em apoia ponto s barra café com dângel se você gostou especialmente do café de hoje, você pode deixar uma cojeta para gente mandando um Pix para cafecomdangel@gmail.com. A gente conta com você se você tem uma empresa ou marketing.
Que quer ter um dia da semana no café com dângio você pode financiar um episódio semanal no podcast e fazer Alegria da massa herpegista consulta a gente em café comdangio@gmail.com que a gente tem uma proposta especial para você é se você quer colaborar, é o produtor de conteúdo, game designer, acadêmico, o funk, participar do projeto manda OE mail também para gente que a gente discute isso. No mais agradecer aí os nossos assinantes, a galera que torna
possível essa aventura. Então a galera do nível incentivo é né Suzuki? Valeu também a galera do nível de apoio à comunidade, incluindo aí Bruno da Silva Assis, o ilel Monteiro de Moraes e o Camilo Suzuki. Um salvo especial para os assinantes do envio RPG do ojô, dentre eles o Pedro, o bizziner, o Rafael garotti, o rudolfhelmut, o Vitor Hugo Martins e o Vinicius Caldas.
E um abraço aos membros do treinamento olfantasy, fora os 2 que estão aqui, vou falar do Abílio Júnior, César Machado, o Diego Oo, Douglas bayense, o Diego vocês está aqui já agradecido. O Léo gasparotto, o Matheus biqueira bardal, que foi citado no episódio, o Bruno Kobe, também citado, o burlamar, o João burlamar, que é o Gui providelo. Por fim, um imenso agradecimento ao nosso membro. Café com balbi, Thiago Augusto. Grande abraço galera, valeuzaço, até a próxima.
Valeu. Eu só peço para que ao retornarem, vocês contem suas histórias. Para mim é a forma que eu tenho de ver o mundo novamente. Pelas histórias de aventureiros valorosos como? Vocês.
