A vida é então repartida de acordo com um horário absolutamente distrito, sob vigilância ininterrupta. Cada instante do dia é destinado a alguma coisa. Prescreve -se um tipo de atividade e implica obrigações e proibições. Todos os prisioneiros se levantam cedo de madrugada, de maneira que depois de terem feito as camas, os prisioneiros se terem lavado e atendido a outras necessidades começam o
trabalho geralmente ao nascer do sol. A partir desse momento, ninguém pode entrar nas salas ou outros lugares que não sejam as oficinas e locais designados para seus trabalhos. No fim do dia, toca um sino que os avisa para deixar o trabalho. Eles têm meia hora para arrumar as camas e depois disso não lhes é mais permitido
conversar alto e fazer o mínimo ruído. Esse é um trecho de cariú em leis idealitês casuísticas citado por Michel Foucault em sua obra Vigiar e Punir. A prisão é um jogo, uma vez dentro, a uma série de regras a serem seguidas. Você tem uma rotina lá, tem hora de comer, hora de tomar banho de sol, hora de trabalhar, de estudar, de receber visita. Tem pedaços ali que você não pode andar e outros que
você pode. Tem pessoas que você tem acesso e tem outras pessoas que você não tem. Ali não é um lugar de diversão. Dessa rotina desprendem algumas relações de poder, afetos, desafetos, reputações, alianças, traições, tem moedas de troca, economia de cigarros, pinga, tóxicos,
armas, tudo vira com o Módit. Há um equilíbrio delicado que deve ser mantido para se manter neutro e isso é facilmente estilhaçado pelas situações tensas e viscerais que se apresentam. Instalações péssimas e mais condições porque não se trata de um parque de diversões. Pela dentro tem pessoas de todo tipo, muitas delas injustiçadas pela sociedade, outras pela polícia, outras pela própria justiça, mas ainda tem aquelas que
optaram pelo crime por índole. Lá dentro você é só mais um ou mais uma no jogo e vai ter que lidar com isso, talvez o mais duro dos jogos. Você entra lá com uma condição de vitória, que é a liberdade, mas também tem uma condição de derrota. Não é incomum que alguém entre lá pra jamais sair. Aqui do lado de fora a gente espera que a prisão resssocialize a pessoa, que o detento se torne cidadão.
Mas como se aprende a cidadania se você vive numa realidade paralela com suas próprias regras, sua própria lógica, com seus próprios códigos de conduta, com seu universo fechadinho ali a parte? O bom detento não é necessariamente um bom cidadão, ele é bom naquele
jogo. E que jogo é esse? A gente vai descobrir hoje com o CDR, Centro de Detenção e Resssocialização. Um dia amigos do Café com o Dângio, estamos aqui pra mais um episódio do seu podcast Matinal favorito trazendo sempre muito RPG. Meu nome é Tito Lima e hoje eu tô gravando essa abertura porque o Balbi está preso. Preso numa mudança lá na casa dele e sem conseguir achar os cafés ao velha negra que eu desviei aqui pra
minha área. Agora ele vai ter que fazer como você ouvinte do café, entrar em ovelha negracafés .com e usar o cupom CCD pra conseguir um desconto especial e tomar um cafezinho diferenciado. Se
você for sagaz e apoiar o café em apoia .se barra café com dângio, você ganha descontos progressivos de acordo com o seu nível de apoio e participa de sorteios, que a gente tem sorteado quase dois quilos de café por mês, além de uns joguinhos de uns parceiros aqui, né? E além disso também entra no grupo de télagão do café com um monte de gente que discute RPG o tempo todo, troca ideia, troca
experiência, enfim. Agora acabou meu tempo aqui, eu vou deixar o Balbi lê as inquestros do episódio passado e seguir o baile, tá bom? Curte aí! Pessoal, vamos pra leitura das inquetes agora, a gente teve uma inquete perguntando
pra galera no último episódio, né? No Cidadela do Luário, desafio Kikex 75, de perguntar se a galera via muita diferença entre o material OCR nacional e o material gringo em termos de estilo e ficou empatado, veja só, 50 % pra cada lado achando que tem diferença e outra metade dizendo que não tem
muita diferença. Curioso, nunca tinha rolado um empate fraguroso desse aí, mas é bem comum, a gente tem visto aí inquetes bem disputadas e as perguntas aí a gente botou pergunta para a galera responder por extenso em relação a que módulo de RPG você recomenda, que aventura pronta que você recomenda, o Renan Critelli recomendou Castle Shintilan, que é uma mega dungeon que gerou muitas incursões divertidas
segundo ele e eu joguei e recomendo fortemente alguém com carlinhos de malvadeza e é uma bela mega dungeon aí, era um esquema desse de mansão uma onçombrada sabe? E é muito legal a influência direta do tag Elmanner lá do da época, da The Judges
Guild de anos 70. O Ronis Tércio, grande Ronis, trouxe aí o Curse of the Blood Mundo, John Cavalcante, além do Beyond the Borderlands do Alex Damasceno, que é a figurinha fácil no Café com o Dungeon, na primeira temporada a gente entrevistou ele e logo mais vai ter também material do Damasceno aqui no Café com o Dungeon e também recomenda o Tércio, recomenda o Selva Agárrica
do Kiral, além do X1. Bom, o Kiral também é uma figurinha fácil na primeira temporada do Café, qualquer hora está aí de volta e realmente vale a pena
checar esse material. Rafael Baselar trouxe que ele recomenda mais o Halls of the Blood King, que é a aventura do Diogo Nogueira para o Disco Essentials, recomendo também, joguei lá no plano RPG Plans, com Tchelof, muito legal, e o Baselar também mestrou o Serios Ones do Starless Sea, que eu também recomendo excelente aventura do Haller's Throw, a mina Cetrina do Kiral, olha aí o Kiral já com duas
indicações aí na nossa enquete e também as zonas de aventura do Manual do Mestre, o Esporgo do Corvo do Fabri Denlens, o Esporgo do Corvo é mais uma campanha, mas é interessante mesmo, eu recomendo pessoalmente o Spire of Ketzel, que é uma aventura mais curtinha por Fabri Denlens, como se fosse uma região de aventura ali, e é feita por uma galera forte da OSR, que foi convidada para participar
desse material. O Giprov Dello também participou em Quet, mostrando que ele não só cruza, mas ele corre para a área para KBCA, ele recomendou o Black Weirman of Brandosford, e o Temple of the Serpent Kings, que são maravilhosos, o House of the Blood King é inspirador demais também, e uma segunda indicação para o Aventura de Ogronegueira, e o Black Weirman of Brandosford e o Temple of
the Serpent Kings são dois modos muito famosos aqui no Brasil, muita gente tem jogado, principalmente o Temple of the Serpent Kings, que é uma aventura quase introdutória, então vale a pena para quem está começando aí, porque é bem ditática assim, que o estilo de jogo o ultiscu, dentro de um estilo de jogo possível, que é o que eu recomendo dentro do ultiscu, mas é isso, vamos voltar para o nosso
episódio. Bom, o CDR é um jogo que se trata de na prisão, ele acontece na prisão, na cadeia, mas pensando assim, na cadeia, dentro da cadeia a gente pensa que tem vários jogos possíveis, né? O que que é o CDR nesse contexto? Sobre o que que ele é dentro da cadeia? CDR
é a cadeia, pé no chão, tá? Então já teve gente que veio me perguntar assim, ah, dá para eu fazer esse quadrão suicida, não dá, dá para eu fazer o prison break, eu amo prison break, mas não dá, é a cadeia brasileira pé no chão, que os desafios desse jogo é tipo o cara que não vai com a tua tarão, o cara do outra gangue, são coisas muito normais, um jogo completamente normal. É
drama, né? É drama, não é um jogo assim, ó, já dei risada a jogada do CDR já, mas não costuma ser um jogo leve. Uma coisa que eu vi logo no fim do livro isso, e eu achei muito, achei aquilo muito, muito relevante assim de trazer logo de cara no episódio, e você coloca assim, se liga em quem tu é. Quem fala um pouquinho sobre isso, eu acho que isso já dá uma pincelada boa para a gente começar o papo do
CDR, né? CDR é um jogo que, apesar de eu não fazer parte de nenhuma comunidade periférica, de fato, é um jogo que eu fiz para todo mundo, por isso que ele é super acessível, eu fiz um esforço herculando para ele ser o mais barato possível, e ele é um jogo que é para chegar em qualquer tipo de pessoa, por isso que ele tem regra simples, apesar de não ser o RPG mais simples do mundo, ele
tem regra simples, ele é um livro curto. Apesar disso, eu sei, eu conheço o mercado do RPG, e eu sei que muita gente privilegiada, tanto de ser ou não ser uma minoria quanto econômicamente falando, gente, naquele espectro gente branca, gente cis, gente hétero, gente rica, vai consumir esse produto. Eu sei que vai jogar em muitas pessoas nesse espectro, e é para essas
pessoas também. Só que o jogo, a história, o lore, não é sobre essas pessoas, então você tem que se ligar em quem você é. Eu propus três regras, né? Principalmente, três regras principais no CDR. Primeiro, respeite as pessoas que você está interpretando. Se você vai interpretar um empresariado que você não tem respeito por esse tipo de pessoa, seja até rato,
você já não pode jogar. Segunda regra é respeite as pessoas que estão à mesa com você. Se você fizer uma interpretação ofensiva, uma interpretação babaca, uma interpretação chapa de mau gosto, você vai desrespeitar as pessoas que estão ao seu redor querendo ter um momento legal. Por último, respeite a si mesmo. Porque quando você é um babaca,
você está se desrespeitando. Então a minha ideia é trazer essa ideia de respeito para o CDR. Eu não propus nenhuma ferramenta de segurança no jogo, mas deixo bem claro que, leitor, eu confio em você para usar a melhor ferramenta possível para o teu grupo. Você vai saber qual é. Não adianta eu dizer qual é. Você vai saber qual é. Conversando com a galera, a galera vai saber qual é. Só precisa ter respeito e vai
dar tudo certo. Boa. Acho que isso já introduz bastante a pegada também. Agora é isso, complexo de detenção e ressocialização. Como é que você escolheu esse tema? Como é que esse tema veio até você? Como é que você foi até esse tema? Fala um pouquinho de você, da tua experiência e como é que as coisas se ligaram. Faltem uma pergunta. Primeiro, eu queria chamar atenção ao fato de que a detenção vem
antes da ressocialização. O título. Centro de detenção e ressocialização. Agora, essa é uma pergunta muito interessante porque eu sou advogada. Então muita gente diz que não é advogada, ela usou a experiência de trabalho dela para criar esse jogo. Mas isso não é verdade. É verdade que eu escrevi esse jogo por causa de mulher. E essa fofoca rola por aí. É
incrível. Esses dias me mandaram mensagem, já tomo um evento aqui em Curitiba e vi um cara aqui na loja da editora Retropunk, que é a editora do livro. E chegou falando que a criadora desse livro escreveu esse jogo por causa de mulher. Então o pessoal adora falar essa história, ela é verdadeira. Na verdade, ela é real. Mas eu vou explicar, calma. É
meio desengraçado do que para ela. Então na época que eu criei o CDN, eu namorava uma moça chamada Kate. Inclusive, ela é revisora de conteúdo sensível do livro. A Kate morava numa comunidade perifeca na praia Grande. E eu visitava ela, e eu que sou uma branquela Taylor Swift, nunca tinha pisado numa comunidade assim antes. E aí eu comecei a feitar lá a casa dela, eu vou de ela, começar a conhecer os seus amigos dela, e
naturalmente eu quis levar a RpG. Então tudo é ela junto a galera lá. Mas o que eu mais queria mesmo era jogar RpG com a minha namora. Aí levo lá vários jogos, Cyberpunk, Fantasia Mindival, e ela nunca tinha nada disso. Porque eu percebi que era um tema que não batia com as referências dela, não combinava com o que ela gostava. Eu comecei a prestar atenção, porque a galera curte assim, que é muito presente. E
aí a primeira coisa que me veio foi Racionais MC. Eu já conhecia, claro, mas nunca tinha prestado real atenção. E aí eu comecei a ouvir muito, muito, muito Racionais, várias vezes, todas as músicas. E basicamente essa ideia é um jogo racional, racional é um jogo. Então eu criei o jogo, me inspirei em outros cantores, filmes, séries e tal. E criei esse jogo com muita gíria da quebrada, com muita... A
linguagem, sim. E aí mostrei para ela. E ela adorou. E a gente jogou. Inclusive, o nosso primeiro jogo foi só eu e ela. E o jogo começou com uma ligação para dentro da cadeia. E tem aquela música dos Racionais, Vida Louca, que começa com uma ligação. E a gente, sem combinar, a gente foi repetindo aquele discurso. Foi aí, como é que está aí dentro. E a gente deu muita risada. Então foi o primeiro jogo de CDR
do mundo, e foi muito legal. Então é verdade, o Prius CDR para jogar com o meu namorado. Isso é interessante, porque de forma geral, quando o jogo nasce, que a gente meio que desenha para a gente jogar, é porque a gente já tem ali um elo com ele tudo especial. E por incrível que pareça, tem gente que constrói o jogo como expressão, que não necessariamente a pessoa está fina de jogar. Mas o caso foi o caso. E
eu tenho uma pergunta sobre isso. A partir desse chamado, como é que foi essa tua pesquisa, sua fluida de música? Como é que foi essa tua pesquisa, esse seu processo de mergulhar nesse universo, para poder voltar com o jogo? Cara, é que eu adoro prisão. Sempre filme de prisão, eu sempre achei muito legal. Então eu já tinha uma pequena familiaridade com esse tema na mídia. Sempre,
eu já vi todos. Aí o que eu mais fiz foi bater muito papo com a peite mesmo. A gente pegava uma música, eu falava sobre ela, eu pegava outra e a gente teve muito debate. Muito debate. E aí, eu comecei a assistir muitos documentários sobre a prisão brasileira. E comecei a filtrar todos os problemas. E eu percebi que eu podia escrever um jogo. Que
é o jogo da música dos nacionais. E fazer o que os nacionais fazem, é trazer uma crítica, trazer uma mensagem. Porque a prisão no Brasil é terrível. É uma máquina de tortura. A indústria prisional tem, inclusive, um rapper que me inspirou muito, além dos nacionais que é o Carlos Eduardo Sadeu. Ele é advogado criminal hoje em dia. E ele tem vários vídeos falando sobre como ele usa esse termo. A indústria prisional é uma
máquina de tortura. E é verdade. É terrível e ninguém faz nada a respeito. Eu não entendo como ninguém faz nada a respeito. Sei lá, o que é que a ONU jogou uma bomba no preso. Não sei, é muito absurdo. Eu não consigo acreditar. Pensar que lá fora tem até esse lance de prisão, isso é um negócio, né? As pessoas ganharem em cima dos detentos, amuflados. Eu sou uma pessoa que se considera anti -connetivista. Pra
mim, não devia existir cadeia. Ah não, mas se não existir cadeia, vai existir o quê? Não sei. Alguém muito inteligente vai trazer essa solução, mas tem, eu sei que tem. E eu sou muito a favor da Sadeu. Então se não existir cadeia, não existiria Sadeu, mas a ideia é que o Sadeu seja um grãozinho assim, que o futuro que exista é uma alternativa melhor. Eu acho que a Sadeu é muito
deshumanizadora. Aí entrou no Lago de Dia de Devogado, eu gosto muito, eu trabalho, eu me importo com os direitos humanos, e eu acho que a prisão no Brasil é uma grande ofensa aos direitos humanos de todo o brasileiro. Porque, ah, é só bandido, não sei o quê. Cara, se você que não é bandido acabar na prisão por governativa, você vai sofrer muito, você nunca mais vai ser o mesmo. Então,
eu sou muito contra mesmo em prisões. E o cara que é bandido, ele também não merece passar pelo que se passa na cadeia. Mesmo o cara que é bandido, que é filha da puta, que é ladrão, que fez todas as coisas, eu acho que a gente tem que analisar muito mais do que a nossa justiça e ser capaz de analisar caso a caso. Porque que o cara é bandido? Porque que o cara é mau, cara? Meio que fez ele? Ele
que fez o meio? Dostoyevski. É uma questão que a humanidade nunca conseguiu responder, né? Dostoyevski propôs e nunca foi respondido de forma satisfatória. Então, acho complicado julgar um cara que é ladrão, que roubou, que matou. Se fosse da minha família, eu ia querer que o carboe esse é claro, emocional. Mas, como advogado dos estrelitos humanos, eu entendo que eu tenho que ser neutro e
injusto. E, pra mim, essa é a justiça. É, realmente, é uma questão delicada, né? Uma questão complexa, assim, cheia de coisas a se considerar. E é isso, né? Antigamente, a gente tinha muita ideia da prisão como punitiva, um dispositivo estatal sistemático de punição. Mais recentemente, a gente veio essa evolução para um local que a gente segrega da sociedade até poder ressocializar o indivíduo. E
modernamente tem essas correntes, né? De liberar o ambiente, esse ambiente todo complexo. Agora, quais os maiores desafios que você encontrou em trabalhar tanta complexidade e discussões tão profundas e interessantes que a gente pode ter a respeito disso? Como é que foram os desafios de trabalhar com esse tema,
antes de a gente cair no jogo em si? Quando os maiores desafios foram realmente manter simples, porque eu nunca pisei em um presídio na minha vida inteira. Então, eu não posso, de fato, falar profundamente sobre o que estou. Eu nunca fui presa, eu nunca fui nem como advogada. No máximo, eu já fiz algumas coisas nada legacias. Mas eu sei que não é exatamente o mesmo que eu
te falo. Então, a ideia do livro não é ensinar nada pra ninguém, a ideia do jogo não é ensinar nada pra ninguém. É só acender uma fabulha pro cara que julgou pensar, caraca, aí tem coisa, vou me informar. E aí eu vou criar, aí eu vou aprender e vou criar a minha opinião. Eu não quero dar alguma opinião pra ninguém. Eu não falo de uma disponibilização no jogo, pro jogo que a gente existe, tudo tá lá. Então,
tem nada, nenhuma missão muito direta assim. Ela é tudo meio subjetivo. Você vai jogar, você vai se interessar, talvez você vai correr atrás, vai formar a sua opinião. E eu espero que ela seja parecida com a minha. Mas se não for, pelo menos ela foi informada, sabe? Por meio de experiências e por
meio de pesquisas. Essa é a ideia. Poxa, eu fico ouvindo esses podcasts, maneiros e toda essa garotada legal falando de jogos adcais e seus isários incríveis, mas eu nunca sei de encontrar. Ei, psst, que é um joguinho diferente? Quero, mas não é pirata? Fica tranquilo, os tiras não querem nada com a gente, nós somos... independentes. Cola com a gente que eu te mostro as novidades.
Venha aqui no Daily Indie, RPG News, que uma vez por dia tem uma notícia sobre jogos indie. Já mencionamos o Against the Wind, o Capacly, os mortos estão chegando do Diogo Nogueira, o nome primordial do Marcelo Colar e, claro, o Skyfall do mestre Pedroca. Que beleza! Mas agora trata de falar mal de Day Day em toda a conversa, compram o Star Verde e conseguem logo sua carteirinha da igreja,
mecanicista da experiência sagrada. Beleza? O Daily Indie, RPG News, é um grupo no Telegram que você pode entrar pelo link que vai ter na descrição do episódio e acompanhar os lançamentos indie sempre um por dia, explicado lá e cheio de links. Então é só seguir que você vai chegar nesse lixo. Jogos radicais é seus designos, incrível. Agora, caindo para o jogo em si, quem são os personagens, quem são esses detentos, os
jogadores jogam com quem? O jogo é extremamente narrativista, então essa parte realmente é a parte
mais forte que é quem são os jogadores. Os jogadores são os presos, você sempre vai ser um detente, você vai ter o seu vulgo que é o apelido, que aí tem vários vulgos legais de exemplo, tanto para presite o masculino quanto feminino, que o jogo não deixa o cara não te obriga a jogar nem no presite de masculino, nem feminino, você pode escolher, e você pode escolher também o ano que
se passa, então pode ser atual, pode ser nos anos 80, tem muita documentária de reportagem, tem muita história sobre os presidios nos anos 70 e 80 no Brasil, muita mudança, então você pode vim em qualquer presídio, isso vai mudar muita coisa, por exemplo, a existência de celular dentro do presidio. E
aí você é um presidio. Você vai ter o seu apelido, você vai ter a sua dana, que é a sua vontade, que isso pode mudar de seção para seção, e essa vontade é uma coisa simplória, simples. Quero conseguir dar um telefone para o meu filho no dia do aniversário dele. Quero uma bad chocolate da marca X que eu estou morrendo de vontade. Então, meio que o objetivo pequeno, toda a sessão é tu realizando a tua gana.
E aí você tem os seus privilégios, e eu tive muito cuidado com a escolha dessa palavra. Os privilégios são tipo feats do day -day, são coisas que te dão vantagem, mas quando o leitor vai ler a lista dos privilégios, ele vai ver que todas essas coisas são coisas que ele tem de mão beijada. Então, um dos privilégios é a sua
mãe ainda te ama, e são os privilégios. Outro privilégio é um maço de cigarro, que eu tenho certeza que eu, ou você, se precisassemos de um maço de cigarro, eu não sei se você fuma, eu não tenho um maço de cigarro, mas só precisar o desse que na padaria compra. Muito simples, não vai mudar em nada a minha vida. Mas os meus privilégios são um privilégio. E no jogo, isso é uma vantagem mecânica. Vale ouro, né? É,
exatamente. Ele dá bônus nas bolagens para tentar convencer alguém, porque em muitos presídios, o cigarro é uma muda de troca. E aí, a gente monta um petfio de presidiário por meio da ficha. Tanto que a ficha, no livro, ou se você baixar e tal, ela tem um aspecto de ficha, ficha mesmo, de fichada. É muito bonitinho. E uma coisa interessante é que os vulgos, a gente bota vários exemplos de vulgo para os jogadores
escolher se ele não tiver ideia. E todos os exemplos são vulgos reais. Que a gente pegou, ou de pessoas famosas, ou de pessoas da comunidade que a gente tem. Vou deixar até na enquete para vocês. Para você falar qual... Você jogando o teu personagem, qual o seu vulgo, né? Vubu? Qual o seu vulgo? Vou deixar isso na enquete.
Legal. Agora, essa coisa do privilégio que se trouxe, eu achei interessante que você sorteia a quantidade de privilégios que você tem. Você joga um dado para saber se é um ou se são dois privilégios. Por que se optou por essa... essa quebra de uma isonomia que é tão comum nos jogos, né? Todo mundo tem dois. O que que você quebrou essa isonomia nesse ponto específico? Primeiro, eu estou muito feliz porque
eu não lembrava mais disso. Só que não, eu lembro. É uma coisa muito orgulhosa. Estou muito orgulhosa de você. É... Cada um tem o que tem. E isso não é uma escolha. Você nasce com mais ou menos privilégios. Você tem que arcar com isso. Tem gente que nasceu com mais privilégios, que é o que tem gente que nasceu com menos. E a gente está no mesmo mundo, não é um jogo, não
é uma correria. Então, eu quis simular isso de uma forma que ainda ficasse um pouco mais justa, porque anteriormente era João A3. Na primeira versão do jogo. Eu falei, o cara que vai ficar com o Ninho, eu quero que ele ficar com o Nês, talvez ele se sinta meio... Nenhum, tem muita desvantagem. Então, eu vou botar um ou dois, porque eu ainda quero manter essa ideia de que o mundo não é justo, nem o
meu jogo. É um jogo que simula um mundo normal, um mundo real. Interessante. E outra coisa sobre estereótipos agora. Você tem esses estereótipos para escolher. E são figuras que normalmente a gente encontra ali na... Se a gente for olhar um cenário, uma realidade de cadeia, a gente vai encontrar esse tipo de... Vou dizer, personagem, mas de pessoa, na vida real mesmo.
Como é que foi essa construção desses estereótipos e como é que isso você vê o impacto em jogo? Então, os estereótipos não fazem parte do jogo. Eles fazem parte do livro. Eles não vão na fecha. Eles não têm nenhuma vantagem sobre as vantagens imitânicas. Eles estão lá para ajudar o jogador a pompor com uma personalidade para o seu personagem. Eu
peguei alguns estereótipos de séries mesmo. Então, por exemplo, tem o camarão, que é o fish do Prison Break. Quem assistiu o Prison Break lembra que o protagonista era chamado de fish. E a nalejinha era a carne nova. E aí eu conversei com o pessoal, e eu cheguei à conclusão que no Brasil a galera falou a carão, o camarãozinho. Outros... Eu fui perguntando, eu fui
descobrindo alguns... Eu li um trabalho, tipo um trabalho de mestrado, não lembro se era de mestrado, doutorado, que falava sobre a linguagem dentro da prisão. Então, eu tirei algumas gírias daí, que é a forma mais nere possível de aprender gíria, que é linda com paper. Mas a maioria desses estereótipos foi a Kate, que me passou, que era minha ex -namorada, minha
amiga muito próxima. E ela que foi me passando, me ensinando, me mostrando, e depois ela fez a revisão sensível de todos os termos, tanto os que eu peguei, quanto os que ela me mostrou. Vem muito mesmo da quebrada mesmo. Vem eu da quebrada, e passou pela quebrada, e eu devolvi para quebrada. É legal, essa carga prévia que o jogador já pode começar a se imaginar
dentro desses papéis. Uma coisa que você trouxe, que eu achei muito interessante, é que não necessariamente o jogador tem que entender o que que esse personagem fez de errado para talir. Porque o jogo, você botou o jogo, não é sobre delitos passados. É mesmo. Como é que foi essa opção, como é que foi essa decisão de você falar, cara, o jogo é sobre isso aqui, o que você fez de errado no passado ficou para trás, e
não seriamente você precisa trazer. Pensei em duas coisas. Primeiro que tem gente que pode estar em justamente presa, e tem gente que pode estar justamente entre as presas, já por um jeito muito legal. Eu não quero que seja feito esse juízo de valor. Eu não quero que seja um cara que fale assim, meu personagem, isso pode acontecer, assim, nada impede, mas pelo menos não há um incentivo de alguém dizer assim, minha
personagem está aqui por um erro jurídico. É, a minha está aqui porque eu roubou, então a minha que está aqui por um erro é superior à sua, eu não quero que isso aconteça. Porque ela entra, claro. Ninguém, ninguém é melhor que
ninguém, todo mundo vai apoiar igual. E outra coisa que me inspirou muito foi o presídio Treven Beck, que é um presídio ideal, sim, um presídio muito bom, inclusive vem em comissões de fora do Brasil aprender sobre presídios com o presídio Treven Beck, é um presídio que trata muito bem os seus presidiários, mas infelizmente a gente sabe que é um presídio que só tem presos que têm uma condição econômica boa ou
que são famosos, esse é o presídio onde cumpriu pena a Suzane Hittentof e onde foi o casal Nardone, tanto pai quanto famo, ele tem uma parte feminina, uma parte masculina. Se eu não me engano, é onde esteve a Lisa Matisonaga, eu não tenho certeza, mas é um presídio dos famosos. Os dois famosos é da mídia, né? É, hoje vão de Deus, cumpriu um cumpriu. Nossa
cara, tem vários documentários ali, né? É, é, é, e é um presídio maravilhoso, às vezes dá vontade de lá, porque a Suzane Hittentof, ela aprendeu a posturar a TCE e hoje ela tem empresa sobre isso, sabe, ela aprendeu lá, tem professor,
e tu trabalha, tu ganha, lá é maravilhoso, sei. E aí a entrada masculina do presídio Treven Beck tem um brinjo moral escrito assim, é, depois desse portão só passa o homem, os seus delitos ficam no passado. Então passou do portão, cara, já foi julgado, já era, o delito não aconteceu mais,
está pagando por ele. Então entrou, aqui só fica o homem, só fica você, só fica a tua essência, o teu delito não diz quem você é. coisas muito maiores no ser humano. Então o cara lá dentro, lá, para se ressocializar, ele não é mais o lobo, o homem sírdio, ele não é mais o
quê, ele vai ser uma nova pessoa. E essa, esse quadro, essa mensagem, assim, então acho que tem pressão que se eu fosse presa, eu leria isso e me senti um pouco acolhido assim, então eu quis trazer esse sentimento. Tem uma coisa que eu gostei aqui, que você trouxe moral, uma espécie de reputação interna, e isso já começa a trazer bastante jogo também, quando a gente começa a pensar que, bom, você vai construir sua
reputação, como é que é essa coisa da moral? A coisa da moral é que eu quero que você der e seja um jogo de trabalhinho aqui, tanto com os seus
amigos que estão jogando, tanto com os NPCs. Tem uma espécie de tendência da parte administrativa da indústria prisional colocar os presos contra -se, porque quando os presos se unem, o que acontece, o que aconteceu no Carangiru, todo mundo começou a fazer revolução adentro, uma revolução, e a única forma de deter isso foi com a extrema violência. Mas por que essa extrema violência foi necessária? Porque os presos são fortes,
juntos, unidos. Pessoas que estão em necessidade, quando elas se unem, as coisas são incríveis. Tanto que o PCC foi criado sim também, o PCC foi criado no Carangiru e tal, e eles têm ética entre eles, eles têm várias regras e tal. Então, reunião dos presos, reunião do homem do ser humano é uma ferramenta muito forte e dentro de um presídio que é uma situação extrema, ela fica mais aparente
ainda. Então, o que se trazia a isso? A tua moral é o quanto o presídio te quer bem. E aí, eu quis trazer um pouquinho de... Tá uma gracinha assim, né? O cara vai lá, faz um negócio, eu gosto de... Eu gosto muito de jogar de Barto, porque tu usa o carisma. Eu gosto de carisma, coisas que geralmente nos jogos são associados ao carisma. Então, eu quero que o cara fente uma piada, que o cara
convide um amigo ali pra comer uma sopa, sei lá. E isso vai dando moral pra ele. E quanto mais moral ele tem, mais chances de causar uma revolução, ele tem. Ele não fala só de uma revolução, bagulho, cegueira, qualquer tipo de revolução, uma revolução dos sentimentos de alguém, uma revolução na visão de alguém. Então, a ideia era essa, eu quero unir o presídio e colocar ele contra o sistema. O jogo de CDL ideal termina
com os presos se unindo contra o sistema. Isso dá pra ver que é um tema, essa coisa do sistema, né? É um tema que você aborda bastante. Antes de a gente entrar, a gente vai entrar nessa coisa do sistema, eu queria fazer só uma pergunta sobre pena e gana. São duas coisas interrelacionadas ali, né? Que trabalham com a realidade confinada e com os desejos, que muitas vezes extravasam os muros da cadeia ali.
Como é que funciona essa questão da cena, na verdade, né? A cena, a gana, essa coisa de cada... Cada sessão tem ali uma gana em jogo. Como é que funciona esse esquema dessa construção em cima da gana? A mecânica de pena é a mais difícil de entender no jogo, porque ela é muito subjetiva. Mas quando você entende, é muito fácil. A gente não conta dias no CDL. A
gente não conta meses, a gente não conta anos. A gente trabalha com uma questão de desenvolvimento de personagem. Então você tem cinco pontos de pena. Você começa com um zero. Cinco quadradinhos pra dedicar. Cada sessão você pode realizar uma gana no asso. Realizou uma. Acabou. Só na próxima sessão você escolhe uma nova. Não realizou. Você pode muito ter a mesma, ou escolheu uma nova na
próxima sessão. A gana, como a gente já falou, são aqueles desejos, aquelas coisas, aquelas montades. A gana, a gana, é isso. Realizou uma gana? O que significa realizar uma gana? Desenvolvimento de personagem. Seu personagem conquistou algo. Ela se desenvolveu. Desenvolvimento de personagem representa também uma passagem externe. Porque as pessoas se desenvolvem com o tempo. Quanto tempo? Não sei. Não
interessa. Em pontos de pena. Ah, a minha pena é cinco meses. Então é um país. A minha pena é cinco anos. Então é um ano. Ah, mas a perda do amigo, a minha cinco anos, é dele a treze. Não vamos falar sobre isso. Fez cinco pontos de pena. Passou, passou a minha pena. A minha pena era 20 anos. Passou 20 anos. Se vira aí. Contador, contador, contador de causa que me chamam a lavador. Se
vira aí. O ideal é nem falar quanto tempo é de pena. Não precisa. Em algum momento precisa falar quanto tempo é de pena. Fez cinco pontos, acabou a minha pena que foi dividida em cinco quintos. Saí da prisão. Ah, não, me desprende. Vem me conviver que você seja da prisão. Ah, a minha família veio me gustar. Ah, ninguém veio me buscar. Beleza. Aí, vai para o segundo cara que tem mais pontos
de pena completos. Uau, isso é tem três. Mas agora que a nova não me saiu, todo mundo vai sair. Passou mais tanto tempo e tu saiu também. Quanto que, como que foi a tua saída? Aí tu vai descrever. Agora o próximo, como é que foi a tua saída? Saiu um, aí vai adiantando tempo até sair todo mundo. E aí, esse grupo pode colocar, se não me engano, são dois fatos. Eles podem descrever dois fatos
que vão ser verdade. O reitor da prisão morreu. Foi morto porque teve uma revolução. Galera, vai propor dois fatos que ocorreram nesse período de tempo que a gente avançou. E aí o jogo começa a se passar na quebrada. É isso, é um ponto de verada muito interessante, cara. Dizem que os últimos segredos do nosso planeta ainda estão escondidos debaixo das ondas do mar. Já chegamos à lua, mas ainda não chegamos ao fundo do
oceano. Ouvimos lendas sobre mitos de corrupção e desgraça em abismos desconhecidos, como o Triângulo das Bermudas, no Caribe, a Fossa das Marianas, o Lago Mítigan e o Triângulo do Dragão, no
Mardo de Água. As ondas sussurram esses mistérios ancestrais sob a fachada aparentemente tranquila de águas azul -safira, enigmas obscuros e incruzilhadas, onde o conhecido e o desconhecido colidem com ondas perdidas numa tempestade violenta em mar aberto. Dizem que há, nas profundezas do oceano, um poder ancestral que pulsa prestes a despertar. Essa história começa com um
acidente grave. Você acorda, espidindo numa tosse engasgada, o sol correndo a sua garganta, vomitando água salobra aos burbotões, esvazias seus pulmões engasgados, que ardem enquanto você tenta se enxediar. Uma dor muito forte no seu peito, como se você tivesse levado um soco na boca do estômago. Você olha em volta e nota que está numa pequena faixa de areia, um cemitério de
naufragos na costa de uma ilha perdida no mar. Um rastro de escombros impregnados com os resquícios dos mitos de Atlântida. Fala, galera do Café, Coby aqui. Vim convidar cada um de vocês a investigarem os mitos de Atlântida, um jogo de horrores sobrevivência com sessões episódicas. A gente está abrindo a segunda temporada com mais de 40 pessoas que jogam em horários bem diversos, manhã, tarde, noite, final
de semana. Você joga quantas vezes quiser, sempre que você puder. Esse formato é ideal para quem não pode comprometer a agenda fixa, mas quer participar de uma história em um cenário vivo, colaborativo. Lá a gente pratica o estilo Oil Fantasy, que o Bob comenta bastante aqui no podcast, com muito foco em desafio, transparência e
imersão. Se você curte jogos de horrores sobrevivência com muita investigação sobrenatural, eu tenho certeza que você vai se divertir. Acesse o link na descrição do episódio e vem investigar os mitos com a gente. Agora, vamos cair dentro dessa coisa do conflito com o sistema, que eu acho que é uma coisa importante do jogo. O verdadeiro inimigo em CDR é o sistema, que é uma coisa
que você traz bem forte ali. Quais são essas adversidades que o sistema traz para o personagem? Como é que isso é retratado no jogo? A contadora de caos, ou narrador, contralou o presítio. Isso representa os outros presos, os NPCs, os guardas, os muros, o diretor, todo mundo que mora fora e transmite opiniões, tudo. Aí você tem, majoritariamente,
dois tipos de adversidades. Na verdade, você tem dois tipos de adversidades, são as hoanas e as não -humanas, mas dentro das hoanas você tem dois tipos de genuínos, outros presos e pessoas que não são presos. As pessoas que não são presos são muito mais potrosas, porque são guardas que têm armas, ou cacetete, ou pelo menos a liberdade de maltratar um preso. É um diretor que tem autoridade para tipo N, de
X maneiras. Só que também tem os inimigos que são outros presos, e eles existem em um jogo para te distrair do objetivo principal. Vai ter uma briga de Gugs, vai ter alguma coisa, e o livro incentiva muito essas coisas a existir. A ideia é que você vai jogar o meu NPC, que os
jogadores vão odiar muito ele. Que os jogadores têm que passar por cima desse ódio, perceber os poucos que o real inimigo é o sistema, é o guarda, é o diretor, é os caras que eles não podem enfrentar. Você fica muito tentado a enfrentar o outro preso, porque ele tem o mesmo nível de poder que você tem. Você tem uma gilete, ele tem outra, e isso. A ambulância se unir e pegar o cara forte. Isso
dentro da sessão típica agora. A gente já fez um desenho aqui da pena, da gana. Já trouxe essa questão das diversidades possíveis. E como é que isso tudo roda dentro de uma sessão típica? Você traz até um exemplo interessante, que é uma coisa bem sensível, que é o pessoa detenta querendo fazer uma ligação com a família, uma ligação telefônica com a família. Isso é só um drama dentro de
um jogo desse. Como é que é essa sessão típica, tendo em vista a pena, a gana, e esse tipo de problema que o sistema traz? Como é que roda isso? O jogo é bem aberto. Vai depender muito do navegador. Mas se você seguir a risco de estar no livro, pode trabalhar muito naquela questão de quest. Tipo, eu quero ligar para o meu filho. Tem
esse cara que tem um celular contrabandeado. Aí eu vou conseguir esse celular e prestar no si. Eu for naquele outro cara que tem um massa de cigarra. Eu vou pegar esse cigarro e não sei o que. E aí essas coisas vão acontecendo, né? A galera se ajuda, tal de não me enche o grupo, ou custou uma sema muito bonita, porque está todo
mundo fugido. E aí você vai ter que passar de noite sem o guarda ver, você vai ter que esconder contrabando embaixo do coxão, e ir entre os guardas no quarto. Então, tem muito mais uma questão de ser furtivo também, de se esconder. E, basicamente, um jogo para fazer os seus jogadores se sentirem mal. Por isso que eu digo que não há um jogo leve. Se você diz nada e perdi um
jogo cooperativo, você não perde, nem ganha. No CDR você só perde. É um jogo feito para perder. A experiência é perder. Se você ganhar, você está jogando errado. Isso se grifa, né? É sempre um caminho de perda, né? Sempre um caminho tenso. E é muito difícil você ver um cara que sai da Tadeira
e ganha algo disso. Só ver gente perdendo. Na verdade, eu sinto um exemplo, porque a Susa Ligitintalfa, que apesar da galera caimar toda e cima dela, ela está fazendo faculdade, ela se casou, ela tem uma empresa, tipo, ela se resocializou. Mas ela se resocializou porque ela tem dinheiro, porque ela foi presa entre o Emembert, que é o melhor presidente do país. E é por isso. Não
é por conta de ter sido preso. Vinha de regra, o cara que vai para a Tadeira, ele não ganha nada, só perde. Agora, vamos falar do sistema. Não do sistema pentenciário, sistema social, sociedade, mas os testes, né? Como são os testes feitos no CDR? Primeiramente ele era 2x6, aí virou 1x6, ele voltou a ser 2x6. Então, 2x6 tem uma curva incrível de probabilidade, é muito gostoso, sim. Não
é a toa de todos os BBTAs, são 2x6. Mas CDR é sistema CDR, eu criei o sistema. Eu criei um sistema de conta e uma história. Porque eu poderia ter usado sávage ou BBTA. Mas eu joguei que era necessário um sistema próprio. Então, o que acontece? Você tem os seus quatro atributos, eles são muito pequenos, eles não passam de três, e para você ter três, você tem que ir para o quarto. Então,
na ficha inicial, você vai ter no máximo dois. E aí, você vai voar 2x6, você vai somar o teu atributo, você vai somar mais um, se tiver algum privilégio participando dessa cena, te ajudando. E aí, você vai tirar em um, dois, três, se tiver qualquer coisa te atrapalhando. E você vai tentar alcançar o valor da complicação, que é
a dificuldade. Se você estiver se defendendo de alguma investida, seja social, seja físico, para você investir contra alguém, o seu valor tem que ser pelo menos um acima da complicação. Para se defender é alcançar, para atacar é superar. É, e é interessante que a gente tenha aqui um rol bem objetivo, bem concreto de adversidades típicas que
você tem na cadeia. Então, você tem aqui Bota. Bota é tudo a gente perintenciar, é autoridade menor grau, como guardas municipais. Então, ele já tem ali o nível de complicação 8, que é o alvo que você tem que superar. Então, não é muito tipo de superar, porque eu vejo a vez que você vai jogar 2x6, vai somar o equipinho 1 ali, 3x8, 9 se tu quiser atacar, ou se tu
quiser se despreender, tá bom. É, para o outro lado, você tem ali complicação 15 para uma tropa de choque. Então, você vai precisar de outros recursos, além da própria rolagem, para conseguir superar isso, né? É, lembrando que, tropa de choque, algumas pessoas, quando ouvi isso, já lembra
do carangelo. Quem viu o filme sabe como foi terrível, então, o tropa de choque foi aquela tropa que invadiu o carangelo, uma tropa bem agressiva, bem violenta. Então, eu sei que vai lembrar o desastre, né, quando as pessoas lerem isso. Tu não quis jogar uma, acho que, talvez a mais alta complicação que tem. É, a maior delas aqui. Você tem outras complicações já praticamente de ambiente,
assim, né? Por exemplo, você fazer a Maria Luka, que é aquela guardente da prisão, então, complicação 6, sair das algemas, complicação 9. Então, tem coisa, eu achei interessante isso, porque você consegue modular bem a experiência em torno das complicações da cadeia, especificamente, assim. É, esses números não são fixos, eles são sugestões, contadoras de causa pode botar a complicação que ela quiser, que ela vai jogar.
Foi muito difícil chegar nesses números, eu fiz um milhão de testes, e às vezes até hoje não tenho certeza se eu botei o número ideal, porque tive muitas novas de indecisão, assim. Mas
eu acho que são menos boas sugestões. E se falar um negócio, que eu sou louca, louca, louca para experimentar a Maria Luka, eu sei que eu ouvi, não sei o que eu vou aguentar, mas eu tenho um íntimo, cara, de experimentar, só para saber, olha aqui, só para saber se realmente é tão bonito, tão forte quanto diz. Negócio efeito de sobra de arroz, material de limpeza e muito louco. É, deve ser brabo, cara, deve
dar uma confusão mental. O brilho, arroz, nossa, ainda não está indo, 8, 8, 8. Eu acho que isso é uma coisa que eu fiquei curioso também, para quando a gente, de fato, pega o jogo, e leva para fora, né, leva para fora do do sistema carcerário ali, quando o pessoal ganha a quebrada, que aí você tem uma virada no jogo, você tem um outro momento, como é que acontece esse
momento, como é que são os conflitos e como é que são as evoluções aí dentro desse desse novo ambiente de jogo. Antes de eu te esconder, eu vou sugerir uma pergunta de senhor Loma Enquete. Você toma maria louca, senhor Loma? Boa, perfeito. Você tem ali uma garrafinha, escrito maria louca, é marelo, gente, é marelo, é terrível. É muito aliasso, parece. Você toma ou não toma? Responde aí, Enquete. Vocês
vão morrer sem saber como é que é? Eu acho que o senhor Loma Enquete achou as pessoas vidas de saber como é. Sabeu como ruim, é? Eu senti ruim, mas eu experimentaria só para saber, é um experiência. Mas aquela coisa, não é um traguinho só não, tem que beber pelo menos um copinho, vai, um copinho, virada. Isso aí, é, não, se não... Um shot. Se tu deixar ficar na boca, cara, aí que fé, um
goitote. Mas hoje eu vou na quebrada. Isso é um ente... nunca contei isso pra ninguém. Tem um anime enxolado bem em Tama, que é um anime de comédio, que é super boa, o Beatles. E tem um episódio que eles fazem lá para de Prison Break. E aí, os nomes dos episódios são sempre engraçando. E aí esse episódio se chupa. Prison Break, mas quando a gente foge da cadeia, a gente descobre que a verdadeira
cadeia é a sociedade. Esse é o nome do episódio. Parece escrito assim, pá, na tela, até ela cheia, e aonde, para lá. E essa é a descrição da segunda temporada de Prison Break, Vui. Eles fogem da cadeia, eles fogem, então eles estão sendo perseguidos e tal. E no CDR você não fugiu, você foi liberado. Mas você continua preso. Preso a estrelógipos, a
preconceitos, a várias coisas. Então, para eu dizer que a verdadeira cadeia é a sociedade, como é que eu faço isso? Como é que eu transmito seu mensagem? Então eu entenho exatamente as mesmas regras. Eu só boto uma roupagem por cima, só boto uma calma. As regras de prisão são iguais das regras da quebrada. Você não gosta, você não gosta das regras da nata. Porque você sai da cadeia e você continua tendo seus direitos
humanos sem os chipados de você. Então, as regras são a mesma. Eu só mudo o nome de algumas coisas. Nem de tudo, de algumas das coisas. A moral continua sendo moral, em vez de segurar uma presidia, ou a moral é quebrada. Ou torre. Que o torre é como a gente chama um chefão na TV. O torre vira o golo da biqueira e vida que segue
está a mesma coisa. Então acaba que você continua mais ou menos com esses arcos desses personagens numa evolução natural do que acontecia. Agora, dentro disso, existe algum desafio no caso para contadoras de causa. É relativo ao fato de não ser mais confinado naquele espaço, não ser modulado.
Você encara isso como uma nova etapa que tem algum tipo de desafio para pessoa que conduz no sentido de que ela tem que trazer novos arcos, tal. Ou você, durante os jogos que você foi testando e tal, você vê o que isso aconteceu naturalmente, assim. Quanto de força você tem que fazer? Eu acho que é um pouco desafiador, sim. Porque
você tem muito controle sobre os jogadores, né? A gente costuma dizer assim, o narrador não pode jogar contra os jogadores mas você der assim, você joga. E quando você tem o presídio, você tem as regras, você tem toda aquela opressão nas suas mãos, é muito fácil fazer os jogadores sofrerem, que é o objetivo do jogo. Quando você está fora da cadeia, as coisas ficam mais
difíceis. Só que você tem que levar em conta que no mínimo em uma calbanha são o mínimo cinco sessões dentro da prisão. Porque é um ponto de pena que você pode ganhar no máximo de grande sessão. Se nas cinco sessões o mesmo personagem conseguir realizar a gana, todas as sessões eram os do a gana, que varia um ponto de pena e chegou no quinto e sai da prisão. Então,
vai começar na sexta sessão. Então eu acho que na sexta sessão o grupo já está, sim, talvez um pouquinho sofrado, querendo ver novas coisas. Então é uma coisa que gostar, assim, muda os áreas da companhia, é legal. Quantas vezes a gente já não ficou meio desapustado de ver camponês, rei, tudo muito, exatamente sim. O ambiente, né? Mas eu acho que é legal. Eu acho que é um desafio gostoso para a computadora
de caos. Eu acho que faz bem assim. Eu acho que a pessoa está animada para narrar na quebrada. Eu acho que a pessoa que narra na prisão vai estar animada. Pô, vou fazer uma quebrada que vai ter um barzinho aqui, vai ter um moleque andando de bicicleta, acho que é superanimador. E pela parte dos jogadores você viu uma felicidade genuína de estar sendo libertado, de estar sendo solta, assim, como a gente
imagina um presidio saindo. Como é que foi? Como é que é essa sensação para a galera que sai? Cara, sair é um momento de realizar seus sonhos, né? Sai permite que as ganas sejam mais doidas possíveis. Porque você pode querer você ao novo dobro da boca vou matar, não sei quem, vou pedir, não sei quem em casamento, então dá muita mais possibilidade de interpretação para a galera.
Então, primeiro que a galera fica muito feliz quando os seus personagens presidiários estão em qualquer coisa. É muito legal, assim, o lugar fica muito animado. Isso é a coisa do privilégio. A galera fica superanimada de conseguir coisas pequenas. E quando sai do presidio é uma felicidade, mesmo. O pessoal fica muito feliz, começa a fazer planos é uma versão diminuída do que acontece na vida real, é
interessante, quase um experimento social. Eu fiquei viajando quando eu vi que você sai, tem essa segunda parte que é quebrada, eu fiquei imaginando, cara, você sai ali, suas ganas mudam, e eu fiquei pensando, porra, deve pintar umas coisas até contraditórias entre os jogadores, tipo um que é de repente, sei lá, saltar um banco para fazer um caixa, para começar uma quadrilha, quanto o outro
está querendo uma redenção perante um senhor, né, tipo vai entrar uma igreja, sei lá, e quer construir uma família, é bem possível acontecer esse tipo de coisa, né. É, mas aí quando você sai do presidio, você já tem várias coisas que vão
puxar, né. Então, por exemplo, se uma pessoa é de uma facção com os privilégios, quando você está criando fichos e qualquer momento do jogo, todo mundo do grupo pode entrar nessa facção de graça, sem comprar o privilégio a um nível abaixo daquele colegio que comprou o privilégio.
Recrutado. Então, se isso acontecer e você, e a galera sai do prisão, essa facção vai continuar puxando eles, e o cara que quer criar família para a igreja vai ter conflito com uma facção. Então, se não for facção, vai ser alguma coisa. Não tem paz na criada ou lança que não tem paz. Então, por livre incentiva, a não ter paz. Sim. E o livro, inclusive, explica como você faz caso personagem cometa o crime,
seja pego, e volte a pareia. Então, também, se pensa nisso, porque a gente sabe que o cara quando sai da prisão, muitas vezes ele não pode evitar cometer um crime. Porque, às vezes, a facção vai unir ele de alguma forma. Ele tem medo, então, ele acaba fazendo uma coisa aqui, uma coisa ali, ou porque ele não tem dinheiro, porque ninguém contrata, então, ele vai acabar voltando para o crime quando ele sai do
presídio. E o jogo pode voltar para o CDR, que CDR centra de detenção de socialização, nada mais é do que um homem genérico de presídio. Eu peguei três presídios, um tinha centro, um tinha detenção para o que tinha a ver a socialização do nome, e aí eu misturei. Eu li uma lista de presídios assim, eu misturei os nomes mais genéricos para os cílios e creio CDR. Eu acho que realmente é aquela coisa, não tem como a
gente escapar dessa opressão que você propõe, assim. Na quebrada do desafio é esse, mas é difícil. Exato. Imagine a cena. Você e seu grupo chegam finalmente no Tesouro, no final da aventura, que recompensará todo o esforço e arranja herdedentes até agora. Vocês estão exaustos, as armas pesam, mas estão tão próximos do prêmio que já se sentem aliviados e vitoriosos. Contudo, antes que põe ao mão do Tesouro, um avarento dragão
aparece e o desafia. O que você faz? Meu nome é José Fontenelli, eu sou escr, jornalista, mestre de RPG, e você está numa aventura de RPG. RPG é o jogo de interpretação de personagens, role play game, onde os participantes interpretam seres únicos em situações fabulosas, desafiadoras, insanas, em
qualquer lugar do tempo e espaço. Jogar RPG é um hobby que em 2024 completa 50 anos e os mais lembrados são D &D, que no Brasil foi popularizado pelo nostálgico desenho da caveira do dragão, vampiro a máscara, pet finder e o revitalizado cenário nacional de tormenta, entre outros. Tudo isso é RPG. É muito comum as pessoas jogarem RPG sem muitas informações. Isso
aconteceu comigo a 21 anos. Nós não sabíamos muito sobre o jogo, para além das páginas cheirocadas do único livro que nós tínhamos como referência. Mas isso mudou. Para comemorar os 50 anos do hobby e preencher uma lacuna de conhecimento dos jogadores mais jovens, ou mesmo os jogadores e mestre de RPG mais experientes, estamos lançando o financiamento coletivo do meu livro. Aparece um dragão, o que você faz?
Um guia para jogadores e mestres de RPG de todos os níveis. Este livro é um produto de dois anos de pesquisa, onde você encontra informações sobre a história do jogo, como se popularizou, tem um glossário dos termos mais utilizados, que é uma coisa realmente única em publicações desse tipo e duas grandes sessões. Uma voltada para jogadores, com dicas de como criar e interpretar o próprio personagem e outra voltada
para mestres. Com teoria sobre criação de histórias, como lidar com jogadores problemáticos,
sessão zero, sistemas de RPG e muito mais. Há ainda dicas para criações de mapas, como lidar com temas sensíveis durante o jogo, tabelas para geração de nomes, aventuras rápidas, etc. Este livro é um guia, um material de apoio que vai te ensinar a jogar melhor, a mestrar a sua própria aventura de RPG, por isso vem nessa aventura conosco. Seu apoio é fundamental para que publicações desse tipo ganhem mais espaço, por
isso nós contamos com a sua ajuda. Apóio o financiamento em catarse .me barra aparece um dragão. A gente pode começar agora já a partir de uma conclusão. Eu queria de repente pedir que você deixasse um recado para quem se interessou e quer jogar o jogo. Qual recado que você dá para essa pessoa frui o jogo da melhor forma possível? Especiar os seus humanos eles merecem de seres humanos
independente do que eles fizeram. Então, a melhor experiência que você vai ter de jogar os CDN é mantendo isso em mente. Especialmente, mantendo isso em mente e conduzindo um jogo, ou jogar uma rap querendo expressar isso de alguma
forma vai ser um jogo muito rico para você. Bom, então, muito interessante vou deixar, inclusive, assim cat para vocês responderem agora no fim do episódio vocês podem ir lá no Spotify Mobile e responder em cat. Primeira pergunta é se você tomaria Maria Loca, essa bebida feita na prisão, e a segunda pergunta é para você deixar ali qual seria
o seu vulgo se você tivesse na cadeia. Queria agradecer o Naomi pela presença por trazer esse jogo para Benz, porque deve ter sido um tema realmente desconfortável de trabalhar em muitos momentos por outro lado, muito divertido pelo desafio que deve ter
sido então para Benz pelo rolê. E queria abrir um espaço aqui para você falar um pouco se você tem outros jogos que você já chegou a me mostrar, produção índio muito legal ou tem produção de conteúdo também, tem o rolê na Retropunk você quer deixar algum recado relativo aos teus rolês, ou algum
recado de editora também? Então galera, quem se interessou para no CDR, você pode comprar no site de editora Retropunk ou se pode comprar até diretamente comigo do repito de Santos, da paixada cientista, ou a gente que eu tenho um monte de copies então a editora me deu para vender
mesmo em eventos e tal. Então se você quiser comprar no site de editora, se quiser comprar comigo, vai nas minhas redes sociais elas são a rouba na Naomi no omitir e na minha produção de conteúdo eu estou fazendo o re -braging agora e eu estou pensando em deixar na Naomi palavras e eu não decidi ainda, mas no Naomi na Naomi que
tito, vai encontrar tudo. Eu tenho outros jogos de RPG como eu disse, eu já não lembro mais os regros do CDR, porque eu escrevi outros vídeos eu tenho Splatter Girls Splatter, muito pessoal Splatter Girls, o meu T em inglês ele é quase mudo, então Splatter Girls que há um jogo sobre meninas segurando motocerras e matando zumbis que não tem nada a ver com CDR é um jogo bem em
garofa assim e vai ser lançado esse ano pelo editor indivisível, mas você consegue fastplay no it .io da editora indivisível e além disso eu tenho publicado um jogo chamado Wild Ties, que é um jogo sobre furs que você pode encontrar no it .io da minha co -autora nós escrevemos o jogo juntos it
.io Bappa Michela com 0 no lugar do O ela tem vários projetos lá o Wild Ties é o nosso projeto em furs você vai encontrar custa 2 dólares é tipo 10 reais e a gente ainda não lançou mas vai ver um suplemento para o Wild Ties, que é o Wild Bodies que são regras para jogar, interpretar sexo na sua porveja de RPG eu já testei, super divertido tem que ser um ar de 18 anos mas é super legal, então se você quiser ver
ou você quiser só o base mesmo, procura lá qualquer coisa nas minhas redes sociais a voga na home, na home chip, na home 2x e se é bem vamos lá para os links citados no episódio você pode encontrar esses links no discritivo do episódio link 3 da home maraté com todos os links dela também o link para você comprar o livro CDR, Centro de Detenção e ressocialização da Retropunk e vai ter outros 2 links
que vão levar você lá para o it .io onde tem os projetos independentes os 2 jogos Wild Ties Splatter Girls da home maraté lembra que você pode se tornar assinante do Café com Dungeon apoiando a gente em
apoia .se barra café com dungeon lembrando que você apoiando a gente ajuda a gente a voltar como na primeira temporada ter 5 episódios por semana além disso você tem acesso a conteúdo extra, exclusivo e fora isso tudo você ainda recebe sorteios, você pode participar de sorteios, então tem jogos como Rio Tama, Dark Eye tem bastante material que a gente está distribuindo para o nosso assinante a gente está
sorteando quase 2kg de café da Ovelha Negra além dos cupons progressivos de acordo com o seu nível de apoio então está valendo muito a pena fora isso, se você gostou especialmente do café de hoje você pode deixar para a gente uma gorjeta manda um pixel lá
para café com dungeon arroba gmail .com que a gente vai ficar muito feliz inclusive agradecer ao Gabriel o pai varrega, muito obrigado pela gorjeta que você deixou para a gente cara, valeu mesmo também queria lembrar que se você tiver uma marca uma empresa e você de repente quer financiar um dia da semana a mais de café com dungeon e aí sim você vai fazer a alegria da massa arrepigista,
consulta a gente no café com dungeonarroba gmail .com que a gente tem uma proposta para você ver e habilizar isso pode consultar a gente também sobre parceria anúncios, spots aqui no café com dungeon lembrando que a gente trabalha não somente com marques de RPG mas também outros ramos, como café especial jogos, tecnologia, mídia etc. se você quiser colaborar com a gente manda também o e
-mail cafécondangearrobagmail .com conta para a gente do seu trabalho seja você produtor de conteúdo, game designer dependente, acadêmico, fã conta para a gente sobre você e sobre o que você quer trabalhar aqui no café com a gente que a gente é todo ouvido fora isso muito obrigado aos assinantes que tornam possível essa aventura, muito obrigado marcos prates e os demais do nível incentivo valeu o zaço,
obrigado demais também ao pessoal do apoio comunidade incluindo o Demi Quiral Grande Quiral, Marcio
Loureiro Jr e evaldo .al um salvo especial para os assinantes do nível RPG dojo e aí vou agradecer marcos alves com salve jr agradecer Pedro Erle Mateus Ferrir Germano Assis Marcos Vinicius Ornelas galera muito obrigado pelo apoio, lembrando de agradecer a galera do nível treinamento ao e -offentasy eles são Rafael Machado Bardal, Bruno Coby Diego Cestito, César Machado Abírio Jr. e Leonardo Gás Paroto Menini
muito obrigado por o apoio de vocês e por último mas não menos importante agradecer o sensacional apoio do nível café com balbi teago augusto muito obrigado por o apoio agradecer também ao nosso amigo Daniel que deixou o apoio privado só vou falar o primeiro nome muito obrigado valeu galera, um abraço e até quinta que vem e até a próxima
