Avatar Legends RPG e a D20 Culture #0008 - podcast episode cover

Avatar Legends RPG e a D20 Culture #0008

Feb 22, 20241 hr 52 minSeason 2Ep. 8
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Episode description

Neste episódio Balbi entrevista Bel Domingues e Pet Rodrigues da D20 Culture a respeito do canal, sua origem, seu modelo de negócio e suas iniciativas, as pessoas por trás, seus projetos e seu principal lançamento até agora: Avatar Legends.

 

Links citados no episódio

⁠Homo Ludens⁠, o jogo como elemento da cultura, de Johan Huizinga

⁠Avatar Legends RPG⁠ em financiamento no Catarse

⁠D20 Culture⁠

 

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Agradecimentos

Obrigado aos pessoal que apoiou com incentivo, incluindo:

  • Lucio Pimentel

Valeu demais ao pessoal do nível de apoio Comunidade, incluindo aí:

  • Richard Vambasters
  • Pati Brito
  • Chico Siqueira

Um salve especial pros assinantes nível RPG Dojo e superiores:

  • Daniel Aidar
  • Denis Oliveira
  • Evaldo Pontual
  • Felipe Escosteguy
  • Germano Assis
  • Luis Guilherme
  • Marcos Vinícios Ornelas
  • Matheus Machado
  • Matheus Coletto
  • Pedro Borges
  • Pedro Obliziner
  • Rafael Garotti
  • Renata Canevaroli
  • Rudolf Hellmuth
  • Shwanz
  • Vitor Hugo Martins

Grande abraço ao pessoal do Treinamento Oil Fantasy:

  • Bruno Cobbi
  • Abílio Júnior
  • Cesar Machado
  • Diego Sestito
  • Leonardo Gasparotto Menini

Transcript

Lá atrás, em 2018, o café com dangerou fazia parte do regra da casa. Era um canal que eu tinha com o Carlos, com Ramon, com chess, com digo. Posteriormente entraram Vini e Carol e a gente tentou inovar, né? A gente queria ali fazer RPG lifestyle, que a gente chamava, né, que era mostrar a galera que curte RPG, como joga RPG, as coisas aí, os papos que tem, né? Então, a gente gravava do boteco ali, bebendo cerveja, falando de RPGA, gente na feira, tomar um pastel, tomar um.

Caldo de cana e comer um pastel e falar de RPG. Isso era bem maneiro. Tinha esquete de comédia como o escudo do jogador. Tinha Oo culto Grey's roqueiro do 20 prometido também. A gente fazia uns esquetes interessantes e, mas principalmente, a gente tinha um produto que era mistream presencial de RPG ao vivo na Twitch, e que era uma trabalheira doida. E a gente juntou ali 1000 gambiarras, vários webcams, 720 Pixel, uns microfone meio mandrake ali, um zoom.

E muito amor e muito suor. Limite toda semana ali, uma mesa de day chamada Magic punk, que durou 2 temporadas. Aí, em todas as suas vicissitudes, no seu dout yourself, a gente mistura outras coisas, também jogou outras coisas, que é chamado de cutulo, rastro de cutulo, é mazer Maze reads, DCC. Várias coisas a gente pôde jogar e foi bem interessante. E era tenso, né? Toda quarta-feira estava lá, a gente, né, levando aquela tralha toda e conectava. Cabo conectava tudo, ligava.

OBS, testava, testava, testava. E foram dezenas de sessões, né? E eu sempre comentava com Carlinhos o seguinte, cara, a gente pode seguir o mesmo procedimento, o mesmo passo a passo, 1000 vezes que nas 1000 vezes vai dar algum problema técnico, né? Pode ser no som, na latência, no eco, sempre tem algum problema e menstruar em interagir com o público no meio desses problemas. É sempre uma doideira, cara, é muito difícil.

Era gostoso, não é? Quando terminava cada sessão a gente se abraçava ali, num misto de Vitória e Alívio. Mas ao mesmo tempo, era extremamente desgastante, a gente não queria ser o critical howling, né? Ainda que o critical hoje fizesse stream presencial ao vivo e tudo mais, a gente queria promover esse estilo de vida de RPGE tinha 11, certo orgulho, né?

Eu tenho um certo orgulho da gente ter conseguido entregar isso, ainda que de forma limitada e contida, ali, por conta do orçamento que a gente tinha por conta dessas limitações do do youturself. O projeto durou um ano e a gente parou esse projeto, né? O regra da casa, sem conseguir capital para reinvestir o suficiente. Mas, claro, a gente sonhava em ter um estúdio, equipamento de ponta, gente cuidando da parte técnica, pra gente poder focar

no RPG. Quem sabe a gente não podia ter durado um pouco mais, mas foi bom enquanto durou, né? O fato é que lá pra 2022, 2023, ali houve uma stream de uma galera nova e eles tinham tudo ali, um esquema, patrão mesmo, mesão, microfone caro, equipamento de ponta, equipe, um canal que apareceu Do Nada, já tinha isso tudo, não teve uma trajetória, já chegaram bombando. E rolava um investimento pesado, era nítido, eu me perguntei, cara, quem é essa galera, né, que esquema é esse?

Será que eles têm pretensões comerciais ou será que é uma galera que tem grana e tem um hobby né, e tá dando vazão é isso, seria bem maneiro também, né? Tem problema nenhum nisso, mas eu vi que não era bem isso, né, eu vi que era um negócio sim, e tinha pretensões comerciais, provavelmente porque chegou em determinado ponto, entrou em cena ali, como sócio dessa galera, o ator Fábio Porchat, que é famoso, né, do porta dos fundos.

E ali mostrou que sim, aquilo ali era um projeto, realmente não era hobby. Eis que agora, em 2024, recebi uma oferta de pauta. Quero uma entrevista com uma oportunidade de conhecer essa galera e essa casa, o Power House, como eles chamam, né? É uma produtora e desenvolvedora de propriedades intelectuais de entretenimento geek como eles colocam no site deles lá, né? E, bom, eles estão se preparando para começar o financiamento de um jogo bombástico. De RPG. Já tem mais de 4000 pessoas

inscritas no catarse. Nessa hora, minha porção de jornalista, né? Não poderia deixar passar essa curiosidade, né? Então é, eu resolvi ficar. Martelando aquilo na minha cabeça, cara, quem são essas pessoas, como é que elas operam, de onde eles tiram dinheiro, para onde esse dinheiro vai, né? E onde eles estão? Estão enxergando o dinheiro nesse mercado tão incipiente, né? Tão pueril como o nosso.

E eu fiquei pensando, será que é uma dessas startups que, dentro do modelo de negócio, ela não precisa se bancar? Você tem outras coisas acopladas. Será que que esquema é esse, né? Eu fiquei curioso, eu tive, tinha que dar vazão essa curiosidade, então eu fui até a faria Lima numa sexta-feira, numa casa chique, uma arquitetura bonita, inclusive, e ali do lado de fora do portão, tinha uma funcionária fazendo manutenção ali, do lado de fora.

Ela abriu para mim naquele espaço, ali tinha mais uma construção, na verdade eram 2 casas e eu fui andando ali, meio perdido, até encontrar uma cozinha imensa. Com geladeira, vintage, bonitona, uma chopeira, umas coisas assim, vistosas, né? E eu fiquei perdido até encontrar um dos sócios, que pelo visto era macaco velho no

meio do RPG, né? E ele mesmo disse ali que estava envolvido na época com ORPG da Volkswagen, que é uma coisa que eu quero investigar um dia mais profundamente para saber do que se trata exatamente. Mas rolou um RPG da Volkswagen, e ele participou. Ele participou inclusive, também da revista Dragon Slayer, que é a mais famosa e que chegou a ser concorrência da Dragon Brasil. Na época, ali em que as revistas de RPG é você encontrava na banca, nas bancas de jornal.

Então um cara que já estava nesse rolê do RPG bastante tempo e a ele. Naquela cozinha, se juntaram outras 2 pessoas que já eram faces conhecidas pra mim dos game plays que eu vi desse canal, né? É dessa produtora, mais um pessoal simpático ali do staff deles ali de marketing e tudo mais. E cara, eles tinham um departamento de marketing. Olha que doideira. Eu cheguei a perguntar, cara, isso é um setor de marketing de uma empresa maior que vocês

utilizam ou é de vocês mesmo? Não, eles falaram, não é nosso, né? Essa casa aqui é nossa, aqui é nosso, era deles mesmo, não era de uma empresa maior, por trás, por trás, e. Acabou conversando um pouco sobre as coisas. Eu pude me apresentar melhor também porque ele só conheceu o meu trabalho agora da segunda temporada do café com Danger. Então pude falar da primeira temporada e tudo mais. E acabou que a gente engrenou o papo e subiu para o escritório para gravar esse episódio.

Agora que você vai ouvir, né? E aí eu me juntei ali ao pet. Rodrigues é Abel Domingues, que são alguns dos sócios da the 20 Culture e a gente acabou conversando ali sobre esse mega empreendimento e sobre Avatar Legends. E o seu lançamento? E eu espero representar a altura a curiosidade que eu tenho certeza que vocês também têm sobre essa iniciativa. Amigo do culto, quer café? Café com que, meu querido? Café com danjão, olha. Que Halloween? Bom dia, amigos do café com

danjão. Estamos aqui para mais um episódio do seu podcast matinal favorito, trazendo sempre muito RPG. Meu nome é Rafael baubi e hoje o meu café é um café ovelha negra, ciano Torra, média, vindo diretamente da fazenda da mata, a 1160 m de altitude. O café delicioso que o coelho aqui num filtro feito de notas de dólar que estavam sobrando por aqui. Enquanto eu entrevisto o pessoal da D20.

Culture. Estou brincando, mas eu queria antes lembrar que os assinantes do café com danjão participam de sorteios de café especial do ovelha negra e tem cupons de desconto progressivo de acordo com o nível de apoio, tá? Além disso, consegui o cupom, os ouvintes do café com Dungeon, mesmo os que não são assinantes, para poderem comprar um café especial gostoso desse que não é, não é caro como muitas pessoas pensam. Um desconto ainda nesses nesses cafés lá no ovelha negra. Cafes.com, né?

Você pode utilizar o código CCD, tudo em minúsculo. Que você vai ter um abatimento aí na sua conta, né? E antes da gente começar com um papo, é, vamos uma enquete que a gente sempre faz aqui. A leitura do das respostas que vocês deram na enquete do episódio anterior, que foi sobre a disputa pela ficção no RPGEA primeira pergunta foi se as anotações do mestre fazem parte da ficção do jogo antes mesmo de entrarem em mesa e foi acirrado, viu?

A gente tem feito enquete bem acirradas aqui e a resposta da galera foi. Muito dentro do que Eu Acredito que não. As anotações do mestre não fazem parte da ficção até elas entrarem em jogo, 57% das pessoas responderam dessa forma. E aí eu vi. A gente fez uma pergunta também para vocês responderem por extenso, né? E a pergunta é, você já teve algum problema relativo a reivindicação ficcional que foi o tema que a gente abordou no episódio, né?

E aí teve o Ramon que falou que já já me ocorreu a situação do mestre a querer descrever o sentimento do meu próprio personagem em relação à ficção apresentada. Acho que, no mínimo, deveríamos ter essa Liberdade mesmo seguindo mecânicas. Bom, esse assunto aí de quem descreve os sentimentos é muito importante. É relativo aos poderes, né? E ao desenho de papéis no RPG, principalmente em relação à reivindicação ficcional.

E teve um episódio lá da primeira temporada do café com o dange em que eu debato com o nooper tool a respeito disso, né? Ele defendendo que O Mestre pode, sim, deve descrever sentimentos dos personagens, dos jogadores. E eu defendo que não, que isso aí seria extravasar um. Um pouco a gente. Hoje em dia eu percebo até um pouco que depende do jogo, depende da proposta e depende da situação, claro, mas acho que vale a pena dar uma ouvida nessa nesse debate, tá?

O Arthur Eletro falou que eu, Narrador, conduzia ações de NPCS que não condiziam com que os jogadores imaginava para ONPC derivado da história do seu personagem, hoje repenso delegar mais para o jogador redistribuir a responsabilidade ficcional. Eu acho um caminho interessante, né? Sempre que a gente puder compartilhar, né, o controle da ficção, eu acho que é interessante respeitar os claros, os papéis do jogo. E as funções desempenham, né?

O Caio ramos falou que já teve muita dificuldade no início da mestragem porque os jogos não estabeleciam muito bem até onde os jogadores poderiam reivindicar a ficção e eu não sabia quando, quando nem como estimular o envolvimento deles no jogar. Isso é uma coisa muito curiosa, sim, trabalhado. Trabalhado isso em eufântese e mudar a postura do jogador, né? De que num momento ele só pode falar de coisas determinadas ao seu personagem?

Em outros momentos, ele pode falar coisas relativas à ficção. De forma geral, o silar de costura é uma coisa complexa assim, né? Inclusive, passa por uma mudança de um processo lógico dedutivo para um processo lógico indutivo e vice-versa, que então é uma discussão interessante.

Mas. É bem, acho que é uma é uma é um comentário muito sagaz aí. Caio, muito obrigado por comentar e o Carlos rentez rentiguez falou a descrição do mestre apresenta o mundo em SD. Quem faz OHD ou o 4K é o interesse dos jogadores, mas já me deixei com quem dissesse, mas você não descreveu como se eu tivesse escolhido escondido uma informação? Bom, Carlos é uma coisa interessante dentro disso é que muitas vezes os jogadores esperam que O Mestre diga tudo o que tem para ser dito sobre uma

cena, não é? E na verdade a gente tem que interagir, não é o jogo RPG de forma geral, é um jogo em que a gente vai estabelecendo a ficção aos poucos. É impossível a gente dizer tudo o que há ali. Naquele ambiente dissimulado. Porque senão a gente não estaria simulando esse ambiente. A gente estaria recriando ele

perfeitamente um para um, né? Então é muito perspicaz o que você fala, e acredito que o jogador tenha sido em algum ponto injusto em dizer que você não escreveu, sendo que ele poderia a todo momento perguntar sobre a ficção e investigar a ficção para ter respostas sobre suas dúvidas. Até vocês sedimentarem em conjunto esse espaço ficcional. Obrigado pela participação, gente. Teve outros comentários aí, mas na próxima eu leio mais, beleza?

O agora é certo é dado o último gole na cerveja cerimonial conhecida como Beer Potter, densa como a noite misteriosa como uma tumba é degustada para os bons presságios na exploração da região que leva o mesmo nome, Beatriz. Que guardo os jazigos dos Titãs, seres primordiais anteriores aos próprios deuses por eles sepultados com seus tesouros,

segredos arcanos e metafísica. Que esgotem é uma campanha de hex cruel, aberta e gratuita de RPGU School no estilo Oil fantasy, com sessões episódicas no mundo permanente com centenas de jogadores e 4 destemidos mestres baubi Kobe. João Goulart e Márcio Loureiro além dos ermos repletos de monstros e tesouros, comunidades exploram um estilo de jogo forjado a partir das reflexões dos 1000 episódios da primeira temporada do café, com danjão e outros experimentos, como ouro e

Glória, desde moleque e outros. Descubra o paradeiro do mago que ficou louco ao ouvi-los impropérios de uma cabeça falante espetada na ponta de uma lança. Entenda como derrotar a salamandra de fogo que. Toma conta da Chapada dos Queimados em seu covil.

De rubis, do tamanho de um crânio humano, em frente os bandidos da unha de navalhas especialistas em geometria sagrada que apavoram a Vila da fasquita e excluo os seus tesouros do jazigo do titancaverna, aprisionado pelo Deus tetris em sua intrincada estrutura de cordas, nós e tendões e sustentam o tomar da birgotem e sair alucinado pelos erros. Parece arriscado, mas.

Cerveja abre um canal direto com os Titãs e com seus poderes primordiais, podem imbuir os aventureiros de asas de vigor incansável no dialeto das plantas ou mesmo com a força perpétua de um Rio, a Esperança de serem libertados pelos bravos inconsequentes caçadores de ouro, denches p. Com ouro e resgatado, mas também com descobertas nos erros e com rumores compartilhados com os demais aventureiros.

E aí topo o desafio, o. Monta o seu grupo E procura um dos mestres em nosso grupo de Telegram, que a gente tenta atender os seus horários se não tiver grupo. Você pode sempre chegar e conhecer outros aventureiros, precisando de companheiros por uma incursão. Então segue o link aí na descrição do episódio. E vamos explorar piercote? Então vamos descobrir o que é essa tal de D20 Culture que tomou de assalto aí a mídia do

RPG nos últimos tempos. Bom, pra começar vou perguntar aqui pro pet pet, que que é the 20 Culture? É isso que eu te lavar. Uma empresa produtora de conteúdo e desenvolvido de proprietários intelectuais voltadas para o mercado de RPG dink entretenimento. A gente é uma hoje, brinca de internamente na nossas vídeos e tinha uma Power House de. Composta de profissionais de vários níveis de já nos mercados diferentes, mas todas muito apaixonadas pela URPG1, território prévia de sucesso nas

suas áreas. E a gente juntou uma galera muito talentosa para para criar conteúdo, lançava as suas web séries, lançamos os ips e também trazer propriedades internacionais para o. Brasil. Bel e como é que essa Power House entrou na sua vida? Essa história é muito louca porque eu morava em Campo Grande, Mato Grosso do Sul. Eu trabalhava como jornalista e eu comecei a produzir ódio para a internet e um dia eu fui, até some, mandou uma mensagem no Instagram.

Não conhecia ele e eu falei que é esse maluco. E ele falou, cara, a gente joga uma mesa de ir prision online e eu pedi pra você, jobasse, você joga como que é? E aí eu falei, vamos ver, né? Aí ele se apresentou como é. Comentou como funcionava AA mesa e aí um dia eu entrei para ver, ele jogava e a gente falou, você entre um dia mesmo a gente jogando e depois você gostava. Você começa a jogar com a gente.

E eu entrei e vi ele jogando. E eu falei, acho que vai ser impossível, porque o Peter estava falando muito rápido, isto era outra. Eu não sei como o pessoal entende o que ele está dizendo. E mas no meio da sessão, eu já estava completamente obcecada pela história e pelos jogadores e pelo envolvimento que eles tinham. E eu falei, Caio, quero muito fazer parte. E desde então, a gente começou a viver esse sofrimento juntos.

Tem nunca. A terceira, ele estava no final de uma campanha, eu terminei a campanha com eles nos últimos episódios. E aí logo em seguida que falou, cara, tem para São Paulo para conhecer a gente. E todos se conheciam, todos trabalhavam juntos, eram amigos, enfim, tinham uma relação. Que eu nunca tinha visto ninguém. E aí eu falei, gente, eu vou para São Paulo sozinho, nunca fez um povo, né? Você já tinha entendido o que que é uma Power House? É? Na época, ainda era mais.

A benith nasceu mais. Na verdade, ela nem existia. Bem ainda. A benite, com a Denise, começou a jogar. Eram modelos de da MVP. Ainda estava fazendo MVP dos conteúdos de streaming? Ainda não. A gente ainda estava ainda era meio que um projeto a ser feito. Não, ela não. Ela não tinha nenhum descopo ainda como uma empresa, como uma Power House, mas a gente já sabia as intenções e os potenciais. Tinha Denise tinha e aí na época eu falei, cara, e agora? Será que eu vou?

E é minha mãe falou, cara, você vai muito, me passa o trabalho desse pé, porque a pessoa que se fosse assumir para trás dele e a pessoa e. Foi incrível, foi uma das melhores experiências assim. Está com pessoas tão. A nossa conexão foi muito, muito instantânea. E todo mundo apaixonado por IPG, então a gente vivia realmente. Um início de um sonho. Legal, então vocês tinham lá OMVPE, tal, mas como é que foi a fundação? Como é que foi isso? E como é que foi esse processo

de pensar? Bom, vamos começar pequeno que que vai virar. Se já tinha isso Na Na mente, como é que era o plano? Acho que, na verdade, a história profissional, eu acho que eu tenho 11, incapacidade. De pensar pequeno é muitas vezes eu preciso estar cercado de pessoas que conseguem olhar o detalhe mais micro das coisas. Você está olhando muito? Eu acho que o Makro, EEE que a gente quer fazer mesmo. E é uma frase meio clichê, meio boca de cult. Mas pensar pequeno e grande dá o

meu trabalho, né? É. Então eu eu sempre quis que o de 20 fosse uma coisa que ainda não é a data de churrasco de c. Mas existem dados passos muito sinceros e muito muito conscientes do que está fazendo para para esse caminho. E como eu queria devites lá atrás. AA ideia era era seguir pelo caminho que está seguindo. Por isso a gente vai estar esse estúdio vai estar as pessoas competentes de produção, de broadcasting, para criar 11. Experiência legal de ser

assistido. Gente teve algumas conversas com com algumas empresas gregas que começou a fazer os episódios, né? Custava os episódios? Faltou muito benchmark Americana de como a gente queria ter AD vs então. O cores roubou-se braços de streaming a gente já sabia por onde a gente queria que ele fosse e teve um foco dele. É o foco dele. São produções que que ultrapassam a produção de

conteúdo em streaming. Então, lançam para defeitos das midiáticas de padrinhos e animações e boy game, então é preciso. Sabia muito pra onde eu queria ir com ela, mas faltava algumas coisas que eu ainda não tinha,

mas eu tinha como conseguir, né? Porque como eu tenho uma experiência na área de de b, to b de Business bem bem estabelecida, eu sabia como conseguir Oo dinheiro que eu não tinha, então eu tinha uma reserva dinheiro, tinha uma condição de fazer muitas coisas, mas eu estava distante de ter o que eu precisava para chegar onde eu queria chegar, contratar as pessoas, então. Eu fui atrás de de pessoas que tivessem mentalidades para essa família de negócio.

E que tivessem condições, bolsas bastante. Dinheiro? É, e assim é bem nítido para quem não não está ligado. Eu vim aqui dentro da D20, kilt, e de fato, é uma estrutura impressionante para um canal de Reg, que a gente está acostumado a coisas muito menores. Então, de fato, dá pra ver que há uma estrutura por trás, há 11 pensamento de negócio por trás que já é muito, muito claro, né?

E que assim, conversando lá embaixo, no café, ele prevê que tem outras pessoas que já tiveram experiências em um mercado de RPG junto, né? Sim, exato. É meu sócio do irmão de é o Marcelo de cátores tem uma experiência de mais de 20 anos para ir pedindo no Brasil. Tiveram provavelmente Oo maior sucesso de impressão do livro dele. BBG brasileiro foi deles uma chagueta new copers, que ORPG para Volkswagen no começo dos 2000 Owen CARS e induzir como o próprio pessoas famosas no

mercado do IPG. Hoje na época era muito mais ainda iniciantes por assim dizer, mas deu super certo e acho que a experiência deles trouxe para a gente uma visão de que o mercado ele precisava de um forma. Muitas aspas aqui de um certo chafarão, porque em 20 anos mudou muito pouco do que eles vaziam de como é hoje. Acho que a gente entendeu isso muito rápido. Pra. Implementar uma estratégia de negócio visando uma coisa de que não existe ainda.

Então a gente sabe que a gente está sentando, associa também desde muitas coisas que a gente está fazendo. Se a gente vê, esse é tudo que foi feito. Obviamente, porque a gente caminha baseado No No, no sucesso que já foi obtido anteriormente, pessoas que desbravaram esse mapa. É muita gente incrível nesse mercado que às vezes precisava de mais oportunidade, como por exemplo, o próprio, o próprio goytaca. Nessa mais de 30 anos, é amigo que eu, que eu amo de paixão e

precisava de 11 casa, uhum. Aí com a gente, ele, ele mostra que tinha muita coisa legal sendo feita, mas tu não estava sendo aproveitada como poderia? Então acho que a gente também não só cria coisas novas, mas também aproveita e tenta trazer o nosso top, como se isso melhor, mas o jeito que a gente enxerga o negócio pro que já existia. Sim, e bel, como é que foi essa esse processo? Você que está desde. OMVP aí, como é que foi? Esse processo de ir juntando pessoas, né?

Como pet, falou de ir trazendo gente que às vezes é do mercado de RPG, às vezes é de fora do mercado de RPG, mas tem experiências interessantes. Como é que foi essa essa confluência de pessoas para cá? Eu gosto muito da palavra que o pet usou de casa, porque quando a gente fala Power House, acho que House é mais do que o que apresenta. Assim, AD 20, a gente tem uma ideia muito de trazer para perto pessoas que estão dispostas a sonhar e trabalhar.

Como a gente trabalha e são tão apaixonadas por NPGE por transformar Oo mercado e transformar a cena da RPG mesmo em algo. Muito maior. O potencial que ele realmente tem, não é, então, quando eu cheguei. Eu cheguei no começo e já tinha algumas pessoas e qual edição? Eu não conhecia ninguém e agora o Peterson falando até me lembrou que eu pensava, cara, olha só, o tanto de coisa que esse homem tá falando, né?

Que a gente vai fazer isso, que a gente vai fazer aquilo e ele não precisa falar, vem me mostrar que era possível ele e ó. E falava, cara, dá para fazer, deixo para fazer. E as coisas aconteceram tão rápido que eu acho que também, enquanto a gente começou a mostrar aqui, a gente veio as nossas intenções. E que realmente nós somos pessoas que não. Não temos AA intenção de fazer o mercado só para ter 20.

A gente tem uma ideia de que tipo ARPG, ele pode ser um espaço muito amplo e que quanto mais gente crescer, mas todo mundo vai crescer. Então, foi muito orgânico nós encontrarmos pessoas que tinham interesses e visões parecidas com a gente. Então, algumas pessoas é. O chamuíno, que é o nosso gerente de produção. O idiota na mesa é amigo do patterson Wallace, então acho

que descreveu-se. Ele é uma pessoa que já viu isso junto contigo há muito tempo, mas quando quando caminhar da do desenvolvimento de advente, a gente vai perigo. Pessoas que nem sempre eram, né? Do da RPG, mas eram apaixonados pelo pelo RPG. Que vieram, vieram somar, pessoas que não trabalhavam nesse mercado, pessoas que trabalhavam nesse mercado. Acho que são muitas experiências diferentes, muitas visuais de vida diferente, mas que todas se encaixam para objetivos. Quer criar?

Uhum. Acho que é uma coisa legal desse desse pessoal do Egito e do ordenar o porque, enquanto enquanto empresa, no cultura nossa é que não existe para a gente. 111. Barra de qualidade que estava presente a gente sei o que é mais. Você quer fazer melhor, então, para isso, uma das coisas que a gente leva muito a Sério é, houve feedback e aprender.

Tem pessoas que tiveram experiências melhores que as forças, então quem conseguiu passar por coisas, eu produzir coisas em outros mercados, vocês conseguem aplicar em supermercado n peixe de uma forma para agir?

Super válido. Então a gente pegava experiências de pessoas que vieram de mercados mais tradicionais, como TV TEM muita gente, Porchat, inclusive dá aulas para a gente, regulamento sobre o mercado da showbiz, ele entende o mercado de showbiz assim e de streaming também, YouTube, mas como como poucos, então ele tá, acho que a gente muitos insights que a gente nunca vai se fechar. Ou se furtar a ouvir, aprender com quem sabe mais do que a

gente. Acho que é de se colocar numa posição, de mudar constantemente, de ouvir pessoas. E tem pessoas que construíram coisas no próprio mercado RPG que acabaram aí pra frente, morentariamente ou financeiramente por motivo, PG de ouvir as pessoas experientes pra ver como é que a gente pode melhorar. Uhum, a gente está sempre disposto, sempre a ouvir, sempre pra pra melhorar o que a gente

tá fazendo. Então as pessoas que vieram pra cá, como falou, né, a gente já na casa, são pessoas que enxergam um também da forma que a gente não adianta, a gente tá no mercado há 3040-2015 anos e fazer a mesma coisa toda, acho que é uma coisa que vocês podem. Pontuar e deixar gravado em Pedra. E vocês não vão vender links, fazerem eles, nunca vai sentar em cima de alguma coisa, qualquer que seja. Um. Sucesso ou ou qualquer coisa do tipo e vá lá, beleza, tá bom?

Porque nunca vai dar. É, a gente tem muito. Eu gosto quando você usa a palavra cultura e de fato, né. The 20 coach e a ideia de cultura mesmo é o cultivo, né? Você pegar algo e você é fazer de uma prática, transformar ela mesmo em algo que as pessoas é, cultivam, fazem e inaderante. A gente tem muito essa ideia de sempre, está cultivando o que quer que seja, né? Então a gente não vai pegar e falar, nossa. A regra da PG é assim que se joga. Isso está escrito em em Pedra e

nunca pode mudar. E esse é o único jeito de fazer. Esse é o único jeito de falar. A gente não, não tem nada disso, a gente não tem nada de tipo, eu sei, você não sabe porque você começou agora, porque eu estou a 1000 horas ou porque qualquer motivo que esteja. Então a gente tem todo o mundo que está aqui, tem muito essa ideia de eu preciso sempre ir atrás, saber mais, conhecer mais. Eu não sou uma mamã, de nada. É isso.

Não é demérito dos conhecimentos que nós temos, cada um individualmente ou como o coletivo, mas a saber que a gente pode sempre aprender um outro, pode aprender com 11 livro ou vai aprender com um filme. E a gente tem muito, muito, muito cultura mesmo, de consumir outras coisas, de ver outras possibilidades que a gente pode fazer diferente. Que a gente pode usar diferente, e eu acho que isso é uma coisa assim, que une muito as mentes de Dollar the din Toy. Uhum.

Legal você você comentou sobre o Porchat. Né, e assim. Fazendo o papel que eu acho que o grande público que role foi esse, que um Porchat, cara, porque quando eu olhei eu falei, não, espera aí, espera aí, deixa eu olhar de novo essa essa notícia aqui. E foi assim que eu fiquei sabendo, né, de que a gente tinha. Um. Um grande, uma grande pessoa da mídia, né? Entrando. Como sócia, talvez, eu acho. Acho que é isso mesmo, né? Como é que foi esse rolê? E depois eu vi que tinha 11 questão.

E dentro é uma modalidade de sociedade diferente, né? Vocês podem falar um pouquinho sobre isso? Não sei se fui discreta. Pergunta não sei falar do. Eu acho que também foi um rolé meio a gente mesmo, né que? Aqui um dia, simplesmente Fábio Porchat. Do dia para a noite eu perdi a Bandeira. Bem, é uma coisa que você, claro, a gente almeja, mas que. É uma pessoa que é muito, muito mais rosa de mim, que qualquer ótima. Pensa que nós assim ainda podemos imaginar. E eles viviam AB 20, como a

gente vive assim, né? Ele é uma pessoa muito empresária. É 2 coisas aí bem interessantes desse assunto, né? Acho que quem vive ali desta 20 dia a dia e está acostumado a acompanhar a gente mesmo, só que está começando a seguir a gente agora e acompanha o que a gente faz. Acho que não existe nada que a gente fale ou que a gente acha que é possível fazer, que a gente. Não consiga de uma forma ou de

outra. Então, não existe nada que a gente falar aqui, se eu falar, eu tinha feito uma coisa, cara, é porque a gente tem muitos variais de fazer aquilo acontecer. Acho que a gente a gente consegue, né, concretizar algumas coisas que assim são, são governos fora, é é inalcançáveis, mas continuam. A gente consegue visualizar ela e a gente tem um time muito bom, de pessoas muito qualificadas, em áreas variadas a gente consegue tomar a realidade. Então o Porchat foi um exemplo

disso, né? A gente se beneficia, obviamente, de ter uma rede de networking absurda, cultivada por anos de experiência em mercados variados, então só mercado. Bem no mercado financeiro, ou tanto de arquitetura, outra de enfim. Berrados variados e eu vendi perigo também, e. Sobre muitas portas para a gente. Então, o Porchat foi uma dessas desses relacionamentos, né? Acho que é engraçado. O segundo ponto sobre isso é porque as pessoas tinham a percepção é enviesada do que é

fama. A gente joga o galera Santana muito. Tempo e. Galera, Santana é uma pessoa famosa, fica lá na TV, é. Às vezes as pessoas acham que a pessoa que tem o número x ou y de audiência é uma pessoa famosa. Exemplo a gente, o convento de fama é você. É o que aconteceu com a gente em Pinheiros. A gente estava fundamental, caminho no restaurante, entramos na rua errada, ficamos procurando no mape no Mack usar a rua E juntaram uma pessoa de ir na rua para tirar foto.

Com ele? E não deu para andar então assim. E se é famoso, sabe de Santo? A fama é um conflito muito mais, muito mais absoluto do que do que do que relativo. E o porschein se enquadra as categorias com poucos, então ele é ponto de vista específico do Brasil, do Brasil. Em termos de telemarketing, teve sucesso absurdo, porta de fundos e com tudo que eu volto até hoje. E eles, o que eu acho pra gente uma experiência, o insight que a gente não conseguiria adquirir

outra forma. Então eu falei que você tomou um cartaz aí embaixo, a gente tem esse rolê de de adquirir experiências que a gente não podia ter de outra forma não sabe? A gente chegar num nível desse demoraria décadas, talvez, e essa dela processo de uma forma muito orgânica, ele realmente enxerga o negócio. E acredita no que a gente está fazendo da mesma forma que a gente acredita. Ele tem visões muito parecidas com a gente, tem para o mercado e ele entra com o chão no

mercado financeiro. Ele é com skin the gay, então ele vem trazendo a imagem dele associando a gente de uma forma muito direta e pagando aí a entrada dele na sociedade com a imagem dele e com o trabalho dele. Então ele é um tiro, é um sócio que trabalha para pagar a participação dele na empresa. É isso. É uma modalidade inovadora, né? De certa forma, no mercado, principalmente, assim nacional de de jogos e tudo mais, é uma coisa relativamente nova, né? Eu acho que não tem ninguém

fazendo nada parecido, né? Com com mídia, por equity. Porque na verdade é é difícil encontrar empresas no mercado que consigam é se estruturar de uma forma a ter distribuição de apps de de rendimento, de rendimento. Mas porque as empresas muitas vezes são empresas muito familiares, né? Empresas, empresas que têm visuais ali são de ainda de um mercado mais conservador, por exemplo. Dizer a gente, sim, foi criar desde o começo também, muito por ter.

É experiências prévias de mercado financeiro que gerar gente com um produto e uma empresa com recorde de distribuição de lucros e parceiros variados, de vários mercados e investidores. A gente tem galera ex-pubo investido aqui da gente. Tem galera que é do mercado de de. Efetue arte investindo na gente. Um sócio do arquiteto eu também lido errada financeiro? O outro foi, se se for de de uma empresa de finanças.

Então assim a gente tem uma galera de experiências prévias muito sólidas, o que torna a gente muito mais preparado para enfrentar desafio. Eu vou entrar nessa parte do negócio em si. Mas antes eu queria fazer 11 parênteses aqui para saber de vocês. Bel, como é que você entrou nessa de RPG? Tipo, para você, é uma coisa que já existia, uma coisa que você começou a jogar e aí logo veio o streaming, foi uma coisa que de repente você começou a jogar. Já no contexto de streaming.

Como é que foi ORPG na sua vida? Ah, não. Na verdade, eu sempre gostei bastante de de IPG. Eu sempre gostei muito de jogos no geral, uma coisa que é um pouco curiosa que o meu pai. Ele é gamer assim, sempre jogou muito e eu dividia. Esses momentos com ele, então eu sempre gostei bastante e pedi de mesa. Foi uma coisa que acabou acontecendo um pouco mais. É com mais idade, né? Encontrei algumas pessoas para para jogar comigo, mas era algo extremamente um Bob.

E como muitas pessoas sabem, nem sempre você consegue juntar 5 pessoas lá, no menos o horário. Às vezes, a Lua tem que concessionar. Não é maneira correta, então nem sempre era um evento de paz, mas sempre quando a gente conseguia reunir os amigos, era era muito, muito divertido. E na verdade, eu nunca tinha pensado nisso como profissão ou algo desse tipo. Como eu falei, eu era formado,

sou formada em em jornalismo. Up way como jornalista, trabalhava na fundação de apoio da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, que é de onde eu sou. Eu tinha uma carreira acadêmica. Eu só, né, de CDF, daquelas que senta bunda e estuda pra caramba. Tem mestrado. Então eu pedi o mundo universitário acadêmico muito intensamente e na época que eu entrei no mestrado, eu vi a possibilidade de estudar sobre

games da minha área. E foi aí que eu acabei entrando um pouco mais nesse universo e ouvi a possibilidade de começar a produzir conteúdos sobre isso. É nas redes. Foi na época da da pandemia, a. A vida de muita gente mudou, né? Também. Foi um momento de muitas mudanças para mim. E aí foi quando eu comecei a ainda. Talvez eu não fazia necessariamente quando eu podia ir PG, por exemplo, quando todo o diabos geral e aí o Peterson acabou.

A minha gestão, na verdade, foi outra pessoa da empresa verxado, nosso amigo e. Foi assim que eu acabei encontrando esse grupo E descobrindo que a gente poderia sonhar. Muito mais alto. O Pedro, inclusive, é uma pessoa que me ensinou isso assim. A gente fala muito sobre isso porque é como eu vim de um lugar que é a margem do Brasil. Uhum. É. É um lugar extremamente cocavo em agronegócio. Extremamente focado, né, nesse tipo de de produção e condição. E muitas coisas não.

Não chegam como possibilidade, deslumbra para a gente mesmo. Parece uma realidade muito, muito distante. Então, na internet, bem ou mal, a gente acaba tendo contato com outras realidades, outras possibilidades e a gente também. De ousar. Querer sair de um espaço que diz que você não pode fazer algo. Então eu acho que eu dei esse passo de falar, cara, eu vou usar sonhar um pouquinho aqui. E então? Rádio, e. Qual o que que era o teu? O teu objeto de estudo lá Na Na

faculdade, é desde a graduação. Vai fazer parte de um grupo de pesquisa sobre adaptação. A minha orientadora é. Faz parte de 111 grupo de pesquisa. Bem. Bem grande nacional sobre mídia e sobre adaptação cinematográfica, geralmente ela estuda adaptação de livro e filme ou série. E aí eu já estava nessa, nessa, nessa corrente de explorar há muito tempo. E quando eu fui fazer o

mestrado, eu fiz. Sou formado em comunicação, mas eu fiz um mestrado em estudo de linguagem, então já era no mestrado mais artístico e aí eu via a possibilidade de estudar uma adaptação. E no caso foi Assassin's Creed, que é uma dos meus jogos favoritos. Foi já nada e na época sou in the nissanty e. Tradição não tenho 28. Anos para e. E ainda era um assunto assim, meio novidade, mas.

Tem uma autora que ela já ao tempo acabou sobre a possibilidade de adaptar jogos para filmes ou para outras mídias. E como tinha nem saído nem sem saído assim, né? Porque eu tinha saído do filme e na verdade, o filme, a adaptação do jogo, né, que é um movimento um pouco diferente. Geralmente a adaptação ela é feita do jogo, filme. A minha? Apresentadora, sou muito interessante.

E aí eu acabei optando por fazer uma pesquisa que não é muito convencional, principalmente no Mato Grosso do Sul. E eu acabei estudando mais a parte narrativa em que eu estudei, como AA questão da violência foi adaptada do jogo, muito legal. Muito legal. Um tema que me interessa muito, inclusive porque eu gosto de de pegar muito No No café com de anjo. Desde a primeira primeira temporada, a questão da autonomia. Do RPG como mídia, não é? Então é um assunto muito interessante.

Vamos conversar mais sobre isso? É. E você, pet, conta isso? A história aí, desde o pequeno pet o. A repetir. Mudou minha vida. Fazer isso com um, sem, sem errar. Eu tive uma influência muito pobre e fui assim. Vida toda, deixou a pública EEE fico encontro em vários lugares. Chegou tudo lá particular, para ajudar a ajudar com a bolsa e faculdade, que foi assim e todos os lugares que foi assim. E eu era um adolescente muito tímido. Só que eu já me repetidei desde

criança e o fato de de contar. Histórias. Dos amigos e eventualmente ficar desconhecidos me deixou muito bom com ler pessoas e no andar de você. Bom, muito que ele tem que entender de empatia, né? Ouvir como as pessoas se comportam e acham que está fazendo preparação é importante, óbvio, né? Capacidade de improviso e de empatia torna você é especial e. E fora seria um processo. Especial.

E. Não tem espaço para modéstia aqui, gente, tipo, é EE. Isso me ajudou AA ser a profissão que eu tive durante me dessa. Eu acabei entendendo coisas durante muito tempo, vendi imóveis e cursos e equipamentos para agronegócio. O fato de jogar e pedir a vida inteira. Me deixou muito bom de ler. As pessoas tem que ser muito bom para responder o que as pessoas estão trazendo para mim de dificuldade. Então nunca era pega de calças. Então de quarta forma, né? O que eu sou hoje é muito

devido, falta de jogada. Aí pedi a vida inteira. Isso me baldou enquanto pessoa, enquanto profissional. E aqui é uma. Menina, curioso, eu falei disso? Em outro podcast, inclusive até no próprio direção offline é, eu teria tido esse contato para impedir que eu tive, e pelo pelo background financeiro que minha família tinha que eu tinha se não fosse a entrada de revistas e produtos de de de recorte social, mais mais mais baixo. Então um cara foi muito fã e sou

muito grato. E sou eu que não sou hoje assado. E se não fosse o meu trabalho, desde que Tg tormenta, eu não. Faria aqui hoje, então? Essas iniciativas tinha inclusão para mim, são super relevantes e importantes. Acho que é uma das pautas que a gente tem muito forte aqui dentro e não é nada midiático, não é nada que a gente faz para ganhar espaço ou terreno, ou

nada do tipo. É porque eu tenho consciência em curso empresário, de quanto a educação ORPG se está com a educação, eu trabalhei muito com a educação. Também sou de background de pais educadores. ORBG com a educação quando ele pode ser uma ferramenta modificadora que eu te fizer para minha adolescência de pessoas cresceram comigo. Não tive respiração nenhuma, não gostava de leite, não mais jogar invejir comigo, com meu irmão. Aprenderam a ler e seguir um caminho completamente que seriam

se fossem as pessoas. As pessoas quiseram antes e a mesma, inclusive, que é concursado hoje, que ele fala, cara, eu odiava ler, fazia um concurso x porque eu não queria chegar no final de semana e todo mundo sentava para jogar. Ele jogava futebol no mal de Belém, IA para casa, jogava RPG. Sentar com vocês e ser o burro do grupo. Eu li os livros todos porque eu queria saber as regras, e eu aprendi a ler e peguei gosto por ler.

Então assim, isso é um é um case assim que é emblemático na minha adolescência e infância EORPGN assim mudou, mudou o que eu sou, chamou mesmo amigo de infância, joga desde criança junto. E eu acho que. Eu não seria. Assim, sei lá, 21% da pessoa que você falou não tivesse tido RPG lá pra nós? É sem dúvida isso. Isso é uma. Coisa que inclusive, é uma assim entender que tudo evolui. ORPG também evolui.

As mídias novas vão entrando e tudo mais, mas deixa um lado que não vou dizer que é saudosismo, mas até aquela coisa de falar cara no futuro, talvez jogar RPG não passe por você pegar um livro, passe por você entrar no VTT, está tudo automatizado lá e você de repente não precisa passar por isso, que por um lado é bom. Não é por outro bem se. Perde. Algumas coisas, né? As pessoas vão vingar até hoje, né? É. Também, mas é. Aquele nicho, nicho, é. Digo assim, de quem chega, pega

uma cerveja especial. Abre a gente, nossa gente, podia. Chegar até esse nível de. De investimento tão grande que jogar refei com o nível fosse um nicho, sabe? É legal. É nível de maturidade de negócio de mercado, sem dúvida, sem dúvida. Eu sou meio. Descrente em. Relação a isso a gente já até estava falando um pouco e você comentou, não é que a gente

estava tomando o pé, né? Ah, sinto falta um pouco de pesquisa sobre OIPG, mas acadêmica e tem 11, autor de que estuda, estudou jogos e ele é tipo meio que o pai do dos estudos sobre jogos. Ele foi o primeiro a ver ali como que funcionava e. Ele, pá, ele deve chamar o volume tem. Se vocês virem para aí, ele fala um pouco sobre um pouco sobre AIPG, porque.

OIPG, ele tem uma questão bem teatral, então ele fala que OEPG é basicamente o primeiro jogo que existiu porque as pessoas interpretavam papéis e meio que usavam aquilo para jogar. E ele fala um pouco sobre como o teatro, de certa forma um jogo, vocês estarem em cena, você está jogando com com palavras, com ações, com a série, enfim, então eu acho que OOIPGM, assim como muitos jovens, a gente não percebe o quanto eles estão.

Presidente da nossa vida. Então, quando a gente, de certa forma, né, é, é, interpreta o papel. E eu não digo isso de de maneira pejorativa, né? Mas que assim, Ah, você vai. Numa entrevista de emprego, qual você vai colocar uma maneira de falar, uma maneira de se cortar e vai ser diferente, tipo, se você falar, vai interpretar um papel ali. Então eu acho que OORPG, apesar dele ter modificações e ter. Novos livros, novas regras, novas formas, digital, online, presencial.

Ele vai se reinventar, mas ele também vai continuar sendo o que você foi. Uhum. Então acho que não. Não devia ter medo de perder. Sabe? Algo não vai se perder, né? Algo? Não vai se perder. E olha que eu sou uma pessoa que eu gosto bastante das regras, tá? Eu sou uma pessoa que eu gosto bastante da da parte de de negras e a ver como se faz e tal. Mas assim também, de certa forma. De certa própria perdão, todos os pagos parece ter um jogo, parecendo o terreiro, mas não

precisa ser rápido. Que tão lindo não pode ser uma maneira que nós 3 aqui definimos sobre o nosso jogo. Quer dizer, e a gente joga aqui e está resolvido. Então eu acho que tem jeitos e jeitos de jogar. O importante é que as pessoas se divirtam e que todo mundo tenha a experiência de viver num mundo mágico, que não é o sua realidade do dia a dia. Concordo.

Plenamente. Vou deixar inclusive o link aí do livro citado pela belúdenis do wizing para vocês acompanharem, porque é uma leitura incrível até hoje. Né? E várias perguntas vocês vão ter na cabeça depois, vocês querem esse livro tendo em mente ORPG. Com. Certeza, boa indicação. Agora eu vou passar de novo pra parte de negócios, se vocês me permitirem, ou tem mais alguma coisa sobre a tua a história de vocês que vocês queiram comentar, tá?

E aí nós. Está fazendo porque a gente e a gente tem muita consciência disso enquanto enquanto indivíduos a isso correm, né, cara, a gente que cresceu. Gostando e a maior dos historianos só em em. Eu quero pra cercado de. Pessoas. Que enxergam da mesma forma, sabe que vem que o qual especial que a gente está construindo e o quão especial é essa trajetória que a gente está fazendo, porque as quilofaturas.

A gente vai olhar para trás com muito carinho, português vendeu porque a gente, de certa forma, está a desgravar muita coisa que não foi feita, não é ainda mais que a educar personal. Era difícil para a gente explicar para as marcas, existe a uma parte de negócio, a gente teve boas marcas trabalhando com a gente, explicar o que que a gente faz, como a gente faz, e a gente sempre dá consciência de que a gente é muito privilegiado da Europa especial é, inclusive. Inclusive.

Encontra arrigos também. Inclusive a própria parte. De poder falar, hoje a gente vai acessar e divulgar. A recomendação que eu possa nesse horário, que é pelo que a gente vê, nem sempre é. É possível para todas as pessoas em sociedade, no seu dia a dia e tal. Mas a gente fazendo isso entre amigos e criando essas histórias e vivendo elas de maneira extremamente intensa. Quando a gente, quando a gente vai gravar, a gente devia ter uma inversão, tá? A gente fica dias, julgo.

A gente já chegou a gravar 7 dias juntos. Passando maior tarde e noite. Vivendo o. ORPG é. Desfiles, e. A gente? Também tem uma oportunidade de levar essas histórias para as outras pessoas que vivem isso com a gente de alguma maneira, porque é legal, porque a gente. Acaba. A gente tem ritmo de de amizade muito forte entre a galera que está construída essa história com a gente, né? A gente. Deus ruim. Bell, enfim, aliás, da da mesa toda no missa. Gabriel, tá ali, todo mundo puta

agora. Também chegando fixo. E todo mundo passou por aqui, seguimos muito forte. Muito. Verdadeiros, mas é, é engraçado porque a gente abstendendo isso e eu nunca pensei. É de criar 11 comunidade vai começando a dizer de pessoas que que é compartilhou isso com a gente, né? Era uma coisa que a gente queria fazer, a gente achava legal pra caramba. Isso vai ser mais gente que

gostasse. Ótimo, se não tivesse, ótimo, também, uhum, mas acabou tendo 11 ressonância com uma com uma comunidade, e, assim, sem valores muito parecidos com o nosso. São 8, são pessoas que enxergam, se divertem com a história que a gente conta e que a gente insidera amigos próximo da gente, sabe, a gente conversa outras pessoas, a gente interage com eles e todo mundo aqui, inclusive a bel, a gente é bastante acionista e aberto, tá

todo mundo. Tinha pra conversar com a gente, entender mais de 20, querer saber mais sobre o que a gente faz, sobre nossas histórias. A gente é muito receptivo com todo mundo, porque a gente sabe como eu falei, né? O quão especiais que a gente tá fazendo e vocês querem fazer

parte? Não pra todo mundo que o veto estiver ouvindo e acha ou passa pela cabeça que a gente pode ser acessível ou coisa do tipo, cara, a gente é gente que nem você, EEE tá correndo atrás do nosso, do nosso sonho e contando histórias que a gente ama isso. Então é muito legal poder fazer isso com pessoas que a gente realmente quer dividir a vida

que a gente está junto. A gente é amigo para a vida, mas é ainda mais legal porque tem um Monte de gente que acompanha e que se sente envolvido e que faz parte disso de forma genuída. Pá é um sonho. De fato é, é. É um sonho legal de viver, né? Dá para ver? Vocês estão felizes com? Isso? Agora perguntando aqui uma parte mais mundana. Dessa. Questão, né? Vocês estão vindo com investimento alto, isso é claro. Você mesmo falou que está vindo com?

Parceiros e que tem, já buscaram investimento e tudo mais. Meus rodados, né, é? É? Um é uma é uma. Iniciativa importante que você precisa vender, né? O que é que vocês entenderam como um modelo de negócio? Onde é que vocês falaram? Aqui tem dinheiro, porque, de forma geral, a gente olha para RPGE1 dificuldade que as pessoas têm a falar vou tirar dinheiro daqui. Vou fazer render aqui. Como é que vocês enxergaram isso? Para poder é trazer investimento?

EE ter coragem, né? De empreender no ramo da RPG. Bom, acho que aulas. Diferenciais APA gente está em termos de chantagem de negócio. É experiência pregressa dos sócios mia principalmente em b to b, em desenvolvimento de negócios mesmo. Então aderi hoje ela já teve algumas parcerias e alguns negócios realizados com empresas e assim o patamar bem bem interessante em termos de produção de conteúdo. Em nossas slide tiveram um JBN

corté. Wiskys sabe o parfield da wiskys, 4 dos Estados Unidos somos nós. Paramos? Nosso parceiro também ipanini. Então assim a gente teve marcas que já fizeram conteúdo pra gente ir pagando pra fazer isso é dado participante nova, marketplace eróticos pagando pagando grana real pra fazer coisa pra gente nossos conteúdos. Eles sabem que vou colar ou de Extrema de qualificado. É uma live com dildos. Já tá ligado? Você tá lembra exatamente isso? Light erótico.

Falta pesou, tem piso. Patabo da RTS. Então, enfim, a gente, a gente construa esse conteúdo, a gente sabe que as marcas têm. Necessidade de bons computadores de história, um bom criador de conteúdo. Que vem a tua imagem? É um bom fundo no fim do dia, é um bom contador de histórias para a audiência dele. E a gente tem isso como natureza do negócio, contar boas histórias. Então, me para as marcas acaba

sendo uma coisa muito fácil. De se envolver quando eles entendem o nosso modelo de negócio, eles entendem o que a gente representa. A máscara, por exemplo, é muito mais interessante. É está vinculada a uma, a um produtor que sem busto do que um credor específico, porque não está sujeito às vicitudes que o criador. Normal, né? O criador pessoa física estaria tipo mais. Favela, seja.

O seu rosto, esse conteúdo, seja essa essa nossa Miguel dos olhos está sempre em todos os nossos feitos e te faz. Ela não é o Roger de 20, Denis da máscara da Belo, ela é preserva da a bel, mas seja sócia e tudo mais, ela é representa essa marca. Vai ser uma campanha nossa, publicitária não precisa nessa mente ter a bel, a gente criar. Outros conteúdos e não ficar preso a uma pessoa específica.

Isso veja, a gente também. Muito mais seguro para marca em termos de investimento, porque, por exemplo, para o contato, novos episódios, como o Skid feito é toda semana, vai ter que dor no Enem? Estrutura toda de é AWSA gente doou para os episódios aqui, todas as episódios estão lá fora, então só não vai ter episódio nosso se a gente ou decidir fazer assim, por alguma estratégia ou uma porra. Ali sua guerra parou de funcionar, mas este ano a gente

vai ter o episódio de funcionar. A gente vê que focada só para a produção e Broadcast, por causa de danos no ar. E eu tenho uma experiência já por ter trabalhado há muitos anos em evento de mederemente do mercado game de lidar com as marcas. Meu sorte? Direitinho, só a parte do meu. Sorte pra gente virar agência de publicidade tem tem muita experiência com o mercado da publicitária. Então pra gente aposentar muito natural dialogar com essas marcas e trazer esse tipo de

conteúdo. E além disso, a gente assinou recentemente um contrato. Um contrato com. A maior produtora de? Headshow do mundo e são sócios nossos, nosso braço de rede show, a gente vai desenvolver head shows com eles a partir desse ano. Isso vai ser uma? Forma de receita considerada para ver 20 a médio prazo, mas é algo que nunca foi feito no mercado RPG em nenhum nível. E essa produtora jecs é é tem uma série de sucessos já bem conhecidos do público e.

A gente vai produzir. Uma série de reality shows com eles para tornar OIBG mais mainstream, com Fábio Porchat. Nesse. Não. Necessariamente vai dar. Essa conversa aconteceu hoje do Fábio. Ela não. Ela aconteceu antes. Do Fábio. Mas o Fábio NF agora para para lidar o que a gente está fazendo e como 11 roast, seguro, ele sabe, sabe, começou o projeto, já sabe que o Fábio ali, ele é sócio como um host. A qualquer programa que a gente fizer é, mas é a conversa.

Talvez só noite dele. Ela Foi concluída. Já era sócio, mas contrato demora, né? Enfim. Beleza Indiana ela. E a gente acabou tendo que que passar por uma série de diligências pra poder ter essa parceria durada. Então foi um positivo e acho que a gente AAA médio prazo faculta nossos conteúdos, além dos streamings, pro, pro lado de reality show. Então além desses braços todos,

a gente tem o braço setorial. Uma série de línguas e jogos e pote, games próprios e licenças importadas onde a gente enxerga daí uma fonte considerável de receita pra gente estruturar e. Manter. Essa operação robusta que a gente tem dispensando o conteúdo que hoje a gente tem na linhas de receita bem distintas, para estruturar e manter a operação do jeito que a gente enxerga ou saudável, sem depender de

investimentos externos. Mais onde já teve 2 rodadas antes, a gente não esperaria ter a terceira, mas rodada para quem não? Sabe, é. É captação, né galera? Chegar e falar, vamos buscar investidores aqui pra. É ampliar o negócio, não é para quem não está ligado Na Na terminologia dos negócios. EE bel como é que essa coisa assim a gente tem aqui não é the 20 Culture, a gente tem não somente material audiovisual, né? Então, o conteúdo, por assim dizer, a gente tem livros, revistas, né?

É, tem um cenário. É como é isso também como negócio. Isso é uma questão que tipo também vocês pensam que isso vai precisa dar lucro ou isso está dentro de uma coisa que já dá lucro, que é a mídia? Como é que funciona isso? Na cabeça de vocês, eu acho. Eu acho que a. The 20 por todo, por todo esse background, né? Esse conhecimento de negócios, ela surgiu já por um plano de negócio e o plano de como transformar. O criativo em negócio, acho que

essa é a melhor forma de dizer. Então, no, por exemplo, nosso cenário, né? De nas que foi, é criado pelo pet e, posteriormente desenvolvido mais aflando junto de outras pessoas, ele se transforma em vários produtos. Na verdade, né? Porque a gente tem o nosso, a nossa live semanal, né, o nosso cenário e já foi sociedades indonáveis e agora é despertadorismo. Esse cenário também compõe a nossa revista mensal. David, saiba, né, mas sábias. Uma sábia de nível a 20, que é

uma coisa. Inclusive esse mês foi ao ar nível 20 e muitos jogadores não pegaram assim, aí jogavam, uma vez adia tanto o poder, não é o Eldorado? Percentagem. E ela também está se transformar em em em produtos próprio banco, por assim dizer, né? Que seria o lançamento do livro do cenário mesmo é de Nice. Então, só de um produto aqui eu justei 3. Destopamentos que a gente pode ter em termos de negócio e que a gente pode arrecadar um sendo. É um produto de mídia digital,

né? É nossa revista, que é minha digital. A gente tem a um produto de entretenimento que a gente pode arrecadar como mídia. Entretenimento mesmo, né? Complexo, citou, conseguindo parceiros, é conseguindo, investidores, pessoas que a gente tem muito isso, né? A gente fazendo o produto que às vezes a gente manda para uma marca, assiste esse episódio aqui e você fala, eu nunca vi nada parecido, então a gente.

A gente tem bem esse pensamento, a gente faz a parte criativa, a gente está muito empenhado e isso também é um diferencial muito muito grande, como a gente super sem calça modestia. A gente tem porque a gente tem realmente um empenho muito grande em fazer a nossa hiper de mesa ser um entretenimento. Eles são um show, então a gente, claro, está jogando entre

amigos. A gente está é se desdobrando ali nas regras, a gente está se colocando para se divertir, mas a gente também sabem que esse é um produto pensado. A gente sabe que ali a gente precisa entregar muito mais do que a gente entregaria, só jogando por diversão.

Então todo mundo ali pensa no seu personagem, tem o conceito, tem o desenvolvimento de história, desenvolvimento de ar, tem o pensamento é do pet, o desenvolvimento dele, tanto nos episódios como como esses episódios para o é diferença no cenário que é que eles vão acrescentar para a história geral do do cenário. Então é todo o trabalho que não é simplesmente chegar, acertar e jogar, embora muitas vezes pareça que a gente. Porque a gente está se

divertindo muito. Tia, aquilo é levar trabalho? Não é um. Trabalho. Exato, mas é. Tem um todo, um trabalho por trás, inclusive um trabalho de produção teatral. É. Hoje? Mesmo. Você está aqui aí, o pessoal tá lá embaixo montando o cenário né? Então a gente tem um trabalho de produção e de edição, figurino, né, figuino? É um. Pensamento. Que acontece é? Mesa e que é pó e a gente reflete esse trabalho durante a mesa. Eles dá uma coisa que você comentou. Também Bobby é a gente quando

pensa o negócio, né? Da da gente. A gente não é um negócio feito para dar lucro de imediato, né? É, foi um investimento pensado para para médio, voltado. Então vocês têm inicialmente nossos primeiros horizontes de de equalizar as nossas envertimento que a gente gastou aqui no começo e 3 em 5 anos, então ajustei 3 em. 5 anos para. Poder, então, a gente não tem essa necessidade imediata de todo mundo, lucrar e ganhar muito dinheiro, muito excelente, que é construir o mercado de fato.

Que uma visão que é nossa, inclusive, e que eu, que eu sempre tive e por sorte me juntei. AA pessoas com mentalidades para isso, também jogou, tendo tendo o background de Merval, financeiro. A gente não, a gente quer produzir o maior. E melhor bolo de? Chocolate que já vi, nós se você. Come um bolo bolo de rocha inteiro. Tem uma fatia, fala, OK, eu comi 2. É OK, você come 3 caras, vai passar mal, mas é OK, você come a porra do bolo inteiro, é uma

vaca na passa mal. A gente não quer construir o meu, fazer o bolo desse para comer sozinho. Então, muito do que a gente está investindo é está se reverter em estruturação no mercado, diz que é um mercado. Mais Maduro? Mais sólido. A gente investe em formação de nossos profissionais.

A gente vai começar um programa novo pra pra pra pessoas narradoras em streaming, então assim tudo o nosso é pensado não só para a gente enquanto empresa, mas não adianta nada em termos de negócio a gente ser a única empresa que faz xô ver no mercado e que mais vende, que faz tudo e domina sempre do mercado não segue. Saudável não serve.

A gente precisa de um mercado Maduro bastante, com competidores e que tenha perce atual de mercado considerável, para que a gente tenha vivências novas, experiências novas no público consumidor, comprando coisas constantemente, envolvido com ORPG de maneira autêntica de EE constante. Senão todo nossos esforços vão ser, vão ser igual? É isso? Tem. A ver. Com. A construção de. Cultura, não é? Tem a ver com o nome de vocês agora é? Uma coisa particular dentro. Disso é, qual a percepção de

vocês em relação? A essa questão de de consumo. Recorrente. Né? De de ter uma? Revista de ter coisas, enfim, de ter material que é sempre feito para consumo recorrente assim. Isso é um modelo que vocês estão apostando. Uma coisa que vocês estão tateando ainda como é que é a percepção de vocês em relação a esse tipo de modelo dentro da RPG, como negócio, talvez como uma coisa. Muito. Muito saudável para o usuário ter. Acesso ao conteúdo constante e de maneira acessível, não tão caro.

Como nas bancas lá atrás. Né? Exato. Seja a diferença que. Faz, inclusive a gente. Essa preocupação é tão real que parte da dengue sabe? Ela é gratuita. Por isso você tem conteúdos gratuitos, direitos, sábados pra poder baixar EE consumir, muitas vezes a pessoa não tem condições de pagar. Ah, é creche acho mesmo, então não tem 10 BRL por mês pra gastar.

Mas ele tem meus amigos de estar com ele, quer ter um conteúdo diferente e que não é pirachado, é original, autêntico, ele pode usar o que ele quiser, então te libera esse conteúdo gratuitamente pra que a pessoa tem acesso e possa consumir e se ver com repetir. Então é uma aposta em expansão e não em manutenção, por assim dizer. Esse conteúdo recorrente é uma coisa que vocês estão apostando pra conquistar e ampliar novos mercados.

É pra manter a galera que já engaja com vocês que o teu bem pensado tanto teria. Voltado pra nossa, nossa o nosso cenário. De campanha deve pensado pra manter a nossa comunidade aquecida dentro do que a gente tá produzindo, em termos de de estratégia de IPI, né? IPI da casa o cenário que a gente tá desenvolvendo é o cenário de uacpe o conversas de campanha semanais.

Toda terça-feira ele vai ser um produto nosso, que vai ter uma série de lançamento com Rafael. Como é que todos dobramento em torno dele e. Revista semanal de português. Mensal, por exemplo. Ela é uma maior atenção de conteúdo, é um. Uma é um é. Um alimentar essa base com informações sobre esse cenário. Quando os livros, claro. As pessoas terem conscientes do que é a gente aqui, se a gente estarem familiarizadas, demoram tempo para você educar e catequizar e evangelizar uma

comunidade. Em um cenário, a gente sabe o trabalho que dá, mas a gente tem que ser feito de maneira bem bem genuína. Então a gente sarrela também parte parte dessa estratégia de de. Fomentar. Os nossos? Senais da nossa própria comunidade, vou ter que engarrafar que a gente. Envolvido, onde está austríado interessante. E. Bom, essa diversidade de produtos já vocês têm, inclusive, board game que vocês fizeram com board game.

Fuga do sanatório, murro, é que. Apareceu aí com o financiamento. Coletivo foi o primeiro financiamento coletivo que vocês fizeram, né? E. Agora vem outro financiamento coletivo. Mas tem material de revista e tal. São mídias diferentes. São também assim a gente. Vocês trabalham com são audiovisual? Jogo é game design, aí tem a parte editorial. Como é que é trabalhar em todas essas frentes? Assim como é como? Como? Como é o desafio de trabalhar com tantas frentes assim

enquanto. Negociou da empresa, é, é? É um tanto quanto desesperador. Às vezes, gostaria de reuniões de trabalho que a gente tem que fazer e de aprovação e de leitura e de e de decisão e de de trabalho. Bruto mesmo, né? Mecânico. Por sorte de ser o time passado, é muito saudável poder delegar e saber que vais entregue. Então acho que é uma das coisas que a gente. Levanta a sarilma do time, tipo,

a bel é nossa hatch de conteúdo. Eu sei que o conteúdo que a gente precisa, ela ela vai entregar para a gente de maneira sativatória, então, delegar EE poder confiar as pessoas que são respectivas Chaplin em cada uma das suas frentes é uma segurança que a gente tem e que a gente não conseguiria fazer se a empresa fosse tivessem 10 pessoas, a pessoa tinham capacitado, então entregar isso na mão dos professores e a crise devolve o conteúdo pronto ou ou a parte editorial, enfim, tudo o

que a gente está fazendo de maneira profissional. É um é. Uma segurança muito importante. E no fim do dia, cara? É, é trabalho, é muito trabalho, a gente nada nossa foi inalvejada, nada nossa foi dado, é ninguém que nada caiu do céu. A gente tem que trabalhar bastante e muitas vezes a gente trabalha 7 dias por semana às 16:00 por dia, para entregar o estatuto de entrega. Não é a gente mais que a gente seja da Sony, né?

Acho que a minha esposa fala muito sobre isso, inclusive né, da da da trabalho, do Uber, do sonho e muitas vezes é um mercado que não está pronto porque a gente espera de resultado, que de fato não está, mas a gente está disponível para pagar o preço EE. Se esforçar, o dobro. Para. Teremos, a gente quer? É, e também não é algo. Que a gente tem aquele trabalho das 8 às 6, chega em casa, acabou. Não me importo com o que acontece, tá só o trabalho. Então a gente se dedica realmente muito.

E o país falou, a gente quer entregar, a gente quer mostrar que é possível fazer. A gente quer mostrar que é um mercado que pode ser mais aquecido, que pode ter novos players, que pode ter novas meios criativas, desenvolvendo. Hoje? A gente percebe que a David cresceu muito rápido e. Que provavelmente ela ainda vai crescer mais do que a gente imagina em pouco, em pouco tempo, tanto em termos de público quanto em termos de mercado, quando em termos de trabalho também.

Então, quando houve essa expansão bem rápida, de 20, a gente viu que ou a gente abraçava, botava no peito. Entregava ou só deixei-se perder EE ninguém está disposta a deixar, não é? As. Coisas simplesmente acabarem. Então a gente vê muitos produtos incríveis, com muito potencial, com mentes criativas hoje. E mesmo o pessoal começou uma conversa e de repente o Diogo salta, é não o jogo. Pronto, o jogo não, claro. A gente sabia que isso é um trabalho.

É longo e demanda tempo demanda. E desenvolvimento demora profissionais. Mas a gente não quer que essas mentes simplesmente se percam, né? Que essas ideias simplesmente fiquem guardadas numa gaveta, guardadas na cabeça, guardadas no computador, e o Luccas cheguem em lugar nenhum. Então, mesmo tendo, é muitas Prates, a gente Batalha muito para que todo todo o conteúdo

saia da melhor maneira possível. A gente está finalizando fogo de San António, morou para entregar o material, já está na gráfica. A gente já viu os primeiros modelos e é muito satisfatório, é um financiamento. Eu peguei em novembro, né? Acabou em dezembro. Eu já entrego em fevereiro, sabe? Uhum. É uma coisa que esse é é pra gente, é o que a gente espera. Tipo de de experiência do usuário EE.

Essa experiência, a questão de experiência de usuário para a gente é super importante, porque a gente é usuário do mercado, né? Então a gente quer entregar. Por isso eu gostaria de saber as coisas da cultura da gente, inclusive como se fala de ter várias história em braço, a gente acaba a bravo. Atendendo, né? E tocando. É, a gente tem. Uma. Uma cultura das partes da cultura da D20. Aqui a gente não tem medo de de

de tá errado. Às vezes eu vou te explicar de alguma coisa que vê que não deu certo, a gente não tem medo de puxar o freio e falar, cara, não vou mais com ele, não bate

cabeça, não vai dar certo. Então a gente tem uma visão muito Clara de saber, posso parar, saber quando tirar o pé e saber, mas também isso também vale para um cargo, então, que a gente acredita que nem todo mundo consegue enxergar por onde está enxergando e já bateu o pé, independente do que pareça depois da errada, a gente tinha plena consciência de crowdsourcing, vai, uhum, interessante. Vou emendar logo uma parte muito relevante dessa entrevista, que

é o seguinte. Falando já de produto, de mercado, de entrega e tudo mais. Vocês estão com. Um lançamento para amanhã começa o catarse do. É Avatar Legends, né? E ele é um produto que vem. Lá lá de fora, né? Da macpy games que é famosa aí por Rubens Shadow, os roots, acima das pasiões que a gente jogou bastante é o mess, bluegird Pride e. Outras coisas interessantes. Que são todos PBTAS, ou seja, são todos Power by the apocalipse.

É curioso, AD 20 vir logo com uma aposta num sistema que não é exatamente o mainstream dos mainstream, qual futuro não é um day d? Ele é um PBTA que tem uma origem, ainda que seja, não seja exatamente mais índio. Hoje em dia, ele é uma. Ele é uma segunda linha, né? Alternativa, por assim dizer, como é? Que foi topar? Esse desafio e falar vamos lançar um PBTA claro, sabendo que Avatar é extremamente poderoso em termos de mídia, né? Em termos de IP. Mas comenta aí essa opção por. Vamos?

Vamos bancar um PBT aqui. A gente é acreditava no poder de história bem. Voltadas? Eu? Sou um profundo defensor, ele gasta Descoberto de cultura até. Eu gosto bastante de que o sistema não pode ser um empecilho para você contar boas histórias. Então, para a gente, independente do sistema que a gente esteja jogando, a gente vai querer contar histórias que sejam envolvendos o sistema que a gente já mudar isso, nos trabalhar, acho que tanto faz.

A gente joga de 20 ou BTA, ou qualquer outra coisa, a gente consiga se divertir e passar a impressão que a gente quer dos do do que o jogo se propõe. O legal do BPA de é matar especificamente, é que ele foi todo mês pensado para emular a experiência do episódio. Então dentro das regras você

consegue? EE, é como eu falo a regra, ela tem que te ajudar a contar uma história, não só um problema para você, e ela é pensada para ela ser tão orgânica da seu jogo que você por entender o episódio você entende isso. A regra, então não faz toda a diferença. Obrigada o seu jogo o jogo mais popular que AA gente está mirando num público que foi de a matar e quem é fã de matar consegue entender o sistema, porque ele entende do desenho.

Ele assistiu o desenho, olhei os quadrinhos, olhei o filho, então a ideia do sistema é que ele seja um apoio, um. 11. Espécie. De de Baliza para o que você quer fazer em termos de narrativa, e não um problema que você precisa ler. 10000 pais. A gente vai jogar EE, fazer um ponto, a ideia, a ideia não é nem essa. A ideia? É você que ele te ajude a contar uma boa história. Todo o jogo, todo o sistema todo o livro do do Avatar, ele é pensado para te ajudar.

O jogador e Narrador lecionador a contar uma boa história. É, e ele tem. Não percebe a activa, ele é extremamente convidativo. Tanto para pessoas que nunca jogaram quanto para pessoas que estão fãs de RPGE, que gostam muito de de viver uma história de aventura épica. Então muita gente pergunta, né? Na nas redes é, ai eu vou me adaptar a esse sistema. Não vou gostar. E eu costumo dizer, ele é perfeito para iniciantes.

Ele é perfeito para pedir experiente, porque quem a iniciativa vai se familiarizar com muita muita facilidade. Né, vai se sentir abrançado por. E quem é experiente vai poder esbanjar da sua experiência, da sua criatividade, de coisas que você gostaria de fazer. Muitas vezes não consegue em outro sistema. Então se você já tem é conhecimento de RPG, já joga há muitos anos. Você vai ver o quanto é fácil, quanto é intuitivo. Você colocar tudo isso dentro de ti é a galera.

Que não está? Ligada por acaso no PBTA, né? Nesse Power by da época, ele é uma. Ele é um sistema que tem várias encarnações, né? Ele surgiu com a apocalipse road. E tem uma coisa muito especial a respeito dele, para isso que vocês devem ter visto aí nos. Últimos. Episódios, eu falando a diferença entre construir ficção no seu jogo e construir narrativa, esse é um jogo de construir narrativa, né? E ele? Ajuda você? A construir histórias em

experiência bem fechada. Então, por exemplo, a gente jogou no regra da casa, né? Quando eu tinha regra da casa, a gente jogou as ondas passiones. Você deve ter visto e a gente conseguiu emular ali uma história. De novela mexicana sem eu já. Ter visto uma novela mexicana inteira, então criou um sistema que traz essa narrativa para dentro do jogo e impulsiona a narrativa.

Ele é focado nisso, então se você joga Avatar, você vai ter então 11. Quer dizer, se você conhece Avatar bem e está a fim de jogar, você vai ter um espaço grande para desenvolver isso. E também é uma forma de conhecer Avatar através do RPG. Caso você não conheça, né? Exatamente. É legal esse núcleo de Facebook e tudo mais. Tem que ter discussão do tipo, quê mais poderoso fulano? Cara? Se você tem essa dúvida, qual pro repetir? De levantar. As pessoas vai entender o que

que é Catarina? Sobrenome de jornalismo? Maria, mas mesmo as pessoas. Que não têm familiaridade com Avatar é, mas gostam muito de AIPG ou querem querem conhecer mais. O livro é extremamente tocado em trazer muita história, muita lógica mesmo do universo de. Avatar. Então não tem como. A pessoa é. Eu vou ficar perdida aqui não, porque ele era extremamente detalhado. Ele vai falar sobre ai, mas eu não conheço os heróis, não tem problema. Ele vai te explicar sobre as

eras. Ele vai te explicar sobre as nações e inclusive coisas que a gente não viu em outros produtos, né? Às vezes e quer saber mais? Os livros são perfeitos para isso, eles trazem personagens que a gente já viu e que a gente ama e a gente te ajuda, inclusive, a contar histórias. Sinta a história de um jeito como Avatar é contado. É útil para qualquer qualquer Narrador de RPG. Qualquer coisa das histórias boa, eu tenho uma pergunta sobre.

Isso porque o meu público é meio coroa, às vezes eu tenho um público que é, em média, um pouco mais velho do que a galera que engaja um Avatar. Ainda que tenha muita gente que. Certamente já conhece Avatar. Como é que vocês geriam? O que é que é o Avatar LED? Como é que é essa? IP como é que são esses personagens? E o tipo de. Drama que se vive. Ali, o tipo de história que se vivencia. Eu arrumtaram um desenho. A temporal, né? Armatar um desenho atemporal e da das mídias construídas

recentemente. Acho que ele é um dos universos mais ricos e mais envolventes e foi criado na cultura pop. Uhum é sem mediar. E contar a história. Desse universo está. Envolvido, pois o universo já rola de outra. É, é, é interessante, divertido, qualquer um que goste de de ficção. Então, independente do corte, é corte etário. É, você tem aventuras do mundo do ataque, que são aventuras simples, desde ajudar Oo vereador de repórter que perdeu a peruca de estimação desse. Quanto?

Quanto e pedir que piratas tomem o governo e vocês entender que esses piratas são totalmente erradas. Então pelo menos não tem um livro mais denso, de político, entendeu? Todas as eras, com dramas EE situações que são possíveis de serem entendidas EE divertidas, públicos com py-tac que todas as riquezas demais universos levantarem, aquele universo tão rico e você pode? Contar qualquer tipo de. História se as histórias é mais densas e mais políticas, e mais mais dramáticas, invertidas e

bobas de crianças. Do vendedor de República. E mágica, né? Porque tem. Essa coisa. De controlar os elementos. Você jogou com uma do Brasil? Fogo é isso, conta aí. Como é que foi esse rolê? E como é que é esse lance mágico? Do do Avatar. Olha, eu sou fã de Avatar. Muito tempo antes de do EPG entrar Na Na d pente e eu realizei o meu sonho, eu. Sempre. Quis ser uma dobradora de tubo e está está jogando, você realmente sente?

O sistema como te falou, ele te. Abraça muito, então ele realmente quase você sentir que você está vitendo aquela aventura. Por ele ser muito intuitivo para. Quando você vai realizar uma ação muito fácil, você entender o que você precisa é é usar como capacidade parada de serviço rolar, então. Eu não senti nenhuma falta de outros sistemas que são mais. Rígidos nas regras, vamos dizer assim, e tem. Uma experiência. Realmente?

Ricardadora, foi muito mágico poder sentir que eu teria habilidade de de dobras, porque quando você entra na história e você começa a construir a narrativa junto com as outras pessoas que estão ali, é. Você realmente suspende a realidade, né? Então, no sentido, é tudo em parte a muito bom, muito bom, é? Interessante isso, realmente parece que é é algo da cultura. Pop que. Pode parecer para quem é mais velho, às vezes, Ah É, é mais bobeira, não é? Ele tem muitas dimensões.

Realmente é um é um material muito interessante de de de mergulhar. Assim, aumentei importante, eu acho, no mundo de hoje mesmo, até para você entender se. E. A nela de jogo. E a é tocada pra realmente várias idades, né? Então, você jogar com seus filhos essas oportunidades vale a pena, com certeza, a desde mesmo dadas do D20 e diferentes e quartos etários. E público mesmo, né? Entre. Nós e entre nós.

Público e a gente vê que Avatar é uma que peteca realmente do mais novo é é um pouco como tem na. Hora de Aventura. Né? Só que ele. Ele não é tão infantil quando Hora de Aventura, mas ele tem essa dimensão que abraça crianças. Mas também que se você olhar com atenção, você vai ver que tem muitas outras dimensões. E não precisa nem ter tanta atenção assim pra ver essa dimensão política e outras dimensões no Avatar, né? Agora. Falando em termos de sistema.

Né, a gente tem os playbooks ali né, que é o maior, é típico de todo OPDTA que a gente tem cada ficha e na ficha já tem mais ou menos expresso o tipo de narrativa que aquele personagem vai desenvolver né? Como é que foi isso em você?

Acha que isso para mostrar para o público, isso facilitou em relação a jogar um DED ou dificultou, em algum ponto, vocês se sentirem como é que foi assim, falando, mais informalmente, assim é na gravação da stream, de mostrar para o público como é que foi utilizar um TBTA em vez de um DED. Eu acho que. Como a gente não fala necessariamente só para o público de RTG. Às vezes, o público. De RPG, pode estar acostumado com um tipo de de ficha de

classe, mas Oo playbook, né? Seria o manual de personagem, como a gente trouxe na nossa tradução ele? Eu acho que ele, na verdade, facilita o. Entender a. O destino do teu personagem. Mas ele não te limita a fazer o mesmo personagem, inclusive aconteceu na nossa mesa de só. Não é nenhuma experiência com campanha diferente. Aconteceu de pessoas diferentes pegarem o mesmo o mesmo perfil, né?

Do do dos manuais de personagem badalho personagem completamente diferentes, então ele funciona mais como uma orientação de. Como o seu herói, né? Porque no Avatar os personagens, eles são heróis EOO no conflito, no conflito grande. Para eles é a questão do equilíbrio. E isso é colocado, né, No No manual do personagem.

Então eu achei que a maneira como eles se estruturaram, esse item book, esse manual do personagem, facilita muito na hora de você desenvolver o seu personagem e escolher para qual caminho ele vai ele vai perder, inclusive escolhendo as técnicas e os movimentos que ele vai realizar. Ele mais estrutura do que? Do que diz como vai ser exatamente até? Porque existem muitas opções, né? É tanto No No livro base já vem algumas opções se conforme você vai.

É adquirindo as situações. Tem mais possibilidades. Eu acho que ele ajuda a guiar quando quando um personagem se comportaria no universo de Avatar. Uhum. Ele é um. Bom guia de referência. Mesmo? Manual você ainda pode agir com personagens, é legal também. A parte de estruturar aventuras e os livros da bagpi e todos os livros da batata. Tudo o que eles? Fizeram eles vêm dizendo na instituição de aventura.

Que é essa aventura? Não é o patrão de aventura que está acostumado a ler, não vai dizer cena, Sério, o que acontece? A gente ajudava lugares. Os MP 6 potenciais aborrecimentos e você vai interagir e criar a sua forma. Então isso é muito bem diferente. Então costumava jogar, jogar muito, muitos adultos, in Dragons, ver como eles estruturam a pintura, né? É bem, é bem diferente e para mim, inclusive. Foi, é legal, estudar extremamente, estudar extremamente diferentes por

isso, né? Eu tenho muita coisa diferente ultimamente e até para pegar uma oportunidade de de iniciarmos. A própria D20 EOPMTA foi foi o que mexeu bastante comigo, porque eu já conhecia algumas coisas, tinha ido a fundo, não tinha jogado de pato e entender como ele estrutura as histórias. Para mim, foi um negócio que assim meio que pode, minha cabeça, sabe? Sim, e uma coisa curiosa. Da string de. Vocês, né do do Avatar do show é que. Dá para ver que estava.

Tudo muito confortável, né? Com IP, com os personagens que vocês assumiram, tipo de personagens que vocês assumiram tal. Inclusive o guaxinim é isso. É amava né? A série não dá pra ver que você já tá, você também muito familiarizado com com isso tudo, então estava todo mundo, muito confortável. E como é que foi essa coisa de mestrar, né? De ser O Mestre no caso, como é que chama o? Mas. A adolescente. Judeu. Neste jogo, neste.

Jogo nesta jogo ou basta o jogo deixa um jogo mestre o jogo então. Como? É que foi seu mestre de jogo, é. Menos é, é menos. Controle, né, OOPBTA, ele roda. Mais na mão dos. Jogadores do que na sua mão como é que é abrir mão de ser o Matthew mirser, esse cara que. Puxa as linhas, ali que. Mais deixa ele de desenvolverem. Como é que foi isso para você? Obrigado pelo comentário da galera. Assistindo no YouTube, no Twitter, comentando do tipo, nosso pack está mais velho dessas mesas, né?

E de fato é, é o fato de você? Não, não o rolar data é é muito libertador e algumas situações. A preparação para matar eu li em uma semana, literalmente, todo o conteúdo que foi produzido, eu Mato a abertura das séries e li todos os quadrinhos, todos os romances, eu lhe +2000 páginas em uma semana, só, de anotar, de relatações eu vou descrever as aventuras.

Então foi engraçado. E quando a gente foi jogar i Wake e dubla série, veio falar de umas coisas, tinha todas as Fortes na ponta da língua, anão ser que eu tinha escrito aquilo, porque eu estava realmente muita, eu levei muito a Sério. O cenário de Avatar efeito vai inversar o completa do universo de ler tudo e do que avançar com o APA. Comprei um abadania abersado com ele me feito ainda e eu

realmente vivi o universo. Então eu estava muito familiarizada com o cenário e com com a estética e com o tipo de voz. É em em termo de sistema, foi, é meu trabalho. Muitas vezes é muito fácil aqui em termos de cobra, histórias, porque eu sou muito afortunada, muito prendedos contar para pessoas muito incríveis que

jogam com a gente, né? Eu estou saindo muito bem bem acompanhado, cercado de pessoas que são muito talentosas, então é muito mais fácil você montar uma história junto com o grupo quando o grupo de fato carregou o vídeo e contar a história junto com você. Os que deixar a responsabilidade da mão do jogador diz, para mim foi muito natural, porque já foi visto jogando o próprio da Ed, então os jogadores voltam muito essa história comigo. E eles realmente querem ver o

melhor daquela história. Galera, abraça a falha, sai de. Isso é uma coisa muito comum entre a gente. Aqui a gente não está jogando para ganhar. Uhum. A gente jogando para comprar história, legal, sim. E uma pergunta então para. Você, que jogou e não em vez de ser mestre de jogo, se jogou. Você sentiu isso? Também é tipo, você sentiu que o jogo estava mais na sua mão do que não identifica num day d ou pelo pelo facto dele mestrar já com mais mais solto, não fez

tanta diferença. Como é que foi? Essa experiência de pegar uma PVT aqui na teoria, deixa mais na solução mesmo esse coisa. Eu acho que. Como eu tenho uma experiência muito próxima do pet, a gente joga muito tempo junto. É, eu senti, eu senti qual por essa essa diferença? Assim, porque a gente já está acostumada a contar uma história, o pet. Apesar, né, do pessoal fazer essa brincadeira tipo Ah, é O Mestre que faz nadar, que ele. É mentira, não sei.

Não, claro. Você está no papel e de trazer os conflitos para a história, claro, e eu acho que. Foi o que você pensa em abacate também. Você trouxe os conflitos préhistória. A diferença maior é que. Oo. Jogador. Ele. Precisa defender só dos seus dados, né? Então talvez seja um pouco mais isso porque, mestre nos outros sistemas ele também rola data, né? Ele vai conseguir ou não os os RPCSE no sistema PVTA não tem tanto tanto esse conflito. Acho que é mais isso, né?

A questão é, a questão do dado é justamente para você. É pegar a narrativa e ter quais as possibilidades que vão sair dali. Então, ali, quando você, quando você numa saia, né? Na verdade, o próprio sistema online que você errou, mas é mais que alguma coisa, algum empecilho aconteceu a nível momento e isso abre novas possibilidades para você. Então, até a questão de.

No No Avatar, se você tira até 6, você tem uma falha de 7 a 9 e você tem um resultado parcial master parcial e acima de 10, é um acerto completo. Então, só isso já traz possibilidades narrativas muito grandes para o que vai acontecer dentro daquela cena. No nosso caso, a gente já já tem uma experiência em abrastar as falhas que acontecem. No jogo, né, a gente já joga um sistema mais mecânico. Que a gente tenta deixar ele mais volátil para nossa narrativa. É, nem sempre.

Isso acontece? Quando as pessoas estavam em jogar, tem gente que gosta muito do combate, enfim, tem milhares de maneiras de jogar. Então acho que pode existir sim, essa, essa diferença para outros tipos de jogador. Mas a diferença maior é que o próprio sistema se propõe a colocar as. Adversidades como? Acontecimentos. Interessantes esse impulso narrativos. Né? Maior complexidade sim, sim. É, gente, isso é importante? É. Eu acho que uma.

Visão muito importante. Até para a gente buscar que a gente trouxe num num episódio anterior aqui, que é a divisão de papéis, né? E quando? Como, como a bel trouxe a gente? Quando coloca o dado na mão dos jogadores e tira do mestre. E o jogo? Traz ali os. Gatilhos de rolagem, O Mestre passa a ter menos controle, o controle do da narrativa fica um pouco mais distribuído. Né? Então a gente vê que. São minúcias, né, e que, mas elas não estão muito bem, o que? Eu falei, no?

Episódio de distribuição de papéis. Então, caso vocês queiram voltar para dar 111, nova olhada, né? No naquele, naquele material, de repente vai trazer algumas luzes. Interessante, muito bom. Agora em relação agora, voltando um pouco mais à questão do do. Dos bastidores aí da stream e tudo mais. Pô, estava fenomenal o figurino e tal, essa produção foi especial, assim como é que foi esse goleiro de produzir 11 tipo

ice? Visual estética tão marcadas, como é que foi traduzir isso para o audiovisual? Antes a gente tinha que largar. Os episódios da startup, os episódios com com a estética que respeitasse e trouxesse um pouco do da imersão do que Avatar, inclusive até durante o os bastidores, né, que a gente passa muito gravando. A gente teve um menu especial temático, né? Então, tinha bêbado do Reino da Terra, menu do Reino da da da da

tempo da água menu dava do fogo. A gente fez isso também para envolver os jogadores, então acho que como muita gente iria chegar até a gente. Uma primeira experiência, aí pediram mesmo que eles poder 20, por Avatar. A gente quis passar a melhor experiência de diversão possível, então não que os nossos jogos né regulados

durante a semana não tenha isso. Eles estão bastante inversivos e o celular é muito bonito, sempre, mas para esse específico e quis passar uma experiência e a pessoa que tivesse primeiro contacto com a gente voltasse para ver outras coisas. Uhum, é. Parabéns, foi uma produção. Muito boa. Então acho que dá. É é um bom cartão de visita, né? Assim, 90% disso do Jô, eu vi do. Chamouinho, né, que são o nosso time criativos. É o Chapolin nosso direito de

produção. Ele joga o nosso líder criativo. Eles fazem mágica com panos EE madeira legal. Legal e não tem não. Tem, no caso, mapa de Batalha, nessas coisas assim, então é, acabou. Preenchendo de outra. Forma. Juvenil da ilha da gente tem que ter ligatura, uhum. Legal, maneiro, é? Agora? Vamos abordar um pouquinho o futuro. Maravilha, então, bom, já. Que o Avatar é um bom cartão de visita. Aí pro futuro vamos falar de futuro, como é que vocês enxergam?

Para começar? Como é que vocês enxergam? Em mercado de RPG no futuro, é, se vocês estão vindo como jogadores importantes desse mercado, como é que vocês esperam que ele esteja no futuro com essa atuação de vocês, Abel? Acho que o cliente está. No mercado Maduro, no mercado que conheça, AIPG por mais facilidade, não é que AIPG não seja um, não seja. Não. Seja visto algum nicho do nicho, do nicho. De de consumidores e de é. Pessoas, né? Que são nossa, com gostos extremamente peculiares.

Então a gente quer tornar estar junto das pessoas que vão tornar ORPG mainstream é eu, eu. Este ano, mais sobre isso, pouco tempo atrás com um grupo de investidores nossos e compararam. Concorda muito no mercado RP. G com o mercado cerveja artesanal. Lá atrás, tomar cerveja enorme é, basta, extremamente pontinho diferente do baixo ou se acha no mercado, sabe, uhum. Então assim, o Pão de Açúcar você vai, você acha qualquer atípico. Então acho que é um público.

A gente espera em termos de maturidade, de crescimento do mercado, que não seja uma coisa restrita. AAA salões fechados, a pessoa é extremamente elitizadas e jogando só com os amigos, mas que você possa literalmente ver na TV aberta. Sabe, é uma coisa que a gente quer esteja difundido e seja natural e que seja visto nas escolas e que seja visto no dia a dia e que ele possa mudar. Tantas vidas quanto à minha. Isto é. O objetivo? Para o mercado a longo prazo, o

sonho não é objetivo? Sim, sim. Existe? Valdo, a gente a gente. Vai fazendo isso, não é? A gente não está, a gente não está nessa, para para. Só foi lá, sabe? A gente já fez muita coisa que muita gente pode já ir possível. E a gente está acostumado a de figue, hots a boa. Boa é cara, eu acho isso importante. Sim, e eu acho que é por isso que um pouco todo mundo que trabalha com RPG de alguma forma preocupado com a disseminação do hobby, né? De como o hobby.

Vai entrar nas? Casas das pessoas como é, que tipo, teve um episódio que eu falei, cara, eu eu acho complexo, ensinar RPG ainda, eu acho que é fácil, complexo, né? Isso é uma preocupação minha de quando eu eu ensino AEPG para alguém, eu o vim percebendo e eu faço bastante isso assim, eu vim percebendo que com o tempo era mais produtivo eu falar logo para a pessoa, olha, isso aqui é complicado mesmo, é complexo, a gente vai conseguir sentar e jogar tranquilo.

Fazer isso é fácil, mas é um hobby que você vai aprendendo, com o tempo você vai ficando melhor. Você vai entendendo melhor como se joga isso num tempo. Não tem jeito. É uma coisa que tem uma complexidade, eu acho que é natural, mas, de certa forma, é a preocupação de todo mundo disseminar o hobby. Então veio gente falar, pô, baby. Você? Devia ter falado que é fácil, que aí as pessoas vão desistir e não sei o quê.

São visões diferentes, mas todo mundo com o coração no mesmo lugar que é. Como é que a gente vai chegar num mercado ou num mercado? Não, né? Numa comunidade mesmo e numa sociedade que veja ORPG que você consiga falar com alguém sobre ARPG, você tem que explicar o que que é, né? Ah, eu acho. Que às vezes a gente costuma colocar fácil como o melhor, né? O ideal, então nós, só porque é fácil, então todo mundo vai querer jogar. EE, não, nem sempre, né?

Tem às vezes nota, tem livros que são extremamente complexos e densos e que são amados por muitas pessoas, assim como filmes assim com muitas outras mídias assim como os próprios jogos, né? A gente vê vários nerds do pessoal falando, nossa, pulei o tutorial e aí chegou na hora, eu não sabia. Jogar? Então é, parece que quando a gente fala isso só ONPG, é algo que você vai ter que desprender de tempo e de.

Multilação mesmo, né? De de de vontade de sentar e aprender um pouco e aprendendo mais com o tempo, quando, na verdade muitas coisas da nossa vida são assim. Mas eu nem. Então eu acho que a gente não, não, não, não precisa é demonizar como algo nossa. ORPG é algo. É muito fácil ou aí vejo muito difícil não ORPG é como qualquer do hobby que você quiser ter. Eu quero aprender a tocar piano, cara, você vai ter que,

infelizmente. E te sentar pra bunda e aprender a pô, me pede pra tocar se você nunca tocou, né? Não, não, não, é óbvio que você aprendeu desde crianças aproveitar EE fala depois aprender. ADNA quero aprender. Todo o Robbie tem uma Barreira de entrada. O que eu gostaria? Que a Barreira de entrada de arrependeu não fosse uma Barreira tão alta a ponto tornar uma banda intocável, porque não é sim, não é. É aquela coisa de abrir os. Espaços e deixar a galera interagir.

Conhecer, né? É ajudar isso é. Difícil, maneiro, maneiro, superfissa a porta. De entrada, né? Talvez não chegar. Olha, é assim que joga essas novas, é os mercos. Assim você você assistindo na TV, por exemplo, né? Você ligou na Netflix e tem 11 mesa de RPG rolando. Cara, você está consumindo aquilo como entretenimento e depois você vai consumir. Qual a jogar? De num segundo momento, como acontece em várias coisas, né? Inclusive, filme mesmo, às vezes assiste um filme.

Fala nossa, é muito massa. Quero ler o livro. Às vezes é só a partir de entrada que facilita o isso. É difícil também, não é? Difícil também no DDS é OOO. MBC, porque toda toda South. Like hoje em dia aulas é difícil pra cacete e Bon Jovi ama. Então assim, não é difícil que a galera não vai entrar nada. Não tem? Eu acho que é mais a pessoa. Que conheceu assim, saber que existe sim, do que necessariamente de frilhas tem mais a ver, inclusive com as. Primeiras experiências da pessoa

com o jogo do que com o jogo. Ser difícil em si, ser a primeira experiência muito ruim. Cativa, né, nuncativa? É, né? Vai jogar bola a. Primeira vez. Você tanto apanha. Você não vai se divertir. Sim, sabe? Mas você vai lá e faz um gol. Você fala, cara, é. Tal pena o diabo ali, né? Sabe é isso, é. Tem. Tem experiência que são envolvente. EE ativando é e tem muito. Essa essa galera que? Fala Ah, é melhor pra começar a jogar? É melhor isso?

Aqui é melhor aquilo, ali o. Google, eu acho que. No No fim das contas, tem que cada pessoa é fisgada por um tipo de jogo, cada pessoa. Tem um tema? Às vezes, a pessoa censurada em Avatar, ela vai aprender qualquer coisa que seja necessário pra vivenciar aquele mundo, né? Então acho que é é isso, é ter espaço, ter variedade, ter locais para as pessoas começarem a ver e interagir com o mercado Maduro, né?

Nada realmente existente. Um mercado onde essas empresas é é é trabalhando ativamente para para construção desse espaço e pessoas sobretudo qualificadas para entregar conteúdo resultado com Voz 1 público que esteja ouvindo grande cidade da Paula paredes disposto a ouvir. Aqueles conteúdo chega e dê. Resultado depois isto é incrível no mercado e acaba. Muitas vezes são obras, paredes, porque a audiência ela é pulvizada e ela não está perdão, ela é concentrada e ela está

chegando. Nós precisamos. Não estou chegando nas fotos que poderia ajudála. Mas não estava aí muito mais conscientização de trabalho e de postura profissional do que de qualquer outra coisa de mercado maior e mais badinho para isso, legal. Maneiro. E a the 20 Culture nesse cenário nacional, onde é que vocês estão? Meu que ela esteja era, é o que é um canal? De mídia muito, muito. Bombado. É tipo, é alguém que está lançando muito jogo e que está tipo trazendo tudo que está produzindo.

É jogos autorais. Onde é que vocês querem chegar? E. É? Interessante. Pode ser teu sonho. Onde é que vocês? Onde é que vocês sonham em chegar? Ainda que você tenha talento, em realizar sonhos, qual o sonho? Ganha um Mário? Boa, ouça. É, mas assim, pensando em termos. Disso esse negócio tá, porque a gente tinha chegado, a gente não quer ter visto como um canal, nem perdiam uma editora. LPG não, não é isso. A gente tinha uma desenvolvedora de propriedades intelectuais.

Então a gente vai ter o braço de streaming e vai ter o braço, ó editorial, tanto de traduções, mas principalmente de produtos autorais. A gente tem uma boa entrada no mercado globalmente pra pra marcas EE ipi's, então a gente pretende lançar coisas. A nível mundial, então, acho que acho que acreditaram a posição onde a gente é um player. Ativo e constante da da elaboração e no fomento da RPG em nível em nível nacional, obviamente. Mas que tem a voz entrarem, que seja bom soldado também.

É Gold, global, boa você, como é que? Você, qual o teu? Sonho em relação à AD 20, kilt nesse cenário. Ah, elas. Têm uma grande. Produtora de entretenimento usar

eu acho que é 11 mercado que. E pode abraçar esse esse tipo de. De nova farm de consumir entretenimento o os jogos em uma Riqueza lúdica muito grande, EOEPG por ter uma construção de. Interpretação em de quase um teatro de improviso eu acho que o potencial de contar histórias envolvente, cativantes, épicas é muito grande, então eu acho que é a produção de entretenimento usando AMPG tem um potencial de

se tornar uma grande. A série com o Stranger Things, o grande filme mainstream down, eu acho que esse é Oo espaço que eu sonho. A gente fica por aqui. Mas antes, só para finalizar, qual o recado? Da. The 20 kilt para a comunidade brasileira, cada um traz um recado. Acho que o recado que. A gente mais gostaria de levar é que a comunidade, todos têm o objetivo de levar OMPG para outros lugares maiores e mais próximos de do público. Grande, né? E tal. Todo mundo está No No mesmo sonho.

De certa forma, eu acho que o que precisamos por AIPG é que. Todo mundo postou um espaço que todos possam crescer juntos. E. Não. Não tentar é fazer daí um manter ele num espaço de pedestal no espaço de. Intocável, boa. E você, pet, a gente? Não é intocável e nem distante e nem muito diferente de qualquer. O que está criando conteúdo agora e produzindo e tentando viver do sonho juntos? Fake. Nada disso acho que torna a gente diferente. É, sem dúvida.

As experiências espécie. Acho que a gente tem de debócios de geral, a gente sabe fazer um negócio acontecer no primeiro acontecimento, só porque no fim a gente tem um grupo de pessoas 3 vezes apaixonados por EPG serem se apaixonados por narrativas de pós-graders eads. E isso definiu grandes partes em check, 4 pessoas. Meus sócios também. Ah, o Rafael, principalmente só viciados, eu achei. Que era? Mestre foi conhecido. A. Gente, o? Volume de pessoas muito apaixonados por.

Isso? E a gente está fazendo muito bem o dever de casa para tornar esse mercado maior. EE. Trazer oportunidades novas que. Não foram pensadas, então o mercado para a comunidade? Bem direto, claro, é. Quem precisar de apoio, EE. Quiser entender? Como a gente pesa esse mercado e como a gente quer impactar ele positivamente, porque não basta só a gente ter sucesso ou só a gente tem que ser não é

suficiente pra gente. Se você quer saber como a gente pensa e como a gente comporta e quiser andar com a gente e fazer parte da turma legal do barquinho, a gente soubiste aberta, marido, marido. Não é isso, né? Preparem-se. Legal. Então, gente? Muito obrigado, foi um prazer. Obrigado pelo tempo de vocês e tenho certeza que todo mundo está aí também. Curtiu? Obrigado por ouvirem a gente até agora. Agora vamos lá para. O nosso encerramento.

Bom, então, encerrando aqui. Eu vou lembrar que você pode participar da nossa enquete aqui no Spotify, né? Se você tiver ouvindo no mobile, se você não tiver, é mesmo que você esteja ouvindo em outro agregador de podcast, em outra, em outro jeito de ouvir, seja um desktop e outra coisa, peço que você pegue, por favor, seu celular, seu mobile, entre nos no aplicativo do Spotify e dê seu moral para a gente, avalia o

café com danjão e participa. Aí dá enquete, porque além da gente conhecer você melhor, a gente interage e também ajuda. O podcast ser promovido dentro do Spotify, que é a principal plataforma onde ouvem, né, os podcasts hoje em dia? Então vou deixar a pergunta aqui pra vocês, você ouve algum outro

podcast de RPG? As perguntas aqui você pode responder em não, sim, né, ou seja, sim, falando que você ouvi de game play apenas, além do café com banjo, falando que sim, você além do café com banjo, ouve podcasts de game play e também de conversas e reflexões. Ou que sim, você ouve aí. É outros podcasts, mas só outros podcasts. De RPG. RPG de conversa e reflexões ou seja, você não ouve gameplay, tá?

Então responde aí, se você não ouve outro podcast, se você ouve outro podcast, seja gameplay, seja de conversa, responde a gente. E depois eu pergunto pra você escrever pra gente qual outro podcast e repetir que você ouve beleza? É bom, se quiser também falar de outros podcasts que não seja RPGE quiser deixar uma recomendação pra gente, certamente eu vou ler e vou ficar muito agradecido. Mas o principal aqui você dizer sobre podcasts de RPG, beleza, conto com a sua participação.

Lembrando que a gente tem aí o. Os nossos links citados na descrição do episódio, né? Então tem aí o link para o livro homoludens citado pela bel, né? Do Johan e o zinga tem o link para o financiamento no catarse do Avatar Legends, e tem também o link para a página da D20 Culture. Lembrando que você pode também acessar o nosso após para se tornar um apoiador do café com danjão.

Então se você quiser apoiar o café com danjão para que ele volte até 5 episódios semanais, né, que a gente está nessa busca. Aí, considere apoiar o projeto não apoia-se e participe aí de sorteios de cafés especiais. Ganhe bons progressivos, né? Lembrando aí dos níveis de apoio que você tem, o nível incentivo que a gente agradece muito, tem também o nível comunidade em que você faz parte da nossa comunidade Telegram, que é debate RPG de um jeito delicioso

e profundo. Assim, a gente apaixonada por RPG de vários pontos de vista, inclusive. Você pode também se tornar assinante no nível RPG dojo, né? E aí tem uma live exclusiva pra gente aprofundar e debater e conversar bem próximo sobre os sobre as as os temas que a gente

abordou ao longo do mês, né? Inclusive, aprofundando temas que eu deixo reflexões aí nos episódios, a gente aprofunda e responde e traz respostas aí para esses esses questionamentos, nessa live além disso nesse nível, aí você já começa a ter acesso ao nosso banco de dados de conteúdo, tá? Então você vai ter ali um jeito fácil de pesquisar pelos episódios do café, né? Por tema por quem participou, enfim, é uma banco de dados rico para você participar.

A gente, no primeiro episódio tinha esse problema, né? Alguém falava, caramba o aubie, qual dos 1000 episódios você falou sobre tal tema e às vezes era em vários episódios, às vezes era de um específico, perdido ali era difícil achar e agora vai ser fácil com esse banco de dados, né? Fora isso, você pode se tornar um assinante também no nível treinamentual. E no caso, a gente vai fazer estudos de UOL fentes dentro disso. Então a gente agora está pegando AA um estudo em cima das Cavern

of trácia, né? Da geneldio de quase que é 11, muito importante. Então a gente tem feito aí um estudo em cima disso. A gente já começou esses estudos e vai também trabalhar dinâmicas de Joy ofhtis, né? E. Estudar mais profundamente isso, que é um apoio muito interessante, porque é um estilo de jogo novo que a gente está propondo e que traz muitas respostas para outros estilos de jogo também é. Fora isso, a gente tem o nível de apoio aí mais alto, em que eu

te dou uma mentoria, né? Sobre RPG de forma geral e a gente pode conversar sobre sua campanha, sobre o seu produto, sobre seu jogo. Ou sei lá sobre a sua produção? De conteúdo mesmo, eu posso é passar aí um tempo dando uma atenção especial para você, para a gente conversar sobre isso. Beleza, fora isso, você tem aí o nível mais alto, né, de desconto nos cafés ovelha negra EEE produtos sorteados exclusivamente nesse nível. Tá?

Se você quiser deixar uma gorjeta porque gostou especificamente do café de hoje, essa gorjeta que você pode deixar no nosso pixeocafecomdange@gmail.com qualquer valor. Agradecemos imensamente se você tem uma marca ou uma empresa e quer ter um dia da semana do café com danjão com seu nome associado, você pode escolher financiar esse episódio fazendo Alegria da massa RP gista então mais 1 dia no café com Danilo. Que você está bancando.

Tenho certeza que vai ficar todo mundo muito feliz com a tua marca. Pode consultar a gente em café comdanjo@gmail.com que a gente tem uma proposta especial pra você também. Você pode consultar a gente sobre parcerias, anúncios é trabalhar com marcas de RPG também. Outros ramos aí, como cafés, jogos, tecnologia, mídia, tudo está valendo, tá gente?

Se você quiser colaborar com a gente, se você for produtor de conteúdo, game, design, independente, acadêmico, fã, tiver um coletivo, qualquer coisa assim. Que é participar do nosso projeto. Fala sobre você um pouquinho. Manda pra gente um e-mail também em café. Comdanjao@gmail.com. Queria agradecer aqui os nossos assinantes, né? Então, deixar um abraço aí. Para quem apoiou um nível

incentivo, então obrigado. Aí o Lúcio Pimentel dentre os outros, é agradecer também de mais alguns dos alguns dos assinantes aí do nível apoio, comunidade. Então a gente tem aí o Richard van basters a Paty Britto. Chico Siqueira, um abração gente. Obrigado pelo pelo apoio e um salvo especial para os assinantes do nível RPG de hoje, Daniel Haidar, Denis Oliveira, Evaldo ponto ao Filipe escostegui, Germano Assis, Luis Guilherme, Marcos Vinicius ornelas, Mateus Machado, Mateus.

Pedro Borges, Pedro bizini, Rafael garoto e Renata canivaroli, Rudolph, Helmut schwanz e o Victor Hugo Martins e mandar aqui para finalizar. Um grande abraço ao pessoal do treinamento Wall fantasy, Bruno Kobe, Abílio Júnior, César Machado. Diego seixito e o Léo gasparuto menini galera, muitíssimo obrigado pelo apoio de vocês. Um abraço e até a próxima.

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