Chove pesado na parasível aclimação, um bairro aqui de São Paulo. Chove menos com essa pancada de chuva de verão aqui em São Paulo do que no Rio. Mas tem não deixa de ter essa chuva forte que você tem que sair correndo para fechar a janela e tudo mais. Não sei se está dando provida aí, mas a chuva está forte mesmo. E acabou me lembrando a primeira vez que eu entrei em contato com crítica ou Hole.
Tava saindo da lura num dia como esse, com uma chuva como essa em São Paulo. Quando dá uma chuva dessa, de forma geral, o trânsito para, né? E foi um dia que eu peguei um engarrafamento gigantesco e acabou que eu tinha entrado em contato com essa ideia aí de que tem um streaming bombando muito nos Estados Unidos e eu resolvi botar pra ver no celular enquanto eu tava no engarrafamento. E foi muito bom.
Aquilo explodiu a minha cabeça. Eu falei, cara, realmente o negócio é forte, bem, é bem produzido. A galera, pô, manda bem, né? Quando eu fiquei sabendo que tinha um sucesso tremendo, né, de que inclusive é explodiu, mas muito. A bolha do RPG, né? Atingiu o grande público e influenciou, né, até o mundo do da mídia. Aí a gente pode ver que tem musical, tem um jogo. O pessoal jogando RPG em teatro e tudo mais. Eu falei, cara, isso aqui é uma
mudança para sempre, né? Mas eu fiquei impactado, obviamente por essa, por essa revolução dentro de uma nova mídia para ORPG. Mas eu imaginava que chegaria ali, né? Quando eu entrei em contato com as próprias streamings, mesmo antes dessas blockbusters, né? Eu sabia que chegaria nesse ponto. Cedo ou tarde, traz um frescor. Pro audiovisual, pra produtos e coisa e tal. Então eu achei que fosse chegar lá, mas chegou até antes do que eu imaginava, né?
E o sucesso foi muito. Só que eu fiquei curioso do impacto disso no jogo. E aí parecia que tudo IA ser respondido quando eu vi que saiu o candelo obscura ou que eles iam lançar o candelo obscura. Eu falei, nossa, cara, será que tem a ver aí com o Vox máquinas? Será que eles vão parar de usar DED para usar esse sistema que eles estão lançando?
Como é que vai ser isso? Eu imaginei que fosse alguma coisa que eles iam fazer para eles jogarem em streaming, então eu imaginei que fossem ter várias mecânicas e várias ideias e várias dinâmicas de jogo e várias construções ali que contemplassem ORPG show. Mas aí eu vi que a candelo obscura não era bem isso, a candelo obscura.
Era uma outra coisa, tudo bem, eles iam fazer streaming, obviamente de candela obscura, mas era um jogo público de forma geral, né, pra ser vendido aí no mercado pra galera comprar e jogar em casa. E aí eu fiquei pensando, bom, tudo bem, não é um jogo voltado pra isso. Ingenuidade da minha parte achar que eles vão lançar um jogo assim em vez de um jogo pro grande público, né? Muito mais lucrativo, mas sendo quem eles são. Os pioneiros que são na mídia, que que tá, que trabalham.
Eu imaginei que esse jogo fosse ter muita influência do streaming, dessa, do que eventualmente poderia chamar de quarta agenda do RPG, né? Se a gente somasse ali, AGNS, de repente ORPG show, poderia ser uma quarta agenda. Como investiguei num dos episódios aqui do café com danging na nessa segunda temporada, né? Eu fiquei pensando, cara. Como é que se o jogo é impactado por essa vontade de show e vindo dessas pessoas que estão acostumadas a jogar pensando em show hoje em dia?
E eu fiquei muito curioso, só que a comunidade gringa não respondeu muito bem ao jogo e eu achei que fosse por isso, né? Que fosse um certo conservadorismo a respeito de um jogo que explora novas mídias. De repente, ainda que não seja voltado para um público necessariamente de streamer. E não, não era bem isso. Inicialmente, parecia que. Tinha crítica ali a ter pouco, a ter pouca criatura, pouco pouco monstro, sei lá. O pouco artefato é que eles
trabalhavam com artefatos. Parecia que tinha pouca coisa assim. Algumas pessoas chamando um pouco o jogo de preguiçoso, que me deu uma ideia de que talvez fossem haters. Por outro lado, eu vi algumas críticas que pareciam razoáveis, né? E o pessoal falando que era difícil desafiar os jogadores ali com com aquele jogo. Por outro lado, eu sabia que a base dele era PBTA, né? Ele era muito.
Ele dialoga muito com PBTA, com Ford in the Dark e por mais que o Ford in the Dark já resolva muito melhor a questão do desafio, eu sei que os PBTA, de certa forma, sempre me pareceram um pouco mais complicados nesse aspecto, né? No aspecto do desafio em si, muito, porque trabalho o desafio num aspecto narrativo, né? Então é exatamente um desafio, mas é mais um conflito dentro de uma história, né? Então eu imaginei que fosse por aí.
Em paralelo, tinha gente obviamente fazendo muito hate, reclamando das ferramentas de segurança que o jogo tentava pautar muito. Isso que exageraria ainda mais no jogo de terror. E aí nessa parte eu deixei um pouco de lado, imaginei que fosse ser mais puro hate mesmo, mas enfim, a minha curiosidade não ficou muito resolvida ali,
mas eu deixei de lado também. Eu não fiquei empolgado a ponto de pegar o candela obscura para jogar nem nada assim, e ficou guardada essa dúvida, ficou guardado isso aí até que recentemente. Eu tava falando com o Kobe. O Kobe falou do da nova edição do MMM, né? Do mês de mentoria para mestrar, que acontece todo início de ano na comunidade nacional de RPGE. Eu falando com com um dos organizadores, ele me falou, cara, vai ter aí uma trilha, né? Vai ter um estudo aí sobre o candelo obscura.
Aí eu falei, pô, legal, cara, será que a gente podia chamar a pessoa que vai falar sobre o candelo obscura? E de repente chamar AA Nina, né? Que gosta muito de candela obscura, vive falando sobre sobre esse jogo, de repente esses 2 conseguem falar para mim sobre esse jogo. Eu consigo tirar algumas dúvidas com eles. Não sei necessariamente jogar, mas de repente até me botando pilha para jogar esse jogo e quem sabe eu?
Agora, depois de gravar esse episódio, não fico afim de jogar uma streaming de candela obscura, para variar mais próximo com mais propriedade. O quanto que essa dificuldade em se construir um desafio? Acaba impactando na dificuldade de construir um conflito dentro de um jogo, de contar a história, que é o que ele se pretende. Eu sei que tem boas streamings com esse jogo. Eu sei que muita gente gosta e fala bem, mas também tem essas críticas que eu resolvi abordar no episódio.
Então acho que vai ficar um episódio legal pra quem quer uma visão realmente sincera, não chapa branca sobre o jogo, mas que ao mesmo tempo explica sobre como é o funcionamento e principalmente, dos pontos positivos que esse jogo tem. É um jogo lançado para jambô que tem no mercado nacional, então super recomendo a todo mundo, dá uma checada aí, já que é nosso, tá aqui no território brasileiro, diferente de uns e outros aí então é isso, vamos para o episódio?
Estaria interessado em uma xícara de café, mas café com o quê? Café com danjo? Bom dia amigos do café com dângelo. Estamos aqui para mais um episódio, seu podcast matinal favorito, trazendo sempre muito RPG. Meu nome é Rafael balbi e hoje o meu café eu tô tomando aqui do lado de um de um pedaço aqui do do afinamento, onde a Barreira com outro mundo tá ficando bem fininha, bem fininha. Porque bom, esse café que eu tô tomando aqui ele, ele não é uma
torre obscura. Mas ele tem um sabor Sobrenatural, porque eu tô perto aqui de onde os mundos se encontram, então eu tô só olhando por cima do meu ombro aqui e vendo o que que vem pela frente. Bom é se você quiser tomar um café especial como o meu. E a Torra não é obscura, Torra média, você pode utilizar aí o cupom ccd lá No No site da ovelha negra cafés. Café especial de primeira, então. Vá lá, em ovelha, ponto café e UTIs cupom ccd tudo minúsculo que você consegue o desconto de ouvinte.
Porém, se você quiser um desconto pra assinante, aí é cupom progressivo. Quanto mais alto o seu nível de apoio, maior o desconto no café que você consegue. Um café delicioso de Torra média, sem impurezas, enfim, sem nada de Sobrenatural nele é. No mais, se você se tornar um assinante do café com dângelo, você ainda recebe conteúdo extra. Participa do nosso grupo de Telegram, que é muito ativo. Você também recebe. Além disso tudo, você participa de sorteio, né?
Dos nossos parceiros e recebe outros cupons aí que vale muito a pena. Então cola com a gente, apoia ponto, AC barra, café com dânjon. Bom, vamos para o episódio de hoje, mas antes passando pela nossa enquete. O último episódio aí foi o episódio do RPG de guilda 64, né? Com a participação da Maya Mota, do entre mundos, que falou sobre essa experiência de guilda dela e do entre mundos, né, que é o server de Discord dela onde tem um jogo insano rolando.
É foi muito legal e o Fábio Castro comentou top vinheta de abertura, away é o Tito gosta de de brincar muito, né? Nessas nessas vinhetas aí realmente. Algumas delas ficam Fora de Série. Valeu a participação Fábio, e na enquete eu acabei perguntando pra galera, o que que eles, o que que eles acham né? Se eles já participaram de um RPG de guilda e foi 60 a 40 aqui, 60% das pessoas já participaram de RPG de guilda.
Olha que curioso né cara? É é, eu não tava falando nem de jogo organizado tipo West mais e coisas assim. Eu perguntei especificamente RPG de guilda e um grande número de pessoas já participou, achei muito curioso porque eu mesmo tava bem distante. Do RPG de guilda, tinha um contato maior aí com o aslude, né, com esse esse formato de mesa aberta que tem beergot tem, etcetera, mas pelo visto muita gente tem experimentado ORPG de guilda, né?
É, apesar de 40%, assim como eu nunca terem experimentado. Mas é isso aí. Valeu galera, obrigado pela participação. Vamos para o episódio? Ih, rapaz, eu estava bebendo aqui com os soldados. Com o dinheirinho que a que aquela elfa lá Clarissa botou é herbalista, né? E ó que eu fiquei sabendo, cara, já ouviu falar do fantasma do Arsenal lá no burgo? Então ali no burgo tinha uma oficininha ali, daquele cara chamado vagabundo, que era um inventor, né?
E parece que. Ele morreu já há um tempo e a oficina dele foi incorporada na oficina dos soldados, ali na Rua Principal e ali na casa dele, né? A alma dele parece que tá presa lá, porra. E parece que a alma dele ainda pode drenar a vida de quem entrar lá na no lugar, no lugar, principalmente se for entrar lá para tentar mexer naquela stractana dele.
Então, se tiver. Se tu tiver vontade de ir lá, ó. Vai tu é aventureiro, tu tu encara esses negócios, mas se você for, vai acompanhado de alguém de muita fé. Está entendendo? Esse e tantos outros são rumores vindos do jogo do mundo aberto de Beer goten. Se você quiser explorar aventuras como essa, pode entrar inteiramente de graça no nosso grupo. Siga o link lá no inscritivo do episódio e jogue Beer goden. Com a gente, vamos lá. Aprendendo candela obscura eu quero sair desse episódio
sabendo tudo, desse jogo. E aí pra me ajudar nessa missão aqui eu estou com o Thiago e com a Nina. A Nina fantasma já participou aqui do café com danjo, fala Nina, bem-vinda. E aí, pessoal? Bom dia, boa tarde, boa noite. Não sei que horas as pessoas vão vão ouvir a gente aqui. Mas é, eu sou a Nina. Eu eu cuido lá do do grupo do RPG do Jô e faço saco tempo pela internet jogando mesa de RPG por aí.
É e lembrando que RPG do Jô é irresponsável pelo pelos episódios de terça-feira que vocês estão ouvindo aí alguns meses no café com d'anjo. Então obrigado Nina. Reforçar aí o agradecimento. Obrigado a galera do RPG do Jô que torna possível essa aventura chorinho aí na semana. É e também Thiago, bem-vindo Thiago. Pessoal, tudo bem, eu sou o Thiago nas redes sociais, aí vocês podem me encontrar no arroba?
Companhia dos heróis, no Instagram, companhia dos herois.com é o meu blog onde eu posto as dicas de mestragem e primeira vez aqui participo bastante de eventos, principalmente pra ensinar o pessoal a jogo RPG aqui em Porto Alegre e região e pra falar desse sistema. Que eu acho bem legal. Eu acho que pra quem quer começar a jogar, ele é uma ótima opção. Boa. Lembrando que o Thiago tá aí mentorando, né? O pessoal no MMMO mês de mentoria pra mestrar o lendário, né?
Numa nova edição aí, no início de 2025, ele vai mestrar uma. Ele vai é conduzir uma trilha aí de Candé, obscura, a gente vai abordar um pouquinho também esses esses detalhes aí. Mas é isso, vamos aprender. Candé obscura que eu estou muito curioso, né? Para quem não sabe, o Candé obscura, ele, ele foi trazido para o Brasil agora pela jambu, mas ele é the derinton press. Aí é um material feito pela galera do critical Hole, né? Que.
Obviamente, vocês devem conhecer aí a trupe do Matthew murser, né? E aí eu quero eu. Eu vou pedir o seguinte, não sei se cada um vai ter uma versão, quem começa, sei lá, quem ganha iniciativa manda ver. Mas eu queria o seguinte, finge que a gente tá no elevador, a gente tá indo pra sessão. A gente vai jogar aquele dayd quinta edição, velho de guerra, aquele cutulo, mas vocês estão aí, naquela com aquele bicho carpinteiro querendo que eu jogue com vocês. Candela obscura o que que vocês
iam dizer pra mim no elevador? Pra pra me convencer? Então eu gosto muito da do casamento que tem entre o cenário e as regras, né? Toda aquela parte de Inglaterra vitoriana que ele tem aquela inspiração, aquele clima de pós guerra, seria um mundo parecido com o nosso pós primeira guerra, com aquelas regras Lights, eles definem o sistema como sendo. Ele é leve de regras, pesado em em interpretação.
Isso me atrai muito, né? Então eu acho que pra esse tipo de história, de horror, de suspense que a gente tenta contar, eu acho que essa é uma ótima maneira de tentar emular esse tipo de situação. Acho que acho que eu falaria sobre Oo cenário do mundo. Sobre a candela obscura a estrutura da candela obscura é uma estrutura que me interessa muito assim, que é uma organização que cuida do mundo
de uma forma escondidinha assim. E eles sabem do paranormal e as outras pessoas, as pessoas comuns não conhecem o paranormal? EE, essa essa é um formato que eu gosto. E eles saem em em aventuras pra pra comprimições, que é um formato que eu gosto também, que parece com as mesas que a gente joga, né? De formatos episódicos e tal. Então eu acho que eu te eu te puxaria nesse sentido. É, eu fiquei com vontade de
jogar, sem dúvida. E 11. Outra coisa também que eu acho que vale trazer no Pit, né? É que é ele. Ele traz aí 11. Um dos primeiros esforços da galera do critical holy, né? Então isso já é uma coisa muito significativa no mercado de RPG é, eu queria saber de vocês se em algum nível, Oo Candé obscura, ele passa essa questão dele ser um jogo feito pela galera da maior stream de RPG que a gente tem, né?
No, no mercado, na comunidade de forma geral, que é o critical holy, de alguma forma, ele, ele, ele se volta um pouco ao espetáculo. Ele seria um bom jogo para live streaming? Ele teria qualidades que se adaptam melhor ao live streaming? Ou de forma geral, não. Ele é um jogo meio que como qualquer outro RPG, que não tem nada especial em relação a isso, apesar de ter sido feito por essa galera de streaming.
Bom, eu acho que pelo fato dele ser muito narrativista, ele é muito bom pra stream, porque não precisa ficar lembrando de muitas regras, isso tem poucas ações pra fazer. Mas essas ações, elas são bastante abrangentes, né? Então, não importa o que o teu personagem queira fazer, o teste vai ser simples, todo mundo consegue entender e tu pode focar mais na parte de fazer a narrativa, fazer ação do teu
personagem. Pra quem não se sente tão confortável, talvez interpretar muito alguma coisa do tipo. Talvez tenha um pouco de dificuldade em descrever suas ações, mas esse tipo de descrição ela é bastante importante. Então pra stream eu acho que ele é muito bom e ele dá pra fazer de várias maneiras, né?
O próprio britical role teve vários mestres diferentes, estando aventuras diferentes que tiveram focos diferentes, algumas mais com foco em ação, outros com foco em horror pessoal teve algumas com foco mais aventuresco, mas eu acho que pra stream ele é muito bom. Eu concordo com com o Thiago, acho que ele é bom para stream e assim ele tem.
Eu, eu, eu falo mais da da perspectiva de jogadora, os os nossos ouvintes não sabem, mas eu tenho muita dificuldade de mestrar, então O Mestre bem pouquinho. Então nunca narrei candela obscura só joguei e eu tenho dificuldade com os sistemas porque porque geralmente eu jogo tendo crise de ansiedade, então coisas muito complexas são difíceis para mim. E esse sistema, uma das paixões é que ele é muito fácil. Você faz a ficha no Demi plane?
EE, eu joguei em stream, mas fica tudo ali na sua tela. Eu não me perdia nos poderes do personagem, eu não, eu não esqueci de usar nada, então eu acho que que nesse aspecto ele é excelente. Assim é o Thiago falou de de interpretação, eu sou bem tímida para interpretação também, mas eu eu consegui narrar o meu personagem, não, não me senti. Presa nisso. Eu acho que, apesar de ser bom pra essa parte de interpretação, ele não pede isso.
Você pode jogar sem isso também se você for se você for um jogador mais tímido e tal. Ah, isso é legal. Eu eu IA perguntar exatamente isso, eu IA emendar falando, e se a pessoa não está acostumada com stream, é legal também e tal. E pelo visto é, né interessante. Aham é, isso é uma isso é uma coisa, é uma coisa legal, né? Oo realmente a gente não ter um jogo extremamente crunch pra
stream costuma ajudar agora? Bom, é entrando mais numa questão mais pessoal, talvez, como é que é o caso de amor de cada um de vocês? Com com candela obscura, conta aí como é, que tipo, como é que foi o teu rolê e tipo? Indo pro lado pessoal mesmo, tipo, por que que dialogou contigo, né? Eu acho que a Nina até introduziu um pouquinho. Pode começar, Nina. É, eu acho que é é essa parte canela obscura. Foi, foi foi uma paixão assim, eu acho.
Esse livro eu sou. Eu gosto muito de arte, eu fiz faculdade de design, gosto de história da arte e tal. Eu acho esse livro de verdade uma obra de arte assim, ele, ele, ele tem. Características de design de de ar Deco, que são linhas retas e finas e delicadas e douradas. Isso traz muito de de magia e dessa estrutura rígida que é a candela obscura que é essa organização.
Então traz isso ao mesmo tempo, ele tem imagens que são é feitas em Aquarela, então traz essa essa delicadeza, esse sentimento que também tem no sistema e aí assim tudo conversa. OA linguagem que eles usam para escrever o livro conversa com design, que conversa com a proposta do jogo. Ele é, ele é a Coisa Mais Linda. Eu sou muito apaixonada por. Maneiro, maneiro, é o é, já é, foi um, foi uma coisa que trouxe um pouco Oo produto também, né? Pelo visto, assim, o produto em
si ele é encantador. E você, Tiago, como é que foi a tua experiência aí? E como é que foi a tua paixão pelo jogo? Então o candela, pra mim ele une dos paixões, né? É primeira, é aquele aquela era vitoriana, sabe? Esse tipo de história eu gosto muito, né? Então ele consegue emular bastante. Se a gente pegar alguns exemplos, sacolina, scarlate, frankenstein, sabe toda aquela parte daquele tipo de mistério? E falando em mistério, é histórias de horror pessoal, histórias que suspense,
histórias que. O foco vai ser no que que o personagem está sentindo, né? Então ele une essas 2 paixões que eu tenho. Eu já peguei outros sistemas que são focados em investigação, em horror, pra mestrar nesse período. Então candela, ele casa todo, está todo no mesmo livro, não precisa me preocupar em ficar procurando nenhuma, nenhuma outra opção. Bom, interessante é essa pegada dele. A gente poderia dizer que o candela obscura é o casual falkenstein dos tempos atuais. Assim.
Ele tem essa pegada meio Steam punk, ele tem uma coisa meio Sobrenatural conversando, ele tem ele, ele ele vai muito pra esse lado assim, ou ele fica mais num ou o mundo é mais um pouco mais escuro, mais é, sei lá, um pouco mais puxado ali pro pro Dark. Como é que é o tom dele? Ele é vívido ou é mais Dark, handelo, obscuro é mais Dark, né? Não tem jeito. É mais Dark e. Ele é bastante subtragédia, né?
Então o teu personagem, ele vai sofrer algum problema devido a lidar mágica no mundo de candela obscura, ela não é uma coisa abundante, ela é sempre alguma coisa que não precisa trocar alguma coisa Por Ela ou que vai te fazer mal usar muitas vezes, né? Então é um é um mundo bem mais Dark, e não só isso. Oo mundo está se recuperando de uma guerra, né? Então tem questão de, apesar de nova fé, estar num num lugar abundante, tem regiões em volta
que passam mais necessidade. A gente tem que ser de refugiados saindo de uma guerra. Ainda tem algumas questões que podem ser importantes na história, pessoas que lutaram na guerra e tem seus traumas, né? Então ele é bem mais Dark assim, ele não é colorido. Uhum tem inclusive um alerta de gatilho no começo do livro, falando que é que é um horror de
sobrevivência. Meio meio as minhas referências puxando bramito de Atlântida. Não é um jogo para qualquer pessoa, não é um jogo para qualquer momento. Você tem que estar legal para jogar ele, porque é um jogo pesado. Mesmo assim, você vai lidar com trauma, você vai lidar com. Cicatriz é esse tipo de de de debate que é puxado nesse jogo, sabe?
Interessante você puxar por isso, porque já link aqui com o que eu tinha preparado para perguntar para vocês, que é o seguinte, esse jogo ele é bem falado Na Na comunidade de forma geral, né? É levantou bastante discussão no Reddit Na Na época que saiu por conta dessa preocupação dele com com ferramentas de segurança e com a segurança em mesa. Né? Então isso foi uma das coisas principais que ele trouxe. É como é que funciona esse jogo que ele é tão, tão pesado, né, tão que ele tem.
Ele traz essas é todas essas temáticas e é essas evoluções do personagem baseado em em ferimento, em como é em cicatrizes, né? Como é que funciona essas 2 coisas? Como é que as ferramentas de segurança é dialogam com esse tipo de. De impulso narrativo, sem que as 2 coisas se se sufoquem mutuamente. Que aí ti vou? Pode ir, pode. Ir é eles no começo, no nas primeiras páginas do livro, assim, as primeira a segunda página, eles já trazem algumas ferramentas de segurança.
Uma dica de de site para você ir pesquisar sobre ferramentas de segurança. E aí eles falam sobre linhas e véus, falam sobre xcard. Xcard é um é um cartãozinho que você pode pôr em cima da mesa com uma marca DeX se alguém tiver se sentindo desconfortável, essa pessoa pode só apontar o cartão, porque às vezes na mesa é desconfortável você falar que você tá se sentindo mal, ou então você levantar e sair. É uma coisa muito brusca quando você tá tendo um desconforto emocional, né?
Então o xcard é uma, é tipo uma palavra de segurança mais delicadinha assim. Tem também como tratar linhas de véus e o livro ensina tudo isso. E na parte que ele fala de de cicatrizes, ele traz uns uns textos bonitos, assim, sensíveis, que você vê que foram foram tratados por pessoas que estudam esse tipo de coisa, que explicam que cada pessoa lida com o trauma de uma forma para você.
Lidar com isso EEE abordar isso de uma forma empática pra você olhar pro pra realidade do outro com cuidado, sabe? É tipo, é, é visto que isso é um, é um, é um ponto de preocupação deles e que eles investiram grana, eles investiram eles, eles contrataram pessoas pra tratar esse assunto. E eu acho que ele é um guia pra todo mundo que quer que quer cuidar.
No próprio sistema, eu acho que candela obscura é um é um bom, um bom Farol. Assim, eu acho que além dessas ferramentas que ele traz, uma das formas que ele tem de evitar, né? Esse tipo de problema é a criação de personagem. Então, assim como o vampiro na quinta edição, no candela, o ideal é que os personagens sejam criados todos juntos. Porque tem perguntas de relação, né? O que que é essa pessoa é para você? Ah, ele é meu amigo, ele é um
desconhecido. E também tem a criação do círculo, que é o grupo de investigação em cadela, que ela é criado junto o círculo e tem perguntas e decisões que todos os jogadores precisam tomar, porque o círculo vai ter recursos também. Então, criando os personagens, definindo já, as relações já criam um pouco mais de segurança para saber. Como é que vai ser a relação entre os personagens? E evitar que algum tipo de
situação apareça, né? E caso a situação não tenha sido vista antes e apareça como a Nena falou, né? Vai ter ferramentas de segurança, petect card, vai ter sido discutido tudo que a pessoa pode se sentir desconfortável. Tem uma coisa particular em relação a isso, né? Jogos de horror e mecânicas de segurança, que é, por exemplo, a questão. Do medo ou da ou do que o pessoal costuma botar no cutulo ou outras coisas que é a
loucura, né? É. Muita gente encara que essa que ter mecânicas de loucura ou ter mecânicas de medo, que esse tipo de coisa seria essencial pra um jogo desses, pra você poder é retratar legal o Sobrenatural e o insólito perante o óleo de mortais, et cetera. Oo candano obscura. Ele traz essa preocupação com OOO, não, sangramento, talvez. Como é que funciona essa questão do sangramento e do medo? Do medo e do e da loucura?
Tem só só uma coisa importante sobre loucura, que que tem uma passagem no texto que é genial, que ele diz que trauma não é uma característica interessante para você por em personagens maldosos? Cara, eu acho isso brilhante assim. Mas aí se o se o se, o Thiago quiser falar mais de como funciona o sangramento, porque, pra ser honesta, não? É interessante, interessante que eu joguei, como é que é? O traumas não são, não são interessantes de botar em personagens de maldosos.
É tipo, olha, você não pode tratar trauma com uma característica interessante para criar um personagem que é cruel. Entendi porque não necessariamente trauma gera pessoas. Até porque, né? Se fossem gerar, a gente estava bem ferrado no mundo que viveu. É interessante, interessante. Maneiro, fala aí, Tiago. Eu acho que tem bastante passagem orientando isso no
livro. Sobre não tratar questões mentais como uma questão estereotipada, é isso é muito importante, principalmente porque existe um tipo de dano que vai ser o dano direto na mente do personagem, devido a traumas que ele vive, né? E tem formas depois um jogo de tratar esses traumas. E é recomendado caso o teu personagem sofra algum tipo de trauma muito grande. Tu pode aposentar outra personagem durante o tempo Pra Ele se tratar desse trauma, né? E depois ele pode retornar
depois de um interlúdio. Então essa questão eles são são bastante preocupados em não mostrar essa questão de loucura ou doença mental sendo alguma coisa negativa, né? Sabem que as pessoas são diferentes e lidam com traumas de maneiras diferentes, e isso é incentivado no livro. 2 personagens ao ver é uma criatura, né? Do horror ou ter uma situação muito terrível, não vão lidar com aquilo da mesma maneira. Uhum e é uma coisa que é negociada com o Narrador. Você tem 3 tipos de dano, né?
O dano mental, o dano físico. Qual que é o outro? É, seria um equivalente ao dano espiritual, né? Tu recebe dano de mágica e daí tu acaba acessando coisas do do outro lado. Aí você pode ter 3 pontos em de dano em cada um desses aspectos, o quarto ponto vira uma cicatriz. E aí assim tem existe isso de você vai tomando porrada e você vai ficando desgastada. Existe isso Na Na Na visão do sistema.
Mas o que o sistema diz é que. Por exemplo, uma pessoa com uma cicatriz física pode se adaptar àquela cicatriz e resolver a as coisas dela de outras formas. Aquilo não vai determinar a vida dela como uma vida horrorosa, entendeu? Tudo isso é negociado com um mestre entre Oo jogador e O Mestre da forma mais confortável. É, eu acho legal como? Como tem sempre 2 exemplos, né? Então nem a menina falou uma cicatriz física, né? O sistema permite que ela tomar uma cicatriz.
Tu mova teus pontos, então o teu personagem poderia, né? Depois de sofrer um dano físico, ele ser menos capaz fisicamente e ficar mentalmente mais forte, ou tu pode fazer o contrário? Mesmo tendo um dano físico, ele incentiva que talvez para evitar outro dano físico no futuro, tu vai agir antes, tu vai ser mais impulsivo, né? Para tentar evitar esse tipo de situação de acontecer novamente. Então, todos os tipos de dano, seja mental, seja um dano de mágico, ou seja um dano físico.
Ele tem 2 exemplos mostrando que não necessariamente porque tu sofreu um trauma mental, tu precisa que o dano seja mental, talvez tua mente se adapte aquilo e tu talvez responda mais rápido aquele tipo de situação. É interessante. E é isso, né, gente? No fim das contas, também é importante a gente a gente é perceber que Oo jogo, ele tá tratando de terror, EEE, suspense e coisas assim por personagem, né? A gente. É jogador, a gente está fora, não pode não é pra pra pra ficar
confundindo as coisas, né? Então realmente é vale, é, é um é um esforço válido, né? É Quem é Quem é pra sentir medo, quem é pra chorar, é, é o é o personagem. Tem uma dica de menstração de horror, que é uma coisa horrorosa, não usem. Use o medo dos seus jogadores em mesa essa essa é a pior dica, ó, pior dica para menstração de horror. Eu use o medo dos seus jogadores em mesa não use o medo dos seus jogadores em mesa tem outras formas de compor histórias de horror, sabe?
É, é isso aí, mais de 1000 episódios na primeira temporada, um podcast premiado por suas reflexões sobre o jogo, entrevistas e convidados. Em uma nova temporada com muito ao oferecer a comunidade do RPG aventureiros numa busca por mais episódios na semana, te convidam a fazer parte do grupo de Telegram, participar de sorteios e enriquecer seu jogo. Esquente a água, moa os grãos e pegue os dados. Apoia.se barra, café com Dancing, contamos com você. A gente já fez uma introdução legal, né?
E trouxe vários pontos de curiosidade que a gente pode começar a abordar um pouco mais profundamente agora sobre o candelo escuro. Mas eu queria trazer um pouquinho para o papo que a Nina é, introduziu do produto, né? É um produto da derreton press, né? É AA diagramação dele. Como é que é você achar?
As coisas no livro é fácil você manusear ele, você encontrar um que seja no PDF, não sei nem se tem PDF, mas que seja encontrar pelo PDF ou pelo pelo pelo pelo material físico mesmo você encontrar OOO que você está procurando, ele é um manual bom, ele é bem diagramado. Como é que, como é que é isso? O ele é mais artístico, mas é mais difícil encontrar as coisas. Como é que, como é que é? Cara da perspetiva de jogadora, eu mexi muito pouco no livro por
causa do Dan plane. Você faz a ficha no Dani plane e assim, tudo que você precisa está ali. Eu não. Eu não precisei buscar nada no livro em momento nenhum. Estava tudo na sua mão. É, é muito, é muito bom mesmo. Usabilidade excelente, né? Não só é. E qual é desse? E isso é uma coisa que vem jumbo, tipo, você compra o livro. E é gratuito para qualquer pessoa. Uma vez que você compra o livro, você tem um acesso. Como é que é esse? É gratuito para qualquer pessoa. Você pode entrar lá EE,
construir o seu personagem. Agora ele vai te mostrar quais são as classes possíveis. E aí é muito legal assim, porque você escolhe a classe, ele já mostra só quais, quais são as opções dentro daquela classe para você continuar montando a ficha. Então ele vai afunilando a ficha e te mostrando só as informações que você precisa. Ah, é uma delicinha, é lindo. E é e é tudo muito fácil de visualizar esse nosso sistema muito, muito limpo. Ah, que bom. E pra você, Thiago?
Mestrando, o negócio como é que é Oo? Lance da da consulta, da usabilidade, da diagramação. Então eu tenho o livro aqui, né? Eu peguei a pré venda do João bô, né? E eu acho ele muito fácil de achar as coisas. E ele tem 11 ordenamento feito para iniciantes. Então o que que é o mundo? Como criar sua ficha, o que que é importante do seu personagem e
como jogar? Eu tenho PDF também, então PDF que a João pode disponibilizou, ele tem as marcações já, então se tu tiver PDF aberto facilmente tu consegue achar a sessão precisa ou a tabela ou o que seja. Né? Então eu achei muito bem diagramado. Ele é muito bonito, o livro mesmo, mas é muito fácil de encontrar as coisas. Ele tem 11 sequência que qualquer pessoa consegue seguir ali é e se guiar facilmente. Achados. Uhum é que bom, porque é isso, né?
E ali é isso com uma arte gráfica que é bonitaça, né, Nina? É isso aí também. Quando eu dei uma olhada, eu fiquei babando. É, é nós, nós designers, como que é o nosso líder? Sim, então o produto passo, né? Isso aí é isso aí é, é ponto pacífico, né? Eu acho que realmente todos os reviews, todas as pessoas que eu ouvi falar e eu não vi ninguém reclamar. Desse aspecto, né? Tanto da da arte gráfica, EE, capa, capadura papel, como é que é Oo físico? Ele é capadura, né?
Tem aqui 111 fitinha aqui pra pra marcar as páginas, né? É, ele é colorido também, né? Deixa eu ver se eu consigo abrir aqui junto. No começo tem Marte bem bonito aqui, ó. Então ele tem esse esse formato aqui. O Thiago é o Thiago tá mostrando Marte, uma arte é realmente impactante, assim, meio Dark, mas ao mesmo tempo, como a Nina falou, né, ela, ele tem uma coisa, ele ele tem uma coisa bem nesse ponto aí, uma coisa bem é bem das antigas, né? É uma linguagem sensível assim e
antiga, né? Ele ele passa um pouco a época dele, né, é interessante. O livro vem também com a ficha, né? E essa ficha aqui ela é um é um papel bem mais grosso, né? Então é uma ficha que tu consegue usar bastante tempo que ela não vai, é ser descartada depois da primeira vez que usar, né? Na pré venda da jamb também veio 111 bookplate. Mas eu estou sem ele aqui, mas sem uma arte muito conhecida. Legal é realmente. É, é um produto bonito mesmo,
fora isso, né? A gente tem aí outras coisas que vem, vem a ficha, você falou, tem cartas, tem alguma coisa, é fora isso, tem alguma alguma outra coisa que venha junto com ele, que seja necessário para jogar? Não, né? Não lembro de nada não. Inclusive as fichas dele estão de graça para baixar o site da jamboe em português, né? E são as fichas que não são genéricas, então são as fichas específicas para cada tipo de de papel. Tem no jogo, né?
Então se quiser jogar como um soldado, por exemplo, eu posso baixar só a ficha do soldado, onde tem apenas os poderes que ele tem disponível e isso facilita bastante, principalmente pra quem tá iniciando, né? No RPG ou quem não conhece muito bem o sistema, não se confunde com opções que não vai ter disponível no seu personagem. Interessante AAA diagramação. Ela trouxe essa coisa de arde cor, né EE? Aquela pelo menos a imagem que você trouxe ali e outras que eu vi, elas trazem também.
Uma coisa é arnovou até, né? É, tem tem um pouco de contraste desses 2 estilos, né, que é interessante, que é 11 marca talvez do do período, do do cenário, né? E como é que é esse cenário que que tem esses contrastes, que tem esse tipo de coisa, como é que é essa cidade onde acontece EOEEO, que que é a candela obscura, fala pra gente. Então. O que? O que acontece? Não. Então, o que acontece, né? Ele presenta para nós as terras
de e de nova ferra, né? Então seria 11 Terra com inspiração ali na Inglaterra vitoriana, mas que é uma cidade, uma civilização foi construída em cima das ruínas de uma civilização antiga. Não se sabe o que que aconteceu antigamente, né? Simplesmente aquela civilização decaiu. E depois de um tempo, novas pessoas se mudaram para aquele local e reconstruíram ali. Uma cidade, né? E devido a isso, tem muito contraste entre o velho e o novo.
Tem muita questão de ruínas, bairros mais novos, bairros mais antigos. A tecnologia e o que é antigo também tem um contraste bastante grande, né? Então muitas casas ainda utilizam vela ou Lampião. Alguns locais da cidade possuem eletricidade. A gente tem bondes elétricos, mas mesmo assim as pessoas ainda vão no campo. Está usando cavalo ou dando a pé? É um período, é um período de transição. Seria o equivalente ao final do nosso século 19, começo do século 20.
Eu acho legal essa parte da cidade ser construída em cima de ruínas, porque traz essa, esse ar de mistério assim, de que tem alguma coisa no passado, tem uma magia que vem do passado que ninguém entende direito, como funciona e tal. E eu gosto. Eu acho que isso adicionou 11 flaverzinho muito legal No No cenário. Uhum bom, EE. Essa magia inclusive tem esse véu, né? Essa coisa que separa o mundo Sobrenatural, né? Um lugar onde. O véu fica mais fino. E quem investiga isso, né?
Esse rolê da da candela obscura em si. Como é que é isso? Como é que é AA candela obscura? Quem são? Tem até uma lista de personagens notáveis ali, né? De npcs e tal. Como é que é? Esse é esse esse mundo desses npcs e dessa organização. Então, candela obscura nesse mundo, ela é uma organização centenária que protege esse esse conhecimento, né? Então, apesar de ter essas ruínas EE ter bastante essa questão de Sobrenatural, as pessoas acham que isso não existe de verdade.
Cadela obscura é a organização que conhece a verdade e ela há séculos protege o mundo das coisas que vem desse outro lado, né? Com afinamento, dessa, desse véu, o que acontece é que existe uma pessoa que eles chamam de guardião da luz. Que organiza pequenos círculos de investigadores cantela obscura é uma organização centenária que utiliza pessoas comuns para suas atividades. Então não é um trabalho de tempo integral.
As pessoas não são agentes paramilitares ou são membros específicos daquilo algumas vezes por ano, né? Um professor, um jornalista, talvez um soldado, recebe uma mensagem e existe alguma coisa que precisa ser investigada. Eles se reúnem. Recebem uma missão e vão lá e investigam se aquilo é de verdade e se for de verdade precisa ser contido, ou se aquilo é apenas uma superstição. E pode, né, ser deixado para lá. Mas existem outras organizações nesse mundo que também perseguem isso, né?
Então, assim como a gente tem a cadela obscura, tem uma organização que tenta utilizar essa mágica para ganhos comerciais. Tem aqueles que tentam utilizar essa mágica para fazer atividades criminosas. Algumas pessoas conhecem. A verdade por trás disso, né? Mas para a maioria das pessoas, é apenas superstição. Ô, eu não sabia dessas outras organizações. Eu vou jogar, Tiago. Eu quero explorar esses outros. Né? Deu vontade de ser o outro ou de ser AA candela obscura contra eles?
Aí fica uma pergunta, Hein, maneiro, isso é uma pegada muito interessante, cara, é EE, tem lá uma No No livro, eu cheguei a dar uma olhada, tem uns personagens notáveis, né, tem umas pessoas, isso dá o tom pro jogo. É uma coisa que é importante levar em conta, ou ou ou é mais um um adendo ali, como é que funciona isso? No meu caso, eu utilizo mais com um exemplo de personagens, né?
Eu não utilizo tanto assim. Ah, o personagem tal que é importante e vai ser 11. Grande foco dessa missão pra mim assim. Não chega a ser canônico, né? É tipo, eles existiram e podem ser conhecidos, né? Tem maneiras, em regra, de ter contato com outros membros ou de ter outros recursos, que são pessoas que você conhece, que né? Vão te dar alguma ajuda, mas eu não gosto de fazer as histórias que eu crio sobre isso, né?
Então eles existem. Talvez seja importante principalmente para quem viu as experience do prij colo talvez, né? Perceba, AI, o fulano de tal existe, existe nesse mundo, mas se ele está em alguma missão, não está disponível. Assim como a gente faz no DED, né? Tipo Ah, o nome insta existe, existe. Está lá no vale. É o fan, certo? Não sem acesso. É, eu IA. Falar isso? Deve ser para isso, deve ser para os fãs da da stream conhecerem os personagens que eles, dos quais eles são.
Fãs, né? Sim. Maneiro. E como é que é o lance da mágica, né, que é o é o Magic, né? Como é que é esse esse rolê aí? É a mágica nesse mundo, como é que funciona? E isso é uma coisa interessante, é Oo livro, ele ele começa muito falando, ele estabelecendo a verosimilhança ali, né? O que que é o mundo, o que que tem de especial, o que que tem de magia, como é que é essa magia que é tão importante assim, mas ao mesmo tempo tão sutil, tão é segregada? Como é que é esse rolê?
Cara, pelo que eu lembro, a magia escapa por esse véu assim, e aí você pode, ela pode ser colocada em objetos e esses objetos podem ser usados pelas pessoas, mas usar a magia é muito difícil e gera trauma e gera gera esses esses, esses danos que a gente falou, né? Então é, é o é o que eu lembro de. De. O seguro é você botar num artefato assim, você colocar aquilo ali, não entende poder é isso. Não é seguro? Eu acho que não tem seguro. A minha personagem, quando eu joguei, era médium.
Eu não lembro se ela tomava dano por por contato com o Sobrenatural, mas personagens que têm contato inerente, que que nasceram com contato com magia, são muito, muito raros e é isso que eu lembro. Mas eu acho que não tem. Não tem contato seguro com magia, não. Então AO problema da magia nesse mundo é que ela infecta, né? Então você mesmo colocando a magia no artefato, aquele
artefato começa a vazar, né? Eles utilizam esse termo no inglês, né, que é o bling, e aquilo vai contaminando o local. Aquilo pode contaminar as pessoas, aquilo pode transformar as pessoas em alguma coisa ou aquilo pode fazer com que, né? O que separa as 2 realidades? Se afirme e alguma coisa passe pra cá, então tem personagens que conseguem utilizar magia, tem. Alguns conseguem utilizar isso de maneira segura, até certo ponto, mas magia é uma coisa que
ela vai infectando o mundo. E é isso que a Bela obscura tenta tenta conter, né, conter esse essa infecção que ele se chama mulher sangria, né? A magia sangra no nosso mundo e acaba trazendo outras coisas junto com ela. É inclusive na lor do do jogo, que acabou com essa civilização que existia ali. Foi o uso indiscriminado de magia, né? Então eles fizeram alguma coisa. Que as pessoas não sabem o que que é. E esse uso de mágica fez a celebridação deles decair muito
rápido. Eles eram uma celebridação avançada e aquela decaiu. E essa magia era um recurso tão perigoso que a guerra que teve antes eles se recuperam hoje de o que seria o equivalente a primeira guerra mundial deles. Essa guerra ela teve um uso de magia, e o recurso da magia foi uma das causas dela, né? Existe uma parte devastada do mundo inteiro onde foi utilizado um artefato. Que seria basicamente uma nossa bomba nuclear aqui, que destruiu
tudo. E é uma região que o pessoal não pode ir lá. A gente se entra lá, vai ter uma dano, né? Esse veneno que ficou no local, ali ele entrega nas pessoas. EE, essa magia. Ela tem uma cara assim, do tipo ela é uma coisa mais puxada para magia hermética ou uma coisa mais espiritual? EEE. Fluida ou é uma coisa que sabe é, é é mais pro pra você ficar ali fazendo um umas simpatias. Como é que funciona, como é que as pessoas manipulam essa magia?
É, é a vontade de alguns como como é que é isso? O livro tem toda uma discussão sobre não retratar culturas reais nesse tipo de fenômeno, né? Essa é uma preocupação para não ter questão de. Colocar rituais, né? Como coisas malignas, né? Ou religiões que existem na realidade como coisas malignas. O sistema bastante narrativista. Ele pode ser interpretado de vários jeitos. Muitos personagens, né?
Utilizam como se fosse uma coisa mediúnica, consegue ver o que aconteceu antes, consegue ver espíritos. Alguns utilizam como se fosse um recurso mesmo, agir um day day. Eu tenho um ritual que eu vou utilizar nessa situação de perigo. Então depende muito do tipo de personagem, né? O sistema é bem aberto. Como isso funciona e como teu personagem interpreta isso? A interpretação do personagem desses fenômenos é uma coisa que o sistema deixa aberto e ele incentiva que é tudo.
Escreva como o teu personagem sente a magia, como o teu personagem realiza esse ritual. Uhum é e uma dica que eles dão no livro também é, se você for usar, se você quiser retratar. Alguma coisa de alguma cultura. Primeiro conversa com as pessoas na mesa para ver se ninguém se ofende e estuda sobre isso. Vai procurar quais são, quais são os os preconceitos com relação a aquilo que você está retratando, para não não retratar de forma desrespeitosa, sabe?
Interessante é. E bom, a gente então é passou pela pelo ambiente, né? Onde? Onde acontecem as coisas. Mas agora a gente passa para os atores, por assim dizer, né? As pessoas que vão. Passa pelas tretas, pelos conflitos, né? Quem são os personagens desse que fazem parte do candelo obscura? Então, o sistema possui 5. Seria o equivalente a classes, né, que são os papéis, e cada papel vai ter 2 especializações. Então você tem 10 opções de
personagens. E eles, a princípio, parece bastante estereótipos daquele período, né? Então você tem um criminoso que seria aquele malandro que vive na rua, sobrevive de pequenos crimes ou pequenos golpes. Você tem a opção do soldado que a talvez foi parte da guerra ou ainda parte de uma operação militar. Mas ele ele se preocupa bastante em que as pessoas sejam comuns. Então você não vai ter nada muito diferente do que existe na
realidade. Mas essas pessoas vão utilizar os seus dons ou o seu conhecimento comum. Nessa investigação do candela, né? Então não vai ser nada super diferente que uma pessoa não pode ter. O jornalista vai utilizar suas Fontes e habilidade de falar com as pessoas, tentar investigar, descobrir o que aconteceu e depois ir atrás de um mistério e tentar conter ele. Uhum e fora esse tipo de arquétipo assim, quais são as decisões que você toma na
construção de personagem? Além disso, a gente tem daí falando direto do sistema, a gente vai ter onde focar, né? Então ele tem a questão de quais são as opções que você tem. Você pode ter personagem focado em ações que são físicas, né? Em mover em ações de interação com outros personagens ou personagens que são focados em nessa categoria de mágica mesmo, né? Que vai ter um conhecimento Sobrenatural, vai conseguir identificar fenômenos, né?
Alguns, alguns arquétipos são mais, têm acesso, mais fácil, mas qualquer personagem tu construir é tu tem pontos que tu recebe durante a criação, pode ser um soldado com conhecimento de mágica, por exemplo, não tem pontos para fazer isso. Então a criação do personagem é bastante livre, tu consegue customizar bastante, apesar do sistema ser simples, essa customização ela É Ela é bem abrangente assim. Então. Pensou num conceito de personagem? Provavelmente vai dar para
fazer. Interessante e como é que é construir personagem na ferramenta? Ô, ô, Nina, é? É aquilo que eu falei, você, você tem o site, né? Do DEM plain. Você vai lá Na Na construção de personagem. E aí a primeira, a primeira telinha que ele vai mostrar é uma tela que parece bastante com a página do livro, que tem as as descriçõezinhas curtas de cada uma das das opções de classe.
Com as imagens e tal. E aí você vai escolhendo e ele já vai afunilando pro pro para suas opções, que você pode a partir das escolhas que você já fez. Ah, é? É lindo. E aí você pode rolar de lá direto também. Uhum, ele não serve, então, só para você passar a tua ficha para ele, ele serve para construir o personagem inteiro. Sim, e ele e ele faz rolagem também. Ah, que maravilha. É. Caraca, maneiro, é e. Tem chance de começar com o
artefato, não? O sistema de equipamentos dele também, ele é bastante livre, né? Então cada tipo de arquétipo vai ter alguns tipos de equipamentos que são possíveis. Então o jornalista pode ter uma credencial, é um soldado, pode ter uma arma, né? Mas tu não escolhe os os equipamentos durante a criação da personagem. Essa é uma é uma das partes que eu acho mais legal do sistema. Então tu escolhe o equipamento na hora que tu precisa usar. Na teoria, tu sempre teve
aquilo. Então se eu vou entrar em uma luta e precisar de uma arma, eu simplesmente uma arma na ficha. Porque eu tenho uma arma, né? E posso utilizar ela um lança. Chamas, eu estou brincando. Existe. Existe umas maneiras de fazer isso utilizando mágica, né? Numa temporada do do prich corol é tem um soldado que ele utiliza 11. Seria o equivalente a uma
motosserra, né? Ele tem uma faca que tem 11 eletricidade embutida e daí os personagens conseguem pegar aquilo, faz um teste, ele tem um sucesso misto e funciona mais ou menos depois, então seria o equivalente, mas igual ainda é marcado como Parma. Então o sistema é bastante simples, né mesmo. Não importa se é uma faca ou um revólver, ou se é alguma coisa tecnológica ou mágica, ainda seria uma arma, né? E a luta é uma coisa muito relevante no jogo, não é o combate.
Esse tipo de coisa ou passa ao largo, você, as criaturas que você encontra, é os espíritos, sei lá, o tipo de criatura que você encontra é, você encontra pra lá em ar com eles, no pra sair na mão com eles, ou é uma coisa tipo, tome cuidado, evite isso, passe ao largo, vamos encontrar uma forma de lidar, como é que, como é que é isso? O Mestre pode decidir Oo tipo de jogo que ele quer, né? Então, se você quiser combater a criatura, tem as regras de combate, que são bastante
simples. Se você quiser conter a criatura com o ritual, também tem regras pra isso, né? Mas eu vai bastante do tipo de história que né, quem tá narrando vai querer contar. É uma história que tem algum combate, talvez seja preferência dos jogadores, talvez no final a criatura precise ser combatida, ou se o pessoal tá mais interessado em interpretar. Investigar o mistério talvez conter no final seja simplesmente descobrir o que aconteceu e a criatura volta para o outro lado.
Alguma coisa do. Tipo, então é é possível sair na mão então? Sim, é possível. Quando eu joguei eu era menos oleosa. Eu não tinha, eu não tinha te conhecido ainda, botou um bicho na minha frente, eu fui como foi, louca para matar assim. E aí é, é matar, destruir, pilharam era, era, era o. O pensamento na época ainda e eu achei o combate bem gostosinho assim, eu acho ele bem, bem dinâmico e divertido. É gostoso de jogar, não é? Não é combate chato, não.
Ah, legal. Acho que a gente chegou num ponto que era era inevitável, né? Que é falar da regra da mecânica. A gente falou de combate, veio puxando criação de personagem. Qual é a mecânica central desse jogo que é tão simples que todo mundo fala? Dada dos 6 lados, igual ao número de bolinhas que tem marcado no movimento, simples assim. No movimento, então, ele usa movimentos ali na tradição PBT age da vida. É bem parecido. Ele tem, ele tem uma e depois a
gente pode falar sobre isso. Ele tem uma inspiração, um blade the Dark. É sumidamente, né? É, e essa é uma das polêmicas que o sistema teve, né? Mas OOO, designer do jogo, ele trabalhou nesse tipo de jogos, né? Então ele tem movimentos, então tu tem um movimento que é o atacar, que pode ser desde quebrar a porta até bater no bicho. Se tiver 2 bolinhas, vai rolar 2 dados e 6 dados e pode gastar ali uma motivação pra adicionar mais dados, no máximo 6 dados.
Tinha um dado que era o gueder de dice. Isso eu? Não lembro como funciona. É a ação dourada, né? Então como é que funciona o sistema 16 é um sucesso, 1415 é um sucesso misto, então tu consegue o que tu queria, mas aconteceu alguma consequência, 3 para baixo, uma falha, tu tirar 26 ou mais, tu teve um crítico, então tu consegue, tu queria e mais alguma coisa, algumas ações tu vai ter o que ele comentou que é o dado do Dourado, o que
que acontece? Quando tu escore teu dado Dourado, tu recupera uma motivação, que é a forma de adicionar dados na tua rolagem. Então talvez uma das mecânicas que eu acho mais interessante também seja isso. Às vezes é preferível falhar num teste e lidar com a consequência daquilo pra recuperar 11 motivação e gastar em um teste mais importante no futuro. E essa essa dinâmica de sucesso misto que eles chamam, né? Quando você consegue as coisas
mais ou menos. Ou falhar, ela sempre avança a narrativa, então o jogo não fica parado porque tu conseguiu ou não numa rolagem, digamos, vou usar o ataque que a gente tava falando. Por exemplo, se eu ataco uma criatura e eu falhei, a criatura me ataca de volta e eu tô mudando. Se eu ataco a criatura e conseguir um sucesso misto, a criatura foi ferida, mas talvez aconteça alguma coisa, ou a criatura se aproxima de um
aliado. Talvez a criatura me fira de uma maneira que eu não esperava, talvez. É isso é, é bem bem típico, né? Das influências que trouxe. E é bem típico de um sistema que se volta muito a contar história, né? Então é a agenda aí do do jogo é de contar história muito claramente. É. Inclusive, eu acho que o típico, né, do do jogo, que que traz muito forte essa ideia de contar história, é você poder falhar voluntariamente, né? Você desejar a falha do seu personagem, né?
É, é até eu. Eu costumo dizer que isso é mais importante, né? Como? Como seguir a história do jogo até do que o fato da falha não, teoricamente não avançar o jogo. Até num jogo que não, não se volta a contar a história de forma geral, existe uma aposta. E quando você falha de forma geral, essa aposta vai te prejudicar, né? Então Oo principal é você poder comportar a chance de desejar falha para que isso imprima, né?
111 narrativa para dentro do personagem você poder escolher que vai se provavelmente se dar bem no momento mais importante para o que você escolheu, né? Então acho isso muito interessante. E principalmente quando isso mistura com essa, com essa outra mecânica que você que vocês citaram, né? Do de de que você escolhe mais onde você brilha, né? É dentro disso, né? Dentro dessa dessa construção, é vocês, vocês, vocês entendem que os jogadores acabam tendo mais controle narrativo, de fato.
Ou acaba sendo uma coisa que é meio que levada pelo desafio da coisa que você fica indo meio que numa, numa numas respostas e num posicionamento ficcional é mais mais encavalado, por assim dizer, mais mais acidental. Como é que é? Você exerce legal enquanto jogador, a tua intencionalidade narrativa ou você vai no reboque do desafio? Como é que funciona isso na prática? Então o livro incentiva que? A narrativa seja construída junto, então que o jogador defina o que que aconteceu, né?
Então é muito explícito em várias partes do livro. Ele fala, né? Se é de boa vontade sempre utilizar, sim. E então, se o jogador deu uma ideia assim e escreveu o que aquilo acontece, né? Mas o ideal é que a personagem fale como eles estão mudando. Como aquilo afetou ele? É não é um não, é uma narrativa que O Mestre está contando uma história, a narrativa é todo o momento. Livro cita que deve ser construída por todos os participantes, né?
E a Nina tem bastante experiência com um jogador, ela pode falar melhor como foi. Cara, quando ela escura foi minha primeira experiência de narrativa compartilhada, eu jogava no meu grupo. Caseiro, e aí comecei a jogar, conhecer o pessoal no Twitter, e eu fui jogar com o pessoal da da critica skills. O Victor otani estava narrando e ele foi a primeira pessoa, o primeiro mestre, que virou para mim e falou assim, que que tem lá? E isso é previsto No No Candé obscura, né?
É um sistema de narrativa compartilhada. Então, para mim, a sensação de de controle do que estava acontecendo foi monstruosa, porque era a primeira vez que eu estava provando isso, então. Eu senti muito que eu estava controlando o cenário e a história e o que estava acontecendo. Uhum e O Mestre morde, Nina, você viu o espaço de mordida? Como é que é a mordida do mestre? Monstro. Eu nunca julguei com o Vitor, mas mas como é que é o sistema?
Ele é é fácil. Você tipo, você entende que o sistema provoca momentos de mordida ou acaba sendo acaba tendo essa sensação de não, a gente está contando história e eu não tenho tanto medo de mordida. Vamos pra frente. Como é que? Faz, né? Eu fui. Eu fui. Nesse esquema DED 3.5, que era o que eu tinha na cabeça, parti para cima do bicho.
Mas Mano, Na Na primeira porrada que eu tomei, eu fiz, nossa, matei meu personagem, eu vou tomar, eu vou dar um TPK na parte toda aqui em live da da é é, eu senti que o personagem é bem frágil assim. Aí, como é que funciona essa derrocada? Tem a coisa das cicatrizes, né? Ele não tem HP, não é isso? Como é que funciona essa derrocada do personagem? Aí ele tomar dano, ele falhar. Como é que, como é que você pena? Como é que, como é que funciona mordida no sistema?
É, você pode tomar. Tem os 3 aspectos, né, que é Oo dano de é como se fosse o dano mágico, o dano emocional e o dano físico. E aí em cada um desses 3 aspectos, você pode tomar até 3 danos. A partir daí, você começa a ter cicatrizes e o seu personagem pode desmaiar de de tomar esse quarto dano. Cara, eu não lembro que bicho que eu tava enfrentando? Eu sei que foi muito rápido assim. Na terceira rodada de combate, a gente já tava bem, bem miado assim. Eu não devia.
Eu não devia ter o lado em cima daquele monstro. E como é que é na prática do do mais a coisa mais numérica assim, Oo Thiago coisa de é como é que você estipula uma cicatriz? Como é que você chega nessa, nessa, nessa? Nessa derrocada do pessoal, ó, você falhou, agora você vai tomar um dano aqui na tua, no teu atributo, tal isso agora já quer dizer que você está tomando 11 cicatriz. E agora, por conta dessa dessa cicatriz, o impacto no jogo vai ser tal.
Como é que funciona essa essa mecânica? Ele, ele tem guias, né? Então dicas, então, para ações físicas, o ideal é que o dano seja físico, né? Para ações que são estressantes, que o dano seja mental e para. Quando você lida com mágica, que o dano seja, né, direto na parte mágica, mas ele não tem um guia específico, né? É um sistema que não tem um vestiário, né? Então depende muito do que foi acordado com a mesa. Que tipo de história você quer contar, né?
No caso, se vai ser 111 mesa mais onde vai ter combate, vai aparecer bastante dano físico, uma mesa mais investigativa, onde tem menos chance de acontecer algum dano físico. Provavelmente os danos eles vão ser mentais. Talvez por lidar com mágico, né? Mas ele não tem como, não tem um bestiário, é isso. Vai do tipo de história que está
sendo narrada, né? Aham, e como é que é, como é que acontece esse tipo é, você toma um dano e é tipo, sei lá, você se meteu aí numa situação de estresse, tá sendo perseguido na rua, aí você acionou o movimento, esse movimento deu 11 problema, você rolou baixo, você tomou um dano, né? É, é como é que funciona essa coisa de olha, agora você tomou 3 danos, você vai tomar uma cicatriz, qual é a cicatriz,
como é que decide a cicatriz? Ela tem a ver com o histórico dos danos que você tomou, é e qual o impacto da cicatriz? Então a decisão da cicatriz ela é do jogador, então vou usar físico, por exemplo, né? Então você pode tomar 3 pontos de dano físico, né? No quarto você está em capacitado. Quando você toma o quarto e sobrevive, né, o que acontece é seu personagem sofre uma cicatriz, então você pode mover um ponto entre atributos e a
decisão é toda do jogador, né? Talvez devido a sofrer um dano físico, você queira mover um dano. Um ponto, o seu atributo físico só do atributo mental. Eu comentei antes, né? Então a meu personagem, ele sofreu tanto dano físico que agora ele responde mais devagar, mas então ele precisa estar mais atento para evitar o perigo ou o
contrário, né? Apesar do dano tecido físico, eu posso mover um ponto mental para físico, porque o meu personagem agora ele não presta mais atenção no tanto nas coisas. Assim que ele vê uma situação de perigo, ele começa a agir para tentar evitar de sofrer outras cicatrizes. Mas a decisão, o que que acontece, qual é a interpretação, qual é o aspecto, né?
Mecânico e narrativo, ele é todo jogador, então um sistema que bota bastante responsabilidade no jogador, cuidar do seu personagem assim o que acontece, o fenômeno, o ideal é que O Mestre passe a agenda para o jogador e diga, né? Então como isso te afeta, como o teu personagem vai reagir a isso que aconteceu agora? E o jogador, né, narre o que que acontece, o como ele lidou com aquilo? E a morte, Nina, como é que é a mortalidade, né? Porque você falou que teve medo do TPK.
Isso é uma coisa, uma coisa que IA ser uma opção tua pelo impacto que você sentiu que teria ou teria que ser uma coisa que O Mestre IA falar. Espera aí, Nina. Quer dizer. Tá aí? Aí você passou dos limites, bonita. É, é. Aí você foi no demais. Como é que foi? Como é que funciona isso? As sensação que eu. Que eu tive é que é que eu estava muito vindo de de DED, né? Que O Mestre é alô ser supremo soberano.
Na época, a visão que eu tinha era que o que o Narrador IA dar um TPK na gente, não que a gente escolheria. Agora, vendo o Tiago falando eu, eu percebo que seria mais uma decisão conjunta da mesa, um TPK em canela obscura. Pelo pelo que eu estou entendendo, na época, a sensação que eu fiquei foi que foi que. Eu quase puxei o grupo assim porque foi minha personagem que atacou e a gente não conversou nada. Mas agora agora eu estou vendo
que eu que isso não é possível. Isso seria uma seria uma decisão conjunta. IA ficar ruim para o grupo defender não, não ser um repecar, né? Nossa momedo momedo. Isso isso foi uma coisa que trouxeram de crítica, né? O Thiago é no Reddit que eu pude ver e tal. Pessoal criticou. Essa questão da mortalidade do jogo não é nem mortalidade, mas da de uma eventual falta de de impacto possível para os
problemas, né? Isso poderia ser uma coisa que ficaria ali sempre se empurrando com a barriga para frente. É se você realmente não não tivesse um momento que alguém decidisse, não vamos lá, vai ter aqui uma porrada. Como é que você sente essa questão? É, você consegue imprimir isso com com. Quando você joga, você você consegue imprimir. Às vezes não faz sentido também que isso seja impresso.
Como é que? Como é que você enxerga as críticas que foram feitas AA essa a essa essa abertura que o sistema dá para que Oo dano ou a morte seja polissêmica, por assim dizer? É eu, eu acho que é um pouco infundado. O que que acontece? A morte em si, eu entendo, o pessoal fala muito, né? Ah, um sistema de terror e desse tipo, ele precisa ter a morte como uma ameaça a morte. Ela não tá regrada no sistema.
O que acontece é se o teu personagem receber a quarta cicatriz, não vai mover pontos entre os seus movimentos. Acontecer o seu personagem, ele é retirado do jogo. Se ele se aposenta devido aos danos que ele sofreu, se o personagem morre ou se acontece alguma outra coisa, essa é uma decisão narrativa. Então em algumas histórias talvez não seja tão interessante. É teu personagem sofreu tanto dano que ele não pode mais continuar na cadela obscura. Se ele morreu ou não, é
indiferente. Teu personagem não pode mais ser utilizado no. Jogo ele não joga mais, então é o as quais as 4 feridas lá e tal, ele simplesmente está fora, então ele ele sai da. E isso foi uma errata. Isso. Isso. Isso foi uma errata? Entrou numa errata ou. Ou veio original? O que acontece é que eu acho que não estava muito claro o jeito que foi escrito quando saiu o primeiro release. Então ele teve um release que o pessoal pode testar as regras e muita coisa foi reescrita depois
baseado em feedbacks. Essa é uma parte que foi reescrita, então isso não estava bem claro antes, né? Ele teve, ele teve 2 polêmicas, eu acho essa parte. O pessoal não sabia como eu Mato meus jogadores, cara, nem tipo, a história não é importante, né? Quarta cicatriz, seu personagem se aposentou ou morreu? Não interessa, ele não vai mais ser utilizado na mesa, né? E foi a questão de inspiração dele no desindedar que não ter os acontecimentos ou não ter
referência. Então essas 2 polêmicas, elas foram bem forte e até hoje pesquisar aí sobre o sistema, olhar no Reddit, você vai dizer tchau, o sistema não é imortal o suficiente, então os jogadores não correm perigo. Ou AI eu não teve os créditos de ouvido? É qualquer um que jogou. Eu acho que sente medo de perder o seu personagem, porque os danos eles atuam muito rápido. Eu estou surpresa com isso. Eu não, eu não acompanhei isso. Eu joguei o jogo e foi isso. E eu não acompanhei.
OOO, que rolou na internet. Estou muito surpresa que isso rolou na comunidade, porque para mim o impacto foi bem diferente desse assim. Eu senti ele bem mortal. É o Vitor, então botei um terror aí. Eu acho legal ter espaço pro pro mestre e os jogadores conversarem sobre isso, porque eu eu vejo muita gente que joga, que tem uma questão muito sensível com o personagem morrer. Então, se decidirem, mesa que não cabe, então não cabe e pronto, sabe?
Teve um, teve um exemplo, numa das mesas do cruj, colou mesmo. Eles sempre colocam como é que é a sessão zero e a criação de personagem daquela mesa, então? Numa dessas mesa, a dessa sessão zero, O Mestre chegou e falou, até hoje nenhum personagem morreu durante, né? A temporada apenas no final, não é isso que vai acontecer aqui. Alguns de vocês não vão chegar no final e talvez nenhum de vocês chegue no final. Isso foi estabelecido direto antes da criação dos
personagens. É é uma decisão narrativa. A morte vai ser importante e é um risco nessa mesa ou não. Se o teu personagem sofrer muito dano, ele vai ser hospitalizado, não vai poder mais ser utilizado, parar vários meses ou eu. Eu eu entendo um pouco a crítica, porque assim eu não joguei. OOO, candelo escura, né? É, mas eu entendo um pouco a crítica porque de forma geral, eu eu, eu tenho 11 prescrição pessoal pelo pela parte do desafio do jogo, né?
É, e por mais que eu saiba que o jogo entenda que o jogo é, ele tem essa essa agenda de contar uma história. É, me parece que a crítica é de que as pessoas tentaram em algum momento aplicar Oo impacto do jogo No No personagem, ou seja, debilitando personagem eventualmente fazendo personagem é perder, sair de cena, alguma coisa assim. E aí os mestres sentiram um pouco. É com pouca ferramenta para aplicar isso.
E eu pessoalmente, quando eu chego num jogo desse tipo, sei lá, Dungeon Rose, eu fico sempre engasgando na hora de. De levar o impacto pro meu amigo, você morreu porque se eu tenho a opção, se está na minha mão de eu falar sim ou não, eu de forma geral, eu prefiro falar sim. Você está vivo, sabe? Então é é anão ser que seja muito pompom, queijo, queijo talhado no sistema a morte Clara por Por A Mais B sabe, ó, você resolveu apostar a sua vida nessa rolagem, a rolagem determinou sua morte.
Eu me sinto mais confortável de. De ter Oo green ripper sorrindo na sessão do que se não tiver isso aí, eu não me sinto confortável. Eu prefiro não trazer a morte para o jogo. Então parece que a crítica é anão morte do jogo, parece que já é dada agora a tragédia do jogo, o impacto mais feroz, parece que é um pouco mais difícil de imprimir, e eu acho interessante porque parece que AAA errata, parece que cobriu bastante, né? Então parece que é uma coisa que realmente foi, foi uma crítica.
Assimilada, né? Parece que foi bom é. Até pelo que, pelo que eu tive lendo assim, é EAEAEA posição de vocês reforça isso, né? De que realmente é possível imprimir Oo medo no jogo. Até é através do medo de perder o personagem, né? É, é uma representação. Eu acho que até ok, né? Já que você está jogando jogo de perigo, que você vai arriscar as coisas, pelo menos você tem aí OOA possibilidade de falar, não, eu não quero sair de cena com
meu personagem, né? Eu não quero perder essa, essa progressão de história que eu tive com ele. Então vou, vou tomar cuidado, né? É o fato, às vezes, de você não ter uma. Um Horizonte perigoso à frente, num jogo mesmo, de história, às vezes determina que você vai ter impulsos completamente. É descuidados, né? Então é aquela coisa do sétimo mar como o sétimo mar, ele não, ele não, ele não é um jogo que vai falar a cara, você precisa tomar tantos cuidados assim.
Você tem muitos recursos narrativos, quando você abre o olho para os personagens, já estão correndo no meio do fogo, jogando, sabe, pulando em cima do das coisas. EE é para ser assim, né? Agora, num jogo mais de mistério, um jogo mais mais mais pesado. Assim, em teoria, era era importante que os mestres tivessem essa essa ferramenta para fazer isso. Me parece que AAA errata resolveu, pelo que vocês estão falando também interessante. Com licença, meus caros, teriam
ouvido direito. Vocês estão em busca de ouro e Glória, pois eu posso lhes ajudar. Meu nome é Almir cego. E eu estou nessa Taverna há algum tempo, ouvindo histórias de bravura e coragem de aventureiros que passam por aqui.
Eu posso lhes falar sobre o que está para além da gaiola, as ruínas deixadas pelos antigos, as planícies de nuvens negras, a floresta do vento infinito, além da do Messias ELF ou até mesmo o que está aqui dentro, os mistérios sobre as sombras das Torres douradas sobre as nossas cabeças. Meu preço? Ora. Eu só peço para que ao retornarem, vocês contem suas histórias. Para mim é a forma que eu tenho de ver o mundo novamente pelas histórias de aventureiros
valorosos como vocês. Trema a gaiola dourada é um jogo de RPG de mesa aberta no sistema cases in rexis, usando o estilo how fentas e o modelo arslud. Venha explorar os ermos corrompidos pela estranheza, cheios de tesouros e oportunidades, ou venha caminhar pelas ruas de trema. Cheia de perigos e de segredos, os habitantes da última cidade do mundo aguardam por você, que tal ver o que tem para além da gaiola? Saindo das polêmicas aqui do jogo, qual a parte que você mais gostou, Nina?
Do jogo que que você mate a pessoa, você vai falar assim, olha, isso aqui é o fit, é a regra ou é a parte do cenário? Isso aqui foi o que eu mais gostei. Isso aqui foi o que eu menos gostei. O Stars angusties. Acho. Eu gosto muito do design, do jogo e eu gosto muito muito do quanto eles tomam cuidado com essas questões de preconceito e de saúde mental. Isso foi foi. Foram as 2 coisas que me apaixonaram assim, quando ela. Obscura e no sistema assim especificamente do sistema que
que você mais gostou? Cara do sistema, eu gostei de jogar com a médium. A minha personagem era 11 molecota de 12 anos, e ela tocou o terror assim EE com Sobrenatural. Era era muito gostoso e eu gostei da eu gostei da luta, eu gostei do do quanto era dinâmica. EE do sistema, o que você menos gostou? Não tem? A gente falou, você falou que IA pedir os defeitos do. Sistema. Não tinha, mas eu acho que. Cara, não, não tem nada que nem incomode, é oficial assim.
Boa EE você, Thiago, o que que é o ponto na nas mecânicas, na construção, no game design que você fala, cara, isso o que brilha para mim. Então eu eu gosto dessa questão do dado Dourado, né? Então, você recuperar recursos escolhendo um resultado específico que avance a narrativa, seja uma falha ou às vezes tu pode não querer um sucesso e querer um sucesso misto para recuperar um recurso lá na frente. Eu acho que isso abre decisões importantes, né? Da agenda para o jogador
escolher se quer. Como a narrativa vai avançar, né? Não é apenas O Mestre contando uma história ali tem uma decisão mecânica de regra que vai afetar a narrativa depois, então é isso, eu acho muito legal. Outros sistemas narrativos tem opções semelhantes, mas não funciona da mesma maneira, né? Que é super simples. O Leonardo Dourado recupera um ponto e segue a vida. E o ponto, o que você acha que é? O ponto que você acha que menos brilha, que poderia mudar, sei lá. Então, como mestre?
Essa essa parte de não ter um vestiário, ela não incomoda tanto. Mas eu acho que poderia ter talvez algum algum mais regrado mais ferramentas de como construir as ameaças de maneira melhor. E talvez isso tirasse essas críticas de que o sistema não é perigoso o suficiente ou não é mortal o suficiente, né? Então eu acho que muito, muito mais inovato talvez tenha. Dúvidas, né? Em como construir uma ameaça de verdade, uma ameaça que seja parta de frente dos seus
jogadores, né? E os personagens deles? Então, talvez isso isso faz um pouco de falta, né? É, eu conheço outros temas narrativos, então sempre. Pegue uma coisinha aqui, uma coisinha ali de outros sistemas que eu conheço, né? Pra construir essas ameaças. Mas eu entendo que quem não tem um repertório tão grande de sistemas ou muito tempo mestrando, talvez fique em dúvida do que que é adequado ou não, o que que usar em cada
situação. Acho que isso poderia ter, ou talvez numa versão Futura, quem sabe um vestiário, um suplemento de criação de ameaças. É, você tocou num ponto muito interessante, porque de fato, você ter isso é recheia o um jogo de contar história de conflito, né? Não necessariamente de morte, mas de conflito, né, não é necessariamente de risco de conflito. Então, tipo, trazer um pouco mais de conflito, certamente, de repente atenuaria um pouco essa percepção da galera boa.
E para quem é esse jogo e para quem não é, tipo, começa para quem não é. Quem não vai gostar de Candé, obscura, quem é a pessoa que não fala, cara, passa longe. Quem não gosta de jogo de horror não vai gostar de de candela obscura, e eu acho que é. Inclusive, você tem que prestar atenção em como você está naquele dia. Se você está mais sensível e tal, já já já dá aquela aquele da da sessão, porque é bem pesado, é bem mesmo. Consome um pouco, né? É.
Está de acordo, Thiago? Ou tem alguma outra, algum outro perfil que você fala, cara, evita aí? É, eu acho que eu gosto desse sistema muito crunch, sabe? Ter as perícias ou ter os pontos bem distribuídos? E os poderes, como os movimentos, são bastante abrangentes às vezes. Quem está muito acostumado a ter perícia, saber o número da sua perícia e rolar um dado e isso ficar somando muito, talvez não ache tanta graça assim.
Num sistema onde tem simplesmente um movimento que tu pode usar para, sei lá, 50% das coisas uhum, talvez o pessoal não ache interessante. Acho meio meio entediante. Então tem tanta rolagem de dados? É pré que eu estava vendo, eu diria assim, uma visão de quem não jogou, mas de quem viu o jogo, leu o jogo, entendeu um pouco melhor do jogo. É que de fato essa questão do
jogo se focar, né? Nessas mecânicas que o Thiago até trouxe como ponto positivo, e eu concordo que seja muitos, seja um ponto muito positivo, que é de que para você dar essa Liberdade para o jogador, você desvincula muito Oo risco. Que vai ser impresso, do posicionamento ficcional que é declarado, né? Então, se uma falha, por exemplo, se você falhou, você declarou que vai pular um pular um buraco com seu equipamento, você falhou naquilo.
Não quer dizer que você necessariamente vai cair no buraco. Pode ser que de repente apareçam. A sei lá, vários inimigos. Pode ser que você perca recursos, pode ser que alguma outra coisa problemática aconteça, porque é, são os problemas que estão acontecendo naquela ficção. Você pode puxar de qualquer lugar. Você não precisa atrelar a falha ao a ao risco. É concreto que o jogador assumiu.
Então, se você é um jogador que gosta dessa aposta, muito nevrálgica de falar se eu estou pulando o buraco. E se eu falhar, eu quero cair nesse buraco. Esse jogo não é muito para você? Agora, se você é um cara que gosta de de repente ver o que que vai dar? Poder utilizar mais amplamente os elementos da ficção para construir uma narrativa, ele é recheado de realmente de recursos para isso. Então é acho que a minha aposta é um pouco essa para quem quer, para quem é e não é o jogo,
concordam? Porra, tá bom e bom, a gente está aí finalizando agora, Nina dá o seu recado para galera, onde é que a galera? A galera troca ideia contigo? Onde é que a galera é? Se informa aí a respeito, sei lá, de política, de e de várias coisas aí que se produz aí na internet, sim, de. Caos. De caos e de RPG do Jô, né? Também, claro. É lançou fantasma vermelha lá No No Instagram e no trends. Às vezes eu sofro umas polêmica lá eu fico.
Hoje estava fazendo uma comunicação antifascista devido a eventos recentes do meu. Deus do céu, né? Meu Deus do céu, né? O que foi aquela Posse ontem? E é isso, eu também estou lá No No no RPG do Jô, por enquanto, ORPG do Jô é um grupo cafofinho, fechadinho, mas logo a gente vai poder se ver e a gente vai anunciar aqui no café com danjo vagas para para participar do grupo.
Conosco. É isso, quer dizer que o ciclo, o ciclo de mistérios se fechou e a gente vai abrir um outro ciclo que aí vocês vão poder entrar e ver o que que vai acontecer. Porque o ciclo de mistérios foi intenso e quem acompanha o café com grande não sabe, deu polêmica, inclusive deu discussão como 1000 comunidades. Aí então ciclo de mistérios foi muito bom, aguardem o próximo e. Você, o Thiago conta o que que você apronta? O que que você tem aprontado na
internet? Fala do tua presença online novamente, se tem alguma coisa para sair. E no fim, vamos dar uma passadinha pelo MMM para galera que quer aprender a jogar Candé no escuro e outras coisas, mas fala aí de você, dá o teu tchau. Pessoal, pode me achar no Instagram arroba companhia dos heróis, onde eu posto dicas de mestragem ou como melhor criar mistérios ou. É melhor narrar sistemas, né? Então eu sou eterno mestre, então esse é o tipo de dica que eu dou, vou meter o meu blog
companhia dos herois.com. Mesma coisa batendo conteúdo mais denso, né? Com mais dicas. E quem é aqui da região metropolitana de Porto Alegre? Com certeza já me viu aqui em algum evento para iniciantes, tentando ensinar e espalhar aí a palavra da RPG por aí. E no MMM vou estar na trilha de candela, então. Fico interessado no jogo. Quer saber mais ou tem dúvida de como mestrar? Quem sabe que nem a Nina já joguei antes? Como é que faz para mestrar?
A gente vai ter 4 encontros desse mês, onde eu vou estar dando algumas dicas sobre o sistema, como preparar seu mistério, como preparar a aventura para que no final desse mês, aí todo mundo se sinta confiante para mestrar. É, no meu caso, candela, mas no evento vai ter vários outros sistemas aí que o pessoal pode estar interessado. Exatamente. Bom, o primeiro encontro vai acontecer dia 26, mas as inscrições para os para as
trilhas, né? De mentoria do meio, de mentoria para mestrar que tem aí há ano, já botando a galera para mestrar jogos, tomar coragem para mestrar jogos, aí é. É, essas trilhas vão com inscrições até o dia 24, né? É isso aí. E aí o primeiro encontro, dia 26, já vai ter OD vintage do DM quiral, meu parceiro aqui do do, do do café com tange, já participou de vários parceiro aí do dos estudos de old School, vale muito a pena.
O sistema dele tá, tá muito legal, é. E tem as trilhas, as trilhas são são encontros mais. É mais próximos, né? São são quase ali, uma quase. É bem uma mentoria mesmo, né? Então você tem alien, você tem the vintage, você tem ID moderno, você tem fractal, você tem cofe, cutulo, é, tem o Iron swarn, tem o Star forget, né? Do Iron swarn também tem o malsretter mezreats, ordem
paranormal. Servid Worlds 23 de segurança no RPG que como vão tratar sobre esse assunto é Walking Dead, tormenta 20. E além disso, vai ter aí pessoal fazendo exposições aí falando a respeito de Bandeira do elefante da da Arara, o Legacy, o próprio the vintage, o próprio maus Rita no menera ou os Dragon 2 e Sky foll. Jogaço do pedroca. É, você pode participar de várias formas, né? Elas são gratuitas. E você tem aí o formato 4 D4, que que é o formato 4 D4.
Conta pra gente o Tiago. Então é o formato que é adotado no mês de mentoria para mestrar eles se. São 4 encontros, né? Então um encontro por semana. Esses encontros eles vão preparar a pessoa, desde conhecer bem o sistema, como preparar sua aventura, como preparar e ajudar os seus jogadores, até no último encontro a gente tem um provavelmente, a gente joga um pouquinho, né? Um encontro um pouco mais longo.
A gente dá uma demonstração do sistema, discute tudo aquilo que a gente discutiu nos outros 3 encontros e mostra na prática, né, como? Todas as dicas que a gente deu antes são utilizadas, preparar uma aventura de verdade. E o? Outro aspecto muito legal do MMM é a comunidade que se cria ao redor do evento. É Ela é. Ela é pensada com muito carinho
pelos organizadores. Então, se você quer procurar gente legal para jogar espaços de espaços seguros, é. É complexo falar, porque espaço nenhum é seguro. A gente não pode garantir que que nada vai acontecer, mas são espaços de cuidado com pessoas, com. Um olhar muito sensível para para questões de minorias OMMM é um lugar bem legal para para vocês estar assim.
Boa, Nina falou tudo é bom e dessa vez ele vem com 2 formas de você engajar aí, tanto a newsletter, né, que vem com as notícias aí dos ciclos e. Um grupo de WhatsApp pra você entrar, então eu vou deixar os links no descritivo do episódio pra você é ver como você pode participar, aí você pode participar bem ativo, você pode ficar participar um pouco mais lucker aí um pouco mais distante, mas de qualquer forma, participe da comunidade, vale muito a pena, uma galera muito
legal o trabalho realmente exemplar de todo mundo. E agora é OOO, COB, né? Ficou aí até agora, é à frente. Dos eventos junto com com com toda a equipe aí, mas dessa vez é o Luciano negro aí que tá tocando bastante com com todo o time de apoio. Então parabéns galera, é um é uma missão, é uma missão valiosa aí pra comunidade como um todo de RPGEE, é isso aí. MMM, eu vou deixar os links no descritivo do episódio, fechou, gente, é nós e bom, gente, então
vou deixar aí uma perguntinha. Pra vocês responderem no Spotify, se vocês estão ouvindo no mobile, entra lá No No aplicativo do Spotify e responde, aí você usa ferramentas de segurança na sua mesa. Isso EE também deixar aí pra você escrever a respeito. O que você acha do Candé obscura, manda pra gente, participa que eu leio as suas respostas e eu leio a enquete no episódio seguinte. No mais, vamos pro encerramento.
É isso encerrando aqui é, vou deixar os links mencionados aí no episódio, então os anúncios, né? O jogue beergotem, jogue trema e a pose do café com dângel e as menções do episódio aí então o mês de mentoria para mestrar inscreva se lá né, eu vou deixar o link aí para você. Vou deixar também o link para você adquirir junto a editora jambô candela obscura, caso você tenha curtido é o link para o canal para os canais aí do do Tiago, né?
O companhia de heróis. E aí a stream de candelo obscura aí do critical squills para você acompanhar é no mais, queria é agradecer aí a galera que torna possível essa aventura, mas antes de lembrar que se você quiser. Que o café com dange volte a ter 5 episódios semanais. Você pode apoiar a gente e lá no apoia se, né?
Então você participa de sorteios dos nossos parceiros, recebe conteúdo extra, recebe cupons especiais e ainda participa do nosso canal de Telegram que a galera discute a RPG com muita paixão. Além disso, você ajuda a gente a voltar a ter 5 episódios semanais. Manda o seu papo aí no apoia.se barra café com dange de acordo com a tua capacidade de ajudar. A gente agradece demais. É, se você gostou especialmente do café de hoje, você pode
deixar pra gente uma gorjeta. Manda num Pix em qualquer valor lá no café comdangel@gmail.com a gente conta com você. Se você tem uma empresa ou uma marca, que é ter um dia na semana no café com dângel, você pode financiar um episódio semanal aqui do podcast e fazer a Alegria da massa RPG está assim como faz o RPG do Jô, que tem financiado aí os episódios das terças. Consulta a gente aí em café comdanjo@gmail.com que a gente tem uma proposta especial para
você. Você pode também consultar a gente aí sobre parcerias e anúncios. E a gente trabalha não somente com marcas de RPG, mas também de outros ramos como café e jogos, tecnologia, educação, mídia, etc. Se você quer colaborar com a gente aí produtos, conteúdo, games independente, acadêmico, fã, pode mandar um e-mail aí para gente com a sua ideia, né? Que a gente troca uma ideia a respeito, beleza?
E mais, aí sim o agradecimento para galera, os apoiadores do nível incentivo, incluindo o enes usaburos Suzuki, é valeu demais ao pessoal do nível de apoio e comunidade aí inclusive incluindo o Chico Siqueira, Renan cretelli e Rogério paivatini Júnior. É um salvo especial para os assinantes do nível RPG do Jô, dentre eles o Felipe scostegu, o Marcos Vinícius sornelas, o Pedro Borges, o Rafael garotti e o Vitor Hugo Martins. Um abraço aos membros do
treinamento ao fantasy. E eles são Abílio Júnior, César Machado, do Daniel Haidar, Diego seixito, Douglas bayense, Léo gasparuto, Marcos Gonçalves, Mateus piqueira, Rafael bardal, Bruno Kobe, João burlamaki e Gui providelo. E um imenso agradecimento ao nosso membro é café com balber, grande amigo Thiago Augusto. Valeu cara, um abração aí e até a próxima. Really. And rock.
