Ajustando o XP #0069 - podcast episode cover

Ajustando o XP #0069

Feb 06, 20251 hr 3 minSeason 2Ep. 69
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Balbi analisa as mudanças de critérios de XP e o impacto que suas evoluções produziram em Biergotten, comentando o ajuste fino que veio realizando ao longo do tempo.

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Obrigado aos pessoal que apoiou com incentivo, incluindo:

  • Eneas Yosaburo Suzuki

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  • Evaldo Pontual
  • Rogério Paiva Diniz Júnior
  • Rodrigo Giesta Figueiredo

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  • Leonardo dos Santos Ferreira
  • Luiz Guilherme Dias de Souza
  • Pedro Werle
  • Victor Hugo Martins
  • Vinicius Caldas

Um abraço aos membros do Treinamento Oilf:

  • Abilio Jr
  • Cesar Machado
  • Daniel Aidar
  • Diego Sestito
  • Douglas Baiense
  • Leo Gasparotto Menini
  • Marcos Gonçalves
  • Matheus Piqueira
  • Rafael Bardal
  • Bruno Cobbi
  • João Burlamaqui
  • Gui Providello

Imenso agradecimento aos membros do Cafe com Balbi

  • Thiago augusto

Transcript

Normalmente, ARPG não tem condição de Vitória. É uma coisa que a gente vai ver no War, é uma coisa que a gente vai ver no jogo da velha, é uma coisa que a gente vai ver no xadrez esses jogos. Tem momentos em que a gente chega e a gente fala, bom, alguém venceu aqui e alguém foi derrotado. ORPG normalmente não tem esse momento, ainda que a gente tenha pequenas vitórias, né? Ou que a gente tenha grandes vitórias, que encerram. Né, o jogo ali, porque a gente resolveu terminar o jogo ali.

Mas, de forma geral, o ipg nasce como essa possibilidade do stories sem fim, né? O never ending story, aquele jogo que a gente encarna sherazade e vai contando 1001 histórias ali infinitas, na verdade, se a gente quiser. E essas pequenas vitórias ou esses momentos vitoriosos dentro do RPG normalmente são recompensados de uma forma que é o XP, né? O XP. É experiência, o ponto de experiência. Ele é uma figura de metajogo, que normalmente é 11.

Estímulo, né? Para os jogadores, que seja para essas vitórias pontuais, ou seja para comportamentos gerais que serão premiados, né? E esses pontos são gastos normalmente na evolução dos personagens ou alguma coisa parecida, é bom. Acho que, de certa forma, quando o jogo ele estabelece quais são. As recompensas que ele dá. E a gente viu isso No No episódio anterior.

Sobre experiência, né? É, a gente entende melhor o que que ele, o que que aquele jogo propõe, qual a agenda que aquele jogo propõe, ou seja, como ele quer ser jogado. É no RPG. A gente pode dizer então que o ponto de experiência essa recompensa em XP, ela direciona a agência dos jogadores. Se a gente pegar novamente, né? O segundo episódio seguido que eu cito ele, o trabalho do tino gem, né? Que é um filósofo dos jogos. Ele diz no seu livro chamado games agency s art que o

material, né? A substância da arte nos jogos. É justamente a agência dos jogadores e que quando a gente desenha um jogo, a gente constrói ali 11 registro, né? A gente constrói ali uma matriz na qual a gente modula essa agência dos jogadores, né? Ou seja, como eles tomarão decisões. A gente constrói modelos, a gente constrói é padrões ali que vão ser seguidos pelos jogadores. É como se a gente tivesse brincando na praia, né? E a gente coloca ali uma represa

pra água. Daí a gente represa ali, de repente uma piscina na Areia cheia d'água. A onda vem, enche aquela piscina d'água e a gente faz pequenos caminhos ali quando é na Areia e a água transborda por aqueles caminhos, formando pequenos rios na Areia. Brincar com a agência é construir esses caminhos, né? São vários caminhos possíveis. E os jogadores são a água, né?

Eles normalmente vão poder escolher ali qual caminho que eles vão seguir, diferente do que acontece um pouco na praia, né, que a água vai seguir o caminho. É que tiver imediatamente ali Pra Ela, pra Pra Ela seguir de acordo com a gravidade, o caminho normalmente mais fundo, né? Mas a agência dos jogadores normalmente vai seguir também algumas coisas, né? Alguns padrões. E que padrões são esses? Em alguns jogos, esses padrões e caminhos são mais restritos, né?

Se a gente pegar aí o xadrez, se a gente pegar jogo da velha, eles têm caminhos bem estritos. Você não tem muitas opções, né? É claro, né? Oo as decisões não sendo nem sempre são estrategicamente simples, né? No xadrez e são extremamente complexas. No No, no jogo da velha, muito menos complexas, né? Você tem ali algumas poucas opções e elas têm resultados ali muito, muito claros, né? Da tua, da tua decisão. Mas no RPG, esses caminhos para você tomar suas decisões, eles

são muito amplos, né? A gente pode falar tecnicamente que o espaço dinâmico, né, para o exercício da agência dos jogadores é imenso no RPG, porque é uma interação com o mundo de forma geral, né? Uma ficção, um repertório ficcional muito amplo, né? É então como ORPG, tem essa vastidão, né? Desse espaço dinâmico para os

jogadores tomarem suas decisões. Acaba que os game designers para poder canalizar essa essa agência dos jogadores de alguma, de alguma maneira, né, para poderem ludificar, para poderem construir um jogo, uma proposta de jogo, eles acabam é dando incentivos para que determinados comportamentos ou objetivos sejam buscados. Dentro dessa imensidão de de atitudes possíveis por parte dos jogadores, né?

Então eles tentam canalizar a vontade dos jogadores pra certos objetivos e comportamentos com recompensas, né? Oferecendo recompensas. Ou seja, o seu personagem vai evoluir legal e vai ganhar bastante poder se ele fizer determinada coisa, se ele conquistar tesouros consistentemente, ou se de repente ele é interagir, né? Emocionalmente com outros personagens. Mas aí cada jogo vai colocar da sua forma o que que vai recompensar e dessa maneira ele acaba tracionando ali, né?

Eu costumo dizer, usar essa palavra tracionar é a vontade dos jogadores dentro disso. Isso não quer dizer que os jogadores não possam agir ao largo disso. Normalmente agem, mas a gente sabe que o jogo coloca sua agenda, ele é mais facilmente entendível. De como ele deve ser jogado. Se a gente olha pelo que ele estimula, pelo qual comportamento ele estimula a gente a seguir. Acho que dentro disso, a gente começa aqui a pensar no que que a gente quer no nosso jogo.

Para além do é para além do do jogo que a gente comprou, né? Se a gente comprou o dayd clássico, se a gente comprou o Wood Dragon, se a gente comprou o Dungeon World, a gente tem que pensar também no nível mais específico, na sua campanha, na sua mesa. Será que tem alguma coisa que você queira mexer para além do que o próprio jogo recompensa? A gente sabe, né? Tem um episódio do café com dângeno no início dessa temporada falando que todo

mestre de RPG é games, não é? A gente trouxe essa discussão. Eu vou até deixar no instuitivo do episódio o link para esse para esse episódio do café, mas o fato é que existe uma curadoria de experiência à mesa, né? Nas palavras do do quiprovidelo. E muitas vezes isso passa por a gente remodelar o XP, né? Remodelar as recompensas, remodelar os estímulos que a gente quer pra nossa campanha, né? E isso vem normalmente. É junto das recompensas que o jogo que o próprio jogo oferece.

Hoje eu vou falar sobre como eu vim mexendo, né? OXP dentro de beergoten e de como isso afeta o comportamento dos jogadores. Qual a sintonia fina que eu fiz em relação às recompensas de XP em beergoten? Vamos lá ter dado o último gole de cerveja cerimonial conhecido como beergoten. Bom dia amigos do café com danjo. Estamos aqui para mais um episódio do seu podcast matinal favorito, trazendo sempre muito RPG. Meu nome é Rafael balbi.

Hoje é o meu café. Eu descobri plantado lá numa região distante e é um grão especial. Esse café que só dá a 1000 m de altitude, foi uma Escalada complexa, mas extremamente recompensadora. Não só porque eu voltei com esse café delicioso. Mas porque eu ganhei XP com isso e agora eu sou um designer nível 5? Bom, se você quer ganhar XP na vida, vale a pena experimentar esse café. A ovelha negra, gente, sem sacanagem, é muito, muito gostoso. Não é sacanagem, tá?

Não é, não é brincadeira, realmente é um café especial, como o nome diz, né? Cafés especiais. Esse café dentro da ovelha negra é muito especial, você pode moer

em casa. Né, e deixar subir aquele aroma ou você pode comprar já moído, que é uma experiência interessante também, mas na minha opinião, não fica não chega aos pés da experiência de você moer em casa, aí sim, você pode moer no teu pilão você pode moer no teu moedor, você pode moer até no teu, No No teu liquidificador que funciona, tá? Vale muito a pena experimentar. Se você quiser experimentar um café com com desconto, usa o cupom CCD. Tudo minúsculo lá em é ovelha, ponto café, né?

No site. Que você consegue um abatimento e um desconto pros ouvintes do café com dângel se você quiser um desconto melhor ainda, aí você se torna um assinante do café com dângel, que tem cupons progressivos de acordo com seu

com seu apoio. E aí você volta, é você ajuda a gente a voltar a ter mais episódios por semana além desse episódio solitário de quinta-feira, agora que a gente vai começar a ter novamente depois da grande temporada, aí financiada pelo RPG do Jô, você pode ajudar não somente com. Como empresa, né? Se você tiver uma empresa querendo financiar um dia mais do café com dângelo, mas também você pode ajudar aí com as nossas metas. E a gente tem metas de apoio, né?

Do apoio das pessoas, dos ouvintes, que se a gente bater, a gente acaba é tendo mais episódios por semana também, até de uma forma mais consistente, mais permanente, né? Então apoia a genteapoia.se barra, café com dângelo e você ajuda a gente a ter mais episódios na semana, fora isso. Você recebe? É. Além do dos cupons especiais da ovelha negra, cupons especiais para as nossas parceiras, né? Para retropunk, para caramelo, jogos é e outras parceiras. E ainda participa de sorteios de

café, de RPGSE, muito mais. Por último, você participa de um grupo de teleum que gosta de trocar ideia sobre RPG, jogar junto, debater. Com profundidade os temas e é muito legal, é um orgulho fazer parte desse, dessa comunidade. Então cola aí com a gente, beleza? Antes do episódio, vamos para a leitura de enquete, né? O último episódio foi jogando o jogador, né, que foi um.

Foram comentários aqui e reflexões que eu fiz a partir de um vídeo do canal você que lute, em que teve ali o André, dos narradores narrados, dizendo o que que é jogar o jogador? Em vez de jogar o jogo. E eu fiz vários comentários a respeito disso no episódio, né? E aí no fim eu fiz uma pergunta, RPG é um jogo de gerar emoções, que é mais ou menos a defesa que o André faz. E 50% ficou bem cravado, assim, bem dividido, 50%, né? 18 votos dizendo que sim. Que RPG é um jogo de gerar emoções?

É e 50% concordando comigo de que aí não. RPG pode até ser, né? Mas de forma geral, não, RPG não é um jogo de gerar emoções. Bom, como essa enquete ainda tá aberta porque o episódio foi ao ar ontem, ainda dá tempo de você votar. Então é, se você já ouviu o episódio e não votou é ou se você já. De repente ainda não ouvir o episódio. Vai ouvir. Dá tempo para você ouvir o episódio e votar lá dizendo se RPG é um jogo de gerar emoções ou não. Beleza.

Bom, e a pergunta aberta. O Rafael Bacelar trouxe aqui que é curioso que sempre que sempre que alguém vem com o papo do mestre entreter os jogadores ou coisa parecida, sempre está de mãos, mãos dadas com técnicas de ilusão, como apareceu no áudio o escudo do mestre. Nunca o jogador é visto como capaz de dividir ou ter controle sobre a experiência que ele

deveria sentir. Até se você, como mestre, dá os meios para o jogador se emocionar, você, como mestre, estaria dando os meios de acordo com uma janela de emoções que você decidiu. É isso é muito curioso, né? Bacelar, eu costumo dizer isso, né, cara? Se a gente perceber as emoções que a gente quer sentir e mais difícil ainda entender as emoções que o outro quer sentir e mais difícil ainda entender. Como controlar essas emoções? Se isso fosse uma coisa, atingível minimamente, né?

Eu acho que o mundo seria um lugar completamente diferente. Eu sei que gatilhos de marketing gatilhos é ou ou técnicas de psicologia ou da arte mesmo. A gente consegue, de certa forma, impressionar as pessoas. Mas garantir uma emoção muito difícil, né? E de certa forma, quando a gente começa a querer controlar muito as emoções dos jogadores, et cetera, a gente tá assumindo várias responsabilidades ali que no fundo me parecem extrajogo de forma geral.

Ainda que fiz um desafio no episódio de que eu tô pagando pra ver, eu gostaria de ver alguém notificar, né? Essa construção de emoções, mas é isso. Valeu Bacelar pela pela conversa, aí vamos pro episódio. Furtos lendários e assaltos astutos arte 3 os saques mais interessantes e impressionantes da vida da frasqueta, meu falecido cunhado, 1000 anos atrás, roubou uma cabeça do Santo de uma lança lá no meio dos essa Terra de plantio. Vocês devem ter ouvido falar disso, dizem.

Foi inclusive assim que o bacharel enlouquecer. Tentando achar uma utilidade para toda cabeça. Pois bem, os taus aventureiros foram em busca da confusão com os navalhas. Acabaram, por sorte, trombando eles em outro lugar. Justiça poética, sabe como é o Barracão bem pertinho de onde a cabeça tava originalmente? Um ladrão sagaz que não sou eu, jogou a cabeça. Lembre se comparsas ladinos larápios e astutos ladrões. É o triplo a auxílio mágico, astúcia e audácia.

Os navalhas foram atingidos por uma onda de lopidão com inteligência de frango. Babaram mesmo, sabe como é? Até tentaram achar a fonte, mas alguém tinha deixado a tal cabeça invisível. 25 mortos, mortos depois, claro, para tirar do spa do estado vegetativo, que ficaram pobres e chegaram até a convidar um Ceifador a lado de tanta carnificina. Foi cegado e tomou flechado também. O pessoal tem até as pena para provar.

Gil, o bastardo. Esse e tantos outros são rumores vindos do jogo do mundo aberto de beergoten. Se você quiser explorar aventuras como essa, pode entrar inteiramente de graça no nosso grupo. Siga o link lá no descritivo do episódio e jogue beergoden com a gente. Os jazigos dos Titãs quando comecei a pensar em beergoten, foi uma campanha aberta que já tem vários anos. Eu fiz um vídeo, né, e nesse vídeo eu expliquei mais ou menos como eu gostaria de canalizar,

né? A agência dos jogadores de alguma forma? Estimular alguns objetivos que eles deveriam perseguir. Como eu falei, eu não gosto muito de estimular comportamentos específicos, eu gosto de estimular objetivos para que os jogadores busquem é alcançá Los da forma que eles quiserem, né? Eles não precisam ficar. É se comportando como eu estou dizendo, que eles devem se comportar através do XP, mas eles podem fazer o que eles quiserem para alcançá Los, né?

E aí? Obviamente eu eu parti do jogo, né? Que que a gente usa em beargotten, que é o daid clássico, no caso o um retroplone disso aí que é o caves and rexes, como é atualmente, né? Que ele é um retroplone. Então ele tem as mesmas, o mesmo XP base que a gente vai ver no daid clássico, que é XP por ouro, a principal fonte. Quando você é conseguir um Tesouro e trazer de volta pra civilização, né? No caso, pra cidade, pro ponto inicial do jogo, ali você ganha um XP relativo àquele Tesouro,

na medida de um XP por Gold, né? Por peça de ouro. Isso é interessante porque o grupo não basta chegar numa dânge ou encontrar o Tesouro, ou chegar num num sei lá, num local secreto, numa sei lá, chegar num num jazigo de um titã específico. Onde está preso? Titãs, sepultado Titãs, sei lá. Encontrar o Tesouro e ganhar XP não é isso. Ele tem que entender a logística

de como trazer isso de volta. E não posso dizer que isso não é interessante, porque tem grupos aí, como os capitalistas sem capital, por exemplo, que estão há uma temporada inteira, mais de uma temporada inteira, explorando o Tesouro, né? Entendendo como escoar o Tesouro que eles encontraram no jazigo da Titãs de lua, que é muito interessante, né? É isso por si só. Já é uma aventura e é

extremamente complexo, né? E é cheio de perigos, então isso aí já é um comportamento 11, objetivo, né, que o jogo já trazia. E como cada um encara, né? Esse é como fazer isso, é muito interessante. Tem grupo que é muito mais agudo. EEE resolve, tenta resolver muito mais rapidamente, às vezes abrindo mão até de Tesouro. Tem outros grupos que ficam ali insistindo pra cada moedinha trazer de volta e isso é muito legal. Isso traz muito, muito RPG, né?

Traz muita, muito desafio pro RPG, mas isso é uma coisa que já tem no DED, né? E eu fiquei pensando, é só isso que eu quero? Muitas vezes isso é o suficiente pro jogo. Mas eu queria canalizar um pouquinho mais, né? Eu queria tracionar um pouquinho mais alguns AA busca de alguns objetivos. E nesse caso, eu queria obviamente recompensar 2 outras coisas, a exploração e o compartilhamento de informação na comunidade. Informações sobre a campanha bom, a exploração em primeiro lugar.

Eu poderia recompensar o comportamento exploratório, né? Bom, se vocês estão explorando vocês, vocês ganham XP. Nesse caso, como eu faria? Eu provavelmente daria um XP para cada Hexágono desse hex krall, né? Afinal de contas, o birgo até uma campanha de hex krall, cada Hexágono que eles entrassem e eu falarei. Bom, vocês entraram no Hexágono novo, vocês estão explorando uma região nova, então vocês ganham XP, mas isso é recompensar o comportamento. E não é exatamente o que eu

quero. Como eu falei, eu prefiro deixar mais aberto o jogo, em vez de recompensar o comportamento. Gostaria de recompensar as conquistas, né? Os objetivos alcançados. E nesse caso, eu botei. Cada é Hexágono com um Marco inicial. Esse Marco inicial é um ponto de desafio e obviamente, como todo bom desafio, ele tem. Ali é boas recompensas possíveis, né? Então é um ponto de interesse, por assim dizer, cada Hexágono tem 11 beergoten pode ter mais

que apareçam durante o jogo, né? É, obviamente, mas o ponto de desafio que eu construo inicialmente no jogo é um por Hexágono, né? Isso é uma densidade que eu estabeleci para mim ali, uma estrutura que eu sigo, né?

E acho que no rexprol. Faz todo o sentido você seguir uma estrutura, a estrutura e o próprio, a própria malha hexagonal traz para você, sim, ajuda você a entender a densidade de tesouros, a densidade de desafios pré estabelecidos no mundo, a sua preparação etc etc etc. Se tem uma estrutura, não tem porque não segui la e aí eu botei que quando o jogador descobrisse qual o Marco inicial de cada Hexágono, ele ganharia XP sem XP por Marco inicial que.

Aquele jogador de cobrir com aquele seu personagem, né? Então, se você está com um personagem ali, 11 guerreiro, né? Que está investigando uma região e de repente ele se depara com uma caverna que é uma dangeon. Aquilo ali eu tinha preparado. Aquilo ali é o Marco inicial daquele Hexágono. E aí, a partir daquele momento, ele ganha 100, 100 pontos de XP quando terminar a sessão.

Uma outra coisa que eu, uma outra Conquista, um outro objetivo que eu recompenso com XP inicialmente em beergotten é a região. A pessoa descobrir uma região inteira, ele mapear uma região inteira e compartilhar esse mapa com a comunidade. Então eu botei ali No No, no blog até, né? Você ganha XP por compartilhar suas descobertas regionais, então sem XP por Hexágono. Por região, né? O que é um conjunto específico de Rex ali? Como floresta, uma Montanhas,

né? Uma região montanhosa específica, pradarias, et cetera. Então, sem o flexagro por região, uma piada com seus features, pela primeira vez reportada, a civilização. Ou seja, o grupo pode inclusive batizar essa região e dizer, como aconteceu lá com o demis parik e disse que. Que uma Chapada era Chapada dos queimados.

Eles batizaram dessa forma porque o grupo inteiro, exceto um, né, que é o doutor panarev, morreu queimado ali, uma salamandra de fogo que tinha ali, enfim, o fato é que o grupo precisava compartilhar, né? Aquela região mapeada, ou seja, compartilhar o mapa com a comunidade, e aí ganharia é sem por Hexágono dessa região. Mas aqui, no caso, não é o comportamento de explorar os hexágonos, mas o comportamento de. Mapear isso e dividir com

comunidade. Então o estímulo pra isso é que os jogadores fizessem os seus mapas, né? EE explorassem fizessem os mapas, ou seja, sintetizassem essa exploração no mapa e compartilhassem com a comunidade. Por último, a gente teria alguns XP ali relativos à informação e à comunidade.

Cada rumor, né, compartilhado com a comunidade de jogadores, valeria sem XP. Rumores especificamente sobre os jazigos dos Titãs, que é o tema do jogo, valeriam mais valeriam 300 XP. Então seria você entrar em contato com uma informação etc. E dividir essa informação. Essa divisão de informação valeria 100 ou 300 XP, dependendo do teor dessa informação. Já rumores sobre especificamente sobre tesouros, se você levar

para comunidade. E alguém da comunidade descobrir aquele Tesouro, ganhar XP relativo aquele Tesouro, ou seja, voltar com ele pra civilização. Você que deu a notícia daquele Tesouro, vai ganhar 20% desse valor do Tesouro em XP. Ou seja, você também ganha. Você é interessado, você passa a ser um segurador de bife, você passa a ser um stakeholder da daquela informação, né, e do que fizeram com aquela informação. Então, e eu fiz isso pra

estimular ali. Não uma competitividade necessariamente que acontece de forma natural nesse tipo de jogo, com vários grupos, et cetera. Mas para estimular um pouquinho o compartilhamento de informações que muitas vezes o grupo vai falar, Ah, cara, é um Tesouro, eu prefiro não compartilhar e quem sabe o

esporo. No futuronesse.eu, vi que tinha grupos que apareciam para jogar, eram grupos que tinham curiosidade e tal, até pensavam em voltar a jogar e tal era às vezes era grupo que jogava junto já em outra campanha, et cetera e. Não tinha uma constância de jogos, aparecia uma vez aqui, aparecia outra vez dali AA um mês, 2 meses, e acabava que esse grupo meio que morria em cima daquela informação, né? Ou deixava de jogar até e morria e aquela informação se perdia, né?

Da comunidade, então quis estimular isso, né? E isso pelo menos é o que tinha teria na minha cabeça, né? Então eu resolvi estimular o compartilhamento da informação de Tesouro e aí o grupo fala, bom, se a gente é, divide. Informação relativa a 34 tesouros. A gente vai estar constantemente ganhando alguns XP pingando aqui e ali por conta dessas notícias, né? E a última fonte de XP por informação seriam os rumores

falsos, né? Eu queria estimular os jogadores que pudessem ganhar XP por mentira, por larota, por caô, mas obviamente tinha que ter 11 rebote disso, né? Então, os os critérios que eu construí pra essas informações, bom. Se alguém provar que a sua informação No No rumor é falsa de alguma forma, você não vai ganhar mais XP por rumor até que você é leve 3 rumores corretos da civilização sem ganhar recompensa por isso. E o grupo, né? Os grupos falem, beleza?

A gente confia novamente em vocês. O critério em si para rumores de forma geral, é que o rumor deve ajudar. A superar ou evitar um desafio ou dar coordenadas precisas para uma oportunidade de ganho, seja por sessão, cada fato da ficção só pode gerar um rumor. Isso aí foi a primeira alteração que eu fiz no XP por rumor, porque antigamente não tava definido o que que era, do que se tratava. Era uma coisa ampla. Então resolvi botar esse critério. Isso já tinha começado o jogo. Por quê?

Porque inicialmente eu comecei a ver 1 t de rumores aparecendo por sessão e aí eu começo a introduzir um segundo assunto aqui, depois de delimitar o XP gbergó tem que são os problemas com os gatilhos de XP. Com licença, meus caros, teriam ouvido direito. Vocês estão em busca de ouro e Glória, pois eu posso lhes ajudar. Meu nome é Almir cego e eu estou nessa Taverna há algum tempo, ouvindo histórias de bravura e coragem de aventureiros que

passam por aqui. Eu posso lhes falar sobre o que está para além da gaiola, as ruínas deixadas pelos antigos, as planícies de nuvens negras, a floresta do vento infinito além da do Messias élfico ou até mesmo o que está aqui dentro, os mistérios sobre as sombras das Torres douradas sobre as nossas cabeças. Meu preço? Ora. Eu só peço para que ao retornarem, vocês contem suas histórias.

Para mim é a forma que eu tenho de ver o mundo novamente pelas histórias de aventureiros valorosos como vocês trema. A gaiola dourada é um jogo de RPG de mesa aberta no sistema cases in rexis, usando o estilo Oil fantasy e o modelo arslude. Venha explorar os ermos corrompidos pela estranheza cheios de tesouros e oportunidades. Ou venha caminhar pelas ruas de trema cheia de perigos e de segredos. Os habitantes da última cidade do mundo aguardam por você. Que tal ver o que tem para além

da gaiola? Bom, o primeiro problema que a gente experimentou em bergota em relação ao XP foi esse. A galera vendo que ganhava sem XP por rumor. Os grupos começaram a querer transformar tudo em rumor. E como era, ainda mal ajambrado, né? Esse gatilho do rumor não tava muito bem especificado.

Eu tinha que aceitar tudo. O jogador fala, Ah, um grupo saiu da frasqueta carregando uma carroça, isso é um rumor, isso vale XP. Ah, nós vimos que o padre de pináculo é tava comprando, sei lá, comprando muita corda. Isso é um rumor válido. O que que é um rumor? O que que gera esse gatilho? Isso foi o primeiro problema, e aí? Né?

A galera começou a compartilhar muitos rumores, muitos rumores eram tipo 1516 rumores por sessão, tudo virava, Ah, hoje choveu, claro, eu estou exagerando, os grupos tentavam, eles rebolavam um pouco, não vou dizer que eles que eram Explorer tão claro, mas era um Explorer, eles estavam forçando a barra o máximo possível pra ganhar XP com essas Fontes de rumor. Então eu tive que começar a delimitar um pouco melhor o que que é a natureza do rumor, o que que é esse gatilho, o que que é

o rumor, e aí? Eu pude escrever ali, o humor deve ajudar a superar ou evitar um desafio, ou dar coordenadas precisa, precisas, para uma oportunidade. Isso aí foi a primeira coisa, deu uma melhorada, mas ainda assim ficou etéreo demais. E ao longo da segunda temporada a gente viu isso, sendo isso continuar sendo expoetado, por assim dizer. E qual era a decorrência disso? Acabava que cada sessão trazia dezenas de rumores. Isso trazia um trabalho muito grande, né?

De ter que reportar isso pra comunidade. Acabava que inchava isso. Era tanto rumor e tanto ruído que ficava difícil entender realmente as informações, que eram ganchos de aventura. E o que eu queria com esse rumor, com essa informação, com essa troca de informação? Unir os jogadores em cima dos ganchos e que o objetivo do rumor é fazer com que os jogadores se aventurassem em torno deles, que alguém pudesse chegar a um jogador novo na

campanha. Olhar os rumores e falar, olha só quanta coisa legal tem pra fazer. Mas acabava que esses rumores começaram a virar Lord dump, né? Eles acabaram virar information dumping, acabavam virando uma quantidade massiva de informação que não levava a lugar nenhum. De forma geral, o jogador podia falar, Ah, vou tomar cuidado com A Bruxa, vou tomar cuidado com isso, vou tomar cuidado com aquilo. Ah, interessante. E fulano consegue uma troca boa com joias, mas isso não era

gancho de aventura. E tava acontecendo aos Montes. Então a gente meio que experienciou mais uma ou 2 temporadas com esse problema. Um outro problema que eu pude ver era relativo ao caô a mentira. Por quê? Porque a gente tinha, em primeiro lugar, que alguns jogos ali tinham um streaming, né? E vários jogos que não tinham streaming eram abertos, então o público podia ver o público, incluindo outros grupos, ouvindo a sessão. Dos grupos que estavam ali

jogando efetivamente. Então, se você olha e você vê que tem 56 pessoas ali acompanhando o seu jogo, no final você não vai compartilhar uma mentira, porque quem quiser pode apontar que você está mentindo, né? E pode provar isso. Mas será que essa pessoa IA provar se fosse um pouquinho espírito de porco, sim, mas de forma geral, essa pessoa entendia que aquilo era uma mentira e não apontava para comunidade de forma geral, porque ela está garantida ali. Então acaba que fica uma coisa

meio estranha. Assim, eu posso dizer que de forma geral é se teve 2 caos compartilhados aí em toda a campanha, foi muito. As pessoas de forma geral não quiseram atrapalhar os demais jogadores, inventando mentira, compartilhando mentira. Então meio que já falhou nisso. Eu acho interessante. Você pode ganhar XP por mentira, mas os jogadores não quiseram e isso até foi uma coisa. Eu comentei no episódio passado sobre XP, que é legal o jogador. Ele age a despeito do ganho de XP.

Isso é realmente quando ele está exercendo sua agência, ele pode agir ao largo, né? Do dos dos incentivos de XP. E isso é muito bonito de acontecer. E tudo bem. Mas o problema é que me parece que simplesmente os jogadores não quiseram recompensar e as decorrências da mentira estavam nebulosas. Então fica um certo receio, será que eu vou ficar sem ganhar XP? Eu vou ficar na mão de outros jogadores, então ficou uma coisa

meio emperrada. Eu posso dizer que isso é um assunto meio mal resolvido até hoje em bergotten OXP por lorota, enfim, isso foi um outro problema que eu vi. Um outro problema também que teve é que os rumores acabavam sendo, às vezes até meio repetidos. Repetido? Não, não é exatamente repetido, porque eu falava, olha só, já tem rumor sobre isso. Mas acontece que os fatos da ficção eles são, é eles. Eles se manifestam de fora em formas diversas na ficção.

Então, se você tem um Tesouro, os indícios desses tesouros são muitos. E se um cara, um grupo, traz uma notícia daquele Tesouro, porque ele descobriu aquele Tesouro de uma forma? De repente aquele grupo descobriu o Tesouro porque foi lá e viu o Tesouro. Mas de repente tem outro grupo que descobre. Que tem um Tesouro ali porque ouviu 11 bandido falar? Ou porque vi um bandido falar e aquele bandido tinha alguma coisa ali que provasse a veracidade da sua informação,

né? Enfim, a gente tem ali uma questão que é importante, o mesmo Tesouro pode ser portado de diferentes formas. E aí a gente não sabe exatamente quem que ganha essa premiação de de XP. Será que é todo mundo que reportou? Será que é válido ou será que é válido só uma pessoa? A primeira vez que um Tesouro é reportado, como é que funciona

isso? EE basta você apontar, falar, Ah, ali tem uma dângeo, aquela dângeo tem um Tesouro, então todo Tesouro daquela dângeo passa a ser um gatilho XP pra quem reportou a dângeo de forma geral, porque óbvio que naquela dângeo vai ter algum Tesouro, né?

É do jogo, é, é do é até uma informação de meta, mas a gente sabe que tem, então basta você dizer que tem uma dangeon, logo tem Tesouro, logo é, qualquer Tesouro que vier de lá, eu vou ganhar 2020 por cento de SP, ou será que é o Tesouro específico que tem ali, né? A gente teve que tomar algumas decisões em relação a isso, voltando No No, no rumor, né, do no rumor falso é e se você fala de um rumor que você acredita que ele seja verdade? Mas de repente alguém descobre

que é falso, né? Ou se de repente aquele rumor se torna falso, porque de repente você falou de um Tesouro, aquele Tesouro já foi resgatado, e aí você aquele rumor foi falso, você não. Você pode ser apontado como louro atiro. Tem muitas questões desamarradas e isso cria ruído. Pela minha experiência, quando cria ruído, os jogadores deixam de lado ou fazem exploit. Como ali Oo caso do rumor mal definido virou exploit Oo XP por lorota. Os jogadores ignoraram e os 20%

de XP também. É engraçado, né? Em vez de tentar expoletar, eu vi os jogadores meio que esquecendo isso. Eles dão a notícia e esquecem. E aí assim, eu posso dizer que também foi no máximo 5 vezes eu vi alguém a XP, 20% de XP relativo ao Tesouro resgatado, até porque em teoria, o jogador fique ali observando e falando, olha, resgataram XP, né? Resgataram é Tesouro. Aqui eu devo ganhar XP, mas em teoria tem lute que é feito que

só eu sei. O jogador não reporta aquilo, a comunidade não sabe e aí o jogador não tem como como resgatar aquilo. Né? E aí, como os rumores são do domínio dos jogadores, eu como mestre, vou ter que fazer essa ponte. Nem sempre é possível fazer uma campanha tão grande, né? Então fica muito dependente de mim como mestre lembrar disso, sendo que todo o esquema de rumores é está na mão dos jogadores. Como resolver isso? São problemas importantes de gatilho que eu entendo, né?

Bom, outro problema de gatilho que eu vejo é justamente com o mapa. Eu botei aqui que o mapa vale quando você divide, né? O mapa da região, a região é mapeada e é aquela região é uma piada, pela primeira vez reportada a civilização, mas os grupos não necessariamente tem, não tem comunicação entre si. Não é porque a gente tem os capitalistas assim, capital que ou ou sei lá porque a gente tem. O pó de mariposa é antigamente, né? Ou teve ali os os roubatumbas ou teve.

Os varavales, ou sei lá, né? Tem vários grupos aí que passaram por beergoten, ouça lá OOO, alho e óleo, né? Muitos grupos aí, mas esses grupos, muitas vezes eles têm interseções, jogadores que jogam em mais de um grupo. Os blue caps, né? Sei lá, os blue caps participaram de tantos outros grupos e às vezes 11 é mais de um jogador de grupos diferentes. Contribuíram com esse mapeamento, com essa, com a descoberta dessa região.

E aí era justo que somente AA última pessoa que foi lá e sintetizou aquilo ali ganhasse todo esse XP sozinha. Como é que funciona isso? Como é que isso deve ser tratado? Isso me parecia um problema também, isso me parecia uma questão a ser tratada. Por quê? Porque esse XP também acabou, que os grupos não estavam compartilhando os mapas, é, e não ficava claro se eles iam ganhar XP ali com aquele mapa ou não. E acabou que pra ser sincero.

Os mapas acabaram sendo é divididos muito mais no espírito comunitário dentro do jogo, muito pelo Gui providello, que é encabeçou muito esse movimento do que como fonte de XP. Essa fonte ficou tão um pouco Clara como IA ser o gatilho de ganhar que os jogadores meio que deixaram de lado e cada grupo fazia ele seus mapinhas e tal. A gente se a gente abriu ouvinte, tem dezenas de mapas desenhados, mas os grupos não, não, não, não dividiram muito esses mapas, até porque.

Como saber que que eles conquistaram aquela região? Isso é uma parada que o jogador conquistou, o grupo que vai dividir. Como é que funciona. Isso é uma fonte de XP grupal, né? Inclusive isso é uma coisa importante de definir quem ganha o XP, o XP plus pro ação, ou seja, descobrindo o feature do Hexágono é individual, mas esse XP por mapa, em teoria é pelo grupo, mas quando os grupos se misturam, fica difícil o grupo ganhar XP por isso, então isso meio que.

Que torna difícil essa essa premiação, enfim, a mesma coisa a gente pode dizer sobre XP por mentira, né? XP por caô é o grupo todo vai pagar por isso, mas e se o grupo está misturado, como é que se faz, né? Enfim, não somente definir o gatilho, mas definir também quem ganha, se é o grupo, se é um grupo estabelecido. São as pessoas de um grupo. E como é que o que acontece se se as pessoas estiverem misturadas? É uma coisa também que ficou muito nebulosa, né?

Então é, a gente tem muitos problemas aí com gatilhos, mas a gente tem também problemas com forma. E como é que é essa coisa do do mapa distribuído, como é que, como é que é a forma como a gente faz isso? A gente joga ali, a gente joga na comunidade, isso vale XP. Como é que é esse mapa? Ele precisa ter algum, alguns indicativos, qualquer rabisco serve. Como é que é esse mapa? Como é que ele precisa ser?

Outras questões relativas a forma, o rumor, cara, um Monte de gente começou a mandar rumor como relato de aventura, então tinha rumor que era um post inteiro de blog, tinha rumor que era feito em formato de prosa, tinha outro que era que era um é, é poesia. Variava e eu achava o máximo. Mas isso, de certa forma, era um problema quando você precisava ler um texto gigante e às vezes até meio crítico, parecia um

texto onírico. De vez em quando fica difícil entender o que que ali é a informação de gancho, de aventura, então ele deixa de ter a funcionalidade dele. Então existem também problemas com a forma, né? Dessa Conquista, com essa Conquista é feita. E como é que é, por exemplo, você descobrir um featur? Né? 111, Marco inicial da campanha

na exploração. Vamos dizer que você acabou de sair da cidade de bergotten, aí você olhou, tem lá um Monte, aquele Monte ali, de repente ele pode ser um featur da região, aquela região tem um Monte e aquele Monte tem uma dângeo. Mas e aí eu vou falar, bom, você viu aquele Monte? Então já ganha sem XP, porque você viu aquele Monte, acabou de sair, tá no na descrição geral do ambiente. De repente, tem 3 features ali em 3 Marcos iniciais.

Você já dá 300 XP de cara assim, porque simplesmente personagens viram aquilo. Isso numa questão mal mal trabalhada. Teve momento em que os jogadores descobriram um Mirante e quando eles chegaram naquele Mirante, pegaram uma lunetinha que o panaréve tinha, e aquilo ali já foi uma fonte de expedir várias coisas, porque eles olharam em volta. Eu comecei a descrever várias coisas, que muitas delas eram features e esses features.

Valem XP, né? São Marcos iniciais, em teoria, se tudo vale dessa forma, se a forma de ganhar esse XP, né? De de entrar em contato com esse fit é somente visual mesmo. De longe, somente aqueles Marcos que estão escondidos como uma danjam no subsolo, uma clareira de uma floresta muito densa ou uma coisa assim que não vai ser perceptível de longe, mas, de forma geral, se você pega um mago com um voo.

O que de repente monta numa mariposa, sai voando por aí, você vai ter que começar a dar SP direto, porque ele tá entrando em contato, de certa forma, com todos esses esses elementos de cenário que você preparou, né? E aí ele vai ganhar um Monte de inclusive, eu não posso dizer que isso é de todo ruim, porque aconteceu do do providélo lá. E a galera, o Ícaro e o uma outra galera ali, o Caio, eles estavam jogando o beergoten AA Nina estava jogando beergoten

bastante. E eles já tinham percebido ali que bastava você fazer um caminho específico, que era praticamente um tour, pelo cenário que você visualmente já IA ter acesso a vários features. Então você ali já tinha uma rota expressa de XP. Você praticamente chegava no segundo nível muito rápido, porque você ganhava muito XP inicialmente fazendo essa rota. Então eles começaram a receber, a serem anfitriões de vários jogadores iniciantes. Que passavam por essa rota e ganhavam XP.

Isso passou a ser uma tradição praticamente ali, e eu não tenho problema com isso. Isso eu acho legal. No fim, no fim das contas, o meu problema justamente é com é, é, é com a com a fragilidade dessa forma, né? É de você chegar e simplesmente de abrir o olho e ganhar XP, né? É, isso não é um Marco interessante. E aí, no caso, não estou falando Marco inicial, isso não marca legal, né? Essa fonte de XP, então, era 11.

Outro problema que eu tinha, né? É bom, fora isso, a gente teve todos esses exploits aí que eu botei, né? É não só os possíveis, mas os que de fato aconteceram. Então a gente tem bastante problema, né, acontecendo em torno das Fontes XP, que às vezes são explorados, né? Eles viram expots e às vezes são ignorados. Mas o fato é que a gente chegou num formato novo, um formato atual. Eu vou compartilhar com vocês de como estão as coisas atualmente em relação às Fontes de XP.

Mais de 1000 episódios na primeira temporada, um podcast premiado por suas reflexões sobre o jogo, entrevistas e convidados em uma nova temporada com muito a oferecer a comunidade do RPG. Aventureiros? Numa busca por mais episódios na semana, te convidam a fazer parte do grupo de Telegram, participar de sorteios e enriquecer seu jogo. Esquente a água, moa os grãos e pegue os dados apoia.se. Barra, café com gancho, contamos

com você. Para a última temporada de bergota que a gente vem jogando, né? Não a última, a última, mas AA mais recente. Eu restabeleci ali os textos das Fontes de XP. Primeiro é o clássico do DED mesmo caça ao Tesouro, retorne com o Tesouro pra Vila da frasqueta e construa a sua lenda pessoal, uma moeda de ouro ou equivalente é igual a um XP. Essa experiência é dividida pelo grupo exploração. Conheça os pontos mais importantes dos erros e deixe sua marca. É necessário deixar a sua marca

no ambiente? Em um Marco de cenário original, por exemplo, um sigilo escrito, uma Bandeira fincada, um ato de vandalismo, com a sua assinatura pessoal, cumprirá o papel. Por exemplo, cada Marco explorado pela primeira vez equivale a 100 XPE. É uma experiência individual, ou seja, não vale você simplesmente ver o Marco inicial. Você tem que ir até ele e deixar sua marca ali. Você tem que gravar ali que você esteve, deixar uma Bandeira, fazer um, sei lá, qualquer coisa ali.

XP por mapa divida com os demais aventureiros as suas descobertas inéditas na campanha. O jogador que compartilhar com a comunidade pela primeira vez um mapa com a localização de um Marco dos ermos ganha XP. Cada Marco mapeado pela primeira vez vale sem XP. E aí, no caso eu ajusto esse mapa em torno da forma, eu tiro a questão da região, eu coloco. O isso associado a localização dos Marcos e coloco isso com

ineditismo. Cada Marco então da campanha só vai valer XP por mapa uma vez pra um personagem de um jogador. E aí, né? Cada grupo que defina quem é o seu mapeador, né? Não vale todo mundo do grupo fazer mapa e cada um ganha sem XP não. Vocês vão ter que escolher um pelo menos pra ganhar OSPE. Essa pessoa vai ter que compartilhar esse mapa, desse dessa nova localização com a comunidade. XP por rumores, compartilhe notícias dos ermos com os demais aventureiros e ajude a comunidade.

Rumores são perigos ou oportunidade dos ermos? Cada fato da ficção pode gerar apenas um rumor. Por cessão, os rumores devem ser entregues por escrito até o final da sessão. Isso é uma coisa interessante, porque muita gente. É dizia que vai compartilhar determinados rumores e no fim não escrevia aqueles rumores. E O Mestre tem que ficar cobrando isso. É muito chato e é impraticável. Então eu botei que o rumor tem que ser entregue até o final da sessão por escrito.

Continuando, os rumores devem ser publicados no tópico rumores no Telegram de beergoten até o fim da sessão. Selecione uma dentre as categorias e marque. Com a hashtag e aí no caso, tem algumas categorias, algumas tags de rumor que as pessoas utilizam, né? Que a gente que a gente categoriza, né? Esse rumor e as pessoas precisam botar ali. E também. Além disso, os rumores devem seguir um formato específico, então as tags acabam sendo armadilha, birgotem, né? Que são os efeitos da cerveja

evento. Movimento sobre uma facção, o grupo fauna, flora, item navegação pdm, posto avançado, Tesouro ou titã, e os rumores devem seguir o seguinte formato, uma frase curta de efeito que é o título, uma introdução rápida de como chegar no local ou encontrar o personagem que é o centro do rumor. E esse? E aí, no final, o perigo ou a oportunidade concreta relativa

ao local ou personagem. E aí um exemplo, o forte está livre, circulando no sentido anti orário, o pico mais a Oriente na Serra da luneta do nível mais alto do relevo. Antes do pico, você encontrará o forte da luneta rente ao paredão, que observa o grande matagal. Ele está livre. É um local fácil de proteger e. Uma vez barrado em suas portas e janelas, serve de local seguro para entreposto de aventuras. E aí, usa a hashtag posto

avançado? E aí, nesse caso, a gente tem aí o XP contabilizado ao fim da da sessão. Cada rumor é sem XP e cada rumor com a localização de um Titan é 300 XP. E aí você usa a hashtag Titan quando você usa ali o Tesouro, né? Como a hashtag? Né? Esse é a primeira vez que aquele Tesouro foi reportado. É o Tesouro em específico, né? A oportunidade é sempre em

específico. E aí você reporta aquilo e aí você vai ganhar esse XP relativo a esse Tesouro, porque foi a primeira vez que esse Tesouro foi reportado. Então você pode ganhar hoje 20% relativo a esse rumor específico. Então fica aqui, resgate de Tesouro reportado, ganhe XP por Tesouro resgatado com a sua

indicação. Tesouros resgatados a partir de rumores de oportunidade de Tesouro geram XP para os autores que levaram até lá cada personagem presente na sessão que originou o rumor ganha aí, no caso, até diminuiu, Oo aqui pra 10% do valor do Tesouro resgatado. E essa experiência é dividida pelo grupo. Além disso, a gente teve aí um XP interessante que é OXP por relato. Por quê? Porque eu vi que. Como eu construí o chip por rumor e eu botei uma formazinha sintética, né?

Que vai fazer o rumor virar um gancho direto de fácil consulta. Eu tava tirando dali um canal de expressão interessante pros jogadores. Jogadores estavam escrevendo contos, estavam escrevendo poesia, estavam reportando sonhos pra dentro dos rumores. Eu não queria limitar esse canal, tirar esse canal dos jogadores. Então resolvi criar uma outra fonte de que que seriam os relatos. Os relatos seriam expressões artísticas a partir da aventura que você viveu e divide com a

comunidade. Relatos são contos, poemas, desenhos, músicas e áudios que contam sobre os rumores. A gente não aceita conteúdo final de inteligência artificial como relato é, mas sinta se livre pra compartilhar mesmo assim. O que eu tô querendo dizer é que você pode utilizar IA, né? Pra sei lá, pra.

Construir inicialmente para gerar alguma coisa, mas você tem que trabalhar em cima, você tem que se expressar, e aí nesse caso não é se expressar através de um prompt, você precisa trabalhar, você pode até usar como base alguma coisa assim, você tem que trabalhar em cima. Se você simplesmente gerar uma coisa por e mandar para mim, não tá valendo, eu quero uma expressão artística sua. Os relatos devem ser publicados no tópico relatos de sessão no Telegram de beargotten.

Este material pode ser publicado no blog de beargotten. Vou deixar no descritivo do episódio um link um relato, porque o jogador por sessão e o XP é contabilizado quando entregue o relato. Cada relato vale sem XP ou 1% do XP da diferença total entre os níveis da classe em que o personagem se encontra, ou seja, o que for melhor ou sem XP, ou isso a última fonte de XP seria o log. Assuma as anotações de sessão e libere O Mestre, construindo o repertório ficcional da campanha.

Apenas um jogador por episódio pode fazer o log, né? Da sessão a ser declarado no início da sessão. Então o jogador tem que falar, eu vou fazer, eu vou ser hoje, eu vou ser responsável pelo log e aí ele fica tomando conta disso. O log deverá ser feito com frases curtas em Bullet points, ou seja, o jogador tem que descrever o que aconteceu na sessão. Usando o Bullet points, ou seja, de forma sintética, mas também não pode deixar nada de lado. Todos os fatos ocorridos na

sessão devem ser registrados. O XP é contabilizado quando entregue o log, ou seja, não precisa ser o final da sessão, mas só ganha XP quando se entregue entregue efetivamente o log. Os logs são registrados para todos os mestres nas anotações internas da campanha, ou seja, o

log é um material. Pros mestres, ainda que os jogadores obviamente possam guardar pra si ou dividir entre si, aí tudo bem, mas OOA questão é que tem que se utilizar é é pra o pra poupar o trabalho do mestre, fazer a as anotações, né? É? Cada log equivale a 100 1% de XP da diferença total entre níveis da classe. Da mesma forma que os relatos, enfim, acho que dessa forma, né? Acabou que a gente conseguiu construir melhor isso aí e funcionou bastante.

Ficou mais claro o XP por mapa, a exploração também ficou mais Clara e teve gente que já visitou Marco e não ganhou XP porque não marcou lá, não deixou sua marca e assim é. Eu achei interessante vincular, né? Porque quando alguém for lá, vai ver as marcas das pessoas que deixaram lá. Então a gente anota no Marco, a gente vai anotando quem deixou suas marcas lá.

Isso é muito interessante, mas se você for não deixar sua marca, você não ganha esse XP. Acho que a caça ao Tesouro já estava mais Clara, mas ficou mais claro ainda, né? Eu acho que o formato também, de deixar claro que os jogadores com uma chamada interessante, né? Tipo, compartilhe notícias dos erros com os demais aventureiros e ajude a comunidade. Isso é muito legal, mas deixar esclarecido é muito, é muito mais importante, né?

É os gatilhos mais claros, as formas mais claras, as tags, no caso dos rumores bem estruturadas e não infinitas, né? Ou seja, 111 lista limitada ali de de tags, né? E o formato bem estabelecido pros jogadores seguirem isso tira algumas responsabilidades do mestre. Isso deixa as coisas mais tranquilas, isso faz com que o grupo até deixe de lado. Aí algumas coisas, o número de rumores diminuiu também, né? Isso já vinha acontecendo, principalmente com a limitação

de um rumor por fato da ficção. Ou seja, você pode até ter 3 fatos pra compartilhar, mas você só vai ganhar 100 XP. E se você quiser compartilhar os 3 fatos e ganhar 100 XP, ótimo, se não, você compartilha só um. E acho que continua estimulando que os jogadores se expressem através da aventura, compartilhem narrativas para além dos próprios rumores, isso vai dar. SPE ainda facilita o trabalho do mestre, porque um dos jogadores assume o papel do log, né?

E Eu Acredito muito nisso, né, de que dividir o trabalho, dividir a carga do mestre é sempre é, sempre é favorável, né? Isso para o jogo como um todo. Acho que essas mudanças surtiram bastante efeito. Algumas ainda estou. Para ver melhor o efeito, o efeito rodando e tal. Mas algumas já deixaram claro que foi que foram mudanças muito bem acertadas. Então é, eu acho que isso fica. Isso acaba deixando claro OA sintonia fina que a gente consegue fazer com nossas Fontes

de XP dentro do jogo, né? O jogo vai ficando mais redondo, as coisas vão ficando mais claras, as agendas do jogo vão ficando mais evidenciadas. E os jogadores podem optar até mesmo pra quando deixar de lado a coisa. Não porque não ficou claro, mas porque simplesmente ele resolveu que aquilo ali ele não quer perseguir. Agora a gente acaba fazendo com que o jogo flua melhor quando a gente ajusta esses esses objetivos de XP e os jogadores.

Alcançam isso da forma que eles quiserem, ou seja, eu não tô nem é, constrangendo muito o comportamento dos jogadores e se comportam do jeito que eles quiserem, desde que eles busquem isso aqui buscar. É o que eu quero nesse jogo, que é um jogo de caça ao Tesouro e de caça das informações dos Titãs e do e, enfim, dos segredos que eles guardam. É estimulando a troca entre a comunidade. Enfim, eu acho que isso é o que funciona pra beergotem cada mesa

eu vejo. Fina exterra com Ícaro, tem algumas mudanças, é trema, tem outras mudanças. Cada mesa ali AA do quiral, né? A Terra gigante tem as suas próprias sintonias ali, sintonias finas sendo feitas. Mas eu acho que cada mesa vai passar por esse processo, vai

passar por esse. É esse trabalho e é muito legal você poder usar olhar pra sua mesa, entender as particularidades dela, entender como funciona e ir ajeitando isso e sempre fazendo essa sintonia fina, deixando principalmente ali os gatilhos e a forma mais claros, né? Que aí você consegue chegar onde você quer. Isso aqui é só mais um episódio a respeito de XP. Eu ainda vou abordar esse tema em outros episódios.

Acho que ele é muito legal, muito profundo e a gente pode trazer muita coisa interessante ainda a respeito disso. Mas eu vou encerrando por aqui. Vou deixar uma enquete para você responder, você costuma personalizar as Fontes de SP da sua campanha ou você usa as do jogo mesmo? Conta aí, depois conta pra gente as mudanças que você faz, eventualmente o porquê você não faz caso você não altere. Beleza? No mais, vou deixar os links aí que eu mencionei no descritivo do episódio, né?

Então o link para o RPG do Jô, que é o link dos anúncios, né? O link para você jogar beergotten o link para você jogar trema. Vou deixar também o link para o episódio de todo mestre game designer. Vou deixar um link para um vídeo de abertura que eu fiz lá no YouTube para anunciar beergotten, o vídeo de anúncio da terceira temporada de beergotten e o link para o blog de beergoting para você conferir como estavam as coisas.

Até a última temporada, né? Ele não foi atualizado com essa última fórmula agora porque estava em teste, et cetera. Mas a tendência é que a próxima temporada isso vá para o blog é lá também, você vai poder ver relatos de aventura e muito mais. Tá, então é isso, valeu, é. Queria lembrar aqui que você pode apoiar o café com dângel, né? Se você quer que o café com dângel volte a ter 5 episódios semanais.

Você pode ajudar a gente e ainda receber conteúdo extra, participar do nosso grupo de Telegram, trocar ideia com a galera e jogar com a gente, né? Então considere apoiar o projeto em sua expansão. Vai em apoia.se barra café com dânjon é, se você gostou especificamente do café de hoje, isso te ajudou na tua campanha, ajudou você a pensar melhor o jogo, sei lá, deixa pra gente uma gorjeta, manda o seu Pix em qualquer valor, pracafecomdangio@gmail.com a

gente conta com você. Se você tem uma empresa ou uma marca e quer ter um dia na semana no café com dângel, você pode financiar um episódio semanal, o podcast, e fazer a Alegria da Márcia ripegista consulta a gente em café comdangelo@gmail.com e a gente tem uma proposta especial pra você, né? E a gente já viu como funciona e funciona. Legal a galera do RPG do ojô

curtiu muitos episódios, né? A gente conseguiu dialogar com as trilhas de desenvolvimento de de RPG que eles deviam desenvolver, que eles vinham trabalhando lá, então foi muito legal confluir dessa forma. E foi proveitoso para os 2 lados. E tenho certeza que para você também, que pôde ouvir um episódio a mais semanal aí bancado pela galera do dojô, então é isso. Consulte também a gente sobre parcerias e anúncios, né? A gente pode fazer spots aí falando do seu produto, da sua

marca. Então a gente trabalha com marcas de RPG, mas também de outros ramos como cafés, jogos, tecnologia, mídia e et cetera. Se você quer colaborar com a gente, é um produtor de conteúdo, game designer independente, acadêmico ou fã. Quer participar do projeto manda um e-mail pragenteaicafecomdanjo@gmail.com beleza e queria. Por fim, é agradecer aqui a galera que torna possível essa aventura, os nossos assinantes.

Então obrigado ao pessoal que apoiou o nível incentivo, incluindo aí o enejosa buru Suzuki. Valeu demais ao pessoal do nível de apoio à comunidade, incluindo aí o Evaldo pontual, o Rogério Paiva de Júnior e o Rodrigo gesta Figueiredo. Um saldo especial para os assinantes do nível RPG dojô, dentre eles Leonardo dos Santos Ferreira, Luiz Guilherme dias de Souza, Pedro verli, Vitor Hugo Martins e Vinícius Caldas. E um abraço aos membros do treinamental e ofentes. Então aí.

Eles são Abílio Júnior, César Machado, Daniel Haidar, Diego cestito, Douglas bahense, Leo Gas, perotto menini, Marcos Gonçalves, Mateus piqueira, Rafael bardal, Bruno Kobe, João bula, marque e Gui providelo. E por fim, um imenso agradecimento ao grande Thiago Augusto, aí o nosso membro. Café com balbi. Valeu galera, um abraço e até a próxima. Densa como a noite, misteriosa como uma tumba, é degustada para os bons presságios na exploração da região que leva o mesmo nome.

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