A Magia de Sanderson e Cosmere #0088 - podcast episode cover

A Magia de Sanderson e Cosmere #0088

Jun 05, 20251 hr 44 minSeason 2Ep. 88
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Balbi recebe o Bruno Mares, da Tria Editora, para trocarem uma ideia sobre a magia segundo Brandon Sanderson e sua tradução, em jogo, para o RPG Cosmere, que entrará em pré-venda no dia 10 de junho de 2025. Aspectos filosóficos e mecânicos da magia e outros pontos de interesse no sistema do jogo.

Links citados no episódioLink do Perceiro

Cupom do ouvinte: ccd

Ovelha Negra Cafés

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Imenso agradecimento aos membros do Cafe com Balbi

  • Thiago augusto

Transcript

Regras de magia acho que todo mundo que joga RPG é meio fascinado com isso, né? E de certa forma, nós, seres humanos, somos fascinados com essa esfera mágica das coisas, né? Quando a gente pensa em magia, a gente pensa em coisas que são quase um rack da realidade, né? Desde simpatias até fórmulas mágicas, complexas ou rituais. Que passam por muito, com muitas eras, por assim dizer, esse pensamento místico. Ele sempre encantou a gente, né?

É quase como se fosse uma outra forma de encarar a realidade e, principalmente, de afetar a realidade através da nossa vontade. Eu joguei muito as mágicas, acho que já falei disso várias vezes aqui no podcast, mas eu fiquei. É uma época fissurado com a ideia de trazer as mágicas pros tempos modernos, não através do mágoa, ascensão. Mas de como seria a Europa mítica proposta lá No No ars mágica, como ela teria chegado nos tempos modernos?

Ultra tecnológicos, né? A gente fica pensando, cara, se eu tenho todo 11 ritual ou um certo procedimento, às vezes até custoso, para que eu consiga fazer o sair fogo a ponta do meu dedo e às vezes uma pequena chama. Será que não é mais fácil pegar um isqueiro e acender e dar no mesmo, né? A tecnologia muitas vezes faz o papel da magia. E a gente tem aquela frase famosa, acho que é do asimov, né? De que é uma tecnologia suficientemente avançada, né? Que a gente não consiga entender.

Ela tá muito próxima da magia no fim das contas, né? E isso traz uma questão muito interessante, porque a magia às vezes. A gente gosta que ela seja explicável, que ela tenha 11 modo de funcionar. E nisso eu estou falando aqui especificamente de sei lá de magia vanciana ou de sei lá da magia do do Brandon Sanderson, né? Que criou as suas leis da magia, né? E a gente acaba muitas vezes querendo colocar regras para que a magia funcione, para que a gente consiga entender a magia. Né?

E se a gente acaba construindo toda essa esse funcionamento lógico por trás da magia, de certa forma a gente tá transformando ela em algo científico, né? É o as mágica, por exemplo, que eu citei. Ele tem todo um funcionamento pra magia, inclusive princípios filosóficos. E é sistema, um sistema que decorre disso, né? Com custos, com gastos, com possibilidades, etcetera, inclusive com com formas de

quebrar. Essa própria, essas próprias regras da magia, trazendo aqui o Sanderson, o Sanderson coloca ali, é regras metalinguísticas sobre a magia, né? Então ele traz 3 leis da magia, né? A primeira é que é esses sistemas mágicos pra histórias fantásticas, né? Primeira regra é que um habilidade do autor de resolver um conflito com magia é, é. Diretamente proporcional a como ao quanto o leitor entende essa tal magia, né? É, em segundo ponto, AA.

As fraquezas, os limites e os custos são mais interessantes que os poderes em si. E por em por último lugar, né? O autor deve expandir no que já é parte do sistema de magia antes de construir algo novo, né? É? Mudando assim a forma com que o sistema de magia encaixa no mundo ficcional. Essa esses 3 princípios metalinguísticos, né? Sobre contar uma história fantástica sobre magia. Eles são muito interessantes porque eles acabam levando para o conhecido, né? Essa magia.

E por outro lado, talvez a magia até perca um pouco do seu Encanto. Né? A gente tá parando de trabalhar nesse nesse momento, né? Com coisas que a gente não conhece pra um funcionamento que a gente entende e a imagina. Esse ponto ela acaba sendo quase científica. Em contraste, por exemplo, AA uma magia de mistério com m maiúsculo, em que a gente às vezes vai, vai sempre tentar domar forças que são desconhecidas e que podem e que são voláteis e que podem dar

errado o tempo todo. E que a gente tentando arranhar o seu funcionamento, mas que a gente nunca vai compreender, porque é uma esfera muito, muito distante da gente. A gente, na melhor das hipóteses, tenta se aproveitar dela, né? E provavelmente se dando mal em cima dela. São 2 visões muito diferentes de magia. Eu não sei se realmente as leis do do Sanderson são constantes. Universais, né? Porque? É essa questão de do autor, né? Resolver conflito com magia é de é diretamente proporcional.

Como o leitor entende essa magia? Muitas vezes tira esse aspecto misterioso da magia, que é também muito encantador. A gente decidir como a gente traz isso pro jogo é muito relevante, né? E me parece que o Sanderson, nesse ponto, ele devia jogar RPG bastante assim, porque. Você pensar que a magia deve ser compreendida, talvez ela seja mais importante pra um jogo do que pra uma ficção, do que pra uma esfera mítica, por assim

dizer, né? Talvez você entender como essa magia vai se imprimir no mundo e de como ela vai é construir um cenário, vai vai fazer um World building. Ela me parece muito mais relevante pra um cenário interativo em que a agência está em jogo, né? Enesse.eu acho interessante. Por quê? Porque de fato, quando eu joguei com magia, a gente poder entender um pouco o funcionamento dessa magia como limite, né? De certa forma, ela permite uma, ela ela garante a agência do jogador.

Ela garante que isso vai entrar em jogo. Isso vai virar repertório lúdico e por isso eu fiquei tão animado de saber que há todo um sistema agora que traz. As magias, né? Que constroem um espaço de magia a partir da ideia do do Sanderson. Não somente porque é inspirado por isso, mas porque vai retratar num universo de jogo a magia do universo construído pelo Sanderson. Nesse caso, a gente tá falando aí de todo seu, de toda sua construção em torno do mistborn, né? Do stomlight archive.

Os reconers e skywards e tudo e tudo mais que envolve esse universo, né? Construído aí pelo Sanderson e que se debruça em cima de uma magia que se imprime de forma racional, se imprime em cima de regras, de um funcionamento específico que é compreendido por nós, leitores, e que provavelmente vai dar um jogo muito interessante, assim como

fez as mágica. Vamos conhecer hoje um pouquinho mais sobre esse jogo, né, que tá chegando no mercado é Internacional agora e também no mercado brasileiro, através da tria editora. Vamos lá, como está o café? Então por que está oferecendo? Bom dia amigos do café com dângel. Estamos aqui para mais um episódio do seu podcast matinal favorito, trazendo sempre muito RPG. Meu nome é Rafael balbi e hoje eu estou aqui bebendo um café ovelha negra que de tão gostoso.

Ele é praticamente mágico, mas sem mistério, porque a gente sabe, ele é mágico assim. Ele é gostoso dessa forma porque é um café sem impurezas, diferente do que você encontra aí no café industrial que você encontra no mercado. Ele não precisa ser torrado do praticamente é ser carbonizado pra que você não sinta as impurezas não. Por quê? Porque ele é puro, você tem só café aqui no café, ovelha negra e você pode inclusive pegar o próprio grão pra você moer em casa pra você ver né?

Como? Como de fato ele é puro, isso faz toda a diferença. Mais de tá aí, né? Fora é os grãos bem selecionados aí das fazendas bem escolhidas. É pelo André aí da ovelha negra é bom se você quiser tomar um café delicioso como o meu, com essa com toda essa magia aí que envolve o ovelha negra, vai lá em www.ovelha ponto café e utiliza o cupom CCD. Quando você for fechar negócio lá, cupom CCD tudo minúsculo é um cupom. Pros ouvintes do café com dângelo você vai ter um

desconto. Se você quiser um desconto ainda melhor, a gente chega a ter até 25% de desconto no café. Ovelha é negra, dependendo do seu nível de apoio. É caso você se torna assinante do café com dângel lá em apoia.se barra, café com dângel e tem outros benefícios além desse, né? Você participa de sorteios dos nossos parceiros, inclusive a ovelha é negra. De vez em quando a gente faz sorteio de café, né? Mas também de livros dos nossos parceiros, assim como a tri e a

editora. É que tá lançando aí OOO, jogo inspirado aí no material do do Sanderson, né? Aliás, na verdade, construído pelo próprio Sanderson, né? Então a gente tem aí material é dos parceiros, tem conteúdo extra também que você vai ter acesso, né? A gente produz conteúdo extra aí pros assinantes, é fora isso, um grupo de tele que adora trocar ideia de RPG com muita profundidade, né? É, e também você pode ter desconto aí com os outros parceiros que a gente tem

também. Então, cara, só benefícios, apoia ponto SA barra café com dânjão, experimenta essa magia aí. Bom, antes da gente começar. AA falar, né? Sobre sobre o tema do episódio, a gente vai trazer as AA enquete aí do último episódio do penúltimo episódio, né? Na verdade o episódio RPG em Nova Iorque e já deu tempo aí de da gente terminar a enquete.

A gente tem aí uma pergunta, você já foi a Nova Iorque 16,7% das pessoas disseram que sim, já foram 11,1% das pessoas disseram que já foram a Nova Iorque e já jogaram RPG lá. E 72,2% das pessoas disseram que não e nunca foram em Nova Iorque, assim como eu. É, a gente tem aí. Então, cara, um número até expressivo aqui do público é já tendo visitado Nova Iorque, alguns deles inclusive jogando RPG lá. Legal, né?

Nova Iorque realmente deve ser uma cidade fantástica, como provou aí Oo Lucas quando comentou sobre RPG em Nova Iorque também, né? A gente teve aí é participação da galera No No episódio de playtesting. Só que esse, esse, esse, esse material, esses comentários EEA nossa, a nossa enquete do episódio de play test eu vou deixar para o próximo episódio porque não deu tempo ainda de passar com toda AA enquete, né? Então fica para o próximo

episódio, beleza galera? Vamos lá, vamos vamos falar aí de magia e de Sanderson. Assalto ao etherium Express é uma aventura de fantasia arkanepunk focada em um ousado roubo a trem. A história se desenrola em um mundo onde 3 facções locais, os anões de ferro, os elfos das nuvens e os sucateiros do deserto disputam pelo controle de iepyrium, um mineral raro e essencial para a tecnologia

arkanepunn. Nesse cenário, a aventura se passa em um vasto deserto desolado, com o magnífico trem, a epirrium Express, servindo como zona neutra em meio ao conflito iminente. Em vez de seguir as abordagens tradicionais de ganchos de aventura, este Zine apresenta 4 agendas secretas, cada uma conectada a uma das 3 facções do mundo ou ao próprio anterior Express. Antes do início do jogo, cada personagem de jogador forma uma Aliança secreta, introduzindo intrigas e vínculos únicos a

narrativas. Você curte jogos de ação, intriga e traição em mundos arkene punk? Então vem experimentar o assalto ao etriomexpress, usina de RPG oneshot vencedor no concurso da área catarse de protótipos do DOF 2025. O salão aberto do dojô no WhatsApp terá mestres da comunidade com acesso exclusivo ao usine e vão oferecer mesas demo online com sistemas variados. Chega mais, chama os amigos e Bora subir nesse trem antes que ele deixe a estação?

É, e pra falar de Sanderson, magia e tudo mais aí envolvendo o cosmir, eu estou aqui com o Bruno. Fala aí, cara, bem-vindo. E aí, Walter, prazer estar aqui de novo, pô. Maior e melhor podcast do Brasil. Eu sempre gosto de falar, quem está ouvindo sabe disso, mas fico felizão de estar aqui e conversar com o gênio do RPG que destrincha aí as coisas e rever, né? Assim eu vou ficar metido, pô. Não pode, pode. Pode estar autorizado. No que eu tenho o direito de falar, pode estar autorizado.

Maneiro, cara, ó, é. Parabéns aí pelo trabalho que você vem desenvolvendo, né? Comentei aqui em off, eu queria tá com um trabalho incrível, muitos títulos interessantes, mas nesse caso eu acho que todo mundo foi pego de surpresa com com você trazendo o título, que é um blockbuster, né, cara? Então a gente tá falando de um título que talvez tenha sido o maior Starter. Que já rolou no mundo não sei. De RPG. Ou pelo menos um deles, né?

Levantou uma grana danada e você está trazendo OOO cosmeer, né? Conta pra galera como é que é trabalhar com um medalhão desse? Cara, é assustador e recompensador. É muito bom, porque igual você falou aí, kick Starter é o maior kick Starter de jogo, não só de RPG.

Tá de qualquer jogo que você imaginar na história, caralho, é e de kick Starter. De qualquer coisa no mundo ou de qualquer financiante coletivo na história, seja Ah, telefônica é o terceiro mal do mundo da história, e o primeiro maior é do próprio Sanderson, dos livros dele, que ele falou, vou lançar 4 livros, não vou falar o que que são. Quem quiser entra, então a galera é fascinada com ele mesmo, e aí o maior que Starter do mundo é dele, e o terceiro maior é dele também, só que do RPG.

Então a galera realmente é o sina, pô, ele bateu o Avatar, que foi um negócio bizarro lá fora. Né? E, pô, Vox, máquina, ele bateu, ele bateu tudo que você imaginar, então é é meio impressionante. E na hora de lidar com o jogo, a gente vê a dimensão disso, é, pô, de arte, né? Eu falo, pô, o orçamento de arte desse jogo, obviamente não é de esperar diferente, é bizarro, tem coisa que eu vejo ali e os traços são só de gente muito, muito, muito qualificada.

Ele pegou traços de da galera que é fã também, então tem fãs que faziam. É concept tudo, né? Fazer fanarte acabaram, é tinha uma qualidade muito grande e entraram no livro, então ele consegue mesclar, trazer a comunidade com trazer profissional, claro, né? Mas trazer os profissionais de topo do mercado e os designers. Pô, galera que escreveu five rings, Star Wars, sege of Empire, War Hammer, tem gente que trabalha no DED, óbvio, né?

Então assim a galera que eles conseguiram pegar toda a nata, o topo da produção de jogo ERPG do mercado. E fazer um jogo que eu só trouxe. Repito isso. Ah, porra, é um medalhão jogasta. Eu só trouxe porque ele está candidato a entrar no meu top 3 de sistemas favoritos. Aí que não muda, tem uns bons anos. Quais são os outros? Fala aí. Cara, o lobisomem e apocalipse ainda está no meu coração. A terceira edição ou 20 anos, que é porque eu gosto de jogar

com tanque de guerra, saca? E pé Finder, galera sabe que eu sou gay? Mista para caralho. É, tá ali também no top 3, e aí entram OPBTA. Ele passa próximo ali em algumas coisas, sabe? Então, jogos narrativos, eu meio que condenso todos ali e estava no top 3. E aí eu estou vendo quem que vai sair para o cosmero entrar, sabe? Então não vou é, tem que são escolhas, né? Choices. É então assim, tá, candidato, que ficou um jogo. Eu achei que o que eles

propuseram para o jogo, claro. A proposta de jogo, né? Às vezes é uma proposta de jogo que não te atende. Isso deixo muito claro, pô. Quem joga path Finder não vai jogar o lobisomem. E eu gosto, porra, mas não é. São propostas de jogo completamente diferentes. É, não é todo mundo que vai curtir tudo, né? É agora, cara, é, você falou aí do fandom, né, e tudo mais. É obviamente que esse sucesso todo é, a gente pode atribuir

muito também, né? Não somente a qualidade do jogo e as pessoas envolvidas, mas certamente a ao molho que tem ali No No Sanderson, né? Em toda a sua produção. Que aí e assim, a gente sabe que tem uma escrita incrível, é, enfim, tem muitas qualidades. Mas uma das coisas que todo mundo fala, todo mundo cita, é, é justamente que tem uma ideia sobre magia, que abarca praticamente tudo que ele faz

ali, toda a produção dele, né? É. E obviamente que a gente tem uma expectativa muito grande a respeito desse tema no jogo que é magia. Né, como é que é a magia nesse universo, como é que funciona e por que que a galera fala tanto a respeito dessa magia? É, vou voltar um pouquinho atrás para introduzir o conceito da magia. Pô, o Sanderson é um puta construtor de cenário, né? World Builder?

E ele tem a ideia de que as soluções que são dadas na história tem que ser condizentes com a capacidade do autor de entregar a solução e do reitor de entender aquilo. E aí ele tem algumas regras de como que ele constrói a magia nisso. E aí depois, com o tempo, né, o cara vai se se sedimentando no mercado, vai criando experiência também, pra você pegar, óbvio, os primeiros livros publicados dele, que não são os primeiros escritos, mas são os primeiros

publicados pros livros atuais. Todo mundo percebe evolução em alguma coisa, né? E aí com o tempo, pô, o cara é professor, ele já estuda as coisas além da escrita pra explicar a escrita. Então ele conseguiu organizar o raciocínio dele. Pra poder buscar pra galera.

E aí, pô, você entra no YouTube e vê os vídeos dele de World builders, explicando o próprio site dele, e o cara dá aula assim, ó, entrou lá e assiste quem gosta de criar, inclusive, pô, recomendo, vai lá e vê, porque eles fica desde o escopo pequenininho até o escopo grande, e ele sabe trabalhar com as regras. É o soft Magic e o hard Magic, né? Nele, o conceito é a hard Magic, o que ele põe no cosmético, por quê?

Ele tem 3 leis e são a primeira. A habilidade do autor solucionar conflito com magia é diretamente proporcional a quão bem o leitor consegue compreender aquela magia, que aí a magia é hard, você tem que entender o que ela funciona. Ah, o que que é soft? Medic, pô, você vai lá no Senhor dos Anéis, é misterioso, é maravilhoso, mas não tem uma regra de como funciona você não sabe o que que o Gandalf consegue fazer, sabe o que ela adrial, consegue fazer?

O mais hard ali é o um anel que você sabe, porra, botou no dedo, fica invisível, entra para o. Um dos espíritos lá você consegue ver o os espíritos nasgo mais hardimed que nos seus anéis, é isso, o resto tudo, pô, Game of Thrones, você tem ali a merizandre, a galera do fogo lá, nem eles sabem que porra está acontecendo com a magia do Deus dele, eles choram, oram e torcem para acontecer. É soft médico para caralho, né?

Os dragões não já são hardimed, pô, sabe o que que ele faz, que ele voa, solta fogo e por isso ele pode usar com uma arma de guerra, assim uhum a magia no. Tô conceituando assim, viajando um pouco, mas pra galera entender o conceito que vai entrar lá na frente do Game of Thrones, a magia, ela só gera problema, ela não gera solução. Você perceber isso é só gera problema, não gera solução. A solução é o ser humano.

A disputa, né? OAA spa da arma é que ou o Dragão que você entende como ele funciona, o que não entende como funciona não gera solução. E aí essa é a primeira lei do Sanderson, só pode gerar solução, aquilo que é compreensível pelo leitor. Se não vira x máquina, vira, né? E eu tô extrapolando o raciocínio, tá? Então vira x máquina vira um texto preguiçoso, pô. Palpatine ressuscitou no episódio 9. Inexplicável. Puta. Texto preguiçoso, né? Ele não quer contar com a boa

vontade necessariamente, né? Ele quer que seja uma coisa que faça sentido na cabeça de quem percebe aquilo, né? Como se fosse um, sei lá, como se fosse uma matemática, como se fosse música, né? Isso AA magia nele. É científica. Você entra lá em mistborn, que é OA primeira trilogia que lançou. A galera consome um metal de consumir mesmo, de engolir, digerir, e aí ela pode fazer a magia, e aí cada pessoa pode consumir um tipo de metal para

gerar um tipo de magia. Então, se você come zinco, você pode consumir zinco, e só se eu como ouro, eu posso comer ouro e só o zinco vai gerar uma coisa e o ouro ou outra. Então tem uma ciência por trás disso. Ou no Storm light você consome, né, que é o guerra das tempestades, você consome é a luz das tempestades para poder gerar alguma coisa com aquilo ali.

Aí tem as 10 ordens ali de cavaleiros radiantes, que aí tem como fazer as coisas e cada uma tem uma regra de como funciona e por quê, e aí você vincula com os prêmio, que é um. Então assim, tem uma ciência por trás daquilo e os outros livros dele não funciona da mesma forma, né? Agora, quando você vai para a segunda regra dele? Ele já fala, as limitações são mais importantes do que os poderes, elas têm que ser maiores.

Ninguém quer ver um personagem poderoso, você quer ver a imitação do personagem, e aí a gente vai nisso em tudo, pô, o próprio bendalf, que é o ser poderoso, qual é a imitação

dele? Aí você pensa, pô, realmente ele tem as o aragone, que é o herdeiro, et cetera, todos anos que os anéis, porque, né, gente, não tem spoiler, mas o aragone, pô, poderoso consegue, mas tem as imitações, ele e. O que faz o personagem interessante é a limitação dele, e qualquer história que você pegar pega Avatar, lenda de Ang, a limitação do menino, a limitação dos dobradores, você pega aí. O próprio Game of Thrones, você tem a limitação da galera do que que eles não conseguem fazer.

E apesar do que não conseguem, usam os poderes, como é possível? Então você traz lá Oo que é interessante, é limitações, tem que ser mais importantes que os poderes. E a terceira é expando. O que você já tem antes de acrescentar algo novo? Então você não vai viajar na maionese, sair explodindo de informação, explodir de criar as coisas? Não, cara, cria um conceito e vai explicando ele conforme a

história se desenvolve. Depois você cria outra coisa, mas aquilo ali tem que ser é explorado dentro de todas as possibilidades. Então eu dei um exemplo aqui, pô, o cara vai comer metal? Como que aquilo ele funciona? Vai explorando aquilo. Ele, pô, tem alguém que consome mais de um metal? Sim, não, porque e gerando as explicações e a magia dele, ela é assim, uhum, então ela é uma ciência bem fundamentada que pode dar solução de acordo com a

lógica. Ah, mas é mais cara, todo RPG que a gente joga aí quem vem do osr, do DED, quem vem seja que começou no ADED, começou no 3.0, na quinta edição ou que joga qualquer outra coisa. O que a gente joga tem lógica, você sabe ali que você pode fazer x mais, pô, o sistema avenciando uma porcaria, a gente não gosta, enfim, pô, tem uma lógica que funciona, você pode não gostar da lógica, mas ela tem, existe, funciona, e por isso ela pode ser uma solução.

E quando a gente pro RPG, isso facilita muito. Primeiro porque ele é um World Builder, talvez melhor do que ele seja escritor, ele é um escritor fodão, é não, pra ser bem sincero, então, assim, a construção de cenário dele é muito boa. E nada melhor pegar um cara que é o dizem, né? O melhor autor atual e o melhor criador atual da fantasia. Ele tá para fantasia atual. Que token foi para fantasia, né? Para o nascimento da fantasia,

que já estão falando isso, né? Que o cara tá maior do que Martin, tá maior do que é o petskin rofus, que também não escreve há 14 anos e ele fundamentou e criou 11 raciocínio de escrita que os novos autores vêm seguindo. E aí quando você pega esse conceito todo de construção de Word build e traz pro RPG, que é exatamente uma construção de mundo, e te dá a ferramenta. E a ferramenta é fácil de entender, tem lógica, funciona e é bem montada. Faz muito sentido como RPG. É de forma geral.

A gente tem que que jogos trabalham bem, com limitações, né? Justamente as limitações. É, é, é. Acabam criando. É caminho de agência, né? A gente acaba tendo que agir. Para passar em torno dessas limitações, isso é, é, é conflito, né? Funciona tanto em história quanto em jogo. Então, tipo é, é quando ele, ele ele constrói essas regras, né, da magia num nível metalinguístico, né? É, ele praticamente informa como

trazer isso para o jogo, né? Como é que ficou, como é, como é que é antes da gente entrar na parte sistema e parte mais hard mesmo, como é que esse? Como é que essa essa meta linguística dentro da ficção que ele propõe mesmo nos livros, é se transformou num numa magia? Quais são as regras da da magia dele dentro da ficção? Como é que funciona isso? Você falou da Pedra, tudo mais. Como é que é essa essa magia que ele construiu o. Universo da cosméia é muito

grande, né? Ele tem vários conceitos de universo que podem ser lidos individualmente ou em conjunto. Então você tem o que a gente está trazendo, ORPG, que é o primeiro que está sendo lançado, né, que é o storma lá de guerra das tempestades. Ele lida com a lutas, tempestades que pode ser armazenada, né? Nas esferas. Inclusive, os dados que a gente está trazendo especiais são simulando isso do próprio

romance, por isso que é legal. É. E aí você pode consumir aquilo ali pra poder inspirar a luta das tempestades e gerar um poder de acordo com. Os Breno que você possui vinculado a você, esses brenos são, vou resumir bem grosseiramente, tá? Espíritos existentes no mundo, que cada um tem o seu próprio

direcionamento. Eu não vou falar que porra vem do da, da, dos fractais, da cosnery, que explicam aí, tem todo um conceito da divindade dos arautos, enfim, porque senão eu vou explicar demais, aí a galera vai falar, Ah, é spoiler, vou evitar. É, e esses espremos tem uma lógica do que cada um faz. Ah, tem um espreme da cultura, tem um espreme da honra, o espreme da dor, o espreme do vazio, tem tudo isso. E aí, de acordo com esse pleno que você é vinculado, você faz, né?

Você profere seus ideais, fala os ideais, e aí você tem acesso a um certo tipo de magia, por isso uhum. E aí em cima disso você consegue fazer e dentro dos fluxos que você tem, né, os 10 fluxos eles te dão. Conceitos de do que eles podem fazer. Aí você tem abrasão, adesão, coesão, divisão, gravitação, iluminação, progressão, tensão, transformação e transporte. Sim, o último funciona diferente. A gente está seguindo a tradução da da editora que pública os

romances no Brasil, tá? Para poder manter a similaridade do universo para quem já consome Sanderson, então a gente tá usando os mesmos termos. Combinamos com eles, pô, nós vamos usar em respeito também ao trabalho dos caras e facilitar,

né? O porte de um de uma mídia para outra, uhum cada uma dessas que eu falei aqui, pelo que a gente, pelo que eu falei aqui, você já tem uma noção do que tem essa, pô, gravitação, pô, o cara faz as coisas flutuarem ou aproxima a gravidade diminui, gravidade é transporte é por aí, entendeu? Então, uhum, tem os conceitos e aí cada ordem radiante, né, que são as pessoas que se vinculam a esses prêmios.

Elas têm acesso a 2 dessas. E aí você consegue fazer é o personagem com uma lógica que acessa aquele, aquele aquele tipo, né, de caramba, fugiu a palavra. Aquele aquele fluxo ali. O tipo de fluxo isso, entendeu? É, cara, isso é bem maneiro. EEE. Tipo, se você for falar assim de sei lá, alguns momentos que são marcantes, né? Do uso dessa magia, né? Como é que como é que isso acontece Na Na ficção dele?

É pra galera ter uma ideia da escala de poder e do tipo de de complicação que se tem com essa, com esses fluxos. A escala de poder, ela varia muito, tá? Então você pega no nos primeiros, nos primeiros capítulos ou nos primeiros livros. Os personagens é, estão iniciando o conhecimento nisso ali. E é uma coisa meio intuitiva, tá? Porque no mundo da cosmed é tipo assim, a cada tempo que gera um programão e tem uma desolação que é o nome que eles dão, o mundo regride.

Então, no passado era muito, tava no apogeu e aí vai regredindo com o tempo, sabe? E aí você meio que herda. O que o mundo deixou, né? E isso é meio que intrínseco pra você, né? Eu ainda não li tudo no Santos, então às vezes eu posso falar algum conceito aqui que eu estou me me embolando porque é, embora ORPG apresente tudo, ele não apresenta nada da história, então é zero spoiler, ele mostra, ele pode. Jogar sem conhecer o universo do

Santos? Isso é igual, jogar DED sem ter lido nada, jogar tormentas sem entendido nada, jogar qualquer jogo sem ter lido nenhum romance. Então recomendo. Inclusive é uma porta de entrada muito boa para o mundo, então? Ele tem ele o mundo inteiro. Às vezes alguma coisa existe, você não sabia que existia ou está de um certo jeito, você não sabia como está, mas ele não

explica como chegou. Então pode jogar o RPG, comer as páginas todas e depois daqui 10 anos, eu ver o romance, que vai ser tudo novidade para você ainda. Então zero risco. Então a galera começa, a galera começa meio meio pé rapado, mas vai evoluindo. Vai evoluindo então a. Progressão que combina com DED, você diria? Pode ser, pode ser. O jogo usa níveis, né, embora ele use sistema de trilhas e não classes, porque trabalha com árvores de talentos.

Então isso é muito interessante, porque você consegue montar, pô, é tipo um diabo. 2 se você pegar ali as arvorezinhas, sabe? Não é customizando pesado, né? É bem funcional. Ou então você pode falar, pô, eu vou seguir só esse aqui e desce a trilha inteira vai ser igualmente funcional. Aí você pode ou ser focado ou ser versátil, né? E aí vai. Você não precisa de ser radiante também, porra, eu não quero ser radiante. Eu quero ser um guerreiro bruto, grosseiro, que só dá porrada.

Dá também vai funcionar em nível de jogo linearmente igual, sabe? E com capacidade de solucionar problemas com por motivos ou formas diferentes, mas que são capazes de dar a solução também, né? Porque o jogo ele é montado muito, muito bem pensado nisso. Sabe que quando eu falo Ah, tá lá tendo meus preferidos é porque realmente. É, ele traz isso. E aí quando eu gosto muito disso, quando ele vem uma pegada que é, ele fala ainda da magia,

tá? Que eu vejo como oriundo dos conceitos ASR, que é o jogador precisa pensar a solução e justificar que o personagem consegue fazer aquilo. E aí isso vem pra magia. Apesar dela ter todas essas regras, ela pode ser. E deve ser usada de forma lógica, mas não na lógica travada do jogo, a lógica que o jogador pense que o personagem seria capaz de fazer. Então tem uma improvisação ali, se você consegue Por Ela, não vai ter. Ela vai ter algumas respostas,

talvez. Se for assim, e o personagem tem esse tipo de magia, quão rápido ele consegue se mover com essa magia? Brasão aqui, por exemplo, né? Mas, por exemplo, se você for engolido por um demônio do abismo lá e quiser usar esse negócio de. Se mover muito rápido ou de gravidade para se impulsionar para fora do do bicho, você também consegue, então assim, ou uma pensa uma magia de velocidade para eu sair muito rápido do bicho, ou uma de gravidade para me impulsionar

para fora do bicho. Você vai trabalhar com essas limitações e vai sendo criativo em cima disso, né? Bem, no clássico do que seria, OOO. Desculpa seus recursos, né? Isso então você tem o recurso ali, lógico. Você consegue empregar ele de forma que o seu raciocínio narrativo use do poder para dar uma solução para história. E isso que me ganhou muito, sabe? Essa parte de, pô, flexibilizar não o conceito, mas a aplicação dele. Eu acho, pô, uma puta jogada de mestre pra um jogo que é em

teoria, né, oriundo aí dum D20. Então ele retransforma pra mim, ele é evolução. Do que eu narrativamente gostaria de ter visto nos jogos de 20 há 1015 anos atrás, talvez, ou pelo menos nos últimos 5 anos? Se. Intensificaram no que o mercado gostaria de ver. Sim, é uma coisa que eu vi aqui pelo fast play, né? Que você me passou é e que coaduna muito com o que você trouxe. É que ele é melhor resolvido enquanto um jogo que Visa. É contar história, né? Ele se identifica dessa forma de

contar história. É, dá pra entender que o sistema dele colabora com isso, com muitos recursos que ajudam você a impulsionar a narrativa, né? Parece que o foco dele é esse, apesar de ter toda essa associação, né, com com, com com toda essa, essa fantasia que muita gente vai associar com ODID, mas não é exatamente ODID do jeito que ele trabalha, ele tem esses quicks, né? Ele tem essas.

Essas é essas mecânicas que ele atrela e que ajudam a contar a história, que eu achei muito interessante. AEA magia certamente é é é um drive fortíssimo disso, né? Agora, falando dessas que dessa questão da da magia, né, dos limites e de como o jogador progride, né? A partir dessa magia é como é que como é que é a magia em termos? Práticos assim você tem, você tem como no DED na magia vanciana, você tem uma lista de feitiços ou você tem uma lista de temas e você consegue torcer

em cima disso? É, tem algum custo de ficha? É uma, é uma. Você brinca com recursos ou você brinca com riscos? Como é que funciona o casting da magia No No jogo? Eu vou andar um pouco na Corda Bamba aqui, porque isso ainda não saiu lá fora, tá? E como os? Livros? Nem lá fora isso saiu, não. Não, não saiu é o livro vai sair o PDF gringo no final de julho, que eles adiantaram um pouco, mas ele só vai ser de fato publicado o jogo em outubro,

setembro para outubro ali. Então a gente tá mirando até para lançar simultâneo em português com Grêmio, é? Por isso que não tem no fast play. É, não tem, não tem, né? Então. É quase. É quase uma caixa preta, então esse bagulho. Cara, não, porque os conceitos são explicados. E como AA magia do Sanderson, ela tem regras muito bem limitadas, enquanto ciência é ORPG. Pega isso que o pessoal já conhece quem é fã do autor ou tem uma noção de como funciona.

O mundo tá cheio de vídeo da internet aí explicando e porta isso para ORPG de forma natural e simples. Claro, tem soluções mecânicas que não vão traduzir o que tem nos romances. Para o RPG, porque senão você faz um negócio meio que, pô, a narrativa propôs isso, e aí você meio que dá uma solução ali lógica, mas não pode funcionar assim. Gosto de pegar um RPG dos seus anéis, porra, não dá para ser, né?

Tão diretamente inculado um anel é muito bom, mas ele tem os seus diferenciadores ali da da solução narrativa do romance, né? Mas ele, mas ele pega. Você tem os seus talentos, as árvores de talentos que te dão acesso. Tá a essas, a esses fluxos. E aí cada fluxo tem ali a sua lista de poderes que você pode usar e cada um fala, Ah, esse aqui é uma ação livre, esse aqui é uma ação, esse aqui são 2 ações.

E aí ele vai determinando dessa forma e cada uma algumas explicam as coisas muito delimitadas, porque isso aqui se anda 10 m sem gastação. Ou então algumas outras vão falar, pô, isso aqui você pode criar um impulso gravitacional que eu dei o exemplo ali, estou mantendo o mesmo que você vai disparar muito rápido. E aí se a adequa isso pra narrativa, né? Claro, eles têm regras que vão

funcionar muito bem, tá? É, mas ele te dá a possibilidade de reinterpretar aquele conceito e aplicar ele na narrativa que o jogo é todo feito pra isso. Igual você falou, né? Ele tem essa proposta de resolver as coisas narrativamente e os dados serem de fato. Usados quando realmente necessários, não é quando Ah, o jogador fala, Ah, eu quero usar um dado, não é bem assim. Então as ações, né? Os movimentos em história que vão trazer a necessidade de jogar o dado.

E aí eles têm uma forma, tá, de ter um recurso, chama investidura, que é o mesmo nome do. Recurso é eu IA citar ele agora. É o mesmo nome de que o recurso tem é no nos romances e aí você tem x desse recurso? Né, que aí você que aí depende dos seus atributos, né, dependendo de qual for, é a sua montagem de personagem e aí você consome esse recurso pra poder usar magia tal. E aí tem várias coisas, porra, quando você profere as palavras

pra se jurar, né? Uma ordem de cavalo radiante a primeira vez você tem benefício, então tudo isso traz pro jogo como que, como que as coisas vão funcionar e você vê que o sistema ele é funciona de forma tão prática. Por exemplo, tá saindo guerra das tempestades. E ele explica como magia funciona ali, tem as regras, limitações e tudo. Você usa perícias pra usar as

magias, tá? Então você tem, pô, cada, cada magia tem a sua perícia, pô, você acessou uma ordem, tá adiante ali, acessou 2 tipos de fluxo, né, que são as magias, você recebe ali, as graduações nela e aí você pode passar a usar perícia. Então você faz a rolagem sempre ativa, não tem 6, entrou jogar de proteção, salvaguarda como quiser chamar, você faz ativamente e joga contra uma defesa do adversário. Né? Isso é em defesa cognitiva, física e espiritual.

Então funciona dessa forma, tem 3 defesas aí. Lembro um pouco dessa terceira era, que eu gosto muito. Particular, então é uma. Solução bem, bem prática. Ou então a quarta edição, né? Se você quiser pensar lá que você tem as suas. A ideia era save, né? Você jogava o dado, você somava os 2 atributos para ter ali suas defesas, né? Porque você soma 2 atributos físicos, 2 cognitivos, 2 espirituais, monta sua defesa, e aí o atacante ou né, quem o. Oponente joga contra ela.

E a magia funciona assim, você roga a perícia e aí, tendo um sucesso, você pode ser criativo para aplicar a magia a gerar o efeito que você quer. Eu fugi um pouco da pergunta que você fez, mas é porque eu tenho que andar aí limitando ainda, porque se não ONDA, eu perco meu contrato. É, pois é. Eu tentei forçar um pouquinho a barra nisso, mas, enfim, é, cara, agora é. Eu achei interessante que a gente tem aí alguns atributos, né? É? É, você tem os atributos físicos, né?

Força e velocidade, os cognitivos, inteligência e o Will Power e os espirituais ali, awareness, presença, investidura. Ele está dentro desse desse espiritual, né? Então seria quase 11 espécie de humana talvez ou sei lá um isso, um élã, né que o que o que se usa para como um recurso que você vai pra gente gastar ali para fazer a magia EEO Focus influi na magia Na Na magia, sabe dizer se se rola essa? A influência do focos como 11 atributo cognitivo como um score cognitivo.

Algumas coisas no campo da magia vão usar o foco, o foco. Ele é um recurso similar a investidura, mas cada um serve uma coisa diferente. Algumas magias vão usar o foco, tá? Ou algumas alguns talentos relacionados a magia vão usar o foco. Mas não é o foco do foco, tá? É não é o objetivo principal dele. Ele serve principalmente para gerir recursos de capacidades em combate, por exemplo, ataque de oportunidade não é nem no DID que todo mundo tem, nem no p

fine que ninguém tem. Ele é um meio termo, todo mundo tem mais usar, consome recurso e o fogo pode ser usado para várias outras coisas, tipo, pô, se recuperar, tomar fôlego, algumas coisas assim. Então você, pô, se eu fizer isso, eu não vou poder fazer aquilo, ele gere. O jogo propõe que você gere recursos de forma estratégica. E aí você falei, pô, mais uma coisa que eu falo, pô, tá puxando ali um conceito dos jogos antigos, que é gerir recursos. E eu gosto de jogos que você tem

que gerir recursos, né? Pô, eu faço tudo que eu quero, a hora que eu quero, como eu quero, porque eu quero. Tem 11 motivo ali e. Aí tem uma dimensão tática interessante, né? É e que você pode usar com grid ou sem grid, tá? Então, Ah, com grid, porque, pô, o jogo tem as distâncias medidas, mas ele entrega o grid como uma regra, opcional, a alternativa.

Então você, Ah, porra, eu vou jogar sem grid, só no teatro da mente roda muito bem, até porque, considerando que é um jogo que veio de romance, né, que veio da literatura que você não tem ali nada tático, faz muito sentido que ele proponha isso e funcione bem. E ele faz muito bem. E diferente de outros jogos que eu já vi, por exemplo, é falha, você não joga sem grid, nem fodendo. Uhum não dá para falar que joga. É, não, não. Não. Se quiser improvisar, vai, mas

não entrega. Tudo que o jogo propõe é aqui, não aqui. Ele entrega tudo que eles propõem, tanto com quanto sem, porque ele traz essa parte narrativa como o escopo principal do jogo e oferece as regras para fundamentar aquilo. Então, se você quiser facilitar a visualização, usar mapa. As aventuras vêm com mapas, mas

às vezes pode ser só visual. Aham, então isso aí é achei interessante que ele traz essa essa agenda tática também, além de além de conseguir resolver também de uma forma interessante OA parte narrativa dele, né? É bom, aí, cara, eu tava eu tava pensando em cima disso, né? Essa questão de de como o como a magia vem, como é que a magia é utilizada e tal. E aí eu queria entender que tipo de que tipo de de problema que os personagens vão enfrentar nesse mundo?

AA magia traz problemas, mas tem outros tipos de de de problema. Qual qual? Qual o tipo de conflito que acontece nesse nesse mundo, né? De crosmir nesse universo, na verdade, né? Você tem todo tipo de problema possível que você imaginaria numa história de fantasia, pensando num mundo. É, pô, é igual pensar num mundo tipo de fogo tem ou no mundo de Raven loft? Raven loft não, porque. Tem uma pegada diferente, mas você pensar num mundo de fantasia.

Um, Gray Hawking, um. É um Gray Hawking ou o que quer que seja, ou sei lá, é, você vai ter todo tipo de proposta que caberia num mundo desse, né? Uhum? Então aqui você tem que o mundo de roxar, que é o mundo onde acontece. Ele é um mundo, é rochoso que sofre tempestades frequentes e eternas, e aí, por isso, a fauna e a fora do local são adaptadas. Então.

Porra, as plantas tem uma forma que elas se retraem e ficam tipo, dentro de uma casca quando tem as tempestades, quando chove, os animais tem coisas assim também, né? A outra ancestralidade, que são os cantores, tem as formas de sintonizar com as tempestades ou de ter suas próprias proteções físicas, né? Suas próprias armaduras naturais. Não é bem isso não. Mas grosseiramente falando, tá? É, você tem esse tipo de proposta do ambiente. Né?

E é um mundo de guerras, por isso guerras das tempestades, né, que sempre acontecem, tiveram guerras passadas. E tem as disputas é, não são humanas, né, as disputas humanoides, os humanos estão travando guerras e problemas. Tem muitas nações diferentes, tem nações, por exemplo, que só as mulheres são letradas e os homens são tudo, é, não sabem escrever quando eles escrevem. É, é Um Par na sociedade, tem coisas assim, tem muitas castas sociais que ditam como a

sociedade deve funcionar. E todo tipo de coisa você imaginar, né? Os humanos escravizaram, os cantores, que são outra ancestralidade, né, que vocês vão ver aí os desenhos, o ovo meio cabelo vermelho com a pele vermelha, enfim, bem estioso é. Então isso aí é uma coisa que é um plote principal, né? Uma trama principal do cenário.

Né? E aí você tem monstrões gigantes, pô, tá no abismo, tem o lá demônio do abismo, tem uns uns canhões, Machados, tem uns caranguejos gigantes, tem monstros também, então acaba que você consegue gravitar aí em quase todo tipo de história que você, que você imaginar. Claro, digo que tratar dentro do plot, né? Proposto do cenário é é mais interessante pra você poder se embrenhar mesmo na. É na história do cenário a

aventura, né? A campanha principal que está saindo agora é escrita pelo próprio Brandão, sandersson uma pisa pedras. Doideira, né? Não, loucura. Ele é produtor executivo do RPG inteiro, então tudo que está ali é canônico e ele deu o ok ou ele escreveu, então não é um RPG licenciado pelo Brandão Sanders. Para galera, escrever é um RPG do Brandão Sanders faz diferença, né? É muito diferente. É mesmo é um. É um outro approach. Inclusive essa história pisa pedras que ele escreveu em

parceria com o Dan Wells, né? Que é Oo vice presidente dele lá na empresa dos livros dele, que é um puta escritor também. Ela acontece entre os livros do romance o segundo e o terceiro. E o que acontece nelas são é mencionada nos livros que ele escreveu, sei lá, anos atrás. E aí quando você vai ler, você vê que o seu personagem é um hister egg de um acontecimento citado no livro. Caraca.

É como se fosse ter o livro 2 e o 3. É como se fosse o livro 2 e meio desse e meio é, e aí você consegue navegar entre as histórias, porra, posso jogar sem ter ido? Pode posso ver sem ter jogado, claro. Mas se você fizer isso, né, o conjunto todo, sua experiência aumenta. Ela não fica defasada se você não fizer, mas se você fizer junto, porra, é uma puta experiência extra que você tem.

Aham é, certamente é que nem é que nem jogar qualquer jogo de Terra média com gente que é aficcionada que vai trazer para você. Eu não sou aficionado nesse nível, mas quando eu jogo com gente aficcionada, pô, ele, eles trazem uma cor toda especial, né? EE, quando você se identifica ali no numa literatura, numa ficção que você já visitou, é, é, é é um sentimento de estar em casa, né, cara? É, então é é uma coisa certamente que o fã vai gostar muito.

Você falou aí de temas que de, de, de. De de um povo escravizado e tal. E uma coisa que eu achei interessante é que No No próprio fast play eles já falam de de ferramentas de segurança, né? EE falam de conduzir uma sessão 01 coisa interessante, nem todo jogo traz isso. Ele, eles eles falam de uma condução, de uma sessão zero e também trazem ali ferramentas de de linhas EE, véus, né?

Que eu acho interessante também. É do jeito que eles eles trabalham, falam também de check in, falam de enfim, falam de marginalização. Então é um jogo que que não não abandona você com temas com temas difíceis, né, cara? É, não. Eles te dá um suporte legal, dá um suporte legal para isso. É tanto que o livro, o próprio livro, né? O básico, porra. Quero conhecer o guia de regras. Ele é completo, ele tem tudo, menos um vestiário que entra no guia dos do mundo.

Né? Mas tem ali alguns algumas criaturas, é tipo animais, enfim, é, mas ele traz o capítulo do mestre, orientação de como mestrar, até porque vem muita gente de fora do RPG, tá entrando na RPGA primeira vez ele entrega ferramentas complexas, o único livro você entende o que é RPG, como fazer de forma o responsável e nem falando dos problemas sociais que a gente tem hoje, mas de forma responsável, como fazer um RPG que funcione, que seja

agradável para todo mundo, sabe? Ele entrega isso e pô, tem, tem. Assuntos sensíveis, né? O caso da da da escravização. E ele consegue navegar por isso aí de forma bem, bem legal, porque é um assunto tão difícil, né? Ele entregue isso com uma forma bem bem eficiente, bem funcional, sabe? Maneiro. Mais de 1000 episódios na primeira temporada.

Um podcast premiado por suas reflexões sobre o jogo, entrevistas e convidados em uma nova temporada com muito a oferecer a comunidade do RPG aventureiros. Numa busca por mais episódios na semana, te convidam a fazer parte do grupo de Telegram, participar de sorteios e enriquecer seu jogo. Esquente a água, moa os grãos e pegue os dados, apoia.se barra café com gancho, contamos com você. Cara, a gente tem trazendo agora esse lado é é mais narrativo, né?

De construção narrativa que ele se propõe, que eu acho que até. Trabalho de uma forma madura isso, né? Enquanto o jogo bem resolvido, ele traz ali o POT day, né? Que eu analisei aqui, vi que tem certas é, é ele é muito interessante por um lado, por outro lado também tenho aqui algumas algumas, algumas críticas até, mas que eu achei uma proposta que é muito mais madura do que a gente vai encontrar. É no dayd, de forma geral, que se propõe também a ser um jogo de contar a história.

Ele não te dá uma ferramenta como essa, né? É, fala um pouquinho pra gente desse port day, depois a gente como eu, eu começo, eu começo a abordar um pouquinho junto contigo, a gente vai destrinchando ele é ele, ele, ele. O port day é um dado a mais que você joga em momentos de alta tensão, em que você dobra a aposta, né, do do que está em jogo, né? Conta aí como é que funciona. É, é. É bem isso mesmo, já resumiu ele.

Inteiro é. Quando algumas regras dizem para roubar o dado de trama, mas não é o tipo Ah, um talento falar roda o dado de trama, mas isso é raro, tá? Ou não tão comum? Mas a ideia é quando você vai ter um momento em jogo que acrescenta a narrativa ou que pode ter uma mudança narrativa ou impacto narrativo interessante para história sendo contada. Você rola? Ele junto. É um D6 com 5 e 6. Você rola uma oportunidade, que é independente do resultado do seu teste.

Você jogou o David 20 disse, você teve sucesso ou não tá? Sucesso ou fale. Você tem uma oportunidade, a oportunidade. Ela faz o quê? Ela muda a narrativa de forma benéfica na sequência. Então, pô, você vai é tentar enganar um cara. Você falha no teste, mas como era uma questão de tensão na história e tudo que você rolou, o dado de trama junto, você rolou uma oportunidade. Você falha é e ele resolve te prender, te coagir, te te conduzir até um local onde pra

você era interessante. Então, pô, você queria enganar ele, Pra Ele te dar acesso ao cofre? Aí ele. Você falha, você não conseguiu, mas ele te conduzir pra uma prisão que vai te permitir acessar o cofre por dentro da parede, sei lá, tô viajando algumas coisas assim ou numa complicação. Você no mesmo exemplo, você teve um sucesso no teste, mas tirou uma complicação que seria no um ou 2, né?

Você consegue convencê lo a te levar até perto do cofre, mas chega lá, o dono do cofre tá lá dentro retirando algum item. Então você teve sucesso que você queria, mas gerou uma complicação na história, sabe? E é legal que quando você tira a complicação, ele te dá um bônus no seu teste. Então se você tira um, você tem mais 2, você tira 2, você tem mais 4 pra aumentar a chance de você ter um sucesso. Mas ele é uma complicação na história pra querer sim, mas né

ou não? Mas eu gosto muito disso. É ele, e ele traz 11 granularidade a mais ali, né? Ele traz ele, ele traz um pouquinho mais de de de pimenta na situação, né, como se de fato a gente fizesse um teste. E tem alguns testes que são é talvez mais é tem uma percepção do grupo, né, de que aquilo ali vai, aquilo ali pode, ele pode crescer, né, ele pode trazer um pouco mais de apoteose, um pouco mais de drama, alguma coisa assim, e aí todo mundo topa, vamos dobrar então aqui a aposta, né?

E aí acontece isso. E tem uma coisa interessante, lembra até o aquele Star Wars, né, cara? Aquele aquele da Francisco Edge of. Faz, né? O é exatamente. Oo autor está no é um dos designers, tá? É um dos designers? É, é. Ele lembra um pouco isso. É um Betão de longe, assim, não. É, e é interessante isso, né? Porque a gente tem ali grifado no texto de que isso é da iniciativa de qualquer um. Isso não é necessariamente O Mestre que coloca, né?

Você falou que no sistema eventualmente traz, mas isso é de uma perceção que o próprio jogador pode falar, bom, aqui eu vou dobrar a minha aposta, né? É, pode ser uma coisa que o próprio jogador canta, né, que o jogador traz é para dentro do jogo, é. E aí tem 11 questão aqui que eu

achei interessante, né? Ele diz que, de forma geral, você vai fazer um teste comum quando tem alguma coisa em jogo, quando você tem alguma, alguma alguma questão ali, alguma, algum conflito, alguma coisa que, enfim, não, não é trivial, é qual a tua sensibilidade quando você olhou? Não sei se você chegou a botar em mesa, é isso, mas qual a tua sensibilidade em relação a quando?

Dobrar a aposta, né? Isso é uma questão que vai vai ser realmente é franqueado ao ao grupo que alguém vai falar, pô, eu acho que tá na hora. Ou você acha que de alguma forma isso aí acaba sendo pode gerar algum exploit, alguém que vai usar isso não com o intuito narrativo, mas com o intuito de tirar vantagem? Como é que você enxerga isso? A palavra final o grupo pode coletivamente propor, mas a palavra final é do mestre. Se houver um abuso, né? Mas quando? Eles fizeram o design de jogo.

Eles pensaram nisso também para não ter nem não pode ser uma coisa que tenha de mais nem de menos. Se não uhum você hiperboliza OAA mecânica no jogo. E aí, pô, ouve uma bosta que tem toda hora. Ouve uma bosta que não tem hora nenhuma? Você perde contraste completamente, né? É. Eles botam 30%, né, que é a recomendação. Deles é a recomendação deles é que cerca de 1/3 para menos aí das.

Das situações de testes, né? Ou situações de cena tenham isso, então é o que o jogo direcione o livro, né? Básico, ele direcionou isso um pouquinho melhor do que o do que o fast play, né? Que não tá o beta, né, que na verdade não tá muito diferente do que ficou Oo livro final, tá, tem eu mesmo vi pouquíssimas diferenças, ou quase nada, tá? É ele fala assim, os momentos chave da cena.

Então, quando você fala, pô, é um momento chave da cena ou pode se tornar um momento chave da cena, aí você adicionou o dado de trampo, né? E aí, tem o dado de trampo? Pode ser usado mecanicamente em alguns casos, né?

Então, assim ele pode ser é se recuperar um ponto de foco, ou você pode dar um acerto crítico, ou então se for uma falha, uma complicação, né, você perde foco ou então atrapalha 11 adversário e 11 aliado e ele tem uma desvantagem no. No teste, então, ele fala momentos chave da cena, pô, pra quem tá jogando RPG, pra mim isso parece muito claro, não é só tipo, eu quero dobrar a aposta, é, é um momento chave da cena, por isso a aposta sendo Dobrada, né?

Eu tô aumentando, você tá aumentando o risco, na verdade, você pode ter um sucesso e ter uma complicação. E aí, pô, você conseguiu, mas né? É, e como é fixo, né, cara? É é tipo OD 6 é fixo ali, né? Você não, você não tem como melhorar ou piorar, você sempre vai jogar e é sempre os resultados 1 e 2 em são sempre são 11, problema a mais ali, e o e o 56, eles são sempre 11, coisa melhor, né, que vai vai sair dali. Então você meio que assume chances iguais de ser bom ou

ruim, né? Acaba que não é um Expo tão importante assim, né? Se, tipo, não tem muito como você se se fiar nisso aí para ser um exploit, né? É isso, a gente sempre rola um só, então, pô, eu não vou forçar a barra, o negócio pode me ferrar, é, sabe, então a chance de me ferrar é a mesma, de não me ferrar a mesma de me dar uns uma coisa boa, né? Então é, isso é interessante, claro. 3 e 4 nada acontece, né? O teste se resolve sozinho. Mas é bem interessante desse ponto de vista.

É Oo que o que eu fiquei pensando, né? É que a gente tem essa essa filosofia que muita gente começou a trabalhar a partir dum dum dum vácuo. É de instrução no DEDA respeito de quando jogar, né? Um fazer um teste de que as pessoas tendem a jogar muito constantemente os dados e aí a dica que as pessoas costumam dar é, deixa o dado ficar mais pesado, né? Deixa você ter muito mais coisa em jogo, muito mais drama envolvido pra você jogar esse dado.

E acontece que é, ele acaba resolvendo isso dessa forma, você vai jogar os testes de forma geral, é de uma forma corriqueira, é sempre sem se preocupar tanto com esse peso. E quando você quiser dar esse peso, aí você puxa esse dado, né? Então ele, ele acaba que ele traz um momento especial, é com essa, com essa definição específica, mecânica, né? E aí tem uma coisa, uma derivação interessante disso que eu fiquei pensando. Principalmente ele, ele ele fala de lucken forte, né?

É sorte, EEE, boa Fortuna ali é que quando você utiliza, né, esse esse benefício que você teve, saiu lá, você testou, isso é um benefício para você? É, você não precisa necessariamente gastar esse recurso ou mestre, gastar esse recurso para prejudicar. Vinculado ao posicionamento ficcional, né? Você pode desvincular o que que isso quer dizer? Isso quer dizer que se você está ali, é de repente ele está lá numa luta com um cara no meio de uma multidão, né? EE, saiu um resultado positivo,

é isso. Não quer dizer que necessariamente você precise é tirar uma vantagem no contexto dessa luta que você está com o cara. Pode acontecer alguma coisa no entorno, pode acontecer alguma coisa que não necessariamente esteja vinculada ao que o jogador tentou. Né, como uma vantagem ou como desvantagem em relação a isso? E nesse ponto ele se se iguala muito aos story games, que pra pra pra alcançar, né?

Esse esse recurso narrativo né, que é com com uma amplitude maior, ele desvincula da do do que foi tentado exatamente, né? É. Então isso me parece ser uma isso dá mais jogo de cintura em certos casos, em certos usos desse, desse ponto, desse. Desse recurso dramático, né?

Que que o jogador acaba conseguindo ou que O Mestre acaba conseguindo, mas tem outras outros usos que não, que é, por exemplo, quando você tá nessa briga, por exemplo, um cara e ele dá o exemplo de que você pode usar OA sua vantagem pra dar um pick pocket no cara, então você usa como se fosse uma habilidade a mais dentro da própria situação que tava rolando ali, ou seja, dentro do seu próprio posicionamento ficcional, né? Isso é interessante.

Isso parece que se compromete a avançar o jogo. Narrativamente, né? É, você gera uma dimensão nova para história. Então aí que eu falei que vem muito dos jogos narrativos, né? E por isso, porra, talvez porque OPBTA ali para mim, eu eu gosto de muitas soluções do PBTA, embora os jogos de PBTA em si, eles não me prendam muito, mas eu gosto muito das propostas sistêmicas do PBTA, né? Ele fala assim, cara, a história vai avançar, mas isso, aquilo e aquilo, sabe? Então você traz uma.

Pô, você cria uma tridimensionalidade ali, que não é só o ponto de vista do seu personagem, do personagem que o Messi está controlando ou do grupo, né? Você traz o que que está ali naquele ambiente onde a história está acontecendo. Quando você fala influenciar a narrativa, você não está falando, influenciar a narrativa do seu personagem, a narrativa do personagem do Messi, a narrativa do seu grupo, mas influenciar a narrativa do mundo

ao seu redor. E aí vem para aquela história de o mundo como um personagem do jogo. Que todo mundo que vê o mínimo aí de jogos experientes já fazem essa proposta que Oo mundo sendo 11 player, né? Sendo 11 agente de jogo, ele cria uma construção de história muito mais coesa e verossimelhante do ponto de vista. De cara, se eu derrubar esse copo aqui do balcão da está vendo o que acontece, né?

Uhum não é só tipo, Ah, ele caiu no chão e quebrou, ele caiu no chão e quebrou, mas vou deixar a outra vermelho puto, alguém vai ter que vim limpar espirrou no pé de algum bebo, daí ele vai brigar comigo, ou então, pô, caiu no meu pé e me cortei se eu estava descalço, então não é só lá, caiu, pronto, acabou, é qual a consequência daquilo ali enquanto ambiente? E aí é o que você falou, traz para fora, né? Então ele muda o ponto de vista ficcional.

É total, é exatamente eles, coloca mais como um diretor ali, né? Não necessariamente como dentro do ator, né, vivenciando pelo olho do personagem, mas vivenciando pelo lado de um de alguém que tá escrevendo de fato, né, de que tá propondo a narrativa, é e mas tem outras formas de se utilizar, né? Uma é uma, esse plot day, quando ele vem pra bem, quando ele vem pra mal, no caso é que ele quando ele vem pra bem, você pode é, de certa forma.

Ligar encontros, né? A partir da complicação, por exemplo, ele ele fala que é O Mestre, Oo mestre, pegou uma rolagem que o grupo tirou um problema ali, né? Ele tirou 11, decorrência negativa, e aí ele usa isso para colocar um grupo de bandidos que ele tinha na Manga para ir buscar o grupo usando, né? Mais ou menos esse recurso narrativo. Né? É, e, de certa forma, o grupo também pode trazer algum elemento descritivo para o jogo a mais a partir do uso de uma de

uma vantagem dessa, né? É e é isso, acaba sendo, é, é até desvinculado até do do do próprio drama, né? Ele traz uma coisa além, né? Ele, ele, ele, ele é praticamente o que ele tá fazendo aí é que ele tá recortando mais ou menos os papéis do jogo em si. Quando que eu posso trazer um desafio como mestre ou quando o jogador pode trazer? A minha dúvida que fica aqui é o seguinte, de forma geral, nos jogos tradicionais, O Mestre ele pode trazer um encontro sempre que ele quiser, né?

É aqui ele fala que você pode utilizar esse esse momento negativo do. Do plot day pra trazer, por exemplo, um encontro, 111 emboscada, alguma coisa assim. Como é que você enxerga esse limiar, essa diferença entre o papel tradicional do mestre de enriquecer a ficção conforme ele deseja, e esse momento em que ele usa o plot day pra enriquecer também a ficção? Existe uma diferença entre esses 2 tipos de de enriquecimento ou é uma coisa que ajuda somente O

Mestre a pautar a própria ação? Eu acho que enriquece muito do ponto de vista que pra mim é uma das coisas que a gente tem perdido no RPG, que é a improvisação. Quando ele tem, quando ele tem essa proposta de trazer o dado, e aí o livro traz é formas de usar o dado e ele é bem bem descrito. E pô, quase uma página falando só disso, é como usar o dado de trama. Fora do combate. Ele falou, pô, atividades de baixo risco, atividades de alto risco.

Momentos significativos pós twist e escolhas difíceis e em combate ele fala né? Momentos dramáticos e pra você escolher eles cuidadosamente. Mas quando ele fala é escolhas difíceis e pós twist ele proporciona uma ou ele estimula uma improvisação dentro do jogo que a gente perdeu muito hoje, porque, pô, você passa a ter uma ficha. Com o que seu personagem pode fazer e você conduz o jogo para

o que seu personagem pode fazer. É assim, Ah, eu tenho poder x eu vou conduzir o jogo para o poder que eu quero usar. Quando você tem a improvisação obrigatória pela regra, que é o que o dado de trama faz, O Mestre precisa ser criativo e os jogadores também. Então isso traz uma coisa para história, que porra não tem aventura pronta que vai ser igual, sabe? Sim. E não tem roteiro do mestre ou proposta de agência do jogador que vai acontecer, como imaginado, então você sai da

caixa, sendo que ele? Constrói bits narrativos também, né? Dessa forma, isso. Então ele vai vai conduzindo a história para ela sair da trilha mesmo. E aí vocês mesmo, que porra quer fazer um railroad total, que é proposta de estilo de jogo? Ele traz uma adição narrativa para aquilo ali. Que melhora muito a experiência de jogo do porra. Não imaginava que AA surpresa que você traz, sabe?

Igual eu falo, pô, quando a gente lançou o bestiário do folclore brasileiro, é um livro de monstros, beleza? Mas não só por trazer a nossa cultura, nossa experiência dentro do jogo que que ele tinha de melhor. Ele traz a surpresa, o cara não sabe, ele sabe o que é um dragão, um orcum, um Medusa, um troll, mas ele não sabe que porra é uma pinguari. Então a surpresa para o jogador. Ou para O Mestre, até mesmo ela traz uma experiência de jogo

muito mais rica. E com o dado de trama, você traz a surpresa através da improvisação mecanizada, que não é um muleta para ninguém. Ela é um estimulador de melhorar a narrativa do jogo ou até de reação. Quando você não sabe o que vai acontecer, você reage mais naturalmente. Se você tem ideia do escopo que pode acontecer na história, a sua reação vai ser mais engessada ou delimitada naquilo que você sabe fazer ou sabe as competências do personal. Isso é um negócio que ninguém

imaginava. E aí nem O Mestre, né? Que a gente conduz a história, você desconstrói a ficha e dá oportunidade pra narrativa andar pra onde ela quiser. E aí, claro, né? O grupo conduz da forma que for mais coerente ou que fizer mais sentido ou mais conveniente Pra Ele. É uma coisa que que eu tenho a impressão é que é isso. Isso leva a uma dinâmica de jogo que me parece o seguinte, ele faz com que O Mestre, ele vá

atuar com Liberdade, né? Tradicionalmente, trazendo os encontros e propondo é o seu desafio e trazendo OA narrativa do jeito que ele achar interessante. Os jogadores também em resposta a isso. Mas me parece que esse esse ponto, né, de que que ele vai usar de uma forma mais, mais dramática. Ele permite que O Mestre use um pouquinho mais de sal, que ele força um pouco mais a barra, né? Ele está autorizado a isso, porque naquele momento ele tem esse ponto, né?

Então, tipo, é aquele momento que você fala, porra, mestre, não acredito que você vai botar uma, pô. Está forçando a barra de botar uma emboscada agora. É, eu tô, eu tô forçando a barra mesmo, porque eu fui, eu tô aqui é o sistema tá me trazendo a isso, né? Então eu vou forçar sim a barra não, aqui é o plot twist, né? Ele meio que legitima é esse Oo mestre, é atuar de uma forma mais dura na narrativa pra imprimir um pouquinho mais, é a vontade dele com um pouquinho mais de pimenta, né?

Me parece que que que divide um pouco a atuação do mestre, uma coisa mais blend assim um pouquinho mais nesse momento é pro mestre lascale, né? É, e aí você tem os momentos de destaque na história, né? Pô, você vai ali situando, né? Oo que tá acontecendo na narrativa, mas de repente, cara, aqui é o momento de ter um destaque e aí a mesa não fica enfadonha, ela corre bem, porque todo mundo tava confortável ali, mas o que, cara? E quando você fala, aconteceu um

plot twist, todo mundo já fica. As pessoas aumentam a tensão dentro do jogo, põe o telefone de lado, né, que é os problemas recorrentes que a gente tem hoje, né? Para de comer uma pizza e o cara fica ele, porra, que merda. Vai acontecer agora? E quando o livro traz 3 capítulos de situações de jogo que é combate, conversas e outras empreitadas, e todos com mais ou menos o mesmo tamanho impaginação, você vê que ele te oferece.

E realmente não é um jogo de combate, não é jogo de porradinha e dá espada na galera. Claro, tem muito, né? Tem umas armaduras legais, espadonas e tal, mas. Quando ele traz um capítulo inteiro pra conversas, né, o desenvolvimento de narrativa ou de interpretação, né? Ele mostra que o jogo não tá ali só pra você trocar soco com os outros. Ele traz outras empreitadas. E aí ele traz vários exemplos dessas empreitadas, né? Perseguição? É os limiares flexíveis que ele oferece, né?

Ele dá ali, é parte de investigação, descobertas. Como tratar com isso, com pistas, né? Em caso de de pesquisa ou de tá tentando descobrir algo, então assim é, ele traz as apostas da história não só para o combate, não é o combate que resolve tudo. E aí você sai daquilo que, pô, vou andar, dar porrada e juntar XP? Né? Só que ele nem ele nem oferece XP experiência como solução de jogo. Uhum, né? Ele não. Se não dá essa mecânica, então você vê que ele realmente é focado.

Decreto mesmo, né? É, entendeu? É, e eu achei interessante também. Você falou dessa é de de como ele se prolonga até, né? Explicando esses conflitos que ele que ele, que ele permite. EE, ele traz uma estrutura muito interessante, né, porque ele fala, ele estrutura AA ideia, a ideia desses conflitos em cima de oportunidade e uma complicação atrelada a ela, né? Então isso, de certa forma, ele ele ajuda você a entender um framework de como vai funcionar essa, essa impressão dos

conflitos dentro do jogo, né? Eu achei interessante. EE, uma coisa dentro disso, né, que você falou da parte social também, né, de outras situações. É que traz aquilo que a gente conversou sobre o Focus, né? Como um atributo mental. Se é, você pode utilizar o ponto ali do do um ponto de Focus, por exemplo, para resistir uma influência quando o jogador é bem sucedido num teste social de influenciar um personagem. Então isso traz o jogo mecânico, né?

Pra pra esfera social, que é uma coisa que muita gente sente como problema. Por exemplo, no DID as pessoas falam Ah, ODID, tem muitas mecânicas de combate, mas na parte social a gente entra ali num num, num jogo, na que vai que que rola na banguela, beleza? Pra quem curte um jogo mais mecanizado, ele garante que esses momentos vão acontecer de uma forma estruturada, porque ele traz é mecânica pra isso, o que é interessante, né? E muita gente vai gostar. Dessa, dessa forma que ele lida

com isso. É, inclusive, você pode perder foco se você tiver numa situação é de estresse, por exemplo, sabe? Então tem esse tipo mecânico e quem mostra, pô, você realmente tá perdendo um recurso ali. É como se fosse sua vida social, vamos dizer assim, seus pontos de vida sociais, que pode ser, né? É sendo anti pro personagem, então realmente ele entrega uma parte, pô, eu falo que ele tá no meio do caminho do.

Mecanizado com o narrativo de uma forma competente que eu ainda não tinha visto, por isso eu falei, Ah, pode chegar lá nos meus preferidos. É porque ele ele entrega uma solução. Que cara. Quem está tentando achar aquele jogo é utópico. Do. Vox máquina, por exemplo, do narrativo que tem atores e tudo que a gente nunca vai chegar, porque até o Rafa soltou outro dia 11 exemplo que é, pô, o Vox máquina tá para rpd como pornô tá para o sexo, né? Então. Não.

É um negócio real, sabe? Tem o que acontece ali, mas não é desse jeito. Então você traz aqui a proposta que mecanicamente funciona com ferramentas para conduzir a narrativa. E aí que eu acho todo jogo tá, é ao menos é o meu gosto. Ele tem que entregar mecanicamente formas de conduzir AA narrativa proposta pelo jogo, senão ele fica manco, que é o que eu fico bolado com DED. Ele propõe, faz todo um a quinta edição, né?

Ele faz todo 11 explanação, um contexto, um vem de uma ideia, e na hora que você vai para regra, ele manca. Fora do combate e aqui não. Aqui a gente entrega uma ferramenta, é essa, vai funcionar assim. E nos testes que a gente fez, pô, o Rafa rodou mesas várias vezes, eu fiz só uma ainda, mas é, tô, tô pra rodar mais. E pô, lendo também, consumindo o texto várias vezes, né? É, você vê que realmente ele entrega aquilo que ele propõe.

Eu achei interessante porque é ele não chega a ser uma experiência fechada, como a gente está acostumado a ver nos PBTASE jogos. Que buscam ter uma narrativa, imprimir uma narrativa. Eles tendem a fechar mais as opções narrativas num jogo de experiência fechada, né? Então você meio que é, tem playbooks e tem é trajetos narrativos que você tem que cumprir. E na verdade, ele aqui, ele não, ele não faz exatamente isso, né? Pelo contrário, ele dá ferramentas para que os

jogadores e O Mestre imprimam. É os bits narrativos, os momentos e os pontos de virada e tal que eu achei muito interessante. EE eu achei cara assim, é o que eu achei mais interessante, porque é num jogo que uma tem um mundo mágico tão forte que é a magia. Um tema tão importante é O Mestre poder também é. É mexer com esses, com esses plot dies e com essas coisas que acontecem de de uma maneira até é desconjuntada da própria, da própria declaração de ação do jogador.

Vai trazer possibilidade de se mexer com essa esfera mágica de um jeito muito interessante no jogo. E para quem tem é, para quem é versado na ficção do do, do, do, do, do Sanderson, vai vai trazer ali. É bastante, bastante a cara, né? A estética é desse, desse tipo de ficção para o jogo, então achei muito interessante.

E acho que realmente tem muito caldo aí ele não chega, ele não vai para o caminho que a gente está vendo, o dagger heart e que é uma experiência muito mais fechada, que mecaniza muito mais os. Oo os bichos narrativos do que ele faz aqui. Ele tem um pouco mais de abertura nisso e ele não abre mão também de de um jogo, de um jogo tático. Então achei muito interessante e

gostei, cara, gostei. É, parabéns aí por por trazer esse jogo para o Brasil. Acho que vai ter muita gente que vai engajar com o jogo, com ORPG, até de repente, a partir dessa literatura, dessa ficção EE vai se encontrar talvez aqui No No próprio sistema do jogo, né? Enfim, considerações finais sobre o jogo, cara. Cara, acho que o resumão é que ele tá no meio do caminho. É, eu falo que às vezes o cara que faz tudo, ele é meio pato,

não funciona, né? Mas ele consegue entregar tudo de forma consistente e que pode até ser modular, tá? Para que tenha um mínimo de experiência de jogo. Ah, não, cara, eu quero lançar aqui e rodar o jogo como se fosse tático ao extremo, totalmente engessado. Mas vamos fazer isso. Você consegue entregar essa experiência completa? Ou então eu quero ir para um jogo bem mais narrativo, porra, eu jogo dayd, sem nenhum

combate. Durante 34 sessões você entrega isso muito bem, de forma muito competente. Ou se você quiser fazer a mescla disso ou pesar menos no mecânico e mais no narrativo, ele entrega muito bem, sabe? Então eu acho que ele entrega soluções do que a gente vinha buscando no mercado. Falava, porra. As propostas de jogos que ficam com uma consistência mecânica que funcione para entregar soluções fáceis pro mestre e pros jogadores, mas que estimulam a narrativa para criar

histórias. Vou exagerar um pouco. Cinematográficas, mas interessantes do ponto de vista de condução. Né? Do que tá acontecendo naquela aventura, naquela campanha, naquela história. Ele entrega isso muito bem. E a parte de construção de personagem, com árvores, talentos que a gente não entrou muito aqui, pra mim é uma desamarra, né? Ele te desamarra no que a gente está acostumado em jogos de 20 de uma forma muito agradável e de dar uma Liberdade que não quebra o personagem nem promove

combos. Que é um problema pra esse tipo de jogo, né? Muito comum, muito frequente. É de forma satisfatória pra todo tipo de jogador que você pode ou se especializar ou se ver satirizar e com opções interessantes que não tem, porra, tem 1000000 de opções, e aí eu não sei o que que eu faço, ou tem uma opção só ou não tem opção. Então ele te entrega um meio do caminho, ele com poucas opções consistentes, que delimita o que elas fazem, mas que te dão a possibilidade de.

Flexibilizar a narrativa quer dizer, flexibilizar o seu, o seu recurso narrativamente pra desenvolver uma história interessante, muito boa. Eu. Acho que o resumão assim, que não é tão resumão, é isso. Sim, é cara, a última pergunta é, a gente não tem o levelin, né? Clássico do DED aí nesse ponto. Mas a gente tem essa, essas, essa evolução em habilidades, em skills, né? É? Como é que é essa evolução, cara? Você, você tem o nivelamento sim, né?

Vai do nível um até o 20, ele propõe formas de ultrapassar o 20, não é o objetivo do jogo, mas ele entrega a regra pra isso de forma funcional e prática. Mas você tem ali seus atributos, você escolhe uma teu personagem, pô, é um pra um, você tem o limitador de quanto você pode pôr em cada um, pega 12 e distribui como quiser, sim, Ah, você tem ali seus pontos de vida que não são aqueles exagerados, e você tem perícias, o jogo todo

roda com base em perícia. Você tem ali x graduações, você coloca nas perícias ali, as perícias são divididas entre físico, cognitivo e espiritual, porque até você usa a sua perícia contra a defesa do mesmo escopo do cara.

Você está usando uma perícia cognitiva contra defesa cognitiva, perícia física contra defesa física, perícia espiritual, uma defesa espiritual fácil, não tem CD de isso, daquilo, 1000 soluções, 10 números de diferença, vou fazer, não é sempre direcionado para aquilo ali, resolve o jogo não tem Ah. Qual estatística do limite eu vou usar? É sempre a defesa. Pronto e acabou, sabe uhum? É, mas essa evolução ela não é exatamente igual do DED, né? Não como?

É que acontece. É por Marcos de história uhum e é unicamente Marcos de história. Atingir o Marcos de história você passa de nível, né? As aventuras prontas vão propor, né? Os momentos, mas a sua aventura se. Coloca, imprime a velocidade que você quiser na evolução. Pô, se eu quero contar uma história rápida, mas que a galera evoluir rápido, que tem uma apoteose de poder, você pode. Ou se for um negócio mais condensado, mais delimitado, você vai ali ficar nisso, uma entrega legal.

E o bom é que os monstros, eles não têm níveis escalonados assim, Ah, vai do nível um ao 20, não, eu tenho patamares de jogo a cada 5 níveis, né, que os níveis dão. Opções de talento então eles não estão te dando bônus e aquelas coisas eles te dão novas opções, ser evoluir na árvore de talento. Aí ganharia um pouquinho de vida, né? E aí ganha a perícia, porque os seus pontos são todos através de perícia. Cada patamar ali que vai do um ao 4, né?

Ou então ao 5 espaço do nível 20, os monstros estão naquele patamar, então você não vai ter monstro de nível 123, tem monstro de patamar 123 e 4 que você joga em todos os personagens. E aí você não tem que ficar pensando, Ah, esse aqui é adequado, não é? Tá no mesmo patamar, pode soltar ali, que vai funcionar bem pra qualquer grupo. Conforme avanço de nível é, você cria mais opções de personagem e não mais bônus, ou mais é proficiências ou mais aquilo, você cria opções pro personagem.

Então os personagens vão se tornando mais é mais, não é mais versáteis, eles tornam com mais recursos variados. Pra solucionar as coisas, então, personagens do último nível do patamar, eles vão ter mais recursos que os do primeiro, não necessariamente eles vão ser mais poderosos ou eles vão durar mais, né? Porque eles vão ter mais

recursos. Então é muito nesse sentido e é AA solução que mecanicamente me agradou muito, que senão tem que ficar assim, porra, o meu ônus está com +47 de bônus, o seu é +38, não, cara a defesa ali os atributos não descolam tanto, sabe? Então isso facilita manter um. Não é um balda de accuras, porque ele é mais enxuto? De certa forma, sim. É essa questão do do de de revelar por por é meio que milestone, né?

Só que tem uma coisa que eu vi aqui, inclusive, eu queria te perguntar, eu falei que era a última pergunta, mas não era, era era penúltima. A última pergunta é o seguinte, a gente tem um downtime, né? Que ele fala aqui que é como se fosse esse esse interlúdio entre sessões e tal.

E ele fala que ele naquele momento, você consegue discutir com O Mestre ali pra pra ver que atividade você ficou fazendo, se você treinou alguma coisa, se você fez um crafting, se você fez um Research, né, pesquisou alguma coisa e que isso pode revisar os teus talentos, né? Que os talentos que você selecionou, teu personagem e tal. E aí ele cita o Storm light Hand book, isso é um material que vocês vão trazer? Isso é um material extra. Como é que é isso aí? Esse é o livro básico.

É porque ele chama, aí vai vim como guia de regras, né? A tradução do. Ah, então isso vai estar no livro básico? É livro básico, tá? Ele entrega isso ali, é ele, essa parte da on time, toda a RPG. Ela me incomoda um pouco porque é uma medida que ela não é metrificada pelo sistema. Não tem como o negócio falar assim. Uma coisa que me irrita muito nos jogos hoje, a cada sessão.

Porra, uma sessão hoje pode ter de 2 horas a 3 horas, que é o comum, que galera joga à noite, aí rapidinho, ou então no final de semana a galera senta e joga 6 a 8 horas. Não é uma medida igual em toda mesa e o dá um timer, ele passa por aí, sabe? É, você pode ter ou não, se você for, é pegar uma aventura aí acelerar a nela inteira. Por exemplo, vou trazer pra fantasia clássica aqui a galera rodando em masmorra, você não vai ter Dalla timer nunca.

Uhum agora, se você faz uma aventura urbana, por exemplo, que você roda na cidade, tem seus momentos ali, né? De sair do foco da história em si. Você tem que esperar algum evento acontecer, coisa do tipo você passa a ter um downtime. Então, toda vez que o jogo traz isso para mim, ele requer bom senso do grupo. E bom senso é facultativo. Todo mundo tem, mas no fundo, né? É, é, é. Agora eu eu fiquei curioso para saber como é que ele vai tratar

o downtime No No livro, no full. Achei até até que fosse um outro livro. Mas ele fala que é o é o é o é, o é o livro completo, né? Então, tipo isso, quando vier a versão final, a gente vai ter acesso a isso. Eu fiquei bem interessado, porque me parece que se tiver um pouco de de estrutura, talvez ele resolva. Legal, né? Talvez isso isso apareça legal e me parece que dentro de 1/01/1 jogo de que se volta, né?

A contar uma história de saga, de uma coisa que é, passa ao longo de de de uma evolução de personagens e tal. Você de repente estruturar e criar momentos em que a narrativa respira e que os personagens podem é se voltar a pesquisa, se voltar a outras coisas, pode ser interessante, né? Então vamos ver. Aí eu fiquei curioso de ver como é que ele vai estruturar isso. EEE. Como é que isso vai impactar nessa? Ele traz diretrizes, narrativas, uhum. Ele não traz nada mecânico.

Exatamente por isso que eu acho que aí ele fugiu do pô. Você pode fazer um item mágico e ter um poder a mais ou vender. Se tiver tempo suficiente. Ele não traz isso. Ele traz pra você desenvolver a narrativa e não benefícios mecânicos. Até porque benefícios mecânicos através de narrativa ou coisa assim, ele traz através dos objetivos, que é uma outra forma de evoluir seu personagem, né? Você define objetivos quando você constrói seu personagem.

E aí você marcando bolinhas lá que você tá é avançando na história do seu personagem em relação àquele objetivo. E aí você define o objetivo. Porra, eu quero ter uma espada mágica. A forma de eu conseguir isso é atingir o objetivo de, sei lá, rever o meu direito de herança da família. Sei lá, estou viajando aqui. E aí você tem isso? É granulado no sistema. Você precisa de atingir 3 Marcos nesse objetivo para conseguir a história, conseguir a espada, por exemplo.

E aí o objetivo ele é tem uma recompensa predeterminada que é aí. Jogador e mestre conversam. Esse exemplo que eu dei aqui, eu quero ter a espada tal ali, que é direito de herança, mas você foi é desonrado, perdeu o direito de herança à família. O que que você precisa fazer para alcançar isso em Três Passos?

E aí você determina isso junto com O Mestre, e aí O Mestre te coloca e aí é legal, porque AO personagem passa a fazer, é parte importante da história e O Mestre tem que ajudar o jogador a desenvolver a história do personagem, só não só da da aventura em si. Então você. Coloca aquilo ele dentro e aí o jogador vai ter isso na ficha dele marcado. O Mestre já sabe como é que é,

então ele tem que costurar. Como desenvolver os personagens dentro da história, que é mais uma coisa que narrativamente pensando em romance, em literatura, a gente sempre procura, né? Então é um jogo bem narrativo, com uma fundamentação mecânica para impulsionar a narrativa. Maneiro, maneiro, legal, cara. E como conta aí do de como, de como a galera pode botar as mãos nesse material aí.

Conta aí. Cara, a gente está trazendo tudo para o Brasil, tudo, tudo a gente, menos as miniaturas, galera, perguntou, miniatura não tem condição. A produção mínima é praticável para o mercado brasileiro, né? Então a gente não tem como trazer isso, anão ser que alguém faça, pô, eu quero comprar 1000 miniaturas, aí a gente dá um jeito de trazer, mas nenhuma pessoa só não vai fazer isso, mas a gente está sendo aí, pô, eu gosto de contar mesmo, porque é um puto orgulho conseguir fazer isso.

O Brasil vai ser o primeiro país no mundo a ter o jogo traduzido. Nós vamos ser os únicos no mundo a ter o jogo em 2025 no idioma próprio, pô, o kickstarter lançou em inglês e espanhol. Espanhol não vai ter antes da gente, a gente vai sair antes do espanhol, sabe? Então a gente tá fazendo um esforço muito grande conseguir uma autorização pra isso. Um Monte de exceção foi aberta pro Brasil pra gente poder

trazer isso. Pô, eu tô aqui falando coisas do jogo, porque eu fui autorizado a falar que nem todo mundo pode. Então isso aí é legal, porque o Brasil vai consumir na língua nativa, né, sem precisar de consumir nenhum momento na língua inglesa. Isso é bem legal. É e aí, enquanto, né, como que você sai e tudo? A gente está com a pré venda e está entrando, né? Agora, começando em junho, nos primeiros dias a gente vai ter um puta de desconto de 20% em tudo, então é qualquer item, Ah,

eu quero comprar 123, tudo 20%. Quem comprar os livros físicos vai ganhar o PDF, né? Que não é uma coisa também que podia na existência, conseguir negociar e tudo, então comprou o livro físico. Na pré venda você vai ganhar o PDF, que são produtos diferentes, né? E é, e vão ter uma porrada de coisa exclusiva. Eu comentei da luz das tempestades, né? Que galera coloca ela numa esfera e pode consumir. Vão ter dados de luxo, que são com um líquido dentro que brilha

no escuro, que é igual. A esfera de tempestades que existem na história, então transformaram uma coisa da história em tátil e funcional no jogo, sabe? São só 100 unidades, porque produzir isso está sendo a mesma fábrica que o jogo está fazendo, né? Que os que o jogo em inglês está fazendo, então os dados todos são exatamente a mesma produção. A gente vai trazer para o Brasil. É igualzinho a mesma fábrica, a

mesma qualidade. Vai ter uma caixa magnética espuminha e tal, cheio de parafernália. Para. Não, esse tem todos os dados, inclusive gostar, é, entendeu? Então todos os dados vão ter isso que aí a galera pode jogar, porra, quem é fã pra caramba ou

quem não é e vai virar. Você tem um negócio que é de dentro da história, vão ser só 100 unidades, então a galera já tá, porra, eu vou ficar no grupo de WhatsApp, pô, como é que eu vou fazer e tal, vai abrir que horas, 8 horas da manhã o pessoal já pode consumir e aí vai ser corrida mesmo, mas vamos trazer. Os dados. É, vamos trazer os dados, o dado de trama, né? O plot day personalizado, né? Que aí?

Dá para usar um D6 normal, mas se quiser comprar ele com as carinhas bonitinhas, né que funciona, baratinha D6 vai ter. Vão ter os dados normais também, com o logo do jogo e tudo e aí vem no saquinho de VU, vem um tanto de dado junto o port day vem um tanto tá, vem 5 não vem só um não e no outro vem o os os dados lá com o port day inclusive é, pô, baralho, nós vamos trazer os 2 baralhos, escudo do mestre, os 3 livros extras que são inclusive um que eu não comentei.

Tem um livro que ele ensina a fazer o personagem enquanto você joga uma aventura. Ah, legal, Hein? A aventura conduz a criação do personagem. Você começa com a ficha em branco e começa a jogar. E aí você pode jogar com O Mestre ou sem O Mestre. Vai ter um modo solo. Você pode jogar, criar seu personagem ali no modo solo. Então tem também essa, essa opção. E aí tem 11 livrinho que vai ser apresentação, tipo ilustrado do cenário.

E um outro que é uma aventura introdutória que apresenta os conceitos da cosméria, apresenta um pouco do mundo, né? Alguns monstros clássicos ali, bem bem característicos. E aí vem os livros básicos, guia de regras, tem tudo isso, livro formato grandão, quase 400 páginas, guia do mundo que é, além de ser uma enciclopédia do mundo, é o primeiro art book da do de qualquer coisa que o branda do Sandes já fez que tem também. Um bestiário, né?

Completo de mais de 80 100 páginas, se eu não me engano e tem a pisa pedras, que é aventura, escrita pelo Brandon Sanderson, que é canônica e é igual. Falei, entra nos livros aí no início da pré venda a gente vai ter os dados de luxo de limitado e vamos ter também o Sleep case de luxo, porque não é um negócio que até no kickstarter era exclusivo, então que teve lá fora né? A gente trazendo a pré venda, mas vamos trazer o mesmo exclusivo. É 2 Sleep case e borda dourada

no livro, né? Tipo, vai falar como é que é isso? Ah, tipo bíblia que brilha do lado, sabe? Então vai ter também na pré venda tudo isso. E aí, pô, a galera tá muito afoita, a gente tem uma noção de de limitação, né, os dados de luxo a gente não consegue produzir mais, então esses 100 e só, e o Sleep case e as bordas douradas que são é exclusivos da pré venda, né? São exclusivos da pré venda, acabou a pré venda, não tem mais, sabe? E além de tudo isso. Quem comprar na pré venda vai

ter hurb access, né? Vai receber os PDFs antes de quem entrar na venda normal. Ou quem entrar antes da pré venda vai receber antes da galera que entrar no finalzinho ali, porque tem o prazo, né? Então a galera vai acessar o conteúdo antes também, que é uma coisa que a gente, pô, está vindo agora, está chegando antes de todo mundo. Além de ter o super desconto, ter o tanto de item exclusivo, ter benefícios nos livros que os livros de capa dura são.

Roths temp, que é o Dourado no livro, o verniz localizado que dá aquela textura legal feitirio marcador de página Dourado, né? Que pra poder marcar o livro sem pisar de ficar enfiando papel postite etcétera é você vai ter ainda o acesso antecipado aos PDFs quando eles estiverem permitidos a serem disponibilizados pro grupo, pro pro público, né? Bem resumido. E o baralho, né, cara? Porque os baralhos são eu gosto muito de baralho quando ele

adiciona novas regras ao jogo. A gente tem o baralho de itens que não adiciona regras ao jogo, mas facilita, né? Para você ter os itens ali é facilita. Ah, porra, tá isso aqui, anotação e tudo. E tem o baralho de de trama que ele entrega formas, é mecanizadas de usar o dado de trama para facilitar e tem eventos que você vai marcando, que é uma mecânica adicional que. Ah, cada x dados de trama usados que sair esse resultado acontece um evento y, sabe, isso é bem

legal. Ah, são os, é verdade, tem os eventos, né? Ele gera mecânica adicional no jogo, então isso eu gosto muito. É muito bom, muito bom, maneiro, cara. Parabéns pelo lançamento, galera. Fica de olho aí porque é isso, né? Vai ser uma correria aí para conseguir todos esses goods aí, todos esses, esses a mais aí, esses bônus aí, esses. Enfim, todo esse material que o Bruno tá trazendo aí pela tría com esse lançamento, então muito

obrigado. É, eu acho que fãs do do do Sanderson e quem não é também fã, vai se dar muito bem com esse material e vai ter muita versatilidade aí de jogo, tanto No No aspecto tático quanto no narrativo. Então maneiro, legal. Vamos para o encerramento. Furtos lendários e assaltos astutos parte 3 os saques mais interessantes e impressionantes da vida da frasquenta. Bom, meu falecido cunhado 1000 anos atrás roubou uma cabeça do Santo de uma lança lá no meio dos esta Terra de plantio.

Vocês devem ter ouvido falar disso. Dizem que foi inclusive assim que o bacharel enlouquecer, tentando achar uma utilidade pra toda cabeça. Pois bem, os taus aventureiros foram em busca da confusão com os navalhas. Acabaram, por sorte, trombando eles em outro lugar. Justiça poética sabe como é o Barracão, bem pertinho de onde a cabeça estava originalmente. Um ladrão sagaz, que não sou eu, jogou a cabeça. Lembre se comparsas ladinos larápios e astutos ladrões.

É o triplo a auxílio mágico, astúcia e audácia. Os navalhas foram atingidos por uma onda de lopidão com inteligência de frango. Babaram mesmo, sabe como é? Até tentaram achar a fonte, mas alguém tinha deixado a tal cabeça invisível. 25 mortos, mortos depois, claro, para tirar do spa do estado vegetativo que ficaram pobres em chegaram até convidar um Ceifador a lado de tanta carnificina. Foi cegado e tomou flechado também. O pessoal tem até as pena para provar.

Gil, o bastardo. Esse tantos outros são rumores vindos do jogo do mundo aberto de beergoten. Se você quiser explorar aventuras como essa, pode entrar inteiramente de graça no nosso grupo. Siga o link lá no inscritivo do episódio e jogue beergoden com a gente. É isso aí, muito obrigado por ter ficado ouvido a gente até agora. Eu vou deixar aí uma pergunta na nossa enquete para você responder. A primeira é, se você já leu alguma coisa do Brian Sanderson, então eu vou deixar aí 2 opções,

sim e não. Depois vou deixar obviamente os comentários abertos para que você possa comentar. Aí, o que que você acha do sistema de magias, do do do Sanderson, dessa ideia aí de de que as magias precisam ter aí 11 sistema, uma coisa compreensível. Ou se você gosta da magia mais Mística, sei lá, deixa aí o seu comentário a respeito disso. É lembrando que vou deixar também os links, né? Primeiro link do nosso parceiro

ovelha negra, que é a fes. Para você usar o cupom CCDE pedir um café artesanal incrível, deixar também os links dos anúncios aí do salão aberto do RPG do ojô você jogar ethereum Express outras outras aventuras, né? O link do após o café com dângel e um link para você jogar beergoten que voltou aí na nossa quinta temporada é deixar também os links citados no episódio. Agora deixar o link da tria editora aí com o cosmir RPG para você participar aí do da da da

pré venda, né? É deixar também o link da tria editora no Instagram e um link para o stormlight archive aí do Brian Sanderson na Amazon. Caso você queira dar uma conferida e não conheça ainda é, no mais, queria agradecer é vocês que estão que que participam aí do do nosso projeto, né? E lembrar que você, caso você queira que a gente volte a ter 5 episódios semanais e resolva ajudar a gente, considere apoiar o nosso projeto e a sua expansão lá no apoia.se barra café com danjo.

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Obrigado ao pessoal que apoia com nível incentivo, incluindo aí o Denis Carvalho. Brando demais é o pessoal do nível de apoio comunidade, incluindo o Gabriel Gomes yunger lumpras, o Tomás Gomes Rodrigues e o Yuri sayé da rocha Miranda. Um Salmo especial para os assinantes do nível RPG do Jô, dentre eles o Caio Palma Fernandes, o Felipe scostag, o Leo paixão, o Pedro biziner e o Rudolf Helmut. É e um abraço aos nossos membros do treinamento, ó eu fantasy.

E eles são, Abílio Júnior, César Machado, Daniel Haidar, Diego seistito, Leo gasparuto, menini, Marcos Gonçalves e o Pablo Rodrigues Lima. Por fim, um imenso agradecimento aí ao nosso membro café com balbi, o Thiago Augusto galera valeuzaço pelo apoio. Um abraço e até a próxima. E hoje é sem muita gracinha que eu perdi a lição no leite, fazer tudo de novo.

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