12 Agendas Criativas no RPG com Thiago Rosa #0073 - podcast episode cover

12 Agendas Criativas no RPG com Thiago Rosa #0073

Feb 27, 20252 hr 5 minSeason 2Ep. 72
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Balbi e Thiago Rosa, da Dragão Brasil, trocam uma ideia sobre agendas criativas, debatem o conceito e elocubram a respeito de sua utilidade e da forma com que as pessoas as utilizam.

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  • Jefferson Antunes

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  • Vinicius Caldas
  • Andre Dotpegaso
  • Luiz Guilherme Dias de Souza
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Um abraço aos membros do Treinamento Oilf:

  • Abilio Jr
  • Cesar Machado
  • Daniel aidar
  • Diego Sestito
  • Douglas Baiense
  • Leo Gasparotto
  • Marcos Gonçalves
  • Matheus Piqueira
  • Pablo Rodrigues Lima
  • Rafael Bardal
  • Bruno Cobbi
  • João Burlamaqui
  • Gui Providello

Imenso agradecimento aos membros do Cafe com Balbi

  • Thiago augusto

Transcript

Eu já discuti muito sobre diversão no RPG, né? Primeira temporada do café foi cheia de discussão a respeito disso. Muita gente fala que eu sou inimigo da diversão por conta, por conta das das posições que eu firmei. Mas na minha cabeça, diversão é um objetivo óbvio de todo jogo, de várias atividades humanas, né? Mas eu acho que a gente consegue discutir RPG e jogos para além da diversão. A diversão é uma coisa que a gente meio que vai buscar mesmo, né? É, parece que ninguém joga pra

se aborrecer. Eu acho que tenha muita gente que que curta aí, jogo de desafio e elden ring, por exemplo, ou jogos Souls. Aí que seja uma coisa que a gente se irrita. A gente, ainda assim, está se divertindo com essa irritação, se a gente tivesse, de fato, aborrecido. De um jeito que a gente não queria, a gente não buscava jogar. É o danring, né? Oo esse jogo os sous aí.

Então, no fim das contas, me parece um pressuposto a gente falar de diversão, mas diversão é essencial para ORPG, Eu Acredito que não, porque se fosse essencial não seria RPG se a gente não tivesse se divertindo. E a gente pode ter um jogo chato, tá? Inclusive é um mote meu, né? Uma frase que eu costumo falar que. Eu defendo o direito alienável de todo jogador de RPG ou mestre jogar uma sessão merda, ou seja,

não se divertir com aquilo. A gente não tem que Temer, a gente não se divertir com aquilo, porque tem que ser natural que isso aconteça eventualmente, até pra quando a gente se divertir, a gente ter contraste, né? Então o que que é essa diversão? Como é que a gente busca isso? Uma coisa tão subjetiva, uma coisa tão difícil de se discutir, eu mesmo, eu mesmo olhando pra mim.

Não sei dizer exatamente como eu me divirto, eu sei o que acontece e quando eu olho eu tô me divertindo, mas eu consigo dizer que eu me divirto por conta do fator AB ou c especificamente, ou 30% de a 20% de BEO resto de c não sei, cara, não sei. Pra mim é muito, é muito viagem ficar dizendo que você sabe fazer os outros se divertirem. O que você deveria se importar muito com isso?

Acho que a gente deve se importar minimamente, a gente deve se importar com a diversão dos outros, num esquema de construir condições pra pra que as pessoas busquem a sua própria diversão ali. E pra mim foi custoso chegar nessa conclusão, porque até então eu eu tinha. É me dado muito, muita responsabilidade de divertir os jogadores da mesa, né? Isso vem muito. Dessa pesquisa de cara, quem são os jogadores com quem eu tô jogando, como eles se divertem, né?

Quais são os tipos de diversão? Desde dragão Brasil, né? A gente tem lá o jogador que é advogado de regra, que se diverte lendo as regras do livro e buscando do do dos livros mais obscuros, alguma regra para se dar bem. Ah, a gente tem um jogador explorador, a gente tem um jogador ator, a gente tem um jogador que, enfim, a gente tem várias taxonomias que aparecem por aí. O Robin Law traz isso, né? Alguns manuais de RPG trazem isso sempre com essa ideia da gente tentar divertir o jogador.

E eu comprava muito isso e eu ficava tentando identificar, né, pô, mas o porra, esse jogador aqui que eu jogo sempre, ele é assim, assim, assado, e no fundo alguma coisa me dizia que isso era difícil demais, cara que eu devia, sei lá, olhar para outro lado. Pra mim fez muito sentido quando eu comecei AA entrar com contato com os textos que criticam a

diversão. Não porque não querem se divertir, é claro que querem, mas porque acham que a discussão passa por outros caminhos, que a gente pode olhar pra outros lados, né? Se em primeiro lugar eu entrei em contato com essa ideia de agenda criativa, quando eu tava vendo esses autores que criam essas classificações de jogadores, os tipos de jogadores, né, e olham muito pra esse lado. Quando eu comecei a entender, né, as críticas da diversão, eu comecei a olhar para outra

ponta, olhar para os jogos, né? E aí é, eu comecei a entender uma coisa interessante, que muitas vezes a gente buscando a diversão dos jogadores incessantemente, a gente deixa de lado fundamentos de jogo. E jogos são dotados de momentos de frustração. Né? Recentemente, lá no grupo do café, o Kobe linkou um artigo muito interessante chamado the Def of Mining. Tem um ponto que ele fala assim, os jogadores estão entediados. Eles sabem, no fundo, que é tudo uma farsa.

Isso não é só no DID, é a cultura de jogo Moderna como um todo. O absurdo drenou tudo da ideia de consequência. Vilões são empáticos, os heróis não são dignos. E as apostas não, não não estão em nada relevante. Nos afogamos em ironia em pós, ironia no meta, comentário em tudo que serve para evitar sinceridade, porque sinceridade ela é perigosa. Sinceridade requer algo de você. Vamos botar em panos limpos isso. A morte da sinceridade não é um

acidente. A obsessão com um absurdo, com a ironia, com tudo que é só pra se divertir, é um mecanismo de defesa da nossa parte. Uma forma que a gente encontra pra não encarar as verdades difíceis da vida, pra gente fingir que a gente não liga pra nada. Se você admitir que deve haver algum peso na fantasia e no Wi-Fi, então você tem que admitir que as suas escolhas no mundo real importam também. E isso aterroriza as pessoas. Acho que esse texto, quando eu li ele, ele me trouxe para esse

lugar de novo, né? Da gente entender que a gente fica querendo divertir todo mundo e a gente obviamente acaba indo para um caminho de não frustrar as pessoas. E jogos frustram as pessoas também. Faz parte do jogar em algum nível existe isso. Por outro lado, a gente vê não só no RPG, mas nos videogames e em outros jogos. A gente vê os produtos lidando muito mal com essa história do fracasso no contexto da

diversão. Por isso que se discute tanto é o the ring e os jogos soul like, porque parece que cara é proibido se frustrar. A gente vive numa sociedade em que se frustrar uma coisa que muitas vezes é contra, vai, vai no sentido oposto da diversão. Do dinheiro, do lucro. E no RPG isso se traduz nesse mestre sobrecarregado que atravessa a experiência da mesa, né, que é o intermediário entre o jogo do game designer e a mesa e a experiência dos jogadores.

Então esse mestre, ele acaba se voltando a tudo que ele pode recorrer para divertir os jogadores, né? E se ele olha para o jogo, ele olha e fala, Hum, se o jogo traz frustração, eu vou trazer tudo que não é do jogo. Né? E que pode me ajudar a controlar

essa experiência aqui. Então ele vai lá e aposta em tocar banjo, em fazer dublagem, em projetar OVTT na parede, em jogar com as miniaturas em cima da televisão, em fazer cinema 4 d em casa, em comprar aplicativo de efeito sonoro, tacar fogo no papel que cobre miniatura para revelar ela em cima do do Tabuleiro. Fazer encenação fora da sessão, trabalhar o hype da galera, fazer própria, fazer PrEP, fazer aula de teatro, estudar psicologia, fazer cosplay.

Vale Tudo pra divertir a galera. E nada disso, no entanto, se relaciona com o fundamental do RPGE. Sem ser fundamental, você corre o Sério risco de do banjo virar um showzinho merda aquela dublagem virar um constrangimento. OVTT projetado dá sono, a televisão vira distração, né? Aquela Oo hype que você quer gerar vira encheção de saco, né? A prope vira tralha e a PrEP vira teimosia, a psicologia vira tortura e o cosplay virar um sabe uma coisa meio exagerada para mesa?

Aquele trol de 6 m vira uma miniatura de 5 cm. Né? anão ser que você se garanta muito nessas artes paralelas aí nesse metajogo, a ponto de você desarticular o jogo da mesa pra galera focar no seu show particular. Eu acho isso um pouco triste, porque deixa os fundamentos de lado e definitivamente a gente acaba olhando mais pro que é supérfluo do que pro que é base no RPG, porque a gente conhece pouco de RPG.

É tudo Mato ainda. O RPG tem pouca autonomia em relação a outras mídias e em relação a outros jogos. Se o witching tem, ele tá certo. E eu acho que ele tá, né? E ele fala que jogos são tão diferentes entre si, que é diferente a gente dar uma definição de jogos. Eu Acredito que RPG ele é tão especial quanto os outros jogos. E por ser tão especial, ele merece autonomia.

Mas a gente não tem. A gente pensa jogos, RPG através de outros jogos, através de videogame, através de board game, através de literatura, através de cinema, de teatro. Mas a gente esquece do RPG como linguagem. E eu não tô dizendo que a gente se preocupar com as diversões, com a diversão dos demais, não seja importante.

É importante. Mas acho que todo mundo, se a gente se preocupar com com a diversão dos outros, no sentido de não atrapalhar, que todo mundo busca ali naquele jogo a sua diversão, a gente vai chegar num lugar comum, legal, pra todo mundo se divertir, entende? Enesse.eu. Aprendi a olhar menos pro jogador e olhar mais pro jogo. Por isso que a minha concepção pessoal de agenda criativa.

Não é agenda criativa do jogador, como como leu o Robin Law, como como a galera costumava interpretar, olhar para o jogo é o que eu vi o pessoal fazer na user net, na naqueles fóruns de discussão lá que acabaram culminando Na Na forj e na teoria GNS do room. Edwards, né? Então se a gente tem ali No No início, né? No nas discussões de RPG no início da internet.

Se a gente tem uma galera que começa a deixar de lado uma visão de agenda criativa olhando pro jogador e começa a adotar uma visão olhando pro jogo, aquilo passou a fazer mais sentido pra mim. Eu mergulhei bastante nisso. No caso, lá Na Na usinet, a gente IA ver a Mari kuner propondo essa ideia de agenda criativa e ela trazia essa ideia de agenda criativa como um contrato de grupo. Ou seja, como grupo se alinha para jogar. Mas é se alinhando em torno de um jogo, né?

E o Ron Edward também puxa para o lado do jogo, entendendo que agenda criativa não é exatamente dizer como é o jogador. Também não é sobre dizer como é o jogo, mas é dizer como os jogadores tomam decisões dentro dos jogos. E nesse ponto ele traz, é OA tal da GNS, né? O gemismo, o ativismo, sim, o accionismo que a gente conhece, entendendo que de forma fluida, os jogadores decidem as coisas

durante os os RPGs. De acordo com essas 3 agendas principais, gemista, narrativista, simulacionista e aquilo ali me abriu o olhar pra essa coisa de olhar agendas criativas, não a partir dos jogadores, mas para as decisões que eles tomam. Isso me levou a trazer pro jogo e tentar entender que pra mim. Hoje em dia eu balby.

Eu entendo que jogos de RPG, eles propõem uma agenda criativa principal, e as outras, talvez a gente dialogue com contar histórias, com construção de mundo, etcétera etcétera, mas isso acaba funcionando na mídia e a gente acaba utilizando elas como ferramental pra agenda principal que a gente tem, né? Então, por mais que a gente olhando pelo pelo olhar do room Edwards, né, da Ford, da GNS, se a gente olhar o fiasco, a gente vai entender que o fiasco ele tem uma agenda geral, né?

Normalmente os jogadores vão tomar decisões de acordo com o que é a melhor história, né? Narrativismo. Mas de forma geral, a gente vai ver também ali jogadores muito, em muitos momentos disputando recursos narrativos para contar essa história logo. Existe também uma agenda de desafio ali. Existe também uma agenda de simulação olhando pelos olhos do Ron wagers, porque eles estão recortando uma ficção com uma intencionalidade e fazer isso por si só já é uma, já é simular.

Então a gente teria a todo momento essas 3 agendas conjugando e eu balby. Acredito que é melhor a gente deixar de lado as agendas, é concomitantes e a gente focar em uma e produzir o jogo em torno dela. Por quê? Porque eu alinho melhor com os jogadores dessa forma. E eu falo, olha só se eu estou propondo o xilowell fantasy. O xilowell fantasy fala sobre desafio, então os mestres desafiarão e os jogadores serão desafiados. Vocês contarão histórias

naturalmente dentro do RPG, né? Essas essas histórias são ferramentais para imprimir ou superar. Desafio é O Mestre criando um gancho para que os jogadores sejam atraídos para o desafio, ou os jogadores lançando mão de um caô, por exemplo, para escapar de um desafio. Específico, por exemplo, capturados pelo rei goblin. Eu encaro dessa forma hoje em dia e eu passei a olhar a agenda

criativa através do jogo. Não como Ron AdWords, que olhou pra como os jogadores decidem, não como o jogo diz que os jogadores devem tomar decisões na minha cabeça, não como um contrato que os jogadores têm em torno do jogo, como colocou a Mari kuner, mas como. Como o jogo se impõe, como o jogo traz, como o jogo se recorta enquanto simulação e como ele seleciona ferramentas pra ser jogado, eu encaro dessa

forma. Com o tempo, porém, eu vim percebendo que a gente não precisa se apegar a uma coisa só e que essa toda essa confusão que tem na comunidade a respeito desse termo agenda criativa, ela não é um problema necessariamente. Trazendo ali a partir do Whindersson, né? De que jogos de RPG? Jogos são especiais porque são muito diferentes entre si e por isso ORPG é tão especial quanto qualquer outro jogo e por isso

merece autonomia. Eu Acredito que a gente merece lentes diferentes para analisar diferentes jogos e inclusive para analisar diferentes RPGs. Essa visão eu peguei de um livro chamado book of lensis. Né? Que é um livro de games hign que ele fala que a gente pode trazer lentes diferentes para analisar jogos sob diversos contextos diferentes sobre AA partir de diferentes pontos de vista.

E por isso, se a gente pega uma lente para analisar as agendas criativas olhando para o jogador, a gente vai ter algumas respostas interessantes. Se a gente pegar uma lente para analisar o agendas criativas através das propostas dos jogos, a gente vai ter. Respostas interessantes também.

Se a gente pegar a lente para analisar a partir das agendas criativas, conforme registros momentâneos, dentro do jogo, a gente vai olhar também para certas respostas interessantes que o olhar do room webbers traria, né? Na GNS, então, a gente pode ter diferentes visões sobre o que que são agendas criativas, é claro, como propôs o Marcos Gonçalves lá no na comunidade do café, a gente poderia até forçar. Uma nomenclatura, né?

Agendas pessoais para as agendas dos jogadores, especificamente, o jogador que gosta de que é o advogado de regras, o jogador que gosta de explorar, o jogador que gosta de socializar, beleza, agendas pessoais, agendas criativas, de repente guardar isso para os jogos, né? Agendas de registro, sei lá, sei lá. Botar nomes específicos para essas visões diferentes é possível. É possível, mas dificilmente a gente vai fazer isso.

Dificilmente vai aparecer alguém com uma teoria geral, porque teorias gerais são avessas a jogos, né? Como diz o inchenstein. Então talvez seja melhor a gente entender o ponto de partida de cada lenteenesse.eu me deparei um dia com uma notícia, né, que o próprio autor me trouxe. Ele falou para mim, bauber, eu tô fazendo é artigos aqui sobre agenda criativa. Eu tô propondo uma agenda criativa. Minha, minha, não, né? Uma agenda criativa nacional brasileira, que olha os

jogadores brasileiros. Por quê? Porque lançar esse olhar é tentar entender que ora, isso aprendi com design, né? Se de certa forma a gente está jogando, a gente joga com pessoas, né? É impossível a gente dissociar esse fato. A gente. Os jogos não se jogam sozinhos, logo. Né? A gente, a gente tem que entender as pessoas, não necessariamente pra divertir essas pessoas falando que, Ah, eu tenho que trazer fogos de artifício porque esse cara gosta

de fogos de artifício, não. Mas entender que artefatos são esses, esses jogos, como eles surgem e como eles surgem, justamente da interação, do da proposta lúdica com o que cada um busca. É a gente olhar esses jogadores, não enquanto espectadores, enquanto ouvintes, de música, enquanto plateia. Enquanto pessoas que precisam ser entretidas, né? É não olhar eles através do olhar necessariamente da literatura, do roteiro, é do

cinema, nem nada. Assim a gente olhar os jogadores através do olhar dos jogos e de como eles se conectam, né? Isso é uma coisa muito interessante que o game design traz pra gente. E o Thiago rosa, da dragão Brasil, foi esse cara. Que resolveu construir 1111 lente Pra Ele, Pra Ele analisar jogadores e jogos. Jogadores inclusive brasileiros, porque, afinal de contas, somos diferentes dos jogadores da forj.

Somos diferentes dos jogadores dos Estados Unidos ou da Inglaterra, somos diferentes dos jogadores da usinete, mas olhar eles a partir dos fundamentos do jogo, dos fundamentos do RPG. E ele criou uma lente muito interessante que traz pra gente 12 agendas criativas, segundo ele mesmo, Thiago rosa, da dragão Brasil, da jambô, que tem esse histórico tão próximo do nosso público e de suas características. Então, vamos lá, vamos conhecer essas 12 agendas criativas.

Meu irmão, você quer ir tomar um café? Ainda que eu quisesse ir, minha ajuda apertada não permitiria. Bom dia amigos do café com dângio. Estamos aqui para mais um episódio, seu podcast matinal favorito trazendo sempre muito RPG. Meu nome é Rafael balbi. Hoje o meu café é para aquelas pessoas que gostam de aventura, com um Retro gosto de mistério, que gostam de exploração, mas odeiam problemas lógicos. O meu café. Serve para essas pessoas.

Para as demais eu sugiro outros sabores, porque o café ovelha negra tem sabor para todo gosto. Então se você quiser contemplar aí a sua agenda degustativa, você pode ir lá no site da ovelha negra, né? O ovelha ponto café e comprar o café da sua preferência, utilizando aí o cupom para ouvintes do café com dângel, o cupom CCD tudo músculo que você

vai ter um desconto. Mas se você quiser um desconto ainda melhor, você pode se tornar assinante do café com dângel, que aí você consegue cupom progressivos de acordo com seu nível de apoio. Então cola lá em apoia.se barra café com dângion e apoie o podcast, que aí você, dependendo do seu apoio, vai ter descontos bem maiores, né? É? Fora isso, você participa de sorteios dos nossos parceiros, inclusive da ovelha negra. Mas também de jogos aí, das editoras parceiras e tudo mais.

E além disso, você também recebe cupons. A gente tem cupom aí da caramelo, a gente tem cupom da jambô, tem cupom da também da retropunk, tem da capcat games, a gente tem bastante cupom aí. Então você pode aproveitar e além de tudo, você recebe conteúdo extra e participa de um grupo de Telegram. Muito maneiro que curte trocar ideia sobre RPGA exaustão tem sempre tem uma discussão maneira rolando lá, então cola aí apoia ponto, AC barra, café com

dângion e torne se um assinante. Mas vamos lá, vamos para o episódio de de hoje, sem, no entanto, esquecer de passar pelas nossas enquetes. Simbora bom, a enquete é relativa ao episódio. RPG palestrinha em que eu entrevistei o éclisson, grande figura aí do dos grupos de WhatsApp de RPGE, que tem um podcast aí, né? ORPG está palestrinha é um podcast muito duro, show selfie, muito punk e muito interessante é. Eu perguntei pra galera, você já pensou em ter um podcast?

E 68,2% das pessoas disseram que sim, a maioria é interessante, né, né? Bom, acho natural isso, né? Todo mundo quer se expressar e podcast é um jeito ali de você, meio que sei lá conversar, né, mas ao mesmo tempo é, sei lá, levar tuas ideias pro mundo, então acho natural isso é que nem tem uma banda. Quem nunca pensou em ter uma banda, né? Maneiro, bom, vamos para os comentários, também teve bastante comentário interessante

aqui da galera, é? Se sentindo é, sei lá, identificada talvez com o éclisson, não sei, mas Oo Davi Ribeiro Lima falou, não entendi nada que o éclisson disse, precisava de uma britadeira batendo perto, um carro passando respiração ofegante, outro barulho da rua para melhorar, é isso aí, Davi, é legal, né, cara? Eu acho essa espontaneidade do podcast do éclisson muito interessante, de fato. Ele passa pela rua, vai falando, vai gravando e você vai ouvindo o dia acontecendo em torno dele,

que é muito interessante. Você se vê dentro da rotina do cara, né? Isso é muito legal. E por mais que a gente é que a gente tenha esses barulhos, ele se faz entender pra caramba, né? Ele ele é um ótimo orador nesse ponto, então é fácil entender o que ele fala. Então, legal, cara, é maneiro. O bardal, o grande bardal falou que só para dizer que adorei o episódio. Além do ótimo papo sobre RPG, muitas lições de vida, essa dupla rende muitos episódios ou um novo podcast é cara o

élisson. Ele já tem o problema de tempo dele, né? Então é difícil chamar o cara para. Pra fazer mais episódios assim, mas obviamente eu vou tentar fazer é chamar ele aqui na agenda dele pra pra pra conseguir mais episódios. Mas também não quero atrapalhar o cara pra gravar a próxima temporada dele, né? É, mas é isso aí, cara. Acompanha o podcast do cara? É bem maneiro também. Então tá recomendadíssimo aí, valeu bardalo.

O Diego Emanuel falou que acha interessante que suas que as nossas enquetes aqui no café não são para saber a opinião do ouvinte, são para saber quem está errado na sua opinião. Cara, eu não entendi muito bem. Eu costumo perguntar geral, né?

Mas obviamente que. É, sei lá, se o episódio é sobre um tema específico, eu quero saber se o cara concorda, é porque eu quero a opinião dele, mas também acaba servindo pra gente ver se a galera concorda ou não comigo, que é muito interessante pra galera adora discordar, né? É, mas é isso aí cara, discordar é viver, né?

Valeu Diego, o Pedro Ferreira falou poder dividir as experiências EE aprender com o diferente foi o que salvou o meu hobby, eu tava bem cansado de RPG, aí abriu um podcast, eu saio da Taverna. E uns 4 meses depois conheci o café. Obrigado pelas conversas nem sempre fáceis sobre o nosso tão amado joguinho.

Balbi, pô, tamo junto. Pedro, valeu pela indicação aí do série a Taverna galera dá uma ouvida e legal cara saber que o café te ajudou nisso aí é, acho que a gente ter conversas difíceis mesmo sobre RPG é sempre importante pra gente aprofundar o assunto, né cara? A gente extrapolar a Barreira da diversão é sempre importante. O Bianco Dantas falou, tenho acompanhado a segunda temporada do café. Pontualmente e vem me ajudando muito como jogador e como

mestre. Não sou de ficar comentando, até porque meu tempo é bem escasso. Porém, vendo o acerson por aqui, foi obrigado a deixar o meu relato que esperava bem pouco do episódio, já que eu também fui mais um que entrei nas discussões acaloradas com o convidado nos grupos de WhatsApp. Mas te falar que sai com uma perspectiva diferente e obrigado a concordar em alguns pontos, muito bom. Ele acha que somos 3 teimosos a 100 km por hora. Tem razão, cara, tem razão.

Acho que teimar é. É interessante, né, cara? A gente acaba vendendo caro nossos pontos, mas a gente cria muitos pontos de contato também, de ideias. Quando a gente teima, né? Se a gente simplesmente, sei lá, vai colocar a ideia que aparece na nossa frente, a gente acaba não confrontando as coisas. E eu acho que desse confronto vem muita coisa interessante, inclusive como é quelisson, né, cara? Você vê como é quelisson, é. É um cara aí que que já já viveu poucas e boas na comunidade, né,

cara, então é é legal isso, né? Como eu falei, esse cara é chato, mas é um em algum nível. Eu posso dizer que ele é meu amigo, estamos junto, cara, e curte aí Oo podcast do cara que é maneiro, né? É beleza. Vamos lá para o próximo comentário, né? O Leonardo Menezes. Ele falou que veio buscar conteúdo de RPG e acabou saindo com uma nova perspectiva sobre a

vida. No início, ele achou que o Éverson fosse apenas um policial da diversão, mas ao longo do podcast ele percebeu que muitas vezes quem critica só tá demonstrando que se importa com o que você criou antes. Quando ele recebia críticas sobre algo que ele não via como um problema, isso deixava ele frustrado ou desanimado. Agora entende de outra forma? Obrigado por esse podcast. É isso aí, Léo, cara, eu acho que isso foi uma das coisas que me chamou a trazer o episson, né?

Eu ouvi o podcast dele, achei super legal. É, acho que o último contato que eu tive com ele foi numa discussão. A gente não terminou legal a conversa, mas eu acho muito legal a gente poder trocar ideia, né? EE trocar críticas e discordar mesmo, né? Se a gente fizer isso com. Com com tranquilidade e saber que muitas vezes a gente vai até perder a cabeça, mas que a gente pode tirar algum proveito disso e estabelecer laços. Eu acho isso muito interessante.

Então foi com o metrô, me me me moveu a trazer o élison aqui, além de poder divulgar o podcast do cara que eu ouço gosto. EE, acho interessante como eu falo, né? Eu, eu tenho concordado bastante com o élison até. E eu gosto de acompanhar podcasts com com os quais eu discordo. No caso do Edson não tem sido assim, mas ainda assim tenho ouvido. Ele é um dos poucos podcasts com quem eu normalmente concordo que eu tenho ouvido. Então valeu.

E o Marcos Gonçalves falou que ele começou a ouvir recentemente o tomos revelados e acha que ele tem uma pegada que todo fã do café vai curtir trazendo. Artigos trazidos para debate é artigos traduzidos para debate lá. Do grupo de assinantes veio meet cast. Do André que ele está adorando acompanhar a jogatina solo do DM dmn e desaventuras do personagem Arnaldo, muito bom, cara, o mitcast que eu recomendei aqui No No episódio do MIT que né?

É é muito legal o André jogando sozinho, ele ele também articula muito legal, é legal ouvir o cara é, e o Tommy revelado já teve aqui no café, né? Eu já chamei OOO pessoal aqui pra falar da dângeo deles de dângeo de uma página e pude. Compartilhar que é outro podcast que eu gosto muito, né? Também concordo bastante com os meninos lá e ainda assim ouço, né? Eu gosto muito do da curadoria de artigos que eles fazem e acho que vale muito a pena.

A galera que curte o café ouvir. Eu acho que é um podcast muito próximo assim. Então recortar aí a recomendação do Marcos, que eu assino embaixo, mas beleza, vamos para o episódio. Essa que aconteceu lá na Montanha da alcarina. Acho que a Elsa chama aquela Serra de a muralha, mas eu tô falando de um paredão inconfundível, com várias entradas de caverna que faziam

um desenho de alcarina. Na época, o lugar era infestado de aranhas e todas as teias que elas espalhavam pela floresta do casulo se encontravam na boca de uma caverna específica, o lar da Viúva Negra. As teias tensionadas entravam uma música triste quando tocadas pelo vento, produziam um som tão melancólico que era capaz de minar as energias até da guerreira mais determinada. Aquele lugar é especial pra mim.

Foi por aquelas Montanhas que eu saltitei logo atrás dos calcanhares da Elsa, aprendendo todos os truques que me mantém viva até hoje. E foi por causa dos ensinamentos da magga que eu o lilinha e a pequena companhia de lunáticos que tinham concordado com aquela missão suicida. Tínhamos os ouvidos cobertos por cera de abelha. Isso evitava que a música mais fica produzida por aquela fauna

nos abatesse. A missão devia ser simples, entrar na caverna da Viúva Negra, fritar aranha maior, correr pelas nossas vidas antes que as aranhas menores conseguissem nos alcançar. Mas eu precisava que o linho entrasse na caverna comigo. E aquele magu desgraçado é tão genial quanto é covarde. Ou talvez ele só seja mais prudente que eu por passar tempo demais com aquele nariz feio enfiado em livros. De qualquer forma, eu não me orgulho das chantagens que eu fiz para convencer ele a me

seguir caverna dentro. O que importa é que eu consegui. Dizem que quando você olha para o vazio, o vazio olha de volta para você. Não tem outro jeito de descrever o que é só sobre o olhar atento da Viúva Negra. Não era a primeira vez que eu enfrentava aquela criatura e eu pude sentir o ódio que emanava dela na nossa direção. Eu tentei um acordo. Caso você não saiba minha devoção, adeus a Maria Joana. Me dá habilidade de conversar com animais. A resposta da aranha foi,

silêncio. Predador opressor, assassino. Dei um passo para trás, evitando movimentos bruscos. Depois outro e mais um tem chamando o lilinha a tocar meu ombro. Ele tatiava o ar tão cego pela escuridão do Brasil quanto eu. Você pode até discordar e ele nunca vai admitir, mas a única coisa que impediu que o lilinha saísse correndo de volta pela boca da caverna quando aren se aproximou da gente se chama amizade.

O toque dele no meu ombro disse mais que esses poemas frulentos diversos decassílabos que ele adora. Daí a culpa e o medo por colocar a vida dele em risco. Mais uma vez me despedaçaram. Mas eu não tinha tempo para ruir. Eu jamais me perdoaria se. Agarrei a Manga da túnica dele e puxei para baixo, num convite irrecusável e nada gentil para se ajoelhar no chão comigo.

A medida que nos abaixávamos devagar, erguei meu escudo sobre nós 2. Fechei os olhos, clamei para que Maria Joana me permitisse canalizar sua luz. Uma calma se espalhou pelo meu corpo. Senti minha cabeça mais leve. Então a luz brotou como uma faísca em folha seca. Sou lurandé. Anunciei meu escudo se iluminou. No instante em que a Viúva Negra avançava para nos pegar, mirinha também gritou alguma coisa que

eu não entendi. Ele tinha em Richie a varinha que a calhou que tinha nos emprestado o estampido como por toda a caverna, então, estrondo ensurdecedor e uma descarga de energia gigante fizeram o chão tremer. A escuridão que nos envolvia sumiu, e eu queria dizer que eu fui tomada de euforia. Eu abracei meu amigo, comemorei nossas vidas, mas nós sabíamos que a caverna aguardava outros perigos. Corre, corre, porra. Foi a voz dele que me trouxe de volta do ator do amerd.

Nós corremos e vivemos para contar mais essa história. Mas foi por pouco, foi por muito pouco. Esse e tantos outros são rumores vindos do jogo. Do mundo aberto de beergoten. Se você quiser explorar aventuras como essa, pode entrar inteiramente de graça no nosso grupo. Siga o link lá no inscritivo do episódio e jogue beergoden com a gente. Muito bem, vamos ver a minha agenda. Agenda criativa bom, esse tema já teve aqui no café algumas

vezes na primeira temporada. Na segunda teve um episódio específico de agenda criativa, mas de forma geral, para quem não está ligado. Agenda, agenda criativa, quando a gente fala é de como a gente vai alinhar expectativas, né? De pessoas, jogos. Produto em cima de uma proposta de jogo ali do que que a gente quer jogar, né?

Esse é um tema que foi muito trabalhado em diversos âmbitos, mas a gente aqui no café trabalhou muito a partir ali do que que o Ron AdWords trouxe na GNS big model, né? É uma discussão que começou na usernet lá com a Mari kuner, inclusive é trouxe ali uma ideia de contrato de grupo, ou seja, já trazendo essa ideia de alinhar. Né, as vontades das pessoas. Mas o Edwards trouxe já uma questão que não é pra alinhar, é exatamente contrato de grupo E tal. Era sobre decisões, né?

Ele ele abordava com foco nas decisões. Não é exatamente sobre pessoas e não é exatamente sobre sistema, é sobre sobre como elas decidem. Ele fala lá de 3 modos diferentes, que as pessoas tomam decisões e que veem seus objetivos durante o jogo. Isso foi muito bem abordado recentemente. Nantragão Brasil em 2 artigos, aí na edição 209 e 210 11. Grande Thiago rosa, que olha só que Felicidade está voltando ao café com dânjão pra tomar um café comigo? Fala aí, Thiago. bem-vindo,

cara. E aí o balbby sempre foi um prazer estar No No café com dângel, então tipo anos de história No No RPG assim é um é um Marco. Tô muito, muito feliz de estar aqui de. Morreu? Pô, volte sempre, já convidado pra voltar, porque assim? Assim a gente vai. A gente tem muito assunto para trocar, né, cara? Muita ideia para trocar a respeito de RPG e essa é uma delas que já estava engavetada há muito tempo, né?

Tipo essa coisa de agenda e tal. A gente sempre sei lá, eu lembro, eu tenho memória da gente em Brasília. A gente foi convidado lá para é pro joga Brasília, que a galera do chinchila levou a gente. E no quanto a gente tava falando de de agenda criativa, de Ford, de não sei o que eu falo, cara, eu tenho tanta é é quando eu encontro com o Thiago, é tanto assunto de RPG que dá pra trazer pro café, né?

Então esse é um deles. Agenda criativa, cara, como é que como é que você você abordou a agenda criativa na da g no Brasil? Você primeiro começou na 209 dando noções gerais, né, de agenda criativa e trazendo momentos gringos, né? Como é que foi esse rolê aí? É primeiro a gente No No primeiro artigo é assim, o que eu o que eu decidi. Eu falei, eu quero falar sobre a vida criativa dentro do nosso, fazer uma coisa brasileira nesse

sentido. Só que eu pensei, cara, pra fazer isso eu tenho que dar pro pro pro público, né? Pros nossos leitores, uma base pra eles entendendo o que que eu tô falando, não posso chegar no hora e falar, isso aqui é isso aqui, tipo, porque eu sei isso, sabe? Então eu fui atrás, tipo, é explicar, é as visões, é de agendas criativas que a gente tinha antes, né? Aí até peguei uns teve. Durante a pesquisa, eu peguei uns exemplos que eu nem tinha, tipo coisas que eu li no agora

esqueci o nome do livro. Putz grila tem um dragão na capa. O lusiff shift. É, é lousef shift esse. Esse aí? Não. Na lousef shift, eles falam de uma discussão que teve nos anos 70. Na Na different words que eles estão com, estão falando sobre isso e tipo, quando eu li o livro, eu não vi isso como uma discussão de de agenda criativa, porque ele não não Oo franding que ele usa o livro não é esse, né?

Ele está falando que é falta de gerações e tal, mas sabe olhando pessoa falando, Ah, eu falei, cara, esses caras não usam esse nome, mas o que eles estão discutindo aqui é agenda criativa. Eles estão diferenciando falando, Ah, esses grupos assim são desse jeito, cada jogador que é uma coisa diferente. E aí eu fui pelo pô assim, isso aqui pode ser o que mais? Não, não pode ser, né? Havia as leis do Robin veloz, que essas são é é a agenda

criativa mais famosa que tem. Acho que os livros de dendê adotaram, né? Então você vai lá nos livros do mestre, das edições mais recentes, e tem alguma versão. Ele sempre mexe um pouquinho, né? Mas tem alguma versão das das leis, do, do. Tanto que ele é ter um ditado em todo o livro, ele tem acreditado ali na quarta. Edição, inclusive, ele tem 11. O nível, o nível, o volume 2 da MG dele, não é, se não me engano, na quarta edição. É ele é um dos autores, não sei se é um dos. Autores, né?

Autores, né? Então tem tem toda essa pegada assim. De tipo ter algumas ideias que vão passando, né? Tipo de de 11 pra outra e sempre você vê sempre 11 viés do que cada um faz, acho que é o mais é é coisa que a gente tem que determinar, descobriu esse motivo de eu achar que a gente precisa fazer uma dessa, uma versão brasileira, é que tudo tem viés, né? Então, Oo Los, o Los tem 11 histórico de teatro, né? Então um dos dos exemplos dele, uma das agendas que ele põe, é

um ator de método. Aí ele vai no metro, stanislavski e tal pra dizer, que tipo, esse cara, esse jeito que é uma coisa que não vai passar pela cabeça daquela galera dos anos 70 que mal tinha contato com o teatro, com atuação de fato, né? Então, tipo, a gente viveu esse esse tempo todo até agora, né? Com essas divisões que a gente está, é é uma coisa meio colonizada, né? Tipo, a gente recebeu, os caras dividem, assim, a gente vai

dividindo igual. Eu durante muito tempo também, eu só só seguia indo, seguindo Na Na linha dos dos caras, porque eu sou muito fã do do role Andrews, né? Então AO esquema dele, o big model, eu usei durante muito tempo, baseei muita coisa que eu escrevi em cima dele, mas aí eu acho, o tempo vai passando, né? A idade vai se sentindo, a responsabilidade das coisas. Eu fico pensando, cara, eu acho que não, não tá muito certo a gente fazer isso, sabe?

Porque eu eu entendo as divisões que Oo édote fez. E é muito reflexo da época dele, do viés dele, né? Mas a gente, a gente não é assim. A nossa cultura de jogo não é essa nunca foi. Sabe sim. A minha, a minha ideia era representar essa base para depois poder desenvolver alguma coisa que eu acho que é mais próxima do nosso, sabe? É eu. Eu achei. Eu achei fenomenal porque inclusive a tua fala de falar de de de trazer o viés, né? Porque cara, é isso, né?

É a gente falando de game design de forma geral, é. É muito viés, né? A gente, a gente não, a gente meio que abraça que a gente tem viés mesmo, né? A gente tem proposta justamente por conta disso. A gente propõe em cima do que a gente acha, do que a gente tá entendendo, do que a gente tá vendo, do que a gente experiencia. Então é é a gente poder trazer isso para nossa realidade. Faz todo sentido, né?

E por mais que a gente seja influenciado também por todos eles, a gente tem nossas questões, né? EE pô, você, você é um é um cara da dragão Brasil, né? E é dragão Brasil, acho que é, é isso, né?

É, se tem um epicentro do RPG, né, nacional, ele é dragão Brasil, então passar por isso, passar por todo esse histórico do dragão Brasil, tipo assim, né, não sei se todo mundo sabe, mas pô, o Thiago rosa desde criancinha, ele já escreve pro dragão Brasil, cara, então é um cara completamente integrado essa cultura, né, dragão Brasil, e que traz muito dessa, dessa, dessa herança, né, pra essa visão aí do.

Dessas agendas criativas nossas. Agora, uma coisa interessante que que eu acho que acontece nesse nesse nesse papo de agenda, né, é que tem essa essa evolução. Então não sei nem se é uma evolução, porque não parece ser é linear, uma coisa que tipo vai, sabe? Parece que são algumas coisas pipocando, mas essas discussões, como você falou, elas existem desde o início do hobby, né? Desde os anos 70 já tava lá. O shift traz bastante isso.

EE, é legal ver que. Os assuntos meio que se repetem, mas também as as visões vão mudando, né? E junto com isso, a própria noção de agenda criativa, né? Muito. Muitas vezes você vê as pessoas ali tentando entender o que que as pessoas querem quando jogam, né? O que que elas estão buscando. É a partir daquilo. Depois, você tem uma ideia de alinhar a vontade do jogador com com o que se tem dentro daquele jogo ali, né? Será que esse jogo cabe no que esses jogadores querem jogar? Né?

E depois aí No No ronwell, você tem isso até mais focado ali na questão de como se toma decisão dentro desse jogo, né? E que dialoga, não, ele até fala que não é sobre o jogador integralmente. Não existe o jogador na ativista, mas jogadores que tomam decisões estão tomando decisões ali dentro de um, de um espectro na ativista ou guemista. Enfim, como é que você vê essa evolução, dessa desse conceito de agenda, né? É uma, é uma coisa curiosa assim. Como que você enxerga essa evolução?

Do tema é, eu acho que é assim. Quando eu vi no o caminho Oo, que abriu muitas lojas do blue shift, eu estava procurando, tipo assim, entender a eu estava procurando, lendo o livro, né? Tentando ver justamente onde era esse ponto, né, que é isso. O cara fica procurando o livro inteiro e fala, não sabemos, ninguém sabe qual é o. E que mudou de uma coisa pra outra, se existe um ponto de mudança maravilhoso, tudo é perfeito, né? Porque é exatamente isso que é

Oo livro inteiro. E aí eu tava é então não tava prestando muita atenção a ao as funções em si, né? Mas aí depois, quando eu fui ler, tipo, eu voltei nesse livro várias vezes, principalmente por causa da do dragão, né? Agora, pô, eu tive teve um não vou, eu vou fazer um Assad rapidinho, que eu eu tinha a minha coluna no dragão era a caverna do saber, né? Caverna do saber a gente fazia. É regras alternativas para protocolota 20 e tal.

E aí teve 11, dia que o trivisam, o editor chegou esse Flu só eu vou te passar o dica de mestre. E aí eu gelei, tá ligado? Porque olha, eu lembro, eu, moleque, nem sabia quem que era mestre RPG lendo dicas de mestre do cassaram e eu pensei, pô, é, eu fiquei assim, pô, mas não sei se eu devia fazer dicas de mestre, como? Assim. Eu falei, eu não, eu acho que não tem coluna um tempão. Eu falei, pô, eu tenho uma minha coluna que a Vera não sabe fazer uma regra, fazer regra eu sempre

fiz, né? Com 14 anos eu fiz reles de Dragon Ball pra Dragon, mas pô, dá a dica de mestrar, o espaço que o cassaro deu é porque eu não sei se eu não sei se eu consigo, cara, quanto tem mais você vai se repetir um mês, tem 2 mesas semanais na no canal editora e tal. Aí eu fui acalmando assim, aí antes de eu assumir eu fiz uma só para testar. Aí eu fui ver, ó, eu vou fazer assim, vamos ver se o pessoal não reclama e aí você, Ah, então eu vou, vou assumir. Aí eu fui me soltando, né?

Essa essas inscritivas. Eu falei, eu não decidi fazer um negócio mais diferentão mesmo, e eu acho que isso representa porque, porque eu vi que eu vi nesse necessário, eu acho que isso representa o que estava acontecendo lá, sabe? Tipo as as discussões que vão elas vem nessa parada, tipo, será que a gente deve discutir isso? Será que isso é uma coisa que vale a pena? Se é assunto de discussão, porque é OOA base que a gente tem na Los of shift, né? É o que é publicado nas nas

revistas do exines da época. São cartas que eles mandam artigos respondendo as coisas e tal. É e tipo, não, a gente não tem como saber o que as pessoas estavam discutindo na época. E essas coisas não são um retrato completo de tudo, né? É só um recortezinho. A gente tem esse recorte ali. E então eu tenho certeza que coisas que Oo Edward está discutindo você já no começo do século 21, a gente já já já tinha pensado, tipo, pelo menos era o papo que tinha na nas mesas antes, sabe?

Só que isso não era era posto de um, não era considerado importante ao ponto de de ir pra discussão, como é com com todas as questões que o Aras faz depois, porque é muito. Uma variedade muito maior de jogos que permitia fazer essa, essa coisa. Então o que você tem no nos anos 70 é é uma questão de você tem é 2 grupos muito díspares que surgiram praticamente juntos, né? Que é o pessoal da ficção científica e o pessoal do War game. E eles batendo cabeça e a

discussão dele, entendeu? O jogo é sobre entender o porquê aqueles outros caras, eles jogam igual a eles. É, é, é uma visão diferente que eles têm, né? Mas se a gente vê essas sementeszinhas aí, do que vai virar AA escultura mais tarde, né? Tem um, tem um outro Brother que é antes, é entre o os caras dos anos 70 e é o barton, é. E aí, Oo, nesse meio tempo tem a discussão do do barton. A discussão do barton não é de

RPG, né? Ele ele fala de mood, fala de jogos OOO barton em em videogame ele ainda é. Estudado hoje, né? Que tipo de jogador que ele definiu que ele não chama de agenda criativa? Até porque em videogame eu acho que Oo nome não cabe muito bem, né? Porque o seu contato com o videogame não é tão transformativo quanto seu contato com o RPG. EEOO alguns dos assuntos dele, né? Alguns pontos que ele põe são muito próximos do que o pessoal dos anos 70 fala, por isso que

me chamou atenção. Que tipo nos anos 70 você falava assim, Ah, não, porque o problema é o pessoal do organismo só quer saber de matar. E aí vai vai botar que ele fala que tem um tipo de jogador que é tipo assassino, que ele quer destruir tudo aquilo que ele encontra. Então tipo é, é, é um site, gaste que vai, vai, vai passando, né, vai tipo 3 passando o esse período. Então eu eu acho que é bem, é bem, é bem coerente nesse sentido.

A gente vai aí, vai encontrando essas, esses detalhezinhos vendo, né? É cara, e tem uma tem uma coisa interessante também, que durante o que você tava falando, que me que me alertou aqui que foi a coisa dos jogos, né, cara? Tipo, a gente nos anos 70, a gente teve ODED saindo, depois teve um boom de jogos imenso, né? EE, aí teve jogo pra tudo, pra tudo que é tipo ali surgindo. É até os anos 80, ali no 80, então mais ainda no Brasil.

A gente, a gente demorou a ter uma grande diversidade de jogos também, né? Em comparação, e me parece que o momento agora que a gente tem no Brasil, um Monte de jogo indie nacional, né, também parece pedir esse momento da gente entender um pouco melhor as nossas agendas, né, Caio? Nossa, com certeza eu tenho. Tenho uma coisa sobre sobre a cena brasileira de RPG, eu estava pensando hoje, estava tipo lavando louça e pensando nisso que faz faz pouco tempo faz, sei lá assim. Um pouco mágico.

Vamos pensar lá em 2018, na onde estavam no jornal Brasília, eu eu sabia todas as editoras brasileiras que comentavam RPG. Eu sabia e se duvidar de trabalhar para todas elas já. E eu? Eu sei que é impossível saber tudo e tipo, estar em contato com tudo, porque eu cresceu muito. A variedade é muito grande. E tem tipo, tem gente fazendo isso que eu sei que são boas,

né? Eu, eu encontro depois que Oo vejo que tinha feito com cuidado, é feito com atenção, é feito com tipo, tem qualidade e que eu só não sabia que estava acontecendo. Eu acho isso muito maneiro, que quer dizer, a gente cresceu a gente, pô, nesse período de tempo a gente cresceu muito, muito mesmo. É e aí traz aqui um pouco aquilo, né? Cara de que mercado, de um jeito ou de outro, no mundo que a gente vive, infelizmente, o mercado que puxa um pouco a

teoria, né? A gente acaba teorizando muito, muita conta dessa existência, desse mercado, né, dessa variedade e tudo mais, né? Não, com certeza. E é um é um pouco também do que era No No dessa divisão dos anos 70 para depois, né? Porque como quanto maior o mercado, mais gente a gente tem discutindo, se interessando, né? E aí pessoas diferentes das perspectivas diferentes vão ter. Sabe, vão ter posições diferentes, só 2 grupos diferentes, como você tinha lá no começo dos anos 70, você vai

ter uma variedade muito grande. Ora, tipo, a gente gosta de específico de jogo, e então pra gente tem o no século 21 a gente tem os os grupos começam a fugir que não se se distanciam tanto que nem é mais RPG, né? O cara do story game não meu, o negócio é outro, o pessoal do lado não é RPG mais é, o outro, é. Brinquedo não é não é jogo, é? E sabe, tem toda essa, essa questão. Então a gente vai é, eu acho muito bom, sabe?

Tipo, sim. Eu eu lembro que tipo, quando quando eu era mais novo, eu pensava assim, Ah, eu acho que a gente tem que chegar num ponto que as pessoas entendem. É, é muito a mesma simboleca. Vocês chegam num ponto que as pessoas entendem o que que é bom, e aí todo mundo vai fazer a mesma coisa, só que. Não existe isso, não existe o que que é bom, né? Mas você sempre é tipo vários, vários tipos diferentes de coisa.

E aí hoje em dia o moleque pode chegar e escolher o que ele gosta, com muito mais, muito mais veredado assim, tipo eu, eu entendo. Eu lembro quando eu fiz, Oo eu lembro o Dragão de fogo, que é o meu, o meu jogo, que saiu pela segunda edição pela Jean Paul, agora tenho 24. Eu eu fui fazer ele porque eu falei, Brother, não existe esse jogo que eu quero aqui, eu quero jogar ele.

Então tem que fazer. Hoje em eu acho, tipo, muito raro você chegar numa posição dessa, porque você tem uma variedade muito grande de jogos que você pode jogar. Isso não é um dia pra você não fazer o seu, né? Esse tipo. Fazer, pegar e fazer o seu jeito, do jeito que você do jeito que você pegar a sua abordagem para o negócio que já já existe e tal. E fazer jogos cara mais fechados. A quantidade de jogo fechado, muito, muito, muito fechado.

Propostas muito, muito doidas que estão é surgindo e estão vindo com uma qualidade. É é editorial altíssima e ganhou o prêmio prêmio estabelecido. De de RPG eu acho maravilhoso, eu acho que é. Eu fico muito feliz sempre que eu vejo um é tipo, eu sei que tipo.

Alguns alguns anos atrás, se fosse aparecer a proposta do fogo até o cria do conte, as pessoas iam falar, Ah, eu não preciso desse jogo, posso só jogar 3 DET, porque a gente vem de uma cultura em que o jogo ele tem que suprir a necessidade que a gente vai precisar. É, tem de. Tudo, né? É, tem que o primeiro jogo por 3 foi grande, né? Então ele escreve que ela não, não, não. Quanto vale esse jogo? Em quantos jogos eu vou usar, né? Isso limita muito a forma como você, como você, consome.

A gente tem a coisa de adaptar, né? É tipo, tudo bem, tudo bem, esse jogo tem o seu cenário, tem e tal, mas o que mais eu posso jogar com ele, né? Sim. EEO fomento. Eu queria ele tipo é, é agressivamente, não, meu amigo, você vai jogar aqui esse ano de 90 que nunca foi, e você vai ter um robozinho e é isso, o jogo é isso, tá ligado? Sim, é focadão, né? Focadão na experiência, né?

Que livro bonito é esse aí? O Leopoldo, esse é o livro do mq, não o vintage, que legal é essas coisas de joguinho, né, que você rola os dados tudo e os dados age, é isso? É, acho que é isso também. Mas é esse lance do vintage, jogo antigo, né? Porque quem e quem agia era o jogador e não os dava em si. E esse jogo joga como é? É é tipo RPG, é diz aqui que é recriação com os personagens gerado, que ele chama tu gera o personagem EE joga com ele, mas

que que é vintage? O Leopoldo é essas coisas aí que tem 20 anos já, coisa das antigas, que vai que volta, o pessoal traz de volta e depois deixa +20. É isso aí, Ah. É que nem eu, então que eu sou 2 vintage de idade, né? Coroa? Já é, só que no caso do livro é 11 de 20 só porque é de vintage, né? E tu tem esses dados aí, o Leopoldo, mas mas, é claro, eu ando sempre aqui com meu saquinho com 2 kits de dados de RPG.

Olha, então Bora jogar, porque eu fiquei me coçando de vontade de aprender a jogar isso aí, como os antigos faziam. Só que hoje em dia, né? Vamos embora? Saiu pela caramelo. Jogos OD vintage RPG do DM kirau edição impressa completa punida com as mexidas do kirau em cima do DID zero do DIDBXDID clássico de forma geral, explorando uma jogabilidade ferramental usr bastante influenciada. Pelo café com dângio, inclusive, então você vai estar mais do que familiarizado com essa jogabilidade.

Se você é nosso ouvinte, é excelente para aplicar com el fentes e bolso. É os truques preferidos aí da blobosfera osr, desde que você não se esqueça de antecipar os perigos. Relógios da dângeon, relógio dos ermos e muitas outras ferramentas com a famosa didática do quiral, quem quer dar uma chance para ORPGO do scu não pode perder. Essa é uma excelente pedida.

Ou agora? Se você já é Cascudo, mas quer evoluir ainda mais a sua jogabilidade com Liberdade e um pacote robusto de ferramentas, esse é o que é o jogo. Confere lá no site da caramelo jogos no adjetivo do episódio para esse e outro lançamento de RPGO School aqui no Brasil. Muito bem, vamos ver a minha agenda.

A gente teve essa conversa sobre agendas e o momento e tudo mais, mas é agora vamos pra pra carne da parada, vamos analisar essa proposta que você trouxe na dragão Brasil 210, que a gente sai um pouco dali da 209 dos gringos e vem agora pra uma, pra uma agenda, pra proposta de agenda criativa nossa, né? Vamos lá, você fala de esferas e abordagens dos jogadores, né? Conta aí, como é que como é que você concebeu esse modelo que você propõe no dragão no Brasil? É as esferas.

Eu estava pensando que é tem umas coisas que me incomodam. Eu gosto muito do sistema, da do do big model, do do nomedoras, mas tem umas coisas que me incomodam nele e acho que a principal eu fui identificando isso conforme eu estava trabalhando nessa é você tratar é jogo como 11, sinônimo de

desafio. Né, eu acho que é essa, essa é uma visão tipo, é extremamente Americana da coisa, é tipo, é nossa, você tá pingando, sabe OOA pessoa, o cara fala isso, você é o grito da águia passando por trás dele, é aquela pegada Americana que tudo tem que ser disputa e guerra e tal, não sei o que, e é isso, é isso que é 11 jogo, né? E a gente pode ver é, tem tem umas definições de de jogo, né. Mas, em geral, a gente fala de objetivo, e um objetivo não necessariamente impõe um desafio.

Então você tentar colocar as 2 coisas juntas e falar que o cara que procura a graça do jogo é o mesmo cara que procura o desafio, eu achei, pô, isso aqui, isso não, não tá coerente. Isso não combina com a as definições e acho que não, principalmente dentro da RPG. Não, não orna o que a gente entende como como jogo, né? Então eu quis fazer 11 divisão aí e nisso estava pensando muito, tipo, no, no, no, no meio, como o RPG funciona, né? Que é uma coisa que a gente é.

Agora tem visto mais, né? Agora tem mais, é mais manuais de RPG que que tratam disso diretamente. Mas é falar que o jogo é uma conversa, né? Isso isso é uma coisa que eu só fui reparar, tipo isso em termos recentes, que nunca me disseram isso quando comecei a jogar RPG. Eu peguei, eu li o livro de Paranoá, eu comecei a mestrar para os meus amigos e nenhum desses manuais. Ele falava, não, não, não, não. Isso aqui o jogo acontece, como

vocês estão falando. Eu ficava o jogo, o jogo tá dado, o jogo me lembra uma coisa do do de quando OA Laura Tracy Hickmann tem a história folclórica do Dragon. Lance deles que ela não busca ele no trabalho porque ficou é o jogo. E ele chegou e falou, mas cadê o jogo? Aí ela falou, Ah, pô, não, eu não quero o Tabuleiro, aí ela não tem Tabuleiro. Ele, quais são as regras? Elas são flexíveis. O maluco que eu estava fazendo, né? E eu acho que funciona muito a gente falar, tipo, onde está o

jogo, né? ORPG está conversa, porque é esse é o meio a partir da qual ela eles se desenvolvem, né? Independente da forma como você vai jogando, né, você vai jogando RPG no. Online, isso jogando RPG presencialmente, jogando RPG por fórum, continua sendo através da conversa que as coisas vão vão acontecer, né? O jogo está acontecendo ali. Então essa foi umas esperas que eu que eu coloquei a conversa, porque tem jogos que vão se

concentrar nisso mais ou menos. Tem jogadores principalmente que vão gostar mais desse aspecto que de outros, né? Porque e outra coisa que eu percebi nisso também é que eu conheço muitas pessoas. Que gostam da parte da conversa? Né? Eles querem estar, querem participar do jogo e as pessoas não necessariamente querem participar do jogo em outros sentidos. Desafios, elas não querem, não estão preocupados com quantos pontos de vida o mundo tem ou com a estratégia que vão usar

pra fazer aquilo. Elas querem estar ali, elas querem pensar na resposta, ver o jeito como vão falar pro médico, pra atração, esse tipo de coisa, né? Então pra mim é, essa é uma das esferas. Isso. Isso. Sabe quem me me lembra esse papo da conversa, cara, que você falou, agora não posso estar equivocado, mas a Nina, Nina Bichara, e quando ela tinha mesmo online, Era Ela era. Puxava muito pra esse lado, não puxava, cara. Sim, sim, com certeza, com certeza.

Ela tinha um programa com o Rafa Cruz que era compensação. Então? Ah, é verdade, é verdade. Essa base aí, outra esfera que tinha era do desafio que é a é a parte que Oo Edward chama de de jogo. Que é esse é o cara, que tipo, ele quer ganhar recompensas, ele quer é sabe melhorar, ele quer vencer. O desafio é isso, né? O cara quer vencer, esse eu faço de de é aí tem uma outra, uma outra coisa que é a gente ouve muito, que é que OORPG é um jogo de contar histórias, que acho

que é uma coisa. É discutível, né, mas. É hegemônico, né? Ela é bem hegemônica, né? Então, e tipo o, então o. Se o objetivo do jogo é ou não contar histórias, isso é, é discutível. Mas que histórias acontecem enquanto você está jogando? É ilegal sem. Dúvida é, sem dúvida. É daí a fábula é essa. Essa parte, tipo, o cara tá preocupado, o jogador, que tipo se interessa por fábula? E o jogo que se interessa pelo aspeto da fábula. Ele vai tentar construir histórias satisfatórias.

De, de sua, de de vários sentidos possíveis. É parecido com o narrativismo do do é Dodge, né? Parte do narrativismo, do é do fica aqui e parte fica na conversa também, né? Porque na principal é é. É engraçado isso, né? Porque Na Na GNS do é Dodge, a coisa menos definida é a que ele mais gostava. É que ele é assim, ele puxava muito a sardinha, né, cara?

Você você consegue identificar muito mais realmente um jogo que seja, é gay mista ou joguista ou um jogo simulationista, mas o jogo narrativista é a quantidade de rups pelo qual. Tinha que passar para um jogo, pô, sabe? Ganhar a aprovação da da galera na arte vista era era enorme, sim. E aí fica no fábula e no na

conversa e fábula, é isso? Acho que são jogos que vão te ajudar a montar 11 estrutura, um jogador que gosta de pensar, pô, isso que faz sentido, tipo, Ah, nossa, é essa coisa que a minha ficha está me incentivando a fazer. Vai tornar a história mais interessante. É o cara que faz a coisa? Não. Muitas vezes o cara que fala assim, Ah, não vou fazer isso aqui porque é vai fazer. Vai ser mais legal e seja. Uma falha, né? Isso e esse esse cara tá tá

dentro da da fábula. E o último é o concentro mundo, né? Cada, cada mundo ficcional. Eu não lembro quem é, quem fez um artigo, faz não faz muito tempo, faz uns 6 meses. Teve algum artigo de algum, algum autor estabelecido de RPG falando que o cenário de RPG não não existe? Né? Que AA ficção do do não, não, não existe um cenário você não tem como delimitar porque a história só acontece.

Na mesa. Depois me passa porque eu não vi. Mas eu fiz um episódio chamado seu mundo de jogo não existe agora. Eu fiquei curiosíssimo de quem? Escreveu. Isso eu vou, eu vou procurar e depois eu depois eu te passo. Mas eu não lembro, cara, eu tô eu tô pensando no Monte culto, mas isso não é o tipo de coisa que eu escreveria. Então acho que não foi ele, que ele note cult, tem uma Louis letter, né? E a Louis letter dele, volta e meia tem umas ideias, pô, maravilhosa, e aí, tipo, isso é

isso. Eu acho um conceito interessante, você pensar tipo, pô, né, tipo, Oo jogo só existe enquanto você tá jogando, né? Mas sempre você vai jogar, sempre ou não, mas pô. Muitas pessoas quando vão jogar RPG, ainda mais agora que a gente está com o hobby tão estabelecido, com tanto tempo de distraio, em tantas variedades de jogos possíveis. A pessoa não quer tipo, o cara não quer jogar, só DID ele quer jogar? DID em favor de não. Ele não. Quer jogar o jogo do super-heróis?

Ele quer jogar o jogo no universo cinematográfico da Marvel, né? E aí isso é uma outra dimensão para onde AA história acontece com algum tormento. A gente vê muito isso, né? A gente vai fazer. É tipo uma coisa que eu peguei muito quando o mestran tormenta No No tramo de jobô, é que primeiro eu eu tinha muito, muito receio de colocar personagens famosos e pensar, pô, eu vou, eu vou dar um take aqui no personagem que o cara não gosta, vai ficar chateado e tal, não quero que isso

aconteça. Então eu evitava um pouco. Só que aí a primeira campanha que eu mostrei nada de jobô, não é nem era de tormenta, mas 3 tem textos que no cenário de tormenta eu já estava lá mais de tudo. E nessa primeira acabou que tipo os jogadores levaram ela pra um, pra um lado que eu não podia evitar, que eles estavam interagindo com os dragões reais, que são tipo personagens muito antigos e muito queridos do cenário.

Então o Oscar, né, eu evitei o máximo, aquele é Oo maior deles, eu, eu, o Oscar quase não aparece. Eu evitava o máximo colocar por causa disso, mas os outros eu só fiz o meu, o meu negócio com eles, e o pessoal adorou. Isso aqui é coerente com aquela aparição de não sei onde e tal, não sei o que, Ah, você, pô, isso é isso, é isso é legal, né?

Tem gente que gosta disso, tem uma, tem uma CXP que eu fui, Ah, não foram 2 CXP, olha só, foi esse foi a desse ano e a do ano passado, na do ano, não, a do ano foi do ano passado e o ano retrasado é isso, foi 2024 e 23, em 2023 é, a gente estava lá,

tipo. Na no meu estranho, é uma correria essa Espanha, muita coisa, muito entendimento, e aí chegou 11 menina, que ela era leitora antiga, extormenta e ela não, ela não vem falar comigo, eu nem sabia quem eu era, mas ela alguém, Ela Foi procurar alguém pra responder sobre os dragões reais, ela tinha mais dúvida sobre dragões reais e aí falaram, Ah, pô, Tiago aqui tá mexendo com isso, fala.

E ela veio falar comigo e ela tava com uma pegada assim, Ah, não, porque é, eu quero saber onde está a Hanna, que é tipo a. A esposa do do ri, Dora, eu acho que é incoerente o ri, Dora, acho desse desse por causa disso, disso, disso. E ficou um tempão, tipo, falando sobre sobre o lora, fiquei falando o que que eu achava, porque então fui eu que fiz, né? E falou, Ah, eu isso é por causa disso, Bla Bla Bla bla.

Ficou um tempão falando sobre os os dragões gerais, acho que não comprou nada No No estande no, ficou a 1 hora conversando e ela falou, Ah bom, deu tudo beleza. Aí depois a gente você vê e aí no ano seguinte ela voltou. E ela falou, Ah, não, tipo agora eu tô. Acho que ela tinha terminado o estágio, alguma coisa assim. Agora eu tô com tempo para jogar e não ela, ela tinha, ela tinha, ela tava com tempo e ela tava fazendo o estágio porque não tinha dinheiro.

Então eu tô com tempo para jogar, então vindo comprar e ela comprou tudo. Ela. Comprou caixa, comprou um Monte de coisa e foi falar a mesma coisa, a senhora tava falando do idragões? E eu pensei, pô, é muito maneiro, é muito maneiro, porque o interesse dela é comum. Ela falou, talvez até falou assim, talvez eu nem jogue. Mas agora eu tenho tempo para jogar. Eu consigo me verificar, fazer a conta, uma. Coisa que que me levou AAAA bater um pouco nessa tecla do do mundo não existir em si.

Era muito essa ideia de que quem gosta desse rolê, de se sentir vivendo esse mundo, fala muito da coerência interna dele, né? Do sentido. Desse repertório, né? Então a pessoa está lidando muito com esse repertório e quer sentir esse repertório casando, né? Quer sentir esse repertório dando esse sentido maior pra coisa, né? Esse é quando é, quando anão é a soma. A soma das partes vai além, né? É do quer dizer, o todo vai além da soma das partes, então, tipo.

Dá pra ver a pessoa buscando muito isso, né, cara? Dá pra ver que aqui é OA cachaça de quem gosta de mundo é essa, né? É o sentido interno daquilo, né? É. E você tipo, eu é, é. E tipo, eu entendo isso porque depois eu vou parar pra pensar em RPG. Eu não costumo buscar exatamente isso, né? Mas tem coisas que eu obras que eu acompanho e tal. Eu sou muito assim, sabe?

Sempre que eu vou ver alguma coisa, tipo, então eu vejo todo, eu vejo todo, ninguém vai ver filme da Marvel, eu vejo todos os filmes da Marvel e eu quero saber, tipo, como eles estão tratando esse personagem? Eu tô jogando mais, eu jogo mais revels toda semana, né? Oo Overwatch, da Marvel e eu odeio jogo de estilo, mas esse. Jogo é é Marvel. Sasso é esse gelo. Não tem louco. Por quê? Porque ele é gelo da Marvel. Ele tem muito cuidado com essas coisas, sabe?

Então, tipo, tem um cavaleiro da lua, tem um meme, né? Não é nem uma coisa do padrinho, tem um meme do cavaleiro da lua de Drácula, deve dinheiro Pra Ele, e aí no jogo você olha lá e o fuder e fala, Ah, ele ainda não recuperou o dinheiro, é muito bem cuidado, sabe? Então dá muita vontade de jogar, de fazer parte desse tipo de coisa, e eu entendo que é assim pro pro fundmundo também, né? Eu acho que é os tipos mais difíceis de você mostrar, é pro pro fundmundo.

Porque é muito fácil você quebrar, porque é uma ilusão, né? Uhum é uma ilusão que existe todo porque não tem. É um sentimento, né? É um sentimento você tem que tipo, você tem que manter esse esse sentimento vivo de que não, não, não, não. Oo aquilo que aconteceu no romance também está influenciando na sua mesa e tipo, EEO. Cara, tem que pensar em em algum lugar dele.

Que tipo, não, não, não, não. Os os acontecimentos do próximo romance podem ser influenciados pelo que está acontecendo aqui e não vai. Naquele momento na mesa isso. Isso parece real? Isso, pô, isso é muito falido. É e é isso, né? A partir do momento que ele joga o mundo, o Canon passa a ser dele, né? Exato, ele faz o próprio Canon, né?

Tipo maneira isso. Então é, esses são os 4 elementos basilares de mídia da RPG, segundo essa visão, segundo esse modelo, né, que são é que são as esferas, mas também você traz ali 3. É abordagens dos jogadores, né? Seria, é, seria mais ou menos como cada jogador também vai, vai se confrontar no final das contas, com cada elemento. Mas quais são essas esses, essas 3 abordagens a gente tem aberto, fechado e pura. Como é que você pensou nessa,

nessa, nessa divisão? É, eu estava pensando assim, porque a gente não tem muita granularidade nesse tipo de definição de, quer dizer, em alguns casos tem, né? No, no, no bartham tem. Mas muitas das ideias de agenda aplicativa que a gente vê, elas são assim, Ah, o cara gosta disso e acabou. Ah, não, tipo tem tem formas diferentes de de de interagir com determinado elemento, né? Aí eu fiquei pensando, quais são as principais formas de de interagir com coisas no na EPG, né?

E aí eu cheguei nessas nessas 33 abordagens, porque a forma como o jogador se confronta com a espera que eu acho que são são coerentes com o que eu observei nesse tempo jogando, né? Tem Oo puro que é o geralmente a visão do é não é bem leiga, né? A visão do cara que não jogou ARPG ainda. EE muita, às vezes ele mantém, né? Tem gente que tipo bate desse jeito e fica até o final, mas eu até comento no artigo que geralmente o cara vai sair do puro e vai para o aberto ou para fechar depois.

Aí você tem Oo aberto que é o cara que topa o que o jogo tá tá propondo? Né? Então, mesmo que seja um negócio meio fora e falar não vamos, é isso aí. E é, eu acho que é comum no, principalmente no, no pessoal mais indie, ter essa essa é abordar as coisas de forma mais aberta. Assim, é um cara que, tipo, tem muitos jogos e tal. Aqui no Brasil eu acho que é mais fácil do que nos Estados

Unidos também. A gente tem 11 cultura de jogo criada mais a partir de tipo jogar mais um jogo do que o cara que só joga uma coisa a vida inteira. E tem a fechada que Oo cara não é fechada. Não é que ele não queira, é interagir com a esfera, mas ele vai se impor em relação a esfera, né? Ele vai falar, não, não, não, beleza, que entendi o que você quer fazer. Nós vamos fazer isso do meu jeito. E aí ele coloca essa identidade

dele por cima. E naturalmente ele vai, apesar de um jogo que comporte que ele, que ele fuja, né? Do, do, da, da proposta da parada, né? É, é fácil esse cara se frustrar, né? A abordagem fechada eu acho que é a mais próxima, mais fácil de frustrar, porque além de querer interagir a partir de 111 esfera, especificamente, você quer que ela seja do jeito que

você quer. Então são 2 restrições que você tá colocando em cima, então vai acontecer de ser ser mais complicado de você lidar com com o jogo. Às vezes. Eu também queria fazer de um jeito que não fosse não caísse no meio que não. No maniqueísmo que o mel adote, fazia e tem umas coisas que são objetivamente melhores que outras, né? Falando desse jeito pode parecer que eu tô dizendo Ah, não, fechado é pior, eu não acho que seja pior, tipo só o jeito como

o cara vai, vai encarar, né? Tem vezes você, você vai é EEE, tem várias situações, né? Até em jogo em que você insistir em fazer uma coisa do seu jeito, imprimir sua identidade nela é é positivo, né? Ensaio pra todo mundo. Quando você quando você faz, justamente quando você tem uma noção forte do que você está fazendo, então às vezes você vai jogar OOO, pessoal de board, é muito comum isso, né?

Tipo esses não, as abordagens não são pensadas pra board, mas você vai jogar com algum tipo de board game com o pessoal de de RPG, a regra, a regra é tal, assim o maluco esqueceu AAA vez, como faz a como é a ordem que sai e tal, sei lá, beleza, só vai pra frente pessoal do bar falar não vou coisar tudo de novo. Está vendo o que? Tudo errado, né? Então são formas diferentes. Tipo, gera experiências diferentes, né?

Tanto que tipo tem ainda mais esses esses bods muito complicados, cheio de regra, se você pula uma etapa, se você muda a forma como ele funciona, a experiência vai ser toda outra e talvez você não não curta. Né? É o nessa coisa OORPG. Ele acaba comportando, às vezes um pouco mais de maleabilidade nisso, né? É nem tudo RPG, mas vários RPGs sim.

EE aí é isso, né? Acho que tem gente que curte e que que tem esse barato, né, do o barato específico de seguir as regras, de seguir a coisa ali de né, essa pessoa vai ficar meio

puta. Então eu já joguei com gente que de fato olhava e falava, não, espera aí, espera aí, espera aí, espera aí, isso aqui, assim não, cara, agora vamos voltar, não, não, espera aí, não, você você usou, pô, eu, eu tinha, eu tinha um round a mais, pô. Mas também eu nunca vi esse cara reclamar, pelo contrário, porque ele teve um, porque ele teve um round a mais. Ele falou, não, pô, vamos voltar porque eu tive um round a mais, é só melhor. Só reclama quando ele tem um round a menos.

Pô, eu não sei se eu vou lembrar, mas naquela vez mesmo em em Brasília, a gente foi, a gente estava jogando com com visão e aí eu fui usar é eu. Eu estava jogando de Warlock, de BD, aí eu fiz uma. Eu, eu não lembro que eu fiz na parada, mas eu lancei a magia. E depois é, eu vou usar pra minha são bônus, eu vou usar thunderstep, aí eu dou eu rolei no máximo era era era 3 10, eu rolei 30 e aí acabou assim, tava todo mundo empolgadão. Eu olhei a descrição da magia e

a magia não era a bolosete. Falei, pô, visão, não podia fazer isso ainda não. Deixa aí eu perceber, acontece, acontece, tem, tem casos. É total. Se tem uma coisa que eu sei é que subestimal desconhecido pode ser fatal. A tempestade que vinhamos investigar no litoral de Santa Catarina não é nada do que eu imaginava. Naufragamos logo na primeira noite minha garganta queimava, o sal correndo cada gota de ar que eu tentava respirar eu tragava uma dor cruel a cada afogamento,

um desespero esmagador. Eu quase apaguei, quase não sai dessa. Acordei na Costa de um cemitério de naufrágios, debaixo de uma chuva torrencial com a minha visão embaçada pela Areia e pelo sal, o som do mar se misturando aos ecos e estralos dos destroços. Fantasmacóricos um aviso das profundezas que tentamos desafiar. Cada pedaço de fuselagem é uma história de desespero nesse lugar. Essa ilha perdida guarda mistérios que podem ser mais sombrios que qualquer coisa que eu já enfrentei.

Aqui é a Laura Nunes de Moura e esse é o relato do início da minha investigação dos mitos de Atlântida. E aí, sobrevivente, está preparado para o maior desafio de RPG que você já enfrentou na sua vida? Boas vindas aí a temporada aberta de mitos de Atlântica, um jogo experimental de horror e sobrevivência em sessões episódicas, onde o foco aqui é o desafio e a imersão total. Então você busca desafios intensos, né?

Você acabou de encontrar o Everest do RPG e a temporada aberta chega com mudanças incríveis pra gente. Aí, regras mais simples e ao mesmo tempo mais sofisticadas te dá mais Liberdade pra ficção, sem se preocupar tanto com mecânica. Aplicação de arquétipos, né? Que seriam as cartilhas de jogo. Aí os play books e a evolução dos personagens sem uso de nível de personagem, né? A gente tava fazendo evolução por fato ficcional.

Pela primeira vez a gente vai ter mits of the Atlantic da primeira campanha de how coents, inteiramente mestrado e jogada em inglês. Um Marco aí pra expandir a nossa comunidade, uma forma de jogar. E pra quem não tem tempo para as sessões de voz, né? Não se preocupa não, porque a gente tá implementando um sistema síncrono de jogo aí. De Telegram, você pode investigar os mitos. A aventura está sempre ao seu alcance. A temporada aberta de mitos de Atlântica já começou e eu quero

saber se você está pronta. Se você está pronto para enfrentar o desconhecido, junte se a nós aí prove que você é capaz de sobreviver ao maior desafio, aí oferta de todos, investigue os mitos, venha para mitos de Atlântico. Muito bem, vamos ver a minha agenda. Bom, agora vamos lá. Agora a gente delimitou as esferas e as as abordagens dos jogadores, né? E aí, em algum momento você confronta, é cada uma das das

esferas com. As abordagens dos jogadores, aí nascem as agendas criativas que você propôs, né? É que eu achei muito interessante, inclusive, né? Isso é um jeito de você trazer não somente 11 visão a partir do jogo, mas também uma visão, uma visão a partir do do jogador, né? Então você consegue alinhar as 2 coisas aí em algum é de uma forma interessante, mas é isso, né, centrado No No jogador, aí você tem as as esferas criativas, né? Começa aí o caqueteiro.

Que é uma homenagem ao caquetas podcast, né? Conta aí. É Oo caquetas. Eu tenho, eu tenho 11 histórico. Eu adoro caquetas também. Eu vi, eu vi muito o caquetas. Faz um tempo que eu não estou, que eu não estou ouvindo, porque eu não tenho tempo pra praticamente nada. Eu não sou. Com os caquetas. Ah, pô, eu quero muito ouvir. Eu estou sem ouvir o caquetas assim, ouvindo o café com danjo direito, porque eu não tenho tempo para mais nada. Cara, tadinho, cara. Mas assim, quando?

Quando eu tiver mais tempo, eu pretendo voltar a cansar. Podia tirar férias? Eu vou. Cansar vai maratonar tudo? Isso. E aí o tem uma coisa que eles fazem muito no caquetas, que é falar qual é desse jogo, né? Tipo, o que que ele está, o que que ele está querendo fazer, né? E aí Oo caqueteiro, que é o jogador que está na conversa aberta. Ele quer entender. Oo que acontece quando você está jogado sentado à mesa, né? Qual é a experiência que esse

jogo vai te proporcionar? Como vai ser a conversa que você vai ter? Então o jogador que está interessado na conversa e está aberto para para a proposta que o jogo, que o jogo vai dar, talvez até não goste no final das contas, mas o que ele quer ali é entender o que ele está propondo. É, elas fizeram recentemente 11 autópsia do apocalipse kids, porque, enfim, eu acho muito legal é isso, elas experimentam os jogos, né? EE, isso é uma coisa interessante que você falou, né?

A galera é muito índio, costuma vir muito daí, né? Dessa conversa aberta de você ter ali um aspecto de, pô, a gente vai ser maleável, porque a gente quer se expor a diferentes tipos de de experiência que passa, né, como você falou lá atrás. O diversos tipo de conversa, né? É isso, cada, cada RPG limita um pouco a tua conversa, trabalha um pouco o teu, o os caminhos que a conversa vai tomar, né?

Então é legal ver essa essa agenda realmente combinou legal com o com os caquetes, aí depois tem o conversa fechada, que é o que é meio que também, né, vendo a partir da da esfera da conversa, mas agora em vez de aberto é fechado e aí é Oo tagarela. Contei aí do tagarela. O tagarela, ele quer a conversa, então ele quer jogar, mas ele tem alguma preferência e essa preferência vai imprimir no que que ele vai jogar. Às vezes é o cara que só joga

com o mesmo personagem, né? Tipo, tem um maluco, tipo, eu sou um pouco esse cara, né? Tipo, quase todo jogo que eu vou jogar eu faço um maluco que, tipo, faz um pouco de tudo, mas é meio furtivo e ágil, sabe uhum, e isso seria um pouco de de conversa fechada também. É você tipo, desse não, beleza, vai experimentar aqui. Mas é um pouco os meus termos assim, tipo, é legal, mas eu posso ser um mídia do seu jogo e se não for, talvez eu não for uma.

Acho tão legal, sabe? EE às vezes é só, às vezes é vai se manifestar de outras formas, tipo, o cara que só gosta de fantasia medieval, ele não vai jogar jogos que não não entram nessa proposta dele, ou se jogar, ele vai encarar sob a perspectiva que ele traz de fantasia medieval, né? Então tipo é, é, é o cara que é tá jogando, sei lá. Vampiro e falar, não, não, mas o cara não era para a área, ele

não tem que se meter, não. Tem gente que tá discutindo, não tem para a área, é um vampiro e esse tipo de coisa assim. Então é Oo tipo de jogador que eu acho que é interessante. OOO, tagarela, porque ele presta muita atenção no nos outros jogadores, no que eles estão fazendo. Tipo, a gente vai deixar os caras? É, é é fazerem o que que eles estão tipo, vai deixar as

pessoas fazerem AA parada delas. Desde que no momento que tenha, deixa para abordar a conversa do jeito dele, ele possa chegar e brilhar. Agora ele entra, né? Agora ele vem. Agora é um momento, sabe? Então tem. Tem muito isso para ela. Uhum boa, aí depois tem Oo conversista, que é o conversa pura. É Oo conversista é, é o pra mim, eu tenho. Eu tenho uma jogadora muito conversista, né? É a é a beaturba. Ela jogou com a gente hoje. Jogou, jogou, jogou a de cair

fol No No canal do Pedro também. EAAA, Bia é muito comercista porque ela quer muito jogar, ela quer muito sentar na miss Bali é, mas todo o resto tipo e ela pensando no personagem, ela pensa como o personagem vai ser no jogo e tal, mas todo o Regis, tipo OOO, cenário em volta, as regras do personagem e tal, tudo isso fica muito em segundo plano, você tem que lembrar, não, não, não, não, b ó o Deus tal, não, não pensa assim, Ah, pô, é, não sabia, não lembrava, não me importa.

É estar ali e fazer a voz do personagem fazer essa grade. Geralmente é muito legal o concursista, porque ele tipo, se empolga, né? Geralmente um cara assim e se deixa levar pelo pelo jogo. É, eu acho que em mestra, em em evento particularmente, deve gostar de forma geral de todos os puros, né? Porque tem muita gente que aparece lá caindo de paraquedas. É muito gostoso mostrar para quem quem cai de paraquedas. Eu acho que dialoga muito com esses. Com essas, com com essas é

agendas do puro, né? Aí depois tem um oleiro que é homenagem ao nosso. Ao eufantes aqui do café com dângel, inclusive, fiquei muito feliz. Obrigado pela homenagem aí ler pela lembrança. Mas conta aí o oleiro, como é que é o oleiro? É o oleiro. Ele pensa no desafio, né? Ele pega essa coisa bem do da OSR, de ser desafiado, ser o jogador. Desafiado, né? De como superar os perigos que tem naquele mundo que você vai fazer. Pra pra resolver? Ali você tem que estar preparado.

Você vai carregar sua Vara de 3 m, então você poderia ativar armadilha. Escolheu bem equipamento? É, mas é, é sempre do ponto de vista aberto, né? É tipo, você pode pegar essa abordagem e aplicar em outros jogos, né? Você pode. É como tipo, é, houve uma resistência muito grande nisso, até tipo em outros no âmbito indie, né, de dizer que você podia ter abordagem é OSR, de coisas que não fossem, que não fossem assim, não fosse uma presidente Jeová.

Mas como é que você vai fazer uma coisa com essa particularidade, com esse sentimento para sair fire? Aí foram e fizeram, foram e fizeram. E aí, tipo, fica bem claro que tipo, tendo um conhecimento do que você pretende fazer e dos princípios por trás, você consegue aplicar em qualquer coisa. Eu acho que é essa a ideia pro pro desafio aberto, assim, tipo você querer essa coisa, tipo de de ser desafiado, encontrar soluções. EE, conseguir vitórias, né?

Só que tipo, estando aberto, como o jogo vai te propor conseguir isso, uhum? Total boa. E aí veio Oo mais, Oo mais o famigerado da lista, né? Cara que a galera adora bater nesse cara que é o desafio fechado que é o bombeiro, conta ele o. Bombeiro, né? O bombeiro é o cara que é Oo bombeiro é mais específico, né? Ele já decidiu qual é o desafio dele. O desafio dele é o próprio sistema, é. O desafio dele é um monstro que

tá impresso. No livro, ele fala como eu derroto esse monstro em uma rodada? Como eu concilio a maior iniciativa e tal. Então ele vai engajar com o jogo, geralmente de uma forma muito mecânica, né? Hiperfocado. É ele vai dar o jeito dele, dá o jeito dele aí pra chegar, pra chegar nesse nesse.eu vejo um pessoal novo que é muito com beiro nossa. Cara, é muito. Sabe de quem é culpa? Isso aí. A culpa é do pedroca, cara. Pois é, né? O pedroca, pô. Ainda mais com esse lance de de

ordem, caralho. A galera de ordem que vem do ordem, eu adoro. Adoro um combo, cara. A galera se se amar no combo, acho que eu acho que a galera tá absorvendo o combo. Tem uma matéria de tipo, tem tem uma coluna de ordem no dragão, né? E aí teve um, eu fiz uma matéria na psicolona só uma vez, alguém não podia escrever. Eu falei, Ah, não, eu tenho ideia pra ordem. Aí eu fiz.

E é um negócio muito fora, nunca, isso nunca vai ser oficial, sabe nunca que é. É uma ideia, tipo, tem os poderes se Aliança Sobrenatural lá. E eu falei não, mas se você se ancorar na realidade, você se enclausurar na realidade, você tem os poderes da realidade, e esses poderes são muito roubados por é, é. Eu peguei a ideia, tipo, essa ideia eu queria fazer, botar na matéria de John lixo, fazer uma adaptação de John.

Pra eu colocar o John Wick como ordem em ordem, para dizer, o elemento do John Wick não é sangue, nada do elemento dele é o crime, sabe? É natural do crime. Só que aí isso não, não coube e fica muito grande. E aí eu coloquei nessa, nessa parada EE, são são os poderes, são surdos, cara, é muito, muito forte. E aí até hoje as pessoas comentam dessa. Caralho. Os caras tem tem uns post que

marcaram na época e divulgaram. Volta e meia eu vejo os caras fazendo pergunta, Ah, mas e se fulano que tem isso pegar aquele outro negócio e tal? Não sei o que é um negócio. Que tipo, não, não, não vai ser canônico nunca, né? Tipo? Fazer o proibidão da parada. É, está fora dos, mas o pessoal tipo muito nossa, nossa, que maneiro e tal. Não sei o que eu lembro que o teve jogo falou, mas eu posso ter. Se eu gasto 4 pão de esforço, eu posso ter a mesma resistência de

um anjo do não sei o quê. Caraca, muito maneiro. Eu fiquei tipo, cara. É, mas, cara, eu assim, cá entre nós, eu acho, eu acho importante esse rolê também, porque, pô, AO combino, apanhou muito durante muito tempo, né, cara? É muito aquele papo de cara, não, não tem rolly play, se você está com bando, não tem jogo, sabe? E. E a galera tá desembaraçada em fazer isso hoje em dia, aparentemente assim, eu acho muito positivo, né? É perceber que o jogo não

depende. Tipo, você tá interpretando, se você tá ali combatendo ou se você tá fazendo outras coisas, você tá interpretando também, né? Né? E tem alguns casos que tipo é AAO, principalmente lá da da da Vibe dos anos 80, aquela transição muito assim, Ah, somos todos de Dragon Lens, sabe que fica um pouco? Ah, não, meu personagem, ele é muito único e ele vai vai entrar em todas as.

Vamos ter a menina de dragonência, armadura, uma armadura improvisada, uma frigideira com arma, meu personagem cozinheiro, ele tem uma arma sempre vou usar como arma uma Parra de faca de cozinha, que só tem um de 4 de dano e esse é o meu roll play. Falei, meu amigo, você está lutando pela sua vida, porque você vai usar uma arma ruim só porque ele é maneira isso, sabe? Tipo, se você parar pra pensar, isso não é de boa interpretação, sabe?

Ah não, olha só, se eu não usar uma arma decente que eu vou morrer, então. Uma coisa mais apropriada? É aquela camisa que eu que eu fiz durante um tempo aqui no café, que é o herói morto no ganh é XP, né? Você já morreu. Todas as falas, você pensou todo o histórico que você vai, você vai, morou com o seu personagem. Como você vai, tipo, sabe, aproveitar que nem jogo? Você vai aprender a porrada e cair. É, é exatamente maneiro. Aí depois a gente tem o

desafiante aí, o desafio puro. Né, que é Oo jogador novato aí, Oo que está vindo com a mente fresca e curte um desafio, né? O desafiante? É Oo desafiante para mim, ele ele tem muita cara de alguém que joga board e um dia vai jogar RPD. Caraca, o que? Que o que que eu tenho que fazer aqui? O que que a gente tem que fazer? Qual objetivo, né? A falar não? A gente tem que chegar no final do João, beleza? E aí eu, eu já eu já vi isso na

história em evento, né? O cara que tipo isso que falava no final da dangera é um exemplo que eu lembro de um day day que era um cara que você jogava board e quando a gente tava tentando matar um monstro pra seguir em frente, ele falava, poxa, esquece um monstro pra chegar e falar da dange ele saiu, onda, não é bem isso que a gente quer dizer acabar com a gente chega lá e ele, Ah, pô, quem tem que então tem nessa

Vibe, né? Então Oo desafio ante ele, tá encarando o. O jogo como 11, série de desafios que vão acontecer e ele não está tão interessado assim na que aquilo vai gerar em termos de narrativa ou no que vai proporcionar para o personagem dele no futuro. Ele só quer, sabe? Ele quer vencer o monstro, porque é legal vencer o monstro. Ele quer pegar o porque OOA recompensa de de vencer o monstro é pegar o Tesouro.

E é uma coisa bem simples. É libertador jogar com com o jogador, com essa live, com o desafio. É verdade porque. Bem simples, bem legal, bem divertido. Né? E é engraçado que esse cara, ele está disposto AA interagir com o jogo numa esfera até mais abstrata às vezes do que o jogador RPG, que às vezes é é tipo, fica muito naquela de não. Isso aqui tem que ter 11, ele tem que estar coladinho com a ficção, senão eu já fico perturbada.

As ideias aqui não. Esse cara aceita que o jogo, às vezes ele passa por caminhos mais abstratos ali que representam. A ficção, né? E esse cara, eu, eu, eu vejo ele facilmente entrando nessa e falando, Ah, entendi, é, o jogo se estabelece aqui, eu preciso fazer isso e isso que eu vou fazer, e beleza, né? Então é, é realmente é um frescor, né, cara? Aí tem um fanfiqueiro, né, o alfabula aberta, esse cara é o é o anti, é o anti combeiro, cara. De certa forma, sim, né?

Oo fanfiqueiro, ele está interessado na história, né? Então ele quer ver o que vai, o que vai acontecer. Isso e de certa forma é o muitos jogos menem fanfiqueiro como jogador de repetir o essencial, né? É o cara que quer saber o que acontece. Então 11 jogo índio, principalmente, quase toda AAA, porque fala o bodypoker, ele precisa nessa, diz que é nessa Vibe. Eu eu acho que é a coisa mais espinhosa que isso. É mais de ter. É assim, é o discurso é esse. O discurso é esse, e aí, Oo

falfiqueiro é isso, né? Ele quer, ele quer chegar no ele, ele não é que ele não queira vencer o vilão, ele quer vencer o vilão, mas ele não quer se importar como é o combate, quais poderes usou, quem venceu ele se importa como, tipo, como vai ser essa Vitória, o que você pode falar de vão sentir, qual o que vai, o que a gente vai lembrar depois dessa mesa, depois dessa Vitória do vilão, né?

E aí muitas vezes, tipo. O nome mesmo, fanfiqueiro, mesmo que o cara às vezes escreve fanfiqueiro tem muito jogador. Tipo eu não, pô. Escrevi aqui 11 cena sobre aquele momento e tal. Expandindo, eu acho. Eu acho muito bacana. É e tenho, cara. Eu, eu não, eu não conhecia, né? Mas gravando o café na primeira temporada ainda, eu eu entrei em contato com essa galera que faz

OOO, cenar, né? Ah, eu vou cenar com não sei quem aí. Eles fazem ali 11 interaçãozinha que seja com o WhatsApp não sei o quê. Está conversando uma cena paralela ao jogo, né? Não é exatamente o jogo, mas eles fazem aquilo ali e aquilo é vira 11111 lore do jogo, né? Vira cano, e aí tem tipo guilds e guilds eu tive, eu entrevistei a Maia do do entre mundos e cara, é isso, tipo, eles têm 24 horas por dia no servidor de esporte, gente cenando e fazendo jogo e fazendo assim, velho, é

infinito, né? Quem, quem, quem curte isso, joga infinito, se quiser. Não é louco. Tipo, eu quando eu, quando eu era moleque, eu ainda deve ter. Quando eu era moleque, tinha tinha muito. Era especificamente de Dragon Ball, mas acho que um RPG de fora de Dragon Ball, que era isso na real, tipo, era, era escrito, então era era na real, com um exercício de escrita colaborativa. Mas estava tipo, chamando de energia. Alguns tinham regra, outros não

tinham. Né, em que você estabelecesse o personagem ali, usando o que aproveitando o que é as piadas do mundo, né? Porque você pega o Dragon Ball, que é uma coisa que, tipo, era popular muito ainda é, né? Muito popular. Então, tipo, você tinha muita gente, já sabia os diferenciais ali. Você não precisava explicar pra ninguém que era um saiadinho, então você você tinha isso como base e ficava lá fazendo, pô, eu, eu joguei um Monte de ficar fazendo.

Muito em Dragon Ball. A gente fazia, pô, tinha todo, tinha todo um rolê e cria uma fação e tal. Eu lembro que teve uma época que juntou muito brasileiro e os meninos ficaram chateados com os brasileiros, ficam interagindo entre eles e, tipo, porque acho que era idade. Como a gente era mais novo, entre 12 e 15 anos, os brasileiros estavam lá na época, o pessoal era um pouco mais velho, tipo uns 2022, sabe? E aí a gente interagia muito entre a gente e os caras ficavam puto, pô, nosso negócio.

Eu nem sabia que o nosso negócio ficava inventando a moda de vocês. Então estava, mas eu acho que essa essa é a pegada do porqueira. Maneiro. E o guaxista, cara. E é em homenagem ao ao guacha, né? Oo também do podcast do né um muitos paralelos do guaxinim. Cara, o guaxista, eu acho que OOO guaxista achou um pouco mais assim. Quando eu vi, quando eu quando eu preparei o que que era? Eu falei, cara, não, isso aqui é do guache. Na hora eu pensei, fábula

fechada. OOO lance do do baixista é que ele ele sabe muito bem qual é AA história que ele quer, né? Então isso é quer dizer que tipo, ele vai entrar do jeito que for Na Na história, vai se deixar levar pelo jeito como a história é, deve funcionar quando ela ela entrar, ela for bem determinada nesse nesse sentido. EE, é o cara que vai vai meter aquela do tipo Ah, não, pô. Isso é que o meu personagem faria nesse momento e tal, pra pra ficar adequado, ficar bem, bem bem dentro disso, né?

EE, pra eu eu pensei no guacha na hora, porque No No podcast dele, ele durante muito tempo falou tipo, não, não, não. O as histórias são todas isoladas, não tem universo. Tem. Universo, nada a ver um com o outro e tipo, não é não é bem o mundo, porque elas de fato são. Que são isoladas, mas elas têm um fio em comum e é esse tipo esse sei lá Oo gênero de histórias do guacha que o público decidiu que tinha que existir. E falaram esse estilo até o cara de mentir.

Não existe o guacha aberto, porque as existe. E aí eu olho e falo, é, tá bom, o que eu vou fazer? É é OOO, eu acho que OOO, esse podcast do guache, eu acho. A referência é muito boa aqui no café, já entrevistei, ele recomendou todo mundo, porque realmente, cara, tipo, são episódios, né, que você ouve do ele. Ele tem início meu e fim, não fica 25 episódios da mesma coisa e é muito bem trabalhadinho. Você vê que ele tem esse modelo,

né, na mão. Assim, a história é surpreendente, mas ela acontece com essa assinatura dele, né? O tempo todo é muito legal, muito legal. Na e a com a competência que o guacha tem nesse negócio. É incrível, é? Incrível, né? Cara? É incrível, né? E ele chegou a comunidade dele para participar. A galera vai empolgar e o cara é muito doido, cara, muito doido. Manda bem mais. É aí o fabulista fabula pura.

É Oo fabulista. Ele quer descobrir uma história, ele vai sentar lá, ele quer ver o que vai, o que vai acontecer. Mas é de um jeito, é enquanto outros estão assim, não. O que que o sistema estão propondo? E o outro fala, não, o que que eu posso propor ao sistema? O faulista tá só tipo o que que vai rolar, né? Ele não tá se importando muito de onde vem 11 coisa ou outra. Eu acho que até por isso Oo faulista que vai enxergar o como é que menos dura, porque bem, bem, tá saindo as puras, né?

Porque o cara chega assim, Ah, vamos ver depois de um tempo, ou ele vai para o lado de eu topo tudo que é o moderno, ou ele vai desenvolver um gosto pessoal que é o fechado. É e tem. E tem uma coisa curiosa, porque ele vem pela história, ele vem Na Na. História pela história, né? Mas ele percebe que o jogo ele pauta alguma coisa, né? Também isso. Isso quando ele cria essa percepção, ele, ele, ele. Ele tem que tomar uma. Posição, né?

Ele ele tem que ele tem que se posicionar, agora ele tem que se posicionar maneiro. Aí o viajante, mundo aberto, viajante, esse eu gosto é o viajante. Ele quer descobrir como é que é o mundo da. Campanha, né? Qualquer que seja esse esse mundo pode ser o pode ser sair fi pode ser, pode ser, pode ser, pode ser, sabe, tá falando de. Tormenta tá falando de? Prova, tem ver você falando de mundo das trevas.

Ele quer entender qual é, é desse mundo, quer explorar os espaços dele, as coisas, tipo assim, é o cara que é tipo geralmente ainda mais é RP já sair faz. Geralmente tem uma raça, uma classe que é de frente ou tona, né? Uhum, esse é o mundo, esse cara vai jogar provavelmente com essa classe. E anão falou, eu quero saber o que que a gente fez de legal? Aqui, né? E aí ele vai vai ser mulher, fazer 11 negócio, aí depois o. Postista o mundo fechado é o postista em homenagem ao Quest cast.

Que é um podcast que eles fizeram. Eles estão em hiato agora, né? Mas eles faziam muito esses essas mesas em cenários específicos, né? É, é game play também, né? Live game play é. EE eles fazem e é é editado, né? É daqueles. É bem, é bem editado, bem sonorizado e tal. É bem inclusive muito bom, né? Muito bem sinalizado, né?

Então, tipo, é bem bacana você pegar pra pra ouvir assim, tipo, é. Os esses podcasts mais tipo de Jack show, play assim, eu eu costumo ter dificuldade de pegar pra fazer que eu tô fazendo alguma outra coisa assim, tipo pegar pra ir, tipo, eu tentei ouvir o. O nedcast RPG enquanto estava malhando, até porque eu fiz os contos pro pro livro do livro de contos agora, né? Aí eu tipo, tinha que o vitro de novo e tal.

Enquanto estava malhando não rolava porque tipo, eu me perdia, era só, era só as vozes, eu me perdia naquilo ali e aí não, não, não absorvia, mas o como Oo cashcast que ele tem. O tensualizar era bem demarcado assim, as falas muito longas, porque tipo, esse cuidado você tem cuidado na edição também. Psicolofave tá ficando muito longo. Eles põe algum efeito sonoro pra tipo te manter. Aí, pô, ficou perfeito, eu consigo.

EEE. Tem uma parada que a galera do do bascast que vai ser tudo é. Muito maneira, cara. Você falou, essa galera é maneira velho, não gosta de jogar com eles. Eles são muito gente boa, eles são muito maneiro, EAE. O qual é, qual é a do peixista? Né? Da abordagem do do peixista, ele geralmente é tem um quer jogar em algum específico, né? Ele não quer jogar fantasia medieval, ele quer jogar em a,

ele quer jogar em pedras, né? E aí você é é um é um tipo de jogador, de de de mostrar, porque você pensa bom, o quanto você conhece sobre isso e o quanto eu não vou prejudicar essa experiência com o que eu tô trazendo, né? Então você tem que sabe ter um jogo de cintura com Oo jogador castista aí Pra Ele não sair, não sair frustrado. Ele, ele é detalhista, né? Mas é bom que ele traz. Detalhes também, né? Isso é uma.

Isso é você consegue esse esse tipo de jogadores. 2 é o pombeiro o. Crexista, se você conseguir trazer isso pro seu lado quando você tá mestrando, aí foi muita vantagem, porque ele te ajuda com o ré quando você esquece ele, pô, eu, eu jogo com o Victor Luck, né? O Victor Luck é muito crexista, então é, às vezes tem uma coisa que eu quero fazer, uma eu acho que vai ficar pesado para fizer

o exposition para os jogadores. Aí eu falo, pronto, o que que você é um personagem, sabe sobre tal coisa? Ele, então eu acho que já ajuda muito você saber. E é bom, quando você consegue identificar, tem grande vantagem nas ruas criativas. É isso. Quando você consegue identificar mais ou menos o que cada jogador quer, você consegue não só tipo, é ajudar o cara a se divertir, como ajudar ele a divertir todo mundo, porque tipo, você está tentando as forças e dos outros e aproveitando, né?

Muito bom aí, por fim, a gente tem um mundista que é o mundo puro, é o mundista. Ele está bem naquela coisa que a gente falava, da ilusão, né? Ele quer. Sentir aquele mundo como real e tal. A gente tem que manter essa ilusão, ele ele gosta disso, né? Então eu acho que Oo pior, a única coisa que você não pode falar para o mundista eu não sei, você nunca pode responder. Quer dizer que não sabe? Acabou AA ilusão dele. Você acha que esse cara ele ele vai se importar se alguém fizer?

Aquele aquele clássico do. Dos RPGs mais modernos, mais modernos, índios assim, né? Que é o me conte. Você. Você acha que esse cara curte ou não curte? Eu acho que curte. Eu acho que eu já vi muita gente empolgar muito nessa hora, nessa hora. Né, aí você fala assim, AI, qual é o nome da? Tabela eu não sei qual é aí o cara. Regalou, cara, posso dar o nome na tabela? É uma Vibe.

É uma Vibe legal, legal, mas isso é tipo você, mas você tem que sempre manter a bola, a bola no ar, né, manter a empolgação dele, a gente sempre você pode, você não precisa de uma resposta muito boa também tem que dar alguma resposta, né? O cara pergunta, Ah, nossa, é, os mojos são vulneráveis ao fogo. Você pode dizer, Ah, seu personagem ainda não aprendeu isso, ou então ninguém sabe se eles são, mas você, você, pô, eu não sei se eles são, deixa eu

olhar. Deixa eu olhar aqui no livro, talvez segure, talvez segura uma autoridade, mas talvez o cara ele perca o interesse nessa hora. É total, maneiro, cara maneiro, bom. Aí esses foram esses foram os as 12 agendas criativas, né? E cara Oo barato do do signo. Isso aí é é, é viagem. Conta aí como é que foi sido pecada agenda dessa tem um signo associado. É isso do signo, eu tava pensando assim, tipo você? Vai pensando isso a matéria, né?

É um blocão de tempo, o dobro. O que eu estou fazendo, dicas de mestre, né? Aí a pessoa, pô, vai ficar muito monótono. Você só só tem futuro isso aqui, e eu não vou, tipo, sabe? Forçar o pessoal da programação a arrumar distração pra isso tudo o que, o que que eu posso colocar de algum, algum símbolo que que vai dar alguma alguma graça aqui? Eu me liguei, pô, são 1212 agendas criativas. São 12 signos do zodíaco. Pelo menos é pra botar o 11 sinalzinho ali.

Vai dar uma graça, né? Aí eu falei assim, pô, mas não tem absolutamente nada, nenhum das agendas criativas com os os signos. Aí eu pensei, bom, Oo crumada fez isso e rolou seu dia. Eu digo que você tem Oo personagem mais mais calmo, centrado, é o cavaleiro de áreas, que é o signo voltado com possibilidade explosão e tal. Eu falei, Ah, vou botar assim, vou fazer um, vou fazer um negócio doido. Cada signo é uma agenda criativa mesmo, e isso não está de acordo com a astrologia que que

processa o crumada, né? De eu achei muito bom, cara, eu achei. Eu fiquei viajando, porque depois eu olhei e falei, caraca. O Lira. Eu até perguntei pra você, pô, qual é esse símbolo aqui, qual é, qual é, qual é esse signo aqui, cara, eu vou ver qual é. Achei maneiro, cara, achei legal. É esse tipo de de de correlação, né, aquela coisa que mais mais dá uma faisquinha pra gente ficar viajando em cima do que do do do, que nesse caso explica pra caralho, né?

Ele é muito mais uma faísca pra gente viajar em cima, né? É? E depois você vê, depois tem coisas que você vai pensar, pô. Faz sentido? Tem relação aí? É, é. A gente sempre vai criar, cara. É isso. É bom porque a gente cria e ajuda. A consolidar. Eu acho muito bom, maneiro e cara, agora você? Você quando? Escreveu isso. Você tava pensando como game designer, como mestre ou como ou como alguém que vai vender um produto ou onde que cabe exatamente o uso?

Dessa agenda pra galera, pra galera entrar agora, pro mundo palpável da coisa. É tipo pra gente falar a respeito de como você é, de como é o teu, como é que você se relaciona com o teu jogo, como é que é a esfera prática disso é. Eu pensei mais com uma ferramenta pra mestre mesmo, tipo as agendas. Criativas ensine só que tipo. Para fazer as agendas criativas, eu tive que montar a base das esferas. Eu acho que as esferas funcionam bem pra você pensar em design. Então, tipo.

Pensar se o seu jogo está bom, está tudo em que aspecto ele fica? Eu acho que não, não pra guiar, mas como um bom checklist assim, depois você faz e fala, bom, isso aqui tudo está funcionando. Eu estou deixando de de cobrir alguma coisa que é importante pra RPG sem sem olhar essas coisas. E mas pro eu acho que as agendas mesmo, o grande, a grande intimidade delas é pro mestre, né? Você pensar é identificar a os desejos e forças dos seus jogadores.

EE tem várias dicas ao longo do artigo, né, de como você pode lidar com isso, tipo, se o se o jogador, o que você não fazer, esse jogador é desse jeito, o que você pode fazer de outro for desse jeito, que são coisas que tipo você vai ser cada menos você mesa, né? Apesar de serem classificações, mas cada jogador vai ser um jogador, então nem sempre o conselho vai valer. Você pode ter um jogador que é muito congressista, mas não aquele conselho específico, não,

não, não ornou para ele. Mas é um ponto de partida, né? E eu acho que a utilidade dessas dessas coisas todas, acho que tipo, é por isso que eu tenho agenda criativa No No guia doméstico da ID até hoje é, é isso, é você dar, não deixar o cara perdido, né? Não deixar O Mestre perdido é dar Pra Ele um ponto e a partir daí ele vai poder desenvolver da chate dele. Boa. Maneiro, cara, muito bom o trabalho, acho que, pô. É, ficou muito interessante, ficou bom de ler e ficou muito.

É isso, né? Você vai passando o tipo, você vai lembrando de pessoas que você conheceu, pessoas que você conhece, gente caso, causos que você viveu, né? Muito legal, maneiro. E bom, é agora, voltando agora por uma questão de. De jogo assim, né? Você encontra o game designer só pra gente fechar? Papo, essa coisa, eu também. Tem gente que tinha identificado

bastante isso, né? Os elementos basilares ali do do RPG e tal, dialogando muito com esse aspecto do jogo em si, é, você vê, é isso, tipo, isso é elementos que todo jogo vai ter, né? O conversa, desafio, fábula e mundo. Mas você vê como game designer, quando você tá na prancheta, você você consegue medir legal esse tipo de coisa. Eu vou puxar aqui mais pro mundo, mais pra fábula. Você você consegue dosar, legal

isso. EE, por algum motivo, você acha que vale a pena focar em um ou como é que você mede esses sabores? Esses é, essas esferas? Quando você tá na prancheta? É, eu acho que é vai mesmo que você não tenha o. Objetivo de fazer isso? Você pensar assim, Ah, eu eu vou puxar mais para esse lado e tal. Em algum momento depois, alguém avaliando vai dizer em que em que contar, sabe? Porque é, é isso, são. São os elementos centrais. Mas eles sempre vão estar, não

vão estar. Dificilmente vão estar tudo por igual, né? Sempre vai ter alguma coisa que é é privilegiada pelo autor, ou ou ou tipo. E quando você tipo pode ter Oo. Autor, professor de um jeito, né? Mas no momento que chega, O Mestre vai imprimir em cima também aquilo que ele tem de de interesse, de de vontade, né? Tipo, eu tenho 11 exemplo que eu vejo muito isso, de ter essa diferenciação, né? Tipo do que o jogo decidiu enfatizar.

Pelo que O Mestre decidiu enfatizar, é, é uma campanha de mundo das trevas, que eu vivo tentando mestrar e ninguém, ninguém quer jogar, porque só que o mundo das trevas não. Não gosto de ter a proposta, mas é que é tem muito pouco ORPG em inglês, que permite cobrir. É coisa de estoçar esses

porcentagem, né? Não, não cobre todos os elementos, mas o mundo, as trevas, cobre absolutamente, porque eles tiveram Oo higiokai, eles tiveram naquele ano que eles tem um acho que tem 1 ano de Jade que eles chamam ali, então sabe várias coisas orientais, tem roupa gigante do do devo André, então eu tenho. Eu tinha todo um plano pra fazer e é trocando, né? Em 99, que é usando todos tipos de personagem que não, não são. Pra não pra poder ter a coisa de

transformar, né? Eles não são, não pode ser vampiro, não, pode ser lobisomem, tem que ser aquelas coisas menos, né, tipo parente, feiticeiro, nessas coisas, e aí é isso, mistura com o de jetman, é falar isso aqui só pra sentar no mundo das trevas, aí falar, Ah, mas você tá usando o nosso sistema. Eu falei, não, não é no cenário ou no mundo das trevas, né? No cenário isso não, não, minha equipe super sentar e aí tipo, obviamente não é isso.

Passando pela cabeça dos caras quando fizeram, mas eles deram todas as ferramentas para que eu para que eu pudesse fazer. Então dá para fazer. É como o eu vejo isso com o meu jogo, né? OOOO caril lembra cartão de fogo, ele é pensado para você fazer. É histórias. Tipo, toda a minha proposta com ele era um jogo em que ele fosse bem. Tem uma coisa, a coisa da fábula, muito bem definida. Porque tem um tipo de história que ele conta e a história vai

te encaminhar. Você tem vários elementos do jogo te encaminhando pra contar esse tipo de história e que ainda tiver o aspecto do desafio. Por exemplo, ele costuma usar essa personagem, tem todo esse tipo de toda essa etapa, né? Então eu queria misturar bem essas essas 2 coisas, só que o tipo de história que eu quero, que eu quero contar com eles, né? O tipo de a estrutura que ela pode contar é é muito parecido com outra estrutura que muito do povo prefere, né?

Ele é feito pra fazer o Manga saining, que geralmente tem combates mais curtos. EEE uma ênfase mais minha emoção, história sobre menos personagens, uma pessoa pra jogar, uma gachona, uma pessoa pra jogar, cavaleiros do zodíaco uma pessoa e aí dá pra fazer, né? Dá pra fazer a culpa de salve, tanto que na edição nova a gente tem um capítulo de regras opcionais. O nome do capítulo podia ser tornando seu jogo chony, porque que é pra tipo Oo, cadê? Não tem ponto de vida né?

Não tem coisa mais chonem que o ponto de vida. Então tem uma regra lá para você passar a ter pontos de vida, esse tipo de coisa assim, porque é igual o guache, né? O público dele falou, não, a gente quer uma chavéz, então vai ter uma espécie, se o público tô lendo quer tanto assim, jogar fome quem? Quem sou eu pra dizer sim, total maneiro. É cara, foi um é, você vê o trabalho com o. Trabalho do olfantas é muito de pegar ODID clássico, entender que.

Começaram a viajar em cima e adotar umas agendas diferentes ali em cima, né? E o wellfen falou, não, velho, vamos limpar as as outras agendas. Só deixa a agenda do desafio e pau no gato. E é isso é tipo, mas é, é isso. Né, é um. É um é um estilo que, pô, joga de frente do que a grande maioria das pessoas e vem jogando OBD clássico, né? Então a gente acaba fazendo uma curadoria pessoal ali em cima, né? É ainda mais essa versão 2024,

né? Tem toda uma pegada de de é, é, tem, tem 11. O pessoal chama pejorativamente de é Medical, de party, né, que é. Só tá todo mundo junto e vamos ver, sabe? Fun, fun time, sabe essa, essa pegada sim. E não vive de como tá muito nessa pegada sim, ele não necessariamente nas regras, entre nisso, mas a estética do toda dele é isso, tipo, olha isso. É esse mundo fantástico e bonito.

E tal, não sei o que. Tipo, os orques agora são pessoas interessantes, com quem você conhece, fala e interage em vez de muitos que você vai lá para matar. E isso o é, é claro que tipo, tem todo um lado político. O que não é político, né? Sim, e se manifestar contra 111 autoritarismo bizarro que tá até se antecipou, né? Ou 3 bizarro tá morrido e voltou? Né? Voltou com força lá lá pra eles, né? E quanto mostra que você está, tipo, se afastando da origem, né?

Porque tipo, você não necessariamente precisa pra pra ter AOA, pegada de exploração, a pegada de desafio, você não necessariamente precisa, tipo, transformar pessoas de pele de cor diferente em em um gosto de canhão. Sim. Então tem tem um meio termo aí que eu acho que. Se perde?

Sabe? Tipo, ok, os os orques agora são um povo muito legal, muito de boa, com várias tipo, parecem super simpáticos uma legislação do do ork, mas EE quando encontrar 111 dele no meu caminho impedindo com com uma agenda contrária, sabe como eu vou interagir com ele? A gente não tem mais essa resposta, ele não quer te responder. É e fica e fica até um lugar 111, situação que. Você fala, pô, talvez eu queira evitar isso, né? Eu quero evitar esse momento, né? Eu não quero, eu não quero

entender o que acontece. EE é isso, né? Um é, somos pessoas e pessoas também tratam, né? Então. É, é, é doideira pensar isso, cara, né? Mas assim, mas é muito doido pensar Oo como ODED evoluiu para diversas agendas de diferentes ao longo do tempo, né? Na época da dos rickman, e agora é com essa uma agenda diferente, é, a gente vê umas coisas acontecendo. EE é, é bem solto, né, cara? É o maior produto do mundo. E eu acho que isso isso também é

um reflexo muito do que. Do que foi se tornando mais aceitável e palatável pra pra cultura de massa norte Americana, né? É porque violência costumava ser vista como uma coisa, tipo, a violência pode ser tipo é, é limpa, né, igual a gente via, tipo desenho dos x Men dos anos 90. Wolverine sacava as garras, colocava um chute nele, porque ele não pode mostrar sangue, né? Mas se mostrava violência EE tem cada vez menos. Né? Tipo, os os desenhos infantis

têm têm menos violência e tal. Não é uma questão de mostrar não a violência, ela é errado. Tipo, é, é completamente sempre errado você reagir de forma violenta as coisas. E uma coisa tipo, durante muito tempo é na, no, na minha geração, tipo, ouvia coisa parecida, mas não era isso, esse sentimento que passava, né? Porque esse entendimento de que violência é o último recurso, mas é um recurso, né?

EE na vida, né? Na Na cultura tem hora que você você precisa apelar pra pra violência, até pra resistir a 111 invasor, um estado opressor uhum. A gente chega num ponto em que, por causa desse tipo de coisa, tem muita gente que entende que é a forma de você se opor a 11 governo totalitarista. É você falar para as pessoas se tratarem bem e terem amor umas pelas outras e tal. E que tipo, é muito bonito, é, é lindo, mas não tira nenhum ditador do poder. É?

O maluco vem na malícia e você se fode, né? É? É. É total. É cara. Isso é uma discussão muito. Muito interessante. Mesmo. EE, eu acho que a gente vai se ver cada vez mais obrigado a pensar, pensar em pensar nisso, né? Realmente infeliz. Infelizmente a gente já vive nesse momento. Muito bom, cara, mas são reflexões muito importantes e é

isso, né? Como a agenda dos jogos muitas vezes refletem não somente o momento, mas às vezes os anseios a respeito do momento e a fantasia que a gente quer ver? A fantasia às vezes como fuga, né? Às vezes como resposta também. Então isso é muito interessante. Ver essas possibilidades. É se traduzindo em agenda. Maneiro, cara, maneiro. É bom esse assunto eu poder ficar. Emendando mais mais perguntas aqui, mas eu vou te liberar já 1 hora e 20 de de de episódio.

Queria te agradecer demais, cara, por ter topado mais. Essa é sempre uma honra pra mim ter você aqui, pô, a gente já, pô, a gente já dividiu muito, né cara? A gente já foi da RP de notícia junto, já foi, pô, já fez evento junto, já cobriu coisa junto, então sempre bom ter você por perto, cara. Obrigadaço mesmo, pô, é, estamos juntas, é só chamar que a gente cola aqui eu fiquei. Muito feliz de estar aqui de novo. Maneiro. E tem alguma algum recado para

galera que você queira passar? Alguma, alguma. Coisa para galera seguir que você queira, precisa deixar, tem recado a cinema? Dragão. Brasil, a maior revista de RPG. Cultura RR, país dragão, brasil.com.br e se você assinar um nível de conselheiro, você leva 2 revistas, que é a revista dragão Brasil e a revista tormenta 20, que tem uma aventura 11 campanha, mas o nível um até o nível 20 todo mês é uma cultura diferente. Eu tô, eu tô escrevendo essa, essa aventura.

O nome dela é duelo de dragões e inclusive uma coisa que eu comentei, eu não vou dizer o que, mas uma coisa que eu comentei nesse no podcast aqui, um dos causos que eu comprei, esse podcast tem um impacto direto nessa, nessa quem quem lê a aventura vai pra assim, fala. Pô, é isso que ele? Comentou. Maneiro, maneiro, cara, beleza. Então, galera, eu vou deixar o link. No ticket do episódio aí para vocês assinarem o Dragão no

Brasil? E cara, ver material desse desse monstro aí, todo nosso RPG nacional. Valeuzaço, cara, obrigado. E vamos para o encerramento. Valeu muito bem, vamos. Ver a minha agenda é isso aí. Vamos encerrando aí. Então é, queria perguntar. Pra você é na enquete aqui, com que agenda você se identifica dessas 12 agendas que o Thiago rosa trouxe? E por último perguntar, como você entende?

Né, agenda criativa se você tem alguma visão particular, alguma lente que você construiu, queria saber de você. No mais é, eu vou deixar os links citados no episódio. Então eu vou deixar os links dos anúncios, o the 20 GRP de na caramelo jogos, o link para apoiar o café com dângel e o link para você jogar mitos de Atlântida. E também é deixar aqui o link para o elusive shift do John

Peterson citado pelo. Pelo Thiago, o big model também do Ron adwors, também citado pelo Thiago, e principalmente o link tá no dragão Brasil pra você assinar essa revista tão importante pro RPG nacional que conta com matérias incríveis, inclusive as do Thiago rosa. Aí, meu companheirão, que cara é um maluco aí que tá muito tempo no rolê, produz muito e tem um material muito interessante. Então vamos lá, vou deixar os links também. Lembrar que você pode apoiar o

café com dângel se você quiser. É apoiar a gente, né? EE? Ajudar a gente a voltar a ter 5 episódios semanais. Você pode considerar apoiar o nosso projeto. E a sua expansão lá em apoia ponto SA barra café com dângel se você gostou especialmente do café de hoje, você pode deixar uma gorjeta pra gente, mande o seu Pix em qualquervalorpracafecomdangelo@gmail.com a gente conta com você se você tem uma empresa ou uma marca. Quer ter um dia na semana no café com dângelo?

Você pode financiar um episódio semanal no podcast e fazer Alegria da massa rpgista consulta a gente em café comdangion@gmail.com que a gente tem uma proposta especial pra você. Pergunta também para gente aí sobre parcerias e anúncios. A gente trabalha com spots para marcas de RPG. É o de entre os ramos de jogos também, mas além disso, cafés, tecnologia, educação, mídia e etc. Então manda um e-mail para

gente. Se você for produtor de conteúdo, game designer independente, acadêmico ou mesmo fã que quer participar do projeto, manda um e-mail para gente aí contando sobre você e como a gente pode colaborar. Beleza? É no mais agradecer. A galera que torna possível essa aventura, os nossos assinantes.

Então valeu aí a galera do apoio, incentivo, incluindo o Jefferson Antunes. Obrigado professor, valeu demais ao pessoal do nível de apoio e comunidade, incluindo aí o Alisson Bernardo, o reinald stefans e o Rafael oxossik. Muito obrigado galera pelo apoio de vocês. Um salvo especial para os assinantes do nível RPG do Jô, entre eles o Vinícius Caldas, o André dotepégaso, valeuzaço, pégaso. É o Marcos, o Marcos Gonçalves Oo, Luiz Guilherme dias de Souza e o Rudolf helbut.

E um abraço aos membros do treinamento orefentes e o Abílio Júnior, César Machado, o Daniel Haidar, Diego cestito, Douglas bayense, o Léo gasparuto, Marcos Gonçalves, Mateus piqueira, Pablo Rodrigues Lima, Rafael bardal, Bruno Kobe, João bola, Mac, Gui providelo e um imenso agradecimento ao pro nosso membro café com balbi. Grande amigo Thiago Augusto. Valeu, cara. Abração aí. Até a próxima. 4 horas, hora de alta compaixão. 4 e meia contemplar o abismo. 5 horas solucionar.

A fome no mundo, e não. Dizer a solução? 5 e meia Maiara e quartinho, 6 e meia jantar comigo, não dá para cancelar outra vez, 7 horas, lutar contra o meu lado bom e vencer.

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