Peter Solo, o “James Brown togolês”, e sua aposta de fusão do afrofunk com cumbia - podcast episode cover

Peter Solo, o “James Brown togolês”, e sua aposta de fusão do afrofunk com cumbia

Feb 01, 202510 min
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Grande talento do afrofunk, Peter Solo volta à cena musical neste ano lançando um novo álbum à frente da banda Vaudou Game. Neste novo trabalho, o “James Brown togolês” faz uma ponte com a Colômbia.

Daniella Franco e Hugo Casalinho, da RFI, em Paris

Peter Solo ou Viwanu Déboutoh, nasceu em 1972 em uma aldeia no sul do Togo. Com uma a mãe praticante de candomblé e um pai fã de groove e funk africano, a criatividade do artista não sofreu de falta de inspiração. Desde pequeno, o músico foi embalado pelas percussões e cantos de cerimônias religiosas que ocorriam em sua casa.

Na adolescência, Peter Solo começa a tocar violão e mergulha de cabeça no "highlife", como é chamado o soul africano dos anos 1960 e 1970. Anos depois, ao se radicar em Lyon, no centro-leste da França, o togolês reúne toda a riqueza de seu percurso para fundar a banda Vaudou Game.

Com cinco discos na bagagem, o “James Brown togolês” aposta agora em uma nova aventura: a mistura de ritmos africanos com sul-americanos, ou mais precisamente, a cumbia colombiana. No início deste ano, à frente da Vaudou Game, o músico lançou “Fintou”, com 11 dançantes faixas que prometem revolucionar o funk e o groove na França.

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