Thaís Oyama: Bolsonaro segue passos do PT para conquistar o Nordeste
A colunista do UOL Thaís Oyama fala dos planos do presidente Jair Bolsonaro para conquistar a região Nordeste do país e, com isso, aumentar suas chances de reeleição em 2022.

A colunista do UOL Thaís Oyama fala dos planos do presidente Jair Bolsonaro para conquistar a região Nordeste do país e, com isso, aumentar suas chances de reeleição em 2022.
O presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, volta a ser alvo de ataques nas redes sociais porque resolveu propor um período de oito anos de quarentena para juízes entrarem em campanha eleitoral após deixarem seus cargos. Teve imediatamente o apoio do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM). O colunista do UOL Tales Faria analisa o assunto.
Episódio tem como destaque o dossiê antifascista elaborado pelo Ministério da Justiça, que reúne informações de servidores federais e estaduais, além de professores universitários críticos do governo de Jair Bolsonaro. Quem traz as informações é o colunista do UOL Rubens Valente, que noticiou o caso. O programa também trata do Centrão, Lava Jato e coronavírus.
"Dois terços do desmatamento da Amazônia estão conectados à cadeia produtiva da pecuária bovina. Ao mesmo tempo, a atividade econômica que mais escravizou pessoas nos últimos 25 anos foi também a pecuária bovina na Amazônia. Essa dobradinha do inferno não é nova. Muito menos o entendimento que estamos em um momento mundial em que a inação de países diante de crimes contra o clima é respondida com suspensão de investimentos", avalia o colunista do UOL Leonardo Sakamoto.
O colunista do UOL Tales Faria analisa a saída de MDB e DEM do centrão. Para o jornalista, apesar do racha, o grupo de partidos continuará o mesmo e influente na política brasileira.
O colunista Diogo Schelp afirma: "O ditadora da Bielorrússia, Alexander Lukashenko, que indicou vodca contra covid-19, testou positivo para a doença. Se ele se curar, vai poder fazer como Bolsonaro com a hidroxicloroquina: dizer que foi o remédio milagroso que o salvou. Em ambos os casos, existe uma inversão do ônus da prova, um conceito fundamental da ciência".
A colunista do UOL Thaís Oyama explica por que, em sua avaliação, as eleições de 2022 serão totalmente diferentes da corrida presidencial de 2018.
O colunista do UOL Kennedy Alencar comenta o fato mais importante nesta semana na eleição americana: a mudança de estratégia do presidente Donald Trump. Ele adotou um tom mais realista e menos agressivo com a imprensa para tentar recuperar eleitores moderados que hoje preferem votar no democrata Joe Biden.
O colunista do UOL Tales Faria analisa a decisão do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) de retirar a deputada federal Bia Kicis (PSL-DF) da função de vice-líder do governo no Congresso. O fato aconteceu após a parlamentar votar contra a renovação do Fundeb (Fundo de Desenvolvimento da Educação).
A apresentadora Carla Bigatto e os colunistas do UOL Maria Carolina Trevisan e Diogo Schelp falam sobre a nova proposta da reforma tributária. Ela foi apresentada pelo ministério da Economia durante o afastamento de Jair Bolsonaro, por causa do coronavírus. O episódio também traz as implicações para o Brasil diante das mais novas rusgas entre Estados Unidos e China.
"O combate ao coronavírus nunca foi prioridade de Jair Bolsonaro. A preservação do seu mandato, sim. Ele avaliou que seu governo se tornará um pato manco antecipado com dificuldades de reeleição diante de uma economia deprimida. Desde o início da crise da covid-19, o presidente tem se esforçado em minimizar os efeitos da doença e empurrar trabalhadores para a rua", analisa o colunista do UOL Leonardo Sakamoto.
"O fenômeno não é de hoje. Carteiradas como a que o desembargador paulista Eduardo Siqueira tentou aplicar no guarda municipal da cidade de Santos Cícero Hilário Neto sempre existiram no Brasil. A diferença é que, hoje, a velha pergunta —'Você sabe com quem está falando?'— convive com um aviso: 'Cuidado, você está sendo filmado'. A corda tradicionalmente arrebentava para o lado mais fraco. O celular inverte o jogo", avalia o colunista do UOL Josias de Souza.
O presidente Jair Bolsonaro se encontrou com apoiadores nesse domingo (19) e fez, novamente, propaganda da cloroquina ao erguer uma embalagem do remédio, que foi saudada por seus seguidores. Na avaliação de Thaís Oyama, esse episódio reforça como o presidente deixa suas ideias fixas governarem em seu lugar.
Voz mais respeitada nos EUA no combate à pandemia, o médico Anthony Fauci classificou de "bizarro" os ataques que vem sofrendo do próprio governo nas últimas semanas. O presidente Donald Trump retuítou críticas a Fauci e disse que o principal imunologista do país cometeu erros na pandemia. O colunista do UOL Kennedy Alencar analisa o assunto, direto de Washington.
O colunista do UOL Tales Faria fala sobre a possibilidade de criação de um imposto nos moldes da antiga CPMF. "O ministro da Economia, Paulo Guedes, resolveu desafiar o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, e anunciou que o projeto de reforma tributária do governo incluirá um imposto sobre movimentações financeiras por meio digital. O cenário para a guerra está montado", analisa o jornalista.
A apresentadora Carla Bigatto e os colunistas do UOL Maria Carolina Trevisan e Diogo Schelp falam sobre dois usos distintos da palavra “genocídio”. O Exército contesta o uso da expressão quando usada para definir políticas de saúde, mas e quanto a políticas de segurança pública? Participa da conversa o repórter de UOL Notícias Luís Adorno, um dos autores da reportagem sobre o impasse jurídico que suspende investigações contra PMs que matam em SP, onde a letalidade policial subiu.
O colunista do UOL Leonardo Sakamoto afirma: "O uso do termo 'genocídio' pelo ministro Gilmar Mendes para tratar o que está acontecendo na pandemia chocou militares, que repudiam sua associação a isso. Mas eles sabem bem o que é genocídio por conta do que ocorreu ao povo indígena Waimiri-Atroari por obra da ditadura militar".
O colunista Josias de Souza analisa: “Não é que Jair Bolsonaro tem dificuldades para desfazer a crise que ele mesmo criou no setor do meio ambiente. A questão é que o presidente acredita que pode desfazer a crise ambiental criando outra crise, ainda maior".
A colunista do UOL Thaís Oyama elenca fatores que fazem com que, para ela, o presidente Jair Bolsonaro viva algo incomum em sua gestão: um momento positivo. Para isso, a colunista cita três episódios recentes: uma pesquisa divulgada no sábado (11) que aponta melhora nos índices de avaliação do governo, a reconciliação do presidente com a ala olavista após a nomeação do professor e pastor evangélico Milton Ribeiro para o Ministério da Educação e um novo combustível para a relação entre Bolsonaro ...
O colunista Jamil Chade, direto da Suíça, avalia: “Para alguns, o novo normal é trabalhar entre crianças, pratos e roupas a lavar. Para outros, o novo normal é se locomover por meio de bicicletas. Mas, para a diplomacia brasileira na ONU, o novo normal é a rotina de denúncias”.
Para Tales Faria, "o clima não está nada bom entre os bolsonaristas de raiz". Em sua coluna desta quinta-feira (9), o jornalista analisa o "inferno astral" vivido pelos apoiadores do presidente da República.
Após a confirmação de que Jair Bolsonaro está com covid-19, a apresentadora Carla Bigatto e os colunistas do UOL Carolina Trevisan e Diogo Schelp discutem como a saúde do presidente ganhou protagonismo entre apoiadores e de opositores. No programa, eles também comentam a prisão domiciliar de Fabrício Queiroz.
Leonardo Sakamoto, colunista do UOL, afirma: "Apesar da cloroquina não ter eficácia comprovada para o tratamento da covid-19, o presidente Jair Bolsonaro aproveita que testou positivo para fazer propaganda do medicamento. Ao ofertar um remédio mágico e barato como solução, ele quer enfraquecer a quarentena e pressionar para que o país volte à normalidade".
Maria Carolina Trevisan, colunista do UOL e comentarista do Baixo Clero, afirma: "Ao expor pessoas sob custódia do Estado à pandemia de covid-19, o presidente desconsidera presos, familiares e funcionários de presídios, lugares em que as violações de direitos humanos são permanentes. O sistema de justiça, quando não segue a recomendação de desencarcerar, também é responsável pela política de morte".
Josias de Souza avalia: "Numa de suas viagens aos Estados Unidos, no ano passado, Jair Bolsonaro teve a oportunidade de dizer a Donald Trump, no prédio da ONU, que o ama. Desse amor resultou um casamento diplomático marcado pela ideologia e pelo personalismo. A união do Planalto com a Casa Branca, que já se mostrava sólida na saúde, revela-se surpreendente na doença. Quando Trump maltrata o Brasil, apontando a inépcia do país na gestão da pandemia, quem apanha não é Bolsonaro, mas o interesse na...
A colunista do UOL Thaís Oyama traça a trajetória de Jair Bolsonaro e de seus filhos para lançar a pergunta: o presidente faz da política um empreendimento familiar rentável?
No início de 2019, as autoridades suíças deram o sinal verde para a transferência aos procuradores brasileiros de extratos bancários relativos a movimentações envolvendo a suspeita de financiamento de campanhas do ex-governador e ex-chanceler José Serra (PSDB). Jamil Chade traz as informações.
Julho era o prazo estipulado pelo presidente Jair Bolsonaro, no início do ano, para decidir se o ministro da Economia, Paulo Guedes, conseguira domar o dragão do desemprego e continuar no cargo. Veio a pandemia do coronavírus e a economia do país e do mundo entrou no buraco. Mas, para Guedes, a Covid-19 tornou-se uma boa desculpa para não cumprir suas promessas do ano passado, de retomada do desenvolvimento, avalia o colunista do UOL Tales Faria.
A apresentadora Carla Bigatto e os colunistas do UOL Carolina Trevisan e Diogo Schelp debatem dois dos principais assuntos que pautaram o debate público na última semana: a demissão de Carlos Alberto Decotelli do Ministério da Educação, as inconsistências em seu currículo e a "PL das fake news", aprovada no Senado.
Diogo Schelp, colunista do UOL e comentarista do Baixo Clero, questiona: "Depois da demissão de Carlos Decotelli do MEC, noticiou-se que o chanceler Ernesto Araújo também estaria sendo pressionado para sair do governo. Mas isso de fato mudaria os rumos da política externa do governo Bolsonaro?"