Episódio 56
Fala-se sobre beber café em copos de plástico e sobre o cenário pós-apocalíptico de servir francesinha em pratos de plástico. Discute-se a evolução dos talheres e explica-se por que razão estão errados os asiáticos.

Fala-se sobre beber café em copos de plástico e sobre o cenário pós-apocalíptico de servir francesinha em pratos de plástico. Discute-se a evolução dos talheres e explica-se por que razão estão errados os asiáticos.
Bruno e Sérgio falam em directo na rádio e no Facebook durante uma hora sobre vários assuntos e respondem a questões dos ouvintes. Correu bem? Há quem diga que sim. Mas as opiniões divergem.
Bruno fala sobre a sua enorme paixão por camisolas de gola alta, que o fazem sentir-se como um intelectual francês no Maio de 68. Fala-se ainda sobre kispos de penas e avança-se a ideia de criar um concurso "Mister Kispo Molhado."
Fala-se basicamente sobre temas relacionados com animais: o desafio de tosquiar mamutes, bullying sobre tigres dentes de sabre, gorilas tristes, salvar animais da extinção, etc.
Bruno e Sérgio desdenham de certas manias de escritores. Relata-se a apresentação constrangedora de um livro de poesia. Bruno conta histórias pessoas que envolvem Gonçalo M. Tavares e António Lobo Antunes. Inventa-se um novo elemento da família Lobo Antunes para ensinar as crianças a usar o penico.
Bruno e Sérgio falam sobre a invenção do fato e gravata e a próxima evolução do traje formal e colocam a questao que tantos pensadores tem inquietado: Porque é que as pessoas se vestem? Finalmente, revelam aos seus ouvintes a que tribo pertenciam na juventude.
Debatem-se vários temas como: Porque é que não se misturam frutos do bosque com frutos exóticos? A água é uma necessidade ou é sobrevalorizada? Já alguma vez comeram um diospiro para o salvar antes que ele apodreça?
Bruno e Sérgio desconstroem os clichés acerca das diferenças entre homens de mulheres. Falam sobre horóscopos. Bruno é do signo aquário e, por isso, precisa de água para sobreviver. Sérgio é do signo balança e, como tal, pondera as suas decisões excepto quando decide de forma impulsiva. Discute-se a importância de medidas que impeçam o nascimento de bebés do signo Escorpião.
Alguns dos temas referidos neste episódio: série "The Boys", superpoderes defeituosos e medos ancestrais.
Bruno e Sérgio falam sobre temas tão interessantes como tirar o bilhete de identidade, crimes fiscais e (entretanto o autor da sinopse adormeceu).
Neste episódio Bruno e Sérgio falam sobre colares de missangas, os seus penteados preferidos (capacete, playmobil e guerrilheiro independentista basco) e sobre o efeito destrutivo para a identidade de uma pessoa que é ficar careca.
Bruno e Sérgio falam de felicidade, ir ao continente, Bollycaos e traumas infantis com comida.
Bruno e Sérgio falam sobre a vitória de Jorge Jesus na Taça dos Libertadores, futebol e gaming.
Bruno e Sérgio escolhem 10 personalidades cada um com quem gostariam de viver para sempre.
Fala-se sobre testemunhas de Jeová. Bruno define que o Sérgio e Paco Bandeira serão os únicos representantes portugueses no paraíso.
Bruno e Sérgio Falam sobre tatuagens na cara, auditórios e sobre como o Netflix da Grécia Antiga era um cego a contar histórias.
Bruno e Sérgio falam sobre as aplicações que têm no telemóvel e sobre a fonte de infelicidade que são as redes sociais.
Bruno e Sérgio falam sobre os livros, discos e filmes que levariam para uma ilha deserta.
A partir do álbum S&M dos Metallica, Bruno e Sérgio recordam grandes bandas do passado recente como Apocalyptica, Creed, Nickelback, The Calling, Third Eye Blind. Reflectem ainda sobre o conceito de voucher.
Entre outros assuntos, fala-se do café mais caro do Mundo. SPOILER ALERT: Os grãos são apanhados nas fezes de um animal chamado civeta. Coitado do bicho.
Fala-se sobre tempo, o mal estar na civilização provocado por redes sociais, anedotas e assassinos.
Fala-se sobre excesso de humildade, as alegadas alterações climáticas, ver coisas na internet e o autor da Wikipedia.
Fala-se basicamente sobre os Beatles e sobre como seria o Mundo se estes não tivessem existido. SPOILER ALERT: Igual, mas sem os Beatles.
Sérgio admite que nasceu com o bichinho da rádio e Bruno com o bichinho da televisão. Fala-se sobre o que faria o Cristiano Ronaldo se nascesse na Idade Média e sobre se é mais difícil derrotar um centauro ou um humano com cabeça de cavalo numa luta corpo a corpo.
Episódio carregado de alegria em que se fala de chacinar civilizações, histórias reais de extraterrestres, suicídios de artistas e cultos religiosos.
Fala-se basicamente sobre consumir música, discute-se violentamente a banda The Doors e debate-se o conceito de guilty pleasure.
Fala-se de trânsito, redefinir a concepção de tempo em função da felicidade das pessoas e finalmente aborda-se o tema tabu que é termos um genérico em que forçamos as pessoas a ouvir um bocadinho da música "Happy" e a lembrarem-se da porcaria que são os Minions.
Fala-se de elogios que não são bem elogios.
Fala-se de bricolage, rachar a cabeça, jogadores de futebol com cabelos notáveis, etc.
Fala-se do tempo em que se gravava música da televisão, escola do futuro, traduções, literatura e personalidades de Pardilhó.