Jornada 365 – Califa limpo
Toda uma cadeia de falhanços anunciava o desfecho inevitável. Mas porque foi protelado? Fé? Plano? Toda uma cadeia de falhanços B anunciava o desfecho inevitável B. Mas porque é protelado B? Enfim, vocês perceberam…

Toda uma cadeia de falhanços anunciava o desfecho inevitável. Mas porque foi protelado? Fé? Plano? Toda uma cadeia de falhanços B anunciava o desfecho inevitável B. Mas porque é protelado B? Enfim, vocês perceberam…
De inconsistência e irregularidade ninguém nos pode acusar. Consistentemente maus e regularmente ainda piores do que isso, lá se foi a taça da carica, a possibilidade de ser líderes e mais um belo naco da paciência dos adeptos. Mas nada temam, está a chegar o extremo salvador, logo a seguir à descida do presi ao balneário. Ufa, afinal está tudo bem.
Em primeiro lugar…seremos nós depois de ganharmos em Alcácer-Quib…na Madeira! Até lá, demos uma volta desde a Rotunda até Leiria, com uma muy breve passagem pelo Seixal em que quase não se parou porque há valores mais altos que se alevantam! E adivinhem lá o que é que o Jorge Vassalo acha da Taça da Carica? Um balde de branco casca-de-ovo para quem adivinhar!
Há Natal para todos os gostos. Temos aquela malta do bacalhau de posta grossa e molho fervido, há o povo do polvo e a gente do perú. E nas sobremesas então nem se fala, que uma filhó em condições dá para calar o tio facho que se senta a reclamar com a ciganada. Já nós aqui na consoada Cavânica não estamos por menos: comemos à fartazana em Moreira, com Mora e Samu a combinarem tão bem como canela na aletria. Mas decidimos parar com o sustento próprio e alimentar os outros, com prendas para todos ...
Depois de os miúdos da B parecerem começar a caminhar pra machos latinos, eis que a A avia a malta da Amadora com uma autêntica surra de…pau mole. Quês e porquês de (mais) uma noite flácida que deixa a nossa moça a pensar seriamente em marcar aulas com aquele PT lá do ginásio…
Relato da epopeia dos nossos meninos, do Porto a Bilbau, em 15 (ou 17) perigosas etapas, por mar, ar, rodovia e piso sintético. Particularmente quando o tédio se apodera de um gajo na bancada ao ponto de ficar largas dezenas de minutos de pasmaceira a olhar para a relva a pensar se tinha crescido e acima de tudo porque é que aquele pedaço ali perto da pequena área na baliza do lado Sul está a causar problemas aos nossos moços. Deve ser por isso que rematam pouco à baliza. Para lá disso, o Namaso...
Mais uma semana com eventos de epicidade variável: as moças que habituadas a brincar no recreio com a miudagem do primeiro ciclo e apanharam umas grandulas do nono ano que lhes roubaram o dinheiro do almoço mas sem lhes fazerem muito mal, os imberbes que foram a terras flavienses brincar às defesas e acabaram também com o guito palmado, e os grandalhões que foram a Famalicão brincar às magias e transformaram um golo marcado num penalty sofrido sem que ninguém notasse. Vá lá que vêm aí uns dinama...
É vitórias em cima de vitórias. A B, a A e as meninas também de certeza que ganharam. Até a dormir a gente limpa isto! O pior é que na horizontal começam os pesadelos e tudo parece o Moreirense. Ou a primeira parte contra o Casa Pia, ou, ou, ou…
Relato da epopeia dos nossos meninos, do Porto a Bilbau, em 15 (ou 17) perigosas etapas, por mar, ar, rodovia e piso sintético. Particularmente quando a estrada parece cheia de pedregulhos difíceis de contornar, buracos cavernosos e rails com rebites afiados. Mas nada temos de temer a não ser o temor de estarmos em campo numa evolução caracoliana em que a segunda parte é ligeiramente melhor que a primeira e mesmo assim não dá três pontos. Os minions? Isso são puzzles para resolver a curto/médio/...
Resenha crítica de técnicas de tortura medievais; palmas; análise ao campeonato nacional de fetichismo; palmas; curso acelerado de hipnoterapia; palmas; e a taça de Portugal em coiso; standing ovation! É atacar o próximo e dar uma resposta forte. Isso e a puta que pariu esta merda toda, não? Isto havia de ser pago, aí havia, havia.
Em tempos de interlull, em que uma parte dos moços navega pelas suas selecções e outra parte fica a treinar no Olival, descobrimos dois temas de conversa para o entupimento de enchidos: como seria o ChatGPT na esquematização do ataque do FC Porto e como é que se convence um fulano a voltar a apoiar a seleção com a intensidade de outras eras? E como é que isso se relaciona com o aniquilamento de bactérias? Só aqui podem ter a resposta a esta e outras questões pertinentes do nosso tempo, amegos....
E o Anhá, carago? Ah puta de jogadorzaço! 2 golos em 10 minutos e empate em Paços. Isso sim, é futebol!! Melhor só mesmo as moças que devem de ter dado 114 a zero a alguém. Pumbas, é lidarem com o rolo compressor. E pronto, foi só isto o fim de semana que a tusa não chegou a Domingo…
Relato da epopeia dos nossos meninos, do Porto a Bilbau, em 15 (ou 17) perigosas etapas, por mar, ar, rodovia e piso sintético. Mesmo quando acaba a autoestrada e começa o caminho de cabras. Oupa calçar as galochas!
Menus diversos com gostos bem diferentes. As senhoras foram ensanguentar os lábios de mais um adversário com vinte e oito golos no saco, a habituar muito mal as nossas hostes para quando chegarmos a um nível superior; os putos apanharam-se em vantagem e, também mal habituados a estas lides de estar à frente, logo se deixaram empatar em mais uma edição do “Qual é a táctica de hoje, mister?” patrocinada pelo mister que está a crescer ao nível dos putos: devagar, devagarinho. E os grandalhões que s...
Análises aprofundadas à vitória das cachopas por …errr… quinzazero e à derrota pela margem mínima, vezes três, dos cachopos. E ainda um overview muito rápido ao jogo dos graúdos que quase ninguém viu. Ou então é ao contrário, sabe-se lá.
Relato da epopeia dos nossos meninos, do Porto a Bilbau, em 15 (ou 17) perigosas etapas, por mar, ar, rodovia e piso sintético. Desta vez, foi tempzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz boa miúdo mas não te partas todo antes de consegzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz MUUUUUUUUUUUUUUU!!!!! Foi mais ou menos isto, com um bocadinho de sauerkraut fraquinha. Quatro pontos no saco e vamos a Roma limpar os nazinis!
E bom que foi matar saudades? Do Sintrense e suas estupendas queijadas, da Amadora e da família Djaló, de um centro em condições do Borges, da substituição prematura do Wendell e até, pasme-se, do belo calção do Bruno. Sabem do que é que já se sente falta? De um golito do Samu. É já a seguir, contra os Heinekens ou lá que cerveja é aquilo, não é? Pois claro que é!
Pois vai que temos mais uma vez sortes bastante distintas nas três equipas do FC Porto que alinharam com três equipamentos diferentes durante o fim-de-semana. Os muninos da B foram jogar uma espécie de jogo da bola sem fazerem grande coisa com ela e levaram mais uma lição de “oh isto é competitivo e a malta joga a sério” na Madeira e trouxeram o azul manchado para casa. As muninas foram a Baltar enfiar sessentaequatrazero ao clube local e vieram com o laranjinha todo cheio de marcas dos remates ...
Relato da epopeia dos nossos meninos, do Porto a Bilbau, em 15 (ou 17) perigosas etapas, por mar, ar, rodovia e piso sintético. Desta vez, a épica batalha dos baldes de água gelada, em que, às portas da vitória, a nossa infantaria foi vítima de um desarranjo intestinal e se borrou toda. Ah, mas grandes vitórias se perfilavam no horizonte. Fiquem atentos.
Três jogos, três diferentes abordagens e narrativas. Começa a ser difícil manter o rastreio da coisa, mas deixa ver se apanhamos isto tudo em rima rápida: Felgueiras de rosinha ganharam com sortinha, contra uma táctica esquisitinha e um Marcus na ruinha; um Marco sem Pólo para as meninas que deixou o Vassalo entusiasmado com as potenciais dezanove goleadas por dia e o crescimento das ganapas; e o Arouca, que aparentemente nos goleou por 0-4, tal a contestação de um total de 5 ou 6 adeptos, mais ...
Relato da epopeia dos nossos meninos, do Porto a Bilbau, em 15 (ou 17) perigosas etapas, por mar, ar, rodovia e piso sintético. Esta semana, a conquista dos bravos guerreiros no gelo imponente! Só que não havia gelo, foi pouco imponente e a conquista foi do nosso belo rabiosque.
As cachopas pra Viseu, os catraios pra Guimarães e a gente aqui em cuidados. Felizmente, correu tudo lindamente. Mas agora já vão pro Polo Norte! Apre, nunca mais acabam as visitas de estudo!
Numa jornada que marca a segunda preença consecutiva de Jorge Vassalo no Dragão, eis que aparece mais uma vitória arrancada a ferros! Porque, well, bolas nos fer…olhai, é tentar fazer piadas quando se vê o Otávio a falhar assim e o Neuer Velho a defender assado e arre foda-se que o homem assim não volta ao Dragão. Já o Silva tirou uns dias para desaparecer e apareceu ali a meio para opinar sobre a ausência do Namaso das listas de melhores marcadores. Ou só dos marcadores, vá. Ainda fomos à B, on...
No meio de uma jornada de selecções que faz tanto sentido como o Mogrovejo ser jogador da bola, decidimos animar as hostes e retomar a fantabulástica rubrica do “Where are they now?”, que traz como sempre muita alegria e jovialidade para toda a família portista. Não falamos do Mogrovejo que o homem já deve estar a gerir o seu Café Convívio há uns aninhos que a malta abaixo de um limiar de talento tem de fazer pela vida de qualquer maneira…e na lista do WATN de hoje…oh boy, há ali malta abaixo do...
Canto o atleta que nos campos lusitanos, Brilhou com a bola aos pés, destemido, Por mares, por relvados, em jogos soberanos, Elevou o dragão, seu clube querido. Galeno é seu nome, o valente herói, Que de verdes campos ergueu sua glória, Deixou o Brasil, e ao Porto se entregou, Criando nos estádios uma nova história. Com dribles certeiros, rompeu a defesa, Nas alas corre, veloz como o vento, E nos corações dos adeptos, com firmeza, Gravou seu nome, ídolo em crescimento. Oh musa, ensina-me agora a...
A bola vista do estádio é logo outra coisa. Celebramos o regresso de Jorge Vassalo ao Dragão e pusemos o Silva a caminho de Viseu. Resultado, a malta que viu o jogo sóbria ganhou, já o Silva…aprendeu. Uma jornada só de bola que o mercado só fecha no dia 3!
Fomos alegremente passear pela floresta lavrada de Ponta Delgada e seguimos para uma espécie de Verdun com bancadas ali no coração de Portugal, deixando pequenas migalhinhas pelo caminho para encontrarmos o caminho de volta ao Dragão. Mas as bruxas da nossa imaginação, pouco incomodadas com a nossa presença, ousam colocar em questão o trabalho feito e são enfiadas dentro do forno sem segundo olhar, com a proto-pujança da primeira equipa e a proto-proto-proto-pujança da segunda. Vai ser uma época...
Ah, o regresso a casa, aos locais onde nos sentimos aconchegados, quentinhos, rodeados de caras familiares e de bons vibes, prados verdejantes de 105x70m, música demasiado alta para ensurdecer metade da aldeia, homenagens semi-espontâneas e uma atmosfera de ansiedade controlada, de vontade férrea de venc…pá, pronto, foi o primeiro jogo em casa, já chega de lirismo. Não foi mau, ficou melhor ali para o meio e ficou também a ideia que ainda vai melhorar. E há uma certeza no meio de muitas dúvidas:...
Churrasco anual do Cavani. Pouca comida, praticamente sem álcool, convivas reservados e circunspectos, um silêncio sepulcral muito aplaudido pela vizinhança. E assim, sóbrios e pessimistas, assistimos ao jogo de Aveiro. No fim, cumprimentamo-nos breve e elegantemente, enquanto serviam os acepipes. Juro, Joca (o da formação do FCP, não o do Rio Ave. Pá, aquele que esteve no plantel em 2001. Como assim não estão a ver?)
Ah, a alegria do povo, coisa linda. E os príncipes a descerem as escadarias, qual tapete voador, sob aplausos e sorrisos. Melhor que isso, só mesmo dar mais quatro ao grupo recreativo dos mercadores de tapetes de Nassr. Assim se encerra em beleza a fase das mil e uma noites encantadas. A seguir, é a doer, mas espera-se que sem dor.